37 de 37 trabalho(s) aceito(s)
A CONTRIBUIÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA PARA O DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE SOCIAL EM ESCOLA PÚBLICA.
JHENIFFER ADELAIDE MORAIS DA SILVA ; Emilly Mota dos Santos; Jaesuse Raenara dos Santos Brito
A Educação Física no ensino infantil desempenha um papel fundamental no desenvolvimento integral das crianças, contribuindo para aspectos motores, cognitivos e socioafetivos. Dessa forma, o presente trabalho objetivou descrever acerca das contribuições da Educação Física no ensino infantil. Trata-se de um relato de experiência que foi realizado em uma escola pública na região do Cariri, no infantil III, IV e V, totalizando 54 horas. Identificou-se, inicialmente, um contexto marcado por vulnerabilidades sociais, como dificuldades socioemocionais, carência e comportamentos agressivos entre as crianças, comprometendo o desenvolvimento infantil e as relações interpessoais. Assim, as aulas foram planejadas por meio de jogos e de brincadeiras cooperativas, valorizando o movimento e a interação social. Os resultados demonstraram mudanças significativas no comportamento dos estudantes, com redução de conflitos, maior cooperação e solidariedade. O estágio possibilitou maior compreensão da realidade escolar e evidenciou a importância das atividades lúdicas e cooperativas para o desenvolvimento integral dos estudantes
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoA PERCEPÇÃO DOS ALUNOS SOBRE A INCLUSÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO V
JOHNNYELLY BARBOSA SOARES SILVA; Silvania Lucas da Silva Nogueira
DA CARÊNCIA À VIVÊNCIA: UMA TRAVESSIA PELAS UNIDADES TEMÁTICAS DA BNCC NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO FUNDAMENTAL II
LEVI DOMINGOS PEREIRA ; Pedro Henrique Oliveira Silva
O presente relato de estágio descreve as experiências vivenciadas durante o Estágio Supervisionado III, realizado em uma escola pública da rede municipal de ensino, com carga horária de 60 horas. A regência foi desenvolvida na Escola Aldegundes Gomes de Matos e teve como objetivo proporcionar aos alunos uma vivência introdutória das unidades temáticas previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Os conteúdos foram organizados semanalmente, contemplando brincadeiras, jogos, ginásticas, lutas, esportes e práticas corporais de aventura. Apesar da limitação de materiais, a escola possuía uma quadra poliesportiva recém-reformada, possibilitando a realização de atividades diversificadas, como formações coletivas da ginástica e uma caça ao tesouro pelos espaços escolares. A proposta surgiu a partir da observação de aulas com pouca diversidade de conteúdos, motivando os estagiários a ampliar as experiências corporais dos estudantes. Dessa forma, buscou-se favorecer o desenvolvimento motor, cognitivo e social por meio de práticas alinhadas às orientações da BNCC.
Oral
Abrir o trabalhoENSINO DO FORRÓ “PÉ DE SERRA’’ COMO CONTEÚDO DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA COM ALUNOS DO 9º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL II
BRENDHA SALES DE SOUZA; Eva Camila de Sousa Alexandre; Victoria Grazielle Monteiro Silva
Introdução: O estágio supervisionado de Educação Física no ensino fundamental desempenha um papel relevante na formação inicial, visto que oportuniza a relação entre teoria e prática na realidade escolar. Objetivo: Nesse sentido, o presente trabalho objetivou descrever uma experiência com o conteúdo de dança e refletir sobre seus impactos nas aulas de EF. Método: Trata-se de um relato de experiência realizado com uma turma do 9° ano em uma escola pública da região do Cariri. Resultado: Além das vivências práticas, foram abordadas a cultura local e a dança no contexto regional a partir de um planejamento alinhado à BNCC. Alguns desafios foram identificados, como resistência inicial de alguns estudantes, dificuldades de atenção e insistência em jogar futsal. No entanto, no decorrer das aulas, observou-se maior participação e envolvimento dos alunos nas atividades propostas. Conclusão: Assim, conclui-se a importância de oportunizar o conhecimento de outros conteúdos além do esporte, visando um currículo mais justo e democrático.
A ludicidade e o processo de aprendizagem na educação infantil
THALES GABRIEL PASCIENCIA LANDIM; Ariel Ricardo Souza de Carvalho; Arthur Anselmo de Castro
O estágio supervisionado em Educação Física na Educação Infantil é fundamental para articular teoria e prática em contextos reais, destacando a ludicidade como elemento central do desenvolvimento integral da criança. Este texto busca descrever a vivência do estágio supervisionado na Educação Infantil e analisar seus benefícios e desafios para a implementação das aulas de Educação Física. Trata-se de um relato de experiência realizado no Colégio Destaque do Cariri, em Juazeiro do Norte, com turmas do Infantil 1 ao 5, envolvendo cerca de 60 crianças. As aulas ocorreram semanalmente, com planejamento adaptado às faixas etárias e uso de jogos e brincadeiras como estratégia pedagógica. Apesar de limitações estruturais, como espaço reduzido e distrações no ambiente, a proposta lúdica favoreceu a participação, interação, cooperação e desenvolvimento motor, cognitivo e socioafetivo. Por fim, notou-se que práticas lúdicas contribuíram positivamente para a formação integral das crianças e para a formação do estagiário.
Palavras-chave: educação física escolar, brincadeiras e brinquedos, ludicidade
Oral
Abrir o trabalhoDESAFIOS DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: A ESCASSEZ DE MATERIAIS E A AUSÊNCIA PROFISSIONAL COM TURMAS DE 5º ANO
NENÉM EVANGELISTA
RESUMO O estágio supervisionado constitui um momento fundamental na formação docente, confrontando o acadêmico com a realidade do chão da escola. Este trabalho objetiva relatar a experiência de estágio desenvolvida na Escola Maria de Lourdes Ribeiro Jereissati com turmas de 5º ano do Ensino Fundamental, localizada na cidade de Juazeiro do Norte - CE, nos turnos da manhã e da tarde, cujos encontros ocorrem às sextas-feiras, sempre nos primeiros horários de cada turno. A realidade observada foi marcada pela severa escassez de materiais específicos para as práticas de Educação Física e pela ausência de um profissional formado na área. Diante disso, a disciplina ficava sob a responsabilidade de professoras de outras áreas, restringindo as aulas do 5º ano a momentos de recreação comum nos primeiros horários das sextas-feiras, seguindo o padrão das demais turmas da instituição que passavam por essa mesma rotina nos dias anteriores da semana. A metodologia pautou-se em observação reflexiva e no planejamento de intervenções sem a necessidade de insumos tradicionais, focando no tema semestral de Brincadeiras Populares. Foram aplicados circuitos motores e jogos como queimada, corrida de saco, pega-congela e cabra-cega. Como resultado, constatou-se que a ressignificação dos espaços e o resgate dos jogos tradicionais supriram as lacunas estruturais, despertando o interesse discente e quebrando a falta de atividades das sextas-feiras. Conclui-se que o estágio permitiu desenvolver competências de resiliência e criatividade essenciais para a práxis docente frente às precarização do sistema público de ensino.
A FORMAÇÃO DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM RELATO DE EXPERIENCIA NO ESTAGIO SUPERVISIONADO
ANA LUIZA DE ARAÚJO MATOS RODRIGUES ; Ana Lídia Pereira Borges; Natália Mendes Araújo Da Silva
O estágio supervisionado na Educação Infantil é uma etapa fundamental da formação docente, visto que possibilita a vivência prática do contexto escolar. O trabalho objetivou descrever e analisar uma experiência pedagógica no ensino infantil. Dessa forma, o presente estudo consiste em um relato de experiência desenvolvido durante o estágio supervisionado com as turmas do ensino infantil II ao V, em uma escola pública na região do Cariri. A partir de um planejamento prévio, utilizou-se o conteúdo de jogos e brincadeiras alinhadas à BNCC, visando o desenvolvimento integral dos estudantes. Identificou-se desafios estruturais de espaço e a realidade socioeconômica local, resultando em prejuízos educacionais. Contudo, a intervenção pedagógica gerou resultados positivos nos aspectos motores, cognitivos e socioafetivos. Evidenciando a importância de professores licenciados em Educação Física no ensino infantil. Dessa forma conclui-se que o estágio possibilita a formação da identidade docente através de uma práxis transformadora e sensível à realidade periférica.
Palavras-chave: Jogos e brincareira,Práxis pedagógica,Desafios estruturais
Oral
Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DA LUDICIDADE PARA O DESENVOLVIMENTO MOTOR E SOCIAL DOS ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL I: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO.
GIOVANNA LIZ FERREIRA SILVA ; Raquel Bertulino Ferreira; Morgana Aves Correia da Silva
A ludicidade desempenha papel fundamental na infância, contribuindo para o desenvolvimento motor, cognitivo, social e afetivo das crianças. Por meio de jogos, brincadeiras e atividades lúdicas, os alunos desenvolvem habilidades, ampliam suas experiências e participam de forma mais ativa do processo de aprendizagem. Nesse contexto, o presente trabalho tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas durante o Estágio Supervisionado em Educação Física nas turmas de 4º e 5º anos do Centro Educacional Tia Belinha. Durante o período de observação, foi possível identificar que as estratégias lúdicas favoreceram a participação dos estudantes, estimularam a interação social e contribuíram para um ambiente de aprendizagem mais dinâmico e motivador. Também foram observados desafios relacionados ao envolvimento de alguns alunos, evidenciando a importância da mediação do professor. Conclui-se que a ludicidade constitui um recurso pedagógico essencial para promover a aprendizagem e o desenvolvimento integral dos estudantes.
A Educação Física escolar contribui para o desenvolvimento físico, social e afetivo dos alunos, ambiente fundamental para promover inclusão e respeito às diferenças. Este trabalho teve como objetivo relatar experiências vivenciadas durante o Estágio Supervisionado V, refletindo sobre a inclusão de alunos atípicos nas aulas de Educação Física e analisando a percepção dos estudantes sobre essa temática. Foi realizado em uma escola pública de Juazeiro do Norte-CE, envolvendo observação, regência e aplicação de questionários com alunos do 6º e 7º ano do Ensino Fundamental. Os resultados mostraram que a maioria dos estudantes possui uma visão positiva sobre inclusão e reconhecem a importância da participação de todos nas atividades. Entretanto, também foram identificadas situações de exclusão e dificuldades relacionadas à aceitação das diferenças. Conclui-se que a Educação Física desempenha papel fundamental na promoção da inclusão, sendo necessário desenvolver práticas que estimulem o respeito, a empatia e a cooperação entre os alunos.
Palavras-chave: Inclusão Escolar,Educação Física,Cooperação
Oral
Abrir o trabalhoA PRÁTICA DA DANÇA COMO FORMA DE INTERAÇÃO SOCIAL E IDENTIDADE RITIMICA
ANA LÍDIA PEREIRA BORGES ; Ana Luiza de Araújo Matos Rodrigues; Arthur Anselmo de Castro
Este relato apresenta a vivência de três docentes de licenciatura em Educação Física em uma aula de dança com alunos jovens e adultos da APAE de Juazeiro do Norte, realizada em 27/05/2026, objetivando descrever a experiência coletiva pautada na interação e cooperação. Esta pesquisa qualitativa, do tipo relato de experiência, evidenciou excelente participação do grupo diante de diferentes estímulos musicais. Inicialmente, os discentes relataram desconhecer o jazz, ritmo introduzido para promover o reconhecimento corporal e espacial antes da exploração de outras sonoridades. Concluiu-se que as propostas fugiam do cotidiano dos alunos, gerando repercussões positivas. Ao final, quando questionados sobre a melhor parte da aula, os participantes destacaram o jazz, justificando que, apesar do estranhamento inicial, passaram a desejar praticá-lo. A interação livre, em trios e em grupo, também foi valorizada, consolidando a relevância da dança como ferramenta de inclusão, autonomia e ampliação do repertório cultural na educação especial.
Oral
Abrir o trabalhoA PRÁTICA DE JOGOS E BRINCADEIRAS UTILIZANDO ATIVIDADES CORPORAIS COM ALUNOS DA APAE
JAESUSE RAENARA DOS SANTOS BRITO; José Vicente Ancelmo Neto; Ariel Ricardo Souza de Carvalho; Geysa Cachate Araújo de Mendonça
O objetivo deste resumo é relatar a vivência da aula de campo com a ação MOVAPAE (Movimento, Inclusão e Alegria), da disciplina de Educação Física Adaptada, realizada na APAE de Juazeiro do Norte. O relato caracteriza-se como uma pesquisa qualitativa do tipo relato de experiência, na qual conduzimos jogos e brincadeiras com os alunos da instituição. A partir das observações, identificamos significativa participação de alunos jovens e adultos em diversos momentos das atividades, além de um ambiente motivador, acolhedor e marcado por vivências positivas. Entretanto, também foi possível observar a presença de competitividade saudável em algumas dinâmicas realizadas. Conclui-se que a experiência contribuiu para a promoção da inclusão, processo de socialização e engajamento dos participantes nas brincadeiras, evidenciando a importância da Educação Física como prática fundamental no contexto educacional.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoAS PRÁTICAS CORPORAIS AQUÁTICAS COMO MEIO PARA INCLUSÃO E ENGAJAMENTO NA APAE DE JUAZEIRO DO NORTE
THALES GABRIEL PASCIÊNCIA LANDIM; Gabriel Pereira de Sousa; Vitor Hugo de Sousa Bento
A discussão sobre a inclusão se faz necessária nas aulas de Educação Física, entendendo-a como dever do professor. Este texto busca escrever e refletir sobre a inclusão promovida pelas práticas aquáticas durante uma vivência pedagógica com alunos com deficiência intelectual e múltiplas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa do tipo relato de experiência sobre a atividade realizada com crianças da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Juazeiro do Norte-CE. Os participantes demonstraram interesse durante todos os momentos, cooperando e interagindo entre si para realizar as atividades com êxito. Ademais, notou-se a necessidade de adaptar os alunos ao ambiente, no caso, piscinas com diferentes tamanhos. Apesar da estrutura necessária para as práticas, os materiais utilizados foram simples e de fácil adaptação. Por fim, as práticas corporais aquáticas, unidas à adaptação do espaço e materiais, demonstraram ser uma forma eficiente de inclusão incentivando a participação e a fruição nos participantes.
Oral
Abrir o trabalhoAS PRÁTICAS CORPORAIS AQUÁTICAS COMO MEIO PARA INCLUSÃO E ENGAJAMENTO NA APAE DE JUAZEIRO DO NORTE
THALES GABRIEL PASCIENCIA LANDIM; Gabriel Pereira de Sousa; Vitor Hugo de Sousa Bento
A discussão sobre a inclusão se faz necessária nas aulas de Educação Física, entendendo-a como dever do professor. Este texto busca escrever e refletir sobre a inclusão promovida pelas práticas aquáticas durante uma vivência pedagógica com alunos com deficiência intelectual e múltiplas. Trata-se de uma pesquisa qualitativa do tipo relato de experiência sobre a atividade realizada com crianças da APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) de Juazeiro do Norte-CE. Os participantes demonstraram interesse durante todos os momentos, cooperando e interagindo entre si para realizar as atividades com êxito. Ademais, notou-se a necessidade de adaptar os alunos ao ambiente, no caso, piscinas com diferentes tamanhos. Apesar da estrutura necessária para as práticas, os materiais utilizados foram simples e de fácil adaptação. Por fim, as práticas corporais aquáticas, unidas à adaptação do espaço e materiais, demonstraram ser uma forma eficiente de inclusão incentivando a participação e a fruição nos participantes.
Palavras-chave: educação física, inclusão, práticas corporais aquáticas
Oral
Abrir o trabalhoBARREIRAS PARA PARTICIPAÇÃO FEMININA NA EDUCAÇÃO FÍSICA: ENSINO MÉDIO
MARIA EDUARDA CARVALHO DA SILVA ; Luan Victor Oliveira Rocha
Este relato de experiência apresenta as vivências desenvolvidas durante o Estágio Supervisionado IV em Educação Física, realizado no SESI de Juazeiro do Norte-CE, totalizando 54 horas entre observação e regência no Ensino Médio. O objetivo do estágio foi desenvolver aulas de Educação Física integrando teoria e prática, com foco na inclusão e na ampliação da participação feminina nas atividades propostas. Durante o período de estágio, foram identificados desafios como a baixa participação das alunas nas aulas práticas, a resistência dos estudantes às atividades teóricas e a desmotivação de alguns alunos em relação aos conteúdos trabalhados. Para enfrentar essas dificuldades, foram adotadas estratégias pedagógicas baseadas em metodologias lúdicas, diálogos reflexivos, acordos didáticos e adaptações das atividades, buscando favorecer o engajamento e a participação de todos os estudantes. As aulas foram desenvolvidas em parceria com o professor colaborador, utilizando os recursos e a infraestrutura disponibilizados pela instituição. As experiências vivenciadas permitiram compreender a importância da flexibilização das práticas pedagógicas e da criação de ambientes inclusivos que valorizem a participação dos alunos. Conclui-se que, apesar dos desafios encontrados, o estágio contribuiu significativamente para a formação docente, possibilitando a construção de estratégias capazes de promover aprendizagem mais inclusiva e participativa Palavras-chave: estágio supervisionado, ensino médio, participação feminina, educação física.
Palavras-chave: educação física, ensino médio,participação feminina
Oral
Abrir o trabalhoBRINCAR COMO ESTRATÉGIA DE ESTIMULAÇÃO COGNITIVA EM ESTUDANTES DA APAE - JUAZEIRO DO NORTE
RAYSSA GABRIELLY CRUZ FIGUEIRÊDO RODRIGUES ; Maria Shayane de Souza Santos
INTRODUÇÃO: O brincar constitui uma importante ferramenta pedagógica para o desenvolvimento cognitivo, motor, social e afetivo, especialmente no contexto da educação especial. Este estudo teve como objetivo observar a contribuição das atividades lúdicas como estratégia de estimulação cognitiva em estudantes da APAE de Juazeiro do Norte-CE. Trata-se de um relato de experiência desenvolvido durante o Estágio Supervisionado em Educação Física. METODOLOGIA: Inicialmente, realizou-se um período de observação da rotina institucional e das características dos estudantes. Em seguida, foram planejadas e aplicadas atividades lúdicas adaptadas, como jogos de memória, associação, reconhecimento de cores e formas, quebra-cabeças e brincadeiras coletivas CONCLUSÃO. :Os resultados evidenciaram maior participação, motivação e interação social dos estudantes, além de avanços relacionados à atenção, memória e concentração. As adaptações realizadas possibilitaram a inclusão de todos os participantes. Conclui-se que o brincar favorece a aprendizagem e o desenvolvimento cognitivo, contribuindo para práticas pedagógicas inclusivas e para a formação acadêmica e profissional dos estagiários.
Palavras-chave: brincar,estimulação cognitiva,educação especial, apae
Oral
Abrir o trabalhoINCLUSÃO SOCIAL NAS PRÁTICAS ESPORTIVAS: DESAFIOS, VIVÊNCIAS E POSSIBILIDADES
VICTOR HUGO AMARAL DE ALCANTARA ; Cicero Aleff da Silva
Introdução: O curso de licenciatura tem o estágio curricular supervisionado com o objetivo de aproximar os discentes da realidade na educação básica, durante a formação inicial. Objetivo: Esse trabalho tem como objetivo descrever as experiências vivenciadas durante o estágio supervisionado V - educação especial, destacando os desafios e as possibilidades da inclusão social nas práticas corporais. Métodos: É um estudo qualitativo, descritivo e de campo que foi realizado por dois acadêmicos de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), no Instituto Federal do Ceará (IFCE), através do Programa de Paradesporto Brasil em Rede (PPBR), totalizando 36 horas. As atividades ocorreram em diferentes modalidades, como natação infantil e adulta, futsal para pessoas com deficiência intelectual (DI). Conclusão: O estágio no PPBR proporciona experiências enriquecedoras, destacando inclusão social, desafios pedagógicos e importância do paradesporto no desenvolvimento físico, emocional e social de pessoas com deficiência na formação acadêmica.
Palavras-chave: Docência, Práticas Corporais.,Inclusão,Educação Física
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoJogos lúdicos no engajamento de pessoas com deficiência na APAE de Juazeiro do Norte - CE.
ALYSSON EMANUEL SILVA DE SOUSA; Maria Clara Pereira Caju
A inclusão é essencial na Educação Física para o desenvolvimento da cidadania. O objetivo deste trabalho é descrever e refletir sobre o engajamento promovido por atividades lúdicas na APAE de Juazeiro do Norte-CE. Trata-se de um relato de experiência qualitativo estruturado por observação participante. A vivência em educação física inclusiva consistiu-se em práticas pedagógicas flexíveis e adaptadas para garantir o aprendizado equitativo, utilizando brincadeiras de comando e músicas. Como percepção pessoal, as ações propostas integraram o público de forma acolhedora, superando barreiras de comunicação. Os participantes demonstraram elevado interesse e cooperação, interagindo ativamente para a conclusão positiva das dinâmicas. Conclui-se que a abordagem dos jogos viabilizou a participação de todos, favorecendo a inclusão e a socialização.
Palavras-chave: Educação Física,Inclusão, Atividades lúdicas,Pessoas com deficiência
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA EM ESTÁGIO SUPERVISIONADO: A INCLUSÃO DE ESTUDANTES ATÍPICOS NO ENSINO MÉDIO
PALOMA BEATRIZ FELIX ALMEIDA DO NASCIMENTO ; Rosa Raissa de Jesus Felix; Thays Jéssica Feitosa Vieira
O estágio supervisionado V constitui uma etapa fundamental da formação docente, especialmente na educação inclusiva, por possibilitar vivências práticas com alunos neurodivergentes em contextos reais de ensino. Tendo o objetivo relatar e refletir sobre a experiência realizada em uma escola de ensino médio, com turmas do 1º e 2º anos. As atividades envolveram observação, elaboração de planos de aula e intervenções pedagógicas supervisionadas. Durante o estágio, observou-se a dificuldade de interação entre alunos típicos e atípicos, evidenciando situações de exclusão muitas vezes despercebidas. Nesse contexto, destacou-se a importância da atuação docente na promoção de práticas inclusivas que favoreçam a participação e o sentimento de pertencimento de todos os estudantes. A experiência permitiu compreender os desafios e as potencialidades da inclusão escolar, contribuindo para o desenvolvimento de uma prática docente mais crítica, reflexiva e sensível às necessidades dos alunos, além de reforçar o papel do professor como agente de transformação social.
Palavras-chave: Sociedade,Neurodivergentes,exclusão,planejamento
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA: O PAPEL DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA SALA DE ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO: EXPERIÊNCIAS E APRENDIZAGENS NO CONTEXTO INCLUSIVO
GUSTAVO CARDEAL E SILVA; Vinicius Lacerda Gomes
O presente relato de experiência descreve as vivências desenvolvidas durante o Estágio Supervisionado V em Educação Física, realizado na Sala de Atendimento Educacional Especializado (AEE) de uma escola pública do interior do Ceará. O objetivo foi apresentar as experiências adquiridas pelos(as) acadêmicos(as) em um contexto inclusivo, destacando desafios e possibilidades da prática pedagógica. Trata-se de uma investigação descritiva de abordagem qualitativa, baseada na observação, planejamento e intervenção no ambiente escolar. As atividades envolveram psicomotricidade, jogos cooperativos e confecção de brinquedos tradicionais recicláveis. Os resultados evidenciaram contribuições para o desenvolvimento motor, cognitivo e socioafetivo dos(as) estudantes, além do fortalecimento da inclusão, autonomia e interação social. Conclui-se que o estágio fortaleceu a articulação entre teoria e prática na formação docente inclusiva.
Palavras-chave: inclusão,psicomotricidade,prática pedagógica
Oral
Abrir o trabalhoUM RELATO DE EXPERIÊNCIA: O OLHAR INCLUSIVO POR MEIO DA DANÇA
MARIA CLARA CHAVES ALVES; Beatriz Alves Gomes dos Santos
A inclusão assume um papel central no que tange ao desenvolvimento das pessoas com deficiência, neste cenário a Educação Física, especialmente a dança, apresenta-se como ferramenta essencial. Este trabalho tem como objetivo relatar nossa experiência de uma aula de campo realizada na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). A aula foi promovida na disciplina de Educação Física Adaptada do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, realizada na APAE de Juazeiro do Norte - CE, no dia 27 de Maio de 2026, com foco em atividades rítmicas. Durante a vivência, os alunos se envolveram com as práticas, e a musicalidade proporcionou a motivação, estimulando a participação e o engajamento social. A experiência ampliou nossa compreensão sobre a inclusão na prática, fortalecendo, desse modo, a segurança para atuar em diferentes contextos educacionais
Palavras-chave: dança ,inclusão,Educação Física
Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Educação Física,Dança,BNCC,Cultura
Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Estágio Supervisionado, Brincadeiras Populares, Educação Física, Realidade Escolar.
Oral
Abrir o trabalhoDESAFIOS DO ENGAJAMENTO ESTUDANTIL NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA
RAMILLA AGUIAR BEZERRA ; Luana Jessica Belo Gama; Kayo de Aguiar Lopes
Este estudo apresenta um relato de experiência desenvolvido durante o estágio supervisionado em Educação Física no Ensino Médio de uma instituição privada localizada no município de Crato-CE. O objetivo foi analisar o baixo engajamento dos estudantes nas aulas e sua relação com a prática pedagógica adotada. As observações foram realizadas com turmas do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio, contemplando aulas teóricas e práticas. Verificou-se que parte significativa dos alunos demonstrava pouco interesse pelas atividades propostas, especialmente quando estas estavam centradas em modalidades esportivas competitivas. Em contrapartida, estratégias mais lúdicas favoreceram maior participação dos estudantes. Também foi observado que a adesão dos alunos aumentava em atividades avaliativas, evidenciando a influência da nota sobre o envolvimento nas aulas. A experiência permitiu refletir sobre a necessidade de práticas pedagógicas mais diversificadas e inclusivas, capazes de promover maior participação e identificação dos estudantes com os conteúdos desenvolvidos.
Palavras-chave: Educação física,Alunos,Ensino médio,Prática pedagógica
Oral
Abrir o trabalhoEducação Física na Educação Infantil: uma perspectiva lúdica a partir dos jogos e brincadeiras
KELRIANE DE SOUSA SOARES ; Francisca Milena Moreira de Souza Paixão; Thamires da Silva Braz
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoENTRE A EXCLUSÃO E O ENGAJAMENTO: EXPERIÊNCIAS VIVENCIADAS A PARTIR DO ESTÁGIO DOCENTE NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FISICA.
JULIO FERREIRA DE AQUINO ; Gabriel Alencar da Costa
RESUMO Objetivo: Refletir sobre como a segregação de gênero e baixa participação dos alunos influencia no processo ensino aprendizagem no ensino médio. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, do tipo relato de experiência. Resultados: O estágio ocorreu em uma escola pública do Crato - CE, durante o período foi possível observar a baixa participação nas aulas e além de serem aulas nas maioria das vezes demarca por segregação de gênero, sendo por iniciativa dos alunos, um processo histórico da educação física, ou por não enfrentamento pedagógico dos professores, assim perpetuando o processo excludente no decorrer das aulas. Conclusão: Dessa forma, conclui-se que a atuação do docente, vai além de uma simples transmissão de conteúdos: ela se constitui como uma ação transformadora, capaz de contribuir para a construção e resistência de uma sociedade com formação humana e social.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA: A ESTRATÉGIA LÚDICA NA CONSTRUÇÃO DA ALTERIDADE NO ENSINO INFANTIL
LAUÃ OLIVEIRA MOREIRA; Joyce Hara da Silva Pereira; Francisco Levi Martins da Paz1,
RESUMO O pátio da Escola Ágape serviu como laboratório para investigar o movimento como linguagem de interação social em diferentes turmas do ensino Infantil (2, 3, 4 e 5). Nos primeiros momentos foram vivenciadas resistências dos alunos, as quais foram sendo contornadas a partir dos cenários que foram sendo criados com narrativas lúdicas (Circuito dos Animais, Missão do Vale Misterioso e outras), oportunizando o engajamento coletivo dos alunos. A metodologia priorizou o controle de impulsos e a cooperação, fundamentando as abordagens em autores como Gallahue, Piaget e Vygotsky. A vivência neste estágio permitiu reconhecer as atividades com ênfase na ludicidade não apenas como recreação, mas como ferramenta eficiente para converter a insegurança em autonomia, mediante mediação sensível para conectar os alunos ao imaginário das propostas. Na perspectiva que foi adotada neste estágio, o movimento lúdico contribuiu para o envolvimento dos alunos de forma coletiva e ética.
Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA: AS DIFICULDADES ENFRENTADAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II.
ANTONIA SABRINA OLIVEIRA ; Aparecida Bezerra Sousa; N/I
Introdução: No estágio é onde o acadêmico tem uma vivência mais próxima da realidade. A educação física do ensino fundamental II tem diversos objetivos, entre eles desenvolver a cultura corporal de movimento, sendo indispensável a experiência desde cedo. Objetivo: Relatar e refletir sobre os desafios e aprendizados enfrentados no estágio curricular supervisionado de Educação Física nos anos finais do ensino fundamental, no processo de aplicação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Método: O estágio supervisionado ocorreu na E.E.F Liceu Diocesano de Artes e Ofícios, escola pública, no município de Crato, com as turmas dos 8° e 9° anos, durante nove semanas, com encontros semanais. Resultados: As atividades desenvolvidas, demonstraram-se eficazes no desenvolvimento motor, cognitivo e socioafetivo dos alunos. Contudo, o estágio revelou dificuldades relacionadas à escassez de materiais e participação dos alunos. Conclusão: O estágio supervisionado proporcionou uma compreensão realista e crítica do contexto escolar a partir das experiências vividas.
Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Ludicidade,Ensino aprendizagem ,Estágio supervisionado ,Ensino fundamental,Educação física escolar
Oral · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoA INFLUÊNCIA DA ESCASSEZ DE RECURSOS MATERIAIS E ESTRUTURAIS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA EM UMA ESCOLA PÚBLICA
MARIA EDUARDA DA SILVA ; Syang.vitoria@urca.br; Thayssa.pereira@urca.br
A contribuição da Educação Física escolar na formação dos estudantes é indiscutível, embora nem sempre receba a devida valorização. A falta de infraestrutura e recursos materiais dificulta a realização das aulas, exigindo constantes adaptações por parte dos professores. Este relato apresenta a experiência vivenciada durante o estágio, destacando impactos da escassez de recursos nas aulas de Educação Física. Dessa forma, foram priorizadas brincadeiras populares, jogos adaptados e aulas teóricas. Em muitos momentos, foi necessário reorganizar o planejamento das aulas para atender às condições disponíveis, que limitou a diversidade de conteúdos e experiências oferecidas aos estudantes. A constante modificação das atividades nem sempre permite que os alunos vivenciem plenamente os conteúdos propostos. Além disso, a carência de materiais compromete a qualidade das experiências pedagógicas e restringe as possibilidades de ensino. Por conseguinte, o estágio evidenciou desafios enfrentados no contexto escolar, revelando demandas cada vez menos atendidas.
Oral
Abrir o trabalhoA PRÁTICA PEDAGÓGICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA FRENTE À NEURODIVERSIDADE: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS NO ESTÁGIO CURRICULAR
ISAÍAS RODRIGUES DA SILVA ; LUIZ FERNANDO SANTOS DA SILVA; SABRINA ALVES VIANA
Introdução: A discussão sobre neurodiversidade tem ganhado destaque no contexto escolar. Nesse cenário, a Educação Física pode contribuir para o desenvolvimento motor, social, comportamental e emocional de crianças neurodivergentes. Objetivo: Descrever a vivência dos estagiários e as contribuições das atividades físicas para alunos neurodivergentes. Metodologia: Relato de experiência realizado durante o Estágio Supervisionado V em uma escola privada de Crato-CE, com crianças de 6 a 8 anos com características de neurodivergência. Desenvolvimento: As intervenções utilizaram atividades lúdicas voltadas ao desenvolvimento motor. Observou-se a necessidade de adaptações pedagógicas e estratégias diferenciadas para atender às particularidades dos alunos. Considerações Finais: A experiência evidenciou a importância das atividades propostas e a necessidade de ampliar a formação acadêmica voltada à atuação com alunos neurodivergentes.
Palavras-chave: Inclusão, Educação Física, Estágio Supervisionado
Oral
Abrir o trabalhoA PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
NICOLE DOS SANTOS DIONISIO; Maria Clara Pereira Caju; Alysson Emanuel da Silva de Sousa
O presente trabalho relata as experiências vivenciadas durante o estágio supervisionado na instituição de Educação Infantil Liceu Diocesano Padre Antônio Teodósio Nunes, contemplando as etapas de observação, planejamento, intervenção e avaliação. Inicialmente, foram analisadas as características das turmas, a rotina escolar e as necessidades específicas das crianças. Posteriormente, foram desenvolvidas atividades lúdicas e recreativas voltadas ao desenvolvimento motor, social e afetivo dos alunos. Durante a prática, houve a participação de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), exigindo a adoção de estratégias inclusivas e acolhedoras. Apesar das dificuldades relacionadas á adaptação ao ambiente escolar e á condução das turmas, a experiência proporcionou importantes aprendizagens pedagógicas e profissionais, contribuindo significativamente para a formação docente e para a compreensão da importância das práticas recreativas no desenvolvimento infantil.
Palavras-chave: Inclusão, ludicidade, desenvolvimento infantil, prática pedagógica
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoAS LIMITAÇÕES MOTORAS DE CRIANÇAS ENCONTRADAS NO ENSINO INFANTIL
GABRIEL PEREIRA DE SOUSA ; José Vicente Ancelmo Neto; Glauber Lopes Carvalho; Paulo Rogério Barbosa do Nascimento
Este trabalho tem como objetivo relatar a vivência do estágio supervisionado em uma escola de ensino infantil na cidade de Crato-Ce, com foco nas dificuldades motoras apresentadas pelas crianças. Durante as atividades, foi possível identificar limitações relacionadas à coordenação motora fina e ampla, evidenciadas em ações como correr, saltar, equilibrar-se, entre outros requisitos. Diante dessa realidade, foram desenvolvidas atividades lúdicas e recreativas voltadas para a estimulação motora, promovendo o desenvolvimento das habilidades corporais de forma prazerosa e inclusiva. Observou-se que a participação frequente nessas práticas contribuiu para avanços significativos no desempenho motor, na autonomia e na autoconfiança das crianças. A experiência reforçou a importância da Educação Física e das intervenções pedagógicas adequadas para o desenvolvimento integral na primeira infância, respeitando as particularidades e o ritmo de aprendizagem de cada criança.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoDesafios da Participação dos Adolescentes nas Aulas Práticas de Educação Física
ERICA MARIA RODRIGUES AGUIAR E MOREIRA; Eduarda do nascimento Lopes Alves
Introdução: A baixa participação dos adolescentes nas aulas práticas de Educação Física é um desafio frequente no Ensino Médio. Objetivo:Analisar fatores que influenciam esse comportamento. Método: Relato de experiência realizado durante estágio em uma escola pública de Crato-CE, entre março e maio de 2026, com turmas do Ensino Médio. Resultados:Observou-se maior participação em atividades realizadas em sala de aula do que na quadra.Vergonha, insegurança, resistência à interação entre os sexos e desinteresse por atividades mais intensas foram os principais fatores identificados. Estratégias de diálogo, incentivo e adaptação das atividades contribuíram para ampliar o envolvimento dos estudantes.Conclusão: Práticas pedagógicas inclusivas e motivadoras favorecem maior participação dos adolescentes nas aulas de Educação Física e tornam as experiências escolares mais significativas.
Oral
Abrir o trabalhoDESAFIOS DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA DIANTE DA ESCASSEZ DE RECURSOS MATERIAIS
CICERO VINICIUS DE MOURA FERNANDES; Francisco Charlon Pereira de Oliveira; Pedro Paulo Andrade Batista
Este trabalho apresenta um relato de experiência desenvolvido no Estágio Supervisionado II do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA). O estudo tem o objetivo de descrever a vivência do estágio, enfatizando os desafios do professor de Educação Física diante da escassez de recursos matérias. Destacamos que o trabalho é qualitativo, descritivo e de campo. As atividades foram realizadas no Colégio Diocesano Padre Antônio Teodósio Nunes EEIEF Liceu, localizado no bairro Seminário, em Crato-CE, instituição que atende à Educação Infantil e ao Ensino Fundamental. As aulas ocorreram com turmas do Ensino Fundamental I, nos anos 1º e 4°. A experiência proporcionou uma formação prática significativa, permitindo compreender as necessidades específicas dos estudantes e adaptar estratégias pedagógicas para a realização de aulas sem materiais. Concluímos que o estágio contribuiu para ampliar a sensibilidade profissional e fortalecer a construção de práticas inclusivas que favorecem a participação e o desenvolvimento de todos.
Palavras-chave: Inclusão,Materiais pedagógicos,Ensino fundamental,Estágio supervisionado
Oral
Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO PÚBLICO: VIVÊNCIAS E DESAFIOS
YURI LUCAS DA SILVA FERNANDES; Herbert Marques Viana; Rosângela Katielle da Silva Andrade
Introdução: Este relato explicita a vivência no Estágio Supervisionado IV em Educação Física no ensino médio Objetivo: Relatar a indiferença dos alunos para com as aulas de educação física. Método: Se trata de uma pesquisa qualitativa, tipo relato de experiência. Resultados: O estágio foi realizado na E.E.M. Antônio Conserva Feitosa, em Juazeiro do Norte/CE em seis turmas de Ensino Médio. Os estagiários enfrentaram dificuldades, uma vez que era evidente a desmotivação dos alunos principalmente com as aulas teóricas. Para superar isso, adotaram estratégias lúdicas, acordos didáticos e usando a estrutura da escola aplicando jogos eletrônicos, de tabuleiros e práticas de aventura (slackline). Também foram feitas adaptações pedagógicas que garantiram a inclusão de um estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Conclusão: Apesar da resistência dos discentes as aulas e através de um planejamento mais flexível no intuito de se ter maior adesão dos discentes, foi possível romper barreiras e efetivar a práxis pedagógica.
Palavras-chave: Educação Física,Ensino médio,Desmotivação, Práxis pedagógica
Oral
Abrir o trabalhoEstágio Supervisionado IV em Educação Física: Desafios e Estratégias para a Participação dos Estudantes no Ensino Médio
FRANCISCA HELOISA ESPERDIÃO RODRIGUES ; Camila Vitória Barbosa Moreira
Introdução: Esse relato refere-se ao Estágio Supervisionado IV realizado na EMTI Teodorico Teles de Quental com turmas do Ensino Médio. Objetivo: Analisar os desafios e as estratégias relacionadas à participação dos estudantes nas aulas de Educação Física no Ensino Médio.Desenvolvimento: Durante as observações, identificou-se baixa participação dos alunos nas atividades práticas, motivada por vergonha, receio de exposição diante dos colegas e insegurança em relação às habilidades motoras. Também foi observada uma dificuldade estrutural, pois a quadra utilizada para as aulas ,ficava distante da escola, reduzindo o tempo de aprendizagem pedagógicas. Diante disso, foram aplicadas estratégias pedagógicas como atividades adaptadas, jogos cooperativos, práticas recreativas e momentos de diálogo sobre a importância da Educação Física, informando que esta, contribui na formação de cidadãos e na saúde. Conclusão: Ao longo do estágio, observou-se uma melhora gradual no interesse, na participação e na interação dos estudantes, indicando maior envolvimento com as atividades propostas.
Palavras-chave: Ensino médio ,estratégias pedagógicas ,estágio supervisionado ,educação física
Oral
Abrir o trabalhoO Conteúdo de esportes de Invasão no Ensino Fundamental: Relato de Experiência no Estágio Supervisionado III
DIEGO DURAN FERREIRA TAVARES ; Yashila Cabral Barros; Sergio Victor Dos Santos Leite
O Estágio Supervisionado em Educação Física é fundamental na formação docente, pois articula teoria e prática em um contexto real. Dessa forma, o presente trabalho teve como objetivo analisar as experiências do estágio e refletir sobre o papel dos jogos adaptados como estratégia de ensino no conteúdo de esportes. Trata-se de um relato de experiência em uma escola pública no Cariri, com turmas do 7º ao 9º ano. Após observação inicial as aulas foram planejadas com intencionalidade pedagógica a partir de jogos adaptados, da adaptação de espaços e de atividades coeducativas. Entre os principais desafios, destacou-se a preferência inicial dos alunos pelo futsal, entretanto, as estratégias lúdicas superaram essa barreira, despertando interesse coletivo, trabalho em equipe e maior interação entre meninos e meninas. Conclui-se assim que a experiência pedagógica possibilitou reflexão sobre a prática pedagógica, promoveu inclusão dos estudantes, senso crítico e ampliação do conhecimento acerca do conteúdo de esportes.
Oral
Abrir o trabalhoPlanejamento e adaptações durante as aulas de educação física escolar no ensino fundamental
TÍFANE BRAGA TEIXEIRA
O estágio supervisionado se torna necessário para compreensão do contexto a qual os discentes estarão inseridos após a conclusão do curso, atuando na área escolhida. O objetivo é analisar o planejamento e adaptações durante as aulas de Educação Física no Ensino Fundamental. O estudo caracteriza-se como qualitativo, descritivo e de campo. Abordou a Base Nacional Comum Curricular, planejamento e desenvolvimento das aulas, alinhadas com a realidade escolar, com base nas reflexões sobre o cotidiano. Foi possível vivenciar a experiência de forma completa, organizando aulas com variabilidade de conteúdos e utilizando o material disponibilizado, as atividades desenvolvidas, como jogos e brincadeiras e esportes de rede parede, mostraram-se eficazes no desenvolvimento motor, cognitivo e emocional dos alunos. Surgiram dificuldades sobre: escassez de materiais e a falta de espaço, assim, foram tomadas medidas: diversificação de atividades, adequação das atividades ao espaço, e busca por estratégias organizacionais. Conclui-se que o estágio supervisionado possibilitou vivenciar à docência no ensino fundamental, compreendendo a importância do planejamento e adaptações das estratégias às necessidades dos alunos.
Palavras-chave: ensino fundamental, educação física,estágio supervisionado
Oral
Abrir o trabalhoPLANEJAMENTO E EXECUÇÃO DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA ANÁLISE DA RELAÇÃO ENTRE TEORIA E PRÁTICA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV
FELIPE COSTA GOUVEIA; Maysa da Silva Lima; Maria Milena Santana Oliveira
Introdução: o estágio supervisionado é um componente central da formação em Licenciatura em Educação Física, pois articula universidade, escola e prática pedagógica. Objetivo: analisar a relação entre planejamento, execução e articulação teoria e prática no estágio supervisionado IV. Metodologia: trata-se de um relato de experiência, de abordagem qualitativa, desenvolvido no Ensino Médio em escola estadual de tempo integral no município de Crato, Ceará. Resultados: observou-se descontinuidade entre os conteúdos trabalhados em sala de aula e as práticas realizadas na quadra, sobretudo em temas como saúde mental, primeiros socorros e composição corporal, o que fragilizou a intencionalidade pedagógica e limitou a aprendizagem discente. Conclusão: a experiência evidenciou a necessidade de uma Educação Física escolar mais coerente, crítica e integrada aos sentidos formativos da prática docente.
Palavras-chave: Educação Física Escolar, Ensino Médio, Prática Pedagógica, Ciências Da Educação Física.
Oral
Abrir o trabalhoPráticas Pedagógicas Inclusivas na Educação Infantil
SILAS ALVES DA SILAS; .
Introdução: Este relato refere-se ao estágio curricular supervisionado na Educação Infantil, realizado na Escola Maria Yara de Brito Gonçalves, em Crato–CE. A intervenção pedagógica centrou-se em práticas inclusivas, utilizando metodologia de ensino com atividades adaptadas. Metodologia: Durante o estágio, foram observadas e desenvolvidas habilidades relacionadas à coordenação motora e capacidades perceptivo-coordenativas, articulando ação e pensamento nos desafios motores e atitudes positivas em grupo. Verificou-se que as estratégias pedagógicas inclusivas favorecem a aprendizagem, socialização e desenvolvimento das crianças. Conclusão: A experiência contribuiu para a compreensão da realidade escolar e da inclusão no processo de ensino-aprendizagem, favorecendo uma prática pedagógica voltada à formação de pessoas autônomas e corresponsáveis.
Oral
Abrir o trabalhoVIVÊNCIAS NO ENSINO MÉDIO: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV EM EDUCAÇÃO FÍSICA
FRANCISCO AIRTON DE MELO FEITOSA; Vitor Hugo de Sousa Bento; Naisa Maria de Oliveira Costa
Resumo Simples · Oral
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