45 de 45 trabalho(s) aceito(s)
A INSERÇÃO DAS MODALIDADES GINÁSTICAS NO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA PARA ALUNOS DO ENSINO MÉDIO
ERLANIA TEIXEIRA RUFINO; Maria Dalvani Gonçalves de Oliveira; Lucas Costa Santiago; Pedro Roger Ferreira de Oliveira; Saul Matos Sobreira; Matheus Luna Loiola; Maria do Socorro Cirilo de Sousa
A ginástica é uma prática corporal que envolve vários componentes físicos em sua prática. Ela pode ser competitiva, caracterizada como esporte, e não competitiva, como exercício físico. Objetivo: relatar a experiência de residente em um projeto de ginástica e suas variações no Programa de Residência Pedagógica (PRP), nas aulas de Educação Física no ensino médio. Materiais e métodos: a pesquisa é qualitativa, relato das vivências de quatro meses de aulas que aconteceram na escola Estado da Bahia, na academia, dentro da escola, com n=12 escolares, com idades entre 15 a 17 anos, no PRP. Utilizou-se os recursos materiais disponibilizados pela escola, tatames EVA, arcos, bolas e a sala, com caixa de som, dos alunos. A sistematização das aulas foi: duração 60min, frequência 1 vez/sem, tipo acrobática, rítmica e artística. Utilizou-se estratégias de processo criativo de coreografia, por meio das ideias e concepções dos alunos e de acordo com as possibilidades de material, infraestrutura e habilidade motora no contexto escolar. Analisou os períodos em categorias: participação de alunos dos dois sexos; processo criativo dos alunos; entendimento das diferenças entre as modalidades apresentadas Resultados: quanto à participação, após as discussões e reflexões, os alunos aderiram 100%; quanto ao processo criativo, os alunos deliberaram e resolveram todas colocações e sistematização das coreografias, necessitando apenas da orientação, da discente. Quanto ao entendimento das diferenças entre as modalidades da ginástica, os alunos localizaram as acrobacias (com três pirâmides humanas, no ensino participativo), coreografias (diferentes passos de dança aeróbica) sem e com materiais específicos da ginástica rítmica e artística, considerando as condições da escola, relacionadas com o material. Conclusão: a experiência durante projeto de ginástica e suas variações no PRP, nas aulas de Educação Física no ensino médio possibilitou que os alunos aderissem em massa, deliberassem e resolvessem o processo criativo a partir das próprias reflexões
Resumo Simples · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO BÁSICA: AS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS QUE NÃO TRABALHAM JUNTAS, REALIDADE DA ESCOLA 8 DE MARÇO
PEDRO ROGER FERREIRA DE OLIVEIRA; Alisson de Oliveira Silva; Julio Fernandes da silva
O seguinte artigo descreve algumas das dificuldades que os alunos dos cursos de educação física encontram durante o estágio supervisionado em uma realidade única de uma escola do interior do Ceará. Destaque os desafios estruturais encontrados na escola 8 de março situada no bairro seminário em Crato e como eles são contornados para tornar o ensino fundamental mais atraente para os alunos e mais produtivo também.
Palavras-chave: pedagogia, infraestrutura, desafio, atenção,equipe
Oral · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO INCLUSIVA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ACADÊMICOS EM EDUCAÇÃO FÍSICA
MIRANILTON LUCENA DE SOUSA ; Liliane Silva Medeiros; Danielly Roberto de Lima; Bruna Ely Filgueira Leite
Este relato trata-se das experiências vivenciadas por dois estagiários, alunos do Curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), referente à disciplina de Estágio Supervisionado V, com crianças e adultos da ASSOCIACAO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS – APAE, no interior do Ceará. Neste trabalho, será relatado a importância do estágio para a formação da prática docente na Educação Inclusiva, a observação e participação nas atividades desenvolvidas com os discentes e a relevância do estágio para a formação acadêmica e profissional, além de servir como base para as práticas de construção do conhecimento dos futuros professores/as.
A IMPORTANCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO III NA FORMAÇÃO DE DOCENTES EM EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
ABINAEL FELIX DE MELO
Apresento o Relato de Experiência como um trabalho de caráter qualitativo após a conclusão das atividades como docente do Estágio Supervisionado III na E.E.F Estado da Paraíba, em Crato/CE. Tendo em vista que a experiência de estágio é primordial para preparação dos professores em formação, assumir sua identidade como profissional de ensino. Esse Relato trata da experiência que tivemos como docentes com turmas de ensino fundamental II, e através dessa objetivamos refletir sobre a importância do estágio III como componente curricular para formação acadêmica e pessoal de graduandos de Educação Física, visto que o mesmo impõe um papel similar oo professor efetivo durante a prática, consequentemente passa por situações que irão encarar após sua formação, como estrutura da escola, apoio da gestão escolar, e um ambiente cheio de situações que requerem posicionamentos
Palavras-chave: Eságio Supervisionado III, experiência, educação física.
Oral · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoA PARÓDIA COMO RECURSO METODOLÓGICO EM AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
MARIA ELAYCE DE ARAÚJO CLEMENTE ; Marlon Maxwel Araujo Macedo; Ana Dark Torres Pessoa; Erica Maria Rodrigues Aguiar e Moreira; Ravy Batim Peixoto de Oliveira
Introdução: A música é uma forma de expressão artística que se manifesta através de combinações de sons, sequenciados ao longo do tempo. É uma linguagem universal que pode causar emoções, narrar histórias ou simplesmente ser apreciada por sua beleza sonora. Apresenta-se como uma excelente estratégia para facilitar o processo de ensino e aprendizagem de diversos conteúdos/temas no ambiente escolar. Objetivo: Objetivamos com o trabalho relatar as experiências vivenciadas por discentes sobre o recurso da paródia como ferramenta pedagógica para trabalhar com a história do voleibol em ambiente educacional. Metodologia: O estudo trata-se de um relato de experiência vivenciado por acadêmicos(as) do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, do quarto semestre do período de 2023.2, da disciplina de metodologia do ensino do voleibol. A pedido da docente foi solicitado uso de estratégias metodológicas inovadoras e críticas para o trabalho com a história do voleibol, dentre inúmeras possibilidades, selecionamos a ferramenta da paródia, a partir de uma texto base foi estruturada a mesma, a música selecionada foi a do cantor brasileiro Gustavo Lima, dessa forma tínhamos como intuito retratar de forma lúdica e prazerosa a história do voleibol. Resultados: Assim o grupo cantou com a turma durante a aula com auxílio de um celular por meio do aplicado do Karaokê. A letra da música foi disponibilizada previamente para que todos(as) pudessem cantar e aprender os conteúdos retratados. Desse modo foi evidente o interesse e a motivação dos(as) estudantes durante o desenvolvimento da aula, a participação coletiva de todos presentes no coro apresentado, despertou o interesse de todos(as) em buscar entender a história do voleibol por meio de uma metodologia que permitiu o(a) estudantes serem protagonistas do processo de ensino e aprendizagem. Conclusão: Portanto, percebeu-se que a estratégia pedagógica foi de grande relevância para trabalho com a temática da historicidade do voleibol, despertou na turma animação, descontração e concomitante o aprendizado por meio de uma didática afetiva e criativa.
A PRÁTICA DO VOLEIBOL ATRAVÉS DAS ADAPTAÇÕES DO JOGO:UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
FRANCISCO WAGNER CONRADO CRUZ; FRANCISCO EDUARDO DA SILVA; PEDRO HENRIQUE PAIVA CARVALHO
introdução.O voleibol é uma modalidade esportiva popular no Brasil, exigindo domínio de fundamentos e regras, especialmente em níveis profissionais, dadas suas diversas particularidades. no contexto acadêmico, a educação física adaptada desempenha um papel crucial na promoção de atividades inclusivas direcionadas para pessoas com deficiência.objetivo: Relatar a experiência de uma aula prática direcionada para alunos de uma (APAE) em Crato-CE, por meio da disciplina de Educação Física Adaptada no período de 2023.2.Métodos: Trata-se de um estudo de campo, na perspectiva de relato de experiência, com caráter qualitativo. Resultados: Antes da prática, fizemos uma visita na APAE para observar o local e alunos, posteriormente, realizamos um planejamento de aula com atividades adaptadas. A aula abordou uma tríade de esportes: voleibol, handebol e atletismo e foi dividida em três momentos. Inicialmente, acolhida com uma roda de conversa e um suave alongamento. Em seguida, realizamos uma brincadeira de aquecimento, seguida do jogo de voleibol adaptado. Este último teve início com a divisão de times mistos, com números iguais de participantes, todos sentados. Uma corda, posicionada sobre três cones, separou as equipes. Cada aluno recebeu um balão de ar, ao comando do professor, deveriam bater na bola por cima da rede, de modo a evitar que o balão retornasse. Ao sinal do professor, deveriam parar e retornar ao início do jogo.Conclusão: Apesar dos alunos apresentarem dificuldades em realizar alguns movimentos, conseguiram participar das atividades. Sugerimos, portanto, que as experiências nas aulas de Educação Física Adaptada sejam cada vez mais valorizadas nesse contexto, conforme as adaptações necessárias durante a prática do jogo, permitindo aos alunos uma compreensão mais flexível e completa da modalidade esportiva.Também consideramos importante a realização de novos estudos que abordem o voleibol e as adaptações específicas do jogo para uma análise mais aprofundada nas APAES e em outros contextos similares.
Oral
Abrir o trabalhoAula de campo: uma atividade planejada pela Residência Pedagógica
ÍTALLO GUILHERME SARAIVA CAMPOS; Jeová Maurílio Bertoldo Pereira Monteiro; Tharles Paz Duarte; Tony Ismael Belchior; Maria do Socorro Cirilo de Sousa
A Corrida de Orientação, ou simplesmente ORIENTAÇÃO é uma moderna modalidade desportiva que usa a própria natureza como campo de jogo. É um desporto em que o praticante tem que passar por pontos de controle (PCs) marcados no terreno, no menor tempo possível, com o auxilio de um mapa ou através de pistas.
Resumo Simples · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Estágio supervisionado,Educação física,Educação inclusiva
Resumo Expandido · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DO DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES MOTORAS NO ENSINO FUNDAMENTAL I
PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA SILVA ; Élida Américo Vidal; Iagovic de Sousa Matos
Apresentamos o Relato de Experiência após a conclusão das atividades como estagiários docentes do Estágio Supervisionado II na Escola Padre Frederico Nierhoff em Crato/CE. Tendo em vista que a experiência de estágio é primordial para preparação dos futuros professores em formação assumir sua identidade como profissional de ensino. Esse relato trata da experiência que tivemos como docentes com crianças de 6 a 8 anos, e através dessa objetivamos identificar a importância do desenvolvimento de habilidades motoras no ensino fundamental. Como resultado percebe-se que a maioria das crianças tem dificuldade em habilidades de locomoção (correr, saltar, rolar), de estabilidade (equilibrar-se sobre uma perna ou sobre uma barra de equilíbrio) e de manipulação (arremessar, chutar, pegar). Ao final desse processo, foi perceptível que os alunos tiveram uma grande melhoria em realizar atividades básicas relacionada as habilidades motoras.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado,Habilidades motoras,Ensino fundamental I
Pôster / Banner
Abrir o trabalhoDESAFIOS E INFLUÊNCIAS POR TRÁS DA NÃO PARTICIPAÇÃO DE MENINAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
BEATRIZ FERNANDES GARCIA ANDRADE ; Franciele dos Santos da Silva; Gabriela Alves de Moura
O presente trabalho tem como objetivo relatar a experiência do Estágio Supervisionado, enfatizando as dificuldades e influências por trás da não participação de meninas nas aulas de Educação Física nos anos finais do Ensino Fundamental. O Estágio Supervisionado do curso de Licenciatura em Educação Física foi realizado na E.E.F. Dom Quintino, localizado na Rua São Francisco, S/N - Pinto Madeira – Crato-CE, com carga horária de 54 horas/aula, no período de 13 de setembro a 08 de novembro. As atividades eram planejadas de acordo com cada turma e espaço que tínhamos, assim no 7° e 8° ano foi abordado futsal e 9° ano voleibol, com uma aula teórica em sala e uma aula prática. Conclui-se que este Estágio Supervisionado foi um momento único de uma vivência magnífica. Para tanto, houve boa aceitação e integração dos(as) alunos(as) com um despertar da criticidade e o desenvolvimento integral dos(as) estudantes.
Pôster / Banner
Abrir o trabalhoDIFERENÇAS DE VIVÊNCIAS NO ENSINO REGULAR E INTEGRAL DURANTE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO
ELLEN PEREIRA DA SILVA ; Giselly de Araújo Freitas; Joana Darc de Souza
O presente trabalho relata uma experiência vivenciada em duas escolas públicas do ensino fundamental l, onde os discentes do curso de educação física da URCA observaram e relataram uma assimetria entre o ensino escolar regular, e o ensino escolar integral, e o quanto essa desigualdade pôde interferir no ensino e na educação dos alunos. Concluindo que diante dos fatos apresentados, o comportamento das crianças dentro da instituição escolar condiz também com a sua relação família/escola.
Oral · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA E ESTÁGIO: UM OLHAR PARA A QUESTÃO DA VIOLÊNCIA ENTRE ESCOLARES
FELIPE CHAVES DOS SANTOS; André Reginaldo Batista; Luis Matheus Liberalino de Sousa
O presente trabalho destina-se uma análise das vivências em uma escola de ensino fundamental I da cidade de Crato-CE, observando como a educação física pode ajudar a modificar o cenário de violência e agressividade observadas durante o estágio obrigatório naquela unidade de ensino bem como promover a erradicação da violência de gênero e o caráter sexista de algumas atividades usando o ensino da educação física escolar para além das práticas corporais e atividades esportivas, despertando o senso crítico nos alunos desde essa fase escolar, utilizando-se de atividades práticas, dialogadas e atividade crítico-social.
Palavras-chave: ensino fundamental I, agressividade, senso crítico, atividade crítico-social
Pôster / Banner
Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: RELATO SOBRE ESTÁGIO SUPERVISIONADO III. EDUCAÇÃO INOVADORA E TRANSFORMADORA
WEDNA SAMPAIO COSTA; ERLANIA TEIXEIRA RUFINO; MARIA SHAYANE DE SOUSA SANTOS
Entende-se que o ambiente escolar, em suas múltiplas dimensões, deve atuar como agente facilitador na formação e na educação das pessoas. Dessa forma, a área da Educação Física através de suas metodologias, objetivos e conteúdos, coloca‐se como a parte integrante desse processo, ganhando destaque por trabalhar temas da cultura corporal de movimento e a expressão corporal como linguagem. Na construção deste trabalho, tomamos como base as atividades desenvolvidas durante a disciplina de Estágio Supervisionado III, ministradas no 6º período do Curso de Licenciatura em Educação Física- URCA - Universidade Regional do Cariri. O presente trabalho tem como objetivo geral relatar as experiências ocorridas na regência de aulas de Educação Física no Ensino Fundamental II, bem como, discutir a importância da formação dos profissionais licenciados em Educação Física, abordando aspectos como: as estratégias utilizadas, as fases do estágio, o desempenho do professor, o apoio da escola, o comportamento dos alunos, dentre outros, além de refletir sobre a importância do profissional de Educação Física em tal nível de ensino. Esse trabalho caracteriza‐se como um relato de experiência, que teve como campo de estágio para desenvolvimento das atividades na Escola Municipal E.E.F. Antônio Ferreira de Melo. No município de Juazeiro do Norte-CE. De acordo com as nossas intervenções percebemos que houveram mais participação das meninas, que os meninos incluíam mais as meninas, havia mais cooperação entre si. Concluímos que o Estágio III nos proporcionou experiências acadêmicas e pessoais necessárias para a nossa prática pedagógica enquanto futuras docentes. Tendo contato direto com as salas de aula, mostrando a realidade das escolas públicas e mostrando que nem sempre os planejamentos consegue ser colocado em prática da forma correta, a todo momento pode haver adaptações conforma a realidade vivenciada.
Pôster / Banner · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoESTÁGIO DE INCLUSÃO: CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA
ERICA TAINÁ SOUSA DA SILVA ; Clara Nogueira Silva; Paula Rayane Soares do Nascimento
O presente trabalho tem como objetivo relatar experiências vivenciadas e adquiridas no Estágio Supervisionado V, que é requisito obrigatório do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA). O estágio foi realizado na Associação de Pais e Amigos Excepcionais - APAE, que fica localizada em uma cidade do interior do Ceará. O período de estágio teve início no dia 05 de setembro de 2023 e foi finalizado no dia 07 de novembro do decorrente ano, totalizando 36 horas/aulas. Sendo composto por 4h/aulas semanais ministradas nas manhãs das terças-feiras, não havendo uma divisão entre o período de observação e regência, pois ambas aconteceram de forma mútua, havendo sempre uma troca relevante de saberes e experiências entre docente e estagiárias. É indispensável salientar que o estágio de Educação Física inclusiva/adaptada é uma etapa importante para os discentes, no qual estarão experimentando vivências que poderiam se deparar na vida profissional, é um momento de colocar em prática experiências adquiridas na universidade e também fora dela, buscando alternativas para se desenvolver um bom trabalho visando as necessidades e individualidades dos alunos. Ao final desta etapa, com a realização do Estágio Supervisionado V, conseguimos vivenciar melhor depois de conhecer bem cada estudante e obter mais segurança e sucesso nas aulas ministradas.
Pôster / Banner
Abrir o trabalhoEstágio supervisionado 2
FRANCISCO EDUARDO DE OLIVEIRA
Introdução A Lei nº 12.014, promulgada em 6 de agosto de 2009, tornou obrigatório o estágio nos cursos de licenciatura, permitindo aos futuros profissionais desenvolverem- se por meio de experiências escolares. Objetivos: O estágio supervisionado II, componente curricular obrigatório na Universidade Regional do Cariri – URCA/CE, teve como objetivo descrever a experiência adquirida pelos discentes durante essa fase de regência do estágio. Métodos: As atividades foram focadas no ensino fundamental I, com ênfase em atividades para promover o desenvolvimento adequado das habilidades motoras das crianças. Durante a experiência, os estudantes tiveram a oportunidade de observar a realidade da escola, planejar e aplicar atividades, enfrentar desafios e superálos com a colaboração da professora, e reconhecer a importância da ludicidade para a aprendizagem das crianças. As atividades foram focadas no ensino fundamental I, com ênfase em atividades para promover o desenvolvimento adequado das habilidades motoras das crianças. Durante a experiência, os estudantes tiveram a oportunidade de observar a realidade. Resultados: A regência das aulas permitiu aos estagiários aplicar na prática os conhecimentos adquiridos durante o curso, além de desenvolver habilidades de planejamento, execução e avaliação de atividades voltadas para o desenvolvimento psicomotor das crianças. A experiência também evidenciou a importância da ludicidade e da introdução de jogos e brincadeiras nas aulas de educação física, considerando que as crianças aprendem melhor e se desenvolvem de forma mais eficaz quando há um caráter lúdico nas atividades. Além disso, a identificação de dificuldades no desenvolvimento motor das crianças ressalta a necessidade de práticas consistentes e adaptadas para promover o desenvolvimento adequado dessas habilidades. Conclusão: Dessa forma, o estágio supervisionado II se mostrou uma etapa crucial na formação dos futuros profissionais de educação física, permitindo a aplicação prática dos conhecimentos teóricos, o desenvolvimento de habilidades pedagógicas e a compreensão da importância da prática efetiva na formação profissional.
Resumo Simples · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: DESAFIOS E ADAPTAÇÕES NAS AULAS PRÁTICAS
FRANCISCO VAUIRES GONÇALVES DOS SANTOS; Antonio Valdivino Ribeiro Cidrão; Karla Geovana de Souza
O estágio supervisionado é uma fase crucial na formação do estudante, proporcionando a aplicação prática do conhecimento adquirido durante a graduação. Este relato de experiência aborda as vivências em aulas ministradas durante o estágio em duas escolas municipais no Crato - CE. O estágio se destaca como uma ponte entre a universidade e o ambiente profissional, permitindo ao estagiário uma experiência na realidade do educador físico. Este trabalho destaca a importância do estágio na formação do professor, que vai além da visão tradicional de ser apenas a parte prática do curso. Os objetivos deste relatório incluem a descrição das experiências, desafios e adaptações vivenciadas no estágio de Educação Física no Ensino Fundamental I. No aspecto metodológico, destaca-se a importância do planejamento de aula para o alcance máximo no processo de ensino-aprendizagem. A escolha criteriosa de conteúdos e movimentos visa adaptar a teoria à prática, considerando as controvérsias na área de Educação Física escolar. O desenvolvimento do estágio abrangeu um processo metodológico em duas escolas, com aulas para turmas do 2° ao 5° ano, enfatizando atividades como movimentos naturais, jogos recreativos, atletismo, voleibol, boliche e coordenação motora. O planejamento cuidadoso e a flexibilidade foram essenciais para se ajustar às características de cada turma. O relato das experiências destaca a importância da socialização, trabalho em equipe e desenvolvimento motor e físico dos alunos. Podemos então destacar que na promoção da atividade física desde a infância e na observação de melhorias na interação e no desempenho dos alunos ao longo das semanas.
Palavras-chave: educação fisica, ensino fundamental,adaptação,aulas práticas,desafios
Oral
Abrir o trabalhoESTRATÉGIAS PARA A DESATENÇÃO DOS ALUNOS DURANTE AS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: NA EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
MARIA ALICE SALES RODRIGUES; Ingrid Nascimento Fideles; Iris Gomes da Silva
O vigente relato explana a dispersão de alunos durante as aulas de Educação Física, no período de agosto a novembro, na escola de ensino fundamental E.E.I.F. Círculo Operário Profa. Edilma F. G. Rodrigues, durante o estágio supervisionado II de discentes da Universidade Regional do Cariri (URCA). Relatando a observação e intervenção em relação a desatenção dos alunos, com o intuito de alcançar êxito no percurso das aulas e conteúdos programáticos ensinados. Desse modo, foram utilizados materiais adaptados, devido ao espaço inadequado, e conteúdos teóricos. Os contratos de convivência, momento teórico e o aluno mais disperso como referência, foram intervenções aplicadas, em que havia trocas mútuas de respeito e diálogo. As resultas dessas estratégias implicaram em maior facilidade na aplicação dos conteúdos e concentração dos alunos, tornando o processo pedagógico proveitoso para ambos. Evitar a desatenção dos alunos é essencial para que haja a aprendizagem e a aula tenha desfecho efetivo.O Estágio Supervisionado é definido como um processo educacional, verificado e orientado por um profissional qualificado, dentro do campo de atuação profissional, no intuito de preparar o estudante para o mercado de trabalho (BRASIL, 1977). Dessa forma, deverá estar presente durante toda a trajetória formativa do estudante, fazendo parte do Projeto Pedagógico do Curso. O processo educacional do estágio supervisionado nos cursos de licenciatura, se desenvolve de atividades de observação, participação e regência, possibilitando ao discente um espaço de reflexão e investigação das etapas de ampliação dos conhecimentos durante este período (BARREIRO E GEBRAN, 2006). Na licenciatura em Educação Física, assim como em outras profissões, o estágio é o modo prático de aprender sobre a profissão através da imitação, desempenhadas por meio da observação, reprodução e reelaboração de práticas já existentes. Em se tratando do Estágio Supervisionado II, do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri, ele acontece no Ensino Fundamental I, que se refere a 1ª a 5ª serie. Esse estágio se deu em uma escola de ensino fundamental da cidade do Crato/CE, com as crianças do 2º ao 4º ano no turno matutino das sextas-feiras, no período de 15 de agosto a 24 de novembro, totalizando 54 horas de estágio, com 6 horas de observações e 48 horas de regência.
Palavras-chave: Aunos/as;Desatenção;Educação Física;Estágio.
Pôster / Banner
Abrir o trabalhoO Impacto das Competições Esportivas dentro e fora da Escola: Um Estudo Sobre o Desenvolvimento Social e Físico dos Alunos.
JEOVÁ MAURÍLIO BERTOLDO PEREIRA MONTEIRO ; Ítallo Guilherme Saraiva Campos
O seguinte trabalho apresenta um relato de experiência a partir do Estágio Supervisionado III, componente curricular obrigatório do curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri-URCA voltado à Educação Fundamental II. O presente estudo tem como objetivo relatar a prática pedagógica dos estagiários de Educação Física em uma escola municipal de ensino fundamental de Juazeiro do Norte. Analisando a participação dos alunos nas competições esportivas dentro e fora da escola. Delineia-se como um estudo descritivo do tipo relato de experiência com abordagem qualitativa. O campo de atuação para a prática docente foi no EEF Antônio Ferreira de Melo, onde foi contemplada a participação das turmas do Ensino Fundamental II 6° ano (A), 7° ano (B) e 8° ano (A e B). A prática de experiência revelou desafios, mas permitiu que os estagiários desenvolvessem habilidades para ministrar aulas no Ensino Fundamental II. Isso incluiu o planejamento considerando as necessidades dos alunos, a organização do espaço, o compromisso com horários, o cuidado com os alunos e a responsabilidade institucional. Conclui-se que o Estágio Supervisionado foi de grande importância para proporcionar experiências enriquecedoras e que favoreceram as práticas pedagógicas dos professores em formação.
Pôster / Banner · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoRelato de estágio no ensino fundamental anos finais- 6°~9° ano
ISABEL CRISTINA SEBASTIÃO DE MELO ; Albino Freire de Sousa Filho; Gabriel da Silva Luna
O estágio supervisionado possibilita conhecer, experimentar e vivenciar a educação física no contexto da escola assim como, aos obstáculos encontrados no ambiente escolar. O objetivo do trabalho é relatar as experiências vividas pelos estagiários nas aulas de educação física no ensino fundamental anos finais. Foram ministradas aulas teóricas e práticas durante todo o período, seguindo os conteúdos programáticos orientados pelo professor responsável pela disciplina. Percebeu-se certa resistência dos alunos com relação as aulas práticas dos conteúdo pois, apenas se interessavam pelo futebol, porém não afetou as aulas. Conclui- se que esse momento é de suma importante para potencializar a formação dos futuros professores trazendo novas experiências e fazendo com que os estagiários se superem e criem soluções para os problemas encontrados no ambiente escolar.
Pôster / Banner
Abrir o trabalhoResumo Simples
Abrir o trabalhoBREGA FUNK E DANÇA COMO POSSIBILIDADES NA EDUCAÇÃO FÍSICA PELO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA: CONFRONTOS, RESISTÊNCIAS E PERSPECTIVAS EM UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NUMA ESCOLA INTEGRAL
FRANCISCO WAGNER CONRADO CRUZ; Andre Luiz do Nascimento Mont Alverne; Rosa Raissa de Jesus Felix
introdução: O “brega funk” emergiu com grande vigor nos últimos anos no Brasil, constituindo um gênero musical que produz uma combinação entre os elementos do brega, funk carioca, entre outros, e vem conquistando um amplo e diversificado público em diferentes regiões do país. Nesse aspecto, este elemento atrelado à dança surge também como uma possibilidade de conteúdo para a Educação Física. Objetivos: Relatar uma experiência atrelada à disciplina de Educação Física com o conteúdo dança, trazendo as nuances do “brega funk” para alunos(as) do Ensino Médio em uma escola integral por meio do Programa de Residência Pedagógica (PRP). Métodos: Trata-se de um estudo de campo, na perspectiva de relato de experiência, com caráter qualitativo. Resultados: A atividade foi dividida em três momentos: 1, breve conversa com os(as) alunos(as) sobre seus conhecimentos relativos ao conteúdo abordado, dispondo de problemáticas socioculturais percebidas pela comunidade escolar; 2, em conjunto (professor e alunos(as)), foram selecionadas músicas articuladas ao som do “brega funk”. Assim, cada aluno(a) foi desafiado(a) a imaginar passos e associá-los às batidas, sincronizando-os com o tempo da música e possíveis variações; 3, refletimos, através de análises críticas das letras, a conjuntura sociocultural envolta ao gênero musical, discutindo estereótipos de gênero, sexualidade e seus reflexos na sociedade. Por fim, incentivou-se a produção de músicas autorais pelos(as) alunos(as), abordando temáticas pertinentes à juventude e estimulando a expressão artística. Conclusão: Ao longo da experiência, constatou-se confrontos e resistências por parte dos discentes no que concerne às produções da dança, questões de gênero e sexualidade. Contudo, também observou-se resultados positivos obtidos ao estimular uma educação mais inclusiva, construindo perspectivas de avanços para uma Educação Física progressista, observando o “brega funk” com um potencial significativo como ferramenta pedagógica nas aulas do componente curricular, por intermédio de diálogos, problematizações e enfrentamentos.
Oral
Abrir o trabalhoDESAFIOS NA INCLUSÃO DE CRIANÇAS, JOVENS E ADULTOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA:UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
DANIELLY ROBERTO DE LIMA ; Bruna Ely Filgueira Leite; Miranilton Lucena de Sousa; Liliane Silva Medeiros
O presente estudo refere-se ao relato de experiências vivenciadas pelas acadêmicas do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), durante o Estágio Supervisionado V, realizando a prática de observação na instituição da APAE. Tem como objetivo descrever os desafios e possibilidades na inclusão de crianças, jovens e adultos com Deficiência Intelectual e múltiplas na APAE de Juazeiro. Teve início no dia 28 de agosto até dia 24 do mês de outubro do ano de 2023 nas terças-feiras, o atendimento aos estudantes com deficiência tem como finalidade identificar, preparar e organizar recursos pedagógicos e de acessibilidade que eliminem as barreiras para a plena participação de todos os envolvidos, considerando suas necessidades específicas. Conclui-se que esse estágio em Educação Física Adaptada proporcionou às acadêmicas do curso, uma vivência enriquecedora no âmbito de sua profissão, trazendo à tona a realidade do campo de trabalho, dando-lhes os conhecimentos necessários para trabalhar na área, que possivelmente deve ser explorado posteriormente.
Pôster / Banner
Abrir o trabalhoÉ BRINCANDO QUE SE APRENDE: Pedagogia do voleibol na formação inicial
JOÃO IVO PEREIRA DE ARAÚJO; Cicero Eduardo Pereira Alves; Francisca Caroline Araújo Alves; Gabriel Cordeiro da Silva; Jonathan Ribeiro de Oliveira; Silas Alves da Silva
Introdução: O voleibol é uma modalidade desportiva que explora diversos movimentos corporais, podendo auxiliar desenvolvimento motor, no fortalecimento da autoestima, cooperativismo, disciplina, organização e sendo também um meio de socialização. Objetivo: Objetivamos relatar as experiências vivenciadas pelos(as) discentes através de uma prática pedagógica sobre o fundamento rodízio no voleibol na formação inicial. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência vivenciado por discentes da disciplina de Metodologia do Ensino do Voleibol do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, referente ao semestre 2023.1. Para as atividades realizadas, foram pensados métodos para apresentar e trabalhar o rodízio de forma lúdica e pedagógica. A vivência foi desenvolvida a partir de uma aula orientada pela docente da referida disciplina. Resultados: No início foi realizada uma breve explicação sobre o fundamento para a turma, porém muitos não entenderam bem, pois o rodízio no voleibol é mais fácil o entendimento na prática, sendo essa a estratégia usada. Algumas adaptações foram feitas como redução do tamanho da quadra e jogar em dupla já tínhamos um número elevado de estudantes. A quadra dividida em menores, formamos duas equipes para o trabalho com os pedagógicos com o fundamento, sendo respeitados os toques e rodízio, em seguida estendemos para a quadra completa, e para que ninguém ficasse excluído, adaptamos, colocamos todos(as) em duplas usando um colchonete, com o propósito de trabalhar o rodizio de forma pedagógica e ao mesmo tempo a socialização e cooperação. Ao final da aula foi realizada uma roda de conversa para debater sobre a vivência, bem como pensar alternativas e sugestões para a aula. Para a turma foi uma aula didática e bem dinâmica, na qual os(as) estudantes que não sabiam sobre o rodizio conseguiram entender com facilidade. Conclusão: Portanto, com as atividades propostas, a experiência obtida durante a aula de voleibol foi fundamental para o desenvolvimento e o despertar dos(as) estudantes para uma educação mais inclusiva e pedagógica, além do despertar para a empatia e socialização.
Palavras-chave: Educação Física,Práticas Pedagógicas,Voleibol
Pôster / Banner · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoENRIQUECENDO A FORMACÃO: DANÇA PARTICIPACÃO ATIVA E CONEXÕES SIGNIFICATIVAS
FRANCISCA CAROLINE ARAÚJO ALVES ; Williane de Lima Guedes; Érica Maria Rodrigues Aguiar e Moreira
Introdução: O processo de formação profissional é um trajeto composto por uma variedade de experiências que se entrelaçam para moldar a competência de um indivíduo. Nós, enquanto estudantes imersas no curso de Educação Física na(URCA), concebemos um momento único e valores fundamentais, causar sensações marcantes e estimular movimentos que, em detalhes, serão cuidadosamente descritos e analisados neste relato de experiência. Essa proposta buscou não apenas proporcionar um espaço lúdico, mas também se propôs a ser um cenário propício para a integração de conhecimentos teóricos e práticos, revelando-se como uma jornada diversificada rumo ao enriquecimento pessoal e profissional. Metodologia: De forma lúdica utilizamos da realização das atividades rítmicas não tão complexas, com diferentes estilos musicais e coreografias de nível fácil promovendo a interação de todos. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo relatar a experiência vivenciada pelas alunas discentes do curso de educação física sobre uma prática voltada a prática da dança em vários estilos com crianças, adolescentes e adultos com alguns tipos de deficiências. Resultado: Durante a exploração das danças e das coreografias, foi notável o nível fora do habitual de diversão e participação entusiasmada dos alunos, a interação dinâmica entre os participantes e a variedade de estilos musicais estimularam uma imensa empolgação. Em um momento significativo, uma das alunas da APAE, enriqueceu nossa experiência ao gentilmente compartilhar conosco uma coreografia inspirada em sua banda favorita, essa troca de conhecimentos foi profundamente enriquecedora para todos os presentes. Conclusão: As aulas planejadas e conduzidas cuidadosamente alcançaram um nível de sucesso indiscutível. Esse alcance significativo vai além do mero cumprimento de um plano educacional, transcendendo para uma área onde a sinergia entre teoria e prática, aliada à participação ativa dos envolvidos, se coadunaram para propiciar uma experiência enriquecedora e memorável.
Oral · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL II: PARTICIPAÇÃO DOS ALUNOS NAS PRÁTICAS PRÉ DESPORTIVAS UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
THARLES PAZ DUARTE; UEDER RAPHAEL DE CASTRO ANDRADE
O presente trabalho apresenta um relato de experiência vivenciado a partir do Estágio Supervisionado III, componente curricular obrigatório do curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri-URCA, voltado à Educação Fundamental II. O objetivo é relatar a prática pedagógica dos estagiários de Educação Física dentro de um centro de Ensino Fundamental, da cidade de Juazeiro Do Norte-CE. Delineia-se como um estudo descritivo do tipo relato de experiência com abordagem qualitativa. O campo de atuação para a prática docente foi na Escola de Ensino Fundamental Antônio Ferreira de Melo. O estágio foi realizado com a participação das turmas no Ensino Fundamental II 6° ao 9° ano, com o máximo de alunos. O mesmo teve oito semanas de regência, realizadas uma vez por semana, totalizando 4 horas semanais, finalizando com carga de 54 horas aulas no final do Estágio Supervisionado. Conclui-se que o Estágio Supervisionado foi de grande importância para proporcionar experiências enriquecedoras e que favoreceram as práticas pedagógicas dos professores em formação.
Pôster / Banner · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoINTERVENÇÃO LÚDICA COMO PROPOSTA DE ENSINO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FISICA PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E MÚLTIPLAS
JOSIVAN BRUNO DE SOUZA SILVA; PEDRO VINICIUS CÂNDIDO NEVES
Este relato sublinha a relevância da ludicidade na educação de pessoas com deficiência intelectual e múltiplas da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) da cidade de Crato-CE, evidenciando como jogos e brincadeiras fomentam o desenvolvimento integral do aluno, inclusive aspectos cognitivos e sociais. Além de promover habilidades motoras, a ludicidade estimula processos mentais, como a percepção e o raciocínio, enriquecendo o aprendizado. Essas atividades também fomentam a interação social, criando um ambiente inclusivo e empático. O trabalho pode motivar os educadores a revisarem práticas pedagógicas, promovendo a expansão de conhecimentos. Isso oferece aos alunos com deficiência novas formas de enriquecer seu entendimento, promovendo alegria e crescimento cognitivo. A metodologia engloba revisão bibliográfica e o relato da intervenção adotada durante o estágio, aprofundando a compreensão do tema. Acredita-se que os jogos são ferramentas impulsionadoras do progresso de desenvolvimento cognitivo e social do aluno com deficiência intelectual enquanto capacitam o professor a aprimorar sua prática educativa.
Oral · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoO LÚDICO E ESPORTE: É POSSÍVEL APRENDER BRINCANDO?
JOSÉ PEDRO DA COSTA NETO ; Cicera Pereira da Silva; Djavan Cordeiro Silva; Isac Freitas Barboosa; Williane de Lima Guedes
Introdução: O voleibol é uma modalidade esportiva fundamental para o desenvolvimento do(a) estudante, tem potencialidades para explorar diversas dimensões corporais, auxiliando tanto no desenvolvimento motor quanto na socialização. O Trabalho com este conteúdo através de uma pedagogia lúdica e motivadora tem se mostrado relevante para a tematização dos esportes em uma perspectiva inclusiva e emancipadora. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo relatar experiências vivenciadas por discentes do curso de Educação Física durante uma prática pedagógica do voleibol por meio de metodologias lúdicas para o trabalho com os fundamentos do saque e recepção. Metodologia: Trata-se de estudo qualitativo do tipo relato de experiência, realizado por discentes do quarto semestre de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, durante a disciplina de metodologia do ensino do voleibol, referente ao período de 2023.1. Iniciamos com o planejamento das atividades a serem realizadas, assim como também os conteúdos a serem abordados, os fundamentos selecionados foram o saque e a recepção. Iniciamos a aula falando sobre a contextualização do voleibol, como também explicamos a importância dos fundamentos saque e recepção nesse esporte, em seguida demonstramos suas variações e como poderia ser trabalhado em situação de jogo. Resultados: Foram realizadas três dinâmicas pedagógicas com base na ludicidade para apropriação dos conhecimentos sobre os fundamentos, primeiros foi vivenciado o saque por baixo e por cima. Em seguida realizamos os pedagógicos para o fundamento da recepção com uma atividade tinha com intuito não deixar a bola cair, e culminamos com o jogo objetivando a junção dos dois fundamentos, aplicamos adaptações para aqueles(as) que tinha dificuldades e para tornar o jogo mais divertido. Muitos(as) tinham pouco vivenciado o voleibol, mas quando tematizado e tratado pedagogicamente é possível a participação de todos(as) independentes de suas habilidades. Conclusão: Portanto, Percebeu-se que houve a participação dos(as) discentes que estavam na aula, como também ocorreu a aprendizagem dos fundamentos de forma prazerosa e divertida, está sendo uma estratégia pedagógica motivadora e que apresenta o esporte da escola, voltado para uma educação libertadora e democrática.
Oral · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoO papel da Educação Fisica na Socialização dos alunos: um relato de experiencia vivenciado no estagio supervisionado promovendo a interação e socialização
TAYANA NASCIMENTO SOUZA; Ananias Felix De Melo; Sara Lessa Lima
O estágio foi realizado na escola Círculo Operário, nas turmas do fundamental I, com crianças na faixa etária entre 8-10 anos. As atividades realizadas foram desenvolvida em dois momentos de 06:00H para o processo de observação visando um diagnóstico geral do âmbito escolar. Após a observação do campo, foram elaboradas atividades de intervenção para serem realizadas em associação com os conteúdos trabalhados em sala de aula. O método utilizado como base teórica na produção das atividades foi a abordagem comportamental Behaviorista , que compreende o comportamento do sujeito como uma forma de aprendizado no qual se concentra no uso de um estímulo para evocar um comportamento desejado. Compreende- se que para um pleno desenvolvimento do indivíduo é necessário contemplar as dimensões sociais, críticas e corporais. Desse modo, foi possível no presente estágio desenvolver em sala de aula práticas corporais visando a formação dos alunos como formadores críticos.
Palavras-chave: Socialização,Educação Fisica Escolar,Estagio supervisionado
Oral · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoO Poema Como Estratégia Pedagógica Na Formação Inicial Em Educação Física
EDUARDA DO NASCIMENTO LOPES ALVES ; Brizia Laurindo Pereira de Sousa; Diego Vilela Pires; Francisca Franciana Carlos; Lucas Fulgêncio de Oliveira Torquato
Atualmente as metodológicas criativas e progressistas vem sendo uma temática debatida e usada por muitos professores(as), apresenta-se como mecanismos didático pedagógico que proporciona o processo de ensino democrático e emancipador, dentre as várias ferramentas pedagógicas disponíveis o poema apresenta-se como um recurso pedagógico que possibilita o despertar da criticidade dos(as) educandos(as), este em espaços educacionais tem se mostrado relevante para a tematização de diferentes conteúdos das diversas áreas do conhecimento, por meio da construção de textos com rimas que despertam a curiosidade e o interesse dos(as) estudantes, favorecendo o processo de ensino e aprendizagem. O presente trabalho tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas por acadêmicos(as) sobre a ferramenta metodológica do poema com o propósito da tematização da historicidade do voleibol na formação inicial em Educação Física. Trata-se de uma estudo de cunho qualitativo, do tipo relato de experiência desenvolvido por acadêmicos(as) do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, da Disciplina de Metodologia do ensino do voleibol do semestre referente ao período de 2023.1. Como solicitado pela docente a elaboração de uma aula, a qual abordasse como temática a história do voleibol. Desse modo decidimos preparar a aula por meio do recurso metodológico do poema, iniciamos fazendo leituras, selecionando os textos que seriam usados para embasamento teórico, no segundo momento foi a fase de agrupamentos das rimas e produção do texto. Após a construção do poema, foi dado ênfase as seguintes informações no corpo textual a história do voleibol, voleibol da escola e o atravessamento sociais que permeiam essa prática pedagógica como: raça, gênero e inclusão. Desse modo ao longo do desenvolvimento da aula, foi perceptível a curiosidade e motivação dos(as) estudantes, em participar da leitura coletiva, todos(as) estavam envolvidos com e no processo pedagógico e despertou o interesse em conhecer a história do voleibol, o qual em muitos momentos são deixado de lado, dando ênfase apenas o fazer procedimental sem uma contextualização histórica das modalidades esportivas. Portanto, a ferramenta metodológica do poema facilitou o processo de aprendizagem de maneira diferenciada de forma prazerosa e lúdica, mostrando-se como uma estratégia de ensino importante para a tematização de diferentes conteúdos, seja na formação inicial ou na educação básica.
Resumo Simples · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoPossibilidades Metodológicas na Educação Física Escolar: Uma Aplicação Prática das Inteligências Múltiplas no Estágio Supervisionado
STEFANY VITÓRIA DAS NEVES CARVALHO ; Cícero Martiniano Menezes; Manoel Alexandre de Souza Clementino
RESUMO Introdução: Dentro da Educação Física Escolar, a teoria das inteligências múltiplas oferece uma abordagem inovadora que vai além da visão convencional centrada exclusivamente nas habilidades físicas e esportivas. Reconhecendo a diversidade presente nos alunos, essa teoria destaca a importância de explorar e desenvolver uma ampla gama de inteligências. Se foi relatado as experiências pedagógicas pensadas a partir da aplicação da Teoria na Educação Física escolar nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Objetivos: Relatar as experiências pedagógicas pensadas a partir da aplicação da Teoria das Inteligências Múltiplas na Educação Física Escolar nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Métodos: Trata-se de um relato de experiência desenvolvido por três discentes da Universidade Regional do Cariri – URCA durante o estágio que se deu na Escola E.E.I.F Padre Teodósio Liceu na cidade de Crato-CE. As turmas trabalhadas foram os primeiros anos A, B, C, E, F, G, com a carga horaria de 50 horas totais, sendo 6 horas de observação. Resultados: Após a observação, notou-se que algumas crianças apresentavam dificuldades em participar das aulas práticas, assim pensou-se em abordar atividades de diferentes formas pra motiva-las nas aulas. Buscou-se aplicar uma variedade de abordagens nas aulas, como por exemplo, envolver a caligrafia junto ao esporte na brincadeira de competição das palavras. A proposta metodológica não só atendeu às necessidades diversas dos alunos, mas também despertou um interesse renovado pela Educação Física, contribuindo para o desenvolvimento integral dos alunos e promovendo uma perspectiva mais abrangente e significativa da disciplina. Conclusão: Concluímos assim, que a partir das inteligências múltiplas todo ser humano não tem uma, mas sim, várias capacidades intelectuais latentes que se desenvolvem de maneira única em cada pessoa, e isso precisa ser considerado nas aulas de Educação Física para promover a participação efetiva de todos(as) alunos(as).
Palavras-chave: Inteligências Múltiplas,Relato,Estágio, Educação Física
Oral
Abrir o trabalhoPOTENCIALIDADES E DESAFIOS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO INFANTIL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
MARIA JANAINE CORREIA DA SILVA; Suely Maria dos Santos Sousa; Samuel Pereira de Sousa; Ana Clara Cassimiro Nunes; Michelle Arruda Alencar; Morgana Alves Correia da Silva; Francisco Mateus Almeida de Oliveira; Geysa Cachate de Araujo Mendonça
Introdução: A Educação Física no ensino infantil é de suma relevância, pois é na primeira infância em que é preciso oportunizar as crianças, experiências e situações que contribuam para o seu desenvolvimento cognitivo, afetivo, social e o físico. Desse modo, as aulas de Educação Física devem permitir a criança explorar o ambiente, imaginar, criar, movimentar-se, expor seus sentimentos e emoções, desenvolvendo assim de forma holística. Objetivos: Relatar as potencialidades e os desafios vivenciados no estágio supervisionado I no ensino infantil. Métodos: Trata-se de um estudo descritivo, com abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência. O estágio foi realizado em duas turmas, compostas por 43 crianças pré-escolares, do infantil IV e V da Escola de Ensino Infantil e Fundamental Maria Pia Brígido na cidade de Crato-CE, no período de 11 de março à 19 de maio de 2019, segmentadas em seis aulas semanais. Três etapas nortearam esse processo: a orientação específica, observação e regência. Resultados: O plano de ensino e as aulas foram constituídas através dos conteúdos, brincadeiras e jogos, atividades rítmicas e expressivas e conhecimento sobre o corpo, seguindo uma estrutura de atividade de acolhimento, seguida pela explanação de conhecimentos prévios, alongamentos lúdicos, músicas infantis, o jogo em si, e o momento de volta à calma. As brincadeiras como cantigas de roda, jogo do boliche matemático, vivo ou morto, sol e lua, pega objeto e circuitos motores obtiveram grande aceitação pelos pré-escolares. Os materiais das aulas eram fornecidos pelos próprios estagiários, visto que a escola não dispunha. Conclusão: Em suma, o estágio propiciou vivências de estratégias significativas, que foram desde o planejamento à execução das aulas. Além disso, possibilitou a reflexão sobre as barreiras existentes neste campo de atuação, como a não obrigatoriedade da disciplina no ensino infantil, limitando as crianças de desenvolverem-se de foram integrais.
Oral
Abrir o trabalhoREFLEXÕES SOBRE A EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
MARIA ELAYCE DE ARAÚJO CLEMENTE ; Lucas Costa Santiago; Marcio dos Santos Calixto; Saul Matos Sobreira
Introdução: A Educação Física pode ser entendida como uma das formas mais comuns de transmitir o conhecimento através do movimento corporal, a qual deve ser ministrada e repassada aos alunos com a finalidade de melhorar suas capacidades físicas e cognitivas. Pensando na perspectiva de pessoas com deficiência, isto trará diversos benefícios para a evolução do aluno. Objetivo: Relatar as experiências sobre atividades desenvolvidas com pessoas com deficiência intelectual e múltiplas, por meio da disciplina de Educação Física Adaptada em uma turma de convivência na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE na cidade de Juazeiro do norte - CE. Metodologia: Trata-se de uma pesquisa qualitativa do tipo relato de experiência. Resultados: Inicialmente foi realizado uma visita para observação do ambiente, dos alunos, para que fosse possível um melhor planejamento para realizar atividades exequíveis. Ao partir para o planejamento, nos possibilitou desbravar novas possibilidades de ensino, consequentemente melhorando nossa capacitação para tal situação, sendo assim, as atividades realizadas abordaram uma temática que fosse possível contribuir para o desenvolvimento sociocultural e psicomotor promovendo a inclusão. A metodologia usada nas atividades teve proposito lúdico, sendo adaptadas e reformuladas de acordo com o contexto dos alunos, sua forma de linguagem e comunicação, e isto trouxe mais conhecimento para atuar dentro dessa área. A avaliação foi contínua, sendo observados todas atitudes e reações dos alunos, desde suas relações com os colegas até seu desempenho físico. Todo o processo foi prezando o bem-estar do aluno e, a utilização dos jogos buscou a singularidade do aluno a fim de tirar o foco da dificuldade e direcioná-lo para as suas habilidades. Conclusão: Concluímos que os resultados foram significativos, pois os alunos demonstraram empenho, alegria e motivação ao participar das atividades propostas.
Resumo Simples · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO III NO ENSINO FUNDAMENTAL II
ARISTOTELES RIBEIRO DA SILVA FILHO ; Felipe Ferreira dos Santos Junior; Willian Alves da Silva
Durante o Estágio Supervisionado III do curso de Licenciatura em Educação Física, da Universidade Regional do Cariri (URCA), realizado na instituição de ensino E.E.F Estado da Paraíba, tivemos a oportunidade de mergulhar nas práticas pedagógicas do Ensino Fundamental II, totalizando 54 horas/aula. O objetivo principal deste estudo é relatar as experiências ocorridas durante o período de regência de estágio, como futuros docentes da área de Educação Física. A primeira semana de estágio foi dedicada à observação, permitindo-nos conhecer os alunos, a estrutura escolar e os recursos disponíveis. Na semana seguinte, iniciamos a regência das aulas, observando o comportamento das crianças e ajustando nossas atividades de acordo. Superamos desafios de espaço e recursos didáticos devido a reformas na escola, mas mantivemos o foco em práticas coletivas.
Oral · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoUM OLHAR SOBRE A REGÊNCIA NA APAE DE CRATO-CE: RELATO DE EXPERIÊNCIA
IRIS GOMES DA SILVA ; BEATRIZ SEVERINO DOS SANTOS; MARIA ALICE SALES RODRIGUES; MARIA AMANDA AGUIAR DOS SANTOS; INGRID DO NASCIMENTO FIDELES
Introdução: A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais é responsável por promover atenção integral à pessoa com deficiência intelectual e múltipla. A experiência na APAE, gerou reflexões e anseios, uma vez que, o capacitismo gerado em cima do debate de trabalhar com esse público, cogitou-se como lidaríamos com a relação professor–aluno posteriormente. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo relatar as experiências das discentes sobre a regência e contribuição para o desenvolvimento das mesmas. Métodos: Trata-se de uma pesquisa qualitativa em formato de relato de experiência, proporcionada pela disciplina de Educação Física Adaptada. Resultados: Na visita de observação, percebeu-se que encontraríamos diversas faixas etárias e tipos de deficiências. Na segunda visita, a regência quebrou paradigmas “de medo’’, os alunos mostraram o reconhecimento de seus limites, empatia, raciocínio lógico junto a capacidade de resolução de problemas de maneira aguçadas, eficaz e eficiente. Ainda na observação, foi possível conhecer o espaço, a equipe profissional, público alvo e suas individualidades, aspectos fundamentais para a construção do planejamento, o qual foi realizado de forma coletiva. A regência foi uma experiência enriquecedora, de caráter pessoal e profissional. Na prática das atividades, os estudantes foram participativos, apresentaram ótima compreensão na realização das tarefas, demonstrando sempre respeito e afetividade. Conclusão: A regência foi desafiadora no primeiro momento, devido ao estranhamento da vivência para algumas discentes, no entanto, o percurso mostrou-se proveitoso. Foi constatada uma experiência ímpar, em que foi notório a edificação de conhecimentos obtidos durante a regência, o contato com os alunos da APAE trouxe um olhar diferenciado em relação a atuação do Professor de Educação Física e o quanto ele pode contribuir na vida desses alunos. Assim, pode-se afirmar que houve uma experiência exitosa por parte das regentes e alunos(as), tendo em vista que alguns anseios foram superados positivamente.
Resumo Simples · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoAS PRÁTICAS DE AVENTURA E O TEMA TRANSVERSAL MEIO AMBIENTE NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II
LUCAS LEODÔNIO SOUSA DA SILVA; Maria José Maciel de Souza Neta
O objetivo deste trabalho é relatar uma experiência no Ensino Fundamental II que buscou desenvolver valores socioambientais, dentro das possibilidades de articulação entre a Educação Física e o Meio Ambiente na formação dos estudantes. Participaram das aulas duas turmas de 6° ano, 7° ano e 8° ano da escola E.E.F Liceu Diocesano de Artes e Ofícios. As aulas sobre o tema transversal foram realizadas, e ao fim das mesmas discutidos com os alunos sobre o que entenderam, a fim de possibilitar reflexões acerca do tema. Com os resultados percebemos que temas transversais não eram trabalhados na escola, e por isso os alunos não conheciam seus conteúdos, os participantes evidenciaram a importância dos temas transversais, além de demonstrarem satisfação pela estrategia de ensino.
Palavras-chave: Educação Física, Meio Ambiente, Práticas de Aventura, Escola
Pôster / Banner
Abrir o trabalhoATIVIDADES RÍTIMAS NA APAE PENSANDO A INCLUSÃO : UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
GIOVANNA LIZ FERREIRA SILVA ; Emilly de Sousa Lima; Letícia Ribeiro dos Santos
O presente trabalho tem como objetivo vivenciar, experimentar e conhecer as atividades corporais de envolvimento com danças, músicas e brincadeiras populares. Trabalhar a ludicidade; a coordenação motora; vivenciar fundamentos básicos e experimentar brincadeiras.Trata-se de um relato de exeperiência vivenciado pelas discentes do 4º semestre de educação física da Universidade Regional do Cariri, durante a disciplina de educação física adaptada, referente ao período 2023.1. Foi sugerido pela docente da disciplina, a elaboração de atividades rítmicas, o qual tivesse com objetivo as práticas inclusivas.
Oral · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoAULA ADAPTADA NA INSTITUIÇÃO APAE: ANALISE NO COMPORTAMENTO DE CARENCIA DOS ALUNOS
GISELLY DE ARAÚJO FREITAS
Introdução: : O presente trabalho trata-se da experiência dos discentes de licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri na Instituição APAE (associação de pais e amigos dos excepcionais) Crato-CE, que aconteceu no dia 30 de outubro, de 2023. Objetivos: A aula que foi ministrada pelos discentes teve atividades cooperativas e adaptadas para inclusão de todos. As atividades foram preparadas exclusivamente para os alunos com deficiência intelectual , múltiplas e autismo. Métodos: Desenvolvemos algumas atividades recreativas, que atendessem a necessidade de todos os alunos. Não apenas se limitando a um momento recreativo, as atividades tinham como objetivo que os alunos vivenciassem um momento em que eles poderiam usar de habilidades motoras e que existisse a interação entre eles. Resultados: Tivemos a experiência de ministrar uma aula com uma didática diferente, na qual utilizamos métodos adaptados de atividades lúdicas. Conclusão: Durante a visita foi possível notar que a grande maioria dos alunos da instituição APAE costumam ser muito afetivos com as pessoas que eles tem contato, com os próprios colegas e com os professores da instituição pois existe uma carência enorme da parte de muitos em suas residências e eles buscam essa atenção que lhes faltam dentro da instituição. Notamos durante a aula que eles necessitam de uma atenção a mais, então no momento que eles estavam a realizar as atividades os discentes apoiavam de uma forma que eles se sentissem confortáveis e seguros. Percebemos também que a própria instituição se dispõe a ter uma relação que não se restringe a professor e aluno, mas uma relação com afeto, cuidado e paciência. AGRADECIMENTO: Agradecemos a instituição APAE por nós proporcionar essa experiência gratificante e pela contribuição direta na construção desse trabalho e a professora e orientadora Geysa Cachate, pela oportunidade que nos proporcionou, por ter feito toda diferença, por toda ajuda e incentivo.
Resumo Simples · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoAULA ADAPTADA NA INSTITUIÇÃO APAE: ANALISE NO COMPORTAMENTO DE CARENCIA DOS ALUNOS
GISELLY DE ARAÚJO FREITAS; Sara Lessa Lima
RESUMO Introdução: : O presente trabalho trata-se da experiência dos discentes de licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri na Instituição APAE (associação de pais e amigos dos excepcionais) Crato-CE, que aconteceu no dia 30 de outubro, de 2023. Objetivos: A aula que foi ministrada pelos discentes teve atividades cooperativas e adaptadas para inclusão de todos. As atividades foram preparadas exclusivamente para os alunos com deficiência intelectual , múltiplas e autismo. Métodos: Desenvolvemos algumas atividades recreativas, que atendessem a necessidade de todos os alunos. Não apenas se limitando a um momento recreativo, as atividades tinham como objetivo que os alunos vivenciassem um momento em que eles poderiam usar de habilidades motoras e que existisse a interação entre eles. Resultados: Tivemos a experiência de ministrar uma aula com uma didática diferente, na qual utilizamos métodos adaptados de atividades lúdicas. Conclusão: Durante a visita foi possível notar que a grande maioria dos alunos da instituição APAE costumam ser muito afetivos com as pessoas que eles tem contato, com os próprios colegas e com os professores da instituição pois existe uma carência enorme da parte de muitos em suas residências e eles buscam essa atenção que lhes faltam dentro da instituição. Notamos durante a aula que eles necessitam de uma atenção a mais, então no momento que eles estavam a realizar as atividades os discentes apoiavam de uma forma que eles se sentissem confortáveis e seguros. Percebemos também que a própria instituição se dispõe a ter uma relação que não se restringe a professor e aluno, mas uma relação com afeto, cuidado e paciência. Agradecemos a instituição APAE por nos proporcionar essa experiência gratificante e pela contribuição direta na construção desse trabalho e a professora e orientadora Geysa Cachate, pela oportunidade que nos proporcionou, por ter feito toda diferença, por toda ajuda e incentivo
Resumo Simples · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIA ENRIQUECEDORA: VIVENCIANDO E ENTENDENDO A REALIDADE DA APAE
FRANCISCO EDUARDO PINHEIRO DA SILVA; Manoel Alexandre De Souza Clementino; Ananias Félix De Melo
O presente relato mostra a realidade da infraestrutura da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE). O Objetivo do trabalho é mostrar essa visão, buscando compreender o impacto que a infraestrutura precária pode ter nas vidas daqueles que buscam apoio na APAE. Além de, relatar as experiências vividas e observadas pela equipe do quinto semestre do curso de Educação Física da URCA. Desenvolvimento: No primeiro contato com a instituição APAE no dia 16 de outubro, graças a disciplina de Educação Física Adaptada, conhecemos o ambiente da instituição e a infraestrutura, e podemos observar o descaso com ela. Durante a visita, foi evidente a carência no espaço físico, impactando diretamente no ambiente destinado ao atendimento de pessoas com deficiência. Estas instalações precárias comprometem a qualidade dos serviços oferecidos, ressaltando a urgência de investimentos para melhorar as condições físicas e promover um ambiente mais adequado e acolhedor. Dentro da instituição se tem uma academia e área de eventos, porém, pouco aproveitada pelos estudantes e a própria comunidade, tendo em vista que é um espaço público e para todos que desejam usufruírem dele. Aí encontramos outro problema, nós universitários que moramos na localidade, não sabíamos da existência dessas instalações, assim, a estrutura do local é precária, mas o que se tem não se é aproveitado, tanto por falta de conhecimento destas estruturas e pela falta de projetos. E neste decorrer da interação com a instituição, percebemos não apenas desafios estruturais, mas também um comprometimento notável por parte da equipe em proporcionar suporte e cuidado aos beneficiários. Conclusão: A dedicação dos profissionais, destaca a importância de unir esforços para superar as limitações encontradas, visando garantir um ambiente inclusivo e digno a todos que dependem dos serviços da APAE. Logo ao unir esforços, podemos transformar esta realidade.
Resumo Simples · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoO VOLEIBOL PARA IDOSOS: PENSANDO A PEDAGOGIA DA INCLUSÃO
YURI LUCAS DA SILVA FERNANDES; Emilly de Sousa Lima; Giovanna Liz Ferreira Silva; Leticia Ribeiro dos Santos
Introdução: O voleibol adaptado para a terceira idade atualmente apresenta-se como uma das práticas esportivas mais procurada pelos(as) idosos(as). No Brasil é crescente o número de equipes formadas por este grupo, havendo competições especificamente para esta modalidade adaptada. Este esporte por ser um jogo coletivo e de pouco contato físico entre os participantes, se mostrou aderente a pessoas que tem problemas de saúde relacionados a flexibilidade, agilidade e doenças cardiovasculares. Como também oferece menor grau de riscos de lesões aos praticantes, além de contribuir de modo significativo na sociabilidade dos envolvidos. Objetivo: O presente trabalho tem como um objetivo relatar uma experiência vivenciada por discentes durante uma prática pedagógica de voleibol adaptado para pessoas idosas. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência realizado por discentes do 4º semestre do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, durante a disciplina da metodologia do ensino do voleibol, referente ao período 2023.1. Foi sugerido pela docente da disciplina a elaboração de estratégias de ensino com o conteúdo do voleibol, o qual tivesse com objetivo as práticas inclusivas. Desse modo tivemos com estratégia pedagógica o voleibol para idosos. Resultados: Nesse contexto a aula foi iniciada com uma contextualização dessa modalidade para sênior e em seguidas alguns educativos para o trabalho com os fundamentos e regras por meio de um jogo usando a peteca. Após a instrumentalização do jogo, usando a bola do voleibol, não era permitido saltar, o saque poderia ser arremessado e poderia segurar a bola. A turma vivenciou o jogo adaptado, facilitou o entendimento dos fundamentos, como também foi possível o trabalho com as práticas esportivas para além do tradicionalismo pragmático, apresentando-se como novas possibilidades pedagógicas mais inclusivas e progressistas. Portanto, conclui-se que a estratégia pedagógica foi de grande importância e relevância para o trabalho didático, a ferramenta metodológica utilizada facilitou a compreensão dos(as) estudantes de uma maneira diferenciada, prazerosa e lúdica do voleibol e como meio de transgressão as práticas hegemônicas.
Palavras-chave: Metodologia do Voleibol,Esporte Adaptado,Educação Física,Terceira Idade
Oral
Abrir o trabalhoPARA ALÉM DA RECREAÇÃO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
VALÉRIA BEZERRA BERNARDO; Francisca Clarice Pereira da Silva Leite
Introdução: A Educação Física segundo a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é um componente curricular obrigatório nas escolas, que busca democratizar o acesso à cultura corporal. Desse modo, a Educação Física (EF) vai muito além do que ampliar as habilidades motoras, indo de encontro ao enfrentamento de desafios mediante contextos diversos. Objetivos: Refletir sobre as dificuldades enfrentadas no âmbito escolar, essencialmente sobre a visão reducionista da EF no ensino Fundamental I, muitas vezes resumida à recreação, a partir de experiências pedagógicas vivenciadas no Estágio Supervisionado. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência desenvolvido durante o estágio na instituição Liceu Diocesano de Artes e Ofícios, desempenhado por discentes da Universidade Regional do Cariri - URCA. O mesmo contou com 6 horas de observação e 54 horas de regência. Resultados: Durante e após as regências de sala, ficou notório que a EF frequentemente resumiu-se a momentos de recreação, deixando de lado todo o teor teórico que antecede as experiências práticas, o que resulta na desvalorização dessa disciplina. Com o propósito de reduzir tal visão, conteúdos além de jogos e brincadeiras que estavam presentes na grade curricular da EF foram explorados em aula, por meio de uma divisão entre aulas teóricas e práticas, as quais tinham por finalidade fundamentar as aulas práticas que vinham logo em seguida. Da mesma forma, tentamos corrigir na oralidade sempre que os alunos se referiam a aula de EF como aula de recreação. Conclusão: Com base nas nossas vivências, concluímos que é de suma importância que desde a infância as crianças reconheçam as aulas de EF como uma disciplina obrigatória, assim como as outras que estão na grade curricular, pois esta tem um papel fundamental no desenvolvimento integral dos estudantes, e está presente na maioria dos aspectos desenvolvidos pelo ser humano da antiguidade aos dias atuais.
Resumo Simples · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoPRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA COMO CONTEÚDO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
LUCAS COSTA SANTIAGO
Este relato trata-se das experiencias vivenciadas por um estagiário, aluno do Curso de educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), referente à disciplina de Estágio Curricular Supervisionado IV, que corresponde do 1º ao 3º ano do ensino médio, realizado na EEMTI Estado da Bahia, localizada no bairro Pinto Madeira em Crato/Ceará, sendo uma das escolas que integram a rede estadual de ensino de dito município. Neste trabalho, será relatado a importância do estágio para formação da prática docente e as relevâncias/possibilidades de ensino dos esportes de aventura dentro das aulas de educação física, além de servir como base para as práticas de construção do conhecimento dos futuros professores/as.
Pôster / Banner
Abrir o trabalhoRelato de Experiência: Extratos das experiências práticas nas aulas de educação física com os alunos do ensino fundamental da escola Liceu de Artes e Ofícios.
ANTONIO LUCAS LACERDA GOMES ; Paulo Samoth H. Feitosa; Jessé Barbosa do nascimento
Este relato de experiencia visa expor a vivência do estágio supervisionado III, por três estagiários Antônio Lucas, Paulo Samoth, Jesse Barbosa, alunos do Curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), referente à disciplina de Estágio Curricular Supervisionado, com crianças de 11 a 16 anos, do 9° ano, na escola Liceu de Artes e Ofício, conhecida como “Liceu”, em Crato/CE. Neste artigo, será relatado a importância do estágio para a formação da prática docente na educação infantil, a observação e participação nas atividades desenvolvidas com os alunos e a relevância do estágio para a formação pedagógica, além de servir como base para as práticas de construção do conhecimento dos futuros professores/as.
Palavras-chave: escola,estagio,educação,relato
Oral
Abrir o trabalhoRESIDÊNCIA PEDAGÓGICA: TRANSFORMANDO TEORIA EM PRÁTICA E CONSTRUINDO O CAMINHO PARA UMA FORMAÇÃO DE PROFESSORES
MATHEUS LUNA; Pedro Roger Ferreira de Oliveira; Saul Matos Sobreira; Lucas Costa Santiago; Erlania Texeira Rufino
O Programa Residência Pedagógica promove a formação prática de licenciandos em Educação Física, integrando teoria e prática. Desenvolvido em parceria com escolas, busca aprimorar metodologias, adaptar currículos à BNCC e superar desafios no ensino da Educação Física. O ambiente coletivo visa inovar o ensino prático, fortalecendo a relação entre universidade, aluno e escola. A residência é composta por fases de observação e regência, proporcionando imersão na prática docente. Essa abordagem visa superar desafios, contribuindo para a formação continuada dos graduandos e preparando-os para a docência, destacando a importância da aliança entre universidade e escolas. O programa destaca a relevância da escola na formação cidadã. A vivência prática no ensino médio revela as dificuldades enfrentadas, complementando a formação inicial. A atuação dos preceptores desempenha papel crucial, orientando os residentes em diversas situações. O trabalho conclui enfatizando a importância do projeto para uma formação mais robusta e adaptada aos desafios da educação.
Palavras-chave: residência pedagógica, educação física, regência
Oral
Abrir o trabalhoUMA APROXIMAÇÃO COM A ASSOCIAÇÃO DE PAIS E AMIGOS DOS EXCEPCIONAIS (APAE)
FRANCISCA CLARICE PEREIRA DA SILVA LEITE; Maria Patrícia de Sá; Rejane Vitorino Bezerra; Valéria Bezerra Bernardo
Este trabalho apresenta o período de experiência, baseado na aproximação para com o público da APAE, vivenciado por discentes de Educação Física da Universidade Regional do Cariri - URCA. No qual o objetivo era conhecer a instituição, mostrando aspectos e trabalhos realizados por ela, além de um contato direto com os alunos (as). O planejamento de uma aula foi feito pelos discentes, juntamente com a professora da disciplina de educação física adaptada na qual os mesmos estão matriculados. Em um primeiro momento a coordenadora da instituição citou algumas das dificuldades para mantê-la em funcionamento, sendo as mais comuns relacionadas a estrutura e manutenção de alimentos, além de profissionais disponíveis para um trabalho voluntário. As atividades realizadas objetivaram experienciar os diversos estímulos dos alunos, assim como vivenciar diversas possibilidades de público, entendendo como atuar na área da educação física adaptada. Atividades, visavam promover cooperação e trabalho em equipe, ainda que de forma competitiva em dados momentos. Dentre as atividades levadas (enche balde, pega-pega zumbi, rapel adaptado, passando o arco etc.) e aplicadas no pátio, as que obtiveram maior êxito foram o rapel adaptado, onde cordas e colchonete foram usados a fim de proporcionar uma experiência próxima da realidade e o passa bambolês em círculo, onde todos deveriam passar sem soltar as mãos dentro dos mesmos. Assim sendo, a visita e realização das atividades na APAE, serviram de experiência para todos, desde os alunos aos discentes corroborando para realização de tais atividades.
Resumo Simples · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoUMA JORNADA TRANSFORMADORA: EXPERIÊNCIA NA APAE JUAZEIRO DO NORTE
VICTOR HUGO AMARAL DE ALCANTARA ; Cícero Klebson Brito Siva; Lucas Fulgêncio de Oliveira Torquato; Marlon Maxwel Araujo Macedo
Introdução: Ao planejar meticulosamente cada passo da visita, a metodologia adotada buscou não apenas observar, mais imergir no contexto da instituição. Logo após a visita conseguimos observar e planejar as melhores metodologias desde a definição dos objetivos até a escolha dos métodos de interação, cada detalhe foi cuidadosamente considerado. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo relatar uma experiência vivenciada por discentes, na construção e aplicação de uma aula pedagógica destinada aos alunos (as) da instituição APAE. Metodologia: O estudo trata-se de um relato de experiência realizado por discentes do 4º semestre do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri, durante a disciplina de Educação Física Adaptada, referente ao período de 2023.1. Após uma visita a instituição, foi solicitado a pedido da docente, o uso de estratégias metodológicas para a construção de uma aula prática inclusiva, onde iniciamos com planejamento de atividades a serem realizadas. As dinâmicas selecionadas, foram, dança das cadeiras inclusiva, lançamento de balão, corrida do ovo, vôlei adaptado e o arremesso ao gol. Resultados: Os resultados da aula prática na APAE revelaram uma sinergia notável entre a abordagem educacional e as necessidades individuais dos participantes. Evidenciou-se um ambiente de aprendizado inclusivo, onde a adaptabilidade e a personalização das atividades foram fundamentais para engajar todos os envolvidos. Observou-se um momento de experimento de atividades motoras, cognitivas e sociais dos participantes, ressaltando o impacto positivo da abordagem pedagógica adotada. Além disso, a interação entre alunos e educadores refletiu uma atmosfera de apoio mútuo e celebração das conquistas, consolidando a importância do método de ensino aplicado na APAE. Portanto, podemos concluir que o uso de metodologias de dinâmicas inclusiva como forma de princípios educacionais, apresentou-se como estratégia pedagógica que possibilita a emancipação dos(as) educandos(as), pautados no respeito e equidade.
Palavras-chave: Educação Física Adaptada;; Metodologia, Dinâmicas.
Resumo Simples · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoVIVÊNCIAS EXITOSAS A PARTIR DA PARTICIPAÇÃO DO DOCENTE COLABORADOR
BEATRIZ SEVERINO DOS SANTOS ; JOSÉ DAVI DE SOUSA ARAÚJO; MARIA AMANDA AGUIAR DOS SANTOS
“O estágio supervisionado é o momento em que o acadêmico pratica todos os aprendizados assimilados durante a formação universitária". No Fundamental I pôde-se vivenciar um momento de alívio, pois a presença de um corpo docente adjunto e colaborador faz toda a diferença no ensinar e no aprender. Iniciamos o estágio supervisionado II na escola de ensino fundamental EEF.Dr.Leão Sampaio em Juazeiro do Norte. O estágio Supervisionado II é dividido em observação e regência com uma carga horária de 54 horas obrigatórias, sendo 06 horas de observação e o restante da regência. Tendo em vista que há uma escassez de professores de Educação Física no âmbito escolar, por sua vez, quando a instituição apresenta mais de um profissional é um mérito. Apesar das barreiras enfrentadas escolhemos deixar a mensagem de satisfação e de cunho exitoso para com o professor de Educação Física no ambiente escolar. Evidenciamos a participação do professor colaborador.
Palavras-chave: Educação Física,Estágio,Professor,Colaboração
Resumo Expandido · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalho