68 de 68 trabalho(s) aceito(s)
A AUSÊNCIA DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA PRIMEIRA INFÂNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO NO ENSINO INFANTIL
PAULO HENRIQUE DOS SANTOS
Este trabalho tem como objetivo relatar a experiência de estágio supervisionado I, vivida, inicialmente, em uma escola pública, localizada na cidade de Juazeiro do Norte-CE e finalizada em uma escola privada, localizada na cidade do Crato-CE. Durante o estágio foi possível a observação de como as crianças perforamaram ao decorrer das atividades diante da ausência do professor de Educação Física. Com essa observação foi possível pontuar os impactos negativos no desempenho motor e cognitivo na primeira infância dentro do contexto escolar. Conseguindo assim evidenciar a crucial importância da presença do professor de educação física no âmbito escolar desde os primeiros anos do colegial.
Palavras-chave: Educação Física,Estágio Supervisionado,Relato de Experiência
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Abrir o trabalhoA desvalorização das aulas de educação física na escola privada nos anos finais: Um relato de experiência
ANA CLARA FERNANDES DE LIMA; Edvania Alves da silva; Rosileide Bezerra da Silva
Este relato trata de uma experiência pedagógica em Educação Física, na vivência do estágio supervisionado III do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA). Esta experiência foi vivenciada na escola da rede privada de ensino na cidade de Crato-CE no ano de 2024. Na mesma teve participação de turmas do ensino fundamental II com crianças na faixa etária de 11 a 14 anos, essa experiência contou com a regência de6 horas aula semanais com a supervisão do professor responsável, neste trabalho abordamos algumas observações nossas em relação ao o processo de ensino aprendizagem e a relação da aula de Educação Física no ensino fundamental II e como a mesma era ministrada na instituição, buscamos agregar conhecimento com a nossa passagem pela escola, e colaborar de alguma forma com o aprendizado e desenvolvimento das crianças que onde são matriculados. O nosso principal trabalho foi realizar e adaptar atividades que pudessem transpassar a perspectiva da aula de Educação Física na vida dos(as) estudantes, e ressignificar o contexto e experiências vividas nessa aula.Portanto, a desvalorização da Educação Física na escola é um problema complexo, arraigado na história e na cultura escolar, que continua a impactar negativamente a qualidade e a eficácia dessa disciplina essencial para a formação integral dos estudantes.Mas com todos entraves temos grandes contribuições para uma formação de pessoas mais humanizadas e empáticas por meio das práticas corporais, como graduandas acreditamos e temos esperança em uma educação mais igualitária e justa.
A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISÍCA NO AMBIENTE ESCOLAR INFANTIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.
ANA DARK TORRES PESSOA ; Emilly de Sousa Lima; Letícia Ribeiro dos Santos
O presente trabalho foi construído no decorrer das experiências vivenciadas durante a regência em sala de aula do estágio supervisionado I, na educação infantil. As aulas foram ministradas no Centro Educacional Tia Belinha, situada na cidade de Crato-CE. O trabalho tem como objetivo relatar a experiência das atividades desenvolvidas no estágio supervisionado na educação infantil em uma creche da Cidade de Crato- CE o presente artigo trata-se de uma pesquisa exploratória de cunho qualitativo. Como instrumento foi utilizado diário de campo com as observações feitas durante as aulas de educação física no ensino infantil.
Palavras-chave: Educação infantil, Estágio supervisionado, Relato de experiência
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Abrir o trabalhoA NECESSIDADE DE MATERIAIS PARA UMA AULA DE QUALIDADE, RELATOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
ERIKLES SILVA DIONISIO; José Hudson Pinheiro Telis; Nalbert Alves Araújo
RESUMO Este trabalho apresenta um relato da experiência desenvolvido no estágio supervisionado I (Ensino Infantil) do Curso de Educação Física da URCA e sobre suas dificuldades durante o mesmo. Tem por objetivo relatar a experiência de estágio supervisionado vivida na Escola Amiguinha localizada no Crato pelos estudantes discentes do 4º semestre do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri. O estágio contou com observação e prática de aulas que foram administradas por três professores estagiários: José Hudson Pinheiro Telis, Erikles Silva Dionísio e Nalbert Alves Araújo. A metodologia envolveu a observação e regência de apenas uma turma do Infantil V, com cerca de 15 alunos e idade média de 5 anos, através da nossa vivência dentro da escola, observamos, planejamos, executamos e avaliamos com foco em aplicar aulas práticas para desenvolver as habilidades cognitivas, o trabalho em equipe e a socialização dos alunos, que nós, professores em formação, estamos aprendendo constantemente na universidade. Os resultados observados incluem o progresso dos alunos e as mudanças na dinâmica da sala de aula. A conclusão reflete sobre as lições aprendidas e discute as estratégias que podem ser úteis para futuros estágios e para a carreira como professores de Educação Física. Como resultado, houve uma melhora na participação da turma ao longo das aulas, o que nos proporcionou um reforço na capacidade de condução e planejamento das aulas, alinhando-se com as especificações de cada um.
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Abrir o trabalhoA EDUCAÇÃO FÍSICA E INCLUSÃO: UM OLHAR PARA A DIVERSIDADE
GABRIEL DA SILVA LUNA ; Albino Freire de Sousa Filho
O estágio supervisionado em Educação Física Especial envolve a aplicação prática de estratégias inclusivas para estudantes com necessidades especiais. Estagiários, sob orientação de profissionais experientes, aprendem a adaptar atividades físicas para promover a participação e o desenvolvimento de todos. Este relato descreve as experiências vivenciadas na disciplina Estágio Supervisionado V do curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), campus Pimenta, na cidade de Crato. As atividades ocorreram na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Crato-CE. O relato aborda os desafios, estratégias e aprendizagens do estágio, destacando a importância da formação de educadores preparados para a diversidade. Apresenta atividades realizadas, métodos de intervenção, resultados observados e uma reflexão crítica sobre o impacto do estágio na formação pessoal e profissional, contribuindo para a valorização do trabalho da APAE e inspirando outros estudantes a se envolverem em estágios em educação especial.
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Abrir o trabalhoA EDUCAÇÃO FISICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II E SUAS CARACTERÍSTICAS E DIFICULDADES DE APLICAÇÃO
MARCELO ALMEIDA DINIZ; KARINE DE MATOS FEITOSA; JOSÉ HENRIQUE FERREIRA DE SOUSA
Esse relato tem o objetivo de relatar uma experiência de reconhecimento e iniciação à docência de aulas de educação física, da Universidade Regional do Cariri, realizado nas series de ensino fundamental II no 6º, 7º, 8º e 9º anos, realizado no colégio municipal Pedro Felício Cavalcante, na cidade de Crato Ceará, propondo de 3 a 4 horas diárias de atividades recreativas lúdicas, esportivas, jogos cooperativos, brincadeiras e demais atividades propostas nos quatro livros escolares vigentes de educação física presentes na escola, do 6° ao 9º ano, um livro para cada ´serie do fundamental II que trabalhem desenvolvimento da coordenação motora, percepção visual e auditiva, agilidade, equilíbrio, resposta rápida a comandos, desenvolvimento cognitivo, emocional e espacial de deslocamento, com supervisão e observação dos professores, gestores e cuidadores com sugestões e intervenções adequadas.
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Abrir o trabalhoA PARTICIPAÇÃO DE CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR ATRAVÉS DE JOGOS E BRINCADEIRAS
MARIA ELAYCE DE ARAÚJO CLEMENTE ; Lucas Fulgêncio de Oliveira Torquato; Marlon Maxwel Araujo Macedo
O presente trabalho relata uma experiência vigente no Estágio Supervisionado sobre a participação das crianças que culminam em visão reducionista da Educação Física, resumida a participação e conhecimentos das práticas corporais para contrapor esse fato buscamos promover a interação dos alunos, de modo que eles vivenciassem conteúdos que trabalhassem jogos e brincadeiras cantadas. O estágio foi realizado no Educandário Aprender +, com 2 turmas do Infantil por discentes da Universidade Regional do Cariri – URCA. Percebeu-se que mesmo em atividades simples, os alunos buscavam o interesse e desinteresse, onde alguns se dispersaram. Sendo assim, buscou-se trabalhar atividades em que todos participassem. Ao final desse processo, foi perceptível que os alunos se engajaram mais nas atividades propostas, demonstrando maior interesse e desenvolvendo habilidades sociais importantes, como o respeito pelo outro.
Palavras-chave: Relato de experiência, Educação Física Escolar, interesse e desinteresse
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Abrir o trabalhoA RELEVÂNCIA DAS HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II
PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA SILVA ; Elida Américo Vidal; Iagovic de Sousa Matos
Apresentamos o Relato de Experiência após a conclusão das atividades como estagiários docentes do Estágio Supervisionado III na Escola Estado da Paraíba em Crato/CE. Tendo em vista que a experiência de estágio é primordial para preparação dos futuros professores em formação assumir sua identidade como profissional de ensino. Esse relato trata da experiência que tivemos como docentes com pré -adolescentes de 11 a 14 anos, e através dessa objetivamos identificar a importância do desenvolvimento de habilidades motoras no ensino fundamental. Como resultado percebe-se que a maioria das crianças tem dificuldade em habilidades de locomoção (correr, saltar, rolar), de estabilidade (equilibrar-se sobre uma perna ou sobre uma barra de equilíbrio) e de manipulação (arremessar, chutar, pegar). Ao final desse processo, foi perceptível que os alunos tiveram uma grande melhoria em realizar atividades básicas relacionada as habilidades motoras.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado,Habilidades motoras,Ensino fundamental II
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Abrir o trabalhoA RESISTÊNCIA DOS ALUNOS(AS) ÀS AULAS SISTEMATIZADAS E AS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL II
INGRID DO NASCIMENTO FIDELES ; Iris Gomes da Silva; Maria Alice Sales Rodrigues
O vigente estudo explana a resistência dos alunos(as) durante as aulas de Educação Física, no período de maio, em uma escola de ensino fundamental de uma instituição privada, durante o estágio supervisionado III de discentes da Universidade Regional do Cariri (URCA), relatando a observação e intervenção em relação a estratégias utilizadas durante as aulas, com o intuito de alcançar êxito no percurso das aulas e conteúdos programáticos ensinados. Desse modo, foram utilizados materiais adaptados, devido a escassez dos mesmos na escola, contratos de negociação, momentos teóricos com metodologias ativas, os quais forneceram trocas mútuas de respeito, diálogo e muito aprendizado. Os resultados dessas estratégias implicaram em maior facilidade na aplicação dos conteúdos e aceitação a sistematização das aulas, tornando o processo pedagógico proveitoso para ambos. Ressalta-se que estimular a participação dos alunos em aulas sistematizadas de Educação Física é essencial para que haja uma aprendizagem significativa.
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Abrir o trabalhoA SOCIABILIZAÇÃO E EMOÇÕES ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO FÍSICA INCLUSIVA EM UMA APAE DO CRATO-CE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
LUCAS COSTA SANTIAGO; Jhonata Ferreira da Silva
Este relato trata-se das experiencias vivenciadas por dois estagiários, aluno do Curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri – URCA, referente a disciplina de estágio Curricular Supervisionado V, que corresponde ao ensino inclusivo realizado na APAE do Crato-CE, localizado no bairro Vila Alta. Neste trabalho, será relatado a importância do estágio para formação da prática docente e como a atividade física através da Educação Física gera um impacto positivo para o bem-estar de alunos com deficiência. Dito isto, contribuindo para superação, emoções positivas melhorando o dia de cada um e habilidades físicas.
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Abrir o trabalhoAPRENDIZADO TEÓRICO E PRÁTICO DE EDUCAÇÃO FÍSICA COM ADOLESCENTES DA ESCOLA JOSÉ ALVES
JESSE BARBOSA DO NASCIMENTO; Felipe ferreira dos santos junior; Ueder raphael de castro andrade
Este relato trata das experiências vivenciadas por três estagiários, alunos do Curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), referente à disciplina de Estágio Curricular Supervisionado IV, com adolescentes de 14 a 18 anos, na Escola EEM José Alves de Figueiredo, em Crato/CE. Neste artigo, será relatada a importância do estágio para a formação da prática docente na educação do ensino médio, a observação e participação nas atividades desenvolvidas com os adolescentes e a relevância do estágio para a formação pedagógica, além de servir como base para as práticas de construção do conhecimento dos futuros professores/as.
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Abrir o trabalhoASPECTOS QUE PODEM INFLUENCIAR A ADESÃO DOS ALUNOS DE ENSINO MÉDIO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA.
PÂMMELA HÉRICA NUNES MARTINS; Lucas Leodônio Sousa da Silva; Géssica de Oliveira Silva
Introdução: A adesão dos alunos às aulas de Educação Física no ensino médio é um desafio persistente, apesar da obrigação da disciplina pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Este estudo investiga os fatores que influenciam essa participação, com base em um relato de experiência no estágio supervisionado IV no Colégio Estadual Wilson Gonçalves. Objetivos: A pesquisa sublinha a necessidade de políticas educacionais integradas para fortalecer a educação física nas escolas, enfatizando práticas pedagógicas participativas e uma infraestrutura adequada. Métodos: A metodologia de ensino, a relação professor-aluno, a infraestrutura, as atitudes dos alunos e as influências sociais e culturais são cruciais para a adesão dos estudantes às aulas de educação física. Práticas pedagógicas inclusivas e diversificadas, que consideram as diferenças individuais dos alunos, e melhorias na infraestrutura escolar são essenciais para aumentar o engajamento. Resultados: Alunos mais motivados intrinsecamente apresentam maior adesão com instalações adequadas e bem mantidas, presença de equipamentos variados, inclusão de atividades em grupo, professores que mantêm uma relação de respeito e incentivo com os alunos, metodologias de ensino dinâmicas e interativas, e trabalhar a autoestima e a autoconfiança dos alunos, tendo assim um aumento da participação. Conclusão: Através das experiências vividas durante todo estágio supervisionado IV tivemos novas percepções sobre ensino assim trazendo novas referências de como e quais aspectos que podem influenciar a adesão dos alunos do ensino médio nas aulas de educação física.
Palavras-chave: Professores Escolares,Ensino,Educação Física,Inclusão Escolar
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Abrir o trabalhoCONHECENDO OS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO INFANTIL:UM RELATO DE EXPERIÊNCIAS
MARIA EDUARDA CARVALHO DA SILVA ; Maria Samylla Eufrasio Mariano; Laine Menezes Primo
RESUMO Este trabalho relata experiências do Estágio Supervisionado l do Curso de Educação Física da URCA, visando à importância da Educação Física Infantil no ambiente escolar, incentivando práticas para benefícios do desenvolvimento infantil, sua relação direta com psicomotricidade, aspectos importantes para o desenvolvimento psicomotor da criança. A experiência objetivou compartilhar vivenciadas durante o período de Estágio no Colégio Positivo Do Cariri, em Crato-CE, realizando a observação em sala, iniciando uma interação com os alunos para as práticas, o estágio aconteceu com encontros semanais no período de 05/04/2024 a 19/06/2024 totalizando 27h/s, organizadas em plano de aula as brincadeiras, visando o desenvolvimento motor, agilidade, trabalho em equipe, coordenação, estruturação temporal. Enfatizando a importância na Educação Infantil, melhor período para aprender aspectos disciplinares e comportamentais. Pois o indivíduo começa a desenvolver habilidades socioemocionais, por meio das regras presentes na ludicidade da Educação Física, a criança aprende a respeitar, cumprir combinados e ter disciplina. INTRODUÇÃO O movimento é uma das principais formas de comunicação da criança com o meio externo, que se deve ter estimulado desde o nascimento. No estágio de Educação Física no ensino infantil, os futuros profissionais têm a oportunidade de vivenciar de perto a importância do movimento e da atividade física na primeira infância. O movimento humano, portanto, é mais do que simples deslocamento do corpo no espaço: constitui-se em uma linguagem que permite que às crianças agirem sobre o meio físico e atuarem sobre o ambiente humano, mobilizando as pessoas por meio de seu teor expressivo ́ ́. (BRASIL 1998, p. 15). Portanto, esse período é crucial no desenvolvimento das crianças demanda cuidados específicos e uma abordagem pedagógica sensível, que valorize o brincar a experimentação e a socialização por meio do corpo em movimento. Nesse contexto, qual o impacto da atuação do professor docente na Educação Infantil em relação ao desenvolvimento da criança? Se torna fundamental os estagiários compreenderem a relevância da Educação Física na formação integral das crianças, contribuindo para o seu desenvolvimento motor, cognitivo, afetivo e social. É uma oportunidade enriquecedora para aplicar na prática os conhecimentos teóricos adquiridos promovendo um ambiente educacional estimulante e inclusivo . Diante dessa questão, justifica-se a necessidade de entender o assunto, a jornada do desenvolvimento infantil, os educadores desempenham um papel fundamental, seja em casa ou na escola sua influência no crescimento e aprendizado das crianças é inestimável. Os educadores também são mentores, ajudando a moldar as habilidades cognitivas, emocionais e sociais das crianças. Com isso a educação infantil é fundamental para expandir aprendizados essenciais de memória, coordenação motora entre tantas outras funções que terão impactos para toda a vida. É importante tratar, a Educação física no ambiente escolar e estimular a integração social utilizando jogos e brincadeiras enfatizando esportes, tendo em vista que muitas as vezes esse trabalho e realizado por profissionais de outras áreas de formação, exemplo; pedagogos. Sendo assim, às Instituições de Ensino infantil, deveriam priorizar inserir o professor de Educação Física pois esse propõe atividades e praticas que contribuem para desenvolver e estimular a sua coordenação motora a cognitiva e afetiva, utilizando integralmente a ampliação da cultura corporal de movimento. O objetivo geral é relatar as experiências vivenciadas nas aulas de Educação Física no Ensino Infantil, em um estabelecimento escolar de ensino privado no município do Crato-CE: Durante o estágio de Educação Física na Educação Infantil, praticamos os conhecimentos teóricos adquiridos, desenvolvendo habilidades pedagógicas específicas para o trabalho com crianças pequenas, compreender a importância do movimento e da atividade física no desenvolvimento integral dos alunos, promover um ambiente educacional estimulante e inclusivo para as crianças, estimular a criatividade e a ludicidade nas atividades propostas, observar e respeitar as individualidades de cada criança, contribuir para o desenvolvimento motor, cognitivo, afetivo e social dos alunos, e refletir sobre a sua atuação como futuros profissionais da área da Educação Física. DESENVOLVIMENTO (RESULTADOS E DISCUSSÃO) O Estágio Supervisionado I é basicamente a primeira experiência em sala de aula na educação infantil, a princípio foi difícil lidar com as diferentes personalidades dos alunos na escola, faltando diversas vezes trejeito para a troca de experiências com as crianças. Apesar dos empecilhos e desafios que o estágio 1 nós trás, a escola sempre nos deu todo suporte e apoio necessário em todas as aulas e atividades realizadas com as crianças. Após 3 semanas de estágio, já tínhamos um pouco mais de conhecimento dos alunos e assim foi possível criar uma comunicação melhor com a criança, sendo em suma importância para a realização das atividades práticas. Dessa maneira, nós estagiários adquirimos mais segurança para colocar em prática todo o aprendizado que tivemos na universidade, facilitando nossa produção das atividades estabelecendo além da prática física, uma relação de afeto e cumplicidade entre professor e alunos, o que nos ajudou a ter uma experiência enriquecedora como profissionais da área. Nos deparamos com duas crianças com (TRANSTORNO DO ESPECTO AUTISTA) TEA, ambas de 5 anos, sexo masculino e personalidade aparentemente um pouco distintas. Um deles demonstrava ser mais carinhoso e tinha um pouco mais de dificuldade para desenvolver atividades no geral, e apesar da idade ainda não desenvolveu a fala, já o outro consegue falar, porém não interage muito com as pessoas a sua volta, mas ainda assim realizava os desafios que tínhamos programado para eles. A principio eles não queriam participar das atividades, mas buscamos incluí-los, então quando se tinham dificuldade incentivamos e auxiliamos para conseguirem concluir. A cada aula demonstravam mais interesse e acabavam participando das atividades, sem dúvidas, por sentirem incluídos e por conseguirem vivenciar de tudo sem distinção com os colegas, os dias de estágios os deixavam felizes, ansiosos para brincar os deixavam mais confortáveis e confiantes, criando assim uma socialização. CONCLUSÃO O Estágio Supervisionado no Ensino Infantil Anos Iniciais e importante principalmente a oportunidade de experiência, na prática, o conhecimento prático a experiência teórica as incertezas e ansiedades aparecem, devido à pouca experiência que o acadêmico tem em sala de aula, mas a responsabilidade e a vontade de realizar um bom trabalho nos acompanharam o tempo todo. Contudo o apoio da gestão do professor de Educação Física possibilitou um bom andamento das práticas. As atividades realizadas não foram perfeitas, equívocos ocorreram pois as turmas possuem muita diversidade, erros e acertos são necessários, acreditamos ter concluído com êxito essa parte fundamental na formação docente, fazem parte do processo de ensino e aprendizagem e são oportunidades excelentes de refletir sobre a prática docente. Sendo assim o período referente ao estágio serviu de aprendizagem significativa entre o visto na teoria e aplicado na prática. Enfim a realização do estágio se torna um momento decisivo para a formação profissional em qualquer área de atuação, contudo, na educação, tem uma relevância maior, pois é onde o acadêmico desenvolve aptidões responsáveis pela sua formação e interação com os objetivos de ensino, aprendizagem e valorização dessa importante ferramenta de crescimento. O estágio proporcionou, enriquecendo, conhecimento e aprendizagem sobre a prática docente e os desafios da Educação infantil e o quanto é necessário ter os profissionais adequados e capacitados para o seu desenvolvimento. AGRADECIMENTOS Agradecemos a todos os envolvidos neste processo de estágio na Educação Infantil: às crianças, que nos ensinaram tanto com sua espontaneidade e alegria; aos professores e coordenadores, pela orientação e apoio constantes; aos colegas de curso, pela troca de experiências e aprendizados compartilhados. Este período foi fundamental para o nosso crescimento profissional e pessoal, e levaremos cada vivência e ensinamento conosco ao longo da nossa jornada como educadores. Agradecemos por fazerem parte desta etapa tão significativa da nossa formação. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO DESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: MONARA Marcela Marquartt Côgo; FIGUEREDO, Braga; Disponívelem:<https://multivix.edu.br/wp- content/uploads/2019/04/a-importancia-da-educacao-fisica-no-desenvolvimento- psicomotor-na-educacao-infantil.pdf> Acesso em 22 de Junho 2024. BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998 a. v.1. Língua Portuguesa. Brasília: SEF/MEC, 1997. (Série Parâmetros Curriculares Nacionais – Ensino Fundamental 1a a 4a série). PIMENTA, Selma Garrido; LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência: Diferentes concepções. Revista POIÉSIS. Vol. 3, n° 3 e 4, p. 5-24, 2006. SOUZA, Maria Darliane Araújo de. GONÇALVES, Antônia Evangelina Custódio. Relato de Experiências vivenciadas durante o Estágio Supervisionado no ensino de Ciências em uma Escola de educação básica em Itapipoca-CE. Disponível em:<http://www.editorarealize.com.br/revistas/fiped/trabalhos/4e0cb6fb5fb446d1c92e de2ed8780188.pdf> Acesso em 22 de Junho 2024. SCALABRIN, Izabel Cristina. MOLINARI, Adriana Maria Corder. A importância da prática do Estágio. prif/revista arconi/cientervisionatar Disioni pratica estagio.pdf> Acesso em 22 de Junho 2024.
Palavras-chave: Educação infantil,Desenvolvimento,Educação física
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Abrir o trabalhoCONSTRUINDO PONTES NA EDUCAÇÃO FÍSICA: ESTRATÉGIAS DE INCLUSÃO E FOMENTO DE UM AMBIENTE ACOLHEDOR
VALÉRIA BEZERRA BERNARDO; Francisca Clarice Pereira da Silva Leite; Maria Patrícia de Sá; Rejane Vitorino Bezerra
O estágio supervisionado, tem como ponto central propiciar aos graduandos o desenvolvimento de conhecimentos teóricos e práticos. No cenário educacional contemporâneo a inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas aulas de Educação Física tem se tornado um tema bastante relevante e complexo. Nesse sentido, o objetivo geral deste trabalho é relatar a experiência de ministrar aulas de Educação Física nos Anos Finais do Ensino Fundamental. No decorrer das aulas, mas especificamente em uma turma do 7° ano, nesta sala havia dois alunos com TEA, os quais mostravam certa dificuldade para realização de algumas atividades nas aulas práticas de Educação Física. Em geral, a turma apresentava uma certa relutância na inclusão desses alunos, muitas vezes deixando-os de fora das atividades. Assim, compreender a importância de ambientes inclusivos vai muito além do acesso às atividades, refere-se a garantia de oportunidades equitativas que respeitem individualidades e fomentem a aceitação no âmbito escolar.
Palavras-chave: Estágio, Estratégias, Inclusão, TEA
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Abrir o trabalhoDesafios e superações: Reflexões Sobre os Desafios Enfrentados no Início dos Estágios em Meio a Greves Educacionais e Contratempos Acadêmicos.
FRANCISCO EDUARDO PINHEIRO DA SILVA; Thayná Alves Gonçalves
A lei n.11.788/2008 específica que o estágio supervisionado possibilita uma oportunidade de preparação do futuro profissional, com intuito de colocar em prática tudo que lhe foi repassado durante todo o ensino dentro da universidade. O Estágio Supervisionado no Ensino Fundamental – Anos Iniciais é o período em que o estudante tem a oportunidade de observar e o que ele aprendeu na teoria, e aplicar à prática escolar. Por isso, a disciplina de Estágio Supervisionado é de suma importância na formação de todos os acadêmicos. Diante da importância do estágio curricular para formação do profissional de Educação Física, sendo esse coberto de expectativas por parte dos acadêmicos, que esperam nesse período suprir as necessidades práticas para a efetivação da sua graduação, o objetivo desse estudo foi descrever as principais dificuldades e possibilidades vivenciadas de dois discentes do curso de Educação Física no exercício do estágio curricular supervisionado no Ensino Fundamental I.
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Abrir o trabalhoÉ BRINCANDO QUE SE APRENDE: A EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL.
ALLYSON FREIRE TAVARES; DIEGO RAMON DE FREITAS SILVA; LUIZ GABRIEL ALVES DA SILVA
Este relato tem por objetivo apresentar as experiências vivenciadas durante o estágio supervisionado I da Educação Física na Educação Infantil. De um modo geral, consideramos o estágio como um momento fundamental na formação de professores(as), permitindo uma aproximação entre a Universidade e a realidade escolar. Na Educação Infantil, faz-se necessário dar relevância os conteúdos da Educação Física, no sentido de potencializar as vivências das crianças com a cultura corporal numa sociedade que tende a privilegiar mais aspecto motor ou o letramento do que o jogar ou brincar como ferramenta educacional. Nosso objetivo geral durante o estágio na Educação infantil foi apresentar diferentes jogos e brincadeiras no espaço educacional, diversificando as possibilidades de desenvolvimento das crianças e possibilitando uma diversidade de gestualidades e conhecimentos por meio deste conteúdo. Podemos afirmar que o Estágio Supervisionado I, referente à Educação Física na Educação Infantil, permitiu a reflexão crítica acerca da prática, de forma contextualizada, contribuindo para o desenvolvimento da identidade docente em Educação Física, mais especificamente com crianças pequenas.
Palavras-chave: Estágio supervisionado,Educação Física,Metodologias de Ensino
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSCA NO ENSINO INFANTIL: REFLEXÕES E APRENDIZADO NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
VICTOR HUGO AMARAL DE ALCANTARA ; Cicero Klebson Brito Silva; Ravy Bantim Peixoto de Oliveira
Este trabalho apresenta um relato de expiência vivenciado através do estágio supervisionado I, como componente curricular do Curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri – URCA, com carga horária de 54h. Dessa forma, o objetivo foi relatar uma pratica pedagogica vivenciada no Colégio Eldorado, na cidade do Crato-Ce. Trate-se de um estudo descritivo do tipo relato de experiência, com uma abordagem qualitativa. A pratica docente foi realizada com duas turmas do Infantil V “A” e “B”, com um quantitativo equivalente a 20 alunos por sala. As atividades de jogos e brincadeiras populares regionais e música/dança foram realizadas duas vezes por semana, totalizando 6 horas semanais. Conclui-se que o estágio supervisionado foi essencial para proporcionar experiências enriquecedoras que podem beneficia a práxis pedagógicas dos futuros professores.
Palavras-chave: Jogos e brincadeiras, educação física, educação infantil.
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I NO ENSINO INFANTIL
PEDRO HENRIQUE PAIVA CARVALHO; Mário dos Santos Calixto; Isabela Domingos Andrade
O presente trabalho busca relatar uma experiência recente no Estágio Supervisionado I, com alunos do ensino infantil que ocorre nos anos iniciais da criança entre 2 a 5 anos, durante as aulas de Educação Física no período de 04 março a 15 maio de 2024, na instituição de ensino do colégio Eldorado, com os discentes da Universidade Regional do Cariri (URCA). Nesse sentido, tem-se como objetivo apresentar e descrever a experiência adquirida em sala de aula, destacando as atividades realizadas para garantir o sucesso das aulas e conteúdos planejados. levando em conta que mesmos com as várias acomodações a escola não era adequada para as aulas de educação física já que a escola possui um espaço inapropriados para as aulas de educação física , Desse modo, foram selecionadas diversas atividades, incluindo brincadeiras variadas, materiais adaptados, visando estimular o desenvolvimento cognitivo, social e motor das crianças proporcionando uma aprendizagem mais rica e significativa. E levamos em conta que cada criança precisava superar suas dificuldade encontrada que era o espaço inadequado, mais juntos com os funcionários escolares e a preparação dos membros a equipe conseguiu adaptar o ambiente para melhor atender às necessidades pedagógicas promovendo um ambiente mais acolhedor, garantindo que cada criança pudesse participar plenamente de forma segura em todas atividades, Após nossa experiência foi muito notável a evolução de todos os alunos até aqueles que eram menos participativos no inicio, nas últimas aulas tivemos um número maior de alunos participando das aulas, e com um foco maior nas aulas , mesmo sendo algo novos para eles já que não tinha aulas de educação física e também foi um novidade pois conheceram um lugar onde a prática era pra ser mais adequada , mas o que foi visto pelos discentes foi uma área muito inadequada para as aulas de educação física e que precisou de um planejamento maior.
Palavras-chave: discentes,educação física,processo pedagógico,aprendizagem
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Abrir o trabalhoEducação física escolar: um relato de experiência vivenciado no estágio supervisionado I no infantil II e III
ANA PRICILIA GONÇALVES DE OLIVEIRA ; Cicera Pereira da Silva; Williane de Lima Guedes
O estágio supervisionado é um dos requisitos mais importantes para a formação como docente, possibilitando a observação, a vivência e à docência na educação física escolar como construção do perfil profissional do futuro professor(a), assim por meio destes processos o(a) discente podem vivenciar a prática e a realidade da instituição de ensino. O objetivo desse trabalho é relatar as experiências vivenciadas por discentes ao longo do estágio supervisionado I, no infantil II e III, relacionado as experiências teórico metodológicas de ensino-aprendizagem. O estágio foi realizado em uma escola particular residida na rua Senador Pompeu, centro, Crato-CE. Ocorreu nas turmas do infantil II e III, nos dias de quarta e sexta, nos horários de 08hs as 11hs da manhã. Durante as aulas propostas foram utilizadas atividades lúdicas e recreativas, adequadas à faixa etária das crianças. Pudemos perceber a grande contribuição para nossa vida acadêmica e profissional, pois é o momento em que temos a liberdade de aliar teoria e prática e conhecer a realidade da educação física na escola, as dificuldades e os desafios, para os quais devemos estar preparados para buscar alternativas e propor soluções que só são possíveis com conhecimento de causa.
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA INCLUSIVA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ATIVIDADES NO PÁTIO NA APAE DE JUAZEIRO DO NORTE (CE)
LUÍSMATHEUS LIBERALINO DE SOUSA ; Francisco Carlos Oliveira Dias; Rosangela Katielle da Silva Andrade
Introdução: A inclusão na educação tem se tornado tema de muitos debates e pesquisas atualmente, hoje entendemos como inclusão, o fato de trazer para a prática do ensino-aprendizagem todos os alunos, sejam eles típicos ou atípicos. Abordamos as atividades realizadas no pátio justamente partindo dessa perspectiva. Objetivo: Relatar as experiências observadas nas atividades propostas, partindo da compreensão sobre o espaço e o público atendido nesta atividade. Metodologia: Trata-se de um relato de experiencia feito através de observações, e da construção de planos de aula para aplicação de dinâmicas envolvendo jogos, brincadeiras, esportes e atividades ritmadas com o público da instituição APAE de Juazeiro do Norte. Resultados: A vivência desse momento se deu no dia 13 de junho de 2024, na APAE de Juazeiro do Norte (CE), localizada na avenida Deputado Leão Sampaio, bairro Triângulo. Antes desse dia, com o objetivo de reconhecer o espaço, houve uma visita para observação, onde fomos bem recepcionados por todos os funcionários(as) da instituição. A vivência prática não seguiu o planejamento original que fizemos, dessa forma necessitou de adaptações, alternando as atividades entre o nosso grupo de jogos, brincadeiras e esportes e o grupo de atividades rítmicas com músicas. Conclusão: Apesar da necessidade de adaptações, foi uma mudança positiva, toda a turma se ajudou e participou junto dos alunos para garantir a inclusão de todos, o prazer na realização das atividades, onde realizamos atividades de esportes adaptados como o voleibol com balões, tanto em pé como sentados, danças com músicas voltadas as festas juninas, rodas entre outros. Ficou nítido para todos nós a diversidade que há nessa instituição, pessoas com deficiências intelectuais e múltiplas, TEA, limitações em movimentos, ou que fazem uso de cadeira de rodas, dificuldades na fala, mas apesar disso, a alegria que vimos em todos ao realizarem as atividades nos deixa a marca que nossos objetivos foram atingidos.
Palavras-chave: educação física,inclusão,atividades no pátio
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO INFANTIL: DE MINUTOS DE RECREAÇÃO A UMA DISCIPLINA SOLIDIFICADA
REBECA GOMES NASCIMENTO ; Rosa Raissa de Jesus Felix; Italo Gabriel de Oliveira Sousa
Este relato de experiência descreve as atividades desenvolvidas durante o estágio supervisionado no ensino infantil, realizado em uma escola particular da cidade do Crato/CE. O estágio teve como objetivo proporcionar uma vivência prática dos conhecimentos teóricos e práticos adquiridos ao longo do curso, bem como contribuir para o desenvolvimento motor, cognitivo e social das crianças, as atividades foram planejadas e executadas visando estimular a coordenação motora, a percepção corporal, o trabalho em equipe e a interação social e identificar qual a visão que as professoras polivalentes tinham sobre a disciplina educação física. As mesmas possuem concepções similares, considerando a educação física essencial para vida das crianças. Ao longo do estágio, foram observadas significativas evoluções nas habilidades motoras e no comportamento social dos alunos, evidenciando a importância da educação física na formação inicial das crianças. A experiência proporcionou um aprendizado enriquecedor, destacando os desafios e as recompensas do trabalho pedagógico no contexto da educação infantil.
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Abrir o trabalhoEducação física no ensino infantil: desafios e vivências no estágio supervisionado
SAUL MATOS SOBREIRA; José Pedro da Costa neto; Cícero Aleff Da Silva
Este trabalho relata a experiência de um trio de alunos do 5º semestre de licenciatura em Educação Física da URCA durante o Estágio Supervisionado I na E.M.E.I. Francisca Pereira de Matos, em Juazeiro do Norte-CE. Realizado entre março e junho de 2024, o estágio envolveu 54 horas de atividades com crianças de 1 a 7 anos. A prática ressaltou a importância da Educação Física na formação integral das crianças, adaptando atividades para alunos com dificuldades motoras e enfatizando o papel crucial dos profissionais qualificados. Os estagiários planejaram e executaram aulas, promovendo um ambiente inclusivo e motivador. Enfrentando desafios como timidez e falta de experiência, desenvolveram habilidades pedagógicas e de gestão de grupos. A experiência evidenciou a relevância dos profissionais de Educação Física na educação infantil, contribuindo para o desenvolvimento físico, social e emocional dos alunos e preparando-os para a vida em sociedade.
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Abrir o trabalhoEM BUSCA DA PARTICIPAÇÃO EFETIVA DOS ALUNOS(AS) NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: A UTILIZAÇÃO DOS JOGOS COOPERATIVOS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
MANOEL ALEXANDRE DE SOUZA CLEMENTINO; CÍCERO MARTINIANO MENEZES; STEFANY VITÓRIA DAS NEVES CARVALHO
RESUMO O objetivo deste estudo é relatar a experiência do Estágio Supervisionado III, ressaltando a importância dos jogos cooperativos para promover a participação dos alunos nas aulas de Educação Física. O Estágio Supervisionado foi realizado com carga horária de 25 horas totais, nos 6 e 7 anos em uma escola da cidade do Crato – CE. Utilizou-se os jogos cooperativos para promover a inclusão de todas e todos, tornando as aulas atrativas para participar. Isso porque, inicialmente enfrentamos resistência de alguns alunos(as) em participar das aulas. Essa resistência pode ter sido causada pelo receio de interagir com os colegas. Para lidar com isso, criamos um ambiente acolhedor, onde o aluno se sentisse à vontade para participar. As brincadeiras cooperativas nas aulas promoveram um ambiente no qual eles(as) desenvolveram habilidades sociais e emocionais, fazendo com que ganhassem mais confiança em suas habilidades. Palavras-chave: Educação Física Escolar. Estágio Supervisionado. Jogos Cooperativos. INTRODUÇÃO A Educação Física, segundo a Base Nacional Comum Curricular (2018) é um componente curricular que objetiva tematizar as práticas corporais em suas diversas formas de manifestação, produzidas pelos diferentes grupos sociais no decorrer da história. No processo de escolarização, esse componente tem finalidade de contribuir para o desenvolvimento integral, inclusive desenvolvendo valores como solidariedade, liberdade responsável e cooperação (QUERINI, 2013). Para a mesma autora, os jogos cooperativos são essenciais nesse cenário, visto que a cooperação pode ser aprendida assim como foi a competição. Através dessa prática são privilegiadas características de inclusão de todos(as), contrapondo a discriminação e as metodologias tradicionais de ensino que objetivam processos de vitória e conquista exarcebado em troca da perda do outro. De acordo com Orlick (1989) os jogos cooperativos são divididos em: jogos de resultado coletivo, todos(as) têm uma meta comum a ser cumprida; semicooperativos, os quais têm estruturas um pouco competitivas; cooperativos sem perdedores, todos(as) fazem parte do mesmo time; e os jogos cooperativos de inversão, em que os participantes enfrentam trocas de equipes, não sendo possível saber quem ganha ou perde, pois todos passaram por todos os grupos e tiveram a chance de ganhar. Vale ressaltar que os jogos cooperativos têm sido, inclusive, uma maneira de contribuir para a participação dos alunos(as) no Ensino Fundamental II, visto que nessa fase muitos deles(as) não se sentem à vontade para desempenhar atividades individuais por vergonha, ou pela baixa autoestima. Sendo assim, em meio a uma Educação Física que enfrenta a desvalorização dentro da escola, por vezes tida somente como algo recreativo, e que pode conter uma certa resistência em relação à participação quando os conteúdos são sistematizados, os jogos cooperativos se apresentam como uma estratégia de ensino que possibilita, através do trabalho coletivo, o ensino de conteúdos e valores. Sabendo disso, optou-se por utilizar os jogos cooperativos como estratégia de ensino nas aulas de Educação Física do Estágio Supervisionado, visando promover a participação dos alunos(as). A estratégia foi pensada, pois havia uma dificuldade dos alunos(as) realizarem atividades que tinham objetivos individuais para cada um(a) fazer. Por isso, pensou-se em atividades que eles precisassem trabalhar em conjunto para resolvê-las. Portanto, destaca-se que o estágio é um momento importante para compreender as particularidades de cada turma e planejar atividades específicas para o grupo. No estágio há ainda a oportunidade dos futuros professores colocarem em prática o que foi aprendido na universidade, planejar, exercer e adequar um planejamento conforme as necessidades. Desse modo, o objetivo deste relato é descrever a experiência do Estágio Supervisionado III de alunos da Universidade Regional do Cariri - URCA, ressaltando a importância dos jogos cooperativos para promover a participação dos alunos nas aulas de Educação Física de uma escola pública da cidade do Crato - CE. DESENVOLVIMENTO (RESULTADOS E DISCUSSÃO) Inicialmente, realizamos uma observação detalhada das aulas de Educação Física nos 6º e 7º anos da escola na cidade do Crato - CE. Durante essa fase, identificamos uma resistência considerável dos alunos em participar das atividades propostas. Essa resistência parece estar associada a uma falta de interação e confiança entre os estudantes. Observamos também que muitos alunos se sentiam intimidados pelas práticas competitivas tradicionais, o que contribuía para a exclusão de alguns participantes. Com base nas observações, planejamos a introdução de jogos cooperativos nas aulas de Educação Física, com o objetivo de criar um ambiente mais inclusivo e acolhedor. Escolhemos jogos que enfatizavam a colaboração, a solidariedade e o respeito mútuo, promovendo assim um cenário onde todos os alunos pudessem se sentir confortáveis para participar. Preparamos um cronograma de atividades e materiais necessários para implementar essas práticas de maneira eficaz. A intervenção consistiu na aplicação dos jogos cooperativos durante as aulas. Durante essa fase, nos empenhamos em criar um ambiente positivo e de apoio, onde os alunos pudessem desenvolver suas habilidades sociais e emocionais. As atividades foram conduzidas de maneira a incentivar a participação ativa de todos, independentemente de suas habilidades físicas. Utilizamos estratégias de motivação e encorajamento para superar a resistência inicial e promover a cooperação entre os estudantes. Uma das atividades feitas nas aulas, foi a dinâmica das mãos dadas, que tem o intuito de explicitar o valor do trabalho em equipe e em engajar a liderança situacional e informal entre os participantes. Para iniciar os alunos dão as mãos e tentam se recordar de qual participante está em seu lado direito e esquerdo. Em seguida, solicite que os indivíduos soltem as mãos e caminhem livremente pelo ambiente. Em seguida, peça para andar pelo espaço, logo após o comando do professor eles devem dar as mãos ao seu colega que antes estava do seu lado sem sair do lugar e fazer com que o círculo tome sua forma inicial novamente. A avaliação dos objetivos propostos foi realizada através de observações contínuas e feedback dos alunos. Verificamos que a maioria dos alunos demonstrou uma melhoria significativa em sua disposição para participar das aulas. Muitos relataram que se sentiram mais confiantes e integrados ao grupo. No entanto, notamos que a introdução dos jogos cooperativos causou certa estranheza em alguns alunos, especialmente aqueles que nunca haviam participado de atividades cooperativas antes. Isso reforça a importância de trabalhar a cooperação ao longo de todos os níveis de ensino, para que os alunos estejam mais preparados e receptivos a essas práticas. CONCLUSÃO Concluímos que a nossa realidade está baseada na divisão de classes com objetivos diversos e antagônicos. Por isso, oferecer aos alunos novas experiências com base nos Jogos Cooperativos é uma maneira de incentivar mudanças comportamentais em relação ao contexto e a realidade em que nós vivemos. Assim, os Jogos Cooperativos foram levados para o ambiente escolar com o intuito de modificar as aulas e como uma nova possibilidade de atividades para os educadores, visando aumentar a participação dos alunos nas aulas de Educação Física. Os resultados das aulas de estágio mostraram que quase todos os alunos se sentiram motivados a participarem das atividades ministradas. Não houve participação completa dos estudantes, mas, acredita-se que alguns alunos precisem de um tempo para se acostumarem e se interessarem pelas mudanças, tendo em vista que a maioria dos alunos responderam que não conheciam e nunca participaram de atividades cooperativas. Por esse motivo, se a cooperação não for trabalhada ao longo dos anos escolares, ou seja, nos diferentes níveis de Ensino, ao se inserir jogos cooperativos nas aulas de Educação Física, talvez cause estranheza a uma parte dos alunos. Acredita-se que o ideal seja colocar em prática, ações que maximizem as atividades cooperativas na escola, propiciando para os alunos possibilidades de vivenciar novas experiências, promovendo a cooperação e, como consequência, construindo um ambiente escolar mais agradável e um mundo melhor para todos. AGRADECIMENTOS Agradecemos aos responsáveis da escola EEP Estado da Paraíba pela acolhida e por deixar mostrarmos um olhar mais acolhedor, por isso o tema cooperação trazido pelos estagiários da Universidade Regional do Cariri - URCA, para ser uma atividade inclusiva e positiva nas participações, desenvolvimentos e ações.
Palavras-chave: Educação Física Escolar, Estágio Supervisionado, Jogos Cooperativos
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Abrir o trabalhoENGAJAMENTO E MOTIVAÇÃO DOS ESTAGIÁRIOS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM MEIO A GREVE
ARISTOTELES RIBEIRO DA SILVA FILHO ; Maria José Maciel De Souza Neta; Willian Alves da Silva
Durante o Estágio Supervisionado IV do curso de Licenciatura em Educação Física, da Universidade Regional do Cariri (URCA), realizado nas instituições de ensino médio integral EEMTI PREFEITO RAIMUNDO COELHO BEZERRA DE FARIAS e EEMTI WILSON GONÇALVES, tivemos a oportunidade de mergulhar nas práticas pedagógicas do Ensino Médio, totalizando 40 horas/aula. O objetivo principal deste estudo é relatar as experiências ocorridas durante o período de regência de estágio, como futuros docentes da área de Educação Física. A primeira semana de estágio foi dedicada à observação, permitindo-nos conhecer os alunos, a estrutura escolar e os recursos disponíveis. Essa fase de observação foi essencial para entender o contexto educacional e planejar as aulas de acordo com as necessidades e interesses dos alunos. Além disso, foi possível identificar os perfis dos estudantes, suas habilidades motoras, preferências esportivas e o nível de engajamento nas atividades propostas pela escola. Na semana seguinte, iniciamos a regência das aulas, observando o comportamento dos adolescentes e ajustando nossas atividades de acordo. Essa etapa foi crucial para desenvolvermos nossas habilidades de planejamento e adaptação. Encontramos alguns desafios, como a limitação de espaço físico e a falta de recursos didáticos devido ao perigo iminente de greve nas escolas. Contudo, conseguimos superar essas adversidades mantendo o foco em práticas coletivas que promoviam a interação entre os alunos e o desenvolvimento de habilidades motoras e sociais. Durante as aulas, procuramos implementar atividades variadas que englobam diferentes modalidades esportivas e jogos cooperativos, com o objetivo de engajar todos os alunos, independentemente do nível de habilidade ou interesse inicial. Observamos que a inclusão de jogos e atividades lúdicas aumentou significativamente o interesse e a participação dos alunos, contribuindo para um ambiente de aprendizagem mais dinâmico e motivador. Outro aspecto relevante foi a necessidade de ajustar as atividades de acordo com as condições climáticas e a disponibilidade de espaços. Em alguns momentos, devido à chuva, tivemos que adaptar as aulas para ambientes cobertos ou até mesmo realizar atividades teóricas relacionadas à Educação Física, abordando temas como a importância da prática regular de exercícios físicos para a saúde e o bem-estar. A interação com os professores supervisores também foi um ponto positivo do estágio. Recebemos orientações valiosas sobre como conduzir as aulas, gerir o tempo e lidar com situações imprevistas. As reuniões semanais com os supervisores permitiram a troca de experiências e a reflexão sobre as práticas adotadas, contribuindo para o nosso crescimento profissional. O estágio também nos possibilitou vivenciar a realidade do ensino em tempo integral, compreendendo as particularidades desse modelo educacional. Observamos que os alunos que permanecem na escola por mais tempo tendem a desenvolver um vínculo mais forte com a instituição e com os colegas, o que pode ser explorado positivamente nas aulas de Educação Física para promover a cooperação e o espírito de equipe. Além disso, a experiência de estágio nos proporcionou a oportunidade de desenvolver projetos interdisciplinares, integrando a Educação Física com outras disciplinas, como Ciências, História e Matemática. Esses projetos enriqueceram o aprendizado dos alunos, demonstrando a importância da Educação Física como parte integrante do currículo escolar. A avaliação dos alunos foi realizada de forma contínua, levando em consideração não apenas o desempenho nas atividades físicas, mas também aspectos como a participação, o esforço e a cooperação. Esse modelo de avaliação permitiu um acompanhamento mais justo e abrangente do progresso de cada aluno, incentivando-os a se envolverem de maneira mais ativa e consciente nas aulas. Em resumo, o Estágio Supervisionado IV foi uma experiência enriquecedora que nos permitiu aplicar na prática os conhecimentos adquiridos ao longo do percurso da nossa formação no curso de Licenciatura em Educação Física. Aprendemos a lidar com diferentes situações, a adaptar as atividades conforme as necessidades e a trabalhar de forma colaborativa com os colegas e supervisores. Essa vivência foi fundamental para o nosso desenvolvimento como futuros professores, preparando-nos para enfrentar os desafios da carreira docente e contribuir para a formação integral dos alunos. Por fim, destacamos a importância do estágio supervisionado como parte essencial da formação de professores, pois é através dessa experiência prática que podemos consolidar nossos conhecimentos teóricos e desenvolver as competências necessárias para uma atuação eficaz e comprometida na Educação Física escolar. Agradecemos às escolas EEMTI PREFEITO RAIMUNDO COELHO BEZERRA DE FARIAS e EEMTI WILSON GONÇALVES pela acolhida e colaboração, e à Universidade Regional do Cariri (URCA) pela oportunidade de vivenciar essa etapa tão importante de nossa formação.
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Abrir o trabalhoESPORTES NA NATUREZA: COMO OS ESPORTES CONTRIBUEM PARA O DESENVOLVIMENTO DOS ALUNOS NO ENSINO MÉDIO
ISABEL JAMILI SILVA NASCIMENTO; ISABEL JAMILE SILVA NASCIMENTO; CICERO GABRIEL DE ASSIS JABER; JOSÉ MAGNO MARINHO MOREIRA
RESUMO Os esportes de aventura na natureza são práticas físicas realizadas em ambientes naturais, que combinam saúde física e mental com adrenalina e contato direto com a natureza. Esses esportes costumam ser praticados ao ar livre, em terrenos irregulares, altitudes elevadas ou alta velocidade. Existem três tipos principais de esportes de aventura na natureza: terrestres, aquáticos e aéreos. Alguns exemplos incluem escalada, trekking, rapel e mountain bike. Além disso, essas atividades também estão presentes no ecoturismo, promovendo o contato com a natureza e incentivando a preservação ambiental. Além dos benefícios físicos e sociais, os esportes de aventura contribuem para o desenvolvimento integral dos alunos. Eles aprendem a lidar com riscos, a trabalhar em equipe e a apreciar a beleza natural. Essas experiências moldam valores, habilidades e atitudes que os acompanharão ao longo da vida. Escolhemos tal tema para trazer como relato de experiência não só pelo fato de vivenciamos a aplicação dele no período onde estávamos estagiando, mas sim por notar e enxergar a possibilidade de desenvolver um trabalho de análise e conclusão sobre a importância dos esportes na natureza para o desenvolvimento dos alunos no ensino médio. Portanto, incluir esportes de aventura no ensino médio não apenas enriquece o currículo, mas também forma cidadãos conscientes e conectados com o meio ambiente.
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
FRANCIELE DOS SANTOS DA SILVA ; Gabriela Alves de Moura
A Educação Física é uma grande área curricular que abrange diversas práticas corporais. O objetivo deste relato é descrever a vivência do Estágio Supervisionado, ressaltando os obstáculos, fatores e desafios que influenciam nas aulas de Educação Física, como resistência das alunas para participação das aulas, espaço e material, este estágio com conteúdos voltados para o vôlei e futsal visa não apenas promover a atividade física, mas também cultivar habilidades. Era mais visível durante as aulas a divisão pelo sexo, para tematizar esta questão, eram feitas práticas inclusivas, onde todos dependiam de todos e também sempre haviam conversas em relação as diferenças entre homem e mulher. Concluímos que o Estágio Supervisionado foi uma experiência singular e enriquecedora para nós acadêmicas, onde buscamos estabelecer relações de respeito entre professor e aluno, com o intuito de destacar as barreiras e influências que impedem a participação nas aulas de Educação Física.
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: DESAFIOS E ADAPTAÇÕES NAS AULAS PRÁTICAS
FRANCISCO VAUIRES GONÇALVES DOS SANTOS; Valdivino Ribeiro Cidrão; Karla Geovana de Souza
O estágio supervisionado é uma fase crucial na formação do estudante, proporcionando a aplicação prática do conhecimento adquirido durante a graduação. Este relato de experiência aborda as vivências em aulas ministradas durante o estágio em uma escola particular da rede de ensino do Crato - CE. O estágio se destaca como uma ponte entre a universidade e o ambiente profissional, permitindo ao estagiário uma experiência na realidade do educador físico. Este trabalho destaca a importância do estágio na formação do professor, que vai além da visão tradicional de ser apenas a parte prática do curso. Os objetivos deste relatório incluem a descrição das experiências, desafios e adaptações vivenciadas no estágio de Educação Física no Ensino Fundamental II. No aspecto metodológico, destaca-se a importância do planejamento de aula para o alcance máximo no processo de ensino-aprendizagem. A escolha criteriosa de conteúdos e movimentos visa adaptar a teoria à prática, considerando as controvérsias na área de Educação Física escolar. O desenvolvimento do estágio abrangeu um processo metodológico em uma escola, com aulas para turmas do 6° ao 9° ano, enfatizando atividades como jogos recreativos, futsal, voleibol e jogos de tabuleiro. O planejamento cuidadoso e a flexibilidade foram essenciais para se ajustar às características de cada turma. O relato das experiências destaca a importância da socialização, trabalho em equipe e desenvolvimento motor e físico dos alunos.
Palavras-chave: Educação Física,ensino fundamental,adaptação,aulas práticas,desafios
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO: INFRAESTRUTURA ESCOLAR E SEUS DESAFIOS
JANIELLE DE OLIVEIRA ALBUQUERQUE; Mateus dos Santos Ferreira; Maria Izabel da Silva Costa
Este trabalho consiste em um relato de experiência elaborado a partir das vivências do Estágio Supervisionado IV, no contexto escolar, na EEM José Alves de Figueiredo, sobre o desenvolvimento da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado do Curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA)/CE. O estudo tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas por acadêmicos(as) do curso Educação Física (EF) durante o Estágio Supervisionado IV. A metodologia utilizada para o desenvolvimento do trabalho trata-se de um estudo de cunho qualitativo, de caráter descritivo, do tipo relato de experiência. Através de observações e desenvolvimento de jogos e brincadeiras cooperativas, e iniciação aos fundamentos esportivos, foi possível identificar e observar a falta de investimento e espaço para o desenvolvimento das aulas de Educação Física Escolar (EFE). Conclui-se que problemas como; a falta de espaço na escola, para as práticas desenvolvidas, o deslocamento que os alunos tinham que fazer até uma quadra distante da escola para participar das aulas práticas, são fatores que desvalorizam a disciplina e afetam diretamente o curso das aulas de Educação Física no Ensino Médio, gerando desmotivação por parte dos alunos, ocasionando o desengajamento e abandono das aulas.
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Abrir o trabalhoExperiência de ensino e aprendizado na vivência do estágio infantil
ALEX VICTOR RODRIGUES DE SOUZA; Francisca Caroline Araújo Alves; Marcio dos Santos Calixto
Este trabalho descreve uma experiência de Estágio Supervisionado em Educação Física, enfatizando a participação infantil e criticando a visão reducionista que limita a disciplina às práticas corporais. O estágio foi conduzido por estudantes da Universidade Regional do Cariri (URCA) com crianças de 3 a 5 anos na Escola Infantil CESA. As atividades integraram jogos e brincadeiras cantadas para promover o desenvolvimento social e motor, observando-se uma diversidade de interesses e necessidades entre os alunos. Alguns alunos demonstraram entusiasmo imediato, enquanto outros precisaram de estímulos adicionais, levando à adaptação das atividades para garantir a participação ativa de todos. O estágio ocorreu duas vezes por semana, com duas aulas por dia, e foi dividido em fases de observação e aplicação de atividades. Nas primeiras semanas, nos observamos e demos auxílio nas atividades propostas pelos professores da escola, aumentando o relacionamento com as crianças. As atividades planejadas focaram no desenvolvimento motor, cognitivo e social, utilizando dinâmicas lúdicas para promover a socialização, interação e cooperação entre as crianças. A falta de materiais na escola nos trouxe a responsabilidade de improvisar por conta própria para a realização das atividades. Desafios como a paralisação (greve) na URCA interromperam o estágio, afetando a continuidade emocional das crianças e exigindo adaptação do cronograma e das atividades. Apesar dessas dificuldades, o estágio proporcionou um aprendizado valioso, ensinando os estagiários a lidar com situações adversas, serem criativos na elaboração de atividades e a valorizarem o papel fundamental de cada profissional na educação infantil. Além disso, a interação com crianças diagnosticadas com TDAH e autismo destacou a importância da inclusão e da adaptação de atividades para garantir a participação de todos. Conclui-se que a atuação do professor de Educação Física é essencial para o desenvolvimento integral das crianças, promovendo um relacionamento harmonioso e colaborativo, crucial para seu desenvolvimento físico, social e emocional, e contribuindo para o contínuo desenvolvimento profissional do próprio professor.
Palavras-chave: Ensino,ludicidade,desafio
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Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIAS E PRÁTICAS EM EDUCAÇÃO FÍSICA DENTRO DO ENSINO INFANTIL
MARIA JOSIANA DE JESUS ROSA; maria.josiana@urca.br; isaias.Rodrigues@urca.br; sabrina.Alves@urca.br
Trata-se de um relato de experiência realizado pelos estudantes acadêmicos de educação física da Universidade Regional do Cariri - URCA proporcionada pela disciplina de Metodologia de estagio supervisionado I referente ao IV semestre, atuando na área do ensino infantil do colégio da particular Ágape. Este artigo mostra a suma importância do estágio I na formação dos discentes, pois foi possível vivenciar a experiência através das atividades desenvolvidas destacando a inclusão e interação entre as crianças. Além de contribuir no conhecimento pedagógico para a formação do profissional de educação física. o estágio possibilitou o desenvolvimento de competências práticas, como planejamento de aulas e manejo de turma. Podendo observar a aplicação de teorias na prática, reconhecer a relevância de ajustar as atividades visando o avanço tanto motor como social dos pequenos. Essa etapa se mostrou fundamental para solidificar a identidade profissional capacitando-nos para os obstáculos que surgirão no campo da educação infantil.
Palavras-chave: Estágio supervisionado, Autismo, Educação infantil
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Abrir o trabalhoExtratos das experiências vividas nas aulas de educação física com as crianças do Colégio Santa Tereza de Jesus (Crato)
LUCILENE BRAZ DA SILVA ; Luiz Fernando da Silva
Este trabalho retrata as experiências vivenciadas por dois estagiários, alunos do Curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), referente à disciplina de Estágio Curricular Supervisionado I, com crianças de três, quatro e cinco anos, no Colégio Santa Teresa de Jesus, em Crato/CE. Neste artigo, será relatado a importância do estágio para a formação da prática docente na educação infantil, a observação e participação nas atividades desenvolvidas com as crianças e a relevância do estágio para a formação pedagógica, além de servir como base para as práticas de construção do conhecimento dos futuros professores/as.
Palavras-chave: Estágiosupervisionado,Educação infantil,Prática pedagogica
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Abrir o trabalhoEXTRATOS DAS EXPERIÊNCIAS VIVIDAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA COM OS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO
DANILO ANDRADE TORRES; Felipe Nei Ribeiro de Sousa Filho
Este trabalho apresenta um relato de experiência vivenciada a partir do estágio supervisionado IV, componente curricular obrigatório do curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri – URCA voltada à Educação do ensino médio. O presente estudo tem como objetivo relatar a prática pedagógica dos estagiários de Educação Física dentro de um centro de ensino médio da cidade de Juazeiro do Norte-CE. Delineia-se como um estudo descritivo do tipo relato de experiência com abordagem qualitativa. O campo de atuação para a prática docente foi no Centro de ensino integral de ensino médio EEMT Presidente Geisel Polivalente, onde foi contemplada a participação das turmas do segundo ano “C” e do segundo ano “A”. O mesmo teve 5 semanas de regência, realizadas duas vezes por semana, totalizando 6 horas semanais, finalizando com 27 horas aulas no final do estágio supervisionado. Inclui-se que o estágio supervisionado foi de suma importância para proporcionar experiências enriquecedoras e que favoreceram a práxis pedagógica dos professores em formação.
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Abrir o trabalhoGESTUALIDADES E IMAGINAÇÃO: EXPERIÊNCIAS LÚDICAS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL
SILVANIA LUCAS DA SILVA ; Gisele Oliveira Silva; Francisco Carlos Oliveira Dias
O presente trabalho destaca a importância do estágio supervisionado I para a formação acadêmica, sendo a primeira experiência prática no caminho para a formação profissional. Relatando a experiência de universitários em educação física em uma perspectiva lúdica no processo de ensino e aprendizagem para desenvolvimento das atividades práticas realizadas em uma escola de educação infantil. A metodologia tem o intuito de promover um ambiente dinâmico e construtivo de interação social das crianças. Em suma, a experiência demonstrou que o uso de métodos lúdicos é eficaz na educação infantil, criando um ambiente de aprendizado agradável e produtivo. O estágio também ajudou à nós estagiários a desenvolver nossas habilidades pedagógicas e a nos familiarizarmos com o ambiente escolar, adaptando nossas estratégias para atender às necessidades individuais das crianças.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado, Educação Infantil, Lúdicas
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Abrir o trabalhoIMPORTÂNCIA DE UMA AÇÃO EXITOSA DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO INFANTIL EM REDE PÚBLICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
SARA OLIVEIRA SOARES DA SILVA ; Lilith Maria dos santos; Rayssa Gabrielly Cruz Figueirêdo
A LDB.9.394/96 afirma que a Educação Física é componente comum curricular obrigatório da Educação Básica, e que é dever do estado garantir gratuitamente no ensino infantil, fundamental e médio. Na educação infantil um dos papéis importantes está em sua principal relação com a ludicidade, psicomotricidade, e habilidades socioemocionais, as quais são trabalhadas nas aulas. O objeto é relatar a experiência exitosa no estágio supervisionado na Educação Infantil nas aulas de Educação Física. Portanto vale lembrar que o ideal é que a escola tenha um professor de Educação Física capacitado, porém nem sempre é a realidade de algumas instituições, devido a falta de estruturas, falta da aplicação de concurso público de professor efetivo municipal e muitos outros fatores.
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Abrir o trabalhoJogos e brincadeiras e seus desafios no estágio supervisionado I
BRIZIA LAURINDO PEREIRA DESOUSA
O presente trabalho, trata-se de um relato de experiência no estágio supervisionado I, realizado pelas discentes do curso de Licenciatura de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, onde relatamos alguns desafios enfrentados na prática de ensino. As turmas de ensino foram o infantil IV e V, onde realizamos práticas de “Jogos e brincadeiras” de forma lúdica e prazerosa, buscando sempre a participação de todos e a inclusão em todas as turmas. Foram realizadas várias brincadeiras, com o intuito de desenvolver várias habilidades nas crianças de acordo com o estágio de aprendizagem de cada um. Com isso, no decorrer das atividades analisamos as dificuldades particulares de cada um, tendo assim que fazer algumas adaptações para conseguirmos englobar todos na aula. Ao final do estágio, foi observado que todos os objetivos iniciais foram obtidos, através das atividades realizadas e adaptadas para eles.
Palavras-chave: inclusão,socialização,experiência,jogos e brincadeiras
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Abrir o trabalhoJOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL: UMA VIVÊNCIA DE ESTÁGIO
ADNA REBECA TEIXEIRA DA SILVIA
RESUMO Este relato de experiência tem como objetivo apresentar as vivências desenvolvidas ao longo do estágio supervisionado da Educação Física no ensino infantil. O estágio foi realizado em uma escola da cidade de Crato-CE, que oferece ensino para a educação infantil e fundamental I. Ao tratrar pegadogicamente dos conteúdos das práticas corporais na Educação infantil, foi muito proveitoso para a formação integral das crianças da escola, como potencialidades paro o desenvolvimento integral ampliando seus conhecimentos, os conteúdos trabalhados ao longo das aulas foram com base nos jogos e brincadeiras, além de vivênciar essa práticas da cultura corporal para os(as) estudantes, foi um momento de muito aprendizado com as crianças, são muito inteligentes e criativas e nos ensinaram bastantes com seus conhecimentos também.
Palavras-chave: Educação Física, Estágio Supervisionado, Educação Infantil
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Abrir o trabalhoNATAÇÃO NA APAE: CONSTRUINDO CONEXÕES E SENDO PONTE PARA INCLUSÃO
TAYANA NASCIMENTO SOUZA; André Reginaldo Batista; Maria Eduarda Carvalho da Silva
Introdução: Dar aulas na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), envolve trabalhar com alunos com necessidades especificas, promovendo o desenvolvimento integral de destes, isso inclui desenvolver metodologias de ensino que atendam as habilidades e limitações individuais de cada aluno, utilizando recursos pedagógicos diferenciados e foi partindo destas perspectivas que as aulas de natação foram planejadas, afim de promover experiências lúdicas e terapêuticas no decorrer das atividades propostas. Objetivo: Relatar uma experiencia vivenciada com os alunos promovendo aprendizado inclusivo, respeitando as suas limitações, proporcionando um ambiente acolhedor e estimulante visando o trabalho de técnicas de natação, com foco no desenvolvimento motor, social e emocional. Metodologia: Estudo descritivo, qualitativo, do tipo relato de experiência, com a finalidade de integrar conhecimentos teóricos e práticos na solidificação de uma aprendizagem científica adquirida nos componentes curriculares. Resultados: As atividades visaram atender de forma igualitárias a necessidade e expectativa dos alunos, para isso, ter um conhecimento prévio do ambiente ao qual iríamos aplicar as atividades foi relevante, assim como, a interação com os alunos, tendo sempre uma escuta ativa com comunicação clara e objetiva, seguindo o nível de entendimento de cada um dos participantes com empatia e sensibilidade tanto durante o processo de planejamento quanto de execução das atividades. Para que os objetivos da aula fossem atendidos, no decorrer da aplicação das atividades foram necessárias realizar adaptações, garantindo a inclusão de todos dentro do que foi planejado. Os alunos tiveram participação efetiva durante todos os momentos da aula, interagindo com conversas, sugestões e reatividade a todos os comandos que eram passados. Conclusão: No decorrer da experiência vivenciada dentro deste trabalho, é nítido que os impactos positivos foram mútuos, e ficou evidente que a natação atua como um ambiente de inclusão promovendo saúde e bem-estar atuando de forma integral no seu desenvolvimento dos alunos.
Palavras-chave: Inclusão,Educação Física,Natação
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Abrir o trabalhoNAVEGANDO EM ÁGUAS TURBULENTAS: ESTÁGIO III EM ESCOLA PARTICULAR EM TEMPOS DE GREVE
BEATRIZ SEVERINO DOS SANTOS ; José Davi de Sousa Araújo; Maria Amanda Aguiar dos Santos
A Educação Física escolar está inserida na área de linguagem e como disciplina trata de conteúdos específicos da área da Cultura Corporal configurando os temas: Jogos e brincadeiras, Ginásticas, Esportes, Danças e entre outros que constituem a expressão corporal como linguagem. Dessa forma, entendendo os pontos citados, visamos que o objetivo desse trabalho é relatar a experiência desenvolvida no estágio supervisionado III realizado no Colégio Santa Tereza de Jesus (CSTJ). A escola na qual fomos aceitos tinha uma excelente reputação, com uma grande estrutura já renomada na cidade de Crato-CE, esperávamos com isso, aprender com os melhores, aplicar as habilidades pedagógicas, e ter um contato positivo com os alunos. No meio do estágio, a Universidade entrou em um período de greve. O que já estava complicado, se tornou ainda mais desafiador. A greve afetou não apenas as aulas regulares, mas também o estágio supervisionado, que foi orientado que não poderia continuar durante esse tempo de paralisação. Com todas essas mudanças, fomos forçados a adaptar e a encontrar maneiras alternativas de continuar nosso aprendizado, e de desenvolver o estágio conforme a maneira na qual fosse melhor para todos. Logo, para não ficarmos parados, durante o período de greve dos professores, fomos chamados para participar da organização dos jogos intercalasses na mesma escola que estávamos “estagiando”, então fomos e ajudamos com preenchimento de súmulas, organização de materiais, até participação na arbitragem. O estágio III foi bastante turbulento em questão da nossa regência, porém, ainda conseguimos aproveitar algo, ter essa experiência de como se realiza uma organização dos jogos intercalasses, como se desenvolve o ensino em uma rede de ensino privada e também o conhecimento necessário para enfrentar os desafios do mundo real.
Palavras-chave: Estágio,Desafios,Escola
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Abrir o trabalhoO LÚDICO COMO RECURSO PARA INICIAÇÃO AO VOLEIBOL:VIVÊNCIAS PRÁTICAS
TAYANA NASCIMENTO SOUZA; Allyson Freire Tavares; Francisco Sávio De Souza Teles; Lucas Breno Marculino Aguiar; Luiz Gabriel Alves da Silva
Introdução: A Educação Física escolar possui papel fundamental com o trato com o esporte da escola, pois são as práticas desenvolvidas dentro das aulas que possibilitam o primeiro contato de crianças e jovens com as mais diversas modalidades esportivas, contudo, sendo fundamental o trato com este contudo em uma perspectiva educacional e lúdica. Objetivo: Relatar as experiências vivenciadas por acadêmicos(as) durante uma prática pedagógica com os fundamentos do voleibol bloqueio e defesa na formação inicial. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa qualitativa tipo relato de experiência realizado por acadêmicos(as) do quarto semestre do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, referente ao semestre 2023.2, durante a disciplina de metodologia do ensino do voleibol, em que planejamos aulas com base em pedagógicos para os fundamentos do bloqueio e defesa. Resultados: A aula foi planejada para o ensino fundamental, tendo em vista que foi vivenciada na formação inicial e para muitos da sala era o primeiro contato com uma bola de voleibol, após este diagnóstico planejamos a aula fazendo com que fosse acessível para todos(as), ao tratamos pedagogicamente dos dois fundamentos, de forma que as atividades não tivessem um fim apenas na técnica dos movimentos, e sim, despertar para uma leitura da realidade, promovendo a socialização, cooperação e criatividade, dos(as) participantes, de forma lúdica e prazerosa, como também realizar os fundamentos conforme sua gestualidade. Ao final da aula realizamos uma roda de conversa e percebemos que foi possível aprender os fundamentos como também trabalhar com o esporte educacional de forma lúdica e com cientificidade. Conclusão: portanto, o conteúdo esporte ao ser tematizado na formação inicial com base em metodologias de ensino que possibilitem a inclusão e criticidade é de fundamental importância, pesando em uma transformação da realidade por meio do esporte.
Palavras-chave: ludicidade, metodologia do vôleibol, educação física
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Abrir o trabalhoO PAPEL DO PROFESSOR(A) COLABORADOR NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDF ADAPTADA: RELATO DE EXPERIÊNCIA
ALICIA DO NASCIMENTO FÉLIX ; GABRIEL CORDEIRO DA SILVA; INÊSYARA FERREIRA DOS SANTOS
O presente artigo, tem por objetivo relatar as experiências vividas pelos alunos da disciplina de estágio supervisionado V - Educação Física Adaptada- realizado na Apae de Juazeiro do Norte- Ce, sob a supervisão da professora da referida disciplina. A experiência foi extremamente exitosa, principalmente por que a professora da instituição APAE nos foi bastante solicita o que nos permitiu aprender e conhecer melhor a realidade deste trabalho tão importante, uma vez que assegura uma melhor qualidade de vida para os alunos com deficiência, principalmente para os que apresentam limitações motoras. Acreditamos que o papel do professor colaborador de educação física nestas instituições seja de suma importância, pois o mesmo está apto a mediar atividades e incentivar os alunos a atingirem uma melhor socialização e desenvolvimento de suas habilidades motoras o que os capacitará para melhor se expressar e viver com qualidade de vida.
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Abrir o trabalhoO RESGATE DE JOGOS E BRINCADEIRAS POPULARES NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO I
JOHNNYELLY BARBOSA SOARES SILVA
RESUMO Os jogos e brincadeiras ocupam um papel importante no desenvolvimento físico, cognitivo e social das crianças, favorecendo a superação de desafios, aumento da autoestima, senso de realização, não se resumindo apenas a atividades recreativas. O objetivo deste estudo é relatar a experiência do Estágio Supervisionado com crianças, enfatizando a importância dos jogos e brincadeiras populares nos métodos de ensino nessa fase fundamental do desenvolvimento. O estágio foi cumprido com 24 horas totais em uma escola privada, na cidade de Crato-CE, sendo as 4 primeiras destinadas a observação, utilizando como metodologia a aprendizagem lúdica, onde o movimento e a diversão são elementos centrais do aprendizado. Foram desenvolvidas atividades como batata quente, travessia com bambolê, rato na ratoeira, boliche com garrafa pet, arcos no cone, entre outras. As crianças estavam sempre dispostas a participar, muitas vezes, utilizam dos materiais presentes nas aulas para criar outras brincadeiras.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado,Crianças,Jogos e Brincadeiras
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Abrir o trabalhoRelato de Estágio Supervisionado IV no Ensino Médio: Experiências e Aprendizados
ISABEL CRISTINA SEBASTIÃO DE MELO ; Albino Freire de Sousa Filho; Gabriel da Silva Luna
Este relato trata de expôr as experiências vivenciadas por três estagiários, alunos do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), referente à disciplina de estágio curricular supervisionado IV, que ocorreu na escola de ensino médio em tempo integral (EEMTI) Governador Adauto Bezerra, localizada no bairro Seminário, na cidade do Crato-CE.
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Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA
JAQUELINE EDVIRGENS SOUSA SILVA ; Jaqueline Edvirgens Sousa Silva; Karine Teixeira de Sousa e Maria Samya Ferreira de Freitas
O presente estudo tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas por alunas do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), durante a regência do Estágio Supervisionado IV, que foi desenvolvido na Escola EEMTI Governador Adauto Bezerra e PREF. Raimundo Coelho Bezerra de Farias – Liceu localizada na cidade de Crato com adolescentes de 12 a 15 anos de idade. Através das aulas foi identificado a dificuldade dos alunos em saber diferenciar a educação física de recreação e a resistência dos alunos as práticas novas e o desinteresse pela a educação física , as atividades propostas foram de forma lúdica e sempre observando os aspectos de cunho social e cultural, com finalidade de inseri-las no contexto da sua comunidade.
Palavras-chave: Estágio supervisionado
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Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA VIVENCIADO NA APAE: APRENDIZADO E IMPACTOS
THAYS JÉSSICA FEITOSA VIEIRA ; Cássia Correia Gonçalves; José Mateus Gomes Barbosa
Introdução: No decorrer das aulas de Educação Física Adaptada, a professora nos apresentou algumas instituições que visam melhorar a qualidade de vida das Pessoas Com Deficiência (PCD’s), uma dessas é a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), que esteve de portas abertas para nos receber e permitiram que pudéssemos vivenciar uma experiência valiosa. Objetivo: Relatar a experiência vivenciada por nós, discentes, durante uma visita a APAE de Juazeiro do Norte-CE, nesta pudemos observar um pouco da rotina e tivemos a oportunidade de ministrar uma aula onde todos puderam participar. Metodologia: A atividade foi elaborada em etapas, havendo uma visita prévia ao local onde pudemos observar a dinâmica da instituição, pessoas e espaço, a turma foi dividida em equipes para planejamento e execução, visando explorar o máximo de atividades possíveis. Pesquisamos e adaptamos algumas práticas envolvendo jogos e brincadeiras, atividades rítmicas e aquáticas, buscando sempre de forma lúdica incluir todos e todas. Resultados: Foi uma experiência gratificante e enriquecedora, poder levar um pouco de alegria e novas vivências. Pudemos observar a dedicação e o entusiasmo dos alunos (as) durante as atividades onde se mostraram atenciosos, participativos e sempre dispostos a mais. Essa vivência nos proporcionou momentos bons e marcantes, nos fez refletir sobre o quanto o preconceito ainda está entrelaçado em muitos de nós, nos fazendo pensar que as PCD´s são extremamente frágeis. Conclusão: Uma visão diferente das pessoas, observar que a disposição e esforço estão presentes independente da sua condição, marcaram essa experiência única e gratificante, que independentemente das suas limitações, o sorriso no rosto nos inspira a querer ser pessoas melhores.
Palavras-chave: Pessoas Com Deficiência (PCD´s), Vivência,Educação Física Adaptada
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Abrir o trabalhoRelato de experiência: a importância da educação física no ensino fundamental como prática inclusiva e disciplinar.
JOANA DARC DE SOUZA SILVA
Este trabalho tem como objetivo relatar a experiência de vivência do Estágio Supervisionado II realizado na escola de Ensino Fundamental José Ferreira de Menezes, localizada na cidade de Juazeiro do Norte, com turmas do 6º ano, 7º ano e 8º ano. Foi possível notar que a bola ainda é bastante utilizada enquanto material dentro das aulas, o futsal e carimba são práticas bastante solicitadas e incluídas, mesmo tendo uma infinidade de conteúdos e matérias para abordar, conteúdos esses que permitem o trabalho teórico e prático. Concluiu-se que ainda existe uma resistência quando posto em pauta sobre a introdução de outras modalidades enquanto conteúdo por parte não só dos alunos, mas também dos professores, vale ressaltar que essa questão é algo bem mais complexo quando vivenciado do que quando debatido fora problema em questão. durante a vivência do estágio supervisionado.
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Abrir o trabalhoResidência pedagógica e o seu impacto quanto a iniciação à docência Do curso em Educação Física
ERLANIA TEIXEIRA RUFINO
Este relato de experiência apresenta a vivência de uma acadêmica do Curso de Licenciatura em Educação Física por meio do Programa de Residência Pedagógica (PRP), e da influência do programa para o campo de estágio supervisionado obrigatório, realizada na escola pública de ensino médio E.E.M.T.I. Estado da Bahia, localizada em Crato, Ceará. O relato apresenta aspectos gerais do desenvolvimento das atividades realizadas e os resultados obtidos, a partir da visão da discente. Através da vivência obtida tanto no PRP quanto ao estágio em Educação Física. As intervenções na escola ocorreram duas vezes na semana com aulas teóricas e práticas. As aulas práticas aconteciam na quadra ou em uma academia que tinha na escola, já a teórica era em sala de aula. Os principais resultados dessa experiência da Regência Pedagógica passam necessariamente, pela própria vivência da prática da docência, isto é, lidar com a realidade da sala de aula, da escola, trabalho em equipe, e aprender a lidar com as inseguranças e as dificuldades frente a pouca experiência durante a jornada de aprendizado.
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Abrir o trabalhoTEMAS TRANSVERSAIS: SEXUALIDADE NO ÂMBITO ESCOLAR.
WEDNA SAMPAIO COSTA; ABINAEL FELIX DE MELO; MARIA SHAYANE DE SOUSA SANTOS
O curso de Educação Física beneficia os discentes em diversas experiências acadêmicas principalmente na disciplina Estágio Curricular Supervisionado, em que o acadêmico se depara no campo do estágio, com a realidade das escolas públicas. Nesse estágio supervisionado IV iremos retratar sobre nossa experiência no ensino médio, onde nela tivemos problemas como os demais, mas de forma diferente devido ao comportamento dos alunos no que diz respeito a sexualidade em sala de aula, estipulamos regras, e destinamos uma das aulas para explicarmos sobre respeito. E houve mudanças de comportamentos significativos. Todo o planejamento das aulas era seguindo o plano de ensino escolar, teórica e prática, que era trabalhada a Ginástica Para Todos (GPT) e Ginástica de Competição. Estágio Supervisionado IV nos proporcionou experiências acadêmicas e pessoais necessárias para a nossa prática pedagógica enquanto futuros docentes, sendo uma vivência nova e desafiadora, dado que os acadêmicos conviveram com a realidade do campo profissional.
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Abrir o trabalhoTORNANDO O MOVIMENTO UMA DIVERSÃO: EXPLORANDO A COORDENAÇÃO MOTORA NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL
EDUARDA DO NASCIMENTO LOPES ALVES ; Diego Vilela Pires; Érica Maria Rodrigues Aguiar e Moreira
O relato de experiência em estágio supervisionado na Educação Infantil, focado no desenvolvimento da coordenação motora através de jogos, brincadeiras e introdução à ginástica, foi conduzido na Universidade Regional do Cariri (URCA), em uma escola particular comprometida com a educação inclusiva. O estágio ocorreu com turmas de diferentes idades, de Infantil III a V, permitindo aos estagiários explorar diversas metodologias de ensino adaptadas à faixa etária e às necessidades específicas dos alunos, incluindo TEA, dislexia e TOD. Durante as atividades, os estagiários focaram na promoção da coordenação motora grossa e fina através de circuitos de obstáculos, brincadeiras tradicionais e atividades de imitação. Observações contínuas, registros fotográficos e o diálogo constante com as crianças e pedagogas foram utilizados para avaliar o progresso e adaptar as atividades conforme necessário. A experiência destacou a eficácia das abordagens lúdicas para o desenvolvimento integral das crianças, além de reforçar a importância da inclusão na educação infantil. O estágio não apenas fortaleceu as habilidades pedagógicas e de gestão dos estagiários, mas também os sensibilizou para as necessidades individuais dos alunos e para a importância da colaboração interdisciplinar. Essa experiência prática foi essencial para prepará-los para os desafios do ensino na educação infantil, promovendo uma formação mais completa e inclusiva.
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TRANSFORMANDO TEORIA EM EXPERIÊNCIA: ESTÁGIO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO E O IMPACTO DAS AULAS PRÁTICAS
ÍTALLO GUILHERME SARAIVA CAMPOS; Jeová Maurílio Bertoldo Pereira Monteiro; Tharles Paz Duarte
Este trabalho apresenta um relato de experiência do Estágio Supervisionado IV, componente obrigatório do curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri-URCA, focado no Ensino Médio. O presente estudo tem como objetivo relatar a prática pedagógica dos estagiários de Educação Física em uma escola estadual de ensino médio do Crato-CE. Delineia-se como uma abordagem qualitativa do tipo relato de experiência. A experiência docente ocorreu no EEMTI Wilson Gonçalves (Estadual), onde foi contemplada a participação das turmas do 1° ao 3° ano do Ensino Médio. A prática de experiência revelou desafios que permitiram aos estagiários desenvolver habilidades para lecionar no Ensino Médio, incluindo planejamento conforme as necessidades dos alunos, organização do espaço, cumprimento de horários, cuidado com os estudantes e responsabilidade institucional. Conclui-se que o Estágio Supervisionado foi crucial, proporcionando experiências enriquecedoras que melhoraram as práticas pedagógicas dos professores em formação.
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Abrir o trabalhoVIVÊNCIAS E DESAFIOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIAS
FRANCISCO WAGNER CONRADO CRUZ; Francisco Eduardo de Oliveira
Este estudo tem como objetivo relatar as experiências obtidas a partir das vivências por meio do Estágio Supervisionado III, conduzido por estudantes da Universidade Regional do Cariri (URCA). A metodologia utilizada foi um estudo de cunho qualitativo, de caráter descritivo, do tipo relato de experiência. Foram desenvolvidas atividades para a psicomotricidade, durante a vivência foi possível identificar que poucas ou quase nenhuma criança possuem atrasos nas habilidades motoras fundamentais. O Estágio Supervisionado foi realizado no Colégio Diocesano Conceito em Crato-CE, no Ensino Fundamental II, em duas turmas do 8º ano e uma do 9º ano, totalizando 54 horas de prática docente. O estágio incluiu observação de aulas, planejamento e execução de atividades sob supervisão de professores. As atividades abrangeram jogos recreativos, exercícios de alongamento, atividades de coordenação motora, esportes coletivos e aulas teóricas sobre a importância da atividade física. Foi possível concluir através das observações e atividades propostas que as crianças não possuem atraso no desenvolvimento das habilidades motoras fundamentais.
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Educação Física,Estágio Supervisionado,Relato de Experiência,Ensino Infantil
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Abrir o trabalhoATIVIDADES AQUÁTICAS E JOGOS LÚDICOS COM JOVENS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
LUCAS BRENO MARCULINO AGUIAR; Francisco Sávio de Souza Teles
RESUMO Introdução: A fim de proporcionar um ambiente inclusivo e estimulante onde os jovens pudessem interagir, estimular as habilidades motoras e melhorar a confiança em um meio aquático, foram planejadas atividades aquáticas e jogos lúdicos. Objetivo: Relatar um momento com um grupo de jovens com deficiência intelectual (DI), realizada em uma piscina terapêutica. Metodologia: A experiência foi conduzida com 6 jovens, entre 12 e 25 anos, todos com DI, durante uma sessão de duas horas na piscina, realizada por discentes do Curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri - URCA. As atividades incluíram: perguntas e respostas com prenda de estourar balões de água, incentivando a participação e a diversão dos alunos; hidroginástica com música e dança, envolvendo exercícios leves e rítmicos para tornar a atividade lúdica e envolvente; e o jogo "Coelho Sai da Toca", promovendo agilidade, interação e cooperação entre os jovens. Resultados: Resultados positivos foram observados, mostrando progresso significativo na adaptação ao ambiente aquático, superando medos iniciais e participando ativamente das atividades. As atividades promoveram a interação social e a cooperação, criando um ambiente de apoio e camaradagem. Estímulo da coordenação motora e na confiança dos jovens foram notáveis, com exercícios de hidroginástica ajudando no desenvolvimento físico geral. Além disso, a autoconfiança dos jovens aumentou à medida que completavam as atividades com sucesso e recebiam elogios por seus esforços. Conclusão: A experiência de um dia com atividades aquáticas para jovens com DI foi extremamente positiva. As atividades proporcionaram um ambiente inclusivo e estimulante, contribuindo para o desenvolvimento físico, emocional e social dos participantes. Além disso, essa experiência agregou significativamente à nossa formação profissional, proporcionando um aprendizado prático sobre a adaptação de atividades para diferentes níveis de habilidade, a importância da paciência e do encorajamento, e a observação direta dos benefícios terapêuticos das atividades aquáticas.
Palavras-chave: Atividades Aquaticas,Deficiência Intelectual,Experiência
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Abrir o trabalhoATIVIDADES AQUÁTICAS NA APAE DE JUAZEIRO DO NORTE – CE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA.
CICERO NASARO DE SALES
Introdução: As Atividades aquáticas promovem uma ampliação do repertorio motor, interfere diretamente na melhoria de elementos afetivos e cognitivos, e ainda pode ampliar as chances de socialização e de confiança em seus praticantes. Por esses motivos, eu juntamente com meus colegas escolhi essa temática pra trabalhar com as crianças e os adolescentes da APAE de Juazeiro do Norte-CE. Objetivo: Relatar a experiencia que tive na APAE de Juazeiro do Norte -CE, na aplicação de uma aula de atividades aquáticas pra alunos e alunas com deficiência intelectual e múltiplas. Metodologia: Se trata de um relato de experiência na qual pude vivenciar na prática o planejamento, aplicação e o desenvolvimento de uma aula para um público especifico, que são as pessoas com deficiência. Resultados: Essa aula aconteceu no dia 13 de junho de 2024, a escolha se deu pela disponibilidade de uma piscina e a boa vontade daqueles que fazem parte da instituição, fomos muito bem recebidos pelos colaboradores e pelos alunos, o que mais me chamou a atenção foi a adesão de todos as atividades propostas, todos sem exceção, nem um dos alunos se recusaram a participar, uns participaram das atividades dentro da piscina e outros fora dela. Conclusão: Para mim a experiência vivenciada nesse lugar repleto de tanto calor humano, foi sem dúvida enriquecedor, tanto com relação ao meu futuro profissional como também pessoal. Uma das coisas que mais me impressionou foi a conexão que tivemos com eles. Um dos motivos disso ter acontecido foi a forma que os tratamos de igual pra igual, sem preconceito e quebrando os paradigmas de impotência, compreendendo que eles são capazes.
Palavras-chave: Atividades Aquáticas,Educação Física Adaptada,Deficiência Intelectual e Múltiplas
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Abrir o trabalhoATIVIDADES RÍTMICAS NA PERSPECTIVA INCLUSIVA: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA APAE
GISELE OLIVEIRA SILVA; Silvania Lucas da Silva
Introdução: A inclusão de pessoas com deficiência é um tema central na busca por uma sociedade mais justa e igualitária. O presente trabalho vem relatar uma atividade dos alunos de Educação Física na APAE-JN. Objetivo: Relatar a experiência dos acadêmicos na participação e desenvolvimento de uma aula prática, envolvendo atividades ritmadas, destacando a relevância das atividades rítmicas como uma ferramenta eficaz para promover a inclusão. Metodologia: As atividades foram desenvolvidas em uma aula na APAE/Juazeiro do Norte, no dia 13/06/2024 pelos estudantes do curso de Educação Física do 4° semestre, disciplina de Educação Física Adaptada; como objetivo trazer uma vivência do que foi estudado em sala. Resultados: As atividades escolhidas foram Escravos de Jó com a utilização de canos PVC; Batata Quente; Quadrilha Improvisada e, para a aula final, uma música de cunho geralmente junino – Xote das Meninas. Percebemos que houve inicialmente um pequeno grau de dificuldade dos participantes, especialmente com os canos de PVC em Escravos de Jó. Contudo, com o decorrer das atividades, todos foram se adaptando e se divertindo. A Batata Quente trouxe muitas risadas, e a Quadrilha Improvisada destacou a cooperação entre os participantes. No final, a turma demonstrou um grande entrosamento e participação. Foi notável que as atividades desenvolvidas promoveram uma boa interação social entre os alunos e os mediadores, resultando em uma experiência bastante positiva e enriquecedora para todos. Conclusão: A experiência de ministrar uma aula na APAE foi transformadora, certamente nos influenciará em nossas práticas futuras como professores. Percebeu-se que a inclusão vai além de adaptar atividades; trata-se de entender e respeitar as individualidades de cada aluno, criar ambientes inclusivos e estimulantes para todos, independente das suas limitações. É gratificante ver a alegria dos alunos e ao perceber o impacto positivo que uma aula de Educação Física pode ter em suas vidas.
Palavras-chave: Atividades, APAE, Educação Física
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Abrir o trabalhoDANÇA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA
RAYSSA GABRIELLY CRUZ FIGUEIRÊDO RODRIGUES ; Maria Samylla Eufrasio Mariano
Introdução: O presente trabalho trata-se de um relato de experiência da disciplina de Educação Física Adaptada ministrada pela professora Geysa Cachate, onde pudemos conhecer, a APAE, seu principal público são pessoas com deficiência intelectual e múltiplas, através da dança essas pessoas podem demonstrar suas formas de expressão das mais simples até as mais complexas, mostrando não só seus talentos, mas também como se sentem em relação ao mundo. Objetivo: Relatar a experiência que vivenciamos durante uma aula de dança e vivenciamos de maneira descontraída junto com os alunos. Metodologia: Primeiro fizemos uma visita a instituição dia 13/06/2024, após conhecer o local e conhecer toda a parte que compõe a instituição, a professora dividiu em 3 equipes, ficamos com as atividades rítmicas, que é a dança, durante todo o tempo de aula aplicamos vários ritmos, incluindo ritmos regionais juninos. Resultados: A dança promoveu sentimentos positivos e motivacionais para a prática desportiva e proporcionou uma diversão e momento de descontração entre alunos. Além disso, os alunos demonstraram grande interesse pelas práticas que foram aplicadas durante essa aula. Conclusão: Com a Educação Física Adaptada, percebemos que é incrível a prática, e as atividades feitas em meios de inclusão. A alegria e a satisfação nos rostos dos alunos nos encorajam a acreditar na importância da Educação Física para os aspectos cognitivos, emocionais e físicos, como uma oportunidade para que esses alunos (crianças, jovens, adultos ou idosos) possam realizar uma atividade física e melhorar a qualidade de vida e conhecer suas potencialidades.
Palavras-chave: educação física,dança,alunos
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Abrir o trabalhoDESAFIOS E PERSPECTIVAS SOBRE O RACISMO DENTRO DO ESPORTE
SABRINA ALVES VIANA; Gisele Oliveira Silva; Maria Josiana de Jesus Rosa; Silvania Lucas da Silva; Ranya Rodrigues Dantas
Introdução: Apesar dos avanços promovidos pelo crescimento de politicas publicas e socias hoje no mundo ainda é visto como uma significativa problemática os desafios enfrentados por negros dentro do esporte.Objetivo:O objetivo desse estudo é relatar a atividade desenvolvida em sala de aula realizado no momento de estudos dentro da disciplina de metodologia do voleibol viabilizando debater sobre a praticas de racismo com negros dentro do esportes. Métodos: Realizou-se uma aula de cunho qualitativa do gênero relato de vivência feita pela turma promovida na cadeira de Metodologia do Ensino do Voleibol, Dentro do IV semestre. Resultados: os resultados foram obtidos a partir da leitura do texto (negros histórias que não se contam) onde foram desenvolvidos desenhos e charges apresentados em sala de aula, onde desencadeou um debate critico sobre o assunto onde revelou-se que o racismo no esporte não se limita a incidentes individuais, mas que se encontra enraizado em estruturas institucionais e práticas discriminatórias persistentes, podendo se manifestar de várias formas, desde insultos verbais e gestos ofensivos até disparidades salariais e oportunidades desiguais no debate examinou-se como atletas, treinadores, dirigentes e espectadores estão cada vez mais conscientes e engajados na luta contra o racismo no esporte. Conclusão: Dessa forma conclui-se que a utilização de abordagens inovadoras como desbates permite uma forma de ensino mais interativo no qual contribui significativamente para a formação inicial dos alunos, através de um ensino mais inclusivo e baseado na igualdade social por meio do esporte educação. A discussão a respeito do preconceito racial no meio esportivo não só expandiu o conhecimento dos estudantes acerca das complexas interações sociais, como também estimulou o compromisso com princípios de respeito mútuo e equidade. Esse constante diálogo é fundamental para construir um amanhã onde todos os envolvidos no esporte possam competir em um ambiente sem preconceitos e discriminação racial.
Palavras-chave: Educação Física,Práticas Pedagógicas, Voleibol
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Abrir o trabalhoEducação física na educação infantil: a ludicidade e o despertar da criatividade
SÁVIO TELES ; Francisco Sávio de Souza Teles; Paloma Beatriz Felix Almeida do Nascimento; Thays Jéssica Feitosa Vieira
Apresentamos o Relato de Experiência após a conclusão das atividades como estagiários docentes do Estágio Supervisionado I na EMEI Helena Vieira em Juazeiro do Norte/CE. Tendo em vista que a experiência de estágio é primordial para preparação dos futuros professores em formação assumir sua identidade como profissional de ensino. Esse relato trata da experiência que tivemos como docentes com crianças do infantil III, IV e V, e através dessa vivência objetivamos identificar a importância atividades lúdicas no ensino infantil. Como resultado percebemos que a maioria das crianças tem uma facilidade na compreensão das atividades sugeridas, ao final desse processo, foi perceptível que os(as) estudantes se mostraram participativos(as) durante as aulas e vivenciaram as práticas corporais nas diferentes gestualidades. O estágio supervisionado é regido pela Lei 11.788 de 2008 que prevê a supervisão obrigatória dos(as) estágios(as) de um curso. Durante o estágio, o(a) estudante é supervisionado por um profissional experiente, que atua como orientador(a) e mentor(a), auxiliando-o no desenvolvimento de suas competências e na compreensão do ambiente de trabalho. O estágio é uma etapa fundamental na formação de estudantes em diversas áreas de conhecimento. Trata-se de um período de aprendizado prático, no qual os estudantes têm a oportunidade de aplicar os conhecimentos teóricos adquiridos em sala de aula em um ambiente de trabalho real. Esse componente prático da educação desempenha um papel importante na preparação dos estudantes para o desenvolvimento de habilidades e competências necessárias para o exercício de suas futuras profissões. Esse trabalho refere-se a um relato de experiência sobre o desenvolvimento de atividades da disciplina do Estágio supervisionado I do curso de Licenciatura em Educação Física de formato presencial na instituição EMEI Helena Vieira dos Santos. Instituição essa na qual nós estagiários colocamos em prática toda parte teórica recebida durante as aulas, visando desenvolver as atividades lúdicas no ensino infantil. A disciplina assim como, a atuação dos(as) professores(as) de Educação Física nas escolas, é algo que ainda é bastante discutido, pois se tem uma compreensão que as aulas de Educação Física não são importantes, apesar de ser obrigatória segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de n° 9.394/96 (LDB), e mesmo assim não se é tratado com a devida importância. São pouquíssimas as escolas onde chegamos que encontramos um profissional da área como professor(a), geralmente é substituído por um professor(a) de outra área que costuma passar apenas uma recreação, muitas vezes sem uma sistematização e objetividade, ou seja, o brincar por brincar. O desenvolvimento motor como fenômeno é considerado por Keogh (1977) como o desenvolvimento da capacidade de exercer controle sobre o movimento. De forma mais específica, Haywood (1993) o define como um processo contínuo, relacionado à idade, onde um indivíduo progride de movimentos simples para habilidades motoras complexas altamente organizadas, até o ajustamento de habilidades que acompanham a idade (Nascimento et al.,2010 e p.235). De acordo com a LDB 9384/96 “a Educação Física é componente curricular obrigatório da Educação Básica. E a Educação Infantil primeira etapa da educação básica tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até os seus seis anos de idade, em seus aspectos físicos, psicológicos, intelectual e social” (Brasil, 1996, p.11.) Segundo Niles e Socha, (2015). dizem que: a brincadeira oferece as crianças uma ampla estrutura básica para mudanças das necessidades e tomada de consciência, pois, brincando a criança aprende a decidir, ter opiniões próprias, descobre seu papel e seus limites, expressa suas necessidades de explorar o mundo, a partir do domínio das habilidades de comunicação, nas mais variadas formas, facilitando a autoexpressão.Na creche não tem aula de Educação Física, ao começarmos as aulas percebemos que os(as) estudantes ficaram empolgados com a ideia de que nós professores(as) iriamos levar novas atividades que não eram trabalhadas no dia a dia. Visando o despertar do desenvolvimento cognitivo, social e emocional das crianças de forma lúdica e prazerosa. Em primeiro lugar, as atividades lúdicas desempenham um papel importante no desenvolvimento infantil, contribuindo de maneira significativa para o desenvolvimento global da criança, promovendo aprendizado, socialização, criatividade e bem-estar emocional. O Lúdico na perspectiva dos teóricos coloca a ideia de que foi a partir do século XIX que o jogo passou a ser alvo de estudo de psicólogos e pedagogos, ressaltando nomes como Föebel, Montessori e Decroly, que realizaram pesquisas sobre as crianças pequenas e legaram aos jogos e às brincadeiras um importante papel no processo de aprendizagem; As Relações e Inter-relações do Lúdico é de extrema relevância pois determina a relação que o jogo, a brincadeira e o brinquedo desenvolvem na criança, assumindo um valor educativo e trabalhando com aspectos psíquicos; e, por fim, A perspectiva do Lúdico na Construção do Conhecimento, o qual salienta o papel do educador em sua performance de encantamento, não sendo somente um mero transmissor, mas sim um transformador de conhecimentos, utilizando a ludicidade como aliada nesse processo de ensino aprendizagem.(Simone, 2010, p.10). Em resumo, as atividades lúdicas são fundamentais para o desenvolvimento infantil, pois proporcionam um ambiente de aprendizado prazeroso, estimulante e significativo. Por meio do brincar, as crianças exploram, criam e interagem, desenvolvendo habilidades motoras, cognitivas, sociais e emocionais de forma integrada. O lúdico permite que as crianças se expressem, aprendam a lidar com desafios, fortaleçam suas relações interpessoais e construam conhecimento de maneira ativa e envolvente. Portanto, é essencial que as escolas e educadores deem a devida importância a esse aspecto do currículo, integrando as atividades lúdicas de forma eficaz em todas as áreas de aprendizado. Diante disso, é possível identificar com comparações se houveram uma melhora significativa a respeito das atividades lúdicas com a experiência no decorrer do estágio fazendo comparações entre o começo e final do estágio? O nosso objetivo com este relato foi identificar a importância da ludicidade no ensino infantil. A instituição escolhida pelos(as) discentes foi a Helena Vieira dos Santos, nos acolheu de forma satisfatória nos recebendo com entusiasmo, com acordo de cumprir 27h de estágio, sendo de 3h a 4h semanais. Iniciamos a primeira semana em observação estando presentes nas salas, mas sem interferir durante a aula, apenas fazendo com que fossemos familiarizando e conhecido, para que ao interagir com os(as) estudantes na semana seguinte iniciando as aulas de Educação Física, eles (as) já tivessem esse contato. Observamos cada estudante e sua especificidade para que ao fazer os planos de aula fosse base em metodologias para que todos os(as) estudantes participassem de forma integral. Os planos de aulas foram feitos com base em: musicalidade; Circuitos pedagógicos onde foi trabalhada a locomoção, equilíbrio, saltos e arremesso; habilidades motoras finas foram exploradas por meio de desenhos e pinturas, o despertar da cognição, afetividade, socialização, ludicidade e criatividade. Quando se fala no ambiente escolar, a infraestrutura da escola é um aspecto bastante discutido, nesse sentindo Beltrame e Moura (2011) diz que deve haver uma relação dinâmica entre o usuário e o ambiente, portanto o espaço escolar é fundamental para a formação do ser humano. Sabe-se que infelizmente há uma deficiência quando se fala de infraestrutura nas escolas públicas, a falta de local e materiais dificultam o desenvolvimento de práticas pedagógicas de maior qualidade para os(as) professores(as) de Educação Física, por isso, um dos principais pontos talvez seja pensar em aulas mais lúdicas e interativas sem ao menos ter uma estrutura, seja em espaço e materiais, as vezes dificulta este processo. O estágio supervisionado proporcionou uma visão prática da importância das atividades lúdicas no Ensino Infantil. A integração dessas atividades ao currículo escolar não apenas contribui para o aprimoramento físico, mas também para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional dos(as) estudantes. Acredito que essa abordagem holística é fundamental para formar educandos(as) mais completos e preparados para os desafios do futuro. De início tivemos uma calorosa recepção dos(as) estudantes, das professoras e funcionários da escola tornando a jornada bem mais fácil e leve, todas as salas são bastantes cativantes e cheias de energias. A estrutura da escola superou as expectativas, o ambiente era espaçoso e arejado, mesmo sendo de escola pública ainda falta algumas coisas, no horário que estávamos era impossível o uso do pátio, sendo assim ficávamos em sala ou em um espaço reduzido que havia ao lado da sala, as dificuldades maiores encontradas foram o uso dos materiais da escola, pois não nos foram informados que a escola possuía tais, após a substituição da coordenadora passamos por uma reunião onde ela nos informou que os matérias da escola estavam disponíveis para o nosso uso durante as aulas. A inquietude de alguns estudantes com particularidades atípicas dentre elas o autismo, nos trouxeram uma certa dificuldade em dar atenção a muitos de uma só vez, visto que alguns necessitavam de uma atenção individualizada de nós professores(as). Iniciamos com três turmas, primeiramente diagnosticamos e decidimos que realmente trabalharíamos com o conteúdo dos jogos e brincadeiras com ênfase na ludicidade. Já tínhamos algumas ideias de planos de aula a serem colocados em prática antes da primeira vivencia no estágio, porém tivemos que ir adaptando já que ao chegamos lá era outra realidade, principalmente na questão do espaço de trabalho. Como estávamos em trio a cada semana fazíamos o plano de aula em conjunto. Quando a escola disponibilizou os materiais que tinham, mesmo não sendo muito, foi essencial e de grande ajuda para que conseguíssemos realizar as atividades, muitas vezes improvisando com outros materiais. A real problemática durante o estágio foi realmente a falta de comunicação da gestão e nós professores(as) a respeito dos materiais pertencentes a escola. Apesar do espaço do pátio nem sempre estar disponível, para realizamos as práticas de forma com que todos participassem e vivenciassem a experiência. As salas eram grandes, as quantidades de estudantes eram razoáveis, acabava que alguns eram bastante agitados e agitava os demais e dificultando em alguns momentos controle, mas as professoras e cuidadoras presentes nos ajudavam a manter a calmaria, porém mesmo com essa agitação toda eles estavam atenciosos e prestavam bastante atenção na hora da explicação. As turmas que ficamos não tinham professor(a) de Educação Física, ocupamos espaço de outras aulas para que desse certo realizar as nossas, foi combinado os horários com as professoras e a diretora. Na grande parte do tempo era apenas nós e as crianças e algumas vezes as cuidadoras estavam lá também. As atividades levadas eram sempre pensadas nas crianças que tinham alguma especificidade, para que elas também pudessem participar e se sentirem incluídas. Todos os(as) estudantes nos tratavam muito bem, sempre recebíamos vários abraços nas aulas nos corredores e as vezes quando estávamos em outra turma entravam para nos abraçar. “Faça o teu melhor, na condição que você tem, enquanto você não tem condições melhores, para fazer melhor ainda”! (Cortella, 2018). Diante dessas vivências percebemos o mundo encantador que é a educação infantil, são muitos criativos e curiosos. E que valoriza o(a) professor(a) sempre retribuindo com carinho por meio abraços afetuosos, nos ensinado como devemos viver com mais empatia, comunhão e respeito pelo outro. A experiência de estágio supervisionado na EMEI Helena Vieira dos Santos nos proporcionou uma visão prática e profunda sobre a importância das atividades lúdicas no contexto do Ensino Infantil. Durante esse período, ficou claro que a integração dessas atividades ao currículo não só contribui para o desenvolvimento físico das crianças, mas também desencadeia avanços significativos em seu desenvolvimento cognitivo e socioemocional, ou seja, uma formação integral. A observação atenta das especificidades de cada aluno, incluindo aqueles com necessidades especificas, nos incentivou a pensar metodologias inclusivas e colaborativas. A utilização dos materiais da escola, uma vez disponibilizados, foi crucial para a realização das práticas planejadas, demonstrando que mesmo com recursos limitados, é possível oferecer um ambiente educacional enriquecedor. Ao longo do estágio, pudemos constatar o impacto positivo do lúdico no processo educativo das crianças, proporcionando não apenas aprendizado, mas também desenvolvimento de habilidades interpessoais e emocionais. Assim, reforçamos a importância de valorizar e integrar as atividades lúdicas de forma estratégica no currículo escolar, para que cada vez mais crianças tenham acesso a um ensino que promova seu crescimento integral. E as práticas corporais sendo um fator primordial e necessário na educação infantil, principalmente com o trabalho com os conteúdos da cultura corporal como os jogos e brincadeiras. Agradecemos a coordenação da EMEI Helena Vieira dos Santos por ter disponibilizado a escola e pela recepção durante o processo de estágio supervisionado I, agradecemos também a professora Luciana que nos orientou durante esse momento de aprendizado.
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA: ADAPTAR PARA INCLUIR
PALOMA BEATRIZ FELIX ALMEIDA DO NASCIMENTO ; Laine Menezes Primo; Silvani Pereira de Souza
Introdução: Jogos e brincadeiras adaptadas desempenham um papel fundamental na inclusão e no desenvolvimento de pessoas atípicas, por meio do lúdico, é possível desenvolver habilidades motoras finas e grossas, melhorar a coordenação e estimular a criatividade. Além disso, a inclusão em atividades recreativas facilita a construção de relacionamentos interpessoais e a interação social, contribuindo para a criação de um ambiente mais justo e igualitário. Objetivos: Este trabalho visa relatar as experiências vivenciadas por acadêmicos(as) no planejamento e execução de práticas pedagógicas de ensino das brincadeiras e jogos adaptados para os alunos da APAE durante a disciplina de Educação Física Adaptada. Métodos:, Trata-se de um estudo descritivo-exploratório, qualitativo, do tipo relato de experiência, desenvolvido por estudantes do IV Semestre do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, durante o período de 2023.2. Resultados: Após visita inicial e planejamento coletivo, na execução da aula foi realizada uma explicação sobre as brincadeiras, enfatizando a importância da participação de todos para uma experiência enriquecedora. As práticas pedagógicas incluíam: “a brincadeira do balão”, “batata quente”, e “quadrilha improvisada”, todas focadas na ludicidade e no brincar, fatores que agregam para a cooperação, interação social, e o bem estar emocional dos alunos. Ao final da aula, fizemos um aulão de dança com todos os alunos e profissionais da casa misturando o funk com o forró, promovendo a socialização e inclusão. Uma roda de conversa para saber a opinião dos(as) alunos sobre as atividades propostas encerrou esse momento. Conclusão: As práticas adaptadas trazem variados beneficios e, como futuros professores(as), temos o papel de buscar metodologias que superem as barreiras preconceituosas, fortalecendo a concepção de inclusão e diversidade.
Palavras-chave: : Educação Física Adaptada; APAE; Inclusão
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Abrir o trabalhoESPORTE ADAPTADO NA FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA: PENSANDO A PRÁTICA
ERIKLES SILVA DIONISIO; José Hudson Pinheiro Telis; Nalbert Alves Araújo; Isaías Rodrigues da Silva; Vinicius Lacerda Gomes
Introdução: O vôlei adaptado nas escolas é uma iniciativa que visa tornar o esporte acessível a todos os(as) estudantes, independentemente de suas habilidades físicas ou cognitivas. Esta modalidade é de fundamental importância ao pensar em educação inclusiva. Objetivo: Relatar as experiências vivenciadas por discentes durante práticas pedagógicas do voleibol adaptado na formação inicial em Educação Física. Métodos: Trata-se de uma pesquisa qualitativa tipo relato de experiência realizado por acadêmicos(as) do quarto semestre do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, proporcionado pela disciplina de Metodologia do Ensino do Voleibol referente ao semestre 2023.2. Resultados: Durante a disciplina foi proposto o planejamento de aulas para o trabalho com os fundamentos do voleibol (Saque e Recepção; Levantamento e Ataque; Bloqueio e Defesa; Rodízio; Voleibol Adaptado; Minivoleibol). Após todo o conjunto de aulas, baseado em metodologias participativas e adaptadas, os fundamentos foram vivenciados pedagogicamente, desde o tratamento para o ensino infantil, fundamental e médio. Esta metodologia de planejar as aulas coletivamente na formação inicial, possibilitou o(a) graduando(a) tratar pedagogicamente os conteúdos da cultura corporal, entendendo que o processo de formação em Educação Física é para além do “rolar bola”, e sim, problematizar as práticas corporais, buscando uma formação crítica e emancipadora. Muitas práticas foram adaptadas pensando na realidade escolar, como também é uma forma de incluir diversas pessoas, independentemente da idade, habilidade ou cor. Dessa forma foi percebido o interesse de todos os(as) discentes em vivenciar e planejar as aulas, tendo em vista que muitos graduandos(as) não tinham a cultura da prática do voleibol. Conclusão: Diante da vivência proporcionada ao longo das aulas, percebemos a importância de um planejamento que busque envolver todos(as) sem exclusão, possibilitando vivenciar as diferentes práticas corporais de acordo com as especificidades de cada pessoa, e com isso, despertar sentido e significado para sua vida.
Palavras-chave: Educação Física,Práticas Pedagógicas,Esporte adaptado,Voleibol
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Abrir o trabalhoGÊNERO E ESPORTE: AS PESSOAS TRANSEXUAIS DE QUE LADO JOGAM?
LILITH MARIA DOS SANTOS; Rayssa Gabrielly Cruz Figueiredo Rodrigues; Rosangela Katielle da Silva Andrade; Herbert Marques Viana
Introdução: O machismo é um fenômeno social enraizado na sociedade que se manifesta de várias formas, no ambiente esportivo sendo frequente ocorrências de desigualdades de gênero como a discriminação com pessoas transexuais. Objetivo: Relatar as experiências vivenciadas por acadêmicos(as) na formação inicial em Educação Física sobre a problematização da participação de pessoas transexuais nas práticas esportivas. Métodos: Experiência desenvolvida por acadêmicos(as) do 4° semestre do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, do semestre de 2023.2, durante a disciplina de Metodologia do ensino do Voleibol. A proposta metodológica foi apresentada pela docente em colaboração com os(as) estudantes, os artigos utilizados como base foram: Participação de transexuais nas práticas corporais: problematizações potentes para a Educação Física Escolar e O voleibol e a participação de atletas trans: Outro ponto de vista, foi proposto a construção de uma resenha crítica e uma roda de conversa para termatização do marcador social. Resultados: Conforme as discussões durante a roda de conversa, percebe-se que as pessaos trans em muitas competições esportivas são barradas sua participação, mesmo havendo algumas modalidades esportivas que já contratam pessoas trans, é uma temática que vem sendo discutida recentemente na formação inicial e pouco debatida na educação básica. Constata-se muitos discursos limitam-se as questões biológica ou fadada a uma falácia da aceitação. É sabido que os atravessamentos que dificultam esse processo de inclusão, se dar mais por uma questão social do que biológica. Como também por ser um grupo demacardo socialmente, com dificuldades de inclusão dentro do esportes, passam por processos dolorosos de testes para redução de hormônios, ainda sofrem muitas violências com expectativa de vida que chega até 35 anos. Conclusão: Portanto se faz necessário o debate sobre as questões de gênero na formação inicial, possibilitando uma educação crítica e emancipadora e que esteja pautada em uma justiça social.
Palavras-chave: Educação Física, Esporte, Gênero;
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Abrir o trabalhoINOVAÇÕES NA EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA NA APAE: IMPACTO E TRANSFORMAÇÃO.
ALLYSON FREIRE TAVARES; LUIZ GABRIEL ALVES DA SILVA
Introdução: Este resumo é um relato de experiência onde falamos sobre nossa visita a uma instituição que apoia e educa pessoas com deficiência. A experiência foi transformadora, permitindo-nos aplicar práticas de Educação Física Adaptada para os alunos da instituição. Objetivo: Relatar a experiência vivenciada, e como ela afetou nossa visão sobre nosso futuro como profissionais de Educação Física. Métodos: A visita ocorreu na APAE de Juazeiro do Norte, no dia 13/06/2024, um espaço dedicado ao cuidado e educação de pessoas com deficiência. participamos das atividades feitas no pátio, sendo uma das atividades o vôlei sentado, uma modalidade adaptada que permite a participação de todos os alunos, respeitando suas limitações. O objetivo era vivenciar de perto como essas atividades são conduzidas e como elas contribuem para o desenvolvimento integral dos alunos. Resultados: Nunca tendo visitado um ambiente semelhante, esperávamos encontrar desafios significativos, mas também esperávamos aprender sobre a capacidade de superação e resiliência dos alunos de lá. Ficamos impressionados com a habilidade e entusiasmo dos alunos durante as atividades. Observar como eles se engajam e cooperam uns com os outros foi inspirador. A atmosfera de união durante as atividades mostrou claramente a importância da Educação Física Adaptada não apenas para o desenvolvimento físico, mas também para promover a inclusão e espírito de equipe. Conclusão: Aprendemos não apenas sobre adaptação e inclusão, mas também sobre a importância de proporcionar oportunidades iguais para todos. Testemunhar a determinação e o espírito de superação dos alunos da APAE reforçou nossa convicção na valorização da diversidade e na criação de ambientes inclusivos em todos os aspectos da vida. Essa experiência nos inspirou a buscar maneiras de promover a inclusão em nossa própria prática profissional e pessoal, reconhecendo que todos têm potencial para contribuir positivamente para a sociedade, independentemente de suas limitações.
Palavras-chave: Educação Física Adapatada, Inclusão, Diversidade
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Abrir o trabalhoMETODOLOGIA DO ENSINO DO VOLEIBOL E NEGRITUDES: RESISTINDO PARA EXISTIR
PAULO HENRIQUE DOS SANTOS; Cássia Correia Gonçalves; Adna Rebeca Teixeira da Silva; Johnnyelly Barbosa Soares Silva; Thays Jéssica Feitosa Vieira
Introdução: A população negra é alvo de racismo, discriminação e preconceito na sociedade em que vivemos, assim como tantos outros marcadores sociais, nas escolas e universidades o cenário não é diferente. Sendo importante essa discussão na formação inicial. A Educação Física em especial no trato com as práticas esportivas. Objetivo: Relatar as experiências vivenciadas por acadêmicos(as) durante uma roda de conversa problematizando negritudes e práticas esportivas na formação inicial em Educação Física escolar. Métodos: Trata-se de um relato de experiências desenvolvido por acadêmicos(as), na disciplina de Metodologia do ensino do Voleibol. A proposta metodológica foi apresentada pela docente em colaboração com os(as) estudantes, usando como base um capítulo de um livro: "NEGRAS HISTÓRIAS QUE NÃO SE CONTAM": aproximações problematizadoras sobre negritude na Educação Física Escolar, foi proposto uma produção de um desenho ou charge como uma forma de expressão e reflexão. Resultados: Uma das citações foi o seriado “Todo mundo odeia o Cris”, que trata de maneira humorística as dificuldades enfrentadas por uma família negra, que lida com o racismo sutil e explícito em várias situações do dia. Outro exemplo foi o de Vinicius Júnior, que chegou em um lugar de potência através do esporte e vem enfrentando a crueldade do racismo. A cada apresentação era reforçado que ser negro no Brasil é lidar frequentemente com desafios e injustiças, com falta de políticas públicas eficazes para combater o racismo institucionalizado e que estamos longe de viver em uma sociedade sem as correntes que parecem não ter sido quebradas para liberdade total da população negra. Conclusão: Esse método de aula foi importante para refletirmos e termos e um olhar mais crítico para a realidade e que os marcadores sociais precisam estar na educação escolar básica, já dizia o Nelson Mandela “a educação é a arma mais poderosa para mudar o mundo.
Palavras-chave: Metodologia do voleibol,Formação inicial,Esporte,Negritudes
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Abrir o trabalhoPEDAGOGIA DO VOLEIBOL: ADAPTAR PARA INCLUIR
LUIZ FERNANDO SANTOS DA SILVA; Paloma Beatriz Felix Almeida do Nascimento; Silvani Pereira de Souza
Introdução: O vôlei adaptado é uma modalidade desportiva inclusiva que atribui alterações no esporte tradicional, como a altura da rede e o tamanho da quadra, para abranger um maior número de praticantes. Essa modalidade tem como finalidade promover o desenvolvimento físico, cognitivo e social dos participantes, além de estimular valores como cooperação, respeito e inclusão. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas por acadêmicos(as) no planejamento de práticas pedagógicas de ensino do vôlei adaptado para idosos e educação infantil durante a disciplina de metodologias do voleibol. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo-exploratório, com abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência desenvolvido por estudantes do IV Semestre do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, durante o período de 2023.2. Resultados: Inicialmente, foi realizada uma contextualização sobre os esportes adaptados, explicando as regras e adaptações do voleibol tradicional, exaltando a importância do voleibol adaptado para idosos e crianças na perspectiva inclusiva da sociedade. As práticas pedagógicas usadas para a educação infantil foram: “Não deixe a bola cair” e “voleibol com balões”, que utilizam a ludicidade no brincar, fatores como cooperação, competitividade, habilidades motoras e a vivência dos fundamentos básicos do esporte. Quanto ao sênior, “o voleibol sentado” e “o voleibol para idosos” foram utilizados para suprir a carência de atividades esportivas para esse público-alvo, estimulando à prática de exercícios físicos com a finalidade de fortalecer suas musculaturas, articulações e a socialização. Ao final foi realizada uma roda de conversa para saber a opinião dos(as) estudantes sobre as atividades propostas e discutir as potencialidades e dificuldades durante a prática. Conclusão: Conclui-se que as práticas adaptadas têm fortes potencialidades e, como futuros professores(as), temos o papel de buscar metodologias pedagógicas que ultrapassam as barreiras preconceituosas, fortalecendo a concepção de inclusão e diversidade.
Palavras-chave: Educação Física, Crianças, Idosos, Inclusão
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Abrir o trabalhoPRÁTICA E EXPERIÊNCIA NA INSTITUIÇÃO APAE DE JUAZEIRO DO NORTE-CE
ISAÍAS RODRIGUES DA SILVA ; Maria Josiana de Jesus Rosa; Sabrina Alves Viana
Introdução: Não há dúvidas de que a falta de inclusão de alunos com algum tipo de deficiência intelectual e múltiplas é um tema recorrente de discussões e preocupações no Brasil. Objetivo: Compartilhar a experiência prática vivida com os alunos da instituição APAE no Juazeiro do Norte. Métodos: Trata-se de trabalho de cunho qualitativo do tipo relato de experiência realizado pelos discentes de Educação Física do IV semestre na instituição APAE, pela disciplina de Educação Física Adaptada, realizado do dia 13-06-2024. Resultados: Tendo em vista as atividades aplicadas, como: brincadeiras de vôlei adaptado com a utilização de balões, escravos de jó adaptado, quadrilha improvisada, dança premiada, pode-se observar, a interação tanto dos acadêmicos do IV semestre do curso Educação Física da URCA, quanto dos integrantes da APAE. Essas atividades não apenas contribuíram para a participação ativa de todos os envolvidos, mas também promoveram um ambiente de inclusão e diversão fazendo com que todos naquele momento participassem de forma igualitária e significativa independente das suas habilidades e características, proporcionando uma experiência única para os acadêmicos aplicarem na prática os conhecimentos teóricos adquiridos durante a disciplina cursada. O contato dos discentes com os estudantes da APAE evidenciou não apenas suas necessidades especiais, mas também suas habilidades distintas e suas capacidades de superar desafios. A instituição oferece um ambiente de respeito e acolhimento, contribuindo de maneira significativa para o desenvolvimento dos alunos. Conclusão: Participar dessa experiência na APAE reafirmou a convicção de que a inclusão é essencial para a construção de uma sociedade mais justa na qual cada pessoa, independentemente de suas limitações, possa explorar plenamente seu potencial e que esse tipo de experiência é fundamental para a formação dos futuros profissionais.
Palavras-chave: APAE,Inclusão,Educação Física Adaptada
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Abrir o trabalhoPRINCÍPIOS DA HIDROGINÁSTICA E MOVIMENTOS AQUÁTICOS ADAPTADOS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
LILITH MARIA DOS SANTOS; Danilo Andrade Torres
Introdução: A prática da Hidroginástica e dos movimentos aquáticos se mostra uma alternativa eficaz e inclusiva para promover a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida, a água proporciona um ambiente terapêutico, permitindo a realização de exercícios físicos com menor impacto nas articulações e maior liberdade de movimento, contribuindo para o fortalecimento muscular, melhora da coordenação motora e estímulo sensorial. Objetivo: Compartilhar a vivência dos acadêmicos do 4° semestre do curso de Educação Física, da disciplina de Educação Física Adaptada. Apresentada pela docente em colaboração com os(as) estudantes, onde realizamos uma aula de hidroginástica, destacando os principais fundamentos dessa prática e os resultados alcançados durante o período dessa atividade aquática. Métodos: Trata-se de um relato de experiência, realizado através de um planejamento de aula para aplicar no dia 13 de junho de 2024, na APAE em Juazeiro do Norte - Ce. Resultados: Essa prática foi uma experiência bastante enriquecedora em diversos aspectos, onde os participantes puderam vivenciar momentos únicos, realizados com sucesso e de maneira empática e acolhedora, trabalhando a cooperatividade, desenvolvimento motor e funcional permitindo que realizassem exercícios de forma mais prazerosa. Além de proporcionar benefícios físicos evidentes, favoreceu a interação social entre os participantes, e o apoio mútuo e o senso de comunidade. A experiência na água proporcionou momentos de diversão, superação e fortalecimento dos laços afetivos entre os praticantes e discentes. Agregamos um novo entendimento sobre a importância da adaptação das atividades físicas para melhor atender às necessidades específicas de cada indivíduo. Conclusão: Permitiu-nos compreender de maneira ampla, a importância da inclusão e da acessibilidade, reforçando a nossa convicção na importância do respeito à diversidade e na promoção de espaços inclusivos para todos. A água se revela como um ambiente terapêutico e inclusivo, que foi capaz de proporcionar benefícios significativos para o bem-estar geral dos participantes.
Palavras-chave: Educação Física Adaptada, Hidroginástica, Bem-Estar
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Abrir o trabalhoQUEBRANDO BARREIRAS: UM DEBATE SOBRE A INCLUSÃO DE PESSOAS TRANS NO MUNDO ESPORTIVO.
MARIA EDUARDA CARVALHO DA SILVA ; Laine Menezes Primo; Isabela Domingos Andrade
RESUMO Introdução: A presença de pessoas trans no esporte tem sido um tema importante e relevante, a luta pela inclusão e pelo respeito à diversidade ganha destaque nesses contextos mostrando a importância de garantir oportunidades iguais para todos independente de gênero, o tema é um assunto que gera polêmica e debate ao longo dos últimos anos principalmente em relação a sua inclusão em competições esportivas, uma das principais questões que se colocam em relação a participação de pessoas trans no esporte diz respeito às diferenças biológicas existentes entre homens e mulheres oque poderia afetar o desempenho e a justiça esportiva. Objetivo: Foi criado diálogo em sala com acadêmicos de Educação Física, na disciplina de Voleibol, afim de discutir sobre o assunto e expressar suas opiniões e argumentos. Métodos: Na tarde da sexta feira dia 07/06/2024, a professora Luciana Nunes”, propôs um debate com os alunos do quarto semestre de Educação Física para abordar o assunto (Atletas trans em competição esportivas), fomentando o debate, opiniões que mostram seus pontos de vistas. Resultados: Durante o exposto ficou claro; pontos de vista e opiniões, vários argumentos prós e contra, pautas importantes, a questão social e questões biológicas, “vantagem competitiva injusta", segurança, regulamento, normas a se impor a pessoas trans nas modalidades esportiva que apoiava a inclusão de “trans” no esporte, com argumentos de direitos humanos, igualdade, identidade de gênero, inclusão e diversidade, regras e diretrizes adaptadas e valores esportivos
Palavras-chave: Educação física,esporte,inclusao
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Abrir o trabalhoREFLEXÕES SOBRE SEXISMO NA INFÂNCIA E EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
LUIZ FERNANDO SANTOS DA SILVA
Introdução: A reflexão sobre questões de gênero tornou-se fundamental no contexto educacional contemporâneo. Abordando o impacto do sexismo na infância e nas aulas de Educação Física, discute-se a necessidade de práticas educativas mais inclusivas para enfrentar desafios do preconceito e da exclusão, promovendo um ambiente escolar igualitário e acolhedor. Objetivo: Relatar a vivência do acadêmico e suas reflexões referentes a palestra sobre sexismo na infância e nas aulas de Educação Física. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, abordagem qualitativa, estilo relato de experiência, baseado nos conteúdos e comentários presentes na palestra “A criança e o direito de brincar para além do gênero” realizada no auditório do Geopark Araripe no dia 26/06/2024, promovida pela disciplina de Educação Física Adaptada. Resultados: Foram expostos os conceitos de gênero e sexo esclarecendo suas distinções. A diferença está no princípio de que gênero é o resultante das influências sociais sobre o indivíduo, enquanto o sexo refere-se ao aspecto biológico do ser humano. Assim, utilizamos esses conceitos para trabalhar o sexismo presente na infância e nas aulas de Educação Física. Tal problema acontece na infância através de fatores como a influência do ambiente e as formas de interação dos adultos com as crianças. Na palestra foi evidenciado que no Brasil as mulheres apresentam maiores comportamentos sedentários em comparação aos homens, isso é perceptível nas aulas de Educação Física, onde as meninas muitas vezes deixam de praticar a atividade por estarem com medo de ultrapassarem o limite de feminilidade tolerado pela sociedade. Conclusão: Conclui-se que as práticas pedagógicas necessitam de uma reestruturação para construir um ambiente mais inclusivo, onde os alunos e alunas possam se sentirem mais seguros a comentar sobre os variados assuntos, e que garanta as meninas a igualdade nas práticas educativas esportivas, contribuindo para lutar contra o preconceito, o sedentarismo, e a exclusão.
Palavras-chave: Sexismo, Educação Física, Infância, Inclusão
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Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA: UM DIA NA APAE JUAZEIRO DO NORTE
ERIKLES SILVA DIONISIO; José Hudson Pinheiro Telis; Nalbert Alves Araújo
Introdução: Relato de experiência é compartilhar as vivências, experiencias e aprendizados adquiridos. Durante as aulas de Educação Física Adaptada (EDFA) da Universidade Regional do Cariri/ Urca tivemos a oportunidade de ministrar uma aula prática na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). Objetivos: Relatar as experiências vivenciadas por nós enquanto discentes do curso de Educação Física, fomentado pelo prazer de fazer parte desse processo de aprendizagem. Métodos: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, relato de experiencia, vivenciado pelos acadêmicos, proporcionado pela disciplina de EDFA, referente ao semestre 2023.2, no dia 13/06/2024, na APAE/Juazeiro do Norte – CE, para oportunizar através da prática tudo que aprendemos em sala de aula. Resultados: Constatamos o grande esforço de todos os presentes, em participar das inúmeras atividades propostas, superando suas dificuldades com um sorriso no rosto. Chegamos contidos, receosos, pois subestimamos a capacidade e a vontade de muitos. Achávamos que não gostariam e até mesmo que alguns não conseguiriam executar. Mas logo percebemos que fomos um pouco preconceituosos quanto a capacidade de aprovação e de participação, então em meio a essa percepção, desenvolvemos todas as atividades que estavam propostas no plano de aula. A alegria deles nos contagiaram em meio ao receio que havia antes, começamos a rir e sentíamos mais conexões com eles como se os conhecêssemos a mais tempo, a cada atividade que foi realizada, eles interagiam mais e estávamos todos envolvidos e dessa forma concluímos com uma coreografia reproduzido por um grupo de colegas e que envolvia toda a turma. Conclusão: É necessário que o profissional reconheça a importância da inclusão e que esteja com um planejamento bem elaborado, que contemple a turma como um todo desenvolvendo as habilidades e competências de todos com metodologias diversificadas para atender aos diversos mecanismos de integração, socialização e participação de todos.
Palavras-chave: Atividades,Educação Física Adaptada,APAE
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Abrir o trabalhoVIVENCIANDO UMA PRÁTICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO MODELO INCLUSIVO
YURI LUCAS DA SILVA FERNANDES; Herbert Marques Viana
Introdução: Este relato foi desenvolvido através da experiência em uma Associação De Pais E Amigos Dos Excepcionais - APAE(APAE) por meio da disciplina de Educação Física Adaptada (EDFA), do Curso de Educação Física da URCA. Objetivo: Experienciar atividade dentro de um contexto educacional de uma APAE, pondo em prática os conhecimentos obtidos pela disciplina, na quebra de preconceitos no olhar de pessoas com deficiências, e trazer para dentro da nossa realidade para avançar na quebra do capacitismo. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência, que irá discorrer como induzimos nossas atividades com alunos da APAE, as atividades aquáticas elaboradas podem ajudar também no processo intelectual das crianças e jovens, seja por um planejamento coletivo ou individualizado, proporcionando novas experiências práticas, saindo da zona de conforto. Resultados: Conseguimos formar inicialmente um vínculo com os alunos, o que nos possibilitou ainda mais entusiasmo, os alunos participaram de forma mais efetiva, sem demonstrar desinteresse e mesmo com alguma dificuldade não deixaram de se incluir. Assim, não tiveram muitas dificuldades para adaptação das atividades aplicadas, obedecendo e respeitando tudo e a todos. Conclusão: Em virtude dos fatos mencionados, pudemos perceber que mesmo com deficiências físicas e/ou intelectuais os alunos não tiveram nenhuma dificuldade para seguir tentando, ou até mesmo conseguir desempenhar bons resultados nas atividades, mostrando que todos tem capacidade e devemos combater o preconceito de maneira que possam ser incluídos para além da perfeição, e de olhar não só focado na em um corpo normativo, quebrando as barreiras capacitistas da sociedade. Além disso, a piscina também é um espaço de convivência e socialização, onde pessoas de diferentes habilidades podem se divertir juntas. Agradecemos a APAE por abrir as portas e a nossa orientadora Geysa Cachate por nos proporcionar uma experiência incrível e que somente através da disciplina de EDFA pudemos vivenciar.
Palavras-chave: Educação Física Adaptada,Educação inclusiva,Prática pedagógica
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