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A PRÁTICA PEDAGÓGICA E A VIVÊNCIA DOS MOVIMENTOS URBANOS COMO EXPRESSÃO CULTURAL E SOCIAL
RAMILLA AGUIAR BEZERRA ; LUANA JESSICA BELO GAMA; KAYO DE AGUIAR LOPES
Palavras-chave: Educação física escolar,Cultura ,Prática Corporal
Oral
Abrir o trabalhoDESCOBRINDO O MUNDO POR MEIO DO BRINCAR: EXPLORANDO NOVAS CULTURAS
LEVI DOMINGOS PEREIRA ; Fábio Antony Albuquerque de Oliveira; Pedro Henrique Oliveira Silva
RESUMO Introdução: O estágio supervisionado é uma etapa essencial na formação docente, permitindo a aplicação prática da teoria em um ambiente real de atuação. No Estágio Supervisionado II, o foco esteve no Ensino Fundamental I, ressaltando a importância da Educação Física no desenvolvimento global das crianças. Apesar de muitas instituições destinarem apenas pedagogos para todas as aulas, a Educação Física é fundamental na construção de habilidades motoras, cognitivas e sociais. Objetivo: Relatar a experiência vivida por estagiários do curso de Educação Física da URCA durante atuação no Ensino Fundamental anos iniciais, evidenciando a relevância de aspectos sociais e culturais de vários povos e países dentro da aula de educação física. Método: O estágio foi realizado no Colégio Santa Teresa de Jesus (CSTJ), com carga horária de 54 horas, envolvendo crianças de 6 a 10 anos. As aulas ocorreram duas vezes por semana, com atividades voltadas para compartilhar e vivenciar culturas de outras partes do mundo, por meio de danças, jogos e brincadeiras, promovendo socialização e autonomia. A estrutura das aulas incluía inicialmente uma breve contextualização sobre o país ou povo estudado, seguida da vivência prática. Resultados: As atividades implementadas demonstraram um avanço significativo na compreensão cultural e global dos alunos, uma vez que a exposição a jogos, danças e lutas de diversas partes do mundo, promovendo o respeito à diversidade e a desconstrução de estereótipos. Paralelamente, a abordagem interdisciplinar enriqueceu a experiência corporal, resultando na melhoria da coordenação motora, do ritmo e da expressão corporal. A integração dessas áreas se mostrou uma estratégia eficaz para o desenvolvimento integral dos estudantes, unindo o conhecimento teórico-cultural à prática físico-motora. Notou-se também maior cooperação entre os estudantes, especialmente em atividades que exigiam trabalho em grupo, reduzindo conflitos e fortalecendo vínculos. Conclusão: O estágio validou a eficácia da abordagem interdisciplinar na Educação Física, utilizando História e Geografia para contextualizar práticas corporais globais. Conclui-se que essa estratégia amplia o repertório motor e cultural dos alunos, promovendo o respeito à diversidade e um desenvolvimento integral mais significativo. Palavras-chave: Estágio Supervisionado; Educação Física; Educação Infantil; Interdisciplinaridade; Educação Física Escolar.
A EXPERIÊNCIA DISCENTE NO ENSINO MÉDIO: UM OLHAR REFLEXIVO SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA
ROSA RAISSA DE JESUS FELIX ; Ítalo Gabriel De Oliveira Sousa
Introdução: O estágio supervisionado é uma etapa essencial na formação do professor de Educação Física, pois proporciona a vivência prática do cotidiano escolar e a consolidação dos conhecimentos adquiridos ao longo do curso. A vivência evidenciou os desafios enfrentados no ambiente escolar, como: a desmotivação dos estudantes, devido a rotina cansativa da escola de tempo integral (ensino médio + técnico), eles tendem a estar cansados e desmotivados para as aulas de educação física: como também, o conflito entre desempenho e prazer de alguns alunos, que entendem a educação física como forma de competição e, o esporte vivenciado nas aulas, como de alto rendimento (como no esporte tradicional). Já outros, preferem atividades recreativas e de bem-estar. Objetivo: Esse relato de experiência tem por objetivo relatar e refletir sobre a experiência vivida no Estágio Supervisionado IV, realizado no Ensino Médio.Método:O estágio foi realizado em uma escola profissionalizante localizada no Crato-Ce. A instituição atende alunos do ensino médio, com idades entre 15 e 17 anos. Durante o estágio, foram acompanhadas duas turmas do 1º ano, duas do 2º ano e uma do 3º ano, com aulas distribuídas ao longo da semana, totalizando 6 horas por semana.A primeira etapa do estágio consistiu na observação das aulas ministradas pelo professor titular. Na segunda fase, foi possível intervir ativamente, planejando e conduzindo aulas de forma gradual. As propostas pedagógicas priorizaram jogos cooperativos, jogos e brincadeiras, atividades rítmicas e esportes adaptados, com o objetivo de promover a participação de todos os alunos, respeitando suas individualidades e valorizando o trabalho em equipe.A interação com os alunos e a escuta ativa foram fundamentais para o sucesso das intervenções.Resultados: Essa vivência permitiu compreender a complexidade do ambiente escolar, observar a heterogeneidade das turmas e perceber a necessidade de desenvolver estratégias que favoreçam o engajamento dos alunos nas aulas de Educação Física. Pois já estavam acostumados com a monotonia de apenas um único esporte em todas as aulas.Conclusão: O estágio supervisionado no Ensino Médio foi uma experiência transformadora e enriquecedora na formação docente. A vivência prática permitiu compreender a realidade das escolas profissionalizantes, com seus desafios estruturais, sociais e pedagógicos, ao mesmo tempo em que proporcionou o desenvolvimento de competências essenciais para a atuação profissional na área da Educação Física.
DESCONSTRUINDO ESTEREÓTIPOS DE GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UMA EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
PAULO HENRIQUE DOS SANTOS; Adna Rebeca Teixeira da Silva
Introdução: O presente trabalho analisa a participação das meninas nas aulas de Educação Física durante o estágio supervisionado realizado em uma escola pública de ensino médio no Crato-CE. A experiência partiu da constatação inicial de baixa adesão feminina às aulas, fenômeno associado à desmotivação, à esportivização historicamente presente na área e a fatores sociais e culturais que influenciam a participação das estudantes.Objetivo: Compreender o cenário do estágio como um campo de pesquisa e reflexão, intervindo por meio de práticas pedagógicas planejadas, inclusivas e críticas.Método: A metodologia adotada foi um relato descritivo-reflexivo, fundamentado nas vivências registradas em diário de campo ao longo de 54 horas de regência. As atividades contemplaram observação, planejamento, execução e avaliação das aulas, articulando teoria e prática. Participaram da experiência alunos e alunas dos 2º anos A e B, totalizando 70 estudantes.Resultados: Os resultados indicaram que estratégias como aulas teóricas com charges, imagens e matérias jornalísticas ampliaram o debate sobre gênero, pressões sociais e desigualdades no esporte. No campo prático, atividades como o voleibol sentado favoreceram o engajamento das meninas devido ao caráter cooperativo e acessível da modalidade. O maior avanço ocorreu no conteúdo de ginástica, no qual figuras acrobáticas, pirâmides e propostas coletivas estimularam a participação ativa de todos(as), desconstruindo estereótipos que associavam a ginástica a um conteúdo exclusivamente feminino. Conclusão: Conclui-se que houve maior participação das meninas quando as propostas pedagógicas foram planejadas com intencionalidade, valorizando a inclusão, a diversidade, o diálogo e a reflexão crítica. Assim, metodologias inovadoras demonstraram potencial para tornar a Educação Física mais democrática, significativa e capaz de promover o protagonismo dos(as) estudantes.
Palavras-chave: Educação Física,Esporte Adaptado,Inclusão Escolar
Resumo Simples · Oral + Pôster/Banner
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO III: VIVÊNCIAS E DESAFIOS NA EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO FUNDAMENTAL
HERLIANE ALVES GOMES ; Naísa Maria Oliveira Costa; Francisco Airton Melo de Souza; Francisco Airton de Melo Feitosa
Introdução: O Estágio Supervisionado III é uma etapa fundamental na formação dos licenciandos em Educação Física, proporcionando experiências práticas no contexto do Ensino Fundamental. Essa fase visa aproximar o futuro docente da realidade escolar, possibilitando a aplicação dos conhecimentos teóricos adquiridos na formação acadêmica em situações reais do cotidiano escolar. Objetivo: Estimular noções corporais, sociais e comportamentais dos alunos da Escola Estado da Paraíba. Método: Trata-se de um relato de experiência de abordagem qualitativa, desenvolvido por quatro alunos do sexto semestre de 2025.2. O estágio foi realizado na Escola Estado da Paraíba, localizada no bairro Pimenta, no Crato, entre agosto e outubro, com carga horária total de 54 horas. Atuamos com turmas de Sétimo, Oitavo e Nonos anos, seguindo os conteúdos da BNCC, alternando em aulas práticas e teóricas. Inicialmente, observamos a professora titular, ganhando gradualmente autonomia para ministrar aulas. Resultados: O estágio possibilitou uma boa interação com os alunos que se mostraram participativos durante as aulas. No entanto, enfrentamos algumas dificuldades nas propostas pedagógicas exigindo às vezes adaptações nas atividades, apesar dos desafios, foi possível realizar atividades dinâmicas e criativas, que contribuíram para nossa futura formação docente e para o aprendizado dos alunos. Conclusão: O estágio contribuiu significativamente para nossa formação docente, ao revelar os desafios reais do ambiente escolar. Aprendemos a importância da escuta sensível, da flexibilidade pedagógica e da construção de vínculos com os alunos. A experiência reforçou a necessidade de o professor estar preparado para lidar com diferentes contextos, respeitando as especificidades de cada turma e promovendo um ensino significativo e inclusivo.
Palavras-chave: Estágio III, Ensino fundamental II, Educação Física, Adaptação.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoAS VIVÊNCIAS DAS CRIANÇAS EM DIVERSOS ESPORTES ATRAVÉS DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
FRANCISCO GABRIEL TAVARES PIRES ; Davi de Brito Meireles; Francisco Ivan de Paiva Queiroz Filho; Lavi da Silva Ferreira
Introdução: A Educação Física constitui-se em uma grande área, que abrange práticas corporais no contexto escolar. Desse modo, é inquestionável a afirmação de que o esporte não pode ser negado à escola nem aos alunos, mesmo sabendo que ele é representante e componente da nossa cultura, e com ele a competição. Segundo Lovisolo (2001), “a competição se expressa em ganhar e perder, pois é a alma do esporte” (p. 108), em outras palavras, se há atividade esportiva na escola, algum grau de competição estará presente. Objetivo: Relatar a vivência dos alunos em relação aos diferentes esportes trabalhados nas aulas de Educação Física durante o Estágio Supervisionado. Método: O estágio ocorreu em uma escola privada e iniciou-se com um período de observação, no qual foi identificado que apenas o futsal era trabalhado. A partir disso, foi elaborado um planejamento para incluir outros esportes, como handebol, voleibol e atletismo, oferecendo novas experiências aos alunos. As aulas aconteciam semanalmente, às segundas-feiras pela manhã, para turmas do 6º ao 8º ano, com alunos de 12 a 15 anos. Houve desafios com a falta de materiais e medidas de quadra, exigindo adaptações com garrafas, tênis, cones e mochilas. Resultados: As atividades foram cuidadosamente selecionadas para promover uma vivência aos esportes da melhor maneira possível. Trabalhamos esses esportes de formas lúdicas, através de brincadeiras, jogos e atividades com músicas. A implementação desses esportes, através de atividades e brincadeiras contribuíram significativamente para a melhoria da socialização e desenvoltura desses alunos. As crianças mostraram progressos evidentes em suas capacidades de realizar as atividades propostas. Conclusão: A inserção de diferentes esportes nas aulas contribuiu para ampliar o interesse e a participação dos alunos, tornando as aulas mais atrativas. A experiência foi valiosa, permitindo que descobrissem novas habilidades em modalidades que nunca haviam praticado.
Oral
Abrir o trabalhoOral
Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA E INCLUSÃO: AS CONTRIBUIÇÕES DAS PRÁTICAS CORPORAIS NO AEE NO ENSINO MÉDIO
ANTONIO LUCAS LACERDA GOMES ; Emilly de Sousa; Williane de Lima
Introdução: O Estágio Supervisionado V mostrou-se fundamental para a formação dos(as) discentes, ao oferecer novas experiências e exigir adaptação às características do ensino inclusivo. Desse modo a transição para essa etapa do ensino trouxe aprendizados significativos, evidenciando a necessidade de ajustar as práticas político pedagógicas e compreender as particularidades dos(as) educandos(as). Objetivo: O trabalho objetivou apresentar as vivências e aprendizagens adquiridas durante o Estágio Supervisionado de Inclusão, enfatizando as possibilidades e contribuições das práticas corporais no contexto do Atendimento Educacional Especializado (AEE) no ensino médio.Método: Dessa forma o estágio ocorreu em uma escola do ensino médio da cidade de Crato-CE. O estágio foi realizado durante uma carga horária de 36 horas/aulas. Durante as aulas foram desenvolvidas algumas algumas etapas como:A observação inicial, levantamento das necessidades e reconhecimento dos(as) estudantes do AEE, elaboração do PEI em colaboração com a professora de sala, como também a vivência pedagógica de atividades lúdicas e esportivas adaptadas. Todas as intervenções foram realizadas em aulas coletivas, planejadas com base nas dificuldades e potencialidades dos(as) estudantes. Resultados: de acordo com as vivências percebemos que os(as) estudantes apresentaram diferentes níveis de participação, motivação e habilidades motoras e cognitivas. As atividades lúdicas e esportivas promoveram maior engajamento, socialização e estímulo às capacidades individuais. Foi possível identificar as dificuldades específicas de cada estudante e acompanhar avanços relacionados à atenção, comunicação, coordenação e interação. A elaboração e aplicação do PEI contribuíram para organizar metas e estratégias adequadas, favorecendo um processo de aprendizagem mais inclusivo. As aulas coletivas mostraram-se significativas para aproximar os(as) estudantes, possibilitar experiências novas e fortalecer a autonomia e autoestima dos(as) educandos(as). Conclusão: A experiência no estágio supervisionado permitiu compreender a importância da inclusão, da adaptação das práticas pedagógicas e do planejamento diferenciado para atender às necessidades dos(as) estudantes do AEE. O estágio contribuiu para o desenvolvimento de competências essenciais à atuação docente, como empatia, paciência, flexibilidade e capacidade de promover um ambiente acolhedor e inclusivo. A vivência reforçou o papel do(a) professor(a)na construção de práticas que valorizem as diferenças e ampliem as possibilidades de aprendizagem e participação dos(a) estudantes, fortalecendo o compromisso com uma educação mais humana e acessível
Palavras-chave: Atendimento Educacional Especializado; Inclusão; Educação Física Ensino Médio.
Oral
Abrir o trabalhoEducação física no fundamental l: Desafios e Reflexões do Estágio Supervisionado
APARECIDA BEZERRA SOUSA; Anna Karenn Aguiar Rodrigues
Introdução: O estágio é indispensável para compreender o contexto escolar, onde o acadêmico tem uma vivência mais próxima da realidade. A educação do ensino fundamental têm diversos objetivos, entre eles ampliar o repertório motor, cognitivo e cultural das crianças, e a Educação Física é uma via para atingir esses objetivos, se tornando assim indispensável a presença dessa experiência desde cedo. Objetivo: Relatar e refletir sobre as experiências vivenciadas durante o estágio curricular supervisionado de Educação Física nos anos iniciais do ensino fundamental, destacando os desafios e aprendizados no processo de aplicação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Método: O estágio supervisionado ocorreu no ciranda do saber, escola particular, no município de Crato, com crianças de oito a dez anos de idade. Participaram em média 15 alunos por sala, durante nove semanas, com encontros semanais. As aulas foram planejadas com base na BNCC, sendo necessário adaptar os materiais e o espaço disponível, ainda assim, priorizou-se a criação de um espaço lúdico e inclusivo para as aulas. Resultados: As atividades desenvolvidas, como jogos, esportes, danças e brincadeiras, demonstraram-se eficazes no desenvolvimento motor, cognitivo e socioafetivo das crianças. Contudo, o estágio revelou dificuldades relacionadas à escassez de materiais, exigindo adaptação constante das atividades, sendo necessário ajustar os conteúdos e objetivos das aulas. O que vimos é a constante necessidade de adaptar as atividades de Educação Física no contexto dos anos iniciais, por conta de limitações de materiais e espaço, isso é um reflexo da falta de reconhecimento da importância dessa disciplina nas escolas. Conclusão: O estágio supervisionado proporcionou uma compreensão realista e crítica do contexto escolar a partir das experiências vividas, uma etapa crucial na formação que permite a reflexão sobre como as condições estruturais podem impactar a qualidade do ensino e aprendizagem na Educação Física.
Oral
Abrir o trabalhoEducação física no fundamental l: Desafios e Reflexões do Estágio Supervisionado
APARECIDA BEZERRA SOUSA; Anna Karenn Aguiar Rodrigues
Introdução: O estágio é indispensável para compreender o contexto escolar, onde o acadêmico tem uma vivência mais próxima da realidade. A educação do ensino fundamental têm diversos objetivos, entre eles ampliar o repertório motor, cognitivo e cultural das crianças, e a Educação Física é uma via para atingir esses objetivos, se tornando assim indispensável a presença dessa experiência desde cedo. Objetivo: Relatar e refletir sobre as experiências vivenciadas durante o estágio curricular supervisionado de Educação Física nos anos iniciais do ensino fundamental, destacando os desafios e aprendizados no processo de aplicação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Método: O estágio supervisionado ocorreu no ciranda do saber, escola particular, no município de Crato, com crianças de oito a dez anos de idade. Participaram em média 15 alunos por sala, durante nove semanas, com encontros semanais. As aulas foram planejadas com base na BNCC, sendo necessário adaptar os materiais e o espaço disponível, ainda assim, priorizou-se a criação de um espaço lúdico e inclusivo para as aulas. Resultados: As atividades desenvolvidas, como jogos, esportes, danças e brincadeiras, demonstraram-se eficazes no desenvolvimento motor, cognitivo e socioafetivo das crianças. Contudo, o estágio revelou dificuldades relacionadas à escassez de materiais, exigindo adaptação constante das atividades, sendo necessário ajustar os conteúdos e objetivos das aulas. O que vimos é a constante necessidade de adaptar as atividades de Educação Física no contexto dos anos iniciais, por conta de limitações de materiais e espaço, isso é um reflexo da falta de reconhecimento da importância dessa disciplina nas escolas. Conclusão: O estágio supervisionado proporcionou uma compreensão realista e crítica do contexto escolar a partir das experiências vividas, uma etapa crucial na formação que permite a reflexão sobre como as condições estruturais podem impactar a qualidade do ensino e aprendizagem na Educação Física.
Oral
Abrir o trabalhoENSINO MÉDIO E OS DESAFIOS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
WILLIANE DE LIMA GUEDES; Brizia Laurindo Pereira de Sousa; Diego Vilela Pires
Introdução: O Estágio Supervisionado IV mostrou-se fundamental para a formação dos discentes, ao oferecer novas experiências e exigir adaptação às características do ensino médio. A transição para esse nível de ensino trouxe aprendizados significativos, evidenciando a necessidade de ajustar práticas pedagógicas e compreender as particularidades dos alunos. Objetivo:Relatar as experiências vividas durante o estágio, destacando desafios, atividades desenvolvidas, aprendizagens adquiridas e reflexões construídas ao longo da prática. Método: O estágio foi realizado às quintas e sextas-feiras, totalizando 60 horas. Inicialmente ocorreu uma fase de observação, seguida pela condução de aulas de Educação Física para turmas do ensino médio, com planejamento, aplicação e análise das atividades propostas. Resultados:Durante a experiência, observou-se grande desinteresse por parte de alguns estudantes, tornando o início das intervenções mais complexo e exigindo estratégias criativas para motivá-los. Outro desafio foi o deslocamento até a quadra, localizada fora da escola, consumindo cerca de 30 minutos por trajeto e reduzindo o tempo útil das aulas. Dessa forma, foi necessário elaborar planejamentos mais objetivos e dinâmicos. Com o passar das semanas, o diálogo, a escuta ativa e a proposição de atividades mais atrativas contribuíram para maior envolvimento e confiança dos alunos. O estágio permitiu vivenciar a realidade do ensino de Educação Física, fortalecendo a compreensão sobre a importância da flexibilidade, da criatividade e da sensibilidade docente diante das necessidades dos estudantes Conclusão: Conclui-se que atuar na Educação Física do ensino médio requer mais que domínio técnico: exige compreensão do contexto dos alunos, uso de recursos tecnológicos, empatia e diálogo. O professor deve equilibrar proximidade e autoridade, promovendo aprendizagens significativas. Assim, o estágio contribuiu para o desenvolvimento profissional e para a construção de uma postura ética, reflexiva e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Palavras-chave: Educação física ,Estágio Supervisionado
Oral
Abrir o trabalhoENSINO MÉDIO E OS DESAFIOS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
WILLIANE DE LIMA GUEDES; Brizia Laurindo Pereira de Sousa; Diego Vilela Pires
Introdução: O Estágio Supervisionado IV mostrou-se fundamental para a formação dos discentes, ao oferecer novas experiências e exigir adaptação às características do ensino médio. A transição para esse nível de ensino trouxe aprendizados significativos, evidenciando a necessidade de ajustar práticas pedagógicas e compreender as particularidades dos alunos. Objetivo:Relatar as experiências vividas durante o estágio, destacando desafios, atividades desenvolvidas, aprendizagens adquiridas e reflexões construídas ao longo da prática. Método: O estágio foi realizado às quintas e sextas-feiras, totalizando 60 horas. Inicialmente ocorreu uma fase de observação, seguida pela condução de aulas de Educação Física para turmas do ensino médio, com planejamento, aplicação e análise das atividades propostas. Resultados:Durante a experiência, observou-se grande desinteresse por parte de alguns estudantes, tornando o início das intervenções mais complexo e exigindo estratégias criativas para motivá-los. Outro desafio foi o deslocamento até a quadra, localizada fora da escola, consumindo cerca de 30 minutos por trajeto e reduzindo o tempo útil das aulas. Dessa forma, foi necessário elaborar planejamentos mais objetivos e dinâmicos. Com o passar das semanas, o diálogo, a escuta ativa e a proposição de atividades mais atrativas contribuíram para maior envolvimento e confiança dos alunos. O estágio permitiu vivenciar a realidade do ensino de Educação Física, fortalecendo a compreensão sobre a importância da flexibilidade, da criatividade e da sensibilidade docente diante das necessidades dos estudantes Conclusão: Conclui-se que atuar na Educação Física do ensino médio requer mais que domínio técnico: exige compreensão do contexto dos alunos, uso de recursos tecnológicos, empatia e diálogo. O professor deve equilibrar proximidade e autoridade, promovendo aprendizagens significativas. Assim, o estágio contribuiu para o desenvolvimento profissional e para a construção de uma postura ética, reflexiva e comprometida com a formação integral dos estudantes.
Palavras-chave: Educação física ,Estágio Supervisionado
Oral
Abrir o trabalhoFatores que Influenciam a Participação dos Alunos do Ensino Médio nas Aulas de Educação Física: Relato de Experiência no Estágio Supervisionado IV
MARIA SHAYANE DE SOUZA SANTOS ; Eleonôra Nunes Oliveira
RESUMO Introdução: O ambiente escolar exerce papel fundamental no processo de formação dos estudantes, e a Educação Física integra esse contexto ao trabalhar elementos da cultura corporal do movimento. As experiências vivenciadas no Estágio Supervisionado IV do curso de Licenciatura em Educação Física da URCA possibilitaram o contato direto com a realidade escolar, permitindo compreender desafios estruturais, pedagógicos e comportamentais presentes no Ensino Médio. Dessa forma, este relato apresenta uma visão geral das vivências na escola de tempo integral Liceu Prefeito Raimundo Coelho Bezerra de Farias, destacando àsvivências nas aulas de educação física, questõesrelacionadas ao interesse dos alunos, às dinâmicas de participação e ao desenvolvimento das aulas.Objetivo: Relatar as experiências obtidas durante o Estágio Supervisionado IV nas turmas de Ensino Médio, descrevendo os fatores que influenciaram a participação dos alunos nas aulas de Educação Física e refletindo sobre a importância da formação docente diante da realidade escolar. Método: O estágio ocorreu na escola de tempo integral Liceu Prefeito Raimundo Coelho Bezerra de Farias (Crato-CE), com carga horária de 54 horas de regência e 6 horas de observação, envolvendo as turmas do 3º ano A e B, totalizando 55 alunos. As aulas foram desenvolvidas a partir da abordagem crítico-emancipatória, contemplando momentos teóricos e práticos. O período de observação permitiu analisar a organização da escola, as relações entre alunos e professores, a utilização do espaço físico e o nível de envolvimento das turmas. A prática pedagógica exigiu adaptações constantes nos planos de aula devido ao desinteresse inicial dos estudantes e ao hábito de priorizarem apenas jogos esportivos tradicionais. Resultados: A partir das intervenções realizadas, observou-se maior participação das alunas, que inicialmente se mantinham afastadas das práticas esportivas. Notou-se também que os alunos passaram a incluir mais as colegas nas atividades, fortalecendo a cooperação entre os grupos. Entretanto, desafios persistiram, como a resistência a conteúdos menos populares (lutas, ginásticas e esportes diversos) e a falta de compromisso de alguns estudantes com as atividades teóricas. A implementação de estratégias de engajamento e regras claras, como a obrigatoriedade de entregar atividades para participar das práticas, contribuiu para melhorar o envolvimento das turmas. Conclusão: O Estágio Supervisionado IV proporcionou experiências significativas para a formação docente, permitindo compreender os desafios reais do exercício profissional na Educação Física escolar. A vivência evidenciou que não apenas a estrutura e os materiais influenciam a qualidade das aulas, mas principalmente o interesse, a disposição e a colaboração dos alunos. O estágio contribuiu para o desenvolvimento de habilidades pedagógicas, reflexivas e adaptativas essenciais para o futuro exercício da docência.
Palavras-chave: Palavras-chave: Estágio Supervisionado,Educação Física,Ensino Médio.
Oral
Abrir o trabalhoO uso de brincadeiras lúdicas na educação física escolar para o desenvolvimento das habilidades motoras fundamentais
MARCO ANTONIO DE CARVALHO ARAUJO; Larissa Cordeiro de Araujo
Introdução: O presente estudo teve como objetivo utilizar as brincadeiras lúdicas como ferramenta para o desenvolvimento das habilidades motoras fundamentais nas aulas de Educação Física escolar. O trabalho apresenta uma abordagem qualitativa, participante, descritiva e de campo e com o uso da observação como principal instrumento de pesquisa. Objetivo: Descrever e refletir sobre a experiência vivenciada no Estágio Supervisionado II, com foco na aplicação das atividades lúdicas como recurso nas aulas de Educação Física no ensino fundamental I. Método: A pesquisa teve abordagem qualitativa, baseada na observação participante. Foi realizada durante o Estágio Supervisionado II, iniciado em 18 de Agosto, com carga horária total de 54 horas, em uma escola pública da região do Cariri cearense. As atividades ocorreram semanalmente, às terças e sextas-feiras, com turmas do 1°, 2° e 3° ano do ensino fundamental I, composta por crianças de 6 a 8 anos de idade. As aulas foram planejadas semanalmente, integrando atividades lúdicas, circuitos e brincadeiras adaptadas à faixa etária. As intervenções foram registradas por meio de vídeos, fotos e anotações no diário de campo. Resultados:A aplicação das brincadeiras adaptando a cada cenário sempre que necessário, evidenciou a importância de valer-se dessa estratégia de ensino nessa faixa etária já que a melhor forma dessa criança desenvolver-se é brincando, e assim descobrindo suas potencialidades. O uso de circuitos despertou nos alunos motivação e engajamento para realizar as atividades propostas. Além disso, a cooperação, o trabalho em equipe e a interação entre eles foi um dos pontos que foi mais observado e apresentou melhora significativa nos momentos de intervenção. O estágio também evidenciou o desafio da inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), destacando a necessidade de práticas pedagógicas adaptadas. Sendo assim, o uso de brincadeiras lúdicas, é um conteúdo com estratégia pedagógica potente, especialmente no ensino fundamental I, momento crucial para o desenvolvimento dos padrões de movimento fundamentais, que quando bem aplicadas geram resultados positivos tornando o processo mais leve e prazeroso. Palavras-chave: Educação Física, Ensino Fundamental, Lúdico, Inclusão.
Oral
Abrir o trabalhoOral
Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DOS PRIMEIROS SOCORROS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: EXPERIÊNCIAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV
SILVANIA LUCAS DA SILVA ; Gisele Oliveira Silva; Maria Josiana de Jesus Rosa
Introdução: Entre os conteúdos trabalhados na disciplina de educação física, os primeiros socorros se destacam por sua relevância no ambiente escolar. A escola é um local onde podem ocorrer acidentes devido ao grande número de alunos e às atividades físicas realizadas, especialmente nas aulas de Educação Física. Ensinar primeiros socorros é essencial, pois permite que os estudantes saibam agir em situações de emergência. Assim, além de promover a formação integral dos alunos, a escola contribui para a prevenção de acidentes e para a segurança dentro e fora do ambiente escolar. Objetivo: Apresentar as experiências vivenciadas pelas acadêmicas ao trabalhar noções básicas de primeiros socorros e suas situações de emergências e procedimentos na disciplina de educação física em uma escola pública de ensino médio. Método: O estudo foi desenvolvido por meio de observação e regência de aulas, totalizando 54 horas de estágio. Foram destinadas 6 horas para observação e 48 horas á regência de classe, com encontros semanais de 6 horas. As aulas ocorreram em formato teórico, utilizando o livro Manual de Primeiros Socorros como principal referência, além de recursos didáticos como explicações dialogadas, mapas mentais e atividades de fixação. Resultados: Durante o estágio observou-se o interesse e a participação ativa dos alunos nas aulas. Mesmo com o espaço físico limitado, as estratégias adotadas possibilitaram uma aprendizagem significativa, com boa compreensão dos conteúdos. As aulas abordaram temas como emergências clínicas, emergências traumáticas, intoxicações, envenenamentos e ressuscitação cardiorrespiratória (RCP), destacando procedimentos básicos com avaliar a segurança do local, proteger a vitima e acionar o socorro medico. Conclusão: O ensino de primeiros socorros na disciplina de Educação Física, alcançaram os objetivos de fornecer aos alunos noções básicas de primeiros socorros, suas situações de emergências e procedimentos. Esperamos que estas habilidades possam contribuir para situações reais, tanto dentro da escola quanto fora.
Palavras-chave: Primeiros Socorros,Educação Fisica,Escola
Oral
Abrir o trabalhoA PRESENÇA DE FACÇÕES NO AMBIENTE ESCOLAR: ATUAÇÃO DO PROFESSOR DIANTE DESSA REALIDADE NAS ESCOLAS
ALLYSON FREIRE TAVARES; LUIZ GABRIEL ALVES DA SILVA; DIEGO RAMON DE FREITAS SILVA
Introdução: A violência escolar não se resume somente em agressões físicas, mas se expressa também em símbolos, gestos e práticas cotidianas que revelam a influência e a força das facções e do tráfico sobre os jovens. As aulas de Educação Física são um momento em que é bastante perceptível as influências das facções e do tráfico nas escolas, mais precisamente como os alunos se expressam corporalmente durante as aulas. Objetivo: O estudo teve como objetivo analisar como a presença de facções no ambiente escolar se manifesta nas aulas de Educação Física e de que modo o professor pode ressignificar essas expressões de violência por meio de práticas pedagógicas voltadas para a convivência, o respeito e a cidadania. Metodologia: A pesquisa, de abordagem qualitativa, foi conduzida por meio de observação direta das interações e comportamentos dos alunos, identificando marcas simbólicas da violência presentes no cotidiano escolar. O presente trabalho apresenta um relato de experiência desenvolvido durante o Estágio Supervisionado IV do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), realizado em uma escola pública do município do Crato-CE com uma carga horária de 54h, sendo 6h de observação e o 48h de regência. Resultado: Os resultados evidenciaram que gestos, linguagens corporais e dinâmicas de grupo refletem tensões sociais externas, influenciando o clima escolar e o processo de ensino-aprendizagem. Constatou-se também que práticas pedagógicas colaborativas e uma postura docente reflexiva podem transformar essas manifestações em oportunidades educativas. Foram feitas rodas de conversa, atividades em que os próprios alunos tomavam a iniciativa sobre ideias, atividades em grupo que dessem a oportunidade de interação entre os estudantes, diminuindo a exclusão ou intrigas. Conclusão: Conclui-se que compreender o contexto sociocultural dos estudantes é fundamental para a construção de estratégias pedagógicas eficazes e para o fortalecimento da Educação Física como espaço de formação cidadã.
Palavras-chave: EDUCAÇÃO FÍSICA,VIOLÊNCIA ESCOLAR,PRÁTICA DOCENTE,ESCOLA PÚBLICA
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoAS DIFICULDADES ENFRENTADAS NO ENSINO FUNDAMENTAL I: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
NATALIA ALMEIDA COSTA; Juliana Vicente da Cruz; Antônia Sabrina Oliveira
Introdução: A Educação Física nos anos iniciais enfrenta diversos desafios estruturais e pedagógicos nas escolas brasileiras. A ausência de espaços adequados, materiais insuficientes e a compreensão limitada da disciplina como momento apenas recreativo dificultam o desenvolvimento integral previsto pela BNCC. No ambiente escolar observado durante o Estágio Supervisionado II, esses entraves se mostraram presentes e impactaram diretamente o processo de ensino-aprendizagem.Objetivo: Descrever as dificuldades encontradas durante a execução das aulas de Educação Física no Ensino Fundamental I, a partir da vivência no estágio supervisionado.Método: O relato de experiência foi desenvolvido durante o Estágio Supervisionado II, realizado em uma instituição privada, no município de Crato – CE, com turmas do 1º ao 5º ano, às quartas e sextas-feiras, das 8h às 11h. As aulas ocorreram em espaços externos devido à falta de quadra escolar, exigindo deslocamento dos estudantes para a Praça da Sé ou para a Quadra Bicentenário.Resultados: A falta de estrutura física e materiais adequados dificultou a realização das práticas corporais planejadas. O deslocamento para quadras externas gerava perda de tempo e comprometia a organização das atividades. Além disso, muitos alunos demonstravam resistência à participação por estarem habituados a aulas entendidas como recreação, evidenciando a desvalorização da disciplina e a falta de compreensão sobre seus objetivos pedagógicos.Conclusão: A experiência evidenciou que a Educação Física no Ensino Fundamental I ainda enfrenta obstáculos significativos, relacionados à estrutura, cultura escolar e percepção sobre a disciplina. Apesar das limitações, o estágio permitiu desenvolver estratégias de adaptação e reforçou a importância de práticas pedagógicas intencionais, contribuindo para a formação docente e para a reflexão crítica sobre os desafios presentes no contexto escolar.
Oral
Abrir o trabalhoDESAFIOS E POSSIBILIDADES DO ENSINO DA EDUCAÇÃO FISICA NO AMBIENTE DE ESCOLA PRIVADA
SABRINA ALVES VIANA; isaias.rodrigues@urca.br; luiz.silva@urca.br
Introdução: Este trabalho aborda os desafios e possibilidades do ensino de Educação Física em escolas privadas, considerando suas particularidades pedagógicas e estruturais. A BNCC orienta que a Educação Física no ensino médio continue o trabalho iniciado no fundamental e integre diferentes práticas corporais. Contudo, a própria BNCC reconhece que muitas escolas, públicas ou privadas, ainda enfrentam limitações de infraestrutura que dificultam a implementação dessas propostas..Objetivo: Este estudo tem o intuito de discutir a Educação Física e o ensino médio e como ambas andam juntos em uma instituição escolar privada Método: A metodologia adotada foi um estudo qualitativo do tipo relato de experiência, guiado pelos princípios BNCC. Resultados: Com base nas observações e conversas, percebeu-se que o professor atua como gestor curricular, equilibrando as diretrizes da BNCC com a criação de propostas mais atrativas. Destaca-se que, após a implementação da BNCC no Ensino Médio, as turmas da 1ª e 2ª séries passaram a ter duas aulas semanais no turno da tarde, uma teórica e outra prática. Já a 3ª série não conta com aulas de Educação Física. O professor também relatou que a avaliação segue o padrão das demais disciplinas, com trabalhos e provas teóricas, além da realização de diversos eventos esportivos ao longo do ano, como jogos interclasses, Teresa em Movimento e Pedalando em Família. Conclusão: A vivência no ambiente escolar mostrou que, mesmo diante das exigências estruturais e curriculares, ainda existe espaço para criação e ressignificação dos conteúdos, desde que o professor atue de forma reflexiva. Percebeu-se que a carga horária reduzida, a ausência da disciplina na 3ª série e o modelo avaliativo semelhante ao das demais áreas impactam o planejamento pedagógico. Ainda assim, a escola busca valorizar a cultura corporal de movimento por meio de projetos e eventos esportivos que incentivam a participação dos estudantes.
Palavras-chave: Educação fisica,Ensino médio,Estágio
Oral
Abrir o trabalhoDESAFIOS NA ACEITAÇÃO DAS AULAS TEÓRICAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II: UMA EXPERIÊNCIA NO CONTEXTO DA FALTA DE ESPAÇO PARA AS AULAS PRÁTICAS
FELIPE COSTA GOUVEIA; Maysa da Silva Lima; Maria Milena Santana Oliveira; Nilmara Serafim das Chagas
Introdução: A Educação Física escolar é veículo de formação integral, porém frequentemente reduzida à prática esportiva, sobretudo em contextos periféricos onde a disciplina assume papel de lazer e escape social. No Colégio Pelúsio Correia de Macêdo (Juazeiro do Norte–CE), a quadra em reforma exigiu a realização de aulas exclusivamente teóricas, situação que evidenciou tensões entre a expectativa prática dos alunos e a necessidade de mediação pedagógica da teoria. Objetivo: Analisar os desafios enfrentados por estagiários no ensino de aulas teóricas de Educação Física no Ensino Fundamental II (anos finais), em um contexto escolar periférico sem espaço físico adequado para atividades práticas, e discutir as estratégias utilizadas para promover o engajamento discente. Método: Relato de experiência de cunho qualitativo e descritivo, realizado entre 07/08/2025 e 23/10/2025. Intervenção de campo com 54 horas (5 horas/semana durante 11 semanas). Coleta por diários de campo, planos de aula e registros reflexivos; análise interpretativa das interações e das mudanças de participação discente. Resultados: Observou-se resistência inicial dos estudantes, vinculada à cultura esportiva local e à ausência de estímulo institucional; avanço perceptível quando a teoria foi contextualizada (por exemplo, esportes locais, saúde e cidadania) e mediada por metodologias dialógicas, como debates, estudos de caso e escuta ativa. Limitações: impossibilidade de práticas motoras, tempo restrito e fragilidade do apoio institucional. Conclusão: Mesmo na ausência de espaço prático, a teoria em Educação Física revela-se relevante quando articulada ao cotidiano dos alunos e mediada de forma participativa. Recomenda-se o fortalecimento institucional por meio de investimentos em infraestrutura e em formação continuada docente para integrar teoria e prática de modo contínuo, equitativo e transformador.
Palavras-chave: Educação Física Escolar, Educação Básica, Educação Física.
Oral
Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FISICA, VULNERABILIDADE E RESISTÊNCIA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
JULIO FERREIRA DE AQUINO ; Arthur Alencar Leite; Gabriel Alencar da Costa
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoO PAPEL DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: EXPERIENCIAS E APRENDIZAGENS EM CONTEXTO ESCOLAR
GUSTAVO CARDEAL E SILVA; Vinicius Lacerda Gomes
O estágio supervisionado em Educação Física foi realizado na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Estado da Bahia, localizada na cidade de Crato, Ceará, totalizando um período de 54 horas/aula e constituindo-se como etapa formativa essencial para a articulação entre teoria e prática no contexto escolar. As atividades do estágio incluíram momentos de observação, planejamento pedagógico e intervenções em turmas do 1º, 2º e 3º ano do ensino médio, desenvolvidas nos turnos manhã e tarde. Os conteúdos aplicados contemplaram Jogos e Brincadeiras, Jogos Cooperativos, Handebol e Esportes de Aventura, com o objetivo de ampliar a compreensão dos estudantes sobre a Educação Física como componente curricular formativo e não apenas recreativo. Entre os desafios enfrentados destacaram-se a percepção dos alunos que ainda associavam a disciplina ao lazer, além de limitações estruturais da quadra escolar, que demandaram adaptações metodológicas e reorganização das práticas. A experiência contribuiu para o desenvolvimento profissional dos estagiários, favorecendo o aprimoramento de competências pedagógicas como planejamento, mediação, comunicação, gestão de turma e reflexão crítica sobre a prática docente, fortalecendo a relação entre teoria e vivência escolar. Conclui-se que o estágio proporcionou uma formação significativa, permitindo compreender o papel do professor de Educação Física no ensino médio, reforçando a importância de práticas que estimulem cooperação, valores sociais e desenvolvimento integral dos estudantes, além de consolidar a identidade docente em construção.
Palavras-chave: Educação física, docentes,aprendizagem,ensino médio, estudantes
Oral
Abrir o trabalhoOS JOGOS INTERCLASSES COMO ESTRATÉGIAS DE INTEGRAÇAO ESCOLAR
FRANCISCA CAROLINE ARAÚJO ALVES ; Maria Samylla Eufrásio Mariano; Lucilene Braz da Silva
Introdução: O Estágio Curricular Supervisionado é uma etapa essencial na formação docente, permitindo que o estudante vivencie a prática pedagógica e compreenda a realidade sociocultural da escola. Objetivo: Analisar os jogos interclasses como estratégias de integração escolar. Método: A metodologia utilizada consistiu na observação e intervenção em turmas do 1º ao 3º ano de uma escola pública no município de Juazeiro do Norte, dos jogos interclasses no mês de Agosto totalizando 54 horas de estágio. Durante o período, observou-se entusiasmo e motivação pela participação, bem como sinais de competitividade que, em alguns momentos, exigiram mediação para manutenção do respeito entre as equipes. As ações envolveram acompanhamento das atividades esportivas, registro sistemático do comportamento dos alunos e aplicação de estratégias pedagógicas voltadas à cooperação, ao diálogo e ao desenvolvimento socioemocional. Dessa forma, a metodologia adotada contribuiu para compreender o impacto das interclasses no clima escolar e para promover práticas esportivas mais educativas e integradora. A presente investigação caracteriza-se como um estudo de abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência, descritiva e de campo. Resultados: Os resultados mostraram que as práticas lúdicas e coletivas, associadas às atividades das interclasses, favoreceram uma melhora no comportamento dos alunos, ampliando a participação, a socialização e reduzindo o estresse. As ações fortaleceram os vínculos entre as turmas e criaram um ambiente mais cooperativo e emocionalmente equilibrado durante as competições. Conclusão: Os jogos interclasses constituem práticas pedagógicas interdisciplinares que ultrapassam o caráter competitivo, promovendo desenvolvimento integral dos estudantes ao Fortalecer habilidades cognitivas, motoras, sociais e emocionais, contribuindo para uma Educação crítica, humana e transformadora.
Oral
VIVÊNCIAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: DESAFIOS E APRENDIZAGENS
JOSÉ PEDRO DA COSTA NETO ; Ana Dark Torres Pessoa
Introdução: A Educação Física no Ensino Médio enfrenta diversos desafios, especialmente em escolas com limitações estruturais e escassez de materiais, o que pode dificultar a realização de práticas corporais e o desenvolvimento integral dos estudantes. Apesar disso, a disciplina permanece essencial para a promoção da saúde, da consciência corporal e de hábitos ativos entre adolescentes. Objetivo: Relatar as experiências vivenciadas durante o Estágio Supervisionado IV do curso de Licenciatura em Educação Física da URCA, destacando desafios, estratégias pedagógicas e aprendizagens construídas no contexto escolar. Método: O estágio foi realizado na Escola de Ensino Médio José Bezerra Menezes, em Juazeiro do Norte–CE, totalizando 54 horas (6 de observação e 48 de regência), com turmas do 2º e 3º anos do Ensino Médio. As aulas combinaram momentos teóricos e práticos, com foco na promoção da saúde e na adoção de hábitos de vida ativos. Resultados: Mesmo diante da ausência de quadra e de materiais adequados, foram desenvolvidas atividades criativas e adaptadas, envolvendo práticas esportivas, dinâmicas de integração e discussões sobre sedentarismo. A participação dos alunos demonstrou interesse, envolvimento e compreensão acerca da importância das práticas corporais. O estágio contribuiu para fortalecer a identidade docente, aprimorar estratégias de ensino e ampliar a visão crítica sobre a realidade escolar. Conclusão: A experiência mostrou que, mesmo em condições adversas, é possível promover aulas de Educação Física significativas, inclusivas e reflexivas. O estágio foi fundamental para consolidar conhecimentos adquiridos ao longo da formação e reafirmou o papel da disciplina na construção de uma educação crítica e transformadora.
Oral
Abrir o trabalhoVIVÊNCIAS PEDAGÓGICAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO FÍSICA EM UMA ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL.
CICERO ALEFF DA SILVA ; Saul Matos Sobreira
Introdução: A Educação Física escolar, apesar de obrigatória pela LDB, tem sua importância questionada, embora contribua para o desenvolvimento integral (motor, social, cognitivo) dos alunos. A participação ativa é essencial, mas o contexto das escolas de tempo integral apresenta desafios, como o cansaço dos estudantes, que reduz a motivação e o engajamento, especialmente em aulas teóricas. O Estágio Supervisionado IV (Ensino Médio) é crucial para a articulação entre teoria e prática e o desenvolvimento da identidade docente. Objetivo: Este relato de experiência visa descrever as vivências pedagógicas e os desafios encontrados no Estágio Supervisionado IV de Educação Física em uma escola de ensino médio de tempo integral. Métodos: O trabalho relata a experiência de dois estagiários do 8º semestre de Educação Física, realizado na E.E.M.T.I. Figueiredo Correia, com turmas de Ensino Médio no período vespertino. Os conteúdos ministrados incluíram jogos de matrizes africanas, ultimate frisbee, capoeira e basquetebol. Resultados: Foi observada baixa participação e sonolência dos alunos nas aulas teóricas, devido à rotina prolongada da escola. Isso exigiu a busca por estratégias lúdicas para tornar o conteúdo teórico mais atrativo. Houve também o desafio de ministrar conteúdos pouco explorados na formação, como ultimate frisbee e jogos de matrizes africanas. A experiência confirmou o impacto positivo das metodologias ativas e a importância do professor de Educação Física na formação integral. Conclusão: O estágio proporcionou um aprendizado crítico sobre a prática pedagógica, revelando que o engajamento é fortemente influenciado pelo contexto da escola integral. A vivência aprimorou as competências dos futuros professores, exigindo criatividade e adaptabilidade diante dos desafios da realidade escolar.
Palavras-chave: Educação física , estágio supervisionado
Oral
Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: DESAFIOS E POSSIBILIDADES EM CONTEXTOS DE VULNERABILIDADE SOCIAL
SYANG VITÓRIA DE SANTANA SOUZA ; Thayssa D'arc Nascimento Pereira; Maria Eduarda da Silva
Introdução: A escola constitui um espaço essencial para o desenvolvimento social e formativo das crianças. Nesse ambiente, a Educação Física escolar contribui significativamente para a construção de competências motoras, cognitivas e sociais por meio de práticas lúdicas e interativas. Quando inserida em contextos de vulnerabilidade social, essa área enfrenta desafios relacionados a comportamentos desafiadores e dificuldades de convivência. Diante disso, a intervenção pedagógica torna-se fundamental para promover inclusão, cooperação e regulação emocional, evidenciando o papel da Educação Física como agente de desenvolvimento integral dos alunos Objetivo: Relatar a experiência acerca da reflexão sobre a contribuição das práticas lúdicas da Educação Física para o desenvolvimento das crianças em contextos de vulnerabilidade social. Método: A pesquisa foi desenvolvida a partir de um estágio supervisionado realizado em uma escola municipal localizada em um bairro periférico do Crato-CE. Iniciado no dia 18 de agosto e finalizado no dia 30 de Outubro, as aulas aconteciam nas terças no turno da manhã e quintas pela tarde, contando com seis turmas do infantil III, IV e V nos dois períodos, com um total de 50 alunos. Resultados: As crianças apresentavam comportamentos agressivos e dificuldades de convivência, mas ao longo das aulas houve melhora na participação, no respeito às regras e na cooperação. Mesmo com limitações, a escola ofereceu condições adequadas, e todas as crianças, incluindo as com desenvolvimento atípico, demonstraram avanços motores e sociais. Conclusão: O estágio permitiu compreender de forma prática a importância da Educação Física na rotina escolar e ampliou a visão sobre o papel do professor na Educação Infantil. A vivência possibilitou refletir sobre estratégias pedagógicas, sobre a realidade da escola e sobre como adaptar intervenções às necessidades das crianças. Assim, a experiência contribuiu significativamente para a construção da identidade profissional e para o entendimento do trabalho docente no cotidiano escolar.
Palavras-chave: Educação Infantil,Vulnerabilidade Social,Interação
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO V E O ENSINO DAS LUTAS PARA ALUNOS COM NEURODIVERGÊNCIA
BRIZIA LAURINDO PEREIRA DESOUSA; Brizia Laurindo Pereira de Sousa; Francisca Franciana Carlos
Introdução: O Estágio Supervisionado V configura-se como etapa essencial da formação docente, ao articular teoria e prática e favorecer o desenvolvimento de competências profissionais. A experiência ocorreu em uma escola pública de Juazeiro do Norte, com foco no atendimento e acompanhamento de estudantes com neurodivergência, promovendo práticas inclusivas nas aulas de Educação Física, especialmente no conteúdo de lutas, conforme orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Objetivo: O objetivo do relato é apresentar as vivências do estágio, destacando as atividades desenvolvidas sobre lutas, os desafios enfrentados, os aprendizados construídos e as reflexões geradas no processo de inclusão de alunos neurodivergentes. Métodos: A prática pedagógica baseou-se na observação prévia dos alunos, no planejamento de aulas inclusivas e na aplicação de dinâmicas lúdicas relacionadas às lutas. As intervenções foram adaptadas às dificuldades observadas como coordenação motora, socialização e insegurança, visando promover participação, compreensão dos conteúdos e autonomia. Resultados: As atividades propostas foram rouba rabo, proteja seu balão, mini sumô, pé com pé e movimentos básicos da capoeira, as quais permitiram trabalhar habilidades motoras, equilíbrio, concentração e noções de ataque e defesa de forma lúdica. Inicialmente, houve resistência dos alunos ao conteúdo, mas com explicações contextualizadas e adaptações progressivas, observaram-se maior interesse, participação e engajamento. A criação de um vínculo de confiança foi fundamental, especialmente para alunos com maior timidez ou dificuldade de interação. As adaptações individuais possibilitaram que todos participassem das aulas e se sentissem mais seguros. Conclusão: O estágio proporcionou crescimento pessoal e profissional, evidenciando a importância da prática inclusiva no ensino das lutas. As adaptações realizadas atenderam às necessidades específicas dos alunos neurodivergentes, permitindo sua participação efetiva, melhor socialização e compreensão do conteúdo, demonstrando que a inclusão é possível e enriquecedora para todo o processo educativo.
Oral
Abrir o trabalhoESTRATÉGIAS DE MEDIAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO USO DE JOGOS ADAPTADOS PARA CRIANÇAS COM TEA
SIMONE RODRIGUES FERREIRA ; Cássia correria Gonçalves; Erick David Pereira Barros
ESTRATÉGIAS DE MEDIAÇÃO DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO USO DE JOGOS ADAPTADOS PARA CRIANÇAS COM TEA Simone Rodrigues Ferreira¹,Cássia Correia Gonçalves¹,Erik David Pereira Barros¹, Cícero Luciano Alves Costa ² RESUMO Introdução: A Educação Infantil é um espaço fundamental para o desenvolvimento integral das crianças, e a Educação Física contribui para esse processo ao promover experiências motoras, sociais e cognitivas. A presença de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) exige estratégias de mediação que favoreçam participação e inclusão, especialmente por meio de jogos adaptados e recursos que facilitem compreensão e interação. Objetivo: Descrever as estratégias de mediação utilizadas durante o estágio supervisionado e analisar como os jogos adaptados contribuíram para o engajamento e a inclusão de crianças com TEA nas aulas de Educação Física. Método: Relato de experiência realizado em uma escola particular da rede municipal do Crato, entre agosto e outubro 2025, com turmas de 15 a 20 crianças da Educação Infantil. As aulas ocorreram duas vezes por semana e envolveram observação inicial, planejamento de atividades lúdicas, uso de recursos visuais e táteis, adaptação de regras e organização de circuitos motores. Resultados: Identificou-se que crianças com TEA apresentavam desafios relacionados à atenção, compreensão de regras e participação coletiva. As estratégias de mediação adotadas — como simplificação das instruções, uso de cartões ilustrativos, delimitação visual de espaços e redução do tempo das atividades — favoreceram maior engajamento, socialização e entendimento das propostas. Os jogos adaptados possibilitaram interações mais positivas entre os alunos, ampliaram a participação ativa e mostraram-se eficientes para atender às necessidades individuais, confirmando a importância do papel mediador do professor, conforme perspectiva de Vygotsky. Conclusão: O estágio demonstrou que a adaptação de jogos e o uso de recursos visuais e sensoriais contribuem significativamente para o desenvolvimento e inclusão de crianças com TEA nas aulas de Educação Física. A experiência reforçou a importância do planejamento intencional, da observação contínua e da mediação pedagógica como práticas essenciais para promover um ambiente educativo acessível, acolhedor e inclusivo. Palavras-chave: Educação Infantil; Autismo; Inclusão Escolar; Jogos e Brinquedos; Atividade Motora.
Oral
Abrir o trabalhoGÊNERO COMO DETERMINANTE DE HABILIDADES PARA PRÁTICAS ESPORTIVAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV
JOHNNYELLY BARBOSA SOARES SILVA
Introdução: Meninos e meninas, culturalmente, recebem estímulos diferentes ao longo da vida, o que inclui a participação em atividades físicas e esportivas. A evasão e resistência das meninas à Educação Física é uma questão que carece de atenção, pois não se dá apenas pela falta de interesse individual, estando atrelada a uma cultura que traz a realidade de fora para dentro das escolas. Objetivo: Relatar as observações feitas sobre as questões de gênero no que diz respeito a participação e engajamento nas aulas de Educação Física desenvolvidas no Estágio Supervisionado. Método: O estágio supervisionado IV tem uma obrigatoriedade de 54 horas, que foi cumprido em uma escola estadual de Ensino Médio na cidade do Crato - CE, divididos em dois dias por semana, com um total de 6 horas semanais. As aulas aconteciam no período da tarde, sendo as teóricas ministradas para alunos do 1° ano e as práticas eram todas as turmas juntas no contraturno. Resultados: Em aulas que os esportes tradicionais são o foco principal, a participação feminina se torna cada vez mais escassa. A situação mais alarmante vivenciada foi quando um aluno sugeriu a saída de uma colega da atividade por ela não possuir habilidades, fato que fez com que ela não se sentisse bem de permanecer, enquanto outras alunas diziam que por isso não gostam de participar das práticas com garotos. Nas aulas teóricas era possível uma troca maior com as meninas, pois as aulas eram dentro da grade escolar. Nas aulas práticas aconteciam com turmas do contraturno, sem obrigatoriedade, tornando assim difícil o contato com elas. Conclusão: A Educação Física precisa de discussões e aplicações de métodos que auxiliem no trabalho das diferenças dentro das aulas, visando tornar as aulas um ambiente acolhedor e promover a equidade para todos.
Palavras-chave: Evasão,Educação Física,Habilidades,Gênero
Oral
Abrir o trabalhoMETODOLOGIAS ADAPTADAS E FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
SARA OLIVEIRA SOARES DA SILVA ; Lucilene Braz da Silva; Italo Gabriel de Oliveira Sousa
RESUMO Introdução: O estágio curricular supervisionado constitui um elemento muito importante para os acadêmicos em formação. Tem como finalidade inserir o acadêmico no campo de trabalho, ou seja, possibilitar o exercício da prática profissional, oportunizando-lhes vivenciar o que foi estudado, pois o conhecimento adquirido deve ser aplicado de forma prática e adaptada. Objetivo: Apresentar os resultados do estágio curricular supervisionado na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE), bem como relatar as lições aprendidas nesse processo de formação, entendendo-o como um momento de preparação para vivenciar, na prática, questões sociais que não poderiam ser plenamente alcançadas apenas em sala de aula. Método: Após o período de observação, durante a regência desenvolvemos diversas atividades lúdicas, como dança com diferentes estilos musicais (samba, forró, frevo), circuito motor e práticas na piscina. Para os alunos que apresentavam menor interação com determinadas propostas, a APAE disponibiliza recursos como quebra-cabeças, jogos de dama, baralho e outras variações de atividades, possibilitando adaptações conforme as necessidades individuais. A vivência no campo profissional mostrou-se fundamental para o processo de formação, uma vez que o contato direto com alunos com deficiência proporciona uma compreensão mais concreta da realidade escolar e prepara os acadêmicos para o exercício da profissão.Resultados: As experiências vivenciadas nas atividades propostas ampliaram nossa compreensão sobre práticas inclusivas, contribuindo para a desconstrução de perspectivas capacitistas e para o desenvolvimento de um olhar mais sensível às singularidades dos alunos. Essa convivência revelou uma aprendizagem de via dupla, na qual também somos ensinados pelos jovens e adultos atendidos. Trabalhar com pessoas com deficiência intelectual e múltipla pode apresentar desafios, como dificuldades de comunicação, diferentes níveis de autonomia, necessidade de adaptações constantes e ritmos de aprendizagem variados. Ainda assim, esses desafios enriquecem a formação docente e fortalecem nossa atuação inclusiva.Conclusão: Dessa forma, o estágio não apenas contribuiu para a construção da práxis pedagógica e profissional, mas também trouxe reflexões sobre a necessidade de uma educação mais justa, acessível e acolhedora. A vivência na APAE reafirma que a formação acadêmica ganha sentido quando se conecta com a realidade social, preparando futuros profissionais para atuar com responsabilidade, compromisso ético e sensibilidade diante da diversidade humana.
Palavras-chave: Deficiência, Inclusão, Estágio, Educação Fisica
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Abrir o trabalhoVIVÊNCIAS NO AEE: DESAFIOS E POSSIBILIDADES NA EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA
ANA DARK TORRES PESSOA ; José Pedro da Costa Neto; Saul Matos Sobreira
Introdução: O estágio supervisionado curricular é uma etapa fundamental na formação docente, pois permite vivenciar o cotidiano escolar e compreender como ocorre a inclusão de estudantes com deficiência no Atendimento Educacional Especializado (AEE). Embora esse espaço tenha a função de oferecer suporte pedagógico, muitas escolas ainda enfrentam limitações estruturais e falta de profissionais, o que influencia diretamente o processo de aprendizagem e participação desses educandos. Observar essa realidade possibilita refletir sobre desafios como a ausência de recursos, a necessidade de acolhimento e as dificuldades que afetam o desenvolvimento escolar. Objetivo: Relatar a experiência vivenciada na sala do AEE, destacando desafios observados durante o estágio supervisionado em Educação Física Adaptada. Método: O estágio foi realizado na Escola José Bezerra de Menezes, em Juazeiro do Norte–CE, com turmas do 1º ao 3º ano do Ensino Médio. As atividades aconteceram ao longo de observações e práticas pedagógicas na sala do AEE, analisando a participação dos estudantes com deficiência, sua interação com a rotina escolar e as condições estruturais oferecidas pela instituição. Resultados: Durante o estágio, observou-se que a escola enfrenta dificuldades como falta de quadra adequada, escassez de materiais e ausência de profissionais de apoio suficientes. Muitos estudantes necessitam de acompanhamento mais próximo, mas o número reduzido de profissionais dificulta esse suporte. Apesar dessas limitações, os estagiários buscaram adaptar atividades e criar estratégias para tornar as aulas de Educação Física mais acessíveis, evidenciando que a inclusão é possível mesmo em contextos com poucos recursos. Conclusão: A experiência permitiu compreender que a inclusão depende de sensibilidade, empenho e condições estruturais adequadas. Mesmo diante das dificuldades, o AEE mostrou-se um espaço importante de apoio, reforçando a necessidade de investimentos e práticas pedagógicas que valorizem a diversidade.
Oral
Abrir o trabalhoA dificuldade nas aulas de Educação Física no Ensino Médio: um relatório de estágio
REBECA GOMES NASCIMENTO ; Victor Hugo Amaral de Alcantara; Cicero Klebson Brito Silva
Introdução: O estágio supervisionado é um componente essencial da formação docente, pois possibilita ao licenciando vivenciar situações reais de ensino, articulando teoria e prática. Conforme a LDB e demais legislações, o estágio cumpre papel formativo, permitindo ao futuro professor compreender a dinâmica escolar, os desafios pedagógicos e as exigências do trabalho docente. Na Educação Física, esse processo assume relevância adicional, uma vez que a disciplina contribui para o desenvolvimento da cultura corporal, favorecendo a autonomia, criticidade e qualidade de vida dos alunos. Objetivo: Relatar as principais dificuldades encontradas nas aulas de Educação Física no Ensino Médio durante o Estágio Supervisionado IV, destacando suas implicações na aprendizagem e na atuação docente. Método: O estágio foi realizado por três acadêmicos do 8º semestre da Licenciatura em Educação Física da URCA, totalizando 54 horas, entre agosto e outubro de 2025, na EMTI Wilson Gonçalves, no Crato-CE. A intervenção contemplou quatro turmas do Ensino Médio. Inicialmente, foram feitas seis horas de observação para análise do comportamento dos alunos, das condições estruturais e dos conteúdos em andamento. As intervenções ocorreram em aulas teóricas e práticas, utilizando metodologias ativas, jogos e atividades corporais. O período coincidiu com os Jogos Interclasses, o que demandou atuação dos estagiários na arbitragem e organização do evento. Resultados: Foram identificados diversos desafios estruturais e pedagógicos, como superlotação das turmas, entrada constante de novos alunos, divisão da quadra com outros professores e participação limitada dos estudantes. Observou-se resistência a conteúdos diferentes do repertório habitual, especialmente quando as propostas exigiam novas experiências corporais. A dispersão, conversas paralelas e desmotivação impactaram diretamente o andamento das aulas. Mesmo com o uso de metodologias ativas, a adesão às atividades foi parcial, exigindo constantes adaptações e intervenções dos estagiários. A vivência nos Interclasses favoreceu o desenvolvimento de postura profissional, mediação de conflitos e compreensão da cultura esportiva escolar. Conclusão: A experiência evidenciou a complexidade do trabalho docente na Educação Física e a necessidade de planejamento flexível, sensibilidade pedagógica e capacidade de adaptação. Os desafios vivenciados permitiram compreender que ensinar envolve acolhimento, escuta ativa, mediação e respeito às diversidades. O estágio contribuiu significativamente para o amadurecimento profissional dos estagiários, reforçando a importância da prática reflexiva e da construção de ambientes educativos participativos, inclusivos e alinhados às necessidades dos adolescentes.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoA ESCASSEZ DE RECURSOS MATERIAIS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: UM RELATO DE ESTÁGIO NA APAE
CICERO KLEBSON BRITO SILVA; REBECA GOMES NASCIMENTO
Introdução: O estágio supervisionado é uma etapa essencial da formação docente, pois possibilita vivências práticas que contribuem para o desenvolvimento profissional. Na Educação Física, especialmente no contexto da inclusão, essa experiência permite compreender a importância de adaptações pedagógicas para garantir participação e aprendizagem dos alunos com deficiência. Assim, o Estágio Supervisionado V na APAE do município de Crato-CE proporcionou o contato direto com a prática da Educação Física Adaptada, revelando desafios e potencialidades do ensino nesse ambiente. Objetivo: Relatar os desafios e experiências vivenciadas na Educação Física Adaptada, com ênfase na escassez de materiais e nas estratégias inclusivas adotadas durante o Estágio Supervisionado V na APAE. Método: O estágio foi realizado com turmas de jovens e adultos com deficiência, totalizando 36 horas, entre setembro e outubro de 2025. Inicialmente, ocorreu a observação da rotina da instituição e, posteriormente, o desenvolvimento das regências. As aulas envolveram propostas corporais como circuitos motores, jogos adaptados, atividades rítmicas e dança. A prática pedagógica foi construída em diálogo com o professor responsável, buscando atender às necessidades individuais dos estudantes. A limitação de materiais exigiu criatividade e adaptações constantes, com uso de recursos próprios dos estagiários. Os dados foram obtidos por meio de observações e registros reflexivos. Resultados: O uso de estratégias inclusivas, propostas lúdicas e atividades adaptadas favoreceu maior participação dos alunos. A experiência evidenciou que a Educação Física Adaptada contribui para o desenvolvimento motor, social e afetivo, fortalecendo vínculos e o sentimento de pertencimento. Também se destacaram a autonomia e o entusiasmo dos estudantes, principalmente nas atividades com música e dança. Conclusão: O estágio proporcionou aprendizado significativo acerca da docência em um contexto inclusivo, reforçando a importância de adaptações e criatividade frente às limitações estruturais. Conclui-se que a Educação Física pode transformar vidas ao promover respeito às diferenças, inclusão social e valorização das potencialidades de cada aluno.
Palavras-chave: Educação Física Adaptada,Inclusão,Estágio Supervisionado,APAE
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoELETIVAS COMO FERRAMENTA DE ENSINO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
PALOMA BEATRIZ FELIX ALMEIDA DO NASCIMENTO ; Thays Jéssica Feitosa Vieira
Introdução: Durante a nova formação básica, são definidas as competências e habilidades que os alunos devem desenvolver a partir de conhecimentos específicos, organizados por áreas ao invés de disciplinas, com o objetivo de promover a interdisciplinaridade. As disciplinas eletivas possibilitam que os alunos escolham as aulas em que desejam se inscrever, criando turmas mistas, desenvolvendo protagonismo, autonomia e responsabilidade nos jovens. As eletivas têm a intenção de trazer valores e incentivar debates sobre temas variados, como a saúde, que por sua abrangência, nem sempre é abordada de forma aprofundada pelos professores. Objetivo: Analisar a importância das eletivas como uma ferramenta somatória aos conteúdos da educação física. Método: Cumpriram-se 54 horas de estágio, sendo 6 horas semanais, em uma escola da rede pública do Crato. Na semana de observação, nos familiarizamos, conhecemos os alunos e a forma que o professor ministrava sua aula, para que na semana seguinte pudéssemos dar início às aulas. As 6 horas eram distribuídas em dois dias, e trabalhávamos com três turmas de disciplinas eletivas nos temas: educação, saúde e bem-estar, e dança. Ao elaborar os planos de aula, buscamos metodologias que incentivassem a participação e a comunicação dos alunos, evitando aulas totalmente expositivas. Resultados: Os planos de aula foram desenvolvidos pela dupla, de acordo com os temas propostos pelo professor, buscamos trazer aulas dinâmicas e interativas, sempre tentando engajar os alunos com perguntas relacionadas aos temas, visando que eles assumissem o protagonismo, enquanto nós professoras, atuávamos como mediadoras, promovendo debates e conversas que contribuíssem para o ensino e a aprendizagem. Durante todo o estágio, os alunos faziam com que o objetivo fosse atingido, tornando as aulas relevantes e proveitosas. Antes da primeira vivência, ficamos apreensivas em dar aula para o ensino médio e lidar com adolescentes mais velhos, mas após as primeiras aulas notamos que as turmas são tranquilas e nos respeitam quando estamos ministrando as aulas. Conclusão: As eletivas representam uma estratégia pedagógica alinhada aos princípios da formação integral, tornando o currículo mais flexível e significativo para os alunos. A vivência no estágio supervisionado permitiu não apenas a vivência da docência, mas também a apresentação e compreensão dessas eletivas no ensino médio, que transformam a aprendizagem e fortalecem a relação da escola com os alunos, podendo afirmar a necessidade de valorização e ampliação das eletivas no contexto escolar. A experiência foi proveitosa para os alunos, que pareciam muito interessados com todas as dinâmicas.
Palavras-chave: Autonomia,Educação Basica
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO I À LUZ DA TEORIA DA PEDOLOGIA DE LEV. S. VIGOTSKI
ZAQUEU MEDEIROS AMARO; Denilson Marinho de Olivieira; Átila Viggo Teles
Introdução: este trabalho relata as atividades desenvolvidas no período de 19 de agosto a 24 de outubro de 2025 pelos estagiários, na prática de estágio supervisionado, do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri - URCA. Compreendemos que o profissional do ensino necessita dominar várias habilidades para a execução de forma otimizada da práxis pedagógica, sendo necessário construir uma base teórica para apoiar o seu método de ensino. Objetivos: Aplicar e avaliar a efetividade da base teórico-metodológica até então construída através das disciplinas cursadas e auxiliadas pelos princípios da pedologia sobre o desenvolvimento da criança e da psicologia humana de L.S Vigotski. Metodologia: A práxis pedagógica foi realizada na escola de ensino infantil e fundamental Centro de Ensino Tia Belinha, localizada no bairro Caixa d’agua, em Crato, Ceará. Trabalhamos com duas turmas, o infantil IV e V, das quais tem 9 e 10 alunos respectivamente. As aulas foram planejadas a partir da constatação do nível de desenvolvimento das crianças para saber como atuar promovendo atividades com habilidades motoras, jogos e brincadeiras, e iniciação desportiva e, como nos baseamos na teoria da pedologia, as aulas consistiram nas fases de avaliação do conhecimento prévio, intervenção e reflexão sobre a prática. Resultados: Foi trabalhado brincadeiras de pega e variações, estações e circuitos de habilidades motoras, danças lúdicas, culturais e iniciação ao arremesso de peso, corrida e salto em distância. Conclusão: Apesar do espaço limitado e a falta de materiais pedagógicos, a intervenção provou-se frutífera, demonstrando que a base teórico-metodológica do curso é bem estruturada. Foi aferido que os alunos do ensino infantil adquiriram novas habilidades como equilíbrio numa perna só e desenvolveram as previamente adquiridas como salto em distância com as pernas juntas. A teoria da pedologia ajudou a compreender melhor o processo pedagógico e o desenvolvimento das crianças para uma melhor aplicação dos conteúdos sugeridos.
Palavras-chave: Educação Física, Desenvolvimento Humano, Práxis Pedagógica
Oral
Abrir o trabalhoESPORTE E INCLUSÃO: ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
ANA PRICILIA GONÇALVES DE OLIVEIRA ; Cicera Pereira da Silva
Introdução: A Educação Física é uma das áreas que promovem a inclusão dos alunos com necessidades específicas na escola, onde o aluno e suas condições não serão um empecilho. A oferta da prática esportiva adaptada tem interlocução com o desenvolvimento de potencialidades que por sua vez podem contribuir para um melhor estilo de vida e inserção social. Dessa forma, todas as pessoas com deficiência têm o direito à prática de atividades físicas, bem como à prática esportiva, independente das suas limitações. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas pelos discentes do curso de licenciatura em Educação Física, ao longo do estágio supervisionado V, mais especificamente no Atendimento Educacional Especializado-AEE. Método: O estágio foi desenvolvido na escola de Ensino Médio em Tempo Integral Wilson Gonçalves, do município de Crato-CE, na sala de recursos multifuncionais (SRM)/Atendimento Educacional Especializado (AEE), com alunos das turmas de 1º, 2º e 3º anos do Ensino Médio. Foi realizado nos dias de Terças-Feiras, no período de 36 horas totais para o estágio, sendo 4 horas de observação e 32 horas de regência. Resultados: Durante as semanas de regência, foram desenvolvidas atividades voltadas para a introdução aos esportes. Dentre os esportes trabalhados nas aulas estão o futsal, basquete, handebol e voleibol, sempre adaptando-os para suprir as necessidades de cada aluno. Vale ressaltar que em todas as aulas foi feita primeiramente a introdução de forma teórica para que os alunos entendessem melhor sobre os esportes e com o objetivo de apresentar os principais conceitos de cada um. ao pensar na turma eram feitas adequações que se ajustavam no momento da prática, onde posteriormente era adicionado ao plano educacional individualizado (PEI) de cada aluno. Desse modo, ao estabelecer as metas de cada um, notamos evolução significativa durante cada etapa. Conclusão: concluímos que o ato de incluir e de estar preparado para receber e conseguir inserir essas pessoas com deficiência no mundo social de forma igualitária tanto no âmbito escolar quanto nas demais práticas, contando com o apoio da escola e família que são de extrema importância. Desse modo, o papel do professor é fundamental para incluir esses alunos, onde não os deixe de fora, mas que com as adaptações necessárias no seu planejamento consiga repassar o conteúdo.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoInserção dos jogos eletronicos nas aulas de educação fisica: uma experiencia no ensino medio
MARIA ELAYCE DE ARAÚJO CLEMENTE ; Ana Pricilia Gonçalves de Oliveira; Cicera Pereira da Silva
Introdução: Uma grande parte dos adolescentes usam os jogos eletrônicos como forma de lazer, nos seus momentos de distração. Porém, no ambiente escolar, esses jogos ainda são vistos como empecilhos. A literatura sugere que, quando utilizamos de maneira consciente e integrada ao currículo escolar, os jogos eletrônicos se tornam aliados para as aulas de educação física. Aproximando a realidade desse mesmo público jovem, permitindo maior engajamento e participação ativa nas atividades. Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo relatar as experiências vivenciadas pelos discentes do curso de licenciatura em Educação Física, ao longo do estágio supervisionado IV, com na unidade temática de Brincadeiras e Jogos, e o conteúdo de jogos eletrônicos. Método: O estágio foi desenvolvido na escola de ensino médio em tempo integral Wilson Gonçalves, do município de Crato-CE, nas turmas de 1º ano “A” e “C” e na Eletiva Educação, Saúde e Bem-estar. Foi realizado no período de 54 horas totais para o estágio, sendo 6 horas de observação e 48 horas de regência. Resultados: Durante o período de regência, um dos conteúdos foi muito marcante, os jogos eletrônicos. Desenvolvemos atividades do mundo virtual, dentre elas estão os jogos populares: PacMan, o jogo da cobrinha, Just Dance, Subway Surf, pegando pokémon, dentre outras. Todas as atividades foram adaptadas para a vida real, proporcionando uma experiência lúdica e interativa para os alunos. Essas atividades tiveram como objetivo contribuir para que os alunos se tornem mais críticos sobre o uso dos games e sua aplicação no mundo real, além de ter maior aderência nas aulas. Outros aspectos importantes como habilidades sociais, como interação, cooperação e empatia, que se faz necessário dentro e fora das telas. Por meio dos jogos, promovemos uma reflexão sobre o uso dos games, conectando-os ao mundo real e incentivando os alunos a relacioná-los tanto com o ambiente escolar quanto com suas experiências fora dele. Conclusão: As adaptações dos jogos virtuais nas aulas de Educação Física para o contexto da realidade, é uma estratégia inovadora que permite ampliar variadas possibilidades de aprendizagem e favorecendo uma prática docente com menos recursos, de forma inclusiva e criativa.
Oral
Abrir o trabalhoJOGOS E BRINCADEIRAS EM UMA PERSPECTIVA LÚDICA: REGISTROS DE EXPERIÊNCIAS E MOMENTOS DE PARTILHA
BRENDHA SALES DE SOUZA; Eva Camila de Sousa Alexandre; Victoria Grazielle Monteiro Silva
Introdução: Este relato trata do estágio curricular em educação física no ensino fundamental que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando instituições de educação superior. Objetivo: Relatar os momentos de partilhas para reconhecer o valor do brincar para o desenvolvimento dos alunos, desenvolvendo aulas coerentes que proporcionam experiências de aprendizagem diversificadas e inclusivas. Método: O estágio foi realizado em um colégio particular na cidade do Crato-Ce, com duração de 11 semanas. Durante o planejamento, utilizamos a unidade temática de jogos e brincadeiras como base para as propostas. Buscamos brincadeiras que abrangem tanto práticas tradicionais, quanto brincadeiras populares na internet. Todas as práticas foram adaptadas de acordo com as sugestões dos próprios alunos. Resultados: No início, por não termos convívio com os alunos, encontramos dificuldades em relacionar as brincadeiras que seriam realizadas com os interesses deles. O Estágio II foi a nossa segunda experiência, e novamente encontramos um impasse diante da questão da atenção e da escuta dos estudantes. Porém, com a ajuda do professor responsável, recebemos todo o suporte necessário. Utilizamos os jogos e brincadeiras para a construção de aulas mais inclusivas, planejadas para atender às especificidades de cada sala, favorecendo seu desenvolvimento. Ao concluí-lo, mesmo com pouco tempo de aulas, observamos progressos significativos em diversas áreas do desenvolvimento dos alunos: fala, locomoção, manipulação de objetos, tomada de decisões, respeito ao próximo e, em certa medida, capacidade de manter a atenção durante as atividades. Conclusão: Durante as semanas, tivemos a oportunidade de compreender como a prática de brincadeiras podem trabalhar o trabalho em equipe, a cooperação, o protagonismo e a construção de valores dos alunos. Enfrentamos vários desafios, como a adaptação de atividades para diferentes faixas etárias, a gestão do tempo, espaço e a necessidade de promover a inclusão de todos os alunos nas práticas.
Palavras-chave: Educação física,reflexão,atividades lúdicas,jogos e brincadeiras
Oral
Abrir o trabalhoO COMODISMO DOS ALUNOS E SEUS IMPACTOS NA PARTICIPAÇÃO DOS JOGOS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
FRANCISCA HELOISA ESPERDIÃO RODRIGUES ; Camila Vitória Barbosa Moreira
Introdução: O presente relatório refere-se às observações realizadas durante o Estágio Supervisionado III, desenvolvido na Escola Aldegundes de Matos, com as turmas do 6º, 7º e 8º anos. O objetivo deste estágio foi analisar o comportamento dos alunos durante as aulas práticas e teóricas, bem como observar de que forma novas abordagens seriam recebidas pelos estudantes.Objetivo:Analisar o comportamento e o desenvolvimento dos alunos durante as aulas de Educação Física, considerando a aceitação de metodologias novas.Desenvolvimento:Durante o período de estágio, foi possível observar de forma mais detalhada como o comodismo se manifesta entre os alunos nas aulas de Educação Física. Em grande parte das aulas práticas, houve resistência por parte dos estudantes em participar de atividades novas, especialmente daquelas que envolviam jogos coletivos. Notou-se que muitos apresentavam pouco interesse em realizar atividades em grupo. Essa insegurança, somada à pouca valorização da disciplina por parte de alguns, resultava em um ambiente no qual poucos se manifestavam para participar.Conclusão:Apesar dessas dificuldades, algumas estratégias como a adaptação de regras e a escolha de atividades mais próximas da realidade dos alunos proporcionaram uma visão mais positiva e contribuíram gradualmente para melhorar o envolvimento das turmas. Palavras-chaves: Educação Física,Estágio Supervisionado.
Palavras-chave: Educação Física ,Estágio ,Supervisionado
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoO PAPEL DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO DESNVOLVIMENTO PSICOMOTOR: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
JOSÉ DANILO LEAL DE OLIVEIRA ; David Marrone Alcantara Fernandes; Francisco Afonso de Mendonça Rodrigues Filho
Introdução: A educação infantil faz parte da primeira etapa do ensino básico, por tanto de grande relevância para o desenvolvimento integral da criança. Nessa fase o desenvolvimento cognitivo, motor e socioemocional são fundamentais para o pleno desenvolvimento da criança. Nesse contexto, atividades psicomotoras desempenham um papel essencial para o desenvolvimento dessas habilidades, sendo fundamentais no processo de ensino e aprendizagem nessa etapa de ensino. Objetivo: Apresentar algumas atividades utilizadas que se mostraram eficazes no processo de desenvolvimento psicomotor em crianças durante as aulas de Educação Física, e refletir sobre a importância de estimular as habilidades psicomotoras no âmbito da educação infantil. Método: Trata-se de um relato de experiência de estágio supervisionado I realizado de agosto até outubro de 2025, em uma escola de educação infantil da região do Cariri, localizada na cidade do Crato. As aulas foram ministradas durante o período da manhã, com turmas do infantil III, IV e V, duas vezes por semana nos dias de terça e sexta, totalizando 3 aulas por dia e desenvolvida em três etapas (observação, planejamento e intervenção). Resultados: As observações evidenciaram que as crianças possuíam um certo nível de atraso nas habilidades psicomotoras. Dessa forma utilizou-se como proposta interventiva atividades estratégicas de jogos e brincadeiras populares, que tinham como objetivo estimular o desenvolvimento de habilidades cognitivas, finas, grossas e socioemocionais das crianças. Ao final da intervenção podemos ver que muitas crianças tiveram um desenvolvimento significativo comparando com o início. Conclusão: Dessa forma conclui-se que, atividades que estimulem as habilidades psicomotoras no ensino infantil são de grande relevância para essa importante etapa do desenvolvimento humano, visto que uma criança com um bom desenvolvimento no início da formação terá uma maior propensão em desenvolver-se de forma integral auxiliando assim na prevenção possíveis problemas de atraso motor no futuro.
Palavras-chave: Ensino Infantil,Educação Física,Psicomotricidade
Oral
Abrir o trabalhoO PROTAGONISMO JUVENIL NA ARTICULAÇÃO ENTRE JOGOS E DEBATES SOBRE TEMAS SOCIAIS
LILITH MARIA DOS SANTOS; Rayssa Gabrielly Cruz Figueirêdo Rodrigues; Sara Oliveira Soares da Silva
Introdução: A escola é um espaço fundamental para o desenvolvimento social, cultural e crítico dos estudantes, a Educação Física escolar assume papel relevante ao articular práticas corporais, aprendizagens e reflexões sobre temas que atravessam o cotidiano dos jovens. A partir do estágio supervisionado, torna-se possível observar de perto essas dinâmicas e compreender como os conteúdos e metodologias podem favorecer a participação ativa dos alunos. Objetivo: Analisar as possibilidades de protagonismo juvenil durante as atividades desenvolvidas no estágio supervisionado, por meio de intervenções com jogos e brincadeiras com turmas do 1º ano e debates em formato de júri simulado sobre temas sociais com alunos do 2º ano do Ensino Médio. Método: A pesquisa caracteriza-se como um relato de experiência de natureza qualitativa e descritiva, foram realizadas durante o Estágio Supervisionado IV, na EEMTI Presidente Geisel Polivalente, o trabalho envolveu duas turmas: 1º ano D (idade entre 15 e 16 anos), com conteúdos referentes a jogos e brincadeiras; e 2º ano B (16 a 17 anos), com abordagem de temas transversais por meio do júri simulado. Os dados foram registrados no diário de campo e nas observações durante as aulas.Resultados: Foi possível observar que os estudantes do 1º ano demonstraram compreensão sobre a diferença entre jogos e brincadeiras, além de desenvolverem cooperação e respeito nas atividades lúdicas. E o 2º ano, se engajou bastante no júri simulado, refletindo criticamente sobre temas como racismo e transfobia no esporte. As atividades favoreceram o protagonismo juvenil, estimulando habilidades como argumentação, escuta ativa, pensamento crítico e tomada de decisão. Conclusão: A articulação entre jogos, brincadeiras e debates sobre temas sociais contribuiu significativamente para o desenvolvimento do protagonismo juvenil. As experiências vivenciadas no estágio mostraram que práticas pedagógicas diversificadas e contextualizadas fortalecem a autonomia dos estudantes, estimulam a reflexão crítica e ampliam a participação ativa no processo educativo.
Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL 1: REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA PEDAGÓGICA NA EDUCAÇÃO FÍSICA
ALVARO FERREIRA DA SILVA; Cícero Eduardo Pereira Alves; João Yuri Pereira De Lima Bezerra
Introdução: O estágio supervisionado constitui uma etapa fundamental na formação docente, permitindo a articulação entre teoria e prática no ambiente escolar. Nesse contexto, a Educação Física no Ensino Fundamental I assume um papel essencial no desenvolvimento integral da criança. O presente trabalho relaciona esses aspectos ao abordar a prática pedagógica e a necessidade de adaptação metodológica frente aos desafios comportamentais encontrados na realidade escolar. Objetivo: Este relato de experiência tem como objetivo apresentar reflexões sobre a prática pedagógica da Educação Física nos anos iniciais, analisando especificamente o papel da criatividade docente na adaptação do planejamento para mediar comportamentos e engajar os alunos. Método: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, participante e de campo, desenvolvida a partir do Estágio Supervisionado II. A vivência ocorreu em uma escola da rede particular na cidade do Crato-CE. As atividades foram realizadas no turno da manhã, das 07h às 10h, totalizando 6 horas de observação e 54 horas de regência, junto a turmas do 1º ao 4º ano do Ensino Fundamental, com alunos na faixa etária de 7 a 11 anos. Resultados: A observação apontou o comportamento agitado e a dificuldade de foco como principais desafios, notando-se uma diferença de maturidade entre os alunos do 1º ano (mais lúdicos e dispersos) e do 4º ano (mais desenvolvidos). Identificou-se também a limitação da quadra descoberta, que expunha as turmas ao sol e calor. A intervenção consistiu na adaptação criativa das propostas do livro didático utilizado (editora COC) através de jogos e brincadeiras, o que resultou em maior participação e atenção dos estudantes. Conclusão: Conclui-se que a prática docente eficaz vai além da execução rígida de planos de aula, exigindo do professor sensibilidade para lidar com imprevistos. A experiência demonstrou que a criatividade e a flexibilidade são ferramentas indispensáveis para construir um ambiente de aprendizagem positivo e inclusivo, respeitando as nuances de cada turma.
Palavras-chave: Educação Física, Ensino Fundamental, Atividades Lúdicas, Criatividade
Oral
Abrir o trabalhoUSO DOS ESPORTES COLETIVOS COMO FERRAMENTA PEDAGÓGICA NO ENSINO MÉDIO
ERIKLES SILVA DIONISIO; José Hudson Pinheiro Telis; Nalbert Alves Araújo
Introdução: Os esportes podem ser uma grande ferramenta pedagógica, além da formação de atletas no âmbito escolar, desempenham um papel fundamental na formação de cidadãos, cultivando valores como respeito às diferenças, disciplina, empatia e cooperação. Objetivo: Compartilhar uma experiência ao aplicar e entender as metodologias pedagógicas de ensino dos esportes dentro da nova perspectiva da Educação Física, buscando promover o esporte dentro da escola, com foco na formação de valores e caráter humanitário interligando a prática a vivência fora da escola como forma de ressignificar o esporte puramente competitivo. Método: A pesquisa caracteriza-se como qualitativa, do tipo relato de experiência no Estágio Supervisionado IV, na EEMTI Wilson Gonçalves em Crato-Ce. O estágio obteve o cumprimento de 54 horas, 6 horas de observação e 48 horas de regência, com turmas do 2° e 3° ano do ensino médio. O processo de ensino se volta para a formação integral do aluno, o Teaching Games for Understanding (TGFU), serviu de alicerce para aplicação de grande parte das atividades. Resultados: Notamos uma boa aceitação das turmas, favorecida pela conscientização construída através da professora regente e pela disponibilidade de materiais fornecidos pela escola, possibilitando aplicar estratégias que pudessem integrar as turmas à proposta da pedagogia do esporte. Houve envolvimento nas atividades e uma compreensão das táticas estabelecidas por meio do TGFU, demonstrando sua eficiência na formação integral dos alunos. Conclusão: Os jogos reduzidos, adaptações de modalidades, situações-problema e atividades em equipes foram fundamentais para a compreensão do esporte, sobretudo, para que as habilidades como cooperação, respeito e tomada de decisão, fossem aprimoradas. Apesar de algumas resistências, a conexão entre teoria e prática contribuiu para que os alunos ampliassem sua compreensão sobre a função da Educação Física na escola, evidenciando para além da mera execução de movimentos.
Resumo Simples · Oral
Vivencias e aprendizados no estagio supervisionado de Educação física
TAYNÁ ALVES DOS SANTOS
Introdução: O estágio supervisionado II de licenciatura em Educação Física foi realizado na Escola de Ensino Fundamental Professora Maria Germano, com crianças de 6 a 10 anos, do 1° ao 3° ano. O estágio é um elo entre teoria aprendida na instituição de ensino e a prática real do mercado de trabalho. Objetivo: Promover o desenvolvimento integral das crianças, abrangendo os aspectos motores, cognitivos e sociais por meio de jogos e brincadeiras tradicionais/populares. Desenvolvimento: A educação do ensino fundamental I é a segunda etapa da educação básica, destinada às crianças de 6 a 10 anos, visando o desenvolvimento motor, cognitivo e social. As atividades lúdicas como jogos e brincadeiras, são fundamentais para o engajamento das crianças nas aulas de Educação Física. Durante o estágio, foram enfrentados desafios como a falta de senso de alguns profissionais para a prática das atividades na escola, adaptação de atividades e brincadeiras sem equipamentos e manter a atenção dos alunos durante as aulas. Para lidar com isso, foram criadas regras desde o início, aplicadas estratégias de incentivo positivo e aulas mais atrativas e inclusivas. Conclusão: O estágio proporcionou uma compreensão prática do desenvolvimento cognitivo, motor, social e emocional dos alunos. Lidar com crianças de 5 a 9 anos requer paciência e empatia para compreender suas dificuldades e necessidades. A experiência permitiu observar o comportamento e progresso das crianças, buscando resolver problemáticas existentes. A Educação Física é fundamental nos anos iniciais, pois proporciona experiências ricas que estimulam o desenvolvimento das crianças.
Palavras-chave: Educação Física, ensino fundamental I jogos e brincadeiras, estágio supervisionado.
Oral
Abrir o trabalho