57 de 57 trabalho(s) aceito(s)
A PRÁTICA DO JÚRI SIMULADO COMO FERRAMENTA PARA O DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO CRÍTICO E DA EXPRESSÃO ORAL EM ESTUDANTES DE EDUCAÇÃO FÍSICA
RAMILLA AGUIAR BEZERRA ; Luana Jéssica Belo Gama; Kayo de Aguiar Lopes; Naísa Maria Oliveira Costa; Francisca Heloísa Esperdião Rodrigues
Introdução: A formação de profissionais de Educação Física exige o desenvolvimento de habilidades críticas e de expressão oral, essenciais para enfrentar os desafios éticos e pedagógicos da área. Metodologias participativas, como o júri simulado, promovem um ambiente de aprendizagem colaborativa e crítica, preparando os estudantes para serem agentes transformadores na sociedade (Silva; Santos, 2023). Objetivo: Descrever a utilização de um júri simulado como metodologia pedagógica para desenvolver habilidades críticas e de expressão oral em estudantes de Educação Física. Desenvolvimento: O estudo trata-se de um relato de experiência desenvolvido por acadêmicos(as) do IV semestre da disciplina de Metodologia do Ensino do Voleibol, da Universidade Regional do Cariri, no período de 2024.2. A atividade foi realizada no âmbito da referida disciplina, sob orientação da docente, e envolveu duas etapas temáticas principais: a discussão sobre o “Voleibol da Escola” versus “Voleibol na Escola” e o debate sobre os “Marcadores Sociais no Ensino Superior” versus “A Não Discussão dos Marcadores Sociais”. Os(as) estudantes foram divididos em grupos e designados a papéis específicos, como acusação, defesa e júri popular, para analisar criticamente esses temas. Todos os registros realizados durante o júri simulado foram anotados em um diário de campo. O objetivo central do júri simulado foi aprimorar as habilidades dos(as) estudantes na construção de argumentos, na defesa de pontos de vista e na resposta a contra-argumentações de maneira lógica e fundamentada. A atividade também favoreceu o desenvolvimento da escuta ativa e o respeito ao tempo de fala, aspectos essenciais na formação de educadores críticos e responsáveis. Conclusão: Os resultados foram positivos, com os(as) estudantes apresentando maior confiança ao expressar suas ideias em público e uma evolução significativa nas habilidades de argumentação e pensamento crítico. Por tanto, o júri simulado é uma ferramenta pedagógica eficaz no ensino de competências essenciais para a formação de profissionais de Educação Física, enriquecendo o aprendizado e contribuindo para a capacitação de educadores críticos e reflexivos.
Palavras-chave: Educação Física Crítica, Prática Pedagógica, Expressão oral
EQUIDADE DE GÊNERO NA GINÁSTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL I
LILITH MARIA DOS SANTOS; Rayssa Gabrielly Cruz Figueiredo Rodrigues
Introdução: A equidade de gênero é um princípio fundamental que deve ser promovido desde cedo, especialmente no contexto escolar. Acerca disso, a ginástica é uma atividade que pode ser utilizada para desmistificar estereótipos de gênero e fomentar a inclusão. Objetivo: Relatar uma experiência lúdica em uma escola do Ensino Fundamental I, em que o foco foi vivenciar a ginástica e promover a equidade de gênero entre as crianças incentivando a participação ativa de todos(as) nas atividades, desafiando estereótipos por meio de atividades interativas. Metodologia: O relato foi desenvolvido por acadêmicas do 5º semestre do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, durante as disciplinas de Metodologia do ensino da Ginástica II e Estágio Supervisionado II. As aulas foram aplicadas no Ensino Fundamental I e o método de ensino utilizado foi baseado em atividades lúdicas que envolviam tanto o movimento quanto a reflexão sobre gênero. Resultados: No início das aulas, os meninos não queriam participar das atividades por conta dos estereótipos relacionados a ginástica e também pela falta de interesse pelas atividades propostas. Aos poucos a turma mostrou interesse, pois ao final das aulas eram realizadas rodas de conversa para discutir as experiências vividas e como se sentiram durante as atividades, reforçando a importância da inclusão e respeito. Refletiu-se ainda sobre preconceitos e estereótipos relacionados ao esporte, citando a comparação da ginástica com outras modalidades. Conclusão: Observou-se uma mudança nas interações entre a turma. Os alunos passaram a se apoiar mais durante as atividades, ajudando uns aos outros a superar desafios. A experiência demonstrou que é possível promover a equidade de gênero na ginástica com crianças do Ensino Fundamental I, através de atividades lúdicas e inclusivas. A abordagem divertida ajudou as crianças a compreenderem melhor os conceitos de igualdade e respeito.
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Abrir o trabalho"A dança é uma linguagem oculta da alma": Um relato de experiência
MAYSA DA SILVA LIMA ; Maria Milena Santana Oliveira; Dhonny Kyldare Lemos Souza
Introdução: A dança é uma expressão universal que transcende barreiras, utilizada como ferramenta de socialização e inclusão. Objetivo: Este relato visa compartilhar a experiência vivida com os alunos da APAE-Juazeiro do Norte. Desenvolvimento: A pesquisa trata-se de uma abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência. Vivenciamos uma experiência enriquecedora, ministrando uma aula de dança/ritmos, a partir do momento que os alunos entraram na sala já vimos a alegria contagiante deles, se mostraram engajados com a nossa proposta. A música começou e, com ela, as barreiras foram sendo quebradas, cada movimento, cada gesto e sorriso, isso nos mostrou que tínhamos feito a escolha certa para o tema da nossa aula. Durante as atividades, fomos surpreendidos pelas habilidades e talentos dos alunos com a dança. Como bem disse Martha Graham: "A dança é a linguagem oculta da alma." Essa verdade ficou evidente ao observarmos como os movimentos expressavam emoções e promoviam uma interação única entre todos. De início, planejamos coreografias onde demonstramos os passos gradualmente, nas primeiras músicas eles já mostraram as suas habilidades e a coordenação ao pegarem coreografias apenas olhando as professoras, a dinâmica funcionou, e logo os alunos pediram músicas, para que as coreografias fossem realizadas em conjunto. Ao final da nossa aula, nós professores introduzimos o ritmo do forró, criando um momento de descontração e alegria que envolveu todos, foi um momento mágico de conexão, respeito e aceitação. Conclusão: Concluímos que a experiência na APAE foi de grande aprendizado, independente das habilidades ou limitações ensinamos e aprendemos na mesma sintonia. A nossa experiência nos ensinou que, com amor, respeito e dedicação, podemos criar um mundo mais inclusivo e harmonioso, utilizando da dança como a ferramenta de inclusão para expressar emoções e superar limites.
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Abrir o trabalhoATIVIDADES LÚDICAS E O ENGAJAMENTO DAS CRIANÇAS
TAYNÁ ALVES DOS SANTOS ; Giovanna Liz Ferreira Silva; Raquel Bertulino Ferreira
Introdução: Ao proporcionar a oportunidade de vivenciar o ambiente profissional, o estágio permite que os alunos apliquem conhecimentos em situações concretas, desenvolvendo habilidades e competências essenciais para sua futura carreira. Objetivo: O presente relatório tem por objetivo apresentar informações que foram adquiridos com as observações no decorrer do período de Estágio Supervisionado I, voltado para o ensino da educação física na série do infantil V. Desenvolvimento: Ao decorrer do estágio, enfrentamos alguns desafios, entre eles a falta de material para a prática das atividades na escola, o que nos deixou logo no início desmotivadas, pois a escola de setor privado deveria atender mais as nossas expectativas. De antemão tivemos que adaptar diversas atividades e brincadeiras, muitas vezes improvisando as atividades que não exigem equipamentos, o que limita o desenvolvimento pleno dos alunos. Foi desenvolvido nas nossas atividades os seguintes objetivos: trabalhar o equilíbrio, a agilidade, coordenação motora, que são fundamentais para o desenvolvimento corporal. Por meio de jogos coletivos, nossos objetivos eram que os alunos trabalhassem em equipe, respeitassem o papel de cada membro, que contribui bastante para o desenvolvimento e habilidades sociais e interpessoais. Conclusão: O estágio nos proporcionou uma compreensão prática do desenvolvimento cognitivo, motor, social e emocional das crianças. Lidar com crianças exige empatia, paciência e capacidade de se colocar no lugar delas, compreendendo suas necessidades e respondendo de forma positiva aos seus comportamentos.
Palavras-chave: atividades lúdicas,engajamento,crianças,jogos e brincadeiras,desafios
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO MÉDIO: A BAIXA PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS NAS AULAS PRÁTICAS EM UMA ESCOLA NA CIDADE DO CRATO.
A ASSISTÊNCIA DO PROFESSOR COLABORADOR NO PROCESSO DE PREPARAÇÃO DOCENTE NO ENSINO FUNDAMENTAL II EM EDUCAÇÃO.
ALLYSON FREIRE TAVARES; DIEGO RAMON DE FREITAS SILVA; LUIZ GABRIEL ALVES DA SILVA
Introdução: Este estudo examina o Estágio Curricular Supervisionado e o papel dos professores-colaboradores (PC) na Educação Física do Ensino Fundamental II, focando na formação de futuros educadores. Objetivo: apresentar a contribuição do PC durante o processo dos discentes no estágio supervisionado em formação inicial no curso de Educação Física. Metodologia: A pesquisa campo com abordagem qualitativa envolveu dois professores-colaboradores e utilizou técnicas como observação, análise de temática, e entrevistas semiestruturadas, sendo realizada no CETB - Centro Educacional Tia Belinha, na cidade de Crato, Ceará, com crianças do Fundamental I, com crianças de seis a dez anos. A envolvendo dois professores-colaboradores. Resultados: O perfil idealizado pelos participantes destaca que o professor colaborador deve basear sua colaboração na experiência adquirida ao longo de sua carreira, especialmente em contextos de Educação Física, onde a prática pedagógica é fundamental. A relação entre PCs e estagiários é predominantemente socioafetiva, com os professores se considerando "cúmplices" dos estagiários, o que é crucial para um ambiente de aprendizado colaborativo. Os PCs se veem como figuras essenciais no processo de formação, transmitindo conhecimentos práticos que permitem aos futuros professores experimentar suas habilidades didático-pedagógicas em atividades físicas. Essa abertura ao diálogo e a gradual transferência de autonomia nas aulas são aspectos que enriquecem a prática pedagógica na Educação Física. Conclusão: Entretanto, conclui-se que muitos professores-colaboradores foram formados para ensinar alunos e não apresentaram as características relevantes para o processo formativo. Por isso, é imprescindível repensar a formação, as práticas e os saberes desses profissionais, promovendo uma transição da lógica de ensinar para a lógica de formar educadores no contexto da Educação Física. Essa mudança é vital para garantir uma formação docente mais eficaz e alinhada às necessidades contemporâneas da educação.
Palavras-chave: ESTÁGIO SUPERVISIONADO,PROFESSOR COLABORADOR,EDUCAÇÃO FÍSICA
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Abrir o trabalhoENTRE DIFICULDADES E SUPERAÇÕES: A PRÁTICA DOCENTE DE EDUCAÇÃO EM UMA ESCOLA MUNICIPAL DO CRATO
HARIEL ALANA ALVES DO NASCIMENTO; Francisco Mateus Almeida Oliveira; Pedro Roger Ferreira de Oliveira
Introdução: O estágio supervisionado é essencial na formação acadêmica de futuros profissionais da Educação Física, permitindo a aplicação prática dos conhecimentos teóricos. Durante o Estágio Supervisionado III, o aluno enfrenta desafios pedagógicos, logísticos e sociais no processo de ensino-aprendizagem. No nosso caso, o estágio ocorreu em uma escola de ensino fundamental, onde lidamos com dificuldades relacionadas ao espaço limitado, engajamento dos alunos e falta de incentivo à participação nas aulas. Objetivo: O objetivo deste relato é compartilhar as experiências vivenciadas, refletir sobre as dificuldades enfrentadas, as estratégias adotadas para superá-las e o impacto das aulas no desenvolvimento dos alunos. Desenvolvimento: O estágio foi realizado no colégio E.E.F Dom Quintino, no Crato-CE, com turmas do 9º ano C e D. As aulas eram ministradas nas segundas e quartas-feiras, totalizando 1h/aula no 9º C e 2h/aula no 9º D. O planejamento foi feito entre os membros do trio de estágio, levando em conta o conteúdo programático da escola e as limitações estruturais e sociais. Trabalhamos com vôlei e basquete, sendo que o vôlei estava sendo finalizado quando começamos o estágio, e o basquete foi o conteúdo seguinte. As dificuldades incluíram a falta de participação dos alunos e a escassez de infraestrutura, já que a escola não possui quadra e o único espaço disponível era inadequado para a maioria das dinâmicas. A gestão escolar também foi um fator limitante, pois a coordenadora frequentemente alertava sobre o barulho das aulas, temendo que isso interferisse nas atividades das outras turmas. Perto do fim do estágio, a coordenadora proibiu o uso de bolas nas aulas práticas após um incidente em que um aluno jogou uma bola sobre o telhado da escola. Apesar dessas dificuldades, o foco das aulas foi incentivar a participação de todos os alunos, adaptando os conteúdos às limitações estruturais e sociais da instituição. Conclusão: A experiência evidenciou a necessidade de mais apoio institucional para a Educação Física, com melhores recursos materiais e maior suporte aos professores, garantindo que as aulas sejam vistas como momentos de aprendizagem e não apenas recreação. O estágio supervisionado III é fundamental para a formação dos futuros profissionais da Educação Física, pois contribui para a construção da identidade docente e o desenvolvimento de competências pedagógicas e organizacionais essenciais para a profissão.
A interferência do uso dos celulares nas aulas de educação física no ensino médio: Um relato de experiência
EDVANIA ALVES DA SILVA ; Ana Clara Fernandes de Lima; Rosileide Bezerra da Silva
Introdução: O fato de ser professor em formação durante o estágio requer muitas responsabilidades, pois lida com crianças, adolescentes e adultos, além disso, é o período de aprendizado prático que vem para ajudar na formação desse educador, fazendo com que o discente passe pela experiência antes mesmo de assumir a profissão docente, sendo pertinente na sua construção formativa.O acesso facilitado a tecnologia pode reduzir a interação face a face entre os alunos e o professor, afetando a dinâmica social da sala e dificultando a concentração dos alunos nas lições e discussões. O uso de celulares e das demais tecnologias, como, tabletes e fones de ouvido, podem interferir na capacidade dos alunos de processar e absorver informações, pois a multitarefa pode diminuir a retenção do conhecimento. Sem a presença de celulares, os alunos se concentram mais profundamente nas atividades e discussões em classe, resultando em um aprendizado mais eficaz, contribuindo para um ambiente de aprendizagem mais produtivo.Objetivo: Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas pelas discentes do curso de Educação Física durante o Estágio Supervisionado IV (ensino médio) com um olhar para as questões referentes aos desafios nas aulas de educação física com o uso do celular.Método:trata-se de um estudo qualitativo e caráter descritivo, do tipo relato de experiência. O instrumento utilizado para a coleta das informações ao longo do semestre foi o diário de campo.O estágio foi desenvolvido por três alunas do 8º semestre do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, com carga horária de 54 horas, na qual iniciou-se no dia 23 de agosto de 2024 com as turmas do 1,2,3 do ensino médio, que aconteciam nas segundas e quartas na escola do interior cearense com adolescentes de 15 a 18 anos. Como principais conteúdos nas aulas trabalhamos jogos e brincadeiras e uma variedade de modalidades esportivas. Como o futsal, Futebol, handebol e esportes de aventuras.Resultados: A educação física no ensino médio é essencial para o desenvolvimento integral dos adolescentes, mas frequentemente é considerada menos importante no currículo, sendo vista como uma atividade recreativa. Essa desvalorização pode limitar o desenvolvimento cognitivo dos alunos.Conclusão: Desse modo, devemos ressaltar que a Educação física necessita de avanços na educação publica e privada, tanto em infraestrutura quanto em reconhecimento na escola.
AULA DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA ALUNOS DO AEE DA ESCOLA JOSÉ ALVES DE FIGUEIREDO
JESSE BARBOSA DO NASCIMENTO; FELIPE FERREIRA DOS SANTOS JÚNIOR; UEDER RAPHAEL DE CASTRO ANDRADE
A Educação Física no Atendimento Educacional Especializado (AEE) busca adaptar as atividades físicas para alunos com deficiências, oferecendo um ambiente inclusivo e respeitando as limitações e potencialidades de cada aluno. As práticas são diversificadas e podem incluir jogos adaptados, atividades de coordenação motora, dança, exercícios de relaxamento e atividades lúdicas que estimulam o movimento e o bem-estar. Também as atividades são planejadas de acordo com as necessidades específicas dos alunos, levando em consideração suas condições físicas, cognitivas e sensoriais. Podem ser feitas adaptações no espaço, material e métodos de ensino.
Oral
Abrir o trabalhoInclusão e convivência em uma escola de ensino fundamental II
WILLIAN ALVES DA SILVA; Aristóteles Ribeiro da Silva Filho; Maria José Maciel de Souza Neta
Introdução A escola é um ambiente essencial para o desenvolvimento social, cognitivo e emocional dos alunos, sendo também um espaço de convivência e construção de valores. No contexto da Educação Física escolar, destaca-se seu papel na promoção da interação entre estudantes, especialmente no que diz respeito à inclusão de pessoas com deficiência (PCD). A prática docente voltada à inclusão e convivência exige adaptações pedagógicas que considerem a diversidade presente nas turmas. Este relato de experiência aborda vivências do estágio supervisionado em uma escola pública de Ensino Fundamental II, com foco na inclusão e convivência harmoniosa entre alunos com e sem deficiência. Objetivo deste trabalho é descrever a experiência vivenciada no estágio supervisionado, com foco na inclusão e convivência de alunos em uma escola de Ensino Fundamental II. A pesquisa busca analisar os desafios enfrentados, as estratégias aplicadas e os aprendizados obtidos no desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas. Desenvolvimento, O estágio foi realizado em uma escola pública de Ensino Fundamental II, de 29 de agosto a 24 de outubro, com turmas do 7º e 9º anos, além de uma sala de ensino especial. Durante 9 semanas, os estagiários participaram de 4 horas semanais de atividades, utilizando o método de observação participante para registrar as interações entre os alunos e a dinâmica das aulas. O tema "Inclusão e Convivência" foi escolhido devido à necessidade de compreender como as práticas escolares podem promover a integração de alunos com deficiência em um ambiente desafiador e com recursos limitados. As atividades planejadas foram adaptadas às necessidades específicas dos estudantes, buscando estimular tanto o desenvolvimento físico quanto social. Entre os desafios enfrentados estavam a falta de recursos pedagógicos, que exigiu criatividade e adaptação, e as dificuldades iniciais de interação entre os alunos. Como aspectos positivos, destacou-se a receptividade das crianças e o apoio da equipe docente, que contribuíram para o sucesso das estratégias aplicadas. Atividades cooperativas, como jogos adaptados e dinâmicas de grupo, foram essenciais para fortalecer os laços entre os alunos, promovendo uma convivência mais inclusiva e harmoniosa. Conclusão o estágio supervisionado possibilitou vivenciar a prática docente em um contexto inclusivo, evidenciando que a convivência entre alunos com e sem deficiência pode ser enriquecedora quando há planejamento adequado.
COMO A SÍNDROME DE BOURNOUT AFETA OS ÁRBITROS DE HANDEBOL: UMA ANÁLISE BIBLIOGRÁFICA
ANA PRICILIA GONÇALVES DE OLIVEIRA ; Rebeca Gomes Nascimento; Rosa Raissa de Jesus Felix
Introdução: O burnout é uma condição que se desenvolve de forma gradual e afeta tanto o físico quanto o emocional. Caracterizado por três principais aspectos: o primeiro é a exaustão física e emocional, o segundo aspecto é a baixa sensação de realização esportiva, em que o atleta passa a ter uma visão negativa de si mesmo e por fim, o terceiro ponto é a desvalorização esportiva, que aparece através de atitudes e sentimentos negativos em relação aos colegas, ao esporte e até a si mesmo. A síndrome de burnout entre os árbitros de handebol pode estar relacionada a uma série de fatores que contribuem para o estresse no trabalho. Entre eles estão as ameaças físicas, a pressão exercida por torcedores e pela mídia, a necessidade constante de gerenciar as emoções de treinadores e atletas, a importância das competições em que atuam e o reconhecimento profissional limitado. Objetivo: Este estudo objetiva analisar a prevalência de burnout em árbitros de handebol. Método: O estudo trata-se de uma revisão bibliográfica que se deu a partir de uma aula sobre a regra 17 do handebol (Os árbitros), ministrada na disciplina de Metodologia do Ensino do Handebol, na Universidade Regional do Cariri-URCA, na cidade de Crato-CE. Foi realizado no dia 01/11/2024, às 08hs da manhã, na turma do 6º semestre. Após a aula surgiu o interesse de estudar sobre a síndrome de Burnout nos árbitros neste esporte. Resultados: Os estudos científicos sobre os sintomas e as ocorrências do Burnout nos esportes brasileiros ainda são pouco frequentes na literatura. Alguns estudam mostram que a prevalência das dimensões do burnout, evidenciando que os árbitros percebem mais intensamente a dimensão de exaustão física e emocional em comparação com as dimensões de baixa sensação de realização esportiva e desvalorização esportiva. Conclusão: Os resultados indicaram níveis reduzidos nas três dimensões do burnout. No entanto, a exaustão física e emocional foi a dimensão mais destacada pelos árbitros, em comparação com a baixa sensação de realização esportiva e a desvalorização esportiva. Assim, a criação de departamentos de psicologia do esporte é benéfica para gestores esportivos, especialmente no contexto do handebol, ao demonstrar um compromisso ativo com a prevenção e o manejo do burnout entre os árbitros, fortalecendo a saúde mental e a qualidade das arbitragens.
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Abrir o trabalhoA UTILIZAÇÃO DA PSICOMOTRICIDADE NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
ANNA KARENN AGUIAR RODRIGUES; Fábio Antony Albuquerque de Oliveira; Pedro Henrique de Oliveira Silva
Introdução: A psicomotricidade foi inicialmente desenvolvida para crianças e adolescentes e amplamente utilizada no tratamento de paralisia cerebral. Atualmente, a psicomotricidade se tornou uma área de estudo científico, bem como utilizada na escola. Objetivo: Este relato de experiência tem como objetivo relatar o desenvolvimento do cognitivo, motor, lateralidade e o espírito coletivo e cooperativo dos alunos durante as aulas de Educação Física no Ensino Fundamental II. Desenvolvimento: A prática como componente curricular aconteceu na escola Externato 5 de Julho, no Ensino Fundamental II, na turma do 6º ano. O planejamento da aula foi baseado na abordagem da psicomotricidade, integrando atividades que promoveram o desenvolvimento global dos alunos. Dentre as atividades, a 1ª foi o pi-pow, que utiliza uma bola e consiste em formar um círculo com os alunos. Sempre que a bola fosse jogada para um deles, o colega à esquerda e o da direita se agachavam. Conforme eles iam pegando a atividade, nós sugeríamos o aumento do ritmo para maior dificuldade e maior trabalho de raciocínio. A 2ª tarefa foi um pega-pega em linhas, onde os estudantes só poderiam se locomover através das linhas da quadra poliesportiva. 3ª atividade realizada foi um jogo da velha com corrida, que retrata muito bem o que a psicomotricidade promove. A 4ª e última dinâmica que trouxemos foi o pega-cone, que consiste na espera do aluno pelo comando do professor para pegar o cone antes do seu colega. Eles foram divididos em várias duplas, e o comando foi passado de forma coletiva para todas elas. Conclusão: A aplicação das atividades propostas com base na psicomotricidade demonstrou resultados significativos no desenvolvimento dos alunos do 6º ano do Ensino Fundamental II. Foi possível observar uma evolução tanto no aspecto motor quanto no cognitivo, além do fortalecimento do espírito coletivo e cooperativo entre os estudantes. A adaptação e o entusiasmo cresceram ao longo da aula, reforçando a importância de estratégias lúdicas e interativas para promover o aprendizado e o desenvolvimento global. Este relato destaca a relevância da psicomotricidade evidenciando seu potencial para enriquecer as aulas de Educação Física e contribuir para a formação integral dos alunos.
Palavras-chave: Psicomotricidade,Educação Física,Prática,Desenvolvimento
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Abrir o trabalhoABORDAGEM SAÚDE RENOVADA
ANA LIVIA COSTA RODRIGUES ; Yashilla Cabral Barros
Introdução: A Saúde Renovada é uma abordagem que visa ir além do modelo convencional que foca apenas no desempenho esportivo, priorizando a formação integral do estudante e a adoção de hábitos saudáveis ao longo da vida. Objetivo: Este relato de experiência tem como objetivo promover um estilo de vida ativo e saudável, envolvendo exercícios físicos regulares. Desenvolvimento: A escola EEF Estado Da Paraíba, de ensino fundamental, concedeu uma aula para que pudéssemos aplicar nossa prática. Decidimos primeiramente aplicar perguntas sobre atividades físicas e saúde propostas por Nahas, onde pelas respostas percebemos que a maioria dos estudantes tinham problema de balancear a escola e fazer atividades físicas. Nós escolhemos as atividades: agachamento isométrico, prancha, carrinho de mão e corrida, trabalhando vários grupos musculares em forma de competição. Iniciamos alongando e com uma dinâmica de pega pega em linhas para aquecimento, depois, os alunos se dividiram em 6 equipes, para executar as atividades, tentamos colocar todos para participarem, que não foi possível já que alguns alunos não queriam participar. Quando finalizamos cada atividade a equipe que ganhava um ponto, e no final a equipe que venceu com mais pontos ganhava uma caixa de chocolate. A aula ocorreu para a prática como componente curricular, na escola municipal EEF Estado Da Paraíba da cidade do Crato, no dia 01/11/2024 às 9:50 com a turma 9° “A” com 38 alunos. Em seguida dizer quando foi realizado (datas, horário, turmas, alunos etc.). Conclusão: Em conclusão, a prática realizada na escola EEF Estado da Paraíba para a turma do 9º ano revelou informações valiosas sobre a relação dos alunos com a atividade física e a saúde. Por meio de questionários inspirados nas propostas de Nahas, identificamos que muitos estudantes enfrentam dificuldades para balancear suas responsabilidades escolares com a prática de exercícios. Essa constatação destacou a importância de promover ações que incentivem a atividade física como parte integrante da rotina dos jovens.
Palavras-chave: Saúde Renovada,atividade física,prática
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Abrir o trabalhoESPORTE E LUDICIDADE: É BRINCANDO QUE SE APRENDE A JOGAR VOLEIBOL
GABRIEL ALENCAR DA COSTA ; Júlio Ferreira de Aquino; Arthur Alencar Leite; Cicero Aleff da Silva; Vitor Hugo de Sousa Bento
Introdução: O voleibol é um esporte de rede, culturalmente praticado por boa parcela da humanidade, este faz parte dos conhecimentos curriculares da Educação Física. Sendo de grande relevância sua transformação didático pedagógica no ambiente escolar (Kunz, 2006). Objetivo: O trabalho tem como objetivo apresentar uma experiência de uma prática político pedagógica com os fundamentos do voleibol na formação inicial em Educação Física Desenvolvimento: O estudo trata-se de um relato de experiência, desenvolvido por discentes do IV Semestre, do curso de Licenciatura de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, do período de 2024.2 da disciplina de Metodologia do Ensino do Voleibol, sobre orientação da docente, foi proposto planejamento de práticas pedagógicas para o trabalho com os fundamentos do voleibol. Durante a aula ministrada foram realizadas observações e registros em um diário de campo pelos integrantes da equipe. A aula foi iniciada com uma rápida explanação dos objetivos, na sequência a contextualização do processo histórico do voleibol, em seguida foi apresentada algumas atividades com o objetivo de trabalhar os fundamentos de saque e recepção. Dentre as atividades propostas apresentamos a “queimada no vôlei”, “vôlei no chão” e “saque no círculo”. As vivências dessas dinâmicas foram realizadas de forma lúdica e inclusiva, tendo em vista que conforme os relatos da turma, boa parte não tinham experiência de jogar voleibol, entendemos que na escola essa realidade será bem próxima. As atividades foram planejadas para a educação básica, ou seja, anos finais do ensino fundamental. Ao final das atividades foram interrogados sobre a prática pedagógica. Muitos(as) relataram que a atividade foi prazerosa e que apesar de não ter muito contato com o esporte foi possível vivenciar e conhecer os fundamentos. Conclusão: Concluímos que através da prática político pedagógica conseguimos engajar e incluir toda a turma, desconstruindo formas lineares de introduzir o esporte na escola, vimos a importância de proporcionar atividades que possam fazer com que todos(as) possam participar. Percebemos que nem todos(as) gostam ou tem grandes habilidades para a prática, por isso nosso intuito foi proporcionar uma experiência divertida, criativa e atraente onde possam vivenciar os fundamentos básicos do Voleibol transpassando os métodos tradicionais e buscando metodologias mais inclusivas.
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Abrir o trabalhoPratica como Componente Curricular do Tema Abordagem Desenvolvimentista
JULIANA VICENTE DA CRUZ ; Natalia Almeida Costa; Natália Mendes Araújo da Silva
Introdução: A escola é um ambiente essencial para o desenvolvimento integral das crianças, sendo a Educação Física um componente importante nesse processo. Através dela, habilidades motoras, cognitivas e sociais são trabalhadas de forma equilibrada. Este relato descreve a experiência vivenciada durante a Prática como Componente Curricular (PCC) na Escola São Francisco, abordando a aplicação de um plano de aula baseado na Metodologia Desenvolvimentista, com foco no desenvolvimento das habilidades motoras fundamentais de alunos de 6 a 11 anos. Objetivo: O objetivo geral foi promover o desenvolvimento das habilidades motoras fundamentais (correr, saltar, lançar) de maneira lúdica e adequada à faixa etária de 6 a 11 anos. Especificamente, buscou-se estimular a coordenação motora grossa, incentivar a interação social entre os alunos e desenvolver o equilíbrio, a força e a velocidade. Desenvolvimento: A PCC foi realizada na Escola São Francisco com turmas do Ensino Fundamental I. Durante o planejamento das atividades, optou-se por uma abordagem que respeitasse as fases do desenvolvimento motor das crianças. A aula seguiu a seguinte estrutura: Atividade Principal (30 minutos): a) Brincadeira "Coelho Sai da Toca": Descrição: Os alunos formaram círculos pequenos (toca) com três integrantes em cada um. O coelho (aluno do meio) deveria sair da toca saltando para encontrar outra toca, enquanto os alunos restantes permaneciam estáticos. Ao sinal do professor, o processo se repetia, com troca dos papéis. Objetivo: Trabalhar saltos, equilíbrio e agilidade. b) Circuito de Habilidades Motoras Fundamentais: Descrição: O circuito foi organizado com cinco estações: Corrida com Obstáculos: Cones dispostos em zigue-zague para as crianças correrem desviando. Saltos no Bambolê: As crianças devem saltar com os dois pés juntos, alternando a direção entre os bambolês. Arremesso no Alvo: As crianças lançam bolas leves dentro do alvo. Saltos de Distância: as crianças tentam saltar o mais longe possível. Caminhada do Equilíbrio: Uma fita para as crianças caminharem em linha reta sem sair dela. Objetivo: Trabalhar habilidades motoras diversas de forma integrada. Conclusão: A experiência proporcionou uma visão prática dos princípios da Metodologia Desenvolvimentista, destacando a importância de planejar atividades que respeitem o ritmo de desenvolvimento das crianças.
Palavras-chave: Crianças, habilidades, desenvolvimento motor
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Abrir o trabalhoESTIGMAS E PROBLEMÁTICAS RELACIONADOS A GINÁSTICA NA CONTEMPORANIEDADE
VINICIUS LACERDA GOMES ; Álvaro Ferreira da Silva; José Alves Honório Filho; Francisco Carlos Oliveira Silva; Sérgio Vitor dos Santos Leite
Introdução: O estigma na ginastica é um tema que envolve várias dimensões como a estética, a busca pelo o corpo perfeito e as questões de gênero. De acordo com a teoria dos papéis sociais, explanada por Berger (1998), a sociedade é que determina o que fazemos como também o que somos. A sociedade interfere moldando o comportamento dos indivíduos em comportamentos desejáveis. Objetivo: O objetivo do estudo é relatar a experiência de uma aula da disciplina de Metodologia do Ensino da Ginástica II, estimulando o debate sobre os estigmas e problemáticas enfrentadas na Ginástica e alternativas para combate-las. Método: Trata-se de uma pesquisa descritiva, do tipo relato de experiência. No primeiro momento, os alunos se reuniram para encenar e fotografar situações as quais fossem consideradas como problemática diante da ginástica e posteriormente apresentaram para a turma suas produções. Resultados: Problemáticas como: homofobia, pessoas zombando de outras pessoas por praticarem a Ginástica, falta de visibilidade dessa modalidade, quando comparado a outros esportes, falta de espaços em escolas para a prática, entre outros foram representadas nos registros fotográficos. Desse modo, os colegas mostraram as fotos e explicaram o contexto das imagens mostrando que isso acontece no cotidiano, refletindo junto com a turma e evidenciando que isso era mais comum do que imaginávamos. Conclusão: Essa experiência nos permitiu refletir que além da falta da visibilidade da ginastica na sociedade, existem outros diversos fatores que agravam os estigmas presentes nessa prática corporal.
Palavras-chave: Ginástica,educação física,problemáticas,estigmas sociais
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Abrir o trabalhoGINÁSTICA GERAL: DESENVOLVENDO CORPO E MENTE NA INFÂNCIA
LUCILENE BRAZ DA SILVA ; Tayana Nascimento Souza
Introdução: A ginástica geral está presente como componente curricular nos anos iniciais dentro do que se pede a BNCC, no entanto os desafios encontrados pelos professores de educação física dentro das escolas está o de se trabalhar conteúdos que vão além dos jogos tradicionais e convencionais já inseridos dentro da sociedade. Objetivo: O texto aqui apresentado visa relatar como a ginástica geral pode ser abordada no ambiente escolar de forma a englobar e estimular a participação ativa dos alunos dentro das aulas. Desenvolvimento: Existem inúmeras formas de se trabalhar a ginástica dentro de sala em todas as suas modalidades, com isso, como forma de integrar a modalidade esportiva a aspectos que vão instigar os alunos a participarem das aulas, pode ser adotada como alternativa o uso de jogos e brincadeiras populares alinhados com acrobacias, saltos e etc, que permitam aos mesmo ter conhecimentos sobre a ginástica de forma lúdica, visando o acesso a modalidade afrente dos aspectos técnicos, um outro ponto a ser abordado é como os alunos possam passar a serem vistos não apenas como componentes da aula, mas que os mesmos sejam agentes ativos explorando sua criatividade, desenvolvendo senso crítico e possibilitando interação mutua entre os mesmos abrindo discussões de como os componentes vistos durante as aulas e os benefícios adquiridos com a prática esportiva podem ser trabalhos no seu cotidiano, tanto durante a infância quanto ao longo da vida. Conclusão: Por fim, é visto que a inclusão da ginastica nos anos iniciais é essencial para o desenvolvimento integral dos alunos, pois essa prática vai além dos gestos técnicos, contribuindo para socialização e o protagonismo dos alunos, fortalecendo sua formação integral e incentivando hábitos saudáveis desde a infância nas mais diversas formas de movimento dentro do âmbito escolar.
Palavras-chave: Ginástica escolar,Protagonismo,Formação integral
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Abrir o trabalhoMETODOLOGIAS PARTICIPATIVAS NA EDUCAÇÃO FÍSICA: O JÚRI SIMULADO COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA CRÍTICA
SARA OLIVEIRA SOARES DA SILVA ; Hudson Morais Sousa; Maria Josivania Silva Bezerra
RESUMO Introdução: As metodologias pedagógicas participativas nas aulas de Educação Física, tomam como base a necessidade de sistematizar um trabalho que viabilize a coletividade, a integridade social e o despertar da criticidade, baseando-se em propostas político-pedagógicas horizontais, com o propósito de subsidiar vários projetos educativos com base nos planos de ensino dos diferentes componentes curriculares, os quais proporcionem uma educação democratizada e que possibilite a equidade entre os seres humanos (Freire, 2014). Objetivo: Relatar as experiências vivenciadas por acadêmicos(as) durante uma prática pedagógica do júri simulado na disciplina de voleibol. Trata-se de um relato de experiência vivenciado por discentes do 4º semestre do curso de Educação Física da URCA. Desenvolvimento: A proposta do trabalho com o Júri simulado foi uma iniciativa da docente da disciplina de Metodologia do Ensino do Voleibol. Todas as informações registradas durante as quatro aulas, foram arquivadas em um diário de campo. O júri foi organizado por meio de dois temas: esporte na escola e da escola e o segundo a tematização dos marcadores sociais e a não tematização dos marcadores sociais na formação inicial. Cada equipe tinha dois períodos alternados de 10 minutos para defender o seu posicionamento e 05 minutos ao final para direito de resposta sobre indagações aos seus posicionamentos, a proposta do júri foi desafiadora para ambas as equipes, porém o maior desafio ficou para a equipe que mesmo não concordando com o posicionamento imposto, precisaria defendê-lo. Contudo, foi possível estudar e buscar conhecimentos sobre as práticas esportivas como também sobre os atravessamentos sociais que permeiam o esporte como o gênero, raça, questões sociais, etnias e entre outros. Conclusão: Portanto, o júri foi um momento ímpar marcado por indagações sobre temas de grande importância para a nossa formação, durante todo o processo pedagógico o diálogo entre nós e nossos colegas foi nutrido de grande respeito e embasamento sobre os temas. Essa metodologia participativa foi inicialmente desafiadora para nós, pois não imaginávamos vivenciar algo do tipo em uma aula de voleibol, ganhamos mais entendimento sobre as tratativas bem como compreendemos da melhor forma a função social que nos cabe por termos escolhidos a profissão de professor(a) de Educação Física.
Palavras-chave: formação inicial, práticas pedagógicas, metodologias do voleibol
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Abrir o trabalhoMetodologias Progressistas no Ensino do Voleibol: Muito Além do Tecnicismo
GUILHERME IGOR VIANA ALVES ; Francisco Ivan de Paiva Queiroz Filho; Francisco Gabriel Tavares Pires; Davi de Brito Meireles; Levi da Silva Ferreira
Introdução: Metodologias progressistas no ensino do voleibol buscam o despertar para atividades reflexivas, criativas e críticas na formação inicial por meio de abordagens práticas e interativas. Faz-se necessário nos espaços educacionais uma transformação didático do esporte (Kunz, 2006). Objetivo: Relatar a experiência do ensino do voleibol para além do tecnicismo na formação inicial em Educação Física. Desenvolvimento: Trata-se de um relato de experiência, de abordagem qualitativa, desenvolvido por acadêmicos do 4º semestre da disciplina de Metodologia do Ensino do Voleibol, do período de 2024.2. Diante dos registros, iniciamos a disciplina tratando sobre o contexto histórico do voleibol, onde abordamos a história desse esporte por meios de várias ferramentas metodológicas, dentre elas: poemas, paródia, encenação teatral, cordel e etc. Logo em seguida tratamos dos fundamentos do voleibol, por meio da construção de aulas que possibilitasse a inclusão e vivências por todas as pessoas, pensando o esporte para além do tecnicismo, mas como ferramenta pedagógica educativa. Problematizamos o esporte na escola e da escola, assim como os marcadores sociais na graduação por meio da metodologia do Júri simulado. Foi realizada uma mesa redonda com o tema: Transgeneridade, Esporte e Educação Física: desafios (in) alcançáveis com a ciência. Realizamos um bloco de aulas voltadas para a educação básica, mesclando o esporte com os jogos e brincadeiras. Em meio ao semestre realizamos uma miolagem de pote no Terreiro das Pretas, onde discutimos sobre a negritude. E ao final da disciplina realizamos uma trilha ecológica onde conversamos sobre as questões ambientais e esportes na região do Cariri. Conclusão: Portanto, através dessas vivências ao longo do semestre foi possível perceber as diversas formas de trabalhar com o esporte, em especial com o voleibol, como também as potencialidades de uma educação transformadora, reflexiva e crítica, indo muito além do tecnicismo, mas através de uma pedagogia da participação.
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Abrir o trabalhoVOLEIBOL ADAPTADO PARA IDOSOS E PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO CONTEXTO ESCOLAR
HERLIANE ALVES GOMES ; Francisco Airton de Melo Feitosa; Dhonny Kyldare Lemos de Souza; Paulo Henrique Silva de Alencar
Introdução: O esporte é um fenômeno sociocultural com formas de manifestação heterogêneas. O esporte adaptado se coloca como uma destas possibilidades, atualmente é um fenômeno global que desperta a atenção devido a inúmeras características particulares: possibilidade de ascensão social, oportunidade de prática em condições de igualdade, empatia e socialização (Stigger, 2005). Objetivo: O estudo tem como objetivo relatar uma experiência pedagógica com o voleibol adaptado para idosos e pessoas com deficiência para escolares durante um mini torneio Paraolímpico da Universidade Regional do Cariri. Desenvolvimento: Trata-se de um relato de experiência vivenciado por graduandos(as) do 4º semestre do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA) do período de 2024.2, durante o Mini torneio paralímpico Universitário da URCA. As atividade desenvolvidas foram o voleibol adaptado para idosos e sentado. Participaram do mini torneio 20 estudantes de uma escola municipal da cidade de Crato-CE, das turmas do 6º ao 9º. Com equipes mistas e uma bola de pilates, os(as) graduandos(as) realizaram o voleibol adaptado para idosos. Iniciaram fazendo uma contextualização histórica sobre o voleibol, como também indagaram sobre as experiências que os(as) estudantes tinham com o vôlei. Conforme os relatos muitos gostavam de praticar o voleibol, mas ainda não haviam vivenciado de forma adapta. Após a explicação das regras (poderia participar o máximo de pessoas possível e não poderia deixar a bola cair no seu lado da quadra) foi realizada as vivências, sendo simultânea ambas as práticas pedagógicas, após um tempo determinado foi feito a inversão dos grupos para o vôlei sentado, este foi realizado em um lado da quadra com uma bola de voleibol, todos sentados e não poderiam retirar o quadril do chão. Conclusão: Contudo, durante a realização das práticas pedagógicas salientamos sobre a importância da empatia e sensibilização, tendo em vista a relevância de práticas adaptáveis e inclusivas. A experiência durante o mini torneio e a vivências com os(as) estudantes fortaleceu a formação inicial dos futuros professores(as), ambos engajados e pautados no respeito à diversidade e à inclusão e por uma educação mais justa e humana.
Oral
Abrir o trabalhoA EXPERIÊNCIA DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA AULA DE ATIVIDADES AQUATICAS NA APAE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
FRANCISCO IVAN DE PAIVA QUEIROZ FILHO ; Davi de Brito Meireles; Francisco Gabriel Tavares Pires
Introdução: Como estudantes de Educação Física, tivemos a oportunidade de participar de uma atividade prática junto à APAE de Juazeiro do Norte, promovendo uma aula na piscina para crianças com idades entre 4 e 12 anos. A proposta dessa atividade foi proporcionar um momento lúdico e inclusivo, utilizando a água como meio de desenvolvimento físico e social. As atividades na água foram divididas de três maneiras, entres elas a hidroginástica, caça ao tesouro e guerra de bexigas, promovendo o desenvolvimento de habilidades motoras e de uma vivência incrível para essas crianças. Objetivo: Relatar a experiência com as crianças nas atividades aquáticas. Desenvolvimento: Fomos a Apae duas vezes nesse semestre, a primeira para conhecermos o espaço no qual iríamos ministrar nossa aula, os professores e os alunos, e logo percebemos o quanto carinhoso, acolhedores e prestativos. . Depois de conhecermos, começamos a nos planejar de como iríamos fazer essa aula, pensamos em trabalhar o conteúdo de atividades aquáticas com eles, pois uma das professoras nos relatou o quanto eles gostam de estarem na piscina. Na segunda visita, chegamos para por em prática a nossa atividade, e tivemos uma vivência incrível, fizemos atividades de hidroginástica, caça ao tesouro e guerra de bexigas, percebemos uma interação muito boa com as crianças em todas essas atividades pois envolvia coisas que eles gostavam como a piscina, música e o desafio. Durante a aula, o nosso papel como professores foi não apenas conduzir as atividades, mas também observar e apoiar cada criança individualmente, garantindo sua participação ativa. Conclusão: Pós essa aula, alcançamos êxito com o que tínhamos pensado, conseguimos fazer com que as crianças experimentassem atividades que estimulam o seu desenvolvimento motor e a interação social com os professores e colegas, e que eles tivessem uma excelente vivência. Esse dia também fui de suma importância para nós professores, pós conseguimos ter a experiência de trabalharmos as atividades aquáticas com as crianças atípicas, e tivemos ainda mais certeza que podemos incluir todos através de uma aula com adaptações.
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Abrir o trabalhoA SOCIALIZAÇÃO COM OS ALUNOS DA APAE DE JUAZEIRO DO NORTE: A EMOÇÃO ATRAVÉS DE UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
NAISA MARIA OLIVEIRA COSTA ; Francisca Heloísa Esperdião Rodrigues
Introdução: Os alunos da APAE de Juazeiro do Norte demonstram uma forma de socialização única e motivante, que se destaca pela força e visibilidade. Objetivo: Relatar como a socialização entre alunos da APAE atravessa o ambiente da instituição. Desenvolvimento: O trabalho se caracteriza como de natureza básica, de abordagem qualitativa e do tipo relato de experiência. Foi uma experiência emocionante e transformadora perceber o quão talentosos e receptivos são os alunos da APAE de Juazeiro do Norte. Desde o primeiro contato que tivemos com eles, ficou claro que a socialização entre eles é um reflexo da convivência em um ambiente acolhedor. A maior surpresa dessa experiência foi, sem dúvida, a atitude espontânea e cheia de energia de um aluno. Durante a visita, ele pediu, diversas vezes, para que colocássemos a música da Emília, e quando finalmente atendemos ao seu pedido, ele demonstrou uma alegria contagiante e uma coreografia impecável, que encantou todos os presentes. Seu desempenho surpreendeu pela perfeição e expressividade, deixando claro que a verdadeira inclusão é aquela que permite que cada pessoa, independentemente de suas diferenças, se expresse livremente e compartilhe seus talentos. Esse momento, além de ser uma demonstração clara de talento, nos fez refletir sobre o preconceito e a falta de compreensão em relação às pessoas com deficiência. Muitas vezes, o preconceito é fruto do desconhecimento, da falta de contato com o "diferente". Experiências como essa mostram que, quando temos a oportunidade de conhecer o outro de maneira respeitosa, somos capazes de perceber o quanto a diversidade enriquece nossas vidas e nos torna mais humanos. Conclusão: Sem dúvida, um momento de grande aprendizado e reflexão. O encontro com esses alunos nos ensinou que todos possuem talentos e habilidades únicas, que precisam ser reconhecidos e valorizados. O preconceito, muitas vezes, surge da falta de entendimento.
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Abrir o trabalhoDANÇA COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO NA EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA APAE DE JUAZEIRO DO NORTE
RAMILLA AGUIAR BEZERRA ; LUANA JESSICA BELO GAMA; KAYO DE AGUIAR LOPES
Introdução: A inclusão de pessoas com deficiência no ambiente escolar é um desafio que exige práticas pedagógicas que valorizem a diversidade e promovam a participação de todos. Durante nossas atividades na APAE de Juazeiro do Norte, percebemos que a Educação Física Adaptada é uma ferramenta poderosa para integrar habilidades motoras, sociais e cognitivas. Nesse contexto, a dança destacou-se como uma estratégia eficaz para favorecer a expressão corporal e a interação entre alunos com diferentes limitações. Objetivo: Relatar como utilizamos a dança como ferramenta de inclusão durante as atividades de Educação Física Adaptada na APAE de Juazeiro do Norte, promovendo o desenvolvimento motor e social dos alunos por meio da adaptação das atividades às suas necessidades e preferências. Desenvolvimento: Durante as atividades, planejamos e conduzimos práticas voltadas para estimular as habilidades motoras e sociais dos alunos, utilizando a dança como principal estratégia. As turmas incluíam alunos com diferentes níveis de habilidade, o que exigiu uma abordagem flexível e adaptada às suas individualidades. Um momento marcante foi a resistência inicial de um aluno em participar das dinâmicas. Após dialogarmos com ele, identificamos que sua preferência por músicas infantis era a principal barreira. Adaptamos o repertório musical e, com isso, ele passou a participar ativamente e até a liderar os movimentos, motivando o restante da turma. Essa vivência reforçou o papel da dança como prática inclusiva e promotora de interação. Conclusão: Nossa experiência na APAE evidenciou que a dança é uma ferramenta eficaz na Educação Física Adaptada, capaz de promover inclusão, interação e desenvolvimento motor. O respeito às individualidades e a adaptação das atividades foram fundamentais para o sucesso das práticas realizadas, reafirmando o potencial transformador de abordagens pedagógicas centradas nos alunos no contexto.
Palavras-chave: Dança, Educação Física, Inclusão Social
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Abrir o trabalhoENGAJAMENTO DOS ALUNOS DA APAE-JN NA REALIZAÇÃO DA PRÁTICA OFERTADA PELOS ALUNOS DA UNIVERSIDADE REGIONAL DO CARIRI-URCA E A TROCA DE EMOÇÕES VIVENCIADAS DURANTE A REALIZAÇÃO DAS ATIVIDADES: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA.
TAYNÁ ALVES DOS SANTOS ; Raquel Bertulino Ferreira; Silas Alves da Silva
Introdução: A inclusão social de pessoas com deficiência é um desafio contemporâneo que exige mudanças nas estruturas sociais, educacionais e culturais. Este relato de experiência apresenta os resultados de uma prática realizada por alunos da Universidade Regional do Cariri na APAE-JN, destacando a importância da inclusão e superação de barreiras sociais e desenvolvendo a integração de pessoas com deficiências. Objetivo: Relatar as impressões no engajamento dos alunos da APAE-JN na realização da prática ofertada pelos alunos da URCA e a troca de emoções vivenciadas durante a realização das atividades. Desenvolvimento: A nossa experiência na APAE-JN, Ceará, ocorreu em formato de aula de campo, a vivência teve início com a visita, no dia 24 de outubro de 2024 para conhecermos os espaços de cada especialidade, a instituição de uma maneira geral. Na prática nós podemos ver o quão a sociedade e até nós mesmo acabamos limitando as pessoas com algum tipo de deficiência e o quanto elas sentem o preconceito das pessoas que não são do seu ciclo social, e acabam sendo julgadas e/ou até infantilizadas pela crença de que eles não são capazes de fazer tais atividades. A nossa experiência na APAE-JN nos mostrou que eles se divertem cada um com o seu jeito nas brincadeiras, que eles gostam de participar e compartilhar. Isso nos ajuda entender como podemos adaptar cada brincadeira e exercício e assim agir conforme a necessidade de todos. Conclusão: Com essa vivência aprendemos que as pessoas com deficiências são em grande maioria limitadas pelo preconceito da sociedade e que elas não querem viver do assistencialismo, mas sim de suas próprias condições, serem independentes e conseguirem superar suas próprias limitações como qualquer ser humano, ir além de só uma inclusão em um local específico, mas em uma inclusão mais ampla em toda a sociedade.
Palavras-chave: inclusão,deficiência,educação,emoções
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Abrir o trabalhoExperiência prática na APAE: A dança como ferramenta de expressão
GUILHERME IGOR VIANA ALVES ; Francisco Airton de Melo Feitosa
Introdução: A dança é uma expressão universal que comunica emoções, histórias e identidade, unindo pessoas por meio do movimento e criatividade. Objetivo: Relatar a experiência prática na APAE, tendo como foco a dança como ferramenta de expressão. Desenvolvimento: Trata-se de um relato de experiência de abordagem qualitativa, desenvolvido por dois alunos do quarto semestre da disciplina Educação Física Adaptada, do período 2024.2, do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri. A experiência prática na APAE foi muito frutífera, onde inicialmente observamos os alunos da instituição e os espaços da mesma, utilizamos a dança como atividade, realizada primeiramente em sala e depois no pátio com todos participando, ambas as fases com músicas escolhidas algumas vezes pela equipe, outra, pelos alunos da APAE. Desde o início, os olhares e sorrisos dos alunos transformaram o ambiente em um espaço de acolhimento e troca. Em vez de apenas ensinar, encontramos um contexto de aprendizado mútuo. Cada atividade proposta, adaptada às necessidades dos participantes, tornou-se uma ponte entre o movimento corporal e a expressão de habilidades individuais. O sentimento vivenciado foi intenso. A princípio, surgiu a ansiedade e receio de não corresponder às expectativas, no entanto, essas sensações logo foram substituídas pela empatia, gratidão e admiração pela força e superação demonstradas por cada aluno. A experiência reforçou a ideia de que a Educação Física vai muito além de exercícios e técnicas, ela é um instrumento de inclusão e transformação social. Conclusão: Saímos satisfeitos com as atividades realizadas, é muito gratificante e energizante a participação entusiasmada e natural dos alunos da APAE, mostrando um carinho e afeto grande. Ao final da visita, o que ficou não foi apenas a lembrança de uma atividade realizada, mas a certeza de que esse encontro reforçou o sentido da profissão.
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Abrir o trabalhoINCLUSÃO GENUÍNA: EMOÇÕES QUE TRANSFORMAM VIDAS NA APAE DE JUAZEIRO DO NORTE
LUIZ PEDRO DA SILVA FILHO; Felipe Costa Gouveia; Francisco Héricles Gonçalves da Silva
Introdução: A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) desempenha um papel essencial ao oferecer suporte educacional, social e terapêutico para pessoas com deficiência intelectual, múltiplas e autismo, promovendo sua inclusão na sociedade. Este trabalho tem como objetivo relatar experiências vividas na APAE de Juazeiro do Norte, destacando momentos em que atividades inclusivas revelaram seu impacto transformador. Desenvolvimento: Trata-se de um relato de experiências de abordagem qualitativa e descritiva, esta pesquisa foi realizada na APAE de Juazeiro do Norte-CE por estudantes de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA). As atividades inclusivas, promovidas em um ambiente acolhedor, demonstraram um significativo poder de transformação, permitindo que os participantes superaram barreiras físicas e emocionais. Um exemplo marcante foi a dinâmica "Roda da Alegria", onde os participantes passavam uma bola ao som de música e, ao final, quem estivesse com a bola era incentivado a dançar. Essa atividade promoveu descontração e superação, como no caso de um jovem tímido que surpreendeu o grupo com sua dança cheia de entusiasmo, emocionando a todos. Outra participante, inicialmente hesitante, passou a interagir de forma espontânea com os colegas, demonstrando maior segurança. A empatia foi evidente nos gestos de incentivo e aplausos, criando um ambiente de apoio mútuo e pertencimento. Tais vivências demonstraram que a inclusão vai além da adaptação física, transformando relações humanas, fortalecendo a autoestima e promovendo a confiança dos envolvidos. Conclusão: Como professores, compreendemos que a inclusão não é apenas uma prática educativa, mas uma experiência capaz de transformar vidas. Atividades simples, planejadas com sensibilidade, podem gerar mudanças profundas e inspirar a construção de uma sociedade mais acolhedora e equitativa, reafirmando a inclusão como um valor essencial para a humanidade.
Palavras-chave: Inclusão Social,Educação Física,Pessoas com Deficiência
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Abrir o trabalhoTRANSFORMAÇÕES NA PERSPECTIVA DOCENTE COM OS ALUNOS DA APAE-JN: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
MARIA JOSIVANIA SILVA BEZERRA ; Camila Vitória Barbosa Moreira; Herliane Alves Gomes
Introdução: Experiências práticas para a transformação na perspectiva docente é fundamental para que haja uma capacitação na formação profissional de Educação Física, para assim proporcionar uma educação mais inclusiva. Objetivo: Relatar as transformações na Perspectiva Docente com os alunos da APAE-JN. Trata-se de um relato de experiência vivenciado pelos estudantes de Licenciatura do curso de Educação Física da URCA em uma manhã de 07/11/2024 na APAE-JN. A pesquisa é de abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência. Desenvolvimento: A experiência nos trouxe um sentimento de alegria ao ver como os alunos, com suas diferentes habilidades e personalidades, se entregaram às atividades, superando desafios e mostrando sua autenticidade em cada movimento e sorriso. Foi possível vermos e sentirmos, que mesmo em meio a limitações físicas e/ou cognitivas, havia um entusiasmo e uma energia que davam um novo significado às atividades propostas. Ver o progresso de cada um nas atividades , nos fez entender o valor de cada conquista. Foi gratificante testemunhar a conexão e o vínculo que se formaram ao longo da aula, e como uma simples atividade física pode ser tão transformadora, tanto para eles quanto para a gente. Também houve um momento de reflexão sobre o quanto ainda podemos aprender e melhorar como educadores. Trabalhar com esses alunos nos ensinou a valorizar a importância de adequar o ensino para cada indivíduo. Conclusão: Saímos com a sensação de que aprendemos mais do que ensinamos. Era uma manhã em que realizaríamos atividades para eles, mas eles nos mostraram muito além do que havíamos preparado. Temos também a certeza de que o trabalho na APAE é muito mais do que uma prática profissional, é uma oportunidade de crescimento pessoal e de contribuição para a construção de um mundo mais inclusivo.
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Abrir o trabalhoUM OLHAR PARA ALÉM DAS BARREIRAS INVISÍVEIS IMPOSTAS PELA SOCIEDADE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NA APAE - JUAZEIRO DO NORTE.
BRENDHA SALES DE SOUZA; Victoria Grazielle Monteiro Silva
Introdução: O homem prefere refletir o pensamento discriminatório, pois é mais fácil prestar atenção aos impedimentos e às aparências do que aos potenciais e capacidades de tais pessoas. Assim, é notório como a nossa percepção é completamente alterada diante a dúvida de tal capacidade do outro para realização de atividades. Objetivo: Compartilhar uma nova visão diante as pessoas marginalizadas, após uma experiência incrível na APAE de Juazeiro do Norte. Desenvolvimento: A pesquisa trata-se de uma abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência. Entre as nossas visitas na APAE de Juazeiro do Norte foi reconstruída uma visão, antes capacitista diante as pessoas presentes, foi totalmente percebido como somos influenciados pela mídia para a continuação de tal pensamento. Durante os nossos planejamentos coletivos foram incluídas atividades que achávamos interessantes serem realizadas coletivamente, mas chegando lá foi totalmente diferente. Conseguimos ter controle de apenas uma atividade, a outra quem tomou de conta foram eles, mostrando as suas capacidades de interação e seu amor pela música e dança, foi muito comovente. Mesmo com as suas limitações, conseguiam participar de cada jogo com um sorriso no rosto. Entre forró e sorrisos, mostrou o quanto é importante integrar as pessoas com deficiência na sociedade de forma verdadeira, onde suas habilidades sejam reconhecidas e valorizadas. Inclusão não é apenas permitir que elas participem, mas criar conexões que aproximem e transformem todos nós. Mais do que uma experiência, foi um aprendizado sobre empatia, respeito e a capacidade de enxergar o outro além das limitações. Conclusão: Essa vivência nos ensinou que a verdadeira inclusão não se limita a aceitar, mas a acolher, compreender e valorizar cada pessoa em sua individualidade e não permitir que tais pessoas sejam esquecidas e escanteadas por nós e por ninguém.
Palavras-chave: Barreiras invisíveis,Inclusão,Relato de experiência, Educação Física
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Abrir o trabalhoVIVÊNCIAS INCLUSIVAS: EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA
CICERO ALEFF DA SILVA ; Paulo Henrique Silva de Alencar
Introdução: A Educação Física Adaptada é crucial para a inclusão de alunos com necessidades específicas, proporcionando desenvolvimento físico e social. Durante uma aula de Educação Física Adaptada, foi proposto um momento de experiência na APAE. Este relato aborda atividades adaptadas para promover a inclusão e a participação ativa dos alunos. Objetivo: Relatar as atividades realizadas durante uma aula de Educação Física Adaptada na APAE. Desenvolvimento: Foram divididos grupos, e o nosso ficou responsável por atividades fora e dentro dá piscina. Fizemos um planejamento com algumas atividades pensando na inclusão de todos. Iniciamos com uma corrida onde os alunos teriam que chegar até uma extremidade e voltar equilibrando uma bolinha em uma colher que seguravam com a mão. Alguns deles ficaram com medo de não conseguir, mas os incentivamos até perderem o medo. Foi interessante ver os que conseguiram incentivando, dando dicas e mostrando como fazer. Depois dessa atividade, fomos para a piscina, notamos que essa era a atividade mais esperada por eles. Entramos e fizemos diversas atividades com bolas e bexigas. Foi muito bom ver a alegria no rosto de cada um deles. Todas as atividades realizadas, sem sombra de dúvidas, ficarão marcadas em nossas vidas, mas tem momentos que nos marcam mais, e esse momento foi de uma aluna que não largava o professor nas atividades na piscina. Ali, podemos notar os laços que foram criados entre eles em tão pouco tempo e o quão amorosos eles são. No final dessa atividade, essa garotinha não queria sair da piscina e foi preciso o professor tirá-la com todo carinho. Encerramos as atividades com várias danças com todos os grupos e alunos reunidos, e em seguida um lanche. No geral, foi uma experiência muito rica, onde pudemos notar que, mesmo com simples atividades, é possível promover um momento lúdico, de aprendizagem e inclusão. Além disso, observamos que a interação entre os alunos foi fortalecida, com muitos deles ajudando e incentivando uns aos outros. Conclusão: A experiência na APAE demonstrou que a inclusão é viável e benéfica, proporcionando momentos de ludicidade e aprendizado para todos os envolvidos.
Palavras-chave: Educação Física Adaptada,Inclusão,APAE,Atividades Físicas
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Abrir o trabalhoJOANA DARC DE SOUZA SILVA; Francisco Wagner Conrado Cruz
A prática do estágio torna-se uma ponte essencial entre a teoria e a prática, permitindo que os estudantes desenvolvam habilidades pedagógicas, metodológicas e sociais indispensáveis para a atuação profissional eficaz A preparação dos estagiários para Área Da docência envolve a observação, planejamento e execução de aulas, sob a orientação de professores experientes.O estágio proporciona aos futuros educadores a oportunidade de vivenciar ocotidianoescolar,lidarcomdesafioseaplicarmetodologiadeensinoadequadaao desenvolvimento dos alunos.Dentro do processo de estágio escolar no ensino médio foi possível observar alguns pontos importantes para a escolha e desenvolvimento do tema, pontos esses que estão ligados aos fatores de influência a evasão dos adolescentes em geral das aulas práticas de educação física, esse trabalho trará fatos para explanar o quão essa falta de participação está além da responsabilidade do professor e instituição. Objetivo:Este estudo tem como objetivo relatar as experiências obtidas a partir das vivências por meio do Estágio Supervisionado IV,conduzido por estudantes da Universidade Regional do Cariri (URCA) com alunos do ensino médio. Desenvolvimento: A metodologia utilizada foi um estudo de cunho qualitativo, de caráter descritivo, do tipo relato de experiência. O Estágio Supervisionado foi realizado no Colégio Estadual Wilson Gonçalves, sendo este uma Escola de Ensino Médio em Tempo Integral (EEMTI) localizado no município do Crato-CE. O estágio foi realizado no Ensino Médio, em duas turmas do 3º ano e uma do 2º ano, totalizando 54horasdepráticadocente.Oestágioincluiuobservaçãodeaulas,planejamentoe execução de atividades sob supervisão de professores. As atividades abrangeram jogos recreativos, exercícios de alongamentos, atividades de coordenação motora, esportes coletivos e aulas teóricas sobre a importância da atividade física.No planejamento foi possível trabalhar diversas atividades em sua maioria sem o uso da bola e pode-se notar que em todas as turmas o número de evasão por parte dos alunos era alta, atingindo diretamente no desenvolvimento motivação de aulas,não só para o restante da turma,mas também para o professor que programava algo que muitas vezes não era entregue da maneira planejada. Conclusão:Foi possível concluir através das observações e atividades propostas no processo do estágio que mesmo com o planejamento das atividades não foi o suficiente para uma boa experiência evivência devido àbaixaparticipaçãodosalunos.
Oral
Abrir o trabalhoFORTALECENDO A COMUNICAÇÃO ENTRE PAIS, ESCOLA E PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS E SOLUÇÕES NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
RAMILLA AGUIAR BEZERRA ; Luana Jessica Belo Gama; Kayo de Aguiar Lopes
Introdução: A escola, como espaço de aprendizagem e desenvolvimento, desempenha um papel essencial na formação integral das crianças. A Educação Física escolar, com base na BNCC, contribui para o desenvolvimento motor, social e psicológico, integrando brincadeiras e interações. Contudo, a comunicação eficaz entre pais, escola e professores é fundamental para superar desafios e promover um ambiente educativo harmonioso. Este trabalho, realizado no estágio supervisionado, explora os desafios e soluções para fortalecer essa integração no contexto da Educação Infantil. Objetivo: Compreender como fortalecer a comunicação e a participação ativa dos pais na Educação Física infantil, contribuindo para um ambiente educacional mais colaborativo e produtivo. Desenvolvimento: O estágio foi realizado na Escola Pequeno Polegar, instituição privada no município de Crato, CE, com turmas do Infantil 2 (3-4 anos) e Infantil 5 (5-6 anos). Durante nove semanas, foram realizadas atividades baseadas na BNCC, integrando teoria e prática para promover o desenvolvimento motor e social das crianças. Observações diretas, diários de campo e questionários semiestruturados foram usados para coletar dados sobre a interação entre pais e escola. As principais dificuldades identificadas incluiram barreiras de comunicação, como falta de clareza nos canais utilizados, e a necessidade de maior feedback aos pais. Para enfrentá-las, foram sugeridas estratégias como a utilização de redes sociais para compartilhar informações e atividades das crianças, além do fortalecimento de reuniões entre pais e professores. A experiência revelou que os estagiários desempenharam um papel significativo na organização das atividades, impactando positivamente o ambiente escolar. Conclusão: A comunicação eficaz entre pais, escola e professores é essencial para o desenvolvimento integral das crianças. O estudo evidenciou que estratégias como o uso de ferramentas digitais e feedback contínuo podem fortalecer esse vínculo, promovendo um ambiente educacional mais inclusivo e produtivo. O estágio supervisionado contribuiu para a formação de práticas pedagógicas mais integradas, reforçando a importância da colaboração entre todos os envolvidos no processo educativo.
Palavras-chave: Comunicação escolar, Educação Física, Engajamento dos pais, Educação Infantil
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Abrir o trabalhoHandebol Feminino: Rumo ao Topo
MARIA ELAYCE DE ARAÚJO CLEMENTE ; Lucas Fulgêncio de Oliveira Torquato; Marlon Maxwel Araujo Macedo; Ravy Bantim Peixoto Oliveira
Introdução: O handebol feminino brasileiro tem demonstrado grande evolução nos últimos anos, e sua trajetória em busca de destaque internacional está cada vez mais consolidada, com conquistas expressivas em competições continentais e uma crescente participação em torneios mundiais, buscando, também, reconhecimento mundial. Porém, esse reconhecimento ainda se encontra em dificuldade, a mídia e o incentivo são precários e com isso o avanço do handebol feminino fica mais difícil. Pois o investimento no esporte através de políticas públicas bem estruturadas, destinam-se recursos para a formação de base, que chegue a jovens. Já com a falta de investimento no handebol, a mídia não se interessa pelo esporte, passando, assim, alguns jogos em TV fechada. Objetivo: Analisar a participação da seleção feminina no cenário internacional junto com o crescimento do handebol feminino no Brasil e refletir sobre o pouco incentivo/mídia, destacando as estratégias e os desafios enfrentados pela seleção nacional em busca de se tornar uma potência global, compreendendo-se os impactos de investimentos e melhorias para as atletas rumo ao topo do mundo. Método: Trata-se de um estudo que se deu a partir de uma aula ministrada por nós na disciplina Metodologia de Ensino do Handebol na Universidade Regional do Cariri, Crato, Ceará, sobre a evolução do handebol feminino no Brasil com base em artigos, livros e sites. Realizada no dia 06/12/2024, com a turma do sexto semestre do curso de educação física, para compreender como as atletas desse esporte conseguiram alcançar o mundo. Resultados: Com base no material de apoio, a Seleção Brasileira de handebol feminino possui 31 títulos. São eles: Campeonato Mundial: 1 título (2013); Jogos Pan-Americanos: 7 títulos (1999, 2003, 2007, 2011, 2015, 2019 e 2023); Campeonato Pan-Americano: 10 títulos (1997, 1999, 2000, 2003, 2005, 2007, 2011, 2013, 2015 e 2017); Campeonato Sul e Centro-Americano: 1 títulos (2019);
Palavras-chave: Atletas, campeonato, incentivo, mídia , feminino, motivação, seleção
Oral
Abrir o trabalhoO currículo escolar e os conteúdos desenvolvidos no planejamento na educação física infantil
MAYSA DA SILVA LIMA ; Dhonny Kyldare Lemos Souza; Maria Milena Santana Oliveira
Introdução: O planejamento das aulas, em virtude da ausência de cronogramas específicos da Educação física, e a ausência de um professor de Educação Física, limitando o acesso a conteúdos da área, utilizando conteúdos baseados na pedagogia. Objetivo:Expressar os desafios enfrentados pelos estagiários de Educação Física na educação infantil, especialmente no que diz respeito ao planejamento pedagógico específico para a área. Método: O estágio foi realizado na C.E.I Ailza Gonçalves, as aulas focaram em coordenação motora, equilíbrio e expressão corporal, utilizando a abordagem construtivista de Piaget. Pesquisa de forma observacional, através de diário de campo e abordagem qualitativa, a coleta de dados ocorreu no mês de outubro de 2024 com a aplicação de um questionário estruturado com 3 perguntas para 5 docentes e 3 perguntas à gestão escolar, construímos 2 categorias com base na análise temática “Planejamento e o Cronograma em Educação Física Escolar na esfera Docente” e a outra “Currículo e Planejamento na Organização da Gestão”. Na entrega dos questionários foi aplicado o TCLE. Resultados: Alguns professores baseiam suas aulas nos campos de experiências da BNCC, explorando brincadeiras, danças e noções espaciais, enquanto outros integram conteúdos específicos da Educação Física, como lateralidade, saúde e desenvolvimento motor. Contudo, o cronograma municipal carece de espaços ou projetos específicos para a disciplina. O planejamento das aulas era fundamentado em conteúdos da pedagogia, aos quais tínhamos que interligar aos conteúdos da Educação Física. A gestão reconhece a importância da Educação Física no desenvolvimento infantil e destaca a importância de parcerias com os professores para ampliar práticas corporais, relatando a relevância de espaços, materiais e tempo adequados. Esses fatores representam desafios que devem ser superados para promover uma educação mais eficaz e contribuir para uma sociedade mais igualitária. Conclusão: Por fim, o estágio supervisionado na educação infantil destacou a falta de professores e infraestrutura em Educação Física, prejudicando o desenvolvimento infantil apontando a necessidade de valorização da área e melhorias no currículo escolar e o planejamento das aulas.
Oral
Abrir o trabalhoO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: O PENSAR NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA ALÉM DA RECREAÇÃO
LUIZ PEDRO DA SILVA FILHO; Felipe Costa Gouveia; Francisco Héricles Gonçalves da Silva
Introdução: O estágio supervisionado é uma etapa fundamental na formação dos futuros professores, promovendo a integração entre teoria e prática. No curso de Educação Física, essa experiência é ainda mais relevante, pois envolve não apenas o movimento corporal, mas também a formação integral das crianças. A diferenciação entre recreação e aulas de Educação Física planejadas é essencial para garantir o desenvolvimento motor, cognitivo e socioafetivo na Educação Infantil. Objetivo: analisar como as aulas de Educação Física planejadas, em comparação com a recreação livre, contribuem para o desenvolvimento integral das crianças, considerando aspectos motores, sociais e cognitivos. Desenvolvimento: O estágio foi realizado na Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Helena Vieira dos Santos e incluiu aulas planejadas voltadas para o desenvolvimento motor, cognitivo e socioafetivo de crianças da Educação Infantil, especificamente nas turmas do Infantil II ao Infantil V, com idades entre três e cinco anos. As atividades ocorreram ao longo de 54 horas, distribuídas em dois dias por semana, e contemplaram tanto práticas estruturadas quanto momentos de recreação livre, todas registradas detalhadamente em um diário de campo.A análise dos registros revelou que as aulas planejadas estimularam maior engajamento, criatividade e cooperação entre as crianças. Além disso, a inclusão de temas transversais, como gênero, raça e sustentabilidade, fomentou discussões significativas, promovendo o desenvolvimento de uma consciência crítica desde a infância. Atividades lúdicas, como “Escravos de Jó” e “Cobra Cega”, foram utilizadas para abordar questões sociais e ambientais de maneira acessível e educativa. Conclusão: O estágio supervisionado destacou a importância do planejamento pedagógico na Educação Física, evidenciando que aulas estruturadas não apenas desenvolvem habilidades motoras, mas também promovem valores e reflexões críticas. Assim, a Educação Física planejada se consolida como uma prática educativa capaz de contribuir para a formação integral das crianças, preparando-as para uma convivência consciente e inclusiva.
Palavras-chave: Educação Física,Recreação,Aspectos Sociais,Crianças
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Abrir o trabalhoO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: QUAL O PAPEL DO(A) PROFESSOR(A) DE EDUCAÇÃO FISICA?
MARIA JOSIVANIA SILVA BEZERRA ; Herliane Alves Gomes; Rosangela katielle da Silva Andrade; Luciana Nunes de Souza
RESUMO Introdução: A Educação Infantil é a primeira etapa da educação básica, destinada a crianças de 0 a 5 anos, com o objetivo de promover o desenvolvimento integral nos aspectos físico, cognitivo, emocional e social (Kishimoto, 1996). Objetivo: Apresentar as experiências que foram vivenciadas por estagiárias a partir das observações e intervenções durante o período de Estágio Supervisionado na Educação infantil. Desenvolvimento: O estágio foi realizado no período de agosto a novembro de 2024, na escola de rede de ensino pública C.E.I. Liceu Diocesano Padre Teodósio Nunes, ocorreu nas séries do Infantil II e IV, o qual possuí como foco práxis dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso e desenvolver habilidades práticas, proporcionando assim o desenvolvimento das competências motoras, cognitivas, afetivas e sociais de cada criança através de atividades lúdicas, as quais despertem para todas essa formação integral, incluindo a socialização, cooperação e empatia. Durante o estágio foram vivenciados diversos conteúdos voltados para o desenvolvimento infantil, dentre este podemos destacar os jogos e brincadeiras que proporcionaram o despertar para a cooperação, a coordenação motora e o brincar das crianças. Através dessa atividades, as mesmas aprenderam de forma lúdica e interativa as diferentes possibilidades de gestualidades corporais por meio do move-se com o outro e consigo. Por meio deste conteúdo foi possível vivenciar as noções do respeito às regras e trabalho em equipe, além de promover a socialização e a interação com os colegas. Diante do período do estágio foi proporcionado as práticas corporais por meio de diversos conteúdos, tendo em vista que o mundo para as infâncias é descoberto e entendido por meio do corpo, as quais expressão seus sentimos e conhecimentos através do brincar e jogar. Conclusão: O estágio foi fundamental para a prática docente, proporcionando um espaço para testar diferentes estratégias de ensino e adaptação de atividades para atender às especificidades de cada estudante. Contudo, a experiência de estágio serviu como uma rica oportunidade de aprendizado na docência, oferecendo desafios e gratificações do ensino, valências essas fundamentais para o fortalecimento das habilidades docentes, permitindo entender a complexidade das infâncias e a gratificação que envolve a prática pedagógica em Educação Física no ensino infantil.
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Abrir o trabalhoO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PARA A SOCIALIZAÇÃO DO ENSINO INFANTIL
NAISA MARIA OLIVEIRA COSTA ; Francisca Heloísa Esperdião Rodrigues; Camila Vitória Barbosa Moreira
Introdução: Este relatório refere-se ao estágio supervisionado realizado no período de agosto a novembro de 2024, na Escola de Ensino Infantil e Fundamental (EEIEF) José Pinheiro Gonçalves, localizada no bairro Bel Monte, na cidade de Crato (CE). Durante esse período, o estágio teve uma carga horária semanal de 6 horas/aula, totalizando 53 horas/aula de intervenção ao longo de 8 semanas.Essa experiência conta com o suporte da professora supervisora e da equipe pedagógica da escola, permitindo a aplicação dos conhecimentos adquiridos na formação acadêmica, o uso de diferentes metodologias e o acompanhamento do desenvolvimento dos alunos. Apesar das dificuldades, a equipe de estágio demonstrou grande comprometimento em manter a qualidade do ensino. Essa experiência prática foi essencial para o desenvolvimento de competências , ampliando a compreensão sobre os desafios e as possibilidades de atuação docente no ambiente escolar. Mesmo diante das limitações financeiras, a equipe pedagógica se esforçou para oferecer apoioconstante.compartilhando experiência Objetivo: Aplicar os conhecimentos adquiridos durante a formação acadêmica, destacando principalmente o processo de socialização das crianças e o desenvolvimento de suas habilidades motoras. Desenvolvimento: A educação física no ensino infantil desempenha um papel fundamental no desenvolvimento das crianças, proporcionando oportunidades para o desenvolvimento físico, motor, social e emocional. No entanto, muitas escolas enfrentam uma série de desafios ao tentar implementar de forma eficaz um plano de aula de educação física que atenda às necessidades de seus alunos. A falta de equipamentos básicos, como bolas, cordas, materiais para atividades de alongamento e espaço adequado para a prática de esportes . A educação física no ensino infantil exige criatividade por parte do professor. Conclusão: O estágio supervisionado realizado na EEIEF José Pinheiro Gonçalves proporcionou uma experiência enriquecedora e transformadora para o processo de formação docente. A vivência prática no ambiente escolar permitiu aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos durante a formação acadêmica, ao mesmotempo em que revelou os desafios e as potencialidades do cotidiano escolar.
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Abrir o trabalhoPartindo para a prática: Estágio Supervisionado na Educação Infantil (Educação Física)
GUILHERME IGOR VIANA ALVES ; Francisco Airton de Melo Feitosa; Paulo Henrique Silva de Alencar
Introdução: O estágio supervisionado é uma forma dos graduandos de licenciatura ter a experiência de ministrar aulas, tendo contato direto com a sua futura profissão. Durante o processo histórico do estágio, houve diversas mudanças na forma como era conduzido, culminando no que hoje é aplicado. A educação infantil é a etapa inicial para os alunos da URCA, do curso de educação física, adentrar no contexto escolar, onde se fazem importantes os conteúdos para construção de muitos aspectos para essas faixas etárias. Objetivo: Estimular noções corporais, sociais e comportamentais das crianças da creche Nossa Senhora de Fátima. Desenvolvimento: Trata-se de um relato de experiência, de abordagem qualitativa, desenvolvido pelo trio em questão, alunos do quarto semestre de 2024.2. O estágio I foi realizado na creche Nossa Senhora de Fátima, no bairro mutirão, entre os meses de setembro e outubro, com carga horária total de 54 horas. Passamos pelos infantis 2 ao 5, tendo foco nos jogos e brincadeiras, inicialmente seguindo temáticas da escola, outrora tendo mais liberdade por parte da gestão escolar. Durante as nove semanas de estágio, o afeto e carinho por parte das crianças era muito aconchegante, mas por outro lado, os desafios de controlar a turma e evitar dispersões foi muito maior. Outro ponto seria a não obrigatoriedade do professor de educação física na educação infantil, ocasionando uma sensação de recreadores por parte dos estagiários, mas ressaltando o acolhimento da creche e todas as pessoas que lá trabalham, nos ajudando com as crianças e nos acompanhando o tempo todo. Na construção das atividades, ocorreram diversos desafios, principalmente em deixar as aulas mais dinâmicas. Conclusão: A prática evidenciou desafios de ensinar na educação infantil, como criar atividades dinâmicas e gerir comportamentos, destacando a importância da educação física no desenvolvimento infantil.
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Abrir o trabalhoPRÁTICAS CORPORAIS E INTERDISCIPLINARIDADE NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL
GABRIEL ALENCAR DA COSTA ; Júlio Ferreira de Aquino; Arthur Alencar Leite
Introdução: O estágio supervisionado é essencial na formação de licenciandos(as) em Educação Física, pois permite integrar teoria e prática, aproximando os(as) estudantes da realidade do campo de trabalho. O estágio proporciona o desenvolvimento de competências profissionais, especialmente na educação infantil, onde a Educação Física, frequentemente negligenciada, desempenha papel crucial no desenvolvimento motor, cognitivo, social e emocional das crianças (Brasil, 2008). Objetivo: Descrever o papel da educação física no contexto interdisciplinar a partir do estágio no ensino infantil. Desenvolvimento: No curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri, o estágio é realizado ao longo de cinco semestres, abordando diferentes níveis de ensino. No estágio de 2024, realizado na Escola Pequeno Polegar, em Crato (CE), o foco foi com turmas de infantil III e IV (crianças de 3 a 4 anos). Durante 54 horas de estágio, as atividades visaram estimular habilidades motoras, cognitivas e sociais, com ênfase no movimento e no brincar, fundamentais para o desenvolvimento integral. Embora a escola não conte com professores especializados em Educação Física, as aulas são ministradas por professores polivalentes, o que limita a abordagem aprofundada do conteúdo. No entanto, o estágio integrou a Educação Física a outras disciplinas, como Ciências, Matemática e Português, promovendo atividades como o "Educação no Trânsito", onde as crianças aprenderam sobre regras de convivência e desenvolveram habilidades motoras por meio de circuitos e sinalizações. A Educação Física também contribuiu para a promoção de valores como inclusão e respeito, com atividades sobre os esportes paraolímpicos, incentivando as crianças a refletirem sobre a competição e o combate ao preconceito. Conclusão: O estágio supervisionado evidenciou a importância da Educação Física no desenvolvimento integral das crianças na educação infantil, reforçando a necessidade de um trabalho interdisciplinar que, mesmo em contextos sem professores especializados, contribua para uma educação mais completa e significativa, preparando as crianças para uma convivência social crítica.
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Abrir o trabalhoA UTILIZAÇÃO DE JOGOS E BRINCADEIRAS PSICOMOTORAS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL
LETÍCIA RIBEIRO DOS SANTOS; Francisca Caroline Araújo Alves; Emilly Sousa Lima
Introdução: A escola é um espaço fundamental para o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes, assim a Educação Física e a psicomotricidade se destacam como áreas essenciais para promover o bem-estar e o equilíbrio entre corpo e mente, trabalhando habilidades como cooperação, disciplina e autoconfiança, habilidades motoras, cognitivas e afetivas, ajudando os alunos a explorarem melhor seu corpo e sua relação com o ambiente. Objetivo: O objetivo deste estudo foi relatar a experiência do Estágio Supervisionado II, utilizando jogos e brincadeiras psicomotores nas aulas de Educação Física. Método: Esse relato se deu em uma escola particular na cidade de Crato-CE, durante um período de 6 horas de observação e 48 horas intervenção. A vivência das aulas foi com uma turma de 7 alunos, com idade entre 6 e 7 anos, em que as professoras buscaram trabalhar a psicomotricidade através de jogos e brincadeiras. Resultados: O conteúdo foi aplicado, levando em consideração aspectos motores, cognitivos e sociais. O método utilizado buscou engajar os estudantes por meio de atividades lúdicas, promovendo a aprendizagem de maneira prazerosa e inclusiva. Assim, jogos tradicionais, brincadeiras de roda, jogos cooperativos e desafios corporais foram desenvolvidas, promovendo atividades que despertassem o interesse, socialização, respeito e as habilidades das crianças. Conclusão: A vivência ajudou a compreender a importância e os benefícios da psicomotricidade para o desenvolvimento motor infantil, e a responsabilidade do professor quanto à formação integral dos alunos. Diante disso, é de grande importância a presença de um profissional de Educação Física no Ensino Fundamental para aprimorar o desenvolvimento das crianças através de atividades estimulantes.
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: CONSTRUINDO PRÁTICAS INCLUSIVAS
ANA PRICILIA GONÇALVES DE OLIVEIRA ; Cícera Pereira da Silva; Williane de Lima Guedes
Introdução: O estágio supervisionado é um componente curricular implantador do perfil do futuro professor e consiste numa atividade, diversificadora e indispensável à consolidação de uma formação profissional adequada. Durante a experiência, os futuros educadores puderam observar e participar do planejamento e execução de aulas. A Educação Física no ensino fundamental I é essencial para o desenvolvimento integral das crianças, indo além de jogos e brincadeiras. Encontram-se muitos desafios no âmbito escolar, pode-se enfatizar sobre um desafio, como o respeito à diversidade, principalmente, relacionado à inclusão de alunos com deficiências e transtornos Objetivo: Este relato de experiência tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas por discentes ao longo do estágio supervisionado II, no fundamental I, especificamente em turmas que possuíam alunos com deficiência, relacionado as experiências teórico metodológicas de ensino-aprendizagem. Desenvolvimento: O estágio foi realizado em uma escola particular de Crato-CE, com turmas do 1º, 2º e 3º ano do ensino fundamental I, dividindo-se em duas etapas: observação (6h) e regência (48h). Durante a observação, constatou-se a falta de materiais e um espaço inadequado para as atividades, além da presença de alunos com TEA, TDAH e Síndrome de Down. Na fase de regência, as atividades foram planejadas com base na BNCC, visando tornar a Educação Física acessível a todos, enfrentando desafios como a falta de materiais adaptados, resistência de alguns alunos e a necessidade de ajustes constantes nas atividades para atender as limitações e ritmos individuais de cada estudante. Conclusão: Ao final da vivência do estágio, podemos perceber que o nosso principal objetivo foi alcançado, apesar das dificuldades encontradas na referida instituição de ensino. A experiência nos mostrou que a inclusão é um processo contínuo e que pequenas ações podem gerar grandes mudanças no ambiente escolar
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Abrir o trabalhoINTEGRAÇÃO DE ESPORTES E CULTURA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO: DESENVOLVIMENTO INTEGRAL E INCLUSÃO NO ENSINO FUNDAMENTAL I
DIEGO VILELA PIRES ; Eduarda do Nascimento Lopes Alves; Érica Maria Rodrigues Aguiar e Moreira
Introdução: A escola é um espaço fundamental para o desenvolvimento integral dos indivíduos, e a Educação Física destaca-se como uma disciplina que promove não apenas o bem-estar físico, mas também aspectos cognitivos, sociais, emocionais, contribuindo ainda para estimular valores como cooperação e respeito à diversidade. Objetivo: Este trabalho busca relatar experiências que uniram os fundamentos esportivos e atividades culturais, incluindo jogos e brincadeiras indígenas. Essa abordagem visou integrar prática e teoria, promovendo o respeito à diversidade e a valorização de tradições culturais, preparando crianças para uma convivência multicultural. Método: O presente relato foi elaborado a partir do Estágio Supervisionado II do Curso de Licenciatura em Educação Física. A experiência ocorreu em uma escola municipal de Ensino Fundamental I, entre os meses de abril e junho, durante as tardes de quarta e sexta-feira, das 14h às 17h, com turmas que variam da primeira à quarta série. A avaliação do progresso dos alunos foi realizada por meio de registros fotográficos e videográficos, diálogos informais com os alunos e pedagogos, e observação da participação e atitude dos estudantes nas atividades. Resultados: Durante a prática, destacamos como a integração de fundamentos esportivos e atividades culturais impactou positivamente o desenvolvimento integral dos alunos. Foram trabalhadas modalidades como atletismo, handebol e futebol, além de brincadeiras como “arranca mandioca” e “pirarucu” que trouxeram um elemento cultural significativo, promovendo nos alunos uma maior compreensão das raízes e tradições indígenas do Brasil. Conclusão: Portanto, os resultados deste estágio evidenciam como a união entre esporte, cultura e inclusão pode contribuir significativamente para o desenvolvimento integral das crianças no Ensino Fundamental I. A prática reafirmou a importância da Educação Física como uma ferramenta transformadora no ambiente escolar e na formação cidadã.
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Estágio Supervisionado ,desafios Ensino Médio
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Abrir o trabalhoA PERSPECTIVA DO ENSINO MÉDIO: OPORTUNIDADES E BARREIRAS EM CONTEXTOS DISTINTOS
JOSÉ DAVI DE SOUSA ARAÚJO; JÚLIO FERNANDES DA SILVA
Introdução: Em dois contextos distinto entre escola pública e escola privada, realizamos o Estágio Supervisionado IV, que nos proporcionou uma compreensão significativa sobre a realidade da Educação Física. A Educação Física escolar, que está inserida na área de linguagem e como disciplina trata de conteúdo específicos da área da cultura corporal com temas de jogos e brincadeiras, ginástica, esportes, dança e entre outros. Objetivo: Entendendo os pontos citados, o objetivo desse trabalho é relatar a experiência desenvolvida durante o estágio supervisionado IV, dando ênfase, as oportunidades e as barreiras encontradas em duas realidades diferentes. Desenvolvimento: O Estágio IV foi realizado no Colégio Santa Teresa de Jesus (CSTJ), e na Escola de Ensino Médio José Alves de Figueiredo. Como nosso estágio foi dividido entre essas duas instituições, vivenciamos realidades distintas, inclusive na aplicação dos conteúdos. Na EEM José Alves de Figueiredo, realizamos apenas aulas teóricas, acompanhando os conteúdos repassados pelo professor da instituição. A ausência de uma quadra ou de espaços amplos impossibilitou a realização de atividades práticas, que poderiam ilustrar na prática o que foi abordado na teoria. Já no Colégio Santa Teresa de Jesus, aplicamos aulas práticas baseadas em temas também estabelecidos pelo professor da instituição. A infraestrutura mais adequada do colégio permitiu que explorássemos abordagens mais dinâmicas, envolvendo atividades práticas que complementavam os conteúdos teóricos. Na escola EEM José Alves, nas aulas teóricas, abordamos conteúdos como esporte e capoeira, que incluem exemplos práticos, mas sua vivência foi inviabilizada devido às limitações de espaço. Por outro lado, nas aulas práticas realizadas no Colégio Santa Teresa, tivemos a oportunidade de ministrar aulas sobre jogos e brincadeiras, esportes de invasão e esportes de aventura. Diferentemente da outra escola, o amplo espaço disponível no Colégio Santa Teresa possibilitou vivências práticas e experiências mais proveitosas. Conclusão: O estágio Supervisionado IV, ampliou nossa compreensão sobre os dois diferentes contextos que vivenciamos na Educação Física escolar. Na escola José Alves, superamos limitações estruturais, enquanto no Colégio Santa Teresa, a infraestrutura permitiu práticas dinâmicas. Assim, alcançamos nosso objetivo de refletir sobre os desafios e oportunidades de cada realidade, consolidando nosso aprendizado.
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Abrir o trabalhoA REALIDADE DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO NOVO ENSINO MÉDIO OS DESAFIOS E PERSPECTIVAS
PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA SILVA ; Élida Américo Vidal
Introdução: O relato apresenta as vivências do Estágio Supervisionado IV no contexto do Novo Ensino Médio, com foco na disciplina de Educação Física. As mudanças curriculares introduzidas por essa reforma trouxeram desafios, como a redução da carga horária e limitações estruturais. Tradicionalmente voltada à promoção do movimento e socialização, a Educação Física passou a incorporar competências previstas pela BNCC, ampliando seu papel no desenvolvimento integral dos estudantes. Objetivo: Relatar as vivências e desafios enfrentados durante o estágio supervisionado, analisando a realidade da Educação Física no Novo Ensino Médio, com foco na implementação das diretrizes da BNCC e nas metodologias ativas para engajamento e aprendizado. Desenvolvimento: O estágio foi realizado na Escola EEMI Liceu, Crato/CE, durante nove semanas, totalizando 54 horas de atividades práticas com turmas do 2º e 3º anos do Ensino Médio. A experiência iniciou-se com uma etapa de observação, permitindo aos estagiários se familiarizarem com o ambiente escolar e as dinâmicas institucionais. Em seguida, os planos de aula foram elaborados em dupla, considerando as diretrizes da BNCC. Entre os desafios enfrentados, destacaram-se a resistência inicial de alguns alunos e a escassez de materiais. No entanto, a infraestrutura básica, como uma quadra coberta, permitiu a realização de atividades adaptadas. As práticas planejadas priorizaram dinâmicas lúdicas e metodologias ativas, como gamificação e ensino por projetos, que estimularam o engajamento e favoreceram a integração interdisciplinar, conectando a Educação Física a outras disciplinas. A orientação da professora supervisora foi essencial para a superação de desafios e a adaptação de estratégias pedagógicas, promovendo a inclusão e garantindo a participação de todos. Ao final, constatou-se que as práticas contribuíram significativamente para o aprendizado, destacando o potencial da Educação Física em um contexto de ensino inovador. Conclusão:Concluiu-se que o estágio evidenciou a importância de investimentos em infraestrutura e formação continuada, além da adoção de metodologias ativas e interdisciplinares, como ferramentas eficazes para tornar a Educação Física mais significativa e alinhada às demandas do Novo Ensino Médio. A experiência reforçou a importância da disciplina como componente essencial para o desenvolvimento cognitivo, emocional e social dos estudantes, alinhada às diretrizes da BNCC.
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Abrir o trabalhoAMBIENTES DE ENSINO: A QUADRA COMO ESPAÇO DE APRENDIZAGEM NO ENSINO MÉDIO
VALÉRIA BEZERRA BERNARDO; Francisca Clarice Pereira da Silva Leite
Introdução: A escolha do tema para elaboração deste resumo se dá pelas reflexões sobre as dificuldades enfrentadas no âmbito escolar, essencialmente sobre o ambiente de ensino dos profissionais de Educação Física que por muitas vezes é vista como um local de práticas somente esportivas e tradicionais, a quadra. A quadra escolar é um espaço versátil que pode ser explorado além das atividades físicas. Pode-se afirmar que a regência foi um tanto desafiadora na instituição em que fomos acolhidas, os/as alunos/alunas mostraram resistência em entender a seriedade do trabalho do profissional de educação física no ambiente da quadra, essa problemática acaba gerando vários desafios e limitações para ambas as partes, estudantes e o professor de educação física. Objetivo: Dessa forma objetivamos por meio deste relato, expor a importância de entender a quadra como um espaço pedagógico que vai além de brincadeiras e lazer, favorecendo assim o desenvolvimento integral dos alunos. Desenvolvimento: Este trabalho trata-se de um relato de experiência feito a partir da observação e regências em sala de aula e na quadra, durante o período de estágio na instituição E.E.M.T.I Wilson Gonçalves, sendo 6 horas de observação e 48 horas de regência. O trabalho abordará reflexões acerca do ambiente de ensino durante as aulas de educação física, tendo como ponto de partida um questionário elaborado pelas autoras direcionadas aos estudantes dos 3º anos do ensino médio com a intenção de compreender como os alunos enxergam as aulas de educação física na quadra e por que elas são entendidas como um momento de escape e fuga das salas tradicionalmente militarizadas historicamente. Conclusão: Neste trabalho procuramos conhecer de forma mais aprofundada a visão dos alunos(as) acerca da disciplina de educação física e seus duplos ambientes de ensino. Os resultados obtidos durante o processo de pesquisa de campo e o formulário aplicado, trazem um reflexo da realidade pela qual o profissional de EF vivencia diariamente em seu ambiente de trabalho. A desvalorização contínua na qual está submerso, pois, esta disciplina, vem sendo tratada como algo complementar dentro das escolas, ou até mesmo uma forma de lazer diário para os estudantes que estão fatigados a uma rotina de estudos, pois o foco continua sendo as disciplinas consideradas essenciais para seu futuro promissor.
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Abrir o trabalhoDesafio na Educação Física: A luta do educador em um cenário de adversidade
FRANCISCO DE ASSIS VALENTIM NETO; Israel Rodrigues do Nascimento; Natalia Cordeiro dos Santos
A Educação Física no ensino médio, conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), busca promover o desenvolvimento integral dos estudantes por meio da prática de atividades físicas, esportes e jogos, possibilitando aos estudantes explorar o movimento e a gestualidade em práticas corporais de diferentes grupos culturais e analisar os discursos e os valores associados a elas. A falta de equipamentos adequados dificulta a execução de atividades diversificadas e a promoção de um ensino de qualidade. Outros fatores de dificuldade durante a regência foi as aulas serem contra turno e a frequente violência encontrada na escola. O presente trabalho tem por objetivo, relatar sobre a experiência de estudantes do curso de Educação Física vivenciadas através da disciplina de estágio supervisionado IV, sobre a escola de ensino médio José Alves de Figueiredo, uma instituição estadual, situada na cidade de CratoCE. Por sua vez o espaço das aulas práticas não possuía infraestrutura adequada, como bebedouros para os estudantes, com escassez de materiais, por tanto, os estagiários precisam buscar metodologias alternativas e criativas, como a improvisação de materiais e um planejamento de atividades adaptadas ao ambiente disponível. Infelizmente, os problemas encontrados nas aulas teóricas não obtiveram resolução, devido ao curto período do estágio, questão complexas, como a violência e a falta de interesse dos alunos, demandam tempo, dedicação, persistência e interversões continuas. Essa experiência não apenas fortaleceu as habilidades pedagógicas, mas também reafirmou o compromisso com a luta por uma Educação Física de qualidade, que promova saúde, cidadania e valores éticos e sociais.
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Abrir o trabalhoDESAFIOS E APRENDIZADOS NA PRÁTICA DE ENSINO DE EDUCAÇÃO FÍSICA: RELATO DE ESTÁGIO NO ENSINO MÉDIO
TAYANA NASCIMENTO SOUZA
Introdução: A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) estabelece diretrizes para a Educação Física no ensino médio, visando uma formação integral e equitativa aos estudantes. objetivando garantir o desenvolvimento humano pleno por meio da cultura corporal e de competências essenciais. Para a efetiva implementação dessas diretrizes, são necessários diversos fatores, entre eles, a formação continuada dos professores e a disponibilização de materiais adequados para a prática de atividades físicas. Objetivo: Este relato refere-se à experiência vivenciada durante o estágio supervisionado no ensino médio. O objetivo é compartilhar as atividades realizadas, os desafios enfrentados e os aprendizados obtidos ao longo das 54 horas do estágio, com foco nas atividades pedagógicas e na prática de ensino. Desenvolvimento: O planejamento das aulas foi enviado para a professora titular, que fez correções e sugestões antes de sua execução. A unidade trabalhada foi o sistema músculo-esquelético, e as aulas procuraram relacionar o conteúdo teórico com a prática do cotidiano dos alunos, como os movimentos básicos e as modalidades esportivas. Essa abordagem facilitou a compreensão do conteúdo e estimulou a interação entre os alunos durante as aulas. Contudo, como mencionado, apesar de observar uma boa participação de uma parte dos alunos, o desinteresse de outros ainda era um obstáculo. Muitos alunos não conseguiam manter o foco devido ao uso de eletrônicos em sala, envolviam-se em conversas fora do tema ou, em alguns casos, dormiam durante as aulas. Esses comportamentos dificultaram o aprendizado e tornaram o ambiente de ensino desafiador, tanto para os alunos quanto para mim, enquanto estagiária, que buscava manter a atenção e o foco de todos os estudantes. Conclusão: Em termos acadêmicos, acredito que os objetivos do estágio supervisionado foram atingidos com sucesso. O estágio proporcionou a vivência da rotina escolar e a experiência no campo de atuação, preparando-me para os desafios futuros da profissão.
Palavras-chave: Educação Física Escolar, Cultura Corporal
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA EM SALA DE AULA: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS CRIATIVAS PARA O ENSINO EM ESPAÇOS LIMITADOS
MANOEL ALEXANDRE DE SOUZA CLEMENTINO; MANOEL ALEXANDRE DE SOUZA CLEMNTINO; CÍCERO MARTINIANO MENEZES; STEFANY VITORIA DAS NEVES CARVALHO
Introdução: O Estágio Supervisionado é fundamental na formação de professores, integrando teoria e prática e contribuindo para a construção da identidade docente. Este relato descreve o IV estágio do curso de Licenciatura em Educação Física da URCA, realizado no Ensino Médio da EEMTI Teodorico Teles de Quental, em Crato-CE, envolvendo turmas dos 1º e 2º anos. Durante a observação, constatou-se a ausência de infraestrutura adequada para aulas práticas, o que compromete a exploração pedagógica e o desenvolvimento integral dos estudantes. Objetivo: O objetivo foi relatar a experiência de ministrar aulas de Educação Física restritas à sala de aula, descrevendo metodologias e estratégias pedagógicas adaptadas. Método: Se foi utilizado metodologias que integrassem teoria e prática de forma criativa e envolvente, como jogos e brincadeiras. Foram realizadas dinâmicas em grupo, nas quais os estudantes criaram atividades relacionadas aos conteúdos trabalhados, também foram aplicados quizzes baseados no conteúdo teórico para consolidar os conceitos apresentados. Resultados: Mesmo com limitações estruturais, foi possível integrar o conteúdo teórico ao cotidiano dos alunos, destacando a importância do esporte e da Educação Física para a promoção do bem-estar e da qualidade de vida. A abordagem demonstrou que, ao adaptar o ensino às condições reais da escola, é possível oferecer um aprendizado significativo. Conclusão: A experiência de estágio supervisionado revelou os desafios e possibilidades do ensino de Educação Física em uma infraestrutura limitada. O uso de jogos e brincadeiras adaptadas na sala de aula mostrou-se eficaz para ensinar conteúdos teóricos e práticos, promovendo engajamento e desenvolvimento social.
Palavras-chave: EstágioEducação Física, Ensino Médio, infraestrutura, brincadeiras, Metodologias
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO IV: RELATO DE EXPERIÊNCIA O USO DA TECNOLOGIA EM SALA DE AULA: EXPECTATIVA E REALIDADE
ELLEN PEREIRA DA SILVA ; Giselly de Araújo Freitas
Introdução: O presente trabalho relata uma experiencia vivenciada na escola pública do ensino médio EEMTI Presidente Geisel Polivalente localizada no Juazeiro do Norte CE, onde as discentes de educação física observaram e relataram o uso muito elevado de tecnologias na sala de aula e o quanto esse uso excessivo pode interferir na aprendizagem desses alunos. No estágio supervisionado IV, que acontece no ensino médio podemos notar que com o avanço da tecnologia na área da educação, o ensino tem passado por uma rápida transformação nos últimos anos. Objetivo: O relato apresentado tem por objetivo expor informações, observações e experiência dos discentes, que foram obtidas nessas nove semanas de estágio supervisionado lV, direcionado para o ensino médio. E deste modo destacar as perspectivas e a realidade do uso da tecnologia como ferramenta nas aulas de educação física no âmbito escolar, a forma de ensino e de aprendizagem e os pontos positivos e negativos que podem contribuir na formação dos discentes. Desenvolvimento Nós percebemos como foi e é importante a inclusão dos recursos tecnológicos na sala de aula como a TV, o NOTBOOK, o DATA-SHOW, dinamizando os conteúdos aplicados pelos professores. Assim como notamos como existe uma real necessidade de agrupar os recursos tecnológicos que os alunos possuem como (ex: os celulares) nesse processo para ensinar e aprender. Usando a tecnologia a favor da nossa na nossa aula, usamos algumas ferramentas tecnológicas, como os slides passados nas aulas, a forma de compartilhamento dos conteúdos em grupos do WhatsApp dos alunos, a pesquisa através da internet usadas nos trabalhos realizados pelos mesmos e a comunicação direta com a professora colaboradora da escola, toda troca de informação e conteúdo compartilhado pelo whatsapp. Mas como foi observado, dentro de sala a realidade é outra, atualmente a gente ver essa tecnologia como uma forma de prejudicar esses alunos onde eles mesmos fazem uma autossabotagem, usando os meios tecnológicos contra eles, onde eles poderiam usar a favor, pelo menos enquanto estivessem dentro da escola e da sala de aula. Conclusão: Diante a trajetória do estágio supervisionado IV podemos concluir que a implementação dessas tecnologias depende de um planejamento pedagógico adequado, quando usada de maneira integrada, esses recursos podem potencializar a aprendizagem de alunos e professores, mas o seu uso indiscriminado ou sem objetivo claro pode resultar em dispersão e falta de foco.
Palavras-chave: Aprendizagem, educação, recursos metodológicos
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Abrir o trabalhoMOTIVAÇÃO DOS ESTUDANTES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: ESTUDO EM ESCOLA DE ENSINO MÉDIO DE TEMPO INTEGRAL DA CIDADE DE JUAZEIRO DO NORTE-CEARÁ
MARIA AMANDA AGUIAR DOS SANTOS ; BEATRIZ SEVERINO DO SANTOS
A Educação Física escolar está inserida na área de linguagem e como disciplina trata de conteúdo específicos da área da Cultura Corporal configurando os temas: Jogos e brincadeiras, Ginásticas, Esportes, e entre outros que constituem a expressão corporal como linguagem. A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) no Ensino Médio busca por meio das diretrizes assegurar uma formação integral para os estudantes, permitindo-os desenvolver as competências e habilidades exigidas para este período. Dessa forma, este trabalho busca explorar a motivação dos estudantes nas aulas de Educação Física escolar teórica e prática, por meio de uma escala adaptada de motivação antes e depois das aulas, o quanto os estudantes estão motivados a participar. A pesquisa foi realizada com adolescentes na faixa etária de 15 a 17 anos que estavam envolvidos nas aulas de Educação Física, o estudo se deu com uma turma sem restrições específicas quanto a gênero ou condições físicas. Podemos concluir que com relação as aulas práticas os alunos se sentem mais motivados para participar, pois as atividades são mais envolventes e desafiadoras, podendo assim o estudante experenciar cada vez mais. Já as aulas teóricas decaem pelo fato de ser utilizado o modelo tradicional. Na prática a metodologia utilizada neste caso, foi a metodologia ativa que proporciona ao aluno ser o protagonista na aula. Quando os alunos percebem que as habilidades aprendidas em aulas práticas podem ser aplicadas fora da escola, seja em esportes ou em atividades de lazer, a motivação tende a aumentar.
Palavras-chave: Educação Física,Motivação,Aula,Ensino Médio
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Abrir o trabalhoINCLUSÃO MENTO: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NA APAE DE JUAZEIRO-CE
PÂMMELA HÉRICA NUNES MARTINS; Isabel Cristina Sebastião de Melo
Introdução: O estágio na APAE de Juazeiro do Norte-CE destacou-se como uma vivência enriquecedora, proporcionando um espaço seguro e acolhedor para explorar as potencialidades dos alunos. Além disso, permitiu observar diferenças em relação a estágios anteriores e identificar os desafios e aprendizagens no ensino adaptado. A instituição, referência no atendimento a pessoas com deficiência intelectual e múltipla, desempenha papel fundamental ao integrar práticas pedagógicas que fortalecem a inclusão e o desenvolvimento integral dos seus alunos. Objetivo: Este relato visa compartilhar as experiências obtidas durante o estágio supervisionado V, enfatizando a relevância da atuação do professor de Educação Física em ambientes inclusivos. Desenvolvimento: O estágio supervisionado destacou-se pelo uso de metodologias inclusivas e adaptadas, valorizando as potencialidades e respeitando as limitações dos alunos com necessidades especiais. Realizado em uma instituição acessível e com estrutura adaptada, promoveu o desenvolvimento integral dos participantes por meio de atividades motoras, cognitivas, sociais e sensoriais. Com materiais adaptados e práticas baseadas em referências teóricas renomadas, como Montessori e Vygotsky, as ações incentivaram coordenação, equilíbrio, memória e interação social. A experiência reforçou a importância do planejamento inclusivo e da educação adaptada como processos contínuos de valorização da diversidade e promoção de um ambiente acolhedor. Conclusão: O estágio supervisionado V na APAE de Juazeiro do Norte-CE evidenciou a importância de políticas inclusivas e práticas pedagógicas adaptadas para o desenvolvimento integral dos alunos. A experiência fortaleceu competências técnicas e humanas, destacou desafios das instituições especializadas e reafirmou o papel transformador da educação física adaptada na inclusão e na qualidade de vida de pessoas com deficiência.
Palavras-chave: Estágio supervisionado,Educação Física,Inclusão
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Abrir o trabalhoJOGOS ELETRÔNICOS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DA APAE - CRATO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
FRANCISCO VAUIRES GONÇALVES DOS SANTOS; Karla Geovana de Souza
Introdução: A presença cada vez mais marcante da tecnologia na sociedade contemporânea tem gerado impactos profundos em diversos setores. Nesse contexto de constante transformação, os jogos eletrônicos surgem como ferramentas com um potencial significativo para transformar o ensino e a aprendizagem, inclusive na área da Educação Física, oferecendo uma oportunidade de se conectar com os interesses e as vivências dos alunos, utilizando essas ferramentas de forma estratégica para promover a inclusão e participação efetiva de todos. Objetivo: Este trabalho apresenta um relato de experiência do estágio supervisionado realizado na APAE de Crato (CE), com a utilização de jogos eletrônicos nas aulas de Educação Física, com ênfase no atendimento a alunos com deficiência intelectual em um contexto escolar inclusivo e especializado, voltado para a atenção integral de pessoas com deficiência. Desenvolvimento: No estágio foram planejadas aulas de forma a proporcionar uma experiência envolvente e educativa para os alunos. Assim, com o intuito de proporcionar uma aula diferente e criativa, optou-se por trabalhar com os jogos eletrônicos para tornar a aula mais dinâmica e estimulante, mais especificamente o jogo eletrônico Just Dance. Observamos um elevado nível de engajamento e excitação, à medida em que buscavam competir um com o outro e melhorar seu nível em ralação ao colega. Ao final de cada aula os professores abriam uma roda de conversa, na qual foi estimulado aos alunos expor sua experiência com esse modelo de aula, suas dificuldades e limitações. Conclusão: O estágio proporcionou aprendizado prático e reflexões sobre o papel do professor em adaptar metodologias e explorar novas ferramentas para o desenvolvimento integral dos alunos com deficiência. O relato reforça a importância do professor de Educação Física buscar ferramentas complementares que unifique as práticas aliadas ao conhecimento objetivado na aula, e através disso promover a participação dos alunos.
Palavras-chave: Educação Física,Jogos Eletrônicos,Dança
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Abrir o trabalhoMUSCULAÇÃO COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL PARA ALUNOS DA APAE-CRATO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
ÍTALLO GUILHERME SARAIVA CAMPOS; Jeová Maurílio Bertoldo Pereira Monteiro
Apesar da legislação brasileira garantir os direitos das pessoas com deficiência, barreiras urbanísticas, arquitetônicas, no transporte, além de obstáculos comportamentais e limitações nas adaptações, dificultam a inclusão plena dessas pessoas em espaços públicos de prática de atividade física e exercício físico. Embora muitas pessoas com deficiência busquem academias para se manter fisicamente ativas, a falta de infraestrutura acessível e ausência de adaptações adequadas nesses locais ainda é comum. Este estudo tem como objetivo apresentar um relato de experiência de estágio supervisionado realizado no curso de Licenciatura em Educação Física, com ênfase na musculação como meio de inclusão e desenvolvimento social para alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) na cidade do Crato, CE. A realização do estágio ocorreu na academia escola da APAE, em que cada aluno contava com uma ficha de treino personalizada, com o objetivo de integrar os alunos autistas da instituição às práticas corporais e à manutenção de sua saúde física e mental. Foi desenvolvido um programa de treinamento semanal adaptado, com três sessões por semana. Essa ficha incluía uma seleção de exercícios adaptados, com figuras ilustrativas às necessidades e habilidades individuais de cada estudante, o que facilitava o acompanhamento e maximizava a eficácia dos treinos. Essa experiência contribuiu para a formação dos estagiários, ajudando-os a entender melhor as necessidades dos alunos e a desenvolver habilidades essenciais para suas futuras carreiras. Os estagiários acompanharam quatro alunos em seus treinos, com horários determinados, o que permitiu o desenvolvimento dos alunos com deficiência em um ambiente adaptado, promovendo inclusão e aprendizado. O estágio na academia da APAE destacou a importância do profissional de Educação Física para promover a participação efetiva das pessoas com deficiência, mostrando que aulas inclusivas são fundamentais para o desenvolvimento da autonomia e cooperação social.
Palavras-chave: Academia, Educação Física, Inclusão, Pessoa com Deficiência.
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Abrir o trabalhoMUSCULAÇÃO COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO E DESENVOLVIMENTO SOCIAL PARA ALUNOS DA APAE-CRATO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
JEOVÁ MAURÍLIO BERTOLDO PEREIRA MONTEIRO ; Ítallo Guilherme Saraiva Campos
Introdução: Apesar da legislação brasileira garantir os direitos das pessoas com deficiência, barreiras urbanísticas, arquitetônicas, no transporte, além de obstáculos comportamentais e limitações nas adaptações, dificultam a inclusão plena dessas pessoas em espaços públicos de prática de atividade física e exercício físico. Embora muitas pessoas com deficiência busquem academias para se manter fisicamente ativas, a falta de infraestrutura acessível e ausência de adaptações adequadas nesses locais ainda é comum. Objetivo: Este estudo tem como objetivo apresentar um relato de experiência de estágio supervisionado realizado no curso de Licenciatura em Educação Física, com ênfase na musculação como meio de inclusão e desenvolvimento social para alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) na cidade do Crato, CE. Desenvolvimento: A realização do estágio ocorreu na academia escola da APAE, em que cada aluno contava com uma ficha de treino personalizada, com o objetivo de integrar os alunos autistas da instituição às práticas corporais e à manutenção de sua saúde física e mental. Foi desenvolvido um programa de treinamento semanal adaptado, com três sessões por semana. Essa ficha incluía uma seleção de exercícios adaptados, com figuras ilustrativas às necessidades e habilidades individuais de cada estudante, o que facilitava o acompanhamento e maximizava a eficácia dos treinos. Essa experiência contribuiu para a formação dos estagiários, ajudando-os a entender melhor as necessidades dos alunos e a desenvolver habilidades essenciais para suas futuras carreiras. Os estagiários acompanharam quatro alunos em seus treinos, com horários determinados, o que permitiu o desenvolvimento dos alunos com deficiência em um ambiente adaptado, promovendo inclusão e aprendizado. Conclusão: O estágio na academia da APAE destacou a importância do profissional de Educação Física para promover a participação efetiva das pessoas com deficiência, mostrando que aulas inclusivas são fundamentais para o desenvolvimento da autonomia e cooperação social
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Abrir o trabalhoOS JOGOS ESCOLARES COMO FORMA DE DESENVOLVIMENTO DE CAPACIDADES DE RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NA TOMADA DE DECISÃO.
ÉLIDA AMERICO VIDAL; ANTÔNIO VALDIVINO RIBEIRO CIDRÃO
Os Jogos escolares como forma de desenvolvimento de capacidades, de resolução de problemas na tomada de decisão foi a temática escolhida, pois ao iniciarmos a semana de observação as escolas de grade regular estavam no período dos jogos escolares e os alunos da instituição que estávamos tinham esse entendimento, vimos também a necessidade de trabalhar com o desenvolvimentos dessas capacidades não apenas para ajuda- los nos jogos, mas também na vida pois, a importância desse desenvolvimento vai muito além do simples domínio de tarefas físicas, está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento cognitivo, social e emocional dessas pessoas. Então explicamos que a cada semana trabalharíamos uma modalidade diferente e que seria feito um minijogo entre eles. A instituição não tinha ao certo um professor de Educação física, então muitas coisas seriam novidades. Este relato de experiência tem como objetivo demonstrar uma vivência dos alunos da instituição associação de pais e amigos dos excepcionais do Crato (APAE) nos jogos escolares como forma de desenvolvimento de capacidades, de resolução de problemas na tomada de decisão envolvendo a superação de situações de frustração à educação inclusiva. O estágio V nos proporcionou essa experiência essencial para a nossa formação como futuros professores que foi realizado na instituição associação de pais e amigos dos excepcionais do Crato- CE em Crato/CE (APAE). Iniciando o estágio no dia 27 de agosto e finalizando no começo do mês de outubro, durando 9 semanas realizando no período de 4 horas semanais nas Terças pela manhã de 7h às 11h. O tipo de método utilizado foi o método de campo, testando as habilidades motoras, os testes de habilidades são usados para avaliar as habilidades físicas dos alunos, como força, resistência, velocidade, equilíbrio e coordenação, com a faixa etária de alunos de 20 à 60 anos divididos por turmas de acordo com suas idades. Como resultado obtivemos uma maior participação durante as aulas e era perceptível a melhora nos jogos ao fazerem educativos relacionados ao jogo da semana levando em consideração a tomada de decisão que teriam naquele momento, o jogo de acordo com a necessidade do aluno. Concluímos que ao final desse processo, conseguimos fazer o nosso planejamento durante essas semanas na instituição e foi essencial essa experiência para nossa formação como futuros professores, ao final, percebemos uma grande diferença evoluíram bastante, pois estavam mais seguros.
Palavras-chave: estagio, APAE, deficiencia
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Abrir o trabalhoRELATÓRIO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO V: A IMPORTÂNCIA DA APAE COMO AGENTE DA INCLUSÃO
JOÃO IVO PEREIRA DE ARAÚJO; Francisco Mamédio Soares Júnior; Robério Nunes dos Santos
Introdução: O Movimento Apaeano é uma força consolidada que integra esforços de famílias, profissionais e a sociedade em geral, com o propósito de garantir inclusão, direitos e qualidade de vida às pessoas com deficiência (PCD). A APAE, enquanto entidade social, tem como objetivo central a promoção do cuidado integral ao ser humano com deficiência, com destaque àqueles com incapacidades mentais e múltiplas. Objetivo: Este relato de experiência tem como objetivo apresentar a história da APAE e seu trabalho. Método: O estágio foi realizado na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE, na cidade de Juazeiro do Norte-CE, localizada no bairro Lagoa Seca. As aulas aconteciam uma vez na semana, na quinta-feira pela manhã, com quatro aulas neste dia, totalizando uma carga horária de 4 horas semanais. As aulas eram divididas em três períodos. Das 8h às 8h45 era a turma infantil; Das 8h45 às 9h30 era a turma adulta; E das 10h às 11h era a aula de atividades aquáticas. De 9h30 até as 10h, era o intervalo. Resultados: As Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE surgiram como uma resposta às necessidades de inclusão social e defesa dos direitos de PCD, especialmente em um contexto histórico marcado por forte discriminação e preconceito. Algo que se costuma imaginar quando se fala em PCD é a exclusão social que estas sofrem, e que já sofreram, sendo isso um dos motivos para a criação da APAE. Diante dessa exclusão social, famílias se mobilizaram para lutar pelos direitos de seus familiares com deficiência, buscando soluções para garantir a preservação desses direitos, assegurando que essas pessoas fossem tratadas com dignidade e como cidadãs plenas. Conclusão: Muitas lições e aprendizados foram adquiridos nesse processo, que contribuirão para a construção de um conhecimento juntamente com a experiência mais sólida e ampliada. É importantíssimo destacar a importância da existência da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – APAE e seu sério trabalho. Visando a inclusão, educação, ensino e melhora da qualidade de vida das PCD, em uma luta por direitos e respeito que vem desde há muito tempo.
Palavras-chave: Estágio supervisionado,Educação Física,Inclusão,Pessoas com deficiência (PCD)
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Handebol Para Terceira Idade
GÉSSICA DE OLIVEIRA SILVA ; Pedro Henrique de Oliveira Silva; Lucas Leodônio Sousa da Silva
ntrodução: O envelhecimento populacional tem aumentado a busca por práticas que promovam qualidade de vida e saúde para idosos. Nesse contexto, o handebol adaptado surge como uma alternativa esportiva que respeita as características físicas e limitações da terceira idade, promovendo bem-estar e inclusão social. Criado em 1998, em Descalvado-SP, o esporte preserva princípios do handebol oficial, mas adota regras específicas para atender às necessidades dos idosos. Objetivo: Este relato busca apresentar os fundamentos e as adaptações do handebol para terceira idade, incentivando sua inserção em programas de atividade física para idosos. Método: Ocorreu a partir de uma aula didática ministrada na disciplina Metodologia do Ensino do Handebol, na Universidade Regional do Cariri, na cidade de Crato-CE, no dia 22/11/2024, às 09h, com a turma do 6° semestre de educação física. A aula foi baseada na análise do histórico, regras e dinâmica do handebol adaptado, utilizando o artigo “Handebol Adaptado para Terceira Idade” como fonte bibliográfica. Resultados: O handebol adaptado demonstra ser eficaz na promoção de saúde física, cognitiva e social. Suas regras incluem quadras menores, bolas específicas e períodos curtos de jogo, respeitando limitações motoras. Apesar de ainda não ser um esporte tão reconhecido, já tem atraído interesse de profissionais e instituições de educação física, ampliando sua divulgação em eventos. Conclusão: O handebol adaptado para terceira idade é uma atividade inclusiva, com grande potencial de impacto na saúde e integração social dos idosos. No entanto, ainda não é comumente conhecido, por tanto faz-se necessário a ampliação de pesquisas para aprofundar os benefícios dessa modalidade, assim como atingir maior número de participantes.
Palavras-chave: Handebol,Esporte Adaptado,Envelhecimento,Qualidade de Vida,Terceira Idade
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Abrir o trabalhoLesões no Handebol Feminino
MARIA SAMYA FERREIRA DE FREITAS; Isabel Cristina Sebastião de Melo; André Reginaldo Batista
Introdução: As lesões no handebol feminino são um tema relevante para a ciência do esporte, uma vez que essa modalidade exige grande intensidade física, com movimentos rápidos, mudanças bruscas de direção, saltos e contato físico constante. Embora o handebol seja um esporte de equipe amplamente praticado por mulheres, as lesões musculoesqueléticas são uma preocupação recorrente, especialmente nas categorias de alto rendimento. Objetivo: Tipos de lesões mais prevalentes em atletas femininas de handebol, avaliando as estratégias de prevenção utilizadas. Método: Foi feito uma busca por artigos científicos no google acadêmico utilizando as palavras-chave lesões, handebol e mulheres. Os artigos encontrados foram selecionados e lidos para obtenção dos dados. Resultados: Assim, na maioria das lesões observadas no cenário desse esporte, as mulheres apresentam uma maior incidência quando comparado aos homens. explicando essa disparidade entre os gêneros a incidência dessas lesões está frequentemente associada a fatores biomecânicos específicos do sexo feminino, como a maior amplitude de movimento nas articulações, diferenças no alinhamento postural e a estrutura óssea e ligamentar. Além das características biomecânicas, aspectos hormonais, como os efeitos do ciclo menstrual sobre a laxidão ligamentar, podem influenciar a vulnerabilidade a lesões, especialmente nas fases de maior predisposição à lesividade. Contudo, as estratégias de prevenção consistem em treinos de fortalecimento e melhora da propriocepção das regiões anatômicas mais afetadas, como o tornozelo, o joelho. Conclusão: Portanto, a ocorrência dessas lesões é decorrente de ações do jogo e das estruturas anatômicas e fisiológicas próprias do gênero. Contudo, se faz necessário um trabalho de prevenção por meio de fortalecimento e melhora da propriocepção das regiões mais afetadas.
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O goleiro do handebol indoor
BRIZIA LAURINDO PEREIRA DESOUSA; Francisca Franciana Carlos; Williane de Lima Guedes
O handebol mostrou-se uma modalidade esportiva que desenvolve e aprimora em seu praticante os aspectos físicos, motores, cognitivos e sociais. Dessa forma, tal modalidade esportiva constitui um papel importante como conteúdo no desenvolvimento motor de crianças. O goleiro do handebol indoor desenvolve capacidades físicas altamente importantes, como: flexibilidade e alongamento, velocidade de deslocamento, reação, força explosiva e resistência. Além disso, ele é responsável por proteger a meta e impedir que a bola entre no gol. Objetivo: O objetivo deste trabalho foi o de apresentar as características técnicas, táticas e psicológicas do goleiro do handebol indoor. Método: O relato ocorre a partir da aula de Fundamentos Básicos do Handebol, na Universidade Regional do Cariri, em Crato (CE). No dia 01/11/2024, no turno da manhã, com os discentes do Curso de Licenciatura de Educação Física do 6° semestre. Preparamos uma aula falando sobre as características do goleiro do handebol indoor. Resultados: Através dos artigos estudados podemos observar que o goleiro do handebol tem uma maior participação em todos os aspectos do jogo, tanto na defesa e ataque, como nos aspectos psicológicos para com os seus colegas de equipe. Os estudos realizados mostraram que o goleiro no handebol indoor desempenha um papel essencial na equipe, sendo muito mais do que apenas o “defensor da meta”. No aspecto técnico, destaca-se pela precisão nos movimentos, pelo posicionamento estratégico e pela agilidade impressionante para defender arremessos e bloquear jogadas. No campo tático, o goleiro se torna quase um “comandante” da defesa, orientando seus companheiros e antecipando as ações do adversário para garantir o equilíbrio do time. Mas talvez o que mais chame atenção seja o lado psicológico: a capacidade de se manter calmo sob pressão, de tomar decisões rápidas e de transmitir segurança para a equipe nos momentos mais decisivos. Todas essas características reforçam a importância do goleiro como um pilar fundamental para o sucesso no handebol indoor. Conclusão: Ao finalizar a aula, fizemos algumas perguntas sobre o tema abordado, e as respostas dos alunos foram corretas, com isso percebemos que a aula foi bem produtiva e perguntamos se eles tinham mais alguma dúvida para esclarecermos. Desse modo, visualizamos que os objetivos almejados foram concluídos.
Oral
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