142 de 142 trabalho(s) aceito(s)
PROCESSOS CRIATIVOS EM ARTES VISUAIS: PRÁTICAS EM INICIAÇÃO À DOCÊNCIA
BRUNA WILLIENY JONAS DA SILVA
O presente resumo tem a finalidade de apresentação da importância dos processos de criação no ensino das artes. Para isso, analiso os processos criativos e intuitivos dos estudantes do Ensino Fundamental do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcante, localizado na cidade do Crato -CE no contexto do trabalho desenvolvido junto ao Subprojeto Arte do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da Universidade Regional do Cariri – PIBID/URCA entre agosto de 2018 e maio de 2019. Reconhecendo a importância de conhecer vários segmentos artísticos, o trabalho realizado consistiu no desenvolvimento de possibilidades de criação com ênfase na realização de atividades plásticas pautadas na experimentação. Para a estruturação das atividades, foi utilizado como fundamentação teórica OSTROWER (1977) que afirma que criar é, basicamente, formar. É poder dar uma forma a algo novo. Em qualquer que seja o campo de atividade, trata-se, nesse 'novo', de novas coerências que se estabelecem para a mente humana, fenômenos relacionados de modo novo e compreendidos em termos novos. O ato criador abrange, portanto, a capacidade de compreender; e esta, por sua vez, a de relacionar, ordenar, configurar e significar, partindo de si, tratando do ser consciente, sensível e cultural. Nas oficinas realizadas junto à referida escola foi desenvolvido o processo criativo em pintura, técnicas de mosaico com materiais reciclados e fotografia, com noções de enquadramento, foco e composição enfatizando o autorretrato como forma de autoconhecimento. Além dos processos criativos inerentes ao ensino dessas linguagens, também foram trabalhadas. A utilização dos materiais disponíveis para a experimentação foram manipulados a fim de estudar todo o potencial plástico das suas diferentes materialidades. O objetivo desse trabalho não se limita às potencialidades do processo criativo voltando-se também ao o desenvolvimento dinâmico da sensibilidade com a experimentação das linguagens artísticas partindo de uma abordagem triangular, propondo a percepção de si e do espaço. Os resultados do trabalho desenvolvido nas oficinas são observados na ampliação do senso estético das crianças participantes, ainda que esteja longe da idealidade. A experiência da autora junto à proposta de iniciação à docência encontra-se ainda em caráter incipiente uma vez que é estudante dos primeiros semestres do Curso de Licenciatura em Artes Visuais, no entanto a breve trajetória junto ao Programa se caracteriza como processo de estudo que apresenta resultados experimentais satisfatórios.
1ST EMAB SPELLING BEE COMPETITION: SOLETRANDO EM LÍNGUA INGLESA COMO FERRAMENTA DE AMPLIAÇÃO DE VOCABULÁRIO.
FERNANDO GLEDSON DOS SANTOS LIMA
Ao solicitar aos alunos a leitura de um texto na língua inglesa percebe-se a dificuldade que eles têm em relação aos significados das palavras. Em decorrência disto, a não compreensão deste texto provoca neles um grande desinteresse pela disciplina. Ainda, os resultados obtidos no ensino/aprendizagem denota uma sensação de que não há motivação, interesse, progressão dos conteúdos, assimilação do vocabulário e consequentemente aprendizagem significativa dos alunos. Por isso, o ensino e a aprendizagem do vocabulário para uma leitura de texto mais eficiente tem sido uma das grandes preocupações e desafios dos professores da língua inglesa. O projeto em desenvolvimento na EEMTI Maria Amélia Bezerra, localizada na cidade de Juazeiro do Norte, tem como objetivo desenvolver e aplicar como metodologia e estratégia para a memorização e ampliação vocabular a competição de soletrar, facilitando assim, a leitura compreensiva dos gêneros textuais. A primeira etapa do trabalho foi realizada pelos alunos bolsistas do PIBID durante o mês de junho e consistiu em aulas sobre o alfabeto em inglês, leitura e estudo de palavras. A segunda etapa, em desenvolvimento, consiste na preparação, organização e planejamento do evento que será no mês de agosto. Essa segunda etapa também é realizada pelo alunos bolsistas, sob a orientação do professor supervisor. A competição será entre alunos inscritos, e seguirá etapas eliminatórias culminando na final entre três competidores. Cada etapa eliminatória será disputada por dois a quatro alunos escolhidos aleatoriamente através de um sorteio na hora. A soletração das palavras obedece à ordem do sorteio, ou seja, o primeiro a ser sorteado será o primeiro a soletrar a primeira palavra. A cada rodada, para se manter no jogo, o aluno terá que soletrar corretamente a sua palavra. Quem decidirá se a palavra soletrada estará correta será uma banca de juízes composta por professores convidados. Os três primeiros colocados receberão prêmios de troféus e medalhas. Não se pode falar em resultados finais quanto a esse trabalho, haja vista o fato de que sua culminância se dará no mês de agosto do ano corrente. Porém, considerando que a iniciativa do PIBID possibilita a oportunidade de graduandos obterem determinada experiência com a atividade docente, pode-se destacar a importância do trabalho dos bolsistas que atingiram o objetivo no desempenho da primeira etapa do projeto ao incentivar os educandos à expansão do vocabulário e da ortografia correta, ampliando o processo de alfabetização. Além de despertar o interesse pela língua estrangeira.
BONECAS ABAYOMI PROVOCANDO REFLEXÕES SOBRE A DIÁSPORA AFRICANA: A experiência de oficinas realizadas pelos bolsistas do PIBID de História.
SAMUEL OLIVEIRA SANTOS ; FRANCISCO YTALO DE LIMA SILVA
BONECAS ABAYOMI PROVOCANDO REFLEXÕES SOBRE A DIÁSPORA AFRICANA: A experiência de oficinas realizadas pelos bolsistas do PIBID de História. Samuel Oliveira Santos (Graduando em História / Universidade Regional do Cariri)1 Francisco Ytalo de Lima Silva (Graduando em História / Universidade Regional do Cariri)2 Orientador: Francisco Givaldo Pereira (Docente de História/ E.E.M José Bezerra)3 Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – Capes. Resumo O presente trabalho é fruto das reflexões e discussões suscitadas durante a realização das oficinas sobre as bonecas Abayomi um SÍMBOLO DE RESISTÊNCIA, TRADIÇÃO E PODER FEMININO. As bonecas não tem costura alguma (apenas nós ou tranças), as bonecas não possuem demarcação de olho, nariz nem boca, isso para favorecer o reconhecimento das múltiplas etnias africanas. Esse trabalho que foi ministrado pelos autores, enquanto bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência [PIBID] da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior [Capes] pela Universidade Regional do Cariri, projeto Interdisciplinar História e Sociologia, que é desenvolvido na Escola Estadual de Ensino Médio José Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte/CE, sob a supervisão do professor Givaldo Pereira. O exercício de confecção das bonecas Abayomi resultou em excelentes reflexões e mudanças de posturas por parte dos e das estudantes no que diz respeito ao comportamento em sala de aula, como também serviu para desconstruir preconceitos neles e nelas entranhados. A metodologia deste trabalho se dá a partir de nossas observações e de relatos de outros professores, que ao longo das oficinas relatavam a mudança de postura de alguns. Logo, após se engajarem nas atividades proporcionadas pelo Pibid na escola. No que tange a discussão teórica utilizaremos como pano de fundo as reflexões de Nascimento (1980) e Silva (2008 – 2009). A iniciativa produz versões próprias das Abayomi e promove oficinas tanto para ensinar o processo de criação quanto para discutir a importância histórica e social entorno das bonecas. Por fim, este é um trabalho em construção, e nisso, não podemos apontar mais coisas, além do que presenciamos em sala de aula durante a confecção das bonecas, que foi o engajamento e a vontade de todas e de todos em darem o seu melhor. Palavras-chave: Bonecas Abayomi, Diáspora africana, PIBID, Escola, Juazeiro do Norte. _________________________ oliveirasantos1997@hotmail.com ytalolima519@gmail.com givaldohumanass@gmail.com
A CRIANÇA ROMEIRA E A SUA VOZ: UMA EXPERIÊNCIA DURANTE A FORMAÇÃO INICIAL NO CURSO DE PEDAGOGIA DA URCA
GERÔNIMO COELHO PINHEIRO; Camila Ramos Alves; Sislândia Maria Ferreira Brito
O presente trabalho tem como objetivo descrever e analisar a experiência vivenciada enquanto estudantes pesquisadores no projeto “As crianças nas romarias de Juazeiro do Norte: Narradores de Vivências e poéticas visuais”. A pesquisa justifica-se por perceber que as romarias que acontecem na cidade são campos férteis e a voz da criança nesses eventos é pouco explorada em pesquisas acadêmicas. Partindo desse entendimento, chegou-se a seguinte problemática, como a experiência desenvolvida no projeto supracitado contribui na formação do graduando do Curso de Licenciatura em Pedagogia? Nesse sentido, o estudo desenvolvido para esse trabalho caracteriza-se com um relato de experiência construído a partir da vivência durante a realização da coleta de dados na romaria de Nossa Senhora das Dores, em Setembro de 2018, ressaltando, para esse momento o lugar de fala do futuro docente. O projeto é coordenado pela professora doutora Sislândia Maria Ferreira Brito do Curso de Pedagogia da URCA que traz para o centro das discussões da academia a criança romeira, ao possibilitar um lugar de fala a esse público constituinte do evento religioso que historicamente esteve silenciado apresentando para a comunidade em geral que a criança, objeto da ação do pedagogo desde a Educação Infantil até os anos iniciais do Ensino Fundamental, é um sujeito ativo e atuante, que possui um lugar de fala que lhe é particular. A experiência vivenciada possibilita ao graduando de pedagogia um contato direto com o ser criança culturalmente falando para além dos muros da sala de aula e da escola, oferta, pois, para este a possibilidade de visualizar a criança enquanto um ser social e cultural, que produz e reproduz cultura. A interação direta entre o bolsista-pesquisador com a criança romeira e sua família, desde a acolhida,chegada na cidade até o momento da despedida, possibilitou adentrar no universo cultural e simbólico dos pequenos e conhecer sua expressividade por meio de narrativas visuais. Foi possível perceber que ao elaborar a sua narrativa visual a criança se expressa e evidencia elementos constituintes da sua cultura e da qual ela tem acesso durante a romaria e esse processo de construção se deu, em primeiro momento, antecedido por uma conversa prévia sendo explicado para a mesma sobre o que era o projeto. Com isso conclui-se que ao participar do projeto e ter contato direto com a criança em ação no meio social é possibilitado ao graduando conhecer e analisar diversos contextos desses sujeitos – social, cultural, econômico, familiar, educacional escolar, religioso, entre outros.
A CONTRIBUIÇÃO DO PIBID NA FORMAÇÃO DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA
JOSÉ HENRIQUE SOUZA GAMA; MARIA ALICE SARAIVA SOUZA
Este resumo tem como propósito apresentar as experiências vividas com estudantes das turmas do 8º e 9º ano na Escola de Ensino Fundamental Dr. Edvard Teixeira Férrer, localizada na cidade de Juazeiro do Norte – CE, por meio do sub-projeto do curso de Licenciatura em Matemática do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID). Tal programa contribui no desenvolvimento teórico e prático dos licenciandos, pois para muitos possibilita as primeiras vivências no ambiente escolar. O sub-projeto citado, desenvolve atividades em escolas de ensino fundamental e médio nas cidades de Juazeiro do Norte e Crato, com o intuito de melhorar o desempenho dos estudantes das escolas, por meio de atividades focadas no ensino da matemática, utilizando mecanismos didático e aplicando práticas tradicionais (quadro e pincel) juntamente a metodologias contemporâneas (jogos, dinâmicas entre outros), tornando as experiências da sala de aula mais lúdicas e atraentes aos olhos dos estudantes. Tomamos como objetivo apresentar os instrumentos facilitadores da aprendizagem como material didático e suas diversas possibilidades para o ensino e aprendizagem da matemática, por meio de perspectivas interessantes e atraentes. Levar aos estudantes formas dinâmicas e lúdicas, para estudar e aprender conceitos matemáticos, descontruindo estereótipos a respeito da matemática e aproximando essa área de conhecimento do cotidiano dos estudantes. Pensando em aproximar o universo da matemática dos estudantes, realizamos estratégias juntamente com supervisores e coordenadores do PIBID de Matemática mesclando o conteúdo teórico a simulados e jogos pedagógicos, buscando desenvolver parte teórica, prática e lúdica das atividades propostas. Inicialmente o planejamento das aulas do PIBID de Matemática era organizado a partir das necessidades dos estudantes, selecionados previamente pelo professor de matemática da turma, os encontros do PIBID na escola aconteciam paralelo as aulas das turmas. Posteriormente, as atividades mudaram para o contra turno e eram planejadas com foco nos descritores. Vale ressaltar que para envolver o maior número de estudantes da escola realizamos uma oficina com jogos confeccionados pelos pibidianos de matemática, inspirados nos conteúdos trabalhos em sala. Eram jogos individuais e coletivos, previamente orientados antes das dinâmicas. Após a aplicação da metodologia proposta, percebemos a evolução dos discentes no que diz respeito ao desempenho nas aulas de matemática, além da comunicação, interação, compartilhamento de ideias e resoluções, pois os conhecimentos matemáticos proporcionam a interpretação e criação de estratégias para encontrar soluções. Concluímos que, as metodologias contemporâneas no ambiente escolar são significativas no processo de aprendizagem na medida que promovem estímulos ao interesse do aluno. Vale ressaltar que, nesse contexto o pibidiano é o mediador do aprendizado, logo contribui no desenvolvimento profissional do licenciando, pois o momento de ensinar também se torna o momento de aprender.
RELATO DE PRÁTICA: VIRUS E BACTÉRIAS APLICADO DE UM JEITO NOVO PARA ALUNOS DO ENSINO MÉDIO ATRAVÉS DO PIBID
KAROLINA FELIZARDO DOS SANTOS; Andreza Aquino Pereira; Luiz Marivando Barros
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) tem papel fundamental na vida do discente, pois aproxima o licenciando do meio escolar, mostrando a realidade e auxiliando na escolha quanto a profissão de educador (a). Esse trabalho tem como objetivo relatar a experiência das autoras de uma aula dinâmica ministrada pelas bolsistas sobre vírus e bactérias realizada no 2º ano do ensino médio da Escola E.E.M.T.I. Wilson Gonçalves. A metodologia utilizada para a realização da aula consistiu em uma palestra didática, que durante a explicação dos conceitos e das doenças causadas por vírus e bactérias houve diálogo e troca de experiências com os alunos. Posteriormente foi passado um exercício abordando o assunto, sendo o mesmo respondido oralmente e discutido coletivamente. Os alunos respondiam rapidamente e corretamente, o que mostrou sua aprendizagem e interesse pela atividade proposta. Os materiais utilizados foram: quadro negro, notebook, retroprojetor, pincéis e um apagador. Vários desafios para que a aula acontecesse surgiram, a começar pelo horário de iniciar a aula. Foi apresentado aos alunos o PIBID, programa que poucos sabiam o que significava ou desconheciam totalmente. Após a explicação sobre o programa, surgiram dúvidas em relação a mesma e sobre nossa perspectiva enquanto futuras educadoras. Logo, seguimos adiante e foi abordado o conteúdo sobre as bactérias e posteriormente de vírus, onde foram tratados temas como: o que são, estruturas e doenças causadas por esses agentes bem como seu tratamento. Para que facilitasse o entendimento de ambos, foi levado alguns desenhos com estruturas de vírus e bactérias e posteriormente explicados detalhadamente, solicitando aos educandos a exposição de suas dúvidas em relação aos assuntos explanados. Durante a explicação sobre Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) causadas por vírus e bactérias, surgiram muitas dúvidas, o que já era esperado pelas mesmas, e uma das quais que chamou a atenção era com relação ao anticoncepcional em que foi perguntado se o mesmo prevenia doenças. As bolsistas explicaram que não e falaram o motivo, alguns alunos se espantaram ao saber. Aos poucos, o objetivo da aula foi atingido, ou seja, fazer com que o assunto trabalhado se tornasse uma conversa entre todos. O PIBID foi de grande importância para que este momento acontecesse, promovendo interação e um melhor aprendizado para os alunos. Também contribuiu para a certeza de permanecer no mundo educacional e de conhecer esse universo.
Oral
Abrir o trabalhoA MÚSICA COMO INSTRUMENTO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL
MARIA JOSIMARA SOUSA MATIAS
A MÚSICA COMO INSTRUMENTO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO INFANTIL GT(nº1): Saberes e práticas na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental Maria Josimara Sousa Matias1 Cicera Sineide Dantas Rodrigues (orientador)2 A música é uma linguagem do campo da arte impregnada de significados sociais, e manifestase na vida humana em diversos contextos, assumindo diferentes atribuições. A música enquanto instrumento pedagógico da Educação Infantil é a temática central deste estudo. Nesse sentido, a presente pesquisa busca responder a seguinte questão: Qual a importância da música para o desenvolvimento das crianças na Educação Infantil? Desse modo, propõe-se como objetivo geral compreender as potencialidades pedagógicas da música para o desenvolvimento integral das crianças. Nesta perspectiva, busca-se descrever o contexto da Educação Infantil e seus aspectos fundamentais, salientando a presença da linguagem musical; conhecer as visões de teóricos da área acerca da importância da música para a formação integral das crianças, bem como,conhecer as formas de utilização da música na sala de aula, além de compreender a visão dos professores sobre a importância e as contribuições da música para a formação integral das crianças. Metodologicamente, utilizou-se a pesquisa bibliográfica, de cunho qualitativo e natureza básica. E posteriormente, almeja-se ir a campo entrevistar professores de todos os ciclos da Educação Infantil. A investigação tem guiado-se por referenciais teóricos básicos como Craidy e Kaercher (2007), Valle (2010), Rodrigues et al (2017), Abamowicz e Wasjkop (1999), Fonterrada (2008), Brito (2003) e Gainza (1988). Até o momento, realizou-se o mapeamento de artigos no Portal de periódicos da CAPES e na Biblioteca Eletrônica Científica Online - SCIELO, bem como a seleção de livros e documentos oficiais sobre a temática. A partir disto, foi possível compreender que a música tem sido utilizada na Educação Infantil de maneira informal, ainda distanciada da dimensão pedagógica que a constitui. Assim, a Educação Infantil tende a desconhecer as contribuições pedagógicas da linguagem musical nesta etapa de ensino, pois sua presença nestes espaços ainda ocorre de maneira assistemática e sem objetivos pedagógicos claros. Considera-se, pois, que a valorização da música na escola está articulada a sua valorização na sociedade como um todo, e no reconhecimento de sua importância na formação integral da criança, e, principalmente nos cursos de formação inicial, para que assim, o ensino oficial de música caminhe em direção a sua concretização efetiva nos espaços pedagógicos da Educação Infantil. Palavras-chaves: Linguagem Musical; Espaços pedagógicos; Escola infantil.
Palavras-chave: Linguagem Musical, Espaços pedagógicos, Escola infantil
Oral
Abrir o trabalhoDIDÁTICA E AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES A PARTIR DO PIBID/PEDAGOGIA
MIGUEL SANDERSON CARDOSO DOS SANTOS ; Silene Cerdeira Silvino da Silva
DIDÁTICA E AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: REFLEXÕES A PARTIR DO PIBID/PEDAGOGIA GT(1º): Saberes e prática na educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental Miguel Sanderson Cardoso dos Santos 1 Silene Cerdeira Silvino da Silva 2 Luiz Carlos Carvalho Siqueira 3 O presente trabalho é fruto das experiências do PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, do Curso de Licenciatura em Pedagogia, da URCA – Universidade Regional do Cariri e busca analisar de que forma os valores civilizatórios afro-brasileiros contribuem para a promoção da educação para as relações étnico-raciais nos anos iniciais do ensino Fundamental. Para isso buscou-se identificar a presença de questões raciais no cotidiano escolar para o planejamento docente, bem como, discutir sobre a diversidade cultural presente na sala de aula na primeira etapa do ensino fundamental. Para isso, foi realizado um estudo bibliográfico de caráter qualitativo, no qual se debruçou sobre os textos: Didática de José Carlos Libâneo (2013), Africanidades brasileiras e educação: salto para o futuro de Azoilda Loretto da Trindade (2013); as diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnicoraciais (BRASIL, 2004); e, A cor da cultura - saberes e fazeres - Modos de Ver coordenado por Ana Paula Brandão (2006). Tem-se com isso, a compreensão de que o racismo e o preconceito não são inerentes do ser humano, mas uma prática aprendida de acordo com o contexto social, cultura e momento histórico. Como forma de contraposição e transformação da realidade social faz-se necessário oferecer as crianças uma compreensão mais ampla da sociedade na qual se fundam valores como respeito e empatia as diferenças cultuais, econômicas, religiosas etc, como consta na lei n° 11.645/08. É possível identificar a contação de histórias africanas; construção de máscaras africanas e danças afro-brasileira como estratégias didáticas nas quais as crianças passam a identificar e compreender as contribuições da Cultura Africana para a construção da identidade brasileira. Diante disso conclui-se que este estudo pretende contribuir para o planejamento escolar no processo de implementação da Lei, bem como, subsidiar práticas docentes preocupadas em superar preconceitos, discriminações e racismos na sala de aula. 1 Graduando em Licenciatura em Pedagogia, URCA - Universidade Regional do Cariri; miguel-sance@hotmail.com. 2 Coordenadora de área do Subprojeto Pibid/Pedagogia; Professora do Departamento de Educação da URCA - Universidade Regional do Cariri, silenesilvino@gmail.com. 3 Prof. orientador, colaborador do Pibid/URCA/Pedagogia, estudante do Mestrado Profissional de Educação da URCA - Universidade Regional do Cariri; luiz.siqueira@urca.br. Instituição Financiadora: Agradeço a CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior e a URCA - Universidade Regional do Cariri pelo financiamento e apoio na realização do PIBID - programa institucional de bolsa de iniciação à
Palavras-chave: Relações Étnicos-Raciais,Diversidade Cultural, Didáticas Especificas
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Abrir o trabalhoENSINO MATEMÁTICO: RELATO DE EXPERIENCIA SOBRE ATIVIDADES LÚDICAS NO PIBID PEDAGOGIA DA URCA.
SABRINA STEFANE RIBEIRO DE ARAUJO ; Sabrina Sindor da Costa
ENSINO MATEMÁTICO: RELATO DE EXPERIENCIA SOBRE ATIVIDADES LÚDICAS NO PIBID PEDAGOGIA DA URCA. GT(1º): Saberes e práticas na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. Sabrina Sindor da Costa Sabrina Stefane Ribeiro de Araújo Silene Cerdeira Silvino da Silva Este trabalho reflete sobre o ensino matemático e o emprego do lúdico como instrumento didático da matemática, dado pelas regências vivenciadas nos anos iniciais do ensino fundamental em uma escola do município de Crato-CE, pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) Pedagogia na Universidade Regional do Cariri (URCA). O objetivo geral deste estudo é refletir sobre o lúdico como ferramenta metodológica no ensino matemático de grandezas e medidas e observar ações pedagógicas desenvolvidas a partir das regências ministradas. Nesse sentido, questiona-se de que forma o lúdico como ferramenta pedagógica pode favorecer para a compressão do ensino matemático (grandezas e medidas). Destacam-se neste trabalho o estudo realizado de forma qualitativa para o planejamento e regências desenvolvidas na escola e a proposta curricular do estado do Ceará, nos anos iniciais do ensino fundamental preocupando-se com a realidade da instituição, as regências desenvolvidas e o aprendizado das crianças sobre a temática em estudo. Dessa forma, foram elaboradas atividades metodológicas lúdicas que favorecessem a participação e compreensão dos alunos, tais como, contação de história sobre o conteúdo, utilização de instrumentos de medidas para medição de seus colegas e de objetos padronizados e não padronizados. Diante disso, as ações pedagógicas desenvolvidas favoreceram para compreensão sobre grandezas e medidas permitindo o desenvolvimento e aprendizado de habilidades matemáticas. Além disso, nota-se que as atividades desenvolvidas através do PIBID ocorreram de forma motivadora, prazerosa e significativa, na formação dos bolsistas e futuros docentes, bem como na formação e aprendizagem dos alunos do 4º ano do Ensino Fundamental. Palavras chaves: Ensino Matemático, Atividades lúdicas, Aprendizagem. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes). Graduanda do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Regional do Cariri – URCA; e-mail: sabrinasindor92@gmail.com Graduanda do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Regional do Cariri – URCA; e-mail: sabrinastefany932@gmail.com Professora orientadora, do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Regional do Cariri (URCA). Universidade Regional do Cariri – URCA, Pedagogia, silenesilvino@gmail.com
Oral
Abrir o trabalhoESTAGIÁRIOS PIBIDIANOS COMO INSPIRAÇÃO E MOTIVAÇÃO PARA A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA
ANGELINA SILVA MELO; Luiz Carlos Carvalho Siqueira
ESTAGIÁRIOS PIBIDIANOS COMO INSPIRAÇÃO E MOTIVAÇÃO PARA A DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA GT(1º): Saberes e práticas na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental Angelina Silva Melo Luiz Carlos Carvalho Siqueira Silene Cerdeira Silvino da Silva (orientadora) Depois de anos ensinando no Ensino Básico, mais especificamente na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental, as dificuldades, limitações e sobrecarga de trabalho comumente nos fazem perder o encantamento e a magia do ato de ensinar. Não que se perca a afetividade, mas tudo passa a ser técnico e sistemático demais. As cobranças via Secretaria de Educação e Núcleo Gestor na tentativa de mostrar positivamente dados às avaliações externas, também, contribuem muito para isto acontecer. Outros fatores se somam a estes e no intuito de contrapor-se a tais aspectos o presente texto busca evidenciar as contribuições da presença dos estagiários do PIBID-Pedagogia na instituição de Educação Básica a qual atuo. O texto se constitui como um relato de experiência que demostra de que modo a interlocução entre universidade-escola inspira e motiva o professor a voltar-se, digamos, ao “ primeiro amor”. É um texto de cunho qualitativo realizado através de métodos de pesquisa participante. Tem-se como fundamentação teórica A hora da prática: reflexões sobre o estágio supervisionado e ação docente de Mª Socorro Lucena Lima (2001) e Professor Reflexivo: construindo uma crítica de Selma Garrido Pimenta (2012). Dentre os resultados temos: a) O olhar atento do estagiário pibidiano e suas análises sobre a singularidades dos alunos da Educação Básica; b) dinamicidade e criatividade frente aos desafios de uma sala de aula; c) preocupação marcante em alinhar e executar sempre as teorias estudada na universidade com as práticas e, também, problematizá-la a partir dos contexto e realidade escolar; d) apresentação de metodologias atentas as necessidades do bem-estar e a aprendizagem do aluno. Observando tudo isso mencionado acima, é imprescindível que não se tenha um novo olhar sobre o ato de lecionar. A motivação passa a ser presente diariamente, emergindo assim, a criatividade e o dinamismo que por muitas vezes são esquecidos por motivos como já citados, que fogem do controle ou da aprovação do professor. Logo, nessa perspectiva é evidente que ao passo que o pibidiano aprende com o professor regente, ele também ensina, motiva e inspira para uma prática de instrução diferenciada, integral e mais humana. Palavras-chaves: Motivação; Experiência; Aprendizagem. Instituição Financiadora: Agradecemos à CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior e à URCA – Universidade Regional do Cariri pelo financiamento e apoio ao projeto.
Palavras-chave: motivação,Experiência,Aprendizagem
Oral
Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIA DE PRÁTICA DOCENTE NO ENSINO DE HISTÓRIA NAS SÉRIES INICIAIS DO FUNDAMENTAL - O CÍRCULO SOCIAL: EXPLORANDO OS ARREDORES DA ESCOLA
SHIRLEY PEREIRA CUNHA; EVA ROSIANE SILVA ALCANTARA; SABRINA LOURENÇO PIQUIÁ
O presente trabalho parte de um relato de experiência de uma atividade vivenciada no VIII semestre do Curso de Pedagogia, na disciplina de Didática do Ensino de História. O ensino de História nas séries iniciais deve buscar envolver as crianças num sentido de valorização de sua própria história. Assim, o conteúdo aporta-se inicialmente na história da própria criança, no contexto social em que a mesma se insere, e dessa forma, os conceitos históricos vão se formando significativamente para que outros conhecimentos mais complexos a eles se somem ao longo de todo ensino fundamental. Realizamos uma intervenção didática em uma turma de 3º ano do ensino fundamental, esta, teve como finalidade aprofundar o olhar dos alunos sobre o ambiente que os cerca. O objetivo foi fazer com que os alunos percebessem que todos são sujeitos capazes de intervir de forma ativa e positiva na sociedade em que vivem. A escola em que atuamos foi E.T.I. 18 de Maio, na Cidade de Crato – CE, o trabalho foi dividido em três etapas, assistir uma aula, planejar e aplicar um minicurso com os alunos. Reunimos os alunos em círculo e iniciamos um diálogo, pedimos que eles descrevessem o bairro em que vivem, as pessoas com quem convivem e como chegam até a escola. Vimos que por causa das fortes chuvas que caíram no período, o canal havia impossibilitado uma das rotas de caminho para a escola. Os alunos relataram suas experiências e deram opiniões sobre a situação da realidade em que moram (bairros próximos a escola). Resolvemos, a seguir, fazer uma dinâmica interativa por meio da oralidade que possibilitou a construção de uma história com palavras-chave dentro de bexigas. A história foi criada pelos alunos e escrita na lousa, para em seguida ser lida para a turma, com a intenção de relacionar a oralidade com a escrita, promovendo a interdisciplinaridade. A avaliação do projeto foi realizada por meio de desenhos, de acordo com o texto, e baseada na temática abordada. Os resultados foram satisfatórios em decorrência da participação ativa de grande parte dos alunos. Portanto, a prática pedagógica no ensino de história não deve ficar restrita ao uso exclusivo ao livro didático, o professor precisa trabalhar com novas metodologias, renovar sua prática fazendo sempre conexões com a realidade do aluno. Diante disso, é necessário estimular a curiosidade e a criatividade do aluno para que ele possa se sentir envolvido suficiente para trazer contribuições para a sala de aula, suscitando um espaço onde exista troca de conhecimentos, diálogo e relação com diferentes realidades.
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Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIAS DO PIBID NA SALA DE AULA E AS CONTRIBUIÇÕES PARA ENSINO E APRENDIZAGEM DO ESTUDANTE DE PEDAGOGIA
LETICIA RODRIGUES DOS SANTOS
Resumo: Partindo do pressuposto que um(a) graduado(a) do curso de Pedagogia está apto para atuar na educação básica, compreende-se que o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência (PIBID) nessa área, surgiu como programa que contribui na formação do estudante do curso e participante do referido Programa, uma vez que o mesmo rompe com o distanciamento existente entre o pensar a educação e o agir sobre a mesma. O PIBID Pedagogia da URCA desenvolve seu projeto em três escolas municipais do Crato (CE), sendo possível entender a prática docente por meio da observação e regência em uma turma do 3º ano do ensino fundamental. Assim, este trabalho traz como objetivo geral descrever as experiências vivenciadas pelos estudantes de Pedagogia no PIBID/Pedagogia enquanto realizavam as regências nas escolas, no mês de Abril de 2019. Por meio deste estudo conhecemos a pratica pedagógica e a visão das professoras regentes que conduzem a sala de aula que realizamos a regência, como futuros docentes. Como o programa ainda está em processo de desenvolvimento, as compreensões até aqui construídas são de maneira preliminar. A partir das formações complementares e planejamentos, compreendeu-se que a prática docente necessita de estudo, planejamento, conhecimento da turma que vai atuar, respeito ao conhecimento prévio dos alunos, embasamento teórico e metodológico, para vivenciar momentos de aprendizagem tanto dos alunos do ensino fundamental, como para aos estudantes de Pedagogia. Além disso, percebemos que atuar em conjunto com os professores mais experientes na docência, contribui para nossa formação e nos permite a troca de saberes necessários para a docência, o ensino e aprendizagemDentro desta visão, os vivencias e experiência em sala nos leva a ter um olhar diferenciado à escola, aos alunos, e sua realidade. Dessa forma o contato com a escola com os alunos nos faz crescer como pessoas e como acadêmicos em formação tanto na vida profissional, quanto pessoal. Em vista disso, verifica-se que cada experiência vivenciada e compartilhada em sala baseia-se na própria história de vida, assim utiliza-se dessas vivencias recursos para ser serem aprimorados na educação. É de suma importância os registros de impressões, as descobertas, os aspectos que funcionaram e os que não funcionaram durante as aulas, dessa forma, nos permite pensar em melhores sugestões e melhorias para que contribuir nas aprendizagens dos educandos.Acredita-se que um dos maiores desafios do acadêmico é entrar em uma sala de aula, e se adequar a tudo aquilo novo, pois muitas das vezes não estão totalmente preparados para enfrentar o contexto escolar.
Oral
Abrir o trabalhoINTERVENÇÕES PEDAGÓGICA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: RETRATOS E RELATOS EM UMA TURMA DE PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE MUNICIPAL DE CRATO-CE
BRUNA DIONÍSIO SILVA ; Luane Oliveira Brito Penha
INTERVENÇÕES PEDAGÓGICA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO: RETRATOS E RELATOS EM UMA TURMA DE PRIMEIRO ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL DA REDE MUNICIPAL DE CRATO-CE GT(1º): Saberes e práticas na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental Bruna Dionísio Silva Luane Oliveira Brito Penha Luiz Carlos Carvalho Siqueira Este trabalho trata de experiências pedagógicas realizadas em uma turma de primeiro ano do Ensino Fundamental, em uma escola pública do município do Crato, desenvolvida por bolsistas do PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, do Curso de Pedagogia, da URCA – Universidade Regional do Cariri. Tem como objetivo relatar a experiência de intervenções pedagógicas realizadas pelos os participantes do programa, assim como, demonstrar as contribuições que elas têm para a construção da identidade docente. A intervenção pedagógica tem como finalidade intervir no processo de ensino aprendizagem de alunos com dificuldades e auxiliá-los a terem um maior desempenho através de atividades didáticas adequadas para estes. Diante disso, surge a seguinte questão: como a experiência do PIBID/Pedagogia tem contribuído para a formação e prática docente dos estudantes vinculados ao programa supracitado?. Sendo assim, este trabalho de cunho qualitativo foi constituído mediante observação participativa e estudo em fontes bibliográficas. Através das observações realizadas e das atividades desenvolvidas, foi possível perceber o quanto o trabalho de intervenção tem propiciado aos educandos maior interesse e entusiasmo em participar das atividades, favorecendo assim, a construção do conhecimento de maneira satisfatória, pois, eles são orientados e desenvolvem atividades lúdicas de acordo com seu nível de aprendizagem. Convém ressaltar que este as informações ainda estão sendo analisadas pois o projeto encontra-se em andamento. Entretanto, a execução das intervenções pedagógicas tem possibilitado a aquisição de novos conhecimentos acerca da prática docente e um novo olhar para a maneira de ensinar e alfabetizar, além de evidenciar que o professor deve construir o trabalho em conjunto com os alunos de forma a promover o conhecimento e envolver o lúdico nesse processo. Assim, essa experiência tem sido enriquecedora, pois, permite uma reflexão sobre a necessidade da busca de melhorias no processo de ensino aprendizagem, nos fazendo compreender que a prática docente requer constantes atualizações. Palavras-chaves: Intervenção Pedagógica; Pibid; Aprendizagem; Prática Docente. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes) e a URCA – Universidade Regional do Cariri pelo financiamento e apoio.
Palavras-chave: Intervenção Pedagógica,Pibid,Aprendizagem,Prática Docente
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Abrir o trabalhoJOGOS E BRINCADEIRAS COMO RECURSO DIDÁTICO PARA EDUCAÇÃO NAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAL NO ENSINO DA GEOGRAFIA
IZABELE DE SOUZA SILVA; MARIA CINTIA GOMES
JOGOS E BRINCADEIRAS COMO RECURSO DIDÁTICO PARA EDUCAÇÃO NAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAL NO ENSINO DA GEOGRAFIA GT(1º): Saberes e prática na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental Izabele de Souza Silva Maria Cintia Gomes Luiz Carlos Carvalho Siqueira A implementação da Lei 10.639/2003 que versa sobre a obrigatoriedade do ensino sobre História e Cultura Afro-Brasileiras ainda é um desafio para a formação e prática docente nos dias de hoje. Reconhecendo tal aspecto, o presente texto objetiva demostrar de que modo jogos e brincadeiras subsidiam o exercício docente no componente currículo da Geografia nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Ele é um recorte da pesquisa intitulada Jogos e brincadeiras africanas/afrodescendentes no ensino de Geografia nas séries iniciais do Ensino Fundamental, que tem natureza básica, caráter exploratório, realizada sob abordagem qualitativa e realizada através de pesquisa bibliográfica. Tem como referencial teórico Estudar o lugar para compreender o mundo, e, Aprendendo a ler o Mundo: a Geografia nos anos iniciais do Ensino Fundamental, de Helena Copetti Callai (2000; 2005); A Geografia, África e os negros brasileiros, de Rafael Sanzio Araújo dos Anjos (2005); O uso das diferentes linguagens em sala de aula, de Sônia Castellar e Jerusa Vilhena (2014) e nos documentos educacionais tais como o Parâmetros Curriculares Nacionais (1997) e Base Nacional Comum Curricular (2017) ambas voltados para o Ensino da Geografia nos anos iniciais do Ensino Fundamental, e as Diretrizes curriculares nacional para a educação das relações étnico-raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana (2004). Constatou-se que estando presente os jogos e brincadeiras como recursos didáticos para o ensino de Geografia do supracitado componente curricular, as estratégias variam de acordo com as unidades temáticas que são: o sujeito e seu lugar no mundo; conexões e escalas; mundo do trabalho; formas de representação e pensamento espacial; natureza, ambientes e qualidade de vida estratégias indicadas nos textos consultados. Dentre as estrangeiras os jogos da memória, quebra-cabeça, as brincadeiras como Terra-Mar, Mamba, Saltando o Feijão de matrizes africanas fazem com as crianças reconheçam a História e Cultura Afro-Brasileiras, bem como, superem preconceitos e visões estereotipadas sobre os povos e continente africanos. Tais estratégias demonstram que o ensino de Geografia nos anos iniciais do Ensino Fundamental se constitui como um espaço importante para promoção da Educação das Relações Étnico-raciais. Palavras-chaves: Recursos didáticos, Ensino de Geografia, Relações étnico-raciais.
Oral
Abrir o trabalhoJogos Matemáticos: A inserção no Ensino-Aprendizagem da Matemática.
ANANDA JULLYANE GOMES DE SOUZA
Palavras-chave: Didática da Matemática,Jogos Matemáticos,PIBID
Oral
Abrir o trabalhoMETODOLOGIA ATIVA DE AVALIAÇÃO DE APRENDIZAGEM: ÁLBUM DE FIGURINHAS DAS RELAÇÕES ECOLÓGICAS
SAÚ CRISTOVÃO DA SILVA; Francisco Wallison dos Santos Machi; Cícero Magérbio Gomes Torres
Muito se discute nos cursos de licenciatura a respeito da necessidade da utilização de metodologias que possam instigar a curiosidade dos alunos no cotidiano em sala de aula. Na contemporaneidade, os docentes do ensino básico, vivenciam um desafio em busca do desenvolvimento de aulas dinâmicas e que envolvam de forma eficiente os alunos. Desta forma, esse trabalho tem como principal enfoque trazer uma experiência na realização de uma prática simples e de baixo custo, que possa ajudar no processo de ensino-aprendizagem. A metodologia adotada foi em uma perspectiva qualitativa-descritiva, e acorreu no primeiro semestre do ano de 2019. A atividade foi realizada pelos bolsistas do Programa de Residência Pedagógica – CAPES/URCA, subprojeto Biologia, com a turma do 7° ano do ensino fundamental da EEF João Alencar de Figueiredo, em Juazeiro do Norte-CE. Os materiais usados para a realização do trabalho foram: Folhas de papel ofício (para impressão), canetas, tesouras sem ponta, e cola branca. A atividade foi criada seguindo o modelo de um álbum de figurinhas, onde cada espaço vazio destinado a determinada figurinha continha uma numeração e o nome da relação ecológica ou do conceito científico que deveria ser colado(a). Em decorrência de sua execução ter sido em grupo, emergiram pequenas discussões entre os alunos, porém, todos se mostraram empenhados em finalizar a atividade de forma correta, refletindo não só em notas acima da média, mas também no entendimento do conteúdo. Conclui-se que, além de mostrar-se eficaz, a metodologia descrita é também acessível, podendo auxiliar o processo de ensino -aprendizagem em escolas, assim como, trouxe aos bolsistas bons resultados, indicado pelo ótimo rendimento dos alunos e pelo empenho dos mesmos no desenvolvimento da atividade. Aluno do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: saucristovao@gmail.com Aluno do Curso de Licenciatura Ciências Biológicas da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: w_alison@hotmail.com Professor do Departamento de Ciências Biológicas da URCA; Doutor em Educação pela Universidade Federal do Ceará (UFC); Linha de Pesquisa Educação, Currículo e Ensino/ Eixo Ensino de Ciências; e-mail: cicero.torres@urca.br Professora preceptora da residência pedagógica biológica da URCA; Mestre em Desenvolvimento Regional Sustentável- PRODER, pela universidade Federal do Cariri (UFCA), Especialista em Ecologia e Graduada em Biologia pela Universidade Regional do Cariri (URCA); e-mail: luizavbrito@yahoo.com.br Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
Oral
Abrir o trabalhoMÚSICA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM DAS CRIANÇAS
THAIS FAUSTINO BEZERRA; Maria Gleiciane da Silva
No dia a dia, a música é presente na vida das pessoas, a mesma é uma ferramenta relevante para o processo de ensino-aprendizagem das crianças, ela é um auxilio positivo perante dos desafios de ensinar e aprender. Visto que, a educação brasileira vem passando por diversas modificações no processo de ensino-aprendizagem, pois os docentes notaram que é preciso novos métodos pedagógicos para serem implementados no contexto sala de aula, ou melhor, o mundo vem se inovando diariamente, e as crianças sentem desejo de aprender de maneira motivadora e criativa. A música é uma vasta variedade de seguimento de recordações históricas, ou seja, uma contribuição relevante para continuação da cultura em geral, ela sendo inserida na rede de ensino e principalmente na fase inicial das crianças é a abertura evolucional natural de aprendizagem. A partir da música os alunos poderão desenvolver suas habilidades, por meio de uma estimulação cantante de sons e ritmos, pois o cérebro é responsável pela comunicação e através da musica, ele pode se desenvolver com mais facilidade e agilidade. Nosso objetivo é analisar a música como ferramenta de proposta educativa para as crianças, querendo incentivá-la como meio pedagógico ao docente na sala de aula. Nosso trabalho é focado em verificar ideias de autores significativos, ou seja, é um estudo bibliográfico com intuito de verificar e constatar a mesma como ferramenta imprescindível no processo de ensino-aprendizagem das crianças, e aplicado essa ferramenta em uma escola para auxiliar o docente e ajudar no desenvolvimento dos alunos. Durante a realização do trabalho com música na escola, assumimos o desafio de buscar o envolvimento de todos os profissionais da escola e seus respectivos alunos. Ressaltamos que o projeto com música foi de extrema importância para os alunos, pois foi uma maneira diferente de trabalhar alguns conteúdos educativos e de aprendizagem. É importante ressaltar que foi bem significativo, pois observamos a interação, socialização, e principalmente a oralidade de todas as crianças envolvidas, cantando novas músicas e aprendendo novas palavras, e em diferentes níveis hierárquicos, porém todos participando direta ou indiretamente do projeto inserido na escola. Consideramos, sem dúvida que o grande "facilitador" durante todo o transcurso do trabalho foi à metodologia usada para alcançar todos os objetivos. O nosso trabalho desenvolvido foi eficaz durante todo o processo, e à medida que íamos executando foi ficando mais "interessante" e se familiarizando com as ferramentas da qualidade em escolher as musicas adequadas para a faixa etária dos alunos, as reuniões com o corpo docente da escola em mostrar como nós planejamos o trabalho também ficavam mais produtivas, com mais ideias, dicas, sugestões e debates. O desenvolvimento do tema nos permitiu enquanto autores e executoras e dirigentes, articular muitos dos conhecimentos adquiridos ao longo do “curso com a prática no ambiente escolar, em busca dos objetivos do fazer acontecer”.
Palavras-chave: Aprendizagem,Alunos,Música
Oral
Abrir o trabalhoO RAP COMO INSTRUMENTO PARA O ENSINO DA LINGUAGEM TEATRAL
LUZINETE ALENCAR DA SILVA; JÁRDLA MARIA DOS SANTOS PINTO DE MACÊDO
O PIBID Artes, da Universidade Regional do Cariri -URCA, é um Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência, que busca preparar o acadêmico para a atuação em sala de aula, proporcionando a experiência do mesmo antes da finalização da graduação, oportunizando ao docente um preparo profissional fundamental para entender como funciona a estrutura escolar. Iniciamos a nossa segunda experiência em sala de aula na Escola Estado da Bahia localizada na cidade do Crato e desenvolvemos um trabalho que fazia a junção do Rap, “ gênero de música popular, urbana, que consiste numa declamação rápida e ritmada de um texto, com alturas aproximadas" ,4 com o Teatro. Para chegarmos até esse projeto observamos a turma por algum tempo e através de diálogos, percebemos que praticamente todos tinham uma paixão pelo estilo musical, mas o principal objetivo do nosso trabalho é passar as técnicas e jogos teatrais segundo a proposta da autora Viola Spolin e por meio das músicas de rap trabalhar também questões sociais já que esse estilo, popular nas periferias dos Estados Unidos e também nas periferias dos grandes centros urbanos da América Latina, trazem em suas letras significados importantes sobre luta, resistência e igualdade de direitos entre classes e raças que remetem desde o período escravocrata norte americano. Entender e escutar a história dos nossos alunos nos abriu uma porta essencial para iniciar o nosso processo, a maioria não sabia o que era Teatro, e muitos nunca tinham assistido uma peça teatral na vida. Iniciamos então com um diagnóstico a respeito do que é teatro, para então compreender o nível de conhecimento de cada um a respeito do vocábulo Teatro, e logo em seguida fizemos um levantamento com a turma. Iniciamos os trabalhos com os jogos mais simples do fichário da citada autora e aos poucos fomos avançando. Depois introduzimos nesses jogos as músicas de rap (História do Rap para então repassar para os alunos), o nosso objetivo foi formar curtas cenas partindo das músicas trabalhadas em sala de aula. Unir duas artes para desenvolver esse trabalho é uma experiência que precisa ser compartilhada, ainda mais quando esse estilo musical possui um ritmo diferenciado de outros tantos gêneros e letras que são reflexões sobre as condições da periferia e a realidade humana. Por fim objetivamos apresentar no desenvolvimento deste trabalho a relação que o Rap tem com o teatro e as atividades realizadas entre nós, bolsistas do PIBID, CAPES e os alunos da referida escola, desenvolvendo um diálogo entre o meio acadêmico e o preparo que a bolsa oferta com a vivência prática dentro da sala de aula.
Palavras-chave: Teatro,rap,jogos teatrais,educação
Oral
Abrir o trabalhoOUTROS OLHARES SOBRE A DOCÊNCIA A PARTIR DAS HISTÓRIAS DE VIDA E NARRATIVAS AUTOBIOGRÁFICAS NO PIBID/PEDAGOGIA DA URCA
ANTÔNIA JUCILENE MORAES ANDRADE; Luiz Carlos Carvalho Siqueira
O presente trabalho discute o “voltar-se para si” como abordagem de formação de professores. Este tem sido uma proposta-convite presente nos debates contemporâneos sobre formação docente seja ela inicial, continuada, permanente. Tal perspectiva tem embasado o desenvolvimento do subprojeto Pibid/Pedagogia da Universidade Regional do Cariri, intitulado Sentir-Fazer a Docência-Discência na escola: o diálogo e a interdisciplinaridade entre as áreas de Língua Portuguesa e Matemática, no qual participam as autoras e o autor. Neste sentido, tem-se como objetivo identificar as contribuições das Histórias de Vida e Narrativas Autobiográficas para a formação inicial de estudantes atuantes no referido subprojeto. O texto se constitui como um estudo exploratória de abordagem qualitativa, realizado através de pesquisa participante. Fundamentam a pesquisa os textos de Pascal Galvani (2002), Gaston Pineau (2006) e as obras de Cecilia Warschauer (2017a; 2017b). Dentre os resultados encontram-se: a) as técnicas resgatam experiências individuais e coletivas vividas e proporciona sentimento de confiança, pertença uma vez que as histórias de vida são partilhadas; b) a metodologia das histórias de vida em formação propicia o “voltar-se para si”, faz emergir a subjetividade dos estudantes, permitindo o resgate e a valorização da sua própria história do percurso que sua vida se constituiu com conteúdo pessoal, bem como a atitude que será mobilizada para o uso da mediação como estratégia no processo auto formativo. Considera-se assim, que a abordagem das histórias de vida em formação constitui como espaço/momento de reflexividade e valorização dos diferentes momentos de formação ao longo da vida, resgatando memórias muitas vezes adormecidas, tão caras e únicas na constituição das identidades docentes.
Palavras-chave: Narrativas autobiográficos, Memória, Formação inicial de Professores, Pibid Pedagogia.
Oral
Abrir o trabalhoPIBID À DOCÊNCIA: DIÁLOGOS QUE ALICERÇAM VIRTUDES NECESSÁRIAS PARA A CONSTRUÇÃO DA RELAÇÃO DIALÓGICA, ÉTICA, PRÁTICA E PROFISSINAL
ANDRÉ PEREIRA DA SILVA SANTOS
Este estudo vem dialogar sobre a relevância do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID para a construção da prática educativa do pedagogo, abordando pontos cruciais para a discursão do mesmo. Visando a criticidade e a relação dialógica como fator determinante na atua ação dos ex-bolsistas do período de 2014 a 2018, e que a atuação em sala contribui fortemente para a transformação da prática social do alunado. Objetiva refletir a importância do programa para a fomentação dos graduados, dando significado para ação educativa e resplandecendo nas suas práxis, por meio de integração dos saberes adquiridos e oportunizado pela iniciação docente, que deixou um leque de conhecimento que é intrínseco ao educador, ou seja, nas suas atitudes e habilidades que reverberam na experiências vividas e nas que são construídas. Dermeval Saviani (2012), Leandro Konder (2012), Magda Soares (2014), Marlene Carvalho (2015) Martin Buber (2014) Paulo Freire (2011, 2011, 2013, 2016) foram essências para a construção e reflexões a cerca desta temática. Para o presente realiza-se uma metodologia qualitativa com o uso de questionários e falas que contribuíram fortemente para as análises sobre o PIBID, definindo o que é? o sentimento deixado pelo programa, e a preocupação com o alunado que hoje tem profissionais, que passaram por uma experiência única na graduação do curso de pedagogia da Universidade Regional do Cariri – URCA. A pesquisa mostrou o quão enriqueceu a práxis dos hoje docentes que estão atuando na região do Cariri, bem como, destaca-se que colocaram em ação todos os conhecimentos discutidos nos grupos de estudos que aconteciam toda quarta-feira a tarde nas mediações do pátio de pedagogia. Temas como: Alfabetização e Letramento, Matemática e a feira livre, Família e escola, e o método do Educador Paulo Freire, locupletaram a construção dos futuros pedagogos que tiveram a oportunidade de fazer parte deste programa, que ganharam saberes que englobaram não somente a parte de instrução, ou até mesmo do ensino, mas, dos processos cognitivos, éticos, autônomos, afetivos e principalmente da sensibilidade para/com os estudante . O resultado mostra que as atividades e textos lá debatidos, pelos coordenadores, supervisores e até mesmo pelos bolsistas mostraram eficácia, tendo uma preocupação única, com chão da sala de aula da escola pública e o diálogo que se torna necessário em tempos tão difíceis em que vivemos. A escola muda e está em constante transformação, nós devemos ter que ponderar todos os aprendizados e colocar em prática com sapiência.
Oral
Abrir o trabalhoPROTEXTUALIDADE: UM RELATO DE EXPERIENCIA NO ENSINO DE CIÊNCIAS
FERNANDA COSTA DE MOURA; CÁSSIA CRISTINA LOPES RAMALHO; MÁRCIA GOMES VIEIRA
A Protextualidade é uma sequencia didática desenvolvida por Fernandes (2018), com base teórica na Pedagogia Histórico- Crítica. Esta proposta mostra os passos necessários para o desenvolvimento de uma aula com ênfase na leitura e escrita, em que se faz necessário à aplicação de sete etapas denominadas: introdução, problemática, produção textual inicial, aula propriamente dita, analogia, produção textual final e redimensionamento. Com a protextualidade, é possível demonstrar aos professores da educação básica, possibilidades de ensino que envolva a leitura e a escrita de forma interdisciplinar, proporcionando aos alunos uma aprendizagem mais significativa. Neste sentido, o presente trabalho tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas durante a aplicação da proposta pedagógica em uma escola de educação básica da cidade de Crato-CE. A aplicação do método aconteceu em uma escola pública, para alunos do 4º ano do Ensino Fundamental, na disciplina de Ciências, cujo tema foi Educação Alimentar. Nesta aula, foram abordados os diversos tipos de alimentos e hábitos alimentares saudáveis, a fim de despertar no aluno o interesse pelas formas de produção dos alimentos, como os alimentos orgânicos e os alimentos em que se faz uso de agrotóxicos, além da compreensão sobre o processo de digestão e higiene dos alimentar. Todos esses conteúdos foram trabalhados juntamente com a leitura e a escrita, trabalhados criticamente, de modo que os alunos fossem incentivados a ler e escrever, bem como a participarem ativamente na construção da aula. Foram realizadas atividades dinâmicas, como a construção de uma pirâmide alimentar e exposição de alimentos. Além disso, foram debatidos os diversos malefícios que uma alimentação rica em carboidratos e industrializados podem trazer á nossa saúde. Com isso, concluímos que os alunos demonstraram ter pouco conhecimento prévio sobre alimentação saudável, bem como dificuldade na leitura e na escrita. Diante do exposto, ressaltamos a importância do trabalho da leitura e da escrita nas demais disciplinas, dentro de uma tendência progressista, de modo que os alunos aprendam aquilo que só é possível na escola, ou seja, ler e escrever um pequeno texto também em outras disciplinas escolares. Além disso, demonstramos através deste trabalho, que é possível o trabalho com o código escrito alinhado a interdisciplinaridade, quebrando o paradigma de que só é possível ensinar Ciências utilizando o livro didático e aulas expositivas voltadas á memorização dos conhecimentos pelos alunos.
Palavras-chave: Protextualidade, Leitura, Escrita
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Abrir o trabalhoRECONHECIMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DA LEI N° 10.639/03 ATRAVÉS DOS VALORES CIVILIZATÓRIOS AFRO-BRASILEIROS NO ENSINO FUNDAMENTAL
LETÍCIA KELLY COSTA FRANÇA; Graziele da Silva Lima; Silene Cerdeira Silvino da Silva
RECONHECIMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DA LEI N° 10.639/03 ATRAVÉS DOS VALORES CIVILIZATÓRIOS AFRO-BRASILEIROS NO ENSINO FUNDAMENTAL GT(1º): Saberes e prática na educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental Letícia Kelly Costa França1 Graziele da Silva Lima2 Silene Cerdeira Silvino da Silva3 Luiz Carlos Carvalho Siqueira4 A luta contra o racismo, desigualdades e preconceitos tem se intensificado nos espaços escolares no Brasil, nas últimas três décadas. As leis federais nº 10.639/03 e 11.645/08 que versam sobre a obrigatoriedade curricular do ensino sobre a História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena são exemplos dessa luta e objetos centrais do presente texto que é fruto do projeto Sentir-Fazer a Docência-Discência na escola: o diálogo e a interdisciplinaridade entre as áreas de Língua Portuguesa e Matemática, em desenvolvimento no PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, do Curso de Licenciatura em Pedagogia da URCA - Universidade Regional do Cariri. Buscamos, entretanto, identificar de que modo as leis supracitadas podem entrar de forma mais efetiva nos espaços escolares e na prática docente nos anos iniciais do Ensino Fundamental da Rede pública. Tem-se com isso um estudo qualitativo, de caráter exploratório e de natureza aplicada, realizado através de pesquisa participante e tem como fundamentação teórica as obras de Azoilda L. da Trindade (2013) intitulada Africanidades brasileiras e educação: salto para o futuro; as diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais (BRASIL, 2004); e, Ana Paula Brandão (2006) A Cor da Cultura - Saberes e fazeres: modos de ver. É possível perceber que o planejamento escolar e docente que versam sobre os dez Valores Civilizatórios Afro-Brasileiros, que são: ancestralidade; circularidade; cooperatividade/comunitarismo; corporeidade; energia vital; ludicidade; memória; musicalidade; oralidade e religiosidade, carrega em si um potencial significativo para o reconhecimento e implementação da referida lei. Tais valores possibilitam envolver assuntos diversos e muito próximos do cotidiano dos estudantes. Acredita-se, além disso, que sendo a construção da identidade um processo de interações simultâneos entre as dimensões sociais e particulares esse trabalho proporciona as crianças o conhecimento de si e do outro, aspectos primordiais na construção da sua autoimagem. Palavras-chaves: Lei Nº 10.639/03; Educação Antirracismo; Cultura Negra. 1 Graduada em Pedagogia, URCA - Universidade Regional do Cariri, letíciakellyurca@gmail.com. 2 Graduada em Pedagogia, URCA - Universidade Regional do Cariri, grazielelima296@gmail.com. 3 Coordenadora de área do Subprojeto Pibid/Pedagogia; Professora do Departamento de Educação da URCA - Universidade Regional do Cariri, silenesilvino@gmail.com. 4 Prof. orientador, colaborador do Pibid/URCA/Pedagogia, estudante do Mestrado Profissional de Educação da URCA - Universidade Regional do Cariri; luiz.siqueira@urca.br.Instituição Financiadora: Agradecemos à CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior e à URCA – Universidade Regional do Cariri pelo financiamento
Oral
Abrir o trabalhoRELATO DAS APRENDIZAGENS E EXPERIÊNCIAS OBTIDAS NO ESTÁGIO DA EDUCAÇÃO INFANTIL, EM UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA DE ENSINO DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE-CE.
MAYANE NUNES TAVARES ; MARIA MAYARA CIRILO ARAUJO
RELATO DAS APRENDIZAGENS E EXPERIÊNCIAS OBTIDAS NO ESTÁGIO DA EDUCAÇÃO INFANTIL, EM UMA INSTITUIÇÃO PÚBLICA DE ENSINO DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE-CE. GT 3: EXPERIÊNCIAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA ÁREA DE HUMANAS Mayane Nunes Tavares Maria Mayara Cirilo Araujo Este trabalho surgiu na perspectiva de apresentar os relatos de aprendizados e experiências obtidos durante o estágio na educação infantil em uma escola pública de ensino localizada na cidade de Juazeiro do Norte-CE. Com a finalidade de analisar os aspectos relacionados ao processo de ensinar e aprender, enfatizando a relevância da interação mútua entre o educador e seus educandos no estabelecimento das regras de convivência, e também no compartilhamento dos saberes que possuem de suas relações sociais possibilitando o contato do social com o educacional. A metodologia baseou-se em campo através das observações e regências realizadas nesta escola por meio da disciplina de Estágio da Educação Infantil. Dessa maneira, através do contato físico e das relações afetivas que estabelecemos com as crianças da sala de aula na qual estávamos. Conseguimos que elas fossem bastante receptíveis e respondessem bem as nossas expectativas e anseios, e ao nosso modo fazendo uso dos instrumentos pedagógicos e lúdicos que já possuíamos, e os que construímos o nosso estágio verdadeiramente aconteceu de maneira satisfatória. Assim, vivenciamos momentos valiosíssimos para a nossa formação acadêmica e nosso crescimento pessoal. É necessário ressaltar que as estruturas físicas, a formação dos professores e a precarização dos recursos materiais ainda são fatores contribuintes para que o ensino e aprendizagem não ocorram efetivamente com êxito como foi perceptível nesta instituição. Então mediante a realização dessa pesquisa destacamos a importância do professor está em uma busca constantemente pela utilização da ludicidade em suas práticas docentes, na qual podem serem utilizados diversos materiais de baixo custo e recicláveis para a fabricação de recursos educacionais valiosíssimos para o educar, pois é através do exercício do olhar crítico a essas necessidades que podemos despertar a sensibilidade do educador a fim de perceber que a educação não se limita a sala, ela acontece dentro e fora da escola com a aprendizagem e vivencias do meio. Portanto, o contexto cultural no qual o educando está inserido precisa sempre ser estudado, e as suas habilidades e potencialidades valorizadas. Palavras-chaves: Estágio Supervisionado; Educação Infantil; Vivências; Aprendizagem.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado,Educação Infantil,Vivências
Oral
Abrir o trabalhoRelato de experiência: Jogo "Árvore da Adição" uma ferramenta para auxiliar o ensino de matemática na educação infantil
LEIDIANE DE SOUSA PEREIRA ; Diangela Alexandre Ribeiro; Luana Rodrigues Ferreira
Esta pesquisa desenvolveu-se a partir da análise e discursão sobre o ensino de matemática na Educação Infantil, sendo elaborada na disciplina de didática da matemática na Educação Infantil, do curso de Licenciatura em pedagogia da Universidade Regional do Cariri- URCA. Tendo, em vista que a matemática é essencial para o desenvolvimento de ser humano, estando presente no nosso cotidiano, possibilitando a apropriação de capacidades para resolver situações, de raciocínio lógico e a desenvolver a criatividade. Este trabalho tem a intenção de refletir sobre a importância da utilização de jogos pedagógicos para auxiliar no desenvolvimento da aprendizagem escolar. O desenvolvimento deste trabalho baseou-se na descrição e aplicação do jogo “Árvore da adição”, com uma turma do infantil V, no Centro de Educação Infantil Liceu Diocesano, localizada no bairro Seminário na cidade de Crato – CE. Nesse jogo foi abordado a construção do sistema de numeração, que pertence ao campo de experiência ET (espaços, tempos, quantidades, relações e transformações). O objetivo deste trabalho desdobra-se na análise do nível de conhecimento dos alunos na Educação Infantil, acerca dos números e da resolução de problemas envolvendo operações simples de adição, assim como, propiciar a construção de novos conhecimentos e discussão envolvendo a matemática no cotidiano. A metodologia utilizada é de cunho qualitativo, buscando compreender a importância de trabalhar, de forma lúdica, atividades/jogos que contribuam no processo ensino-aprendizagem da criança. Além de observar a postura e as metodologias aplicadas pelo professor, afim de desencadear uma reflexão a respeito da formação do professor. Para a fundamentação deste artigo, apropriamo-nos dos pensamentos dos seguintes autores: Kishimoto, Montessori, Saltini, Santos e Piaget. Evidenciou -se que na Educação Infantil as crianças apresentam noções sobre a matemática, visto que, não tiveram dificuldades em resolver as operações de adição que foram proposta, resolvendo-as com bastante rapidez e agilidade, e que os jogos possibilitam uma aprendizagem significativa, de forma que torna o ensino mais prazeroso, prendendo a atenção das crianças para o conteúdo que está sendo trabalhado. Por intermédio disso, os jogos vem ganhando cada vez mais espaço e importância no ambiente escolar. O desenvolvimento deste trabalho nos proporcionou uma reflexão sobre novas metodologias que irão auxiliar o processo de ensino, aprimorando os conhecimentos dos educandos, contribuindo para sua formação, enquanto ser social, bem como, melhorando a qualidade de ensino.
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Abrir o trabalhoTRABALHANDO OS CONCEITOS MATEMÁTICOS DE GRANDEZAS E MEDIDAS ATRAVÉS DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIA NOS ANOS INICIAIS DO FUNDAMENTAL
ÂNGELA VITÓRIA ALVES LEAL; PEDRO HAWYR BEZERRA DA SILVA; GERÔNIMO COELHO PINHEIRO
Uma das características do ensino de matemática na educação básica é a dificuldade por parte dos educandos na assimilação dos conceitos matemáticos recorrente da metodologia utilizada pelo professor. Nesse sentido entende-se que é necessário diversificar os métodos de acordo com as necessidades dos estudantes, já que, no momento de preparo para a atuação em sala de aula, alguns dos licenciandos em pedagogia sentem medo quando pensam em ter que ministrar a disciplina de matemática por ser caracterizada pela dificuldade que apresenta. As crianças acabam sendo atingidas, mesmo que não seja intencionalmente e, desse modo, sentem dificuldade para assimilar os conteúdos, portanto, a contação de história se apresenta como uma possibilidade e favorece para uma melhor interpretação e compreensão das temáticas em estudos, já que auxilia na introdução do conteúdo da aula, seja de matemática, história, geografia e outras disciplinas. Partindo dessa compreensão, o objetivo desse trabalho é refletir sobre as contribuições da contação de história no ensino de matemática. E como caminho metodológico, o presente estudo se constitui como uma pesquisa de cunho bibliográfico e abordagem qualitativa, fundamentando-se nas observações e regências desenvolvidas no estágio do Programa de Bolsas de Iniciação a Docência - PIBID. A partir da contação de história realizada em sala, foi possível perceber um maior engajamento da turma sobre os conceitos estudados, e facilitou numa maneira simples em reger as aulas, viu-se também que favoreceu o processo de assimilação de forma significativa dos conceitos de grandezas e medidas, tanto por parte das crianças com dos Pibidianos. Conclui-se portanto que ao diversificar os métodos, o professor estará contribuindo com a ampliação da capacidade de compreensão dos alunos. E percebeu-se que a contação de história proporciona uma aproximação do professor e do aluno e torna a aula mais atrativa, possibilitabndo uma maior interação da turma.
Oral
Abrir o trabalhoVALORES CIVILIZATÓRIOS AFRO-BRASILEIROS E O PLANEJAMENTO DOCENTE EM EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS NO ENSINO FUNDAMENTAL
MARIA LUCIARA MARINHO DO NASCIMENTO ; SILENE CERDEIRO SILVINO; DAVI MOTA BEZERRA
Este trabalhoaborda o planejamento docente em Educação para as Relações Étnico-Raciais nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Ele é fruto das experiências formativas do projeto intitulado Sentir-Fazer a Docência-Discência na escola: o diálogo e a interdisciplinaridade entre as áreas de Língua Portuguesa e Matemática,realizado através do PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, do Curso de Licenciatura em Pedagogia da URCA - Universidade Regional do Cariri. Busca-se aqui, identificar as contribuições do processo de formação realizado no referido projeto sobre a temática supracitada, bem como, apresentar de que modo o planejamento da ação docente realizado através dos valores civilizatórios afro-brasileiros, para uma turma de 1º ano do ensino fundamental, revelam a importância de se trabalhar a História e Cultura Negra na Educação Básica.O texto se constitui como um estudo exploratória de abordagem qualitativa, realizado através de pesquisa participante. O presente estudo tem como fundamentação teórica: Africanidades brasileiras e educação: salto para o futuro de Azoilda L. da Trindade (2013); as diretrizes curriculares nacionais para a educação das relações étnico-raciais(BRASIL, 2004);A Cor da Cultura - Saberes e fazeres: modos de ver de Ana Paula Brandão (2006), entre outros. Nessa situação, o programa proporcionou em seu decimo segundo Encontro de Estudo e Planejamento um minicurso ministrado pelos coordenadores do projeto, com o seguinte temaEducação para Relações Étnicos Raciais na Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental:concepções e práticas interdisciplinares a partir da Cosmovisão Africana. Houve uma expansão de visão sobre o papel do professor e da escola quanto a temática, através do estudo dos textos disponibilizados pelos ministrantes, abordando que a escola além de um local de aprendizagem sistemática e orientado, possui também a responsabilidade de ser um local de diálogo e reflexão do contexto social/cultural em que vivencia.Sendo, portanto, um ambiente ideal para aprender esses valores civilizatórios tão presentes etão esquecidos nos currículos das instituições escolares, nessa questão, o professor possui para além destes aspectos, respaldo legal para dar visibilidade as questões étnicos-raciais no currículo e nas relações sociais. Palavras-chaves:Africanidades, Planejamento docente, Interdisciplinaridade. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Soletrando,PIBID,EEMTI Maria Amélia Bezerra
Oral
Abrir o trabalhoA BNCC E O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA: INTERNACIONALIZAÇÃO NA EDUCAÇÃO BÁSICA E A RELAÇÃO COM O MERCADO DE TRABALHO.
ROBSON FERNANDES COSTA; JOSILANIA PINHEIRO CAVALCANTE
O presente trabalho propõe analisar a proposta pedagógica da BNCC (2017) para o Ensino de Língua Inglesa (LEM- Inglês) em perspectiva de uma internacionalização e relação com a perspectiva do mercado de trabalho. Para se chegar aos resultados obtidos, fora feito uso de cruzamento de dados bibliográficos, entre eles a BNCC (2017), as diretrizes regulamentadoras da educação como a LDB (2017), dados educacionais do INEP (2016) para entendimento da normatização da educação no Brasil e discussões trazidas por autores como Siqueira (2005), o British Conscil (2014) para entender a relação do ensino de língua inglesa e o mercado de trabalho. Estas discussões foram encaminhadas através de recordes observando a orientação dada pela BNCC de que o Ensino de Língua Inglesa será ofertado apenas para o Ensino Fundamental - Anos Finais, ou seja, do sexto ao nono ano escolar adotado principalmente pela rede pública de ensino. A pesquisa reflete, em observância, a orientação dada as sérias do sexto ao nono ano quanto ao eixo Oral, e os objetivos pedagógica nesta unidade temática. A relação do eixo oral implica diretamente com a perspectiva metodológica-pedagógica que o professor venha a utilizar em sala de aula, ou seja, a capacidade do professor de alinhar as produções orais de eixos de ensino, como leitura, escrita e conhecimento linguístico em uma sala de aula com média de vinte e cinco a trinta alunos nas escolas públicas municipais e estaduais do Brasil. Esta relação entre o ensino de língua inglesa (LEM-Inglês) e a BNCC advém da importância do Inglês, denominada língua franca, com crescente importância desde o século XIX com a predominância política-econômica da Inglaterra. A nova BNCC segue em paridade com as relações mercadológicas, visto que a preparação do ensino básico corresponde com a qualidade dos profissionais do futuro. Perspectiva muito defendido por instituições privadas como a Fundação Lemann que a quase vinte anos realiza ações voltadas para o desenvolvimento da educação no Brasil, com destaque para áreas como inovação, gestão, políticas educacionais e a formação de uma rede de jovens talentos no país. Com uma relação bem próxima, a Fundação Lemann fora uma das principais instituições que influenciaram na escrituração da BNCC na busca pelo alinhamento de seus objetivos educacionais, bastante influentes, principalmente, na BNCC do Ensino Médio. O trabalho se apresenta relevante, sobretudo, nas ligações feitas a respeito da relação de mercado e a BNCC e a perspectiva de uma educação cada vez mais focada numa demanda globalizada. Justificando assim a enfase dada no documento a obrigatoriedade do Ensino de Língua Inglesa, visto a importância do inglês nas diversas relações sejam elas econômicas, sociais e acadêmicas. Demanda essa que converge com o desenvolvimento tecnológico que está bem presente nas competências gerais. O requerer que o aluno saiba compreender, utilizar e criar tecnologias é tratada com a ênfase necessária na BNCC, porém é divergente quanto aos recursos e capacidades estruturais das escolas públicas em detrimento as particulares.
Palavras-chave: Base Nacional Comum Curricular,Ensino de Inglês,Globalização
Oral
Abrir o trabalhoA linguagem como instrumento de informação: O estudo das funções da linguagem.
GABRIELA PAULINO ALVES ; Érika Raquel Andrade Oliveira
A LINGUAGEM COMO INSTRUMENTO DE INFORMAÇÃO: O ESTUDO DAS FUNÇÕES DA LINGUAGEM GT(nº2): Linguagem e Tecnologia Gabriela Paulino Alves1 Érika Raquel Andrade Oliveira2 O presente trabalho tem como objetivo fazer uma análise sobre a linguagem como uma ferramenta de conhecimento. Visto que, segundo Sozângela Schemim da Matta, no seu livro “Português: linguagem e interação” a decodificação da mensagem parte do emissor através da função fática e chega ao receptor em forma de código e, a partir da função referencial, transforma-se de novo em mensagem. Expressando pensamento em palavras fazemos o registro na escrita que, por sua vez, é interpretado pela leitura. Para uma leitura eficiente é necessária a interação entre leitor e texto lido, um atuando sobre o outro, para que haja assim, atribuição de significado, ou seja, a construção de um significado para o texto lido. Partindo do pressuposto de que linguagem é a concepção de pensar, escrever e ler, na E.E.M. Teodorico Teles de Quental, localizada em Crato-CE, onde atua o Pibid-Português, abordamos nas oficinas meios que favorecem a interpretação dos alunos a partir da utilização das funções da linguagem, fazendo com que o material de apoio: músicas, contos e afins sejam o instrumento base para o processo de análise crítica. A oficina de utilização de músicas ocorreu da seguinte maneira: foram escolhidas seis músicas das quais os gêneros selecionados eram de preferência dos alunos com o intuito de trabalhar a interpretação textual por meio de uma comunicação em que eles mantêm contato diariamente. Por se tratar de algo que está relacionado ao cotidiano do aluno, o mesmo, consequentemente, demonstra um interesse maior para com o assunto e, posteriormente, passará a aplicar tais conhecimentos, não só para com textos de sua preferência e sim para de qualquer gênero. Seguindo esse mesmo contexto, trabalhamos o conto como base para a escrita, partindo do conceito do gênero e, posteriormente propondo uma produção. Os alunos produziram textos incluindo a função emotiva e a função poética e essa atividade se deu de forma avaliativa. Portanto, é notório que trabalhar estratégia de leitura e interpretação textual é de suma importância para que reforce assim as regras que combinam as unidades portadoras de sentindo fazendo com que a linguagem transite pelos códigos utilizados para expressar seus pensamentos. Gabriela Paulino Alves Aluno do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: ga16085@gmail.com 2Érika Raquel Andrade Oliveira Aluno do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: erikaandrade19@outlook.com Palavras-chaves: Pibid; Texto; Comunicação; Funções da Linguagem. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Palavras-chave: Pibid,Texto,Comunicação,Funções da linguagem
Oral
Abrir o trabalhoAquisição da Língua Inglesa
MATHEUS DUARTE CORTEZ ; Ana Carolina Ribeiro da Silva; Laiane Tavares Rodrigues
AQUISIÇÃO DA LÍNGUA INGLESA GT(nº2): Linguagem e Tecnologia O processo da aquisição de língua estrangeira vem se tornando algo comum atualmente, decorrente do uso constante das redes sociais como Instagram, Youtube, aplicativos que exercem a função de curso online, jogos, filmes, séries, dentre outros. O principal método perpetuado para a obtenção do inglês, por meio das redes sociais parte especialmente das músicas. As pessoas costumam traduzir e cantar as letras, daí percebemos que esse processo de condicionamento causa a obtenção de palavras e pronúncias da língua inglesa, provocando habilidades do indivíduo em fazer futuras inferências entre outros gêneros da língua americana. Outra possibilidade de aquisição da língua inglesa é por meio de aplicativos de curso online, onde indivíduo controla o seu nível de estudo, a partir de atividades que tem o uso de figuras, lições interativas, grupos de conversação e até um ranking dos usuários que serve como estímulo para o estudante dedicar-se mais a aprendizagem da língua . O próximo precursor na aquisição de uma língua estrangeira é a plataforma de jogos sejam elas online ou off-line, pois proporcionam aos jogadores se depararem com pessoas de diversos países, através do cenário competitivo. Ainda é possível remeter-se a mais um elemento que causa a aquisição de uma língua internacional é o mundo cinematrográfico, os filmes e séries podem ser considerados como os meios midiáticos mais presentes no cotidiano e até os que mais contribuem no processo de aquisição de uma língua estrangeira. Partindo desse ponto podemos considerar que o uso da tecnologia no ambiente escolar pode se tornar efetivo na aquisição da língua inglesa, como a utilização do aparelho telefônico para o uso do Google tradutor na aulas, uso de jogos e atividades interativas que podem ser acessíveis a todos sem a precisão de atividades impresas, abordações temáticas de séries e filmes que mantenham uma relação próxima com o conteúdo, assim como uso da musicalidade por meio da plataforma Youtube. Conclui-se então que o interesse do aluno surge à medida que depara-se com algo extraordinário, tudo que não tenha o uso do papel se torna interessante, e ao utilizarmos a tecnologia ao nosso favor, tudo transforma-se em inovador, uma metodologia na qual o aluno tem a total participação e a noção de onde a sua aprendizagem encaminha-se. Aluno do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: matheusduartecortez17@gmail.com Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: carolr046@gmail.com Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: laianetavares.r@gmail.com Professor do Departamento de Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: marciafranca60@yahoo.com.br Palavras-chaves: Aquisição, Inglês, Aplicativos, Metodologia, Plataforma. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Palavras-chave: Aquisição,Inglês,Aplicativos,Metodologia,Plataforma
Oral
Abrir o trabalhoDERRIDA E O ENSINO DE FILOSOFIA
ANDREIA PEREIRA DE SOUZA
DERRIDA E O ENSINO DE FILOSOFIA AUTORA: - Email: anny1984-rx@hotmail.com (Graduada na área de Filosofia, UFCA) Resumo: O presente trabalho tem como objetivo pensar a contribuição da filosofia contemporânea para o ensino da filosofia através das considerações elaboradas por Jacques Derrida em torno daquilo que denomina “ saída do logocentrismo”. A civilização ocidental seria aquela que estabeleceu o primado da linguagem em relação à escrita, a posição deste pensador é apresentar uma concepção de pensamento filosófico que reverte este primado, deixando aparecer uma nova tendência que afirma ser “a escritura” totalmente independente da linguagem, portanto o logocentrismo, como primada da voz do Ser, é o que deve ser ultrapassado em sua maneira de pensar. A secundariedade da escrita em relação à linguagem tem, no seu entender, a mesma tendência que se apresenta quando distinguimos o sensível do inteligível. A sua proposta para o ensino da filosofia vai de encontro ao que se considerou por muito tempo, como o lugar em que as ilusões se dão, ou seja , a opinião, a doxa, como o lugar em que se confunde a realidade das coisas com suas aparências; a procura desta realidade tem, como mostra Derrida, uma preocupação com o que se considera como a busca da presença. A procura por aquilo que confere realidade às coisas, como a tarefa iniciada pelos filósofos desde à antiguidade, isto é, o problema e a questão do Ser, esta questão remete para o que permite o melhor contato com as coisas em sua presença efetiva; sendo o tema que atrai Derrida, justamente porque vincula a pesquisa da metafísica à presença. A pergunta pela existência das coisas se dá a partir das relações entre o Ser, como algo mais amplo e mais abrangente, e aquilo que remete para a existência das coisas, em suas individualidades reais, as quais apresentam certas características que mudam sobre algo que permanece sustentando tais mudanças, ou seja, a substância individual das coisas e seus acidentes. Ora, a metafísica estabelece a hierarquia que vai do Ser à substância e aos seus acidentes, os quais se apresentam como quantidades, qualidades, relações, tempo , lugar, posição, estado, ação e paixão. A metafísica considera que estes são os múltiplos significados do Ser, os quais são modos de indicar como as coisas se apresentam na realidade; tais significados remetem para as representações das coisas, através dos estados de alma, que segundo Aristóteles, são comuns a todos os seres humanos. Neste trabalho será apresentado algumas perspectivas do pensamento de Derrida que possam contribuir para o ensino da filosofia num diálogo com a tradição, com a metafísica da presença, a qual propõe a sua desconstrução. Sabendo que a desconstrução derridiana é todo processo que se inicia quando se busca encontrar, dentro dos textos, o princípio que os formam; e ao mesmo tempo o ponto pelo qual é possível iniciar o processo de desconstrução.
Palavras-chave: ensino,filosofia
Oral
Abrir o trabalhoDISCURSO E IDENTIDADE: COMO SUPERAR ARGUMENTOS ORTODOXOS E LIMITADOS NAS CONSTRUÇÕES TEXTUAIS NO ENSINO MÉDIO
CANDICE CAMILLA OLINDA SANTOS
A globalização trouxe para a contemporaneidade um mundo altamente tecnológico, onde a informação influencia consideravelmente na vida do ser humano. Todavia, não é à toa, pois este processo decisório orienta e dissipa incertezas, causadas, em muitos, pela ausência de uma discussão, contribuindo para o aumento de falácias e reproduções não verídicas. No âmbito escolar, a frequência é bem recorrente. Numa contextualização mais ampla da problemática, adaptam-se discursos prontos em produções textuais causando danos tanto de ordem estrutural do texto, a temida fuga do tema, bem como falhas na construção argumentativa, notando-se que muitos constroem suas falas e sua identidade a partir de interpretações fantasiosas e desconexas da realidade. Assim, o objetivo geral deste tema é traçar estratégias, para que os alunos do ensino médio possam ampliar uma construção significativa para o emprego de discursos prontos nas redações, dando-lhes uma ressignificação. Aliado a isso, faz-se necessário estabelecer dinâmicas em sala para a ampliação do conhecimento acerca do que é discurso, suas vertentes e raízes, bem como o emprego da leitura para novos textos surjam com mais significado e identidade. O tema em tela justifica-se por apresenta uma abordagem bem sistêmica da relação entre discurso, identidade e construção textual, onde no âmbito das salas de aula há uma construção equivocada de falsos discursos empregada nos textos. A comprovação dessa realidade se dá pela recorrente clonagem de falas prontas, adotadas no ensino médio das escolas, como forma de enxerto nos textos, prejudicando a lógica e a estrutura textual. No intuito de tornar possíveis os objetivos propostos no que refere ao tema, o presente estudo foi conduzido a partir da abordagem descritiva qualitativa, uma vez que este tipo de pesquisa preocupa-se com os processos dos fenômenos estudados e não com o produto final, pronto. Simultaneamente com o tipo de pesquisa, fez-se uso do método dialético. Doravante, há um consenso em afirmar os pontos de analise do discurso passa por alguns critérios discursivos: a) o texto, o discurso e o gênero; b) produções de efeitos de sentido; c) A pluralidade de significados da linguagem; d) o sentido nasce das relações entre o texto e o discurso. E, mantendo uma visão democrática, entende-se que para alcançar sentido nas produções de textos, relacionando-as com discursos contextualizados, numa formação de identidade crítica efetiva, refletida em práticas e posturas desafiadoras e renovados, devem ser favorecidas por um processo contínuo de conhecimento e enriquecido pela relação entre discurso, identidade e significação de práticas textuais para toda a vida.
Palavras-chave: Formação crítica,ressignificação, produção textual
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Abrir o trabalhoGÊNEROS TEXTUAIS MULTIMODAIS: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA ESCOLA
SABRINA NAYARA DE LIMA BRITO; Maria Gabriela Gonçalves de Sousa; Samara de Lima Costa
GÊNEROS TEXTUAIS MULTIMODAIS: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO TEODORICO TELES DE QUENTAL GT(2º): Linguagem e Tecnologia Sabrina Nayara de Lima Brito 1 Maria Gabriela Gonçalves de Sousa 2 Samara de Lima Costa 3 Francisca Viviane Vieira de Oliveira (orientador) 4 A multiplicidade de veiculação de informações na contemporaneidade fez surgir a necessidade de trabalhar diversos gêneros textuais multimodais no âmbito escolar. O presente trabalho tem como objetivo relatar as atividades realizadas durante o primeiro semestre de 2019 na Escola de Ensino Médio Teodorico Teles de Quental, localizada no município do Crato – Ceará, do programa de iniciação a docência – PIBID subprojeto Português, com o estudo de textos que unem recursos verbais e imagéticos. As ações foram direcionadas a três turmas da referida instituição a partir de oficinas. Inicialmente, foram expostos conceitos, características e funções dos gêneros história em quadrinhos, charge, tirinha, cartum, memes, propaganda e anúncio publicitário. A participação foi instigada por meio da apresentação de exemplos próximos à realidade dos estudantes. No segundo momento, foi proposta uma atividade a fim de avaliar a aprendizagem do conteúdo por parte dos alunos, dividindo a turma em cinco grupos para promover a análise, debate e apresentação dos textos. Para tanto, foram utilizados recursos audiovisuais e materiais impressos. No decorrer das oficinas, os alunos demonstraram-se bastante participativos, o que denota a identificação e interesse pela temática abordada, revelando satisfatória compreensão do conteúdo e da sua aplicabilidade. Com base nisso, verificamos, portanto, que inserir o estudo da multimodalidade, através de temas do cotidiano, facilita o processo de aprendizagem. Ademais, o PIBID assume um papel fundamental na complementação do ensino, possibilitando uma interação proveitosa entre os alunos em formação docente acadêmica e os alunos em formação escolar. Palavras-chaves: Multimodalidade; Gêneros Textuais; PIBID. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes). 1 Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: sabrinayarabrito@gmail.com 2 Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: mgabrielagds@gmail.com 3 Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: samaratec.lima@email.com 4 Professora de Língua Portuguesa da Rede Estadual de Ensino na escola Teodorico Teles de Quental. Formada em Letras pela Universidade Regional do Cariri (Urca). Especialista em Língua Portuguesa pela Universidade Regional do Cariri. Supervisora do PIBID-Português na referida escola. e-mail : viviane.vieira306@gmail.com
Palavras-chave: Multimodalidade,Gêneros Textuais,PIBID
Oral
Abrir o trabalhoO USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NAS OFICINAS DO PIBID LETRAS NA ESCOLA AMÁLIA XAVIER DE JUAZEIRO DO NORTE-CE
CICERO NAILSON RODRIGUES DA SILVA; Débora Romana Coêlho
O USO DE RECURSOS TECNOLÓGICOS NAS OFICINAS DO PIBID LETRAS NA ESCOLA AMÁLIA XAVIER DE JUAZEIRO DO NORTE-CE GT (2): Linguagem e Tecnologia Cicero Nailson Rodrigues da Silva¹ Débora Romana Coêlho¹ Márcia Pereira da Silva Franca (orientadora)³ Os recursos tecnológicos auxiliam bastante os professores com as atividades em sala, portanto, vêm sendo utilizados em maior frequência para a dinamização do ensino. O uso adequado da tecnologia em sala de aula favorece a aprendizagem dos educandos. Nessa perspectiva, várias atividades como jogos, leitura e interpretação de texto por meio de charges, memes e tirinhas, estão relacionadas às redes sociais, e o educador também é responsável por orientar o aluno a fazer a relação entre a atualidade e o assunto discutido em sala. É nesse sentido que o devido trabalho tem como principal objetivo mostrar o uso desses recursos nas oficinas ministradas na escola Amália Xavier, pelos alunos do PIBID da Universidade Regional do Cariri (URCA). Esse estudo teve como ponto de partida algumas aulas das oficinas de Língua Portuguesa nas quais os recursos mais utilizados foram: notebook, data show e caixa de som. O laboratório de informática foi uma importante ferramenta para o desenvolvimento das atividades propostas, o ambiente extra sala já propicia uma dinâmica diferente ao estudo em questão. Foi possível trabalhar as figuras de linguagem utilizando a tecnologia, o assunto é o mesmo, a alteração na forma de levar a discussão para o ambiente escolar. Levando em consideração que atualmente a maioria dos jovens faz uso dos meios virtuais de comunicação, é notório que o interesse deles é estimulado, quando a aula abrange instrumentos do seu cotidiano e domínio. Nesse sentido, o conteúdo foi apresentado com slides por meio do uso de data show, assim como foram músicas e memes para exemplificar o quanto o assunto abordado é presente no dia a dia. Após usarmos a metodologia escolhida, voltada para uma melhor compreensão dos alunos, percebemos que a maioria deles mantiveram a concentração na aula, captaram facilmente as informações, e tiveram participação ativa durante as oficinas. Essa pesquisa se justifica pela relevância que apresenta, pois os educadores precisam conhecer e saber fazer uso dos recursos tecnológicos, tendo em vista uma aproximação maior entre docentes e discentes, facilitando a interação e proporcionando uma aprendizagem significativa. Como resultado do estudo, descobrimos formas dinâmicas de ensinar, novas metodologias que prendem a atenção dos jovens fazendo-os ter mais compromisso e responsabilidade com sua aprendizagem. Palavras-chaves: Recursos Tecnológicos; Oficina; Aprendizagem; Atualidade. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes). ¹Aluno do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: ciceronailsonrs@gmail.com ²Aluno do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: deboraromana5@gmail.com ³Professora da Educação Básica no Estado do Ceará; Supervisora do Pibid Língua Portuguesa – Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: marciafranca60@yahoo.com
Palavras-chave: Recursos Tecnológicos, oficina, Aprendizagem, Atualidade
Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA DA OFICINA:PRODUÇÃO E VIVÊNCIA DE CONTOS LITERÁRIOS
CICERA FERNANDES DE SOUSA RODRIGUES ; ANA CARLA NOGUEIRA GOMES
Universidade Regional do Cariri 16 e 17 de agosto de 2019 “Educação e Formação de Professores em Tempos Conservadores” RELATO DE EXPERIÊNCIA DA OFICINA: PRODUÇÃO E VIVÊNCIA DE CONTOS LITERÁRIOS GT(2): LINGUAGEM E TECNOLOGIA Cícera Fernandes de Sousa Rodrigues¹ Ana Carla Nogueira Gomes² Neste trabalho analisamos o processo de desenvolvimento da criação oral e de produção textual em grupo, com a utilização do conto literário, que se realizou em uma oficina ofertada nós bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) Português, no dia vinte e sete (27) de abril (04) de dois mil e dezenove (2019), em um sábado letivo, com duração de uma hora, das 07:00 às 08:00 da manhã, realizada na escola de ensino médio EEM Teodorico Teles de Quintal, situada na cidade de Crato CE no bairro Pimenta. Voltada para o desenvolvimento da criatividade, interatividade e escrita dos 4 alunos participantes, os quais optaram pela produção de um conto literário oral juntamente com as ministrantes da oficina. Nosso objetivo foi desenvolver a oficina de maneira sintética e clara, conceituar e desenvolver estratégias de produção oral do conto literário, induzir o gosto pela leitura, escrita e interpretação, fazendo com que os alunos tenham um encantamento seguido por uma aprendizagem lúdica pela forma interativa da produção oral em grupo. Usamos exemplos de conto de cunho próprio, intitulado por “A Vizinha” de autoria de Cícera Fernandes graduanda do curso de Letras da Universidade Regional do Cariri além de autores renomados como Clarice Lispector com o conto “Uma Galinha”. Conceituação do conto, atividade prática no decorrer da aula, fazendo com que os alunos se disponibilizassem a uma interação discursiva de cada ponto de vista do é um conto e como produzi-lo, surgindo a partir dessa discurssão uma aprendizagem significativa adquirida porque por cada integrante através do autoconhecimento e do conhecimento partilhado, como por exemplo, conhecer o texto literário, saber desenvolver em escrita, a sua percepção e leitura e de interpretação de um texto, sentir curiosidade para ouvir uma produção literária, desenvolver uma análise. Isso por ter sido trabalhado leitura, compreensão e produção oral. Assim, os alunos tiveram uma experiência de capacitação de produção oral em grupo que pode ser transmitida para escrita, possibilitando um aperfeiçoamento e o gosto pela criatividade textual tanto individual quanto coletiva. Palavras-chaves: Pibid Português, Escola Teodorico Tele, Contos, Produção Oral. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de nível Superior (Capes).
Palavras-chave: Pibid Português,Escola Teodorico Teles,Contos,Prodição Textual
Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA DO EVENTO “LER E SER – LEITURAS, REFLEXÕES E SABERES”.
MARIA GABRIELA GONÇALVES DE SOUSA; Sabrina Nayara de Lima Brito; Samara de Lima Costa
RELATO DE EXPERIÊNCIA DO EVENTO “LER E SER – LEITURAS, REFLEXÕES E SABERES”. GT(2º): Linguagem e Tecnologia Maria Gabriela Gonçalves de Sousa¹ Sabrina Nayara de Lima Brito² Samara de Lima Costa³ Francisca Viviane Vieira de Oliveira 4 (orientador) A leitura transcende a mera decodificação de textos, pois constitui um processo muito mais amplo e significativo que envolve a interpretação, formação de opinião, apropriação e difusão do conhecimento. À vista disso, a prática leitora desempenha papel preponderante no processo de ensino-aprendizagem multidisciplinar e na formação sociocultural dos alunos que, no entanto, reconhecem cada vez menos o prazer e a importância do ato de ler. O presente texto busca relatar ações e impactos promovidos pelo Programa de Iniciação a Docência PIBID Português na EEM Teodorico Teles de Quental, localizada na cidade do Crato – Ceará, quanto ao trabalho de incentivo e familiarização com a leitura. Movidos pela dificuldade no uso das habilidades de compreensão e produção textual dos estudantes da referida escola, os integrantes do PIBID idealizaram um projeto com o objetivo de aproximar e estimular a comunidade escolar à prática da leitura, bem como os alunos à participação nas atividades promovidas pelo programa. O evento intitulado “Ler e Ser – Leituras, Reflexões e Saberes” foi realizado no dia 27 de abril de 2019 e consistiu em três momentos. Primeiramente aconteceu uma roda de poesia no pátio do colégio, onde alunos, integrantes da comunidade, professores e bolsistas puderam apresentar suas leituras e compartilhar experiências. Posteriormente, ocorreram quatro oficinas simultâneas nas salas de aulas da instituição, as quais foram elaboradas e ministradas pelos alunos bolsistas do PIBID-português e tinham suas temáticas voltadas ao aspecto de leitura e produção de diversos gêneros textuais. O terceiro momento aconteceu no auditório, no qual foi realizado um diálogo sobre leitura e em seguida ocorreu a apresentação de um fragmento de cena teatral inspirada nos contos do autor Caio Fernando Abreu. Vale ressaltar que paralelo a essas atividades acontecia uma feira de obras literárias e exposição de livros nas demais locações da escola. Considerando o desenvolver do evento, foi possível constatar que as ações promovidas pelo PIBID são instrumentos capazes de proporcionar conhecimento e integração aos membros da comunidade escolar em geral. Palavras-chaves: Leitura; Comunidade escolar; PIBID. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes). ¹ Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: mgabrielagds@gmail.com ² Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: sabrinayarabrito@gmail ³ Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: samaratec.lima@email.com 4 Professora de Língua Portuguesa da Rede Estadual de Ensino na escola Teodorico Teles de Quental. Formada em Letras pela Urca. Especialista em Língua Portuguesa pela Urca. Supervisora do PIBID-Português na referida escola. e-mail : viviane.vieira306@gmail.com
Palavras-chave: Leitura,comunidade escolar,PIBID
Oral
Abrir o trabalhoTÍTULO: O TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO EM FOCO: DINAMIZANDO O ENSINO DE REDAÇÃO NO ENSINO MÉDIO.
SAMARA DE LIMA COSTA; Maria Gabriela Gonçalves de Sousa; Sabrina Nayara de Lima Brito
TÍTULO: O TEXTO DISSERTATIVO-ARGUMENTATIVO EM FOCO: DINAMIZANDO O ENSINO DE REDAÇÃO NO ENSINO MÉDIO. GT(2º): Linguagem e Tecnologia Samara de Lima Costa¹ Maria Gabriela Gonçalves de Sousa² Sabrina Nayara de Lima Brito³ Francisca Viviane Vieira de Oliveira (orientador)4 A produção do texto dissertativo-argumentativo configura objeto de estudo priorizado entre os professores e profissionais da educação do Ensino Médio. Partindo da necessidade de se compreender a essência do texto dissertativo e dos mecanismos de sua prática para os alunos pré-universitários, diversos agentes da educação têm direcionado esforços para garantir ao aluno da escola pública o saber necessário para a construção desse tipo textual, amplamente exigido no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) e vestibulares de todo o país. O presente trabalho pretende reunir as observações e as reflexões proporcionadas pela experiência do programa de iniciação a docência PIBID, projeto-Português na EEM Teodorico Teles de Quental situada em Crato - Ceará, quanto ao ensino-aprendizagem da escrita argumentativa. Para isso, abordamos as práticas didáticas utilizadas nesse processo de aprendizagem e a eficácia dessas ao longo de sua aplicabilidade no Projeto. No decorrer do segundo semestre de 2018 e do primeiro semestre de 2019, o tipo textual dissertativo-argumentativo foi trabalhado na referida escola sob diversas perspectivas pedagógicas. Tomando como referência documentos basilares, como a Base Nacional Comum Curricular e a Cartilha do Participante do Enem dos últimos anos, foi proposta uma abordagem simultaneamente construtivista e interacionista para a apreensão da prática de dissertar/argumentar. Foram utilizados recursos audiovisuais e impressos. Nesse enquadramento, para além da exposição de conteúdos, foram realizados aulões e oficinas, nos quais a participação dos alunos era solicitada mediante questionamentos, debates e dinâmicas discursivas de modo a conectá-los à temática e simplificar a compreensão dos mesmos. Em complementação, exercícios de interpretação e escrita de textos foram aplicados como parte substancial para o aperfeiçoamento da produção textual dos estudantes. Como resultado, fruto de observações por partes dos alunos bolsistas, foi possível constatar que uma proposta metodológica atraente, vinculada à interação dos alunos, torna mais produtivo o estudo referente ao texto dissertativo-argumentativo. Palavras-chaves: Dissertação; Produção textual; Pibid. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes). ¹Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: samaratec.lima@email. ²Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: mgabrielagds@gmail.com ³Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: sabrinayarabrito@gmail.com 4Professora de Língua Portuguesa da Rede Estadual de Ensino na escola Teodorico Teles de Quental. Formada em Letras pela Urca. Especialista em Língua Portuguesa pela Urca. Supervisora do Pibid Português na referida escola. e-mail: viviane.vieira306@gmail.com
Palavras-chave: Dissertação,Produção textual,Pibid
Oral
Abrir o trabalhoUM OLHAR A PARTIR DE UMA ABORDAGEM SOBRE O PROJETO PIBID LÍNGUA PORTUGUESA DESENVOLVIDO NO COLÉGIO TEODORICO TELES QUENTAL.
JOYCIANE MONTEIRO SILVA; VITÓRIA STHEFANY PEREIRA DA SILVA
O presente trabalho tem em vista apresentar relatos das experiências vivenciados pelo programa institucional de bolsas de iniciação à docência (PIBID) Português, que é um programa de politica pública criada pelo ministério da educação em âmbito da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) e seu desenvolvimento no decorrer do primeiro semestre de 2019 na Escola de Ensino Médio Teodorico Teles de Quental, localizada na cidade de Crato - CE. É de real importância e de conhecimento de todos que o projeto permite aos bolsistas envolvidos um contato real e intenso com o âmbito escolar e que as complexidades da sala de aula oportunizem um amplo desenvolvimento em seu processo de formação, pois o laço criado entre universidade e escola proporciona um diálogo relevante para as atividades elaboradas para os alunos do ensino médio. Através de uma breve abordagem, visando à opinião dos estudantes da referida escola, é notório que o programa abrange e supre algumas carências quanto ao aprendizado no decorrer da vida estudantil. Nota-se que o contexto escolar em prática é de suma relevância para a formação dos estudantes de licenciatura, todavia, um contato mais direto e duradouro, como o proporcionado pelo Pibid, contribui para a consolidação e apoio à formação de bons docentes. Dessa forma, o Programa viabiliza um conhecimento mútuo. Percebe-se ainda que, os alunos que frequentam as oficinas ofertadas pelo projeto, têm grande interesse pelos conteúdos expositivos que são apresentados, pois a assiduidade é um ponto fundamental, a prática de elaborações das oficinas vem por meio da comunicação e desempenho dos bolsistas buscando ser o mais compreensível possível, a forma dinâmica apresentada desempenha um papel importantíssimo, todavia busca-se a maior absorção do conteúdo exposto, complementando as atividades com produções autorais feitas pelos alunos, sendo elas: poemas, músicas, desenhos, entre outras. Com o tempo, foi possível perceber as mudanças em relação ao comportamento da turma, pois há uma interação maior quanto à participação nas aulas, facilitando assim, o nosso trabalhado enquanto docentes. A escola Teodorico Teles Quental, por sua vez, nos oferece todo apoio necessário, o ambiente para planejarmos, o corpo docente nos permite o esclarecimento de dúvidas, temos auxilio com material didático de qualidade uma vez que, na biblioteca encontra-se um belo acervo de material e está sempre disponível caso necessitamos, isso possibilita o melhor aperfeiçoamento das oficinas.
Oral
Abrir o trabalhoUMA BREVE ABORDAGEM SOBRE O PIBID-PORTUGUÊS NA ESCOLA TEODORICO TELES DE QUENTAL: COMUNICAÇÃO E LINGUAGEM POR MEIO DO ESTUDO E DA PRODUÇÃO DE TEXTO
FRANCISCA VIVIANE VIEIRA DE OLIVEIRA
UMA BREVE ABORDAGEM SOBRE O PIBID-PORTUGUÊS NA ESCOLA TEODORICO TELES DE QUENTAL: COMUNICAÇÃO E LINGUAGEM POR MEIO DO ESTUDO E DA PRODUÇÃO DE TEXTO GT (2º): Linguagem e Tecnologia Francisca Viviane Vieira de Oliveira1 O Programa de Iniciação à Docência (PIBID) possibilita que graduandos obtenham determinada experiência com a atividade docente, além de proporcionar, aos estudantes da Educação Básica, um suporte dinâmico na diversificação dos estudos. O presente trabalho objetiva sintetizar o modo como foram desenvolvidas as atividades do Pibid-Português na Escola de Ensino Médio Teodorico Teles de Quental, localizada no município do Crato – Ceará, durante o primeiro semestre de 2019. As oficinas foram divididas em duas macroáreas: o estudo dos gêneros textuais e o estudo do texto dissertativo-argumentativo. A primeira volta-se para os estudantes do 1º e 2º anos; a segunda, para os alunos do 3º ano, uma vez que, visa à prova do Enem. Os encontros ocorrem semanalmente no turno da tarde as quartas e quintas-feiras na referida escola e têm duração de duas horas cada. Dessa forma, os alunos podem optar por participar de ambas as oficinas, visto que, ocorrem em dias distintos. Todas as oficinas são planejadas semanalmente em encontros presenciais ou via internet. Os primeiros encontros trataram de conceitos básicos associados à linguagem e sua vinculação aos gêneros textuais tais como a perspectiva verbal e não verbal. Nas oficinas seguintes foram exploradas as multimodalidades do texto, as figuras e as funções da linguagem presentes nestes, além de aspectos redacionais, sobretudo voltados à constituição do texto dissertativo-argumentativo. Todo o trabalho foi realizado mediante a utilização de recursos audiovisuais, dos materiais do acervo da biblioteca da escola e dos materiais selecionados e produzidos pelas bolsistas da URCA. Aos alunos da instituição que participaram das oficinas, após os diálogos, solicitou-se a análise e a produção de textos de diversos gêneros como forma de identificação da aprendizagem. Mediante as produções, verificou-se o desenvolvimento de algumas competências e habilidades leitoras refletidas na escrita, que, por sua vez, demonstra que a aprendizagem foi significativa. Percebe-se, portanto, a importância de projetos como o Pibid para educação por propiciar o engajamento de agentes que contribuem diretamente no processo educativo. Ademais, projetos como esse, proporcionam a reflexão, promovem o diálogo e contribuem para a produção acadêmica e escolar. Palavras-chaves: Pibid-Português; Comunicação; Linguagem; Texto. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes) 1Professora de Língua Portuguesa da Rede Estadual de Ensino na escola Teodorico Teles de Quental. Formada em Letras pela Universidade Regional do Cariri (Urca). Especialista em Língua Portuguesa pela Universidade Regional do Cariri. Supervisora do Pibid-Português na referida escola. e-mail : viviane.vieira306@gmail.com
Oral
Abrir o trabalhoOral
Abrir o trabalhoMETODOLOGIAS PARA DISCUSSÃO SOBRE RAÇA NO AMBITO ESCOLAR
MACILENE GOMES DE FARIAS
Este trabalho tem como objetivo principal a apresentação da experiência e metodologias utilizadas para trabalhar o tema raça com os alunos do colégio EEM JOSÉ ALVES DE FIGUEIREDO no qual foi debatido durante o segundo semestre de 2018 a meados de 2019, utilizando de metodologias no qual o aluno sentisse a vontade e os estigasse para participar das atividades desenvolvidas, atividades estas como: oficinas, rodas de conversar. e neste trabalho apresento todas as formas, todas as atividades realizadas e o retorno que tivemos dos alunos , ressaltando sempre a importância da participação da escola que ela sendo um dia pilares de construção acadêmica da sociedade nestas atividades. E a experiência de ter o primeiro contato direto em sala de aula não mais como alunos, mas sim como aquela que ministra a aula.
Oral
Abrir o trabalhoA CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL
ANA PAULA DA SILVA CALIXTO; Ruth da Silva Calixto
A CONTRIBUIÇÃO DO PIBID PARA PROFESSORES EM FORMAÇÃO INICIAL GT (nº 3): Experiências de formação de professores na área de humanas Ana Paula Da Silva Calixto (Autor)1 Ruth Da Silva Calixto (Coautor)2 Márcia Pereira da Silva Franca (orientador)3 O presente artigo tem como objetivo principal discorrer sobre as contribuições que o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), subsidiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) oferece para a formação do professor. Para o desenvolvimento deste trabalho foram realizadas pesquisas de cunho bibliográfico, em sites, artigos científicos, revistas e blogs. Observa-se que por meio da participação do programa PIBID nas universidades, as práticas na formação do professor promovem autonomia e inovação na prática pedagógica. Enquanto acadêmicos, dispomos de uma preparação teórica bastante extensa, entretanto quando falamos de prática isso não ocorre de igual modo, e é nesse cenário que nos deparamos com a insegurança profissional, considerando que nem todos têm a oportunidade de exercer de modo prático tais conhecimentos. Na iniciação do licenciado do curso de Letras, assim como nas demais licenciaturas, compreendemos que sempre tivemos diante de um pequeno recorte de conteúdos trabalhados em sala de aula e que o ensino do curso não se restringe apenas ao domínio das convenções a serem trabalhadas nas escolas. A prática na formação de um professor assume responsabilidades que vão além do ambiente escolar, pois o mesmo pode promover mudanças significativas, tanto na própria formação quanto na vida de seus discentes, por meio do processo ensino-aprendizagem. Diante do exposto, vemos que a participação dos discentes no programa, contribui de forma significativa para a formação profissional do professor, visto que este adquire experiências práticas durante sua vida acadêmica. Com esses aprimoramentos práticos lhe é proporcionado progressivamente capacidade e independência em sua atuação, pois este terá a oportunidade por meio do programa, de anteceder um contato real e prático. Portanto, dentre as inúmeras contribuições, o programa faculta ao discente de licenciatura, um contato com a realidade nas escolas por meio das experiências, gerando assim, reflexões inovadoras para superar as dificuldades vivenciadas pelas práticas obtidas, além da oportunidade de elaborar e desenvolver um planejamento educacional de modo dinâmico e criativo na prática profissional. Palavras-chaves: PIBID; professor; Letras; prática pedagógica. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes). _____________________
Palavras-chave: PIBID,professor,Letras
Oral
Abrir o trabalhoA DISCUSSÃO DE GÊNERO NO ESPAÇO ESCOLAR:UMA ABORDAGEM FUNDAMENTAL
ANA BEATRIZ DA SILVA ; Tais Tamires Lima Da Silva
Este trabalho tem como objetivo apresentar as oficinas desenvolvidas pelo projeto PIBID Multidisciplinar (História) durante o primeiro semestre de 2019, na Escola José Alves de Figueiredo, localizada no município do Crato, acerca da temática gênero, dado que, este é um dos eixos temáticos do projeto. Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é relatar a recepção dos estudantes sobre esse assunto, buscando compreender como essas oficinas colaboraram para a formação dos educandos, além de provocar reflexões sobre a construção das relações sociais entre homens e mulheres, resultadas de um sistema patriarcal e LGBTfóbico. A instituição escolar, como um dos pilares da nossa sociedade, tem o papel de formadora de opiniões e a responsabilidade de estabelecer relações de equidade e respeito, questionando constantemente discussões sobre as diferenças dos sujeitos e, a partir disso, problematizando preconceitos, exclusões, opressões e dominações existentes nas relações sociais, em especial no espaço escolar. Compreendemos que discutir gênero na escola é de suma importância para a construção de uma sociedade igualitária e de respeito às diferenças. E é a partir dessa compreensão que o projeto busca auxiliar na formação dos estudantes e dos futuros professores acerca desta questão. Pois é necessária a construção de uma consciência crítica sobre as relações de gênero e consequentemente de poder. E a metodologia utilizada no desenvolvimento das atividades foi os cines debates e rodas de conversas, pois essas atividades despertam a curiosidade e principalmente a participação dos estudados, uma vez que, procuramos despertar nesses o protagonismo e a curiosidade. Destacando a roda de conversa sobre LGBTfobia, na qual falamos das violências sofridas por LGBTs a partir do documentário “Bichas”, o qual traz inúmeros relatos de jovens acerca de suas vivências, violências sofridas e sobre o processo de reconhecimento e aceitação das suas sexualidades. Essas atividades foram realizadas com a finalidade de sensibilizar, desenvolver a empatia e o pensamento crítico dos estudantes sobre questões de gênero e desnaturalizar as relações de poder presentes nas relações entre homens e mulheres das diversas orientações sexuais. Tivemos como resultado, por meio dos relatos escritos e orais dos educandos, a percepção de como as discussões sobre gênero são necessárias e urgentes no espaço escolar, sendo um dos assuntos requisitados por parte significativa dos discentes, apesar de alguns desconsiderarem a relevância dessa abordagem.
Palavras-chave: Gênero,LGBTfobia, Relções de poder, Sexualidade
Oral
Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PIBID NOS DEBATES SOBRE GÊNERO NAS ESCOLAS
JAQUELINE FERREIRA NUNES
A IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO DO PIBID NOS DEBATES SOBRE GÊNERO NAS ESCOLAS Jaqueline Ferreira Nunes RESUMO: A escola enquanto uma das principais formadoras de opiniões dos indivíduos desde sua infância tem o dever de estabelecer relações igualitárias e respeitosas, problematizando as diferenças de gênero. Para então haver um convívio respeitoso entre todes, no combate as exclusões, dominações e tantas outras formas de preconceito existentes na sociedade, tendo como ponto de partida a desnaturalização das opressões existentes no modelo educacional “tradicional”. O presente trabalho tem por objetivo trazer reflexões referentes ao debate de gênero nas escolas. Para assim entendermos como são construídas as relações sociais, permeadas de desigualdades, entre homens e mulheres no âmbito escolar, fruto de um sistema patriarcal. Tendo como metodologia a aplicação e observação de uma oficina realizada na E.E.M Teodorico Teles de Quental, localizada na cidade do Crato, na região Cariri do Ceará, onde o PIBID atua, foi notório que apesar de ser um tema muito recorrente e necessário, ainda não se é debatido de forma satisfatória. Há algum tempo o movimento feminista e demais simpatizantes vêm lutando para que a discussão de gênero seja inclusa nas escolas de forma mais satisfatória. Na qual a sociabilidade dos indivíduos é extremamente machista e opressora, onde homens e mulheres são tratados de formas desiguais. O recente debate sobre temáticas relacionadas a gênero surgiria como alternativa de combate aos processos de exclusão e opressões na sociedade. E para que não haja no ambiente escolar relações de poder, é importante que haja uma formação que nos faça pensar criticamente a condição da mulher e desnaturalizar as desigualdades sociais estruturadas historicamente pelo patriarcado, e não se atribuindo essas diferenças a fatores biológicos ou físicos. E o PIBID chega para facilitar o nosso contato com os alunos, ajudando assim, através de suas temáticas, oficinas e discussões, nesse processo de desconstrução e desnaturalização. O objetivo desse trabalho é fazer reflexões sobre a importância da atuação do programa institucional de bolsas de iniciação à docência (PIBID), nos debates sobre gênero nas escolas. Tendo como questão os 3° anos do ensino médio da escola Teodorico Teles de Quental, localizada na cidade do Crato, na região Cariri do Ceará. Assim como também compreender qual a dimensão de entendimento dos Jovens em formação quando o debate em questão se refere às desigualdades de gênero no âmbito social.
Palavras-chave: escola, Gênero, Patriarcado
Oral
Abrir o trabalhoA IMPORTANCIA DA RECREAÇÃO ESCOLAR PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA
MARIA MAYARA CIRILO ARAUJO; Mayane Nunes Tavares
A IMPORTANCIA DA RECREAÇÃO ESCOLAR PARA O DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DA CRIANÇA GT 3: EXPERIÊNVIAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA ÁREA DE HUMANAS Maria Mayara Cirilo Araujo Mayane Nunes Tavares A presente pesquisa científica se edifica nas experiências adquiridas através da realização da observação de um momento recreativo e intervenção em uma instituição de Ensino Infantil da rede pública da cidade de Juazeiro do Norte – CE, durante a disciplina de Estágio Supervisionado da Educação Infantil. Com o intuito de evidenciar a importância da aplicação de jogos, brincadeiras e atividades recreativas para um bom êxito no desenvolvimento psicomotor, afetivo e social. Podemos perceber, que na maioria das instituições de ensino, o recreio é considerado um tempo destinado para as crianças ficarem livres para se expressarem sem a supervisão e acompanhamento efetivo do educador, algo que merece uma atenção e reflexão, e, na maioria das vezes percebe-se episódios de violência, agressões e acidentes e isso foi pontuado no período de observação. Porém, a recreação é de suma importância para o desenvolvimento motor, afetivo e social, pois, é através da interação e contato com outras crianças em diversas situações há aprendizagem, sendo assim, percebemos a necessidade da qual o educador faça uma mediação e direcione um sentido ao movimento e aprendizado. Desse modo, essa pesquisa ocorreu através da intervenção em um intervalo, no qual apresentamos um circuito com obstáculos utilizando com materiais recicláveis e construídos, com setas, indicando as direções a serem seguidas, pegadas e obstáculos com corda e no final um boliche com garrafas pet, com o propósito de direcionar e mediar o brincar. Nesse contexto, foi possível executar as atividades e em todo o decorrer da recreação percebemos que as crianças gostaram bastante, seguiram as orientações dadas anteriormente e despertaram a curiosidade de reinventar novas possibilidades. Conclui-se que, o recreio deve ser melhor aproveitado e que necessita ser pensado e mediado com estratégias educativas, sendo destinado um local adequado e oferecidos os materiais apropriados e necessários. Ressaltamos a relevância do monitoramento na hora do recreio e o quanto o uso do lúdico é preciso, sendo assim, podemos analisar de forma significativa que a aprendizagem pode ocorrer nos diversos espaços escolares que são fundamentais para o desenvolvimento integral da criança. Palavras-chaves: Recreação; Educação Infantil; Desenvolvimento integral; Vivências; Aprendizagem.
Palavras-chave: Recreação,Educação Infanfil,Desenvolvimento integral,Vivências,Aprendizagem
Oral
Abrir o trabalhoA importância do eixo dimensão intercultural no ensino da língua inglesa
JÉSSICA COSTA LEANDRO; Tomás Almeida Costa
A Dimensão intercultural é um dos cinco eixos em que as habilidades em língua inglesa estão divididos na Nova BNCC. Forma-se da compreensão de que as culturas, particularmente na sociedade contemporânea, estão em constante movimento de interação e construção, essa é uma questão que deve ser explanado em sala de aula. A Nova BNCC traz a visão de que a criança e jovem aprendem na prática comunicativa e em contato com a língua real. Assim, a forma de ensinar também é modificada, ressignificando a relação entre falantes, língua e contexto geográfico-cultural. Mas o foco do eixo dimensão intercultural não é voltado somente para mostrar dados concretos como a história e geografia dos países que têm o inglês como língua materna e/ou oficial, mas também preocupa-se em abordar a presença do idioma no dia-a-dia dos estudantes, por meio de expressões e palavras utilizadas na sociedade brasileira e os significados das mesmas, aspectos culturais, as variações linguísticas (gírias, expressões idiomáticas, palavras e sotaques), manifestações culturais (dança, música, literatura e datas comemorativas) e comunicação intercultural. Busca também ressaltar a importância e alcance da língua inglesa no mundo globalizado atual, uma vez que é por meio da mesma que os mais diversos campos (científico, político e econômico) passam a se desenvolverem com o passar dos anos. Além disso, o idioma promove um relevante papel na criação de identidade e valorização pessoal no cenário mundial. Com base nesse eixo nós, bolsistas do PIBID, desenvolvemos para trabalhar na eletiva de Inglês Básico, na Escola de Ensino Médio Maria Amélia, a “Viagem Cultural”. Uma aula em que, uma vez por mês, um país que falava a língua inglesa era escolhido e buscávamos trabalhar com ele, entrelaçando diferentes linguagens (verbal, visual, audiovisual) em um contínuo processo de significação contextualizado. Os países que trouxemos para o primeiro semestre foram: Austrália, Irlanda e Jamaica. Para imersão dos alunos em relação dos países que tratamos, utilizamos de contextos híbridos para a explanação do conteúdo, como o uso do retroprojetor, computador, caixa de som, slides e quadro. Percebemos que as aulas além de despertar a curiosidade para o aprendizado da língua inglesa também era uma forma de ampliar conhecimentos sobre a cultura dos países que falam o inglês. A motivação e interesse por essas aulas em específico eram notórios, com os alunos sempre perguntando qual seria o próximo país, qual música traríamos, qual comida típica, porque chamou muito a atenção deles o sabor do pão australiano e o bolo de batata que levamos para caracterizar a culinária da Austrália e Jamaica respectivamente, dentre outras coisas. Ficou claro que as aulas culturais os tornavam mais receptivos e participativos na aprendizagem comparado às aulas tradicionais.
Palavras-chave: dimensão intercultural,inglês,PIBID,BNCC
Oral
Abrir o trabalhoA IMPORTANCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO ACADÊMICA DE PEDAGOGIA
SHIRLEY PEREIRA ARAUJO; Carolyne Alves de Lima; Fernando José Salis Oliveira
Este é um trabalho realizado pelos alunos de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Regional do Cariri (URCA), participantes do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), que tem como objetivo compreender o reflexo na formação acadêmica dos estudantes, a partir das ações desenvolvidas no programa. Faz-se necessário a reflexão das práticas desenvolvidas nos espaços formativos em que elas ocorrem, haja vista, a necessidade da busca por qualificação profissional e a melhoria da educação, diagnosticando preliminares que oferecerá elementos fundamentais para o planejamento das intervenções pedagógicas, pensando em projetos de trabalhos interdisciplinares para atuação dos discentes. Estas ações, enriquecem a construção da experiência na prática do estudante, embasamento teórico e prático para as experiências que permeiam o contexto escolar, sem contar nas oportunidades que o projeto possibilita na formação profissional tais como: publicações de artigos, resumos, participações em eventos e ainda as produções de cunho cultural para ampliação do repertorio de cada discente. A partir destes estudos e embasamento teórico que são realizados, as regências nas três escolas participantes, tornam-se mais consistentes e reflexivas, possibilitando a interação com a realidade escolar, o conhecimento de gestão, dos componentes necessários para atuar em sala de aula, nas relações com as crianças, bem como na compreensão dos conceitos a serem trabalhados nas diferentes áreas do conhecimento que compõem o currículo. Fica evidente, nesse contexto, que ser bolsista ou voluntário no PIBID, proporciona uma formação diferenciada por meio da prática, compensando as fragilidades que ainda encontramos nos cursos de licenciaturas e na formação inicial do estudante de Pedagogia.
Palavras-chave: Experiencias,Pibid,Prática,Docencia
Oral
Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇAO À DOCÊNCIA O PIBID PARA A FORMAÇÃO DOCENTE.
EDNA NATALÍCIA SOUZA DO NASCIMENTO; ELIZABETE LEITE DA SILVA; CICERA JEANE DA SILVA BISPO
O presente trabalho tem por objetivo relatar a importância de participar do Pibid para a formação acadêmica dos pibidianos, analisando quais os impactos obtidos através da participação no projeto para o crescimento e qualificação dos participantes. Pretendemos relatar algumas das experiências vivenciadas no Pibid de Sociologia, do Curso de Ciências Sociais da Universidade Regional do Cariri, Urca, Crato-ce. As atividades iniciaram-se a partir do terceiro semestre do curso em 2018.2, na Escola de Ensino Médio José Bezerra de Menezes até o período de julho de 2019.1, foram desenvolvidas varias atividades nesse campo fazendo uma interação entre o meio acadêmico e o escolar, utilizando do processo dialético relacionando a teoria e a prática. Como essas experiências acarretam no crescimento pessoal e profissional dos pibidianos? O nosso projeto, portanto, busca fazer uma analise dessas questões. O Pibid é o elo de interação entre a Universidade e a escola, onde temos a oportunidade de se desenvolver enquanto futuras profissionais, com o Pibid temos o primeiro contato com a escola e com os alunos e estes mesmos faz com que tenhamos experiências que nos forma e que nos faz ver a educação com um olhar diferenciado, e portanto é dessas experiências construtivas que iremos nos aprofundar nesse presente trabalho. O presente trabalho relata sobre as experiências que vivenciamos na Escola De Ensino Médio José Bezerra de Meneses na cidade do Juazeiro do Norte, através do projeto institucional de bolsas de iniciação a docência, o Pibid projeto este que aproxima o meio acadêmico com o ensino médio, surgindo como oportunidade para os bolsistas pibidianos conhecer melhor na prática o campo da docência, podemos observar que as atividades que desenvolvemos por meio do projeto nos leva a compartilhar com os alunos conhecimentos que adquirimos nas nossas vivências acadêmicas, com isso buscamos sempre relacionar a teoria com a prática nas aulas a qual ministramos, procurando sempre passar filmes e sempre debate-los, abordando sempre em sentido sociológico. Os objetivos deste trabalho é analisar como as experiências de estar participando do Pibid acarretam no crescimento pessoal e profissional dos pibidianos. A metodologia utilizada para esse projeto foi a pesquisa bibliográfica baseada no artigo: O Pibid e a Inserção à Docência: experiências, possibilidades e dilemas. Também utilizamos como método a analise dos nossos próprios relatos de experiências. As metodologias utilizadas a partir dos conhecimentos adquiridos na formação durante o processo como bolsistas, esse conhecimento é também veiculado as experiências de nossos professores em sala de aula e cadeiras propostas pelos coordenadores do programa. Percebemos que o Pibid tem uma grande contribuição para o desenvolvimento dos futuros profissionais docentes, pois é através dele que os bolsistas tem a oportunidade de ter o primeiro contato com a escola, com os alunos, com os professores interagindo com a realidade escolar, participando de experiências que nos leva a aprendizagem constante, e nos faz refletir sobre o ser professor.
Palavras-chave: Experiencia, Pibid,Formaçao,Atividades
Oral
Abrir o trabalhoA importância dos movimentos sociais na escola
CICERA LETICIA PINHEIRO OLIVEIRA; Aline Alves de Lima
A IMPORTÂNCIA DOS MOVIMENTOS SOCIAIS NA ESCOLA GT: EXPERIÊNCIAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA ÁREA DE HUMANAS Cicera Leticia Pinheiro Oliveira Aline Alves De Lima Objetivo Nas nossas atividades na escola, cumprindo as diretrizes para o Ensino Médio e a orientação do livro didático, trabalhamos com os nossos estudantes o tema "Movimentos Sociais". Apresentando os conceitos e dando exemplos simples de como os Movimentos Sociais estiveram presentes durante a História da humanidade, conseguimos apresentar-lhes a importância e a força de transformação coletiva de que tais movimentos são dotados. introdução Abordando o tema movimentos sociais buscamos manter os alunos atualizados sobre as causas e assuntos relacionados às lutas travadas sobre os direitos humanos, Ao longo do desenvolvimento de cada atividade das quais são aplicadas em cada encontro com os alunos da rede básica, Cabe a nós formandos orientar e conscientizar os nossos jovens nas escolas, para que assim os estudantes possam contribuir de maneira consciente com alguma causas necessária para o desenvolvimento social. Metodologia No projeto com os estudantes do colégio josé bezerra de menezes em juazeiro do norte, podemos perceber que é um tema pouco conhecido e desenvolvido em sala de aula, Os estudantes conheciam poucas causas atuais, tendo apenas um conhecimento raso adquirido através de repercussões na internet e na mídia a respeito dos movimentos estudantis do qual fazem parte, muitos não estavam atualizados sobre os assuntos, logo não podendo contribuir com nenhum movimento sociais por falta de aprofundamento no assunto e informações de fontes confiáveis. Visando assim o conhecimento sobre os movimentos sociais fizemos rodas de conversas, buscando saber os pontos de vistas e conhecimento dos alunos a respeito das causas e movimentos mais repercutidos, Citando os seguintes movimentos MST, estudantil e indígena, e cada um escolheu um tema que mais os deixou instigados a pesquisar sobre o assunto. Na escola E.E.F.M Teodorico Teles de Quental, Nós trabalhamos com os alunos, o que era o Grêmio Estudantil, pois uma boa parcela nem sequer conhecia a sua existência. Falamos como essa organização podia atuar e propomos que os alunos nos citassem propostas de ações práticas que mudariam a escola para melhor. Eles assim o fizeram e as propostas foram dispostas no quadro branco e desencadearam uma discussão acerca do que estava ou não ao alcance do poder do Grêmio Estudantil. resultados e conclusão É perceptível o quão é significante as atividades do projeto PIBID, e percebemos um interesse maior pelo tema, a partir do momento em que os estudante passaram a ter uma noção do que se tratava e de como è importante para sua formação como cidadãos está incluso e se reconhecer em um movimento social .
Oral
Abrir o trabalhoA MONITORIA ACADÊMICA EM DIDÁTICA: REFLEXÕES SOBRE TEORIA E PRÁTICA
MARIA GISLAYNE BORGES MAIA
A monitoria acadêmica é um programa garantido pela Lei de Diretrizes da Educação Nacional (LDBEN 9.394/96), contendo em seu Art. 84 um texto voltado para o exercício da atividade. Sendo uma ótima contribuição para a formação de futuros docentes, a monitoria em Didática oportuniza ao estudante de Pedagogia em processo de formação profissional perceber com mais clareza a complexidade do ato de ensinar e fortalecer o vínculo com esta área de atuação. Neste sentido, a aprendizagem de aspectos da Didática e da docência em ação são vislumbrados sistematicamente na monitoria. Assim sendo, ao longo dos seis primeiros meses do ano de 2019 iniciou-se a vivência com a monitoria na disciplina de Didática II - Manhã, ofertada ao quarto semestre do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Regional do Cariri - URCA. Ao perceber a relevância desta experiência na formação profissional, o presente trabalho objetiva analisar a percepção dos estudantes da referida turma, sobre os reflexos da monitoria acadêmica em seu processo de aprendizagem. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, em que foi realizada primeiramente um levantamento bibliográfico, verificando trabalhos realizados sobre a temática, lendo e fichando-os. Foi fundamental a leitura de obras que abordam o presente tema pois ajudou no entendimento e possibilitou na discussão dos resultados. Para a pesquisa de campo, realizou-se a aplicação de um questionário semiestruturado com 4 perguntas acerca da Monitoria Acadêmica, com 10 alunos da disciplina supracitada. É primordial saber como os estudantes da disciplina veem a monitoria, se as contribuições do programa foram positivas e o que pode ser feito para melhorar ações posteriores. O intuito da reflexão a partir das visões dos estudantes assistidos pela monitoria é aprimorar as contribuições do projeto para com a disciplina, somando diretamente ao processo de ensino e aprendizagem dos discentes matriculados e do próprio monitor, pois os diálogos e trocas ocorridos nos encontros contribuem significativamente para a aprendizagem de todos que estão envolvidos na ação. A partir da análise dos resultados foi possível compreender que os alunos consideram a experiência com um monitor em sala fecunda, somando à aprendizagem dos conteúdos da disciplina. Constatou-se ainda que é positivo para os alunos da sala terem um colega, que ainda é estudante, para orientar e ajudar quando precisam. De modo geral, os estudantes que contribuíram com este estudo veem a monitoria como algo significativo por todo auxílio, atenção e conhecimentos trocados. Assim, pode-se concluir que a Monitoria Acadêmica é relevante para a formação docente pois reflete positivamente na trajetória dos envolvidos, sendo descrita como uma ação fundamental e indispensável pelos participantes da pesquisa.
Palavras-chave: FORMAÇÃO DOCENTE,PEDAGOGIA,PRÁTICAS PEDAGÓGICAS
Oral
Abrir o trabalhoA MÚSICA COMO INSTRUMENTO DE ENSINO: O TEXTO NARRATIVO
ANA CAROLINA RIBEIRO DA SILVA; Matheus Duarte Cortez; Laiane Tavares Rodrigues
A MÚSICA COMO INSTRUMENTO DE ENSINO: O TEXTO NARRATIVO GT (nº3): Experiência de Formação de Professores na Área de Humanas Ana Carolina Ribeiro da Silva Matheus Duarte Cortez Laiane Tavares Rodrigues Márcia Pereira da Silva Franca (orientadora) A metodologia do ensino de língua portuguesa tem mudado com o passar do tempo, pretendendo melhorar a eficácia da aprendizagem dos alunos. Desse modo, vários professores inovam a forma de dar aula, seja utilizando a tecnologia ou modificando modos já tradicionais. Nesse contexto, a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) sugere que se apliquem novas práticas de ensino em todas as áreas, já no caso do português, o texto deve ser uma ferramenta bastante utilizada no desenvolvimento dessas práticas, pois promove a contextualização dos assuntos e possibilita, portanto, o melhor entendimento do aluno. Nesse propósito, o objetivo desse resumo é relatar sinteticamente como foi realizada uma oficina na escola Amália Xavier, situada em Juazeiro do Norte com o projeto “LEMAX - Projeto de Leitura Amália Xavier”, criação dos próprios bolsistas do PIBID de língua portuguesa. A referida oficina trabalhou no dia 12/04/19 o texto narrativo, suas características, seus elementos, juntamente com a análise de uma crônica: O Homem Nu de Fernando Sabino, e duas músicas: Eduardo e Mônica da banda brasiliense Legião Urbana e O Cheiro da Carolina de Luiz Gonzaga. Para a realização da atividade foram utilizados aparatos audiovisuais fornecidos pela escola. Primeiramente, o texto narrativo foi conceituado e apresentados em slide os elementos da narrativa, como personagem, narrador, tempo, espaço, enredo; a estrutura textual também foi exposta. Logo após, ocorreu a leitura compartilhada do conto e um pequeno debate sobre o enredo, em seguida, realizou-se a análise dos textos que consistiu em identificar os elementos narrativos na crônica e nas músicas respectivamente. Para finalizar a oficina, foi solicitado aos alunos que fizessem um texto narrativo da sua preferência, sem limite de linhas e com tema livre. O resultado pôde ser notado nas produções dos alunos, sendo possível perceber que eles compreenderam o que foi estudado, pois os componentes da narrativa se refletem nos seus textos. Percebe-se, então, que novas formas de aplicar os conteúdos podem ser mais eficazes para a aprendizagem, uma vez que chama a atenção do aluno encorajando-o a participar e consequentemente aprender. Palavras-chaves: Metodologia. Texto Narrativo. Música. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Palavras-chave: Metodologia,Texto Narrativo,Música
Oral
Abrir o trabalhoAprendendo através das experiencias
MARCELO MIRANDA DOS SANTOS
TÍTULO: APRENDENDO ATRAVÉS DAS EXPERIÊNCIAS GT(3): Experiência de Formação de Professores na Área de Humanas Marcelo Miranda dos Santos Como bolsista do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação á Docência (Pibid) e atuante em uma escola do ensino básico, cabemos tratar de diversos assuntos e temas que de certa forma faz parte do cotidiano e efetivamente da vida de cada aluno. Dessa maneira, para trabalhar de variados assuntos, é necessário cautela e delicadeza, pois nós educadores estamos passando por um periodo muito frágil no nosso trabalho. Durante as atividades realizadas, trabalhamos temas importantes que envolvem questões relacionadas a gênero e raça. Questões essas que estão presentes no cotidiano do aluno e que gera uma série de debates importantes resultantes da execução dessas atividades. Trabalhamos com oficinas, leituras de arquivos, slides, tudo isso para proporcionar durante os encontros, informações, fundamentos acerca do tema proposto, e assim estabelecer melhor as ideias que serão compartilhadas. A experiência que estou tendo com o projeto, resulta em uma as melhores que possuo, pois, a partir do Pibid pude ter minha primeira vivência no âmbito da sala de aula, e consequentemente passar melhor durante os encontros o conteúdo programado. Essa experiência se dá também pelas formações que são ofertadas pelos membros do programa e faz com que haja uma melhor concretização de ideias e dessa maneira obter os resultados esperados. Retomando as vivências nas escolas, presenciamos momentos ímpares e de grande importância como por exemplos, foi necessário trazer para a escola um momento de discussão a respeito sobre as cotas raciais e sociais nas Universidades, pois sentimos essa carência durante os encontros. Foi também explanado pelos alunos momentos de desabafo sobre situações vividas por eles sobre discriminações que questões relacionadas a gênero como LGBTfobia e machismo, e para trabalhar esses temas foi utilizado atividades com equipamentos de mídias, onde se teve a utilização de documentários e curtas metragens que foram bastante importantes para a elaboração da oficina. Conclui-se que durante esses meses da execução do projeto do Pibid nas escolas, foi trabalhado temas importantes e relevantes que são necessários trabalhar e aprofundar nessa atual conjuntura em que vivemos, e que cada vez mais somos censurados para explanar certos assuntos.
Oral
Abrir o trabalhoBONECAS ABAYOMI, RETALHOS QUE CONTAM HISTÓRIA: OFICINAS PROPORCIONADAS PELAS (OS) BOLSISTAS DO PIBID DE HISTÓRIA
FRANCISCO YTALO DE LIMA SILVA; Samuel Oliveira Santos
BONECAS ABAYOMI, RETALHOS QUE CONTAM HISTÓRIA: OFICINAS PROPORCIONADAS PELAS (OS) BOLSISTAS DO PIBID DE HISTÓRIA GT(nº 3): Experiências de formação de professores na área de humanas Francisco Ytalo de Lima Silva Samuel Oliveira Santos Francisco Givaldo Pereira (orientador) O presente trabalho é fruto das reflexões e discussões suscitadas durante a realização das oficinas sobre as bonecas Abayomi, que foi ministrada pelos autores, enquanto bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência [PIBID] da Coordenadoria de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior [Capes] pela Universidade Regional do Cariri, projeto Interdisciplinar História e Sociologia, que é desenvolvido na Escola Estadual de Ensino Médio José Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte/CE, sob a supervisão do professor Givaldo Pereira. O recorte temporal do estudo são os meses de outubro a dezembro de 2018, pois foi nesse período que trabalhamos sobre as questões etno-raciais, no cumprimento das exigências do referido projeto, onde optamos para trabalhar com os estudantes que acompanhamos sobre as bonecas Abayomi, por meio de oficinas que explorassem a história e as reflexões suscitada em torno dela, buscando uma equalização entre teoria e a prática. Diante disso, optamos por realizarmos uma sondagem inicial sobre o tema, a fim de buscar a melhor forma de aborda-lo, assim chegamos à conclusão, que a realização de uma oficina prática seria bem mais proveitosa e lúdica. Feito isso, fizemos um levantamento dos materiais necessários, a saber, retalhos (pretos e coloridos), fita e tesouras. Metodologicamente, dividimos a oficina em dos momentos, um teórico sobre a história da boneca e outro prático, confecção. O exercício de confecção das bonecas Abayomi resultou em excelentes reflexões e mudanças de posturas por parte dos e das estudantes no que diz respeito ao comportamento em sala de aula, como também serviu para desconstruir preconceitos neles e nelas entranhados. Essa aferição se deu a partir de nossas observações e do relato dos próprios estudantes que tiveram a oportunidade de participar da oficina. Enfim, os impactos e as reflexões foram bastante positivas, uma vez que contribuiu significativamente nas discussões em torno do racismo, e de como ele opera na exclusão e no extermínio dos corpos negros em nosso país. Palavras-chaves: Ancestralidade; Escola José Bezerra; Juazeiro do Norte; África. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Palavras-chave: Ancestralidade, Escola José Bezerra,Juazeiro do Norte,África
Oral
Abrir o trabalhoEducação: Atuação do PIBID de Sociologia na formação Política dos discentes da Escola Teodorico Teles de Quental
DANILO PEREIRA BRASIL; Amanda Ellen Nascimento de Araújo
Este trabalho visa à atuação do PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência - de sociologia da escola Teodorico Teles de Quental na iniciativa pela participação política dos estudantes no ambiente escolar, além de empreender a noção de relações de poder que promovem o interesse dos estudantes para uma política democrática e dialógica através da formação do Grêmio Estudantil. O objetivo desse trabalho é vislumbrar as ferramentas metodológicas utilizadas pelos pibidianos de sociologia para a “politização” dos estudantes em relação ao contexto escolar do Teodorico Teles de Quental e os atuais acontecimentos no panorama político nacional, através de uma reflexão sociológica e filosófica sobre “O que é política” e as relações de poder imersas nesse cenário. A atual conjuntura política brasileira nos leva a problematizar como se dá o processo e politização dos estudantes na escola e se, através da instauração de um Grêmio Estudantil, é possível que esses estudantes passem a se ambientarem não só de uma política escolar, como também de um patamar nacional. Para tanto, foi utilizado o conhecimento teórico de dois autores como base de sustentação desse trabalho: Michel Foucault, para o entendimento sobre as dinâmicas de relações de poder na sociedade e como estas relações podem se dá na atual democracia do Brasil, e Jürgen Habermas, onde foi possível explorar as relações de poder através do conceito de Ação comunicativa que promove uma política democrática de participação coletiva. Além dos teóricos, recursos bibliográficos como artigos científicos e dinâmicas para os alunos participarem da construção de ideias para buscar a melhor participação política de cada sujeito dentro da escola. O resultado desse estudo ainda está em andamento, considerando-se que há necessidade de mais experiências que mobilizem os estudantes a promoverem a reativação do Grêmio estudantil e, portanto colocando em prática as relações dialógicas na construção do ambiente político escolar que deve contar com o apoio da coordenação pedagógica da escola. Com isso, o PIBID de Sociologia reitera à necessidade de conscientização do papel de cidadania que está atrelado a participação política dos indivíduos em um Regime democrático e que no contexto atual do Brasil, se faz importante para o incentivo a participação política dos discentes da escola, não apenas na escola Teodorico Teles de Quental, mas como também nas escolas de ensino médio em geral, visto que a democracia não está solidificada e para que esta funcione é preciso que os estudantes se percebam como agentes políticos perante a sociedade.
Palavras-chave: Relações de Poder ,Formação Política Estudantil,PIBID
Oral
Abrir o trabalhoESTÁGIO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: EXPERIÊNCIAS NO CAMINHO PERCORRIDO
CHARLENICE FEITOSA PAIVA
Repensar nosso papel e nossas ações enquanto docentes, que transformam por meio do ato educativo, é indispensável no atual cenário educacional que vivenciamos. Assim, um diálogo possível entre teoria e prática nos faz refletir sobre como mudar uma concepção de ensino reacionária para uma revolucionária. Nessa direção, este trabalho tem como objetivo expor um relato de experiência de atividades de iniciação à docência no estágio supervisionado nas séries iniciais do ensino fundamental, que foi realizado em uma escola pública na cidade de Crato – CE. O caminho metodológico se estabeleceu a partir de observações e regências, que teve início no dia 14 de março a 04 de junho de 2019, em dias não sequenciados, além de análise de documentos referente à instituição. Para fundamentar a pesquisa, fizemos leituras, fichamentos e debates de obras de autores, buscando nos munir também de conhecimento teórico. Ao decorrer do estágio vivenciamos aprendizagens mútuas na escola e principalmente com as crianças. A sala era cheia de especificidades, diversidades, que nos possibilitou partir sempre da realidade das crianças. Buscamos propiciar o desenvolvimento de habilidades nas mesmas, quanto aos desafios, estes eram constantes, todavia, a professora regente sempre estava presente e auxiliando quando necessário. Em meio a esse processo, não medimos esforços para contribuir com a formação das crianças, sempre levando materiais concretos (já que elas não possuíam nem livros) e aulas prazerosas que envolvessem as mesmas na dinâmica da aula. No início da regência, era perceptível a timidez e os conflitos decorrentes no grupo, e foi algo que buscamos trabalhar em todas as aulas que ministramos, visando melhorar a colaboratividade entre pares. E assim, ao perpassar das regências, a turma estava se sentindo mais confiante a participar, a se envolverem e ajudar uns aos outros. O estágio foi um instrumento auxiliador para nossa formação enquanto estudantes e ao vivenciar a práxis docente, foi possível evoluir em muitos aspectos. Dessa forma, nos possibilitou uma gama de reflexões acerca da práxis que envolve o curso e foi relevante na medida em que assegurou melhor a nossa capacitação enquanto profissional, nos oportunizando também, conhecer a realidade da qual escolhemos fazer parte. Pois, pensar no papel do professor, na sala de aula e em todas as possibilidades, conflitos, transformações que perpassam a mesma é instigador, mas, vivenciar cada etapa é desafiador, único e enriquecedor. Adentrar o estágio supervisionado foi uma experiência inesquecível, que nos permitiu repensar, refletir sobre estratégias de ensino, sobre entender o outro e a partir dai avançar para uma prática bem sucedida.
Palavras-chave: Formação de Professores,Estágio supervisionado,Desafios
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA FORMATIVA PARA A PRÁTICA DOCENTE
LAIANE BORGES DO NACIMENTO; Kaégila Maria Vieira da silva
O presente resumo discorre sobre a experiência vivenciada no Estágio Supervisionado em Educação Infantil desenvolvido numa creche de rede pública na cidade de Crato-CE. Consideramos que o Estágio Supervisionado no curso de Pedagogia é uma experiência formativa de fundamental importância para o futuro professor por favorecer aproximações sistematizadas com a prática docente; as atividades decorrentes proporcionam, a nosso ver, experiências e contatos com as crianças em sala, além de permitir o contato com professores e demais profissionais que atuam na instituição e o acompanhamento da rotina cotidiana. O Estágio foi dividido em três etapas, das quais foram: observação do ambiente e análise do Projeto Político Pedagógico; observações em sala e realização de regências. O Estágio foi coordenado pelo professor orientador na URCA e acompanhado pelo professor regente de sala. No tocante a observação e análise das condições estruturais e organizacionais identificamos que a instituição conta com quatro salas de atividades, uma coordenação, um pequeno espaço para os docentes, uma cantina, cinco banheiros, uma brinquedoteca e um pátio para a recreação das crianças. No que se refere ao mobiliário da creche, observamos o espaço que estes se mostraram adequados à quantidade e faixa etária das crianças, o quadro era acessível, todas as salas possuíam espelhos. Quanto aos materiais didáticos foi possível constatar que existe uma preocupação, por parte dos docentes, para que estejam sempre organizados e que sejam utilizados de maneira a não permitir desperdícios. No que concerne ao planejamento pedagógico a professora afirmou que os conteúdos de trabalho e as atividades eram elaborados de acordo com a Base Nacional Comum Curricular - BNCC, embora a docente reconheça que necessita de maior estudo através de cursos de formação promovidos pela Secretaria de Educação para uma melhor domínio das orientações constantes no documento; de acordo com a professora as formações foram somente para a apresentação da base e não houve um estudo aprofundado acerca de como deveria ser aplicada. Foi possível notar que a professora possui uma boa relação com as crianças e com os pais, o que de certa forma é visto como um ponto positivo para o desenvolvimento do planejamento pedagógico e para o acompanhamento da formação das crianças. No tocante ao desenvolvimento da regência, logo de inicio apresentamos algumas dificuldades de condução do tempo pedagógico, no entanto houve a consciência que isso se deu em função da responsabilidade em planejar, vivenciar e avaliar o percurso de aprendizagem das crianças. No decorrer das regências, a reflexão apontou a necessidade de situações que levassem em conta os interesses e necessidades das crianças além do diálogo constante com elas. Concluímos que o Estágio representou uma experiência formativa que nos permitiu (re)conhecer a importância do professor na Educação Infantil se colocar como interlocutor diante das crianças e em todos os momentos que envolver o saber-fazer pedagógico.
Palavras-chave: Educação infantil, Estágio supervisionado, Formação docente
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Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL
KESSIA KELLY CAMPOS PEREIRA; AMANDA SILVA DE MELO
EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL GT(nº 3): Experiências de formação de professores na área de humanas. Amanda Silva de Melo Kessia Kelly Campos Pereira Marcos Aurélio Moreira Franco (orientador) No nosso percurso na Universidade aprendemos muitas teorias pedagógicas e muitas formas de ensinar, todas procuram ensinar da melhor forma possível para as crianças, de forma que elas possam se desenvolver tanto fisicamente como intelectualmente, Sendo assim, é de suma importância que o processo da Educação infantil seja enriquecedor para a vida de uma criança, pois é por meio dele que o desenvolvimento humano da criança começa a acontecer mais fortemente. O presente trabalho tem por finalidade apresentar a experiência do estágio supervisionado em Educação infantil, realizado no VII semestre do curso de pedagogia da URCA, o estágio foi desenvolvido na Instituição Pastoral do Menor, turma do Infantil III das professoras Ana Lucia, Elaine e Maria. Para sua efetivação, o estágio foi estruturado em períodos de observação, planejamento e regências sob a orientação do professor Marcos Aurélio, que compreendeu os meses de Março e Junho de 2019. Foram quatro dias observando a rotina da sala, a didática das professoras e a relação professor-aluno. Dentre algumas observações que elencamos, notamos que as professoras tinham uma rotina bem estabelecida com as crianças, observamos que poucas coisas mudavam de uma aula para outra, as professoras tinham uma boa relação com os alunos e conseguiam trabalhar muito bem os conteúdos. Nos seis dias designados para nossa regência, levamos diversas brincadeiras todas referentes ao projeto construído juntamente com o professor, que tinha como temática: “De ver e de fazer, brincando com a Arte”, desta forma trabalhamos com o artista cearense DimBriquedim, levando suas obras, e trabalhando também com outros recursos como músicas, histórias, poesias, vídeos, brincadeiras e brinquedos inventados e vários recursos pedagógicos,inclusive tivemos uma atividade que percebemos que surgiu nas crianças bastante atenção entre elas,foi a construção da massinha modelar caseira que fizemos em sala de aula juntos, foi bastante enriquecedor tanto para elas quanto para nos, usamos materiais recicláveis, lápis, tinta etc., para as crianças aprenderem vivenciando o lúdico. Concluímos que nosso trabalho foi uma experiência enriquecedora para nossa formação, pois aprendemos muito com a sensibilidade das crianças, o estágio é imprescindível para nossa formação. Palavras-chaves: Arte-educação, Formação docente, Prática Pedagógica.
Palavras-chave: ARTE-EDUCAÇÃO,FORMAÇÃO DOCENTE ,PRÁTICA PEDAGÓGICA
Oral
Abrir o trabalhoFERRAMENTAS METODOLÓGICAS NO ENSINO DE HISTÓRIA: UM ENFRENTAMENTO DO ENSINO CONVENCIONAL
TAIS TAMIRES LIMA DA SILVA; Ana Beatriz da Silva
FERRAMENTAS METODOLÓGICAS NO ENSINO DE HISTÓRIA: UM ENFRENTAMENTO DO ENSINO CONVENCIONAL GT(3º): Experiências de formação de professores na área de humanas. Taís Tamires Lima da Silva Ana Beatriz da Silva Antônia Lucivânia da Silva (orientadora) O presente trabalho advém de ações educativas desenvolvidas pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) Multidisciplinar, na Escola José Alves de Figueiredo, no segundo semestre de 2018 e no primeiro de 2019, mediante a realização de oficinas e rodas de conversas acerca das temáticas de raça e gênero, temas esses atravessados pelas relações de poder. As atividades tiveram como propósito dialogar sobre as relações de gênero e relações raciais tomando como ponto de partida as ideias e experiências dos estudantes, sendo os bolsistas os agentes mediadores para a ampliação dos conceitos em questão. Mediante tais vivências, visamos refletir a respeito dos usos de ferramentas metodológicas no ensino de História e tecer uma análise sobre como a utilização de oficinas e rodas de conversas auxiliam na aprendizagem dos estudantes do ensino básico atendidos pelo PIBID, assim como compreender de que forma essas ferramentas metodológicas podem ser utilizadas nas aulas de História. Utilizamos, na sala de aula, a metodologia ativa com o intuito de colocar os estudantes como protagonistas, ou seja, inserir elementos dos contextos dos educandos a fim de desenvolver o pensamento crítico sobre suas realidades. Essas atividades buscam sempre legitimar e respeitar o lugar de fala dos envolvidos na atividade, procurando sempre romper com a mentalidade que o professor é o único detentor do conhecimento. Nessas práticas, todos os personagens podem alternar suas posições e aqui reconhecemos que todos detêm vivências e saberes que merecem e devem ser compartilhados. Tivemos, como resultados, as perspectivas dos estudantes por meio de relatos escritos e orais sobre essas atividades desenvolvidas pelo programa. Em suma, compreendemos que essas abordagens metodológicas demonstram despertar nos educandos maior interesse e participação nas aulas de História, podendo gerar um maior significado dos temas trabalhados, uma vez que buscamos interligar as ideias prévias dos estudantes aos conceitos a serem abordados e aproximar os conteúdos propostos com os acontecimentos do cotidiano dos discentes para que os mesmos pudessem perceber como as questões tratadas pela História dizem respeito às realidades por eles vivenciadas. Palavras-chave: Experiências; PIBID; Roda de conversa; Oficinas. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Palavras-chave: Experiências,PIBID,Roda de conversa
Oral
Abrir o trabalhoHISTÓRIAS DE VIDA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE
TALBATA SANTOS MOTA; Paula Janaina Santiago Silva; Maria Eduarda de Sousa Flor
HISTÓRIAS DE VIDA E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DOCENTE GT(3°): Experiências de formação de professores na área de humanas Talbata Santos Mota Paula Janaina Santiago Silva Maria Eduarda de Sousa Flor Luiz Carlos Carvalho Siqueira Resumo: O presente trabalho tenciona a História de vida na formação docente. Pergunta-se aqui, de que modo elas, as histórias de vida, constroem ou ressignificam as experiências no curso de formação inicial de professores? Tal problemática, emerge das vivências formativas no projeto intitulado “Sentir-Fazer a Docência-Discência na escola: o diálogo e a interdisciplinaridade entre as áreas de Língua Portuguesa e Matemática”, desenvolvido no PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, no Curso de Licenciatura em Pedagogia, da URCA - Universidade Regional do Cariri. Assim, busca-se aqui, entender de que forma as narrativas autobiográficas contribuem para o processo de formação docente de educadores. Nesse sentido, o estudo está fundamentado nas obras e reflexões de grandes estudiosos da área como Pascal Galvani (2002) A Autoformação, uma perspectiva transpessoal, transdisciplinar e transcultural, Antônio Nóvoa (1992) formação de professores e profissão docente e Pólon (2009) As Histórias de vida na formação de professores. Deste modo, a investigação possui caráter exploratório de abordagem qualitativa-estruturada, realizada através de roteiro de perguntas semiestruturadas aplicadas à estudantes bolsistas e voluntárias do projeto citado anteriormente. Entende-se, com isso que, as abordagem das histórias de vida no processo de formação de professores, configura-se uma alternativa pedagógica de relevância simbólica e prática, uma vez que, no campo das relações interpessoais, estas atividades promovem o autoconhecimento, o exercício da oralidade e da desenvoltura perante os colegas, bem como, facilitam a comunicação e a interação intergrupal. A expectativa é que esse trabalho possa dar contribuições relevantes para ações pedagógicas responsáveis e coerentes e para os debates sobre metodologias e estratégias de ensino que estimulem a aprendizagem e uma formação reflexiva sobre o fazer docente. Palavras-chave: Histórias de vida. Formação docente. PIBID. Pedagogia. Agradecimentos: Agradecemos a URCA - Universidade Regional do Cariri e a CAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior pelo financiamento do PIBID -Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência, no qual a pesquisa vem sendo desenvolvida.
Palavras-chave: HISTÓRIAS DE VIDA, FORMAÇÃO DOCENTE, PIBID, PEDAGOGIA
Oral
Abrir o trabalhoMETODOLOGIAS ATIVAS: A CONTRIBUIÇÃO DO PIBID NA ABORDAGEM DAS QUESTÕES SOCIAIS NO COLÉGIO JOSÉ BEZERRA DE MENEZES
NATANAELY NUNES DA SILVA; MILENA LUNA BARROS OLIVEIRA
METODOLOGIAS ATIVAS: A CONTRIBUIÇÃO DO PIBID NA ABORDAGEM DAS QUESTÕES SOCIAIS NO COLÉGIO JOSÉ BEZERRA DE MENEZES GT (3º): EXPERIÊNCIAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES NA ÁREA DE HUMANAS Natanaely Nunes da Silva Milena Luna Barros Oliveira Francisco Givaldo Pereira (Orientador) O trabalho aqui vigente tem como proposta mostrar as metodologias ativas junto das atividades do PIBID na abordagem de diversas questões sociais dentro da sala de aula, com o objetivo de compartilhar as experiências vivenciadas pelos bolsistas do Programa de Iniciação à Docência (PIBID) do curso de história no Colégio José Bezerra de Menezes em Juazeiro do Norte. O intuito de conduzir essas tarefas com interação e dinamismo é contribuir para um projeto que se engaja na luta da diversidade contida na sociedade, dando a eles a oportunidade de sentirem-se parte integrante do projeto e valorizar a importância que cada um deles representa para a continuidade das atividades, tendo em vista o prestígio da coletividade na construção desse projeto e também do engajamento não somente dos alunos e bolsistas, mas também dos professores e da coordenação da escola. O trabalho em grupo é uma das coisas mais significativas e priorizadas nesse projeto, por isso é importante que todos estejam abertos para escutar e colaborar em conjunto no desenvolvimento das atividades e na construção do PIBID. Desde agosto de 2018, o PIBID multidisciplinar de história vem desenvolvendo atividades que buscam discutir as questões sociais e tratar de problemas como a discriminação racial, de gênero e classe, por exemplo, a partir de roteiros dinâmicos com oficinas, rodas de conversa, apresentação de filmes, entre outras, foram levantadas questões importantes, que precisam urgentemente serem debatidos, principalmente nas escolas. Temas como: cotas raciais, identidade, valorização da cultura africana, relações de poder e outros, faz os estudantes refletirem sobre si mesmos, suas condutas dentro da sociedade e seu comportamento em relação a diversidade. O PIBID multidisciplinar de história, desenvolve-se enquanto forte aliado no enfrentamento das minorias sociais mostrando que esses assuntos podem e precisam ser debatidos em sala de aula e provocar uma melhoria social. Aluno do Curso de Licenciatura em História da Universidade Regional do Cariri (Urca); natanaelyndasilva@hotmail.com Aluno do Curso de Licenciatura em História da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: milenalunabarros@gmail.com Professor do Departamento de Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: endereco4@email.com Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Palavras-chave: FORMAÇÃO DE PROFESSORES,PIBID,QUESTÕES RACIAIS
Oral
Abrir o trabalhoNAS TRILHAS DO SABER: METODOLOGIA DE ENSINO VIVENCIAL E PERCURSOS URBANOS COMO COMPLEMENTO DAS AULAS DE SOCIOLOGIA.
FRANCISCO STEFESON DA SILVA
As experiências dinâmicas nas aulas são elementos essenciais para a consolidação da aprendizagem no âmbito educacional e por tanto uma ferramenta indispensável na prática de ensino. As aulas de campo se consolidam como ótimos recursos educacionais por possibilitar aos educandos o contato com espaços ricos em história e cultura, desconhecidos em alguns casos ou pouco explorados cientificamente a luz das ciências humanas. Com proposta de dinamizar as aulas e construir um saber além das paredes da sala de aula nós utilizamos uma metodologia vivencial, percursos urbanos, rotas de saber, que partiam da escola e seguimos por alguns bairros vislumbrando as dinâmicas sociais e urbanas da cidade, ampliando a percepção sobre as estruturas físicas e comportamentais em bairros nobres e bairros populares, analisando obras públicas que transformam os espaços, mudando ou atribuindo novos estereótipos e em algumas situações camuflando histórias locais sobre o nascimento de cada bairro ou comunidade, que através de lutas populares ou assentamentos que se fortaleceram, construíram parte da história do Crato. A dinâmica do percurso foi agraciada com a participação dos professores de Educação Física, Geografia, História, Artes, Biologia, Física, além de Sociologia e Filosofia, onde criamos paradas programadas, para explicação e comentários sobre os espaços, vislumbre de suas características históricas e naturais, intervenções e modificações urbanas, problemas ambientais e poluição e riqueza artística e cultural. Além da interdisciplinaridade, tivemos a participação dos alunos que ficaram encantados com tamanha riqueza de detalhes sobre seus bairros e comunidades, tirando dúvidas e questionando os principais acontecimentos urbanos que transforma suas realidades. A proposta nos revelou grande riqueza de informações e possibilitou que os educandos pudessem interagir mais e falar sobre suas experiências e histórias de onde moram. Percebemos que os percursos desencadearam uma ideia de aula rica e significativamente importante para o aprendizado dos estudantes, alguns se sentiam contemplados em sair da escola pela primeira vez e conhecer os cenários do cotidiano mais profundamente, outros demonstrava satisfação em apresentar curiosidades sobre seus lugares de pertencimento. A riqueza de informações e participação foi o ponto de partida para compreender que o ensino pode e deve ser voltado também para a formação humana e compreensão do outro, através de uma alteridade de vivências em espaços de socialização e moradia cotidiana.
Oral
Abrir o trabalhoNEUROCIÊNCIA COGNITIVA E EDUCAÇÃO: AS PERCEPÇÕES COMPORTAMENTAIS NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM NO ENSINO MÉDIO
CANDICE CAMILLA OLINDA SANTOS
A vida é um constante desafio. Porém, e infelizmente, não são todos que tem uma visão de mudança, de ir em busca do novo, de arriscar-se em prol de algo construtivo. Se bem que, o contexto de inércia urge por mudanças significativas. As inquietações devem ser uma constante na vivência docente. O instinto desafiador impregnado de metodologias ativas consegue realizar a ideia real de educação, não sob a ótica de nenhuma escola pedagógica, mas numa perspectiva de autoconstrução e de protagonismo. Dessa forma, o tema em tela justifica-se por apresentar uma abordagem bem sistêmica sobre o processo de conhecimento encefálico e ramificações, e a construção cognitiva do ensino-aprendizagem, a partir das diversas percepções sensoriais do estudante. O desafio desse tema será expandir as atividades, que possam estimular a partir dos sentidos a neurocognição, desembocando numa cultura de transformação. Partindo dessa realidade fática, surgiu o interesse em desenvolver este projeto, não apenas fazendo uma análise de trabalhos existentes, mas buscando respostas reais, informações in loco, entendendo as técnicas e teorias abordadas, reconhecendo as perspectivas e os desafios na busca por um ensino de qualidade e que transforme. Sob essa perspectiva, faz-se necessário traçar escopos para uma investigação concreta. Assim, o objetivo geral tem como base investigar como se processa a aprendizagem no cérebro, atrelada a necessidade de métodos didáticos, que contribuam para o avanço no processo de aprendizagem de cada estudante, distintamente. Bem como, é de fundamental importância, o levante sobre os objetivos específicos, dos quais destaco explicitar fundamentos conceituais relevantes e presentes tanto na neurociência cognitiva como no campo pedagógico; realçar possibilidades entre a práxis e as mudanças comportamentais; entender a importância da didática do ensino não apenas na concepção da construção do conhecimento, mas para formação, planejamento e desenvolvimento de técnicas para a otimização do trabalho pedagógico como um todo. Neste ínterim, e no intuito de tornar possíveis os objetivos propostos no que refere ao tema, o presente estudo será conduzido a partir da abordagem descritiva-qualitativa, que tem por finalidade a observação, o registro e a análise, preocupando-se com os processos dos fenômenos estudados e não com o produto final, pronto. Simultaneamente, usar-se-á o método dialético, tendo em vista à máxima, tese-antítese-síntese, que trará em certos momentos uma explicação mais plausível para a compreensão do tema. O campo de pesquisa será in loco no Colégio Ágape Estudos, localizado na cidade de Crato/CE, hoje região metropolitana do Cariri, especificamente, no terceiro ano do ensino médio. Priorizar o ensino e sua finalidade, não quer dizer reprodução perpetua de métodos defasados, mas uma inovação com metodologias ativas. As grandes conquistas estão muitas vezes na concretização do que é dito e feito de maneira simples, mantendo o zelo para que seja compreendido e internalizado por todos. É um compromisso inadiável.
Palavras-chave: Metodologias ativas, mudanças comportamentais, ensino desafiador, neurocognição
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Abrir o trabalhoO desenvolvimento de práticas pedagógicas em espaços não formais de educação para a valorização da afrodescendência
MARIA CÍNTIA GOMES; Izabele de Souza Silva
O DESENVOLVIMENTO DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EM ESPAÇOS NÃO FORMAIS DE EDUCAÇÃO PARA A VALORIZAÇÃO DA AFRODESCENDÊNCIA GT (nº 3): Experiências de formação de professores na área de humanas Maria Cintia Gomes Izabele de Souza Silva Luiz Carlos Carvalho Siqueira Um dos desafios que está posto a sociedade brasileira é a valorização das contribuições da cultura africana nas mais diversas dimensões da vida social. A tradição africana faz parte do contexto brasileiro desde o período da colonização, marcado pelo escravismo criminoso responsável pela subordinação dos povos africanos na diáspora. Neste sentido pesquisas com enfoque em afrodescendência contribuem para a visibilização das condições subumanas as quais a população negra está sujeita, além de colaborarem para a implementação da lei 10.639/03, que versa sobre a inclusão da História e da Cultura Africana e Afrobrasileira nos currículos escolares. Com isso, objetivamos neste estudo, conhecer como o desenvolvimento de práticas pedagógicas em espaços de educação não formal, pode contribuir ou não para a ressignificação da representação do ser negro. Para tanto optamos por desenvolver uma pesquisa-ação realizada durante 06 meses com um grupo de 12 crianças, partimos de uma pesquisa qualitativa, de cunho exploratória onde desenvolvemos 09 práticas pedagógicas com enfoque nas africanidades. O diálogo entre as teorias no campo da afrodescendência (CUNHA JR., 2013; PETIT, 2015; MUNANGA, 2004, 2007; DAMIÃO, 2007; CAVALLEIRO, 2003;) e as experiências construídas com as crianças nos possibilitou perceber que o contato estabelecido com alguns elementos da cosmovisão africana tende a incitar o desenvolvimento de novas percepções a respeito da África e dos afrodescendentes, mas a ressignificação da identidade afrodescendente e o desenvolvimento do sentimento de pertencimento, entendidos como processos que se constroem nas interações e nas relações sociais, e que recebem fortes influências da desvalorização dos referenciais africanos e afrodiaspóricos, é um processo mais delicado e que precisa ser discutido cotidianamente em todos os espaços sociais. Por isso, consideramos que a escola, por ser uma das principais vias de acesso a informação, precisa também ser um espaço de valorização dos referenciais africanos, atuando assim, efetivamente, na construção de uma educação anti-racista. Palavras-chaves: África; Educação não formal; Práticas pedagógicas; Ressignificação; Graduanda em Pedagogia, URCA - Universidade Regional do Cariri; cintiiagomes482@gmail.com Graduanda em Pedagogia, URCA - Universidade Regional do Cariri; izabelesilva69@gmail.com Prof. orientador, estudante do Mestrado Profissional de Educação da URCA - Universidade Regional do Cariri; luiz.siqueira@urca.br
Palavras-chave: África, Educação não formal, Práticas pedagógicas,Ressignificação
Oral
Abrir o trabalhoO ESTÁGIO SUPERVISIONADO E SUA CONTRIBUIÇÃO NA FORMAÇÃO DOCENTE PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL
RAFAELA GOMES SILVA; Ana Rafaela Mendes Alves
Ao longo da formação acadêmica o futuro docente entra em contato com diferentes teorias que tratam da educação, incluindo-se aí correntes filosóficas e psicológicas, a didática geral e as específicas. Juntam-se a estes conhecimentos científicos o saber da experiência, que corresponde à prática docente. No contexto da formação acadêmica, o Estágio Curricular Supervisionado se encontra integrado ao projeto pedagógico dos cursos de formação de professores, possibilitando o exercício teórico-metodológico para que o docente desenvolva as habilidades necessárias para a consecução da prática profissional. O presente trabalho tem como objetivo relatar as experiências provenientes do planejamento e da prática das regências vivenciadas pelas autoras durante o Estágio Supervisionado na Educação Infantil, componente curricular do VII semestre do curso de Pedagogia. No que concerne a metodologia, se configura como um relato de experiência. O Estágio foi realizado mediante etapas que envolveram a fundamentação teórico-metodológica, momentos de observação, planejamento e regência na turma de Infantil II de uma instituição pública municipal do Crato/CE. A prática tornou-se significativa por propormos uma ação pedagógica que levou em consideração o interesse das crianças, dessa forma, os conteúdos trabalhados e as atividades realizadas instigaram a oralidade, os saberes que as crianças já possuíam e a experimentação da brincadeira como eixo central. Assim, tomando as crianças como interlocutoras procuramos nos distanciar da tendência que evidencia a imposição do ponto de vista do adulto, da centralidade de uma aprendizagem precoce, por vezes focada na ênfase dada a letras e números como conteúdos. Compreendemos a importância de incentivar inicialmente nas crianças pequenas, o desenvolvimento de habilidades que estejam de acordo com seu desenvolvimento cognitivo e que, posteriormente, potencializam a apropriação de conceitos relacionados à alfabetização e ao letramento. Os conteúdos trabalhados foram sugeridos pelas professoras da turma e planejados pelas estagiárias o qual incluiu, dentre outras situações, a roda de conversa, uma situação inicial como forma de introduzir o assunto do dia, a ampliação de saberes permitindo conversas, experiências, explorações e pesquisas de sorte que tais práticas permitissem a ampliação do conhecimento pelas crianças. O planejamento foi elaborado com a colaboração do professor orientador do Estágio e compartilhado com a professora regente permitindo uma elaboração partilhada. Concluímos que o Estágio Supervisionado constitui-se numa atividade curricular de suma importância para a formação docente, pois proporciona ao futuro professor refletir sobre a estreita relação existente entre as teorias apresentadas ao longo do curso e a experiência prática.
Palavras-chave: ESTÁGIO SUPERVISIONADO,FORMAÇÃO DE PROFESSORES,EDUCAÇÃO INFANTIL
Oral
Abrir o trabalhoO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO INFANTIL PROPORCIONANDO APROXIMAÇÕES E REFLEXÕES ACERCA DO SABER-FAZER PEDAGÓGICO
ANA RAFAELA MENDES ALVES; Rafaela Gomes Silva; Cássia Cristina Lopes Ramalho; Neutecio Batista Silva
O presente trabalho tem como finalidade apresentar as experiência vivenciada durante o período de observação da rotina do Infantil II pertencente a uma instituição pública municipal em Crato/CE na qual se desenvolveu o Estágio Supervisionado Em Educação Infantil que aconteceu no VII semestre do curso de Pedagogia. Compreendendo a dinâmica necessária à formação docente, consideramos que o período de observação é fundamental para que o estagiário se aproxime da realidade em que irá atuar, bem como para estabelecer um vínculo de confiança entre este, as crianças e as professoras regente de turma. O resumo tem como objetivo socializar as reflexões feitas durante as observações da rotina diária a fim de que sirvam como subsídios para aperfeiçoamentos e tomada de decisões no planejamento do Estágio Supervisionado num curso de licenciatura. Em termos metodológicos trata-se de um relato de experiência que envolveu a reflexão sobre as observações numa turma de Infantil II. As reflexões basearam-se no registro que foi feito ao longo do Estágio em um diário pedagógico que continha registros escritos e fotográficos. Como resultado das observações, foi possível notar que havia uma centralidade na aprendizagem de letras e números; o lúdico, quando presente, estava também a serviço desta finalidade. Foi possível perceber que as músicas recebiam atenção especial na rotina, porém, quando estas não enfatizavam momentos específicos da rotina como a acolhida, a verificação de quem estava presente ou a hora do lanche, enfatizavam a repetição de letras do alfabeto e dos números. Atividades como contação de história, desenhar, colorir e pintar, muitas vezes serviam também como ponte para o trabalho com letras e números. Com isso, muitas as crianças se mostravam inquietas e agitadas, pois era cobrado delas um conhecimento e um comportamento incompatível com sua faixa etária. No tocante ao planejamento, o trabalho realizado pelas professoras seguiam orientações da secretaria de educação do município, segundo elas, alinhando-se as competências propostas pela Base Nacional Comum Curricular - BNCC. Contudo, o que foi perceptível é que há uma cobrança em aderir a BNCC, porém persiste a necessidade de formação necessária para a compreensão da criança como protagonista no processo ensino-aprendizagem. Com base nas reflexões que foram possíveis, concluímos que o Estágio Supervisionado enquanto componente curricular obrigatório dos cursos de formação de professores, aprimora a percepção do licenciando em relação às situações concretas do ensino e da importante articulação entre teoria e prática.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado, Educação infantil, Formação docente
Oral
Abrir o trabalhoO ESTÁGIO SUPERVISIONADO II: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO COLÉGIO MUNICIPAL PEDRO FELÍCIO
JOYCE FERREIRA GOMES; Antônia Carlos da Silva
O Estágio Supervisionado é um momento importante na formação de um professor, pois é nessa fase que temos a oportunidade de colocar em prática parte do que aprendemos na teoria ao longo da graduação. Nos cursos de licenciatura as disciplinas de estágios supervisionados são obrigatórias sendo necessárias para o cumprimento da matriz curricular com no mínimo 400 horas desenvolvidas na busca de uma formação integral dos futuros educadores. O presente trabalho é o relato das atividades de regência promovidas na disciplina Estágio Supervisionado II, ministrada no 6º semestre do curso de Geografia da Universidade Regional do Cariri/URCA. A regência foi realizada na disciplina de Geografia com turmas de 7° e 8° anos do Ensino Fundamental II no Colégio Municipal Pedro Felício/Crato. Como procedimentos metodológicos durante a regência, foram baseados em levantamentos bibliográficos, as vivências adquiridas pelo graduando, além das informações sobre a escola, funcionários e o cotidiano vivido na instituição de ensino. As aulas foram ministradas no período de 14 de agosto à 13 de setembro de 2018. Durante as aulas foi possível aprimorar as metodologias de ensino, diversificar os recursos didáticos utilizados, avançar na comunicação com alunos, testar os conhecimentos adquiridos na universidade e a capacidade de raciocínio. A análise das aulas evidenciou que o licenciando precisa ter domínio dos conteúdos geográficos para que o ensino aconteça de forma contextualizada e aprofundada, para que a aprendizagem dos alunos expresse pensamentos reflexivos e críticos. Nesse sentido, associado ao domínio dos conteúdos de ensino, evidenciamos a necessidade dos conhecimentos pedagógicos e do contexto social dos alunos. Assim, as intervenções do professor podem acontecer de forma interativa, fluida e clara. O contato inicial com a sala de aula, no início causa um certo estranhamento, mas é gratificante exercer um papel tão importante na vida de alguém, pois, cabe ao professor motivar o aluno a encarar os estudos como uma tarefa interessante e significante. Essa é uma habilidade aperfeiçoada com o tempo, e o estágio é uma grande contribuição. Assim, podemos afirmar que a regência com os alunos proporcionadas pela disciplina de Estágio Supervisionado II é fundamental para a formação de professores, pois ela propicia o contato com a área de atuação além de ser uma oportunidade para que os licenciando vejam qual é a real função de seu trabalho. Temos ciência das dificuldades nesse campo de atuação, mas essas devem ser vistas como desafios a serem superados.
Oral
Abrir o trabalhoO ESTÁGIO SUPERVISONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL ENQUANTO LÓCUS DE FORMAÇÃO DE REFLEXÃO ACERCA DO SABER-FAZER DOCENTE
LUANA NUNES ALVES FERREIRA; WENNYA PEREIRA BRITO
O presente trabalho tem como finalidade relatar vivências e experiências desenvolvidas durante o Estágio Supervisionado na Educação Infantil numa instituição pública municipal, do Crato-CE. Compreendemos que o estágio é um momento relevante para a formação docente, pois através dele podemos refletir sobre as condições inerentes ao trabalho do professor. É um período que visa possibilita ao graduando pensar sobre o saber-fazer pedagógico apoiando-se no aprendizado das teorias estudadas no decorrer do curso. O estudante de Pedagogia, por vezes, chega ao momento do estágio com várias crenças, aprendizados e ideias sobre sua profissão que são mobilizados diante do trabalho a ser desenvolvido em sala. Desse modo, o estágio é uma das possibilidades do licenciando ter acesso à prática educativa escolar articulando princípios teóricos e práticos, o que permitirá a emergência de conhecimentos e experiências fundamentais para o exercício da futura profissão. À medida que o estágio permite ao pedagogo em formação conciliar teoria e prática podemos dizer que é uma experiência com muitos desafios, pois necessita-se adaptar-se a uma realidade que já estava sendo vivenciada pelos professores regentes de sala e as suas crianças. Tomando a nossa experiência enquanto estagiárias como ponto de partida, nos deparamos com certa dificuldade logo no início, pois sabíamos que o conhecimento sobre o jeito de se de cada criança e da forma da professora desenvolver suas práticas demandava atenção e reflexão. A partir do período destinado às observações compreendemos a dinâmica seguida pela professora e as crianças cotidianamente, sendo que, a partir desse olhar atento, conseguimos propor conteúdos e atividades significativas. As crianças participaram ativamente das atividades propostas, demonstrando interesse e disposição em participar das propostas. Uma dificuldade experiênciada foi ter que manter a atenção de crianças tão pequenas durante o tempo de exploração dos conteúdos; tal situação demandou um bom planejamento e constante empatia com aquilo que interessava às crianças, daí esta ter sido uma das necessidades mais desafiadoras do estágio. Ao término da experiência do estágio concluímos que este momento permitiu o exercício da prática docente de maneira significativa e o despertar da consciência sobre os desafios que ainda se colocam no percurso de atuação docente, sejam eles humanos ou materiais. Foi uma experiência singular, que permitiu a construção da compreensão sobre a realidade, acerca do potencial das crianças e do papel docente diante da aprendizagem infantil.
Palavras-chave: ESTÁGIO SUPERVISIONADO,FORMAÇÃO DOCENTE, EDUCAÇÃO INFANTIL
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Abrir o trabalhoO FAZER PEDAGÓGICO POR MEIO DA INTERAÇÃO DISCURSIVA
DÉBORA ROMANA COÊLHO; Cicero Nailson Rodrigues da Silva
O FAZER PEDAGÓGICO POR MEIO DA INTERAÇÃO DISCURSIVA GT (3°): Experiências de formação de professores na área de humanas Débora Romana Coêlho Cicero Nailson Rodrigues da Silva Márcia Pereira da Silva Franca É possível observar que o ambiente educacional mudou ao longo dos anos. Os vários meios de comunicação, unidos à tecnologia, têm diversificado as metodologias de ensino. Assim, podemos perceber que as transformações no meio social e estudantil têm moldado as práticas pedagógicas, e que é necessário contextualizar essa realidade com nosso trabalho em sala de aula. Nota-se que tão importante quanto os estudantes saberem o conteúdo das disciplinas, é que como indivíduos críticos, aprendam a refletir e argumentar com entendimento sobre os diversos acontecimentos que envolvem a nossa sociedade. Tal aprendizado deve ser estimulado durante o período escolar, por meio do diálogo que contempla desde o discente até o professor. O objetivo desta pesquisa é analisar o uso da oralidade discursiva como método de ensino-aprendizagem entre professores e alunos. Baseados na experiência que tivemos com algumas rodas de conversa dentro do projeto denominado: “LEMAX- Projeto de Leitura Amália Xavier” criado pelos bolsistas de Língua Portuguesa do PIBID encontramos a justificativa pertinente para um aprofundamento da pesquisa. Nas oficinas ministradas discutimos temas polêmicos, dentre eles: Bullying, intolerância religiosa, violência contra a mulher, e desigualdade social. Como exemplo é possível citar, a oficina sobre Bullying. Fizemos o uso de uma dinâmica para que os alunos identificassem qual assunto seria abordado, logo em seguida apresentamos as definições usadas para significar o termo, os tipos de violência caracterizados como bullying e sua repercussão através das redes sociais (cyberbullying), dados de pesquisas, últimos acontecimentos em torno de tragédias ocasionadas pelo problema, análise de filmes e séries que retratam o tema e experiências pessoais dos bolsistas e alunos. Como resultado, percebemos que durante a roda de conversa, os estudantes desejavam expressar suas opiniões a respeito do objeto de estudo, e também conscientizar os outros alunos da escola. O que nos leva a compreender que eles desejam espaço para manifestar seus pensamentos e querem aprender as diferentes visões que transitam em meio às polêmicas existentes no Brasil, e no mundo. Em suma, constata-se que é imprescindível trabalharmos nessa direção com os alunos da educação básica e a interação discursiva é uma proposta motivadora para instruí-los nessas reflexões. Palavras-chaves: Metodologia; Oralidade; Rodas de conversa; Experiência; Ensino-aprendizagem. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal Nível Superior (CAPES)
Palavras-chave: Metodologia,Oralidade,Rodas de conversa,Experiência,Ensino-aprendizagem
Oral
Abrir o trabalhooficina de bonecas abayomi nas aulas de história: uma estratégia de desconstrução de preconceitos.
GABRIELLA DA SILVA ALVES
OFICINA DE BONECAS ABAYOMI NAS AULAS DE HISTÓRIA: UMA ESTRATÉGIA DE DESCONSTRUÇÃO DE PRECONCEITOS GT(3º): Experiências de formação de professores na área de humanas. Gabriella da Silva Alves1 Antônia Lucivânia da Silva (orientadora) 2 Este trabalho busca socializar experiências do PIBID multidisciplinar, desenvolvidas na Escola José Alves de Figueiredo com estudantes da educação básica no primeiro semestre de 2019. A oficina de bonecas Abayomis surgiu como proposta metodológica da equipe de bolsistas tendo como intenção utilizar a produção de bonecas como meio para desenvolver a interação entre estudantes e bolsistas e a partir dessa interação mediar uma conversa acerca das questões raciais e das culturas africanas. O ponto central desta aula consistiu, sobretudo em buscar desconstruir estereótipos acerca dos povos africanos e afro-brasileiros principalmente no que tange às religiões de matrizes africanas. A partir das colocações e indagações dos estudantes, nós bolsistas íamos problematizando as ideias expostas bem como lançando outras provocações a fim de questionar paradigmas historicamente instituídos a partir da colonização e que se fazem presentes ainda hoje. Ideias arraigadas em preconceitos foram expostas por parte de alunos logo no início da atividade quando mostramos uma boneca abayomi. Alguns de imediato riram dizendo que se tratava de uma boneca de macumba. A partir dessa colocação, contamos um pouco sobre o processo de desqualificação das religiões de matriz afro bem como a história e o significado da abayomi, sua origem e importância para a identidade negra. Houve intensa participação dos alunos e das alunas e algumas estudantes contribuíram significativamente para com a discussão por já estarem familiarizadas com os conceitos. Foi trabalhado ainda a importância e o significado político de assumir a negritude e de atribuir um significado positivo à palavra negro que durante tanto tempo foi utilizada como sinônimo de desqualificação. Acreditamos ter atingido os objetivos desejados no que se refere a promover uma interação e discussão da temática da africanidade e consequentemente ter contribuído para o processo de desconstrução de preconceitos e para a positivação da cultura africana e dos povos negros. Os alunos avaliaram a aula de forma positiva solicitando que mais atividades discutindo esse tema fossem realizadas. Palavras-chaves: Abayomi; Desqualificação; Africanidade; Identidade negra; Negro. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes). 1 Aluna do Curso de Licenciatura em História da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: sgabialves@gmail.com 2 Professora da Educação Básica. Mestra em Ensino de História pelo PROFHISTÓRIA URCA; e-mail:
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Abrir o trabalhoOFICINAS PEDAGÓGICAS: Momentos de Reflexão e Interação
VANESSA KELLE DA SILVA
OFICINAS PEDAGÓGICAS: Momentos de Reflexão e Interação GT (nº 3): Experiências de formação de professores na área de humanas Vanessa Kelle da Silva Márcia Pereira da Silva Franca (orientadora) As oficinas pedagógicas são instrumentos poderosos para o aperfeiçoamento didático em uma escola. Trata-se de uma situação de aprendizagem aberta e dinâmica, que possibilita a inovação, a troca de experiências e a construção de conhecimentos. Assim, considerando que existem diversas formas de ensino para se trabalhar com os alunos, foram realizadas na escola Amália Xavier, oficinas do Lemax (Projeto de Leitura Amália Xavier), criado pelos bolsistas do PIBID de Português. Esse projeto consistiu em trabalhar assuntos julgados importantes para serem discutidos com os alunos, visando contribuir para a construção e despertar do pensamento crítico. Diante disso, foram apresentados temas como bulliying, intolerância religiosa, violência contra a mulher, dentre outros. Dessa forma, este resumo, trata de mostrar como trabalhou-se o tema “violência contra a mulher”, no dia 15/03/2019, em decorrência do feriado do dia 8 de Março, somado a algumas ramificações: direito da mulher, sua posição na sociedade, machismo, estupro, assédio sexual, lei Maria da Penha e feminicídio. Foram utilizados, para isso, gráficos, vídeos, imagens, discussões e produção textual com debates e trocas experiências entre bolsistas e alunos sobre o tema. Primeiramente, o tema foi exporto, logo após houve debate e relatos dos estudantes sobre o assunto tratado. Em seguida, foram exibidos vídeos e reportagens de mulheres vítimas de agressão ou assédio. Além disso, solicitamos aos alunos que escrevessem uma carta direcionada a supostos criminosos ou vítimas. Notou-se, nessas produções, as angústias dos jovens e a consciência que eles têm do quão séria é a realidade da mulher na sociedade brasileira e mundial. O objetivo do trabalho foi fazer com que os discentes tivessem uma interação a mais com a escola, e mostrar como a oficina pode cooperar na construção do pensamento crítico sobre os diversos assuntos e torná-los cidadãos com as melhores condições possíveis para viver em sociedade. Por conseguinte, o resultado que deve ser alcançado é que o projeto tenha contribuído na formação crítica e cidadã dos alunos, pois foi uma experiência enriquecedora para os bolsistas. Palavras-chaves: Formação de Professores. PIBID. Oficina. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Palavras-chave: Formação de professores,PIBID,Oficina
Oral
Abrir o trabalhoPERSPECTIVAS E DESAFIOS NO DEBATE DAS “QUESTÕES DE GÊNERO” NA ESCOLA.
ALINE ALVES DE LIMA; Diogo Lima da Silva; Francisco Sávio Ferreira Alves Bizerra
PERSPECTIVAS E DESAFIOS NO DEBATE DAS “QUESTÕES DE GÊNERO” NA ESCOLA 3-GT: Experiências de formação de professores na área de humanas. Coordenadora: Profa.Dra. Paula Cordeiro Autor: Aline Alves de Lima Coautor: Diogo Lima da Silva Coautor: Francisco Sávio Ferreira Alves Bizerra Durante as atividades do PIBID na nossa escola de atuação E.E.F.M. TEODORICO TELES DE QUENTAL, surgiu o "desafio" de trabalhar "Questões de Gênero" nas turmas do Terceiro Ano do Ensino Médio ("Gênero e Sexualidade era o tema sugerido pelo livro didático adotado pela escola). Chamamos aqui de desafio, por motivos que, nas circunstâncias políticas atuais, não precisam de grandes esforços para serem entendidos como tal. Nós encaramos o desafio, com receios, obviamente mas, ao mesmo tempo, com a certeza de que, ao tratar questões referentes à Gênero e Sexualidade, não estávamos "doutrinando" ou "corrompendo" os nossos estudantes (como dizem os argumentos que "embasam" leis e projetos de leis, aprovados em âmbito municipal, que visam proibir que estes assuntos façam parte do cotidiano das nossas escolas). Nosso objetivo, enquanto futuros docentes, era só um: ampliar a visão de mundo dos nossos estudantes para as inúmeras formas de ser e apresentar-se ao mundo, que a plasticidade do organismo humano nos permite. E claro, informar-lhes sobre as incontáveis violências às quais os corpos e o intelecto daqueles que não se encaixam no padrão heteronormativo estão expostos ao longo da história da humanidade. Pensamos que, através da informação, estaríamos dando um pequeno passo, porém muito importante, na direção de um mundo melhor e com mais respeito. A metodologia utilizada por nós, contou com rodas de conversa, oficinas e minicursos. Iniciamos sempre com uma situação "catalisadora", por exemplo, manchetes de jornais, músicas, tirinhas, etc. Passamos pela conceituação de "gênero, sexualidade e sexo" e abrimos espaço para que os estudantes relataram o que lhes ocorria a partir disso. Depois de tudo, tentávamos fechar respondendo as questões que eles levantavam. Os resultados obtidos nessas oficinas e minicursos, acreditamos, não podem ser medidos imediatamente após sua aplicação. Essas questões são polêmicas e delicadas. O que podemos relatar à nível de "resultados preliminares" é que, existe um grau muito alto de ignorância ou informações distorcidas por parte dos nossos estudantes sobre os temas "gênero, sexualidade e sexo" e, sobretudo, quando se trata de "gênero". Muitos deles, ao ouvir essa palavra, associavam imediatamente ao fenômeno recente da "ideologia de gênero". Nós trabalhamos muito para explicar que as "questões de gênero" englobam as violências sofridas pelas mulheres (na cabeça deles, estava a ideia de que se tratava de questões LGBTQI+, e apenas). O que podemos concluir dessa experiência, é que esse é um trabalho de formiguinhas. Somente com tempo e paciência esses pensamentos preconceituosos e ultrapassados do senso comum que estão impregnados em algumas sociedades, poderão ir diminuindo, até que possam enfim ser extintos de uma vez por todas. PALAVRAS CHAVES: Educação; escola; questões de gêneros e sexualidade
Oral
Abrir o trabalhoPOTENCIALIDADES E DESAFIOS NO MAGISTÉRIO UNIVERSITÁRIO: CONCEPÇÕES DE PROFESSORES FORMADORES
JOSEFA CLARICE VIEIRA DE LIMA; ANA PAULA ALVES DA SILVA
POTENCIALIDADES E DESAFIOS NO MAGISTÉRIO SUPERIOR: CONCEPÇÕES DE PROFESSORES FORMADORES GT(nº3): Experiências de formação de professores na área de humanas. Este trabalho discute a formação e a prática docente de professores formadores que atuam em cursos de licenciatura da Universidade Regional do Cariri (URCA). Aspectos ligados à docência universitária foram ressaltados, tendo em vista o objetivo de compreender as concepções de professores formadores acerca de potencialidades e desafios que permeiam sua prática docente, assinalando elementos da dimensão pedagógica necessária ao trabalho de formadores de professores para a Educação Básica. A pesquisa traçou os seguintes caminhos metodológicos: levantamento bibliográfico sobre a temática em questão; uso do questionário para traçar o perfil dos entrevistados e a entrevista narrativa como técnica para a escuta dos sujeitos. Foram entrevistados professores atuantes em 12 licenciaturas da URCA, sendo um de cada curso. Nas análises percebeu-se que o exercício da docência desses professores é permeado por desafios no âmbito estrutural, político e pedagógico; No âmbito estrutural destacou-se a falta de espaço físico para orientação e salas de aula; escassez de equipamentos tecnológicos; baixo investimento em pesquisa. No campo pedagógico ressaltou-se a solidão pedagógica; a inexistência de espaços de formação contínua na instituição; a desvalorização da licenciatura pelos estudantes; a dificuldade de organização do tempo de leitura pelos alunos; o ensino universitário marcado pelo tendência pedagógica tradicional. Já na dimensão política pontuou-se o descompromisso governamental com o ensino público; a inexistência de políticas públicas específicas para a formação pedagógica dos docentes universitários; a descaracterização da dimensão pedagógica na Universidade; a desvalorização política do ensino e do profissional que o exerce. Em relação as potencialidades da profissão explicitou-se o gosto pela docência; a possibilidade de aprender na interação com os alunos; a oportunidade de acompanhar a evolução do estudante a cada semestre. Esta pesquisa possibilitou conhecer mais o universo da docência universitária, e fez perceber o professor como um profissional que tem o princípio do inacabamento, caracterizando-se como sujeito sempre aberto para aprender, à medida que ensina. Também permitiu perceber a necessidade da articulação de políticas públicas que valorizem e se preocupem com a formação continuada do professor universitário. Palavras-chaves: Formação de Professores; Docência Universitária; Potencialidades e Desafios. Instituição Financiadora: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e Fundo Estadual de Combate à Pobreza (PIBIC-FECOP/URCA)
Palavras-chave: Formação de professores, Docência Universitária,potencialidades e desafios
Oral
Abrir o trabalhoPROFESSORES QUE FORMAM PARA O ENSINO BÁSICO: PERSPECTIVAS DE LICENCIANDOS DA URCA
ANA PAULA ALVES DA SILVA; JOSEFA CLARICE VIEIRA DE LIMA
PROFESSORES QUE FORMAM PARA O ENSINO BÁSICO: PERSPECTIVAS DE LICENCIANDOS DA URCA GT(nº3): Experiências de professores na área de humanas. Ana Paula Alves da Silva Josefa Clarice Vieira de Lima Cicera Sineide Dantas Rodrigues (Orientadora) Esta pesquisa aborda aspectos ligados à formação e ao trabalho pedagógico do professor do ensino superior. Assim, vincula-se ao campo da Pedagogia Universitária. O principal objeto de estudo é à docência universitária em cursos de licenciatura, focalizando as perspectivas discentes acerca de práticas pedagógicas significativas desenvolvidas por seus professores. Dessa forma, objetiva-se analisar as narrativas discentes acerca da docência universitária e de práticas pedagógicas significativas desenvolvidas em licenciaturas da URCA. Com isso, o estudo busca respostas para o seguinte problema: Qual a visão de estudantes acerca da docência universitária e que práticas pedagógicas consideram significativas em licenciaturas da URCA? O estudo orienta-se pela abordagem qualitativa de pesquisa. No que se refere às técnicas investigativas, o levantamento bibliográfico sobre a temática constituiu a etapa inicial da pesquisa, servindo de base para a pesquisa de campo, mediante a utilização de questionário para identificação dos sujeitos da pesquisa, e a posterior utilização da entrevista narrativa como técnica central, a fim de promover a escuta dos relatos acerca da trajetória de formação universitária dos estudantes. A investigação se encontra em andamento, e fundamenta-se em autores como Soares e Cunha (2010); Rodrigues (2016); Therrien (2012) e outros. Por outro lado, com vistas ao desenvolvimento da temática e o alcance dos objetivos traçados, pode-se afirmar que os resultados a serem obtidos ao final do estudo certamente fortalecerão pesquisas já existentes acerca da pedagogia universitária. Para tanto, discutir a docência universitária à luz de concepções e experiências de estudantes das licenciaturas é algo relevante, pois, de certo modo, eles são os principais afetados pela docência desenvolvida na Universidade. Decerto, o papel do professor formador transcende o ensino dos conteúdos, pois múltiplos saberes são incorporados pelos alunos na relação com a atuação docente. Consequentemente, estas aprendizagens se refletirão em suas práticas de professores nas escolas de Educação Básica. Palavras-chaves: Formação de Professores; Docência Universitária; Narrativas discentes. Instituição Financiadora: Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica e Fundo Estadual de Combate a Pobreza (PIBIC - FECOP/URCA).
Palavras-chave: Formação de Professores,Docência Universitária,Narrativas discentes
Oral
Abrir o trabalhoPROJETO CARTAS BRAILLE: INCLUSÃO NA UNIVERSIDADE
LAIANE BORGES DO NACIMENTO; Rafaela Gomes Silva
Na atualidade as pessoas com deficiência têm ganhado, com muita luta seu espaço na sociedade. Na Universidade não deve ser diferente, visto que é um lugar de formação profissional, científica e humana. Compreendemos, então, que se torna de suma importância que um formando, em qualquer licenciatura, deve aprender sobre a inclusão e sobre as mais diversas formas de aprendizagem, escrita e leitura, pois em suas futuras salas de aulas com certeza haverá alunos cegos, surdos, ou com outras necessidades especiais. O presente relato discorre acerca da experiência vivenciada na realização do projeto Cartas Braille, desenvolvido e coordenado pela professora Martha Millene, na Universidade regional do Cariri-URCA. O Braille é um sistema de escrita usado pelas pessoas com cegueira ou baixa visão, e é preciso utilizar alguns instrumentos para conseguir escrever, como reglete e folhas de alto-relevo para a escrita. Os procedimentos metodológicos utilizados para a realização deste projeto se dão por meio da mediação da professora orientadora, a qual nos instruiu acerca da realização do mesmo, através do grupo de estudo que se encontra quinzenalmente termos aquisição de teóricos que tratam desse assunto, os encontros acontecem no NUARC - Núcleo de Acessibilidade da Universidade Regional do Cariri. No núcleo temos a disposição do projeto algumas ferramentas pedagógicas como: computador; impressora em braile e regeltes, que nos auxiliam nesse processo de aprendizagem e realização do projeto. Como funciona o projeto cartas em Braille? O projeto conta com a ajuda de alguns voluntários que se dispõem para realizar as atividades propostas, estimulando e incentivando alunos, professores e funcionários a escreverem cartas em Braille. As pessoas procuram o Núcleo de Acessibilidades e os voluntários ensinam como manusear os equipamentos para a escrita da carta, enviando-a para o destinatário da pessoa que buscou o núcleo. Ao fazer o envio, colocamos um alfabeto escrito em Braille numa folha de alto relevo para facilitar a leitura. Caso o destinatário não consiga ler a carta, pode procurar o núcleo que os voluntários ajudam fazer a leitura da carta. Dessa forma, pretendemos promover uma maior inclusão na Universidade, além de divulgar a disciplina de Braille entre os cursos, já que a mesma é optativa, e, ainda, bastante desconhecida. Por fim a experiência de contribuir para a realização desse projeto é de suma importância para nós enquanto graduandas e futuras profissionais na área da educação. No decorrer das atividades e participação em mostras pudemos observar o quão é desconhecido o uso do material de Braille e ficamos felizes de ver e saber o quanto as pessoas demostraram ter interesse em aprender e manusear os materiais.
Palavras-chave: Inclusão, Escrita Braille, Sistema de Leitura
Oral
Abrir o trabalhoREFLEXÕES ACERCA DA ORGANIZAÇÃO DO ESPAÇO ATRAVÉS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL
ANA KAROLINE ARAÚJO E SILVA
A sala de atividades é o local onde as crianças passam boa parte do seu tempo na instituição de Educação Infantil, de sorte que ela se constitui importante cenário onde se desenvolvem as ações pedagógicas e interações entre as crianças e entre estas e os professores. A organização desse espaço, a forma como ele se apresenta é condição importante, pois a forma como se apresenta interfere diretamente no trabalho e nas relações que se constroem no seu interior. Esse trabalho tem por objetivo, apresentar as reflexões feitas acerca da vivência do Estágio Supervisionado na Educação Infantil, buscando ressaltar a implicação da dimensão estrutural e organizacional da sala no saber-fazer pedagógico diante do reconhecimento do espaço enquanto lugar de aprendizagem. Trata-se de uma reflexão apoiada na fundamentação teórica sobre o espaço feita com base nos autores apresentados e no conteúdo constante no diário de campo que foi elaborado como trabalho final. O Estágio foi realizado no VII semestre do curso de Pedagogia da URCA e aconteceu na turma do Infantil V de uma instituição publica municipal do Crato/CE. A aprendizagem da criança se mostra um processo contínuo e dinâmico e dele participam agentes responsáveis pelo planejamento tanto de conteúdo e atividades, quanto dos materiais e dos espaços. Desde pequena, a criança se empenha em descobrir o mundo à sua volta, nesse ínterim, meio social e cultural transmite a todo instante mensagens convertidas em textos, objetos, imagens e instrumentos variados, todos estes colaboram diretamente para o desenvolvimento cognitivo, social, psíquico, motor e afetivo dos pequenos. O espaço escolar é um desses elementos que fornecem e oferecem informações; nesse contexto, as salas de atividades tornam-se locais de troca de conhecimentos, de novas experiências e do contato com o outro. Tornar esse espaço aconchegante, estimulante e que transmita ao aluno segurança é parte do trabalho de todo corpo docente, porém na tentativa de tornar o ambiente de sala aconchegante e seguro muitas vezes os professores podem lançar mão de objetos e imagens que mais assumem o princípio de alegorias do que mesmo da significação que podem assumir para as crianças. Durante o Estágio Supervisionado em Educação Infantil, especificamente no período de observação, nos deparamos com tendências ao ‘enfeitamento das salas’ como sinônimo de preparação do espaço para receber as crianças. As ‘decorações’ e imagens escolhidas geralmente pelos professores, por mais que façam parte daquilo que o adulto julga pertencer ao universo infantil, não resultam de um percurso de aprendizagem em sala, de uma pesquisa feita com as crianças ou da participação dos pais. Essa forma de ambientação das salas com elementos do que se convém chamar de ‘infantis’, acaba não traduzindo percurso de aprendizado vivenciado pela turma, nem corresponde às necessidades das crianças naquele momento de seu desenvolvimento. Com isso, são subtraídas as oportunidades de as crianças pensarem, projetarem e construírem os espaços de sorte que não há espaço para a potencialização da autonomia, da identidade da criança, e do seu reconhecimento diante das imagens e objetos que encontra.
Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA: FORMAÇÃO POLÍTICO-SOCIAL DE JOVENS MULHERES A PARTIR DA REPRESENTATIVIDADE DE MULHERES NO PODER
YSLIA BATISTA ALENCAR; Francisco Robério Pereira Barros
O presente trabalho tem por objetivo suscitar a discussão, por meio de relato de experiência, a respeito da formação político-social de mulheres mediante o reconhecimento da figura de “sujeitas políticas” em espaços de poder. Tal trabalho é resultado de um dos projetos desenvolvidos com estudantes de ensino médio, por meio do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – PIBID. A Metodologia utilizada consiste na elaboração e aplicação de oficina e minicurso sob a temática de, respectivamente: “mulheres e política” e “mulheres negras na política”. Dado que o projeto ainda está em curso, as atividades relatadas nesse trabalho referem-se somente a aplicação da oficina. A atividade fora realizada com alunos da escola Teodorico Teles de Quental, município de Crato-CE, lugar em que desenvolvemos as atividades do PIBID. Na aplicação da oficina e durante as discussões em grupo nos utilizamos de figuras de mulheres, que apesar de não estarem em lugares hierarquicamente destacados, de poder, ocupam espaços que historicamente são hegemonicamente masculinos e brancos. Mesclando imagens e biografias, especialmente de mulheres pretas, foi possível notar que as mesmas eram em sua maioria desconhecidas pelos alunos, sendo algumas figuras públicas mais facilmente reconhecidas. Iniciando a oficina desconstruindo o que são cargos políticos, passamos a resignificar o que é sujeito político. Compreendendo que tudo o que fazemos é um ato político, entende-se que ocupar espaços como a academia, em cursos elitistas e masculinos é sim uma atividade política. Aplicamos a oficina em turmas de primeiros anos e mesmo majoritariamente as turmas serem compostas por meninas, aqueles que mais se manifestavam, ou tinham menos “timidez” eram os meninos. As meninas vão sentindo a necessidade de participar quanto mais se sentem representadas nos perfis de mulheres, nas histórias retratadas e nas ocupações políticas das mulheres expostas na oficina. Dito isso, podemos inferir que há pouco ou quase nenhum sentimento de reconhecimento de jovens mulheres em outras mulheres de iguais posições sociais ocupando os espaços de poder, bem como não há sentimento de pertença de ocupação desses espaços. Isso porque são extremamente desconhecidas as sujeitas que atuam como representatividade nesses espaços. Desde a literatura até à política profissional. Fazendo-se cada vez mais necessário esse trabalho de apresentação e construção de narrativas, especialmente entre as jovens, discutindo as relações de desigualdade de gênero e como isso efetivamente atinge aqui em especial as mulheres, na ocupação desses espaços de poder.
Palavras-chave: Mulheres, Representatividade, Poder
Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA: O ENSINO DE GÊNERO E SEXUALIDADE NA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO JOSÉ ALVES DE FIGUEIREDO NA CIDADE DE CRATO – CE.
ELIAS PEDRO DE OLIVEIRA NETO; Wellia Felipe de Souza; Antônia Lucivânia da Silva
Este trabalho resulta de atividades desenvolvidas, no primeiro semestre de 2019, pelos bolsistas do PIBID Multidisciplinar com estudantes do terceiro ano “E” do Ensino Médio da Escola José Alves de Figueiredo na Cidade de Crato Ceará, tendo como finalidade trabalhar gênero e sexualidade. A metodologia adotada consistiu no diálogo com os discentes para que estes apresentassem suas ideias e indagações acerca do tema tratado e a partir de seus conhecimentos prévios iniciar a abordagem. Este relato, portanto, busca socializar experiências para contribuir no desenvolvimento da discussão das relações de gênero e sexualidade na escola, considerando as dificuldades em lidar com questões referentes ao tema. Desse modo, o objetivo do estudo foi analisar como os alunos lidavam com os assuntos sobre gênero e sexualidade, investigando a concepção que os mesmos possuíam sobre a temática, a fim de proporcionar a ampliação do conhecimento acerca do conteúdo abordado, apresentando informações e questionamentos na tentativa de desconstruir compreensões equivocadas a respeito de assuntos tão indispensáveis, e mal compreendidos. Foi preciso conhecer as visões dos estudantes sobre as relações de gênero e sexualidade e problematizar muitos argumentos apresentados calcados no senso comum e na naturalização das relações de gênero. Foi também desenvolvida com a turma uma aula sobre LGBTfobia, sendo solicitados aos discentes uma breve pesquisa em sites de internet. Cada equipe, fazendo uso de cartazes, apresentaram os dados pesquisados acerca da LGBTfobia no Brasil. Esta metodologia motivou a participação dos estudantes que para além da apresentação dos dados estatísticos pesquisados, compartilharam relatos de experiência de vida acerca das sexualidades, como também manifestaram dúvidas frequentes sobre os temas que estavam sendo trabalhados. Em várias colocações percebemos haver compreensões incoerentes nos levando a considerar necessária a continuidade dessa abordagem. Concluímos que é indispensável que os profissionais da educação tenham acesso a formações para tratar de sexualidade e gênero com os alunos. Os educadores devem estar preparados para lidar com essas problemáticas, para obter mais informações a respeito do tema e saber como lidar de forma adequada, em cada etapa do desenvolvimento, assim, buscando dividir experiências para contribuir no desenvolvimento das relações de gênero e sexualidade na escola, considerando analiticamente as questões da ausência de formação acadêmica curricular.
Palavras-chave: Ensino,Gênero,Sexualidade,LGBTfobia
Oral
Abrir o trabalhoREPRESENTAÇÃO DOS NEGROS E NEGRAS NO MUSEU HISTÓRICO DE CRATO-CE: INVISIBILIDADE E SILENCIAMENTO.
ANTÔNIA LUCIVANIA DA SILVA
REPRESENTAÇÃO DOS NEGROS E NEGRAS NO MUSEU HISTÓRICO DE CRATO-CE: INVISIBILIDADE E SILENCIAMENTO. GT (3º): Experiências de formação de professores na área de humanas Antônia Lucivânia da Silva Este trabalho tem como propósito socializar vivências de formação de professores no âmbito do PIBID multidisciplinar no ano de 2019, a partir de uma formação com bolsistas do PIBID na qual buscou-se tratar sobre a representação de negros e negras, ou suas ausências, no museu histórico de Crato-CE. Esta formação se propôs, a partir do estudo da tese intitulada “Teatro de memórias, palco de esquecimentos: culturas africanas e das diásporas negras em exposições”, do autor Marcelo Nascimento Bernardo da Cunha, 2006, a visitar o museu com o intuito de identificar qual o lugar dos negros/negras nesse museu e que narrativas são construídas acerca da história dos povos negros. A metodologia consistiu em estudo teórico, visita ao museu e roda de conversa para socialização e problematização dos discursos, das presenças ou das ausências legitimadas por esta instituição. Com esse processo formativo foi possível concluir que nesta instituição legitimadora de memórias, o lugar dos negros foi relegado ao silêncio, não havendo nenhuma referência material que indique a presença dos afrodescendentes na construção da cidade de Crato. No entanto, a partir das ausências é possível desenvolver ações educativas neste espaço instituidor de lembranças e de esquecimentos, podendo indagar quem eram os sujeitos que habitavam aquele espaço que outrora desempenhou as funções de Casa de Câmara e Cadeia? Qual era a atuação dos negros dentro daquele espaço de poder? Quais as possibilidades de pesquisas acerca desse passado e desses sujeitos históricos? Pensar sobre as consequências políticas da ausência dos artefatos dos povos negros neste espaço de memórias, desnaturalizar os silenciamentos e criar estratégias de inserção dos negros/negras de forma positiva nas exposições museológicas se constitui como uma possibilidade para o ensino de História e formação de professores. A partir dessa realidade foi proposta como “encerramento” deste processo formativo uma visita ao museu com os estudantes da educação básica e a organização de uma exposição, a ser desenvolvida por bolsistas e os estudantes no decorrer do segundo semestre de 2019, que busque apresentar os negros como sujeitos atuantes construtores de sua História. Palavras-chave: Ensino; Ausências; Memórias; Esquecimentos. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Oral
Abrir o trabalhoSOBRE ENSINAR EM TEMPOS DE CENSURA: METODOLOGÍA PERANTE OS ATUAIS DESAFIOS PARA ENSINAR SOCIOLOGIA EM ESCOLA PÚBLICA
KELLY ALVES FERREIRA DA SILVA; Stefeson Silva
Este artigo irá apresentar a metodologia aplicada com as turmas de ensino médio da escola Teodorico Teles, localizada na cidade de Crato, acerca da abordagem utilizada para compreensão do conteúdo do livro didático de sociologia referente aos assuntos da temática gênero e sexualidade. Durante o ano de 2018, houve inúmeros fenômenos sociais que interligados, modificou toda dinâmica dentro de sala de aula. Tais fenômenos são as eleições presidenciais que culminou na propagação das chamadas fake news. O projeto de lei denominado "Escola sem Partido" apresenta enquanto objetivo reformular a grade do currículo escolar da escola pública com intuito de acabar com o ensino ideológico partidário. Outro e mais importante, a manifestação arbitrária dos civis com ideais conservadores frente aos educadores na área de humanas, como sociologia, filosofia e história. Estando esses fenômenos interligados, temos um cenário caótico dentro da sala de aula. Durante esse período, nas redes sociais circulou notícias, fotos e vídeos feitos por alunos e alunas onde protagonizam suas opiniões arbitrárias com uso da violência física e moral para com seus educadores e suas educadoras. Além dos desafios institucionais enfrentados pela escola para se adequar as demandas reivindicada pelos alunos e alunas. Um caso a ser usado como exemplo, é a implementação do nome social nas matrículas e também implementações dos banheiros sociais. Frente a isso, nós educadoras e educadores em formação encontramos meios de abordar esse assunto dentre outros demais que são considerados afronte ao pensamento conservador, sendo tais de cunho preconceituoso, aplicamos metodologias específicas para gerar compreensão dos alunos e alunas sem nos colocarmos em risco. Outro fator relevante que culminou na mudança da dinâmica na escola parte dos alunos e alunas que entendem suas especificações enquanto identificação de gênero, sexualidade em suas vidas e sendo o ambiente escolar algo relevante em suas vivências enquanto seres sociáveis. Ao decorrer dos últimos quinze anos, devido a onda de (des)construção das identidades não binárias está tomando ainda mais espaço nos meios de comunicação midiáticos, estamos em contato com alunos e alunas que tomam a frente de afirmarem suas orientações e identificações de gênero, sexualidade. O que para nós professores e professoras em formação torna ainda mais complexo nossa relação no ato de educar. Diante a responsabilidade de propagar conteúdos e também de apresentarmos meios de tornar as vivências destas pessoas na escola mais fácil, acolhedora. No caso do Teodorico Teles, temos uma aluna transexual. Sendo assim, os desafios são de cunho de adequar a estrutura escolar para agregar ainda mais não somente esta aluna como também outros e otras demais que estão por vim, pois, se trata de direitos civis básicos para serem postos em prática. Como por exemplo, a implementação do nome social na matrícula institucional e banheiro social para uso coletivo. Também de organizar, ministrar espaços de diálogos que transcendem para além, orientando outros e outras alunos e alunas que não são tão diferentes assim do comum e bem aceito padrão social referente a gênero e.
Oral
Abrir o trabalhoTRAJETÓRIAS DE FORMAÇÃO DOCENTE: AS PRÁTICAS NO LABORATÓRIO DE ENSINO DE EM GEOGRAFIA - LEG
SÂMIA EUFRASIO BARBOSA; ANTÔNIA CARLOS DA SILVA; ALEDNA KELLY FEITOSA PAIVA
TRAJETÓRIAS DE FORMAÇÃO DOCENTE: AS PRÁTICAS NO LABORATÓRIO DE ENSINO DE EM GEOGRAFIA - LEG GT(nº 3): Experiências de formação de professores na área de Humanas Sâmia Eufrasio Barbosa[ Aluna do Curso de Licenciatura em Geografia da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: samiabarbosa44@gmail.com] Antônia Carlos da Silva [ Professora do Departamento de Geociências da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: antonia.carlos@email.com] Aledna Kelly Feitosa Paiva[ Aluna do Curso de Licenciatura em Geografia da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: alednafeitosa01@gmail.com] O presente trabalho trata das práticas docentes desenvolvidas no âmbito do Programa de Bolsas de Atividades de Estágio Extracurricular no Laboratório de Ensino em Geografia (LEG). Este laboratório é um espaço voltado para ações formativas de professores de Geografia orientadas para o atendimento das dimensões ensino, pesquisa e extensão. Nesse sentido, são desenvolvidos estudos e práticas relacionadas as temáticas de Projetos de Iniciação Científica-PIBIC/URCA(Ação-forma-ação: mapeamento das resistências e alternativas às práticas cartográficas no Currículo), Projetos de Extensão (Brincarto, Geozine e Do mapa ao mundo), Monitoria de Estágio Supervisionado e encontros do Grupo de Estudo e Trabalho em Ensino de Geografia (GESTEGEO). No LEG, como estagiárias, cumprimos uma carga horária de 4 horas em cada turno, nos quais acompanhamos as atividades desenvolvidas e organizamos o espaço para os alunos do curso e visitantes que desejam fazer empréstimos de livros, estudar e usar computador para produção de trabalhos acadêmicos. Nesse campo de ação, destacamos os seguintes procedimentos metodológicos: recepção dos alunos ingressantes no curso e das escolas da região; empréstimo de livros, artigos e relatórios de estágios; produção de trabalhos científicos; participação nos projetos com planejamento de oficinas; produção e exposição de material didático etc. A participação e o acompanhamento dessas práticas no LEG apresentam contribuições significativas para nossa formação docente em Geografia, pois têm possibilitado: aproximação com com teóricos da educação geográfica que são referências de estudo no grupo Gestegeo; planejamento e a realização de oficinas para os Projetos de Extensão desenvolvidos em escolas públicas; organização de exposição de materiais didáticos para eventos, como o do dia do Geógrafo, que possibilitou apresentar aos visitantes as diversas passibilidades da Geografia escolar. Podemos destacar, a partir do estágio extracurricular, que os resultados positivos construídos nesse período decorrem do amadurecimento teórico decorrente das leituras realizadas que favorecem o entendimento dos conceitos geográficos e, também, do convívio com os professores coordenadores que nos orientam e evidenciam as oportunidades para a formação profissional docente. É portanto uma relevante contribuição para os licenciandos por oportunizar o contato direto com o ensino de Geografia e com a aprendizagem dos alunos. Palavras-chaves: Formação docente; Ensino; Pesquisa.
Oral
Abrir o trabalhoVARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO MÉDIO
LAIANE TAVARES RODRIGUES; Ana Carolina Ribeiro da Silva; Matheus Duarte Cortez
VARIAÇÃO LINGUÍSTICA NO ENSINO MÉDIO GT(nº3): Experiência de Formação de Professores na Área de Humanas Laiane Tavares Rodrigues Ana Carolina Ribeiro da Silva Matheus Duarte Cortez Márcia Pereira da Silva Franca (orientador) O presente trabalho visa relatar a experiência como bolsista PIBID, na Escola Estadual de Ensino Médio Amália Xavier, especificamente com a dinamicidade da língua em sua variação linguística. O projeto PIBID mostra-se de grande relevância para a formação dos acadêmicos de licenciaturas pelo fato de nos dar a oportunidade de ter um contato mais próximo com os educandos e dessa forma somar à sua bagagem escolar de maneira significativa para um aprendizado mais eficaz. Para obter um melhor resultado dentro da sala de aula é necessário que haja inovação nos métodos a serem abordados com os educandos, neste contexto foi levado para a escola Amália Xavier o Projeto LEMAX, desenvolvido por bolsistas do PIBID que teve como objetivo aprimorar o desenvolvimento da leitura e da produção textual. Dentro dos temas desenvolvidos no Projeto tivemos a variação linguística. O tema foi apresentado aos alunos inicialmente com o texto “Nois Mudemo” de Fidêncio Bogo, seguido de uma reflexão sobre as variações linguísticas e sobre o preconceito linguístico, em seguida uma atividade referente ao texto e por fim uma gincana que teve o intuito de mostrar que o mesmo objeto pode ter nomes diferentes de acordo com cada região e que isso não é errado e nem torna uma região superior a outra. Os resultados obtidos foram significativos, pois alguns dos alunos não conheciam muito sobre o assunto, e relataram que já sofreram o preconceito linguístico e que também já praticaram, pois não sabiam que discriminar o modo de falar do outro também é um tipo de preconceito. Contudo, é interessante observar a importância de abordar temas diversificados dentro da sala de aula, visto que isso chama a atenção do aluno e faz com que ele se interesse mais e queira participar. Palavras-chaves: Variação Linguística; Preconceito Linguístico; Leitura e Produção Textual. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes). Aluna do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: laianetavares.r@gmail.com Aluno do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: carolr046@gmail.com Aluno do Curso de Licenciatura em Letras da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: matheusduartecortez17@gmail.com Professor (orientador) e-mail: marciafranca60@yahoo.com.br
Palavras-chave: Variação Linguística, Preconceito Linguistico, Leitura e Produção Textual
Oral
Abrir o trabalhoVIVÊNCIA E APRENDIZAGEM NA ESCOLA SÃO FRANCISCO NA CIDADE DE CRATO – CE
MARCOS VINÍCIUS GOMES DA SILVA
O Estágio de Regência proporciona ao graduando o desafio de colocar em prática conhecimentos teóricos e metodológicos que estão sendo construídos nas Universidades do país. Levando em consideração esse desafio, este trabalho é uma experiência das práticas laboratoriais desenvolvidas na Escola de Ensino Infantil e Fundamental São Francisco, Crato-CE. Considerando os aspectos político, social e econômico da educação, cabe ao estudante desenvolver o olhar de pesquisador e mostrar a realidade escolar da práxis do estágio, expondo as dificuldades e avanços sem romantizar a experiência. Deste modo, o presente trabalho tem como objetivo analisar a vivência do estágio de regência no 6º e 7º anos do ensino fundamental, buscando identificar em que medida o saber geográfico contribui para uma reflexão do cotidiano. O percurso metodológico foi pautado em teóricos tanto do ensino da Geografia, Lana de Sousa Cavalcanti, Elza Yasuko Passini, quanto da educação como Paulo Freire, além de atividades pedagógicas de cunho crítico social. O descaso com a educação é visível na estrutural física do ambiente escolar, dificultando um avanço na construção de um ensino de qualidade. A observação da estrutura do local demonstra perspectivas de uma educação sucateada e de um sistema excludente. Nas aulas ministradas foi notado a desatenção dos educandos em relação ao ensino de Geografia, considera-se que este fato está ligado há três fatores principais, as novas tecnologias, conteúdos e a reprovação. A educação não está acompanhando o avanço tecnológico, os conteúdos não expressão a realidade deles e a reprovação do educando está relacionado a um conjunto de fatores sociais, de ensino no que se referi a forma avaliativa e tecnológica e a questão econômica da família. A pouca participação dos estudantes em sala dificultou um diagnóstico da aprendizagem, tornando o processo avaliativo mais complexo e delicado de planejar, os planos de aulas estavam mais complicado de fazer em virtude da insegurança em determinados momentos por não conseguir entender a dualidade entre diagnosticar e avaliar. O ensino de Geografia em sala serve, antes de tudo para tornar possível um debate acerca dos conflitos sociais e espaciais que estão acontecendo em escala local e global. Diante dos argumentos, considera-se o estágio um grande instrumento para entender as dificuldades e avanços na geografia escolar. Vale ainda ressaltar que a formação do educador não acaba quando termina o referido período, as primeiras vivencias em sala são a base para novas pesquisas na área educacional. As ciências humanas estimula a reflexão e participação do cidadã na sociedade, então a desvalorização dessas áreas tende a causar prejuízos expressivos na formação crítica e participativa dos estudantes.
Palavras-chave: Estágio de regência,Saber geográfico,Ensino fundamental
Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Estudante pesquisador,Criança Romeira,Experiência
Oral
Abrir o trabalhoARTE & INSPIRAÇÃO: Trabalhando técnicas artísticas, despertando emoções sutis
ROSIANE DE FATIMA UMBELINO
Este resumo tem como objetivo descrever a experiência de iniciação à docência proporcionada pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da Universidade Regional do Cariri - PIBID/URCA. A experiência que será descrita aqui faz parte do Subprojeto Arte, em oficina ofertada na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Wilson Gonçalves na cidade do Crato – CE para discentes das séries de 1º ao 3º ano do ensino médio, com a média de 20 participantes. O tema abordado centrou-se em pequenos diálogos sobre emoções e assuntos do cotidiano pertinentes a faixa etária dos educandos em conjunto com técnicas artísticas. Teve como objetivo trazer aos educandos o conhecimento de técnicas artísticas específicas aliadas à identificação de sentimentos e autoconhecimento. Para a ministração das aulas foram utilizados recursos como textos impressos para contextualização teórica dos assuntos abordados, dinâmicas de grupo, sala de informática como também materiais plásticos. Como metodologia, o conteúdo foi tratado de forma oral, tanto para contextualização, aplicação das técnicas e para gerar discussões sobre assuntos atuais que envolvem sentimentos e comportamentos. Foram apresentados artistas como Frida Karlo, que em sua obra simbolizava questões de identidade dedicando-se a técnica pictórica de autorretratos. As técnicas desenvolvidas pelas participantes da oficina foram estêncil, pintura, modelagem, e como complemento, algumas técnicas digitais como edição de vídeo e arte gráfica. Todas as técnicas artísticas aplicadas foram bem desenvolvidas por cada aluno, assim como as discussões criadas em classe. Assuntos com bullying, depressão e, a preparação para a vida profissional foram de grande importância para cada discente. Assuntos que normalmente não são discutidos em aulas regulares. A arte é um meio para pensar a respeito de questões complexas e sentimentos que muitas vezes são reprimidos. A oficina foi realizada em dez encontros, sendo um encontro por semana, às quintas-feiras, com duas horas de duração. O referencial teórico utilizado como base de fundamentação do trabalho foi extraído de autores como BARBIERI (2008), BARREIRA e BRASIL (2012), CRISTO e SILVA (2009) PAIN e JARREAU (1994) e ROCHA (2009). A experiência de iniciação à docência é muito preciosa e proporciona a nós bolsistas uma oportunidade de desempenhar o nosso trabalho futuro com mais excelência e propriedade pois desenvolvemos o que aprendemos na academia ao passo que ampliamos a nossa visão a respeito da docência. Acredito que seria de grande valia se todos os alunos de licenciatura tivessem essa oportunidade acadêmica.
Oral
Abrir o trabalhoAS DIFICULDADES NA EXPERIÊNCIA DO PIBID ARTES
LÍVIO DIEGO DUARTE BRANDÃO; Maria Aparecida Pereira Neves
Nossa vivência no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da Universidade Regional do Cariri – PIBID/URCA comprova os debates feitos nas aulas do ciclo didático-pedagógico, quanto aos desafios e limites do ensino de artes na escola, seja no ensino fundamental ou médio, tendo em vista que o Subprojeto Artes atua nos dois níveis. Faremos então, neste resumo, um relato de experiência, no qual elencaremos as principais dificuldades que encontramos para desenvolver nossos processos de ensino no 1º semestre letivo de 2019, através das oficinas que realizamos e do relato das outras integrantes do Subprojeto, mas com foco em nossa atuação no Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcante em Crato–CE, que oferece formação em Ensino Fundamental II. A primeira é conseguir fazer com que a escola que acolhe e é beneficiada pelo PIBID entenda qual a missão e forma de funcionamento do Programa, para garantir assim que ele seja executado com qualidade e sem contratempos com a Escola. A segunda é fazer com que a gestão escolar entenda que as atividades de formação e fruição artística que desenvolvemos são tão importantes quanto qualquer outra atividade que a Escola desenvolva, algo difícil tendo em vista o que a própria disciplina na grade curricular e as professoras supervisoras seguem enfrentando. Terceira, desdobramento da anterior, foi a dificuldade que tivemos no começo das atividades de arrumarmos uma sala própria para desenvolvermos nossos trabalhos, pois a escola começou a receber outros projetos e o PIBID começou a ser secundarizado, enfrentando assim o troca-troca de salas e sermos colocadas em ambientes inadequados para as atividades de ensino da arte. A quarta, que diz respeito a nossa formação acadêmica, é a elaboração de mecanismos de trabalho para executar bem os planejamentos das atividades – garantindo uma boa relação entre teoria e prática, mantendo o interesse das estudantes envolvidas, seduzi-las a retornarem nos encontros seguintes e como atender essas proposições com as limitações materiais que enfrentamos, tais como a falta de equipamento audiovisual para mostrar referências da arte. Mesmo com essas quatro dificuldades que enfrentamos, que tornaram o trabalho junto a Escola um tanto árduo, pudemos sair mais fortalecidas, entendendo melhor os problemas que enfrentaremos quando professoras no futuro e com essa experiência poder atuar de modo mais propositivo na resolução das adversidades próprias do contexto do ensino da arte na educação básica.
Palavras-chave: Formação de Professoras,PIBID,Arte-educação,Ensino de artes
Oral
Abrir o trabalhoAS PRÁTICAS DE ARTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL E NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA VIVÊNCIA PRAZEROSA
NÁGELA GLICIA DOS SANTOS FERREIRA; GEOVANE COÊLHO DE ANDRADE; MARIA DE LOURDES DA SILVA LAURENTINO
O presente trabalho teve como finalidade vivenciar na prática como estão sendo desenvolvidas as práticas de arte na Educação Básica de escolas da região do Cariri Cearense. Com isso objetivou-se analisar e buscar compreender as práticas em artes de professores da educação básica da educação infantil e séries iniciais do ensino fundamental no Cariri Cearense. A pesquisa se desenvolveu na E.E.I.E.F Profª Edilma Fernandes G. Rodrigues “Círculo Operário”, zona urbana do município de Crato com uma professora do 2º ano e um aluno da referida turma. Ao vivenciar a pesquisa de campo, obtivemos algumas indagações a cerca do ensino da arte na escola. Tínhamos dúvidas quanto aos recursos que os professores poderiam utilizar na escola pública, já que a disciplina “não é vista como uma das mais importantes”, quando deveria ser essencial para aprendizagem dos educandos. Nossas experiências nas aulas de artes, sempre eram de pintura, desenhos livres e sem nenhuma contextualização, os professores nem sequer a tratavam com o mínimo de seriedade. Ao chegar à escola fomos bem recepcionados, porém a coordenadora se sentia um pouco aflita com nossa presença. Ela nos apresentou uma professora formada em pedagogia com especialização em planejamento educacional, que ministra a disciplina como complemento de sua carga horária. Nosso objetivo como estudantes do curso de Pedagogia, era vivenciar uma aula da disciplina de artes, tendo como fundamentação a disciplina de História e Fundamentos do Ensino da Arte. Ao desenrolar da conversa com a professora ela deixou claro que ministrava suas aulas de artes em concordância com as de matemática, inclusive a aula seguinte seria uma aula de matemática na qual ela iria desenvolver uma atividade artística. A pesquisa se constitui em uma abordagem qualitativa, na qual se fez uso da técnica questionário e observação da aula para obtenção de informações a cerca do estudo. Na aula observada à obra referenciada foi à obra de Romero Brito que enfatizavam as formas geométricas que a prática consistiu em um desenho criado através de colagens de figuras que remetiam a formas geométricas. Quando observado o livro didático foi possível constatar que todas as crianças têm posse do mesmo, porém que ele serve apenas de suporte para realização de atividades sem uma maior intervenção. Diante disso foi possível constatar que as aulas de artes na referida escola não tem o devido valor da prática, fato esse que a faz apenas como complemento de uma carga horária e uma “obrigatoriedade” proposta no currículo.
Palavras-chave: AULA, PLANEJAMENTO, RECURSOS
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Abrir o trabalhoDA INSTRUMENTALIZAÇÃO À CRIAÇÕES ARTÍSTICAS
KAYO FILIPE ALVES DA SILVA; Rute Lopes Rodrigues
DA INSTRUMENTALIZAÇÃO À CRIAÇÕES ARTÍSTICAS GT(nº4): Artes Kaio Filipe Alves da Silva Rute Lopes Rodrigues O presente texto apresenta resumidamente as atividades que realizamos junto ao Programa de Bolsas de Iniciação à Docência da Universidade Regional do Cariri – PIBID/URCA - Subprojeto Arte que teve sua implementação no mês de agosto de 2018. As atividades iniciais compreendiam a participação das bolsistas em encontros pedagógicos semanais junto à coordenação para uma aproximação com as diretrizes do Programa e os seus padrões de funcionamento, os seus planejamentos de execução e o relacionamento com as escolas atendidas para então dar encaminhamento à realização de oficinas de arte com estudantes da educação básica. O conteúdo desenvolvido nos encontros pedagógicos nos instrumentalizaram para a elaboração da oficina Pigmentos Naturais, centrada em referências da arte rupestre brasileira e caririense, da oficina Aquarela, trabalhada com questões relacionadas ao conceito de arte e estética do cotidiano, assim como a oficina Colagem Criativa com técnicas de composição em diferentes materiais e suportes de diversas texturas para propostas estéticas diversificadas, tais como imagens, formação de palavras, texturas e objetos. Levando como suportes para apresentação dos conteúdos textos, slides e vídeos. E propondo ao final de cada oficina atividades de criações artísticas para os participantes. Cabe destacar que, o principal objetivo pedagógico do trabalho realizado no conjunto destas oficinas é o desenvolvimento do processo criativo através da instrumentalização técnica por parte dos participantes da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Pedro Felício Cavalcante, do Crato - CE, despertando os seus diversos sentidos e as possibilidades de criações artísticas para composições de imagens, assim como a valorização cultural e histórica. O material disponibilizado pelo PIBID possibilitou diversificar a técnica com múltiplos suportes e materiais nos levando ao alcance dos objetivos projetados na elaboração dos planejamentos de trabalho. A Escola é bem organizada e tem uma boa gestão, mas a estrutura demanda reformas na parte interna das salas de aula pois não dispõem de estrutura apropriada para realização de práticas artísticas. Com as atividades de ensino de arte contribuímos para a instituição e os alunos que ali estudam na mesma medida em que ampliamos a nossa formação como futuros professores. Como resultado do trabalho, observamos que a comunidade atendida pelas oficinas iniciou um processo de reconhecimento de princípios artísticos básicos que permitem uma compreensão das diferentes linguagens das artes visuais. Palavras-chaves: Encontros Pedagógicos; Oficinas de Arte; Instrumentalização; Criações Artísticas. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Oral
Abrir o trabalhoDA INSTRUMENTALIZAÇÃO À CRIAÇÕES ARTÍSTICAS
RUTE LOPES RODRIGUES; Kaio Filipe Alves da Silva
DA INSTRUMENTALIZAÇÃO À CRIAÇÕES ARTÍSTICAS GT(nº): Artes Kaio Filipe Alves da Silva Rute Lopes Rodrigues O presente texto apresenta resumidamente as atividades que realizamos junto ao Programa de Bolsas de Iniciação à Docência da Universidade Regional do Cariri – PIBID/URCA - Subprojeto Arte que teve sua implementação no mês de agosto de 2018. As atividades iniciais compreendiam a participação das bolsistas em encontros pedagógicos semanais junto à coordenação para uma aproximação com as diretrizes do Programa e os seus padrões de funcionamento, os seus planejamentos de execução e o relacionamento com as escolas atendidas para então dar encaminhamento à realização de oficinas de arte com estudantes da educação básica. O conteúdo desenvolvido nos encontros pedagógicos nos instrumentalizaram para a elaboração da oficina Pigmentos Naturais, centrada em referências da arte rupestre brasileira e caririense, da oficina Aquarela, trabalhada com questões relacionadas ao conceito de arte e estética do cotidiano, assim como a oficina Colagem Criativa com técnicas de composição em diferentes materiais e suportes de diversas texturas para propostas estéticas diversificadas, tais como imagens, formação de palavras, texturas e objetos. Levando como suportes para apresentação dos conteúdos textos, slides e vídeos. E propondo ao final de cada oficina atividades de criações artísticas para os participantes. Cabe destacar que, o principal objetivo pedagógico do trabalho realizado no conjunto destas oficinas é o desenvolvimento do processo criativo através da instrumentalização técnica por parte dos participantes da Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Pedro Felício Cavalcante, do Crato - CE, despertando os seus diversos sentidos e as possibilidades de criações artísticas para composições de imagens, assim como a valorização cultural e histórica. O material disponibilizado pelo PIBID possibilitou diversificar a técnica com múltiplos suportes e materiais nos levando ao alcance dos objetivos projetados na elaboração dos planejamentos de trabalho. A Escola é bem organizada e tem uma boa gestão, mas a estrutura demanda reformas na parte interna das salas de aula pois não dispõem de estrutura apropriada para realização de práticas artísticas. Com as atividades de ensino de arte contribuímos para a instituição e os alunos que ali estudam na mesma medida em que ampliamos a nossa formação como futuros professores. Como resultado do trabalho, observamos que a comunidade atendida pelas oficinas iniciou um processo de reconhecimento de princípios artísticos básicos que permitem uma compreensão das diferentes linguagens das artes visuais.
Palavras-chave: Encontros Pedagógicos,Oficinas de Arte,Intrumentalização,Criações Artísticas
Oral
Abrir o trabalhoDA UNIVERIDADE À EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA INTERAÇÃO COM O ENSINO DE ARTES
CIBELLE TEIXEIRA DE OLIVEIRA; Juliana Félix de Matos
Durante muitos anos, o ensino de Arte se resumiu a tarefas pouco criativas, repetitivase por vezes desvalorizadas. Nas últimas duas décadas, essa situação está sendo revertida nas escolas brasileiras. O ensino da Arte está pautado no interculturalismo, na interdisciplinaridade e na aprendizagem dos conhecimentos artísticos, a partir da (inter-relação) entre o fazer, o ler e o contextualizar arte bem como na cognição. Nessa perspectiva, a Arte como conhecimento e a ênfase nas quatro linguagens (artes visuais, dança, música e teatro) se constituem elementos que contribuem para um Ensino de Arte eficaz. A partir dessa compreensão a pesquisa foi realizada em uma Escola Municipal de Educação Infantil da região do Cariri cearense durante a disciplina História e Fundamentos do Ensino da Arte no V Semestre do Curso de Pedagogia da URCA. Com o objetivo de perceber a prática docente no ensino da disciplina de Artes. Para tanto foi possível observar uma prática em arte e entrevistar uma professora e dois alunos. A visita ocorreu no período vespertino, enquanto metodologia utilizamos a observação participante em uma turma de 18 alunos em que a professora trouxe como tema a proposta do livro didático que foi a Expressão Corporal ministrada em dois momentos: No primeiro, utilizou-se da música, a proposta foi que as crianças dançassem uma “cantiga” de roda entoada por eles mesmos e utilizassem também um brinquedo. No segundo momento as mesmas foram conduzidas a representar através do desenho o momento vivido. Por ser uma aula de artes, a professora afirmou que o uso da música, do brinquedo e do desenho, além de trazer um sentido lúdico, aliado a expressão corporal, promove a afetividade, a criatividade e a coordenação motora global e fina dos alunos. Entende-se que a realidade é bem mais ampla e não pode ser deduzida em um único momento. Podemos perceber que o ensino ofertado apresentou em sua prática pedagógica um engajamento da professora e participação ativa no envolvimento das crianças, mas a partir das leituras em Ana Mae Barbosa (2002), Analice Dutra Pilar (2000), Ernst Fischer (1997), entre outros, o Ensino de Arte dista dessa prática observada. Foi possivel notar que ainda falta muito para que essa área do conhecimento seja verdadeiramente coerente com o que evidenciam as teorias e a legislação. Também pode-se destacar para esse momento a escassez de recursos, o tempo dedicado para a arte na escola, assim como a ausência na formação dos professores, entre outros.
Palavras-chave: Ensino de Artes, Formação docente
Oral
Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO E CULTURA: PERSPECTIVAS PARA CONSTRUÇÃO DE TERRITÓRIOS SUSTENTÁVEIS ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO PATRIMONIAL.
BARBARA ALMEIDA OLIVEIRA
O presente estudo está vinculado ao projeto de extensão “Educação Patrimonial: A inserção do Patrimônio Cultural nas práticas educativas do ensino formal nas escolas de ensino médio na região do Cariri”, financiado pela Pró-reitora de Extensão da Universidade Federal do Cariri. Diante disso, será apresentada a perspectiva que conduziu e embasou a construção do projeto que se volta para a relação entre a educação patrimonial e a construção de territórios sustentáveis, tanto em sua perspectiva econômica, como social, cultural e política. Relações que se justificam uma vez que se pensa o espaço escolar um ambiente fundamental para se tecer e refletir sobre a cultura, a identidade e memória dos educandos e da comunidade em que estão inseridos a partir dos espaços, das manifestações e práticas culturais. Logo, este estudo tem como objetivo discutir, através da revisão bibliográfica, os mecanismos e estratégias utilizadas no ensino formal no processo de inserção do patrimônio cultural nas práticas educativas cotidianas através da Educação Patrimonial e suas relações na construção de territórios sustentáveis. Nesse sentido a reflexão aqui esboçada tem como finalidade expor, as interfaces entre a educação patrimonial e a construção de territórios sustentáveis, tanto em suas dimensões sociais, culturais e economicamente. Buscando refletir como essas questões, ao serem abordadas e inseridas no cotidiano escolar, possibilitam a construção de mecanismos e estratégias que agem de forma determinante no processo de apropriação da trajetória sociocultural e histórica dos diferentes sujeitos. Diante do exposto, a educação patrimonial é concebida e compreendida, na literatura e neste estudo, como um elemento fundamental no processo de valorização e preservação dos bens materiais e imateriais de uma comunidade à medida que geram nos sujeitos as ideias de pertencimento a comunidade, a memória e a história. Assim sendo, a Educação Patrimonial é aqui entendida como decisiva, também, no processo de inserção de distintos grupos no processo de (re)significação dos bens culturais (materiais e imateriais), que se sustentam na valorização, preservação e promoção do patrimônio cultural. Trajetória que perpassam os processos de apropriação por parte dos educandos da cultura, assim como a (re)significação da memória coletiva e individual, da identidade, do pertencimento a comunidade. Um instrumento de constituição de um cidadão consciente e crítico, capaz de colaborar na construção de territórios mais justos, social e culturalmente. Pensada nessa perspectiva, podemos considerar a educação patrimonial como elemento de diversificação do currículo que contribuem na promoção, valorização e preservação da cultura, dos bens patrimoniais (materiais e imateriais), da diversidade.
Oral
Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIA DO PIBID\ARTES NO COLÉGIO MUNICIPAL PEDRO FELÍCIO CAVALCANTE EM CRATO-CE
ROGÉRIO HENRIQUE DA SILVA ALBUQUERQUE; Clitya Nobrega dos Santos
A comunicação que ora se apresenta propõe reflexões acerca do ensino no campo das Artes visuais fomentada pelo Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência no âmbito da Universidade Regional do Cariri – PIBID/URCA Subprojeto Arte. A proposta parte de assertivas que compreendem o ensino de Artes como um fator decisivo para o enraizamento de outra forma de pensar a formação educacional do ser humano. Para tanto, me propus enquanto bolsista, artesão e estudante do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Regional do Cariri – URCA a lecionar e motivar a produção artística e artesanal de jovens alunos do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcante em Crato – CE. Lá, ministramos aulas teóricas sobre artes e criação, e através de oficinas incentivamos a produção criativa dos alunos utilizando para tanto, os espaços da referida escola, que avaliamos durante a estadia como precários devido a inaptabilidade da estrutura em relação as necessidades da disciplina, não só de Artes. Diante de observações como essas pensamos que a relevância desse tipo de trabalho se dá ao tencionarmos o espaço da reflexão junto as propostas dos Parâmetros Curriculares Nacionais - PCNs, onde o estudo da Arte tem função tão importante quanto o de outros conhecimentos no processo de ensino e aprendizagem, por propiciar o desenvolvimento de um pensamento artístico e uma percepção estética do mundo, que caracterizam um modo próprio de ordenar e dar sentido à experiência humana. Líbano, Oliveira e Toschi (2012) também ressaltam a importância do ensino em Artes, afirmando que ao se aprofundar e conhecer a Arte de outras culturas os alunos podem compreender a relatividade de valores que estão enraizados nos seus modos de agir e pensar, o que pode favorecer à conscientização acerca da diversidade da imaginação humana. Na experiência com os jovens alunos do Colégio Municipal Pedro Felício Cavalcante foi reificada a ideia do quão importante pode ser a “produção artística menor” (LUKÁCS apud FREDERICO, 2000, p: 305), nomeada assim por Lukács por entender que nem sempre a atividade artística produz obras capazes de transcender o cotidiano a ponto de serem consideradas extraordinárias, mas não por isso, deixam de ser emanações da vida cotidiana. Em suas produções, os jovens apresentavam suas angústias, impaciências com o que não foram acostumados, bem como, as lentes com as quais viam o mundo. O que permitiu considerar, que de fato, tanto a ciência como as Artes são produtos que expressam as representações imaginárias de uma determinada cultura, que se renovam através dos tempos, construindo o percurso da história humana.
Oral
Abrir o trabalhoNARRATIVAS DO CHÃO DE ESCOLA. Reflexões de aprender e ensinar como Supervisor do PIBID/TEATRO 2019 na E.E.M.T.I Estado da Bahia.
ERLANDSOON DA SILVA LUNA
Chamo de narrativa os elementos que compõem o enredo visual do chão da escola, seus personagens, tempo, espaço e conflitos. Filtrando esse universo, trago a discussão da sala de Aula, em uma análise como supervisor do PIBID/TEATRO 2019 na E.E.M.T.I Estado da Bahia – Crato CE. Aqui não questiono o conteúdo das aulas de Teatro e suas metodologias, mesmo porque minha formação é na licenciatura em Artes Visuais, mas avalio a aplicabilidade do planejamento de aula e como estudantes bolsistas recebem as indicações de domínio de tempo e espaço de aula que supervisão e coordenação indicam. Aqui esses bolsistas/estudantes também são personagens desta experiência. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) de 2019, proporcionou a estudantes do ensino superior dos cursos de licenciatura e do primeiro semestre, uma contratação por prazo determinado, pela atuação inicial como docente dentro da sala de aula nas escolas públicas. Até 2018 estas verbas e contratações só seriam possíveis a estudantes que tinham concluído o primeiro semestre de graduação. Uma revogação que ao mesmo tempo é uma política afirmativa por manter o estudante em sua graduação pelo auxílio financeiro, traz para o contato imediato da sala de aula um personagem que na ânsia de ensinar, muitas vezes esquece de aprender. Um fato que pode ser apontado pela inexperiência acadêmica e pelo pouco tempo de pesquisa em sua graduação. Por sua vez se deparam com o desafio de resolver situações em seu campo de pesquisa em um tempo de conservadorismo acirrado, punitivo, que não ver o ensino de arte como fundamental para todas as séries de ensino. A Escola propõe uma aceitação das atividades do PIBID e incentiva a linguagem praticada, porém não está dotada de autonomia e de espaços próprios para ser executado uma aprendizagem de excelência. Um obstáculo que tanto serve para aguçar a criatividade em planos de aulas, como poda possibilidades de criação. Um programa que merece total atenção por parte também de bolsista estudantes, esse que está na ponta aprimorando seus conhecimentos. No início da formação de seu currículo dentro de sala aula esses propensos profissionais de educação passam a se ver como professores e se vendo passam a questionar seu lugar de atuação. O domínio necessário para exigir melhores adaptações e condições para o ensino de artes vem com o passar do tempo de prática, reflexão e pesquisa e sendo conquistada nos semestres iniciais. Como diria Paulo Freire é fundamental a leitura de espaço, comungo do pensamento dele para me entender como personagem, em tempo conservador, espaço que segue regras verticais e com conflitos próprios, singulares e cotidiano. São esses e outros tantos, os desafios da docência que temos que enfrentar.
Oral
Abrir o trabalhoO processo criativo desenvolvido pelos alunos do PIBID
FRANCISCO EDINHO FERNANDES ALVES; Raiane Alves Messias Muniz
Este artigo tem como finalidade relatar a experiência do ensino em teatro realizada no programa PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência. A proposta inicial era levar um pouco do teatro para os alunos da Escola Ensino Médio e Técnico Integral Estado da Bahia, no período de 26 de abril a 07 de junho de 2019. Com o objetivo de promover um conhecimento mais amplo no assunto, buscando construir um interesse maior pela arte. Sendo assim, com uma turma inicial de 6 alunos, foram realizados 7 encontros, trabalhando com eles o teatro direcionado para contação de história, pois tinha como nome da eletiva o grupo de estudo no qual atuamos “Contação de história”, tema definido da eletiva pela própria instituição. Sendo assim, utilizamos como base na nossa metodologia de ensino, dois momentos em cada aula. O primeiro momento era práticas de jogos mais voltados para a atuação e no segundo momento, usávamos jogos que possibilitassem a criação de histórias e o desenvolvimento da oralidade, possibilitando a contação de pequenas histórias vivenciadas por eles ou que os mesmos criassem ao longo dos desenvolvidos jogos. O fichário de jogos teatrais de Viola Spolin foi a principal referência. Ao longo do período das oficinas do PIBID, dividimos em mais quatro etapas. A primeira etapa era a prática de jogos dramáticos voltados para uma técnica mais pedagógicas que promovesse o desenvolvimento de habilidades naturais de cada indivíduo, e necessária para a atuação como: a concentração, atenção, a percepção do espaço, de si e do outro, ritmo, memorização e estímulos à imaginação e criatividade. Na segunda etapa, jogos teatrais, ou seja, jogos com uso de plateia e pequenas cenas a partir do improviso com temas determinados e livres. Na terceira etapa, optamos pela criação de uma história na qual os alunos pudessem encenar. Tal escolha teve por base a primeira aula que os alunos relataram interesse por querer apresentar algo. Por isso, o texto foi desenvolvido partindo de um tema livre para que os mesmos tivessem a autonomia de expressar e escrever sobre o que desejassem. Porém, o tempo foi pouco e corrido para ensaiar e organizar uma encenação. Além do mais, houve muitas faltas por parte dos alunos que comprometia o andamento da apresentação e isso nos levou a optar por fazer leitura encenada com fantoches, ou seja, os estudantes estariam escondido, atrás do cenário lendo o texto e encenando com bonecos. A quarta e última etapa foi a criação do cenário feito com papelão e com auxílio do professor de Artes da mesma escola, onde o processo estava sendo realizado e supervisor do PIBID Arte, Erlandson da Silva Luna. O principal objetivo era fornecer aos alunos a vivência do teatro e desenvolver uma maior autonomia criativa nos alunos. Provocando a reflexão da realidade e histórias do cotidiano dos estudantes, trazendo um pouco da cultura local e de fatores vivenciados por eles com o intuito de construir um interesse maior pela arte, ao associar temas vividos no cotidiano da turma com o teatro.
Oral
Abrir o trabalhoO rap como instrumento para o ensino da linguagem teatral
JÁRDLA MARIA DOS SANTOS PINTO DE MACÊDO; Luzinete Alencar da Silva
O PIBID Artes, da Universidade Regional do Cariri - URCA, é um Programa Institucional de Bolsas de Iniciação a Docência, que busca preparar o acadêmico para a atuação em sala de aula, proporcionando a experiência do mesmo antes da finalização da graduação, oportunizando ao docente um preparo profissional fundamental para entender como funciona a estrutura escolar. Iniciamos a nossa segunda experiência em sala de aula na Escola Estado da Bahia localizada na cidade do Crato e desenvolvemos um trabalho que fazia a junção do Rap, “ gênero de música popular, urbana, que consiste numa declamação rápida e ritmada de um texto, com alturas aproximadas", com o Teatro. Para chegarmos até esse projeto observamos a turma por algum tempo e através de diálogos, percebemos que praticamente todos tinham uma paixão pelo estilo musical, mas o principal objetivo do nosso trabalho é passar as técnicas e jogos teatrais segundo a proposta da autora Viola Spolin e por meio das músicas de rap trabalhar também questões sociais já que esse estilo, popular nas periferias dos Estados Unidos e também nas periferias dos grandes centros urbanos da América Latina, trazem em suas letras significados importantes sobre luta, resistência e igualdade de direitos entre classes e raças que remetem desde o período escravocrata norte americano. Entender e escutar a história dos nossos alunos nos abriu uma porta essencial para iniciar o nosso processo, a maioria não sabia o que era Teatro, e muitos nunca tinham assistido uma peça teatral na vida. Iniciamos então com um diagnóstico a respeito do que é teatro, para então compreender o nível de conhecimento de cada um a respeito do vocábulo Teatro, e logo em seguida fizemos um levantamento com a turma. Iniciamos os trabalhos com os jogos mais simples do fichário da citada autora e aos poucos fomos avançando. Depois introduzimos nesses jogos as músicas de rap (História do Rap para então repassar para os alunos), o nosso objetivo foi formar curtas cenas partindo das músicas trabalhadas em sala de aula. Unir duas artes para desenvolver esse trabalho é uma experiência que precisa ser compartilhada, ainda mais quando esse estilo musical possui um ritmo diferenciado de outros tantos gêneros e letras que são reflexões sobre as condições da periferia e a realidade humana. Por fim objetivamos apresentar no desenvolvimento deste trabalho a relação que o Rap tem com o teatro e as atividades realizadas entre nós, bolsistas do PIBID, CAPES e os alunos da referida escola, desenvolvendo um diálogo entre o meio acadêmico e o preparo que a bolsa oferta com a vivência prática dentro da sala de aula.
Palavras-chave: Teatro,rap,jogos teatrais, educação
Oral
Abrir o trabalhoPARADOXO: DO SABER AO APRENDER
LARISSY MARIA RODRIGUES SIMIÃO; Bruna Barbosa de Oliveira
O presente artigo é o resultado do começo de uma jornada experienciada dentro do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência-PIBID, numa prática que buscou trabalhar as técnicas de improvisação de Viola Spolin e Augusto Boal até chegar à técnica do Teatro do Oprimido, e nesse translado de idéias motivar os adolescentes distanciados da arte, por consequência de uma sociedade que aprisiona a mesma. O trabalho está sendo desenvolvido com estudantes dos primeiros e segundos anos do ensino médio, na instituição de ensino EEMTI Estado da Bahia. A utilização dos jogos teatrais, método usado como forma de ensino igualitário e humano respeitando as limitações dos presentes e instigando neles o fazer teatral. Nos tempos difíceis que vivemos, sentimos a necessidade de levar um tema provedor de senso crítico-político como o T.O, e desta forma adotamos a abordagem proposta pela pioneira em arte-educação e educadora brasileira, Ana Mae Barbosa (2010), a sistematizadora da Proposta Triangular, que por sua vez nos dilata o olhar à uma nova maneira de ensino e aprendizagem que busca acoplar a apreciação, a contextualização e a prática. Neste período em que lecionamos colocamos em prática oficinas e palestras que serviram de inspiração para o nosso executar das aulas. O desafio tem sido mútuo para manter uma conexão de diálogo acerca das diferentes realidades entre o acadêmico e o ensino básico. No entanto é notório o envolvimento do grupo e as discussões sobre utilidade pública, como identificar o opressor e o oprimido, diferenças entre as classes sociais na superação dos desamparos políticos. A nossa corrida busca criar estratégias que fortaleçam a idéia real de sairmos deste desamparo, tornar o não em sim e o sim em não. Todavia, essa tarefa não será possível de forma alguma se caminharmos sozinhas, precisamos seguir diariamente no aprofundamento do conhecimento, ter os ouvidos atentos às orientações dadas pela coordenação, reconhecer os erros e lutar com as armas que temos. Luta? Luta diária melhor dizendo! O enfrentamento das nossas limitações é o primeiro inimigo e colocar em prática a teoria tem sido um verdadeiro general de guerra. No entanto nem concluímos ainda a nossa faculdade e já estamos combatendo tudo isso. Pois temos uma forte arma, à educação, em especial a ação movida pelas ferramentas artísticas que vem nos revestindo dia após dia. O teatro como um dos meios de socialização e inclusão, tal como ressaltar a importância e a tenacidade do PIBID para os estudantes, que os oferece o ensejo em ampliar a cognição por meio das discrepantes linguagens, os fazendo experienciar e realizar suas habilidades e indagações, os alertando ainda dos disfarces presentes no atual (des) governo . Na conclusão das nossas atividades buscamos reunir todo o conteúdo que foi trabalhado durante o processo, finalizando na apresentação de uma cena, apoiada nos fragmentos textuais da obra Romeu e Julieta do dramaturgo e poeta inglês William Shakespeare, sugerido pelos próprios estudantes que tiveram autonomia e criatividade para ressignificar a obra a partir das improvisações e identificando-a à estética do teatro do oprimido.
Palavras-chave: Improvisação,Interação, Senso-Crítico
Oral
Abrir o trabalhoParadoxo: Do Saber ao Aprender
BRUNA BARBOSA DE OLIVEIRA ; Larissy Maria Rodrigues Simião
O presente artigo é o resultado do começo de uma jornada experienciada dentro do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência-PIBID, numa prática que buscou trabalhar as técnicas de improvisação de Viola Spolin e Augusto Boal até chegar à técnica do Teatro do Oprimido, e nesse translado de idéias motivar os adolescentes distanciados da arte, por consequência de uma sociedade que aprisiona a mesma. O trabalho está sendo desenvolvido com estudantes dos primeiros e segundos anos do ensino médio, na instituição de ensino EEMTI Estado da Bahia. A utilização dos jogos teatrais, método usado como forma de ensino igualitário e humano respeitando as limitações dos presentes e instigando neles o fazer teatral. Nos tempos difíceis que vivemos, sentimos a necessidade de levar um tema provedor de senso crítico-político como o T.O, e desta forma adotamos a abordagem proposta pela pioneira em arte-educação e educadora brasileira, Ana Mae Barbosa (2010), a sistematizadora da Proposta Triangular, que por sua vez nos dilata o olhar à uma nova maneira de ensino e aprendizagem que busca acoplar a apreciação, a contextualização e a prática. Neste período em que lecionamos colocamos em prática oficinas e palestras que serviram de inspiração para o nosso executar das aulas. O desafio tem sido mútuo para manter uma conexão de diálogo acerca das diferentes realidades entre o acadêmico e o ensino básico. No entanto é notório o envolvimento do grupo e as discussões sobre utilidade pública, como identificar o opressor e o oprimido, diferenças entre as classes sociais na superação dos desamparos políticos. A nossa corrida busca criar estratégias que fortaleçam a idéia real de sairmos deste desamparo, tornar o não em sim e o sim em não.Todavia, essa tarefa não será possível de forma alguma se caminharmos sozinhas, precisamos seguir diariamente no aprofundamento do conhecimento, ter os ouvidos atentos às orientações dadas pela coordenação,reconhecer os erros e lutar com as armas que temos. Luta? Luta diária melhor dizendo! O enfrentamento das nossas limitações é o primeiro inimigo e colocar em prática a teoria tem sido um verdadeiro general de guerra. No entanto nem concluímos ainda a nossa faculdade e já estamos combatendo tudo isso.Pois temos uma forte arma, à educação, em especial a ação movida pelas ferramentas artísticas que vem nos revestindo dia após dia. O teatro como um dos meios de socialização e inclusão, tal como ressaltar a importância e a tenacidade do PIBID para os estudantes, que os oferece o ensejo em ampliar a cognição por meio das discrepantes linguagens, os fazendo experienciar e realizar suas habilidades e indagações, os alertando ainda dos disfarces presentes no atual (des) governo.Na conclusão das nossas atividades buscamos reunir todo o conteúdo que foi trabalhado durante o processo, finalizando na apresentação de uma cena, apoiada nos fragmentos textuais da obra Romeu e Julieta do dramaturgo e poeta inglês William Shakespeare, sugerido pelos próprios estudantes que tiveram autonomia e criatividade para ressignificar a obra a partir das improvisações e identificando-a à estética do teatro do oprimido.
Palavras-chave: Improvisação, interação,Critico-Politico,Teatro do oprimido
Oral
Abrir o trabalhoPIBID ARTES VISUAIS: UMA EXPERIÊNCIA NA EEMTI WILSON GONÇALVES
ROMILDO TOMÁS DOS SANTOS FILHO
PIBID ARTES VISUAIS: UMA EXPERIÊNCIA NA EEMTI WILSON GONÇALVES GT(nº4): ARTES Romildo Tomás dos Santos Filho (Autor)1 O resumo apresenta a experiência piloto de atividades de iniciação à docência, através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID Subprojeto Artes da Universidade Regional do Cariri - URCA, na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Wilson Gonçalves. Como Supervisor do PIBID pude observar que a chegada das bolsistas à escola configurou um marco histórico para os alunos da escola no tocante a disciplina de arte-educação presente nos três anos do ensino médio. A princípio tivemos duas oficinas no segundo semestre de 2018, período em que foi iniciado o Subprojeto, superando o número de alunos inscritos. Até então, a escola contava apenas com as aulas regulares de arte-educação com os conteúdos presentes no plano de curso. Nesse sentido, me proponho a refletir sobre o ensino das artes visuais no ensino médio a partir da experiência do Subprojeto Arte enquanto eixo formador de professores no Curso de Licenciatura em Artes Visuais da URCA. Os projetos de oficinas elaborados pelas bolsistas possibilitou a vereda metodológica para o acompanhamento semanal dos alunos com a observação do desenvolvimento das oficinas e anotação no diário de bordo. O desenvolvimento das atividades no segundo semestre de 2018 teve início com a divulgação das propostas e inscrições das oficinas. Vale ressaltar que a disciplina de arte-educação não vislumbrava aulas práticas com um viés inovador por diversos fatores, desde a falta de um ateliê que possibilitasse um ensino que aproximasse teoria e prática, materiais suficientes para o número de alunos, até o engessamento do plano de curso exigido pela Secretaria de Educação - SEDUC. Com as oficinas foi possível selecionar os alunos sem a obrigatoriedade de oferta da arte para todos e sim para os que demonstravam afinidade, nesse sentido, percebe-se um caráter mais democrático e que já insere o aluno no contexto pedagógico da metodologia das escolas de tempo integral, ou seja, a oferta das disciplinas chamadas eletivas. No primeiro semestre de 2019 já foi possível constatar uma melhora da disciplina arte-educação e sua identificação com as oficinas do PIBID. As alunas-bolsistas desenvolveram atividades sobre pintura corporal, símbolos, abstracionismo, produção de audiovisual, estudo sobre pigmentos e elaboração de tintas com corantes naturais, bem como construção de painel de cores. Após o primeiro semestre de 2018 foi possível verificar os comentários dos alunos e as indagações de quando as alunas bolsistas retornariam. As estratégias foram eficazes apesar das bolsistas estarem nos primeiros semestres do Curso, em que o percurso entre a formação inicial e a docência não se completaram. Outro aspecto positivo é a interação dos alunos do ensino médio com universitários. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior Capes 1 Licenciado em Artes Visuais - Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF); Professor da Rede Pública do Estado do Ceará; Supervisor do PIBID Subprojeto Artes URCA e-mail: romildotomasd@gmail.com
Oral
Abrir o trabalhoPIBID DE ARTES VISUAIS: DESAFIOS E CONQUISTAS JUNTO À ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO
SARA DA SILVA COSTA; Maria de Fátima Vieira de Oliveira
PIBID DE ARTES VISUAIS: DESAFIOS E CONQUISTAS JUNTO À ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO GT: Artes Sara da Silva Costa 1 Maria de Fátima Vieira de Oliveira 2 Esse trabalho resume nossa vivência, desafios e aprendizado enquanto estudantes do Curso de Licenciatura em Artes Visuais e bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da Universidade Regional do Cariri – PIBID/URCA Subprojeto Arte. Enquanto bolsistas do Programa tivemos a oportunidade de trabalhar oficinas de artes visuais planejadas em dois temas: criação de filmes em stop motion e pintura ao ar livre. Respectivamente, os objetivos das oficinas consistiam em somar aos estudantes um conhecimento técnico de captura e manipulação de imagens, além de cores e pinceladas, revelando a subjetividade, individualidade e criatividade de cada participante. O principal desafio da oficina de stop motion foi a falta de material tecnológico como, aparelhos celulares e multimídia. Solucionamos o problema trabalhando com grupos, assim, era necessário apenas um aparelho celular por equipe, dessa forma pudemos explorar a capacidade dos estudantes de juntos criar situações ou estórias para serem retratadas em um vídeo. A oficina rendeu como resultado algumas animações curtas desenhadas pelos estudantes. Por ser um tema recorrente nos desenhos feitos pelos estudantes para a produção dos stop motion resolvemos explorar a pintura de paisagem na segunda metade do trabalho junto à escola. O objetivo principal desta oficina foi fazer com que eles olhassem o seu entorno, e o vissem também como uma paisagem digna de ser retratada. As atividades pictóricas foram realizadas na parte aberta da escola, onde se podia ver o céu, árvores, os muros da escola, a quadra e etc. Demos a liberdade para cada um escolher o seu ponto de vista para pintar. Com essa proposta o número de participantes nas atividades triplicou. Tivemos menos problemas com a falta de interesse, dispersão e euforia entre os estudantes. A produção também aumentou, já que oferecíamos todo o material necessário. Nessa oficina, entendemos a importância de um ambiente que possibilite a concentração sendo assim um ganho em relação à oficina anterior. Os ganhos em experiência obtidos junto ao PIBID foram até agora muito enriquecedores para nossa prática docente. Cada desafio superado, questionamento criado e o conhecimento que estudantes universitários e secundaristas construíram juntos somaram grandemente com nossa construção profissional e pessoal, no sentido de adquirir segurança ao lecionar para jovens estudantes. 1 Estudante do curso de Licenciatura em Artes Visuais na Universidade Regional do Cariri (URCA), e-mail: sara-costa_@hotmail.com. 2 Estudante do curso de Licenciatura em Artes Visuais na Universidade Regional do Cariri (URCA), e-mail: mariaoliveira20172017@outlook.com. Palavras-chaves: PIBID, iniciação à docência, URCA, ensino de artes visuais. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (CAPES).
Oral
Abrir o trabalhoPIBID TEATRO: EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA
DANYLLO CORDEIRO CAMILO ; Maxwell Henrique Bernardino dos Santos
Neste trabalho, relataremos as experiências práticas vivenciadas pelos autores deste artigo, bolsistas CAPES, no PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência), na E.E.M.T.I Estado da Bahia (Crato/CE), relacionando teoria e prática acerca da teatralidade presente no RPG (Rolling Play Game), destacando as características do jogo e sua funcionalidade no processo de criação teatral de personagens, cenários, figurinos e roteiro. Dividindo este artigo em três fases no seu momento de contextualização, exploramos nossos encontros e questionamentos que antecederam o período do início das oficinas na escola, onde foram discutidos possíveis temáticas e planos de aulas. Em seguida, adentramos na segunda fase que aborda o decorrer das oficinas, discorrendo sobre as mudanças feitas no projeto e nos planos, tal como sobre o desenvolvimento das aulas durante todo o processo, entrelaçando com nossa avaliação crítica acerca da curta experiência em sala com todas e todos os envolvidos e envolvidas. Na terceira e última fase, abordamos o depois do projeto. Neste momento, refletimos sobre todo o decorrer do projeto, explorando as mudanças feitas nesta caminhada, os erros e acertos, e pensamos nas possibilidades de planos e atividades que surgem a partir do que já foi experimentado com a turma. Utilizamos, inicialmente nas aulas, jogos de criação com uma imagem prévia dos personagens existentes no anime televisivo “Ano Hi Mita Hana no Namae o Bokutachi wa Mada Shiranai”, mais conhecido como Ano Hana, para que os estudantes tivessem uma referência próxima como base criativa. Na pesquisa realizada, encontramos também as animações inspiradas em peças teatrais, por exemplo, o anime "Zetsuen no tempest", inspirado na obra "A tempestade" de William Shakespeare, e "Romeu X Juliet" inspirado na obra "Romeu e Julieta" também de Shakespeare, que nos auxiliaram no planejamento. Caminhando por esta mesma perspectiva da conexão entre a turma e explorando formas de apresentar conteúdos, mais precisamente o RPG, relacionamos as obras televisivas que tiveram como matrizes as características do jogo. Por exemplo, a animação “Caverna do dragão”, que foi totalmente baseado no livro “Dungeons and dragons” do escritor Gary Gygax, o livro mundialmente conhecido por discutir as particularidades do jogo. Livro este, que utilizamos como referência para nossos parâmetros. Partimos também dos conceitos de Victor Turner e Patrice Pavis acerca da teatralidade, visando que estes jogos e experimentos, por mais que não tenham vertente, necessariamente, voltadas para a criação teatral, carregam aspectos teatrais que contribuem para tal processo de criação. Dessa forma, investigamos e praticamos a possibilidade de criação cênica de personagens, cenografia, maquiagem, figurino e enredo partindo dos resultados obtidos através dos jogos de RPG em sala de aula.
Palavras-chave: Criação teatral,rpg,jogo,anime,experiência
Oral
Abrir o trabalhoPRÁTICAS EM ARTES EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE SANTANA DO CARIRI
GERLÂNIO ALEXANDRINO DE ALENCAR; Francisca Maria Leal
PRÁTICAS EM ARTES EM UMA ESCOLA PÚBLICA DE SANTANA DO CARIRI GT(4): Artes Gerlanio Alexandrino de Alencar (Autor) Francisca Maria Leal (Coautor) Sislândia Maria Ferreira Brito (orientadora) Este trabalho busca descrever uma experiência em sala de aula em que foi possível observar práticas em artes desenvolvidas em uma turma do 4º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública municipal da cidade de Santana do Cariri. A pesquisa foi desenvolvida a partir das discussões na disciplina de História e Fundamentos do Ensino das Artes durante o V Semestre do Curso de Pedagogia. O mesmo tem como objetivo analisar as práticas do ensino da arte no ambiente escolar, em particular na Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. Para a realização do trabalho foi indispensável ir a campo, e com o intuito de aprimorar o estudo foi-se necessário utilizar fontes bibliográficas. A ida a campo nos possibilitou a coleta de dados tendo em vista: fotos, anotações feitas durante a observação da aula e entrevistar uma professora e dois alunos. Assim, para analisar os dados coletados foi possível recorrer as leituras em Ana Mae Barbosa (1998), John Dewey (1974) e Rosa Iavelberg (2003). Importa ressaltar também o que dizem alguns documentos que evidenciam a arte enquanto componente curricular obrigatório nas escolas, conforme determinação da LDB 9394/96 e o PCN (1997) de Arte, este último define as quatro linguagens a serem incorporadas no currículo escolar das instituições de ensino, as quais são: artes visuais, dança, música e teatro. Também não se pode esquecer da BNCC (2017) que coloca a arte e seu ensino enquanto protagonistas no desenvolvimento de habilidades e competências. De acordo com a pesquisa – observações e entrevistas realizadas, o Ensino da Arte está vinculado a desenhos, pinturas e colagem deixando de lado as demais linguagens. No entanto, ainda torna-se necessário reafirmar a importância dessa área na formação sociocultural do cidadão. Através da observação feita, foi possível perceber que a professora deixava os aluno se expressar livremente e no momento da entrevista feita com os mesmos percebemos que eles gostavam das aulas de arte e queriam mais direcionamento. É necessário que a aula de arte tenha objetivo, o qual esteja ligado ao contexto social da realidade do aluno e da disciplina. Neste sentido, é papel do professor oferecer aos alunos novas estratégias pedagógicas de aprendizagens significativas em arte. Pensar a temática das práticas de ensino em artes na cidade de Santana do Cariri nos ajudou a perceber que este processo de ensino de arte ainda é visto como forma de Passa-Tempo e diante dessa abordagem requer mais que reflexão sobre essa realidade, ou seja, requer mudanças urgentes. Sabemos que a Educação não admite receitas prontas e que cada caso necessita de soluções especificas. Sendo assim, a arte não e diferente, uma boa parte das escolas públicas não disponibiliza matérias necessários e suficiente para as aulas e a carência na formação dos professores é algo preocupante. Portanto, existe ainda muito a se discutir e, portanto, encontrar soluções eficazes e, sobre tudo, agir na tentativa de superar os desafios
Oral
Abrir o trabalhoRedescobrindo:arte, cultura e tradição.
AMANDA MENDES DE JESUS
Redescobrindo: arte, cultura e tradição. GT(nº4): ARTES Amanda Mendes de Jesus O presente resumo versa sobre a experiência da autora em ensino de arte em torno do tema cultura e tradição realizada entre os meses de abril a junho de 2019 na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Wilson Gonçalves no município do Crato – CE no âmbito do Programa Institucional de Iniciação à Docência da Universidade Regional do Cariri – PIBID/URCA Subprojeto Arte. Intitulado como, Redescobrindo, o conjunto de oficinas desenvolvidas com vinte e cinco estudantes teve como objetivo a valorização da história e cultura do povo Kariri enquanto nossos antepassados. Para tanto, foi realizado um estudo sobre as pinturas rupestres do Sítio Santa Fé e os artefatos presentes no Memorial do Homem Kariri, museu localizado no município de Nova Olinda – CE, assim como uma visitação ao Museu de Arte Vicente Leite na cidade do Crato – CE onde estão salvaguardados certos objetos e utensílios do povo Kariri encontrados em escavações arqueológicas durante a construção da Praça da Sé. Como material de apoio para o desenvolvimento dos conteúdos abordados, a bolsista utilizou-se de filmes, fotografias e argila, assim como referências de artistas locais, como a Profª. Drª da URCA Ana Cláudia Assunção, que tem uma pesquisa em pigmentos naturais e o artista, aluno em formação do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da URCA, Filipe Alves que expôs o seu trabalho artístico na Galeria Célia Bacurau resultado de pesquisa junto ao Sítio Santa Fé. A visitação dos estudantes na exposição do artista resultou numa experiência impactante pois todos ficaram impressionados ao ver que o mesmo simples material abordado nas oficinas Redescobrindo, poderia gerar obras de arte com valor expositivo. Todas, essas experiências que os adolescentes viveram nessas oficinas nestes poucos meses foi suficiente para eles perceberem e reencontrarem com outros olhos a cultura e tradição indígena pouco abordada em sala de aula regular. A experiência da autora enquanto bolsista do PIBID/URCA - Subprojeto Arte foi fortemente enriquecedora para a sua formação profissional e humana uma vez que criou uma relação de aproximação com os estudantes estabelecendo vínculos significativos entre a formação básica e universitária. palavras-chave: Pibid, Formação, Artes, tradição, cultura ¹ Aluna do urso de licenciatura em artes visuais da universidade regional do cariri(Urca); e-mail: mendes.amanda484@gmail.com Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior
Palavras-chave: pibid,formação,artes,tradição,cultura
Oral
Abrir o trabalhoResumo sobre minha experiência no PIBID
ALEFF LOHRAN LOPES DE ARAÚJO
GT(nº): PIBID Artes Visuais Aleff Lohran Lopes de Araújo Prof. Daniele Quiroga Este resumo aborda um recorte da minha trajetória enquanto estudante do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Regional do Cariri - URCA bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID – Subprojeto Arte. Minha atuação junto ao Programa teve início em agosto de 2018, no entanto para o presente texto centrarei minha reflexão sobre as atividades desenvolvidas no primeiro semestre de 2019 junto ao Colégio Estadual Wilson Gonçalves situada no município do Crato -CE. Considerando os meus interesses enquanto artista dedicado à pintura, propus aos estudantes participantes do ensino médio, oficinas de pintura em aquarela. Para a realização das oficinas ofereci aos estudantes os materiais próprios para a técnica tais como pincéis, godês de aquarela e papel canson apropriado para técnica para que com isso pudessem ter uma experiência direta com a prática da aquarela a partir de temas propostos em sala. No processo de aprendizagem, inicialmente houve uma dedicação ao estudo sobre os materiais para compreenderem sensivelmente a plasticidade destes materiais para num segundo momento do plano semestral de oficina voltarem-se para a pintura de observação em que deu-se início a criação de imagens. Na sequência realizamos uma proposta lúdica para a produção de retratos dos participantes com características pontuais sobre a aparência e personalidade. As atividades se caracterizaram como algo novo para os participantes pois desconheciam o trabalho em aquarela e que até o momento não haviam tido contato. Com o desenvolvimento das ações educativas os estudantes foram obtendo domínio do pincel quando então começaram a realização de reproduções de obras de artistas da história da arte tais como os pintores Van Gohg e Andy Warhol, Trazendo para a aquarela dos trabalhos de ambos artistas mesmo que se encontrem em períodos diferentes. A experiência que o PIBID me proporcionou me trouxe para mais certo de sala de aula assumindo posto de docente, busquei metodologias para que melhor pudesse repassar para eles o meu reconhecimento, isso me levou a fazer novas pesquisas no mundo da arte, com tudo, aumentei meu campo de pesquisa adquirindo novas referências de trabalhos no qual eu me identifico e buscando modelos de aulas que eu pudesse adaptar-se a melhor forma na minha turma para que a oficina fluísse da melhor forma. Palavras-chaves: PIBID; aquarela; oficina de pintura; ensino de arte Instituição financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nivel superior (Capes)
Oral
Abrir o trabalhoUM OLHAR CRITICO PELAS PERSPECTIVAS DO PIBID EM ARTES VISUAIS
JOSEFA BARBOSA MARTINS
UM OLHAR CRITICO PELAS PERSPECTIVAS DO PIBID EM ARTES VISUAIS GT(nº):ARTES Josefa Barbosa Martins¹ Este trabalho tem o intuito de ressaltar a relevância do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID para a formação inicial de estudantes dos cursos de graduação em licenciatura com foco na experiência específica da autora junto ao Subprojeto Arte da Universidade Regional do Cariri. Considerando que as Artes Visuais não atingem um reconhecimento considerável nas redes de ensino da educação básica, o Subprojeto Arte proporciona a construção de conhecimentos básicos em produção artística com uma abordagem em teoria das Artes Visuais e diferentes técnicas artísticas. Com isso, é possível dizer que o Programa proporciona um ganho duplo para a educação, uma vez que os estudantes participantes são introduzidos aos conhecimentos sobre as Artes Visuais, ao desenvolvimento das habilidades necessárias para um domínio básico da área atrelado a um processo crítico-reflexivo que acompanhava o processo educacional, à medida que os bolsistas, futuros professores, apropriam-se de ferramentas necessárias para desenvolver uma aula de qualidade. As atividades realizadas possibilitam vivências em sala de aula que criam uma relação professor-aluno com uma interação direcionada ao crescimento do aprendizado. Por conseqüência, o licenciando em seu processo de formação tem a oportunidade de reconhecer a realidade das escolas e assim, obter um domínio da prática docente. A inserção de projetos educacionais como o PIBID, em suas diretrizes próprias de atuação, dinamizam o ambiente de ensino-aprendizagem, pois não limita-se a uma formação técnica, mas colabora para a formação sociocultural de todos os envolvidos. O engajamento no Subprojeto Artes abriu as possibilidades para, enquanto estudante em formação, me envolver num movimento político e social de desconstrução do senso comum de que arte na escola limita-se ao mero manuseio de materiais plásticos com a finalidade de atividade recreativa. Cabe considerar no início do processo de planejamento do trabalho foram criadas expectativas de uma realidade distante da vivência do cotidiano escolar das instituições de ensino da educação básica, sendo o referido Subprojeto, fundamental para que o futuro professor conhecer o seu campo de atuação. Apesar das falhas no sistema educacional, o profissional em formação que tem a oportunidade de ser bolsista dos subprojetos de formação docente como o PIBID, tem um reconhecimento significativo da realidade desses espaços institucionais. Palavras-chaves: Formação de Professores; Pibid; Ensino da Arte; Reconhecimento politico. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Palavras-chave: Formação de Professores,pibid,Ensino da Arte,Reconhecimento politico
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Formação de Professores,PIBID Matemática,Metodologias contemporâneas,Ensinar e aprender
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Abrir o trabalhoA sequência didática da prática docente para o ensino da matemática nos anos iniciais do ensino fundamental.
JÉSSICA FERREIRA
A SEQUÊNCIA DIDÁTICA DA PRÁTICA DOCENTE PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. GT(5º): Matemática e Educação Matemática Jéssica Ferreira De Sales Silene Cerdeira Silvino da Silva (Orientador) Este artigo que traz como temática “A sequência didática na organização da prática docente para o ensino da Matemática, nos anos iniciais do Ensino Fundamental”, teve como objetivo compreender a sequência didática como um conjunto de atividades estruturadas para alcançar os objetivos traçados para as aulas de Matemática sobre grandezas e medidas. A experiência aconteceu em uma sala de aula do 3º ano do ensino fundamental em uma escola municipal do Crato (CE), atendida pelos estudantes participantes do PIBID, do curso de Pedagogia da Universidade Regional do Cariri (URCA). A sequência didática, compreendida como uma modalidade de organização das atividades e da prática docente, ainda possibilitou um trabalho interdisciplinar. A partir da observação realizada na sala de aula, percebeu-se que a unidade temática de grandezas e medidas na área da Matemática eram pouco trabalhados em sala de aula. Assim, foi planejado e executado quatro aulas, com duração de uma hora e trinta minutos, partindo-se dos contos “De que tamanho é o pé do rei?” e “Quem vai ficar com o pêssego”, para organização e planejamento da sequencia didática, que trabalhou as habilidades voltadas para medir comprimentos, utilizando unidades de medida não padronizadas, comparar resultados de medidas realizadas com uso de unidades de medida não padronizadas, utilizar os termos: menor, maior, alto e baixo, observar o uso de medidas de comprimento em situações práticas do cotidiano e analisar instrumentos padronizados de medir comprimento. Concluiu-se que o uso da sequência didática, com planejamento antecipado, antecipação dos materiais e jogos a serem utilizados e respeito aos conhecimentos prévios dos alunos para introduzir o assunto, facilitou a condução dos estudantes do PIBID, promovendo a interdisciplinaridade e gerando subsídios teórico-metodológicos para o abandono de uma prática fragmentada e expositiva do conhecimento matemático. Palavras-chaves: Sequência Didática, Processo, Regências, Sala de aula, Pibid. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes). Aluna do Curso de Licenciatura em Pedagogia da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: jessicaferreira1997@outlook.com.br Professora do Departamento de Pedagogia da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: silene.silvino@urca.br
Oral
Abrir o trabalhoAPLICANDO JOGOS PEDAGÓGICOS NAS AULAS DE MATEMÁTICA, UNIFICANDO A TEORIA E PRATICA
LAIRTON ARAÚJO DE SOUZA; Jailza Pereira de Almeida
APLICANDO JOGOS PEDAGÓGICOS NAS AULAS DE MATEMÁTICA, UNIFICANDO A TEORIA E PRATICA. O presente resumo objetiva relatar a experiência desenvolvida na Escola de E.E.M. José Alves de Figueiredo, Localizada em Crato – CE. As atividades do subprojeto PIBID/matemática da universidade regional do cariri (URCA) acontecem com os alunos do 1° ano do ensino médio. A partir das observações feitas em sala de aula, no início do projeto, notou-se a existência de deficiências nos conteúdos básicos de Matemática necessários para dar continuidade dos estudos, seguido do desinteresse em estudar essa disciplina. Buscamos novas estratégias de ensino para melhor desenvolver o conteúdo a ser ensinado de uma forma inovadora para os alunos, que permite estimular o aprendizado. Partindo dessa análise, utilizamos jogos para um aperfeiçoamento das aulas expositivas com objetivos de minimizar as dificuldades que os alunos apresentavam em compreender os conceitos matemáticos. Durante a aplicação das atividades, estruturamos todo planejamento de nossas aulas, deixando os objetivos claramente definidos. Diagnosticamos os conhecimentos prévios dos alunos e suas necessidades essenciais, para a partir daí sabermos quais competências precisariam ser desenvolvidas. Além disso, verificamos quais jogos poderiam colaborar para o melhor entendimento dos alunos em cada conteúdo, para que assim, chegássemos a os resultados esperados. Aproveitamos cada momento da realização dessas atividades para analisar como estava o desenvolvimento do raciocínio dos educandos, sempre que possível fazíamos intervenções pedagógicas para estimular o pensamento dos alunos. Podemos notar que a maioria deles mostraram interesse pelos jogos com motivação, concentração e respeitando as regras postas para cada jogo. Entendemos que ao jogar, os alunos desenvolviam uma grande variedade de competências e apresentavam maior interesse pela proposta. Entretanto, alguns alunos apresentaram dificuldades bem evidentes, inicialmente, como a falta de habilidade de trabalhar em grupo, vergonha de se socializarem e insegurança para realizar as atividades propostas. Mas esse obstáculo foi vencido com êxito, pois demos o suporte necessário em sala de aula para que os alunos superassem esses obstáculos. Com esta experiência desenvolvida, pode-se concluir que os jogos matemáticos contribuíram para um aprendizado significativo. Sendo a utilização desse recurso um ótimo aliado para complementar as aulas expositivas aproximando a teoria e pratica para a realidade dos alunos.
Oral
Abrir o trabalhoAPRENDIZADO E DIVERSÃO: UMA VIA DE MÃO DUPLA
JOSÉ ERNANDES MOREIRA CARNEIRO DA SILVA; Juliana Máyra Pereira de Souza
O Programa Institucional De Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) tem um papel fundamental nos cursos de licenciatura, pois permite aos universitários graduandos um primeiro contato com a realidade escolar, possibilitando ao futuro docente uma visão mais ampla de como será seu futuro ambiente de trabalho. Neste primeiro contato com o ensino básico e o auxílio de nossos coordenadores e supervisores, decidimos trabalhar de forma lúdica, para que conseguíssemos instigar a atenção e o interesse dos alunos, contribuindo assim, para um melhor aprendizado relacionado aos conteúdos básicos para uma concreta compreensão por parte dos alunos. Atuamos na escola de ensino médio E.E.M. Amália Xavier da cidade de Juazeiro do Norte - CE, onde utilizamos várias alternativas dinâmicas, dentre elas vários jogos e inclusive ressaltamos, em especial, o jogo que nomeamos de “Venda seu Produto”, o qual é bem similar ao famoso banco imobiliário, elaborado pelos “Pibidianos” para trabalhar as principais dificuldades remanescentes dos alunos. Este jogo fundamenta-se na busca de compreensão, das quatro operações básicas e porcentagem em específico, devido a defasagem dos alunos nestes conteúdos e também pela importância destes para vida dos discentes. O jogo funciona da seguinte forma, no seu início o aluno terá que criar ou aperfeiçoar um produto, tecnológico ou não, recebendo uma quantia em "dinheiro", e assim, este tem como objetivo chegar ao final da trilha, onde no decorrer são propostos desafios matemáticos com estilo de compra e venda, incluindo-se a isso também a possibilidade de trocas ou empréstimos ao banco, ou seja, uma característica presente no dia a dia de todos. O jogador que alcançar com lucro positivo no final da trilha, demonstrando que seu produto "vendeu bem" vence a partida. Percebemos uma grande participação dos alunos nesta atividade, visto que eles se sentiam motivados a participar, proporcionando assim, um maior desenvolvimento no decorrer do jogo, contribuindo também para o aprendizado dos discentes, revisando conteúdos já trabalhados em sala de aula nas séries anteriores. Contudo, percebemos o quanto é importante a aprendizagem efetiva ao se tratar dos conteúdos básicos para uma melhor compreensão de assuntos mais complexos do ensino médio, a partir do momento que o aluno tem os pré-requisitos necessários, ele demonstra um melhor desenvolvimento na disciplina, evidente até mesmo no modo em que os estudantes agem frente a um desafio proposto em sala de aula.
Palavras-chave: Ensino lúdico,Matemática,Conhecimento
Oral
Abrir o trabalhoASMD E TRILHA DO RESTO: UMA FERRAMENTA PARA AUXÍLIO NO ENSINO DAS QUATRO OPERAÇÕES.
JOSÉ SIMÃO DE OLIVEIRA NETO; MARIA NATHÁLIA BARROS DE SOUZA
O presente trabalho tem por finalidade descrever experiências vividas por alguns dos bolsistas do PIBID, no subprojeto de matemática implantado na escola de E. E. M. Amália Xavier, localizada na cidade de Juazeiro do Norte. Dessa maneira viemos expor, não apenas decisões tomadas para melhorar o ensino de matemática nessa escola, como também nossos planejamentos e execuções em determinadas atividades as quais foram promovidas nos horários destinados ao programa. No primeiro contato com a escola, percebemos que boa parte dos alunos estavam com dificuldades em diferentes temáticas da disciplina, em especial as quatro operações. Dessa forma, utilizamos jogos como ferramenta de ensino da matemática. Entre eles, destacamos a Trilha do Resto e o ASMD que tem como finalidade melhorar a compreensão do conceito e praticar as quatro operações, já que alguns alunos tinham dificuldades na tabuada e por isso não conseguiam assimilar os conteúdos que tinham a mesma como pré-requisito. Foi fundamental para suprir as dificuldades no cálculo mental, já que a tabuada é pouco atrativa para os aprendizes. No planejamento das aulas, não houve exposição direta do assunto e a assimilação do conteúdo surgiu com a interação entre o estudante e o meio. O jogo de tabuleiro ASMD foi desenvolvido com o intuito de estimular o raciocínio lógico na resolução de problemas usando algoritmos e aperfeiçoar o calculo mental. A regra central é jogar três dados cujos valores obtidos devem formar uma expressão e resultar no valor contido no quadrado a frente. A Trilha do resto tem como objetivo principal, facilitar o entendimento da resolução do algoritmo do conteúdo de divisão e do cálculo mental. A regra principal é encontrar o resto da divisão entre os números que estão no quadrado onde o pino do jogador se encontra pelo resultado que obtém ao jogar o dado, dessa maneira o resto indicará quantos quadrados poderá prosseguir. Essa ferramenta se pode aprimorar os conhecimentos de divisão fazendo-se necessário a manipulação do algoritmo manualmente, ao invés de se servir da calculadora para efetuar esse tipo de operação. Portanto, na aplicação dos jogos, notou-se uma agilidade gradativa dos alunos em relação à memorização da tabuada, que por sua vez contribuiu na agilidade do cálculo mental juntamente com um melhor desenvolvimento do raciocínio lógico. Desse modo, os jogos matemáticos vêm para tentar suprir dificuldades, instigando a vontade de olhar, buscar, interessar-se, fazendo com que aprendam.
Oral
Abrir o trabalhoCONTRIBUIÇÕES DO PIBID NA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE MATEMÁTICA NA CONCEPÇÃO DO PROFESSOR SUPERVISOR
ANA LUCIA DE SOUZA DUARTE; Monaliza Cassimiro de Souza; Rafael Aquino Viana da Silva3
O PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) é um programa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoas de Nível Superior – Capes, que tem como iniciativa o aperfeiçoamento e a valorização da formação dos professores para a Educação Básica. O PIBID traz uma proposta de promover a interação entre a universidade e as escolas, através de um trabalho colaborativo utilizando a construção de materiais e atividades pedagógicas que contribuem para fortalecer o processo de ensino e aprendizagem da matemática favorecendo a formação inicial do futuro professor. O presente relato de experiência tem como objetivo enfatizar a importância e as contribuições do PIBID na formação inicial dos futuros docentes, uma vez que proporciona as oportunidades necessárias para que sejam colocadas em prática as teorias estudadas durante a graduação. O estudo foi realizado de setembro de 2018 a junho de 2019, contou com a participação de 3 professores supervisores que acompanharam 31 alunos do curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Regional do Cariri – URCA, em 3 escolas da rede pública, situadas em Crato e Juazeiro do Norte-CE. Foram selecionados para participar do programa alunos que estavam entre o 1º e o 4º semestre e que em sua grande maioria nunca tinham atuado em sala de sala, sendo o PIBID, a sua primeira experiência enquanto professor. Trata-se de um estudo qualitativo cuja metodologia utilizada foi a observação das atividades ministradas pelos pibidianos e também os relatos das vivencias destas atividades. A participação dos pibidianos nas escolas possibilitou a aproximação com a realidade da sala de aula, com os desafios e fragilidades que a docência enfrenta permitindo ao graduando construir uma ligação entre a teoria e a prática devido ao contato direto realizado durante as atividades nas escolas. As experiências vivenciadas pelo professor bolsista durante a sua participação no PIBID, permitiu a aquisição de conhecimento e o desenvolvimento de habilidades que irão contribuir na construção da sua prática pedagógica durante o seu processo de formação profissional. Diante disso, evidenciou-se que o exercício da prática profissional durante a formação acadêmica é de grande valia para o futuro professor que terá a oportunidade de vivenciar situações que possibilitarão uma visão diferenciada sobre o papel do professor na sociedade através das experiências práticas desenvolvidas durante a participação do bolsista nas atividades do programa – PIBID.
Palavras-chave: Formação inicial de professores, Pibid, Urca, Matemática
Oral
Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIAS DO PIBID PEDAGOGIA COM JOGOS MATEMATICOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.
FERNANDO JOSÉ SALIS OLIVEIRA ; Paula Janaína Santiago Silva; Marciely Helena Rodrigues Damacena
O presente trabalho busca apresentar as experiências vivenciadas por estudantes do curso de licenciatura em Pedagogia, bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), na Universidade Regional do Cariri (URCA), com objetivo de analisar a relevância dos jogos como ferramenta para o desenvolvimento e ampliação do conhecimento matemático de crianças da Educação Infantil. A brincadeira e os jogos são momentos importantes em que a criança modela sua personalidade por meio de performances da realidade. Assim, o ato de jogar e brincar representa uma atividade essencial para o desenvolvimento das crianças, especialmente na Educação Infantil, pois, com o passar o tempo, a criança aumenta sua capacidade intelectual desenvolvendo sua autoafirmação que vai se tornando cada vez mais complexa. No trabalho com os conceitos matemáticos, há um distanciamento do aspecto lúdico na mediação e interação entre os professores e as crianças, pois nem sempre os jogos e as brincadeiras aparecem como alternativas que favorece a reflexão e a ampliação dos saberes teóricos e experienciais desta área do conhecimento. Por tais motivos, elencamos trabalhar por meio de jogos e brincadeiras, habilidades do eixo de grandezas e medidas com as crianças de quatro e cinco anos de idade em uma escola pública do município do Crato (CE), com o foco nas medidas não padronizadas, para posteriormente comparar com as medidas padronizadas que são utilizadas no cotidiano. Foi realizado o planejamento de forma coletiva, mediados pelo grupo do PIBID e da supervisora da escola e, posteriormente, foi executado os jogos e brincadeiras com as crianças. Concluiu-se que o uso dos jogos e das brincadeiras com crianças nesta faixa etária, favoreceu a aprendizagem dos conceitos de unidades de medidas padronizadas e não padronizadas, possibilitou a compreensão destes conceitos no cotidiano das crianças, no uso do pensamento lógico matemático e na busca por soluções de situações problemas, além do respeito às regras, ao coletivo, a opinião do outro, tornando a aprendizagem da Matemática mais interessante, visto que ainda é uma área vista como difícil e inacessível.
Palavras-chave: jogos e brincadeiras,aprendizagem matemática,formação docente
Oral
Abrir o trabalhoGEOMETRIA ANALÍTICA NO R³: OBSERVANDO RETAS NO ESPAÇO COM O JOGO DA VELHA
JOSÉ MELQUISEDEQUE SANTOS GRANGEIRO
No ensino de geometria é indispensável a presença do manuseio real do aluno com o universo geométrico. A presença de uma introdução física no ensino da geometria analítica no ensino médio, ajuda com que o aluno entenda melhor alguns conceitos importantes. Para tanto, foi aplicado um jogo chamado “Jogo da velha 3D” como maneira de introduzir conceitos importantes de retas no espaço. Essa aplicação foi realizada com um grupo de alunos de todas as séries do ensino médio da E.E.F.M. Amália Xavier. O objetivo principal da aplicação desse jogo é possibilitar que aluno compreenda o conceito de colinearidade de pontos e seja capaz de encontrar retas no espaço a partir da alocação de pontos no “Jogo da Velha 3D”. O objeto físico do jogo consiste em três tabuleiros de jogo da velha simples colocados um sobre o outro formando uma espécie de prédio. É jogado com três participantes que competem entre si. Cada competidor recebe nove tampas no início da partida com cor diferente dos outros participantes. Em seguida cada jogador coloca uma de suas tampas em qualquer local disponível em qualquer um dos três tabuleiros. O objetivo é que cada participante monte o maior número de retas com três tampas colineares no espaço ou em cada plano. As retas podem ter intersecção entre si e cada um dos participantes deve tentar construir suas próprias retas e fazer com que seus adversários não consigam construir retas. O jogo acaba quando o tabuleiro está todo preenchido de peças e quando as peças dos jogadores acabam. Ganha o jogo quem tiver construído no decorrer da partida o maior número de retas com três pontos colineares. Com essa aplicação, é esperado pelo professor que os alunos compreendam de início o conceito de colinearidade de pontos no plano e no espaço. Além de ser uma atividade agradável para os alunos, possibilita ao professor um caminho muito mais fácil para que o aluno compreenda como é formada uma reta no plano cartesiano ou até mesmo no espaço 3D. Os alunos tiveram uma resposta bastante positiva à atividade assim como foi esperado no planejamento. Alguns alunos afirmaram que conseguiram ter uma visão melhor do que seria o espaço para a geometria, como eles poderiam visualizar pontos colineares no plano e so espaço, poderiam determinar uma reta e intersecções com outras retas. Os conceitos de retas no espaço geralmente são trabalhados com os alunos no terceiro ano do ensino médio, porém as retas também aparecem no estudo de funções e de proporcionalidades, sendo assim, esse jogo pode auxiliar o professor em todas os anos do ensino médio.
Palavras-chave: Geometria, Retas, Espaço, Jogo da velha, Ensino
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Abrir o trabalhoSENTIR E FAZER A MATEMATICA NO PIBID PEDAGOGIA-URCA.
AMANDA MELO DE LIMA; Silene Cerdeira Silvino da Silva; Luiz Carlos Siqueira Carvalho
O presente trabalho trata do subprojeto do PIBID Pedagogia da URCA que traz como temática: Sentir-Fazer a Docência-Discência na escola: o diálogo e a interdisciplinaridade entre as áreas de Língua Portuguesa e Matemática, no que tem como um dos eixos desenvolvidos - Saberes e fazeres para ensinar e aprender Matemática, no qual esta inserido este trabalho, que teve a duração de três meses, na regência de uma turma do 4º ano do ensino fundamental de uma escola do município do Crato - CE. Que teve como objetivo, identificar quais são os conteúdos que não estavam sendo trabalhado nas aulas e analisar como o PIBID Pedagogia pode contribuir no desenvolvimento e aprendizado das aulas. Tendo como problematização a singularidade e a metodologia utilizada e a falta de trabalhar conteúdos como grandezas e medidas. Na efetivação deste eixo, realizamos uma pesquisa qualitativa, na qual se preocupa com a compreensão dos alunos, e com elementos de uma pesquisa participante, quando conhecemos a realidade da escola e dos alunos; quando identificamos que a unidade temática de grandezas e medidas não era trabalhada em sala e quando investimos no uso de métodos que atendessem a necessidade da turma. Assim, foi escolhida a sequencia de atividades como procedimento metodológico para conduzir as regências da sala de aula, pelo fato de abordar um assunto pouco trabalhado em sala de aula, além de não se encaixar nos projetos desenvolvidos pela escola, mas sendo essencial ser visto pelos estudantes, por tratar-se de habilidades voltadas essenciais para o conhecimento dos estudantes, como: contação de história, medição de objetos não padronizados e padronizados, valores de centímetro, metro e milímetro e avaliações escritas. Ao fim, concluímos que os alunos do 4º ano aprenderam a medir seus colegas e objetos, sabendo diferenciar e identificar o que seria padronizado e não padronizado, a saberem os valores de centímetro, milímetro e metro, e a interpretar a disciplina de matemática com as demais, onde tudo isso foi constatado por uma avaliação escrita no fim das regências. Além de concluirmos que o PIBID, pode e é um projeto que traz métodos inovadores para auxiliar no ensino, e na transmissão de conteúdos de forma mais dinâmica e rápida.
Palavras-chave: Matemática,Grandezas e medidas,4° ano
Oral
Abrir o trabalhoUM RELATO DE EXPERIÊNCIA NA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO JOSÉ ALVES DE FIGUEIREDO
REGINALDO JOSÉ DA SILVA; Carlos Felipe Ribeiro Sena; Laíze Bezerra Azevedo
O PIBID (programa institucional de bolsas para iniciação à docência) é um programa que visa a qualificação do futuro docente, lhe deixando apto a ser um bom profissional. Este resumo vem de experiências obtidas pelos bolsistas Reginaldo José¹, Carlos Felipe² e Laíze Azevedo³, universitários da URCA (Universidade Regional do Cariri) do curso de matemática. Suas contribuições de ensino foram no colégio José Alves de Figueiredo, uma escola de ensino médio situada na cidade do Crato-CE. Será relatado nossas experiências com os métodos de ensino tradicional e lúdico (utilização de jogos e outros objetos). Tivemos os objetivos de mostrar conhecimentos obtidos através do ato de ensinar buscando ensinar a matemática de maneira diferenciada, utilizando materiais e jogos para o aluno ter uma percepção real e aplicada da matemática. Começamos o projeto em agosto de 2018, com a utilização de jogos relacionados as dificuldades avaliadas pelo diagnóstico realizado pelo professor orientador Rafael Aquino4. Sempre introduzimos as aulas de maneira lúdica com jogos, em sequência uma aula expositiva abordando conteúdos relacionados aos jogos aplicados, sempre buscando corrigir todas suas dificuldades e retirar quaisquer dúvidas dos educandos. Cobramos bastante a participação dos alunos, pois é a maneira em que podemos avaliar o desempenho e dedicação dos mesmos. Percebemos que o ensino lúdico é um incentivo para a resolução de problemas de uma maneira mais divertida, assim como a utilização da computação que também apresenta ser um bom acessório de ensino utilizando programas como o Superlogo por exemplo, que é um jogo prático e de fácil manuseio, entre outros programas como o Geogebra que é uma multiplataforma para todos os níveis de ensino, que trabalha com gráficos, álgebra, geometria, , tabelas, estatística e cálculo numa única aplicação de maneira dinâmica. Já no tradicional ocorre que é feita uma certa pressão quando é cobrado a participação de um aluno de frente a uma pergunta. A desvantagem de ficar sempre na aula expositivas é que chega a ser cansativa e as vezes pouca proveitosa para o aluno. Logo uma boa solução é saber distribuir a certo dias os dois métodos, interligando ambos, de maneira que melhore a aprendizagem. Diante de ser praticado e percebido por própria experiência, a utilização de jogos produz uma grande eficiência no ensino, pois os alunos se divertem enquanto aprendem, já o tradicional também possui suas vantagens, sendo elas a repetição e memorização do conteúdo teórico, assim analisamos que não é só um método de ensino que vai fazer os alunos terem um bom desempenho, mas sim uma mistura dos ensinos, tradicional e lúdico.
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Abrir o trabalhoOral
Abrir o trabalhoA ARTE NO ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA: UMA PROPOSTA DE INSTRUMENTAÇÃO PARA A TEMÁTICA “CRISE E POLUIÇÃO DA ÁGUA”
ISABEL DOS SANTOS AZEVEDO; PAULO RICARDO BATISTA
A ARTE NO ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA: UMA PROPOSTA DE INSTRUMENTAÇÃO PARA A TEMÁTICA “CRISE E POLUIÇÃO DA ÁGUA” GT(6): Biologia Isabel dos Santos Azevedo Paulo Ricardo Batista A motivação é um fator indispensável no que tange a otimização do processo de ensino-aprendizagem, aquela pode ser expressas nos discentes pelo uso de recursos didáticos-pedagógicos variados, o desenvolvimento artístico constitui um desses recursos. Considerando esse contexto, o uso de estratégias educativas que entrelacem as áreas das ciências humanas e naturais, podem atuar como inovações no ensino de Ciências e Biologia, em consonância as ciências naturais configuram inúmeras temáticas que podem ser trabalhadas de forma lúdica. A teatralidade e a música são ferramentas promissoras, favorecendo a dinamização de idéias e os valores pessoais e sociais relativos a novos saberes. O presente trabalho tem por objetivo ofertar aos docentes em formação a sugestão de um instrumento didático-pedagógico inerente à temática da crise e poluição da água para ser desenvolvido no ensino médio. O estudo trata-se de um roteiro metodológico de intervenção, mediante o vínculo da Arte e Biologia. Para tanto, a esquematização proposta segue-se nas seguintes etapas: a) apresentação da canção Planeta Água de Guilherme Arantes, cujo ciclo da água e seus benefícios são retratados de forma dinâmica; b) o momento pedagógico de revisão centrado no ensino por investigação e construção de mapas mentais; c) apresentação de esquetes teatrais baseadas em literatura de cordel pertinente a temática em questão e paródias autorais. Os objetivos pedagógicos propostos como resultados esperados são a compreensão do ciclo da água e sua importância para a vida, a identificação dos fatores que promovam a crise e poluição da água, o entendimento das consequências da crise e poluição da água para a sociedade, a análise no cotidiano de atitudes que podem contribuir para a crise e poluição da água e a promoção da interação professor/aluno e aluno/aluno. Por fim, cabe destacar ao docente a exploração da aplicação desse instrumento proposto a fim de selecionar estratégias de intervenção adequadas para a construção do conhecimento dos discentes. Palavras-chaves: Produções Artísticas; Ciências Naturais; Metodologias Alternativas; Aprendizagem significativa. Aluna do Curso de Licenciatura em Biologia da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: isaallazevedo@gmail.com Aluno do Curso de Licenciatura em Biologia da Universidade Regional do Cariri (Urca); e-mail: pauloricardoadauto@outlook.com
Palavras-chave: Produções Artísticas , Ciências Naturais , Metodologias Alternativas ,Aprendizagem Significativa
Oral
Abrir o trabalhoA DISLEXIA NO ENSINO DE CIÊNCIAS: UMA PRÁTICA EDUCATIVA CONSTRUIDORA DE APRENDIZAGEM
THAIS FAUSTINO BEZERRA; Joana Darc Costa Silva Bezerra; José Freitas Araújo; Viviana Freitas Araújo
A dislexia é um distúrbio na aprendizagem, causando contrariedade na parte de assimilação e identificação da escrita e leitura. Dessa forma, tornam-se indispensáveis práticas educativas inovadoras e estimulantes para os discentes, pois, podemos amenizar os sintomas causadores de desentendimento na aprendizagem. Nossa pesquisa é designada como um levantamento bibliográfico e aplicada no contexto escolar, nessa concepção estudamos os seguintes autores: Alves (2010), Amaral (2006), Borba (2006), Mantoan (2006), Monserrat (2004), Perrenoud (2000), Lara (2004), Mousinho (2003), Antunes (2003), Rizzo (2001), Oliveira (2001), Callois (1990), Bauer (1997), Cruz (1999), Piaget (1970 e Ajuriaguerra (1984). Além do mais, o presente trabalho tem a finalidade relatar uma prática educativa pelo jogo no ensino de Ciências, com os alunos da escola de rede pública do município de Missão Velha, Ceará. Os alunos tiveram a oportunidade de conhecer os planetas do sistema solar por uma explicação do conteúdo e o jogo educativo, aprendendo conceitos básicos e as suas características de composição sobre os planetas terrestres e gasosos, nomeando cada um dos planetas, desenvolvendo a memorização, diferenciando o movimento de rotação e o movimento de translação, e estimulando e trabalhando a leitura pelo livro. Os jogos são um recurso pedagógico substancial e fundamental, pois, impulsiona e motiva o processo de ensino-aprendizagem, isto é, compreensão e interpretação dos alunos no período aquisitivo do estudo no contexto escolar. O docente deve procurar adotar o jogo como um instrumento na facilitação de ensino-aprendizagem, transformando a prática em prazerosa e produtiva, o hábito deste objeto tem a propriedade de proporcionar ao aluno um novo olhar positivo ao aprendizado. O estágio de obtenção de novos saberes é crucial para a vida dos alunos disléxicos, porque eles poderão frequentar o ensino médio, faculdade e alcançar um excelente emprego. Por intermédio da nossa prática houve uma melhora significativa na aprendizagem dos discentes, eles tiveram a oportunidade aprender o conteúdo de uma maneira divertida, ou seja, permitindo para todos a aquisição do conhecimento e quebrando os desafios do ensino-aprendizagem nas escolas públicas.
Palavras-chave: Dislexia,Ensino de Ciências,Jogos
Oral
Abrir o trabalhoA EDUCAÇÃO SEXUAL NA ESCOLA FIGUEIREDO CORREIA
ALYNE MARIA NASCIMENTO SANTOS; Maria Eudair Oliveira da Silva; Maria Estefany da Silva Silqueira
A sugestão da pratica apresentada neste presente estudo, foi desenvolvida a partir da vigência do programa Institucional de Bolsa de Iniciação á Docência PIBID na escola E.E.M.T.I.Figueiredo Correia no período de agosto de 2018 á junho de 2019 no qual irá dar continuidade até o final da vigência da bolsa. No qual pode-se concretizar a importância deste trabalho. A escola Figueiredo Correia ´por está localizado no bairro Pio XII onde se tem uma população carente de informações sobre este assunto e grande índice de jovens e adolescentes gravidas no qual muitas destas jovens desistem dos estudos por não ver outra alternativa além de se dedicar a sua gestação. Visando a necessidade de transmitir mais informações por meio mais aprofundado a coordenação da Escola Figueiredo Correia juntamente com os alunos bolsistas do PIBID buscar não somente com está eletiva de Educação Sexual mais como outras orientar de forma didática domesticar tabus, preconceito e estigmas muitos deles por falta de conhecimento ou que foram impostos pela sociedade. O objetivo deste trabalho e mostrar a diferença entre o sexo e a sexualidade que prevê a formação dos estudantes para agir com responsabilidade preparar os adolescentes para a vida sexual de forma segura, O papel destas eletivas e orientar estes jovens e adolescentes a tomar decisões com base em princípios éticos, cuidar emocionalmente de si e dos outros e acolher a diversidade sem preconceitos. Focando nos temas principalmente nas seguintes problemáticas: Doenças sexualmente transmissíveis, Gravidez na adolescência, Métodos contraceptivos como também enfatizando os problemas e riscos de inicia uma vida sexualmente ativa precocemente As aulas foi ministradas de uma forma aberta, buscando ouvir as duvidas e experiencias dos alunos de forma dialogada, livre de mitos e preconceitos referentes a sexualidade para melhor aplicação das eletivas sem causar danos ou problemáticas ao público alvo onde se foi abordado das seguintes formas metodológicas: aula explicativa e dialogada, dinâmicas em grupos, palestras, filmes; Questões mais amplas e polêmicas foram discutidos com maior tranquilidade os temas abordados onde os próprios alunos apresentarão seminários abordando as principais doenças sexualmente transmissíveis, produção confecção de cartazes e apostilas de conscientização e prevenção das principais DST´s. Conclui-se que esta eletiva e importante como necessária para que haja assim continuidade desta orientação no ambiente escolar vendo também a importância do acompanhamento dos pais nesse processo. Por isso tudo, o debate sobre a Educação Sexual, bem como sua promoção efetiva, é indispensável aos docentes, discentes, comunidade escolar e família. Não resta dúvida da necessidade de se trabalhar a Educação Sexual desde o seio familiar até a escola.
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Abrir o trabalhoA EXPERIMENTAÇÃO EM SALA DE AULA: FUNGOS NO COTIDIANO
PAULO RICARDO BATISTA; ISABEL DOS SANTOS AZEVEDO
A EXPERIMENTAÇÃO EM SALA DE AULA: FUNGOS NO COTIDIANO GT(6): Biologia Paulo Ricardo Batista Isabel dos Santos Azevedo Os fungos são organismos eucariontes abundantes no nosso cotidiano, são responsáveis pela reciclagem da matéria orgânica, em sala de aula tais organismos costumam ser trabalhados de maneira apenas expositiva e descritiva, o que acarreta deficiência na contextualização e problematização em relação à realidade dos discentes. Tendo em vista esse cenário, a experimentação em sala de aula se apresenta para o preenchimento dessas lacunas no ensino de Ciências e Biologia. O presente trabalho tem por objetivo expor um relato de experiência de um experimento realizado em sala de aula, discutindo seu procedimento e expondo os resultados obtidos na aprendizagem. Trata-se de um estudo de caso desenvolvido com base na vivência de uma experimentação sistematizada na escola de Ensino Fundamental Jerônimo Freire dos Santos, no município de Juazeiro do Norte, Ceará, três turmas de 7º ano compuseram a amostra da pesquisa. O experimento consistiu na observação diária do crescimento de bolores em pães umedecidos, requeridos em um momento anterior, para cada aluno. Os pães foram acondicionado em garrafas PETs e armazenado na instituição. A observação pelos alunos decorreu durante três dias consecutivos, no terceiro dia, a análise dos pães embolorados foi contrastada com o conteúdo ministrado. As três turmas de discentes participaram da pesquisa durante o experimento se mostraram curiosos, interessados e motivados a participar. Todos os discentes trouxeram sua individual amostra de pão e garrafa PET seccionada, e em sala de aula sob orientações, umedeceram os pães, e colocaram dentro das garrafas. No decorrer do experimento, expuseram as seguintes indagações: O que vai ocorrer? Por que isso aconteceu? Qual a relação desse experimento com o conteúdo? Observou-se que o instrumento viabilizou a motivação e a interação aluno/aluno e aluno/professor. A aplicação do experimento também permitiu a avaliação da aprendizagem no âmbito diagnóstico, bem como o vínculo entre teoria e prática. Por fim, conclui-se que a experimentação em sala de aula, na ausência de laboratórios específicos de Ciências e Biologia, mostrou-se eficaz na construção do conhecimento ao mesmo passo que foi encarada como um método inovador e interessante por parte dos alunos, o que contribuiu significativamente para o aprendizado dos mesmo frente a temática em questão. Palavras-chaves: Ensino de Biologia; Micologia; Aula Prática; Construção do Conhecimento.
Palavras-chave: Ensino de Biologia , Micologia , Aula Prática , Construção do Conhecimento
Oral
Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DO PIBID NO DESENVOLVIMENTO DE PRÁTICAS ALTERNATIVAS NO ENSINO DE BIOLOGIA
REIJEANE PEREIRA ROMÃO; Evely Tayne da Silva Santos; Cicera Elizonete Quindere Nascimento; Rafael Carvalho de Lacerda
O programa institucional de bolsa de iniciação a docência (PIBID) visa introduzir o licenciando no espaço escolar, para que ele possa compreender o cotidiano escolar e aprender a lidar com outras situações além da sala de aula, desenvolvendo projetos de caráter inovador e interdisciplinar. Diante do exposto, o presente trabalho relata uma vivência ocorrida na E.E.M. Amália Xavier, com alunos em dependência de Biologia do 1º ano, participaram da atividade 10 alunos que não conseguiram êxito na disciplina no ano anterior, esse o motivo da dependência. Sob a orientação e supervisão da professora regente e supervisora do PIBID, foi elaborado um plano de aula com um cronograma a ser desenvolvido em 10 aulas presenciais, estas realizadas no LEC – Laboratório Escolar de Ciências. Para saber o quanto os alunos detinham de conhecimento de Biologia, foi realizado um teste de sondagem com algumas perguntas básicas do assunto, presentes na grade curricular do 1º ano, para posteriormente após as aulas ministradas, o mesmo ser aplicado aos alunos e, por conseguinte observar se houve compreensão do assunto a ser transmitido durante as aulas planejadas. Seguindo o cronograma, foram ministradas 4 aulas utilizando recurso de multimídias com apresentação de slides, estas por sua vez o mais dinâmico e atraente possível para deter a atenção dos alunos e melhor compreensão, 2 aulas práticas preparando e diferenciando célula animal da vegetal, 2 aulas para a confecção em 3D de uma célula animal e uma célula vegetal, confeccionado a partir de massa de modelar, como trabalho para obtenção de nota, e para finalizar foi realizado uma avaliação de múltipla escola com questões referente ao assunto apresentado e explicado em sala. E finalizando todo o processo foi realizado novamente o teste de sondagem, no qual teve um resultado muito positivo, através dele foi possível perceber quais as dificuldades dos alunos, pois no primeiro teste realizado os alunos apresentavam um grau muito elevado de dificuldade, ao ponto de não saber diferenciar célula animal da vegetal, conhecimento básico de biologia para o 1º ano. Com essa experiência foi possível perceber a grande relevância do programa de iniciação a docência, uma vez que o mesmo possibilita de forma ativa a participação nos processos que envolvem a formação docente, desde o planejamento, execução e avaliação da prática pedagógica, permitindo o contato com a realidade e contexto da sala de aula. As aulas práticas escolares devem estar associadas a métodos inovadores e criativos, que além de despertar a curiosidade dos alunos, deve contemplar problemáticas que permeiem a realidade do público, visto que assim eles poderão associar os conteúdos abordados em sala de aula com os problemas vividos no seu cotidiano, para que possam realmente desenvolver um senso para a área ou objeto estudado.
Oral
Abrir o trabalhoA Importância do PIBID no Processo de Formação Docente na E.E.M Amália Xavier
RAFAEL CARVALHO DE LACERDA; Monalisa Alves Brito; Reijeane Pereira Romão
O Programa Institucional de Iniciação à Docência - PIBID é de extremo valor para o processo de formação de professores. O projeto ele foi criado no ano de 2009 pelo ministério da educação com auxílios de bolsas de iniciação à docência para alunos de graduação dos cursos de licenciatura para atuação em escolas da rede pública, supervisionados por coordenadores e professores da área de atuação. Nesse aspecto, foi perceptível o progredir do rendimento nas escolas que tinha adotado o PIBID como uma forma de melhorar o desempenho de alunos com dificuldades de aprendizagem. O presente resumo trata-se da atuação do PIBID de Biologia na Escola de Ensino Médio Amália Xavier localizada no município de Juazeiro do Norte-CE, onde foram realizadas atividades com alunos do 1º, 2º e 3º ano durante o período de 10 meses, em diversos ambientes da escola, como sala de aula, Laboratório de Ensino de Ciências – LEC, refeitório, Laboratório Educacional de Informática e Biblioteca, com o foco em melhoria da aprendizagem e aproximar mais os alunos dos conteúdos estudados em sala. Uma das primeiras participações foi no Ceará Científico na qual foi possível acompanhar os alunos que foram apresentar seus trabalhos na Etapa Regional. A participação na jornada pedagógica e nos planejamentos por área do conhecimento, foram fundamentais para conhecer os projetos a serem desenvolvidos pela escola e a dinâmica de atuação. Várias atividades foram desenvolvidas, como aulas práticas no laboratório de ciências junto aos professores regentes, colocando em prática os conteúdos visto em sala, com as turmas do 2º foi desenvolvido a instrumentação do assunto visto em sala: linhagem filogenética para compreender o surgimento das espécias ao longo do tempo, através da construção de estruturas e visualização com recortes de imagens. Como previsto no PPP da escola, foram realizados pelos bolsistas as Olimpíadas de Astronomia e Biologia e Mostra Brasileira de Foguetes – MOBFOG com aulas preparatórias para a realização das provas. A produção científica aconteceu com muito êxito, houve a participação com publicação de trabalhos em eventos de cunho científico, como a Semana de Iniciação Científica, ENALIC - Encontro Nacional das Licenciaturas e X SNEE- Simpósio Nordestino de Etnobiologia e Etnoecologia. Percebe-se então que as atividades realizadas durante o período de permanência dos bolsistas na escola, vem contribuindo muito para a formação docente possibilitando novos diálogos, discussões e experiências.
Palavras-chave: Pibid, Prática,Docência
Oral
Abrir o trabalhoANÁLISE MICROBIOLÓGICA EM BEBEDOUROS DE INSTITUIÇÃO PÚBLICA DE ENSINO MÉDIO NA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE CEARÁ
DAYANA MENEZES DOS SANTOS; MIGUEL VINÍCIUS SANTANA XAVIER DE OLIVEIRA; ALYNE MARIA NASCIMENTO SANTOS; FRANCISCO RONALDO VIEIRA FREITA
A água é uma das substâncias mais presentes na natureza e elemento vital e indispensável para a sobrevivência e existência de todos os seres vivos de maneira geral. Quando tratada adequadamente, torna-se investimento na saúde e condições de vida, do contrário, pode tornar-se veículo de fonte de contaminação. Os bebedouros podem ser fontes favoráveis de contaminação se não forem devidamente higienizados, pois há contato direto entre pessoas com hábitos de higiene desconhecidos e se estes aparelhos não passarem por todas as etapas de tratamento que garantem o controle, qualidade e boas condições de uso, podem transmitir doenças através do consumo de água. Diante do exposto, considerando o contexto escolar e a vulnerabilidade dos jovens aos microrganismos, o presente trabalho tem por objetivo analisar a presença de micro-organismos em bocais de bebedouros em instituições de ensino público, além disso, a presente pesquisa também visa contribuir para que as instituições tomem conhecimento sobre os devidos cuidados e higienização que esses aparelhos devem ter, mantendo assim os padrões de potabilidade da água e higienização dos bebedouros ou qualquer outro aparelho que influencie na qualidade da água. Pensando nessa problemática, a presente pesquisa foi realizada em uma escola pública na cidade de Juazeiro Norte Ceará no bairro PIO XII, tendo sido coletada 6 amostras de bocais de bebedouros. As amostras coletadas foram inoculadas em meio Ágar e levada a estufa para crescimento a 36°C por 24 horas e em seguida observadas se o meio inoculado houve crescimento de microrganismos. A análise microbiológica dos bocais dos bebedouros revelou que, das amostras semeadas em meio Ágar, todas (100%) apresentaram resultados positivos para microrganismos. Um trabalho realizado por Araújo et al. (2009) também detectou a presença de ferrugem e outras impurezas nos bebedouros de escolas públicas em Boa Vista (RR). Segundo o autor, os aparelhos se encontravam em mau estado de uso. Assim, a melhor forma de evitar a proliferação dessas impurezas e presença de micróbios como fungos, bactérias e vírus entre outros, seria a manutenção e limpeza semanal desses aparelhos de acordo com a necessidade. Por meio deste estudo, observou-se que processos higiênicos e medidas educacionais voltadas a saúde pública, são cada vez mais necessários para a qualidade de vida no ambiente escolar. Assim, é necessário que as instituições de ensino busquem capacitar, conscientizar e educar os funcionários que realizam a limpeza desses aparelhos, protegendo assim os discentes e toda a comunidade escolar de contaminações e tendo um ambiente mais saudável e livre de doenças.
Palavras-chave: Escola,Bebedouros,Análise microbiológica,Higienização
Oral
Abrir o trabalhoAS DINÂMICAS USADAS COMO FERRAMENTA DIDÁTICA PARA DISCUSSÕES SOBRE SEXUALIDADE E GÊNERO NA ESCOLA ESTADUAL VIRGÍLIO TÁVORA NAS AULA DE BIOLOGIA
ALAN BELIZÁRIO CRUZ; MARIA EUDAIR OLIVEIRA DA SILVA; MARIA ESTEFANY DA SILVA SILQUEIRA; NORMA SUELY RAMOS FREIRE BEZERRA
Em busca de aprimorar o ensino nos conteúdos de Biologia no ensino médio, optamos por pensar em uma forma de contribuir para os processos de ensino e aprendizagem, lançando em sala a temática de jogos didáticos, com essa ideia elaborarmos um jogo didático, onde aplicamos a dinâmica de discutirmos sobre sexualidade e gênero com os discentes da escola Estadual Virgílio Távora em Barbalha-CE, essa temática pode ser abordada através do Programa Residência Pedagógica que está inserido na escola. As aulas de Biologia são pautadas no tradicionalismo, onde sempre os professores não buscam inovações ou tecnologias diferentes que possam tornar as aulas mais prazerosas, fazendo com que o próprio ambiente escolar se torne mais dinâmico ou seja eles preferem ministrar os mesmos conteúdo sem auxílio de jogos dinâmicos ou práticas contemporâneas, mas sempre esperando receber novos resultados. Com tudo isso percebe-se o quanto isso impede um melhor desenvolvimento de ensino e aprendizagem dos alunos, impedindo os mesmos a desenvolverem melhores habilidades e competências, e também acaba não auxiliando-os a terem uma melhor assimilação dos conteúdos, entre a teoria e prática. Ao usamos esse jogo inserimos nos discentes uma nova metodologia de construção de conhecimentos, onde podemos dialogar a formação do adolescente dentro de uma sociedade com pluralidade de ideias. Os limites impostos ao exercício de se pensar em sexualidade nas escolas trazem a constatação de que os temas relacionados à sexualidade são abordados muitas vezes de formas erradas, métodos utilizados para jogos possam acontecer e com isto possa ser mediado discursão entre os alunos na sala de aula reconhecendo assim o seu gênero e do outro, sendo que até nas próprias falas dos alunos é perceptível ainda os estereótipos arraigados em falas ligadas ao patriarcado e ao machismo de que mulheres e homens tem que seguir um padrão imposto pela sociedade com intuito de seguir logística e as chamadas “modinhas”, foi colocado no quadro branco na sala de aula as mulheres são... os homens são... sendo que abre uma discursão na sala visando como se ver enquanto homens e mulheres e perceptível que as falas discentes ainda são poucas preconceituosas com sigo mesmo. Contudo conclui-se que a sociedade com pensamentos diversos tem ainda um pensamentos muito concreto de que temos muito desconstruir tudo que foi imposto pela sociedade muito complexada mais que através do ensino de ciências e biologia aonde encontramos uma forma de descontruir esta sociedade totalmente empobrecida de conhecimentos sobre a referente temática.
Palavras-chave: Ensino de Ciencias, Genero
Oral
Abrir o trabalhoAVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NO ENSINO DE BIOLOGIA: VIVENCIADO A AÇÃO DOCENTE
GIZEUDA FERNANDES DA SILVA ARAUJO; Ms. Norma Suely Ramos Freire Bezerra; Patrícia Almeida Tavares Gonçalves
Considerando que a formação de professores é ampla e diversificada em suas várias concepções e dimensões, os programas de formação docente financiados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES tem proporcionado aos alunos dos Cursos de Licenciatura em Ciências Biológicas a imersão nas escolas para vivenciarem a profissão docente. Por meio do programa, os discentes possuem a oportunidade de entender a funcionalidade e finalidade da profissão docente, assim como as propostas que o sistema educacional possui para o ensino e aprendizagem. Neste sentido, a referida experiência vem proporcionar aos professores em formação conhecimentos sobre a ação docente, preparando-o para entender a realidade, assim como, a importância de ser professor pesquisador no campo do ensino. Com isso o trabalho tem como objetivo comparar os resultados das avaliações aplicado aos alunos da escola face o processo de imersão e regência vivido pelo professores residentes atuantes na escola. Em termos metodológicos, o trabalho caracterizou-se como sendo um estudo descritivo, exploratório com abordagem qualitativa. A pesquisa foi realizada na E.E.M. Virgílio Távora, localizada na cidade de Barbalha - CE, em uma turma do 2º ano do ensino médio, no período de fevereiro à junho de 2019. Os resultados encontrados a partir das avaliações realizadas pela escola permitiu identificar que as notas antes da imersão e regência dos residentes na escola estavam abaixo de seis pontos, consideravelmente baixas. Foi identificado falta de compreensão em termos científicos, dificuldade de interpretação de textos científicos e dificuldades em relação a compreensão dos processos biológicos a partir da compreensão dos princípios da Alfabetização Científica. Foi realizada intervenções por parte dos residentes, quanto ao ensino da Biologia, de forma a, contribuir para compreensão dos conhecimentos biológicos de forma a permitir aos estudantes as aplicações da Biologia para a melhora da qualidade de vida, nessa perspectiva, foram realizada, aulas dinamizadas, práticas e lúdicas, contextualização dos conteúdos, bem como avaliações problematizadas nas quais instigavam os alunos a reflexão e discursão dos conteúdos. Com isso após a realização de novas avaliações da aprendizagem, pode-se observar, que os o alunos obtiveram maior êxito tendo-se com isso uma queda em relação as notas do primeiro período. Conclui-se com isso que o processo de ensino exigi das partes envolvidas um maior comprometimento e sensível em relação ao processo de ensinar e de aprender. Frente aos desafios inerentes a ação de ensinar cabe aos professorem em formação, reavaliar o processo educativo tendo em vista a aprendizagem significativa e científica dos estudantes.
Oral
Abrir o trabalhoAVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA: A CONSTRUÇÃO DE INSTRUMENTOS DIDÁTICOS COMO ESTRATÉGIA LÚDICA PARA O ENSINO DE BIOLOGIA
MARIA EDILANIA DA SILVA SERAFIM PEREIRA; Norma Suely Ramos Freire Bezerra; Patrícia Almeida Tavares Gonçalves
O ensino de Ciências e Biologia, ao longo dos últimos anos, tem contribuído para o fortalecimento do processo de ensino e de aprendizagens dos alunos considerando o processo ativo dos estudantes no contexto de sua formação cidadã. Neste sentido, o professor desempenha um papel fundamental no desenvolvimento da criticidade, habilidades e o crescimento intelectual, na medida em que desenvolve em suas aulas devem o interesse e a participação ativa dos aluno, instigando-os ao protagonismo, tornando-os sujeitos ativos do processo e acompanhando a construção do conhecimento do aluno. O presente trabalho tem como objetivo geral analisar a importância do uso de jogos como estratégias metodológicas para o ensino de Biologia. Em termos metodológicos, a trabalho caracteriza-se como sendo um estudo descritivo, exploratório com abordagem qualitativa. Os resultados aqui apresentados são frutos da avaliação diagnóstica das experiências vivenciadas pelos residentes durante as aplicações das atividades desenvolvidas a partir dos projetos de intervenção pedagógica, jogos interdisciplinares e debates, durante a e regência desenvolvida na E.E.M. Virgílio Távora, localizada na cidade de Barbalha – CE, por meio do Programa de Residência Pedagógica – CAPES. Os resultados da avaliação diagnóstica apontam para um acompanhamento e planejado e orientado, no qual foi possível a realização e efetivação das ações. O jogo intitulado “A lata quente” construído a partir das atividades lúdicas conhecida como “Batata Quente” e “Estatua” contribuíram para uma aula dinâmica no qual abordou-se os conteúdos de Protistas e Fungos. Neste jogo, os alunos formaram um círculo e enquanto tocava uma música previamente selecionada eles passavam uma bola de mão em mão. Quando a música parava, quem estivesse segurando a bola tinha que escolher uma das perguntas contidas em envelopes dentro da lata sobre o assunto discutido anteriormente, se errasse o aluno tinha que escolher outro envelope contendo perguntas surpresas, que motivasse esse aluno a falar um pouco sobre si a fim de tornar este momento mais descontraído, e tirasse a tensão do momento por se tratar de um momento de revisar os conhecimentos deles. O jogo foi todo elaborado e cima de materiais sustentáveis de modo a incentivá-los a adotar hábitos sustentáveis. De acordo com os dados da pesquisa, os alunos relataram compreender os conteúdos abordados de forma mais simples o que demonstra a eficácia do jogo. Sendo assim, pode-se concluir que o uso do jogo nas aulas de Biologia contribuem significativamente para o fortalecimento do ensino e da aprendizagem.
Palavras-chave: jogos,ensino de biologia
Oral
Abrir o trabalhoBINGO DIDÁTICO: UMA NOVA FERRAMENTA NO ENSINO DAS INTERAÇÕES ECOLÓGICAS
FRANCISCO WALISON DOS SANTOS MACHI; Saú Cristovão da Silva; Cícero Magérbio Gomes Torres; Norma Suely Ramos Freire Bezerra
BINGO DIDÁTICO: UMA NOVA FERRAMENTA NO ENSINO DAS INTERAÇÕES ECOLÓGICAS GT (6º): Biologia Francisco Walison dos Santos Machi Saú Cristovão da Silva Cícero Magérbio Gomes Torres Norma Suely Ramos Freire Bezerra Luiza Maria Valdevino Brito (orientadora) A construção do conhecimento no ensino básico necessita de estímulos interessantes, é primordial que se tenha uma atração por parte dos docentes e discentes para descobrir novos conhecimentos científicos. Deste modo, o licenciando deve desenvolver estratégias pedagógicas que atraiam cada vez mais ambas as partes para a participação em sala de aula. Com isso, este estudo teve como objetivo a construção de um bingo didático para o ensino de ciências e a aplicação do mesmo no ensino das interações ecológicas nos ecossistemas. Esse bingo foi desenvolvido pelos alunos do programa de residência pedagógica da Universidade Regional do Cariri e aplicado no 7º ano do ensino fundamental da E.E.F João Alencar de Figueiredo, localizada na cidade de Juazeiro do Norte, Ceará. O bingo contem números de 01 (um) a 10 (dez) que corresponde as bolas com termos de interações ecológicas (exemplo de: Predação, Parasitismo, dentre outros), um mediador faz o sorteio aleatoriamente, para que os jogadores possam verificar de forma associativa em qual exemplo é para colocar os números dos termos em sua cartela. Para cada termo, um exemplo ou dois eram colocados na cartela, um total de 15 exemplos para ser preenchido com o número correspondente do termo. Essa estratégia didática foi aplicada com 29 discentes após aula expositiva, debate e conversa sobre o conteúdo das interações ecológicas. Dois deles atingiram o número máximo de associação (termo e exemplo) e outros 07 discentes não conseguiram concluir ou não conseguiam associar nenhum termo/exemplo no tempo estimado, o restante, correspondente a 20 discentes, associaram metade ou mais da metade dos termos/exemplos sem deixar nenhuma das opções da cartela em branco. Com esse estudo podemos concluir o quanto as atividades inovadoras contribuem no significado do conteúdo de sala de aula com o cotidiano dos discentes e docentes, permitindo uma assimilação e construção do seu conhecimento, bem como a motivação para buscar novos saberes. Novas metodologias didáticas também contribuem na formação do licenciando, vivenciando a experiencia de mudança de um modelo tradicional de ensino e tendo uma percepção inovadora dentro de sala de aula. Palavras-chaves: Didática; Residência Pedagógica; Ensino de Ciências. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes).
Oral
Abrir o trabalhoConstrução de foguetes e conceitos astronômicos em preparação para MOBFOG-Mostra Brasileira de foguetes
LUCAS DOS SANTOS SA; Raimundo Miguel da Silva Junior; Cicera Elizonete Quindere Nascimento; Monalisa Alves Brito
A Mostra Brasileira de Foguetes – MOBFOG, é uma olimpíada inteiramente experimental com objetivo de construir e lançar foguetes, visando atingir a maior distância possível, tanto foguetes como base de lançamento devem ser construídos pelos alunos individualmente ou em equipes. A mostra pode ser realizadas em escolas públicas ou privadas, os participantes devem ser alunos do ensino fundamental e médio. O presente trabalho tem o intuito de relatar as experiências de participação da E.E.M. Amália Xavier na 13° Mostra Brasileira de Foguetes, sob a orientação e preparação dos alunos pelos bolsistas do PIBID de Biologia. O objetivo do trabalho foi para era que os alunos sob a orientação dos bolsistas construíssem um foguete utilizando materiais de baixo custo. Posteriormente foi realizado o lançamento, e os foguetes que chegasse a distância exigida pelo regulamento de acordo com o nível em que os alunos estavam participando passariam para a próxima fase. Para a preparação dos alunos a participação da mostra, foi divulgado em sala e nos ambientes da escola as datas de inscrição e realização e a formação de uma equipe olímpica para participar de aulas no contraturno sobre os conhecimentos básicos de astronomia, construção e lançamento de foguetes. Foram realizados cinco encontros que se iniciou com apresentação do regulamento para que eles ficassem a par das regras estabelecidas para que fosse feito o procedimento e materiais utilizados para a construção e lançamento do foguete, como as vestimentas que eram necessárias e equipamentos de proteção. Os próximos encontros seguiram com vídeos e diálogos entre os participantes quanto aos conhecimentos básicos de astronomia e astronáutica e descreviam o ambiente de uma agência espacial, e como e realizado o processo de treinamento de um astronauta. Os vídeos, a construção e lançamento dos foguetes tiveram a intenção de despertar ainda mais o interesse dos alunos com relação a astronomia e astronáutica, e como as práticas realizadas na MOBFOG estão vinculados com as demais disciplinas que eles tem contato no ambiente escolar como física, química e biologia. Dessa maneira os alunos tiveram uma vivência que possibilitou aos mesmos o contato direto com práticas experimentais ao assimilar com teorias vista em sala de aula. Assim eles poderão observa de forma minuciosa e detalhada como ocorrer uma prática experimental, e como cada passo que e dado para se realizar o procedimento esta interligado a teorias ensinadas no ambiente escolar.
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Abrir o trabalhoGEOBOOK: UMA PROPOSTA DE INCLUSÃO NO GEOPARK ARARIPE
CALEBE LUCAS FEITOSA CAMPELO; Patric Anderson Gomes da Silva; Davi Silva Facundo de Matos; Mateus Pereira Santana
Uma sociedade inclusiva é a meta de muitas instituições, para isto, tem-se buscado metodologias e ações para que pessoas com algum tipo de deficiência ou limitação seja, de fato, incluída, sem distinção, em diversos ambientes. Por este motivo, atualmente, temas que abordem a temática têm sido amplamente debatidos, políticas públicas e educacionais estão cada vez mais investindo na aplicabilidade de ações nessa área. Os deficientes visuais ou pessoas com baixa visão, precisam ser incluídas nessas atividades, para isto, é importante e necessário o desenvolvimento de instrumentos, materiais e ações adaptados para acessibilidade. A priori, se faz necessário situar que a tecnologia do audiobook é utilizada em grande parte por deficientes visuais, mas que não deixa de ser também muito utilizada por videntes. Destaca- se, que o audiobook é colocado dentro do conceito de livro, sendo de tal relevância para a inclusão no âmbito da educação. Nesse contexto, o presente projeto tem como finalidade elencar dois pontos importantes para a democratização da educação no Cariri cearense, fomentando a divulgação e promovendo o conhecimento da história do Geopark Araripe através do audiobook, uma tecnologia que promove a inclusão social e cultural de pessoas com deficiência visual. Destaca-se que o presente projeto está sendo desenvolvido por alunos do ensino dos anos finais do ensino fundamental e médio do Colégio Paraíso, localizado na cidade de Juazeiro do Norte-CE, sob a orientação do professor de Biologia. Para uma fundamentação mais detalhada do presente projeto, foi desenvolvido um questionário com 13 com perguntas pertinentes a produção de material didático para pessoa com deficiência visual e sobre a importância da divulgação do Geopark Araripe no meio educacional. O questionário foi feito com o uso do forms, onde o link foi divulgado no instagram do colégio e pelos grupos de whatssap pelos orientadores e orientandos.Os alunos em número de 3 realizam as gravações de 15 em 15 dias utilizando gravadores de voz onde narram um livro que descreve as características de cada geossítio. A utilização de aparelhos eletrônicos para a produção do audiobook sob o tema do Geopark Araripe é inédito, constituindo assim, um projeto de inovação tecnológica, popularizando a ciência, tornando o acesso as informações ao alcance de todos. Á guisa de conclusão, o presente projeto que está sendo desenvolvido é de fundamental importância para formação de cidadãos preparados para o século XXI, no viés de democratizar a educação e fomentar a educação inclusiva.
Oral
Abrir o trabalhoHQS COMO FERRAMENTA PARA TRABALHAR EDUCAÇÃO AMBIENTAL
EDNALVA DA SILVA SANTOS; Antônio Maxuel Lima da Silva; Antônia Patricia do Carmo Trajano
Atividades que incentivem o desenvolvimento artístico e a criatividade podem ser usadas como metodologia alternativa para o ensino de ciências e biologia. As histórias em quadrinhos (HQs) são consideradas como um meio de comunicação, no qual as histórias são contadas através de narrativas com imagens desenhadas e textos relacionados a elas. As HQs podem ser usadas como ferramentas instigadoras para problematizar questões ambientais, que além de auxiliar na compreensão de diferentes conceitos ligados a disciplina, também proporciona intertextualidade pela relação com outras disciplinas como a língua portuguesa e artes. A utilização de HQs em sala de aula permite um melhor desempenho no processo de ensino/aprendizagem, pois contribui para o melhoramento do senso crítico, proporciona maior reflexão sobre o assunto abordado, aumenta a motivação dos estudantes para a aula e aguça a criatividade. Pensando nisso, foi lançado a proposta de utilizar as HQs como mecanismo para trabalhar a Educação Ambiental. A oficina foi pensada e realizada por bolsistas do PIBID da escola EEMTI- Wilson Gonçalves, na cidade do Crato, durante a eletiva de Educação Ambiental. A confecção deste material objetiva desenvolver a criatividade e a criticidade dos alunos acerca de questões de cunho ambientais, além de contribuir para a melhoria do ensino e aprendizagem. A aplicação foi dividida em duas etapas, o primeiro passo foi apresentar aos alunos alguns elementos básicos para a construção das Histórias em Quadrinhos e suas características, dialogando sobre a produção das mesmas, assim, esquematizou-se o passo a passo para auxiliar no processo de criação das histórias. Durante a segunda etapa, para realizar a produção, a turma foi dividida em cinco grupos com três ou quatro alunos; cada grupo escolheu uma temática relacionada a Educação Ambiental e criou personagens para protagonizar as histórias, em seguida foram desenvolvidos roteiros para as histórias, que foram criadas em seguida. Após a criação das histórias, os alunos distribuíram em falas o conteúdo abordado e apresentaram suas histórias, as quais apontam possíveis soluções aos problemas ambientais abordados. Ao termino da aplicação do instrumento didático pedagógico, conclui-se que a metodologia trabalhada aproximou os alunos dos problemas ambientais causados pelo homem, e despertou neles uma maior consciência ambiental quanto à suas ações, contribuindo para a formação cidadã do grupo e favorecendo o processo de ensino-aprendizagem.
Palavras-chave: Histórias em Quadrinhos, Oficina,Educação Ambiental, PIBID
Oral
Abrir o trabalhoINSTRUMENTAÇÃO COMO FORMA DIDÁTICA PARA O ESTUDO DA EVOLUÇÃO DOS SERES VIVOS.
EVELY TAYNE DA SILVA SANTOS; Reijeane Pereira Romão; Rafael Carvalho de Lacerda; Maria das Graças Santos da Silva
A temática “Evolução Biológica” traz consigo inúmeras discussões, em qualquer ambiente que esteja, inclusive na escola, uma vez, que sua abordagem em sala acarreta dificuldades implícitas na aprendizagem dos alunos quanto a percepção e a compreensão de termos científicos, suposições conceituais, explicações de fenômenos e teorias muito importantes no ensino da evolução. Sendo assim buscamos debater sobre a importância da abordagem desta teoria através da utilização e construção do cladograma em 3D como uma forma de ferramenta lúdica, com o intuito de apresentar aos alunos a história evolutiva dos seres vivos os fatores que levaram a evolução e diferenciação das espécies possibilitando a biodiversidade e relacionando o assunto com outras áreas biológicas. O presente trabalho descrito é um relato de experiências vivenciadas na E. E. M. Amália Xavier, onde a escolha do tema (evolução dos animas – invertebrados) a se trabalhar foi em acordo com a necessidade das turmas, as mesmas demostravam dificuldades na compreensão do assunto em sala de aula. Participaram dessa atividade de estudo os alunos do 2º ano A, B, C, D, E, e G em um total de 80 alunos, nos turnos manhã e tarde, durante as aulas de biologia. Segundo as professoras os alunos apresentavam um grau de dificuldade em conceituar e definir a filogenia das espécies de invertebrados, diante disso surge a ideia de estudo a partir de métodos de instrumentação. A atividade foi realizada na escola em um espaço aberto fora da sala de aula, no refeitório. De forma bem dinâmica, a estrutura do cladograma foi construído com fitas coloridas diferenciando cada filo e após uma roda de conversa sobre evolução, parentesco e observação de imagens os alunos participantes foram contribuindo colando imagens de animais representantes dos filos, citando suas características em acordo com os conhecimentos apreendidos durante a roda de conversa e sanando suas dúvidas. Os resultados dessa atividade foram significativos e de valor, uma vez que os alunos conseguiram compreender e aprimorar algo já estudado em sala de aula e fundamental para a organização e entendimento dos próximos conteúdos apresentados pelas professoras regentes. Essa experiência foi muito gratificante tanto para alunos, para melhor compreender o conteúdo, como para pibidianos (como futuros docentes) e professores regentes, pois a mesma possibilitou aos participantes um diálogo rico em construtivo em busca de sanar dúvidas e dificuldades encontradas nos alunos através de diferentes formas didáticas.
Palavras-chave: Cladograma, Evolução, Aprendizagem
Oral
Abrir o trabalhoJOGO DE TABULEIRO COMO MÉTODO AVALIATIVO NA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO VIRGÍLIO TÁVORA, BARBALHA, CEARÁ
ISABEL DOS SANTOS AZEVEDO; PAULO RICARDO BATISTA; PATRÍCIA ALMEIDA TAVARES GONÇALVES; NORMA SUELY RAMOS FREIRE BEZERRA
JOGO DE TABULEIRO COMO MÉTODO AVALIATIVO NA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO VIRGÍLIO TÁVORA, BARBALHA, CEARÁ GT(6): Biologia Isabel dos Santos Azevedo Paulo Ricardo Batista Patrícia Almeida Tavares Gonçalves Norma Suely Ramos Freire Bezerra Cícero Magérbio Gomes Torres (orientador) O ensino por investigação constitui uma abordagem didática de grande valia para o ensino de Biologia, fundamentada no estímulo a elaboração de indagações, bem como a construção de hipótese para a resolução de tais questionamentos a elaboração de indagações e hipóteses. Aquele, aliado a instrumentação pedagógica favorece a motivação e o interesse dos discentes, características essenciais para o desenvolvimento de um processo de ensino-aprendizagem que culmine em uma aprendizagem significativa, vinculando teoria e prática. Nesse cenário, os jogos se apresentam como força motriz para o estímulo, a dinamização e a participação dos alunos de forma proveitosa na construção do conhecimento. O presente trabalho tem por objetivo avaliar a aprendizagem de uma turma de 2º ano, mediante a aplicação de um jogo de tabuleiro como instrumento didático lúdico referente à temática dos vírus, e facilitar a compreensão desta. Trata-se de um estudo de caso elaborado com base na aplicação de tal instrumento em sala de aula, com posterior avaliação diagnóstica da aprendizagem dos alunos, a pesquisa foi concretizada em abril/2019 na escola de ensino médio Virgílio Távora em Barbalha – CE, tendo como amostra vinte e oito discentes. O jogo de tabuleiro compreendeu uma sequência lógica de perguntas referentes ao conteúdo ministrado em aula. Uma ficha norteadora foi utilizada para auxiliar na avaliação diagnóstica. Seguindo os aspectos norteadores elencados na ficha, os alunos mostraram-se curiosos, demonstram interesse e as principais dúvidas proferidas foram sanadas no decorrer da aplicação do instrumento. Observou-se que o instrumento favoreceu a motivação, bem como a interação aluno/aluno e aluno/professor, ambos necessários para a introdução e desenvolvimento do ensino por investigação centrado na instrumentação pedagógica. A aplicação também permitiu a avaliação da aprendizagem, possibilitando diagnosticar o nível dos alunos, suas competências e as dificuldades encontradas e assim viabilizou o estabelecimento de estratégias de intervenção para resolvê-las. Por fim, constatou-se o grande fomento dessa vivência à construção do conhecimento dos discentes, notou-se também o bom desempenho dos alunos. Palavras-chaves: Instrumentação Didática; Ensino de Biologia; Avaliação Diagnóstica.
Palavras-chave: Instrumentação Didática , Ensino de Biologia , Avaliação Diagnóstica
Oral
Abrir o trabalhoMODELO DIDÁTICO: CONSTRUÇÃO E APLICAÇÃO DE MAQUETE SOBRE FECUNDAÇÃO EM MAMÍFEROS PLACENTÁRIOS
ANTONIA PATRICIA DO CARMO TRAJANO ; Carlos Antônio Muniz Martins; Juliana Gonçalves de Araújo; Paulo Henrique Pereira Nobre
No ensino de Embriologia algumas dificuldades são encontradas devido a usabilidade de conceitos complexos e abstratos, características microscópicas de estruturas, além da precária infraestrutura laboratorial e ausência de recursos didáticos adequados como os modelos tridimensionais, o que leva os professores a se restringir ao uso do livro didático e imagens planas. Uma das soluções para esse problema é a construção de modelos didáticos tridimensionais. Dessa forma, foi construída uma maquete sobre a temática “Fecundação em Mamíferos Placentários” a partir de materiais alternativos como isopor, gessos e papel. A aplicação deu-se a uma turma do 9 ano da escola pública de Ensino Fundamental Estado da Paraíba localizada na Praça Dr. Joaquim Fernandes Teles, 727, Pimenta, Crato-CE. A priori houve uma aula com a utilização da maquete e a posteriori um questionário de múltipla escolha composto por dez questões foi utilizado para obtermos os resultados da aplicação. Aplicado a 30 discentes, 28 responderam. Com relação aos resultados, 71% dos alunos afirmaram que a escola não usa maquetes ilustrativas nas aulas de biologia e somente 21% dos alunos afirmam que a escola já utilizou maquetes para alguma aula; 89% dos alunos concordam que a maquete trouxe maior compreensão sobre o tema específico de embriologia; 82% e 75% dos alunos entrevistados concordaram, respectivamente, que o tema específico abordado ficou mais claro com a utilização da maquete e que aula com essa ferramenta metodológica fica mais compreensível em vez da aula somente expositiva; 85% concordaram que a utilização da maquete construída com material alternativo estimula a criatividade dos alunos e torna mais agradável à aula; 46% afirmam que as formas embrionárias na maquete podem apresentar as mesmas estruturas dos livros; quando indagados sobre a maquete proporcionar inclusão social, podendo ser um recurso didático importante para alunos com deficiência visual, foi possível perceber um divergência de opinião e 25% concordaram totalmente; 71% afirmaram que a maquete estimula a participação ativa dos alunos durante a aula e 64% concordam que o uso de modelo didático como maquete enriqueceu a temática para o ensino de embriologia. Foi observado que as instituições de ensino ainda não dispõem de materiais como esse para aulas de embriologia e quando tem não utilizam. Os próprios docentes concordam que de fato poderia acrescentar no ensino este modelo de aprendizagem porém a disponibilidade de horário e local para este é dificultoso. Os resultados mostram que obtivemos sucesso com o material e isso corrobora com a ideia de que os docentes devem investir na construção desse tipo de material, pois necessitamos de metodologias bem-sucedidas quando falamos de ação docente. Infelizmente não conseguimos atingir a utilização do material produzido para o público com deficiência visual e esse ponto deve ser melhorado.
Palavras-chave: CONSTRUÇÃO,MAQUETE,FECUNDAÇÃO,MAMÍFERO
Oral
Abrir o trabalhoMORFOLOGIA DAS PLANTAS: APRENDIZAGEM E DIVERSÃO
PAULO RICARDO BATISTA; ISABEL DOS SANTOS AZEVEDO
O ensino de Botânica, devido à cegueira botânica e a relação seres humanos/plantas, por vezes, é expresso como desinteressante aos discentes, prejudicando o processo de formação dos mesmos. O uso de metodologias alternativas no ensino de Ciências e Biologia tornou-se notável nos últimos anos, tendo em vista o grande aporte ao aprendizado. A introdução de ferramentas didáticas que promovam o interesse e a motivação dos alunos em relação aos conteúdos de Botânica na educação básica constitui uma estratégia eficaz. O presente trabalho tem por objetivo promover a dinamização do processo de ensino-aprendizagem pertinente a área da Botânica das ciências naturais, através de metodologias alternativas. A pesquisa trata-se de um estudo de caso baseado na aplicação de um minicurso na escola de ensino fundamental Jerônimo Freire dos Santos em Juazeiro do Norte – CE, tendo como amostra três turmas de 7º ano. O seguimento do estudo se deu em duas etapas, à teórica e a prática. Para tanto, foram utilizados exemplares de plantas monocotiledôneas e eudicotiledôneas (raízes de feijão, capim-santo, cana-de-açúcar e grama; caules de laranja, abacate, maracujá, capim-santo e cana-de-açúcar; folhas de feijão, milho, laranja, abacate, maracujá, capim-santo, cana-de-açúcar e grama e sementes de feijão, milho, arroz, laranja, abacate e maracujá). Uma ficha contendo a sistematização da dinâmica foi empregada para anotações dos aspectos morfológicos das folhas, raízes, sementes, folhas e caule dos vegetais e sua diferenciação. O interesse e a motivação para a participação foram os aspectos qualitativos notáveis, corroborando com estudos que evidenciam aqueles como itens de grande valia para um significativo processo de ensino-aprendizagem. Na primeira etapa, o conteúdo de morfologia das plantas angiospermas foi ministrado em debates e discussões. Posteriormente, os discentes separaram as partes dos exemplares das plantas e, sob orientação, iniciou-se a classificação morfológica de cada parte do vegetal, concomitante a levantamento de indagações e o preenchimento da ficha sistematizada. Observou-se que a metodologia favoreceu a interação entre os alunos, bem como contribuiu para a dinamização do conteúdo. A fomentação advinda do minicurso foi constatada no decorrer de avaliações diagnóstica posteriores pertencentes à temática. Conclui-se que o uso de metodologias alternativa no ensino de Botânica, favorece a construção do conhecimento e consequente aprendizagem significativa por intermédio da diversão.
Palavras-chave: Ensino de Ciências e Biologia , Botânica , Teoria e Prática
Oral
Abrir o trabalhoNOVAS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NAS AULAS DE CIÊNCIAS: UTILIZANDO O HACKING STEM
MATEUS PEREIRA SANTANA; Calebe Lucas Feitosa Campelo; Patric Anderson Gomes da Silva; Davi Silva Facundo de Matos
Com a popularização das novas tecnologias da informação e comunicação (TIC), a sociedade atual experimenta um momento de transformações em diversos âmbitos: social, político, cultural, econômico e consequentemente educacional. Destaca-se que essas mudanças provocadas pelas TICs causam impactos diretamente na educação, em relação a formação do novo cidadão que o mundo global exige, ou seja, pessoas flexíveis, proativas, e que saibam resolver problemas de maneiras inovadoras. Dentro desse contexto, não se pode negar que o papel do professor dentro da sala de aula e sua relação com os alunos têm se modificado, por conseguinte aplicar metodologias antigas já não chamam mais a atenção dos alunos, o que pode causar um baixo rendimento no ensino e aprendizagem. Assim, surge algumas indagações: Quais metodologias podem ser aplicadas em sala de aula com o uso das TICs? Quais os desafios dos professores no século XXI? Ressalta-se que a metodologia utilizada para esse trabalho foi um estudo de caso em um colégio da rede privada de ensino, o público foram 120 alunos do ensino fundamental II. A metodologia aplicada em sala de aula foi uma prática intitulada “Moinhos de Ventos” que simulava a energia eólica, a aula foi obtida na plataforma Hacking Stem disponibilizada e desenvolvida pela Microsolft Educacion e, a avaliação da aula foi realizada pelo forms. As práticas são oferecidas de forma gratuita e disponível de forma online, são práticas simples e que utilizam material de baixo custo, podendo ser adquiridos por escolas privadas e públicas. Os materiais utilizados foram, copos descartáveis, cola, tesoura, Arduino, roldanas, espetos de madeira, resistor de 110 ohm e o suplemento do Data Streamer para verificar a potência dos moinhos. Ressalta-se que a prática desenvolvida envolveu de forma interdisciplinar as disciplinas de ciência, matemática, engenharia e física, para avaliação e feedback da aula foi utilizado o forms outra metodologia onde os alunos respondem a questionários online e o professor tem acesso ao horário que o formulário foi respondido, ao nome do aluno e o tempo que o aluno utilizou para responder. O feedback da aula foi excelente, sendo que os resultados obtidos foram através do forms. Essas duas metodologias que utilizam o Hacking Stem e o forms fogem das metodologias tradicionais, levando professores a reflexões sobre suas práticas e abrindo um leque de novas possibilidades onde professores e alunos devem mergulhar, em busca da construção do conhecimento. Á guisa de conclusão, a plataforma Hacking Stem e o forms servem como subsídios para o uso adequado das TICs, tornando-as importantes ferramentas para o ensino e aprendizagem e auxiliando a formação do cidadão do século XXI.
Palavras-chave: Formação de professores,TICs,Avaliação,Didática
Oral
Abrir o trabalhoO ENSINO DE CIÊNCIAS E BIOLOGIA: REALIDADE E PERSPECTIVA NA ESCOLA DE ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO DONA CLOTILDE SARAIVA COELHO, JUAZEIRO DO NORTE, CE.
ELANE SOARES ARAUJO; CICERA SIMONI DA SILVA; MARIA EDUARDA FERNANDES DA SILVA
O ensino de Ciências e Biologia no Brasil tem obtido um resultado insatisfatório, pois ele está sendo abordado de acordo com o senso comum pedagógico, onde os professores não mostram o verdadeiro significado das ciências. Partindo da concepção do ensino científico defendido e debatido por vários autores que estudam essa área do conhecimento que relatam todo o caminho percorrido pelo mesmo desde a sua implantação no Brasil até atualmente, mostram os avanços desse ensino científico como Componente Curricular e as causas que impedem o desenvolvimento de uma aprendizagem plena. Nessa concepção de ensino científico seus desafios e dificuldades, foi realizada uma pesquisa cujo tema é “O ensino de Ciências e Biologia: realidade e perspectivas na Escola de Ensino Fundamental e Médio Dona Clotilde Saraiva Coelho”, situada na cidade de Juazeiro do Norte-CE. Essa pesquisa foi executada com o objetivo de fazer um estudo sobre a realidade do ensino científico, compreender os motivos que impedem a realização de um ensino de caráter construtivista, quais as dificuldades encontradas pelos docentes, qual a participação da instituição de ensino para um ensino eficaz e para disponibilização de materiais de apoio na escola campo de estudo. A metodologia utilizada foi a realização de um questionário com perguntas objetivas e subjetivas para os docentes da área de ciências. Dentre os professores questionados todos tinham graduação de Licenciatura em Ciências Biológicas e faziam também especialização como formação continuada. Usavam diversas formas de aplicar o conteúdo, como aulas com diálogos, saídas a campo, uso de computadores e internet, paródias e músicas como atividades lúdicas, vídeos educativos e construção de mapas conceituais. A escola não possui laboratório de ciências, mas promovia aulas de campo. Um dos maiores desafios dos professores ao lecionar Ciências e Biologia é a demanda excessiva de trabalhos em limitado período de tempo como provas e resultados do ENEM e SPAECE. A indisciplina, a abstração por falta de laboratório, a falta de recursos e de investimento na educação também foram mencionados como desafios. As perspectivas dos docentes em relação ao ensino de Ciências e Biologia é que promova a formação de alunos conscientes e aptos para entender os problemas atuais. Conclui-se que apesar de todos os avanços, existem muitas dificuldades como falta de material para aulas práticas, falta de motivação, entre outras. Devem ser criados métodos de ensino mais eficazes, principalmente para despertar o interesse dos alunos, deve ser cobrado ao governo disponibilização de materiais para aulas práticas e construção de laboratório nas escolas
Palavras-chave: DOCÊNCIA,APRENDIZAGEM,MÉTODO CIENTÍFICO
Oral
Abrir o trabalhoO USO DE CARTAS COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA NO ENSINO DE BIOLOGIA
FRANCISCA SAMARA MUNIZ DOS SANTOS; Norma Suely Ramos Freire Bezerra; Patrícia Almeida Tavares Gonçalves
O ensino de Biologia ao longo das últimas décadas tem sofrido várias transformações, tanto no campo epistemológico quanto no campo da prática. As mudanças estão associadas às transformações sociais, científicas e tecnológicas oriundas das revoluções tecnocientificas, principalmente com a invenção da internet que passou a globalizar as informações e transmite em tempo real, bem como aos novos equipamentos de informação que possibilitou acesso rápido e fácil a várias informações. Essa nova realidade desafiou os professores a repensarem suas práticas em sala e as metodologias utilizadas, no intuito de elaborar aulas contextualizadas com a realidade dos estudantes tornando-as mais atrativas. Neste cenário, o professor passa a assumir uma função de mediador, e o aluno, o protagonista do próprio conhecimento, recorrendo a metodologias ativas que possam integrar e despertar a curiosidade dos estudantes. Este trabalho tem como objetivo apresentar a importância dos jogos lúdicos no processo de ensino e aprendizagem como ferramenta de avaliação diagnóstica. Em termos metodológicos, este trabalho caracteriza-se como sendo um estudo descritivo, exploratório com abordagem qualitativa. Quanto aos resultados encontrados destaca-se o uso do jogo de cartas como estratégia didática, pedagógica e interdisciplinar, de caráter lúdico, no qual se pode trabalhar em inúmeras abordagens em relação aos conteúdos de Biologia. O jogo consiste em cartas enumeradas contendo questões subjetivas e objetivas sobre assuntos de Biologia. Para a realização do jogo de cartas, a turma foi dividida em dois grupos, onde elegeu-se um representante de cada grupo para escolher uma carta em meio a várias embaralhada e proceder com a leitura da mesma para o seu grupo. Após a leitura, caso o grupo não conseguisse responder, passava a vez para o outro grupo, no qual atingiria maior êxito o grupo que acertasse o maior número de perguntas. Conclui-se com isso que a utilização do jogo de cartas apresentou-se como um instrumento que estimulou os estudantes a interagir, demonstrando a cada acerto ou erros sua potencialidade e dificuldades em relação aos assuntos abordados. Neste sentido, para os alunos, o jogo apresentou-se como um instrumento essencial para diagnosticar a aprendizagem, de forma a distanciar-se das estratégias mais tradicionais tais como, exercícios e avaliações escritas, que para os alunos são atividades que inibe o protagonismo, sendo ainda considerado por estes cansativo e pouco atrativo. Por fim a utilização do jogo de cartas promove a integração e participação dos estudantes durante o processo de ensino e de aprendizagem de Biologia.
Palavras-chave: jogos de cartas,interdisciplinaridade
Oral
Abrir o trabalhoOLIMPÍADA DE BIOLOGIA COMO ESTIMULO DE ATIVIDADE DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA
MONALISA ALVES BRITO; Cicera Elizonete Quinderé Nascimento; Raimundo Miguel da Silva Junior
A Olimpíada Brasileira de Biologia – OBB, tem por foco avaliar o desempenho do ensino-aprendizagem dos aluno e professores no ensino de biologia, forte contribuinte para o fortalecimento do ensino de Biologia. Para a realização dessa olimpíada é necessário um grande conhecimento na área de ciências, principalmente por parte dos professores que são os mediadores dos discentes. Esse tipo de participação em estudos para competições, contribuem não apenas para o desenvolvimento dos discentes no contexto escolar, mas também para formação do docente que se aprimora. O PIBID (Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência) na escola Amália Xavier da qual conta com 8 bolsistas de Biologia desempenhou um papel de grande importância na realização da OBB – Olimpíada Brasileira de Biologia, ao se integrar da vivência escolar, com a oportunidade de colaborar, planejar e pôr em prática os conhecimentos a favor de ações que possibilitam e contribuem para a formação docente. A participação do PIBID foi através da divulgação da olimpíada nas salas, inscrição dos alunos, motivação em participar, planejando e ministrando aulas durante um mês com carga horária de 3 horas semanais, atendendo os turnos manhã e tarde no turno inverso a aula. Aulas dinâmicas, com recurso de multimídia, e em diversos ambientes da escola, como os laboratórios de ciências e de informática e biblioteca, com resolução de provas anteriores. Durante as aulas foi possível perceber a reflexão, o estímulo a curiosidade, pois o objetivo dos bolsistas como aprendizes e mediadores do conhecimento para os alunos era de possibilitar o avanço do conhecimento, a compreensão dos conteúdos de Biologia visto anteriormente em sala e de instigar a busca do novo e da valorização de uma oportunidade única de mostrar que é capaz de chegar ao alto nível do saber. Durante esse período observamos ainda, uma grande dificuldade dos discentes em termos da área da biologia entre conceitos básicos e fundamentais. Para a consolidação do nosso objetivo visamos principalmente um método de ensino que saísse da método tradicional, ministrando aulas por meios de debates, assuntos que abordava a biologia e temas da atualidade. Essa experiência foi de grande valor, contribui ainda mais o pensamento investigativo, lógico, reflexivo, auxiliando a comunicação, cooperação na dinâmica do ensino aprendizagem em favor a educação e sociedade, através da vivência e do contato direto com todos os integrantes e todos os ambientes da escola.
Oral
Abrir o trabalhoPIBID- COMO MÉTODO DE ENSINO DA OLIMPÍADA BRASILEIRA DE BIOLOGIA NA ESCOLA AMÁLIA XAVIER, JUAZEIRO DO NORTE-CE
CICERA ELIZONETE QUINDERÉ NASCIMENTO; Reijeane Pereira Romão; Monalisa Alves Brito; Evely Tayne da Silva Santos
O presente trabalho caracteriza-se como um relato de experiência vivenciado no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação ao Docente (PIBID), o mesmo contribuiu para o desenvolvimento da Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB), ação que encontra-se no projeto político pedagógico da escola, o incentivo a participação dos discentes em olimpíadas desenvolvida na rede estadual pública Amália Xavier, Juazeiro do Norte-CE. A oficina teve início no mês de fevereiro de 2019, com encontros semanais durante o período matutino e vespertino com alunos do segundo e terceiro ano, totalizando 50 alunos. No primeiro encontro os alunos acessaram o site da OBB para a visualização de vídeos e slides disponíveis no laboratório de informática. Semanalmente foram desenvolvidas oito horas de jornadas educativas, com resoluções de questões das provas anteriores, sanando dúvidas e aguçando a participação e o interesse dos alunos em passar para a segunda fase. Frequentemente as resoluções de questões da OBB acontecia em grupo o que os possibilitava maior interação, diálogo levando-os em muitos momentos a um debate sobre o tema da questão abordada. Buscávamos uma oficina dinâmica, prazerosa e que despertasse neles a participação e a aprendizagem. A partilha de informações entre os próprios alunos foi essencial para os seus conhecimentos. Na correção das questões sempre fazia-se indagações, a informação que os alunos tinham sobre o assunto, se já tinham visto na sala de aula, o que recordavam. O trabalho em grupo teve um resultado positivo, pois no final de cada encontro observávamos que todos os grupos atingiam acima de 50% de acertos, deixando como maior contribuição do PIBID nessa oficina o saber e a experiência para ambos. A olimpíada aconteceu no dia 22 de março, com duração de 4 horas de prova no turno da manhã, quatro alunos passaram para a segunda fase. Essa oficina proporcionou aos graduandos a integração de novos saberes, o contato direto com o aluno, com o corpo docente, a forma de conhecer como funciona a rotina de uma escola e a compreensão do papel do professor, antecipando a experiência formativa como futuros docentes. Constatamos que o PIBID é o caminho que ensina o graduando a ser um professor, em meio a convivência, encontros pedagógicos, acompanhamento dos planejamentos do corpo docente e a relação professor-aluno em sala. A experiência foi e continua sendo importante em todas as ações desenvolvidas nesse espaço, contribuindo para o amadurecimento quanto a formação acadêmica e profissional, articulando os saberes a prática e ao conhecimento.
Oral
Abrir o trabalhoPRECARIEDADE SUBJETIVA E ADOECIMENTO DOCENTE
PATRIC ANDERSON GOMES DA SILVA; Kátia Regina Rodrigues Lima; Sueli Barbosa Rodrigues; Lara Vitória Terra Damaceno Freitas
O contexto socioeconômico e educacional contemporâneo é marcado pela apologia da produtividade, flexibilidade e estímulo à competividade entre profissionais. A morfologia do trabalho é modificada fazendo emergir novas formas de contratação. O objetivo da pesquisa é analisar as mudanças ocorridas no cenário do trabalho e sua relação com a precariedade subjetiva e o adoecimento docente. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica e documental com abordagem qualitativa ancorada em pesquisadores(as) da área tais como: Antunes (2015), Cardoso (2013), Souza (2013), dentre outros. Com a flexibilização das formas de contratação (terceirização, trabalho intermitente ou eventual etc.), há uma desorganização no tempo de ‘não trabalho’ que desencadeia impactos negativos tanto na vida pessoal como profissional. O trabalho intermitente ou eventual é configurado como a prestação de serviços subordinada e eventual, sem vínculo empregatício. Essa forma de trabalho é entendida como ameaça à saúde e proteção dos(as) professores(as) que se deparam com um estado de dependência e fragilidade, sem o amparo de uma legislação protetora do trabalho. Diante disso, as incertezas são inúmeras sendo difícil organizar suas vidas, docentes dirigem-se cotidianamente às escolas durante os turnos de trabalho na expectativa de que um professor se ausente para que ele possa trabalhar, caso contrário, retornam para casa e não recebem nenhuma remuneração. Nesse caso, o desmembramento e individualização da jornada de trabalho põem em assincronia o tempo de vida pessoal-profissional incorporando riscos à saúde e segurança dos trabalhadores(as). Esse conjunto de situações contribuem para a construção do sentimento de não pertencimento que coopera com a precariedade da subjetiva do docente. A docência é concebida nesse contexto como atividade desgastante devido à competição e pressão psicológica, ao desprestígio social e salarial, à jornada e carga mental de trabalho excessiva, à multifuncionalidade, à precariedade da autonomia e relações de trabalho esgarçadas que contribuem para a ruptura do tecido de solidariedade. Nesse ambiente de trabalho, o adoecimento docente se faz presente. A síndrome de Burnout, também denominada de síndrome da desistência, expressa o estado físico e mental de esgotamento no ambiente de trabalho. A síndrome de Burnout tem origem na excessiva carga de atividades em locais de trabalho tóxicos, levando à exaustão emocional, à ausência de realização profissional e despersonalização.
Palavras-chave: Trabalho Intermitente,Flexibilização,Docência,Proteção Social,Síndrome de Burnout
Oral
Abrir o trabalhoPRODUÇÃO DE TERRÁRIOS NA SALA DE AULA: A IMPORTÂNCIA DAS NOVAS FORMAS DE CONHECIMENTO EM TEMPOS DE TECNICISMO
ANDREZA AQUINO PEREIRA; Maria Joselania dos Santos Gomes; Luiz Marivando Barros
A necessidade de propor novas metodologias de conhecimento que torne a aula cada vez mais curiosa e prazerosa é um desafio para os professores. Com isso, bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência-PIBID da E.E.M.T.I. Wilson Gonçalves Dias realizaram oficinas didáticas nas aulas de biologia, dentre delas a produção de um terrário, um miniecossistema. A oficina foi dividida em dois momentos, a apresentação teórica do conteúdo sobre as plantas e os ciclos envolvidos dentro do terrário, e, o segundo momento foi a produção do terrário pelos alunos do primeiro ano do ensino médio. Os materiais utilizados foram: garrafas pets, recipientes transparentes com tampas, tesouras, areia, adubo, pedras de mármore, mudas de plantas, cascalhos e água. Foram utilizados principalmente cactos, mostrando para os alunos a importância e as principais referências do bioma caatinga, sendo propicia para terrários abertos. No terrário fechado, foi utilizada uma planta de sombra que facilitou a apresentação dos ciclos, principalmente o da água, visto que era visível a evaporação da água nas paredes do recipiente. À medida em que os alunos produziam era reforçada a explicação dos conceitos biológicos. As plantas, a areia e o adubo orgânico com os microrganismos e minhocas, foram coletados no jardim da escola, e os cactos doadas pelas bolsistas. A aula ocorreu de forma interativa e lúdica, com explicação dos ciclos biogeoquímicos a partir das amostras dos terrários abertos e fechados levadas pelas bolsistas. Foi elucidado aos alunos a importância das plantas para o meio ambiente e para a sobrevivência humana. Os ciclos biogeoquímicos foram correlacionados com os problemas ambientais existentes no planeta. Foi solicitado aos alunos uma redação sobre o aprendizado com a oficina e sua satisfação sobre o conteúdo ministrado. Cerca de 23 alunos entregaram seus textos, e todos afirmaram gostar intensamente da aula e solicitaram que fossem ministradas mais neste estilo. Para os alunos a união da teoria a pratica contribui irrefutavelmente para a aprendizagem significativa. Muitos afirmaram não conhecer até então a importância das árvores para o meio ambiente e mostraram compreender, após a aula, a seriedade de respeitar e proteger o meio ambiente. Por fim, cada um levou seu terrário para casa de maneira cuidadosa e empolgada, o que é extremamente gratificante já que aulas práticas se constituem como uma forma necessária e inovadora na conjuntura educacional brasileira.
Palavras-chave: Oficina,Educação
Oral
Abrir o trabalhoPROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE HORTA NA ESCOLA E CONHECIMENTOS SOBRE PLANTAS MEDICINAIS
LUANA SOUZA SANTOS; Kevin de Jesus Ferreira
PROJETO DE IMPLANTAÇÃO DE HORTA NA ESCOLA E CONHECIMENTOS SOBRE PLANTAS MEDICINAIS Kevin de Jesus Ferreira Luana Souza Santos Luiz Marivando Barros(orientador) O projeto horta escolar desenvolvido na escola E.E.M.T.I Figueiredo Correia apresenta como principal objetivo proporcionar aos alunos um conhecimento amplo acerca de temas como: educação ambiental e alimentação saudável. Porém, é essencial conhecer e reconhecer o espaço escolar e fazer a identificação da lógica e sistemática da escola, além de conscientizar o corpo docente da validade do aproveitamento de espaços ociosos para implementar uma horta escolar. Este projeto inclui também conhecimentos sobre plantas medicinais e suas contribuições para a sociedade. Para que alcançássemos um bom resultado, foram realizadas palestras, aulas expositivas, explicativas e realização de jogos no ambiente escolar. A integração dos bolsistas do PIBID juntamente com o professor responsável concedeu a oportunidade do desenvolvimento de uma horta na escola afim de estimular a participação e interação não só dos alunos, mas também da comunidade escolar como um todo. Essa horta foi construída em um canteiro disponível na escola, em que todas as terças-feiras acontecia a eletiva, que é um tipo de disciplina para fins de enriquecimento cultural e conhecimentos específicos que complementam a formação do aluno. Na eletiva havia a parte teoria em sala de aula e a parte prática que seria a visita ao canteiro. Finalizaríamos a eletiva com as plantações e cultivo das hortaliças. Em conjunto, outro assunto abordado dentro do projeto foi a importância das plantas medicinais, onde tivemos a participação e auxílio de 3 alunos do curso de Ciências Biológicas da Universidade Regional do Cariri - URCA Campus, Pimenta - Crato, os mesmos realizaram uma palestra sobre o valor cultural e científico e aplicaram um questionário sobre o tema debatido. Posteriormente, os alunos da escola Figueiredo Correia tiveram a oportunidade de conhecer alguns tipos de plantas medicinais e seus benefícios. Dessa maneira, o projeto possibilitou uma experiência prática e um conhecimento teórico acerca de temas de grande relevância no ambiente escolar. Instituição Financiadora: Coordenação de Aperfeiçoamento e Capacitação de Pessoal de Nível Superior (Capes). Aluno do Curso de Biologia da Universidade Regional do Cariri (URCA); e-mail: kevenjesus199@gmail.com Aluna do Curso de Biologia da Universidade Regional do Cariri (URCA); e-mail: luanitanota15@hotmail.com Professor Supervisor do PIBID – Luiz Marivando Barros; e-mail: marivando.barros@urca.br
Palavras-chave: educação ambiental , alimentação saudável.
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Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA: O PIBID COMO FORMADOR DE EDUCADORES (AS) E CIDADÃOS (ÃS)
ANDREZA AQUINO PEREIRA; Antônio Maxuel Lima da Silva; Karolina Felizardo dos Santos; Vanda Lucia Roseno Batista
O Programa PIBID surge como um projeto que aproxima os alunos do curso de licenciatura do espaço escolar. O trabalho objetiva mostrar nossa experiência como licenciandos em biologia dentro do universo educacional. A metodologia consistiu em diálogos, observações e nosso testemunho sobre a contribuição do PIBID para nossa formação profissional, conhecimento acerca da escola, na sensibilização, na provocação de questionamentos sobre a educação básica no Brasil e como se constitui o ser professor (a), a partir das experiências vivenciadas no programa. O PIBID é, para nós, uma possibilidade de construção como educadores (as), de sonhos e principalmente, de cidadania. Percebemos o quanto a educação é um agente de transformação e protagonismo social e que o aluno é muito mais que um simples componente de aprendizagem. Compreendemos que cada aluno possui realidade diferente dos demais, sonhos e capacidades de entrar no mundo acadêmico, cientifico e profissional, mas que isso só é possível através da abertura de oportunidades que no Brasil, ainda é desigual. Visualizamos o quanto os alunos em seu comportamento e falas, deixam exposto o cansaço do tradicionalismo na educação e do desejo de aulas inovadoras. Esse fato ficou cada vez mais evidente quando fazíamos atividades de oficinas e debates unindo teoria à prática, comprovando a importância de se trabalhar novas metodologias. Constatamos que a ausência de recursos necessários para programação de outras atividades além da sala de aula causa desmotivação e fadiga nos alunos. É preciso relatar o quanto ficamos surpresos com a realidade da educação básica e que muitas vezes nos comovemos com as situações dos alunos, no sentido de realidade pessoal ou de problemas de socialização e aprendizagem. Vale ressaltar momentos em que nos deparamos tristes com a profissão devido aos vários fatores que desvalorizam nosso trabalho, em contrapartida, na maioria das vezes os próprios alunos contrariavam todo esse pensamento seja por um ato, uma palavra ou um novo aprendizado deles através do nosso trabalho nos causando motivação e certeza de que estamos na profissão certa. Outro ponto importante a ser destacado é que o PIBID é um Programa que contribuiu para nossa permanência na universidade, já que não temos uma política de assistência estudantil e o programa foi uma grande ajuda nesse sentido, tendo em vista a situação econômica dos bolsistas. Nosso maior legado dentro do PIBID se baseia no auxílio da formação de um educando cidadão, crítico e politizado, conhecendo seus direitos e deveres com o planeta, o país e com a sua comunidade e isso pode ser notado através dos questionamentos provocados e da convivência que tivemos uns com os outros no constante aprendizado de profissão, educação e cidadania. O PIBID nos possibilitou um novo olhar sobre a educação e o meio ambiente, um olhar inquieto e transformador.
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Abrir o trabalhoRELATO DE PRÁTICA: DIÁLOGO COMO FORMA DE PREVENÇÃO: VAMOS FALAR SOBRE DST?
DÉBORA SILVA CARVALHO; Karolina Felizardo dos Santos
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) permite-nos, enquanto graduandos de Licenciatura, ter acesso a experiências em escolas, para vivenciarmos um pouco do que é ser professor, e ao mesmo tempo com o auxílio dos professores supervisores, encontrar novas metodologias de ensino, para que futuramente possamos levar as mesmas para a sala de aula na certeza de que são eficazes. Nesse contexto surge a necessidade de desenvolver uma metodologia para abordar em sala a problemática da prevenção das doenças sexualmente transmissíveis (DST), afinal, atualmente o número de pessoas diagnosticadas com (DST) tem aumentado, dentre essas, a maioria são adolescentes. Tendo em vista que lidamos com estudantes da escola E.E.M.T.I Wilson Gonçalves na faixa etária de 15 a 19 anos, foi oportuno levar esse tema para a sala de aula com o objetivo de sensibilizar os estudantes quanto a necessidade de uso de preservativos entre outras formas de prevenção, como forma de viver bem, uma vez que ainda há no século XXI uma dificuldade dos pais em tratar desse assunto com seus filhos. Nessa perspectiva usamos a seguinte metodologia: um levantamento teórico sobre o assunto, explicando causas, sintomas e consequências sempre alertando para a importância de procurar um médico para um diagnóstico seguro. Após os estudantes se apropriarem dos conceitos, a sala foi organizada em ciclo para uma roda de conversa, com foco no respeito às pessoas soropositivas, pois os estudantes tinham que entender a vida de uma pessoa com AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Assim sendo, os alunos escreviam em um papel valores pessoais, e colocando-se no lugar do doente, a cada estágio da doença tinham que abrir mão desses aos poucos. Resultado os estudantes participaram ativamente, a aula foi dinâmica e interativa. A partir da integração de metodologias e com a quantidade de alunos, ficou evidente o interesse dos estudantes, então, levamos algo inovador que desse aos alunos significado na solução dos problemas vivenciados, alcançando então o aprendizado. Nesta aula, o que mais chamou atenção foi a quantidade de alunos, a maioria meninos, com crença que anticoncepcionais como pílulas, injeções, DIU (Dispositivo Intrauterino) previnem DST. Das muitas informações passadas, a que doenças como Hepatite B e Ebola são transmitidas através de relação sexual assustou os alunos, pois os mesmos não tinham conhecimento dessa realidade. Outra questão bastante alarmante foi a desinformação das meninas com relação ao preservativo feminino, onde na oportunidade apresentamos aos alunos ambos os preservativos e ensinamos como usa-los. Concluímos que, de fato, ainda é tabu falar sobre sexualidade nas escolas, mas através desta experiência que o PIBID nos proporcionou, saímos mais convencidos de que é necessário, pois o diálogo também é uma forma de prevenção.
Palavras-chave: PIBID,DST,Conscientizar,Diálogo
Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE PRÁTICA: RODA DE CONVERSA DURANTE A OFICINA “ESPELHO DA VIDA”
KAROLINA FELIZARDO DOS SANTOS; Débora Silva Carvalho; Luiz Marivando Barros
Através do Programa PIBID, temos a oportunidade de ingressar no meio escolar ainda enquanto licenciandos, conhecendo a rotina desse meio e participando ativamente do mesmo, com intermédio de uma supervisora de campo. Este trabalho visa apresentar um relato da nossa prática denominada de “Espelho da Vida”. Durante o primeiro dia letivo de 2019, propusemos fazer uma oficina de boas-vindas para os alunos que estavam entrando no primeiro ano do ensino médio. A metodologia usada foi uma dinâmica seguida de roda de conversa, onde usamos papel, caneta e imagens que continham conteúdo sobre aborto, homofobia, depressão, violência contra a mulher, violência em sala de aula, corrupção, obesidade, drogas, problemas familiares, racismo, intolerância religiosa e alcoolismo. Ao entrar na sala, nos apresentamos e em seguida a organizamos. Começamos com a dinâmica, onde tinha como objetivo mostrar que podemos ter opiniões diferentes sobre uma mesma situação, o que foi importante para seguir com a aula. Posteriormente, espalhamos as imagens das situações expostas e pedimos para cada um expressar sua opinião. Foram selecionados os casos que mais chamaram a atenção e tiveram maior impacto. O primeiro tema escolhido foi homofobia, e ao perguntarmos sobre a percepção do aluno, ele afirmou respeitar, porém longe dele. Alguns alunos da sala se hesitaram e pedimos para os demais darem sua opinião. A maioria afirmou discordar, alegando que o mesmo estaria sendo preconceituoso. Após todos falarem, demos nossa opinião nos mostrando imparciais, e explicamos que independente de concordarmos ou não com as escolhas ou opiniões de alguém, deveríamos respeitar, onde esse seria o objetivo principal da oficina. Uma aluna optou por falar sobre problemas familiares, e relatou situações de vulnerabilidade a qual já esteve sucessível durante a sua infância. A sala se comoveu e pouco tempo depois, outra aluna começou a chorar. Ela afirmou já passar pelas mesmas situações que a colega expôs. Toda a sala se comoveu e a abraçamos. Algum tempo se passou para darmos continuidade, e então outro aluno falou sobre depressão. Ele relatou que tinha um amigo que sofria com depressão e se suicidou após a namorada solicitar como prova de amor. Já encerrando, uma jovem lésbica relatou sua relação com a família, que não era das melhores de início, devido a sua orientação sexual. Alguns alunos fizeram perguntas sobre sua vida pessoal e familiar atualmente, onde também falamos sobre a homofobia e como ajudar alguém em caso de violência. Concluímos que a profissão docente não se limita somente às disciplinas didáticas, pois um momento assim se faz necessário nas escolas, tendo em vista a vulnerabilidade emocional e social que estes estão submetidos e muitas vezes passam despercebidas aos olhos da família e do núcleo gestor da escola.
Oral
Abrir o trabalhoREUTILIZAÇÃO DE RESÍDUOS SÓLIDOS NA CONSTRUÇÃO DE MATERIAL DIDÁTICO: TEATRO COM FANTOCHE UTILIZADOS NA AULA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
ANTÔNIO MAXUEL LIMA DA SILVA ; Ednalva da Silva Santos; Maria Joselania dos Santos Gomes
O ensino de ciências, no geral, apoia-se cada vez mais na utilização de metodologias ativas e diferenciadas para auxiliar no aprendizado dos discentes. O modelo tradicional de ensino, por si só não atende as necessidades dos nossos jovens, pois estes, estão cansados das velhas aulas monótonas, livrescas, decorativas, muitas vezes sem dialogo e fora da realidade do aluno. A troca de saberes por meio do diálogo é de suma importância no ambiente escolar. O professor deve sempre ouvir o aluno, afinal os conhecimentos do seu cotidiano devem ser considerados no processo de ensino-aprendizagem. Nesse contexto, alguns profissionais docentes da área de ciências e biologia, buscam fazer mudanças na forma de ensinar e aprender com metodologias inovadoras, participativas e dinâmicas que estimulam o aluno a ser agentes ativos na construção do conhecimento, a produzir opiniões e soluções, pesquisar, refletir e resolver problemas vivenciados, e desta forma, decidir por si mesmo as melhores formas de aprender. No modelo de ensino em questão, o professor atua como facilitador ou orientador nesse percurso acadêmico e o aluno se torna protagonista da construção de seu conhecimento próprio, o que chamamos de “autoaprendizagem”. Nessa perspectiva realizou-se oficinas de construção material didáticos a partir da utilização de materiais recicláveis (para os fantoches, foram usadas as embalagem tetra pak, as famosas caixas de leite) na abordagem de temas na área de educação ambiental, ecologia e meio ambiente, com objetivo de despertar o interesse dos alunos, além de permitir o melhor aproveitamento das aulas e pôr o aluno a levantar questões sobre os seus deveres e cuidados com o meio ambiente. Para tanto, utilizou-se o seguinte método: os estudantes foram divididos em cinco equipes, com três ou quatro membros, que foram motivados a trabalhar em grupo para criar as histórias e posteriormente construíram os fantoches que seriam os personagens; cada conto foi apresentado por meio de um teatro para as demais equipes. A atividade didático-pedagógica aplicada tornou as aulas de educação ambiental mais lúdicas e participativas no colégio EEMTI - Wilson Gonçalves. Esse método foi idealizado pelos bolsistas do PIBID, para a eletiva de Educação Ambiental. Após a aplicação do instrumento, observou-se que a metodologia usada despertou nos estudantes uma visão crítica dos problemas ambientais, culturais e políticos presentes no cotidiano, além de servir como material pedagógico para aulas futuras, favorecendo o processo de ensino/aprendizagem, tornando mais claro os conteúdos a serem ensinados.
Palavras-chave: Ensino/aprendizagem,Educação Ambiental,Fantoches,PIBID
Oral
Abrir o trabalhoTEORIA E PRÁTICA: A IMPORTÂNCIA DE AULAS PRÁTICAS NO LABORATÓRIO DE ENSINO DE CIÊNCIAS – LEC
RAIMUNDO MIGUEL DA SILVA JÚNIOR; Lucas dos Santos Sá; Cícera Elizonete Quindere Nascimento; Evely Tayne da Silva Santos
Quando nós tratamos do ensino de Ciências da Natureza, incluindo principalmente Biologia e Química no Ensino Médio, podemos levar em consideração diversos fatores que dificultam o aprendizado dos alunos, onde um dos principais é a dificuldade para assimilação do conteúdo durante as aulas que são somente expositivas, tornando-se assim, bastante abstratas e monótona sob o ponto de vista dos discentes. Esse é o motivo pelo qual a grande parte dos alunos passam a apresentar uma certa antipatia por estas áreas do conhecimento. E com isso, as aulas práticas em laboratórios podem ser alternativas que auxiliam o professor a ministrar suas aulas, retendo assim mais atenção dos alunos, e favorecendo com que os mesmos retenham o conteúdo de forma bastante efetiva. O presente trabalho trata-se de um relato de aula prática no LEC – Laboratório de Ensino de Ciências, na Escola de Ensino Médio Amália Xavier, que se encontra localizada no Bairro Santa Tereza, na cidade de Juazeiro do Norte-CE, no qual, foi realizado no ano de 2018, com um total de 100 alunos do 1° ano, divididos em três turmas, pertencentes ao turno da tarde. No qual, foi desenvolvido inteiramente pelos bolsistas do PIBID – Biologia da Universidade Regional do Cariri. Em sala foi apresentado aos discentes durante as aulas de química, conceitos básicos sobre Química orgânica (Ácidos e Bases) e inorgânica (Sais e Óxidos), e sua importância para manutenção da vida na Natureza. Após o término da explicação, os alunos foram conduzidos ao laboratório da escola, e lá foi apresentado as turmas, noções básicas de Biossegurança em um ambiente laboratorial escolar. Em continuidade, os mesmos foram submetidos a um questionário, onde o mesmo buscava sondar o que os alunos sabiam em relação aos Ácidos e Bases e sua importância para o desenvolvimento humano. No desenvolver da resolução das questões, foram realizados alguns experimentos relacionados a temática, com intuito de auxilia-los a responderem as questões, correlacionando assim, as reações químicas e características funcionais de cada uma. Ao termino da aula foi possível constatar que os alunos passaram a apresentar um maior interessem pela matéria, e a participarem mais ativamente nas aulas seguintes, fazendo assim mais perguntas em sala de aula, e apresentado também, um melhor rendimento nas notas do outro Bimestre. Tais dados corroboraram para o entendimento de que a prática é de suma importância para o entendimento da teoria e que sem ambas, não se é possível ter um bom aproveitamento nas aulas de Químicas.
Palavras-chave: Práticas laboratóriais,Ciências da Natureza,Aulas Práticas,Ensino de Química
Oral
Abrir o trabalhoUSO DA PLATAFORMA HACKING STEM NO ENSINO DE CIÊNCIAS
CALEBE LUCAS FEITOSA CAMPELO; Norma Suely Ramos Freire Bezerra
Considerando as características do século XXI, o desenvolvimento da sociedade do conhecimento entrelaçada com a sociedade da informação, percebe-se a necessidade do professor repensar sua prática pedagógica, tendo em vista a dinâmica da produção científica, do desenvolvimento científico, tecnológico, social e ambiental enquanto processos potencializadores para o desenvolvimento da autonomia do sujeito. Neste sentido, torna-se necessário a utilização de metodologias ativas para o Ensino de Ciência que possam despertar nos alunos a curiosidade científica, que lhes permitam pensar o concreto, conscientizando-se da realidade, questioná-la e construir conhecimentos para transforma-la. Neste sentido, o professor deve atuar de forma conjunta e dialética afim de instigar a descoberta de novos caminhos ao tempo em que fortalece o desenvolvimento da para aprendizagem significava a partir do uso das novas tecnologias da informação e comunicação (TIC). Nesse sentido o presente trabalho tem como objetivo caracterizar as metodologias desenvolvidas no Ensino de Ciências, em um colégio da rede privada de ensino da região do Cariri. Em termos metodológicos, a trabalho caracteriza-se como sendo um estudo descritivo, exploratório com abordagem qualitativa. Em relação ao desenvolvimento das metodologias utilizadas, observou-se a realização de uma aula prática a partir da utilização da plataforma Hacking Stem desenvolvida pela Microsolft Educacion. A prática selecionada consistiu na produção de uma “máquina de ondas”, no qual o conteúdo abordava o tema “atmosfera”. Participaram da aula os alunos do 6° ano do ensino fundamental. Os materiais utilizados na prática consistiram em: 1 (um) pedaço de fita, 20 (vinte) espetos de madeira, 40 (quarenta) balas de goma, 2 (dois) apoios de livros, cola quente, fita crepe e grampos. Com o material os alunos produziram de forma colaborativa um máquina de ondas, onde a frequência de ondas se modificava com a força exercida pelos alunos na sobre a fita com as balas de goma, sendo que essas ficavam presas aos espetos, sendo que os espetos foram postos na fita de um lado a outro de forma a apoiar os livros que serviram como base para uma “rede” de postes. Durante a realização da aula, os alunos simulavam como aconteciam a passagem de ondas e como elas podiam mudar de acordo com a frequência, fazendo uma analogia com a exosfera. Conclui-se com isso a importância da aula prática com a utilização da plataforma Hacking Stem que, além de possibilitar o entendimento da exosfera, possibilitou compartilhar conhecimento, desenvolver um trabalho colaborativo e interdisciplinar na medida em que articulou os conhecimentos de Física, Química, Ciências e Matemática. Neste sentido, a escola compreende a dinâmica da sociedade da informação como promotora da autonomia do aluno, instigando o ensino com pesquisa a partir do desenvolvimento de desenvolver projetos e soluções inovadoras.
Oral
Abrir o trabalhoUTILIZAÇÃO DO JOGO DE TABULEIRO NAS AULAS DE BIOLOGIA NO ENSINO MÉDIO
MARIA DE FÁTIMA SOUSA; Norma Suely Ramos Freire Bezerra; Patrícia Almeida Tavares Gonçalves
O uso de jogos no Ensino de Biologia tem colaborado para a construção do conhecimento, desenvolvimento de habilidades, aprofundamento de questões relacionadas ao conteúdo e desenvolvimento de estratégias didáticas para as aulas de Biologia. Considerando o exposto, além de ter um papel fundamental no ensino, o uso de jogos no Ensino de Biologia desperta o senso crítico, a curiosidade, a imaginação e o interesse pelos estudos. Neste sentido, o ensino protagonizado pelos estudantes, ao incorporar estratégias ativas no fazer pedagógico, passa a agregar valores ao desenvolvimento de práticas de ensino, no currículo e no desenvolvimento da autonomia da aprendizagem. Discutir sobre a efetividade do jogo para o fortalecimento do ensino a partir da experiência vivenciada nas aulas de Biologia buscando assim melhorar de forma significativa esse ensino, os jogos tem colaborado para o aprendizagem e desenvolvimento dos alunos em sala de aula, favorecendo o ensino. Em termos metodológicos, a trabalho caracteriza-se como sendo um estudo descritivo, exploratório com abordagem qualitativa. Quanto ao desenvolvimento do jogo, a sala foi dividida em dois grupos para que os alunos pudessem partilhar conhecimentos e participassem com mais assiduidade da dinâmica. O jogo foi ampliado em cartolina com imagens e perguntas ilustrativas relacionadas ao conteúdo trabalhado na aula de biologia. Foi utilizado um dado para iniciar o jogo, cada grupo representado por um participante de cada equipe, jogava o dado, assim fazendo a pergunta voltada para o grupo, com o tempo de um minuto para responder a pergunta relacionada. Na impossibilidade da resposta, ou quando a equipe não sabia responder, repassava para a outra equipe, uma vez que, o grupo que acertasse mais questões ganhava pontos e se aproximava do final do jogo avançando mais casas e ganhando pontuação sendo anotado os pontos no quadro, o jogo era finalizado com a equipe que obtivesse mais pontos. O jogo foi bastante enriquecedor e criativo, favorecendo o conhecimento dos alunos podendo revisar o conteúdo de forma diferenciada e significativa, favorecendo o trabalho em equipe e participação dos alunos e também a qualidade de ensino. Para os alunos o jogo atuou como um processo de reconstrução e organização do conhecimento. Os resultados mostram a grande importância de se trabalhar metodologias diferenciadas em sala de aula, como jogos e outros, contribuindo com o conhecimento dos alunos tornando assim uma aula mais prazerosa e significativa.
Palavras-chave: Ensino de Biologia Jogos Didáticos. Estratégia Didática.
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