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"NÓS SOMOS COMO TU, SOMOS DA MESMA FAMÍLIA": CONSIDERAÇÕES DO PIBID DE HISTÓRIA ACERCA DA VISITA À COMUNIDADE DO POÇO DANTAS-CE
GISLANE JAIRA NEVES DE SOUSA; Pedro Igor dos Santos; Diego César dos Santos
A comunidade do poço Dantas-CE, localizada na zona rural do Crato, é o lar dos remanescentes de povos originários da região do Cariri: os Kariris. O subprojeto de História do Programa Institucional de bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) vinculado ao curso de História da Universidade Regional do Cariri (URCA) em parceria com a Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Wilson Gonçalves, promoveu a visita de bolsistas e estudantes da escola à comunidade do poço Dantas, como oportunidade de conhecer e compreender melhor a realidade dos povos originários da região. O objetivo deste trabalho é relatar como essa vivência ampliou o nosso olhar sobre essa temática, contribuindo para a nossa formação acadêmica. Nesse sentido, além de compartilharmos as experiências coletivas e individuais de cada autor, construiremos um relato de resistência, pertencimento e de resiliência da comunidade, que se contrapõem ao apagamento indígena na história oficial da região, evidenciando como a negligência aos povos originários e seus direitos tem sido normalizado na atualidade(Oliveira, 2023).Essa experiência nos possibilitou uma nova forma de compreensão da importância das tradições culturais, de seus idiomas e religiosidade. Deste modo, a formação com a comunidade nos propiciou a desconstrução de estereótipos ainda presentes na sociedade e na rede de educação básica. O que nos possibilitará a elaboração de propostas pedagógicas adequadas para uma educação voltada para as relações étnico-raciais com o foco nos povos indígenas.
Palavras-chave: Pibid,Experiência,Resistência,Formação
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Abrir o trabalhoPIBID: VIVÊNCIA, PRÁTICA E RESULTADOS NA FORMAÇÃO DOCENTE
MARIA TACIANE SOARES DA SILVA ; MARIA TACIANE SOARES SILVA; MARIA DE FATIMA LACERDA BARBOSA; VALERIA DA SILVA SAMPAIO
O presente trabalho relata a experiência e os resultados da participação no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), destacando sua contribuição crucial para a formação docente do bolsista. O foco é evidenciar como a imersão na rotina escolar e a aplicação da teoria em situações reais de ensino aprimoraram seu desenvolvimento profissional e pessoal. A vivência ocorreu na Escola E.E.F. Lourival Dantas Ribeiro, em Missão Velha (CE), por meio da observação cuidadosa e participação ativa em sala de aula. Essa prática proporcionou o desenvolvimento do pensamento crítico, da criatividade e das relações interpessoais, além de contribuir para a construção de metodologias mais eficazes. Durante o contato com os alunos, foi possível observar detalhadamente o processo de ensino-aprendizagem e a participação engajada em projetos como "Mulheres na Ciências", "Sistema Solar" e “Missão Verde”. Nessas atividades, o bolsista auxiliou, acompanhou o progresso e participou da avaliação, reforçando a percepção da importância do professor mediador na formação integral dos estudantes. O processo evidenciou que a rotina de sala de aula exige um olhar atento, crítico e igualitário, que vai além do repasse de conteúdo, demandando estratégias, disciplina e planejamento para garantir a compreensão e despertar o interesse de forma ativa, participativa e colaborativa. A prática do PIBID, aliada ao conhecimento da licenciatura, facilitou a relação entre teoria e prática, aguçando a pesquisa e o entendimento do comportamento escolar. O programa mostrou-se fundamental para o bolsista, fortalecendo sua formação, conferindo segurança nas ações e ampliando sua visão sobre a importância da educação na formação de pessoas reflexivas, autônomas e responsáveis.
Palavras-chave: Professor,Sala de aula,Vivência, Aluno,Impactos formativos
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Abrir o trabalho“CONHECER PARA PRESERVAR”: FANZINES COMO RECURSO DIDÁTICO NA APRENDIZAGEM DAS ESPÉCIES ENDÊMICAS DA CHAPADA DO ARARIPE
FRANCISCO RÔMULO LEITE FERREIRA DE SOUZA ; Maria Pamela Santos Moura; Vanda Lúcia Roseno Batista; Cícero Magerbio Gomes Torres; N/I
A Chapada do Araripe destaca-se pela rica biodiversidade e relevância ecológica, abrigando diversas espécies endêmicas que compõem um patrimônio natural, cultural e paleontológico singular do semiárido brasileiro. Nesse contexto, o presente estudo tem como objetivo relatar a experiência com o desenvolvimento de uma oficina educativa realizada com estudantes da eletiva de biodiversidade e saúde da EMTI Wilson Gonçalves, no Crato - CE. O relato se apresenta como sendo de natureza qualitativa e descritiva. Ressalta-se que a oficina educativa tinha como objetivo apresentar às espécies endêmicas da região, estimular a reflexão sobre conservação ambiental e concepção dos povos originários quanto à convivência com a biodiversidade, ecologia e ameaças antrópicas. Utilizou-se como processo didático a apresentação de três espécies endêmicas da Chapada do Araripe: o Soldadinho-do-Araripe (Antilophia bokermanni), o Guajá-do-Araripe (Kingsleya attenboroughi) e o Sapo-de-chifre-do-Araripe (Protoceratophys araripe). Na oportunidade, foram abordadas as características, ecologia e riscos de extinção. Em seguida, os alunos foram divididos em três equipes, sendo que cada uma ficou responsável pela produção de uma fanzine relacionada com uma das espécies mencionadas. Foram disponibilizados materiais como imagens e textos para os estudantes organizarem as ideias e construírem o texto para a composição dos fanzines. Os resultados evidenciaram engajamento dos estudantes com a proposta, interesse em conhecer as espécies, trabalho cooperativo e desenvolvimento do pensamento crítico sobre os impactos da ação humana no equilíbrio ecológico, além da discussão sobre a interrelação do homem com os demais seres vivos. Conclui-se, portanto, que a utilização do fanzine se apresentou como eficaz para integrar ciência e arte, potencializar o protagonismo estudantil e contribuir para a educação ambiental crítica, assim como para o entendimento sobre as diversas culturas do cuidado com o ambiente.
Palavras-chave: Eletiva, Oficina, Biodiversidade, Educação, Ensino de Biologia
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Abrir o trabalhoA ATUAÇÃO DOS PIBIDIANOS NA SEMANA MUNDIAL DO CÉREBRO EM IGUATU
NICOLE OLIVEIRA SAMPAIO ; Geovane Silva de Lima; Cícero Pereira dos Santos; Ana Beatriz Pereira Sousa; Ana Myrella Almeida Alves; Érika da Silva Bezerra; Thaynã Alves Bezerra
O PIBID tem sido fundamental para ligar o que aprendemos na faculdade com o dia a dia da escola. Tentamos fazer as aulas mais interessantes e com mais participação dos alunos, a realização do evento a Semana Mundial do Cérebro ajudou muito nisso. Através de atividades práticas e demonstrações, conseguimos apresentar a neurociência de um jeito fácil e relevante para os alunos, incentivando a curiosidade e nos ajudando a crescer como futuros professores. Relatando a experiência dos bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Regional do Cariri, campus Iguatu-CE. O projeto tem oito alunos, do primeiro ao sexto semestre do curso, teve início desde outubro de 2024. As atividades acontecem toda semana em uma escola, com foco em como ensinar Educação Física. Contamos aqui sobre a participação dos alunos do PIBID de Educação Física na Semana Mundial do Cérebro, que aconteceu em uma escola de ensino médio em Iguatu, Ceará. Foi organizada em conjunto pelos cursos de Educação Física e Enfermagem da URCA. O evento foi na mesma escola onde os alunos do PIBID já trabalham, o que ajudou na interação com os estudantes e deu continuidade ao aprendizado, com a participação de cerca de 600 alunos. Foram criadas e realizadas quatro oficinas: Tecnobrain, Nas Ondas do Cérebro, Odisseia dos Neurônios e O Que Tem na Minha Cabeça. Nessas atividades, os alunos do PIBID ensinaram sobre neurociência de forma divertida e compreensível, juntando teoria e prática com jogos, experimentos e conversas. As oficinas foram de manhã e à tarde, com alunos do primeiro ao terceiro ano do ensino médio. Os alunos gostaram muito, mostraram curiosidade e interesse, e participaram bastante das atividades. Para os alunos do PIBID, foi uma ótima experiência, onde aprenderam e ensinaram sobre neurociência, mostrando como ela pode ser usada de forma prática e próxima da realidade da escola. A experiência fortaleceu a formação dos bolsistas do PIBID.
Palavras-chave: PIBID, EDUCAÇÃO FÍSICA,NEUROCIÊNCIA ,SEMANA MUNDIAL DO CÉREBRO,ENSINO MÉDIO
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Abrir o trabalhoA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DOCENTE NO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
AMANDA LEITE OLIVEIRA; Yngrid Larissa Araújo Martins; Rafaela Gomes Silva; Vanessa Bezerra Bernado; Ana Carolina Costa Bastos
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência(PIBID)contribui para o aperfeiçoamento da formação docente no ensino superior,articulando a teoria e a prática dos cursos de licenciatura ao estabelecer uma parceria entre as universidades e as escolas básicas públicas.Nesse sentido,o presente trabalho busca apresentar de que forma as atividades desenvolvidas no subprojeto PIBID Pedagogia-URCA contribuíram para a construção da identidade docente.O estudo consiste em um relato de experiência, de caráter descritivo e reflexivo.As atividades foram realizadas nas turmas de 4° e 5° ano da Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental de Tempo Integral Professor Álvaro Rodrigues Madeira no município de Crato-CE, no período de abril a junho. Foi desenvolvido o projeto “Herdeiros da cultura: resgatar para pertencer” de maneira colaborativa com as bolsistas, supervisora e professora regente da disciplina eletiva Cultura e Artes. Esse projeto visou relacionar a cultura caririense, em especial os Museus Orgânicos e os Mestres da Cultura, com a leitura e a escrita. Para isso, planejamos os conteúdos a serem trabalhados a cada semana e as possíveis atividades, tais como: produção de histórias em quadrinhos e desenhos de manifestações culturais encontradas nas casas dos alunos.A formação docente abrange os conhecimentos teóricos e também os conhecimentos práticos(Castro, 2016),sendo a experiência no PIBID excelente para fazer essa articulação.Além disso, a identidade docente é constituída por fatores como a história de vida, sua formação acadêmica e as experiências na prática pedagógica(Farias, 2009).Com isso,o processo de planejamento do projeto e de execução das atividades contribuíram para compreender a prática docente para além da teoria e para a construção da identidade docente,com o apoio e supervisão do coordenador,da professora supervisora e da professora regente e também,a troca de experiências com os outros bolsistas.Dessa forma,o PIBID tem grande relevância.
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A CONSTRUÇÃO DO SABER ATRAVÉS DO JOGO: BIO-ROLETA
ROSÁLIA ALVES RODRIGUES ; Francisco Herbert Fernandes; Vanda Lúcia Roseno Batista
O jogo, no Ensino de Biologia, favorece o engajamento e a participação ativa dos estudantes. O presente resumo tem como objetivo relatar a experiência com a utilização do jogo Bio-roleta quando da utilização com os conteúdos sobre vírus e bactérias. O relato se apresenta como sendo de natureza qualitativa e descritiva, desenvolvido no Pibid, subprojeto Biologia, da URCA. A atividade foi realizada com alunos do 2º ano do ensino médio da EEMTI Wilson Gonçalves, localizada no município do Crato-CE. O jogo foi planejado como uma estratégia didática de aprendizagem ativa, fundamentada em Vygotsky, o qual destaca a importância da interação social na construção do conhecimento. O jogo foi confeccionado com materiais recicláveis e de baixo custo, buscando aliar criatividade, sustentabilidade e acessibilidade. A roleta possuía uma base firme e um círculo giratório dividido em oito seções, com diferentes ações: perguntas, desafios, “passa a vez” e “perda a vez”. As perguntas abordavam os conteúdos trabalhados em sala, enquanto os desafios envolviam correção de afirmações, frases para serem completadas, entre outros, a serem respondidos em tempo limitado. A turma foi organizada em cinco equipes, e um integrante de cada grupo girava a roleta para executar a ação correspondente, o que manteve a participação constante e o espírito coletivo durante toda a atividade. Foi possível observar o envolvimento dos alunos, além da melhora no desempenho das avaliações, indicando que a estratégia favoreceu o aprendizado dos conteúdos. O jogo proporcionou aos bolsistas a oportunidade de refletir sobre o papel docente, reconhecendo a importância de propor metodologias alternativas e significativas para o Ensino de Biologia. Conclui-se, portanto, que essa experiência reforça o valor da inserção de futuros professores no ambiente escolar ainda durante a graduação, pois esse contato direto com a prática contribui para a formação crítica, criativa e enriquecedora do educador.
Palavras-chave: biologia,ensino,jogos,aprendizagem
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Abrir o trabalhoA CRIATIVIDADE COMO FERRAMENTA DE MEDIAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA: A VIVÊNCIA DAS INSTALAÇÕES GEOGRÁFICAS NA ESCOLA E.E.E.P RAIMUNDO SARAIVA COELHO
MARIA MICHELLY LOPES GONÇALVES; Áleffe Emmanoel Linhares de Oliveira; Jennifer Fernandes Alcântara; Robinson de Souza dos Santos; Maria das Graças de Alencar Velozo
O ensino de Geografia possui relevância fundamental para a formação do pensamento crítico do aluno, constituindo-se também como parte essencial do processo de ensino e aprendizagem, no qual a demanda é diálogo constante entre professor e estudante. Desta forma, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência, PIBID, da disciplina de geografia possibilitou na E.E.E.P Raimundo Saraiva Coelho, localizada na cidade de Juazeiro do Norte, Ce, formas diferentes de percepção dos temas curriculares da disciplina a partir das Instalações Geográficas. Uma proposta metodológica e avaliativa que se utiliza de símbolos e signos, construídos a partir de conteúdos trabalhados em sala, essa abordagem busca favorecer a aprendizagem de forma crítica, criativa e reflexiva, ao integrar aspectos conceituais, sensoriais ao interpretar conhecimento Geográfico e Pedagógico. O projeto foi conduzido na turma de 2º A de Edificações, dividiu-se as aulas de forma cronológicas em sua primeira fase, buscou-se levar conceitos das Instalações Geográficas, na segunda fase foi desenvolvido as características do objeto de estudo que é o Geossítio Horto se localiza em Juazeiro do norte- CE. Desse modo, os conteúdos levados para a sala de aula foram: mobilidade urbana, economia na cidade, cultura, religiosidade, geologia, onde tiveram abordagens conceituais. A terceira etapa, realizou-se um campo no qual os alunos foram instigados a desenvolver um olhar mais crítico, analisando e refletindo sobre as experiências estudado em sala. portanto na quarta fase foi em sala onde colocando em pauta os conteúdos visto em campo, onde foi o momento da teia de ideias que levou à escolha da base das Instalações e os símbolos que cada equipe utilizou, esse momento precisou de mais de uma aula para ter resultado.
Palavras-chave: Instalaões Geograficas,PIBID,Ensino,Aprendizagem,Criatividade
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Abrir o trabalhoA EXPERIMENTAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO NO PIBID DE FÍSICA: INTEGRANDO TEORIA, PRÁTICA E FORMAÇÃO DOCENTE
GABRIEL CORREIA MENESES
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) na área de Física exerce um papel essencial na formação de professores, ao promover a articulação entre teoria e prática pedagógica e aproximar os licenciandos da realidade da escola pública desde o início do curso. As ações do programa são cuidadosamente planejadas e discutidas com supervisores e orientadores, levando em consideração o conhecimento prévio dos alunos e o contexto escolar, o que favorece uma prática educativa reflexiva e colaborativa. A metodologia adotada no PIBID envolve etapas de observação, planejamento e execução de práticas experimentais supervisionadas em escolas parceiras. Cada atividade é iniciada com a entrega de um roteiro explicativo que orienta o aluno sobre o experimento e propõe questões problematizadoras, incentivando a reflexão crítica, a autonomia e a construção do conhecimento científico. Dentre as ações realizadas, destacam-se experimentos de baixo custo desenvolvidos no laboratório da EEMTI Presidente Geisel, abordando conteúdos fundamentais como pressão atmosférica, eletrostática e a terceira lei de Newton. Esses experimentos foram elaborados com materiais simples e acessíveis, permitindo que os estudantes relacionassem os conceitos teóricos com situações práticas do cotidiano, despertando a curiosidade e o interesse pela ciência. As experiências vivenciadas no PIBID evidenciam seu potencial como instrumento de fortalecimento da formação docente, ao incentivar o protagonismo dos licenciandos e promover uma educação científica mais significativa, crítica e transformadora. O programa contribui, portanto, para a construção de uma prática pedagógica contextualizada, capaz de integrar o conhecimento científico à realidade social, estimulando tanto o aprendizado ativo dos alunos da educação básica quanto o amadurecimento profissional dos futuros professores de Física.
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Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EM UMA ESCOLA DE IGUATU: RELATO DE VIVÊNCIA PIBIDIANO
ANA MYRELLA ALMEIDA ALVES; Nicole Oliveira Sampaio; Gabriel Ferreira Silva; José Cleirton Gois Rodrigues; Keila Bruna Silva dos Santos; Érika da Silva Bezerra; Thaynã Alves Bezerra
A importância do docente em planejar aulas para diferentes populações está relacionada ao princípio da inclusão e à valorização da diversidade escolar. Na Educação Física, cabe ao professor organizar e planejar as atividades para auxiliar o estudante com necessidades educacionais especiais em seu desenvolvimento cognitivo e social. O presente trabalho visa relatar as experiências dos bolsistas pibidianos nas regências aplicadas aos alunos com deficiências integrantes do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Trata-se de um relato de experiência dos bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, Campus Iguatu-CE. O programa acontece na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Governador Adauto Bezerra, situada em área periférica com predominância de estudantes da zona rural. Semanalmente, são ministradas oito horas de regência e duas horas de planejamento, totalizando 10 horas semanais. O AEE é ofertado para alunos com deficiências intelectuais, autismo, transtorno opositivo-desafiador, entre outras condições. Foram ministradas duas aulas semanais de 50 minutos e participavam delas aproximadamente 10 alunos. Para as aulas foram utilizadas atividades lúdicas voltadas à ampliação da interação e ao desenvolvimento físico e mental. No que se refere ao conteúdo trabalhado, optou-se pela utilização de jogos e brincadeiras ao longo de dois semestres, como estratégia pedagógica capaz de estimular o desenvolvimento cognitivo, motor e socioemocional dos estudantes. Através das aulas práticas aplicadas foi possível observar melhorias no condicionamento físico de forma gradativa, aumento da interação entre os alunos participantes do AEE e progresso na autoconfiança em realizar as atividades propostas pelos bolsistas. Contudo, ressalta-se que não foram observadas melhorias nas relações com os pares neurotípicos, evidenciando a necessidade de estratégias para tornar a inclusão escolar real.
Palavras-chave: PIBID,AEE, Educação física escolar, Regências
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Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO PARA A INCLUSÃO ESCOLAR
MARIA IVANI TAVEIRA; MARIA IVANILDA TAVEIRA DE SALES; Uycileide Rodrigues Pires
O Atendimento Educacional Especializado (AEE) configura-se como um eixo central das políticas públicas voltadas à efetivação da Educação Inclusiva no Brasil. O AEE constitui uma prática pedagógica intencional e sistemática que busca identificar, elaborar e organizar recursos e estratégias capazes de eliminar barreiras à aprendizagem e à participação dos estudantes público-alvo da Educação Especial. A pesquisa desenvolvida na EEMTI Governador Adauto Bezerra, ancorada em uma abordagem qualitativa e sustentada por análise documental de legislações, relatórios e diários de campo, evidenciou a importância da articulação entre o AEE e o ensino comum. As Salas de Recursos Multifuncionais (SRMs) emergem como espaços privilegiados de mediação pedagógica, nos quais o planejamento colaborativo entre o professor do AEE e o docente da sala regular é determinante para o êxito da inclusão. Os resultados apontam que o AEE, quando desenvolvido com intencionalidade pedagógica e suporte institucional, promove avanços significativos no desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos alunos. Além de favorecer o aprendizado, o atendimento especializado estimula a autonomia, fortalece a autoestima e amplia as possibilidades de interação social. Observa-se ainda que o AEE atua na desconstrução de preconceitos e barreiras atitudinais, fomentando uma cultura escolar mais acolhedora, empática e equitativa. Na prática, o AEE se materializa por meio de ações pedagógicas que respeitam o ritmo e o estilo de aprendizagem de cada estudante, utilizando recursos didáticos, tecnológicos e comunicacionais adaptados às suas singularidades. Conclui-se que o Atendimento Educacional Especializado é um alicerce indispensável para a consolidação da inclusão escolar. Sua efetividade depende da articulação entre políticas públicas, práticas pedagógicas e compromisso ético com o direito de todos à aprendizagem. Quando bem estruturado, o AEE potencializa o desenvolvimento dos estudantes e redefine o papel da escola — de espaço excludente para um ambiente de pertencimento, equidade e valorização das diferenças.
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Abrir o trabalhoA influência educacional do Pibid na escola rural: Tensionando práticas sustentáveis no meio ambiente.
ANA CAROLINA NUNES TERTO ; ANA YARITZA DA COSTA SILVA; ANA BEATRIZ TELES LIRA
Este artigo analisa a influência do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID na construção de práticas pedagógicas voltadas à educação ambiental em uma escola rural do município de Crato-CE. A pesquisa, de abordagem qualitativa, fundamenta-se em revisão de literatura com base na Pedagogia Histórico-Crítica e na Psicologia Histórico Cultural e em relatos de experiência vivenciados por licenciandos do curso de Pedagogia da Universidade Regional do Cariri – URCA. As ações pedagógicas desenvolvidas buscam promover a conscientização ambiental por meio da integração entre teoria e prática, articulando os conhecimentos científicos traduzidos em saberes escolares aos conhecimentos da comunidade escolar, no horizonte da ressignificação da prática social dos estudantes. As atividades realizadas possibilitam o desenvolvimento de atitudes críticas em relação à sustentabilidade e à necessidade de preservação ambiental entre os alunos e contribuem para a formação docente comprometida com a transformação social. O estudo evidencia a importância da escola como espaço de ensino, conhecimento, diálogo, valorização dos saberes locais e promoção de uma educação voltada à sustentabilidade.
Palavras-chave: Educação Ambiental, Escola Rural. PIBID. Sustentabilidade Formação Docente.
Oral
Abrir o trabalhoA Interdisciplinaridade do PIBID no Resgate dos Jogos e Brincadeiras Populares nos Anos Iniciais do Fundamental
GUILHERME IGOR VIANA ALVES ; Júlio Ferreira de Aquino; José Cícero Cabral de Lima Júnior
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) é um programa do Governo Federal, realizado pelo MEC e a CAPES em que visa a inserção dos alunos dos cursos de licenciatura na realidade escolar. Entre os beneficiados desse programa estão os cursos de licenciatura em Educação Física e Pedagogia, proporcionando, teoricamente, uma melhor construção no futuro docente que irá sair para o campo de ensino. A interdisciplinaridade é uma troca de saberes entre duas ou mais disciplinas, combinando métodos de ensino para uma melhor compreensão dos professores e alunos, visando uma aprendizagem mais significativa e engajadora. Dito isto, este relato busca descrever atividades realizadas de forma interdisciplinar entre os subprojetos do PIBID Educação Física e Pedagogia/alfabetização da Universidade Regional do Cariri - URCA em uma escola de Juazeiro do Norte – CE. Este estudo foi desenvolvido por universitários participantes do PIBID, onde as atividades aconteceram em duas sextas-feiras do mês de abril de 2025, contemplando as turmas de 1º e 2º ano do ensino fundamental de uma escola pública de tempo integral. Inicialmente, os bolsistas da Pedagogia fizeram um resgate histórico dos jogos e brincadeiras populares através da contação de história, com uso de fantoches e brinquedos diversificados. Posteriormente, os bolsistas da Educação Física desenvolveram a parte prática, proporcionando a vivência de algumas brincadeiras abordadas durante o momento anterior, a saber: pião, morto e vivo, peteca, amarelinha, pula corda, pega-pega, passa o anel, pipa e entre outras, proporcionando, portanto, momentos de muito aprendizado, alegria, diversão e satisfação entre os presentes. O momento interdisciplinar foi uma ótima surpresa, onde percebeu-se diferentes formas de abordar o mesmo conteúdo, fortalecendo, portanto, a formação dos futuros professores, bem como a forma que os bolsistas da Pedagogia lidavam com as crianças com muito carinho, atenção e afeto.
Palavras-chave: Educação Física, Pedagogia, Interdisciplinaridade, Jogos e Brincadeiras, PIBID
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Abrir o trabalhoA MÚSICA NORDESTINA COMO SABER TRADICIONAL NO ENSINO DE HISTÓRIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA PIBID
CICERO RIKELME LOPES BATISTA ; ANA CRISTINA FERREIRA NASCIMENTO; CAIO VICTOR SEMIÃO ALEXANDRE; FRANCISCO EGBERTO MELO
Resumo: Este relato apresenta uma ação do PIBID/História realizada em 26/06/2025 na E.E.E.P Professor Moreira de Sousa (Juazeiro do Norte-CE), durante o ciclo junino “Raízes do Sertão: um São João de cultura e resistência”. Partimos da música nordestina (forró, baião, xote e repente) como saber tradicional e patrimônio cultural imaterial para promover aprendizagem histórica significativa e aproximar conteúdos escolares de práticas culturais locais. A intervenção incluiu: (i) breve contextualização histórica e patrimonial da musicalidade regional; (ii) escuta guiada e demonstrações para identificar estruturas rítmico-melódicas e seus processos de origem, circulação e transformação; e (iii) oficina de produção de repentes autorais, na qual estudantes mobilizaram categorias como tempo, memória e identidade em situações de criação. Assim, a partir dessa vivência, os alunos foram convidados a instigar sua criatividade, experiência que os possibilitou atuar como agentes do conhecimento, protagonistas no processo de ensino e aprendizagem. Observou-se maior engajamento, ampliação do repertório cultural e reconhecimento da música como fonte histórica e dispositivo de memória, indicando potencial da abordagem para currículos de História sensíveis ao território e às culturas populares.
Palavras-chave: ensino de História,aprendizagem significativa,patrimônio cultural imaterial,música nordestina,repente
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Abrir o trabalhoA RETA NUMÉRICA (RE)SIGNIFICADA: UM EIXO DE ARTICULAÇÃO ENTRE CONTEÚDOS, RELAÇÕES E SIGNIFICAÇÕES MATEMÁTICAS
JOSÉ ARMANDO LUSTOSA DE SOUSA; Fábio David Ferreira dos Santos; Cléber Félix de Almeida
Este trabalho apresenta uma experiência pedagógica desenvolvida com alunos do 9º ano da EEF Dr. Edvard Teixeira Férrer, no âmbito do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência)/Matemática da Universidade Regional do Cariri (URCA), que investigou o uso da reta numérica como recurso didático transversal para articular diferentes conteúdos matemáticos. Partindo de uma aula expositiva sobre os conceitos fundamentais da reta, como módulo, distância, representação fracionária e decimal, avançamos para a aplicação de uma dinâmica gamificada intitulada “Corrida da Reta Numérica”, com o objetivo de revisar e ressignificar conteúdos como frações, porcentagens, operações e equações - vistos anteriormente de forma isolada. A proposta promoveu uma experiência significativa ao associar posicionamento na reta à resolução de problemas contextualizados. Adotamos estratégias lúdicas, colaborativas e visuais, utilizando quadro, slides, dinâmicas e o material didático do Sistema Eleva, voltado ao reforço para o SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica) e o SPAECE (Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará). A análise das interações em sala apontou que a reta funcionou como elemento articulador entre conceitos, favorecendo aprendizagens mais conectadas, tanto no plano visual quanto no conceitual. Fundamentados em Ausubel, Novak e Hanesian (1980), ao proporem a aprendizagem significativa a partir de conhecimentos prévios, e em D’Ambrosio (2005), ao defender uma matemática crítica, social e culturalmente situada, reconhecemos na reta um instrumento de reconstrução de saberes. Concluímos que sua utilização contribuiu diretamente para o enfrentamento de lacunas educacionais, oferecendo um caminho viável para o reensino, a autonomia dos estudantes e a promoção de práticas mais integradoras no ensino da matemática.
Palavras-chave: Reta Numérica,Significação,Raciocínio Visual,Reensino
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Abrir o trabalhoA UTILIZAÇÃO DO JOGO ´´ESCAPE ROOM´´ COMO FERRAMENTA DIDÁTICA PARA O ENSINO DE QUÍMICA
PAULO JOSE NOGUEIRA FILGUEIRAS; EVELYN VERUSKA OLIVEIRA TELES
Resumo: Por milhares de anos, os jogos competitivos foram retratados como jogos individualistas, que não apresentavam valores morais e éticos. Entretanto, com o passar dos séculos, a educação foi evoluindo de formar positiva. A competitividade que antes era vista como algo ruim e egoísta, agora poderia ser usada para ensinar os alunos princípios básicos no ensino. Atualmente, jogos que apresentam competitividade são utilizados como metodologias ativas pois facilitam a aprendizagem. Foi utilizado o jogo chamado escape room , brincadeira a qual possui cacacteristicas competitivas, no 2° Colégio da Polícia Militar Cel. Hervano Macêdo Júnior, em Juazeiro do Norte (CE), em uma turma do 3º ano. Os 30 alunos foram divididos em 4 equipes e cada uma continha um bolsista do PIBID para auxiliá-los. A história criada para o jogo consistia em “escapar” do Laboratório de Química devido a um suposto vazamento de gás. Os alunos deveriam resolver 5 desafios relacionados à disciplina em até 60 minutos. Cada desafio possuía um nível, partindo do mais fácil ao mais difícil, a metodologia utilizou conteúdos variados, além disso para ganhar era necessário que uma das equipes terminasse todos os desafios em menos de 60 minutos. A atividade foi dinâmica e desenvolvida com muita empolgação e entusiasmo pelos alunos e, posteriormente, foi aplicado um questionário com os alunos com o intuito de descobrir se o escape room proporcionou uma melhor assimilação dos conteúdos. Os resultados indicaram que 70% da turma afirmou ter conseguido compreender o conteúdo após o jogo, pois foi uma revisão divertida que continha os mesmos conteúdos abordados na avaliação. Em suma, a aplicação dessa gamificação proporcionou aos discentes revisar o conteúdo e aprender em um ambiente de aprendizagem de forma ativa, lúdica e prazerosa, desenvolvendo habilidades socioemocionais e cognitivas, competências alinhadas ao que preconiza a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), estimulando o protagonismo e autonomia dos estudantes.
Palavras-chave: Química,Jogos,Aprendizagem significativa,Ferramenta didática
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Abrir o trabalhoABORDAGEM METODOLÓGICA DE ESTUDO DA NATUREZA EM ESCOLA CAMPO ATENDIDA PELO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID)
VANESSA YASMIN DIAS VASCONCELOS; Maria Eduarda Marques Dias; Ana Beatriz Teles Lira
Este trabalho apresenta a aplicação do Estudo da Natureza como metodologia ativa na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, fundamentada nas contribuições de teóricos que discutem a importância do contato com os fenômenos naturais e da própria natureza como prática social educativa. Tem-se como objetivo investigar a forma com que o contato direto com o ambiente natural pode favorecer o desenvolvimento da inteligência naturalista e contribuir para a formação de uma consciência ambiental crítica e sensível, especialmente em escolas situadas no campo. Realizada no âmbito do subprojeto de Pedagogia do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID, esta pesquisa foi aplicada em uma escola rural da rede pública do município do Crato-CE, tendo como metodologia a observação participativa e o registro das práticas pedagógicas desenvolvidas com os estudantes. Priorizou-se a vivência ao ar livre, a investigação dos elementos naturais presentes no entorno escolar e o uso do Caderno da Natureza como instrumento de registro e reflexão, além do trabalho com os conceitos envolvidos por parte das bolsistas de iniciação à docência. A cada semana, um objeto de estudo foi selecionado a partir da realidade local e os alunos realizaram caminhadas, observações e compartilharam suas descobertas de forma oral ou por meio de desenhos e anotações. Apesar das limitações, como a ausência de livros didáticos específicos, a prática mostrou-se viável por meio de adaptações criativas e do planejamento docente. Os resultados indicam que o método promove o interesse pela ciência, fortalece o vínculo com o meio ambiente e desenvolve atenção, curiosidade, responsabilidade, senso investigativo e imaginação, fundamentais ao desenvolvimento dos alunos. Além disso, contribui para a fundamentação da autonomia dos estudantes e para a aquisição e construção de aprendizagem crítica.
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Abrir o trabalhoAFisica além dos quadros: experiências didáticas sobre eletromagnetismo e fluídos
FRANCISCA VARLA FELIX DA SILVA ; Francisco Rafael de Oliveira Silva; Cicero Danilo Gonçalves de Almeda
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) constitui um importante instrumento de valorização e formação inicial dos futuros professores da educação básica, ao proporcionar uma vivência concreta no ambiente escolar. Inserido nesse contexto, o presente trabalho descreve as intervenções realizadas na EEFM José Bezerra Menezes, em Juazeiro do Norte, com o propósito de aproximar a Física do cotidiano e despertar o interesse dos estudantes por meio de práticas que ultrapassam o ensino tradicional restrito ao quadro. As ações buscaram tornar o aprendizado mais dinâmico, participativo e interdisciplinar, abordando os temas Eletromagnetismo e Fluidos. No estudo do eletromagnetismo, foram realizados experimentos que ilustraram o comportamento dos campos elétricos e magnéticos e sua presença em tecnologias do dia a dia, como motores, geradores e indução eletromagnética. Já na temática dos fluidos, as atividades exploraram fenômenos como pressão, empuxo e dinâmica dos líquidos e gases, demonstrando a aplicabilidade desses conceitos em situações reais, como o funcionamento de sistemas hidráulicos. As intervenções evidenciam que é possível ensinar Física de forma acessível, experimental e inspiradora, fortalecendo o papel do PIBID na formação docente e na renovação do ensino científico.
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Abrir o trabalhoAnálise da Oficina “Gêneros Digitais: Desvendando a Linguagem da Era Digital”
JOSÉ VINÍCIUS ALVES DE LACERDA; Maíra Julya Rodrigues Martiniano; Maria Beatriz Alves da Silva; Juliane Costa Lima; Ellen Shaiany Gonçalves Pereira; Ana Alice Furtado Nunes; Maria Geovana da Silva Bezerra
O presente trabalho analisa como ocorreu o funcionamento da oficina “Gêneros Digitais: Desvendando a Linguagem da Era Digital” realizada pelos bolsistas do PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência), na EEMTI Alaíde Silva Santos. Buscou-se ampliar os conhecimentos acerca do desenvolvimento de novos gêneros, pois, com o surgimento da tecnologia, e adaptação de gêneros textuais impressos para o meio digital, tal movimento pode proporcionar vivências e experiências que auxiliam no desenvolvimento individual e coletivo no âmbito da leitura, escrita, análise e formação cidadã. Na pesquisa, foi abordado o caráter qualitativo, compreendendo a realidade, comportamentos, opiniões e práticas, a partir da fundamentação dos pressupostos de Marcuschi (2002), que defende que o estudo do ensino de língua deveria partir dos gêneros, porque é assim que a linguagem circula na sociedade. Na metodologia tivemos encontros, articulamos momentos expositivos, análise prática de exemplos e atividades lúdicas que favoreceram a participação ativa dos alunos. Os resultados evidenciaram que os alunos puderam compreender e reconhecer os gêneros textuais digitais por meio de experiências interativas e próximas à realidade comunicativa em que estão inseridos, no entanto, não houve o mesmo efeito em todas as turmas, pois a diversidade de níveis de letramento associado aos contextos sociais pauperizados impactam diretamente na aprendizagem.
Palavras-chave: Gêneros Textuais , meio digital, ensino, PIBID
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Abrir o trabalhoAnálise da Oficina “Gêneros Digitais: Desvendando a Linguagem da Era Digital”
JOSÉ VINÍCIUS ALVES DE LACERDA; Maíra Julya Rodrigues Martiniano; Maria Beatriz Alves da Silva; Juliane Costa Lima; Ellen Shaiany Gonçalves Pereira; Ana Alice Furtado Nunes; Maria Geovana da Silva Bezerra
O presente trabalho analisa como ocorreu o funcionamento da oficina “Gêneros Digitais: Desvendando a Linguagem da Era Digital” realizada pelos bolsistas do PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência), na EEMTI Alaíde Silva Santos. Buscou-se ampliar os conhecimentos acerca do desenvolvimento de novos gêneros, pois, com o surgimento da tecnologia, e adaptação de gêneros textuais impressos para o meio digital, tal movimento pode proporcionar vivências e experiências que auxiliam no desenvolvimento individual e coletivo no âmbito da leitura, escrita, análise e formação cidadã. Na pesquisa, foi abordado o caráter qualitativo, compreendendo a realidade, comportamentos, opiniões e práticas, a partir da fundamentação dos pressupostos de Marcuschi (2002), que defende que o estudo do ensino de língua deveria partir dos gêneros, porque é assim que a linguagem circula na sociedade. Na metodologia tivemos encontros, articulamos momentos expositivos, análise prática de exemplos e atividades lúdicas que favoreceram a participação ativa dos alunos. Os resultados evidenciaram que os alunos puderam compreender e reconhecer os gêneros textuais digitais por meio de experiências interativas e próximas à realidade comunicativa em que estão inseridos, no entanto, não houve o mesmo efeito em todas as turmas, pois a diversidade de níveis de letramento associado aos contextos sociais pauperizados impactam diretamente na aprendizagem.
Palavras-chave: Gêneros Textuais , meio digital, ensino, PIBID
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Abrir o trabalhoAPLICAÇÃO DE UM QUIZ INTERATIVO COMO UMA FORMA DE REVISÃO PARA VESTIBULARES
ADRIELI DE FÁTIMA CRUZ TAVARES; Pedro Henrique Delmondes Santos; Kailane Santos de Lima; Francisco Franklin Filho
APLICAÇÃO DE UM QUIZ INTERATIVO COMO UMA FORMA DE REVISÃO PARA VESTIBULARES Na atualidade, a escola enfrenta o desafio constante de manter os alunos engajados e garantir um aprendizado eficaz. Nesse contexto, a importância de abordagens alternativas no processo educacional torna-se crucial. Métodos tradicionais, baseados majoritariamente em aulas expositivas e memorização, muitas vezes não conseguem capturar a atenção da atual geração, levando à desmotivação e dispersão. Introduzir estratégias inovadoras, como o uso de jogos, projetos práticos, debates interativos ou tecnologia acaba por também estimular habilidades cognitivas essenciais como o pensamento crítico e a resolução de problemas. Nesse contexto, o presente trabalho tem por objetivo caracterizar o uso de um quiz interativo, evidenciando como uma abordagem promissora para a diversificação das estratégias de revisão. O quiz foi aplicado em uma turma de terceiro ano do ensino médio do 2° Colégio da Polícia Militar Cel Hervano Macedo Junior localizado no município de Juazeiro do Norte- Ce, possuindo foco nos conteúdos de eletroquímica (para o terceiro ano) e forças intermoleculares (para o segundo). Para a sua aplicação, dividiu-se a turma em equipes de 5 alunos, onde se organizaram para elaborar as respostas dentro do tempo cronometrado (3 min). As pontuações eram colocadas no quadro conforme as questões eram respondidas e, ao fim da competição, a equipe com a maior pontuação recebeu uma premiação. A aplicação do quiz possibilitou que os alunos não somente fizessem questões de diversos vestibulares como ITA, ENEM, UNIRIO, mas também permitiu a revisão de conteúdos que acompanhavam a grade curricular aplicada no colégio. Portanto, é válido pontuar que ao diversificar o ensino, a escola consegue atender aos diferentes estilos de aprendizado dos alunos, resultando em melhor foco, maior retenção do conteúdo e, consequentemente, um aprendizado mais profundo e significativo.
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Abrir o trabalhoAPLICAÇÃO EXPERIMENTAL E TEÓRICA DOS CONCEITOS DE ELETRICIDADE E MAGNETISMO NO ENSINO MÉDIO
CARLOS DANIEL DA SILVA CRUZ ; Rafael Conceição Santos
APLICAÇÃO EXPERIMENTAL E TEÓRICA DOS CONCEITOS DE ELETRICIDADE E MAGNETISMO NO ENSINO MÉDIO Autores: Carlos Daniel da Silva Cruz¹, Ivan Jardim², Rafael Conceição Santos³ Resumo: O presente trabalho apresenta o relato de uma experiência didática desenvolvida na EEFM José Bezerra Menezes, voltada à aplicação experimental dos conceitos de eletricidade e magnetismo. A atividade consistiu na construção e utilização de uma garrafa de Leyden e de um eletroscópio de folhas, elaborados com materiais de baixo custo, possibilitando aos alunos observar, de forma prática, fenômenos relacionados à eletrização, indução e armazenamento de cargas elétricas. A metodologia adotada baseou-se na experimentação orientada, promovendo a participação ativa dos estudantes na montagem, observação e análise dos resultados. Essa abordagem favoreceu o aprendizado significativo e colaborativo, integrando teoria e prática em sala de aula e no laboratório escolar. Os resultados demonstraram maior engajamento e compreensão conceitual dos alunos, fortalecendo o papel da experimentação como instrumento de ensino e aprendizagem em Física. Palavras-chave: eletricidade. Magnetismo. Garrafa de Leyden. Experimentação. Aprendizagem ativa. Agradecimentos: Aos alunos, à direção da EEFM José Bezerra Menezes e a CAPES pelo apoio e participação nas atividades desenvolvidas.
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Abrir o trabalhoAPRENDER BRINCANDO: O PROTAGONISMO ESTUDANTIL NA GINCANA “PASSA OU REPASSA INTERDISCIPLINAR”
DANIEL DE SOUZA SANTOS; Gilvan da Costa e Silva; Antonia Aparecida Pereira Moura; Francisca Crisyane de Morais Silva; Francisca Cardoso Leite; Antoniel dos Santos Gomes Filho
O estudo possui como objetivo descrever as ações realizadas na Escola Municipal Antônio Ribeiro de Carvalho, localizada no Distrito do Caldeirão em Campos Sales/CE, nas quais o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) busca promover a participação ativa e o protagonismo estudantil. A metodologia utilizada foi do tipo qualitativa e quanto aos objetivos é classificada como descritiva. Quanto à atividade desenvolvida, foi a gincana “Passa ou Repassa Interdisciplinar”. A atividade contou com a participação de estudantes do 6º ao 9º ano, organizados em quatro grupos. As equipes responderam a questões de conhecimentos básicos de Língua Portuguesa, Matemática e Ciências, além de perguntas específicas, utilizando a plataforma Kahoot. A dinâmica foi realizada em etapas, nas quais um participante representava o grupo. O participante que errasse a resposta recebia uma tortada como forma lúdica de penalidade. Além disso, a cada quinze questões respondidas, as equipes participavam de atividades recreativas, promovendo integração e descontração entre os alunos. Os resultados obtidos demonstraram elevado nível de participação e interesse dos discentes, evidenciando o impacto positivo das atividades na aprendizagem e na convivência escolar. A realização da gincana promoveu o engajamento, a ludicidade e a interdisciplinaridade, de modo a favorecer um ambiente escolar mais dinâmico e acolhedor. Esta iniciativa, possibilitou aos licenciandos vivenciar o contexto escolar e compreender as múltiplas dinâmicas que contribuem para tornar o ambiente educativo mais atrativo e participativo. Nesse sentido, é possível constatar que o PIBID se constitui como um instrumento transformador da educação básica, beneficiando tanto os bolsistas, ao possibilitar a articulação entre teoria e prática docente, bem como, as escolas parceiras, que se enriquecem com a inserção de novas práticas pedagógicas e com o fortalecimento do vínculo entre universidade e comunidade escolar.
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Abrir o trabalhoAPRENDIZAGENS COM O ORIGAMI: EXPERIÊNCIAS FORMATIVAS DO PIBID EQUIDADE PARA O ENSINO INCLUSIVO
MÁBIA FERNANDES SILVA; Sara Santos Martins; Maria Cirlene Duarte de Oliveira Almeida; Luciana Maria de Souza Macêdo
Dobrar o papel é um gesto simples que pode se tornar uma poderosa ferramenta de aprendizagem. O origami, técnica tradicional de dobradura, favorece a concentração, o raciocínio lógico, a coordenação motora fina e a criatividade, revelando-se um recurso inclusivo que envolve os estudantes em processos ativos de descoberta e construção do conhecimento. Com base nessa perspectiva, o projeto desenvolvido no âmbito do PIBID Subprojeto Equidade do curso de Educação Especial Inclusiva (PARFOR Equidade/URCA) propôs o uso do origami como ferramenta de apoio à formação docente e à prática pedagógica inclusiva. Nas formações ministradas pela professora Luciana Maria de Souza Macêdo, os bolsistas vivenciam oficinas voltadas à aprendizagem das técnicas de dobradura e à reflexão sobre suas possibilidades pedagógicas. Realizadas fora do espaço do Atendimento Educacional Especializado (AEE), essas formações permitem explorar o origami como prática de paciência, atenção, foco e colaboração, ampliando o repertório de estratégias didáticas acessíveis. Ao levar essas experiências para as salas de AEE, os bolsistas observam como o origami contribui para o desenvolvimento da coordenação motora fina, da concentração e do raciocínio lógico, estimulando a curiosidade e o envolvimento nas atividades. O trabalho com as dobraduras transforma o ato de aprender em uma experiência concreta e prazerosa, aproximando o ensino da realidade e do ritmo de cada estudante. Como resultado dessas vivências, os participantes do PIBID Equidade fortalecem um olhar sensível, criativo e reflexivo, compreendendo o potencial do lúdico e do fazer manual como caminhos para a inclusão. Conclui-se que o origami, ao unir técnica, paciência e criação, representa não apenas uma prática pedagógica, mas também uma metáfora do processo de ensinar e aprender: cada dobra simboliza o gesto de formação docente e a construção de uma educação que valoriza as diferenças e promove a aprendizagem de todos.
Palavras-chave: Formação docente ,Origami ,Educação inclusiva ,Ludicidade
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Abrir o trabalhoAS CONTRIBUIÇÕES DO PIBID PARA A FORMAÇÃO INICIAL DOCENTE: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA ESCOLA OSSIAN ALENCAR ARARIPE
JOÃO IAGO RODRIGUES LIMA LOPES; Ariany Maria de Castro Aquino; Adna Eller Alves Andrade; Shamara Eliane de Souza e Silva; Cícera Elita Pereira de Carvalho
A experiência desenvolvida pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) na Escola de Ensino Infantil e Fundamental Ossian Alencar Araripe, localizada no distrito de Carmelópolis, município de Campos Sales – CE, teve como propósito aproximar os licenciandos da realidade escolar e favorecer a construção de práticas pedagógicas significativas. O trabalho tem como objetivo descrever a formação inicial docente a partir da articulação entre teoria e prática, por meio de ações diversificadas voltadas às necessidades dos estudantes do Ensino Fundamental Anos Finais. A metodologia adotada foi de abordagem qualitativa, com caráter descritivo. Dentre as atividades desenvolvidas, destacam-se: aulas de reforço literário para alunos com dificuldades de leitura e interpretação; a implementação do projeto “Biblioteca Viva”, voltado à promoção do hábito de leitura; dinâmicas lúdicas, como o “Bingo Gramatical”, que favoreceram a aprendizagem de forma motivadora; além da participação em campanhas educativas e eventos culturais, fortalecendo o vínculo entre escola e comunidade. Os resultados evidenciaram avanços significativos na aprendizagem, maior engajamento estudantil e comunitário, e o enriquecimento da formação dos bolsistas, que puderam vivenciar os desafios da prática docente e consolidar sua identidade profissional. Ademais, as intervenções ativas, interativas e colaborativas promoveram o engajamento dos alunos e a reflexão crítica sobre o papel do professor diante das demandas contemporâneas da educação. Conclui-se que a inserção do PIBID no ambiente escolar contribui de forma efetiva para a qualificação do processo de ensino-aprendizagem e para a formação de professores mais críticos, reflexivos e comprometidos com a transformação social.
Palavras-chave: PIBID,Formação docente,Prática pedagógica,Ensino fundamental
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Abrir o trabalhoAVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO PRÉVIO SOBRE O MÉTODO CIENTÍFICO ENTRE ESTUDANTES DO 1° ANO DO ENSINO MÉDIO
JOÃO VÍTOR FACUNDO XENOFONTE ; Rafael Marinho Bandeira
O método científico contribui para o desenvolvimento do raciocínio lógico, da capacidade de resolução de problemas e da aprendizagem crítica e organizada por parte do estudante. A Base Nacional Comum Curricular do Novo Ensino Médio prevê que temas como construção de questões, elaboração de hipóteses, previsões e estimativas, além de pesquisa e metodologia científica, sejam abordados nos componentes curriculares. O presente trabalho tem como objetivo avaliar o conhecimento prévio acerca do método científico entre os estudantes da disciplina Núcleo de Trabalho, Pesquisa e Práticas Sociais (NTPPS), pertencentes a uma turma do 1º ano do ensino médio em tempo integral da EEMTI Amália Xavier, situada em Juazeiro do Norte – CE. Elaborou-se um questionário impresso contendo a descrição de uma situação-problema, no qual os estudantes deveriam interpretar e relacionar cada parte do excerto às etapas do método científico: observação, definição do problema, formulação de hipóteses, experimentação, análise dos resultados, conclusão e perspectivas futuras. O formulário foi administrado em sala de aula e, posteriormente, as respostas foram comparadas ao gabarito oficial. Dos 32 alunos participantes da pesquisa, 87,5% não identificaram corretamente a ordem solicitada. Observou-se a ocorrência de padrões de erro nas respostas analisadas: 15,6% dos participantes inverteram o início da sequência (observação e problema), enquanto 56,25% inseriram as etapas de ‘conclusão’ ou ‘perspectivas futuras’ em posições iniciais ou intermediárias. A inversão das etapas iniciais revela incerteza sobre qual é a etapa inicial correta, enquanto mudanças antecipadas nas fases finais mostram que os processos de fechamento e desdobramento nem sempre são devidamente compreendidos. Verifica-se que o desafio predominante entre os estudantes esteve relacionado à interpretação e à compreensão da ordem e da lógica sequencial do processo metodológico, e não à falta de conhecimento dos termos empregados.
Palavras-chave: Metodologia científica,Ensino médio,NTPPS
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Abrir o trabalhoCélulas de Aprendizagem: Otimizando o Processo de Conhecimento Matemático
ELIAS TENORIO DO NASCIMENTO; Diego Santos de Souza; Janikelly Tomaz de Melo
A educação matemática no Brasil enfrenta um desafio persistente: as dificuldades no aprendizado de muitos estudantes, evidenciada por avaliações anuais que mostram alunos avançando de ano com lacunas significativas em habilidades essenciais. Essa realidade compromete não apenas o desempenho futuro, mas também a aplicação do raciocínio lógico no cotidiano. Para superar esses obstáculos, tornam-se necessárias estratégias pedagógicas inovadoras que engajem os alunos e reconstruam o conhecimento de forma sólida. Nesse contexto, esta pesquisa, desenvolvida em Juazeiro do Norte-CE, explora a aprendizagem colaborativa como estratégia promissora para remediar a defasagem em conhecimento matemático de alunos do 1º ano do ensino médio. Fundamentando-se na teoria de Vygotsky, que destaca a importância da interação social e da Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP) para a construção do saber, a pesquisa investiga como a mediação entre pares pode potencializar a assimilação de conceitos matemáticos fundamentais. A metodologia adotada combina abordagens qualitativas e quantitativas, utilizando observação participante e análise de desempenho em atividades grupais. Para operacionalizar essa proposta, o estudo implementa células de estudo - modelo já adotado com sucesso em algumas instituições - onde os alunos assumem papéis rotativos de tutoria e colaboração. O objetivo central consiste em avaliar a eficácia dessas células de aprendizagem na recomposição do conhecimento matemático de anos anteriores ao ensino médio, monitorando paralelamente os impactos na autoestima e na autonomia dos discentes. Os resultados preliminares apontam não apenas para avanços conceituais mensuráveis, mas também para uma significativa melhoria na motivação e integração entre os participantes, sugerindo que a aprendizagem colaborativa pode ser uma alternativa eficaz para enfrentar as dificuldades na matemática.
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Abrir o trabalhoCENAS QUE ENSINAM MAIS QUE OS PLANOS DE AULA: O PIBID TEATRO EM TERRITÓRIO ESCOLAR
YAN DAVID FEITOSA FIDELES
Este trabalho tem como foco relatar uma experiência de atuação docente dentro do subprojeto Teatro, do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), da Universidade Regional do Cariri (URCA), que está sendo desenvolvido em 2025 na Escola de Ensino Fundamental 3 de Junho, em Juazeiro do Norte – CE. Trata-se de um primeiro contato com a prática pedagógica em sala de aula, numa experiência formativa que articula ensino, criação e escuta. Por meio de encontros semanais com uma turma composta por crianças de 11 a 13 anos, estamos desenvolvendo práticas como jogos teatrais, leitura em voz alta, criação de cenas e contação de histórias, usando elementos da linguagem teatral para ativar formas mais livres, expressivas e sensíveis de aprendizagem. A prática tem como referência as concepções de Viola Spolin (2000), que valoriza o jogo como estrutura de aprendizagem intuitiva e criativa, e Augusto Boal (2008), que entende o teatro como ensaio de ações para a vida e como ferramenta de transformação. As atividades propostas fazem parte de um processo contínuo que culminará na criação coletiva de um espetáculo ao final do ano letivo, em que as experiências vividas durante o percurso estão sendo incorporadas nas cenas. A partir dessas vivências, foi observado como a presença do teatro na escola modifica não só o comportamento das crianças, mas também a forma como se expressam, convivem e se relacionam com o mundo. Para Nóvoa (2009), é vivendo e compartilhando experiências que o professor se forma, e o que este trabalho vem mostrando é justamente isso: a formação atravessada pela prática, pelas dúvidas e pelas descobertas em grupo. Assim, essa caminhada evidencia a potência do teatro na formação humana e ressalta a importância de vivenciar o espaço escolar desde o início da licenciatura, construindo saberes e experiências que fortalecem o ser professor.
Palavras-chave: Ensino do Teatro , Formação Docente , Prática Pedagógica
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Abrir o trabalhoCÍRCULO DE BANANEIRAS: RESPOSTA AO DESPERDÍCIO DE ÁGUA E VALORIZAÇÃO DOS SABERES INDÍGENAS NA ELETIVA DE BIODIVERSIDADE E SAÚDE
CARLOS MAGNO LOPES DE ANDRADE; Carlos Victor Almeida Parente; Vanda Lúcia Roseno Batista; Cícero Magerbio Gomes Torres
O trabalho "Círculo de Bananeiras" foi realizado no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto Biologia da Universidade Regional do Cariri (URCA). Ele surgiu como uma alternativa ao desperdício de água dos bebedouros da EEMTI Wilson Gonçalves. Sendo assim, o trabalho tem como objetivo descrever as vivências dos educandos enquanto protagonistas na eletiva de Biodiversidade e Saúde. O relato se apresenta como sendo de natureza qualitativa e descritiva. A proposta apresentada inclui a implantação de um círculo de bananeiras, tecnologia de cultivo circular e destinação das águas cinzas provenientes da cozinha, dos bebedouros, do banho, dentre outras. O sistema agroecológico possibilitou a inter-relação da biologia com a cultura indígena de cuidados com a terra e a biodiversidade. Partindo dessa premissa, foram realizadas oficinas teóricas abordando os conteúdos de botânica, ecologia, etnobiologia e cultura indígena. Nesse contexto, a prática didática pedagógica do circuito de bananeira foi organizada considerando o rizoma da bananeira (Musa spp.), mamoeiro (Carica papaya) e a abóbora ou jerimum (Cucurbita moschata). Com isso, cavou-se um buraco de sessenta cm de profundidade onde foram inseridos os restos de galhos e troncos de vegetais mortos, em seguida fez-se a drenagem a partir da água da pia de lavar as mãos e dos bebedouros e a construção coletiva do plantio dos vegetais. Os resultados demonstraram engajamento dos estudantes, além de uma visão crítica quanto ao consumo de água e à valorização dos saberes tradicionais dos povos originários e ao cuidado com a terra. Percebeu-se ainda que o sistema se mostrou eficaz na reutilização dos recursos hídricos para o plantio. Nesse sentido, conclui-se que a experiência articulou sustentabilidade, educação científica e a cultura dos povos indígenas. Assim sendo, reforçamos a importância das metodologias colaborativas na formação científica, emancipatória e cidadã.
Palavras-chave: Etnobiologia,Sustentabilidade,Educação ambiental,PIBID,Desperdício de água
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Abrir o trabalhoCONHECENDO A FAUNA DA CAATINGA POR MEIO DO PROJETO MISSÃO VERDE EM UMA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS NO CARIRI CEARENSE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID-BIOLOGIA
LUDMILLA DE ALMEIDA SANTOS; Maria Iasmim Avelino Tavares
Resumo: A preservação da biodiversidade, sobretudo em regiões de grande relevância ecológica como o Cariri cearense, constitui um desafio global que exige esforços locais para mitigar os impactos do desmatamento, das mudanças climáticas e da urbanização desordenada que afetam diretamente a Caatinga, bioma único e de alta vulnerabilidade. Nesse cenário, o Programa de Iniciação à Docência (PIBID), desenvolveu na escola municipal E.F.E.T.I. Lourival Dantas, localizado na cidade de Missão Velha-CE, o projeto “Missão Verde” com Promover ações educativas relacionadas ao ambiente, incentivando a conscientização sobre a fauna da Caatinga do cariri Cearense. Dentro desse projeto, foi realizada a ação “animais em álcool”, que teve como propósito identificar a percepção dos estudantes do 9º ano acerca da importância da fauna nativa da região e fomentar uma consciência ambiental crítica. Para isso, foram mediadas aulas expositivas e práticas utilizando animais conservados em álcool, estas por sua vez, proporcionaram uma aproximação com a biodiversidade local e despertou maior interesse e envolvimento dos educandos. Os resultados demonstraram que os estudantes não conheciam alguns espécimes de fauna local, além de preconceitos enraizados em relação à fauna da Caatinga, o que reforça a urgência de ampliar projetos e ações educativas voltadas à valorização da caatinga local e preservação ambiental. Conclui-se que iniciativas de caráter social e pedagógico, onde rompem com o ensino tradicional, favorecem não apenas o desenvolvimento da prática docente, mas também a formação cidadã, permitindo-lhes compreender a relevância das espécies nativas e sua função no equilíbrio dos ecossistemas, fortalecendo assim o papel da escola como agente transformador na construção de uma sociedade mais consciente e comprometida com a sustentabilidade ambiental.
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Abrir o trabalhoContextualizando a Matemática: uma experiência interdisciplinar no Horto do Padre Cícero
SAIARA FRANÇA DUARTE ; Antônio Hyago Mendes Gonçalves; Diego Santos de Souza; Bárbara Paula Bezerra Leite Lima
Este trabalho apresenta uma experiência pedagógica interdisciplinar entre matemática e geografia, desenvolvida no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID)/URCA, com alunos do ensino médio da EEEP Raimundo Saraiva Coelho. A atividade, realizada em formato de aula de campo no Horto de Padre Cícero em Juazeiro do Norte-CE, teve como objetivo aprofundar o conhecimento sobre o local, articulando diferentes abordagens científicas. Partindo da análise de dados socioeconômicos sobre o impacto das romarias, que atraem cerca de 2,5 milhões de visitantes anualmente, avançou-se para a aplicação prática da trigonometria. Com o uso de um teodolito, os estudantes mediram ângulos para calcular a altura da estátua do Padre Cícero, conectando a teoria matemática a um contexto real e significativo. A proposta buscou estimular o pensamento crítico sobre a importância cultural e econômica do Horto para a região, integrar disciplinas e demonstrar a presença da matemática no cotidiano, tornando a aprendizagem mais duradoura e relacionada à realidade local. Fundamentada em teóricos como Ausubel e Paulo Freire, a experiência evidenciou que o conhecimento é construído de forma mais eficaz quando os alunos conectam novos conteúdos com saberes prévios em um ambiente de troca e diálogo. Conclui-se que a aula de campo foi uma metodologia transformadora, reforçando a importância de integrar teoria e prática para uma aprendizagem mais contextualizada e que pode ser aplicada em outros níveis de ensino para desenvolver uma visão mais crítica e integrada do conhecimento.
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Abrir o trabalhoCONTRIBUIÇÕES PARA O PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL, SOB O PRINCÍPIO DO DESENHO UNIVERSAL PARA A APRENDIZAGEM – DUA E DAS TECNOLOGIAS ASSISTIVAS- TA
MARIA IVANILDA TAVEIRA DE SALES; MARIA IVANI TAVEIRA; Uycileide Rodrigues Pires
A inclusão de pessoas com deficiência intelectual (DI) no contexto escolar requer a construção de práticas pedagógicas que reconheçam a diversidade humana como princípio e a equidade como meta. Nesse cenário, o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) e as Tecnologias Assistivas (TA) configuram-se como pilares fundamentais para garantir o acesso, a participação e o progresso desses estudantes, respeitando suas singularidades cognitivas, emocionais e sociais. A presente pesquisa, desenvolvida na EEMTI Governador Adauto Bezerra, busca analisar e compreender as contribuições dessas abordagens para o processo de ensino e aprendizagem das pessoas com deficiência intelectual, tendo como referência a interação entre o ensino regular e o apoio pedagógico oferecido pela Sala de Recursos Multifuncional (SRM). O DUA propõe a criação de ambientes de aprendizagem flexíveis, capazes de atender às diferentes formas de perceber, compreender e expressar o conhecimento. Ele se fundamenta em três princípios essenciais: prover múltiplos meios de engajamento, de representação e de ação e expressão, assegurando que o ensino se ajuste às necessidades de cada aluno. Já as Tecnologias Assistivas, ao promoverem acessibilidade física, comunicacional e cognitiva, complementam o DUA ao oferecer recursos concretos e digitais que favorecem a autonomia e a aprendizagem significativa. A pesquisa, de natureza qualitativa, baseia-se em referenciais teóricos da Educação Especial Inclusiva e em observações realizadas ao longo do primeiro semestre de 2025, contemplando as atividades desenvolvidas na SRM da escola campo. Os resultados apontam que a integração entre o DUA e as TA potencializa a prática docente ao transformar o ambiente educacional em um espaço inclusivo, dinâmico e colaborativo. Conclui-se, portanto, que as contribuições do DUA e das Tecnologias Assistivas extrapolam o campo técnico e metodológico, assumindo uma dimensão ética e política. Quando a escola assume essa perspectiva, torna-se um espaço verdadeiramente inclusivo, onde o ato de ensinar se transforma em ato de emancipação e o de aprender, em experiência de pertencimento.
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Abrir o trabalhoCURRÍCULO E DECOLONIALIDADE NO PIBID: OFICINA COM RAP NA ESCOLA WILSON GONÇALVES
ANA JULIA RUFINO DOS SANTOS; Brenda Iza Nascimento de Oliveira; Maria Eduarda Alves Moreira
À luz da LDB (Lei 9.394/1996) e da Lei 10.639/2003, apresentamos e analisamos os efeitos de uma oficina de História voltada a estudantes do 1º e 2º anos do Ensino Médio, articulando o rap como recurso didático para construir debates de decolonialidade. A intervenção, realizada pelo PIBID/História‑URCA na Escola Wilson Gonçalves,localizada no municipio do Crato, Ceará, mobilizou o videoclipe “Hat‑Trick” (Djonga, 2019) e o filme/álbum visual “Bluesman” (Baco Exu do Blues, 2018) como fontes audiovisuais para problematizar identidade, racismo estrutural e territórios de resistência juvenil. O desenho metodológico seguiu uma sequência didática (ativação de repertório; leitura guiada de linguagem visual/sonora; debates temáticos; produção de sínteses) e avaliação formativa (rubrica de participação e registros reflexivos). Os resultados indicam alta participação (≥80% em todas as etapas), ampliação do vocabulário crítico (reconhecimento de estereótipos e de marcadores raciais nas narrativas midiáticas) e valorização de saberes periféricos como conhecimento legítimo no currículo. Concluímos que a proposta fortalece a formação discente, possibilitando letramentos histórico e midiático, ao mesmo tempo gerando a formação docente dos licenciandos, notadamente em planejamento com fontes culturais, o uso de fontes e mediação dialógica, contribuindo para um currículo plural e antirracista. Vale destacar que o trabalho apoiou-se teoricamente nas contribuições de Frantz Fanon (2008) e Cida Bento (2022), cujas reflexões dialogam com a importância de processos de conscientização e resistência no espaço escolar.
Palavras-chave: Educação étnico-racial, Decolonialidade,Ensino de História, Rap, PIBID
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Abrir o trabalhoDengue No Ambiente Escolar
CÍCERO VALENTIM DE SOUSA ; Cicera Tays Silva Gonçalves; Cícera Fernandes Cruz Tavares Santana
Atividades de educação não formal oferecem novos ângulos sobre a questão da dengue e outras enfermidades transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Busca-se esclarecer a comunidade sobre a prevenção e controle da doença. As ações realizadas no projeto “Dengue”, foram desenvolvidas pelo PIBID, de forma aplicada, qualitativa e explicativa, destacando as estratégias, os desafios enfrentados e os impactos observados no processo educativo e na formação docente. Desenvolveu-se em uma escola pública de ensino fundamental, através dos bolsistas do PIBID e pela professora de ciências, com as seguintes ações: produção de materiais informativos, oficinas lúdicas, elaboração de cartazes, campanhas educativas, como entrega de panfletos informativos pela cidade, por meio dos alunos. A escola tinha poucos recursos para o desenvolvimento de algumas práticas, o que limitou a utilização de materiais mais sofisticados. As práticas foram adaptadas com recursos de baixo custo, reutilização de materiais e maior ênfase em metodologias participativas. Portanto, conclui-se que o projeto “Dengue” cumpriu seu papel social e educativo, ao sensibilizar a comunidade escolar e a comunidade social sobre a importância da prevenção e ao mesmo tempo fortalecer nossa identidade profissional como futuros professores.
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Abrir o trabalhoDengue No Ambiente Escolar
CÍCERO VALENTIM DE SOUSA ; Cicera Tays Silva Gonçalves; Cícera Fernandes Cruz Tavares Santana
Atividades de educação não formal oferecem novos ângulos sobre a questão da dengue e outras enfermidades transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. Busca-se esclarecer a comunidade sobre a prevenção e controle da doença. As ações realizadas no projeto “Dengue”, foram desenvolvidas pelo PIBID, de forma aplicada, qualitativa e explicativa, destacando as estratégias, os desafios enfrentados e os impactos observados no processo educativo e na formação docente. Desenvolveu-se em uma escola pública de ensino fundamental, através dos bolsistas do PIBID e pela professora de ciências, com as seguintes ações: produção de materiais informativos, oficinas lúdicas, elaboração de cartazes, campanhas educativas, como entrega de panfletos informativos pela cidade, por meio dos alunos. A escola tinha poucos recursos para o desenvolvimento de algumas práticas, o que limitou a utilização de materiais mais sofisticados. As práticas foram adaptadas com recursos de baixo custo, reutilização de materiais e maior ênfase em metodologias participativas. Portanto, conclui-se que o projeto “Dengue” cumpriu seu papel social e educativo, ao sensibilizar a comunidade escolar e a comunidade social sobre a importância da prevenção e ao mesmo tempo fortalecer nossa identidade profissional como futuros professores.
Palavras-chave: Epidemiologia, Aedes aegypti, Promoção da Saúde
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Abrir o trabalhoDESAFIOS DO ANALFABETISMO DENTRO DA ESCOLA ÁLVARO RODRIGUES MADEIRA: SOB UM OLHAR FREIRE
ANA CAROLINA COSTA BASTOS; Bruna de Queiroz Lima; Amanda Leite Oliveira; Maria Laryssa Moura Soares; Rafaela Gomes Silva; Vanessa Bezerra Bernardo; Yngrid Larissa Araujo Martins; Miguel Junior Zacarias Lima
A pesquisa em questão vem com o intuito de investigar a prática docente dos professores da escola Álvaro Rodrigues Madeira por meio da Reflexão do método Paulo Freire, e como suas práticas aplicadas em sala de aula podem contribuir para a erradicação do analfabetismo desde os anos iniciais até o ensino fundamental. Os objetivos desta pesquisa terão como principal foco aplicar o método de Paulo Freire em conjunto com o planejamento escolar do 5º ano do ensino fundamental, analisar quais impactos terão sobre os alunos no decorrer do processo pedagógico utilizando palavras geradoras que sejam extraídas do universo do aluno por meio disso a mesma será divida em etapas investigação, tematização e problematização dessa forma visar uma educação que seja libertadora. Dentro desse processo as aulas serão documentadas, por meio de fotografias, observações, relatórios e investigações. Os resultados dessa pesquisa serão apresentados por meio de gráficos que irão mostrar o nível de alfabetização dos alunos desde o início até o final do projeto, o projeto é de caráter qualitativo/quantitativo.Todos os resultados serão embasados no método Paulo Freire, na reflexão dialógica por meio do discurso pedagógico que traga a emancipação dos alunos através de um ensino que seja mais baseado na valorização do contexto social do aluno e no seu conhecimento prévio e na busca da construção do senso crítico.
Palavras-chave: Método Paulo Freire, Prática pedagógica, Emancipação, Analfabetismo
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Abrir o trabalhoDESAFIOS E APRENDIZADOS NA ATUAÇÃO DOCENTE:REFLEXÕES A PARTIR DA EXPERIÊNCIA NO PIBID
ELLEN SHAIANY GONÇALVES PEREIRA; Maria Geovana da Silva Bezerra; Ana Alice Furtado Nunes; Juliane Costa Lima; Maria Beatriz Alves Da Silva; N/I
O presente trabalho analisou os desafios e aprendizados na atuação docente a partir da experiência vivenciada no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), desenvolvido na Escola de Ensino Médio Alaíde Silva Santos. O estudo buscou compreender como o Programa contribuiu para a formação inicial dos licenciandos ao proporcionar vivência prática e articulação entre teoria e prática no contexto escolar. Foram utilizados relatórios mensais e semestrais dos bolsistas, planos de aula, registros fotográficos, documentos institucionais e produções dos alunos, como exercícios, reflexões e trabalhos desenvolvidos nas oficinas. A pesquisa, de abordagem qualitativa e caráter descritivo-reflexivo, baseou-se na análise desses materiais e foi complementada por entrevistas e questionários aplicados a bolsistas, supervisores e professores. Os resultados demonstraram que o PIBID possibilitou uma prática pedagógica transformadora, fundamentada na pedagogia de bell hooks (2003), que compreende a educação como prática de liberdade. Essa perspectiva encontra suas raízes e conceitos fundamentais no pensamento de Paulo Freire (1967), especialmente em sua obra Educação como Prática da Liberdade (1967/2019). Essa concepção entende o ensino como diálogo, escuta e construção coletiva do conhecimento, rompendo com o modelo tradicional centrado na transmissão de conteúdos. O trabalho desenvolvido incentivou metodologias ativas, como: oficinas temáticas, rodas de conversa, debates e práticas interdisciplinares, que estimularam o protagonismo estudantil e a participação crítica. Entre as competências desenvolvidas pelos bolsistas destacam-se: o planejamento de aulas, a gestão do tempo pedagógico, a elaboração de atividades criativas, a comunicação eficiente, o trabalho colaborativo e a reflexão sobre a prática docente. O contato com alunos que demonstram desinteresse pela aprendizagem revelou-se desafiador, mas também inspirador, motivando a busca por estratégias inovadoras que despertem o desejo de aprender e de reconhecer na educação um caminho de transformação. Conclui-se que a participação no PIBID fortaleceu a formação inicial docente e reafirmou a escola como espaço
Palavras-chave: Formação docente,Experiência pedagógica,PIBID, Práticas educativas
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Abrir o trabalhoDESAFIOS E APRENDIZADOS NA FORMAÇÃO DOCENTE: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE BOLSISTAS DO PIBID EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE IGUATU-CE
ANA BEATRIZ PEREIRA SOUSA ; Cicero Pereira Dos Santos; Geovane Silva de Lima; Nicole Oliveira Sampaio; José Cleirton Gois Rodrigues; Érika da Silva Bezerra; Thaynã Alves Bezerra
A Educação Física como componente curricular obrigatório na educação básica, contribui para o desenvolvimento integral dos alunos, abrangendo as dimensões físicas, cognitivas e sociais. Nesse sentido, destaca- se o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). O PIBID manifesta-se na graduação do discente de EF como um agente transformador, sendo capaz de desenvolver autonomia e senso crítico. Nesse sentido, o estudo busca relatar as experiências iniciais de bolsistas de EF no PIBID, evidenciando os desafios enfrentados e os aprendizados adquiridos nos primeiros meses de inserção no ambiente escolar. O presente estudo caracteriza-se como uma pesquisa do tipo relato de experiência de caráter descritivo com abordagem qualitativa. O Núcleo de Iniciação à Docência (NID) do curso de EF da Universidade Regional do Cariri, campus Iguatu-CE, conta com oito bolsistas e é realizado na Escola de Ensino Médio de Tempo Integral Governador Adauto Bezerra. A coleta de dados foi realizada a partir de análise de relatórios semanais e diário de campo. Para analisar os dados foi usada a análise temática onde foram seguidas seis etapas, familiarização com os dados, geração de códigos iniciais, busca por temas, revisão dos temas e definição, nomeação dos temas e produção dos relatórios. As atividades do PIBID tiveram início em fevereiro de 2025, na EEMTI Governador Adauto Bezerra. Os bolsistas tiveram o primeiro contato com a realidade do ensino médio, onde foi bem desafiador pois ainda não tinham tido contato com essa etapa de ensino. Apesar dessas barreiras, a experiência como bolsista do PIBID traz muitos pontos positivos a serem abordados. É o momento em que deixa o aluno muito próximo da sua atuação profissional enquanto docente e estimula a prática pedagógica. Por fim, ressaltamos que a experiência oportunizada pelo PIBID, enriquece nosso enredo e permite que o bolsista se desenvolva com um outro olhar para a docência; um olhar crítico e bem mais analítico.
Palavras-chave: Desafios, Aprendizados, Formação Docente,PIBID
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Abrir o trabalhoDESAFIOS E POSSIBILIDADES METODOLÓGICAS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DE CIÊNCIAS: DA EDUCAÇÃO INFANTIL E O ENSINO FUNDAMENTAL I DA EDUCAÇÃO BÁSICA
MARIA BRENDA DE CASTRO LIMA; Abigail Vieira da Silva; Ana Beatriz Teles Lira
Este artigo apresenta um relato de experiência vivenciado por duas bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), com foco no ensino de Ciências na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. A pesquisa adotou uma abordagem qualitativa, combinando revisão bibliográfica com a observação e execução de práticas pedagógicas fundamentadas na Pedagogia Histórico-Crítica em uma escola pública da comunidade do Baixio do Muquém, no município do Crato-CE. A partir das vivências em sala de aula, foram identificados desafios como a escassez de recursos e a dificuldade em manter a atenção dos alunos, além das possibilidades metodológicas que tornaram o processo de ensino-aprendizagem mais dinâmico e significativo. O ensino de Ciências, quando articulado ao cotidiano das crianças por meio de estratégias lúdicas e investigativas, favorece o desenvolvimento do pensamento crítico, da autonomia e do desenvolvimento de formas de pensamento e raciocínio científicos. O artigo ressalta a importância da prática docente crítica e da formação inicial aliada à prática social em contexto escolar. Conclui-se que o ensino de Ciências pode ser significativo mesmo em contextos desafiadores, desde que seja guiado pelo compromisso pedagógico, pela intencionalidade e pela valorização do conhecimento científico acessado pelas crianças.
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Abrir o trabalhoDIA 19 DE ABRIL, DIA DO INDÍGENA - OU O DIA DE FORTALECER OS ESTEREÓTIPOS? - RELATO DE EXPERIÊNCIA PIBID
FELIPE GEYMISON RAMOS BERNARDO; Cledson Kaiky Feitosa da Silva; Diego César dos Santos
Relato de experiência do Subprojeto de História do Programa Institucional de Iniciação de Bolsas à Docência URCA voltado a desnaturalizar estereótipos sobre povos indígenas no contexto escolar, a partir de ações do “Abril Indígena” na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Tiradentes (Juazeiro do Norte-CE). Partimos do diagnóstico de imagens folclorizadas e exóticas — ainda frequentes no cotidiano — e do desafio apontado pela literatura: superar representações simplificadoras no ensino. A intervenção combinou (i) exposição dialogada sobre identidade indígena e etnocídio; (ii) práticas orientadas de grafismos corporais indígenas; e (iii) atividade de colagem como dispositivo de leitura crítica de imagens e construção de novas narrativas. Os estudantes mobilizaram memórias familiares e reconheceram traços culturais próprios, sinalizando vínculos com raízes indígenas no Cariri. Observou-se avanço na capacidade de problematizar estereótipos e maior conhecimento sobre as lutas indígenas regionais. Também emergiram desafios teórico-metodológicos, decorrentes da ainda limitada circulação, na universidade, de estudos indígenas e de materiais pedagógicos sistematizados. Conclui-se ser necessário ampliar a produção de recursos didáticos e a pesquisa aplicada que articulam saber acadêmico e conhecimento popular, fortalecendo um ensino de História crítico, territorializado e respeitoso às epistemologias indígenas.
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Abrir o trabalhoDocência sem Discência? Experiências de Bolsistas do PIBID diante da baixa participação em aulas de Educação Física em uma escola periférica de Iguatu-CE.
GEOVANE SILVA DE LIMA; Nicole Oliveira Sampaio; Gabriel Ferreira Silva; Cícero Pereira dos Santos; Ana Beatriz Pereira Sousa; Érika da Silva Bezerra; Thaynã Alves Bezerra
Pensar práticas inovadoras e motivadoras para a participação dos alunos nas aulas de educação física escolar, tem se mostrado um desafio para os bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). Esse estudo tem como objetivo descrever as experiências vivenciadas pelos alunos do PIBID Educação Física, da Universidade Regional do Cariri, na Cidade de Iguatu-Ce, especialmente as dificuldades encontradas em relação à adesão dos alunos às aulas práticas de Educação Física. Trata-se de um estudo de caráter descritivo de abordagem qualitativa, a partir de um relato de experiência com o principal meio sendo a observação sistemática feita pelos discentes em formação. As atividades desenvolvidas iniciaram com a observação da prática docente da professora supervisora em novembro/2024 na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Governador Adauto Bezerra e a partir do início do semestre letivo 2025.1, os bolsistas iniciaram as regências de acordo com o plano de ensino da professora supervisora. Semanalmente, os bolsistas ministram oito horas aulas e despendem duas horas para planejamento. Com o início das aulas ministradas, os bolsistas perceberam um desinteresse por parte dos alunos, sendo perceptível a resistência em participar das aulas. Contudo, tal situação, levou os bolsistas à planejarem outras estratégias e buscarem novas metodologias, o que resultou em uma maior participação dos alunos, bem como uma melhor relação com os mesmos, condição sinequanon para o processo de ensino-aprendizagem. A experiência vivenciada demonstrou a importância do planejamento estratégico e da diversidade nas abordagens pedagógicas para o ensino na Educação Física escolar. Quanto à prática de observação e aos objetivos propostos, foi possível alcançar resultados positivos. Conclui-se que foi perceptível o desenvolvimento participativo dos alunos nas aulas com a aplicação de aulas práticas e teóricas, com estratégias lúdicas e criativas.
Palavras-chave: Docência, Educação Física, Regências, Desinteresse
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DE PAPEL: UMA ABORDAGEM NO PIBID.
JOÃO VYCTOR PEREIRA GOMES ; Maria Alice Guedes Cruz; Pedro Nóbio Sousa Meneses; Lícia da Silva Pereira; Gilmar Alves Matias Filho
As crescentes preocupações com a preservação do meio ambiente e a necessidade de práticas sustentáveis têm impulsionado o desenvolvimento de atividades pedagógicas que envolvam metodologias ativas relacionadas a práticas de reaproveitamento de materiais recicláveis como forma de promover uma aprendizagem significativa no ensino médio. A produção de papel reciclado, a partir de folhas que seriam descartadas, surge como uma proposta para o Ensino de Química, no qual relaciona o conteúdo da disciplina com a importância da preservação ambiental, despertando no aluno uma consciência sobre a sustentabilidade. O trabalho foi desenvolvido na Escola Estadual de Ensino Médio Dona Clotilde Saraiva Coelho, localizada na Rua do Limoeiro, 2338, bairro Pirajá, em Juazeiro do Norte – CE, em uma turma do 2º ano D do Ensino Médio. Os estudantes coletaram papéis usados que, posteriormente, em laboratório, foram triturados e deixados em contato com a água por 24h. Após essa etapa, a mistura foi novamente triturada até formar uma polpa, que foi armazenada em um molde para secar naturalmente por 48h. O papel obtido foi empregado em um projeto interno da própria escola, a “Gimaclô”, evento este que estimula os alunos a desenvolverem materiais a partir de materiais recicláveis e sustentáveis. Espera-se que o desenvolvimento dessa atividade proporcione aos alunos uma maior conscientização sobre a importância da preservação ambiental, desperte o interesse por práticas sustentáveis, como também aumente o engajamento dos discentes na participação da disciplina fortalecendo o vínculo entre teoria e prática.
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO DECOLONIAL E MEMÓRIA VIVA NO CARIRI: SABERES AFRO-INDÍGENAS NO PIBID DE HISTÓRIA/URCA
THALITA SANTANA DA SILVA; CLARA DANTAS DINIZ; CAIO VICTOR SEMIÃO ALEXANDRE; FRANCISCO EGBERTO DE MELO
Este relato de experiência explora a relevância da educação decolonial na valorização dos saberes afro-indígenas no contexto escolar, a partir do Subprojeto História do PIBID/URCA no Cariri Cearense. Partimos do diagnóstico de apagamentos históricos e da folclorização de práticas e conhecimentos ancestrais no cotidiano escolar. O referencial articula Memória Viva, Ancestralidade e Educação Decolonial em diálogo com Lélia Gonzalez, Leda Maria Martins, Grada Kilomba, Ailton Krenak e Daniel Munduruku. A metodologia baseou-se em planos de aula, registros fotográficos, materiais de tintas naturais e apresentações das experiências em sala de aula. As oficinas promoveram reflexões entre os alunos sobre a desmistificação e desconstrução da folclorização de práticas e conhecimentos ancestrais, permitindo maior compreensão da presença e resistência indígena na região. A oralidade foi central para revelar a permanência dessas comunidades e suas tradições, fortalecendo a identidade cultural e a consciência histórica dos discentes. Concluímos que ações pedagógicas decoloniais, ancoradas na memória e ancestralidade, são cruciais para romper silenciamentos e promover a valorização das heranças afro-indígenas no ensino, além de oferecem um itinerário replicável para o ensino de História sensível ao território.
Palavras-chave: Educação Decolonial,Memória Viva,Ancestralidade,Oralidade,Ensino de História,Saberes Afro-Indígenas
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO, CULTURA E RESISTÊNCIA: EXPERIÊNCIAS DO PIBID NO ABRIL INDÍGENA
JEFERSON MATHEUS PEREIRA AMARO; Débora Alves Santos; Francisco Egberto de Melo
Relato de experiência do Subprojeto de História do PIBID/URCA realizado em abril de 2025 na EEEP Professor Moreira de Sousa (Juazeiro do Norte‑CE), no âmbito do “Abril Indígena”. A ação articulou formação dos bolsistas com visita à comunidade Poço Dantas Umari (povo Kariri) e oficinas para turmas do 2º e 3º anos, sob supervisão do professor Caio Victor Semião. O problema pedagógico enfrentado foi o apagamento e a folclorização de saberes indígenas nas práticas escolares. O referencial dialoga com Ailton Krenak e literatura sobre saberes tradicionais e cuidados ancestrais, além de estudos sobre pintura corporal indígena. Metodologicamente, desenvolveram‑se duas oficinas: (I) “Chás Indígenas”, contextualizando práticas de cura e ancestralidade e promovendo manuseio e degustação de ervas como dispositivos de memória; (II) “Pinturas Indígenas”, com exposição‑dialogada sobre significados e diversidade de grafismos e prática de pintura corporal com tintas naturais (urucum, carvão, açafrão), respeitando sentidos simbólicos. Encerramento em roda de conversa abordou história e luta dos Kariris por reconhecimento territorial e escola indígena, incluindo impactos do Cinturão das Águas, com apoio na dissertação de Joedson Kariri. Resultados observados: maior engajamento discente, reconhecimento de heranças indígenas no cotidiano, problematização de estereótipos e fortalecimento de vínculos entre território, identidade e currículo. Conclui‑se que experiências sensoriais mediadas por memória e oralidade potencializam a aprendizagem histórica e a valorização de saberes indígenas.
Palavras-chave: Educação Decolonial,Povos Indígenas,; Saberes Tradicionais,Ancestralidade,Território, Ensino de História
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Abrir o trabalhoENSINO DE HISTÓRIA E SILENCIAMENTO DA MEMÓRIA: BEATA MARIA DE ARAÚJO
INGRYS MAGAELMA FELIX MIRANDA ; Déborah do Nascimento Sousa; Francisco Egberto de Melo
Relato de experiência do Subprojeto de História do PIBID/URCA que mobiliza a trajetória da Beata Maria de Araújo, protagonista do chamado “milagre da hóstia” em Juazeiro do Norte (CE), para discutir processos de silenciamento e apagamento na memória social do Cariri. Partimos do diagnóstico de exclusões nas narrativas oficiais e eclesiásticas e da sub-representação da Beata em espaços de memória. Objetivamos promover aprendizagem histórica sensível ao território e ao patrimônio, conectando história local, memória e cidadania. A intervenção ocorreu em parceria com a EEEP Professor Moreira de Sousa e estruturou-se em: (i) preparação com leitura orientada (Diniz, 2021; Nunes da Silva & Pinheiro Grangeiro, 2024); (ii) visita mediada ao Memorial Padre Cícero, analisando dispositivos de lembrança/esquecimento; (iii) roda de conversa e produção de cartazes autorais (p.ex., “Beata invisível”, “Ela fez história, mas tentaram esquecer”) como formas de elaboração da memória. Os resultados observados incluem maior engajamento, reconhecimento de vozes historicamente silenciadas e fortalecimento do pertencimento territorial, indicando o potencial do uso de espaços de memória e da produção estudantil como metodologias ativas para o ensino de História.
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Abrir o trabalhoENSINO E APRENDIZAGEM DA TEORIA DOS CONJUNTOS POR MEIO DO BINGO MATEMÁTICO
RONI GLEISON FRANÇA SOARES; Carlos Athyrson Sousa Silva
O uso de recursos didáticos no ensino e aprendizagem da matemática pode proporcionar a construção do conhecimento matemático de forma mais ativa e dinâmica, contribuindo assim para uma melhora na compreensão dos conceitos trabalhados em sala. Nesse contexto, o presente artigo visa descrever a experiência adquirida durante a aplicação de uma atividade que explorou o conhecimento dos alunos de uma turma do 1º ano do ensino médio sobre noções de conjuntos. Para o desenvolvimento do trabalho utilizamos a abordagem qualitativa. A atividade abordada neste trabalho consiste em um bingo no qual utilizamos vários conceitos relacionados à teoria dos conjuntos, que permitiu ao estudante praticar simultaneamente a identificação de elementos, a resolução de operações de união, interseção e diferença, e a classificação dos números em seus respectivos conjuntos. Nosso objetivo ao desenvolver a atividade foi o de contribuir para o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, exercitar a observação e o interesse dos alunos, bem como uma melhor compreensão e assimilação do conteúdo. O uso do Bingo de Conjuntos como instrumento pedagógico produziu resultados significativos no que diz respeito ao envolvimento e à aprendizagem dos estudantes. Durante a atividade, notou-se uma alteração favorável na dinâmica da sala de aula, que passou a ser um espaço mais participativo e relaxado. Esse resultado corrobora o que defende Borin (1996), que afirma que o uso de jogos nas aulas de matemática é um fator importante para reduzir os bloqueios enfrentados por muitos alunos que temem a disciplina e se sentem incapazes de aprendê-la. Inicialmente, os estudantes priorizavam resolver as questões mais simples sorteadas do bingo, como a identificação dos elementos do conjunto, antes de tentarem as operações mais complexas.
Palavras-chave: Teoria dos conjuntos,Bingo matemático,PIBID
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Abrir o trabalhoENTENDER PARA ACOLHER: CAMINHOS DE ESCUTA E PROTAGONISMO NO PIBID EQUIDADE
LUZIA NETA DANTAS ANDRADE; Maria Cirlene Duarte de Oliveira Almeida; Mara Vieira da Silva
Acolher para ensinar é compreender que toda aprendizagem nasce do encontro humano. Este trabalho apresenta a experiência do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) com uma estudante do 2º ano do Ensino Médio, no 1º semestre letivo 2025. O PIBID, política pública nacional, visa qualificar a formação docente, aproximando universidade e escola, incentivando metodologias inovadoras e fortalecendo a prática pedagógica em contextos reais de ensino. A proposta fundamentou-se na concepção de aprendizagem como processo ativo, colaborativo e significativo, em que o protagonismo discente e as competências socioemocionais se tornam elementos centrais. Foram aplicadas metodologias ativas como sala de aula invertida, jogos educativos, monitorias, rodas de conversa e recursos digitais interativos que favoreceram a autonomia, a corresponsabilidade pelo estudo e a participação crítica da estudante nas aulas. O percurso contemplou quatro etapas: diagnóstico, planejamento, execução e avaliação. Inicialmente identificaram-se dificuldades acadêmicas e socioemocionais, estabelecendo metas personalizadas. As atividades integraram com exercícios de raciocino lógico, cálculos matemáticos, compreensão e análise textual e estratégias de mediação colaborativa. A observação ocorreu de modo contínuo, envolvendo autoavaliação, devolutivas formativas e registros digitais que possibilitaram acompanhamento sistemático da evolução da aprendizagem. Evidenciaram-se avanços acadêmicos, maior expressividade oral e escrita, engajamento e cooperação. Também o fortalecimento de habilidades emocionais, especialmente empatia, resiliência e colaboração. Entre os desafios, se destacaram a gestão do tempo e a necessidade de suporte constante em conteúdos de maior complexidade, reforçando a relevância do acompanhamento pedagógico personalizado. A integração entre metodologias ativas e acompanhamento individualizado amplia o potencial do PIBID como política formativa e contribui para conso
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Abrir o trabalhoENTRE DESAFIOS E POSSIBILIDADES: O LETRAMENTO DIGITAL NA ESCOLA PÚBLICA CARIRIENSE
ROSIANE DA SILVA BENIGNO; Ruan Kelvin da Silva Santos; Samuel Bezerra; Pedro Lucas Pereira da Silva
O presente trabalho propõe uma reflexão sobre os desafios inerentes à promoção do letramento digital na escola pública caririense. Para tal, a investigação toma como recorte as experiências vivenciadas por bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) na Escola de Ensino Médio Governador Adauto Bezerra, localizada em Juazeiro do Norte. A escolha metodológica se justifica pela relevância de se compreender a concretização do processo de integração das tecnologias digitais em instituições públicas, notadamente em contextos socioeconômicos marcados pela desigualdade. Contudo, a escola pública caririense enfrenta significativas dificuldades estruturais e pedagógicas para efetivar essa formação. Tais entraves decorrem de limitações de infraestrutura, como a insuficiência ou inoperância de equipamentos tecnológicos, a indisponibilidade de espaço adequado para as atividades e o acesso à internet instável ou restrito. Além disso, a carência de políticas públicas consistentes para assegurar a inclusão digital e a desigualdade de acesso entre os próprios estudantes configuram-se como obstáculos centrais. A experiência dos bolsistas do PIBID no Adauto Bezerra, através do Subprojeto Letras-Português (cujo foco recai sobre o ensino de Língua Portuguesa e de Literatura mediado por ferramentas e recursos típicos do meio digital), permitiu a observação empírica da manifestação desses desafios. Não obstante as dificuldades, o trabalho demonstrou a importância de iniciativas que busquem alternativas criativas para mitigar as limitações estruturais. Ao propor atividades mediadas por aplicativos gratuitos e ações de aprendizagem inovadoras para os alunos. Os resultados dessa vivência indicam que, apesar dos entraves estruturais e pedagógicos serem significativos, existe um potencial de avanço quando há engajamento coletivo entre bolsistas, professores e gestores.
Palavras-chave: Letramento digital,Escola pública caririense,Inclusão digital
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Abrir o trabalhoENTRE O CHÃO E A PALAVRA: O PAPEL DO EDUCADOR NO CAMPO À LUZ DE PAULO FREIRE
JOSÉ DIEGO DE SOUSA CARVALHO ; BRENO DA SILVA RODRIGUES; FRANCISCO EVERTON DOS PASSOS BATISTA; CICERA ELITA PEREIRA DE CARVALHO; ANTONIEL DOS SANTOS GOMES FILHOS; ELLERY HENRIQUE BARROS DA SILVA
O docente, ao longo de sua trajetória profissional, enfrentam diversos desafios e preocupações que são permeados no ambiente escolar. No contexto da zona rural, essas dificuldades são intensificadas, pois, exige uma prática pedagógica sensível às especificidades culturais e sociais do campo e muitas vezes, o professor não possui as condições necessárias para desenvolver uma prática formativa para esta realidade. Este estudo tem como objetivo analisar, à luz da pedagogia freireana, o papel do educador e do educando no processo educativo em contextos rurais, considerando a importância do diálogo, da autonomia e da valorização do saber local. A metodologia utilizada é qualitativa e quanto aos objetivos da pesquisa é caracterizada do tipo bibliográfica. Foram utilizados autores como: Freire (2011), Molina (2012), bem como em construtos científicos elaborados dos últimos 5 (cinco) anos. Os resultados indicaram que o professor pode utilizar os elementos do contexto sociocultural dos alunos como ponto de partida para o processo de ensino e aprendizagem, promovendo a inclusão e senso de pertencimento. Além disso, tanto o professor quanto o aluno são beneficiados de uma prática educativa, formativa, dialógica e contextualizada pois favorece o desenvolvimento da empatia, da criticidade e da autonomia. Assim, o educador assume o papel de mediador do conhecimento, contribuindo para a formação de sujeitos conscientes, autônomos e comprometidos com sua própria educação, conforme preconiza Paulo Freire, o patrono da educação brasileira.
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Abrir o trabalhoEspelhos Esféricos
IVO SAMPAIO LEITE
Espelhos esféricos são superfícies refletoras curvas amplamente utilizadas em aplicações cotidianas e tecnológicas, como retrovisores, faróis e sistemas de segurança. Este trabalho tem como objetivo compreender as características dos espelhos esféricos, tanto côncavos quanto convexos, analisando a formação de imagens e verificando as relações entre distância focal, distância do objeto e distância da imagem por meio de um experimento prático. A metodologia consistiu na montagem de um experimento com espelho côncavo, utilizando um objeto (boneco) e feixe de laser para observar a formação da imagem e validar a Equação de Gauss, que relaciona as distâncias envolvidas no processo. Os resultados demonstraram que, quando o objeto é posicionado a 30 cm de um espelho côncavo com distância focal de 10 cm, a imagem forma-se a 15 cm do vértice, conforme previsto teoricamente. Além disso, observou-se que, quando o objeto é colocado no foco, não há formação de imagem nítida, o que corrobora o comportamento esperado para espelhos côncavos. Conclui-se que o experimento permitiu a compreensão das propriedades ópticas dos espelhos esféricos, reforçando a importância do estudo da óptica geométrica para aplicações reais, como no caso do edifício Walkie Talkie em Londres, onde a concentração de luz causou danos devido ao formato côncavo da fachada.
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Abrir o trabalhoESTRATÉGIAS LÚDICAS PARA A RECOMPOSIÇÃO DA APRENDIZAGEM EM BIOLOGIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID
LUCAS FARIAS PEREIRA; Claudiana Teresinha dos Santos; Elainy Natiany Silva Batista; Valeria da Silva Sampaio
A recomposição da aprendizagem consiste em estratégias voltadas à recuperação e consolidação de conteúdos não assimilados, a fim de superar as defasagens educativas, garantido que os estudantes desenvolvam competências e habilidades fundamentais ao desenvolvimento educacional. Na E.E.M. Monsenhor Antônio Feitosa, em Missão Velha - CE, esse trabalho foi desenvolvido na disciplina de Biologia durante a ausência de professores regentes, com o apoio do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) Biologia/URCA. O principal desafio foi despertar o interesse dos alunos em turmas numerosas e com diferentes perfis. O PIBID possibilitou o uso de metodologias lúdicas e criativas, tornando o aprendizado mais atrativo e significativo. Foram realizadas atividades como bingo de conceitos biológicos, cruzadinhas e caça-palavras sobre células e métodos contraceptivos, que auxiliaram na revisão e fixação dos conteúdos de Biologia. Também ocorreram rodas de conversa e jogos de cartas sobre relações ecológicas, incentivando a reflexão crítica, a troca de saberes e o trabalho em grupo. Essas práticas mostraram que o uso de estratégias lúdicas favorece a participação e o envolvimento dos estudantes, tornando o ensino mais dinâmico e acessível. Para os bolsistas do PIBID, a vivência foi enriquecedora, pois proporcionou contato direto com a realidade escolar e contribuiu para o amadurecimento pessoal e profissional como futuros docentes.
Palavras-chave: Ensino significativo,Estratégias didáticas,Atividades lúdicas,Formação docente
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Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIAS DIDÁTICAS NO ENSINO DE FÍSICA
FRANCISCO LEONARDO DO NASCIMENTO FERREIRA; Pedro Henrique Batista de Jesus; Cícero Danilo Gonçalves de Almeda; Lázaro Genilson da Silva Leite
O presente trabalho apresenta o relato das ações desenvolvidas por licenciandos do curso de Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), participantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), na Escola de Ensino Médio Monsenhor Antônio Feitosa, em Missão Velha-CE. O objetivo foi aproximar os futuros professores da prática docente, articulando ensino, pesquisa e extensão por meio de atividades experimentais e reflexões pedagógicas que contribuíssem para a aprendizagem significativa da Física. As ações envolveram também o estudo e a aplicação das teorias de ensino e aprendizagem, fundamentadas em autores como Vygotsky e Vergnaud, para favorecer a mediação e o desenvolvimento cognitivo dos alunos. As intervenções abordaram temas de Astronomia e Mecânica com experimentos de baixo custo, como “O Ludião”, “A Lata Maluca”, “Disco de Newton”, “O Sifão”, “Garrafa Sustentada por Palitos”, “Espiral Giratória” e “Labirinto Hidrofóbico”, explorando conceitos de pressão, energia, equilíbrio, óptica, hidrostática, convecção térmica e tensão superficial. A metodologia incluiu planejamento coletivo, produção dos materiais, explicações teóricas e demonstrações práticas nas disciplinas eletivas Práticas Laboratoriais de Física e nas aulas olímpicas voltadas à OBA. Os resultados mostraram maior envolvimento, curiosidade e compreensão conceitual por parte dos alunos, além do desenvolvimento de competências didáticas, comunicativas e reflexivas pelos pibidianos. Conclui-se que o projeto fortaleceu a integração entre teoria e prática, contribuindo para a formação docente e para o papel social e transformador do ensino de Física na escola pública.
Palavras-chave: PIBID, Experimentos,Teorias de aprendizagem
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Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIAS DO PIBID EM GEOGRAFIA: INSTALAÇÕES GEOGRÁFICAS COMO RECURSO DIDÁTICO SOBRE A COLINA DO HORTO NA TURMA DO 7º ANO A DA ESCOLA DOM QUINTINO, CRATO- CE
ANDRÉA ALVES DE MENEZES; Marcos Allan Gonçalves de Araujo
A experiência como bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) representa um momento formativo essencial para a trajetória acadêmica, permitindo a inserção direta no ambiente escolar e a experimentação de metodologias inovadoras no ensino de Geografia. Na Escola de Ensino Fundamental Dom Quintino, no município do Crato-CE, foi desenvolvido com a turma do 7º ano A uma atividade como a metodologia das instalações geográficas, cujo o conteúdo proposto e desenvolvido foi a Colina do Horto, em Juazeiro do Norte, reconhecida por sua importância cultural, histórica e religiosa para a região do Cariri. As instalações foram construídas a partir da utilização de símbolos e signos capazes de representar os múltiplos significados atribuídos ao Horto, possibilitando aos alunos uma leitura crítica da paisagem e do espaço geográfico como produto das interações entre sociedade, natureza e cultura. A metodologia envolveu estudo de campo no local, planejamento das representações, produção coletiva com materiais acessíveis e teia de ideias que favoreceram a troca de experiências. Os resultados indicaram que essa prática evidenciou o potencial das instalações geográficas como recurso pedagógico, ao despertar o interesse dos estudantes, valorizar a identidade regional e aproximar teoria e realidade vivida. Conclui-se que a experiência no PIBID reforça a formação docente ao demonstrar que o ensino de Geografia pode ir além da transmissão de conteúdos, tornando-se um exercício de interpretação simbólica do espaço, de valorização da cultura local e de estímulo ao protagonismo discente.
Palavras-chave: PIBID,Geografia,Instalações geográficas,Colina do Horto,Ensino fundamental
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Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIAS FORMATIVAS NO PIBID LETRAS INGLÊS: APROXIMAÇÕES ENTRE TEORIA E PRÁTICA NO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA
RAFAELA LEAL PEREIRA DA SILVA ; Joice Kelly da Silva Pereira; Maria Gledsiane Pereira da Silva; José Alves de Oliveira Neto
O presente trabalho apresenta as experiências formativas vivenciadas por bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto de Letras – Língua Inglesa, durante o primeiro semestre de 2025. As atividades foram realizadas nas Escolas de Ensino Fundamental em Tempo Integral 18 de Maio e Amália Xavier, localizadas nos municípios do Crato e de Juazeiro do Norte – CE. O programa proporcionou aos licenciandos uma imersão prática no contexto da educação pública, aproximando os conhecimentos teóricos adquiridos na universidade com as realidades e os desafios da sala de aula. As ações envolveram observações das aulas dos supervisores, planejamento, desenvolvimento e aplicação de oficinas pedagógicas voltadas ao ensino da língua inglesa, usando slides, vídeos interativos, aplicativos e sites de minigames como kahoot e bamboozle, com temas como Present Continuous, Simple Past, Describing people (physical and psycological characteristics) e Adjectives and Superlatives. As atividades buscaram promover a aprendizagem significativa por meio de metodologias dinâmicas e participativas, estimulando a oralidade e o engajamento dos alunos. Paralelamente, os bolsistas participaram de momentos de formação teórica e reflexiva na universidade, abordando temas como fonética, literatura estrangeira e o uso de tecnologias educacionais, mantendo-nos atualizados com relação aos novos recursos tecnológicos que podem ser usados em sala de aula. A experiência revelou-se desafiadora e enriquecedora, exigindo constante adaptação às necessidades das turmas e reflexão crítica sobre a prática docente. O PIBID contribui para o desenvolvimento de competências pedagógicas, para o fortalecimento da identidade profissional e para a consolidação de uma postura docente crítica, colaborativa e comprometida com uma educação pública de qualidade.
Palavras-chave: Formação docente,Ensino de inglês,PIBID,Educação pública,Prática pedagógica
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Abrir o trabalhoEXPERIMENTOS DE BAIXO CUSTO E ALTO IMPACTO: VIVÊNCIA DO PIBID NO ENSINO DE CORRENTES DE CONVECÇÃO
MAYKON JUNIOR ALVES DA SILVA; Francisco ferreira barbosa; Rafael Conceição Santos; Bruno Rodrigues da Rocha
O presente trabalho tem como objetivo mostrar o ensino de Física, na atualidade, que enfrenta o constante desafio de captar e manter o interesse dos estudantes. Essa dificuldade decorre, em grande parte, da permanência de metodologias tradicionais, marcadas pela apresentação descontextualizada dos conteúdos, dissociados da realidade vivida pelos discentes. Essa abordagem favorece uma aprendizagem mecânica e passiva, na qual os alunos se limitam a memorizar informações para avaliações, sem, contudo, desenvolver compreensão significativa dos conceitos. No subprojeto de Física do PIBID, buscamos romper com esse paradigma por meio da inserção de práticas pedagógicas inovadoras, centradas em experimentações de baixo custo e no uso de recursos tecnológicos acessíveis. Tais estratégias visam promover um ambiente de ensino mais dinâmico, investigativo e participativo, despertando a curiosidade científica dos estudantes e tornando a Física mais envolvente, acessível e conectada ao cotidiano. O presente trabalho consistiu em um estudo de caso, com abordagem qualitativa, realizado na Escola de Ensino Médio José Bezerra de Menezes, durante a eletiva de Práticas Laboratoriais de Física. A metodologia adotada incluiu a execução de experimentos voltados à compreensão do fenômeno de correntes de convecção, os quais foram seguidos da aplicação de um questionário avaliativo. O objetivo foi verificar a assimilação dos conteúdos relacionados à propagação do calor por convecção térmica em fluidos, bem como identificar indícios de aprendizagem significativa. Os resultados indicam que a utilização de experimentos simples, aliados a uma mediação pedagógica reflexiva, favorece a compreensão dos conceitos físicos e contribui para o desenvolvimento do pensamento científico dos alunos. Concluímos, portanto, que a adoção de práticas investigativas no ensino de Física é fundamental para tornar o processo educativo mais efetivo, estimulante e relevante para os estudantes da educação básica.
Palavras-chave: Ensino de Física, Práticas Experimentais, Aprendizagem Significativa, Convecção Térmica, Metodologias Ativas
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Abrir o trabalhoEXPERIMENTOS DE BAIXO CUSTO E ALTO IMPACTO: VIVÊNCIA DO PIBID NO ENSINO DE DILATAÇÃO TÉRMICA
BRUNO RODRIGUES DA ROCHA; DANIEL RODRIGO BEZERRA TRINDADE BOAVENTURA; MARIA CECÍLIA BARBOSA DE ALCÂNTARA; FRANCISCA DANIELA DE JESUS SILVA
Resumo: O ensino de física contemporâneo enfrenta o desafio constante de cativar a atenção dos alunos, fomentar o interesse genuíno e promover a assimilação duradoura de conceitos físicos complexos, especialmente no que tange ao uso da linguagem matemática para formulação de leis naturais. Esse cenário se deve, em grande parte, à perpetuação de metodologias de ensino tradicionais, em que os conteúdos são apresentados de forma descontextualizada, com exacerbada ênfase nas fórmulas e nos algoritmos para resolução de problemas. Tal abordagem, contribui para aprendizagem mecânica e passiva dos discentes que assumem o papel de meros reprodutores, cujo aprendizado é esquecido após as avaliações. No subprojeto de Física do PIBID 2024-2026, buscamos contribuir ativamente para a transformação dessa realidade através de práticas experimentais de baixo custo e da aplicação dos recursos tecnológicos que despertem a curiosidade dos alunos, tornando a Física envolvente, acessível e aplicável em suas vidas cotidianas. O presente trabalho consistiu em um estudo de caso, de abordagem qualitativa, desenvolvido na EEMTI Presidente Geisel, na eletiva de Práticas Laboratoriais de Física. A metodologia envolveu a realização dos experimentos da lâmina bimetálica e do anel de Gravesande, seguidos da aplicação de questionários, uma semana após a prática, a fim de avaliar a assimilação do conteúdo de dilatação térmica. Além disso, o roteiro elaborado continha questões prévias, voltadas para identificar o conhecimento inicial dos alunos, e questões posteriores, aplicadas após as explicações e experimentos. Tanto os questionários quanto os roteiros foram analisados, permitindo uma avaliação mais ampla sobre o impacto da intervenção.
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Abrir o trabalhoExplorando o Pequeno Príncipe
EVA SAMARA DE CARVALHO ALMEIDA; Stefany Cavalcante da Silva; Josilene Alves da Paz; Wlisses da Silva
O livro o pequeno príncipe, escrito por Antoine de Saint-Exupéry, é uma obra clássica da literatura infantil que transcende faixas etárias, abordando temas como amizade, empatia e imaginação. Considerando sua relevância tanto literária e pedagógica esta oficina foi planejada para proporcionar aos participantes uma experiência lúdica e reflexiva, integrando leitura, arte e atividades interativas. Pensando nisso esta oficina foi planejada para os alunos do 7° ano, com atividades que permitem ler, interpretar e criar a partir da obra. Objetivos: Desenvolver e incentivar a leitura e interpretação, estimular a expressão artística e criativa através de atividades práticas e dinâmicas. Favorecer o trabalho em equipe, relacionar os ensinamentos do livro com situações do cotidiano dos alunos. Metodologia: A oficina envolveu sete etapas do livro o pequeno príncipe, com atividade de leitura coletiva, jogos, dinâmicas, exibição do filme e culminância em um sarau literário, promovendo a interpretação e expressão dos alunos do 7°ano. Resultados: Mostrou-se um grande envolvimento dos alunos, melhoria na interpretação de texto, estímulo a leitura e desenvolvimento de criatividade e expressão nas atividades propostas. Observou-se também o fortalecimento do trabalho em equipe, maior interesse pela leitura e uma compreensão mais profunda das mensagens transmitidas pela obra O pequeno Príncipe.
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Abrir o trabalhoFERRAMENTAS DIGITAIS NA EDUCAÇÃO ESPECIAL: A EXPERIÊNCIA DO PIBID COM O PADLET NA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS
SARA SANTOS MARINS; MÁBIA FERNANDES SILVA; GRACIETE MARIA DA SILVA RODRIGUES; LUCIANA MARIA DE SOUZA MACÊDO
A integração das tecnologias digitais no Atendimento Educacional Especializado (AEE) representa um avanço fundamental para a Educação Inclusiva, atuando como um elemento transformador que redefine as possibilidades de aprendizagem e participação dos estudantes. Sua importância vai além do simples apoio, materializando-se como uma ferramenta crucial de equidade. O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) configura-se como uma política pública fundamental para articular a formação inicial com a prática pedagógica. Nesta experiência, explorou-se a integração de ferramentas digitais como mediadoras do processo de ensino e aprendizagem na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM). Partindo do pressuposto de que as Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação podem potencializar a Educação Inclusiva, este relato descreve e analisa as contribuições de uma ferramenta digital específica a plataforma Padlet para a organização dos documentos pertinentes à SRM. O objetivo foi otimizar o compartilhamento de documentos relevantes, como relatórios, Planos de Desenvolvimento Individual (PDI) e Planos Educacionais Individualizados (PEI), entre todos os envolvidos no processo educacional dos estudantes público-alvo da Educação Especial. A metodologia adotada consistiu em pesquisa de abordagem qualitativa, com análise bibliográfica e observação prática da utilização da ferramenta no AEE. Os resultados demonstraram que a integração do Padlet potencializou a organização do trabalho pedagógico, promoveu maior engajamento dos estudantes e proporcionou intervenções mais individualizadas e eficazes. Conclui-se que a utilização desse recurso é satisfatória para a dinamização do AEE. Ademais, a mediação do PIBID foi fundamental para o acesso e a experimentação dessa tecnologia, configurando-se como uma prática valiosa e enriquecedora para a formação inicial docente. A experiência comprova a relevância do programa na articulação entre teoria e prática, preparando os fu
Palavras-chave: Educação inclusiva,Ferramentas digitais,Formação de professores,Padlet,Sala de recursos multifuncionais
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Abrir o trabalhoFORMAÇÃO DE CUIDADORES PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA
FERNANDA MARIA DA SILVA CARDEAL MARIA JOSÉ DA SILVA CARDEAL; Mábia Fernandes Silva; Maria Graciete da Silva Rodrigues
A qualificação dos profissionais de apoio escolar, conhecidos como cuidadores, consolida-se como um pilar essencial na Educação Especial Inclusiva. Esses profissionais atuam na linha de frente, garantindo suporte direto à inclusão de alunos com necessidades educacionais específicas. Sua atuação qualificada é decisiva para a construção de um ambiente educacional acolhedor, acessível e propício à aprendizagem de todos. Este trabalho, desenvolvido no âmbito do PIBID Subprojeto Equidade do curso de Educação Especial Inclusiva (PARFOR Equidade/URCA), na EEF Pedro Felício Cavalcante, em Crato/CE, teve como objetivo promover a formação desses profissionais, organizada em sete módulos que abordam atribuições, legislação, público-alvo e confecção de recursos pedagógicos aplicáveis ao cotidiano escolar. A metodologia adotada baseia-se em uma abordagem teórico-prática, articulando estudos sobre legislação, ética, técnicas de cuidado e práticas pedagógicas inclusivas. Foram realizados três módulos até o momento: o primeiro trata das atribuições e da ética do cuidador; o segundo, da deficiência intelectual e do transtorno do espectro autista; e o terceiro, do apoio nas atividades escolares e do desenvolvimento de recursos pedagógicos para letramento e matemática. A formação favoreceu o aprimoramento técnico e relacional dos cuidadores, ampliando seus conhecimentos sobre acessibilidade, autonomia e combate a barreiras educacionais. Assim, o curso representa uma contribuição significativa para a valorização profissional e o fortalecimento das práticas inclusivas, configurando-se como instrumento transformador na promoção de uma educação equitativa e de qualidade.
Palavras-chave: Educação Inclusiva,formação de cuidadores, recursos pedagógicos
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Abrir o trabalhoFORMAÇÃO DOCENTE E INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA DO PIBID BIOLOGIA NO ENSINO MÉDIO: POTENCIALIZANDO A ARTICULAÇÃO TEORIA E PRÁTICA
YKARO KAUÃ SOUSA ; Sam Nogueira e Silva; Carlos Alberto Soares Vidal
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, subprojeto Biologia da URCA, desenvolvido na EEMTI Figueiredo Correia em Juazeiro do Norte - CE, tem buscado investir no potencial transformador da articulação teoria e prática. Nesse sentido, o trabalho tem como objetivo relatar as experiências sócio formativas das/os pibidianas/os na referida escola. O relato se apresenta como sendo de natureza qualitativa e descritiva, pautada na pesquisa-ação. A formação no PIBID tem se apresentado a partir da articulação teoria e prática. Foi iniciado, em 2024, a partir do diagnóstico da realidade escolar. No diagnóstico pode-se perceber as dificuldades de infraestrutura, especificamente, no que se refere aos equipamentos laboratoriais para as aulas de Biologia. Percebeu-se ainda o predomínio de aulas expositivas em contraste com as demandas dos estudantes, ao expressarem preferência por atividades práticas. Em face do diagnóstico, delineou-se um conjunto de ações pedagógicas de forma a superar as dificuldades através da criatividade, colaboração e participação. No rol dessas ações ganhou destaque a eletiva de Microbiologia, por alcançar o engajamento e a colaboração significativa dos estudantes. Práticas de baixo custo foram desenvolvidas na disciplina de genética, assim como a realização de uma aula de campo que, na avaliação dos estudantes, foi considerada excelente. As ações desenvolvidas possibilitaram a criação de materiais didáticos, roteiros de práticas de laboratório, sequências didáticas com enfoque CTSA e a produção de uma cartilha sobre moda sustentável. Conclui-se que a experiência construída tem colaborado para o fortalecimento da identidade docente crítica dos bolsistas, melhoria da aprendizagem dos estudantes e fortalecimento do diálogo entre universidade e escola. Recomenda-se a formalização de parcerias para o uso compartilhado dos laboratórios da URCA e a criação de um programa de mentoria para supervisores, visando a sustentabilidade das ações.
Palavras-chave: Subprojeto Biologia, Identidade docente, Ensino de Biologia,Práticas pedagógicas
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Abrir o trabalhoFUNCIONAL NA ESCOLA: DESAFIOS E VIVÊNCIAS NO ENSINO MÉDIO
JOSÉ CLEIRTON GOIS RODRIGUES; Keila Bruna da Silva Santos; Ana Myrella Almeida Alves; Gabriel Ferreira Silva; Ana Beatriz Pereira Sousa; Érika da Silva Bezerra; Thaynã Alves Bezerra
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) inserido nas escolas de educação básica contribui para o desenvolvimento estratégico do processo de ensino-aprendizagem dos discentes, ultrapassa o caráter técnico e permite realizar reflexões sobre saúde e cultura corporal. Assim, o Treinamento Funcional (TF) como estratégia de saúde estimula a melhora das capacidades físicas, ainda que no ensino médio, esse tipo de abordagem possa revelar desafios relacionados aos hábitos de vida e condições físicas dos discentes. Dessa forma, este estudo busca relatar os desafios e a vivencia de uma aula prática de TF na Educação Física Escolar. Trata-se de um Relato de Experiência dos bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), Campus de Iguatu – CE. O Núcleo de Iniciação à Docência (NID) é realizado na Escola de Ensino Médio e Tempo Integral Governador Adauto Bezerra. O relato em questão ocorreu a partir de uma aula prática de TF com as turmas de terceiros anos. Essa, possibilitou observar as dificuldades cardiorrespiratórias na realização de exercícios como, agachar, polichinelos ou executar movimentos mais coordenados como saltos e chutes. Em outro momento, os bolsistas realizaram um funcional ritmado com tempo de descanso e nível de complexidade dividida em blocos de leve a moderada. No entanto, desistências relacionadas as capacidades físicas foram frequentes. Os discentes demostraram baixa aptidão física, talvez como resultado de excesso em comportamento sedentário, interrompendo a atividade para descansar antes do tempo previsto ou abandonando a mesma por alta fadiga. Assim, foi notória a baixa adesão por parte deles em realizar as atividades e que por isso, deve-se pensar em formas mais efetivas de ministrar e incluir o conteúdo do TF evitando o baixo nível de aceite, mas que promova a saúde.
Palavras-chave: PIBID,Educação física escolar,Treinamento funcional
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Abrir o trabalhoGAMIFICAÇÃO: O USO DE JOGOS PARA O APERFEIÇOAMENTO DA PROFICIÊNCIA LEITORA NO ENSINO BÁSICO
MARIA FERNANDA PEDRO DA SILVA; Regina Mendes de Oliveira; Maria Iraégila Silva dos Santos; Ruan Kelvin da Silva Santos
Este trabalho relata o resultado de uma oficina pedagógica desenvolvida no âmbito do subprojeto de Língua Portuguesa do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Regional do Cariri (URCA). A oficina foi aplicada na Escola de Ensino Médio Governador Adauto Bezerra, em Juazeiro do Norte. O foco temático da intervenção pedagógica consistiu em atividades de aperfeiçoamento, pelos discentes, de habilidades e de competências adjacentes às práticas sociais de leitura e de interpretação textual, utilizando-se, para tanto, a estratégia da gamificação como recurso didático. O objetivo central foi empregar jogos em sala de aula para otimizar as habilidades requeridas em provas externas, visando o bom desempenho dos alunos em exames estaduais e nacionais, como o Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará (SPAECE) e o Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB). Para a construção das atividades, foram selecionadas questões que envolviam diversos gêneros textuais, organizadas em diferentes níveis de dificuldade. A oficina buscou promover a integração das turmas por meio da união de práticas leitoras com jogos digitais e analógicos. A metodologia de execução da oficina foi estruturada em três etapas sequenciais, resultando numa competição sob o formato de gincana: a primeira etapa, denominada “Passa ou Repassa”, consistiu em uma dinâmica de perguntas e respostas pautadas em interpretação textual, fracionando a turma em duas equipes. Na etapa subsequente, foi explorada a ferramenta digital Wordwall, somada ao uso de uma roleta eletrônica alinhada a um dado pedagógico para sorteio dos textos, questionários e pontuações válidos por rodada. A competição foi finalizada com o jogo “Torta na Cara”, envolvendo novamente a resolução de situações-problema associadas à interpretação de textos. Ao final, a título de premiação, houve a distribuição simbólica de brindes às equipes.
Palavras-chave: Proficiência leitora,Gamificação,Jogos digitais e analógicos
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GEOGRAFIA AO AR LIVRE: O PLANTIO DE MUDAS NATIVAS E FRUTÍFERAS COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA NO AMBIENTE ESCOLAR DA EEMTI ALAÍDE SILVA SANTOS
MARIA DAS GRAÇAS DE ALENCAR VELOZO ; Luiz Patrício de Sousa Neto; Maria Michelly Lopes Gonçalves; Francisco Joedson da Silva Nascimento
Neste trabalho temos como objetivo evidenciar uma prática de ensino no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), na escola de Ensino Médio Alaíde Silva Santos em Juazeiro do Norte-CE. Por meio do PIBID, desenvolvemos metodologias significativas de integração entre ensino e prática, uma das atividades aplicadas foi o acompanhamento do plantio e manutenção de mudas nativas e frutíferas realizado pelos próprios alunos ao entorno da escola. Ação voltada para o desenvolvimento da eletiva Geografia ao Ar Livre, cujo objetivo central designa a estimular conscientização ambiental e o protagonismo juvenil a partir de ações coletivas que valorizassem a preservação do meio ambiente, a melhora da climatização escolar e o cuidado com o espaço. Fazendo-os compreender a importância da biodiversidade local, refletir questões socioambientais e proporcionar importantes debates tanto dentro como fora da sala de aula. Tendo como base, a compreensão do espaço geográfico e relação sociedade-natureza. Vale ressaltar, que todo processo se desenvolveu de maneira coletiva, entre o professor supervisor, bolsistas do PIBID e os alunos do ensino médio, que se envolveram desde a preparação, cultivo, acompanhamento e manutenção das mudas plantadas. Associando conteúdos trabalhados em Geografia com relações entre sociedade e natureza, metodologia essa, que favorece a integração do conhecimento teórico juntamente com a experiência prática, que é valorizada entre os mesmos, transformando o aprendizado mais significativo e dinâmico. Os resultados observados ao longo dessa vivência, foram e são satisfatórios, revelaram impactos visíveis na arborização da escola, bem como um maior engajamento dos alunos nas atividades propostas, com o cuidado coletivo e a rearborização do entorno. Além de avanços significativos de uma formação cidadã e que as práticas pedagógicas quando interligadas com a vivência transformam a relação dos alunos com o espaço escolar.
Palavras-chave: PIBID, Protagonismo Juvenil, Meio Ambiente, Geografia
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Abrir o trabalhoGEOMETRIA SUSTENTÁVEL: SEMENTES DO FUTURO
LUCIA LOPES ALVES ; Lidiana Gonçalves da Silva2; Luciana Maria de Souza Macêdo
A Geometria expressa padrões presentes na natureza, enquanto as sementes simbolizam a vida, a biodiversidade e a base da alimentação, aspectos essenciais para a sustentabilidade. Diante da emergência climática, que ameaça ecossistemas e segurança alimentar, a Educação Ambiental se torna fundamental. Nesse contexto, o projeto propõe a construção de Poliedros Platônicos com sementes de diferentes significados ecológicos, alimentares e culturais, especialmente no Nordeste. Tendo como objetivos, estudar as propriedades geométricas dos cinco poliedros, comprovar a relação de Euler, criar uma metodologia de construção utilizando sementes como elementos estruturais, produzir modelos físicos e relacionar os poliedros com sustentabilidade, biodiversidade e impactos climáticos. A execução inicia-se com aulas teóricas sobre sólidos geométricos, partindo das figuras planas até os modelos tridimensionais. Em seguida, moldes em papel dobrados, preenchendo as faces com sementes de milho, feijão-mulatinho, gergelim e chia. O processo integra Matemática e Biologia, representando a ligação entre formas geométricas e equilíbrio ambiental. A proposta estimula a interdisciplinaridade, valorizando a Matemática como instrumento de Educação Ambiental. A construção dos poliedros com sementes materializa conceitos abstratos, como faces, arestas e vértices, oferecendo aprendizado tátil e significativo. Além disso, promove práticas pedagógicas concretas e lúdicas, fortalecendo a conscientização sobre a geometria na natureza e a interdependência entre seres vivos, unindo educação e meio ambiente de forma inovadora.
Palavras-chave: Geometria, sementes,sustentável, poliedros, biodiversidade
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Abrir o trabalhoGESTÃO ESCOLAR E CULTURA DE PAZ: VIVÊNCIAS DO PIBID NA ESCOLA ALDEGUNDES GOMES DE MATTOS
CAROLINA MARIA SILVA FERREIRA; JOSÉ FLÁVIO FÉLIX DA SILVA; MARIA SUENI FERNANDES SANTOS
Este trabalho apresenta um relato de experiência desenvolvido no setor do PIBID — Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, subprojeto Pedagogia, do Núcleo de Iniciação à Docência (NID) voltado à Gestão Escolar, vivenciado na Escola Aldegundes Gomes de Mattos, localizada no município do Crato-CE. A experiência possibilitou investigar práticas e aspectos relacionados à gestão em diferentes áreas da escola, ampliando nossa compreensão sobre o papel pedagógico e humano da gestão. O objetivo principal foi enfatizar a importância da gestão escolar na prática pedagógica com uma turma de 5º ano, destacando a promoção da cultura de paz por Santos (2023) o respeito às diferenças e a valorização da diversidade cultural, de forma acessível e significativa para as crianças. A metodologia adotada baseou-se na pesquisa-ação, que nos colocou como sujeitos participantes do processo educativo, possibilitando um espaço de escuta ativa e um olhar empático diante das situações vivenciadas pelos(as) alunos(as). Como resultados, observou-se o envolvimento das crianças nas atividades, especialmente nas narrativas orais e nos textos escritos, nos quais expressaram sentimentos e reflexões sobre as temáticas abordadas. As intervenções contribuíram para a construção de novos conhecimentos, favorecendo uma dinâmica participativa, dialógica e sensível, em que todos puderam aprender e compartilhar experiências no cotidiano escolar.
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Abrir o trabalhoGESTÃO ESCOLAR E PRÁTICA PEDAGÓGICA: EXPERIÊNCIAS FORMATIVAS DO PIBID/URCA NA ESCOLA ALDEGUNDES GOMES DE MATTOS
SAMARA SILVA SOUSA; Maria Sueni Fernandes Santos
Este trabalho foi desenvolvido no contexto do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) e teve como objetivo geral fortalecer a formação docente a partir da vivência em contextos reais da escola pública. A experiência foi realizada na Escola Aldegundes Gomes de Mattos, com turma do 4º ano B, onde buscamos integrar teoria e prática por meio de atividades que valorizassem o diálogo, a escuta ativa e a gestão democrática. A metodologia adotada fundamentou-se na abordagem da pesquisa-ação, caracterizada pela integração entre reflexão e prática no contexto escolar que envolveu observações, planejamentos conjuntos com a supervisora e regências temáticas, que abordaram direitos e deveres, solidariedade, cidadania, democracia e bullying, sempre considerando o protagonismo estudantil. Essa metodologia permitiu compreender a realidade educativa de forma crítica, promovendo aprendizagens significativas e o aprimoramento da prática docente. Os resultados mostraram avanços na maturidade dos alunos em relação aos conteúdos trabalhados, maior envolvimento nas propostas e fortalecimento dos laços de confiança e afetividade. Além disso, a experiência possibilitou crescimento profissional, reforçando a importância da gestão escolar participativa e da prática docente comprometida com a transformação social. Em conclusão, a participação no projeto contribuiu para ampliar a compreensão sobre o papel do professor e reafirmou a necessidade de uma educação inclusiva, humanizadora e democrática.
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Abrir o trabalhoGESTÃO ESCOLAR PARTICIPATIVA: CONSTRUINDO PRÁTICAS DEMOCRATICAS NA SALA DE AULA PELO PIBID PEDAGOGIA URCA
MARIA EDUARDA PEREIRA SANTANA ; Lavinha Sousa Bezerra; Maria Sueni Fernandes Santos
Neste relato de experiência, apresentamos recortes que evidenciam registros de estudos teóricos e práticas vivenciadas na escola Aldegundes Gomes de Mattos, compondo um mosaico das aprendizagens construídas ao longo da experiência no NID gestão escolar. Conforme defendem Freire (1996) e Saviani (2008), a escola é um espaço de diálogo, participação e construção coletiva do conhecimento, sendo a gestão escolar um caminho indispensável para uma educação verdadeiramente emancipadora. Nessa perspectiva, O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) vinculado à Coordenação de Aperfeiçoamento e Pessoal de Nível Superior (CAPES) configura-se como uma ponte entre a universidade e a escola, promovendo uma prática pedagógica que articula teoria e prática, saber e fazer, reflexão e ação. O Subprojeto Pedagogia teve como objetivo construir um diálogo humanizado e inclusivo com a comunidade escolar, com ênfase em práticas participativas e democráticas que favoreçam a qualidade do ensino e o desenvolvimento integral dos sujeitos envolvidos no processo educativo. Nesse contexto destacamos as observações, trazendo um recorte da experiencia com a votação do líder de sala de aula como exercício de gestão democrática, os alunos refletiram sobre a responsabilidade e organização coletiva. Essa prática teve como objetivo exercitar autonomia estudantil. As estratégias metodológicas adotadas permitiram compreender a dinâmica escolar e refletir sobre os processos de ensino e aprendizagem, promovendo um olhar critico sobre o papel da gestão escolar. Dessa forma, esse percurso formativo, nos permitiu construir, junto às crianças, aos professores e à comunidade escolar, uma visão mais ampla e crítica da gestão, entendendo-a como um processo coletivo e dialógico, no qual todos os sujeitos da escola gestão, docentes, discentes e familiares são corresponsáveis pela construção de um ambiente educativo democrático e humanizado.
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Abrir o trabalhoIMPACTOS DO PARFOR EQUIDADE NA REGIÃO DO CARIRI CEARENSE: UM ESTUDO A PARTIR DO PIBID EQUIDADE E SUAS POSSÍVEIS CONTRIBUIÇÕES NA EDUCAÇÃO BÁSICA
WELLINGTON SOARES GOMES; Wellington da Silva Soares Rodrigues; Janicléia Fernandes de Alcântara; Kamilla Vasconcelos Bezerra; Laura Bezerra Brito Amorim; Licaelle Geronimo Rocha; Sheyla Regina Santana Crispim; Martha Milene Fontenelle Carvalho
Na atualidade tem crescido o debate sobre a equidade no contexto educacional, bem como, devido a demanda social estão sendo criados cursos com foco na inclusão. Assim, foi criado o curso de Licenciatura em Educação Especial Inclusiva na Universidade Regional do Cariri - URCA, que faz parte do Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica _ PARFOR e do Programa Nacional de Fomento à Equidade na Formação de Professores da Educação Básica - PARFOR EQUIDADE. O curso soma-se a outras licenciaturas, buscando o fortalecimento da inclusão e do debate sobre as diferenças. Nesse contexto, o objetivo do presente trabalho está em investigar contribuições do PARFOR EQUIDADE e do PIBID EQUIDADE, com foco na educação especial inclusiva, no Cariri cearense, a partir da análise de práticas no Atendimento Educacional Especializado e seus impactoS educacionais para alunos público-alvo da educação especial. o curso torna-se uma ferramenta importante no contexto da formação inicial e continuada aqui na região do Cariri, sendo a primeira Licenciatura de longa duração ofertada de forma gratuita, gerando frutos positivos, visto que, os estudantes estão ocupando Salas is, por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID. Além disso, o curso configura-se como um instrumento estratégico, pois busca articular formação docente por meio de aulas dinâmicas e profissionais com formação em diversas áreas e com foco na inclusão. A pesquisa fundamenta-se em entrevistas com professores das salas de Atendimento Educacional Especializado (AEE) que recebem os bolsistas do curso de Licenciatura em Educação Especial Inclusiva da URCA. Essa metodologia permite compreender como a formação ofertada pelo PARFOR EQUIDADE vem impactando a prática docente e o processo de inclusão na educação básica. A escuta desses profissionais possibilita identificar avanços, desafios e percepções sobre a atuação dos licenciandos em espaços de aprendizagem inclusivos.
Palavras-chave: Inclusão,Parfor equidade,Educação básica, Deficiência,Pibid equidade
Resumo Expandido · Oral
Abrir o trabalhoInclusão e Ensino de Biologia: Desafios e Possibilidades a Partir de Experiências do PIBID- BIOLOGIA
JOSÉ FRANCISCO ERISON SILVA; Clarissa Pereira Leite; Elainy Natiany Silva Batista
A educação inclusiva tem como finalidade assegurar o acesso de todos os estudantes a um ensino de qualidade, respeitando as diversidades e combatendo preconceitos. Entretanto, sua efetivação nas escolas regulares ainda enfrenta desafios significativos, como salas de aula superlotadas, ausência de professores de apoio, sobrecarga docente e escassez de recursos pedagógicos adequados. Nesse contexto, muitos professores encontram dificuldades em atender plenamente às necessidades dos estudantes público-alvo da educação especial. Este trabalho apresenta uma experiência desenvolvida no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Regional do Cariri (URCA), realizada em turmas do 3º ano da Escola de Ensino Médio Monsenhor Antônio Feitosa, em Missão Velha – CE. O objetivo consistiu na elaboração e aplicação de atividades adaptadas para o componente curricular de Biologia, voltadas a estudantes com deficiências. A atuação dos bolsistas do PIBID mostrou-se essencial tanto na criação de materiais acessíveis quanto no apoio ao processo de ensino e aprendizagem, contribuindo para aulas mais inclusivas e dinâmicas. Entre os principais desafios, destacou-se a escassez de referências e modelos de atividades que contemplassem a diversidade de deficiências presentes nas turmas, exigindo criatividade, colaboração e esforço coletivo para adaptar os conteúdos de genética sem comprometer sua complexidade ao trabalhar atividade de coordenação motora, raciocínio lógico, etc. Os resultados indicam que a utilização de recursos didáticos acessíveis e metodologias inclusivas promoveu maior engajamento e interação entre alunos e professores. A experiência reforça a importância da formação inicial docente de qualidade e do fortalecimento de programas como o PIBID, fundamentais para a consolidação de práticas pedagógicas inclusivas em contextos marcados por limitações estruturais e pedagógicas.
Palavras-chave: Acessibilidade, Educação Inclusiva, Ensino Médio, PIBID
Resumo Simples
Abrir o trabalhoInstalações Geográficas: Trabalhando os Conteúdos de forma simples e Dinâmica
EDIANE FELIX DOS SANTOS ; Maria Dayane dos Santos; Paula Jardielle Martins Soares da Silva
As instalações geográficas é uma metodologia atrativa e dinâmica para a sala de aula, a medida em que desperta o interesse do aluno a participar e se envolver pelo material trabalhado, e usa da criatividade de cada estudante e professores de construir seu objeto de estudo, fazendo com que o ambiente educacional ganhe mais um espaço para construção contínua do conhecimento. Pensando na melhor forma de aprendizagem e compreensão dos alunos, o trabalho mostra a metodologia das instalações geográficas e como pode ser utilizada como ferramenta de aprendizado, desse modo, trazemos o exemplo do relato de experiencia que ocorreu na E.E.E.P Raimundo Saraiva Coelho, localizada na Cidade de Juazeiro do Norte-CE, sob a supervisão do orientador Robinson de Souza dos Santos vinculada ao (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID), durante o primeiro bimestre do ano letivo de 2025, com a turma do 2º ano. Este trabalho se desenvolveu atuando a metodologia das instalações geográficas juntamente com os estudantes, com o tema: Geossítio Colina do Horto, compreendendo a importância temática para a pratica de ensino e formação docente em Geografia. O projeto tem como objetivo aplicar uma forma de representação de um determinado conteúdo do ensino, e transformar o espaço escolar com o uso de signos e símbolos. Diante disso, obtivemos resultados positivos quando buscamos soluções para o conteúdo referente ao Geossítio Colina do Horto, contribuindo na aprendizagem e também na criatividade dos estudantes, essa curiosidade e participação sendo bastante interativa foi de excelente contribuição, os estudantes aprenderam a trabalhar em equipe, desenvolveram o pensamento crítico e habilidade de pesquisa.
Palavras-chave: instalaçoes geograficas,ensino,metodologia,aprendizagem
Resumo Simples
INTEGRAÇÃO ENTRE TEORIA E EXPERIMENTAÇÃO NO ENSINO DO SISTEMA CIRCULATÓRIO
JOÃO PAULO DE BRITO; Jonas Linhares Soares; Carlos Alberto Soares Vidal; Cicero Magerbio Gomes Torres
O ensino tradicional de Biologia, baseado na exposição teórica e na memorização de conteúdos, tem limitado a compreensão e o interesse dos estudantes, especialmente em temas que exigem visualização e experimentação, como o sistema circulatório. Neste sentido, o objetivo desse trabalho consiste em discorrer sobre a realização de uma atividade proporcionada aos estudantes, tendo em vista a compreensão sobre o funcionamento do sistema circulatório humano por meio da observação e manipulação de materiais didáticos, de forma a relacionar os conceitos abordados em sala com práticas experimentais acessíveis. O relato se apresenta como sendo de natureza qualitativa e descritiva. A atividade foi desenvolvida a partir da utilização das metodologias ativas e práticas laboratoriais. A temática do sistema circulatório foi trabalhada na Eletiva de Práticas Laboratoriais de Biologia, a partir do uso de modelo anatômico ampliado do coração, esquemas visuais ilustrativos, fichas de anotações orientadas e realização da tipagem sanguínea. A coleta de sangue foi realizada pelos bolsistas, cabendo aos alunos o preparo e manuseio dos reagentes, bem como a observação das reações antígeno-anticorpo e o registro dos resultados nas fichas de acompanhamento. A participação efetiva dos alunos se apresentou como uma estratégia eficaz para a mediação do conteúdo ministrado, aproximando os estudantes de experiências concretas e favorecendo uma aprendizagem ativa. Conclui-se que as práticas utilizadas se configuraram como ponto de maior envolvimento por parte da turma, favorecendo a compreensão dos conceitos trabalhados previamente, de maneira a promover o protagonismo do aluno, assim como o desenvolvimento do pensamento científico.
Palavras-chave: Ensino de Biologia,Tipagem sanguínea,Metodologias ativas,Aprendizagem Colaborativa
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Abrir o trabalhoINTERDISCIPLINARIDADE, JOGOS E INCLUSÃO: PRÁTICAS INCLUSIVAS NA FORMAÇÃO DOCENTE PELO PIBID EQUIDADE
MARIA SOCORRO PIMENTA DE LACERDA LEITE ; MARIA SOCORRO BRITO LIMA SILVA; Cirlene Duarte de Oliveira Almeida; Luciana Maria de Souza Macedo
O presente trabalho apresenta reflexões sobre a interdisciplinaridade, os jogos e a inclusão, no contexto da formação docente promovida pelo PIBID Equidade, vinculando-se às metas da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. A introdução situa a necessidade de práticas pedagógicas que articulem teoria e prática, favorecendo à aprendizagem significativa e a valorização da diversidade no espaço escolar. O objetivo é analisar como o uso de jogos interdisciplinares pode contribuir para práticas inclusivas no processo de ensino e aprendizagem, especialmente na formação de professores. A metodologia fundamentou-se em relatos de experiência e atividades práticas desenvolvidas em escolas parceiras, envolvendo licenciandos que participaram do PIBID Equidade, com observação, aplicação de jogos pedagógicos e registro das interações. Os resultados indicam que a utilização de jogos possibilitou maior engajamento dos alunos, estimulou a cooperação, o raciocínio lógico e a construção coletiva do conhecimento, além de promover inclusão social e educacional. Conclui-se que os jogos, quando utilizados de forma interdisciplinar e planejada, são recursos didáticos eficazes para fortalecer práticas inclusivas, contribuindo tanto para a formação docente quanto para a efetivação de uma educação de qualidade para todos.
Palavras-chave: Interdisciplinaridade,inclusão,Jogos
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Abrir o trabalhoJOGO AFRICANO LIB EL MERAFIB (JOGO DA HIENA)
LIDIANA GONÇALVES DA SILVA ; Lucia Lopes Alves; Maria Cirlene Duarte de Oliveira Almeida
O Jogo da Hiena, conhecido em árabe como Lib El Merafib é tradicional do Sudão. A corrida da hiena é baseada numa história infantil em que um grupo de mulheres sai da aldeia onde moram para buscar água em uma nascente. Conforme cumprem a finalidade da viagem retornam para o ponto de partida. Este jogo, possui diversas versões e é, tipicamente, jogado em grupos. A partir dessa perspectiva, o trabalho irá abordar o uso do jogo de tabuleiro africano Lib el Merafib (Jogo da Hiena) como recurso lúdico e cultural nas aulas de Matemática e Biologia no Ensino Médio, trazendo novas possibilidades para os alunos. O principal objetivo do Jogo da Hiena é estimular a colaboração entre os alunos, o trabalho em equipe, desenvolver habilidades de raciocínio lógico, proporcionar entretenimento e fortalecer laços entre os participantes. Além disso, o jogo busca trabalhar habilidades importantes, como a tomada de decisões e a resolução de problemas. Para compreender as nuances do jogo, foi realizada uma abordagem teórica e prática que incluiu observação participativa e análise de registros históricos relacionados ao jogo. As observações foram conduzidas e elaboradas na EEMTI Presidente Geisel, localizada na cidade de Juazeiro do Norte/CE, onde pudemos contribuir com a inclusão, adaptando e aplicando o jogo para alunos com deficiências. O jogo da hiena desempenha um papel crucial na promoção do desenvolvimento social e habilidades interpessoais, pois todos os estudantes com ou sem deficiências podem participar, contribuir e aprender. Logo, este trabalho busca refletir a riqueza e a profundidade da experiência proporcionada pelo jogo africano da hiena atuando como grande recurso didático e destacando sua relevância sociocultural e educacional.
Palavras-chave: cultura, educação inclusiva,jogo africano, ludicidade, matemática
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Abrir o trabalhoJUVENTUDE EM AÇÃO: PROTAGONISMO NA PRESERVAÇÃO DA CAATINGA POR MEIO DA EDUCAÇÃO E CRIATIVIDADE
RAQUEL FERREIRA XAVIER DE SALES; Ana Cristina Cantuário Daniel; Elainy Natiany Silva Batista
A Caatinga é um bioma exclusivamente brasileiro, que ocupa cerca de 11% do território nacional segundo dados do IBGE e abriga uma biodiversidade adaptada ao clima semiárido, com espécies de grande importância ecológica, econômica e medicinal. Contudo, enfrenta sérios problemas ambientais, como queimadas, desmatamento e desertificação. Diante desse cenário, desenvolveu-se um projeto na Escola de Ensino Médio Monsenhor Antônio Feitosa, em Missão Velha – CE, com o apoio de professores e bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), visando promover a educação ambiental e a valorização da Caatinga. A metodologia envolveu palestras educativas, aulas temáticas, pesquisas sobre plantas nativas e atividades interdisciplinares. A partir dessas ações, os alunos elaboraram livros infantis ilustrados sobre espécies da Caatinga, destacando sua importância ecológica e a necessidade de conservação. Também foi realizado um concurso de redação com o tema “A Importância da Preservação da Caatinga”, e os textos selecionados foram integrados às produções literárias. Os estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) participaram de uma aula de campo e confeccionaram um calendário temático com fotografias da flora local. A culminância do projeto ocorreu durante a etapa escolar do Ceará Científico, com exposição dos trabalhos e o espaço artístico “Caatinga Goods”, destinado à pintura das ilustrações. As atividades favoreceram o protagonismo estudantil, o desenvolvimento de práticas investigativas e a conscientização socioambiental, reforçando a importância da conservação da Caatinga e o papel da escola como agente de transformação social.
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Abrir o trabalhoLEITURA E ESCRITA CRIATIVA EM INGLÊS: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO E APRENDIZAGEM
LORRANE ALVES BEZERRA; Mateus Alves da Silva; Vitória Francelino dos Santos
A oficina de ensino foi realizada através de uma parceria entre a Universidade Regional do Cariri (URCA) e a Escola de Ensino Fundamental de Tempo Integral 18 de Maio, viabilizada pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência. Alinhados às orientações da Base Nacional Curricular Comum (BNCC), entendemos que o ensino da língua inglesa promove a ampliação das possibilidades de engajamento e participação dos estudantes em um contexto social cada vez mais globalizado e diverso, favorecendo sua integração em diferentes esferas do mundo contemporâneo. A partir desta visão, desenvolvemos uma oficina que teve como objetivo a compreensão e a produção do gênero textual menu e o aprendizado do vocabulário relacionado à comidas e bebidas. A proposta se desenvolveu em cinco encontros, nos quais foram aplicadas atividades práticas e teóricas, utilizando metodologias interativas como dinâmicas, além da produção coletiva de menus. A experiência proporcionou aos alunos um aprendizado dinâmico e significativo, pois tiveram a oportunidade de ampliar o vocabulário, a capacidade de leitura e da escrita criativa em inglês. Além disso, possibilitou aos bolsistas o aperfeiçoamento de práticas docentes e o planejamento e o controle de atividades pedagógicas. Os resultados da oficina mostraram que, com o engajamento dos alunos, a desenvoltura dos docentes e a produção final, surtiu efeito positivo na teoria e na prática, fortalecendo o ensino da língua inglesa de forma contextualizada e participativa.
Palavras-chave: Língua Inglesa,Gêneros textuais,Ensino fundamental,BNCC
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Abrir o trabalhoMEIO AMBIENTE, SUSTENTABILIDADE E VIDA: RECICLAGEM E REUTILIZAÇÃO DO ÓLEO DE COZINHA
ANA JÚLIA DANTAS DA SILVA ; Leidilene Ferreira de Sousa
Considerando que o Brasil é um país rico em biodiversidade, torna-se necessária a preservação ambiental. Nesse contexto, a sustentabilidade é essencial para melhorar a qualidade de vida. Busca-se analisar o tema do meio ambiente através um projeto educativo desenvolvido no âmbito do PIBID, na escola pública de ensino fundamental Stênio Dantas, com foco no reaproveitamento de óleo de cozinha usado para a fabricação de sabão ecológico. O propósito central é buscar conscientizar alunos e comunidade sobre a importância da sustentabilidade, demonstrando na prática como resíduos podem ser reaproveitados e transformados em produtos úteis, contribuindo para a redução da poluição do solo e da água. Baseou-se na coleta de óleo usado proveniente de frituras escolares/domésticas, filtragem para remover impurezas, preparo da solução de soda cáustica, mistura para processo de saponificação e moldagem do sabão, além da apresentação em slides e demonstrações práticas para os alunos. Com as soluções observou-se maior engajamento dos alunos, e maior compreensão dos conceitos de sustentabilidade e reaproveitamento do óleo de cozinha, com a produção de sabão funcional com boas propriedades (espuma e endurecimento), e disseminação de práticas de descarte correto do óleo. Por fim, conclui-se que o projeto Meio Ambiente, com a produção de sabão ecológico, atinge não só o aprendizado conceitual, mas também promove mudança de atitudes, mostrando que ações simples têm impacto real na preservação ambiental.
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Abrir o trabalhoMULTILETRAMENTOS COMO RECURSOS DIDÁTICOS: OFICINA DE LÍNGUA INGLESA
THYARLISON RIBEIRO DE BRITO; Yara Lopes Coelho
Por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), desenvolvemos uma oficina intitulada Introducing Yourself, realizada na turma do 7º ano do ensino fundamental anos finais da E.E.F.T.I 18 de Maio, na cidade do Crato, Ceará. O processo inicial exploratório, de observação da turma foi imprescindível para que pudéssemos entender as necessidades do público-alvo e planejar a oficina. A partir das observações de aulas, notamos uma lacuna de foco no desenvolvimento da habilidade de comunicação oral (speaking). Apoiados nisso, optamos por estratégias multimodais para que, ao final do projeto, os alunos fossem capazes de: apresentar-se em língua inglesa para outras pessoas falando sobre seus gostos pessoais e suas características físicas. Para alcançarmos tal objetivo foi necessário ensinar aos alunos a reconhecer e a empregar adjetivos descritivos e produzir perguntas no contexto das relações interpessoais. Sob a perspectiva dos multiletramentos, que aborda a diversidade de linguagem em diferentes contextos socioculturais, apresentamos o vocabulário relacionado à apresentação pessoal, como: saudações, idade, lugar de nascimento, etc., por meio de flashcards com personagens conhecidos pelos alunos, plataformas de jogos online – como o Kahoot e o Bamboozle –; e slides com imagens sobre o vocabulário estudado e com orientações escritas. Como forma avaliativa, criamos um quadro de pontuações que considerava a interação, o aprendizado e a disciplina e que rendeu uma premiação no final da oficina ao maior pontuador. Com isso, foi possível notar que a participação dos alunos se intensificou nas aulas. Os resultados da oficina mostraram uma prática multidisciplinar satisfatória quando alinhadas à cultura do alunado, contudo, diante da grande quantidade de alunos na sala de aula, consideramos mediano o aprendizado obtido. Compreendemos a partir da experiência que os multiletramentos são uma forma de ensino eficaz e que geram maior interesse dos alunos.
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Abrir o trabalhoNARRATIVAS E GÊNERO: DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS DO PROJETO MULHERES NA CIÊNCIAS
ANTÔNIO JOSÉ GONÇALVES DE ALENCAR; Antônio Jucieldo Félix de Oliveira Filho; Valéria da Silva Sampaio; Maria de Fátima Lacerda
Este trabalho teve como objetivo relatar as ações do Projeto Mulheres na Ciência, realizadas pelos bolsistas do PIBID – subprojeto de Biologia da Universidade Regional do Cariri (URCA), Campus Missão Velha, na Escola de Ensino Fundamental e Tempo Integral Lourival Dantas Ribeiro, localizada no município de Missão Velha, Ceará. O projeto teve como principal objetivo divulgar as contribuições das mulheres para o desenvolvimento da ciência e tecnologia, promover a equidade de gênero e inspirar novas gerações de estudantes a se interessarem pela área científica. Para alcançar esses objetivos, foram desenvolvidas apresentações de slides para alunos do 7º ao 9º ano, abordando a trajetória e descobertas de figuras femininas marcantes, como Marie Curie e Ada Lovelace, organizadas em categorias temáticas como “Exploradoras da Natureza”, “Desvendaram os Mistérios do Universo” e “Cientistas do Futuro”. Após a exposição teórica, os alunos participaram de dinâmicas interativas, que tiveram como finalidade avaliar o interesse, a participação e a assimilação dos conteúdos apresentados. A iniciativa demonstrou impacto positivo, especialmente entre as alunas, que se sentiram motivadas a considerar carreiras na ciência. Além disso, os bolsistas adquiriram valiosa experiência pedagógica e prática em atividades educativas. O projeto contribuiu significativamente para quebrar estereótipos de gênero, reforçar a importância da mulher na ciência e estimular nos estudantes a compreensão de que todos podem transformar o mundo, independentemente do gênero, incentivando a exploração científica, a reflexão crítica e a construção de um ambiente escolar mais inclusivo e inspirador.
Palavras-chave: Alunos,Docentes,Divulgação Científica,Experiência,Mulheres na Ciência
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Abrir o trabalhoNÒS PROPOMOS CARIRI: A PARTICIPAÇÃO DOS JOVENS NA CONSTRUÇÃO DE SOLUÇÕES PARA AS COMUNIDADES E ESCOLAS
CARLOS DANIEL DOS SANTOS MACIEL ; Fabiana Da Silva Ribeiro
: O projeto “Nós Propomos Cariri!” surgiu em Portugal, e veio para o Brasil com objetivo de envolver alunos do Ensino Fundamental e Médio em atividades que visam a promoção de uma aprendizagem participativa com conscientização social. O objetivo do projeto é unir a teoria e a prática, permitindo que os estudantes desenvolvam soluções para desafios reais, juntamente com os bolsistas e o professor supervisor, através do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). Metodologicamente, o projeto busca envolver a participação dos discentes da E.E.E.P. Raimundo Saraiva Coelho em atividades, tanto no ambiente escolar, quanto em comunidades locais. Os estudantes desenvolverão projetos colaborativos, identificando problemas reais e propondo soluções criativas e aplicáveis. O projeto também promove o desenvolvimento de habilidades como o trabalho em equipe, desenvolvendo o pensamento crítico e postura de liderança. Inicialmente, foram propostos pelos discentes um diagnóstico da realidade escolar e da comunidade em seu redor, e eles demonstraram interesse em desenvolver um projeto de tecnologias na faixa etária de idosos, no bairro Muriti, na cidade de Crato (CE), para auxiliar no letramento digital da comunidade. Visando uma solução no âmbito escolar e o seu entorno, uma equipe identificou uma demanda de alguns estudantes ao se deslocarem para a estação do VLT (veículo leve sobre trilhos), localizado em frente à escola. A problemática surge no fato de que não há uma faixa de pedestre que possibilite a travessia para o embarque do VLT. Em conjunto com a gestão escolar e com o DETRAN (Departamento Estadual de Trânsito), haverá um diálogo para buscar uma solução a essa adversidade, possibilitando a melhora da mobilidade dos discentes e dos cidadãos. Por fim, o projeto visa não apenas a aprendizagem acadêmica, mas também o fortalecimento do senso de comunidade e do engajamento social dos estudantes. Dessa forma, o alcance dos objetivos propostos contribui para
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Abrir o trabalhoO ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NO CONTEXTO DO ENSINO INTEGRAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
JOSÉ ITALLO VIEIRA COSTA
O presente trabalho, busca apontar as experiências do bolsista do Pibid presente E.E.F.M Amália Xavier presente no munícipio de Juazeiro do Norte – CE.. A escola é de ensino integral, e as atividades praticadas, foi em torno de aulas regulares de inglês e aulas de reforço. Sendo assim, permitido o desenvolvimento de práticas voltadas ao ensino da língua inglesa com foco nas competências digitais, atividades lúdicas e nas orientações da BNCC. Inspirado em autores como Bernardo (2007), Silva (2022) e Kairallah (2020), como base da metodologia. As atividades buscam integrar metodologias ativas, recursos tecnológicos e atividades comunicativas tornando o aprendizado participativo e contextualizado. Durante as aulas práticas, tem como foco trabalhar todas as habilidades da língua inglesa (Listening, speaking, reading, writing), assim, leituras de texto por meio de slides, expansão de vocabulário por meio do texto, explicação de novas regras por meio de recursos digitais e interação com os alunos. Dessa forma, muitos alunos despertaram o interesse e a participação, assim, mostrando que o uso de meio de atividades recreativas e meios digitais, podem potencializar a aprendizagem, mesmo diante da dificuldade estudantil de alunos da rede pública de ensino. Portanto, Este período de convivência tem marcado de forma muito positiva e significativa na jornada como docente, o auxilio da escola e do supervisor tem ajudado durante esse período de trabalho na rede pública, além de ter o carinho de muitos alunos(as) e da gestão da escola, que parabenizam o esforço e a força de vontade na carreira docente.
Palavras-chave: PIBID,LINGUA INGLESA,ENSINO INTEGRAL,COMPETÊNCIAS DIGITAIS
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Abrir o trabalhoO ENSINO DE SEMELHANÇA DE FIGURAS: INTEGRAÇÃO ENTRE GEOGEBRA E MINIATURAS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM
CICERO HEITOR OLIVEIRA CARDOSO SILVA; CARLOS ANDRÉ CAMPOS DA SILVA; CLÉBER FÉLIX DE ALMEIDA
Este trabalho apresenta um relato de experiência pedagógica realizado em uma turma de 9º ano do Ensino Fundamental da escola E.C.I.M. Dr. Edvard Teixeira Férrer, com foco no ensino do conceito de semelhança de figuras planas. A proposta metodológica buscou utilizar recursos digitais e materiais manipuláveis, de modo a tornar a aprendizagem mais dinâmica, interativa e significativa, por meio de uma compreensão mais simples do aluno através dos métodos utilizados. Para isso, inicialmente, utilizou-se o software GeoGebra, que possibilitou a construção, a manipulação e a visualização em tempo real de diferentes figuras planas, como quadrados, retângulos, triângulos e paralelogramos, permitindo que os alunos identificassem a manutenção das razões de proporcionalidade entre lados correspondentes e a conservação dos ângulos, características das figuras semelhantes. Além disso, foram utilizadas miniaturas, que proporcionaram uma aproximação entre a teoria e situações práticas do cotidiano, onde os alunos conseguiram observar uma aplicação prática do conteúdo de semelhança de figuras na realidade. A intervenção buscou superar a dificuldade recorrentemente vista nos estudantes em compreender conceitos abstratos da geometria, promovendo uma abordagem participativa e contextualizada. Durante as atividades, os alunos demonstraram maior engajamento e interesse, relataram exemplos próprios de aplicação da semelhança de figuras e conseguiram consolidar o entendimento das condições necessárias para identificar se duas figuras são semelhantes ou não. Conclui-se, a partir deste estudo, que práticas pedagógicas que unem teoria e prática, apoiadas em ferramentas digitais e materiais concretos, favorecem o desenvolvimento do raciocínio espacial, estimulam a autonomia dos estudantes e ampliam as possibilidades de ensino e aprendizagem em Matemática, especialmente no Ensino Fundamental, de modo que o professor consegue aperfeiçoar o ensino de maneira prática e simples.
Palavras-chave: GeoGebra, Miniaturas, Aprendizagem, Figuras semelhantes
Oral
Abrir o trabalhoO Lazer como instrumento educacional na escola de tempo integral: formação plena em foco
SAUL MATOS SOBREIRA; Cicero Aleff da SIlva; José Cícero Cabral de Lima Júnior
O lazer é uma ferramenta fundamental na formação humana, que ocupa um papel relevante na integração do indivíduo na sociedade, ultrapassando a visão limitada de apenas uma recreação para se constituir como espaço de aprendizagem, convivência e desenvolvimento de valores sociais, culturais e éticos. No contexto da escola de tempo integral, o lazer surge como instrumento educacional capaz de ajudar no processo de formação, contribuindo para a construção de conhecimentos que ultrapassam os conteúdos curriculares e favorecem a autonomia, a importância do momento e a participação cidadã. O presente trabalho tem como objetivo apresentar a inclusão do lazer na educação física na escola de tempo integral. Com isso foi desenvolvido uma pesquisa qualitativa, baseada em uma vivência prática. Participaram do estudo, oito graduandos do curso de Educação Física, todos bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Regional do Cariri (URCA). Além dos bolsistas, também participaram 60 estudantes do 2° ano (A, B e C) do Ensino Fundamental da Escola Tabelião Expedito Pereira, com idades entre 7 e 8 anos. O relato é sobre as vivências realizadas em uma manhã de lazer, na qual os alunos tiveram a oportunidade de irem para uma chácara privada, que foi alugada pela gestão da escola para proporcionar um momento recreativo para a turma. Durante o dia, foram feitas várias atividades, que variava o local, hora piscina, hora não. Essa estratégia foi pensada pelos professores, tende em vista que todos queriam ficar somente na piscina. Dentro da piscina, foram feitas as atividades de recolher as bolinhas coloridas, com o comando dos professores, os alunos teriam que recolher somente as bolinhas mencionadas. Os alunos também vivenciaram o jogo do bobinho, os professores separam dois times mistos, e os times tinham que manter a posse de bola entre si. Fora da piscina, foram desenvolvidas atividades que desenvolvesse coordenação motora, lateralidade
Palavras-chave: Lazer, Educação Física, Escola
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Abrir o trabalhoO LEGADO DE BÁRBARA DE ALENCAR NA CONSTRUÇÃO DE NOVOS LEITORES: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PIBID/URCA- CAMPUS BÁRBARA DE ALENCAR
ALLAN VIEIRA DE SOUZA; Ana Flávia Pereira de Alencar; Francisco de Olinda
Este estudo relata a experiência de uma oficina pedagógica criada e aplicada pelos bolsistas do Programa Institucional de Bolsas à Iniciação à Docência (PIBID), juntamente com estudantes da turma de 7° ano da escola EEIFETI Presidente Castelo Branco, localizada na zona rural de Campos Sales-CE, refletindo seus impactos no desenvolvimento à leitura dos alunos. O objetivo deste estudo é refletir a respeito do aprimoramento da leitura dos estudantes por meio da realização de atividades coletivas e criativas, utilizando a obra “A invenção de Bárbara de Alencar” de Gylmar Chaves como referência à execução das ações. A metodologia é fundamentada nos pressupostos teóricos de Candido (1999) sobre a literatura como instrumento de formação humana, e de análise qualitativa das produções e discussões literárias realizadas com a turma. A oficina foi estruturada em quatro etapas: (1) apresentação e discussão da obra; (2) leitura coletiva da obra e questionário de fixação; (3) atividade de pintura onde ocorreu a produção de desenhos contextualizados com a obra; (4) aula de campo na Estação de Cultura Ecopedagógica e Instituto Bárbara de Alencar (ECEIBA). Os resultados demonstraram que a abordagem realizada não apenas incentivou o interesse pela leitura e a criatividade dos participantes, mas também acrescentou no avanço do pensamento crítico, refletindo sobre o determinado período histórico que é representado na obra. Conclui-se que a obra "A invenção de Bárbara de Alencar" utilizada como referência para a oficina, foi eficaz em incentivar o interesse pela leitura e a valorização pela história da heroína Bárbara de Alencar. A combinação de atividades coletivas e criativas contribuiu significativamente para a formação de leitores críticos e reflexivos.
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Abrir o trabalhoO PAPEL DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO (AEE) PARA O DESENVOLVIMENTO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
RODRIGO BRITO DE ALMEIDA ; Ana Celia da Silva; Maria Graciete da Silva Rodrigues
Este trabalho tem como tema o papel do Atendimento Educacional Especializado - (AEE) no desenvolvimento de alunos com deficiência intelectual, destacando sua relevância na construção de uma educação verdadeiramente inclusiva. A pesquisa parte da compreensão de que o AEE é um espaço essencial de apoio pedagógico, voltado a complementar e suplementar o ensino regular, oferecendo aos estudantes com deficiência intelectual oportunidades reais de aprendizagem, autonomia e participação ativa no ambiente escolar. O objetivo do estudo é compreender de que forma o AEE contribui para o desenvolvimento cognitivo, social e emocional desses alunos, promovendo avanços significativos em sua trajetória escolar. Busca-se também refletir sobre o papel dos profissionais envolvidos nesse processo e sobre as estratégias que tornam o ensino mais acessível e acolhedor. A metodologia adotada segue uma abordagem qualitativa, com o uso da observação participante. A pesquisa foi realizada no Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcante, localizado na cidade do Crato – Ceará, onde foi possível acompanhar de perto as atividades desenvolvidas no AEE, a rotina dos alunos e as práticas pedagógicas aplicadas pelos profissionais da escola. Essa vivência direta possibilitou uma compreensão mais sensível e aprofundada da relevância do AEE no cotidiano escolar. Os resultados demonstram que o AEE tem papel fundamental no desenvolvimento integral dos alunos com deficiência intelectual, contribuindo para a melhoria da comunicação, da socialização, da autoestima e do desempenho acadêmico. Observou-se que o trabalho colaborativo entre professores da sala regular e profissionais do AEE fortalece o processo de inclusão e torna a escola um espaço mais justo e humanizado. Conclui-se que o AEE é indispensável para garantir o direito à educação inclusiva, devendo ser constantemente aprimorado por meio de formação continuada, recursos adequados e políticas públicas que assegurem sua efetividade.
Palavras-chave: Atendimento Educacional Especializado,Deficiência Intelectual, Inclusão escolar
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Abrir o trabalhoO PIBID como fundamento da práxis docente: experiência do sub-projeto Geografia na EEMTI Alaíde Silva Santos
KELY FELIPE DOS SANTOS ; Rodrigo dos Santos Gonçalves Maropo
O papel do professor em sala de aula é fundamental para a formação dos estudantes, pois é por meio de sua metodologia que ocorre a transmissão de conhecimentos e a formação de cidadãos críticos. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) contribui de forma significativa para a formação de futuros professores de Geografia, ao possibilitar a vivência do cotidiano escolar e a experiência prática da docência. No entanto, a chamada “geografia decorativa” (Pierre Monbeig,1954) ainda é bastante presente nas escolas, marcada pela ausência de análise e pesquisa dos conteúdos, o que compromete a aprendizagem dos alunos. Para mudar esse cenário, a práxis pedagógica de Paulo Freire (1968), se mostra essencial, fundamentada no ciclo de reflexão–ação–reflexão. Assim, o professor deixa de ser apenas transmissor de conteúdos e assume o papel de mediador, instigando a dúvida e a reflexão nos alunos por meio de metodologias de ensino-aprendizagem. Portanto, é indispensável que a práxis pedagógica seja apresentada e vivenciada pelos bolsistas do PIBID, evitando a reprodução da geografia decorativa e promovendo um ensino humanista, crítico e alinhado às realidades dos estudantes. O programa possui um papel fundamental na vida de um docente que pretende exercer essa profissão, pois congrega a teoria e prática, e é na prática que se encontra o caminho que se almeja seguir. O docente tem a oportunidade de viver a realidade da sala de aula, experimentar ministrar aulas, viver e ter experiências com os alunos tem-se a oportunidade de conhecer a sala de aula além das paredes da escola, recebendo o auxílio do professor supervisor que é fundamental nesse processo formativo do docente. Ensinar abre portas, liberta, transforma, e capacita cidadãos, a educação é poderosa quando usada de forma correta. A práxis pedagógica tem o papel de fazer o professor ser flexível e reflexivo, unindo teoria com a prática, pois teoria sem prática não se constrói.
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Abrir o trabalhoO SILÊNCIO DA HISTÓRIA: O APAGAMENTO DOS NEGROS NO CEARÁ E AS VOZES DOS GRUPOS MARGINALIZADOS
KAILANE BEZERRA SILVA; Cicero Eduardo De Lima Roberto
Por muito tempo se convencionou dizer na historiografia cearense que não existiram negros no Ceará, grupo esse que o Brasil possui uma dívida histórica e que, por muito tempo foi silenciado nos espaços de poder da nossa sociedade. Assim sendo, este trabalho, desenvolvido de forma conjunta por dois bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Regional do Cariri, vinculado ao subprojeto de História, intitulado “Religiosidades, saberes tradicionais e os usos de tecnologias digitais na formação de professores”, tem como objetivo promover uma reflexão crítica acerca do apagamento dos negros no estado do Ceará, especialmente no Cariri cearense, e discutir a importância de evidenciar a representatividade negra da região. É válido apontar que esse trabalho surge a partir de uma oficina de mesmo nome, ministrada em sala de aula para alunos do ensino médio, em uma eletiva intitulada “Cultura Tradicional Popular”, onde os bolsistas vêm desenvolvendo atividades desde o início do programa. A oficina ocorreu em dois momentos, sendo o primeiro deles teórico, abordando questões acerca do processo da abolição no estado do Ceará, a ausência de políticas públicas no pós-abolição e como isso resultou no “branqueamento da memória” em nossa historiografia. Propomos, na segunda parte da atividade, a realização de uma pesquisa sobre as principais personalidades negras na região do Cariri, culminando em uma reflexão sobre a invisibilização das pessoas negras na sociedade brasileira e também em um painel construído pelos alunos, com auxílio dos bolsistas que mediaram a atividade. Para embasar a discussão, utilizou-se como referências a obra “História das famílias negras no Cariri Cearense no pós-abolição: apontamentos sobre teoria e metodologia na construção da história afrodescendente”, de autoria de Kassia de Mota Sousa, e “Escravidão, núcleos familiares e mestiçagem: uma análise do Cariri Cearense no século XIX”, da autora Ana Sara Cortez.
Palavras-chave: Silenciamento, Negros, Resistência
Oral
Abrir o trabalhoO TESTE DE CHAMAS COMO FERRAMENTA DE IDENTIFICAÇÃO DE CÁTIONS NO ENSINO DE QUÍMICA
ADRIAN KAUÊ BARBOSA SOUZA; Francisco Franklin Filho
Resumo: A disciplina de Química é comumente classificada pelos alunos como difícil e abstrata. Nessa perspectiva, a utilização de metodologias como a experimentação aproxima o aluno desses conhecimentos e proporciona uma aprendizagem mais significativa. O teste de chamas é uma experiencia clássica da Química que se destaca tanto pela beleza visual quanto pela utilidade prática. Ele permite identificar certos elementos químicos a partir das cores que emitem quando expostos ao calor, despertando a atenção dos alunos. Este trabalho foi realizado no Laboratório de Química do Colégio da Polícia Militar 2ºCPM Cel. Hervano Macêdo Júnior na cidade de Juazeiro do Norte – CE, e teve como objetivo abordar a identificação de cátions a partir do comportamento de diferentes sais metálicos (sódio, potássio, cálcio, cobre e lítio) ao serem expostos a uma chama. Os alunos foram divididos em grupos com quatro participantes, cada grupo preparou pequenas amostras dos sais citados anteriormente, os quais foram submetidos à chama para prosseguirem com as observações de suas cores vivas. As observações foram registradas em sala de aula em uma tabela. Os resultados confirmaram que o teste de chamas é uma forma simples de análise qualitativa e que os alunos conseguem ver na prática a emissão de luz relacionada à estrutura atômica. Por isso, ele costuma ser amplamente utilizado, quando há sais disponíveis, tanto em análises químicas quanto no ensino experimental. Em conclusão, esse tipo de atividade contribuiu de forma significativa para a compreensão dos conceitos químicos, promove o aprendizado ativo, trabalho em grupo, além de desenvolver habilidades práticas e atitudes científicas, despertando o interesse e a curiosidade dos envolvidos
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Abrir o trabalhoO uso das Tecnologias Educacionais na recomposição da Matemática Básica no Ensino Médio
PEDRO ITALO DA COSTA TRAJANO ; Maria Julia Barreto Santos do Nascimento; Diego Santos De Souza; Bárbara Paula Bezerra Leite Lima
A pandemia da COVID-19 impôs à educação desafios sem precedentes, intensificando a defasagem na aprendizagem matemática e evidenciando desigualdades no acesso às tecnologias digitais. A transição abrupta para o ensino remoto emergencial fragilizou o acompanhamento pedagógico e ampliou lacunas em competências fundamentais, sobretudo na aritmética e no raciocínio lógico. Diante desse cenário, torna-se imprescindível adotar estratégias que favoreçam a recomposição das aprendizagens e a retomada de envolvimento os estudantes. Este artigo discute o impacto transformador dos softwares e jogos matemáticos digitais no processo de ensino e aprendizagem, demonstrando que essas ferramentas vão além da simples substituição dos métodos tradicionais. Elas possibilitam a criação de um ambiente educacional dinâmico, interativo e personalizado, que estimula a motivação, o engajamento e o protagonismo dos alunos. O projeto busca fortalecer o aprendizado da matemática básica por meio do uso de recursos multimídia e da personalização do ensino, promovendo o desenvolvimento de habilidades essenciais para o século XXI. Ao longo deste trabalho, buscamos evidenciar que o uso das tecnologias educacionais constitui uma ferramenta significativa no processo de recomposição da aprendizagem matemática, especialmente no contexto pós-pandemia. Observou-se que, quando bem integradas à prática pedagógica, as tecnologias não apenas auxiliam na recuperação de conteúdos defasados, mas também despertam o interesse, o protagonismo e a motivação dos estudantes. O uso de softwares, jogos digitais e recursos multimídia permite tornar as aulas mais dinâmicas e interativas, aproximando a matemática da realidade dos alunos e promovendo uma aprendizagem mais significativa. Assim, reafirmamos que as tecnologias educacionais não substituem o papel do professor, mas o potencializam, oferecendo novas possibilidades de ensino e aprendizagem que atendem às demandas contemporâneas e contribuem para uma educação mais equitativa, inovadora e cativante.
Palavras-chave: Jogos, Tecnologia , Matemática,Aritmética ,Engajamento
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O USO DE ATIVIDADES LÚDICAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ENSINO DE OPERAÇÕES COM NÚMEROS DECIMAIS
RAQUEL BRITO SILVA ; Caic Oliveira de lima
As metodologias lúdicas têm sido apontadas como estratégias eficazes para favorecer a aprendizagem significativa e o engajamento dos estudantes em sala de aula. Nesse contexto, este trabalho apresenta um relato de experiência sobre a utilização de uma atividade lúdica no ensino de Matemática Financeira, em uma turma do Ensino Médio. A proposta surgiu da necessidade de revisar operações com números decimais, diante da baixa motivação dos alunos em exercícios convencionais. Para potencializar o engajamento, realizamos a adaptação de uma dinâmica vista em uma rede social (TikTok), originalmente baseada em um jogo da memória, na qual os participantes observam, recordam e reproduzem informações. Na versão aplicada, as questões foram dispostas de forma desordenada no quadro, numeradas, e os estudantes, divididos em dois grupos, deveriam responder corretamente, um de cada vez, alternando-se entre os colegas. Cada participante precisava ir até o quadro, preencher a questão escolhida e retornar ao grupo, permitindo a vez do próximo. Ao final, foi realizada a correção coletiva, com participação ativa dos alunos. A atividade demonstrou eficácia em promover entusiasmo, cooperação e interesse pela disciplina, além de favorecer a aprendizagem significativa por meio da ludicidade. Constatou-se que a adaptação de jogos para o contexto escolar pode ser uma ferramenta potente de ensino, estimulando não apenas a resolução de problemas matemáticos, mas também o trabalho em equipe e a motivação estudantil.
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Abrir o trabalhoO USO DE ESTRATÉGIAS DE LEITURA EM LÍNGUA INGLESA: A INTERSEMIOSE E A LEITURA DE IMAGENS NO DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES DA BNCC
MATHEUS SIMPLICIO RIBEIRO DA SILVA; Maria Andréa Bezerra Freitas
O ensino de leitura em Língua Inglesa desempenha papel fundamental na formação de leitores críticos, capazes de compreender textos em diferentes contextos comunicativos. Alinhado às orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), este estudo busca investigar como o uso de estratégias de leitura como, por exemplo, skimming, scanning, inferência e ativação de conhecimentos prévios, associadas à leitura intersemiótica de imagens, pode favorecer o desenvolvimento das habilidades de compreensão textual em língua estrangeira. A pesquisa caracteriza-se como qualitativa e descritiva, fundamentada na revisão bibliográfica de Koch e Elias (2008) acerca da compreensão leitora, Souza, Costa, Absy e Mello (2005) tratando das estratégias de leitura em Língua Inglesa e Santos (2021) ao comparar práticas de leitura em Língua Inglesa junto da Base Nacional Comum Curricular. Os resultados preliminares sugerem que a integração entre texto e imagem podem ampliar as possibilidades interpretativas dos alunos, estimulando o raciocínio inferencial e a mobilização de conhecimentos prévios.
Palavras-chave: Leitura,Intersemiose,BNCC
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Abrir o trabalhoO USO DE EXPERIMENTOS NO ENSINO DE ASTRONOMIA E ASTRONÁUTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ENSINO MÉDIO
CIANE MIGUEL DE OLIVEIRA; Helem Hevylly Cândido Rodrigues; Francisca Daniela de Jesus Silva
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), constitui um pilar forte para a formação inicial dos futuros professores da educação brasileira, pois promove uma experiência prática no ambiente escolar. No contexto do ensino de Física, a nível de ensino médio, o PIBID tem contribuído para o desenvolvimento e a aplicação de metodologias de ensino inovadoras, que aproximam teoria e prática e tornam o saber científico mais palpável, descomplicado e encantador. O presente trabalho descreve duas intervenções que aconteceram na EEMTI Presidente Geisel - Polivalente em Juazeiro do Norte, cuja finalidade consistia em fortalecer o estudo da Física, principalmente da Astronomia e Astronáutica, através de aulas práticas, bem como auxiliar na preparação dos discentes interessados em participar da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA). A pesquisa de caráter qualitativo, foi realizada em 2025 e teve como público-alvo alunos da Eletiva Práticas Laboratoriais de Física, com membros de 1º, 2º e 3º anos do ensino médio. A coleta de dados aconteceu mediante o registro dos conhecimentos e atitudes externalizados pelos discentes ao longo da intervenção, a qual aconteceu em três encontros. Um destes foi embasado na temática das Leis de Kepler, em que os discentes receberam um roteiro de prática, responderam um questionário prévio e após uma explicação teórica, realizaram três práticas. A outra intervenção versou sobre eclipses, durou 2 encontros e foi uma preparação voltada para a OBA. Durante as aulas os estudantes participaram ativamente tirando dúvidas e comentando sobre observações pessoais. A análise das informações coletadas, revelou que os discentes possuíam muitos conhecimentos prévios acerca da temática Astronomia, e que as estratégias utilizadas durante as aulas foram capazes de promover significativa participação dos alunos. Foi possível comprovar que a experimentação é sim um recurso valioso na promoção e concretização de aprendizagens.
Palavras-chave: Ensino de Física,Astronomia,Experimentação
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Abrir o trabalhoO uso de jogos e brincadeiras em língua inglesa como uma prática pedagógica no PIBID.
MARIA LUIZA DOS SANTOS ; Yasmin Guedes Ferreira
Em um contexto educacional que clama por abordagens mais eficazes para o ensino de inglês na educação básica, este projeto se justifica pela necessidade de superar as limitações do ensino tradicional, muitas vezes marcado pela passividade discente e desmotivação. O desafio central é transformar a aquisição da língua inglesa de uma obrigação curricular para uma experiência prazerosa e significativa. Para isso, a ludicidade foi eleita como o pilar da intervenção, pois permite a criação de um ambiente de aprendizagem livre de ansiedade, onde o erro é encarado como parte natural do processo, incentivando a interação autêntica e o uso comunicativo da língua. O objetivo geral da pesquisa foi investigar a eficácia da aplicação de atividades lúdicas no desenvolvimento das habilidades comunicativas e na consolidação do conhecimento do idioma, utilizando os jogos como duplos instrumentos: de treino intensivo e de avaliação formativa. A expectativa é que a análise dos dados demonstre um aumento significativo no engajamento e motivação dos alunos nas aulas de inglês, maior retenção de vocabulário e estruturas, além de uma maior disposição para a prática oral. Os resultados visam validar a ludicidade não apenas como um "quebra-gelo", mas como uma metodologia ativa robusta e cientificamente sustentada para o aprimoramento do ensino de inglês na escola pública.
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Abrir o trabalhoO USO DE JOGOS INTERACIONISTAS NO ENSINO DE MATEMÁTICA
CICERO VITO ANDRADE DA COSTA; João Marcos dos Santos Queiroz
É comum que os professores de Matemática sofram dificuldades em conseguir atenção e participação dos alunos em suas aulas ou encontrem uma aprendizagem defasada devido a diversas situações. Cenários como o ensino remoto resultante da Pandemia da COVID-19 e o uso inadequado e sem supervisão de celulares em sala agravaram um desafio já existente: o distanciamento dos estudantes em relação à disciplina. Pensando nisso, sugerimos, através deste trabalho, uma nova prática pedagógica para auxiliar o professor nesse processo tão desafiador, focada em transformar o ambiente de aprendizado. A metodologia de ensino proposta é o uso de jogos interacionistas, uma abordagem que coloca a participação ativa dos alunos como eixo central do processo educativo. Na prática, a estratégia consiste em utilizar jogos de interação que promovam o engajamento coletivo, como gincanas, o formato "passa ou repassa", circuitos de atividades e caça ao tesouro. O intuito principal é promover a aprendizagem significativa, conceito baseado na teoria de David Ausubel, por meio de uma experiência positiva dos alunos com o conteúdo. Essa abordagem busca, primeiramente, desconstruir o estereótipo de que disciplinas como a Matemática são inerentemente difíceis, associando o aprendizado a momentos de colaboração e superação. Além disso, a dinâmica fomenta a interação em dois níveis: a competição saudável entre os grupos e a cooperação entre os participantes da mesma equipe. A troca de informação e a necessidade de comunicar o raciocínio para resolver problemas em conjunto tornam-se fatores extremamente importantes para uma aprendizagem sólida e duradoura. Ao final deste projeto, apresentaremos os resultados exitosos conquistados, que demonstram o impacto positivo do árduo trabalho de promoção da interação ativa dos alunos no processo de aprendizagem, validando a metodologia como uma ferramenta eficaz para o ensino da matemática no contexto atual.
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Abrir o trabalhoO USO DO JOGO LUDO COMO FERRAMENTA LÚDICA NA REVISÃO DE CONTEÚDOS DE QUÍMICA NO ENSINO MÉDIO
KAILANE SANTOS DE LIMA; Adrieli de Fátima Cruz Tavares; Pedro Henrique Delmondes Santos; Francisco Franklin Filho
O ensino de Química apresenta diversos desafios, especialmente no que diz respeito à motivação e ao envolvimento dos alunos durante o processo de aprendizagem. Nesse contexto, estratégias pedagógicas inovadoras, como o uso de jogos didáticos, têm se mostrado eficazes para tornar o aprendizado mais dinâmico e significativo. Considerando isso, este trabalho apresenta uma experiência desenvolvida no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), que teve como proposta utilizar o jogo Ludo como ferramenta para a revisão de conteúdos de Química com turmas do 1º e 3º ano do Ensino Médio do 2º Colégio da Polícia Militar do Ceará, localizado em Juazeiro do Norte. A atividade foi elaborada como alternativa às revisões tradicionais feitas na lousa, buscando promover uma revisão interativa, participativa e prazerosa, especialmente em preparação para as provas específicas da escola. O tabuleiro do Ludo foi adaptado para incluir perguntas relacionadas aos conteúdos estudados, e os alunos foram organizados em grupos que avançavam nas casas conforme acertavam as respostas. Durante a aplicação, observou-se entusiasmo, cooperação e engajamento, além de uma participação mais ativa dos estudantes na revisão dos conceitos. Os resultados demonstraram que a utilização do Ludo contribuiu positivamente para o aprendizado, tornando o processo de revisão mais leve e envolvente. Essa experiência evidencia o potencial dos jogos educativos como recurso metodológico capaz de aproximar o estudante da disciplina de Química e de favorecer a aprendizagem de forma criativa e significativa.
Palavras-chave: Ensino de Química, Jogos didáticos,Ludo, PIBID,Aprendizagem ativa
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Abrir o trabalhoO USO DO JOGO PEDAGÓGICO DE ORDENAÇÃO DE CORES NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO AEE DO ENSINO MÉDIO
CÍCERO FÁBIO DE AQUINO; Mábia Fernandes Silva; Uycileide Rodrigues Pires; Luciana Maria de Souza Macêdo
A Educação Inclusiva visa garantir a aprendizagem significativa de todos os estudantes, respeitando suas particularidades. Nesse contexto, os jogos pedagógicos se apresentam como recursos eficazes para o desenvolvimento de habilidades cognitivas e sociais de forma lúdica. O presente estudo aborda o uso do jogo pedagógico de ordenação de cores como recurso de apoio no processo de aprendizagem de alunos com deficiência intelectual durante o Atendimento Educacional Especializado (AEE) da EEMTI Governador Adauto Bezerra, no Crato-CE. O objetivo central é analisar a contribuição desse recurso no processo de aprendizagem desses estudantes, estimulando a atenção, a concentração e o raciocínio lógico, além de promover a interação social e a motivação dos alunos com deficiência intelectual. A pesquisa seguiu uma abordagem qualitativa e descritiva, com aplicação do jogo em sessões individuais e coletivas, organizadas por níveis de dificuldade. Os dados foram obtidos por meio de observações e registros em diário de campo, considerando aspectos como concentração, interação, dificuldade e evolução das habilidades. Os resultados apontam que a atividade de ordenação de cores favorece a percepção visual, a organização do pensamento e a compreensão de sequências, além de estimular a concentração e a coordenação motora fina. Observou-se ainda que o caráter lúdico da proposta gera maior motivação e participação dos alunos, contribuindo para que eles se sintam parte do processo de aprendizagem de forma mais ativa e significativa. Conclui-se que o uso do jogo pedagógico de ordenação de cores contribui para ampliar as possibilidades de aprendizagem, fortalecendo o papel inclusivo da escola e oferecendo condições para que os estudantes desenvolvam habilidades essenciais em sua formação. Esta é uma ferramenta eficaz e acessível no AEE, pois amplia as possibilidades de inclusão educacional no Ensino Médio, fortalece assim a prática docente e contribui para o desenvolvimento integral.
Palavras-chave: Paramento de cores, Jogo pedagógico, Deficiência intelectual
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Abrir o trabalhoO USO DO JOGO “LIGAR RESPOSTAS” COMO FERRAMENTA LÚDICA PARA O ENSINO DE MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL
MÁRCIO VICTOR OLIVEIRA VENTURA ; Alex de Sousa Barbosa
O presente trabalho tem como objetivo relatar e analisar a aplicação do jogo “Ligar Respostas”, desenvolvido como atividade lúdica para reforçar conteúdos matemáticos trabalhados ao longo do ano letivo. A proposta foi aplicada na turma do 9° ano A da Escola ECIM Dr. Edvard Teixeira Férrer, contando com a participação de oito grupos compostos por quatro alunos cada. O jogo consistia em associar pares de cartas com respostas equivalentes, totalizando 14 pares (28 cartas), abordando temas como jogo de sinais, potenciação, radiciação, porcentagem, soma de frações, equações do 1° grau e produtos notáveis. Também foram incluídos conteúdos ainda não estudados, como teorema de Pitágoras e área da circunferência, servindo como diagnóstico. A metodologia utilizada baseou-se em princípios das metodologias ativas, priorizando a participação efetiva dos alunos e a aprendizagem por meio da ludicidade. Durante a aplicação, observou-se o envolvimento dos estudantes, a troca de conhecimentos e o desenvolvimento do raciocínio lógico. O caráter competitivo e cooperativo do jogo proporcionou uma atmosfera dinâmica e descontraída, favorecendo a socialização e a construção coletiva do saber. Os resultados demonstraram que o uso do jogo despertou o interesse dos alunos pela Matemática, tornando a revisão dos conteúdos mais significativa e prazerosa. Além disso, a atividade possibilitou aos pibidianos identificar as dificuldades e potencialidades individuais dos estudantes, contribuindo para o aprimoramento das práticas pedagógicas. Constatou-se que a ludicidade se revelou um recurso eficaz para promover a aprendizagem significativa, o pensamento crítico e o engajamento dos alunos no processo de ensino-aprendizagem.
Palavras-chave: Ensino de Matematica, Ludicidade,PIBID, aprendizagem significativa, jogos educativos
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Abrir o trabalhoOFICINAS DE GÊNEROS DIGITAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
CÍCERO ÉMERSON DO NASCIMENTO CARDOSO; DAVI FILGUEIRAS FELIX; ELISANGELA BEZERRA DA SILVA; EVELYN MILLYS ALVES DANTAS; JOÃO ALVES SOARES FILHO; JOÃO GABRIEL LIMA DE ALCÂNTARA; VINÍCIUS DE ALBUQUERQUE MARQUES
Este trabalho apresenta reflexões sobre as oficinas de gêneros digitais desenvolvidas pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), da Universidade Regional do Cariri (URCA), em atuação na EEM Governador Adauto Bezerra. Essas oficinas foram realizadas em turmas da 3ª série do Ensino Médio e discorreram sobre os múltiplos gêneros discursivos digitais existentes. Assim, nosso objetivo consistiu em promover espaços, no contexto de sala de aula, para realização de oficinas nas quais fossem explanados conceitos e apresentadas atividades práticas no âmbito da leitura, da análise e da produção textual. Além disso, nossa proposta centrou-se na formação crítica e na ampliação das competências linguísticas dos estudantes para os quais as oficinas foram direcionadas. Teoricamente, consideramos, de acordo com Bakhtin (2016), que todo ato de linguagem é dialógico e realiza-se na relação entre sujeitos concretos. Desse modo, a metodologia adotada articulou: momentos de exposição teórico-dialógica em sala de aula e momentos de atividades práticas, que envolveram o laboratório de informática da escola. Com isso, houve leitura, debate e produção de textos diversos a partir dos quais foi possível utilizar recursos tecnológicos que ampliaram a experiência de construção textual. Os resultados evidenciaram envolvimento significativo dos estudantes, além de contribuições relevantes para o desenvolvimento da criticidade e da autonomia na produção escrita. Portanto, concluímos que o trabalho, que está desenvolvimento, contribuiu para aproximar os conteúdos escolares de Língua Portuguesa das práticas de linguagem próprias da contemporaneidade, o que reafirmou o papel das tecnologias digitais como suporte pedagógico no ensino de Língua Portuguesa. Os produtos desses encontros foram diversificados e abrangeram desde a produção de e-mails até a elaboração de fanfictions escritas pelos estudantes para os quais as oficinas as oficinas foram direcionadas.
Oral
Abrir o trabalhoPATRIMÔNIO VIVO: SABORES, SABERES E MESTRES DO CARIRI CEARENSE
MARCOS EMMANUEL SANTOS DO NASCIMENTO; Laura Stephany Alves Silva; Diego César dos Santos
Este trabalho apresenta o relato de experiência dos Bolsistas do Subprojeto de História do PIBID/URCA, desenvolvido na EEMTI Tiradentes, que propôs a oficina “Patrimônio Vivo: Histórias, Saberes e Sabores” para valorizar expressões culturais e culinárias do Cariri cearense. Partimos do diagnóstico de silenciamentos e da necessidade de reconhecer Mestres e Mestras da Cultura como referências vivas do patrimônio imaterial. Metodologicamente, a intervenção articulou (i) sensibilização sobre patrimônio cultural e identidades territoriais; (ii) mapeamento participativo de saberes e fazimentos locais (culinária, técnicas, ofícios); (iii) reflexão acerca de alimentos tradicionais como dispositivo de memória e patrimônio; e (iv) registro reflexivo (texto e imagem) sobre pertencimento e preservação. Os efeitos observados incluem engajamento discente, ampliação do repertório cultural, reconhecimento de saberes ancestrais e aproximação entre escola, comunidade e universidade. Conclui-se que práticas de educação patrimonial, quando ancoradas no protagonismo de Mestres da Cultura, fortalecem a consciência histórica e a cidadania, oferecendo um itinerário replicável para o ensino de História sensível ao território.
Palavras-chave: patrimônio cultural imaterial, Mestres da Cultura,educação patrimonial,oficina pedagógica,Cariri cearense
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Abrir o trabalhoPESQUISAR, PRODUZIR, FORMAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE PRODUÇÕES ACADÊMICAS NO PIBID DE LETRAS DA URCA
CÍCERO ÉMERSON DO NASCIMENTO CARDOSO; DAVI FILGUEIRAS FELIX; ELISANGELA BEZERRA DA SILVA; EVELYN MILLYS ALVES DANTAS; JOÃO ALVES SOARES FILHO; JOÃO GABRIEL LIMA DE ALCÂNTARA; VINÍCIUS DE ALBUQUERQUE MARQUES
Este trabalho apresenta um relato de experiência acerca das produções acadêmicas desenvolvidas no âmbito do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), em parceria com o Curso de Letras da Universidade Regional do Cariri (URCA) e em atuação na EEM Governador Adauto Bezerra. As ações têm como objetivo favorecer a formação dos bolsistas no campo docente e no campo da pesquisa. Assim, este relato busca evidenciar a relevância do programa não apenas pela inserção do PIBID no ambiente escolar, mas também pelo incentivo e pela ampliação das práticas e competências da pesquisa, da escrita acadêmica e do conhecimento em diferentes formatos de produção. Entre as produções já realizadas, destacam-se: Produção de atividade crítica a partir do livro "Gêneros do discurso", de Mikhail Bakhtin; Comunicações orais do I Ciclo de Debates do PIBID, com base na obra "Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade", de bell hooks; Produção de ensaios acadêmicos que resultaram na publicação do livro "Ensaios sobre gêneros digitais"; Elaboração de relatórios mensais e trimestrais; Construção de Planos de Aula para realização de oficinas; Criação do blog "Gêneros digitais e outros usos tecnológicos para a educação"; Pesquisa para produção do roteiro de um podcast etc. Ademais, foram produzidos: slides, fichamentos e resenhas críticas a partir de leituras relevantes para a formação docente, e que fomentaram discussões e atitudes metodológicas enriquecedoras. As produções acadêmicas da equipe foram desenvolvidas, portanto, com base em pesquisas bibliográficas e análises teórico-críticas com orientação do supervisor, cuja mediação propiciou a consolidação dos processos. Os resultados, ainda em andamento, indicam avanços no perfil acadêmico dos participantes do programa, e na articulação entre teoria e prática, contribuindo para a construção universitária. Além disso, representa possibilidades de extensão e de formação docente crítico-reflexiva.
Oral
Abrir o trabalhoPRÁTICAS PEDAGÓGICAS INSPIRADAS NA ABP COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO DO PIBID: EXPERIÊNCIAS A PARTIR DA TEMÁTICA MULHERES NA CIÊNCIA
CARLOS HENRIQUE DE SOUZA PEREIRA; Maria de Fátima Lacerda Barbosa
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência busca valorizar, por meio de práticas pedagógicas criativas, a profissão docente e aproximar o futuro licenciando da realidade escolar. Entre as práticas no ensino de Ciências, destaca-se a Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP), metodologia que estimula o protagonismo estudantil e a construção ativa do conhecimento. A ABP permite, assim, experimentar algo mais dinâmico, participativo e aprofundado. Neste sentido, o presente resumo busca relatar a experiência desenvolvida pelo subprojeto de Biologia utilizando os princípios da ABP a partir do tema “Mulheres na Ciência”. O estudo se caracteriza como descritivo e exploratório. Para tanto, foi criado um projeto intitulado ‘Mulheres que Inspiram’ pelos(as) bolsistas do programa, em colaboração com os(as) alunos(as) do oitavo e nono ano do ensino fundamental II de uma escola pública em Missão Velha, Ceará – Brasil. O desenvolvimento das ações ocorreu durante o primeiro semestre do ano letivo de 2025, abordando temas como a invisibilização feminina na produção científica e marcos históricos das suas contribuições, sendo implementadas em períodos cedidos pela professora supervisora. Inicialmente, os(as) alunos(as) foram apresentados(as) à proposta do projeto e consequentemente as ações que seriam desenvolvidas. Além disso, buscou-se analisar o interesse dos(as) alunos(as) quanto à participação no projeto. Assim, a experiência foi organizada em etapas que envolveram desde a realização de pesquisas orientadas sobre as cientistas e suas contribuições, roda de conversa, dinâmicas, produção de cartazes e materiais didáticos a partir de reciclagem que posteriormente foram utilizados como parte da aula sobre sistema solar e astronomia. Durante o processo, observou-se um maior engajamento dos(as) alunos(as), que demonstraram interesse em conhecer trajetórias de pesquisadoras, favorecendo a criticidade a cerca da desigualdade de gênero na ciência.
Palavras-chave: Pibid, ABP,Estratégias de ensino,Relato de experiência
Resumo Simples
Abrir o trabalhoPROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA: UMA FERRAMENTA NA ATUAÇÃO E FORMAÇÃO
LEONICE RODRIGUES FRANCISCO DE LIMA; Edinaldo Filho Moreira Nascimento; Ana Raquel da Silva Rocha
O programa institucional de bolsas de iniciação à docência é um programa desenvolvido juntamente com a Capes para que os discentes da universidade ensinem em escolas de Ensino Médio e fundamental, trazendo uma nova possibilidade de ensino para os alunos. Essa abordagem representa um papel fundamental para o desenvolvimento na formação acadêmica. A cada dia a universidade e escola vem entrelaçando as atividades em sala de aula e as práticas que integram os dois espaços. Desse modo, o objetivo deste trabalho é explicitar a experiência do trabalho do PIBID/Geografia com as instalações geográficas no colégio E.E.F Dom Quintino, demonstrando como a geografia escolar permite que os alunos compreendam o mundo e a sua relação com o espaço geográfico promovendo a formação de professores e desenvolvendo uma aprendizagem mais significativa e dinâmica. A metodologia avaliativa aplicada em sala de aula foi o estudo das instalações geográficas com o recorte espacial do Geossítio Colina do Horto na cidade de Juazeiro do norte, com os alunos do 7° ano do ensino fundamental do colégio citado, tendo como cerne o desenvolvimento da metodologia, finalizando com a exposição dos materiais criados na Universidade Regional do Cariri. Os resultados obtidos proporcionaram uma experiência enriquecedora para os discentes, pois de forma prática a atividade os levou a pesquisar e explicar o que desenvolveram com clareza e coerência. Essa experiência vivida fez com que os alunos juntamente com os professores compreendessem a eficácia desse programa para a formação acadêmica e escolar, diante dessa prática concluímos que o Programa de Iniciação à Docência (PIBID) é fundamental para a formação com a experiência direta em sala de aula e laços da universidade com os colégios, desenvolvendo formação e trabalhos de excelência.
Palavras-chave: E.E.F Dom Quintino, Instalações Geográficas,Geossítio Colina do Horto, Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência
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Abrir o trabalhoProjeto: Descomplicando a matemática
CLARISSE ALVES DOS SANTOS; José Andrey de Souza Silva
Este artigo relata uma experiência didática realizada com alunos do Ensino Médio da EEMTI Dona Maria Amélia Bezerra, em Juazeiro do Norte - CE, com o objetivo de revisar os conteúdos matemáticos exigidos na avaliação SPAECE por meio de jogos pedagógicos como estratégia de ensino. A proposta surgiu da necessidade de tornar as aulas de matemática mais atrativas. Sendo fundamentada na teoria das situações didáticas de Guy Brousseau e na abordagem construtivista de Piaget e Vygotsky, visando priorizar a aprendizagem ativa e significativa com o papel ativo do aluno dentro do processo de aprendizagem. As atividades aplicadas foram dois jogos – Corrida Maluca Matemática e Bingo Matemático – ambos planejados para promover o raciocínio lógico, o cálculo mental, a cooperação e o protagonismo dos estudantes na resolução de problemas. A metodologia adotada foi qualitativa, do tipo relato de experiência, com base em observações diretas e registros reflexivos feitos durante as atividades. Os resultados indicaram que a utilização de jogos aumentou o interesse e engajamento dos alunos, favorecendo a cooperação, troca de ideias e a confiança dos alunos diante de desafios matemáticos, contribuindo assim para a consolidação de conceitos matemáticos de forma lúdica e eficaz.
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Abrir o trabalhoProjeto: Descomplicando a Matemática
JOSÉ ANDREY DE SOUZA SILVA ; Clarisse Alves dos Santos
Este artigo relata uma experiência didática realizada com alunos do Ensino Médio da EEMTI Dona Maria Amélia Bezerra, em Juazeiro do Norte - CE, com o objetivo de revisar os conteúdos matemáticos exigidos na avaliação SPAECE por meio de jogos pedagógicos como estratégia de ensino. A proposta surgiu da necessidade de tornar as aulas de matemática mais atrativas. Sendo fundamentada na teoria das situações didáticas de Guy Brousseau e na abordagem construtivista de Piaget e Vygotsky, visando priorizar a aprendizagem ativa e significativa com o papel ativo do aluno dentro do processo de aprendizagem. As atividades aplicadas foram dois jogos – Corrida Maluca Matemática e Bingo Matemático – ambos planejados para promover o raciocínio lógico, o cálculo mental, a cooperação e o protagonismo dos estudantes na resolução de problemas. A metodologia adotada foi qualitativa, do tipo relato de experiência, com base em observações diretas e registros reflexivos feitos durante as atividades. Os resultados indicaram que a utilização de jogos aumentou o interesse e engajamento dos alunos, favorecendo a cooperação, troca de ideias e a confiança dos alunos diante de desafios matemáticos, contribuindo assim para a consolidação de conceitos matemáticos de forma lúdica e eficaz.
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Abrir o trabalhoRECURSO DIDÁTICO LÚDICO PARA A COMPREENSÃO DE ESTRUTURAS MOLECULARES DE HIDROCARBONETOS NO ENSINO MÉDIO
LIDIANE GUEDES ALVES ; Jaqueline de Sousa Santos; Daniel Alexandre Dias da Silva; Ricaelly Silva Santos; Rafael Marinho Bandeira
O ensino de Química Orgânica no nível médio apresenta desafios relacionados à abstração dos conceitos e à dificuldade dos estudantes em compreender a estrutura e a nomenclatura dos hidrocarbonetos. Foi desenvolvido um recurso didático lúdico denominado “Estruturas em Jogo”, voltado para a construção de fórmulas estruturais a partir da nomenclatura dos compostos. O objetivo foi tornar a aprendizagem das estruturas dos hidrocarbonetos mais acessível e significativa, por meio de atividades práticas e interativas que estimulam a participação e a compreensão dos alunos. A metodologia, de caráter qualitativo e descritivo, envolveu a criação de peças em EVA e papel cartão adesivo, com cores e formatos para representar os átomos e ligações químicas: carbono em preto, hidrogênio em cinza, ligações simples em preto, duplas em azul-escuro e triplas em vermelho. O material foi aplicado em grupos de 5 e 6 alunos em uma turma do 3º ano do ensino médio da E.E.M.T.I. Amália Xavier, orientada por um professor e bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID. Os estudantes montaram moléculas de hidrocarbonetos (até 10 carbonos) com base na nomenclatura oficial da União Internacional de Química Pura e Aplicada - IUPAC. As atividades foram registradas por fotos, observações e anotações das dificuldades encontradas. Os resultados obtidos através de analise do desempenho dos estudantes durante a aplicação do jogo, mostraram que a proposta despertou interesse, incentivou a cooperação entre os estudantes e contribuiu para o entendimento das cadeias carbônicas, da quantidade e distribuição das ligações entre os átomos, presença ou ausência de ramificações, bem como de estruturas cíclicas, além de permitir a diferenciação entre fórmulas estruturais expandidas e condensadas. Conclui-se que a utilização de jogos didáticos no Ensino de Química favorece a aprendizagem, reduzindo as dificuldades de abstração, aproximando o conteúdo da realidade dos estudantes e consolidando conceitos fundamentais por meio da prática lúdica.
Palavras-chave: Ensino de Química Jogos didáticos, Hidrocarbonetos, Ludicidade, Representação estrutural
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Abrir o trabalhoRelato de experiência da participação da oficina de instalações geográficas no programa institucional de bolsa de iniciação à docência (PIBID)
ANTONIA MARIA PEREIRA DA SILVA ; Cicero Kauã da Silva cicerokauan.silva@urca.br; Emerson Ribeiro emerson.ribeiro@urca.br
RELATO DE EXPERIÊNCIA DA PARTICIPAÇÃO DA OFICINA DE INSTALAÇÕES GEOGRÁFICAS NO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID) Antônia Maria Pereira da Silva, Cicero Kauã da Silva, Emerson Ribeiro Resumo: Este trabalho tem como objetivo relatar a experiência vivenciada durante a Oficina de Instalações Geográficas, realizada no âmbito do Programa Institucional de Iniciação à Docência (PIBID). A oficina foi ministrada pelo professor Emerson Ribeiro, que é um dos coordenadores do PIBID de Geografia da Universidade Regional do Cariri (URCA), e contou com a participação dos bolsistas do PIBID e outros demais alunos do curso de Geografia. As atividades da oficina foram divididas em quatro etapas, sendo que a primeira foi a apresentação da parte teórica, abordando conceitos, autores e textos. Depois, realizamos o trabalho de campo para coletar anotações, onde a partir delas foi possível elaborar nossas teias de ideias, que resultaram na etapa final: a montagem das Instalações Geográficas e apresentações. A partir do nosso contato com as Instalações Geográficas, que se mostra como uma prática de ensino ativa estimulando a criatividade e a reflexão dos alunos sobre o espaço geográfico, concluímos que essa metodologia pode ser aplicada tanto na educação básica, como no ensino superior, a partir de diferentes propostas. Algumas escolas participantes do PIBID desenvolveram as atividades com os seus estudantes, demostrando o potencial dessa abordagem para tornas o processo de ensino - aprendizagem, mais dinâmico e participativo. A experiência com essa prática de ensino evidenciou seu potencial para estimular a criatividade, a reflexão crítica e a compreensão do espaço geográfico por meio da arte e da criatividade. Palavras-chave: PIBID. Instalações Geográficas. Práticas de ensino. Criatividade. Agradecimentos: Ao Programa Institucional de Iniciação à Docência PIBID – URCA, pelo apoio financeiro e contribuições na nossa formação docente.
Palavras-chave: PIBID,Instalações Geográficas,Práticas de ensino,Criatividade
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Abrir o trabalhoSABÃO EM MÃOS, QUÍMICA EM AÇÃO: INTEGRAÇÃO ENTRE QUÍMICA E ERVAS MEDICINAIS NO ENSINO MÉDIO
JOANA IONARA HENRIQUE; Daniel Izaias de Lima; José Carlos da Silva; Maria Eduarda Oliveira Tavares; Gilmar Alves Matias Filho; Geysa Barreto Brito
A química, quando aplicada de forma prática e contextualizada, torna-se uma poderosa ferramenta de aprendizagem e conscientização. Nesse sentido, as oficinas escolares representam um espaço de experimentação que alia ciência, sustentabilidade e cultura popular. A atividade proposta buscou aproximar os alunos do ensino médio da escola Clotilde Saraiva Coelho em Juazeiro do Norte - CE, dos conceitos químicos e das práticas sustentáveis por meio da produção artesanal de sabonetes com ervas medicinais. Tal atividade é importante para testar os conhecimentos dos alunos sobre plantas medicinais e sua utilização, assim como seus saberes químicos, além de possibilitar uma aula dinâmica no laboratório. Tendo como objetivo promover a integração entre os conhecimentos científicos e os saberes populares, despertando nos estudantes o interesse pela química aplicada, fitoterapia e preservação ambiental, além disso, buscou-se incentivar a aprendizagem interdisciplinar. O desenvolvimento da atividade iniciou-se com uma contextualização histórica do uso de plantas medicinais, seguida de discussões sobre suas propriedades terapêuticas, especialmente as características calmantes e suavizantes da camomila e o potencial digestivo e aromático da erva-doce. Em seguida, foram apresentadas orientações sobre segurança no manuseio dos materiais, medição correta dos ingredientes e etapas do processo de saponificação, que consiste na reação entre um óleo ou gordura e uma base. Durante a prática, os alunos participaram ativamente da pesagem, mistura e incorporação dos extratos das plantas, estabelecendo relações entre teoria e prática e desenvolvendo habilidades de trabalho em equipe. Os resultados foram obtidos através de observações realizadas por nós, visto que os estudantes demonstraram entusiasmo, curiosidade e interesse em compreender tanto o processo químico quanto às aplicações cotidianas do sabonete natural. Além disso, a oficina promoveu reflexões sobre o consumo consciente e a substituição de produtos industrializados por alternativas mais sustentáveis e menos agressivas ao meio ambiente.
Palavras-chave: Sabonete artesanal,Plantas medicinais,Ensino de química,Sustentabilidade,Interdisciplinaridade
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SABERES ANCESTRAIS EM SALA DE AULA: O BRINCAR COMO ATO DECOLONIAL
MARIA CAROLLINE ALVES DE ARAÚJO ; Laysa Muniz Pereira; Raelle Oliveira Gomes
O presente trabalho tem como objetivo, com base no ensino de história, apresentar duas oficinas realizadas em escolas distintas de Ensino Médio. Através deste trabalho, relatamos as experiências de oficinas desenvolvidas na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Wilson Gonçalves e na Escola José Bezerra de Menezes, por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), promovido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). As atividades foram realizadas no âmbito do subprojeto de História da Universidade Regional do Cariri (URCA), cujo tema é Saberes Tradicionais (2022-2024) e Religiosidades, Saberes tradicionais e os usos de tecnologias digitais na formação de professores (2024-2026). Esta pesquisa tem como amparo os trabalhos de Isabel Barca (2004), Thiago Florêncio (2022) e Francisco Joedson Nascimento (2022). Nesse contexto, realizamos oficinas as quais tiveram como objetivo ensinar, por meio de brincadeiras, as vivências e o cotidiano de alguns povos indígenas do nosso país. A oficina foi ministrada para alunos do primeiro ao terceiro ano do ensino médio de ambas as escolas, foi dividida entre dois momentos: a contextualização do assunto, trazendo a importância da preservação da cultura e da memória coletiva, e a parte prática, que foi realizada através de momentos lúdicos e dinâmicos. Como resultado, foi possível demonstrar aos alunos as diversas formas de aprendizagens e promover a decolonialidade do saber.
Palavras-chave: Saberes tradicionais,Ensino,Indígenas,Oficina,PIBID
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Abrir o trabalhoSETEMBRO AMARELO: SAÚDE MENTAL EM FOCO NA EDUCAÇÃO ESCOLAR
ANA KÁLINDA DA SILVA ; Cicera Vâneide da Silva; Cicera Fernandes Cruz Tavares Santana
O presente trabalho relata a experiência desenvolvida pelos alunos do Pibid de Biologia, URCA Campus Missão Velha, com foco no projeto voltado à temática Saúde Mental em uma escola de ensino fundamental, considerando a relevância dessa discussão no ambiente escolar e a necessidade de ampliar ações preventivas. Dessa forma, busca-se promover a conscientização da comunidade escolar sobre a importância do cuidado com a saúde mental, da prevenção de transtornos emocionais e do fortalecimento do apoio entre alunos e professores. O estudo se caracteriza como qualitativo, de caráter explicativo, por meio da realização de atividades lúdicas e formativas com estudantes do 6º aos 8º anos. As ações compreenderam a construção de um painel alusivo ao Setembro Amarelo, distribuição de cartões motivacionais, realização de recreios interativos com músicas e jogos educativos, exibição de filmes no Cine-Pibid, rodas de conversa em sala de aula, palestra com advogados sobre direito à vida, bullying, racismo e ciberbullying, e palestra com psicólogo abordando depressão e ansiedade. Os resultados apontaram maior engajamento estudantil, fortalecimento da interação aluno-professor e criação de espaços de diálogo sobre emoções no contexto escolar. Conclui-se que ações permanentes sobre saúde mental contribuem para a qualidade da educação, reduzem estigmas e favorecem o desenvolvimento integral dos discentes.
Palavras-chave: educação ,Pibid ,relato de experiência ,saúde mental
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Abrir o trabalhoSISTEMA MONETÁRIO E INCLUSÃO: UM PROJETO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA PARA ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA VISUAL
CRISTIANA DAMACENA OLIVEIRA; Erisvânia Gomes da Silva; Uycileide Rodrigues Pires
A educação financeira, articulada à perspectiva inclusiva, é um instrumento de empoderamento social e emancipação cidadã. Para pessoas com deficiência visual (PCDVs), o aprendizado sobre o Sistema Monetário vai além do domínio matemático, promovendo autonomia, segurança e pertencimento diante das demandas econômicas e sociais. O projeto “Sistema Monetário e Inclusão”, desenvolvido na Sala de Recursos Multifuncionais (SRM) da EEMTI Governador Adauto Bezerra, em Crato-CE, teve como objetivo fortalecer a independência de estudantes com deficiência visual por meio da educação financeira acessível e significativa. Com abordagem qualitativa e exploratória, fundamentada na acessibilidade, na pedagogia inclusiva e na aprendizagem significativa, o projeto foi desenvolvido em quatro etapas. Inicialmente, realizou-se uma avaliação diagnóstica acessível para identificar os conhecimentos prévios dos alunos sobre o uso do dinheiro. Em seguida, ocorreram aulas dialogadas e atendimentos individualizados, utilizando recursos adaptados, como cédulas e moedas diferenciadas por textura, materiais em Braille, audiodescrição e softwares leitores de tela. As oficinas práticas de compra e venda permitiram vivências reais, estimulando o raciocínio matemático e a reflexão crítica sobre consumo, valor e planejamento financeiro. A avaliação formativa e contínua foi realizada por meio de observações, portfólios táteis e feedbacks individualizados, priorizando o processo de aprendizagem e o desenvolvimento da autonomia. Os resultados evidenciaram avanços significativos na compreensão do valor do dinheiro, no manuseio seguro das cédulas e na autoconfiança dos participantes, reforçando o papel da educação financeira na inclusão social e cidadania. Conclui-se que o ensino de educação financeira adaptada, aliado às Tecnologias Assistivas, constitui uma prática pedagógica emancipadora e transformadora. Quando o professor atua como mediador sensível e criativo, o aprendizado ultrapassa o conteúdo e se torna uma experiência de vida e de pertencimento, reafirmando o compromisso com uma educação inclusiva, freireana e humanizadora.
Palavras-chave: Aprendizagem Significativa.,Deficiência Visual,Sistema Monetário
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Abrir o trabalhoTECENDO O TEMPO: ENTRE MEMÓRIAS E FONTES
MAYSA DA SILVA LIMA-VERDE ; Luiz Eduardo Alves Matias; Diego César dos Santos
Resumo — Relato de experiência do Subprojeto de História do PIBID/URCA com turmas da EEMTI Tiradentes, cujo objetivo foi estimular a compreensão da História como construção coletiva e interpretativa. A proposta integrou teoria e prática por meio da leitura e da interpretação de diferentes suportes documentais — músicas, jornais, cordéis e relatos orais — aproximando a formação universitária das realidades escolares e sociais. O referencial de consciência histórica (Gontijo, 2019) e de análise de fontes orientou a mediação didática, favorecendo o diálogo entre saberes acadêmicos e populares. A sequência contemplou: (i) sensibilização e discussão conceitual sobre memória, tempo e evidência; (ii) oficinas de leitura crítica de fontes com foco em autoria, circulação e usos do passado; (iii) sínteses colaborativas e devolutivas à comunidade escolar. Como efeitos, observaram-se desenvolvimento de habilidades de pesquisa, docência e comunicação, fortalecimento da autonomia intelectual e do engajamento ético, além de maior percepção do papel social da universidade. Conclui-se que a integração de linguagens e áreas potencializa aprendizagens históricas mais reflexivas, sensíveis à diversidade cultural e com impacto concreto no território.
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Abrir o trabalhoTECNOLOGIAS ASSISTIVAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL
ERISVANIA GOMES DA SILVA ; Cristiana Damacena Oliveira; Uycileide Rodrigues Pires
A inclusão escolar de pessoas com deficiência visual (PCDVs) representa um dos maiores desafios e, ao mesmo tempo, uma das mais potentes oportunidades de inovação pedagógica na contemporaneidade. Nesse contexto, as Tecnologias Assistivas (TA) assumem papel essencial como mediadoras do processo educativo, permitindo o acesso ao conhecimento e à participação efetiva dos estudantes com deficiência visual em todas as dimensões da vida escolar. A TA não se restringe a dispositivos tecnológicos sofisticados; ela engloba um conjunto de recursos, serviços e estratégias pedagógicas que visam eliminar barreiras e promover a autonomia, a comunicação e a aprendizagem significativa. A presente pesquisa, desenvolvida na Sala de Recursos Multifuncional (SRM) da EEMTI Governador Adauto Bezerra — campo de estudo do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) —, utiliza abordagem qualitativa e fundamenta-se em análise documental e observação das práticas pedagógicas voltadas a PCDVs. A partir desse contexto, constata-se que o uso planejado e criativo das Tecnologias Assistivas amplia consideravelmente as possibilidades de aprendizagem, contribuindo para o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social dos alunos. Tais recursos, quando articulados ao currículo e ao trabalho colaborativo entre o professor do AEE e o docente da sala comum, tornam o processo educativo mais equitativo e acessível. Entre os exemplos de TA observados, destacam-se o uso do soroban, da reglete e punção, do sistema Braille, dos softwares leitores de tela como o NVDA e o DosVox, além de aplicativos de reconhecimento de texto e objetos. Essas ferramentas não apenas facilitam o acesso à informação, mas também fortalecem a independência e a autoconfiança das PCDVs, permitindo que participem de forma ativa nas atividades escolares. O uso das TA, entretanto, exige mais do que o simples domínio técnico dos recursos — requer sensibilidade pedagógica, formação continuada e um olhar que reconheça as potencialidades dos estudantes com deficiência visual, compreendendo-os como sujeitos de direito e de saber.
Palavras-chave: aprendisagem, Deficiência visual,Educação Inclusiva,Tecnologias Assistivas
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Abrir o trabalhoTINTAS ARTESANAIS A PARTIR DE SOLOS DO CARIRI CEARENSE: UMA ABORDAGEM INTERDISCIPLINAR ENTRE QUÍMICA, ARTE E SUSTENTABILIDADE
JOSUÉ TEODOZIO LIMA; Cícero Pereira de Sousa; Rafael Marinho Bandeira; Fred Levy Domingos Santos; Maria Eduarda Pereira Leite
O uso de materiais alternativos, de baixo custo e ambientalmente corretos, tem sido uma estratégia adotada na promoção do ensino de Química e de outros componentes curriculares correlatos. A arte de tingir superfícies é milenar e possui finalidades estéticas, funcionais, de proteção, além de aplicações industriais, ambientais e sustentáveis. Este trabalho investiga o uso de solos do Cariri Cearense, coletados no bairro Vila Alta (Crato-CE), como fonte de pigmentos minerais para tintas de baixo custo. As amostras passaram por moagem, peneiramento e lavagem no laboratório da EEMTI Amália Xavier para obtenção dos pigmentos usados nas tintas. A fabricação das tintas consistiu na mistura do material fino extraído de cada solo com cola de acetato de polivinila, utilizada como aglutinante. Foi utilizado o carvão vegetal e o carbonato de cálcio nas quais foram empregados para obtenção das cores preta e branca. As tintas obtidas foram utilizadas na produção de diferentes pigmentos, exibindo uma rica variedade de cores. Alguns estudantes foram selecionados para atuar tanto na confecção das tintas quanto na produção das pinturas. Eles receberam formação sobre técnicas de pintura no Centro Cultural do Cariri Sérvulo Esmeraldo, utilizando materiais obtidos de diversas fontes de pigmentos (curso ministrado pela professora Francynne Galdino). Posteriormente, as obras produzidas pelos estudantes foram confeccionadas em diferentes materiais, como variados tipos de papéis e tecidos. Os trabalhos artísticos realizados demonstram que as tintas podem ser aplicadas na criação de quadros, ecobags e outros produtos. Portanto, o uso de tintas derivadas de fontes minerais representa uma alternativa viável e de baixo custo para a confecção de produtos artísticos, sendo também uma ferramenta eficaz na promoção da educação ambiental, com forte vínculo com a Química Verde e a interdisciplinaridade.
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Abrir o trabalhoTRABALHANDO OS PRIMEIROS SOCORROS NA ESCOLA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA ACERCA DA VIVÊNCIA DO PIBID
KEILA BRUNA DA SILVA SANTOS ; Cicero Pereira dos Santos; José Cleirton Gois Rodrigues; Ana Myrella Almeida Alves; Gabriel Ferreira Silva; Érika da Silva Bezerra
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) na Educação Física proporciona experiências inovadoras, estimulando aulas diversificadas e criativas que muitos alunos não têm acesso na Educação Física escolar, como aula de primeiros socorros, conteúdo importante, mas normalmente negligenciado na educação básica. O objetivo do estudo é refletir a importância do conteúdo de primeiros socorros nas aulas de Educação Física no ensino médio. Trata-se de um relato de experiência dos bolsistas PIBID do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri/URCA, Campus Iguatu/CE. A experiência ocorre na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Governador Adauto Bezerra, Zona Urbana do município, com cerca de 600 alunos. O Núcleo de Iniciação à Docência (NID) do curso de Educação Física atua em uma turma de 2° ano, quatro de 3° anos e no AEE Cumprindo 10 horas semanais (8 em regência e 2 de planejamento). O relato em questão ocorreu a partir de uma aula acerca do conteúdo de primeiros socorros ministrado para as turmas de terceiros anos. As aulas foram ministradas em dois dias da semana, ocorrendo de forma teórica e prática. Inicialmente apresentou-se conceitos mais gerais dos primeiros socorros. Em seguida, técnicas específicas para emergências como afogamento, queimaduras, fraturas, infarto e engasgo. O segundo momento da aula foi caracterizado pela prática, onde os alunos realizaram as técnicas repassadas. Primeiramente, os alunos demonstraram a manobra de Ressurreição Cárdio Pulmonar (RCP) e a Manobra de Heimlich, expondo para seus colegas. Em seguida, usarão papelão e TNT para construção de talas. Por fim, utilizando cola, papel toalha e tintas, os alunos construíram queimaduras artificiais e ao final apresentaram para os colegas. Foi possível identificar que o conteúdo de primeiros socorros foi uma experiência nova para a maioria. Assim, refletiu-se a importância do conteúdo, oportunizando uma aula que estimulou aprendizado e criatividade.
Palavras-chave: PIBID, Pimeiros socorros,Educação física
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Abrir o trabalhoUso de jogos como uma ferramenta lúdica para o ensino de matemática.
MAYARA FREIRE SOARES
O presente trabalho foi realizado na escola EEMTI Dona Maria Amélia Bezerra no 2° ano C, composta por cerca de 35 estudantes da rede pública de ensino. A problemática observada durante as aulas acompanhadas no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) foi a falta de interesse e atenção durante as explicações dos conteúdos abordados pelo professor regente. Com base nessa observação, foi adotada uma metodologia de intervenção pedagógica, utilizando jogos matemáticos como estratégia lúdica de ensino. Foram aplicados dois jogos com objetivo de desenvolver algumas competências e habilidades matemáticas como o cálculo mental, agilidade de raciocínio, planejamento e estratégia matemática. Os dois jogos escolhidos foram os jogos de tabuleiro Domínio e Marco Zero, dos professores realizadores, Wallace Camargo Ferreira e Jussileno Souza da Cunha, respectivamente. Optou-se por esses jogos por se tratarem de atividades mais simples, contudo, que estimula um pensamento matemático crítico. Durante a aplicação, houve uma participação e interesse maior dos estudantes nas dinâmicas, por mais que o início tenha sido conturbado, pois a sala estava um pouco agitada. Após isso foram passadas algumas questões no quadro com o mesmo tema proposto dos jogos e a grande maioria dos estudantes souberam responder de forma correta o que se pedia. Portanto, a utilização de meios não-convencionais de ensino pode auxiliar o professor no processo de ensino-aprendizagem dos jovens alunos em suas turmas.
Palavras-chave: Jogos matemáticos,Ensino lúdico,Aprendizagem significativa
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Abrir o trabalhoVIOLÊNCIA OCUPACIONAL NA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: DIFICULDADES VIVENCIADAS POR PROFISSIONAIS
ANA RAIANE ALENCAR TRANQUILINO
A violência é um fenômeno complexo reconhecido como questão de saúde pública global, representando uma ameaça aos indivíduos e à coletividade. Na Atenção Primária à Saúde, sua proximidade com regiões de maior vulnerabilidade social, a torna um setor de intensificação da violência laboral, expondo os trabalhadores a comportamentos abusivos, ameaças e agressões. Este estudo objetivou identificar as dificuldades enfrentadas pelos profissionais da APS diante de situações de violência ocupacional e seus impactos. Trata-se de um estudo exploratório-descritivo, com dados qualitativos, realizado entre março a maio de 2024 com 20 profissionais da Atenção Primária à Saúde (enfermeiros, médicos, técnicos de enfermagem, odontólogos e Agentes Comunitários de Saúde) de Juazeiro do Norte e Crato, Ceará. A coleta de dados se deu por meio de entrevistas semi-estruturadas, analisadas com o auxílio do software IRAMUTEQ. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com parecer de número 5.934.372. O perfil da amostra foi majoritariamente feminino, com predominância da categoria de enfermagem e faixa etária entre 30 a 50 anos. A análise dos dados, a partir dos relatos dos profissionais, revelou dificuldades multifatoriais, que transcendem o ambiente físico, incluindo: falta de segurança física e emocional; insuficiência de suporte institucional e da equipe; complexidade na comunicação com a comunidade; e despreparo frente à alta periculosidade local. Tais fatores geram, segundo os discursos, sentimentos de tristeza, opressão, incapacidade e Desestabilização da saúde mental e bem-estar dos profissionais. Diante do exposto, a violência ocupacional na Atenção Primária à Saúde é um problema complexo, que exige a implementação urgente de estratégias como a criação de protocolos de segurança, o fortalecimento do suporte psicossocial e ações de educação permanente para o manejo de conflitos, visando à proteção dos trabalhadores e à qualidade da assistência.
Palavras-chave: Violência no trabalho1,Profissional de saúde2,Atenção Primária à Saúde3
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Abrir o trabalhoVIVENCIANDO A GESTÃO DEMOCRÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PIBID PEDAGOGIA-URCA
MARÍA ELARYCE DE ARAUJO CLEMENTE; Maria das Dores Linda Inês Lima de Souza Filha; Maria Sueni Fernandes Santos
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), desenvolvido pelo Núcleo de Iniciação à Docência, que procura fortalecer e valorizar a formação inicial de professores, proporcionando aos estudantes de cursos de licenciatura a oportunidade de vivenciar, de forma orientada, o cotidiano escolar. Essa pesquisa busca apresentar as ações desenvolvidas no NID Gestão Escolar do Subprojeto PIBID Pedagogia-URCA em parceria com a escola de Educação Básica. É um relato de experiência das atividades realizadas na Escola de Ensino Fundamental Aldegundes Gomes de Mattos, localizada na zona urbana do município do Crato – CE. Foram desenvolvidos estudos sobre o Regimento Escolar-RE Projeto Político-Pedagógico-PPP e intervenções em sala de aula na turma do terceiro ano dos anos inicias do Ensino Fundamental. Entre as atividades em sala de aula realizamos no período do mês de março até abril, uma discussão sobre o conceito de gestão, partindo de uma perspectiva mais ampla como: gestão do país, estado e município, até chegar na Gestão Escolar. Ferreira (2000) destaca que a Gestão Escolar Democrática seria um valor mundial, apesar de nem sempre ser incorporado à práxis social global e educacional. Nesse sentido, iniciamos discutindo os direitos e deveres dos professores e discentes, visando a importância de ter um líder de sala para melhor a organização e a gestão da sala. Os próprios alunos de forma sigilosa realizaram a votação, escolhendo o líder e o vice-líder. Dessa forma, os estudantes compreenderam que a gestão está presente em vários âmbitos da sociedade inclusive dentro da sala de aula, facilitando a organização e o aprendizado. Assim, o PIBID contribuiu para o desenvolvimento e o conhecimento sobre a gestão democrática.
Palavras-chave: Gestão democratica,PIBID,Educação
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Abrir o trabalhoVIVÊNCIAS E APRENDIZAGENS NO ENSINO DE INGLÊS NO PIBID: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
ADRIANA AGUSTINHO DA SILVA ; Daniel da Silva Pinheiro; Luan Victor Ferreira de Brito; Luiz Silvestre Neto
Este presente trabalho tem como objetivo relatar as vivências dos bolsistas do PIBID na Escola EEMTI Dona Maria Amélia Bezerra no município de Juazeiro do Norte - CE. Essa experiência em andamento tem marcado nossa formação docente de maneira concreta e reflexiva. Ministramos eletivas de Inglês com música; Inglês para o ENEM, assim como aulas regulares, utilizamos Brown(2015) e Vygotsky(1998) para auxílio em nossa didática e metodologias. Além disso, participamos de atividades fora da escola tais como reuniões, rodas de conversa, minicursos, que são também essenciais para formação docente. Para as aulas de Inglês com música optamos por utilizar o método expositivo dialogado. Selecionamos letras que incluem conteúdos gramaticais programados, assim como optamos por letras com temáticas mais aproximadas do mundo real, onde os alunos pudessem enxergar essas temáticas no seu cotidiano. Da mesma forma o método expositivo dialogado foi utilizado nas aulas de Inglês para o ENEM, foram usados alguns materiais da SEDUC e de nossa autoria, dentro desses materiais estão presentes dicas sobre o vestibular, aulas preparatórias, preparação psicológica para a realização do exame, além de desenvolver de forma interativa a habilidade de leitura. Portanto, temos conseguido executar as aulas com êxito diante de toda a preparação pela qual temos passado, boa parte dos alunos de nossas turmas demonstram interesse e são participativos, o que nos faz sentir que estamos fazendo um bom trabalho. As orientações constantes do nosso supervisor tem sido fundamental para nortear reflexões críticas sobre nossas escolhas metodológicas e para fortalecer nossa autonomia crescente. Ao relatar essas experiências, enfatizamos a junção entre teoria e prática: as leituras e referências acadêmicas orientam a ação, enquanto o contato direto com alunos revela nuances que só a prática permite perceber.
Palavras-chave: Formação Docente, Língua Inglesa, Relato de Experiência
Resumo Simples
Abrir o trabalhoVivências no AEE: Relatos de Bolsistas PIBID-Matemática sobre Inclusão Escolar
EUDES FELIPE SOUZA DA SILVA ; Luiz Fernando Costa Silva
Este artigo expõe a experiência de bolsistas do Programa de Iniciação à Docência do curso de Matemática da Universidade Regional do Cariri – PIBID/MAT-URCA – no Atendimento Educacional Especializado – AEE – e relata ações pedagógicas inclusivas realizadas. A proposta foi fundamentada utilizando os referenciais de Vygotsky e Piaget para direcionar intervenções que buscassem a iniciativa ativa e a aprendizagem baseada na construção do conhecimento do educando com deficiência matriculado no ensino regular. Quanto à metodologia utilizada, seguiu-se uma abordagem qualitativa, regida pela análise dos educandos participantes e pela aplicação de oficinas realizadas semanalmente, às terças-feiras, pela manhã, com média de 15 alunos participantes que são atendidos pelo AEE, e essas oficinas são realizadas no Colégio ECIM Dr. Edward Teixeira Férrer, durante o ano letivo de 2025. A produção e o uso do Tangram e do Bingo da Divisão aproveitam recursos de fácil obtenção. Evidentemente, tal estratégia apresentou impactos notórios em como os conceitos de matemática – como geometria e divisibilidade – foram introduzidos. Observou-se, por parte dos alunos, interesse em conceitos matemáticos de área, perímetro e critérios de divisibilidade. A iniciativa baseada em Vygotsky e sua noção desenvolvimentista da ZDP e no construtivismo de Piaget foi fundamental no avanço dos alunos. Além disso, essa vivência permitiu aos futuros educadores apropriarem-se de um senso crítico e de adaptação à realidade, outorgando-lhes as chaves para proceder em qualquer ambiente educativo. Em síntese, a integração da formação docente à realidade específica do AEE é motivadora e necessária para a proposta de uma educação matemática que atenda às demandas da heterogeneidade. A prática reflexiva e a adaptação de material didático revelaram-se exitosas para o cumprimento desse objetivo, justificando a necessidade de que este tipo de mediação se estenda e se consolide no tocante à formação docente.
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Abrir o trabalho“QUE TIRO FOI ESSE?”: RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A PRÁTICA DE PAINTBALL NO ENSINO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
CICERO PEREIRA DOS SANTOS ; Keila Bruna da Silva Santos; Ana Beatriz Pereira Sousa; Nicole Oliveira Sampaio; Geovane Silva de Lima; Érika da Silva Bezerra
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), na Educação Física (EF), durante o Ensino Médio (EM), promove aulas críticas e reflexivas, incentivando os alunos a refletirem sobre a diversidade das práticas corporais e temas de relevância social. Assim, a prática de Paintball surge como proposta pedagógica incomum na escola, mas que contribui para a formação dos estudantes. O estudo tem como objetivo relatar as experiências da prática do paintball no ambiente escolar, durante as aulas de EF no EM. Trata-se de um relato descritivo, baseado em anotações de diários de campo, onde foram registradas as vivências dos bolsistas PIBID, do Curso de EF da Universidade Regional do Cariri (URCA), Campus Iguatu/CE, tendo como campo de atuação, a EEMTI Governador Adauto Bezerra. As aulas ocorreram nas turmas de 3° anos, com duas aulas seguidas de EF, permitindo vivências teóricas e práticas. No primeiro momento, abordaram-se conceitos, origem, objetivos e regras do Paintball, além de diálogo sobre violência, legalização de armas e justiça social, relacionando o jogo a questões sociais. Na parte prática, as atividades foram realizadas na quadra e no pátio. Na quadra os alunos foram divididos em duas equipes para jogar o "Paintball Queimada", uma adaptação da Queimada e do Paintball, com alguns obstáculos simbolizando um campo de batalha. No pátio, também foram formadas duas equipes, com o objetivo de proteger suas bandeiras e tentar capturar a do time adversário, onde foram utilizados alguns saquinhos de água, simulando a "tinta" do Paintball. Umas das dificuldades foi a resistência inicial da gestão escolar, que justificou que a prática poderia sujar o pátio e atrapalhar as aulas, mas a atividade foi bem aceita pelos alunos e realizada como planejado. A experiência reforça a importância do PIBID no EM, ao proporcionar aos estudantes novas oportunidades de aprendizado, que dificilmente seriam vivenciadas fora desse contexto.
Palavras-chave: Educação Física escolar, Paintball, PIBID
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Abrir o trabalhoA LITERATURA INFANTIL COMO CONSCIENTIZADORA DA PREVENÇÃO DO ABUSO SEXUAL INFANTIL – UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PIBID ALFABETIZAÇÂO DA UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI.
ROSEANE DA SILVA CAMPOS ; Leidiany Aparecida da silva cordeiro; Tainá da Silva Esmeraldo; Karine Feitosa Carlos Santana; Alvara de Sousa santos
O presente trabalho destaca a importância da conscientização das crianças frente ao abuso sexual, de forma que saibam quais os toques podem ou não, uma vez que o abuso sexual infantil é realidade de muitas crianças e poucas sabem reconhecer. Dialogando com Rocha (2024) e observando a Organização Mundial de Saúde (OMS), compreendemos a importância de ações educativas para que as crianças possam identificar, nomear e denunciar abusos caso aconteçam, buscando proteger as crianças. O trabalho foi desenvolvido junto ao PIBID-Alfabetização da URCA, efetivado no Centro de Educação Infantil Ailza Gonçalves, no Crato-Ceará. Aproveitamos a campanha nacional Maio Laranja, que é o mês de conscientização do abuso infantil, e contamos a história A Menina das Cores (Cândido, 2021), buscando promover um diálogo sobre a temática e após um reconto com semáforo do toque, em que as crianças destacaram quando o toque é bem-vindo, além da importância de pedir ajuda para um responsável. Esta prática foi desenvolvida na turma do infantil IV, onde as crianças puderam interagir e falar sobre quem pode pegar no corpo delas. A escuta das crianças nos mostrou que elas estavam atentas: "minha mãe me banha"; “não deixo ninguém tocar no meu Piu-Piu”, e a turma toda sorriu. Falas como estas nos mostram o valor que a literatura tem para a construção de uma sociedade mais segura. Foi incrível o quanto esse momento ficou na memória das crianças, ver que elas levaram realmente para a vida. Meses depois, uma criança chamou uma das bolsistas para ajudar a usar o banheiro. Antes de ajudá-la, pedimos sua permissão para tocá-la e então a menina disse: “só um responsável pode me ajudar a tirar a roupa, né?”, destacando que os ensinamentos ficaram enraizados nela, pois confirmou que as crianças aprenderam e seguem ensinando ao afirmar que “se alguém tocar errado tenho que contar”. Assim, com esses diálogos podemos perceber o quanto a literatura abriu portas para a conscientização e prevenção ao abuso sexual e ao cuidado do seu corpo, ajudando as crianças entenderem como se protegerem.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoDRAMATIZAÇÃO E APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA: ESTUDO NO INFANTIL 4 A PARTIR DE UMA EXPERIÊNCIA DO PIBID
MARIA LARYSSA MOURA SOARES ; Miguel Junior Zacarias; Rafaela Gomes Silva; Bruna de Queiroz Lima; Ana Carolina Costa Bastos; Yngrid Larissa Araújo Martins
esumo:A dramatização é uma prática pedagógica fundamental na Educação Infantil, pois favorece o desenvolvimento integral das crianças. Este trabalho analisa os impactos positivos que a dramatização e o teatro exercem nesse processo, a partir de uma observação feita no infantil IV da escola EEIEFTI. Prof Álvaro Rodrigues Madeira situada no bairro sertãozinho Crato-CE. Para tanto, trabalhamos com uma revisão bibliográfica; destacamos especialmente a fase Pré-operatória (2 a 7 anos) descrita por Piaget em “A representação do mundo na criança” 2° edição (2005), momento em que a criança desenvolve o pensamento simbólico e faz a transição do concreto para o abstrato. Nessa etapa, as representações teatrais constituem uma fonte rica de estímulos à imaginação, à linguagem, à socialização e à expressão de sentimentos. Assim, a dramatização configura-se como um recurso lúdico e significativo para potencializar a aprendizagem e o desenvolvimento infantil. Além disso, utilizamos como embasamento teórico a Base Nacional Comum Curricular- BNCC (2017), em especial os campos de experiência “O eu, o outro e o nós” e “Escuta, fala, pensamento e imaginação”, que reforçam a importância das interações, da expressão e da criatividade no processo educativo. Dessa forma, conclui-se que a dramatização, além de ser uma atividade lúdica, é também um instrumento pedagógico potente, capaz de integrar emoção, conhecimento e socialização, contribuindo para a formação integral das crianças e para uma educação mais criativa e humanizadora. Assim, os resultados apontam que a dramatização não apenas contribui para o aprendizado de conteúdos escolares, mas também fortalece aspectos emocionais, cognitivos e sociais das crianças, tornando o processo educativo mais dinâmico, criativo e significativo.
Palavras-chave: Dramatização,Educação infantil,lúdico,desenvolvimento
Oral
Abrir o trabalhoFOLIA DE REIS: TRADIÇÃO E CULTURA CELEBRADAS NO 2º ANO
CICERA ENMILLY MARINS DE SOUSA ; Maria Eugênia Barbosa; Juliana Mayane Sobreira Xavier
A Folia de Reis, reconhecida como patrimônio cultural da humanidade, representa uma expressão significativa da cultura popular do Cariri cearense, destacando-se por sua riqueza simbólica e diversidade. Este relato tem como objetivo apresentar e refletir sobre a experiência de alunas bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID/URCA – Alfabetização) na realização de atividades pedagógicas com crianças do Ensino Fundamental I, enfatizando a valorização da cultura local no contexto educativo e sua contribuição para o processo de alfabetização e letramento. A experiência envolveu 23 crianças da turma do 3 ano, sendo desenvolvida a partir de um projeto que integrou a temática da Folia de Reis ao processo de aprendizagem, por meio de atividades de leitura, música, confecção de coroas e a Durante as vivências, foi realizada a leitura do livro “A Folia de Reis”, de Maria Geane Dias da França Feitosa, além da audição da música tradicional “Ó de casa, ó de fora”, com o intuito de aproximar os estudantes da sonoridade e do ritmo característicos da celebração. Também ocorreu uma roda de conversa sobre o folclore do Cariri e a tradição da Lapinha, seguida de atividades de dramatização e produção artística inspiradas nos personagens da festividade. A alfabetização foi trabalhada por meio de desenhos e imagens do livro, estimulando a identificação de letras e palavras de forma lúdica. As ilustrações ajudaram na associação entre o visual e o escrito, tornando o aprendizado mais significativo e prazeroso. Por fim, confeccionaram coroas decoradas, vivenciando de forma lúdica e criativa as tradições locais. Os resultados demonstraram elevado engajamento e motivação dos estudantes, bem como avanços nas práticas de leitura e escrita. Conclui-se que a inserção da cultura popular nas práticas pedagógicas do ensino fundamental contribui para o fortalecimento da identidade cultural, a ampliação dos vínculos comunitários e a promoção de aprendizagens significativas, configurando-se como uma estratégia transformadora no contexto escolar.
Oral
INCLUSÃO E AFETIVIDADE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
MYRLA LAYANE SOUZA RODRIGUES ; Tainá da Silva Esmeraldo; Karine Feitosa Carlos Santana
As experiências lúdicas educativas são ferramentas poderosas no processo de aprendizagem, promovendo uma conexão entre professores e crianças. Kraemer (2007), enfatiza que, é imprescindível que as escolas inovem, criando atrativos que possam competir com os interesses tecnológicos fora do ambiente escolar. Diante disso, este estudo objetiva detalhar estratégias de vivências lúdicas educativas que melhore o processo de aprendizagem de crianças com deficiência, no Centro de Educação Infantil – CEI Ailza Gonçalves Felício, em Crato-CE, As atividades realizadas partiram de observações pontuais feitas a partir da rotina de dentro da sala de referência, buscando respeitar individualidades, preferências, e, o desejo da criança de participar das propostas. Utilizamos musicalização, pintura, desenho, jogos e brincadeiras, Com vista à inclusão, a atividade consistiu no reconhecimento das letras, onde a professora entregou uma folha com diversas letras para cada criança e pediu que marcasse com o lápis apenas a letra estudada no dia, no caso, a consoante “B” observando que duas crianças autistas não se interessaram pela atividade, a professora mudou a estratégia, decidindo colar a atividade no quadro e entregou pincel e tinta guache para cada uma. Além de pintar a consoante estudada, as duas crianças ainda cantavam enquanto pintavam, sentindo-se protagonistas dos seus processos de ensino e aprendizagem. Essa atividade buscou desenvolver habilidades sensoriais, cognitivas e sociais. Nesse caso, percebe-se que ações simples, como a adaptação da atividade para incluir recursos que atendem à diferentes necessidades de aprendizagem das crianças podem ter um impacto significativo. Cada mudança realizada na abordagem não apenas enriquece a atividade em si, mas também reforça a importância da inclusão e da afetividade no ambiente escolar. Pois, a aprendizagem vai além de um mero processo cognitivo; ela também envolve uma dimensão afetiva.
Palavras-chave: Educação Infantil, Afetividade Inclusão, Estratégias, Aprendizagem
Resumo Simples
Abrir o trabalhoA BUSCA DO SELO: RUMO A UMA ESCOLA SUSTENTÁVEL PERMANENTE
LEONARDO MOREIRA LOUZADA; Esmerinda Naylha da Silva; Celly Maria Pessoa de Sales; Maria do Carmo Ferreira Lopes; Carolina Gonçalves Mota; Haleteia Figueiredo de Oliveira Brito; Cicero Magerbio Gomes Torres
O presente trabalho apresenta a experiência desenvolvida na EEMTI Prefeito Raimundo Coelho Bezerra de Farias, localizada no bairro Seminário, em Crato-CE, no âmbito do PIBID-Biologia, tendo como foco a implementação permanente da sustentabilidade como um princípio fundamental da escola. A partir da criação do projeto institucional “Escola Verde: Construindo um futuro sustentável”, buscou-se integrar ações pedagógicas e ambientais voltadas para a obtenção do Selo Escola Sustentável, reconhecimento concedido pela Secretaria da Educação (SEDUC) e Secretaria do Meio Ambiente e Mudança do Clima (SEMA), às escolas comprometidas com práticas socioambientais contínuas. Dentre as ações desenvolvidas, destaca-se a implantação da horta escolar, onde foram cultivadas hortaliças como coentro e alface, totalizando cerca de 10 kg produzidos, entre distribuídos e comercializados, gerando R$100,00 em arrecadação. Na coleta de materiais recicláveis, foram reunidos 62,54 kg de garrafas PET, 24,06 kg de alumínio e 195,85 kg de ferro, totalizando 282,45 kg de resíduos e R$ 351,00 arrecadados. Ao todo, as ações geraram R$ 451,00, dos quais 30% do tocante aos recicláveis (R$ 94,00) foram destinados ao grêmio estudantil, parceiro ativo nesta atividade. Também foram plantadas 20 mudas de árvores nativas e frutíferas — como ipê, araçá, amora, caju, jatobá e sabiá, que compõe um plano de arborização da área externa da escola, além de espécies medicinais cultivadas em pneus descartados e reutilizados para este fim, unindo o conhecimento botânico ao cuidado ambiental e à valorização estética do espaço escolar através da pintura dos pneus. Todos os produtos e materiais foram comercializados no próprio bairro, fomentando a economia local. Conclui-se que a busca pelo Selo Escola Sustentável representa mais que a conquista de um título: é um processo formativo contínuo que integra alunos, professores e comunidade em uma vivência concreta de educação ambiental e transformação do espaço escolar.
Palavras-chave: sustentabilifdade, escola verde, pibid, educação ambiental, selo escola sustentável
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Abrir o trabalhoA CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA O AVANÇO DA APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS
BRUNA REIS BRITO ; Cicera Juliana Alves Pereira; Rafaela Gomes Silva; Vanessa Bezerra Bernardo; Miguel Junior Zacarias Lima
O presente trabalho aborda a relevância do Programa de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), cuja principal finalidade é aproximar os licenciandos à prática docente, para uma profícua formação em Pedagogia. Desse modo, tem-se uma análise sobre algumas atividades do programa desenvolvidas na escola Prof. Álvaro Rodrigues Madeira, nas turmas de 1º e 5º anos do Ensino Fundamental I. Assim, verifica-se como tais atividades contribuem para a promoção da articulação entre teoria e prática na formação de professores. Em face do que o programa orienta, os bolsistas têm realizado práticas pedagógicas pautadas em atividades lúdicas que incentivam a participação dos alunos envolvidos, o que reflete no processo de aprendizado contínuo. Para subsidiar a discussão teórica desse trabalho, foi utilizada o pensamento de Paulo Freire (1987), que orienta que o ensino deve ser calcado entre teoria e prática. Com isso, o PIBID oferta essa aproximação quando proporciona que o graduando antes de ir estagiar tenha contato com a sala de aula. A metodologia deste trabalho consiste em estudos bibliográficos, bem como de relatos descritivos das experiências vivenciadas pelos discentes do curso de Pedagogia envolvidos no programa. Ressalta-se que as atividades iniciaram com a observação em sala. Em outro momento, houve o reforço individual com os alunos. Também foi promovido o trabalho da leitura e escrita com o uso de metodologias mais lúdicas, a saber, o teatro e jogos com as letras do alfabeto, que tiveram como finalidade incentivar o interesse pela leitura nas crianças. Deve-se salientar que o programa está logrando resultados eficazes, posto que é notório o envolvimento dos alunos das turmas que participam das atividades propostas, bem como uma participação maior dos discentes em sala, o que está contribuindo no avanço significativo da leitura e na interpretação textual. Portanto, conclui-se que o PIBID contribui de forma significativa para o avanço do desempenho escolar e, principalmente, para a formação docente, que é o objetivo do programa.
Palavras-chave: PIBID,ATIVIDADES LÚDICAS,APRENDIZAGEM,FORMAÇÃO DOCENTE
Resumo Simples
Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DA CONSCIENTIZAÇÃO AMBIENTAL NA ELETIVA DEBIOLOGIA EM FOCO: UMA ABORDAGEM MULTIFACETADA
MARIA ISABEL ANDRADE SILVA ; Pedro Henrique Andrade do Nascimento; Carlos Alberto Soares Vidal
As mudanças climáticas não envolvem somente fatores físicos, masprincipalmente de ordem política, e a escola cumpre um papel fundamental nadiscussão do tema. No novo ensino médio, as disciplinas eletivas seapresentam como sendo uma proposta para os estudantes aprofundaremconhecimentos de acordo com seus interesses. Apesar das problemáticas queas envolvem, como falta de estrutura, falta de professores e oferta limitada, épossível utilizar a eletiva para trabalhar conteúdos de forma contextualizada.Com isso, o presente relato tem como objetivo discorrer sobre as experiênciasdos pibidianos, junto à eletiva Biologia em Foco em relação aos processos desensibilização dos estudantes para a urgência de ações concretas e diminuiçãodos impactos causados pelo exercício do modelo de produção atual. O relatose apresenta como sendo de natureza qualitativa e descritiva, desenvolvido naEEMTI Figueiredo Correia, em Juazeiro do Norte – CE, durante o segundosemestre de 2025. Quanto às ações realizadas, foram utilizadas exibição defilmes e vídeos, organização de debates, atividades e estudos dirigidos a fim deimpulsionar a reflexão crítica sobre as temáticas apresentadas. Ao final decada aula, foram escritos pequenos textos sobre o assunto abordado, para aconfecção de um jornal, que será exibido ao final da eletiva. Foram abordadoso filme "O Lorax", uma animação crítica à exploração de recursos naturais, e ovídeo “Entenda o desmatamento na Amazônia de um jeito simples”, de FelipeCastanhari. Realizou-se também uma aula sobre a Conferência das NaçõesUnidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 (COP 30), que será sediada noBrasil, em Belém - PA. Conclui-se que os alunos se sentiram impulsionadosatravés do pensamento crítico ao tempo que propuseram ideias de intervençãonos bairros e na cidade. Dessa forma, a prática docente não deve se pautar natransmissão de informações; é preciso criar conexões reais que dialoguem coma linguagem e os interesses dos educandos.
Oral
Abrir o trabalhoA LEITURA DO MUNDO PRECEDE A LEITURA DA PALAVRA: IDENTIDADE CULTURAL E ALFABETIZAÇÃO NO PIBID PEDAGOGIA
YNGRID LARISSA ARAÚJO MARTINS; Amanda Leite Oliveira; Rafaela Gomes Silva; Vanessa Bezerra Bernardo; Bruna de Queiroz Lima; Ana Carolina Costa Bastos; Maria Laryssa Moura Soares; Miguel Júnior Zacarias Lima
Ao dizer que a leitura do mundo vem antes da leitura da palavra, Freire (1985) mostra que, quando os alunos chegam à escola, já trazem consigo conhecimentos, experiências e maneiras de entender a realidade. Assim, para que a aprendizagem seja realmente significativa, o educador precisa valorizar essa bagagem cultural, reconhecendo que o processo de alfabetização deve ser um diálogo com a vida dos estudantes. O objetivo desse estudo é analisar como a articulação da cultura nas práticas de leitura e escrita favorece a alfabetização e a identidade cultural dos alunos. A metodologia utilizada foi o relato de experiência, a partir das práticas realizadas no Núcleo de Leitura e Escrita do Subprojeto Pedagogia do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). As atividades foram desenvolvidas com as turmas de 4º e 5º ano da Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental de Tempo Integral Professor Álvaro Rodrigues Madeira, no município do Crato, através do Projeto "Herdeiros da Cultura: resgatar para pertencer". Inspiradas pelas concepções político-pedagógicas de Freire, as intervenções incluem rodas de conversa, contação de histórias, leituras da tradição popular, produções textuais coletivas e atividades artísticas que aproximam leitura e escrita da cultura do Cariri. Foi observado um maior engajamento e participação nas discussões e atividades, melhora na elaboração dos sentimentos e ideias expressados nas produções escritas e maior consciência linguística, crítica e social. Conclui-se, portanto, que, ao integrar a cultura local ao processo de alfabetização, o aprendizado se torna mais significativo, colaborando para a formação de cidadãos críticos e conscientes da realidade em que estão inseridos, e de seu papel social na transformação desta.
Palavras-chave: Educação,Cultura,Alfabetização,Letramento,Anos Iniciais
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Abrir o trabalhoA prática do handebol em uma escola de ensino fundamental I
TÍFANE BRAGA TEIXEIRA; Jonnyelly Barbosa Soares Silva; Sara Lessa Lima; Jose Cicero Cabral de Lima Junior
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) na Educação Física utiliza-se de todas as dimensões do conhecimento (conceitual, procedimental e atitudinal) para desenvolvimento das aulas, de modo a formar professores com maior clareza do ensino didático–pedagógico. Assim, dentro do programa, o esporte Handebol é uma das modalidades que podem ser trabalhadas no âmbito escolar. O Handebol trata-se de um esporte coletivo e de invasão, que possui como principal característica o passe da bola com as mãos. Este esporte pode contribuir em diversos aspectos, como, para aprender a trabalhar em grupo, desenvolvimento e aprimoramento do repertório motor e cognitivo. O presente estudo tem objetivo de relatar a experiência de alunos bolsistas do PIBID na implementação do conteúdo de Handebol em uma escola pública de ensino fundamental. Trata-se de uma abordagem qualitativa que buscou descrever as vivências dos discentes durante o 1° bimestre letivo do ano 2025 na E.E.F.T.I Tabelião Expedito Pereira, no município de Juazeiro do Norte-CE. Participaram do estudo 42 alunos devidamente matriculados nas turmas dos 4° anos, de ambos os sexos e com faixa etária de 10 anos de idade. Após trabalhar o conteúdo programado de forma teórico-prática, realizou-se o 1° Campeonato do PIBID Tabelião (CAMPITAB) como culminância do trabalho realizado, possibilitando, que os alunos pudessem colocar em prática todo o conhecimento adquirido ao longo do 1° bimestre em situação de jogo/competição. Durante a intervenção foi necessário sempre reforçar regras da modalidade e enfatizar que a educação física não se resume somente ao futebol, uma vez eu esta modalidade ainda é a mais popular para os alunos. Ao final do semestre os alunos demostraram mais interesse pela modalidade, se diferenciando do início onde apresentaram resistência. Notou-se que os meninos apresentaram uma melhor compreensão de regras e lógica interna do jogo, diferente das meninas, principalmente devido ao fator de inserção das meninas, nos esportes ser reduzido em relação aos meninos. Dessa forma, foi possível uma experiência que veio a somar nas relações com os colegas e no aprimoramento dos métodos como docentes
Palavras-chave: Educação física ,handebol, esporte
Oral
Abrir o trabalhoAPROXIMAÇŌES DA UNIVERSIDADE DENTRO DA ESCOLA PÚBLICA PARA UMA PEDAGOGIA HISTÓRICO CRÍTICA
BRUNA QUEIROZ; Ana Carolina Costa Bastos; Amanda Leite Oliveira; Maria Laryssa Moura Soares; Rafaela Gomes Silva; Vanessa Bezerra Bernardo; Yngrid Larissa Araujo Martins; Miguel Junior Zacarias Lima
APROXIMAÇŌES DA UNIVERSIDADE DENTRO DA ESCOLA PÚBLICA PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA HISTÓRICO CRÍTICA Bruna de Queiroz Lima1 , Amanda Leite Oliveira2,Ana Carolina Costa Bastos3 , Maria Laryssa Moura Soares4, Miguel Junior Zacarias Lima5, Rafaela Gomes Silva6, Vanessa Bezerra Bernardo7 , Yngrid Larissa Araujo Martins¨8, Resumo: A Universidade Regional do Cariri por meio do Programa de Iniciação à Docência (PIBID), proporciona aproximações e vivências diárias em sala de aula na qual a presente pesquisa busca discutir por meio da Pedagogia Histórico Crítica a problemática central dos métodos e processos, na organização dos mesmos e do saber sistematizado com eixo central nas contribuições teóricas de Dermeval Saviani sobre o ato de refletir suas influências nas práticas pedagógicas do ensino. A presente pesquisa tem a pretensão de discutir a seguinte problemática atual: Como levar a Pedagogia Histórico Crítica para a sala de aula? . Essa pesquisa de cunho qualitativo tem o desejo de propor uma didática fundamentada na Teoria Histórico Cultural de Vigotiski (Zona de Desenvolvimento Iminente) por meio de um novo nível de desenvolvimento atual e as cinco fases desenvolvidas por Saviani (2012). Dessa forma, valorizar a importância de trazer o debate promovendo um pensamento crítico através das experiências proporcionadas pelo Programa de Iniciação à Docência ( PIBID) que por meio das vivências diárias nos leva a questionamentos sobre problemáticas reais, que é reflexo de um sistema de ensino fracassado em nosso País.
Palavras-chave: Prática Pedagógica Histórico Crítica, Emancipação contra Hegemônicas,Didática
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Abrir o trabalhoARTE COM PAPELÃO E AS DIFERENTES POSSIBILIDADES DE CRIAÇÃO.
DEIVINHY VILAÉCIO SANTOS GONÇALO ; Paloma Piancó de Oliveira; Daniel Davidson Silva Bezerra; Fábio José Rodrigues da Costa
Por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID, subprojeto Artes Visuais pela Universidade Regional do Cariri (URCA), pensamos e tivemos a oportunidade de colocar em prática o “ateliê arte com papelão” na escola EEF. João Alencar de Figueiredo, localizada no bairro João Cabral, em Juazeiro do Norte-CE. O ateliê nasce como uma possibilidade de aproximar os estudantes da escola de práticas artísticas que valorizem materiais acessíveis, como o papelão, material de baixo custo e reciclável, com grande disponibilidade e capacidade de se transformar em diversos suportes. Tivemos como propósito promover e incentivar experimentações artísticas a partir do uso do papelão, explorando a sua versatilidade, desde o fácil acesso ao seu manuseio. As bases para esse trabalho consistiram em levar nossas produções pessoais e em referenciar artistas contemporâneos como o pernambucano Francisco Mesquita, que trabalha o papelão como suporte para pintura e colagens, e a argentina Miqui Lilintal, que constrói máscaras tridimensionais. Exploramos esse material em diferentes técnicas, como colagem 3D, recorte, construção de objetos tridimensionais e modelagem em papel machê. Os métodos utilizados possibilitaram o desenvolvimento de habilidades manuais e cognitivas, e foi possível notar a evolução dos estudantes ao executar as atividades propostas, usando o papelão com mais autonomia e criatividade. A experiência comprovou a importância da valorização do processo, mais do que o produto final, e que usar o papelão como matéria-prima foi uma estratégia fundamental para promover a experimentação de diferentes possibilidades de criação artística no contexto escolar, por se configurar uma materialidade mais democrática.
Palavras-chave: Artes Visuais,Ateliê ,Papelão,PIBID
Resumo Simples
Abrir o trabalhoAS CONTRIBUIÇÕES DOS JOGOS PEDAGÓGICOS PARA ALUNO COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO — REDE REGULAR DO MUNICÍPIO DO CRATO (CE)
IRISMAR TANASIO DA SILVA; Francisc Gomes Feitosa; Maria Graciete da Silva Rodrigues
A aprendizagem de alunos com deficiência intelectual no ensino regular exige práticas pedagógicas diferenciadas que garantam a aprendizagem, a participação social e o desenvolvimento integral. Nesse sentido, os jogos pedagógicos assumem papel relevante no Atendimento Educacional Especializado (AEE), especialmente em salas de recursos multifuncionais, pois possibilitam o ensino de forma lúdica, concreta e motivadora. Este trabalho teve como objetivo analisar as contribuições dos jogos pedagógicos no processo de aprendizagem de uma aluna com deficiência intelectual atendida no AEE de uma escola da rede regular, destacando avanços cognitivos, comunicativos, motores e socioemocionais. A pesquisa, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, foi desenvolvida como um estudo de caso, por meio de observações diretas durante as atividades realizadas na sala de recursos multifuncionais, registros em diário de campo e análise de relatórios pedagógicos. Os resultados evidenciaram que o uso dos jogos favoreceu a atenção, a memória, o raciocínio lógico e a construção de habilidades cognitivas, além de ampliar a comunicação e proporcionar maior interação social, promovendo cooperação, respeito às regras e fortalecimento da autoestima. Observou-se também que os jogos pedagógicos contribuíram para o desenvolvimento da coordenação motora fina e global, bem como para a autonomia da estudante em tarefas escolares e de vida diária. Conclui-se que o uso intencional e adaptado de jogos pedagógicos no AEE constitui uma estratégia eficaz para potencializar habilidades e competências de alunos com deficiência intelectual, contribuindo para sua inclusão educacional e social e fortalecendo a articulação entre sala de recursos, turma regular e família.
Palavras-chave: Atendimento Educacional Especializado,Deficiência intelectual,Jogos Pedagógicos
Oral
Abrir o trabalhoATELIÊ COMO LUGAR DE ESCUTA, FRUIÇÃO E CRIAÇÃO
BRENDA MARIA FEITOSA CASTRO; José Carlos Pereira Vieira; Daniel Davidson Silva Bezerra
: A vivência do ateliê, desenvolvida na Escola de Ensino Fundamental João Alencar de Figueiredo, alocada na EEF Professora Iva Emídio Godim, situada no bairro João Cabral, em Juazeiro do Norte, constitui-se como um espaço de fruição e experimentação artística na linguagem do desenho utilizando o tecido como suporte. No encontro com o fazer, emergiram as potencialidades já presentes nas participantes, revelando modos singulares de ver, sentir e se expressar no mundo. O PIBID Artes visuais integra esse movimento como presença, fortalecendo vínculos entre universidade e escola e contribuindo para que o cotidiano educativo se torne também território de criação e partilha de conhecimento e pesquisa de técnicas e materiais. Durante nossas vivências identificamos que o espaço do ateliê se constituiu como um território de reconfiguração simbólica, onde o sensível e o pensamento criativo puderam dialogar. Inspiradas pela concepção de ateliê proposta por Vea Vecchi, compreendemos o ateliê como um ambiente de pesquisa estética, em que o fazer artístico é uma forma de pensar, sentir e pertencer. O ateliê torna-se lugar de escuta e invenção, onde o educador atua como mediador poético, abrindo caminhos para que os estudantes expressem suas subjetividades e suas próprias narrativas. O Ateliê de Desenho sobre Tecido se caracterizou principalmente por ser espaço em que exploramos o desenho como linguagem e o tecido como suporte. Ao longo dos encontros, desenvolvemos atividades voltadas à compreensão dos fundamentos básicos das artes visuais, como forma, linha, textura, luz e sombra, proporção e dimensão, experimentando modos de ver e representar o mundo dos participantes. Elaboramos propostas de pensar o desenho inspirados nos princípios da Gestalt, buscamos perceber a relação entre figura e fundo, o que se revela e o que se oculta na imagem através de modelos, exercitando o olhar para além da imagem pronta e reconhecendo o processo como parte essencial da criação. Com base nisso, essas experiências nos orientaram para a proposta de criação de bandeiras autorais, em que cada participante foi convidado a dar forma a um símbolo que representasse algo significativo de si, de seu g
Oral
Abrir o trabalhoATELIÊ DE AUDIOVISUAL
MIKAELLE AMARO A. ROBERTO ; Weslley Lima de Oliveira; José Jaildo da Silva Oliveira; Fábio José Rodrigues da Costa
O presente trabalho relata a experiência que vem sendo desenvolvida no Ateliê de Audiovisual, na escola E.E.M. Prefeito Antônio Conserva Feitosa, em Juazeiro do Norte-CE, por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto Artes Visuais, da Universidade Regional do Cariri. O ateliê tem por objetivo aproximar os/as estudantes com a linguagem audiovisual, especialmente, no que tange a técnica de animação stop-motion, desse modo, unindo arte e tecnologia. Os/as estudantes tiveram acesso, inicialmente, a esta linguagem por meio de referências teóricas e, posteriormente, mediante contato com vídeos produzidos utilizando outras técnicas diferentes de animação. No decorrer do ateliê, foram realizadas várias práticas, as quais, os/as alunos/as puderam experimentar a técnica de animação stop-motion usando objetos do cotidiano, criando e animando personagens feitos com massinha de modelar, papeis etc. e a técnica de animação pixilation. A experiência contemplou também, a confecção de brinquedos ópticos como o zootrópio, taumatrópio e o flipbook. Todas essas experiências fizeram com que os/as estudantes pudessem entender e aprender, na prática, como criar a ilusão do movimento por meio de imagens fotográficas sequenciadas, dando “vida” a seres e objetos inanimados, utilizando-se de técnicas de animação. Os encontros semanais do Ateliê de Audiovisual, tem apresentado resultados significativos no tocante ao processo criativo e produção das animações dos/as alunos/as. Se observarmos as primeiras animações realizadas e fizermos uma análise comparativa com as animações produzidas recentemente, veremos um salto qualitativo em relação ao uso de materiais, suportes e aplicação das técnicas de animação, comprovando que, de fato, os/as estudantes se apropriaram desses conhecimentos. Nesse contexto, ressaltamos que estas vivências têm contribuído bastante para a formação docente dos pibidianos, no tocante a aproximação e atuação dentro do espaço escolar, compreendendo os desafios que encontrarão futuramente, enquanto professores de Arte.
Palavras-chave: Artes Visuais,audiovisual, Ateliê,Animação,Stop-Motion
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoAteliê de colagem: A arte como expressão artística, democrática e acessível
DHEYSI LARA GOMES AGOSTINHO; Ana Laíza Bezerra Duarte; Daniel Davidson Silva Bezerra; Fábio José Rodrigues da Costa
O ateliê de colagem, foi desenvolvido por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), Subprojeto Artes Visuais, na Escola João Alencar de Figueiredo, localizada no bairro João Cabral, em Juazeiro do Norte. A proposta consistiu em abordar a colagem como um método democrático e acessível, estimulando a experimentação artística a partir de materiais diversos, exercitando tanto a técnica quanto a subjetividade dos alunos. Inspirou-se nas criações de artistas como Gê Viana, Célio Celestino e Daiana Terra (Subversiva), abordando temáticas ligadas a questões sociais e culturais e promovendo reflexões sobre identidade, cotidiano e memória. A metodologia integrou conversas dialogadas, exposições teóricas, uso de slides, demonstrações e experimentações práticas, mesclando trabalhos individuais e coletivos. Durante os encontros, os alunos realizaram suas próprias experimentações, explorando ideias e mensagens pessoais. Ao longo dessa proposta, o ateliê proporcionou uma experiência de aprendizagem significativa, tanto do ponto de vista técnico quanto poético, em que o processo da colagem se tornou um exercício de criatividade e reflexão crítica, consolidando-se como uma possibilidade concreta de construção de linguagem capaz de comunicar experiências de ensino-aprendizagem, histórias e perspectivas de mundo.
Palavras-chave: Colagem,experimentação artística,reflexão,processo criativo
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoAteliê de Desenho
ALEXSANDRO VINICIUS MELO DA COSTA; ANA IZA LOPES DA SILVA; KAROL LUAN SALES OLIVEIRA; FÁBIO JOSÉ RODRIGUES DA COSTA
Partimos do conceito de ateliê de acordo com Vecchi (2017), o qual norteia as atividades do Subprojeto de Artes Visuais PIBID. Refletindo sobre o ateliê — esse lugar que pode assumir várias formas e espaços —, realizamos na E.E.M.T.I Alaíde Silva Santos, o Ateliê de Desenho, pensado com a finalidade de ser um lugar para desenvolver as habilidades já existentes na prática de desenho, focando nas especificidades dos alunos, pensando e criando possibilidades dentro do ateliê enquanto lugar de experimentação, de modo a tornar o desenho expressão do pensamento crítico dos alunos enquanto indivíduos. A partir dessas proposições, apresentamos os processos poéticos de artistas na linguagem do desenho e realizamos atividades prático-teóricas, conforme as necessidades de cada aluno, suas habilidades e pretensões quanto ao ato de desenhar. Assim, acreditamos que seja possível alcançar os objetivos iniciais do projeto, atendendo às necessidades dos alunos e obtendo evolução significativa nas suas habilidades. Dessa forma, é perceptível que o ateliê é importante tanto para os alunos quanto para os iniciantes à docência que, com essa proposta pedagógica, podem exercer a prática docente enquanto estão em processo de formação.
Palavras-chave: Desenho, Docência, Ateliê
Oral
Abrir o trabalhoAteliê de Fotografia: foco criativo
LUIS FELIPE DOS SANTOS LEAL; Kaylanne Adriano Gonçalves; José Jaildo da Silva Oliveira; Fábio José Rodrigues da Costa
Resumo:O ateliê de fotografia, ao longo dos meses de trabalho, teve como objetivo a experimentação de imagens para além do simples registro fotográfico enquanto técnica. Buscou-se despertar experiências e expressões sensíveis do olhar individual e artístico dos estudantes da Escola EEM Prefeito Antônio Conserva, estimulando a criatividade e o estudo de referências que se relacionassem, direta ou indiretamente, com a arte fotográfica. Foram apresentadas diversas experiências e percorridos diferentes caminhos, como a fotopintura, o fotobordado, experimentações técnicas de composição e uso da câmera, além da construção de equipamentos, como caixas de iluminação. Também foi promovida a introdução dos estudantes aos espaços expositivos, com o propósito de refletir sobre os sentimentos de pertencimento a esses locais. Em paralelo aos momentos de produção, os pibidianos, a partir da nutrição estética proporcionada pela apresentação de imagens e pelas visitas a espaços expositivos, articularam os conceitos trabalhados, discutiram e refletiram sobre a estética e a poética das produções artísticas. Esse processo fortaleceu o imaginário coletivo e impulsionou novos desdobramentos dentro do ateliê, abrindo margens para diferentes possibilidades criativas.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoAteliê de fotografia:foco criativo
KAYLANNE ADRIANO GONÇALVES ; Luís Felipe dos Santos Leal; José Jaildo da Silva Oliveira; Fábio José Rodrigues da Costa
O Ateliê de Fotografia, do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) do Curso de Artes Visuais da Universidade Regional do Cariri, tem por objetivo a experimentação de produção de imagens para além do simples registro fotográfico enquanto técnica. Buscou-se despertar vivências e expressões sensíveis do olhar individual e artístico dos estudantes da E.E.M. Prefeito Antônio Conserva Feitosa, em Juazeiro do Norte-CE, estimulando a criatividade e o estudo de referências imagéticas que se relacionassem, direta ou indiretamente, com a linguagem fotográfica. Foram apresentadas aos estudantes algumas referências fotográficas criadas por artistas, os quais, exploraram diversas técnicas aplicando intervenções em fotografias, por meio de pintura (fotopintura) e linhas (fotobordado). Desse modo, os/as alunos/as também puderam entender e colocar em prática técnicas de composição fotográfica e uso da câmera, quanto as suas configurações para capturar imagens com qualidade. Nos encontros desse ateliê, foi possível realizamos a construção de equipamentos de iluminação de baixo custo utilizando caixas de papelão como suporte para fazer refletores softbox. Os/as estudantes vivenciaram momentos significativos para além dos muros da escola. Por meio de visitas a espaços expositivos da região do Cariri, com o propósito de refletir sobre os sentimentos de pertencimento a esses locais, eles/elas tiveram o contato direto com trabalhos artísticos (fotografias, desenhos e pinturas), exercitando o olhar através da apreciação estética/artística.
Palavras-chave: Fotografia ,experimentacao,criatividade
Oral
Abrir o trabalhoAteliê de Gravura: Traçando Idéias.
FRANCISCA ELIVONETE DE SOUZA NASCIMENTO ; Francisca Cassilane de Morais; Karol Luan Sales Oliveira; Fábio José Rodrigues da Costa
Esta pesquisa integra o subprojeto de Artes Visuais do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Regional do Cariri (URCA), desenvolvida na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral (E.E.M.T.I.) Alaíde Silva Santos, localizada no bairro Horto, em Juazeiro do Norte – CE. O projeto tem como objetivo geral investigar como a vivência em um ateliê de gravura pode contribuir para o desenvolvimento do pensamento artístico e crítico dos estudantes, promovendo o diálogo entre a universidade e a escola. A metodologia da pesquisa envolve a observação participante durante os encontros do ateliê, o registro das atividades em diário de campo e a análise das criações visuais e relatos dos alunos, buscando compreender os processos de aprendizagem e criação artística no contexto escolar. Durante o processo, são explorados materiais acessíveis, como borrachas escolares, Etileno Acetato de Vinila (EVA), isopor e papelão, além de técnicas de impressão diversas. O referencial teórico baseia-se em autores como Ana Mae Barbosa (1991), que defende a importância da arte na formação sensível e crítica, por meio da Abordagem Triangular, incentivando o fazer artístico, leitura de imagens e contextualização e da Fayga Ostrower (2004), que aborda a criação como processo de construção de sentido. Como referência artística, destaca-se a Lira Nordestina, um dos mais importantes centros de xilogravura do Brasil, e artistas como José Lourenço Gonzaga, cuja produção está ligada à cultura local e à memória popular. Espera-se que o ateliê amplie a compreensão dos estudantes sobre o universo da gravura e das Artes Visuais, fortalecendo a inserção da arte como campo de conhecimento essencial na educação básica.
Palavras-chave: Gravura, Educação Artística, PIBID, Ateliê de Gravu
Resumo Simples
Abrir o trabalhoAteliê de Pintura: Experimentando o Pintar
MÁRIO RAMON MACEDO DE ARAÚJO ; Marciano do Nascimento Berlamino; Jose Jaildo da Silva Oliveira; Fabio Jose Rodrigues da Costa
O Ateliê de Pintura intitulado Experimentando o Pintar do Subprojeto Artes Visuais do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Regional do Cariri, debruça o olhar sobre o processo de vivências, ensino e aprendizagem das práticas artísticas, com as/os estudantes da Escola de Ensino Médio Prefeito Antônio Conserva Feitosa, em Juazeiro do Norte-CE. Realiza-se assim, uma pesquisa teórico-prático sobre as criações artísticas, materialidades, texturas e suportes da pintura a fim de desenvolver, junto com as/os estudantes, uma aprendizagem de ateliê a partir da Abordagem Triangular (Barbosa, 2012), baseados em três eixos interligados. O primeiro eixo é o fazer artístico, no qual a/o estudante, em seu processo criativo produz suas próprias pinturas, experimentando texturas, pigmentos, materialidades, tintas e suportes; o segundo eixo se caracteriza pela apreciação ou leitura de imagens da arte e da cultura visual, que envolve a capacidade de observar, analisar e interpretar práticas artísticas criadas por artistas que apresentamos durante nossos encontros semanais; o terceiro e último eixo é a contextualização, onde a partir das criações das/dos artistas caririenses e cearenses a/o estudante situa o objeto e a/o artista em seu contexto histórico, social e cultual, entendo a importância de aproximar a/o estudante ao conhecimento e a estética da arte do cotidiano. O Ateliê de Pintura também teve por desdobramento, a apresentação das criações no I Congresso Ambiental Científico da escola, promovendo a interdisciplinaridade como outros componentes curriculares, buscando o diálogo entre o ateliê e outras áreas do conhecimento. O trabalho desenvolvido no Ateliê de Pintura objetiva também, ser fonte de pesquisa e referência para outros estudos da formação de professores no campo das Artes Visuais.
Palavras-chave: Ateliê, Abordagem Triangular,Artes Visuais
Oral
Abrir o trabalhoCAMINHOS DE UM TRAÇO: O ATELIÊ COMO ESPAÇO DE EXPERIMENTAÇÃO
VITÓRIA EMILLY DA SILVA MOURA ; Lucas Andrades da Silva; José Jaildo da Silva Oliveira; Fábio José Rodrigues da Costa
Ao firmamos os ateliês nas escolas por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto Artes Visuais, propomos um espaço de ampla experimentação nas Artes Visuais. Entre o contextualizar, o apreciar e o fazer artístico (Barbosa 2012), o Ateliê de Desenho “Caminhos de um traço” desenvolvido na Escola de Ensino Médio Prefeito Antônio Conserva Feitosa, localizada em Juazeiro do Norte-CE, utilizou-se do “não sei desenhar” (frase recorrente entre algumas pessoas), para orientar a elaboração do planejamento dos encontros. Sendo essa uma afirmativa comum entre adolescentes, propomos trabalhar as práticas do ateliê tendo como ponto de partida os desenhos que os/as próprios/as estudantes já produzem no cotidiano. Nesse contexto, enquanto norteadores dessa proposta, apresentamos algumas perspectivas, até então, desconhecidas por eles/as, tencionando formas de elaborar o desenho e propondo exercícios que pudessem auxiliar em seus fazeres artísticos, com o intuito de estimular o pensamento expandindo as possibilidades de criação com diferentes materiais e suportes. Por este caminho, experimentamos a construção de Histórias em Quadrinhos, despertando o imaginário dos/as alunos/as para narrativas visuais que fossem além do conceito tradicional de super-herói, trazendo referências imagéticas que contrastassem com as influências estrangeiras dominantes. O percurso formativo iniciou-se com o estudo dos elementos de uma HQ, na composição de páginas e letras, nos simbolismos utilizados, culminando no lançamento dessas narrativas em alguns formatos independentes. Assim, reconhecemos a contribuição do Ateliê de Desenho não só dentro da escola, mas também como um diálogo confluente entre a universidade, os/as alunos/as e a comunidade, afirmando também a arte como campo epistemológico que contribui para o pensamento crítico/reflexivo.
Palavras-chave: Artes Visuais,Desenho,Ateliê,Escola,Experimentação
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoCIÊNCIAS NA PRÁTICA: A EXTRAÇÃO DO DNA COMO ESTRATÉGIA DE APRENDIZAGEM ATIVA NO ENSINO DE BIOLOGIA
LUCAS RAFAEL DA SILVA; Jaine Gonçalves Beli; Adrielson José da Silva; Cicera Danubia Alexandre Silva; Carolina Gonçalves Mota; Haleteia Figueiredo de Oliveira Brito
A oficina “Introdução ao DNA e sua importância biológica” foi realizada na E.E.M.T.I. Prefeito Raimundo Coelho de Farias, como parte das ações do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) subprojeto Biologia da Universidade Regional do Cariri (URCA). Dessa forma, o presente trabalho teve como objetivo relatar a experiência com o desenvolvimento da referida oficina, tendo em vista a articulação entre teoria e prática no ensino da disciplina, de modo a estimular uma aprendizagem significativa e contextualizada. O relato caracterizou-se como qualitativo e descritivo, fundamentado na perspectiva pedagógica da práxis, no protagonismo discente e na construção ativa do conhecimento. A metodologia consistiu na execução de um experimento de extração de DNA a partir da banana, utilizando materiais acessíveis e de baixo custo. As etapas envolveram a preparação da amostra, ruptura das membranas celulares, filtração e precipitação da molécula, seguidas da observação e análise dos resultados. Essas ações permitiram aos estudantes relacionarem conceitos teóricos à prática e aos avanços da biotecnologia. Além disso, foi promovido um momento de discussão coletiva, no qual os alunos refletiram sobre as aplicações e implicações científicas do DNA. A participação ativa dos estudantes favoreceu o desenvolvimento de habilidades investigativas, o pensamento crítico, a autonomia e a construção colaborativa do conhecimento. Os resultados evidenciaram que a utilização de metodologias ativas, aliada à prática laboratorial, tornou o processo educativo mais dinâmico, significativo e contextualizado, fortalecendo o interesse dos alunos e a capacidade de reflexão científica. Concluiu-se que práticas pedagógicas voltadas para a experimentação e a participação efetiva dos discentes representaram estratégias relevantes para o ensino de Biologia, contribuindo para a formação de sujeitos críticos, reflexivos e engajados no ambiente escolar.
Palavras-chave: ensino científico,experimentação,práxis pedagógica,protagonismo
Resumo Simples
Abrir o trabalhoCOMUNICAÇÃO ALTERNATIVA AUMENTATIVA E APRENDIZAGEM: ESTRATÉGIAS PARA ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NÃO VERBAL NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO”
FRANCISCA GOMES FEITOSA; Irismar Tanasio da Silva; Maria Graciete da Silva Rodrigues; Luciana Maria de Souza Macêdo
Resumo: O Atendimento Educacional Especializado promover a inclusão e o desenvolvimento de estudantes público-alvo da Educação Especial, eliminando barreiras pedagógicas e comunicacionais. Entre esses estudantes, destacam-se aqueles com Transtorno do Espectro Autista, que apresentam limitações significativas na comunicação oral e encontram dificuldades para participar plenamente das atividades escolares. Nesse contexto, para aluno com TEA não verbal a Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) configura-se como recurso essencial, permitindo ao aluno expressar necessidades, sentimentos, opiniões e interagir social e academicamente. O presente estudo tem como objetivo analisar estratégias da professora SRM que favoreçam o uso da CAA no Atendimento Educacional Especializado, promovendo aprendizagem significativa e inclusão real. A metodologia adotada caracteriza-se como estudo de caso, com observação das interações do aluno com a professores, entrevistas semiestruturadas com o professor do AEE e familiares, e análise de materiais pedagógicos adaptados. Os resultados indicam que a eficácia da CAA depende da prática docente intencional, da escolha adequada de recursos, da articulação com a família e colegas, e da integração das estratégias ao currículo escolar. Conclui-se que o uso estruturado da CAA no AEE não apenas favorece a comunicação funcional, mas também contribui para o desenvolvimento cognitivo, social e acadêmico de estudantes com Transtorno do Espectro Autista não verbal, evidenciando a necessidade de práticas pedagógicas planejadas e formação docente.
Palavras-chave: Comunicação Alternativa e Aumentativa. Transtorno do Espectro Autista. Atendimento Educacional Especializado
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoCONHECIMENTO E CONSCIENTIZAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DA ELETIVA DE EDUCAÇÃO SEXUAL NA COMPREENSÃO DOS MÉTODOS CONTRACEPTIVOS
ESMERINDA NAYLHA DA SILVA ; Maria do Carmo Ferreira Lopes; Celly Maria Pessoa de Sales; Leonardo Moreira Louzada; Haleteia Figueiredo de Oliveira Brito; Cícero Magerbio Gomes Torres
O trabalho intitulado “Conhecimento e Conscientização: a importância da eletiva de Educação Sexual na compreensão dos métodos contraceptivos” relata uma experiência educativa desenvolvida na EEMTI Prefeito Raimundo Bezerra de Farias, em Crato-CE, durante a disciplina eletiva de Educação Sexual. A atividade teve como objetivo principal promover o diálogo e a conscientização sobre a importância do uso adequado dos métodos contraceptivos, contribuindo para a formação integral dos alunos do ensino médio. De natureza qualitativa e descritiva, a experiência envolveu 18 estudantes do 1°,2° e 3º anos, que responderam a um questionário sobre o tema e participaram de uma atividade lúdica de associação entre os métodos contraceptivos e seus significados. Os resultados evidenciaram que 11 alunas afirmaram conhecer e utilizar algum método, enquanto 5 alunos declararam conhecer, mas não usar, e 2 participantes sem marcação de gênero também demonstraram conhecimento. O jogo educativo serviu como estratégia de reforço do conteúdo, tornando o aprendizado mais participativo e dinâmico. Além de favorecer a compreensão sobre prevenção da gravidez indesejada e das ISTs, a ação ampliou o espaço de diálogo, permitindo que os alunos expressassem dúvidas e experiências pessoais. A atividade consolidou valores como respeito, responsabilidade e autonomia, demonstrando o papel essencial da escola na formação cidadã e na promoção da saúde pública.
Palavras-chave: eduação sexual, Conscientização, Aprendizagem lúdica, Formação cidadã
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoCONTRUÇÃO DA IDENTIDADE E IMERSÃO INFANTIL NO MUNDO LETRADO COM SENTIDOS E SIGNIFICADOS
VIVIANE PINHO MENEZES; Luísa Brandão de Lima; Stéfany Fernandes Alcântara; Tainá Da Silva Esmeraldo
Na educação infantil, as propostas pedagógicas devem ter como eixos as interações e a brincadeira, conforme o artigo 9º da resolução n° 5, de 17 de dezembro de 2009, que fixa as diretrizes curriculares nacionais para a educação infantil (Brasil, 2009), assegurando que as crianças estejam imersas em um ambiente letrado a partir de diferentes linguagens: gestual, verbal, plástica, dramática e musical, bem como garantindo que vivenciem “[...] experiências de narrativas, de apreciação e interação com a linguagem oral e escrita, e convívio com diferentes suportes e gêneros textuais orais e escritos [...]”. Assim, as bolsistas do PIBID/Alfabetização da URCA realizaram nas turmas de infantil III, do Centro de Educação Infantil Ailza Gonçalves, Crato-CE, experiências envolvendo o campo de experiência O Eu, O Outro, O Nós (BNCC, 2018) a partir do nome próprio das crianças com o objetivo de proporcionar momentos de valorização de sua identidade e conhecimento do outro. Para tanto, partimos de duas histórias de literatura afro-referenciada: “Meu crespo é de rainha” (Hooks, 2018) e “O cabelo de Lelê” (Belém, 2012). Seguimos para a apreciação e valorização de suas características físicas com atividades como autorretrato, desenho livre a partir da pergunta “com quem eu me pareço?”, com o intuito de se conhecer a história do nome de cada criança, para depois trabalhar a escrita propriamente dita. Inicialmente, observamos que muitas crianças não conseguiam destacar suas características nas conversas. Mas, a partir das interações e da ludicidade, percebemos que, ao longo do tempo, elas foram se descobrindo, e conhecendo o outro em suas especificidades, evidenciando que as mediações realizadas contribuíram para o avanço o seu processo de letramento e construção da identidade, como exemplificado em suas falas: “Meu cabelo é de rainha”, “olha o M, minha letra”, “pareço com meu pai”. A participação ativa das crianças em todas as etapas do trabalho constituiu o fundamento das descobertas e do processo de construção identitário e ainda promoveu a imersão das crianças em ambiente e situações letradas com sentido e significados para elas.
Palavras-chave: Alfabetização/letramento,Educação Infantil,Identidade
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoCULTURA AFRO-BRASILEIRA, IDENTIDADE E DIVERSIDADE NA ALFABETIZAÇÃO DE CRIANÇAS
ANNA NICY PEREIRA MARTINS ; ANA CAROLINE DA SILVA RAMOS; MARIA VITÓRIA MATIAS DOS SANTOS; JULIANA MAYANE SOBREIRA XAVIER
Resumo: A valorização da identidade e o respeito à diversidade são fundamentais no processo de alfabetização, especialmente no 1º ano do Ensino Fundamental, período em que as crianças constroem percepções sobre si mesmas e sobre os outros. Nesse contexto, o presente relato de experiência apresenta o uso das bonecas Abayomi e da obra O cabelo de Lelê, de Valéria Belém, como estratégias pedagógicas para promover uma alfabetização contextualizada e o reconhecimento da cultura afro-brasileira. A experiência foi desenvolvida com a turma do 1º ano da Escola de Ensino Fundamental São Francisco, no Crato-CE, no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto Alfabetização, vinculado à Universidade Regional do Cariri (URCA). A proposta surgiu da necessidade de promover uma educação inclusiva e combater o racismo estrutural, assegurando o reconhecimento da diversidade étnico-racial e a valorização das matrizes culturais afro-brasileira e indígena, em consonância com a LDB (Lei nº 9.394/96) – que em seu artigo 26, parágrafo 4° determina que sejam consideradas as matrizes indígena, africana e europeia no ensino de História do Brasil – e a Lei nº 11.645/2008, que torna obrigatória as contribuições de diferentes culturas e etnias nos currículos escolares, nomeadamente a africana e a indígena. As ações pedagógicas buscaram valorizar a cultura afro-brasileira por meio da confecção das bonecas Abayomi, destacando a herança africana e a resistência presente em sua simbologia. A leitura da obra O cabelo de Lelê complementou essas atividades, articulando práticas de leitura, escrita, oralidade e expressão artística. As atividades incluíram rodas de conversa sobre ancestralidade, autoestima e diversidade, e a confecção das bonecas com retalhos, estimulando criatividade e expressão pessoal.Também se relacionaram à alfabetização, por meio do desenvolvimento da oralidade e da produção textual com apoio das bolsistas, permitindo que as crianças expressassem suas percepções sobre identidade e respeito à diversidade. Os resultados mostram que as práticas lúdicas e culturais estimularam o respeito e a criticidade dos alunos.
Palavras-chave: Alfabetização, Cultura afro-brasileira, Identidade, Diversidade.
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Abrir o trabalhoCultura Caririense e Letramento Infantil - Um Relato de Experiencia de Bolsistas do PIBID Alfabetização da Universidade Regional do Cariri
LEIDIANY APARECIDA DA SILVA CORDEIRO; Roseane da Silva Campos; Myrla Layane Souza Rodrigues; Emily Pereira Lima
O presente trabalho objetiva relatar uma experiência que teve a cultura caririense como facilitadora da alfabetização e do letramento das crianças do Infantil IV do Centro de Educação Infantil Ailza Gonçalves Felício, Crato-CE. A turma teve a oportunidade de participar de vivências com o reisado, partindo do livro de literatura infantil intitulada Dia de Reis (Magalhães et all; 2023). As atividades que se sucederam foram desde a produção das coroas até uma apresentação artística. Ouvimos muitas falas que marcaram esse momento: “Tia, podemos dançar mais vezes?”, “gostei quando eles ficaram dançando com a espada.”, “reisado começa com R do meu nome!”, “vamos convidar os colegas das outras salas para ver a gente dançar?”. Outra atividade realizada com a cultura do Cariri foi a Chapada do Araripe, para a qual elas davam o nome de aquelas “grandes montanhas”. Apresentamos às crianças alguns animais da região, ocasião em que elas destacaram as letras dos nomes dos animais, fizeram pintura, depois escreveram o nome deles. Cada obra foi exposta na parede da sala para apreciação das famílias. Muitos foram os questionamentos infantis: “eles realmente moram lá ?”, “o que eles comem ?”, “gostei mais do soldadinho do Araripe, ele é bonito.” “estou amando conhecer meu lugar”. Todas essas experiências mostram a importância de se trabalhar a cultura e proporcionar às crianças conhecimentos do seu próprio lugar de origem. Como orientado pelo Documento Curricular Referencial do Ceará (Ceará, 2019): devemos “promover o conhecimento de aspectos importantes para a cultura e a história do estado, valorizando-os (...) para o maior respeito e amor pela terra”, pois, é conhecendo sua cultura que se aprende a valorizá-la.
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Abrir o trabalhoCULTURA POPULAR NO ENSINO DE ARTE/TEATRO: PIBID NA EEMTI PRESIDENTE GEISEL
CICERO GUSTAVO ROLIM ROCHA; Francisco Moisés Santos do Nascimento; Anabela Nogueira Duarte; Vitória Conceição Correia Pinheiro; André Luiz dos Santos
A presente pesquisa, em andamento, está vinculada ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto de Teatro, da Universidade Regional do Cariri (URCA). Volta-se para as aulas de Arte/Teatro ministradas pelos bolsistas do PIBID na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Presidente Geisel, em Juazeiro do Norte - CE, na turma da 1ª série “F” de 2025. O objetivo é descentralizar o ensino de Arte/Teatro do cânone artístico historicamente consolidado, destacando as manifestações da cultura popular do Cariri cearense como potências para a construção do conhecimento estético-artı́stico. Apesar de a escola estar em um polo cultural, observou-se escassez desse conhecimento entre os estudantes. Assim, adotou-se pesquisa bibliográfica e documental, além de intervenções pedagógicas nas aulas, para possibilitar o acesso e a reflexão sobre práticas artı́stico-culturais regionais. Embora a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/96) e documentos oficiais que norteiam o currículo indiquem a valorização das expressões regionais no ensino de Arte, ainda há pouca presença delas nas aulas. O diagnóstico foi realizado com o jogo “Quem sou eu?”, adaptado para práticas culturais locais, revelando o desconhecimento dos estudantes. Fundamentamo-nos na desobediência epistêmica de Walter Mignolo (2008) e nas reflexões de Izabel Mota Costa (1988), além dos saberes de Mestras Marinês e Melissa e dos Mestres Antônio Luiz e Chico Ceará ligados aos reisados, coco e caretas. A escolha por esses referenciais é politica e intencional, pois neles vibram as manifestações artísticas populares. Concluímos, temporariamente, que o estudo da cultura popular do Cariri cearense aproxima os estudantes de suas próprias práticas, despertando o interesse e a fruição estética, fortalecendo o pertencimento e ampliando o repertório artístico-cultural deles, bem como constrói um ensino de Arte/Teatro sobre outra perspectiva.
Palavras-chave: Cultura Popular, Ensino de Arte/Teatro,PIBID
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Abrir o trabalhoDESAFIO DO PROCESSO DE INCLUSÃO DE UMA ALUNA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NÃO VERBAL NO ENSINO FUNDAMENTAL II DA REDE MUNICIPAL DO CRATO-CE.
JANICLEIA FERNANDES DE ALCANTARA; kamilla vasconcelos bezerra; Maria Gracieite da Silva Rodrigues; Luciana Maria de Souza Macêdo
O presente trabalho aborda os desafios vivenciados no processo de inclusão de uma aluna diagnosticada com transtorno do espectro autista no Ensino Fundamental II da rede municipal do Crato, Ceará. A pesquisa parte da compreensão de que a escola inclusiva deve promover condições reais de acesso, permanência e aprendizagem, respeitando as especificidades de cada estudante. Teve como objetivo analisar as principais barreiras enfrentadas pela aluna em seu cotidiano escolar, assim como identificar as estratégias utilizadas para favorecer sua adaptação e desenvolvimento. A metodologia adotada foi de caráter qualitativo, fundamentada em estudo de caso, com observações em sala de aula, análise documental e diálogo com professores e gestor escolar. Os resultados apontaram que, embora haja esforços por parte da equipe pedagógica, ainda persistem dificuldades relacionadas à comunicação da estudante, à adaptação curricular, à falta de recursos pedagógicos adequados e à necessidade de formação continuada dos docentes. Observou-se também que a articulação entre família, escola e equipe de apoio é essencial para a superação de obstáculos, contribuindo para o fortalecimento de práticas inclusivas. Conclui-se que a inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista exige não apenas políticas públicas eficazes, mas também uma mudança de postura pedagógica, baseada em acolhimento, planejamento diferenciado e valorização da diversidade, de modo a consolidar uma educação verdadeiramente inclusiva.
Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista Desafios. Inclusão. Políticas Públicas.
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Abrir o trabalhoDESAFIOS E POSSIBILIDADES DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO A UMA ALUNA COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NÃO VERBAL NA REDE MUNICIPAL DO CRATO-CE
KAMILLA VASCONCELOS BEZERRA; Janicléia Fernandes de Alcântara; Maria Gracieite da Silva Rodrigues; Luciana Maria de Souza Macêdo
O presente estudo discute os desafios e as possibilidades do Atendimento Educacional Especializado oferecido a uma aluna com diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista, não verbal, matriculada no Ensino Fundamental II da rede municipal do Crato, Ceará. A pesquisa fundamenta-se no papel da Sala de Recursos Multifuncionais como espaço destinado a oferecer suporte pedagógico individualizado, adaptando atividades, promovendo estratégias de comunicação e favorecendo o desenvolvimento acadêmico, cognitivo e socioemocional de estudantes com necessidades educacionais específicas. O objetivo foi analisar especificamente as práticas realizadas na Sala de Recursos Multifuncionais, verificando de que modo essas estratégias podem contribuir para o desenvolvimento cognitivo, comunicativo e social da estudante. O estudo foi desenvolvido a partir de abordagem qualitativa, na perspectiva de estudo de caso, com observações no contexto escolar e diálogo com a professora do Atendimento Educacional Especializado. Os resultados apontaram que, embora haja empenho docente na utilização de recursos visuais e materiais concretos, persistem dificuldades no estabelecimento da comunicação e na adaptação curricular. Identificou-se como possibilidade o uso de estratégias de Comunicação Alternativa e Aumentativa, associadas a jogos pedagógicos adaptados, rotinas estruturadas, pictogramas, recursos digitais e atividades lúdicas que favoreçam a interação e a compreensão de comandos. Conclui-se que a Sala de Recursos Multifuncionais cumpre o papel de ampliar as condições de aprendizagem e autonomia da estudante, mas para que esse trabalho alcance melhores resultados, é fundamental a parceria entre escola, família e terapeutas, promovendo a continuidade das práticas pedagógicas e fortalecendo a inclusão por meio de um atendimento articulado e consistente.
Palavras-chave: Atendimento Educacional Especializado. Transtorno do Espectro Autista. Sala de Recursos Multifuncionais. Comunicação Alternativa e Aumentativa. Inclusão Escolar
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Abrir o trabalhoDESAFIOS, IMERSÃO E PERMANÊNCIA DO ESTUDANTE COM DEFICIENCIA NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA
MARA VIEIRA DA SILVA; MARIA CIRLENE DUARTE DE OLIVEIRA ALMEIDA; LUZIA NETA DANTAS ANDRADE
A inclusão escolar é um modelo educacional que visa garantir o acesso, a participação e a aprendizagem de todos os estudantes, independentemente de suas características, necessidades ou diferenças, dentro do ambiente regular de ensino. Ela envolve a adaptação de currículos, metodologias e recursos para atender às singularidades de cada aluno, promovendo a igualdade de oportunidades, o respeito à diversidade e o desenvolvimento integral de todos. A Sala de Recursos Multifuncional com o Atendimento Educacional Especializado representa um avanço na educação mesmo que a passos curtos. No entanto, entendemos que muitos desafios ainda virão, porém o compromisso da família, comunidade escolar e a sociedade como todo tendem a contribuir para uma uma inclusão em todos os seus aspectos e promover a equidade dos pares. Como a inclusão escolar é implementada com base em alguns conceitos colaborativos como adaptações curriculares, ajustes no conteúdo e na forma como ele é ensinado, estratégias de ensino diferenciadas, utilização de metodologias que se adaptem às diferentes formas de aprender, recursos pedagógicos específicos, uso de materiais didáticos e tecnologias que garantam o acesso de todos, ambiente escolar acessível: Criação de espaços físicos e sociais que promovam a participação de todos, trabalho colaborativo, envolvimento de professores, gestores, pais e outros profissionais para planejar e executar as ações necessárias. e sobretudo formação profissional e capacitação contínua de educadores para que se sintam seguros e preparados para lidar com a diversidade em sala de aula. A inclusão escolar ainda enfrenta desafios como a falta de capacitação dos profissionais, a necessidade de mais recursos e a necessidade de uma mudança cultural no olhar sobre a diversidade.
Palavras-chave: Atendimento Educacional Especializado, Deficiência, Desafios, Inclusão
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Abrir o trabalhoDIAGNÓSTICO DE CAMPO: PENSANDO A REALIDADE DO ENSINO A PARTIR DE UMA PERSPECTIVA MULTICULTURAL
GEIZA MARIA DIAS DE OLIVEIRA ; Danielle Soares Vasconcelos; Junio Henrique Pereira Soares; Ana Raquel Batista; Michael Medeiros Marques
Resumo: Historicamente, a construção de modelos de ensino foi pautada por uma lógica de padronização que buscava um modelo único e universalizado, o que acaba por limitar as experiências e vivências dos diferentes alunos(as) no ambiente escolar. Diante disso, a partir de nossas vivências, tanto como professores(as) em formação quanto como ex-alunos(as) do ensino básico, sentimos a necessidade de propor uma análise crítica do diagnóstico de campo sob uma perspectiva multicultural. Esse olhar busca incluir a diversidade das formas de ser, considerando que cada aluno(a) leva ao ambiente escolar suas próprias experiências e os marcadores sociais que carrega. Assim, procuramos compreender de que forma o ambiente escolar pode tanto potencializar quanto restringir as experiências dos(as) estudantes no contexto da Escola Governador Adauto Bezerra, de período regular, localizada em Juazeiro do Norte – CE. A metodologia adotada baseia-se nas experiências e observações dos(as) estudantes do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), do Subprojeto de Ciências Sociais. Realizaremos uma análise comparativa entre o Projeto Político-Pedagógico (PPP), o regimento escolar, os dados obtidos na pesquisa etnográfica e as entrevistas realizadas com alunos(as), professores(as) e funcionários(as). O objetivo é compreender as vivências e percepções dos(as) alunos(as) sobre a escola, bem como suas concepções acerca das questões “O que é escola?” e “O que é ser aluno(a) na escola?”. Ressalta-se que a pesquisa encontra-se em desenvolvimento, com análises e reflexões ainda em andamento. Diagnóstico-campo. Multiculturalidade. Educação. Escola.
Palavras-chave: Diagnóstico-campo, Multiculturalidade,Educação,Escola
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Abrir o trabalhoDO ÓLEO AO SABÃO: PRÁTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROJETO ESCOLA VERDE
JAINE GONÇALVES BELO ; Lucas Rafael da Silva; Carolina Gonçalves Mota; Adrielson José da Silva; Cicero Magerbio Gomes Torres
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) desenvolve ações pedagógicas que buscam aproximar a universidade da escola básica, promovendo experiências que aliem ensino e práticas. Nesse contexto, foi realizado o projeto Escola Verde: construindo um futuro sustentável na escola Prefeito Raimundo Coelho Bezerra de Faria, com a finalidade de estimular a consciência ambiental e incentivar atitudes voltadas para a sustentabilidade no ambiente escolar. Entre as ações, destacou-se a coleta de óleo de cozinha usado, proposta que visou dar uma destinação adequada a esse resíduo e evitar impactos ambientais negativos. A partir dessa coleta, foi promovida uma oficina de sabão em barra artesanal, desenvolvida dentro da disciplina eletiva: transformando lixo em arte, conduzida pela professora Carolina Gonçalves. A atividade foi planejada e mediada pelos bolsistas Jaine Gonçalves Belo e Lucas Rafael da Silva, com orientação da professora supervisora Haleteia Figueiredo de Oliveira Brito e apoio da professora Carolina. Durante a oficina, os estudantes participaram ativamente do processo de produção, seguindo as etapas para transformar o óleo usado em sabão. Como resultado, obteve-se um produto de uso prático, que foi distribuído tanto entre os alunos participantes quanto para a equipe de limpeza da escola, gerando benefícios coletivos. A iniciativa contribuiu para despertar nos estudantes a importância da sustentabilidade, além de promover a sensibilização sobre a reutilização de resíduos e o impacto positivo das práticas ambientais no cotidiano escolar. Conclui- se que a ação possibilitou a integração entre ensino, ciência e sociedade, reforçando a relevância de projetos que unem educação e preservação ambiental no espaço escolar.
Palavras-chave: Sustentabilidade, Educação ambiental, Sabão artesanal, PIBID, Escola verde
Oral
Abrir o trabalhoDOBRADURAS QUE CONTAM HISTÓRIAS: PRÁTICAS INCLUSIVAS NA FORMAÇÃO DOCENTE PELO PIBID PARFOR NA EEMTI PRESIDENTE GEISEL
SHEYLA REGINA SANTANA CRISPIM; Maria Pereira Vieira; Maria Cirlene Duarte de Oliveira Almeida; Luciana Maria de Souza Macêdo
A educação atual exige práticas pedagógicas que promovam equidade, inclusão e protagonismo dos sujeitos no processo de ensino-aprendizagem. Nesse contexto, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) e o Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (PARFOR) destacam-se como iniciativas de valorização da formação docente. Este trabalho apresenta uma experiência vivenciada no PIBID Equidade, que utilizou a dobradura como recurso didático aliado à narração de histórias, valorizando a criatividade e o vínculo entre arte e aprendizagem. A metodologia envolveu uma oficina pedagógica interdisciplinar, na qual uma única folha de papel quadrado foi dobrada de diferentes formas, transformando se em personagens e elementos — pato, raposa, pássaro, navio, estrela e cabana. A cada dobra, um trecho da história era narrado, conectando imaginação, linguagem e expressão artística. A prática baseou-se em princípios freirianos, que reconhecem a curiosidade e o diálogo como eixos da aprendizagem, favorecendo um ambiente lúdico e inclusivo. Os resultados evidenciaram impactos positivos no engajamento e na criatividade dos alunos, fortalecendo os vínculos afetivos e o protagonismo estudantil. A integração entre arte e narrativa possibilitou o trabalho interdisciplinar e o desenvolvimento da sensibilidade, comprovando que a contação de histórias vai além da transmissão de palavras: é vivência, sentimento e construção de sentido. Assim, reafirma-se o potencial transformador de metodologias criativas que colocam o estudante no centro do processo educativo e contribuem para uma formação docente mais humana e sensível às realidades escolares.
Palavras-chave: Docência. Inclusão. Narração de Histórias. Origami. Prática Inclusiva.
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Abrir o trabalhoDOCÊNCIA ENGAJADA E PROTAGONISMO ESTUDANTIL: A CULTURA DIGITAL COMO ESPAÇO DE APRENDIZAGEM PARA O PENSAMENTO CRÍTICO
ANTONIA GOMES DA SILVA; JÉSSIKA MARIA BEZERRA MENDONÇA; ROSELÂNDIA ALCÂNTARA GONÇALVES; IVYNNA ÁDILA ROSENDO MENEZES
O presente trabalho apresenta um relato de experiência baseado em uma análise descritiva sobre o processo de formação docente. Destaca-se a construção, a atuação e a aprendizagem por meio das ações desenvolvidas pelos bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) do subprojeto de Ciências Sociais na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Presidente Geisel, em Juazeiro do Norte (CE). O relato apresenta o trabalho desenvolvido nas aulas de Cultura Digital com turmas do 3º ano, por meio do uso de metodologias ativas, que reposicionam o(a) docente como facilitador(a) e o(a) estudante como protagonista do próprio processo de aprendizagem, favorecendo um ambiente dinâmico, participativo e colaborativo. A atividade consistiu na criação de páginas no Instagram voltadas ao fortalecimento de grupos marginalizados, com o objetivo de promover a reflexão crítica sobre o uso das redes sociais. O uso de uma ferramenta digital familiar aos estudantes possibilitou o engajamento e o diálogo crítico sobre temas como diversidade, inclusão e combate ao discurso de ódio online. Além disso, a ação contribuiu para o processo de desconstrução de lógicas excludentes, capitalistas e hierarquizadas da educação tradicional, promovendo a autonomia, a criatividade e o pensamento crítico. Observou-se que o uso pedagógico das redes sociais, aliado às metodologias ativas, constitui um caminho potente para a formação cidadã e emancipatória, capaz de preparar os(as) jovens para agir de modo ético e transformador, tanto no mundo digital quanto fora dele.
Palavras-chave: Metodologias ativas,Cultura Digital,Pensamento crítico,Grupos marginalizados
Oral
Abrir o trabalhoELETIVA DE CITOLOGIA: EXPERIÊNCIAS INTERATIVAS NO ENSINO E NA FORMAÇÃO DOCENTE
Valleria Alexandre da Conceição; Emily Gomes de Oliveira
ELETIVA DE CITOLOGIA: EXPERIÊNCIAS INTERATIVAS NO ENSINO E NA FORMAÇÃO DOCENTE Valleria Alexandre, Emily Gomes de Oliveira, Elainy Natiiany Silva Batista, Valéria Silva Sampaio Resumo: As eletivas são disciplinas optativas ofertadas pelas escolas dentro do Novo Ensino Médio, compondo os eixos formativos. Elas permitem que os alunos escolham temas conforme seus interesses, tornando o ensino mais atrativo, relevante e autônomo. Na escola E.E.M. Monsenhor Antônio Feitosa, localizada no município de Missão Velha, a eletiva de Citologia é direcionada aos alunos do 2º ano do Ensino Médio e visa aprofundar o estudo das células. Apesar de seu potencial para ampliar o conhecimento, observou-se baixa adesão e engajamento dos estudantes. Diante disso, a professora regente, em parceria com os bolsistas do Pibid (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência), desenvolveu atividades práticas e interativas para despertar o interesse dos alunos. Foram realizadas práticas laboratoriais de microscopia, observação de células animais e vegetais, verificação de pH, experimentos de osmose e jogos pedagógicos, como o bingo citológico e o jogo das organelas. Imagens comparativas entre células vegetais e animais também foram utilizadas para facilitar a compreensão das diferenças estruturais e funcionais. Essas metodologias favoreceram o envolvimento dos estudantes e a construção do conhecimento científico, tornando o processo de ensino-aprendizagem mais dinâmico. Contudo, a elaboração dessas atividades exigiu tempo, planejamento e organização de materiais, o que representou um desafio para a professora regente. Nesse contexto, o apoio dos bolsistas do Pibid foi essencial, pois, além de auxiliar na execução das práticas, puderam vivenciar experiências pedagógicas significativas que enriqueceram sua formação docente. A experiência da eletiva de Citologia demonstrou que o uso de estratégias criativas e interativas contribui para o engajamento dos alunos e para a aprendizagem significativa, ao mesmo tempo em que fortalece a formação dos futuros professores ao aproximá-los da realidade escolar e dos desafios do ensino. Palavras-chave: Eletiva, Ensino médio, Aprendizagem
Palavras-chave: Eletiva,Ensino Médio,Aprendizagem
Oral
Abrir o trabalhoENSINO DE MODALIDADES DE LUTAS NA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
GABRIEL FERREIRA SILVA; ANA MYRELLA ALMEIDA ALVES; Keila Bruna Silva dos Santos; José Cleirton Gois Rodrigues; Geovane Silva de Lima; Érika da Silva Bezerra; Thaynã Alves Bezerra
Introdução: As lutas, entendidas como práticas corporais que envolvem confronto físico e controle do oponente segundo regras específicas, ainda enfrentam resistência em seu ensino escolar, especialmente em comunidades em vulnerabilidade social. Nesse cenário, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) surge como estratégia relevante para aproximar estudantes da educação básica de experiências pedagógicas inovadoras. Objetivo: relatar as experiências de bolsistas do PIBID no ensino de lutas em um contexto de vulnerabilidade social. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência desenvolvido por bolsistas de Educação Física do PIBID da Universidade Regional do Cariri (Campus Iguatu – CE). O Núcleo de Iniciação à Docência (NID), com oito acadêmicos, iniciou suas atividades em novembro de 2024 na Escola Adauto Bezerra, no bairro Areias I, que atende cerca de 600 alunos em tempo integral, com idades entre 14 e 21 anos, provenientes de áreas socialmente vulneráveis. Ao longo de um bimestre, foram realizadas 24 aulas de lutas. Resultados: Inicialmente, as práticas de lutas de curta distância, como judô e jiu-jitsu, que envolvem contato direto e agarres, não foram bem aceitas pelos estudantes, devido ao desconforto com o contato físico e aos estigmas associados. Também se identificou a falta de compreensão sobre a diferença entre luta e briga, o que gerou discussões reflexivas sobre o tema. Com o avanço das aulas, a alternância entre momentos teóricos e práticos favoreceu maior engajamento, especialmente em jogos pré-desportivos que simularam lutas de média e longa distância, como toque no ombro, cabo de guerra e pega-pregador, que exigem menor contato corporal e maior dinamismo. Conclusão: Apesar da resistência inicial e do estigma em torno das lutas de curta distância, o trabalho pedagógico possibilitou diferenciar luta e briga, promovendo esclarecimentos conceituais e desconstruindo preconceitos. O uso de metodologias diversas favoreceu o engajamento e a aceitação das modalidades de média e longa distância. Assim, o PIBID contribuiu para a formação dos acadêmicos e o enriquecimento das experiências corporais e educativas dos alunos.
Palavras-chave: PIBID,Lutas,Ensino Médio,Educação Física Escolar
Resumo Expandido
Abrir o trabalhoENTRE A TEORIA E A PRÁTICA: CONTRIBUIÇÕES DO PIBID PARA A FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES
DALVILENE SOUSA RODRIGUES ; Emerson Ribeiro; Glauco Vieira Fernandes
Resumo: O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) constitui uma política pública voltada ao fortalecimento da formação inicial de professores, promovendo a aproximação entre a universidade e a escola da educação básica. Este trabalho tem como objetivo analisar de que forma o PIBID contribui para a formação docente de licenciandos em processo de graduação, articulando a teoria aprendida ao longo do curso com a prática pedagógica desenvolvida no contexto escolar, com foco no sub-projeto Geografia. A metodologia adotada baseou-se em revisão bibliográfica e em relatos de experiências vivenciadas por bolsistas em escolas públicas, destacando-se o contato direto com os alunos e com práticas pedagógicas que favorecem o processo de ensino-aprendizagem. Os resultados evidenciam que o PIBID possibilita uma formação docente mais crítica e reflexiva, incentivando os graduandos a desenvolverem metodologias diversificadas e criativas, capazes de facilitar a aprendizagem dos estudantes. Conclui-se que o programa constitui um espaço formativo de grande relevância, promovendo autonomia, segurança pedagógica e valorização profissional aos futuros professores, trazendo a atenção para essa profissão.
Oral
Abrir o trabalhoENTRE ESCOLHAS E DESCOBERTAS: UM ESTUDO SOBRE A COMPREENSÃO INICIAL DE ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO NA DISCIPLINA ELETIVA DE BOTÂNICA
ADRIELSON JOSÉ DA SILVA ; Cicera Danubia Alexandre Silva; Jaine Gonçalves Belo; Lucas Rafael da Silva; , Leonardo Moreira Louzada; Cícero Magerbio Gomes Torres
Nos diversos níveis educacionais, o Ensino de Botânica necessita urgentemente de mudanças que atenda as demandas da sociedade, tanto na organização curricular quanto na contextualização na sala de aula. A Botânica é uma das áreas que enraíza conceitos abstratos e, por conseguinte, dificulta a assimilação pelos alunos. Nesse sentido, nos questionamos: Quais são as percepções e os conhecimentos prévios dos alunos em relação à disciplina eletiva de Botânica? Diante disso, o estudo objetivou-se identificar as percepções e os conhecimentos prévios dos discentes acerca da disciplina eletiva de botânica. Em específicos, analisar se os estudantes já estudaram anteriormente botânica; Investigar o motivo dos estudantes terem optado pela eletiva de botânica. A pesquisa foi conduzida por bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), vinculados ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade Regional do Cariri (URCA). A atuação dos pibidianos ocorreu na escola de atuação Prefeito Raimundo Coelho Bezerra de Farias, em Crato- CE. Participaram da pesquisa alunos do 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio, regularmente matriculados disciplina eletiva. Embora a turma fosse composta por 30 alunos, somente 14 consentiram e participaram efetivamente do estudo. Para a coleta dos dados, foi aplicado um questionário, no primeiro dia de aula da eletiva. Longo, as respostas foram transcritas e analisadas por meio da análise de conteúdo proposto por Bardin (2017). Os resultados foram apresentados em 2 categorias emergentes após à análise. A primeira categoria identificada foi a “A Falta de Conhecimento Botânico”, evidenciada pelo fato de que os 14 alunos enfatizaram a escassez de conhecimentos prévios sobre Botânica. Outra categoria foi a “ausência de interesse”. Observou-se que apenas dois alunos escolheram a disciplina eletiva de Botânica por opção própria, enquanto 12 estudantes relataram estar matriculados na disciplina devido à falta de vagas em o
Oral
Abrir o trabalhoENTRE LÂMINAS E MICROSCÓPIOS: A IMPORTÂNCIA DAS PRÁTICAS LABORATORIAIS NO ENSINO DE BIOLOGIA
CICERA DANUBIA ALEXANDRE DA SILVA; CELLY MARIA PESSOA DE SALES; ADRIELSON JOSE DA SILVA; LUCAS RAFAEL DA SILVA; MARIA SILVIA BEZERRA BRITO MENDES; HALETEIA FIGUEIREDO DE OLIVEIRA BRITO; CICERO MAGERBIO GOMES TORRES
O Ensino de Biologia é essencial para o desenvolvimento do pensamento crítico e investigativo dos alunos. Contudo, quando se baseia apenas em aulas expositivas, pode se tornar abstrato e pouco envolvente. Nessa perspectiva, as práticas laboratoriais surgem como recurso pedagógico mais atrativo e capaz de aproximar o conhecimento da realidade dos estudantes. Objetivou-se, nesse trabalho, descrever a realização de aulas integrativas permeadas pela relação teoria e prática, de forma a facilitar a compreensão dos conteúdos e estimular o interesse dos estudantes. Esse estudo, de caráter qualitativo, foi realizado na escola Prefeito Raimundo Coelho Bezerra de Farias, em Crato-CE, na eletiva de Botânica. A aula foi iniciada com a abordagem teórica sobre a célula, destacando suas estruturas com ênfase na parede celular e nos estômatos. Após a explicação, realizou-se uma atividade prática onde os alunos prepararam lâminas e observaram, ao microscópio, algumas estruturas presentes na célula vegetal que haviam sido debatidas em sala. Durante a aula teórica, foi possível perceber o desinteresse dos alunos em relação ao tema, uma vez que houve pouca participação. No entanto, na etapa prática, observou-se um maior engajamento e curiosidade por parte dos estudantes durante o preparo das lâminas e a observação das estruturas. Notou-se que muitos alunos não possuíam conhecimento sobre os equipamentos laboratoriais e manuseio do microscópio. Conclui-se com isso a necessidade de reforçar a importância das aulas práticas, fundamentadas pela teoria, de forma a constituir processos interativos e uma aprendizagem significativa, assim como contribuir para o desenvolvimento de habilidades laboratoriais.
Palavras-chave: Aulas práticas, Célula vegetal, Ensino de biologia, Aprendizagem significativa
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoENTRE MAGIAS E SABERES: UMA EXPERIÊNCIA INTERDISCIPLINAR COM O JOGO “DESAFIO DOS MAGOS” NO CONTEXTO DO PIBID/URCA
SANDY SAMYRY SANTANA DE SOUZA ; wallisson Gabriel Patricio Barbosa; Rayane Ferreira Rolim Castro; Eva Janiele da Silva; Francisca Cardoso Leite; Antoniel dos Santos Gomes Filho; Ellery Henrique Barros da Silva
O presente trabalho descreve a ação realizada pelos bolsistas do programa institucional de bolsa de iniciação à docência (PIBID), licenciandos dos cursos de Letras e Ciências Biológicas da Universidade Regional do Cariri (URCA), na Escola Municipal Antônio Ribeiro de Carvalho, localizada no Sítio Caldeirão, no município de Campos Sales-CE. O objetivo do trabalho consiste em relatar a realização de uma oficina voltada aos alunos do 9º ano do ensino fundamental, cujo propósito foi consolidar habilidades de Língua Portuguesa e Matemática previstas na matriz curricular da instituição. A metodologia adotada baseou-se na aplicação de um jogo do tipo role-playing game (RPG), intitulado: Desafio dos Magos Interdisciplinar. O material foi produzido especificamente para o contexto escolar, utilizando elementos da própria estrutura física da instituição e o suporte de plataformas digitais. A proposta do jogo surgiu da necessidade de revisar descritores avaliativos exigidos pelo Avalie/CE. A atividade consistiu em uma imersão dos alunos em um ambiente lúdico, representado por um tabuleiro em formato de mapa da escola, no qual cartas continham questões relacionadas aos conteúdos estudados. Durante o percurso, os participantes podiam recorrer a “magias” de três magos fictícios, que auxiliavam na resolução dos “enigmas” (questões e exercícios). Os resultados, apontaram o engajamento e participação integral dos estudantes durante a oficina, sendo bem recebida pelos professores e pela equipe gestora da escola, que destacaram o potencial motivador da proposta. Ademais, a análise comparativa dos desempenhos dos alunos indicou um aumento significativo nonúmero de acertos em questões relacionadas aos descritores trabalhados, quando comparadas às avaliações anteriores.
Palavras-chave: lúdico,jogo,brincadeira,RPG,interdisciplinaridade
Resumo Simples
Abrir o trabalhoENTRE O TEMPO E PERTENCIMENTO: COLETIVOS JUVENIS E A CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE ESCOLAR
EMERSON DAVI DA SILVA PEREIRA; Aline Alves de Lima
O presente trabalho investiga a formação de coletivos juvenis — como grêmios estudantis, grupos artísticos, esportivos e de ativismo — em dois modelos de ensino distintos: a Escola de Tempo Integral e a Escola Regular. Parte-se do pressuposto de que o tempo de permanência dos estudantes no ambiente escolar pode atuar como um catalisador para a emergência e consolidação desses grupos, influenciando diretamente as dinâmicas de amizade, a construção de redes de colaboração e a formação de uma identidade escolar mais coesa. A pesquisa foi realizada em duas instituições públicas vizinhas localizadas no bairro Santa Tereza, em Juazeiro do Norte-CE: a EEM Governador Adauto Bezerra (modelo regular) e a EEMTI Presidente Geisel – Polivalente (modelo integral). O objetivo central consiste em comparar como a organização temporal e pedagógica de cada escola impacta a organicidade, o engajamento e a força dos coletivos juvenis, analisando qual modelo enfrenta maiores desafios para consolidar uma identidade coletiva e participativa entre os estudantes. A metodologia adotada é de natureza quali-quantitativa, envolvendo análise estatística de opiniões (para mapear interações), observação participante em reuniões de grêmios e coletivos, e entrevistas semiestruturadas com lideranças estudantis de ambas as escolas. Os resultados iniciais apontam que o tempo ampliado da Escola de Tempo Integral favorece a criação de vínculos e o fortalecimento de coletivos juvenis, por ampliar o convívio e o sentimento de pertencimento entre os estudantes. Já no modelo Regular, observa-se uma fragmentação maior das interações e menor continuidade nas ações coletivas, devido às limitações de tempo e envolvimento. Em ambos os contextos, contudo, nota-se que os coletivos funcionam como espaços de expressão, autonomia e construção de identidade estudantil, reafirmando o papel da escola como lugar de formação cidadã e socialização democrática.
Oral
Abrir o trabalhoESPORTE NA ESCOLA: A EDUCAÇÃO FÍSICA COMO UMA POSSÍVEL REPRODUTORA DE DESIGUALDADE DE GÊNERO
JOHNNYELLY BARBOSA SOARES SILVA; Silvania Lucas da Silva Nogueira; Sara Lessa Lima; Jose Cicero Cabral de Lima Junior
Em grande parte das situações escolares os meninos estão mais engajados em práticas corporais, como os esportes. Isso ocorre porque desde cedo são incentivados a explorar uma variedade de vivências que contribui para o desenvolvimento de habilidades que favorecem a eles estarem envolvidos nas atividades esportivas, principalmente nas aulas de educação física. Culturalmente, não é o que acontece com as meninas, a maioria delas tem suas experiências limitadas a práticas consideradas socialmente “adequadas” ao público feminino, sendo muitas vezes desencorajadas a participar de atividades associadas ao universo masculino e quando tentam se inserir é comum ouvir comentários como “isso não é coisa de menina”. Essa diferenciação contribui para a reprodução da desigualdade de gênero no ambiente escolar. Desta forma, o trabalho tem como objetivo relatar como as práticas esportivas dentro da escola podem reforçar essa diferenciação de gênero, a partir da observação do engajamento, por professoras do PIBID. As aulas de educação física foram desenvolvidas em uma escola periférica da cidade de Juazeiro do Norte, que tinham como temas centrais o futsal, handebol e vôlei, trabalhando os fundamentos de forma lúdica até chegar ao jogo propriamente dito. Foi observado que havia resistência por parte das meninas que relataram a insegurança na participação por não terem tanto contato com a prática e por receio de não executar as habilidades como os meninos. Notamos que quando as alunas eram incentivadas pelas professoras, que participavam ativamente das atividades tendo objetivo de promover o reconhecimento da presença feminina nas práticas, o envolvimento delas aumentava significativamente. Esse estímulo mostrou-se fundamental para ampliar a participação das meninas nas propostas desenvolvidas durante as aulas. Conclui-se que as práticas esportivas devem continuar fazendo parte das aulas da educação física escolar, mas é preciso explorar todas as possíveis abordagens dentro dos conteúdos para motivar e incluir também aqueles que não tiveram tantas oportunidades de prática e por isso não se percebem capazes de desenvolver determinadas tarefas que são proposta.
Palavras-chave: Desigualdade,Esporte, Gênero
Oral
Abrir o trabalhoESPORTES DE PAREDE E REDE: UMA EXPERIÊNCIA NO PIBID EDUCAÇÃO FÍSICA
LUIZ GABRIEL ALVES DA SILVA; Cícero Martiniano Menezes; José Eduardo Barbosa Saraiva
Resumo: Este trabalho apresenta a experiência desenvolvida pelos bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) na Escola Mário da Silva Bem com a prática de esportes de parede e rede. Objetivo: a ação teve como objetivo proporcionar aos alunos vivências em modalidades esportivas que ainda não faziam parte do seu cotidiano escolar, ampliando assim suas experiências corporais e sociais. Metodologia: a metodologia consistiu na realização de oficinas práticas que contemplaram jogos adaptados, priorizando a participação de todos os estudantes. Para superar a limitação de recursos materiais, foi realizada a improvisação de equipamentos e a confecção de raquetes pelos próprios alunos, utilizando papelão e palitos de churrasco, o que favoreceu a criatividade, o envolvimento e o senso de pertencimento ao processo. Resultados: os resultados evidenciaram que os alunos demonstraram entusiasmo e engajamento nas atividades, compreendendo a importância do esporte como meio de socialização, aprendizagem e lazer. Conclusão: conclui-se que a vivência dos esportes de parede e rede, de forma criativa e adaptada, contribuiu para o desenvolvimento motor, social e afetivo dos estudantes, fortalecendo o papel da Educação Física no ambiente escolar.
Oral
Abrir o trabalhoFORMAÇÕES PEDAGÓGICAS: UMA ANÁLISE DAS CONTRIBUIÇÕES PARA A DOCÊNCIA A PARTIR DAS EXPERIÊNCIAS NA EEMTI ALAÍDE SILVA SANTOS
LUIZ PATRÍCIO DE SOUSA NETO; Maria das Graças de Alencar Velozo; José Neto Vieira Damasceno; Francisco Joedson da Silva Nascimento
O presente trabalho apresenta reflexões acerca das formações pedagógicas realizadas na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Alaíde Silva Santos, essas ações são voltadas para o aperfeiçoamento da prática docente, que é feita tanto para os professores da Unidade escolar quanto para os bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID, que atuam instituição. Intitulado “Café com Humanas”, o projeto idealizado pelo professor coordenador de área José Neto Vieira Damasceno, com o objetivo de estreitar o diálogo entre escola e universidade por meio intercâmbio de saberes entre estes dois lócus. O momento se trata de um convite para um professor universitário estabelecer um debate de um determinado assunto relacionado a sua área de pesquisa, junto a uma roda de conversa. Neste trabalho, buscamos partilhar um relato de experiência a respeito da relevância dessas formações para a formação docente dos pibidianos que vêm participando dos momentos, tendo em vista que são momentos dialógicos com profissionais que décadas de experiência docente, a qual contribui para nossa atuação enquanto professores em formação e para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem. A metodologia utilizada consistiu na observação das formações, participação direta nesses momentos (inclusive nos debates) e sistematização dos registros. Isso permitiu identificar desafios, práticas e estratégias utilizadas no exercício da docência na educação básica. Os resultados evidenciam que as formações possibilitam trocas de experiências entre docentes, favorecem a construção coletiva do conhecimento e incentivam a implementação de metodologias relevantes na práxis pedagógica. Conclui-se que o programa desempenha papel relevante na formação continuada, contribuindo para a valorização docente, a qualificação da prática pedagógica e amenização das lacunas existentes na formação inicial.
Palavras-chave: formação pedagógica,prática docente,ensino-aprendizagem,formação continuada
Resumo Simples
Abrir o trabalhoGESTÃO PEDAGÓGICA E CURRICULAR COMO MANIFESTAÇÃO DEMOCRÁTICA: UMA ANÁLISE Á LUZ DAS EXPERIÊNCIAS DO PIBID NA ESCOLA ALDEGUNDES GOMES DE MATTOS
MARIA DAS DORES LINDA INÊS LIMA DE SOUZA FILHA ; Maria Elaryce de Araújo; Maria Sueni Fernandes Santos; Francisco Moreira Firmino
A gestão pedagógica da escola é fundamental para a amplitude e o exercício pleno da cidadania, sendo o espaço onde se articulam as práticas que formam o sujeito crítico e participativo. Essa dimensão cidadã se reflete diretamente na estruturação e na execução do currículo, que, quando abordado sob uma ótica dialógica e inclusiva, configura-se como uma manifestação democrática no contexto escolar. Partindo dessa premissa, o presente resumo analisa as experiências desenvolvidas no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) na Escola Aldegundes Gomes de Mattos, localizado na Cidade de Crato-Ceará, onde busca evidenciar de que forma as ações de iniciação à docência atuaram na construção de práticas pedagógicas e curriculares que promovem a participação e o diálogo como pilares da gestão democrática. Este trabalho se enquadra na abordagem qualitativa, de natureza descritivo-analítica, tendo como principal estratégia metodológica o estudo e análise documental do Projeto Político Pedagógico (PPP) da escola e o registro de observação participante nas atividades do PIBID. As experiências vivenciadas enquanto bolsista, transformaram nossas percepções do que vem a ser a educação, tornando- nos, mediadores ativos do processo ensino aprendizagem. A iniciativa promoveu a multiplicidade de diálogos a interconexão com saberes culturais diversos, abordando a gestão e a aplicação prática da democracia em sala de aula. Os resultados revelaram que, ao trabalhar a gestão e a democracia como fontes de engajamento social e transformação, as intervenções possibilitaram que os alunos compreendessem as dinâmicas da gestão escolar, desmistificando seus processos. Esse ganho de consciência foi fundamental para que as crianças se posicionassem como protagonistas no processo de transformação e aprendizado. Mai do que assimilar conceitos teóricos, o entendimento sobre democracia e cidadania permitiu que os alunos exercessem seu protagonismo, posicionando-se de forma
Oral
Abrir o trabalhoGINÁSTICA COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO: A EDUCAÇÃO FÍSICA PARA ALÉM DO “QUARTETO FANTÁSTICO”
SILVANIA LUCAS DA SILVA ; Johnnyelly Barbosa Soares Silva; Sara Lessa Lima; Jose Cicero Cabral de Lima Junior
A educação física vem embasada de uma cultura que reproduz o esporte na escola. Vemos que as práticas mais abordadas em aulas são esportes que formam o quarteto fantástico: handebol, voleibol, basquete e futsal. Em consequência disso, as aulas de educação física acabam sendo excludentes com aqueles que não possuem proximidade com esses esportes, favorecendo apenas os alunos com maior contato com essas práticas. O presente trabalho tem como objetivo abordar uma vivência da ginástica realizada na escola, nas aulas de educação física e como os alunos(as) reagiram a esta ferramenta. Essas práticas foram desenvolvidas em uma escola periférica de Juazeiro do Norte nas aulas de educação física, iniciando com uma apresentação teórica abordando o contexto histórico e os tipos de ginástica com ênfase na acrobática. Sendo apresentada de forma gradativa, iniciando com movimentos mais simples e individuais, partindo para figuras em dupla, resultando em figuras mais complexas em grupo. Foi possível observar maior engajamento das meninas nas atividades propostas, que eram planejadas buscando envolver todos os alunos e instigar o repertório motor que muitas vezes não é explorado em práticas tradicionais, como as do quarteto fantástico. Isso porque, em práticas que culturalmente são mais destinadas aos meninos, elas demonstram uma maior resistência e desinteresse, enquanto, nas propostas que valorizam a cooperação, a expressão corporal e a criatividade, como a ginástica, elas se mostram mais participativas e motivadas. Conclui-se que, a variedade de conteúdos que compõem a educação física precisam sair do papel e ir efetivamente para a prática, garantindo que todos os alunos tenham a oportunidade de vivenciar, experimentar e explorar diferentes formas de movimento, expressão corporal e modalidades. Quando o professor diversifica as práticas promove maior inclusão e participação dos estudantes, especialmente daqueles que não se identificam com os esportes tradicionalmente ensinados.
Palavras-chave: Ginástica,Inclusão,Esportes tradicionais
Oral
Abrir o trabalhoIMPROVISAÇÃO NO JOGO TEATRAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO PIBID/TEATRO NA EEMTI PRESIDENTE GEISEL
CLARISSA TEREZA DE MORAES RODRIGUES; Nelson Daniel Rodrigues Da Silva; Ruan Ragiby de Moura Lima; Gabriel Ribeiro da Silva
Este relato de experiência, em andamento, está vinculado ao subprojeto de Teatro do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Regional do Cariri (URCA). O locus desta experiência pedagógica é a Escola de Ensino Médio em Tempo Integral (EEMTI) Presidente Geisel – Polivalente, na cidade de Juazeiro do Norte – Ceará, com duas turmas de 1° série do ano de 2025. Temos como objetivo refletir, através das experiências pedagógicas em sala de aula, acerca da improvisação teatral no interior do jogo teatral como conteúdo nos processos de ensino, aprendizagem e criação artística no componente curricular Arte/Teatro do Ensino Médio. Com esta finalidade, enquanto metodologia, foram utilizados aspectos da pesquisa qualitativa, uma vez que nos voltamos exclusivamente à qualidade do ensino e da aprendizagem do teatro, aliando pesquisa bibliográfica e intervenções pedagógicas na sala de aula, inspiradas na teoria dos jogos teatrais. Dito isto, como referencial teórico foram eleitas as contribuições de Spolin (2001; 2003), com a teoria dos jogos teatrais na sala de aula, uma vez que a teoria de seus jogos e o seu fichário possuem grande relevância para a prática pedagógica e para o ensino de teatro; bem como as contribuições de Koudela (2001) para o jogo teatral no Brasil. Ademais, enquanto referencial estético-artístico, consideramos A Cia Barbixas de Humor como potente na curadoria artístico-pedagógica, dado que seus trabalhos se alicerçam em técnicas de improviso teatral, não diretamente relacionada ao jogo, mas sim ao lado lúdico das reações do público que também participa do espetáculo, além da referida companhia já compor o repertório cultural de alguns estudantes. Concluímos, temporariamente, que o trabalho com a improvisação teatral e com os jogos teatrais fomentam a criatividade, o trabalho em equipe e a expressão individual no ambiente escolar, colaborando assim para um melhor processo de ensino e aprendizagem.
Palavras-chave: Improvisação teatral, Jogos teatrais, Ensino de teatro
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoIniciação da prática docente durante a graduação: a importância do PIBID.
ANA FLÁVIA AGOSTINHO ALVES ; Selva Gonçalves Sobreira; Rafaela Gomes Silva; Vanessa Bezerra Bernardo; Miguel Junior Zacarias de Lima
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) é um programa desenvolvido pelo MEC (Ministério da Educação) e gerenciado pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), que oferece bolsas de iniciação à docência para alunos dos cursos de licenciatura com o objetivo de antecipar o vínculo com as salas de aula da rede pública. O presente trabalho tem como escopo refletir sobre a importância do PIBID para a prática docente durante a graduação. A partir do programa, os bolsistas têm uma experiência e contato com a escola, bem como o exercício da práxis em sala de aula. Assim, o objetivo central deste trabalho é analisar o quanto as experiências através do programa é fundamental nos cursos de licenciatura, levando os estudantes a uma aproximação da futura profissão. A metodologia deste trabalho é de caráter bibliográfico de acordo com SEVERINO (2014), junto a uma abordagem qualitativa baseada em MINAYO (1993), realizado também por análise de artigos do SciELO relacionados ao tema e livros como “Pedagogia do Oprimido” de Paulo Freire, e um livro “Vygostsky: Aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico. A discussão foca nos proveitos e resultados que a bolsa proporciona aos estudantes de licenciatura, contribuindo para a diminuição da evasão nos cursos de licenciatura, além de ajudar os discentes a se identificarem com o curso escolhido, garantindo que o estudante ao vivenciar o cotidiano escolar possa refletir sobre sua própria prática, valorizando e melhorando a qualidade da educação básica, além de despertar no estudante a autonomia, a confiança e o amor pela docência. Concluímos que o PIBID é de suma relevância para qualificar futuros professores, promovendo aos discentes esse primeiro contato com a realidade escolar da rede pública de ensino, aproximando a teoria e a prática, além de desenvolver metodologias pedagógicas e melhoria da qualidade do ensino público.
Palavras-chave: PIBID, Prática, Formação Docente
Oral
Abrir o trabalhoINTERDISCIPLINARIDADE E PSICOMOTRICIDADE COMO POSSIBILIDADES PARA O CICLO DE ALFABETIZAÇÃO
ANTONILDA BARBOSA DA SILVA; Ingryd Laís Silva Gorgonha; Silvana Soares da Silva
O presente trabalho parte da compreensão de que a psicomotricidade se articula como uma metodologia indispensável, alinhando-se aos processos de desenvolvimento das crianças. Em parceria com a interdisciplinaridade, auxiliam na contemplação dos campos de experiência que devem ser trabalhados nos anos iniciais da Educação Básica. Desenvolvido no interior do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência, no subprojeto Alfabetização do curso de Pedagogia da Universidade Regional do Cariri, tivemos como objetivo exercitar a interdisciplinaridade nos anos iniciais do ensino fundamental, na perspectiva da promoção do desenvolvimento integral das crianças a partir de projetos psicomotores. Apoiamo-nos em Nogueira (2007) e Giancaterino (2013), que abordam a psicomotricidade como crucial ao processo de alfabetização, e nos textos de Silveira (2015) e de Queiroz Costa (2019), que relacionam alfabetização, psicomotricidade e Educação Física. Assim, a metodologia realizada dividiu-se em dois momentos, com os jogos psicomotores produzidos entre as bolsistas e a supervisora do PIBID e a efetivação das atividades com as crianças. Ao longo de algumas semanas, as bolsistas atuaram nas turmas dos 1ºs e 2ºs anos da escola, propiciando às crianças vivências com os jogos, articulando habilidades psicomotoras e alfabetização/letramento. As crianças experimentaram uma tarde na quadra da escola, com atividades que partiram da contação de história intitulada “Brincar de quê” (Alves, 2012), seguida de uma roda de conversa com os estudantes do 1º ano. Em seguida, da caixa lúdica, retiramos os brinquedos que faziam parte da história, como o pião, a boneca e o carrinho, estimulando a memória afetiva e o diálogo. Logo após, unimo-nos com os bolsistas do PIBID de Educação Física para proporcionar às crianças momentos psicomotores em circuitos de brincadeiras como amarelinha, pula corda, pega-pega e peteca. Com as narrativas, observamos que atividades psicomotoras configuram-se como importantes ferramentas no processo de alfabetização/letramento, visto que por meio dos jogos e brincadeiras, as crianças, em toda a sua corporeidade, são estimuladas a desenvolverem suas capacidades.
Palavras-chave: Alfabetização,Crianças,Jogos e brincadeiras,Experiências
Oral
Abrir o trabalhoINTERVENÇÃO, FAMÍLIA E INCLUSÃO: PRÁTICAS INCLUSIVAS NA FORMAÇÃO DOCENTE PELO PIBID EQUIDADE
MARIA SOCORRO BRITO LIMA SILVA; Maria do Socorro Pimenta Lacerda Leite; Maria Cirlene Duarte de Oliveira
O estudo aborda a importância da intervenção familiar no processo de inclusão educacional, destacando o papel da família como parceira indispensável na trajetória escolar de crianças com necessidades específicas. Considerando que a escola, por si só, não é capaz de atender a todas as demandas do ensino e da aprendizagem, buscou-se compreender de que modo a participação ativa da família pode potencializar práticas inclusivas, fortalecer a autonomia e promover a socialização dos estudantes. O objetivo consistiu em analisar como ações conjuntas entre escola e família ampliam estratégias de apoio, consolidam vínculos e favorecem aprendizagens significativas. A metodologia envolveu revisão bibliográfica de autores que discutem inclusão, interdisciplinaridade e práticas pedagógicas, aliada a estudo de caso em contextos escolares que evidenciaram a parceria efetiva entre escola e família. Os resultados demonstraram que a colaboração constante entre professores, familiares e demais profissionais potencializa o engajamento dos estudantes, amplia o acesso a recursos pedagógicos diversificados e contribui para a superação de barreiras atitudinais, físicas e metodológicas. Constatou-se ainda que a participação familiar no acompanhamento do desenvolvimento escolar proporciona às crianças maior segurança, valorização e motivação, refletindo positivamente em seu desempenho acadêmico, na autoestima e nas relações sociais. Tal integração também favorece a formação docente, ao possibilitar que futuros professores aprendam a articular práticas pedagógicas inclusivas com estratégias de acolhimento, escuta e diálogo. Conclui-se que a intervenção familiar constitui elemento central para a efetivação da inclusão, tornando o processo educativo mais democrático, humanizado e comprometido com os princípios de equidade e justiça social, em consonância com a Base Nacional Comum Curricular e os objetivos da Agenda 2030.
Palavras-chave: Intervenção, família, inclusão, formação docente, práticas pedagógicas
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoJOGOS TEATRAIS, CULTURA LOCAL E ENSINO DE TEATRO
FELIPE DE LUCENA LEITE ; Yure Nobre Pereira; Junior Bezerra de Oliveira; Maria Marcia Oliveira Dos Santos
Este trabalho descreve e analisa as práticas pedagógicas desenvolvidas no subprojeto Teatro do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) da Universidade Regional do Cariri (URCA). O estudo se fundamenta na pesquisa-ação e na experiência prática, realizadas por meio de oficinas e aulas de teatro na EEF 3 de Junho, em Juazeiro do Norte, envolvendo estudantes do 6º e 7º ano no contraturno escolar. As ações são guiadas pelos Jogos Teatrais de Viola Spolin (2010) e utilizam como base a dramaturgia "O Mágico di Ó", de Vitor Rocha (2022). O processo criativo para a montagem do espetáculo vem sendo desenvolvido desde março de 2025, e está organizado em duas etapas complementares: a integração e familiarização do grupo, utilizando jogos específicos; e a criação de cenas com foco na cultura nordestina, com destaque para o texto teatral em forma de versos e rimas, inspirado na literatura de cordel, e elementos visuais que fazem alusão à xilogravura. Essas duas linguagens artísticas têm forte expressão na cidade de Juazeiro do Norte, e os estudantes já as conheciam por meio dos estudos regionais escolares e pela proximidade territorial da escola com o bairro do Horto, onde produzem conhecidos poetas, artistas visuais e artesãos. É importante destacar que o texto "O Mágico di Ó" – uma adaptação de um autor mineiro com uma visão particular do Nordeste – foi enriquecido pelo grupo com a inserção de elementos característicos do Cariri cearense, como lendas e histórias. Essa intervenção potencializa a identificação dos alunos com o contexto e aproxima a obra da vivência local. A utilização dessas referências culturais regionais e a metodologia de jogos teatrais têm demonstrado facilitar a interação e o engajamento dos estudantes. Com isso, o trabalho vem fortalecendo o senso de pertencimento cultural entre os participantes e a aprendizagem de princípios básicos da linguagem do teatro
Palavras-chave: PIBID, Teatro na Educação, Jogos Teatrais, Cultura Nordestina, Cariri Cearense
Oral
Abrir o trabalhoLiteratura antirracista: A importância do reconhecimento étnico-racial no processo de alfabetização.
MARIA RAYANE DA SILVA MARTINS ; Ana Clara de Souza Araujo Lopes; Nathália Moreira Nunes
A escola é um espaço importante para o combate ao racismo pois, a educação é um instrumento potencial para construção identitária dos indivíduos (Munanga, 2005). No contexto escolar, a literatura infantil é uma forma lúdica de se tratar diversos assuntos, por isso, assume um papel essencial quando utilizada como ferramenta para fortalecer práticas pedagógicas antirracistas. Assim, este trabalho propõe relatar uma experiência pedagógica desenvolvida a partir de um projeto realizado por oito bolsistas do Programa de Iniciação à Docência (PIBID)- subprojeto Alfabetização, em uma escola pública de tempo integral, na cidade de Juazeiro do Norte-CE. As atividades foram desenvolvidas com as turmas de 1° e 2° ano da instituição, tendo como foco o uso das obras literárias infantis: “Meu crespo é de rainha” - Bell Hooks e “O cabelo de Lelê”- Valéria Belém. A iniciativa visou cumprir o que determina as Leis de n° 10.639/2003 e nº 11.645/2008, que asseguram a obrigatoriedade do ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena nos currículos escolares. Ao abordarmos o livro “Meu crespo é de rainha”, uma trancista foi convidada para trançar os cabelos das crianças. Em outro momento, o livro “O cabelo de Lelê" foi lido para as crianças na biblioteca da escola e, após leitura, realizamos uma roda de conversa e um momento de desenho e escrita espontânea. No decorrer da escuta tanto da primeira, quanto da segunda literatura, as crianças compartilharam suas visões sobre o enredo das obras. A partir das vivências proporcionadas pelas leituras dos livros, podemos perceber o reconhecimento racial dos alunos e consequentemente um aumento da autoestima. A vista disso, Ribeiro (2018) destaca que se a criança negra cresce sem se enxergar nos livros, histórias e brinquedos, sua autoestima será negativamente impactada. Assim, a partir dos trabalhos desenvolvidos nessas atividades, notou-se que o sentimento de capacidade e pertencimentos trouxe segurança para o processo de leitura e escrita, visto que no início das atividades, percebiamos muitas crianças inseguras para arriscar-se nesse exercício. Por fim, ressaltamos a importância de trabalharmos a identidade dos alunos...
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoLITERATURA E REPRESENTATIVIDADE NEGRA NA INFÂNCIA: EXPERIÊNCIA DO PIBID-ALFABETIZAÇÃO
ANA CAROLINY LIMA DA SILVA; Maria de Fátima Patrício Dantas; Ana Paula Santos Santana
Durante o XIV Congresso Internacional Artefatos da Cultura Negra, realizado de 25 a 30 de setembro de 2025, as bolsistas do PIBID- Alfabetização da Universidade Regional do Cariri, juntamente com sua supervisora, apresentaram uma experiência pedagógica desenvolvida na Escola Tabelião Expedito Pereira com crianças do 1° e 2° ano. O projeto teve como objetivo promover a educação antirracista por meio da contação de histórias, valorizando a diversidade étnicoracial e incentivando o respeito às diferenças. A metodologia adotada foi qualitativa e envolveu observação participante, diálogo e atividades lúdicas baseadas na leitura e dramatizações de histórias que abordam a cultura e a ancestralidade africana. A obra trabalhada foi o livro “Menino Coração de Tambor”, da autora Nilma Lino Gomes, que serviu como base para a discussão sobre a importância das questões antirracistas e da valorização da identidade negra, contemplando, assim, os valores civilizatórios afro-brasileiros- Trindade (2004). A partir dessa leitura, as crianças foram estimuladas a refletir sobre suas origens e a reconhecer a importância da representatividade negra nas narrativas. Como resultados, observou-se maior engajamento dos alunos e alunas nas práticas de leitura, fortalecimento da autoestima e ampliação da consciência sobre igualdade racial. A experiência demonstrou que a contação de história pode ser uma ferramenta potente para a promulgação das Leis n° 10639/03 e 11.645/08, que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira/ indígena. Com ações pedagógicas voltadas ao respeito, empatia e justiça social, podemos contribuir para uma educação mais inclusiva, diversa e humana.
Palavras-chave: Educação antirracista, Contação de histórias, Diversidade étnico-racial, Alfabetização
Oral
Abrir o trabalhoLITERATURA INFANTIL, ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
EMILY PEREIRA LIMA; Álvara de Sousa Santos; Stéfany Fernandes Alcântara; Juvana Silva de Alencar; Tainá da Silva Esmeraldo; Myrla Layane Souza Rodrigues
A afetividade, o encantamento, o desejo, a literatura e as vivencias são fortes aliadas da aprendizagem, nesta perspectiva buscamos ressignificar o processo de letramento e alfabetização, unindo literatura e culinária, assim envolvendo as crianças em uma prática socialmente relevante, conectando o mundo da escrita com o social. A experiência aqui descrita foi desenvolvida na Creche Ailza Gonçalves, Crato-CE, no âmbito do PIBID/URCA Alfabetização, teve início com a história “A Cesta da Dona Maricota”, de Tatiana Belinky, com vistas a uma aproximação das crianças com o mundo letrado, tornando as experiências cotidianas mais atrativas, lúdicas, divertidas e envolventes, por meio de versos brincantes, a história narra alimentos, com os quais Dona Maricota cria receitas deliciosas. Buscamos perceber os saberes das crianças sobre as frutas apresentadas, com destaque a alimentação saudável, partimos para o preparo de uma receita de salada de frutas na turma do infantil III. Durante a vivência, o nome dos ingredientes, suas quantidades e modo de preparo foram escritos no quadro para que as crianças acompanhassem a receita. Já no Infantil V, as crianças partilharam a produção de um brigadeiro de cenoura. Nas interações com as crianças das duas turmas, foram explorados assuntos como: nome dos ingredientes, medidas, quantidades, concentração, respeito, paciência, higiene e cuidado. Observamos considerável entusiasmo e envolvimento delas em todo processo, e o desenvolvimento de diversas habilidades infantis, como o letramento e aprendizagens matemáticas, como destacadas nas falas a seguir: “agora é a vez da cenoura”, “nossa, brigadeiro saudável!”, “vou querer comer todo dia”, “ tá uma delícia”, “vou ensinar pra minha mãe”. Concluímos que atividades práticas que oportunizam a participação das crianças são fundantes no processo de construção de conhecimentos na primeira infância. Percebemos que, ao vivenciar as histórias e transformá-las em experiências práticas, as crianças expandiram seus conhecimentos, apreciaram o momento de leitura, exercitaram conceitos matemáticos de quantidades e tamanhos, bem como vivenciaram o uso social da escrita.
Palavras-chave: Educação Infantil. Literatura. Alfabetização. Letramento.
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Abrir o trabalhoMOVIMENTO SEM BARREIRAS: A GINÁSTICA COMO PRÁTICA INCLUSIVA NA EDUCAÇÃO FÍSICA
PAULO HENRIQUE DOS SANTOS; Maria Josiana de Jesus Rosa; José Eduardo Barbosa Saraiva; Ravy Bantim Peixoto de Oliveira
A Ginástica Para Todos na escola é uma oportunidade de entender mais sobre essa prática. Este objeto de conhecimento nos ajuda a explorar diferentes interpretações da ginástica, permitindo a busca de novos sentidos e formas de nos expressar. Quando a ginástica faz parte da Educação Física, não se trata apenas de fazer movimentos, mas também de refletir sobre eles, encontrar significado, superar desafios e conhecer melhor a si mesmo, como forma de conscientização do próprio corpo, fato que contribui para o desenvolvimento completo dos alunos(as). O objetivo das nossas aulas foi trazer o conteúdo de ginástica para as aulas de Educação Física, para trabalhar a inclusão e desconstruir o preconceito com essa prática. As aulas aconteceram na escola pública EMEF Mário da Silva Bem, localizada em Juazeiro do Norte-CE. Participaram das nossas aulas alunos(as) dos 8º anos, totalizando 140 alunos. A Ginástica Para Todos foi o conteúdo escolhido, objeto de conhecimento esse que está presente na Base Nacional Comum Curricular. O conteúdo teve duração de quatro semanas, cada turma tinha duas aulas de 50 minutos, sendo aulas teóricas e práticas. De início, foi observada a ausência deste conhecimento e um certo preconceito de alguns alunos diante das perguntas feitas a respeito da ginástica. Depois foi apresentado a contextualização desse conteúdo como a história, os tipos de ginástica e vídeos das práticas para melhor compreensão dos alunos. Nas aulas práticas usamos a Ginástica Para Todos, que tem característica inclusiva, sendo ideal para ser desenvolvida no ambiente escolar. Usamos figuras da ginástica acrobática e distribuímos entre os alunos para reproduzirem as figuras que podiam ser feitas individualmente ou coletivamente. Também foi usado materiais da ginástica artística como arcos, bolas, fita e também colchonetes para realizar rolamentos. Ao final de todas as aulas fazíamos uma roda de conversa para refletir juntamente com os alunos sobre as atividades realizadas, sempre
Palavras-chave: Educação Física,Ginástica,Inclusão,PIBID
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Abrir o trabalhoMUSICALIZAÇÃO E ALFABETIZAÇÃO: SONS, EMOÇÕES E IMAGINAÇÃO SE UNEM NO PRAZER DE APRENDER
LUISA BRANDÃO DE LIMA ; Viviane Pinho Menezes; Juvana Silva de Alencar
O presente trabalho traz um relato de experiências de bolsistas do PIBID-Alfabetização da Urca, realizadas no Centro de Educação Infantil Ailza Gonçalves Felício Crato-CE, com crianças do infantil III. Conforme a resolução n.5 de 17 de dezembro de 2009 (Brasil, 2009), em seu artigo 9º, os eixos das práticas docentes na educação infantil são as interações e a brincadeira, de forma a garantir que as crianças participem de diferentes linguagens (gestual, verbal, plástica, dramática e musical) e que tenham oportunidades de interação com a linguagem oral e escrita. Assim, a musicalização pode participar do processo de alfabetização, uma vez que tem se mostrado uma experiência encantadora e transformadora, conforme defende Zilma de Moraes Ramos de Oliveira. A música foi pensada para atender as necessidades das crianças da turma do Infantil III, que precisavam desenvolver a oralidade, participar, escutar e dialogar. Produzimos, então, uma caixa com fichas musicais, contendo imagens de cantigas de roda e músicas infantis. As crianças foram organizadas em círculo e uma por vez retirava uma ficha, identificando a música através da leitura de imagens e juntas cantávamos com auxílio do violão, vivenciando experiências que uniam ritmo, melodia, movimento e imaginação. Este trabalho com músicas tem despertado o interesse e a curiosidade das crianças, favorecendo o desenvolvimento da linguagem oral, da concentração, da escuta atenta e da criatividade. Essas ações fortalecem a consciência fonológica, ampliam o vocabulário e favorecem o reconhecimento dos sons da fala, essenciais à alfabetização. Percebemos o entusiasmo e a participação das crianças, que se mostraram mais confiantes e expressivas ao cantar, se movimentar e compartilhar suas ideias. Ao interpretar o que viam, cantar e identificar as palavras das músicas, as crianças se envolviam efetivamente com a linguagem, compreendendo melhor os sons, as letras e o significado das palavras.
Palavras-chave: Musicalização,Alfabetização,Educação Infantil, Linguagens
Oral
Abrir o trabalhoNO TRAÇO DO BADZÉ: O GRAFISMO COMO ESTRATÉGIA PEDAGÓGICA NO ENSINO DE BIOLOGIA
ANA BEATRIZ DE LIMA CORREIA ; Wesley Felipe Mota Da Silva
O grafismo, enquanto proposta metodológica, destaca-se por promover o protagonismo do aluno, ao potencializar processos de coaprendizagem e construção coletiva do conhecimento. Nesse sentido, é pertinente considerá-lo como sendo um recurso didático significativo, por integrar o cotidiano dos educandos e favorecer a mediação entre saberes escolares e experiências vivenciais. Com isso, o relato aqui apresentado tem como objetivo descrever as vivências educativas dos alunos na construção do grafismo em cerâmica, envolvendo temas como memória, cultura, ecologia e ancestralidade de forma a aproximar os saberes dos povos originários do ensino de Biologia. O relato se apresenta como sendo de natureza qualitativa e descritiva. A experiência foi desenvolvida na EEMTI Wilson Gonçalves, no município do Crato. No desenvolvimento das experiências pode-se perceber que o diálogo entre ciência e cultura é imprescindível e urgente para a construção de uma sociedade inclusiva, diversa e sensível, o que confirma, deste modo, que outra ciência é possível. A execução da proposta metodológica demonstrou que o estímulo e o engajamento a partir de práticas culturais despertam não apenas a criatividade nos estudantes, mas também foram capazes de promover o engajamento político e crítico nos debates acerca de territórios, culturas e tradições, ampliando as discussões acerca de identidade, território e ciência. Conclui-se, portanto, que propostas metodológicas como esta desperta nos estudantes o interesse em relação aos conteúdos e facilita o processo de ensino e de aprendizagem, assim como reforça a importância de reconhecer o espaço escolar como território de múltiplas vozes, saberes e linguagens, onde a arte, a ancestralidade e o conhecimento científico se intercruzam para ressignificar o Ensino de Biologia.
Palavras-chave: Grafismo, ensino de Biologia, Ecologia, cultura
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Abrir o trabalhoNTXUVA NA SALA DE AULA: GAMIFICAÇÃO, ANCESTRALIDADE AFRICANA E APRENDIZAGEM INTERDISCIPLINAR
MÁBIA FERNANDES SILVA; Fernanda Maria da Silva Cardeal; Maria Cirlene Duarte de Oliveira Almeida; Luciana Maria de Souza Macêdo
O Ntxuva, conhecido como “Jogo da Chuva de Sementes”, é uma tradição africana que une estratégia, paciência e coletividade, simbolizando o ato de plantar para colher e promovendo o convívio comunitário. Este trabalho, desenvolvido no âmbito do PIBID Subprojeto Equidade do curso de Educação Especial Inclusiva (PARFOR Equidade/URCA), na EEMTI Presidente Geisel, em Juazeiro do Norte, propôs a ressignificação do Ntxuva em três versões pedagógicas voltadas a diferentes etapas da Educação Básica. A proposta teve caráter interdisciplinar, integrando saberes da Educação Infantil ao Ensino Médio e promovendo experiências múltiplas. Na Educação Infantil, o jogo foi explorado por meio da contagem, reconhecimento de números em português e inglês, dramatizações e curiosidades sobre a savana africana, favorecendo linguagem, percepção auditiva e cooperação. No Ensino Fundamental, o Ntxuva foi adaptado a conteúdos de Matemática, Ciências, Geografia, Artes, Inglês e Língua Portuguesa, estimulando raciocínio lógico, interpretação e criatividade. No Ensino Médio, articulou-se com Filosofia, História, Biologia, Física, Química e Geografia, incentivando reflexão crítica e revisão de conteúdos. O jogo foi pensado de forma inclusiva, garantindo a participação de todos os estudantes e valorizando as diferenças. Os materiais utilizados — tampinhas, miçangas, EVA e madeira — reforçaram a sustentabilidade e a adaptação às realidades escolares. A experiência demonstrou que a gamificação, aliada ao resgate cultural, potencializa aprendizagens significativas, coletivas e transformadoras, em consonância com Freire (1996), que entende o ensino como criação de possibilidades, e Kishimoto (1994), que reconhece o lúdico como essencial ao desenvolvimento cognitivo, afetivo e social. Assim, ao plantar sementes no tabuleiro, semeiam-se também saberes que florescem em aprendizagens coletivas.
Palavras-chave: Ancestralidade africana, Gamificação, Interdiciplinar,Inclusão ,Ntxuva
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Abrir o trabalhoO CONTEÚDO DE LUTAS NO CONTEXTO ESCOLAR
GISELLY DE ARAÚJO FREITAS; Brizia Laurindo Pereira de Sousa; Francisca Franciana Carlos
De acordo com a BNCC (BRASIL, 2018), no componente curricular de Educação Física, o ensino das lutas deve possibilitar que os alunos tenham a oportunidade de experimentar, fruir e refletir sobre as práticas corporais, buscando compreender seus sentidos, significados e valores. Com isso, nos baseamos na metodologia de ensino da “aprendizagem significativa” definida por David Ausubel, como uma aprendizagem na qual utilizamos o conhecimento prévio do aluno sobre determinado tema e associamos com o conteúdo da aula, para facilitar o entendimento do aluno sobre determinado assunto. Deste modo, nas aulas teóricas sobre lutas, foi apresentado aos alunos o conceito de lutas como uma prática corporal que envolve a oposição entre dois ou mais participantes, utilizando estratégias de ataque e defesa, sempre orientadas por regras que garantem o respeito e a integridade física dos envolvidos. Destacamos a diferença entre lutas, brigas e esportes de combate. A aula teve como objetivo introduzir os estudantes ao tema das lutas, compreendidas como manifestações culturais corporais que envolvem técnicas de ataque e defesa, com regras específicas e fundamentadas no respeito ao adversário. Na aula prática, foram realizadas as seguintes atividades: rouba rabo, proteja seu balão, mini sumo e pé com pé. Além de todas essas dinâmicas, também trabalhamos a capoeira, ensinamos alguns passos básicos como: a ginga, armada, benção, meia lua de frente, ponteira entre outros. A participação dos alunos em relação ao conteúdo de início foi bem difícil, pois tinham uma certa resistência para vivenciar algo novo, porém depois de algumas aulas, eles perceberam que era interessante e divertida as aulas e começaram a serem mais participativos. A partir disso, avaliamos o conhecimento e a aprendizagem dos alunos, através das aulas teóricas com questionários e através da participação nas aulas práticas. Concluímos que, as aulas de lutas trouxeram para os alunos uma ampla compreensão dos diversos tipos de lutas, das diferenças entre lutar e brigar, de que todas as lutas têm seu contexto histórico suas regras, normas, e acima de tudo, muita disciplina entre os praticantes.
Palavras-chave: lutas, educação física, cultura,inclusão
Oral
Abrir o trabalhoO ENSINO DE SOCIOLOGIA E A FORMAÇÃO DOCENTE NA EDUCAÇÃO BÁSICA A PARTIR DE UMA EDUCAÇÃO MULTICULTURAL
JETULHO BEM COSTA; Marielen Nogueira Vidal Leite; Ryan Bryan Ferreira Dos Santos
O presente trabalho constitui um relato de experiência que parte de uma análise descritiva sobre a construção, a atuação e as vivências aprendidas e apreendidas durante a formação docente no decorrer das ações desenvolvidas pelos bolsistas de Licenciatura em Ciências Sociais da Universidade Regional do Cariri (URCA), vinculados ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), no subprojeto de Ciências Sociais da Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Presidente Geisel (Polivalente). Trata-se de uma descrição qualitativa das práticas docentes na educação básica, cujo objetivo é discutir e analisar como a formação inicial impacta e é impactada pelo trabalho individual e coletivo na produção dos eixos didático, pedagógico e político do ensino de Sociologia — especialmente na disciplina eletiva Racismos, Desigualdades e Diversidade. Nessa perspectiva, o trabalho dialoga com o universo multicultural presente no ambiente escolar, reafirmando o compromisso com uma educação que promova e garanta a efetivação da Lei nº 10.639/2003, que estabelece o ensino da história e cultura afro-brasileira e indígena na educação básica. Ao longo dessa trajetória, ainda em processo de construção, acumulamos múltiplos aprendizados formativos que fortalecem e impulsionam uma prática docente crítica, sustentada na relação dialética entre teoria e prática, ensino e pesquisa — em outras palavras, ensinar com pesquisa e pesquisar com o ensino.
Palavras-chave: Sociologia, Ensino de Sociologia, Lei nº 10.639/2003, Multiculturalismo, PIBID
Oral
Abrir o trabalhoO ESTUDO DO MEIO NO ENSINO DE GEOGRAFIA: AULA DE CAMPO COM OS ALUNOS DA ESCOLA DOM QUINTINO PARA A COLINA DO HORTO, JUAZEIRO DO NORTE - CE
KÉSIA GOMES DOS ANJOS FEITOSA ; Glauco Vieira Fernandes
Este trabalho tem como intuito relatar as experiências vivenciadas durante o estudo do meio com os alunos do 7° ano “A” da EEF Dom Quintino, organizado pelos bolsistas, professor supervisor e coordenadores do PIBID. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) é um projeto financiado pela CAPES que tem o intuito de inserir os estudantes dos cursos de licenciaturas no cotidiano das escolas da rede básica de ensino. Assim, busca-se compreender como a aula de campo contribui para o aprendizado dos alunos da educação básica ao entrar em contato, na prática, com os conteúdos teóricos. No que diz respeito à metodologia empregada, realizamos uma aula de campo para o Geossítio Colina do Horto, localizada no município de Juazeiro do Norte - CE, com a turma do 7° ano com o intuito de preparar os estudantes para a construção das Instalações Geográficas, metodologia de ensino aplicada em sala de aula pelos bolsistas do PIBID. A referida metodologia pode ser entendida como uma forma de trabalhar, criativamente, determinado conteúdo geográfico através de signos e símbolos (RIBEIRO, 2014). Conclui-se que através da aula de campo, os estudantes obtiveram êxito em seus trabalhos, pois eles conseguiram apreender de forma mais concreta o conteúdo geográfico utilizado como recorte para a realização das instalações.
Palavras-chave: Estudo do meio, Ensino, Geografia
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Abrir o trabalhoO JOGO TRADICIONAL AFRICANO MORABARABA E SUAS ADAPTAÇÕES COMO RECURSO LÚDICO INTERDISCIPLINAR NO ENSINO FUNDAMENTAL
MARIA PEREIRA VIEIRA; Sheyla Regina Santana Crispim; Maria Cirlene Duarte de Oliveira Almeida
O jogo Morabaraba, de origem histórica ligada ao Morris inglês, adaptado no contexto africano, constitui-se em um instrumento de raciocínio lógico, percepção espacial e desenvolvimento estratégico, sendo aqui explorado em sua versão tradicional e também em variações voltadas para a Matemática e as Ciências da Natureza. O estudo busca evidenciar como o brincar pode ser um recurso pedagógico eficaz, capaz de despertar o interesse dos alunos e, ao mesmo tempo, promover aprendizagens significativas. Na proposta metodológica, o jogo foi organizado em três versões complementares: a primeira apresenta o Morabaraba em sua forma original, estimulando à lógica e a capacidade de planejamento dos estudantes; a segunda, denominada Morabaraba da Adição, relaciona-se ao componente curricular da Matemática, exigindo que o aluno resolva operações com números naturais para inserir ou movimentar peças no tabuleiro; e a terceira adaptação, chamada Morabaraba das Ciências, está voltada ao estudo da água no planeta, abordando conteúdos como ciclo da água, estados físicos, conservação e importância para os seres vivos. Todas as atividades foram pensadas para turmas do 6º ano, utilizando materiais acessíveis e de baixo custo, como papel, régua e peças simples, possibilitando sua execução em duplas. Os resultados esperados com a aplicação da proposta incluem a ampliação da motivação dos alunos para aprender, associando prazer e conhecimento, além do desenvolvimento de habilidades previstas na BNCC, como a resolução de operações matemáticas (EF06MA06) e a compreensão do ciclo da água na natureza (EF06CI02). Mais do que o domínio de conteúdos, espera-se que os estudantes desenvolvam criatividade, tomada de decisão, pensamento crítico e capacidade de resolver problemas. Nesse sentido, a ludicidade se apresenta como mediadora da aprendizagem, conforme fala Paulo Freire (1996), que ensinar exige criar possibilidades para a produção e construção do conhecimento, o que se alinha à proposta de inse
Palavras-chave: Ciências,Ensino Fundamental,Jogo Africano,Ludicidade
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoO PAPEL DAS RODAS DE CONVERSAS NA SENSIBILIZAÇÃO DA COMUNIDADE ESCOLAR SOBRE INCLUSÃO
ANA CELIA DA SILVA ; Rodrigo Brito de Almeida; Uycileide Rodrigues Pires
O presente estudo tem como foco analisar o papel das rodas de conversa como instrumento de sensibilização da comunidade escolar sobre a inclusão de estudantes da Educação Especial na escola regular, com base nas experiências vivenciadas na EEMTI Governador Adauto Bezerra, em Crato-CE. O objetivo principal foi sensibilizar e conscientizar a comunidade escolar quanto à importância da inclusão desses educandos no ambiente escolar, promovendo reflexões e fomentando o diálogo entre diferentes segmentos da comunidade escolar – estudantes, professores, gestores, familiares e funcionários – sobre a importância da convivência inclusiva, valorizando as potencialidades de cada educando e incentivando práticas pedagógicas que construam um ambiente acessível, acolhedor e equitativo. De abordagem qualitativa, aplicada e participativa, a metodologia consistiu na realização de três rodas de conversa presenciais, organizadas de forma temática e sequencial: a primeira com estudantes e professores; a segunda com familiares, núcleo gestor e convidados; e a terceira no momento do planejamento pedagógico coletivo com foco na Língua Brasileira de Sinais e nas adaptações pedagógicas. Os resultados demonstraram grande engajamento dos participantes, que compartilharam vivências e demonstraram sensível interesse pelas temáticas tratadas. Observou-se um aumento significativo no acolhimento, respeito e valorização dos estudantes da Educação Especial, refletindo positivamente na frequência, participação e integração desses discentes no cotidiano escolar. Além disso, as rodas estimularam a curiosidade, a busca por conhecimento e o fortalecimento do compromisso coletivo com a inclusão. Conclui-se que as rodas de conversa mostraram-se eficazes como espaços formativos, colaborativos e transformadores, promovendo não apenas a conscientização, mas também ações concretas voltadas à construção de uma escola mais inclusiva e democrática, capaz de respeitar e valorizar as diferenças.
Palavras-chave: Rodas de conversa,Inclusão
Oral
Abrir o trabalhoO PIBID COMO APRENDIZAGEM: A ATUAÇÃO DO LICENCIANDO NO CAMPO DA ESCOLA PÚBLICA.
CÍCERA JULIANA ALVES PEREIRA; BRUNA REIS BRITO; RAFAELA GOMES SILVA; VANESSA BEZERRA BERNARDO; MIGUEL JÚNIOR ZACARIAS LIMA
O presente estudo aborda a atuação do licenciando no contexto da escola pública e os aprendizados adquiridos por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). O programa é uma iniciativa essencial que visa valorizar o futuro magistério e elevar a qualidade da formação inicial de professores. O PIBID promove a inserção dos estudantes de licenciatura no ambiente escolar desde o início de sua trajetória acadêmica, permitindo-lhes vivenciar e participar ativamente da rotina das escolas. Essa experiência é fundamental, pois revela realidades sociais e educacionais diversas, muitas vezes desafiadoras e singulares. É nesse espaço que se concretiza a máxima freiriana de que “a educação, qualquer que seja, é sempre uma teoria do conhecimento posta em prática”. O PIBID nos oferece o chão da escola como lugar de práxis, onde a teoria é testada, refletida e transformada. Assim, compartilhamos saberes e acolhemos as experiências dos alunos. Apesar dos inúmeros obstáculos estruturais e sociais, a escola pública é um espaço de descobertas e resistência, onde as crianças, mesmo diante das dificuldades, trazem alegria e entusiasmo. Essa vivência inspira reflexão: se as crianças encontram motivação e prazer no aprender, por que os adultos se perdem em reclamações? O PIBID ensina o licenciando a olhar com sensibilidade, a buscar o positivo em cada situação e a perceber a resiliência no cotidiano escolar. A imaginação infantil é pura e ilimitada, lembrando-nos de que curiosidade e alegria são motores do aprendizado. Devemos viver a infância das crianças ao ensinar, tornando o processo educativo lúdico, respeitoso e repleto de autonomia e protagonismo. Com o PIBID, percebemos a importância de um professor em constante formação, capaz de dialogar com seus alunos e promover o ensino que desenvolve tanto o senso cognitivo quanto o motor.
Palavras-chave: Educação ,Escola,Pibid,Práxis
Resumo Simples
Abrir o trabalhoO PIBID NA IMPLEMENTAÇÃO DA LEI 10.639/03: O QUE APRENDEM AS CRIANÇAS E AS GRADUANDAS?
PRISCILA MARIA DE SOUZA CAMILO; Josivânia Alves da Silva; Juliana Mayane Sobreira Xavier
A Lei nº 10.639/03, que torna obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana na educação básica, representa um marco fundamental na luta pela igualdade racial e na valorização da diversidade cultural no Brasil. Contudo, sua implementação efetiva ainda enfrenta desafios significativos, sobretudo no que diz respeito à formação docente e à construção de práticas pedagógicas comprometidas com uma educação antirracista. Nesse contexto, este trabalho visa relatar as experiências pedagógicas vivenciadas no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), com base na implementação da Lei 10.639/03, bem como identificar os aprendizados de crianças e graduandas. O relato foi realizado na Escola de Ensino Fundamental São Francisco, em Crato, Ceará, com uma turma do 1º ano, por meio do projeto “A África que nós falamos”, construído através do PIBID-Alfabetização da Universidade Regional do Cariri (URCA). O estudo utilizou como embasamento a Lei nº 10.639/03 e as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. A pesquisa mostra práticas que envolvem atividades lúdicas de alfabetização e letramento com enfoque racial, articuladas de forma transversal com diferentes linguagens, como contação de histórias, artes visuais, musicalização, jogos e oficinas, visando promover não apenas o desenvolvimento linguístico, mas também a valorização da diversidade étnico-cultural. Na experiência, foram trabalhadas três obras de literatura afro-referenciada: “A África que você fala”, de Claudio Fragata; “Letras de Carvão”, de Irene Vasco; e “Olelê: uma antiga cantiga da África”, de Fábio Simões. Com isso, evidenciamos que as crianças se apropriaram do sistema de leitura e escrita alfabética, ampliando, ao mesmo tempo, seus repertórios culturais e seus aspectos identitários. Paralelamente, às graduandas vivenciaram uma formação docente crítica e sensível às questões étnico-raciais, compreendendo os desafios e as potencialidades da implementação da Lei 10.639/03. Possibilitando, portanto, reconhecer a importância do programa para a formação de docentes aptos a
Palavras-chave: Literatura afro-referenciada,Lei 10.639/03,Diversidade
Oral
Abrir o trabalhoPIBID ARTES VISUAIS: A IMPORTÂNCIA DO ATELIÊ PARA A FORMAÇÃO DO ARTISTA/PROFESSOR/PESQUISADOR
LEONARDO VINÍCIUS JACÓ SILVA ; Samuel Henrique da Silva Soares Rodrigues; Karol Luan Sales Oliveira
O curso de Artes Visuais estrutura sua formação na tríade Artista/Professor/Pesquisador. Ao longo de oito semestres, os alunos são conduzidos a refletir, analisar e integrar o fazer artístico, a educação e a pesquisa, explorando a materialidade e suas possibilidades. A estrutura curricular é planejada para desenvolver esses três pilares de forma conjunta, compreendendo que a atuação profissional na área demanda a integração entre pesquisa, prática e mediação do conhecimento. Para a ampliação de saberes e experiências, os discentes contam com oportunidades de experimentação, como o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID). No subprojeto de Artes Visuais, o bolsista articula a tríade do curso por meio da realização de ateliês. Este resumo aborda a experiência do projeto “Entre Páginas e Muro” (EPAMU), que deu continuidade a uma ação anterior no Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcante, Crato-CE. Foram realizados cinco encontros baseados no conceito de “caderno-ateliê”, nos quais os participantes experimentaram as bases topográficas e personagens do graffiti, aplicando posteriormente essas criações em um muro. Hoje, o ateliê está em fase inicial na Escola E.E.M.T.I. Alaíde Silva Santos, localizada no Horto, em Juazeiro do Norte-CE. A escolha do graffiti como uma das bases do ateliê não é aleatória. Por meio dessa linguagem, é possível observar dois aspectos essenciais para a formação discente: primeiro, a convergência com a estrutura do curso. O percurso formativo com os participantes inicia-se pela pesquisa dos marcos históricos que consolidaram o graffiti, passa pela experimentação em papel com base em referências compartilhadas entre ministrantes e participantes, e culmina na aplicação no muro, onde todos os elementos convergem e materializam o processo de aprendizado. Em segundo lugar, destaca-se a essência do graffiti como arte pública, que dialoga diretamente com a extensão universitária. Se os/as artistas ocupam espaços públicos para democratizar o acesso à arte, a universidade, por sua vez, partilha saberes com a comunidade, caracterizando o cerne da extensão como via de mão dupla entre academia e sociedade.
Palavras-chave: Artes VisuaisPibid, Educação, Graffiti, Formação
Oral
Abrir o trabalhoPIBID ARTES VISUAIS: A IMPORTÂNCIA DOS ATELIÊS PARA O FORTALECIMENTO DO COMPONENTE CURRICULAR ARTE NA ESCOLA JOÃO ALENCAR DE FIGUEIREDO
DANIEL DAVIDSON SILVA BEZERRA ; Fábio José Rodrigues da Costa
Resumo: A Escola João Alencar de Figueiredo está em fase de adaptação quanto ao espaço físico, funcionando provisoriamente em duas outras escolas, devido à ausência de prédio próprio, o que, na minha opinião, acaba ampliando os desafios educacionais que se apresentam cotidianamente em nossa realidade. Por isso, ressalto a importância dos ateliês realizados em nossa escola por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) artes visuais, para nosso alunado. As ações iniciais de organizar e divulgar os quatro ateliês (Ateliês de Pintura, Colagem, Desenho em Tecido e Escultura em Papelão) pensados para nossa escola, movimentaram desde o início nossos alunos e os entusiasmou resultando na inscrição de um bom número de participantes que se mantiveram, em sua maioria, até o presente momento. Após alguns meses de atividades, a sala destinada aos ateliês está repleta de experimentações e resultados destes processos educativos, estimulando a curiosidade, interação e o desejo de participação de outros alunos. Isso demonstra que a presença da Universidade por meio das ações dos pibidianos têm potencializado e fortalecido o ensino de Arte em nossa escola. Os quatro ateliês trazem para a escola oito discentes do curso de Licenciatura em Artes Visuais da Urca, que baseia sua concepção de ensino na leitura, contextualização e fazer artístico, como dimensões cognitivas essenciais para a formação do apreciador, produtor, crítico da visualidade e suas dimensões estéticas e artísticas. Como extensão da universidade, este projeto fomenta à experimentação artística e estética em Artes Visuais com vista à promoção da arte na educação em diferentes contextos, configurando-se como uma oportunidade ímpar de complementar a aprendizagem de Arte em nossa escola por meio das propostas vivenciadas nos ateliês, destacando a presença do componente curricular Arte em nosso contexto escolar.
Palavras-chave: Ateliês,Alunos,Práticas,Educação
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoPIBID ARTES VISUAIS: ATELIÊ DE PINTURA
EDILVÂNIA MARIA DOS SANTOS; Carla Marques; Karol Luan Sales Oliveira; Fábio José Rodrigues da Costa
O ateliê de pintura deu início às suas atividades na escola E.E.M.T.I Alaíde Silva Santos, localizada no bairro do Horto (Serra do Catolé) na cidade de Juazeiro do Norte-Ce. A iniciativa foi tomada através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), subprojeto Artes Visuais, promovendo um espaço enriquecedor de aprendizagem e experimentação artística. A metodologia é estruturada em etapas sequenciais, abordando diversas técnias de pintura, como aquarela, guache, giz pastel oleoso, giz de cera, acrílica, oléo, utilizando uma considerável variedade de suportes, incluindo papel pardo, craft, papel paraná, sulfite, papelão, cartolina, tela e canson. Cada ateliê apresentará artistas com poéticas e temáticas distintas, servindo assim de referência para a experimentação prática e discussão teórica com os alunos. Espera-se que essa abordagem não só desenvolva a expressão artística dos alunos, mas também forme o pensamento crítico sobre o mundo. Essa aproximação da universidade com a escola, mediada pelo PIBID, também tem como objetivo fortalecer a importância do ensino de Arte nas escolas e investir na formação docente dos estudantes do curso de licenciatura em Artes Visuais da Universidade Regional do Cariri (URCA), a partir da tríade Artista, Professor, Pesquisador.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoPIBID DE CIÊNCIAS SOCIAIS EM CAMPO: VIVÊNCIAS E REFLEXÕES SOBRE A NECESSIDADE DA UNIVERSIDADE PÚBLICA OCUPAR OS ESPAÇOS ESCOLARES
PAULA LUANA MOREIRA CRUZ; Ivanilde Gabrielly da Silva Braga; Matheus Martins Barbosa
O presente trabalho vincula-se ao Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) e tem como objetivo analisar a experiência da Feira de Profissões, refletindo criticamente sobre o distanciamento entre a universidade pública e a escola pública, bem como destacar a importância dessas vivências na formação da identidade docente. Parte-se da compreensão de que ações como esta favorecem a aproximação entre escola e universidade, promovendo diálogos formativos tanto para os estudantes da educação básica quanto para os licenciandos em formação inicial. A Feira de Profissões foi realizada na Escola de Ensino Médio Governador Adauto Bezerra, em Juazeiro do Norte – CE, no turno matutino, e contou majoritariamente com a presença de instituições privadas, sendo o PIBID do curso de Ciências Sociais da universidade Regional do Cariri, a única representação da universidade pública. A metodologia adotada possui caráter qualitativo, fundamentada na observação participante, com o intuito de evidenciar a ausência da universidade pública nesses espaços e refletir sobre como essa lacuna reforça o distanciamento entre as duas instituições. Tal cenário permite problematizar a ampliação da presença do setor privado no campo educacional público e seus impactos na formação cidadã. Ressalta-se, contudo, que este estudo encontra-se em andamento; portanto, as considerações apresentadas configuram reflexões iniciais em processo de aprofundamento e construção crítica.
Palavras-chave: PIBID, Universidade pública. Escola, Escola, Formação Docência, Vivências
Oral
Abrir o trabalhoPIBID E A SALA DE AULA DE GEOGRAFIA: RELATO DE EXPERIÊNCIAS SOBRE AS PRÁTICAS DIDÁTICO-PEDAGÓGICAS NO ENSINO MÉDIO
MARIA HELOISA FRANÇA DOS SANTOS ; Emerson Ribeiro; Glauco Vieira Fernandes
O presente trabalho é resultado da participação como bolsista na instituição de ensino EEMTI Alaíde Silva Santos localizada em Juazeiro do Norte - CE, a qual está vinculado ao Programa de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). O objetivo deste trabalho é, portanto, apresentar as experiências e considerações observadas diante das ações didático-pedagógicas desenvolvidas na escola nas turmas do 3º ano do ensino médio que agrega de forma positiva na formação docente assim como no trabalho educativo. Apresentamos experiências das aulas de geografia e processos de ensino-aprendizagem dentro da dinâmica escolar. Discutindo como a atuação docente nas atividades e práticas de ensino utilizadas nas aulas de geografia na referida escola são desenvolvidas com a proximidade da realidade dos estudantes enquanto abordagem pedagógica. Dentro da dimensão teórica e prática na atuação formadora de professores, os objetivos do PIBID a serem alcançados compreendem o desenvolvimento de reflexões em discussões de vivências em intervenções educativas baseadas em observações, análise, planejamento que oferece condições do exercício de atividades a serem realizadas integrando a sala de aula. Na EEMTI Alaíde Silva Santos, nossas experiências em sala de aula foram vivenciadas com turmas de terceiros anos, em que a pibidiana observou, interagiu e ministrou aulas supervisionadas, propiciando um amadurecimento formativo. Tendo como foco a habilidade do conhecimento da realidade educacional havendo contato direto com a instituição de ensino que contribuem para que o docente em formação elabore um repertório de métodos que contribuam com sua prática docente. Em síntese, as experiências vivenciadas têm um papel muito importante para a formação dos professores, permitem um primeiro contato com o ambiente escolar e influência de uma prática cotidiana educacional com possibilidades de participar da interação entre os alunos em sala, participação de eventos formativos como também construir percepções.
Palavras-chave: Formação de Professores, Ensino de Geografia,PIBID (Programa de Bolsa de Iniciação à Docência)
Oral
Abrir o trabalhoPIBID EM AÇÃO: ARTICULANDO TEORIA E PRÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE CIÊNCIAS
CICERA NATANAELY DOS ANJOS LOPES; Francyelle Fernandes Batista; Carlos Alberto Soares Vidal
A formação inicial de professores é um processo fundamental que se fortalece com a integração entre teoria e prática. Nesse contexto, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) surge como uma estratégia fundamental, articulando a universidade às escolas da educação básica. Com isso, o presente trabalho tem como objetivo descrever as experiências de duas bolsistas do subprojeto Biologia no PIBID da URCA. O relato se apresenta como sendo de natureza qualitativa e descritiva, realizado no período entre novembro de 2024 e junho de 2025 na EEMTI Figueiredo Correia, em Juazeiro do Norte - CE. A imersão no cotidiano escolar nos permitiu compreender os desafios e as potencialidades da profissão docente, como sendo uma etapa vital na construção da identidade profissional como futuras educadoras. As atividades de imersão incluíam a análise do Projeto Político Pedagógico e do Regimento Escolar, observações das aulas da disciplina eletiva sobre o Geopark Araripe, regência sobre “Metabolismo Celular”, realização de um ciclo de palestras sobre educação ambiental e participação nas formações do subprojeto Biologia sobre gênero, sexualidade e sustentabilidade. As formações ampliaram a apropriação teórica, a análise documental proporcionou uma visão macro da instituição e a regência oportunizou o desenvolvimento de habilidades relacionadas ao planejamento e ao ensino. Dentre os desafios, tem-se a motivação dos alunos situando a necessidade da formação de professores atuar num campo de resiliência e criatividade para adaptar as estratégias de colaboração, participação e inclusão. Conclui-se que a experiência é indispensável para a consolidação da formação, uma vez que transcende a idealização e proporciona uma compreensão real da docência. A articulação universidade-escola, se apresenta como fulcral, uma vez que tensiona e ressignifica a articulação teoria e prática, reforçando o compromisso com uma educação científica, crítica e transformadora.
Palavras-chave: Articulação,Educação Básica,Prática Docente,Integração,Ensino de Biologia
Oral
Abrir o trabalhoPIGMENTOS MINERAIS E SUA IMPORTÂNCIA PARA O ATELIÊ DE PINTURA NA ESCOLA
ÁGDA LÍVIA SANTOS CANDIDO ; Francisca Roberlania Lima Silva; Daniel Davidson Silva Bezerra; Fábio José Rodrigues da Costa
O ateliê de Pintura em funcionamento na Escola de Ensino Fundamental João Alencar de Figueiredo, alocada na E.E.F. Professora Iva Emídio Godim, situada no bairro João Cabral em Juazeiro do Norte, explora os conhecimentos técnicos da pintura estimulando o desenvolvimento estético e artístico dos estudantes. Realizamos uma série de experimentações com o uso de técnicas e materiais para pintura, focando principalmente em tintas feitas a partir de pigmentos minerais, mas também com aquarela e guache. Como estratégia didático-pedagógica realizamos uma mostra das criações artísticas das pibidianas destacando os materiais utilizados como: pigmentos, tintas, suportes, para dar ao estudante uma dimensão de possibilidades que poderiam utilizar; e a partir desses materiais foi feito uma série de experimentações. Foram desenvolvidos exercícios a partir da tintura escolhida pelo grupo, feita através dos pigmentos minerais disponibilizados pelas pibidianas. Tal pigmento introduzido no ateliê com finalidade de trazer possibilidades de materiais para os alunos e conexão com o território caririense através da extração de rochas. Os exercícios resultaram em pinturas das fachadas das residências dos estudantes. Durante as atividades, foi observado um desafio significativo relacionado ao uso desses pigmentos, especialmente quanto à limitação na variedade de cores disponíveis, porém foi um desafio didático para as pibidianas e para os alunos que aprenderam a utilizar das técnicas apresentadas anteriormente de modo a transformar a experiência de maneira muito positiva.
Oral
Abrir o trabalhoREDESCOBRINDO RAÍZES: A DANÇA AFRICANA COMO PRÁTICA EDUCATIVA
SARA LESSA LIMA; Johnnyelly Barbosa Soares Silva; Tífane Braga Teixeira; José Cícero Cabral de Lima Júnior
A educação física conforme a BNCC engloba uma diversidade de conhecimento teórico/práticos, a saber: brincadeiras e jogos, esportes, ginásticas, lutas, práticas corporais de aventura e danças. Sobre o universo das danças, destaca-se a dança africana, que pode ser usada como uma prática educativa poderosa nas aulas de educação física escolar, haja vista promover um maior desenvolvimento cognitivo, físico e emocional dos alunos, podendo ainda, estimular o fortalecimento da identidade cultural dos alunos, principalmente os afrodescendentes. O objetivo foi apresentar a dança africana, sua origem, características, desmistificar conceitos e levar vivências práticas. Foi desenvolvido em uma escola periférica de Juazeiro do Norte nas aulas de educação física voltadas para abordar a dança africana. Na introdução do conteúdo, poucos alunos tinham conhecimento sobre essa dança, ou se conheciam, eram saberes meio distorcidos sobre ela. Conclui-se a importância de abordar essa temática dentro do ensino como forma de desmistificar a visão distorcida, que vai tanto além da educação física tecnicista e competitiva, que geralmente é abordada em aula, como também da dança africana que carrega um preconceito já existente na sociedade que reflete na escola.
Palavras-chave: Raizes,dança africana,prática educativa
Oral
Abrir o trabalhoRELATO DAS ATIVIDADES DO PIBID – PROPOSTA PARA UM HALLOWEEN NORDESTINO
MONIQUE DAYANE ARAUJO LEITE; Lêvir Oliveira Sousa; Thiago Lima Freire; Ana Beatriz Gonçalves Santos
O presente resumo relata o período do PIBID após o recesso letivo na EEMTI Teodorico Teles de Quental, que teve como principal desafio retomar a rotina pedagógica diante da ausência temporária da supervisora responsável, Rita Cidade. Durante esse intervalo, um professor substituto propôs um trabalho avaliativo em formato de seminário sobre artistas das diversas linguagens da arte, o que exigiu dos bolsistas reorganizar a proposta e adaptá-la às metas e prazos do programa. As atividades concentraram-se na adequação do trabalho existente e na preparação dos alunos para o período de avaliações, priorizando a continuidade do processo pedagógico. Nas eletivas, desenvolveu-se um cronograma temático sobre o Halloween, com contação de histórias, oficinas de maquiagem e figurino, improvisações e pequenas dramaturgias. O projeto buscou integrar as habilidades dos docentes e proporcionar aos estudantes uma vivência prática e criativa no campo teatral, estimulando a expressão corporal, a construção de personagens e o trabalho coletivo. A proposta também valorizou elementos do folclore brasileiro, os Ditos populares e afro-brasilidade, promovendo reflexões sobre ancestralidade, simbologias e ressignificações culturais em diálogo com o tema do Halloween. As atividades estimularam o reconhecimento das tradições locais e a importância da arte como ferramenta educativa e integradora no ambiente escolar. Usando como base os jogos da Viola Spolin (2008) em conjunto do método de ensino da pedagoga e artista Beatriz Cabral (2006) Que utiliza em sua sala de aula.
Palavras-chave: teatro, cultura popular,educação,metodologia ativa
Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA DA MONITORIA ACADÊMICA NA DISCIPLINA DE BIOESTATÍSTICA BÁSICA E EXPERIMENTAL PARA ALUNOS DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DURANTE OS SEMESTRES 2024.2 E 2025.1 DA URCA
MARIA ELOISA GOMES SANTOS
Este estudo objetivou relatar a experiência da discente como monitora da disciplina de Bioestatística Básica e Experimental pelo programa de iniciação à docência financiado pelo Fundo Estadual de Combate à Pobreza (FECOP). Trata-se de um relato de experiência. A monitoria foi desenvolvida com as turmas dos semestres 2024.2 e 2025.1 ao longo do ano de 2025. As atividades da monitoria consistiram no auxílio ao professor durante as aulas práticas, em atendimentos individuais e coletivos, com o intuito de orientar os acadêmicos da disciplina, tirar dúvidas relacionadas ao assunto ministrado pelo professor e resolução de atividades de revisão para as avaliações. O presente estudo permitiu uma autoavaliação do desenvolvimento da monitora e da sua evolução ao longo dos semestres, como também, do aumento gradativo da relevância das suas atividades no processo de ensino-aprendizagem dos discentes da disciplina de “Bioestatística Básica e Experimental” do curso de Bacharelado em Ciências Biológicas da URCA. Ao decorrer dos semestres foi observado que os estudantes que participaram ativamente das atividades de monitoria obtiveram melhor desempenho nas avaliações da disciplina, conquistando notas acima da média. Durante o primeiro semestre da monitoria, a bolsista encontrou mais dificuldades para desenvolver as atividades por não possuir tanta experiência. Contudo, foi perceptível o seu crescimento ao longo do semestre. No segundo período foi possível constatar melhora significativa na autonomia, domínio de conteúdo e interação com os educandos, o que refletiu no bom desempenho dos discentes. Com isso, é possível concluir que a atividade de monitoria é uma via de mão dupla, pois é importante no auxílio da aprendizagem dos estudantes, como também, para o desenvolvimento pessoal e acadêmico da monitora.
Palavras-chave: Docência,Ensino-aprendizagem,Autoavaliação
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Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA: O AUDIOVISUAL COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA NO ENSINO DAS QUESTÕES RACIAIS NA ESCOLA EEMTI PREFEITO RAIMUNDO COELHO BEZERRA DE FARIAS – CRATO/CE
ERISVANIA DE SOUSA SANTOS; Marcia Williane Ferreira Rodrigues; João Damião Paulo dos Santos; Suzana Martins Inacio
Este relato de experiência analisa o uso do audiovisual como ferramenta pedagógica na abordagem das questões étnico-raciais na disciplina eletiva Atualidades para o Enem, desenvolvida no âmbito do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) de Ciências Sociais. A educação antirracista no ambiente escolar é compreendida como elemento essencial para a construção de uma educação inclusiva e diversa, especialmente em um país como o Brasil, marcado por desigualdades históricas e estruturais decorrentes do racismo. A criação de políticas e práticas pedagógicas pautadas em uma educação antirracista, a partir das Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008 — que tornaram obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena — representa um avanço na valorização das identidades e das contribuições de grupos historicamente marginalizados. Para embasar o trabalho, foram utilizadas as reflexões da escritora Bárbara Carine, em Como ser um educador antirracista, e do autor Silvio Almeida, em Racismo Estrutural, cuja obra evidencia a relação entre o racismo estrutural e as instituições brasileiras, ressaltando a urgência de práticas educativas transformadoras. Nesse contexto, o audiovisual revelou-se não apenas um recurso didático, mas um instrumento pedagógico potente na promoção de representações positivas da população negra, contribuindo para desconstruir estigmas, questionar narrativas limitantes e fomentar a consciência crítica dos estudantes. Ao articular pesquisa e prática docente, a experiência aponta caminhos concretos para a efetivação da educação antirracista no cotidiano escolar.
Palavras-chave: Audiovisual,Educação antirracista,PIBID,Identidade ,étnico-racial,Prática docente
Oral
Abrir o trabalhoSABERES DA TERRA: EDUCAÇÃO, ANCESTRALIDADE E IDENTIDADE TERRITORIAL
ANA CAROLINA PAULINO DE MATOS; LUANO BRUNO DE OLIVEIRA DIAS; GISELE FERNANDES OLIVEIRA; PEDRO SAULO CORDEIRO DA CRUZ
Resumo: O presente trabalho aborda a importância dos saberes orais como um instrumento de valorização do território e da ancestralidade e cultura no processo educativo escolar. Com base nas aulas ministradas na EEMTI Teodorico Teles de Quental, localizada na cidade de Crato - CE, especificamente nas turmas dos 2o anos A e B, da disciplina de Artes por meio do Programa institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID. A proposta pedagógica incentivou os alunos da referida escola a coletarem e recontar lendas, parlendas e histórias do imaginário caririense e do folclore brasileiro, além de registar relatos de experiências vividas por familiares, funcionários e membros da comunidade escolar por meio do audiovisual. A partir desse processo, a transmissão desses saberes orais, especialmente pelos mais velhos, mostrou-se uma ferramenta essencial na formação estudantil, pois agrega valores culturais, modos de vida, e uma visão de mundo que muitas vezes são negligenciados no âmbito escolar. Autores como Bispo (2013) destacam a importância da oralidade como forma legítima de produção de conhecimento, especialmente nas práticas educativas que integram saberes populares e acadêmicos. Da mesma forma, Freire (1987) defende que o diálogo entre gerações é o princípio da educação libertadora. Este trabalho busca ressaltar e evidenciar que as narrativas orais, lendas e histórias populares fortalecem o sentimento de pertencimento e ampliam a compreensão de um contexto histórico e social entre os alunos da região Cariri cearense, região essa marcada por forte tradição cultural e mítica tendo a oralidade como veículo de transmissão de conhecimento, valores éticos e afetivos. Implementá-la no contexto escolar é um ato de resistência e de valorização da memória local, valorizando os saberes transmitidos pelos pais e os mais velhos. É, portanto, importante reconhecer que o conhecimento nasce também da vivência coletiva e que deve ocupar um espaço de destaque na formação estudantil e acadêmica, despertando entre as novas gerações o interesse por suas raízes, histórias e tradições.
Oral
Abrir o trabalhoTERRITÓRIO DE CRIAÇÃO E APRENDIZAGEM: O TEATRO COMO ESPAÇO EDUCATIVO
ROMÁRIO GOMES SOARES; Yan David Feitosa Fideles; Ferdinando Lima dos Santos; Ewerton Yuri Henrique dos Santos
O trabalho desenvolvido no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), do subprojeto de Teatro, na Escola de Ensino Fundamental 3 de Junho, em Juazeiro do Norte – CE, tem como foco o desenvolvimento de um projeto de ensino de teatro, dividido em etapas de elaboração de planos de aula, módulos temáticos e práticas teatrais que promovem o desenvolvimento social, criativo e cultural das crianças. Inspiradas na pedagogia freireana, as aulas compreendem a arte como espaço de troca e transformação. Como afirma Freire (1996, p. 25), “ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”, ideia que orienta as atividades e estimula os alunos a se tornarem protagonistas do processo criativo. Com a intenção de transformar o ambiente escolar em espaço de vivência artística e integração comunitária, o trabalho propõe a criação de um espetáculo baseado em O Mágico de Oz (Baum, 1900), adaptado à linguagem nordestina e caririense. As aulas acontecem no contraturno, com turmas de sexto e sétimo ano, e seguem módulos que exploram dramaturgia, expressão corporal, improvisação, jogos teatrais e construção de personagens. As práticas se inspiram em Spolin (2001) e Boal (1975), proporcionando aprendizado lúdico e coletivo. São estudadas referências da cultura popular, como “A Vida do Viajante” (1979), de Luiz Gonzaga, e o artesanato do Cariri, explorado em oficina com o artesão Zé Nilton, em parceria com o Complexo Ambiental Caminhos do Horto. A montagem, baseada na peça O Mágico di Ó (Rocha, 2017), reafirma o teatro como ferramenta educativa e cultural, fortalecendo o vínculo dos alunos com suas origens e promovendo colaboração, escuta e criatividade, em sintonia com a educação libertadora proposta por Freire.
Palavras-chave: Teatro Educativo, Território Escola , Cultura Nordestina
Oral
Abrir o trabalhoUM RELATO DE EXPERIÊNCIA: IDENTIDADE ÉTNICA-RACIAL E O PROCESSO DE AUTODECLARAÇÃO DOS ESTUDANTES DO LICEU DO CRATO
GLAFIRIA SILVA SANTOS ; Glafíria Santos Da Silva; Ana Alice Lima Da Silva; José Cláudio Santos Lopes Filho; Aparecida Daciana Pereira Neves; Francisca Érika Barros Gonçalves De Souza
A discussão sobre práticas educativas antirracistas no Brasil ganhou maior urgência a partir das Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, que tornaram obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena em toda a educação básica. Nesse contexto, a Secretaria da Educação do Ceará instituiu o projeto Selo Escola Antirracista, com o objetivo de incentivar as escolas da rede estadual a desenvolverem ações pedagógicas voltadas ao enfrentamento do racismo. O Liceu do Crato aderiu ao projeto, promovendo diferentes atividades, entre elas o processo de autodeclaração étnico-racial dos estudantes. O presente trabalho, em formato de relato de experiência e sob uma perspectiva sociológica, discute as relações étnico-raciais evidenciadas durante a aplicação desse processo de autodeclaração. Para tanto, mobilizamos o conceito de racismo estrutural de Silvio Almeida (2019) e refletimos sobre a identidade étnico-racial a partir do conceito de raça, analisando como os estudantes compreendem e elaboram sua consciência racial. O relato de experiência é compreendido aqui como descrição de uma intervenção científica acompanhada de embasamento teórico e reflexão crítica (Mussi; Flores; Almeida, 2021). Entendemos que a efetivação das leis mencionadas depende de uma prática educativa eticamente comprometida, politicamente engajada e pedagogicamente orientada a promover debates que fortaleçam a consciência racial dos estudantes. Tal consciência constitui elemento fundamental na construção da identidade étnico-racial e se expressa de modo significativo no processo de autodeclaração vivido pelos discentes do Liceu do Crato.
Palavras-chave: Educação Antirracista,Autodeclaração,Identidade étnico-racial,Racismo estrutural,PIBID
Oral
Abrir o trabalho