74 de 74 trabalho(s) aceito(s)
ATIVIDADES SOCIOAMBIENTAIS E A UTILIZAÇÃO DE ESPAÇOS NÃO FORMAIS NO AMBIENTE ESCOLAR.
ANTONIO RYKELME CAMILO ALCANTARA ; Ludmilla de Almeida Santos
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID) é uma política nacional de educação a qual busca incentivar, valorizar, contribuir e elevar através da extensão, a formação inicial docente por meio da familiarização com a rede escolar de ensino público. O estudo objetiva relatar o desenvolvimento de atividades socioambientais no ambiente escolar. Como procedimento metodológico, adotou-se a pesquisa descritiva com abordagem qualitativa. No ambiente escolar – Escola de Fundamental Cívico militar, em Juazeiro do Norte, ceara – Brasil - ocorreu a realização de atividades de conscientização ambiental e sustentabilidade mediante a construção de áreas verdes na qual se evidencia a horta orgânica e a farmácia viva que estão implementadas junto ao projeto de coleta de resíduos sólidos da escola. Cada projeto necessitou de ações em conjunto a preceptora, aos bolsistas e alunos fornecendo desse modo uma formação amparada no tripé universitário: pesquisas (produção e socialização de conhecimento) e ensino e extensão (palestras etc.) direcionadas para a efetivação da ação de coleta de lixo na qual os materiais são destinados a uma empresa de reciclagem e da área ecológica. Estas experiências permitiram uma aproximação entre o cotidiano dos alunos com o conteúdo programático da disciplina de Ciências abordado em sala. O processo de formação amparado no saber científico-cultural forma sujeitos autônomos capazes de solucionar problemáticas. Tendo em vista a necessidade de pensar em um bom uso dos recurso disponíveis do planeta e do bem-estar de gerações futuras constata-se que os projetos horta orgânica, farmácia viva e compostagem orgânica quando desenvolvidos em espaços não formais podem ser usadas como ferramentas de didático-pedagógicas que preservam e conservam o meio-ambiente. As atividades de natureza social e ambiental, realizadas dentro do âmbito escolar, possibilitam o aperfeiçoamento da prática e contribui para a melhoria do ensino de escolas públicas. O uso de metodologias inovadoras nos espaços não formais apresentam grande relevância para abordagem de temas específicos proporcionando uma aprendizagem crítica pautada em valores ambientais.
Palavras-chave: PIBID,Formação de professores,Espaços não formais
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Abrir o trabalhoCONTRIBUIÇÃO DO PIBID NA FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA.
MARIA SAMYA FERREIRA DE FREITAS; Isabel Cristina Sebastião de Melo; Allyson Freire Tavares; Gabriel Cordeiro
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID, oferece oportunidade a alunos de formação inicial a experiência de ingressar nas práticas pedagógicas em sala de aula. O PIBID contribui no processo de formação inicial, pois estimula o discente a estudar e vincular o aprendizado à prática escolar, adquirindo experiências e contribuindo com os seus conhecimentos na formação dos alunos da escola. As atividades realizaram-se na EMEF. Mário da Silva Bem, localizada na rua Vereador Raimundo da Silva, bairro Frei Damião em Juazeiro do Norte.
Palavras-chave: PIBID,PROFESSOR,EDUCAÇÃO FÍSICA
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Abrir o trabalhoCONTRIBUIÇÕES DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO DESENVOLVIMENTO PESSOAL E SOCIAL
JOSÉ DAVI DE SOUSA ARAÚJO; Francisca Franciana Carlos; Rebeca Gomes Nascimento
As atividades lúdicas sempre desempenharam um papel significativo no desenvolvimento cognitivo, emocional e social das crianças, proporcionando um ambiente rico em aprendizado através de jogos e brincadeiras. O relato trata-se de um relato de experiência realizada por discentes bolsistas do Programa de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) do Curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri. O objetivo foi organizar vivências de Educação Física utilizando-se de metodologias de ensino que despertassem a ludicidade, protagonismo e interação dos alunos. Durante o planejamento, decidiu-se pela elaboração das aulas por meio da pedagogia de jogos lúdicos, como jogos e brincadeiras. No entanto, enfrentamos dificuldades ao ministrar as aulas devido à rejeição por parte dos alunos em participar, bem como à falta de investimentos e infraestrutura na instituição. Foram utilizadas em nossas aulas, materiais disponibilizadas pela escola, como, cones, bolas e coletes. Em outros momentos aplicamos como metodologia apenas algumas brincadeiras coletivas, que agregassem o máximo na interação entre os alunos. A avaliação dos resultados revelou uma significativa melhoria na interação social entre os alunos e com os docentes, uma melhor desenvoltura nas ações motoras e nas decisões a serem tomadas nos jogos. Ocorreu melhora quanto a comunicação de alguns alunos mais introvertidos. A partir da análise realizada sobre os benefícios dos jogos e brincadeiras de interação em grupo para promover a coletividade e a interação social entre os alunos, conclui-se que tais atividades desempenham um papel fundamental no desenvolvimento das habilidades sociais e no fortalecimento dos laços entre os participantes. Assim, é imprescindível que os educadores e instituições reconheçam a importância dessas práticas e incorporem de forma consistente em sua metodologia de ensino, visando o crescimento acadêmico, pessoal e social do aluno.
EXPLORANDO FÍSICA MODERNA EM SALA DE AULA- INTERVENÇÕES LÚDICAS
RAIMUNDO MENEZES DA SILVA; JOÃO PAULO DA SILVA PEREIRA; APIANO MORAIS; WELLINGTON AMORIM
Este estudo aborda a necessidade de tornar as aulas de física mais interessantes e compreensíveis para os alunos. Nosso objetivo principal foi desenvolver atividades que despertassem o interesse e facilitassem a compreensão dos conceitos de física quântica, relatividade e ondulatória. Para isso, utilizamos o jogo Gravitation como uma ferramenta de ensino, que permitiu explorar de forma divertida temas como a relatividade e a dilatação temporal. Antes de iniciar o jogo, fornecemos aos alunos uma breve introdução teórica sobre os postulados da relatividade e conceitos básicos de ondas. Durante as intervenções, abordamos desde fenômenos ondulatórios até contribuições modernas, como a equação de Dirac e a matéria escura. O objetivo foi proporcionar aos alunos uma base sólida em física moderna, preparando-os para futuros estudos científicos. Durante as intervenções, adotamos uma abordagem prática e interativa para engajar os alunos e promover uma compreensão mais profunda dos conceitos de física moderna. Utilizamos o jogo Gravitation como uma ferramenta central, permitindo que os alunos explorassem os princípios da relatividade de forma lúdica. Antes de iniciar o jogo, introduzimos brevemente os conceitos teóricos fundamentais, como os postulados da relatividade e os princípios básicos de ondas. Na primeira intervenção, focamos principalmente em conceitos de ondulatória. Exploramos desde o conceito de onda até suas classificações e características, incluindo direção de propagação, frequência e acústica. Além disso, realizamos experimentos práticos, como o uso de diapasões em uma caixa de ressonância, para ilustrar fenômenos ondulatórios e demonstrar a aplicação dos conceitos discutidos. Na segunda intervenção, direcionamos nosso foco para a mecânica quântica. Traçamos um breve percurso histórico, começando por fenômenos que desafiam a física clássica, como o efeito fotoelétrico e a radiação de corpo negro. Avançamos até conceitos mais avançados, como a série de Balmer e Rydberg, o modelo atômico de Bohr e a equação de Dirac. Durante essa intervenção, os alunos tiveram a oportunidade de interagir e discutir questões relevantes, como o espectro de emissão do átomo de hidrogênio e a matéria escura. Em ambas as intervenções, observamos um aumento do interesse e participação dos alunos, além de uma melhoria na compreensão dos conceitos abordados. A abordagem prática e interativa adotada permitiu uma aprendizagem mais dinâmica e envolvente, proporcionando aos alunos uma base sólida em física moderna e preparando-os para futuros estudos científicos.
AS INSTALAÇÕES GEOGRÁFICAS COMO SUPORTE DIDÁTICO NAS AULAS DE GEOGRAFIA DO EEMTI WILSON GONÇALVES
JOANA CRISTINA GOMES FERREIRA ; Antônio Ruanderson dos Santos Gonçalves; Jorge Pereira do Nascimento; Kairla Oliveira da Silva
As instalações geográficas caracterizam-se como um recurso didático e metodológico capaz de representar os conteúdos de forma lúdica e criativa em sala de aula, uma vez que, explora e materializa as inúmeras formas do conhecimento geográfico com os alunos. Ao utilizar-se de símbolos e signos para materializar a representação sobre determinado conteúdo, as instalações produzem um enriquecimento metodológico extremamente importante para o ensino da geografia. A utilização da instalação pode ser utilizada em todos os níveis escolares e serve como instrumento didático do ensino aprendizagem. Esse trabalho tem como objetivo demonstrar a importância das instalações geográficas e sua aplicação em sala de aula como recurso didático no ensino médio da escola em tempo integral Wilson Gonçalves. A produção das instalações foi realizada com os alunos dos terceiros anos do ensino Médio e teve como tema principal “Religiosidade, crescimento urbano do juazeiro do norte pautado no geossíteo Horto.” Para a realização das instalações foram realizadas quatro etapas: a abordagem do tema em sala de aula, reconhecimento do conteúdo em lócus, (aula de campo), produção dos materiais para as instalações e por fim a exposição para toda comunidade escolar. A apresentação das instalações geográficas resultou na produção de um rico material didático para a escola sobre o tema estudado, podendo estes serem aproveitados para outras disciplinas da área de humanas, além de promover um conhecimento sobre a questão proposta mais rica, dinâmica e mais prazerosa para os alunos envolvidos no processo. Observou-se também uma melhoria nas habilidades de compreensão espacial e na capacidade dos alunos de analisar e interpretar dados e imagens de cunho geográfico. Além disso, os estudantes demonstraram maior interesse em atividades práticas relacionadas à geografia, indicando um impacto positivo das instalações geográficas no processo de aprendizagem.
Palavras-chave: Instalações geográficas,Metodologia,PIBID
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Abrir o trabalhoCAPOEIRA: A HISTÓRIA E TRAJETÓRIA DE UM PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL
LUCAS LEVI DOS SANTOS DANTAS; Antônio Henrique Macêdo Neto; Antônio Mauricio Tavares Serafim Filho
CAPOEIRA: A HISTÓRIA E TRAJETÓRIA DE UM PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL Antônio Henrique Macêdo Neto, Lucas Levi dos Santos Dantas, Antônio Mauricio Tavares Serafim Filho, Diego César dos Santos Financiamento: PIBID - CAPES Resumo: A importância da capoeira como prática cultural e histórica na sociedade brasileira remonta ao seu início com os negros no Brasil, como forma de resistência à escravidão durante o período colonial. Diante da falta de meios para expressar sua cultura, exceto através do corpo, e sem armas para resistir, os escravizados encontraram na capoeira uma maneira de preservar sua identidade, combinando música, dança e luta como expressão de autodefesa. No entanto, os colonizadores perceberam sua eficácia e a proibiram, rotulando-a de "arte negra". Mesmo após a abolição da escravidão, a capoeira continuou a ser perseguida e marginalizada, sendo estigmatizada como atividade de "vagabundos" e proibida por lei até meados dos anos 1930, durante a era Vargas. A prática só era permitida sob vigilância policial e mediante alvará. Somente no final dos anos 1930 que começou a surgir discussões sobre a capoeira como um esporte legítimo. O objetivo é conceituar de uma forma histórica e cultural, por meio da teoria e contato com instrumentos utilizados na roda de capoeira, como o caxixi, berimbau e pandeiro. Com base no tema proposto, foi conduzida uma oficina onde exploramos a dimensão audiovisual por meio do filme BESOURO. Direção de João Daniel Tikhomiroff. Produção: Vicente Amorim. Bahia: Buena Vista International, 2009. 1 DVD., destacando uma cena de luta que exibe a capoeira em sua plenitude. A partir dessa cena, promovemos uma roda de conversa para discutir o significado e a origem da capoeira, reconhecendo-a como um importante patrimônio cultural imaterial. Além de ser uma forma de resistência, a capoeira é também uma expressão artística, incorporando instrumentos como o caxixi, o pandeiro, o tambor e o berimbau. Ao introduzir o uso desses instrumentos e alguns movimentos aos estudantes que já possuíam conhecimento prévio, fortalecemos ainda mais o vínculo deles com o tema. Mediante as abordagens utilizadas na oficina, foi possível observar um maior envolvimento e interesse dos estudantes, em conhecer, entender e aprender sobre o tema proposto na oficina, aprendendo não apenas sobre a história do Brasil, mas também sobre a importância da capoeira como expressão cultural e forma de resistência. Em suma, a capoeira no Brasil transcende as fronteiras do mero exercício físico, transformando-se em um poderoso meio de expressão cultural e resistência. Ao longo de sua história, essa arte marcial afro-brasileira tem desempenhado um papel fundamental na preservação da identidade e orgulho étnico das comunidades, enquanto continua a inspirar e unir pessoas de todas as origens.
A CULTURA PERMANECE VIVA: O ENSINO DA LITERATURA DE CORDEL COMO VALORIZAÇÃO DA CULTURA POPULAR
MARIA FERNANDA PEDRO DA SILVA; Ana Karollyne Honório da Silva; Maria Eduarda Ferreira do Nascimento; Maria Iraégila Silva dos Santos; Antônio Francimar da Silva Lima
Este trabalho apresenta o resultado de uma oficina desenvolvida na EEMTI Tiradentes, em Juazeiro do Norte, no Subprojeto de Língua Portuguesa do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), da Universidade Regional do Cariri (URCA). A temática trabalhada foi Literatura de Cordel, tema muito popular na região Nordeste. Nesse sentido, por se tratar de textos de linguagem simples e repletos de aspectos culturais, buscamos, em sala de aula, aproximar os alunos da cultura popular, abordando essa literatura tão presente na região do Cariri cearense. Durante as aulas, buscamos apresentar a Literatura de Cordel, contar sua história, mostrar suas características, seu estilo, entre diversas outras particularidades, tendo sempre como foco a valorização da cultura popular e sua importância para a formação educacional. Nesse viés, para um bom desenvolvimento da oficina e para vermos de fato o aprendizado que os alunos adquiriram, dividimos a oficina em duas partes: uma teórica e outra prática. Na primeira, o foco foram questões estruturais; como funciona a escrita do cordel, curiosidades, entre outras questões. Na segunda, demos ênfase à produção dos estudantes, dos seus escritos poéticos e das produções manuais; usando as técnicas da isogravura e da lapisogravura, que são semelhantes à xilogravura – característica marcante dentro do cordel. Assim, cada momento foi bastante prazeroso, pelas experiências que adquirimos em grupo e pelo bom desempenho dos alunos, que ficaram satisfeitos com o desenvolver da oficina. Desenvolver esse tema em sala de aula, com empenho e dedicação, certamente contribuiu para o enriquecimento da bagagem sociocultural de todos os envolvidos.
Palavras-chave: Literatura de Cordel,Cultura Popular,Educação,Criatividade
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Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DA ATUAÇÃO EM DUPLA NO PROGRAMA PIBID MATEMÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
PEDRO HENRIQUE GERALDO BACURAU; EDIVAN GOMES AMORIM
Este estudo investiga a relevância da atuação em dupla no programa PIBID Matemática para a formação de futuros professores de Matemática. A disciplina de estágio supervisionado é crucial nos cursos de licenciatura em Matemática, pois proporciona aos estudantes o contato inicial com o ambiente escolar. O PIBID oferece uma oportunidade ampliada de vivência escolar, permitindo aos bolsistas desenvolver experiências metodológicas inovadoras e compreender melhor as realidades das salas de aula. A atuação em dupla facilita a troca de ideias e o planejamento de atividades mais eficazes, promovendo maior engajamento dos alunos e preparação sólida dos futuros professores. O objetivo geral deste estudo é avaliar a importância da atuação em dupla dos alunos de graduação em Matemática no programa PIBID. Para alcançar esse objetivo, foram delineados objetivos específicos: analisar o desenvolvimento de experiências metodológicas inovadoras; evidenciar o envolvimento dos futuros professores na compreensão das realidades escolares; e relatar a experiência dos discentes relacionada aos resultados na disciplina de Matemática. A pesquisa foi desenvolvida por meio do projeto do PIBID Matemática ao longo de dezoito meses, realizado em uma escola de Ensino Médio em Tempo Integral. A metodologia incluiu etapas de planejamento, atuação e avaliação. Durante o planejamento, foram discutidas metodologias e cronogramas de ensino para melhorar a aprendizagem da turma. A atuação ocorreu semanalmente em sala de aula, com atividades planejadas visando o envolvimento dos alunos e a promoção do aprendizado. Na avaliação, foram analisados os resultados quantitativos e qualitativos das atividades, bem como o feedback dos alunos e o desempenho escolar em Matemática. Os resultados revelaram que a atuação em dupla promoveu um ambiente de aprendizado colaborativo, incentivando a participação dos alunos e melhorando seu desempenho na disciplina. Os bolsistas do PIBID também relataram um maior desenvolvimento de habilidades pedagógicas e uma compreensão mais profunda das demandas da profissão docente. Em conclusão, a atuação em dupla no programa PIBID Matemática demonstrou ser uma estratégia eficaz para promover a qualidade do ensino de Matemática e preparar os futuros professores para os desafios da profissão. O engajamento dos alunos, aliado ao suporte dos supervisores e à vivência prática em sala de aula, contribui para uma formação mais completa e reflexiva dos futuros educadores.
COISA DE MENINA, COISA DE MENINO: EQUIDADE DE GÊNERO
MATHEUS DA SILVA COSTA ; Maria Adna Cardoso dos Santos; Kiary Júlia Pereira Bento; Charlene Ferreira Dias
Esta produção é fruto da experiência vivenciada durante o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), especificamente do subprojeto do Curso de Pedagogia da Universidade Regional do Cariri, período de 2022/2024, denominado: Alfabetização, práticas de linguagem e temas integradores: os gêneros textuais no Ensino Fundamental, na modalidade intervenção pedagógica que ocorreu nos meses de setembro a outubro de 2023. Nesse período, foram desenvolvidas atividades com estudantes do 3º e 4º ano em uma escola da rede pública, localizada na zona rural do município de Crato-CE. Com o objetivo geral de desenvolver uma visão crítica sobre a equidade de gênero a partir do contexto escolar, os objetivos específicos consistem em: conhecer os livros “Coisa de menina” e “Coisa de menino” da autora Pri Ferrari e identificar os tipos de papéis sociais que são determinados de acordo com o gênero. Toma como embasamento teórico: Araújo (2014) e Ferrari (2016, 2017). Sendo uma pesquisa-ação, foi realizada com o objetivo de promover uma discussão sobre os papéis que a sociedade determina para homens e mulheres, e apresenta uma desmistificação dessa crença motivadora de desigualdades sociais entre os gêneros. A partir das apresentações e leituras dos livros, foram feitas rodas de conversas em que as crianças expressavam suas interpretações e opiniões sobre o assunto. Para enfatizar o tema, utilizamos dinâmicas em grupo, vídeos,jogos e atividades escritas que tinham como objetivo desenvolver atitudes fundamentais na promoção da equidade de gênero. A forma como essas atividades foram desenvolvidas reflete na aprendizagem dos bolsistas e seu desempenho consegue performar os estudos e debates feitos coletivamente na IES, de forma responsável e consciente. Através das observações e das práticas, percebemos a relevância de trabalhar esta temática com as crianças, pois elas, no seu dia a dia, acabam vivenciando falas discriminatórias que reforçam as desigualdades entre gêneros. Assim, frisar esse assunto no ambiente escolar promove uma reflexão acerca do direito que cada um tem de ser o que quiser ser, independentemente de seu gênero. É relevante salientar que durante toda a execução do projeto fomos nos reinventando de acordo com as contribuições das crianças. Durante a execução do projeto, levantamos alguns questionamentos sobre as brincadeiras presentes no cotidiano das crianças, como por exemplo jogar bola, brincar de boneca ou de carinho e nos surpreendemos positivamente pois a grande maioria não distinguiram como “brincadeira de menino ou menina” pois, o mais importante para eles era o brincar. A culminância do projeto se deu através de circuitos com várias brincadeiras subdivididas pelas duplas de bolsistas, em que as crianças em grupos iam participando de todos os jogos e brincadeiras, desde futebol a circuito motor. Dessa forma, ficou evidente para os(as) alunos(as) que o brincar é algo coletivo e que não deve ser fragmentado em brincadeira de menino ou menina. Assim, o professor, a escola e a família podem criar um ambiente educacional de aprendizagem em que a empatia, o respeito e a solidariedade possam prevalecer acima das desigualdades, especialmente na educação básica, pois essas crianças serão a futura sociedade. Portanto, o investimento feito no plano de educação vivenciado, nos trouxe uma visão crítica do tipo de sociedade que estamos inseridos e de qual sociedade queremos.
COMPREENDENDO O CONCEITO DE SOLUÇÕES:UMA INVESTIGAÇÃO APARTIR DE PRODUTOS DE SUPERMERCADONO CONTEXTO DO ENSINO MEDIO
BRUNO ANDERSON FERNANDES LUNA; Jose Carlos da Silva; João Vyctor Pereira Gomes; Francisco Jonathan de Oliveira Araujo
O ensino de Química no âmbito da educação básica desempenha um papel crucial no desenvolvimento cognitivo e crítico dos alunos. Ao conectar os conceitos teóricos às aplicações práticas do dia a dia, promove-se uma aprendizagem reflexiva e contextualizada, resultando em uma compreensão mais aprofundada e significativa da disciplina. Nesse contexto, esta ação temática teve como objetivo explorar o conceito de "soluções" entre estudantes do segundo ano do ensino médio da escola EEEP Paulo Barbosa Leite, localizada na cidade de Caririaçu–CE por meio de atividades experimentais interativas e investigativas utilizando produtos de uso cotidiano. A metodologia adotada foi de natureza qualitativa com abordagem exploratória e se baseou na perspectiva dos três momentos pedagógicos de Delizoicov et al. (2002). No momento da problematização, foram apresentados aos alunos os conceitos fundamentais, buscando estimular a reflexão crítica sobre as soluções químicas. Por meio de questionamentos e debates, visou-se instigar o pensamento reflexivo e facilitar a construção coletiva do conhecimento químico. Na etapa subsequente, os alunos foram orientados a conduzir uma prática investigativa, analisando, produtos comumente utilizados em seu cotidiano. O objetivo dessa análise foi examinar os aspectos teóricos previamente estudados, como a composição química e as interações entre os componentes, visando aprimorar sua compreensão dos conceitos relacionados às soluções químicas e suas características específicas. Na fase final, os aprendizados foram sistematizados, estabelecendo-se conexões entre a teoria e a prática. Foram realizados debates e avaliações críticas de cada item apresentado pelos alunos, culminando na categorização dos produtos conforme sua natureza de dispersão: soluções, coloides e suspensões. Essa abordagem resultou em um maior entusiasmo e engajamento dos estudantes nas discussões, destacando a importância da integração entre teoria e prática na educação. Em conclusão, os resultados demonstram a eficácia da estratégia pedagógica que promoveu a participação ativa dos alunos, uma maior internalização dos conceitos abordado, além de estimular o desenvolvimento do pensamento crítico e da autonomia.
Palavras-chave: Contextualização,Soluções,Teoria-Pratica,Ensino de quimica
COMPOSTAGEM ORGÂNICA COMO FERRAMENTA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL
MARIANA KAYLANE SILVA CARVALHO ; NAIARA RAQUEL DE LUCENA SOUZA
A poluição compreendida como a degradação do meio ambiente, sobretudo, decorrente de alterações físico-químicas, em especial do lixo orgânico, no ambiente constitui-se como problema socioambiental. Devido a necessidade de sensibilizar e mobilizar as pessoas para a prática de cuidados ambientais, definiu-se como objetivo analisar o papel de práticas sustentáveis na comunidade escolar a partir da implementação da compostagem orgânica como estratégia pedagógica. O estudo apresenta como trilha metodológica a pesquisa descritiva e exploratória e abordagem qualitativa. Define-se como compostagem orgânica, o processo de reciclagem do lixo orgânico que contribui na redução do aquecimento global a partir da transformação de matéria orgânica, despejada no lixo, em adubo natural. Este pode ser utilizado como substituto de produtos químicos na agricultura, jardins e plantas. O projeto conduzido por pibidianos do subprojeto de Ciências Biológicas a partir da experiência em uma Escola de Ensino Fundamental Cívico Militar, localizada no município de Juazeiro do Norte, Ceará – Brasil. Utilizou como resíduos orgânicos coletados na cantina escolar como cascas de banana, cascas de ovos, entre outros. Recorreu-se ainda resíduos orgânicos como pó de café, entre outros, coletados nas residências dos estudantes. Adicionalmente, utilizou-se terra, folhagens e água. Evidencia-se que a prática de compostagem orgânica na comunidade escolar possibilitou incluir a educação ambiental de forma transversal no currículo escolar. Ao passo que promove uma aprendizagem prática e significativa, também prepara os alunos para um futuro sustentável e comprometidos na construção de uma sociedade consciente e sustentável. A experiência prática proporcionou o desenvolvimento da alfabetização biológica. O conhecimento sobre compostagem tornou possível desenvolver uma maior conscientização sobre a importância da gestão de resíduos orgânicos e incentivou os alunos na adoção de práticas sustentáveis no cotidiano. Palavras-chave: Práticas ambientais. Alfabetização biológica. PIBID.
Palavras-chave: PRÁTICAS AMBIENTAIS, ALFABETIZAÇÃO BIOLÓGICA,PIBID
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Abrir o trabalhoContribuições do Processo de Ensino e Aprendizagem na Formação Docente
MARCIANA PEDRINA DE SOUZA; Cinara Moreira Nunes
RESUMO:O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), criado em 2007, surge como uma política de formação de professores num contexto de valorização e democratização da educação. Dito isto, o PIBID é apontado como um espaço propício para o desenvolvimento de atividades didático-pedagógicas bem como a construção da identidade profissional do discente, futuro professor de biologia. O estudo tem como finalidade analisar como o lúdico contribui na construção da identidade profissional e no desenvolvimento da autonomia docente. Como trilha metodológica recorreu-se a investigação descritiva com abordagem qualitativa realizada a partir de experiências no PIBID. É importante lembrar que o projeto aconteceu a partir das vivências em salas do 7° ano do ensino fundamental em uma escola localizada na cidade de Juazeiro do Norte-Ceará. Observou-se em especial as atividades e as formas de avaliação utilizadas no ato educativo. No processo educacional recorreu-se ao uso de slides, jogos com fichas, dinâmicas fora de sala de aula em espaços aconchegantes e ao ar livre. Essas alterações engajaram os estudantes e despertaram interesse, estimulando assim o aprendizado, o que facilitou a avaliação do desempenho individual e coletivo de cada um. Com base no que foi trabalhado durante o período em que foi realizado as atividades pedagógicas, é possível constatar a partir do projeto o desenvolvimento da aprendizagem de cada aluno com os resultados obtidos nas avaliações diárias e periódicas, tornando perceptível que as estratégias trabalhadas obtiveram maior rendimento. Afirma-se que o método quando carregado de intencionalidade desenvolve o crescimento social, cultural e pessoal. A experiencia da docência de forma literal realizada no chão da escola, torna possível desenvolver uma visão ampla de um campo de atuação bem como a construção de sabres didáticos-pedagógicos, técnico-científico, teórico-prático e sócio-político, o que torna possível estabelecer uma direção e sentido no estágio supervisionado e assim ter uma formação orgânica.
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Abrir o trabalhoCONTRIBUIÇÕES DO PROCESSO DE ENSINO E APRENDIZAGEM NA FORMAÇÃO DOCENTE
CINARA MOEIRA NUNES; MARCIANA PEDRINA DE SOUZA
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), criado em 2007, surge como uma política de formação de professores num contexto de valorização e democratização da educação. Dito isto, o PIBID é apontado como um espaço propício para o desenvolvimento de atividades didático-pedagógicas bem como a construção da identidade profissional do discente, futuro professor de biologia. O estudo tem como finalidade analisar como o lúdico contribui na construção da identidade profissional e no desenvolvimento da autonomia docente. Como trilha metodológica recorreu-se a investigação descritiva com abordagem qualitativa realizada a partir de experiências no PIBID. É importante lembrar que o projeto aconteceu a partir das vivências em salas do 7° ano do ensino fundamental em uma escola localizada na cidade de Juazeiro do Norte-Ceará. Observou-se em especial as atividades e as formas de avaliação utilizadas no ato educativo. No processo educacional recorreu-se ao uso de slides, jogos com fichas, dinâmicas fora de sala de aula em espaços aconchegantes e ao ar livre. Essas alterações engajaram os estudantes e despertaram interesse, estimulando assim o aprendizado, o que facilitou a avaliação do desempenho individual e coletivo de cada um. Com base no que foi trabalhado durante o período em que foi realizado as atividades pedagógicas, é possível constatar a partir do projeto o desenvolvimento da aprendizagem de cada aluno com os resultados obtidos nas avaliações diárias e periódicas, tornando perceptível que as estratégias trabalhadas obtiveram maior rendimento. Afirma-se que o método quando carregado de intencionalidade desenvolve o crescimento social, cultural e pessoal. A experiencia da docência de forma literal realizada no chão da escola, torna possível desenvolver uma visão ampla de um campo de atuação bem como a construção de sabres didáticos-pedagógicos, técnico-científico, teórico-prático e sócio-político, o que torna possível estabelecer uma direção e sentido no estágio supervisionado e assim ter uma formação orgânica.
Palavras-chave: PIBID, FORMAÇÃO DE PROFESSORES,SABERES DOCENTES
Oral
Abrir o trabalhoDA TEORIA À TELA: CRIANDO CONTEÚDO AUDIOVISUAL SOBRE AS TEORIAS DA EVOLUÇÃO
JOSE WELLINGTON FERREIRA BARROS; Henillay Lustosa Ramos; Antônio Ivanildo Pinho
No ensino de Ciências, especialmente em Biologia, é essencial formar alunos críticos e reflexivos, que sejam capazes de compreender e solucionar problemas do mundo real, para além da visão isolada das disciplinas. Considerando o exposto, destaca-se que as teorias da evolução são fundamentais para compreender a realidade a partir do passado. Com isso, objetivou-se promover o interesse dos alunos pela ciência, focando especificamente nas teorias da evolução e conceitos como evolução, seleção natural e adaptação. O estudo apresenta como natureza a pesquisa descritiva e exploratória. Para melhor compreender a temática “teoria da evolução”, desenvolveu-se a oficina “A Hora da Ciência” efetivada ao longo de cinco semanas, contou com a participação de 12 alunos, matriculados no 3º ano D, E, F de uma escola pública, situada no município de Juazeiro do Norte, Ceará – Brasil. A partir da oficina explorou-se conceitos fundamentais da evolução como: seleção natural, adaptação, entre outros; evidências da evolução (fósseis e icnofósseis) e os seus mecanismos subjacentes. E ainda, realizou-se a produção de material didático pedagógico de natureza audiovisual sobre a teoria da evolução. É possível constatar que as atividades desenvolvidas durante a oficina contribuíram na: (1) participação crítica-reflexiva-ativa nas aulas; (2) elevação da compreensão científica-cultural acerca dos tópicos abordados; (3) persistência e comprometimento dos estudantes na ação educativa; (4) conhecimentos da tecnologia da informação e comunicação úteis na criação do vídeo. Para melhorar a experiência, é necessário pensar no desenvolvimento de atividades extracurriculares que não sobrecarregue e envolva na construção desde do ponto abstrato a concretização como uma forma de evitar a evasão dos estudantes. A oficina "A Hora da Ciência" caracterizou-se como uma experiência enriquecedora, contribuindo para o desenvolvimento de uma visão científica do mundo, o despertar do interesse dos alunos pela ciência e a disseminação do conhecimento científico por meio dos vídeos educativos produzidos.
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Abrir o trabalhoDinâmicas em sala de aula: uma variável na aprendizagem
FRANCISCA NALIANE SILVA COSTA; Rosália Alves Rodrigues; Antônio Ivanildo Pinho
Dinâmicas são de extrema importância nos processos educacionais, é através delas que podemos induzir motivação e envolvimento entre os estudantes, conduzindo-os a um comportamento integrador e de mútua aproximação. assim como, são os instrumentos eficazes para a aprendizagem dos discentes. percebe-se que as dinâmicas promovem um maior engajamento entre os alunos, através de uma atmosfera um pouco mais descontraída o que facilita o processo de aprendizagem, o que podemos perceber uma maior absorção do conteúdo
Palavras-chave: aprendizagem, experiencia, dinãmicas
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Abrir o trabalhoEXPLORANDO POTENCIALIDADES: TECNOLOGIAS E DINÂMICAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO DE BIOLOGIA
CÍNTIA PAZ NUNES; Carlos Henrique de Souza Pereira; Antônio Ivanildo Pinho
Historicamente, o ensino de ciências e biologia é caracterizado pela mera memorização de nomenclaturas e conceitos de difícil associação. Para minimizar as lacunas nos processos de ensino e aprendizagem, as metodologias ativas se mostram como eficientes e motivadoras nos processos educacionais de forma significativa promovendo não só aquisição técnica mas também desenvolvimento cognitivo, social e emocional. Permite-lhes, assim, experimentar algo mais dinâmico, participativo e aprofundado. Neste sentido, o presente resumo busca destacar o potencial dos materiais didáticos como metodologias ativas para enriquecer as aulas de biologia. O estudo se classifica como descritivo e exploratório. Para tanto, foi criada uma oficina pelos bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), em colaboração com os alunos do segundo ano do ensino médio de uma escola pública, situada no município de Juazeiro do Norte, Ceará - Brasil. O desenvolvimento das atividades ocorreram durante o terceiro e o quarto bimestre do ano letivo de 2023, abordando os tópicos curriculares ministrados pela professora supervisora do projeto, sendo implementadas em períodos cedidos por ela. Inicialmente, os alunos foram apresentados à proposta da oficina, com explanação do desenvolvimento das ações, análise de opiniões, disponibilidade e interesse dos mesmos em participar. Para execução das metodologias ativas, foram utilizados materiais de fácil acesso e tecnologia simples, exemplificados pela criação de uma roleta didática contendo desafios e perguntas, bem como a utilização da plataforma “Kahoot!”. A avaliação do impacto desta oficina junto aos estudantes foi conduzida de maneira tanto quantitativa (através de questionários, análise das notas de trabalhos e provas) quanto qualitativa (mediante observação do engajamento durante as atividades). Ao longo da oficina, ocorreram limitações de tempo para execução das atividades planejadas, bem como o desinteresse e a baixa frequência de alguns alunos. Em suma, foi observado uma melhoria na compreensão dos conteúdos de Biologia, refletida em um aumento no desempenho acadêmico, evolução dos discentes na participação durante as aulas, nas discussões de ideias e no enriquecimento dos pensamentos durante as atividades propostas.
Palavras-chave: Ensino,Biologia,Oficina,Metodologias ativas
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Abrir o trabalhoO PIBID COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO DOCENTE EM BIOLOGIA
WESLEY FELIPE MOTA DA SILVA; Juliana Alves de Carvalho.
O PIBID COMO ESPAÇO DE FORMAÇÃO DOCENTE EM BIOLOGIA Wesley Felipe Mota da Silva/a¹, Juliana Alves de Carvalho/a², Aline Paulino de Freitas Luna /a³ Financiamento: PIBID - CAPES Resumo: O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) – criado através da Portaria Normativa nº 38, de 12 de dezembro de 2007 – faz parte das ações de Política Nacional de Formação de Professores formulada pelo Ministério da Educação (MEC). Entre os objetivos do programa pode-se citar: introduzir no cotidiano escolar os estudantes do curso de licenciatura e, assim, edificar a educação, refinar a formação docente, dentre outros. Das instituições parceiras destaca-se a Universidade Regional do Cariri (URCA), que faz parte do programa desde 2010. Dito isto, objetivou-se elencar a contribuição do PIBID a partir do subprojeto de Ciências Biológicas da URCA na formação docente. O estudo caracteriza-se como um relato de experiência da vivência no PIBID entre maio de 2023 e abril de 2024, firmado no estudo bibliográfico e documental. O PIBID, hoje encontra-se regido pela Portaria Normativa nº 90, de 25 de março de 2022. Este programa tem sido apontado como espaço adicional na formação inicial de professores pois acontece antes do estágio supervisionado, permitindo ao licenciando conhecer o ‘chão da escola’. Durante o programa os bolsistas fizeram ações didático-pedagógicas como (a) dinâmica do caça-tesouro; (b) oficina de bonsai; (c) elaboração de plano de aulas e atividades didáticas; (d) observação e semirrêgencia, entre outras. É possível constatar que o uso das ações didático-pedagógicas contribuiu na autonomia e saberes docente; no desenvolvimento teórico-prático; na relação alunoprofessor-coordenação; na relação universidade-escola-comunidade; na formação amparada no tripé ensino-pesquisa-extensão e assim por diante. O PIBID como Política Nacional de Formação de Professores tem um papel fundamental na construção e constituição da identidade docente pois propiciará o desenvolvimento técnico, didático-pedagógico, teórico-prático e político na área de formação. O PIBID subprojeto de Biologia da URCA configurou-se como um espaço de vivências pedagógicas que complementa a formação inicial a partir dos aprendizados na rotina escolar. Agradecimentos: Agradecemos à URCA, ao PIBID e à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), pela fundamental contribuição para a realização deste trabalho.
Palavras-chave: PIBID,Formação de professores,Identidade docente,Ciências biológicas
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Abrir o trabalhoO USO DA LUDIFICAÇÃO DE SABERES SOBRE O SISTEMA DEGESTÓRIO
CARLOS MAGNO LOPES DE ANDRADE; Francisco Herbert Fernandes; Nágila Nayane de Oliveira Macedo; N/I
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) propõe-se a antecipar a vivência teórico-prática dos estudantes de licenciatura no ambiente escolar. Nesse contexto, a ludificação se apresenta como uma ferramenta que consiste na incorporação de técnicas e dinâmicas de jogos no processo educativo. O presente trabalho visa relatar o desenvolvimento de uma atividade lúdica sobre o sistema digestório conduzida por bolsistas no PIBID. O estudo adotou como trilha metodológica o relato de experiência. É importante destacar que a vivência prática se sucedeu com turmas do segundo ano do ensino médio matriculados em uma escola pública de Educação Profissional, situada em Crato, Ceará – Brasil. A realização da atividade lúdica aconteceu com a mediação dos bolsistas do PIBID, após a elaboração de 20 questões sobre o sistema digestório que foram impressas e distribuídas nas dependências da instituição. Consequentemente, após a organização dos grupos, realizou-se a entrega de um mapa contendo dicas das áreas onde as perguntas estavam escondidas. Constatou-se que os estudantes se envolveram com entusiasmo na dinâmica da atividade, considerando-a divertida e envolvente, atestado com base no engajamento e na compreensão do conteúdo. Ademais, a percepção dos alunos sobre os bolsistas como facilitadores da atividade lúdica fortaleceu a relação aluno-professor e reforçou a sua importância na educação. Essa vivência proporcionou aos bolsistas uma identificação profissional mais sólida e uma compreensão mais profunda do papel do professor. A experiência reitera a relevância da ludificação no processo de ensino-aprendizagem pois é um método que pode ou não materializar conceitos abstratos que fazem parte da disciplina de biologia. Em síntese, a experiência teórico-prática realizada com suporte da ludificação configurou-se como uma ferramenta pedagógica que pode melhorar quali-quanti o ensino de biologia.
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Abrir o trabalhoOFICINA DE BONSAI COMO PRÁTICA DIDÁTICA PEDAGÓGICA
LEONARDO MOREIRA LOUZADA; ANTONIO JUCIELDO FÉLIX DE OLIVEIRA FILHO
O Programa Selo Escola Sustentável, formulado pela Lei Estadual Nº 16.290/2017, é uma política pública, cuja iniciativa faz parte da Secretaria do Meio Ambiente (SEMA) e da Secretaria da Educação do Ceará (SEDUC) que tem como finalidade incentivar as escolas estaduais a adotarem práticas sustentáveis e de inserção da Educação Ambiental como ferramenta de planejamento escolar. Dito isto, objetivou-se descrever o desenvolvimento da oficina de bonsai como atividade extracurricular didático-pedagógica a partir das experiências no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid). O estudo configura-se como relato de experiências didático-pedagógicas realizadas em uma Escola Estadual de Ensino Profissional em Crato - CE, no Pibid Subprojeto Ciências Biológicas. Cabe destacar que obteve-se na oficina de bonsai 16 alunos matriculados no ensino médio. O bonsai é uma técnica oriental milenar de produção de árvore em miniatura plantada em recipiente, que integra a relação homem-natureza. Além dos aspectos biológicos, é uma prática que potencializa a percepção visual, o equilíbrio dos movimentos e a paciência. É importante evidenciar que a oficina aconteceu mediante: (1) apresentação do tema contemplando os aspectos históricos, técnicas e espécies apropriadas; (2) estabeleceu-se uma relação com conteúdo programático da botânica (fotossíntese, morfologia vegetal, entre outros) e aspectos ambientais; (3) plantio das mudas nos vasos, ocorreu ao ar livre, de modo que cada estudante realizasse o processo de cultivo da muda individualmente. Utilizaram-se ferramentas básicas de jardinagem que não oferecessem perigo. O procedimento consistia em retirar a muda do saquinho, podar folhas e raízes, trocar o substrato, plantar no vaso e regar; (4) posteriormente, os estudantes deram um feedback sobre a saúde das plantas e observaram o brotamento de novas folhas, entre outros processos naturais. A oficina de bonsai caracterizou-se como atividade extracurricular, isto é, uma extensão do currículo de biologia que visou o desenvolvimento global e as funções psíquicas do sujeito. E ainda como uma atividade prática didático-pedagógica comprometida com a formação de um estudante ativo, crítico e reflexivo para além do ensino de biologia.
Palavras-chave: PIBID,ENSINO DE BIOLOGIA,FERRAMENTA PEDAGÓGICA,BONSAI
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Abrir o trabalhoRECOMPOSIÇÃO DA APRENDIZAGEM EM BIOLOGIA: ESTRATÉGIAS PARA O EXAME NACIONAL DO ENSINO MÉDIO (ENEM)
FRANCYELLE FERNANDES BATISTA; Mateus Fernandes Dias; Antônio Ivanildo Pinho
O acesso ao saber sistematizado e acumulado historicamente pela humanidade na sociedade do conhecimento ainda não faz parte da realidade educacional de todos. Parece óbvio, no entanto, muitos não têm acesso aos conteúdos de forma mais detalhada, especialmente nas disciplinas de biologia. Esta constatação é comprovada a partir da forte onda de negacionismo científico e propagação de Fake News. De modo paralelo, destaca-se as avaliações em larga escala, implementadas no sistema de educação brasileiro, como o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Considerando as mazelas que rondam os sistemas de ensino torna-se necessário realizar atividades complementares para aprimorar os conhecimentos científicos-culturais e a compreensão dos conteúdos. Com isso, buscou-se analisar o desenvolvimento da oficina de recomposição da aprendizagem no ensino de biologia. O processo investigativo adotado é de natureza descritiva, exploratória e com abordagem qualitativa. A oficina de recomposição da aprendizagem, buscou abordar de forma didático-pedagógica temas da área de biologia como: citologia, genética, evolução e ecologia. A oficina ocorreu nos meses de agosto e setembro, no ano de 2023 na escola de Ensino Médio e Fundamental, em Juazeiro do Norte, Ceará, Brasil. Destaca-se que a oficina atendeu 5 alunos de cada turma do terceiro ano do ensino médio, no turno da manhã, que apresentaram o menor rendimento quantitativo, totalizando 15 alunos. É importante destacar que ministrou-se ações pedagógicas no período das aulas regulares, com revezamento entre os horários para não haver prejuízo nas disciplinas. Ao concluir as aulas de recomposição, verificou-se que os alunos tiveram um aprimoramento na aprendizagem, e na compreensão efetiva dos conteúdos, como também, se motivaram a ser sujeitos investigadores e com participação ativa na construção de suas bases de conhecimento na disciplina de Biologia. Com isso, é perceptível a necessidade de uma implementação de atividades complementares dentro das instituições escolares bem como extracurriculares, fazendo com que os alunos tenham novos métodos e integrações além dos momentos e conteúdos partilhados na sala de aula.
Palavras-chave: Ensino de Biologia. Avaliação externa. ENEM.
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Jogos e brincadeiras,ludicidade, educação física
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Abrir o trabalhoFOCANDO NO ATLETISMO, HANDEBOL E MINORIAS SOCIAIS; UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
CÍCERO MARTINIANO MENEZES; Cícero Eduardo Pereira Alves
Realizamos na escola Dona Odorina Castelo Branco Sampaio - Juazeiro do Norte junto com o professor supervisor Valmir Wanderson Tomé da Silva, um projeto no qual desenvolvemos atividades de iniciação ao atletismo, handebol e minorias sociais no esporte. Objetivamos apresentar aos alunos áreas menos valorizadas e menos trabalhadas da Educação Física, como o atletismo e questões sociais adjacentes. Em relação as minorias dentro do esporte estudamos com os alunos: racismo, discriminação, preconceito, construindo estes conceitos junto a eles, já que ainda não eram tão claros para crianças. Na pratica esportiva, estes conceitos eram identificados e discutidos. Buscamos a realização de atividades facilitadoras para o aprendizado do: handebol e o atletismo. Foram ministradas aulas teóricas e aulas práticas, objetivando instigar um olhar crítico a respeito de possíveis contradições sociais no esporte. Realizamos atividades lúdicas e de sensibilização em relação aos temas. Na parte de handebol, implementamos atividades que enfatizaram os fundamentos essenciais do esporte, como passe, finta, drible e arremesso. No Atletismo, oferecemos experiências práticas de corrida com salto. Para abordar as questões das minorias sociais no esporte, realizamos atividades em sala de aula que incluíram sessões de desenho, incentivando os alunos a imaginarem um mundo sem racismo ou preconceito. Além disso, promovemos uma atividade prática com o tema do racismo, onde dividimos os alunos em grupos e espalhamos perguntas com respostas em diferentes locais da escola. Cada grupo recebeu pistas para encontrar as respostas, e o grupo que conseguisse responder corretamente as perguntas primeiro seria o vencedor.
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Abrir o trabalhoPOSSIBILIDADES DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO PROGRAMA PIBID: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
BEATRIZ FERNANDES GARCIA ANDRADE ; Gabriela Alves de moura; Valmir Wanderson Tomé da Silva
O PIBID, no âmbito da CAPES, tem como objetivo proporcionar ao licenciando uma experiência concreta como profissional da educação básica. Este trabalho tem como objetivo relatar a experiência de discentes no programa PIBID, por meio de práticas pedagógicas interdisciplinares no ensino fundamental II na escola Dona Odorina Castelo Branco Sampaio. De início, ao chegarmos na escola e tomar conhecimento de como é a instituição, conhecer o professor supervisor e a realidade de cada turma, assim como o planejamento escolar, passamos a atuar. Observamos as aulas do professor e o que ele estava trabalhando, logo depois iniciamos com aulas de handebol e atletismo, práticas e teóricas: As práticas eram realizadas em grupos mistos, de maneira que todos interagissem sem distinção de gênero ou qualquer outra. Foi incluído o tema racismo nas aulas. Um tema pertinente e interessante. Realizamos dinâmicas de caça ao tesouro em que os alunos iam identificando diversas situações relacionadas ao tema e iam avançando as etapas, como também jogos de imaginação na qual eles tentavam se ver em várias situações de discriminação e racismo. Os alunos sempre traziam muitas questões e indagações nas discussões sobre este tema nas aulas de educação física, no esporte e no dia a dia. O assunto os deixou instigados a participar e a relatar suas próprias experiências sobre o tema. Entende-se que trazer metodologias diferentes através desses marcadores sociais como gênero, etnias, negritude, discriminação, entre outras questões que marcam a sociedade tem grande potencialidade. Conclui-se que é possível trazer novas propostas para as aulas de Educação Física na escola, para além do que vemos nas atividades tradicionais contribuindo na implementação de novas estratégias de ensino-aprendizagem que permite o dinamismo e envolvimento ativo dos alunos
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Abrir o trabalhoQuebrando barreiras: inclusão de meninas nas aulas de educação física
JHONATAN NEYLIO DA SILVA FAUSTINO; Laíne Menezes Primo; Cicero Gabriel de Assis Jaber
A participação das meninas em aulas de Educação Física é importante para a construção de uma sociedade mais igualitária e saudável. Além de promover a igualdade de gênero, essa participação contribui para o desenvolvimento físico, emocional e social. Neste relato, apresentamos e refletimos sobre o tema, abordando aspectos históricos, experiências práticas e estratégias para incentivar a participação feminina. Para compreender a importância da participação das meninas nas aulas de Educação Física, é fundamental explorar a história das mulheres no esporte. Por muito tempo, as mulheres foram excluídas de atividades físicas e esportivas, sendo consideradas frágeis e incapazes de competir com os homens. No entanto, ao longo das décadas, houve avanços significativos na luta pela igualdade de gênero no esporte. As mulheres conquistaram espaço em diversas modalidades esportivas, alcançando vitórias e quebrando recordes. No entanto, ainda há desafios a serem superados, como a disparidade salarial e a falta de visibilidade em certos esportes. Para compreender sobre a participação das meninas nas aulas de Educação Física, realizamos uma aula em formato de roda de conversa. Essa abordagem permitiu que os alunos se sentissem à vontade para expressar suas opiniões e experiências. Apresentamos aos alunos a trajetória das mulheres no esporte, destacando conquistas e desafios. Enfatizamos a importância da igualdade de oportunidades para meninos e meninas nas aulas de Educação Física. Realizamos exercícios na quadra, envolvendo tanto meninos quanto meninas. Essa interação promoveu o respeito mútuo e a conscientização sobre a importância da participação feminina. Os resultados da aula foram positivos. Os meninos compartilharam o espaço da quadra de forma respeitosa com as meninas, demonstrando maior conscientização sobre a importância da participação feminina. Por sua vez, as meninas sentiram-se incentivadas a participar ativamente das atividades físicas. A participação das meninas nas aulas de Educação Física é fundamental para construir uma cultura mais inclusiva e igualitária. Através de estratégias como a roda de conversa e atividades práticas, é possível conscientizar os alunos sobre a importância da inclusão e do respeito mútuo. Continuar promovendo iniciativas que incentivem a participação feminina contribuirá para uma sociedade mais justa e saudável.
Palavras-chave: inclusão,meninas,igualdade, educação física escolar
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Abrir o trabalhoSer no Crescer: Resgatando a essência da infância
NATALIA CORDEIRO DOS SANTOS ; Francisco de Assis Valentim Neto; Maria Amanda Aguiar dos Santos; Tayana Nascimento Souza
O Brincar quando criança proporciona uma oportunidade única de interação social, desenvolvimento físico e afetivo. Essas experiências ao ar livre contribuem significativamente para a formação da nossa identidade e para o aprendizado de habilidades sociais e emocionais. O projeto Ser no Crescer foi desenvolvido com alunos de faixa etária entre 16 e 17 anos e teve como objetivo que os alunos pudessem reviver e compartilhar suas experiências quando crianças, através dos momentos de lazer com jogos e brincadeira e com algo que marcou a sua infância. Iniciamos com observação dos jovens para identificar quais seriam as possíveis intervenções, após identificadas a parte prática das atividades foram elaboradas colocando os alunos como protagonistas de todo o projeto, pois, eles levaram para dentro de sala suas vivências e suas relações com os jogos e brincadeiras trazendo relatos pessoais e bagagem cultural ampla. Do começo ao fim foi necessário contar com a aceitação e com a participação efetiva de todos que estavam em sala, o que desde o início aconteceu de forma efetiva e foi imprescindível para realização de todas as atividades planejadas no cronograma, desde os relatos anônimos e voluntários à parte prática que proporcionou um resgate ao eu criança de todos os alunos com muita emoção e divertimento. Ficou evidenciada maior participação dos alunos. Ao lembrarem do passado, a cada relato, somava-se estórias de vida para além do brincar. Todos se colocaram em atitude reflexiva. Foi perceptível a maior aproximação entre os alunos, ao escutar a história do colega. Muitas histórias doloridas. Um sentimento de maior aceitação e respeito pelos colegas estava em construção. Após relatos e lembranças, vivenciaram atividades práticas de jogos e brincadeiras da infância de cada um. Foi um resgate de memórias das vivências afetivas e do brincar. Foi positiva a atitude reflexiva dos alunos. Conclui-se que através da participação ativa dos alunos, o projeto conseguiu criar um ambiente acolhedor, pois permitiu o compartilhamento de vivências de forma significativa. Além disso, foi inspirador notar que iniciativas como essa podem enriquecer ainda mais o desenvolvimento educacional e emocional dos estudantes.
Palavras-chave: Infância,Resgate emocionall,Jogos e Brincadeiras
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Abrir o trabalhoSer no crescer: Uma viagem no tempo
ÉLIDA AMERICO VIDAL; Brizia Laurindo Pereira de Sousa; Francisca Caroline Araújo Alves; José Pedro da Costa Neto
O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), proporciona experiências práticas nas escolas de educação básica, para os estudantes bolsistas dos cursos de licenciatura. A temática do lazer foi a proposta para realizar o desenvolvimento do projeto. O objetivo foi de promover a vivência dos alunos sobre jogos e brincadeiras, direcionando para uma perspectiva voltada para o lazer, estimulando o resgate dos valores atitudinais e ensinando sobre a diferença entre jogos e brincadeiras. O projeto aconteceu na escola EEMTI Amália Xavier. As aulas foram ministradas na sala de aula e na quadra da escola, com o professor supervisor acompanhando cada aula, nos ajudando e mostrando melhores formas para desenvolver os planos de aula. Foram feitas rodas de conversa a respeito do tema e das práticas desenvolvidas. As atividades desenvolvidas, permitiram vivências no âmbito da motricidade, da afetividade, da cognição, com muita descontração e aprendizado. Foi possível conduzir os alunos a reflexão sobre o estilo de vida e sobre a possiblidade do brincar e jogar nos momentos de lazer extraescolar. Como resultado tivemos aumento da participação e do envolvimento dos alunos ao longo das atividades. Isso pode ser quantificado através de registros, e de observação do comportamento dos alunos durante as brincadeiras e jogos. Evidenciou-se interação entre os alunos, entusiasmo e colaboração à medida que as aulas progrediam. Essa observação indica não apenas o impacto positivo das atividades de lazer do engajamento dos alunos, mas também sugere que as brincadeiras e jogos são eficazes para promover um ambiente de aprendizado dinâmico e participativo. Concluímos que, a partir das aulas realizadas, os alunos tiveram uma visão mais ampla sobre Jogos e brincadeiras e puderam relacionar com brincadeiras antigas, como as que seus avós/pais brincavam. Trazendo também uma visão mais ampla sobre estilos de vida, maneiras de sentir, brincar e interagir.
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Ondulatória, Acústica, Ressonância , Série de Balmer, Série de Rydberg , Matéria Escura , Efeito Fotoelétrico
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Abrir o trabalhoInovação pedagógica: Explorando novos horizontes com tecnologias e práticas experimentais - um panorama do PIBID em Física
MARIA CECÍLIA BARBOSA DE ALCÂNTARA ; Helem Hevylly Candido Rodrigues; Francisco Wellington Silva de Amorim
O ensino de física contemporâneo enfrenta o desafio constante de cativar a atenção dos alunos, fomentar o interesse genuíno e promover a assimilação duradoura de conceitos físicos complexos, especialmente no que tange ao uso da linguagem matemática para formulação de leis naturais. Esse cenário se deve, em grande parte, à perpetuação da abordagem de aprendizado mecânico, em que os professores apontam informações, os alunos as reproduzem e memorizam superficialmente para as avaliações, esquecendo-as logo em seguida. No subprojeto de Física do PIBID 2022-2024, buscamos contribuir ativamente para a transformação dessa realidade através de práticas experimentais de baixo custo e da aplicação dos recursos tecnológicos, que despertassem a curiosidade dos alunos, tornando a Física envolvente e acessível em suas vidas cotidianas. As intervenções realizadas foram referentes aos temas de fluidos newtonianos e não-newtonianos, com discussão sobre a viscosidade dos fluidos e experimento de amido de milho e água; Relatividade, através de um gameboard; Radiação ionizante e seus efeitos nas células, em forma de palestra; e Dinâmica dos fluidos, com oficina sobre montagem de mergulhadores cartesianos. Almejamos ainda trabalhar futuramente o conceito de óptica e espectrometria óptica, através do espectrômetro construído em parceria com o Laboratório de Física Computacional Aplicada da URCA. Por meio dessas práticas, os estudantes puderam entender o significado e a aplicação dos conceitos e fórmulas estudados, se familiarizar com assuntos da comunidade científica e desenvolver o raciocínio abstrato, o que contribuiu para uma visão digna da Física, como ela é de fato: envolvente e encantadora.
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Abrir o trabalhoInvestigando Efeitos Eletrodinâmicos e Ondulatórios: Aplicações e Fenômenos Observados
ARTHUR VIEIRA SOARES VASCONCELOS; Davi Morais de Lima; Francisco Wellington Silva de Amorim
O ensino de Física apresenta como principal empecilho tornar conceitos abstratos mais acessíveis aos alunos. Diversas leis e teoremas apresentam-se de forma não palpável para a grande maioria dos estudantes nas mais escalas de escolaridade. As nossas intervenções desenvolvidas ao longo do projeto do PIBID tiveram ênfase em demonstrar, de forma prática, em como os contantes processos eletrodinâmicos estão presentes de diversas formas no nosso dia a dia, além de apresentarmos como os efeitos ondulatórios permeiam não só na Terra, mas em como se apresentam ao longo de todo o Universo. Para que nosso objetivo de cada intervenção fosse alcançado, construímos um mini capacitor utilizando copos de plástico e papel alumínio, na qual conseguíamos eletrizar o nosso objeto e posteriormente permitindo a passagem da corrente elétrica de forma sutil nos alunos. Também, a fim de construirmos não só uma vivência prática desse fenômeno, abordamos conceitos elementares que permeiam a matéria de Eletrostática e Eletrodinâmica, como: Contexto Histórico das primeiras evidências, Carga Elétrica, Carga Elementar, Processos de Eletrização e Capacitores. Durante toda a explicação, certificamo-nos de que boa parte dos conceitos transmitidos fossem entendidos de forma satisfatória pelos alunos, onde fizemos perguntas e reforçamos tais conceitos. Na nossa segunda intervenção, abordamos como tema maior as Leis de Hubble, com aplicação ao Efeito Doppler. Para isso, abordamos desde os primeiros conceitos da Física Ondulatória, como conceitos de Ondas, propagação e características e maneiras de calcular grandezas atreladas (comprimento de onda, frequência, período) visando apresentar o Efeito Doppler de forma satisfatória. Fizemos uso de vídeos e aplicações que mostram, na prática, tal fenômeno. Outrossim, fizemos um excelente debate e previsões acerca da idade do Universo e mostramos como tais conclusões foram tomadas, desde primeiras ideias até cálculos simplificados. Foi-se abordado tempo de vida médio de estruturas, velocidade de galáxias e os artifícios matemáticos de Hubble. Para tal, o uso de imagens que mostram a diferença de cores, explicitando o Efeito Doppler, nas diferentes galáxias que aproximam-se ou distanciam-se da Terra ilustrou bem a situação. Em todas as intervenções, buscamos ao máximo a participação, seja com perguntas, possíveis respostas e até testando os experimentos. Além disso, novos experimentos e atividades podem ser desenvolvidos para explorar outros conceitos físicos de forma dinâmica e interativa, enriquecendo ainda mais o processo de aprendizagem dos alunos. Portanto, acreditamos que o foco em trazer a teoria aliada à prática foi alcançada com êxito.
Palavras-chave: Eletrodinâmica,Ondulatória,Hubble,Efeito Doppler,Eletrização
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Abrir o trabalhoPROMOVENDO A EXCELÊNCIA NA FORMAÇÃO DOCENTE: O PAPEL TRANSFORMADOR DO PIBID EM FÍSICA
GABRIEL CORREIA MENESES; João Gabriel Feitosa Alves
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) na área de Física desempenha um papel crucial na formação de professores dessa disciplina, promovendo a integração entre teoria e prática e incentivando o envolvimento dos estudantes de licenciatura desde cedo na realidade da educação básica. As intervenções do PIBID são construídas com base no conhecimento dos alunos e discutidas em reuniões com supervisores/orientadores, visando a participação ativa dos estudantes. O foco principal é envolver os licenciandos em atividades de observação, reflexão e intervenção nas escolas públicas, sob supervisão, incluindo participação em aulas, planejamento e execução de atividades pedagógicas, e realização de projetos para aprimorar a prática docente. Recursos online são utilizados para pesquisa sobre abordagens pedagógicas e estratégias de ensino. As metodologias incluem diálogo com os alunos para identificar lacunas de compreensão, uso de materiais visuais e experimentos práticos, como o da reflexão e refração da luz, para facilitar a compreensão do conteúdo. Além disso, projetos como um jogo de tabuleiro sobre a Teoria da Relatividade Geral são incorporados para diversificar as abordagens de ensino. Nas escolas, é vital abordar a dinâmica de fluidos, compreendendo fluidos, pressão e compressibilidade. Fluidos são substâncias que fluem (líquidos, gases, plasma); pressão é força em área; compressibilidade é mudança de volume sob pressão. Importante discutir Princípio de Pascal (pressão transmitida igualmente), Lei Fundamental da Hidrostática (relação pressão-profundidade-densidade), Equação de Bernoulli (relação pressão-velocidade-altura), Princípio de Venturi (relação velocidade-pressão em constrição) e Efeito Magnus (diferença de pressão em objeto rotativo). Esses conceitos capacitam os estudantes para entender fenômenos naturais e aplicá-los em diversas áreas. Abordagem prática e contextualizada pode melhorar a compreensão e preparar para desafios futuros.
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Abrir o trabalhoCONSIDERAÇÕES SOBRE AS INSTALAÇÕES GEOGRÁFICAS E SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA O DESENVOLVIMENTO DO ENSINO DE GEOGRAFIA NA E.E.E.P. RAIMUNDO SARAIVA COELHO
MARIA HELOISA FRANÇA DOS SANTOS ; Késia Gomes dos Anjos Feitosa; Antonia Joyce Sobreira Silvestre; Alexandre dos Santos Nascimento
O intuito deste trabalho é apresentar as experiências vivenciadas na E.E.E.P. Raimundo Saraiva Coelho na implementação das Instalações Geográficas aplicada na turma do 3°ano “A” de finanças. Analisa o uso dessa metodologia de ensino e de avaliação na proposta de trabalhar os conteúdos de geografia através de processos criativos na construção do conhecimento em estudos sobre a Colina do Horto que está localizada em Juazeiro do Norte - Ce. O trabalho foi desenvolvido seguindo processos de teoria e prática mediados por alunos de graduação bolsistas do Programa de Iniciação à Docência (PIBID), e professor supervisor da mesma instituição referida. A implementação das Instalações Geográficas enquanto metodologia, contribui para avaliar o desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes, como também, auxilia na compreensão da complexidade do espaço geográfico, seus aspectos culturais, econômicos e sociais. A base metodológica aplicada para realização deste trabalho conduz de noções base acerca das instalações geográficas incluindo leituras para o estudo em questão. Destaca-se a importância do estudo do meio para concepções críticas e perceptíveis do espaço geográfico da Colina do Horto, seus aspectos culturais, sociais e econômicos. O referente trabalho foi produzido de forma eficaz, tendo em vista a participação ativa dos alunos e a realização das atividades. Considerando o empenho dos bolsistas em desenvolver e abordar a parte teórica e prática com a turma, a mostra das Instalações Geográficas foi nitidamente concluída com sucesso, agregando de forma positiva no conhecimento dos estudantes e aprimorando as técnicas de ensino dos futuros docentes. Em síntese, pode-se concluir que, o uso das Instalações Geográficas aplicada na E.E.E.P. Raimundo Saraiva Coelho, foi uma experiência excelente para todos os envolvidos, resultando em aprendizado do conteúdo de Geografia pelos estudantes e proporcionando uma experiência fundamental para a formação docente.
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Abrir o trabalhoENSINO CRIATIVO, AS INSTALAÇÕES GEOGRÁFICAS METODOLOGIA AVALIATIVA (PIBID)
MARIA MICHELLY LOPES GONÇALVES; Maria Dayane Pereira dos Santos; Maria Sabrina Batista Braz
Na busca por novos métodos avaliativos que sejam inovadores para aprendizagem em sala e que sejam estimáveis para os alunos e que leve principalmente o conhecimento, e que desenvolva o pensamento criativo e crítico do aluno. Deste modo a escola: Maria Violeta Arraes de Alencar Gervaiseau, junto ao Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - PIBID, utilizaram a metodologia das Instalações Geográficas. As instalações é um método avaliativo que manuseia símbolos e signos, a partir de um conteúdo, essa forma foi criada pelo Professor Emerson Ribeiro, do Curso de Licenciatura Geografia da Universidade Regional do Cariri - URCA. Nas salas de aula os bolsistas trabalharam este método em três turmas: 1º C, 2º C e 3ºC ano do curso de Áudio e vídeo, desenvolvendo a prática e a teoria. Foi apresentado o conteúdo teórico do Geopark Araripe e os seus respectivos Geossítios, dentre eles os alunos iriam trabalhar o Geossítio Batateiras que está localizado no município de Crato - CE, na prática houve a ida com os alunos ao Geossítio para aguçar o horizonte do que estava se trabalhando em sala, onde foi possível a escolha do material base onde vai colocar os símbolos e signos da instalação, a base é fundamental e de grande importância pois complementa o conteúdo trabalhado, seguindo com os recursos para o processo de criação das instalações onde o aluno vai colocar na prática tudo o que foi desenvolvido em sala e na aula e em campo. Como uma metodologia avaliativa as instalações tem como objetivo através da pesquisa da criatividade instigar o aluno ao pensamento crítico e o desenvolvimento de materializar o conteúdo trabalhado com a turma. Sendo assim esses métodos buscam para ensino novos meios qualitativos, que instigam o aluno, junto as explicações referentes ao conteúdo também foram trabalhadas levantamentos bibliográficos, gincanas com perguntas sobre o tema, videoaulas e campo, resultando em uma exposição no pátio principal na escola onde os alunos apresentaram suas instalações e o que foi compreendido em sala. Portanto é concluindo que esse trabalho é essencial para o ensino e aprendizagem onde os bolsistas que estão em processo de formação estão buscando inovação, em suas técnicas de ensino e novos meios para que os alunos tenham vontade de aprender, a bolsa do PIBID nos permite usar novos meios de ensino criativo como as instalações Geográfica.
Palavras-chave: Instalação Geografica,PIBID,Geossitio,Criatividade,Aluno
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Abrir o trabalhoGEOSSÍTIO PONTAL DA SANTA CRUZ ATRAVÉS DA CIANOTIPIA
JANNY SILVA NASCIMENTO; Edna Maia Alves; Kailanne Nunes dos Santos Lima
Esse trabalho tem como objetivo apresentar resultados finais da pratica de Cianotipia. A Cianotipia, ou Cianótipo, é um processo de impressão fotográfica em tons azuis, que produz uma imagem em ciano, se dá a reação da luz ultravioleta e de uma mistura química, ou seja, ela é uma fotografia artesanal. A cianotipia foi o segundo método de ensino do PIBID, para a turma do 1º ano do curso técnico de áudio e vídeo, na EEEP Maria Violeta Arraes de Alencar Gervaiseau. Esse processo se deu primeiramente com aulas teóricas, com a temática sobre o Geossítio Pontal da Santa Cruz, que localiza no município de Santana do Cariri. Apresentando a importância do geossítio para a região, seus aspectos geológicos, histórias e lendas locais do Pontal da Santa Cruz. Em seguida partimos para a prática da aula de campo, onde lá os alunos tiveram a oportunidade de conhecer, e em equipes tirar fotos de pontos importantes e significativos, para em seguida fazer a prática de cianotipia na escola. No ambiente escolar, iniciamos as atividades compartilhando observações e selecionando fotografias feitas pelos alunos durante o campo para a prática da cianotipia. Em seguida com a orientação do professor e coordenador do PIBID Glauco Vieira e a assistência dos bolsistas do laboratório Imago, foi realizada a prática da cianotipia na escola EEEP Maria Violeta Arraes de Gervaiseau na qual podemos contar com o suporte do laboratório do curso técnico em Áudio e vídeo, bem como o apoio e colaboração do professor Erlandson da Silva Luna.
Palavras-chave: Ensino,Cianotipia,Geossítio
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Abrir o trabalhoInstalações geofotográficas na EEEP Raimundo Saraiva Coelho: Barbalha, CE, vista por diversos ângulos
MARCILIO DE FIGUEIREDO ALVES CIRILO; Henrique Pereira Aires de Alencar; João Carlos Geraldo Bacurau; Tayan Cavalcante Rosal Sampaio
O projeto desenvolvido no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), denominado de “instalações geo(foto)gráficas na E.E.E.P Raimundo Saraiva Coelho: ferramenta metodológica para explicar os aspectos geográficos do município de Barbalha-CE”, apresenta a importância do uso de novas linguagens para o ensino da geografia, a partir da utilização de recursos visuais e outros materiais diversos para a construção e representação do conteúdo pragmático, exibindo uma metodologia inovadora para lecionar essa disciplina em sala de aula, utilizando-se assim de fotografias para o desenvolvimento de um olhar geográfico nos discentes, instigando sua criatividade para criação de materiais pedagógicos que representem a geografia e cultura presente dentro da cidade de Barbalha. Esse projeto teve como objetivo apresentar uma nova perspectiva metodológica para o ensino dessa disciplina e apresentar aos alunos do segundo ano B da escola E.E.E.P Raimundo Saraiva Coelho as características físicas, naturais, sociais e culturais da referida localidade, a parti da utilização de ferramentas e materiais não ortodoxos para a construção do conteúdo e saberes geográficos. Exibindo essa possibilidade de ensino e desenvolvendo junto a eles as competências necessárias para a construção das instalações geo(foto)gráficas, tornando os mesmos agentes ativos no processo de elaboração do projeto e aprendizado. Ademais, o presente trabalho foi realizado por meio de estudos e pesquisa bibliográfica, com o intuito de criar um arcabouço teórico para apresentar aos educandos a cidade e esse método, conceitualizando o mesmo e elucidando as etapas necessárias para sua realização, expondo dês de como aplicar a imagem à o cianótipo até a quais elementos devem estar presente na instalação e como montá-la. Efetuando também uma aula de campo para Barbalha, onde foi discutido e apresentado as características dela, sendo registrada fotografias que apresentassem as temáticas e elementos ali discutidos. No qual, posteriormente foram usadas em uma oficina, que pôs em prática toda a teoria exposta no ambiente escolar, sendo feito o processo de produção e montagem de seus trabalhos para posteriormente serem expostos. Diante disso o projeto resultou no evento “II mostra geográfica: as instalações geo(foto)gráficas e cianotipia como processo metodológico na E.E.E.P Raimundo Saraiva Coelho”, onde os discentes devidos em células montaram e apresentaram suas instalações, que traziam os aspectos geográficos de Barbalha, para seus demais colegas e para o corpo docente da instituição. Expondo como o conteúdo visto em sala de aula pode ser trabalhado a parti da utilização de materiais diversos e por representações visuais do espaço, explicitando que é possível trabalhar os conteúdos de uma forma não ortodoxa. Demonstrando assim como as instalações geo(foto)gráficas surgem como uma ferramenta metodológica promissora para o processo de ensino, proporcionando uma aprendizagem ativa e realizando um diálogo entre a ciência geográfica e os recursos visuais que estão tão presentes no cotidiano dos jovens, potencializando também sua criatividade e individualidade. Ressaltando a importância dessas novas práticas de ensino na formação de sujeitos críticos na sociedade, que possuam um olhar geográfico acerca do espaço.
Palavras-chave: Instalações geo(foto)gráficas,Recurso visual,Criatividade,Ensino de geografia
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Abrir o trabalhoO ESTUDO DO MEIO COMO RECURSO METODOLÓGICO NAS AULAS DE GEOGRAFIA: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZADOS NA EEEP MARIA VIOLETA ARRAES DE ALENCAR GERVAISEAU, EM CRATO-CE
BRUNO DE SOUZA BEZERRA; ALESSANDRO HENRIQUE DE SOUSA
Este trabalho apresenta um relato das atividades realizadas pelos bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência-PIBID, na Escola de Ensino Médio e Profissionalizante Maria Violeta Arraes em Crato-CE. Nessa instituição foram desenvolvidos com os alunos do 1 ano B estudos socioespaciais na comunidade do Gesso que fica próxima à escola. Adotamos como metodologia o estudo do meio que visa integrar o ensino teórico com a experiência prática, proporcionando aos alunos vivências fora de sala de aula e explorando o espaço ao seu redor. Para o ensino de Geografia, o estudo do meio desempenha um papel fundamental, pois permite aos alunos uma melhor compreensão dos conceitos geográficos e das características do lugar em que vivem. Ao adotar o estudo do meio como metodologia nas aulas de Geografia, os estudantes tiveram a oportunidade de analisar os aspectos físicos, sociais, culturais e econômicos da comunidade do Gesso. Dessa forma, puderam explorar alguns conceitos geográficos como paisagem, lugar, território e região, compreender as relações sociedade-natureza, além de refletir sobre os impactos gerados pelas atividades humanas. Consoante a isso, o estudo do meio possibilitou aos alunos desenvolverem habilidades de observação e análise do espaço, bem como a promoção da consciência crítica e reflexiva sobre as questões ambientais e socioespaciais. Consideramos que a metodologia contribuiu para uma aprendizagem significativa e contextualizada, aproximando os estudantes da realidade e estimulando o interesse no mundo ao seu redor.
Palavras-chave: ESTUDO DO MEIO, ENSINO, GEOGRAFIA,PIBID
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Abrir o trabalhoENSINO DE HISTÓRIA E TRADIÇÕES RELIGIOSAS: A IMPORTÂNCIA DA CULINÁRIA PARA A RELIGIOSIDADE E PARA CULTURA BRASILEIRA
JEFERSON MATHEUS PEREIRA AMARO; Jardel Macêdo Pereira; Marcus Vinicius de Souza da Hora; Sinthia Suellen Carlos Granjeiro
O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID, por meio do subprojeto de História (2022-2024), busca incentivar a formação docente nos primeiros anos da licenciatura, a partir de ações pedagógicas dentro do tema norteador "Saberes Tradicionais", inspirado pela Lei nº 11.645/08, que sugere o ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Indígena. As oficinas elaboradas têm como objetivo explorar estratégias de ensino para lidar com os preconceitos e dificuldades relacionadas à diversidade cultural do Brasil, incorporando elementos do conhecimento europeu, africano, indígena, e de outros povos. A oficina: "Ensino de História e Tradições Religiosas: A importância da culinária para a religiosidade e para a cultura brasileira", destaca alimentos como milho, macaxeira, bolo e vinho, que são fundamentais em diversas culturas regionais por motivos religiosos, geográficos e econômicos. Através de materiais como mesa, data show, comida, quadro branco e pincéis, a oficina incluiu uma explicação teórica sobre a importância desses alimentos em diferentes religiões da região do Cariri, seguida por uma degustação para proporcionar uma experiência prática aos alunos. O resultado da oficina mostrou a compreensão da importância da alimentação para a manifestação religiosa, com uma resposta positiva dos alunos devido à relevância da temática para o cotidiano. A interação dos alunos durante a degustação demonstrou sua receptividade e interesse, ressaltando a importância de abordar temas próximos à realidade dos estudantes para facilitar a compreensão do conteúdo, proporcionando uma educação mais contextualizada e inclusiva. Concluiu-se que a adesão dos alunos ao conteúdo é maior quando este está relacionado a sua vivência, proporcionando uma base para abordar temáticas que possam gerar desconforto devido a preconceitos enraizados.
Palavras-chave: Religiosidade, Educação, Diversidade
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Abrir o trabalhoENSINO DE HISTÓRIA, SABERES TRADICIONAIS E A MEDICINA POPULAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
MAXIMINO FERREIRA NETO; Maria Clara Paiva Peixoto de Alencar; Rosiane Oliveira da Silva; Maria Claeni de Souza Silva
Em outubro de 2023, o Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) Subprojeto de História conduziu uma experiência pedagógica enriquecedora na Escola de Ensino Médio e Técnico Integrado Prefeito Raimundo Coelho Bezerra de Farias, como proposto pelo antropólogo Claude Lévi-Strauss, que afirmou: "A cultura é o que faz de nós seres verdadeiramente humanos, e é essencial que valorizemos e respeitemos a diversidade cultural presente em nossa sociedade." Esta iniciativa visou explorar as tradições da medicina popular e as fascinantes aventuras relacionadas às especiarias, como destacado por autores como Harri Lorenzi e Julio Seabra Inglez de Sousa. Os alunos foram convidados a mergulhar em um universo de conhecimento ancestral, onde o uso de produtos naturais para cura e o comércio de especiarias desempenharam papéis fundamentais ao longo da história humana. Durante essa jornada de descoberta, uma atividade prática de caça às especiarias proporcionou uma experiência única de imersão nas tradições culturais, estimulando um maior interesse e apreciação pelos costumes culinários associados a elas. Ao integrar o conhecimento teórico com experiências práticas, a escola promoveu uma educação holística, fortalecendo os laços culturais e contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e respeitosa, como enfatizado por autores como Darcy Ribeiro e Sérgio Buarque de Holanda. Essa jornada pela medicina popular e pelas aventuras com especiarias reforçou a importância de valorizar e celebrar as tradições culturais brasileiras, construindo pontes entre as pessoas e promovendo uma sociedade mais justa e solidária.
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Abrir o trabalhoMITOS E LENDAS INDÍGENAS DA REGIÃO DO CARIRI: A HISTÓRIA ORAL COMO ALIADA AO ENSINO DE HISTÓRIA
LAYRA DESLANIA BATISTA MALHEIRO; Ana Julia Rufino dos Santos; Maria Carolline Alves de Araújo; Thalita Santana da Silva
Esse trabalho surge com intuito de explorar os mitos e lendas indígenas da região do Cariri, destacando a importância da história oral como ferramenta educacional. Por meio de uma abordagem interdisciplinar e colaborativa, buscamos aproximar estudantes, comunidades e tradições ancestrais para promover a valorização das culturas indígenas, utilizando a história oral como ferramenta de ensino. Desta forma, visamos positivar a presença indígena pelos discentes em sala de aula, aprendendo a partir da tradição oral e da ancestralidade, que envolve pesquisas entre os estudantes sobre narrativas orais de suas famílias e comunidades, fortalecendo os laços plurais de pertencimento territorial e identitário para ensino de história. A oficina foi dividida em momentos práticos e teóricos. Num primeiro momento, apresentamos alguns mitos indígenas por meio de rodas de conversa. Usando a metodologia da circularidade, trouxemos uma cabaça como forma de estimular as falas e contribuições de cada discente, com contações de histórias sobre lendas e mitos do Cariri. Em sequência, a turma foi dividida em quatro equipes para a produção de artes que materializassem os mitos e lendas trabalhados em encontros anteriores. Com o intuito de analisar a percepção dos discentes sobre a oficina, foi proposto uma socialização entre eles para que os mesmos apresentassem sua perspectiva sobre as artes produzidas. Por meio da avaliação dos próprios alunos sobre a oficina, podemos observar que os objetivos pré-estabelecidos foram alcançados. Pois, a partir do momento de circularidade, os alunos tiveram a oportunidade de se conectarem com seus antepassados e familiares, por meio da história oral. Com isso, ao explorar os mitos e lendas dos povos Kariris, a oficina contribuiu para o resgate e preservação da cultura indígena local, que por vezes é negligenciada ou/e esquecida. Assim, é possível entender a importância da história oral como uma fonte legítima de conhecimento histórico. A oficina desafiou abordagens tradicionais de ensino e promoveu uma compreensão holística e inclusiva da história indígena no Cariri, envolvendo os alunos na pesquisa, coleta e compartilhamento de histórias, e promovendo um senso de empoderamento e responsabilidade.
Palavras-chave: Mitos e lendas indígenas,Oralidade,Ensino de História,Cariri
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Abrir o trabalhoO DINAMISMO EM SALA DE AULA: JOGO DE TABULEIRO HUMANO COMO RECURSO DIDÁTICO NO ENSINO DE HISTÓRIA
MARIA VITORIA AGRA LINS DA CUNHA; Maria Larissa Menezes Alcântara; Xaiane Gonçalves Pinho; Laysa Muniz Pereira
O presente trabalho busca destacar o dinamismo em sala de aula, com foco no uso do jogo de tabuleiro humano como uma ferramenta didática no ensino de História. O objetivo é promover uma aprendizagem significativa e interativa no ambiente educacional. Dessa forma, buscamos integrar teoria e prática a fim de dialogar de maneira mais eficaz com os estudantes da rede básica de ensino. Neste resumo, compartilhamos as experiências do subprojeto de História intitulado "Ensino de História e Saberes Tradicionais", com destaque para a aula-oficina realizada na Escola Estadual de Educação Profissional Professor Moreira de Sousa, situada em Juazeiro do Norte, no estado do Ceará. Essas atividades foram viabilizadas pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), financiado pela Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Nível Superior (CAPES), com o propósito de enriquecer a formação pedagógica dos futuros professores de História. Nesse sentido, o trabalho tem como propósito evidenciar a resistência dos povos originários na região do Cariri e Ceará, buscando promover um diálogo sobre contextos e conceitos históricos relacionados à temática indígena, visando enriquecer o processo de ensino-aprendizagem e estimular o desenvolvimento cognitivo dos estudantes. A oficina foi dividida em dois momentos: inicialmente, realizamos um diálogo para contextualizar alguns temas abordados através da utilização de slides. No segundo momento, demos início à parte prática da oficina, na qual realizamos o jogo do tabuleiro humano. Consistia em desenhar um tabuleiro no chão do pátio com giz, contendo vinte e cinco casas com diversos desafios. Durante o jogo, os participantes enfrentaram perguntas objetivas relacionadas ao tema estudado. Cada resposta correta permitia ao grupo lançar um dado e avançar a quantidade de casas correspondente ao número obtido. Esta dinâmica não apenas reforçou o conteúdo abordado, mas também incentivou a participação ativa dos alunos e promoveu a interação entre eles. Concluímos, portanto, que o objetivo deste trabalho é evidenciar aos discentes os movimentos socioculturais das comunidades indígenas, destacando sua luta contra o marco temporal e o apagamento histórico. Além disso, buscamos conscientizar os alunos sobre a importância de reconhecer e valorizar a diversidade cultural e a história dos povos originários. Acreditamos que iniciativas como essa contribuem para a construção de uma sociedade mais inclusiva e respeitosa com suas múltiplas narrativas históricas.
Palavras-chave: ensino de história, jogo de tabuleiro humano, pibid
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Abrir o trabalhoREFLEXÕES CRÍTICAS SOBRE O “SABERES DA CAATINGA” E SUA DINÂMICA DE CÍRCULOS DE SABERES, FAZERES E PROTAGONISMOS E COMO APLICÁ-LOS NAS OFICINAS DE HISTÓRIA PARA O ENSINO MÉDIO
CARLIANE DA SILVA CABOCLO; Arthur Brito; João Macedo; Francisco Cardoso
“Saberes da Caatinga” é um encontro que acontece anualmente na cidade de Exu para ressaltar a importância dos(as) mestres(as) tradicionais e promover a troca e o reconhecimento social de seus saberes. O subprojeto Pibid-História participou do evento que aconteceu pela primeira vez, no ano de 2023, na cidade do Crato. A partir de nossa participação no evento, identificamos desafios, principalmente no que diz respeito à elitização do evento, que cria um problema sobre a possível apropriação cultural desses saberes. Sua elitização, além de dificultar o acesso de pessoas das comunidades locais, restringe a disseminação desses conhecimentos tão preciosos. Reconhecemos a importância deste evento para garantia da continuidade e preservação desses saberes tradicionais, essenciais para ampliação de uma educação mais plural e democrática. Contudo, cabe ressaltar a urgência de medidas efetivas para promover a inclusão e o acesso equitativo a esses conhecimentos por parte da organização, garantindo que a riqueza cultural da região seja compartilhada de forma ampla e democrática. Esta pesquisa busca evidenciar a necessidade de se valorizar e promover os saberes tradicionais, para preservação da diversidade cultural e epistêmica e pelo reconhecimento da importância dos mestres e mestras tradicionais na transmissão de nossos patrimônios imateriais, de modo que estes saberes possam circular de forma democrática e respeitosa, valorizando seus protagonistas dentro no espaço escolar e nas oficinas de História para o Ensino Médio.
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Abrir o trabalhoRESGATANDO TRADIÇÕES: A IMPORTÂNCIA SOCIOCULTURAL DO REISADO NO CARIRI.
DANIELLE MELO DOS SANTOS ; Érica Holanda Leite; Hugo Leonardo Santos Silva; Josefa Janicy Ferreira da Silva; Natanielle de Lima Beserra
Esse resumo apresenta nossa experiência no subprojeto de História do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), que tem como tema central “O Ensino de História e os Saberes Tradicionais”, através da oficina de Reisado realizada na Escola Estadual de Educação Profissional Professor Moreira de Sousa, localizada no Juazeiro do Norte. Na oficina evidenciamos a importância da hereditariedade e afetividade presente nessa manifestação cultural, visando enriquecer a compreensão dos alunos sobre sua identidade cultural e histórica, além da sua ancestralidade. Considerando que o Reisado se trata de uma forma popular de expressão cultural no Cariri e desempenha um papel relevante na preservação das tradições locais, esse trabalho tem por objetivo explorar a importância sociocultural do Reisado como uma manifestação artística, que não só mantém viva a identidade cultural da região, mas também fortalece os laços comunitários e promove a transmissão de conhecimentos e valores. A oficina se desenvolveu em duas etapas. Inicialmente, foi abordado a parte teórica, discutindo os saberes tradicionais locais, a importância sociocultural e econômica que o Reisado traz para a região do Cariri, com auxílio de imagens e vídeos para aprofundar a discussão proposta. Em seguida, os alunos, juntamente dos Pibidianos, confeccionaram coroas de reis, chapéus e espadas, elementos característicos dessa tradição, transformando a teoria em prática através dessas produções, utilizando papelões, cartolinas, colas, tesouras e fitas coloridas. Durante a oficina, foi observado um envolvimento significativo dos alunos, evidenciando um resgate da memória coletiva, suas experiências e os saberes tradicionais. A participação ativa da turma demonstra a relevância de se abordar manifestações culturais locais para aprimorar o processo de ensino- aprendizagem, contribuindo para a formação de sujeitos históricos. Dessa forma, é perceptível que o ensino de história não deve se limitar somente a grandes eventos. Sabemos que o aprendizado surge por trocas de conhecimentos, tanto o conhecimento formal, acadêmico, quanto o informal, cultural. As experiências do PIBID de história demonstraram isso. Na prática, no qual conseguimos levar nossas experiências do terreiro de tradição para a sala de aula. Portanto, ressalta-se a relevância de abordar temas como esse em sala de aula, contribuindo para promover a valorização e o reconhecimento dessas culturas que são frequentemente negligenciadas pela sociedade.
Palavras-chave: Reisado,Experiência,Cultural,Oficina
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Abrir o trabalhoROMARIAS EM JUAZEIRO DO NORTE-CE: ENTRE A TRADIÇÃO E A CONTEMPORANEIDADE.
LAURA STEPHANY ALVES SILVA ; Alex Willamy Macambira Gatinho
O presente trabalho relata a experiência da aula-oficina ministrada pelos integrantes do subprojeto PIBID-História da Universidade Regional do Cariri-URCA, na instituição E.E.M.T.I Tiradentes em Juazeiro do Norte. A aula-oficina objetivou explorar as principais romarias católicas pertencentes a cidade de Juazeiro do Norte no intuito de desenvolver um sentimento de pertencimento nos educandos, tratando também a presença do hibridismo religioso nas romarias assim como os corpos/sujeitos que a compõem.
Palavras-chave: Romarias,Ensino de história,Oficina
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Abrir o trabalhoSABERES E MEMÓRIAS INDÍGENAS: O SAGRADO PARA OS POVOS KARIRI
LEONARDO SOUZA OLIVEIRA; Leandro Possidonio de Barros; Cícera Kaylane Oliveira Barros; Francisca Natielle Januario Ferreira
O presente trabalho relata a experiência da aula-oficina ministrada pelos integrantes do subprojeto PIBID-História da Universidade Regional do Cariri-URCA, na instituição E.E.M.T.I Tiradentes, em Juazeiro do Norte. A proposta em tela tem como objeto de estudo alguns dos aspectos históricos concernentes à compreensão do sagrado para os povos originários da região do Cariri cearense, ancorados pela tese em arqueologia de Rosiane Lima Verde, a partir da qual enfatiza-se a importância ancestral dos locais que hoje são tidos como "esquecidos", mas que eram e são espaços de manifestação do sagrado para os povos Kariri (VERDE, 2015).
Palavras-chave: Povos Kariri,Ancestralidade,Resistência
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Abrir o trabalhoGÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO MÉDIO: UMA EXPERIÊNCIA COM CONTOS E CRÔNICAS NA EEMTI
FABIOLA DA SILVA COSTA; Geórgia Marie Mota Camilo; João Gabriel Lima de Alcântara; Igor Ferreira Silva; Antonio Francimar da Silva Lima
Este trabalho apresenta uma experiência desenvolvida no Subprojeto de Língua Portuguesa do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), da Universidade Regional do Cariri (URCA), campus Pimenta, da cidade do Crato-CE. As atividades se deram na escola EEMTI Tiradentes, no período de maio a dezembro 2023, e envolveram planejamento de atividades com a utilização de um instrumento importante para a docência: o plano de aula. Os conteúdos ministrados nas oficinas durante o projeto compreenderam de materiais advindos de cursos de formação e experiências anteriores dos discentes, tendo como objetivo geral desenvolver habilidades literárias nos alunos e despertar o senso crítico, a partir da capacidade de interpretar textos, identificar elementos narrativos, analisar personagens e cenários. Os objetivos específicos foram o de imersão dos alunos na literatura cearense através da exploração de contos e crônicas mundiais e regionais, com a finalidade de ampliar o repertório cultural dos alunos. Além disso, pretendeu-se estimular a identificação e compreensão de elementos característicos da região presentes nas obras, com o intuito de promover uma reflexão profunda sobre a identidade cultural local. Como metodologia fez-se necessário o uso de aulas expositivas e dialogadas tendo como recursos visuais o uso de slides, jornais, e-books e outros materiais produzidos, com a premissa de promover atividades interativas como gincanas e debates. Foi possível observar que as atividades também viabilizaram explorar a criatividade e escrita dos alunos pois, além da leitura compartilhada, propomos como atividades a escrita e produção de contos em grupo para publicação em jornal que circulou apenas em sala de aula, produção de livros no formato cartonero, produzidos e personalizados pelos próprios alunos, para que pudessem escrever suas crônicas. Por fim, conclui-se que este trabalho foi o primeiro passo para uma boa leitura e escrita dos alunos e que a sala de aula é um espaço em que se oportuniza diversos saberes. Esta experiência foi enriquecedora, pois permitiu que fossem desenvolvidas habilidades e competências leitoras dos alunos.
Palavras-chave: Gêneros textuais,Conto, Crônica,Ensino Médio, PIBID
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Abrir o trabalhoLetramento Racial e Descolonização na Sala de Aula
LUIZ HENRIQUE CANDIDO RODRIGUES; Ana Lívia Ferreira dos Santos; Grace Kelly Sousa dos Santos; Vinícius Sampaio Pacífico de Sousa
Este trabalho tem como objetivo analisar o desenvolvimento do letramento racial e da descolonização na sala de aula, tendo como base a oficina desenvolvida na escola EEEP Professor Moreira de Sousa, localizada em Juazeiro do Norte, Ceará, no Subprojeto de Língua Portuguesa do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID, da Universidade Regional do Cariri - URCA. Durante a oficina, buscamos promover discussões sobre o racismo estrutural, a partir de diversos gêneros textuais; investigamos estratégias e recursos para integrar os alunos sobre a temática do letramento racial, a fim de analisar aspectos linguísticos que refletem preconceitos sociais, além de buscarmos estratégias e recursos para levar os alunos a desenvolverem um pensamento crítico. O estudo foi conduzido através de momentos compartilhados entre bolsistas do PIBID e estudantes da escola, tendo como base conhecimentos de mundo dos alunos. A partir daí fomos acrescentando novos aprendizados sobre o tema, contribuindo, assim, para formação estudantil e pessoal dos envolvidos. Pudemos observar e instigar, por exemplo, debates e discussões sobre o preconceito racial a partir da análise de discurso dos mais diversificados textos. Junto com os alunos, observamos a ideologia de propagandas, protestos, notícias e verbetes de cunho racista. Ao final, os alunos produziram cartazes com o objetivo de conscientizar a todos sobre o racismo estrutural presente em nossa sociedade e realizaram pinturas que enalteciam a cultura negra, combatendo, dessa maneira, as diversas formas de discriminação racial. A oficina destacou a importância de abordagens educacionais que promovam a consciência crítica sobre questões raciais e descolonizem o ensino, preparando os alunos a confrontar preconceitos, promovendo uma educação mais inclusiva e equitativa. Ao fomentar o letramento racial e a descolonização, a escola contribui para a formação de cidadãos conscientes e engajados em uma sociedade mais igualitária e democrática.
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Abrir o trabalhoO Debate regrado como ferramenta metodológica para a leitura de textos argumentativos
RAVENA CORREIA VIEIRA ; Francisca Williany Ferreira Lima; Juliane Costa Lima; Kailany Alencar Primo
No cenário educacional contemporâneo, a capacidade de compreender, analisar e responder a textos argumentativos é uma habilidade essencial para o desenvolvimento acadêmico e cívico dos estudantes. Diante desse contexto, o debate regrado surge como uma ferramenta metodológica dinâmica e eficaz para aprimorar a leitura crítica desses textos. Este trabalho, apresenta o papel do debate regrado como uma ferramenta metodológica valiosa para a leitura de textos argumentativos, tendo como base uma oficina desenvolvida com alunos do 1⁰ ano da escola EEP Professora Moreira de Sousa, localizada em Juazeiro do Norte. Com o objetivo de examinar o papel do debate regrado como uma ferramenta metodológica essencial para a leitura e compreensão dos textos argumentativos, com a finalidade de desenvolver habilidades de argumentação e pensamento crítico fundamentados, a oficina foi realizada em três momentos: no primeiro fizemos a apresentação do gênero Debate regrado e suas características, no segundo apresentamos e discutimos do tema do debate e no terceiro momento houve a realização do debate. O trabalho indicou que os alunos se interessaram pela oficina com uma participação ativa, desenvolvendo a oralidade e a argumentação sobre o tema definido. Assim, concluímos que a oficina foi um sucesso.
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Abrir o trabalhoORALIDADE E “CULTURA POPULAR” NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA
ALISSON DAVID IZIDIO DOS SANTOS ; Caroline dos Santos Pereira; Elisângela Bezerra da Silva; Maria Beatriz Alves da Silva
Este trabalho apresenta uma reflexão dos estudos e impactos da Oralidade e da “Cultura popular” na sala de aula durante o desenvolvimento de oficinas realizadas na EEEP Professor Moreira de Sousa, Juazeiro do Norte - CE, no Subprojeto de Língua Portuguesa do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência – PIBID, da Universidade Regional do Cariri - URCA, sob orientação da coordenadora de área, Profa. Dra. Cristiane da Silva Baltor, e do supervisor, Prof. Me. Jonas Mateus Ferreira Araújo.
Palavras-chave: Oralidade,Cultura popular,PIBID,Educação
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Abrir o trabalhoTRABALHANDO AS HABILIDADES DE LEITURA PARA O ENEM A PARTIR DE UMA ABORDAGEM LÚDICA
DAYLENE GABRIELE BRAGA DE ARAÚJO; Cristiane Moreira Lima; Maria Geovana da Silva Bezerra; Maria Emilly Januário Silva
No contexto do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio, o ato de leitura é uma habilidade fundamental. Porém, muitos alunos enfrentam dificuldades ao interpretar textos de forma eficiente, afetando sua performance no exame. Então, a abordagem lúdica surge como uma alternativa promissora, tornando o aprendizado mais dinâmico e atrativo ao permitir que o aluno aprimore suas habilidades de leitura por meio de uma relação mais prazerosa com o ato de ler. Este estudo propõe apresentar o resultado da oficina na qual se trabalharam as habilidades de leitura para o ENEM, a partir de uma abordagem lúdica, com alunos da 3ª série da EEM Governador Adauto Bezerra, em Juazeiro do Norte/CE, com o objetivo de que os alunos aperfeiçoassem as habilidades de intepretação textual exigidas pela Matriz de Referência do ENEM. A atividade foi realizada em formato de gincana com “torta na cara” e foram elaboradas 30 questões, sendo 15 de língua portuguesa e literatura, abordando textos diversificados, e 15 de conhecimentos gerais. A oficina foi realizada em três momentos: no primeiro houve a apresentação da temática aos alunos; no segundo, deu-se a explicação das regras do jogo e a formação das equipes para a competição; e no terceiro se realizou a gincana, que aconteceu na quadra da escola. O trabalho indicou que os alunos se interessaram pela proposta lúdica da oficina, participando ativamente da leitura dos textos e da resolução das questões, demonstrando também familiaridade com temas atuais. Concluímos, dessa forma, que a oficina foi realizada com êxito.
Palavras-chave: ENEM,Leitura, Abordagem Lúdica
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A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA NA EEMTI AMÁLIA XAVIER
MARIA GEOVANNA DOS SANTOS; Íris Raquel dos Santos Silva
O objetivo da presente pesquisa é realizar reflexões para discutir e destacar a relevância do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) na formação e na prática docente dos licenciandos, matriculados no curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Regional do Cariri (URCA). O foco principal do estudo é a atuação desses licenciandos na Escola de Ensino Médio de Tempo Integral Amália Xavier.Os Pibidianos desempenharam um papel fundamental nas turmas de terceiro ano ao desenvolverem uma variedade de atividades educacionais inovadoras. Entre essas atividades, destacam-se oficinas, aulões preparatórios para o Enem, SPAECE (Sistema Permanente de Avaliação da Educação Básica do Ceará) e OBMEP (Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas), gincanas e aulas de reforço, além de uma abordagem única e lúdica: o Cassino da Matemática.A metodologia adotada foi de natureza quantitativa, sendo aplicado um formulário com sete perguntas aos participantes do programa.Os principais resultados e conclusões obtidos revelaram que o PIBID teve um impacto significativo na formação dos licenciandos, contribuindo para a compreensão teórica em matemática, aquisição de experiências práticas, desenvolvimento de habilidades pedagógicas, melhoria das habilidades de comunicação e relacionamento interpessoal, motivação pela carreira de docência e preparação para a atuação profissional.
Palavras-chave: Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), formação, prática docente, experiências práticasfuturos professores
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Abrir o trabalhoA Vivência do Pibid com o Jogo Slice Fractions no 9º Ano: Uma Abordagem Divertida e Educacional
FRANCISCO FRANCINALDO BATISTA DE MORAIS; Luis Vinicius Barros de Lima
Este artigo descreve a experiência do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) na escola ECIM Dr. Edvard Teixeira Férrer, com o jogo Slice Fractions no ensino de Matemática para turmas do 9º ano do Ensino Fundamental. O jogo, que aborda conceitos de frações de maneira interativa e divertida, foi usado como uma ferramenta pedagógica para facilitar uma compreensão mais alegre dos conceitos de frações. As atividades com o jogo foram planejadas e adaptadas à realidade da turma e às necessidades dos alunos. A intervenção realizada no 9º ano E do ensino fundamental demonstrou o impacto positivo do jogo “Slice Fractions” frente ao processo de ensino e aprendizagem. Os estudantes se interessaram e se envolveram nas atividades propostas, e apresentaram melhora significativa na compreensão e consequentemente na aplicação de conceitos relacionados a frações. O artigo conclui que a utilização do jogo “Slice Fractions” no 9º ano, no contexto do Pibid, contribuiu de maneira eficaz na promoção de uma aprendizagem mais significativa e prazerosa dos conceitos matemáticos. A experiência demonstrou que a integração de recursos lúdicos e tecnológicos pode favorecer a formação de alunos críticos, autônomos e competentes. Portanto, é preciso incentivar iniciativas como essa na educação, a fim de que possamos proporcionar uma aprendizagem mais significativa e prazerosa para os alunos.
Palavras-chave: Franções,Ensino,Aprendizagem,PIBID,Slice Fractions
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Abrir o trabalhoCONECTANDO TEORIA E PRÁTICA: O PAPEL DA APRENDIZAGEM ATIVA NO ENSINO DA MATEMÁTICA
FABRÍCIO LEANDRO SILVA ; Cicero Gustavo Gonçalves Arruda
O artigo discute o papel das metodologias ativas no ensino de matemática, destacando sua eficácia em promover uma aprendizagem significativa e engajadora. Abordagens como resolução de problemas, tecnologias educacionais, aprendizagem baseada em projetos e colaborativa são mencionadas como formas de estimular o desenvolvimento cognitivo dos alunos. A pesquisa proposta busca identificar as barreiras enfrentadas pelos estudantes na aprendizagem matemática e propor estratégias inovadoras para superá-las. Observou-se a necessidade de integrar metodologias ativas e recursos interativos para promover o aprendizado autônomo e colaborativo. O estudo envolveu parceria com o programa de bolsas de iniciação à docência (PIBID), onde os alunos foram incentivados a assumir um papel ativo em seu próprio aprendizado, com foco na criatividade e no trabalho em equipe. A aplicação de jogos mostrou-se eficaz, proporcionando maior interação entre os alunos e melhorias nos resultados de aprendizagem. Esses resultados destacam a importância de revisar os modelos tradicionais de ensino em busca de estratégias que promovam uma aprendizagem transformadora e significativa.
Palavras-chave: PIBID,Metodologias ativas,Ensino,Prática
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Abrir o trabalhoEnsino e Aprendizagem de Representações de Número Racionais Utilizando o Dominó de Racionais
RONI GLEISON FRANÇA SOARES; Wellington Tavares da Silva
Resumo: O desenvolvimento desse trabalho visa mostrar a aplicação de uma das atividades realizadas por discentes do curso de licenciatura em matemática e bolsistas do subprojeto do PIBID matemática da URCA, que teve como objetivo principal a recomposição da aprendizagem matemática no período pós-pandêmico. Desde o início do projeto, foram trabalhados diversos temas básicos da matemática, como soma, subtração, multiplicação, divisão, frações, entre outros. O foco do artigo está no ensino e aprendizagem dos números racionais. Pois percebemos, a partir dos resultados da avaliação diagnóstica, muita dificuldade dos alunos em reconhecer as diversas formas de representar um número racional, bem como resolver situações problemas que envolvessem o uso de racionais. A partir dessas dificuldades, aplicamos uma série de aulas expositivas além do uso de recursos adicionais como jogos digitais e o jogo Dominó de racionais, sendo o último, objeto de estudo deste artigo. Nosso objetivo ao desenvolver essa atividade era contribuir para o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, exercitar a observação e o interesse dos alunos, bem como possibilitar uma melhor compreensão e assimilação do conteúdo. Ao fim das atividades, esperávamos, também, que os alunos conseguissem identificar, representar e realizar operações com frações. A atividade foi realizada com alunos do 9º ano da ECIM Dr. Edvard Teixeira Férrer. De início fizemos uma aula expositiva para explicar as regras do jogo e revisar as representações dos números racionais. Após a aula expositiva dividimos a turma em 4 grupos com cinco pessoas cada, e pedimos para que eles distribuíssem as peças entre si. Nós discentes e o supervisor íamos em cada grupo para explicar dúvidas que surgiam no decorrer do jogo. De maneira geral, concluímos que a aplicação jogo mostrou-se eficaz, pois além de promover uma maior interação entre os alunos e a facilitação da integração entre teoria e prática, notamos uma melhora significativa nos resultados dos simulados propostos. Palavras-chave: Frações. Ensino e aprendizagem. PIBID. Metodologias.
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Abrir o trabalhoEnsino e aprendizagem de representações de números racionais utilizando o dominó de racionaisl
WELLINGTON TAVARES DA SILVA ; Roni Gleison França Soares
Resumo do artigo PIBID.docx 1 / 2 ENSINO E APRENDIZAGEM DE REPRESENTAÇÕES DE NÚMEROS RACIONAIS UTILIZANDO O DOMINÓ DE RACIONAIS Roni Gleison França Soares1, Wellington Tavares da Silva2, Cléber Félix de Almeida3 Financiamento: PIBID - CAPES Resumo: O desenvolvimento desse trabalho visa mostrar a aplicação de uma das atividades realizadas por discentes do curso de licenciatura em matemática e bolsistas do subprojeto do PIBID matemática da URCA, que teve como objetivo principal a recomposição da aprendizagem matemática no período pós-pandêmico. Desde o início do projeto, foram trabalhados diversos temas básicos da matemática, como soma, subtração, multiplicação, divisão, frações, entre outros. O foco do artigo está no ensino e aprendizagem dos números racionais. Pois percebemos, a partir dos resultados da avaliação diagnóstica, muita dificuldade dos alunos em reconhecer as diversas formas de representar um número racional, bem como resolver situações problemas que envolvessem o uso de racionais. A partir dessas dificuldades, aplicamos uma série de aulas expositivas além do uso de recursos adicionais como jogos digitais e o jogo Dominó de racionais, sendo o último, objeto de estudo deste artigo. Nosso objetivo ao desenvolver essa atividade era contribuir para o desenvolvimento do raciocínio lógico-matemático, exercitar a observação e o interesse dos alunos, bem como possibilitar uma melhor compreensão e assimilação do conteúdo. Ao fim das atividades, esperávamos, também, que os alunos conseguissem identificar, representar e realizar operações com frações. A atividade foi realizada com alunos do 9º ano da ECIM Dr. Edvard Teixeira Férrer. De início fizemos uma aula expositiva para explicar as regras do jogo e revisar as representações dos números racionais. Após a aula expositiva dividimos a turma em 4 grupos com cinco pessoas cada, e pedimos para que eles distribuíssem as peças entre si. Nós discentes e o supervisor íamos em cada grupo para explicar dúvidas que surgiam no decorrer do jogo. De maneira geral, concluímos que a aplicação jogo mostrou-se eficaz, pois além de promover uma maior interação entre os alunos e a facilitação da integração entre teoria e prática, notamos uma melhora significativa nos resultados dos simulados propostos. 1 Graduando do curso de Matemática da Universidade Regional do Cariri e bolsista do PIBID, e-mail: roni.gleson@urca.br 2 Graduando do curso de Matemática da Universidade Regional do Cariri e bolsista do PIBID, e-mail: wellinton.silva@urca.br 3 Professor da escola ECIM Dr. Edvard Teixeira Férrer, Mestre, e-mail: cleber_felix12@hotmail.com
Oral
Abrir o trabalhoO USO DO JOGO DA ADIÇÃO, SUBTRAÇÃO, MULTIPLICAÇÃO E DIVISÃO (ASMD) COMO FERRAMENTA AUXILIADORA NO ENSINO DA MATEMÁTICA PARA ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL
MÁRCIO VICTOR OLIVEIRA VENTURA ; Ana Lais da Silva
: O jogo da Adição, Subtração, Multiplicação e Divisão (ASMD) é um jogo de tabuleiro que trabalha as quatro operações básicas da matemática e pode ser aplicado em turmas que apresentam alguma defasagem na aprendizagem do conteúdo, promovendo uma melhor fixação do assunto, despertando o interesse e trazendo ludicidade para o ensino da matemática. A presente pesquisa trata-se da experiência de dois bolsistas do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) que realizaram uma intervenção pedagógica no ensino de matemática em uma turma de 9° ano do ensino Fundamental da Escola Cívico Militar Dr. Edvard Texeira Férrer e tem como objetivo evidenciar os impactos positivos da aplicação do jogo ASMD no processo de ensino-aprendizagem de matemática. Para a construção do jogo, materiais como cartolinas, papel A4, cola, tesoura e dados foram necessários. Antes disso, uma avaliação diagnóstica foi realizada para identificar o nível das dificuldades da turma, e assim modificações no jogo foram aplicadas de acordo com o diagnóstico. Os resultados apontam uma melhora na aprendizagem dos alunos desde as operações básicas até questões envolvendo radiciação e potência. Aspectos cognitivos e socioemocionais também foram trabalhados durante o jogo, como a cumplicidade, a empatia, a capacidade de raciocínio e a criatividade. Pode-se afirmar que a aplicação do jogo AMSD foi considerada uma excelente ferramenta auxiliadora no processo de ensino-aprendizagem.
Palavras-chave: ASMD,EDUCAÇÃO,MATEMÁTICA
Oral
Abrir o trabalhoOFICINA: O USO DE METODOLOGIAS ATIVAS, UTILIZANDO A APRENDIZAGEM BASEADA EM PROBLEMAS COMO MÉTODO PEDAGÓGICO
ERICA VITORIA PEREIRA; Maria Vanessa dos anjos Lourenço
Este presente estudo integra-se de maneira inclusiva ao projeto PIBID, onde introduzimos a aplicação de metodologias ativas no processo de aprendizagem matemática, visando instigar uma reestruturação na abordagem educacional no âmbito da matemática. O desenvolvimento deste trabalho surge como resultado de minuciosas observações e da regência realizada na Escola E.M.T.I. Dona Maria Amélia Bezerra. Nesse contexto, evidenciamos as dificuldades enfrentadas por muitos alunos em assimilar diversos termos e conceitos matemáticos elementares, obstaculizando uma aprendizagem eficaz e alinhada com as séries em que estão inseridos. A crescente implementação de tecnologias e métodos de ensino ativos tem instigado transformações no cenário educacional, apesar de as práticas pedagógicas tradicionais ainda persistirem. Como contraponto a esse paradigma convencional, emergem as metodologias ativas, propiciando a participação ativa dos alunos no processo de construção do conhecimento. Nosso propósito é analisar de maneira mais aprofundada como os educadores podem empregar esses métodos, aplicando os conhecimentos adquiridos em sua formação, e como suas convicções influenciam o processo formativo, enfatizando as oportunidades e os benefícios inerentes ao uso dessas abordagens. No contexto pós-pandemia global do coronavírus, as disparidades no sistema educacional brasileiro tornam-se mais evidentes, destacando a necessidade imperativa de recursos tecno pedagógicos contemporâneos nas práticas dos educadores. Isso visa assegurar que os alunos não sejam prejudicados em seu contínuo processo de aprendizagem
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Abrir o trabalhoPIBID MATEMÁTICA: A ATUAÇÃO NO TERCEIRO ANO DO ENSINO MÉDIO NA ESCOLA E.E.M.T.I DONA MARIA AMÉLIA BEZERRA
MARIA SÂMIA QUINDERÉ SILVA ; Edilania Flor da Silva
Este trabalho tem como objetivo relatar a atuação do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) no terceiro ano do ensino médio da EEMTI Dona Maria Amélia Bezerra durante o ano de 2023 e início de 2024. Muitas atividades foram desenvolvidas ao longo do programa para ajudar na melhoria da aprendizagem dos estudantes, como por exemplo dinâmicas relacionadas ao conteúdo ministrado em sala, atividades e exercícios de revisão do conteúdo bimestral e também momentos de preparação para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). No artigo também será mencionado quanto o PIBID foi importante para nossa formação inicial como professoras de matemática, pois tivemos a oportunidade de adentrar em uma sala de aula desde do início da graduação e de observar o funcionamento e as dificuldades dos estudantes no decorrer das aulas. Os alunos também ganharam muito com nossa atuação em sala, pois conseguiram diminuir suas principais defasagens e demos uma atenção mais específica nos empecilhos particulares dos mesmos.
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Abrir o trabalhoRECOMPOSIÇÃO DAS APRENDIZAGENS EM MATEMÁTICA ATRÁVES DO USO DO POWERPOINT E KAHOOT: Experiências do PIBID
CICERA ROMANA PEREIRA DA SILVA; Saiara França Duarte; Maria Raquel Batista Pereira
A busca por estratégias de recomposição das aprendizagens em Matemática ganha destaque no cenário pós-pandemia. As Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs) desempenham um papel crucial nesse processo ao proporcionar ambientes de aprendizagem dinâmicos e interativos. Este estudo relata a experiência do uso do PowerPoint e do Kahoot em turmas de 3º ano do Ensino Médio na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral (EEMTI) Amália Xavier, em Juazeiro do Norte, Ceará. O objetivo foi promover a recomposição das aprendizagens em Matemática, com ênfase em conteúdos básicos como aritmética, através de atividades colaborativas e interativas. As ferramentas digitais visaram estimular a participação ativa e o interesse pela disciplina, reforçar conceitos e fomentar a resolução de problemas. A atividade "Desafios Matemáticos - Roleta", desenvolvida com o PowerPoint, teve como foco revisar conceitos de matemática básica de forma lúdica e desafiadora. Enquanto isso, o "Quiz Matemático - Pensamento Rápido", produzido através do Kahoot, foi concebido como um jogo interativo para estimular a participação ativa dos alunos e a rápida resolução de problemas. A experiência com o PowerPoint e o Kahoot demonstra o potencial das TDICs para a recomposição das aprendizagens em Matemática, proporcionando um ambiente de aprendizagem mais dinâmico e interativo, resultando em um maior engajamento dos alunos e uma melhor compreensão dos conteúdos. No entanto, ainda persistem desafios a serem superados, como a infraestrutura tecnológica, a formação docente e a desigualdade digital, porém, dentro das oportunidades disponíveis é possível produzir atividades dinâmicas buscando melhor interação em sala de aula.
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Abrir o trabalhoSuperando desafios: atuação do PIBID na preparação de alunos classificados para a segunda fase da OBMEP 2023
RAQUEL BRITO SILVA ; Beatriz Janycley Novais Landim
Este trabalho destaca a importância do Programa de Iniciação à Docência (PIBID) na preparação de alunos para a segunda fase da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). Discute-se a necessidade de conhecimento sólido em matemática, além de habilidades de interpretação e resolução de problemas para enfrentar essa etapa da competição. O enquadramento teórico do artigo se baseia em três teorias educacionais principais: Teoria da Aprendizagem Significativa de Ausubel, Teoria da Motivação Intrínseca de Deci e Ryan e Teoria Sociocultural de Vygotsky. A atuação do PIBID na preparação dos alunos para a OBMEP envolveu atividades de reforço com os estudantes classificados na primeira fase da competição. A OBMEP, criada em 2005, tem como objetivos estimular o estudo da matemática e identificar talentos, oferecendo bolsas e oportunidades de iniciação científica para os alunos medalhistas. Durante o processo de preparação, os alunos enfrentaram desafios, como dificuldades com conceitos avançados e falta de preparação específica para a segunda fase da OBMEP. O projeto desenvolvido pelo PIBID buscou superar esses desafios, proporcionando reforço escolar e incentivando os alunos a enfrentarem os obstáculos com determinação. Por meio de abordagens pedagógicas eficazes, integração de teorias educacionais e metodologia de estudo-ação, foi possível criar uma experiência de preparação mais engajadora e eficaz para os alunos. Destaca-se também a importância do PIBID não apenas para os alunos, mas também para os estudantes universitários em formação, que ganham experiência prática em sala de aula e contribuem para a construção de novas práticas de ensino.
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Abrir o trabalhoUTILIZAÇÃO DE JOGOS MATEMÁTICOS NO ENSINO: EXPERIÊNCIAS NA E.E.M.T. I AMÁLIA XAVIER.
CAIC OLIVEIRA DE LIMA; ALUÍSIO FERNANDES SILVA
Apresentaremos uma experiência da integração de jogos matemáticos no ensino da E.E.M.T.I Amália Xavier, realizada por nós bolsistas do PIBID. A utilização desses jogos tem como objetivo principal proporcionar um ambiente de aprendizagem mais dinâmico e interativo, buscando melhorar o desempenho dos alunos em matemática. Ao longo do projeto, foram trabalhados jogos que abordam conceitos matemáticos de forma lúdica e contextualizada, visando promover o desenvolvimento de habilidades cognitivas. Além disso, os jogos matemáticos foram aplicados de maneira a incentivar a participação ativa dos alunos e fomentar a colaboração entre eles. Os resultados preliminares indicam um aumento significativo no engajamento dos estudantes e uma melhoria perceptível em seu desempenho acadêmico. Destacamos a importância da utilização de jogos matemáticos como uma estratégia eficaz para tornar o ensino da matemática mais acessível, interessante e eficiente.
Palavras-chave: Jogos matemáticos, Ensino da Matemática
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Gênero,Escola,Crianças,Sociedade
Oral
Abrir o trabalhoECA E TURMA DA MÔNICA: A IMPORTÂNCIA DO RECONHECIMENTO DA CRIANÇA ENQUANTO SUJEITO NA SOCIEDADE
AMANDA LEITE OLIVEIRA; ANA KESSILY PEREIRA DA SILVA; MARIA MILENE ALVES PINHEIRO; NATHÁLIA MOREIRA NUNES
O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é uma legislação fundamental que estabelece os direitos e deveres das crianças e adolescentes no Brasil, garantindo sua proteção integral e sua participação ativa na sociedade. Paralelamente, as histórias em quadrinhos da Turma da Mônica, criadas por Mauricio de Sousa, são uma marca da cultura brasileira, cativando gerações de crianças e jovens ao abordar de forma bem-humorada questões pertinentes ao desenvolvimento social. Nesse sentido, a presente pesquisa tem como objetivo apresentar de que forma o trabalho desenvolvido pelo Subprojeto do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) - Pedagogia da Urca, em turmas de 2° e 3° ano do Ensino Fundamental, em uma escola da rede pública do município de Crato, contribuiu no processo de reconhecimento da criança enquanto sujeito na sociedade, tendo como base a utilização do gibi ‘Turma da Mônica: em Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA’. A metodologia utilizada para a realização deste trabalho constituiu-se de uma pesquisa-ação, que se caracteriza como uma abordagem que envolve a colaboração entre pesquisadores e participantes. Assim, no contexto da nossa prática enquanto bolsistas do PIBID, atuamos de modo a identificar como as histórias em quadrinhos da Turma da Mônica, centradas no ECA, favoreceram a forma como as crianças se percebem dentro da sua realidade, tendo em vista que as HQs podem auxiliar na compreensão dos seus direitos e deveres ao fazer uso de elementos visuais e linguísticos atrativos e acessíveis, o que torna mais interessante o conteúdo a ser estudado. Durante o projeto, os(as) alunos(as) participaram de algumas dinâmicas como a identificação de responsabilidades e direitos, mediante sorteio de frases, confecção de cartazes com produção de desenhos sobre um direito ou dever, entre outros. Por meio dessas atividades interativas e discussões em sala de aula, eles(as) puderam refletir sobre o ECA, reconhecendo-se como sujeitos ativos na sociedade. O uso dos gibis como ferramenta pedagógica proporcionou um aprendizado significativo, permitindo que as crianças se enxergassem como agentes de transformação. Conclui-se, portanto, que o projeto sobre o ECA desenvolvido por meio do gibi da Turma da Mônica desempenhou um significativo papel na construção de uma consciência voltada ao sentimento de pertencimento, bem como no fortalecimento da identidade das crianças enquanto indivíduos de direitos e responsabilidades, que produzem cultura e constituem sua própria história.
Palavras-chave: Deveres,Direito, Estatuto da Criança e do Adolescente , Histórias em quadrinhos, Identidade
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO EM SAÚDE SOCIOEMOCIONAL NO ENSINO FUNDAMENTAL DOS ANOS INICIAIS.
ANA JÉSSICA DO NASCIMENTO SOUSA; Anna Tamirys Pereira; Vanessa Ívina Silva Teixeira; Yany Sheley de Sousa Lima
A presente pesquisa-ação foi desenvolvida em uma escola da zona rural da cidade de Crato através do PIBID-Pedagogia/URCA e tem como objetivo geral possibilitar que os(as) estudantes expressem e reconheçam seus sentimentos e emoções, estimulando a reflexão sobre sua identidade, a fim de desenvolver o autoconhecimento emocional. Como objetivos específicos, buscamos promover a discussão em sala para explorar experiências pessoais e emocionais junto com os colegas, bem como explorar atividades sobre reflexões sobre sua identidade, incorporando a leitura e exibição de filmes que abordam o tema para promover a análise crítica em sala. O projeto respaldou-se na coletânea: “Sentimentos e emoções" do autor James Misse, onde foi realizada a leitura dos quatro livros desta, intitulados: “Quando me sinto feliz/triste”, “Quando sinto raiva/medo”; sendo executado em quatro encontros ao longo de dois meses. Em cada encontro, foi realizada a leitura coletiva e reflexiva de um dos livros, assim como o desenvolvimento de dinâmicas baseadas no tema, buscando auxiliar no desenvolvimento tanto do reconhecimento quanto da expressão desses, através de brincadeiras, desenhos, poemas, músicas e confecção de brinquedos. Para tanto, utilizamos variados recursos como: TNT, figuras impressas, livros, papelão, dado das emoções, lápis de cor, canetinha e equipamentos audiovisuais. Tendo em vista a grande relevância do papel do professor/a para lidar com inúmeros casos de saúde emocional nas salas de aula, trabalhamos esse tema tão importante nos dias atuais. Logo, os resultados sugerem que as ações desenvolvidas contribuíram para uma maior compreensão dos alunos sobre a importância de reconhecerem suas próprias emoções e seus sentimentos, assim como os dos outros. Durante as intervenções, observamos uma melhoria da capacidade de identificar e expressar as diferentes emoções. Em suma, as práticas pedagógicas buscaram promover o impacto positivo na saúde emocional dos(as) educandos(as). Conclui-se que o projeto demonstra a importância da educação emocional no âmbito escolar e seu potencial para garantir o bem-estar social e emocional dos(as) estudantes, preparando-os para o enfrentamento de desafios da vida em sociedade, porém, é importante ressaltar que a implementação efetiva da educação socioemocional exige das instituições escolar e familiar um trabalho integral, o qual possibilitará maiores resultados.
Palavras-chave: Educação Socioemocional, Saúde emocional,Ensino fundamental
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO PARA A PAZ : UMA REFLEXÃO À LUZ DAS EXPERIÊNCIAS DO PIBID PEDAGOGIA
KATIA FEITOSA TELES; Daniele Alexandre Costa; Silvana Soares da Silva; Viviane Pinho Menezes
A Educação para a Paz pode ser compreendida como um conjunto de conhecimentos e valores que desenvolvidos no campo social podem colaborar na construção do diálogo e no processo de mediação de conflitos, favorecendo a desconstrução de discursos e ações violentas que ferem a dignidade da pessoa humana. O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) propicia aos licenciandos uma imersão na experiência docente. O subprojeto do curso de Pedagogia, por sua vez, tem colaborado para que os(as)estudantes construam suas experiências enquanto professores(as) em formação inicial a partir de intervenções supervisionadas que promovem o amadurecimento de sua práxis. Este trabalho tem como objetivo geral apresentar narrativas a partir dos aprendizados experienciados durante a participação dos bolsistas no desenvolvimento do projeto em uma escola-campo da rede pública municipal do Crato. Nesse sentido, o projeto intitulado: “Educação para a Paz” promoveu reflexões nesse campo, mesmo que de forma introdutória, com o desenvolvimento de atividades pedagógicas realizadas pelos bolsistas discentes. Na execução do projeto, temáticas relacionadas à importância do combate ao racismo, empatia no ambiente escolar e promoção de valores humanos na sala de aula foram debatidas com os(as) estudantes do primeiro e do terceiro ano do Ensino Fundamental. Foram utilizadas na explanação das temáticas do projeto supracitado: rodas de conversas, leituras coletivas, contação de histórias, dentre outras atividades lúdicas. A abordagem metodológica centrou-se em um método ativo, permeado pela reflexão e mediação da aprendizagem. Pela relevância da temática, e pela necessidade de uma prática de ensino adequada aos níveis de aprendizagem em que os educandos se encontravam, desenvolveu-se atividades nas turmas que integravam o programa, utilizando-se de materiais pedagógicos como: alfabeto móvel, caça-palavras, cartazes, vídeos, imagens e atividades impressas. Obteve-se como resultado, analisando e avaliando as devolutivas das atividades realizadas, uma abertura dos educandos ao diálogo acerca da temática e uma adesão de parcela significativa das turmas. Desta forma, conclui-se que, através da diversidade das metodologias que foram utilizadas, foi possível proporcionar um ambiente educacional favorável à reflexão e ao aprendizado, pois as atividades desenvolvidas estimularam não apenas a compreensão conceitual acerca de valores como paz, respeito e empatia, mas promoveram, sobretudo, propósitos nas crianças de práticas desses princípios no cotidiano.
Palavras-chave: Educação,Empatia,Paz,Pibid,Respeito
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO PARA A PAZ E SEU PAPEL NA PROMOÇÃO DA DIVERSIDADE E COMBATE AO BULLYING NAS ESCOLAS
MARIA SUSANA GOMES TOMAZ ; MARIA THAYS STELLAMARES DOS SANTOS ASSIDINO; SAMAY DO NASCIMENTO FERREIRA; SOLANGE APARECIDA DO NASCIMENTO
Historicamente, a educação permeia todos os campos da sociedade, e é evidente sua importância para o desenvolvimento integral dos indivíduos. Atualmente, é possível observar uma crescente no que tange aos casos de bullying nas escolas. Diante disso, o presente estudo visa refletir sobre metodologias que englobem uma educação voltada para a paz na convivência em sala de aula, além de desenvolver nos(as) educandos(as) um olhar crítico acerca de posturas inapropriadas na convivência escolar. A presente pesquisa-ação está fundamentada em estudos bibliográficos, de caráter qualitativo, onde relacionamos, em especial, as reflexões trazidas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) às vivências práticas em sala de aula durante a execução de um projeto realizado em uma escola da rede municipal de ensino de Juazeiro do Norte/CE. No desenvolvimento do projeto, foram realizadas rodas de conversa, contação de histórias englobando a temática da Educação para a Paz de forma lúdica, a exemplo a leitura dos livros “A Paz”, de Souza (2018), e o “Ernesto”, de Franco (2016), produção de cartazes sobre a temática, e demais atividades, colocando as crianças no papel de protagonistas do processo. Nesse sentido, notou-se um grande envolvimento dos(as) alunos(as) na execução do projeto e nas atividades propostas, tornando possível a reflexão acerca da tomada de consciência sobre os danos emocionais e físicos trazidos por práticas de bullying. Diante das intervenções desenvolvidas, foi perceptível a importância do papel docente nas práticas de educação para a paz, visto que, diante das orientações direcionadas para as crianças, elas mostraram desenvoltura no entendimento sobre como comunicar suas necessidades de forma não violenta, evitando situações de bullying, colaborando para prevenir conflitos de forma pacífica.
Palavras-chave: Educação.Bullying.Paz.Conflito.
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO PARA A PAZ: PROMOVENDO EMPATIA E GENTILEZA NA SOCIEDADE
EDUARDA BARBOZA COÊLHO SALES ; MARIA VITÓRIA MATIAS DOS SANTOS; ISABELA LUIZ DE SOUSA; CÍCERA HILDA SOUZA SANTOS
Atualmente, nas escolas temos uma crescente no que tange às situações de violência, sendo recorrentes os conflitos em sala de aula. Porquanto, se faz relevante pensar a importância da Educação para a Paz, enquanto tema integrador no espaço escolar, visando criar um ambiente onde todos possam conviver pacificamente. Diante disso, o projeto fora realizado em uma escola da rede municipal de ensino de Juazeiro do Norte/CE, com o objetivo de fortalecer as relações interpessoais. Tendo como público alvo os(as) alunos(as) do 5º ano do Ensino Fundamental, foram oportunizadas para as crianças rodas de conversa acerca dos conceitos de empatia e gentileza e sua aplicabilidade nas relações com seus pares, utilizando como base os livros “O Gentileza gerou gentileza”, de Almeida (2018) e “A Paz”, de Souza (2018), além de dinâmicas como “nós te acolhemos, te damos espaço e caminhamos juntos”, teste do grau de gentileza, palavra geradora e falando pelas costas com foco no desenvolvimento dessas habilidades entre os(as) educandos(as). Vale ressaltar que o projeto foi elaborado levando em consideração as necessidades e os desafios enfrentados pela sociedade, de uma forma geral, buscando entender como a implementação da educação para a paz pode impactar a sociedade. Essa pesquisa-ação contou com uma abordagem qualitativa e de fonte bibliográfica, baseada em autores renomados no campo da pedagogia e da educação para a paz, tais como: Freire (2000) e Arietta (2020). Diante disso, foi possível observar que o trabalho com a abordagem da Educação para a Paz promoveu vivências de empatia e gentileza entre as crianças, assim como entre os professores. Colaborando diretamente para um ambiente pacífico e harmonioso em sala de aula. Assim, percebemos o quão salutar foi desenvolver esse projeto no ambiente escolar, pois não fortaleceu apenas as relações entre os alunos, mas contribuiu também para o enriquecimento da nossa formação acadêmica.
Palavras-chave: Educação, Empatia, Paz, Gentileza
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Abrir o trabalhoMALALA YOUSAFZAI: DESIGUALDADE DE GÊNERO, DIREITOS E EDUCAÇÃO
ERICK DE OLIVEIRA DE MOURA; Hemmes Ketllen de Lima Oliveira; Lívia Evellyn Amorim Santos; Priscila Maria de Souza Camilo
A discussão acerca do acesso à educação é foco central e recorrente na contemporaneidade, ocupando um importante espaço nos debates institucionais, primordialmente na Educação Básica. Desse modo, este trabalho tem como intuito destacar a importância de discutir em sala de aula a desigualdade de gênero ao ressignificar os conceitos preestabelecidos socialmente, bem como discorrer sobre os direitos e deveres das crianças e da escola. Nesse viés, esta é uma pesquisa caracterizada como bibliográfica, documental e de campo (pesquisa-ação), realizada por meio do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (Pibid) do curso de Pedagogia da Universidade Regional do Cariri. Aconteceu durante um período de três dias em uma escola da rede municipal de Crato-CE, envolvendo três turmas dos anos iniciais do Ensino Fundamental. Para as intervenções, foram utilizados autores como Araújo e Esmeraldo com o texto: “Educação de meninas e meninos: pensando conceitos, repensando práticas” (2014), e o livro infantil de Malala Yousafzai: “Malala Yousafzai e seu lápis mágico” (2022). Além disso, considerou-se a Constituição Federal que no Art. 205 dispõe sobre a educação, e a Lei nº 8.069/1990, que trata do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Por meio da teoria estudada previamente, foram aplicadas atividades lúdicas em sala de aula para abordar o tema de forma mais acessível às crianças, como jogos, brincadeiras, cartazes e pinturas, estabelecendo uma correlação com os conteúdos de língua portuguesa. Essa abordagem visou trazer para dentro da sala de aula temas considerados tabus pela sociedade, enriquecendo o conhecimento das crianças com base em suas experiências dentro e fora da escola. Ademais, a partir das mediações realizadas em sala, foi possível constatar que a ação de refletir criticamente sobre a desigualdade de gênero com os discentes desde o Ensino Fundamental torna-se imprescindível para promover uma transformação social significativa. Com o propósito de desconstruir gradualmente os preceitos estruturais enraizados socialmente sobre as relações de gênero, o que, por consequência, reflete no cenário educacional vigente, contribuindo assim para a construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e igualitária.
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Abrir o trabalhoREFLETINDO SENTIMENTOS E EMOÇÕES NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA ABORDAGEM MEDIADA PELOS BOLSISTAS DO PIBID-PEDAGOGIA
ANTONIELE FIDELES DA CRUZ ; Jose Flávio Félix da Silva; Luciene Feitosa leite; Maria Raquel de Oliveira
O presente trabalho tem como finalidade apresentar, de maneira introdutória, um dos temas discutidos nos estudos formativos do Pibid - Pedagogia, da Universidade Regional do Cariri-URCA, discussão que culminou no desenvolvimento e aplicação de um projeto em uma escola-campo da rede pública municipal do Crato-Ce. Dentre uma multiplicidade de temáticas estudadas pelos pibidianos, o projeto “Sentimentos e emoções” que será destacado nesse estudo, da autora Paula Furtado, pedagoga e psicopedagoga e as ilustrações da “Turma da Mônica” de Maurício de Sousa, teve como objetivo trabalhar os sentimentos de maneira lúdica, livre e saudável, ao expressar para as crianças que não havia a necessidade de ocultarem ou mascararem suas próprias emoções, sentimentos e inquietações acerca das realidades e situações vivenciadas, tanto no ambiente escolar como na vida social de forma geral. Para o desenvolvimento desse trabalho, utilizou-se uma pesquisa-ação, centrada no diálogo acerca da saúde emocional das crianças, mas, sobretudo, na escuta e na mediação dos conhecimentos. As intervenções tiveram como base atividades como: rodas de leituras sobre sentimentos (alegria, tristeza, medo, raiva), músicas, brincadeiras, contação de histórias, atividades que estimulavam o processo criativo, dentre outros recursos que atribuíram ludicidade às reflexões em torno da importância do autoconhecimento e do acolhimento das emoções. Como resultado desse estudo, e a partir da devolutiva dada pelos(as) educandos(as) no decorrer do desenvolvimento do projeto na escola-campo, pode-se observar que a temática supracitada é bastante desafiadora no que tange externalização dos sentimentos e emoções, sobretudo diante de uma cultura social fortemente marcada pela repressão. Parcela considerável da turma participou das ações propostas, o que revelou a grande relevância do tema e o quanto se faz necessária a criação de ambientes favoráveis à escuta e ao acolhimento. Por intermédio do projeto, conseguiu-se incentivar os educandos a refletirem acerca do autoconhecimento, do acolhimento e da gestão das próprias emoções.
Palavras-chave: Educação, Emoções, Pibid, Sentimentos.
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Confecção de Tintas com Pigmentos Naturais no Ensino de Química: Um Projeto do PIBID
JAMILY FECHINE CRUZ ; Adrieli de Fátima Cruz Tavares; Jaqueline de Souza Santos
Os pigmentos naturais são substâncias coloridas obtidas a partir da extração dos vegetais, da terra ou de animais, assim existem, na natureza, espécies vegetais que podem ser utilizados como pigmentos naturais em tintas. No ensino de Química, uma estratégia metodológica fundamental é a contextualização e a interdisciplinaridade. Nesse contexto, ao buscar dar significado aos conceitos teóricos, o educador deve promover um trabalho contextualizado e interdisciplinar no âmbito das ciências. Por tanto, o presente trabalho buscou desenvolver a produção de tintas com pigmentos naturais, assim como identificar materiais naturais que possam ser utilizados na produção de tintas, destacando suas propriedades químicas, unindo teoria e prática no desenvolvimento do projeto. Os procedimentos tiveram início por meio de uma aula introdutória, na turma do 3° ano “D” da escola EEFM Dona Clotilde Saraiva Coelho, na cidade de Juazeiro do Norte CE, na qual foram abordados a origem histórica das tintas, as primeiras pinturas rupestres, bem como a sua composição química. No segundo encontro, os estudantes receberam materiais e orientações para a elaboração das tintas. No terceiro encontro, os participantes receberam folhas de cartolina para serem pintadas, estimulando a expressão criativa por meio da elaboração de desenhos utilizando as tinturas anteriormente confeccionadas. Diante disso, o desenvolvimento do projeto da confecção de tintas naturais, permitiu que houvesse a contextualização dos condimentos. Foi adotada uma abordagem prática e interativa, permitindo aos alunos que manipulassem os pigmentos, como café, urucum e cúrcuma, a fim de produzir suas próprias tintas. Essa abordagem proporciona uma apresentação do projeto que é atrelada ao aspecto histórico, abrangendo também uma perspectiva regional. A prática de elaboração de tintas realizada durante os encontros proporcionou aos estudantes uma experiência imersiva e enriquecedora no processo de criação artística, os participantes não apenas adquiriram habilidades técnicas, mas também desenvolveram o trabalho em equipe e realizaram o projeto de maneira colaborativa, assim, observou-se a aprendizagem em química de maneira prática e coletiva.
Palavras-chave: Tintas, Pigmentos Naturais, Contextualização, Ensino de Química.
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Abrir o trabalhoCRIAÇÃO E APLICAÇÃO DE DOIS JOGOS DE TABULEIRO DEDICADOS AO ENSINO DE QUÍMICA
ALVARO SANTOS SILVA; JOSUÉ TEODOZIO LIMA
A ludicidade é uma ferramenta há muito tempo explorada no contexto educacional, e é comprovadamente eficiente no que se refere à construção do conhecimento em estudantes que tenham contado com esse tipo de atividade. O presente trabalho explora a criação e aplicação de jogos de tabuleiro como ferramenta inovadora para o ensino de Química, com foco em turmas de ensino médio. Buscou-se oferecer aos alunos uma experiência educacional mais engajadora e interativa, substituindo o ensino tradicional por um ambiente lúdico e estimulante. Para tal, foram desenvolvidos dois jogos, com foco em temas específicos da Química, como a tabela periódica, ligações químicas, reações químicas e conceitos moleculares. Os jogos confeccionados foram adaptados a partir dos jogos Quest e Perfil, ambos pertences a Grow Jogos e Brinquedos LTDA, para que fosse possível utilizá-los no ensino de química em turmas do ensino médio. Os jogos foram elaborados com base em princípios pedagógicos sólidos, utilizando recursos visuais e dinâmicas que facilitam a compreensão dos conteúdos. Eles foram aplicados em 3 turmas de terceiro ano da EEMTI Teodorico Teles de Quental, localizada no Município de Crato, CE. Observou-se um grande entusiasmo por parte dos alunos que participaram da aplicação dos jogos, além do uso pleno de habilidades como trabalho em equipe, resolução de problemas e pensamento crítico. Os resultados imediatamente observáveis após a aplicação evidenciaram o potencial dos jogos de tabuleiro como ferramenta de ensino eficaz. Além disso, foi realizada uma pesquisa para obter mais dados referentes às turmas que participaram da aplicação dos jogos. Os resultados indicaram que os alunos foram muito receptivos para a aplicação de jogos, e que os mesmos tiveram uma experiência satisfatória em relação a atividade lúdica. A ludicidade proporcionada pelos jogos torna o aprendizado mais prazeroso e significativo, além de promover a interação entre os alunos e o desenvolvimento de diversas habilidades importantes para a formação integral do indivíduo. Os jogos acabaram mobilizando muito dos conhecimentos gerais dos alunos, característica muito requisitada para a construção eficiente de uma base sólida no componente curricular de química. Em suma, os alunos tiveram uma experiência significativa no que se à aplicação dos jogos, evidenciando claramente o quão útil a ludicidade pode ser no ensino de química.
Palavras-chave: Jogos de tabuleiro, Ensino de Química,Ludicidade,Criatividade,Interdisciplinaridade
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Abrir o trabalhoEMPODERAMENTO FEMININO NA CIÊNCIA ATRAVÉS DO FILME “RADIOACTIVE”: EXPLORANDO NARRATIVAS DE MULHERES CIENTISTAS NAS AULAS DE QUÍMICA NO ENSINO MÉDIO
MARIA EDUARDA OLIVEIRA TAVARES ; Maria Izabel Alves de Souza; Bruno Anderson Fernandes Luna
Filmes são utilizados como instrumentos didáticos para trabalhar conceitos científicos em ambientes educacionais. O filme "Radioactive", produção britânica, da autora de Lauren Redniss, lançado em 2010, narra os desafios e as contribuições notáveis da cientista, Marie Curie, para sociedade. O trabalho tem como objetivo relatar as experiências com o propósito de investigar a importância do papel feminino na história da ciência e promover uma compreensão dos conceitos químicos aos alunos do ensino médio. Este relato segue uma metodologia qualitativa e se baseou na perspectiva dos três momentos pedagógicos de Delizoicov et al. (2002), tendo como público-alvo estudantes do segundo ano do Ensino Médio no âmbito do componente curricular de Química da EEEP Paulo Barbosa Leite, situada em Caririaçu-CE. Inicialmente, foram abordados os princípios fundamentais da radioatividade, incluindo seus efeitos nocivos e benéficos, levando em consideração a realidade cultural e social da comunidade. Após o filme, foi possível elucidar a distinção entre o fenômeno da radiação e outros processos químicos, bem como discorrer sobre a natureza atômica das emissões e a descoberta de novos elementos radioativos, como o rádio e o polônio. Além disso, foi promovida uma reflexão acerca da relevância das mulheres na ciência, com destaque para a vida e obra da cientista polonesa, Marie Curie, reconhecida por suas pesquisas e currículo, laureada com dois Prêmios Nobel (Física, em 1903, e Química, em 1910), em uma era marcada pelo machismo. Uma discussão em grupo foi proposta no anfiteatro da escola com a finalidade de analisar a representação da mulher na ciência da época, revelando os obstáculos enfrentados e presentes em alguns âmbitos da sociedade contemporânea. Segundo os estudantes, a obra aborda temas como igualdade de gênero, empoderamento feminino, desconstrução do machismo estrutural, ética e segurança, bem como a interdisciplinaridade de saberes e sensações. Portanto, concluiu-se que, incentivar as futuras gerações a ingressar nas carreiras científicas, destacando a importância de ações educativas com uma abordagem relacionada ao empoderamento feminino na ciência, o filme "Radioactive" poderá servir como um exemplo inspirador para encorajar os estudantes, apesar das barreiras sociais e de gênero ainda existentes.
Palavras-chave: Empoderamento feminino,ensino de química ,educação científica
Oral
Abrir o trabalhoExploração da química presente no dia a dia em atividades práticas em sala de aula: Uma abordagem significativa dos conteúdos de química
ANDRÉA DE SOUZA ARAUJO; Lidiane Guedes Alves
O aprendizado da química pode ser desafiador devido à complexidade dos conceitos, associada com a ausência de uma relação direta com assuntos do cotidiano dos estudantes. Nessa perspectiva, a exploração de alguns conteúdos contextualizados com o dia a dia das pessoas promove uma aprendizagem significativa e empolgante, ajudando a conectar a teoria com a prática e despertando a curiosidade dos estudantes pela disciplina, uma vez que a experimentação é essencial para facilitar a compreensão dos conteúdos. Assim, os pibidianos de química que atuam na EEMTI Teodorico Teles junto com a professora de química e supervisora Suzana Vieira, escolheram alguns temas que relacionassem a química presente na vivência dos alunos do 3º ano da escola, com alguns temas estudados no ensino médio, como: solubilidade de substâncias polares e apolares, a toxicidade e o pH de produtos de limpeza e a determinação da concentração de etanol na gasolina. A abordagem foi aliada a uma prática desses conteúdos, onde os estudantes puderam compreender as temáticas propostas, percebendo como a química está presente em diferentes aspectos da vida. Esse fato contribuiu para desenvolvimento do pensamento crítico dos discentes, estimulando e conscientizando sobre a aplicação e a importância da química para a sociedade, bem como conseguiram visualizar o que foi estudado na teoria, o que fez com que os alunos demonstrarem mais interesse pela aprendizagem de química. Foi aplicado um questionário para os alunos do 3º ano da referida escola, onde eles avaliaram como este tipo de atividade pode contribuir para uma melhor compreensão dos conteúdos abordados em sala de aula. Por fim, foi possível aplicar os conceitos de química que estão inseridos no cotidiano dos discentes ao longo das atividades desse estudo, bem como evidenciar a relação entre teoria e prática, o que permitiu uma forma eficaz de aprendizado, tornando o ensino de química significativo, atrativo e reflexivo.
Palavras-chave: Atividades práticas, cotidiano,experimentos
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Abrir o trabalhoEXPLORANDO A QUÍMICA ORGÂNICA NOS MEDICAMENTOS DO COTIDIANO: UMA ABORDAGEM INTERATIVA COM REPRESENTAÇÕES MOLECULARES.
JOÃO VYCTOR PEREIRA GOMES ; Maria Alicia Cavalcante Narciso; José Carlos da Silva
A química orgânica desempenha um papel crucial na compreensão dos medicamentos que utilizamos no dia a dia. Nesse sentido, o estudo qualitativo e interativo, de abordagem exploratória, visa investigar as aplicabilidades das funções orgânicas nos medicamentos utilizados pelos alunos e familiares, com o intuito de ampliar o entendimento da química orgânica em relação às especificidades estruturais de cada composto. Para o estudo, foram utilizadas metodologias ativas, como a abordagem dos "Três Momentos Pedagógicos" de Delizoicov et al., (2002), oferecendo aos alunos a oportunidade de explorar os conceitos químicos de maneira envolvente e significativa, ao invés de receberem informações passivas. A etapa metodológica parte da problematização do tema apresentado aos alunos, sobre os medicamentos que utilizam diariamente e questionando-os sobre os componentes químicos presentes. Essa etapa teve como objetivo instigar a reflexão e o interesse dos alunos. Em seguida, na organização do conhecimento, foram fornecidos os fundamentos teóricos da química orgânica relacionados aos fármacos, destacando as principais funções orgânicas presentes. Além disso, foram realizadas atividades práticas, como análise de rótulos e identificação das funções orgânicas em suas estruturas moleculares, utilizando recursos visuais como representações moleculares para facilitar a compreensão do conteúdo. Ao utilizar essas representações, os alunos foram capazes de visualizar as estruturas dos medicamentos de forma mais tangível, promovendo uma maior interatividade e o engajamento dos alunos no processo de aprendizagem. Na aplicação do conhecimento, foram promovidos debates e discussões em sala de aula sobre a importância da química orgânica na produção e utilização de medicamentos, proporcionando um espaço para compartilhar teses e conclusões. Os resultados obtidos mostraram que os alunos conseguiram identificar as funções nos medicamentos e correlacioná- las com os conceitos teóricos discutidos em sala. Neste contexto, esta abordagem proporcionou um ambiente de aprendizagem mais prazeroso e contextualizado da química orgânica, em virtude da metodologia centrada na investigação crítica e reflexiva sobre o tema. Deste modo, buscou-se não apenas transmitir conhecimentos, mas também cultivar habilidades de pensamento crítico, resolução de problemas, investigação científica e compreensão mais aprofundada dos conceitos químicos trabalhados.
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Abrir o trabalhoEXPLORANDO A VIABILIDADE E PRODUÇÃO DO PAPEL SEMENTE
RICAELLY SILVA SANTOS ; Sabrina Kely Gonçalves da Silva
Resumo: A crescente inquietação em relação à questão ambiental na indústria de papel é motivada pela elevada dependência de recursos naturais, bem como pela significativa produção de resíduos sólidos associados a esse processo. Além disso, é reconhecida como uma fonte crucial de poluição do ar, da água e do solo e tem em sua composição uma variedade de fibras celulósicas que proporcionam uma superfície adequada para adesão, escrita ou impressão. O estudo objetiva conscientizar alunos do 2° ano da escola E.E.M Dona Clotilde Saraiva Coelho, por meio do Programa Institucional de Bolsa a Iniciação à Docência - PIBID, sobre a importância de reutilizar o papel na produção do Papel Semente Plantável. O projeto evoluiu a partir de uma aula de Química centrada na sustentabilidade, em que seguiu para o laboratório, onde deu-se a produção do papel e monitoramento do processo de germinação. Posteriormente, realizou-se uma análise dos resultados observados e os impactos na sociedade. O uso de papel semente reciclável representa uma abordagem inovadora e ecologicamente sustentável para reduzir o desperdício de papel e promover a biodiversidade através do cultivo de plantas. No estudo, avaliamos em formulário que 50 % dos envolvidos não tinham conhecimento sobre o Papel Semente e sua alternativa em ser plantável, além disso os dados coletados revelaram que a conscientização ambiental dos participantes após a experiência com o Papel Semente reciclável gerou um resultado de 0 % ruim, 37,5 % razoável, 37,5 % bom e 25 % excelente. Os resultados deste estudo sugerem que o papel semente reciclável é uma alternativa viável e sustentável ao papel convencional, promovendo não apenas a redução do desperdício de papel, mas também a preservação do meio ambiente e o estímulo à biodiversidade.
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Abrir o trabalhoFEIRA DE CIÊNCIAS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DO BRASIL, UMA ESTRATÉGIA LÚDICA E MOTIVADORA PARA O ENSINO DE QUÍMICA.
ISMARA MENESES MORAES FEITOSA; Maria Edglaucia Guedes
As feiras de ciências como eventos escolares no Brasil tiveram início na década de 1960 e foram tornando-se uma prática difundida em algumas escolas e se consolidando como espaços diferenciados de ensino-aprendizagem que promovem a interdisciplinaridade, a contextualização e a divulgação científica. A feira de ciências nas escolas públicas vem sendo uma ferramenta importante para incentivar os alunos a gostarem de química, trabalhando com a interdisciplinaridade e contextualização de forma lúdica e com diversas abordagens. Esse tipo de metodologia expositiva é uma estratégia didática importante, pois possibilita a aprendizagem de uma forma mais atraente e de fácil entendimento, para que desperte o interesse dos alunos, da mesma forma que os ajuda a trabalharem em equipe, na socialização e a solucionarem problemas. O presente trabalho teve como objetivo mostrar para os alunos do ensino médio da escola Teodorico Teles de Quental como a disciplina está presente em nosso cotidiano e como pode ser trabalhada de diversas maneiras, desmistificado o medo de estudar a química. Na feira de ciências da escola foram trabalhados diversos temas, agregando-os sempre a outras disciplinas. Os temas foram: a importância do cultivo da pimenta para os povos originários, o uso dos simuladores symmetry otterbein e phet colorado no ensino médio: uma alternativa para promover a aproximação dos discentes com a química, o uso do lambedor pelos povos originários ao longo do tempo e o saber químico envolvido e a Química das religiões Afro-Brasileiras. Todos esses trabalhos tiveram participação dos alunos das turmas de terceiros anos. Neste projeto, os participantes foram divididos em grupos e cada um teve que elaborar um caderno de campo, onde deveriam relatar todas as ações fora e dentro da escola para confecção dos trabalhos. As propostas tinham o fim de instigá-los a terem mais afinidades com a disciplina. Dentre os trabalhos desenvolvidos, o cultivo da pimenta pelos povos originários foi selecionado durante a primeira etapa para ser apresentado na fase regional do Ceará Científico 2023, programa que tem como objetivo incentivar e apoiar várias ações em educação científica. Por fim, concluiu-se que a feira de ciências é de suma importância nas escolas públicas, pois ajuda a instigar os alunos a buscarem mais conhecimento e a entenderem como a disciplina de química pode ser de fácil aprendizagem, quando trabalhada de forma correta e contextualizada. Assim, pode-se observar que o desempenho dos alunos foi satisfatório e demostraram interesse em participar da feira de ciências.
Palavras-chave: Ensino de química, Feira de ciências, Química nas escolas públicas
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Abrir o trabalhoO ENSINO DE QUÍMICA COM EXPERIMENTAÇÃO PARA ALUNOS COM AUTISMO E TDAH
JOÃO VÍTOR FACUNDO XENOFONTE ; Davi Emanuel Bezerra de Lucindo
As pessoas com deficiência sempre estiveram presentes na história da civilização e, sempre carregaram dores e cicatrizes originadas pela exclusão da sociedade. Nesse sentido, ao longo de várias civilizações, a sobrevivência era o fator principal levado em consideração nessas sociedades, logo, muito desses povos excluíam as pessoas com deficiência, pois eram considerados fardos, devido as crenças e costumes da sociedade. Assim, a Educação Inclusiva busca englobar todos os estudantes, possibilitando a oportunidade de desenvolver habilidades empáticas que sejam fundamentais para a socialização na sociedade. Nesse contexto, sob uma perspectiva para o ensino de química, a experimentação é uma das possíveis metodologias de ensino que pode promover a inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e com Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). Dessa forma, este trabalho tem como objetivo empregar a experimentação de química, por parte dos alunos pibidianos do curso de Química da Universidade Regional do Cariri - URCA, como meio de aprimorar métodos de ensino e compreender a percepção de alunos com autismo e THAH do 3° do ensino médio da escola EEFM Dona Clotilde Saraiva Coelho, localizada em Juazeiro do Norte - CE, sobre a química por meio da prática experimental em aulas pensadas para esse público. Assim, foram realizados quatro encontros de 120 minutos com dois alunos que se dispuseram a fazer parte do projeto e em cada encontro, era feita uma prática seguida da sua explicação. Nesse sentido, foram abordados os assuntos de modelos atômicos, de reações inorgânicas, de ácidos e bases e de eletroquímica, seguido de um questionário qualitativo para os alunos relatarem as suas opiniões sobre as aulas. Assim, todos os discentes afirmaram que a metodologia aplicada no projeto foi excelente e que gostariam que tivessem mais aulas naquele formato. Por último, conclui-se que o projeto realizado foi bem sucedido e que a metodologia aplicada foi adequada, tendo o enfoque das singularidades de cada aluno.
Palavras-chave: Experimentação química, Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade ( TDAH), Inclusão
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Abrir o trabalhoO uso de recursos audiovisuais como forma de ensino e visibilidade feminina na ciência
MARIA CLARA SILVA FERREIRA; Francisco Isac Soares Leite
A busca por novas metodologias ativas que promovam uma aprendizagem significativa dos discentes em relação aos conteúdos de química tornou-se uma das estratégias para empregar a interdisciplinaridade e a contextualidade no ensino dessa ciência da natureza. Nessa perspectiva, a elaboração de um curta-metragem sobre a história da cientista Marie Curie, com participação dos alunos da instituição de EEMTI Teodorico Teles de Quental, em cooperação com a disciplina de artes, demonstrou não somente a importância do papel feminino na ciência, mas também auxiliou na formação de uma nova ótica sobre o papel da química no mundo moderno em que se pode correlacionar com os fenômenos do cotidiano. Sob esse viés, o processo de construção do roteiro foi baseado nas séries documental e filme, respectivamente, “Quem foi?” e “ Radiotividade”. Assim, empregou-se tanto uma linguagem coloquial, como também a realização de experimentos durante as gravações das cenas com a finalidade de trabalhar com a ludicidade e, por conseguinte, transformar a linguagem e os procedimentos científicos mais simples, observando como os estudantes se desenvolviam e compreendiam as definições e técnicas que englobam a química durante a gravação do curta- metragem. Na escola EEMTI Teodorico Teles de Quental, com o curta metragem Marie Curie, obteve-se um grande número de estudantes engajados com o projeto, de forma que se observou o interesse e a motivação para realizar tal feito. Para que o curta fosse produzido, era necessário ter o mínimo de conhecimento de quem foi Marie Curie e a grande noção do quão importante essa cientista foi para a história da ciência e, sobretudo, do mundo. Da mesma forma, quem assiste o curta-metragem passa por um processo de decodificação, que trabalha a sua capacidade interpretativa. Conclui-se que o uso de recursos audiovisuais, como filmes e outros, podem auxiliar no processo de ensino e aprendizagem em sala de aula, como acontece no ensino das ciências e, sobretudo, da química. O interesse dos estudantes pelo abordado aumenta, fazendo com que ele se motive a estudar o conteúdo e, ainda, que ele se abra para a possibilidade de estudar outras coisas que envolvem isso.
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Abrir o trabalhoPROJETO RECICLAGEM NA ESCOLA: O MEIO DE AJUDAR O PLANETA ATRÁVES DO ENSINO.
JOANA IONARA HENRIQUE
A problemática do acúmulo de resíduos em locais impróprios, decorrente de sua disposição inadequada, constitui uma questão social visível. É crucial compreender os motivos pelos quais essas questões são relevantes, pois os detritos gerados por todos é um problema mundial, que atinge nosso planeta e consequentemente nosso clima. Com isso, o presente trabalho tem como objetivo informar sobre o problema gerado pelo descarte incorreto do lixo, incentivar a reutilização e reciclagem além de conscientizar, sobre a mudança de maus hábitos. O projeto tem ação qualitativa, desenvolvido no 2 Ano "H” na EEFM Dona Clotilde Saraiva Coelho na cidade de Juazeiro do Norte - CE, por meio do Programa Institucional de Bolsa a Iniciação à Docência – PIBID. Inicialmente realizou-se uma aula sobre impactos ambientais causados pelo excesso de lixo, como forma de introduzir o projeto e conscientizar sobre o tema, em seguida foi aplicado um questionário abordando a temática “reciclagem” com o intuito de obter informações sobre os conhecimentos prévios dos alunos. Com a evolução do projeto, realizamos uma oficina de criação, utilizando garrafas pet e papel reciclado, foi criado máscaras e bandeirolas para ornamentação da referida escola. Como meio avaliativo, realizamos um quiz, onde os alunos iriam dissertar sobre questões que abordavam: lixo, reciclagem e descarte. Por fim como atividade final, um questionário para avaliar a aprendizagem dos discentes com o projeto. Nas atividades realizadas os alunos demonstraram bom desempenho e interesse no que estava sendo proposto. No primeiro questionário aplicado ficou claro que os discentes não tinham conhecimento do tema, pois 80% das respostas eram vagas e não condizentes com o assunto abordado. Já na aplicação do quis os memos se mostraram interessados e abertos ao debate, onde a maioria respondeu as questões de maneira correta. No questionário final, ao ser perguntando sobre: Experiencia ao vivenciar o projeto, conhecimentos adquiridos e mudança de perspectiva e hábitos, o resultado foi positivo, já que em 99% das respostas, foi destacado o quanto aprenderam sobre reciclagem e a necessidade de mudança. Com isso, podemos concluir que o desenvolvimento do projeto foi fundamental na conscientização dos discentes sobre reciclagem, meio ambiente e mudanças de hábitos, sendo vigente a importância em propor aulas diferentes que instiguem o debate a respeito de assuntos tão importantes.
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