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A ATUAÇÃO DO DISCENTE DIANTE DA DESIGUALDADE SOCIAL: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS EM UMA ESCOLA MARGINALIZADA.
ALLYSON FREIRE TAVARES; LUIZ GABRIEL ALVES DA SILVA; DIEGO RAMON DE FREITAS SILVA
Introdução: Durante a prática de estágio supervisionado, foram enfrentados diversos desafios, como a escassez de recursos materiais, conflitos familiares, baixo desempenho escolar e a desmotivação dos estudantes. Objetivo: Implementar estratégias pedagógicas que respondessem às necessidades específicas da turma, utilizando metodologias ativas, atividades lúdicas, materiais recicláveis e uma abordagem centrada no estudante. Metodologia: A pesquisa, de abordagem qualitativa, foi realizada por meio de observação direta durante o Estágio Supervisionado III do curso de Licenciatura em Educação Física da URCA, na Escola Melvin Jones, no Crato-CE, com turmas do Ensino Fundamental II, compostas por alunos entre 11 e 14 anos. As observações evidenciaram como as condições socioeconômicas influenciam o processo de ensino-aprendizagem, afetando a dinâmica das aulas, as interações em sala e o comportamento dos estudantes, especialmente durante as atividades de Educação Física, nas quais se manifestavam atitudes agressivas e competitivas, refletindo a vulnerabilidade social dos alunos. Resultados: A escuta atenta, o estímulo à participação e o fortalecimento do vínculo afetivo entre professor e aluno revelaram-se fundamentais para a construção de um ambiente mais inclusivo e acolhedor, através do documento normativo da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), os conteúdo esporte foi desenvolvido, a experiência evidenciou que, mesmo diante das limitações impostas pela realidade social, é possível promover a equidade educacional por meio de práticas criativas e sensíveis, que valorizem o potencial individual de cada educando. Conclusão: O estágio possibilitou ao discente compreender o papel transformador da educação e consolidar sua formação profissional, desenvolvendo competências para uma atuação crítica e socialmente comprometida, evidenciando a importância da reflexão sobre a prática pedagógica na formação de educadores engajados com a transformação social.
Palavras-chave: DESIGUALDADE SOCIAL,EDUCAÇÃO INCLUSIVA,ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoIniciação Esportiva no Câmbio/Voleibol: Um Relato de Experiência
GUILHERME IGOR VIANA ALVES ; Gabriel Alencar da Costa; Júlio Ferreira de Aquino
Introdução: O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) é uma iniciativa que integra a política nacional de formação de professores do ministério da educação e tem por finalidade fomentar a iniciação à docência, contribuindo para o aperfeiçoamento da formação de docentes em nível superior e para melhoria da qualidade da educação básica pública brasileira (CAPES, 2024). Objetivo: Contribuição de participação e um aprendizado em um projeto e suas descobertas do estágio supervisionado II. Método: O estudo trata-se de um relato de experiência da disciplina de estágio supervisionado II, em parceria com o PIBID da Educação Física sob orientação do professor supervisor do PIBID e da docente supervisora do estágio supervisionado. As aulas foram em uma escola pública em Juazeiro do Norte, desenvolvidas com crianças do 5º ano (9 a 11 anos), do sexo masculino e feminino, no período compreendido entre os meses de fevereiro a maio. O conteúdo ensinado foi o voleibol, mas com utilização do câmbio, modalidade vertente. O planejamento das aulas se deu através da metodologia parcial e global. Desde o início, a orientação dos professores foi de grande ajuda na construção e aplicação das aulas. Resultados: Na esfera conceitual, os alunos compreenderam bem a lógica interna da modalidade, com observações nas questões táticas. Na procedimental, a maioria desenvolveu bem os fundamentos trabalhados, e na atitudinal era onde ocorria mais conflitos, mas sempre orientamos para comportamentos não agressivos, podendo ocorrer trocas entre os alunos do projeto. Conclusão: Por fim, o desempenho dos alunos durante o bimestre foi surpreendente, com a culminância no primeiro CAMPITAB. Portanto, é notório que o aprendizado no projeto ampliou o arcabouço de competências e responsabilidades no quesito formação inicial e capacidade do domínio docente em consonância do desenvolvimento dos estudantes.
Palavras-chave: Voleibol, Educação Física Escolar, Esporte
Oral
Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DA PARCERIA COLABORATIVA DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NAS ESCOLAS DE ENSINO MÉDIO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO V
GISELLY DE ARAÚJO FREITAS
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Oral
Abrir o trabalhoA influência da realidade social dos pais no desenvolvimento escolar nas aulas de educação física.
FRANCISCO HÉRICLES GONÇALVES DA SILVA ; Felipe Costa Gouveia; Naisa Maria Oliveira Costa; Herliane Alves Gomes
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Oral
Abrir o trabalhoCaminho da inclusão: reflexão sobre o estágio em Educação Física com alunos autistas
FRANCISCO DE ASSIS VALENTIM NETO; Natalia Cordeiro dos Santos; Israel Rodrigues do Nascimento
JOGOS ONLINE: E O QUE ISSO TEM HAVER COM A EDUCAÇÃO INFANTIL?
ANTONIA SABRINA OLIVEIRA ; Juliana Vicente da Cruz; Natalia Almeida Costa
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Palavras-chave: Educação Infantil,Práticas Corporais,Jogos Online
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: VALORIZAR JOGOS E BRINCADEIRAS FRENTE Á TECNOLOGIA QUE AFASTA AS CRIANÇAS
ARTHUR ALENCAR LEITE ; Lucas Breno Marculino Aguiar; Levi da Silva Ferreira
Introdução: A valorização dos jogos e brincadeiras é essencial na infância, pois representa um meio de desenvolvimento motor, cognitivo e social. Crianças dessa faixa etária precisam vivenciar experiências lúdicas, interações reais e práticas corporais significativas. Em contrapartida, observa-se um cenário crescente de afastamento dessas vivências em virtude da exposição precoce e excessiva às tecnologias digitais. A banalização das relações sociais mediadas pelas telas ameaça o espaço do brincar e compromete a construção da sociabilidade, da cooperação e da aprendizagem em grupo. Objetivo: Este relato de experiência tem como objetivo refletir sobre a importância da Educação Física escolar como promotora do desenvolvimento integral das crianças, especialmente no que se refere à valorização dos jogos e brincadeiras frente ao avanço da tecnologia que afasta os alunos do convívio social e das práticas corporais. Método: O presente artigo apresenta um relato de experiência desenvolvido durante o estágio supervisionado em Educação Física no Ensino Fundamental, realizado em uma instituição privada na cidade de Crato (CE), com turmas do 1º, 2º e 4º ano. As aulas tinham como foco a estimulação das habilidades motoras fundamentais, o convívio social e o estímulo cognitivo, por meio de jogos e brincadeiras. Resultados: Durante o estágio, constatou-se que os alunos demonstravam grande envolvimento e entusiasmo com as práticas corporais propostas. Não houve resistência às atividades em favor das telas; contudo, foi possível perceber a forte influência das redes sociais em suas músicas preferidas e interesses culturais, inclusive com referências a tendências digitais e bandas estrangeiras. Esse comportamento evidencia que, apesar da presença tecnológica, o brincar ainda se mantém como um recurso pedagógico potente quando bem explorado no ambiente escolar. Conclusão: A Educação Física exerce papel fundamental na preservação e promoção das experiências lúdicas na infância. Mesmo em meio ao apelo das mídias digitais, os jogos e brincadeiras permanecem atrativos e necessários para o desenvolvimento das crianças. É essencial que a escola continue incentivando essas práticas como forma de resistir ao avanço da passividade e isolamento gerados pelo uso excessivo de telas.
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Abrir o trabalhoA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL: VALORIZAR JOGOS E BRINCADEIRAS FRENTE Á TECNOLOGIA QUE AFASTA AS CRIANÇAS
ARTHUR ALENCAR LEITE ; Lucas Breno Marculino Aguiar; Levi da Silva Ferreira
Introdução: A valorização dos jogos e brincadeiras é essencial na infância, pois representa um meio de desenvolvimento motor, cognitivo e social. Crianças dessa faixa etária precisam vivenciar experiências lúdicas, interações reais e práticas corporais significativas. Em contrapartida, observa-se um cenário crescente de afastamento dessas vivências em virtude da exposição precoce e excessiva às tecnologias digitais. A banalização das relações sociais mediadas pelas telas ameaça o espaço do brincar e compromete a construção da sociabilidade, da cooperação e da aprendizagem em grupo. Objetivo: Este relato de experiência tem como objetivo refletir sobre a importância da Educação Física escolar como promotora do desenvolvimento integral das crianças, especialmente no que se refere à valorização dos jogos e brincadeiras frente ao avanço da tecnologia que afasta os alunos do convívio social e das práticas corporais. Método: O presente artigo apresenta um relato de experiência desenvolvido durante o estágio supervisionado em Educação Física no Ensino Fundamental, realizado em uma instituição privada na cidade de Crato (CE), com turmas do 1º, 2º e 4º ano. As aulas tinham como foco a estimulação das habilidades motoras fundamentais, o convívio social e o estímulo cognitivo, por meio de jogos e brincadeiras. Resultados: Durante o estágio, constatou-se que os alunos demonstravam grande envolvimento e entusiasmo com as práticas corporais propostas. Não houve resistência às atividades em favor das telas; contudo, foi possível perceber a forte influência das redes sociais em suas músicas preferidas e interesses culturais, inclusive com referências a tendências digitais e bandas estrangeiras. Esse comportamento evidencia que, apesar da presença tecnológica, o brincar ainda se mantém como um recurso pedagógico potente quando bem explorado no ambiente escolar. Conclusão: A Educação Física exerce papel fundamental na preservação e promoção das experiências lúdicas na infância. Mesmo em meio ao apelo das mídias digitais, os jogos e brincadeiras permanecem atrativos e necessários para o desenvolvimento das crianças. É essencial que a escola continue incentivando essas práticas como forma de resistir ao avanço da passividade e isolamento gerados pelo uso excessivo de telas.
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Abrir o trabalhoA EXPERIÊNCIA DISCENTE NO ENSINO FUNDAMENTAL II: UM OLHAR REFLEXIVO SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA
ITALO GABRIEL DE OLIVEIRA SOUSA
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Palavras-chave: Educação Física escolar, Estágio supervisionado, Formação docente, Prática pedagógica, Ensino Fundamental II.
Oral
Abrir o trabalhoA integração entre teoria e prática nas aulas de Educação Física como estratégia para o desenvolvimento integral de adolescentes no Ensino Fundamental II.
ERICA MARIA RODRIGUES AGUIAR E MOREIRA; Diego Vilela Pires; Eduarda do Nascimento Lopes Alves
O
Palavras-chave: Estágio Supervisionado, Educação Física, Teoria e Prática, Iniciação Esportiva e Inclusão.
Oral
Abrir o trabalhoA integração entre teoria e prática nas aulas de Educação física como estratégia para o desenvolvimento integral de adolescentes no Ensino Fundamental II.
EDUARDA DO NASCIMENTO LOPES ALVES ; Diego Vilela Pires; Érica Maria Rodrigues Aguiar e Moreira
I
Palavras-chave: Estágio Supervisionado, educação física , teoria e prática , Iniciação esportiva , Inclusão
Oral
Abrir o trabalhoA PERCEPÇÃO DOS ALUNOS COM DEFICIÊNCIA SOBRE O ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO EM UMA ESCOLA ESTADUAL DE CRATO-CE: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
INGRID DO NASCIMENTO FIDELES ; MARIA ALICE SALES RODRIGUES; IRIS GOMES DA SILVA
A
Palavras-chave: EDUCAÇÃO FÍSICA,PERCEPÇÕES, ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoA POTÊNCIA DOS ESPORTES TRADICIONAIS E DA COMPETIÇÃO NA EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO FUNDAMENTAL ANOS FINAIS.
LUCAS FULGÊNCIO DE OLIVEIRA TORQUATO; Marlon Maxwel Araujo Macedo
O estágio supervisionado em Educação Física e requisito parcial obrigatório na formação inicial de professores de Educação Física. O presente trabalho relata uma experiência vivenciada no Estágio Supervisionado lII – Educação básica, ensino fundamental anos finais.
Palavras-chave: Educação Física ,Estágio,Experiência
Oral
Abrir o trabalhoA PRÁXIS PEDAGÓGICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL I
YURI LUCAS DA SILVA FERNANDES; Herbert Marques Viana
Introdução: Apresentamos este relato de experiência sobre o estágio supervisionado realizado na disciplina de Estágio Supervisionado II do curso de Licenciatura em Educação Física, na instituição Centro Educacional Colégio Vitorino, localizada em Crato, CE. Durante o estágio, foram desenvolvidas atividades lúdicas direcionadas ao ensino fundamental I, com foco no desenvolvimento integral das crianças, abrangendo os aspectos físico, cognitivo, socioemocional e motor. Objetivo: Relatar as práxis pedagógicas realizadas no estágio II que favoreceram o aprendizado a socialização e a reflexão crítica por meio dos jogos, brincadeiras e práticas esportivas vivenciadas pelos estudantes. Método: Com aulas dialógicas, utilizamos os planejamento da instituição para elaboramos nossa intervenção na realidade cotidiana da escola, tomando como premissa as considerações e especificidades dos alunos para adequarmos a práxis pedagógica as capacidades sociocognitivas em seus aspectos físico, intelectual e motor. Resultados: As observações que fizemos possibilitaram analisar cada aluno e planejar atividades de forma que todos conseguissem vivenciar cada atividade proposta segundo os embasamentos teóricos. Seguimos o plano mensal de forma flexível, ajustando as atividades conforme as necessidades. Nas nossas práticas, tivemos que pensar em estratégias que incluíssem todos os alunos e adaptar para suas limitações, mesmo que fosse apenas por questões de habilidades, atrasos motores e distúrbios fisiológicos. Além disso, a aula teórica forneceu base para a prática, onde os alunos aplicaram os conceitos com autonomia e participação ativa. Conclusão: Essa articulação demonstrou a eficácia da práxis pedagógica, promovendo compreensão crítica e reflexões sobre a aplicação do conteúdo no cotidiano escolar.
Palavras-chave: Estágio supervisionado,Práxis pedagógica,Ensino fundamental I
Oral
Abrir o trabalhoA SUPERVALORIZAÇÃO DO FUTSAL EM RELAÇÃO ÀS OUTRAS MODALIDADES ESPORTIVAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II
ERIKLES SILVA DIONISIO; José Hudson Pinheiro Telis; Nalbert Alves Araújo
Introdução: O futsal é uma prática cultural profundamente enraizada na sociedade brasileira e ocupa um espaço significativo no cotidiano escolar. Sua popularidade, facilitada pela acessibilidade e pela influência da mídia, faz com que seja preferido em detrimento de outras modalidades. Essa priorização limita o repertório motor e cultural dos estudantes, comprometendo o desenvolvimento de habilidades variadas e a compreensão crítica sobre movimento. Objetivo: Este estudo analisa a construção da representação hegemônica do futsal no Ensino Fundamental II e sua influência no processo pedagógico das aulas de Educação Física. Método: O estudo relata as experiências do estágio III dos alunos do 6º período do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA) na escola Liceu das Artes e Ofício, no Crato-Ceará. Foram realizadas 54 horas de aulas em aproximadamente 2 meses, com 6 horas de observação e 48 horas de regência para turmas do 6º ao 8º ano, com alunos entre 11 a 14 anos. As aulas foram planejadas conforme a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), abordando atletismo (6º ano), handebol (7º ano) e voleibol (8º ano), buscando integrar a “práxis” e ressignificar a Educação Física como componente formativo. Resultados: A implementação de metodologias diversificadas aumentou o interesse dos alunos por práticas esportivas além do futsal. Turmas dos 7º e 8º anos mostraram boa receptividade a novas atividades, enquanto os alunos do 6º ano foram mais resistentes. A prática pedagógica que incentiva diálogo ajudou a ampliar o repertório motor. O professor desempenha um papel crucial na promoção da diversidade esportiva.Conclusão: A experiência revelou que a valorização do futsal restringe o acesso a outras modalidades, limitando o desenvolvimento motor e social dos alunos. No entanto, metodologias diversificadas despertaram interesse por novas práticas esportivas, evidenciando a importância do professor na superação dessa predominância do futsal.
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APROXIMAÇÕES E DISTANCIAMENTOS DA BNCC PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II: REALIDADE SOCIAL CONCRETA
PAULO HENRIQUE DOS SANTOS; Adna Rebeca Teixeira da Silva; Maria Josiana de Jesus Rosa
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Palavras-chave: Currículo,Distanciamento Social,Educação Escolar,Metodologia,Professor
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Abrir o trabalhoCONTRIBUIÇÕES DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA INCLUSÃO E EVOLUÇÃO DE CRIANÇAS ATÍPICAS: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
DAVI DE BRITO MEIRELES ; Francisco Gabriel Tavares Pires; Francisco Ivan de Paiva Queiroz Filho
RESUMO Introdução: A Educação Física constitui-se em uma grande área, que abrange práticas corporais no contexto escolar. A vivência das aulas desse componente curricular também abarca crianças atípicas, principalmente com o Transtorno do Espectro Autista (TEA) que é um distúrbio do desenvolvimento neurológico que afeta a comunicação, interação social e comportamento. Objetivo: Relatar a experiência acerca das contribuições da Educação Física na inclusão e evolução de crianças atípicas, em aulas desenvolvidas durante o período do Estágio Supervisionado. Método: O estágio na escola privada teve início com uma fase de observação, onde foram identificadas as necessidades e características específicas das crianças. Em seguida, iniciou-se o planejamento das aulas de Educação Física para as regências em sala. A execução das atividades ocorria duas vezes na semana, sendo toda quarta e sexta no turno matutino para as turmas do primeiro ao quinto ano, com faixa etária de 7 a 11 anos. Tivemos problemas com as crianças atípicas, em relação a falta de autonomia no começo do estágio, atrapalhavam o restante da turma quando não era sua vez de realizar as atividades, algumas brigas durante o processo, e o fato deles se dispersarem demais. Resultados: As atividades foram cuidadosamente selecionadas para promover o desenvolvimento motor, cognitivo e social das crianças. Entre as atividades planejadas, destacaram-se brincadeiras e jogos com bolas, atividades com músicas, vídeos, e esportes. A implementação das atividades e brincadeiras contribuíram significativamente para a melhoria da socialização e desenvoltura desses alunos. As crianças atípicas mostraram progressos evidentes em suas capacidades de realizar as atividades propostas. Conclusão: Por fim, a Educação Física com conteúdos de jogos e brincadeiras ajudaram as crianças atípicas a se desenvolverem nas aulas de Educação Física, esse desenvolvimento se deu pela socialização, e melhorias integrais observadas, as quais enriqueceram a prática pedagógica dos professores em formação.
Palavras-chave: Inclusao, Educação Física , Transtorno do Espectro Autista (TEA)
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Abrir o trabalhoDESAFIOS NO DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DE ESTUDANTES COM DEFICIÊNCIA NO ENSINO MÉDIO
FRANCISCO EDUARDO DE OLIVEIRA; Mateus Vieira Silva
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Abrir o trabalhoDo planejamento ao improviso: a realidade de ensinar dança no estágio
REBECA GOMES NASCIMENTO ; Victor Hugo Amaral de Alcantara; Cicero Klebson Brito Silva
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Palavras-chave: Educação Física,Ensino Fundamental,Dança
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA EM ESPAÇOS LIMITADOS: REFLEXÕES DE UM ESTÁGIO
FRANCISCA HELOISA ESPERDIÃO RODRIGUES ; Camila Vitória Barbosa Moreira; Paulo Henrique Silva de Alencar
Introdução: Este artigo apresenta o relato de experiência do Estágio Supervisionado II, realizado na Escola de Ensino Fundamental José Pinheiro Gonçalves, no bairro Belmonte, Crato – CE. As atividades foram desenvolvidas com turmas do 1º e 2º ano do Ensino Fundamental, com carga horária semanal de seis horas. A observação inicial evidenciou a precariedade do espaço físico destinado à Educação Física, o que limitava a execução de práticas diversificadas e dificultava a inclusão de alunos com deficiências ou dificuldades motoras. Objetivo: Analisar a prática pedagógica em Educação Física na escola pública, com ênfase na adaptação das atividades para garantir a participação de todos os alunos. O estágio possibilitou reflexão sobre a atuação docente em contextos adversos, ressaltando a importância da formação continuada e da infraestrutura adequada para promover uma Educação Física inclusiva e de qualidade. Desenvolvimento: Durante o estágio, foram evidenciados os desafios e possibilidades do ensino de Educação Física em espaços com infraestrutura limitada. A escola não possuía quadra poliesportiva adequada, oferecendo apenas um espaço pequeno, descoberto e com piso irregular. Essa realidade exigiu adaptações nos objetivos e métodos das aulas, priorizando experiências motoras seguras e significativas. O planejamento incluiu atividades que demandassem pouco espaço e materiais simples, mas que favorecessem o desenvolvimento motor, a socialização e o aprendizado dos conteúdos curriculares. Foram utilizadas estratégias como jogos cooperativos, circuitos com obstáculos simples, brincadeiras tradicionais e exercícios de alongamento, que se mostraram eficazes e adequadas à realidade da escola. Conclusão: O estágio proporcionou uma experiência enriquecedora e transformadora, permitindo aplicar conhecimentos teóricos e identificar desafios e potencialidades do cotidiano escolar, reforçando a importância da adaptação pedagógica e das condições adequadas para uma Educação Física inclusiva. Palavras-chaves: Educação Física, Estágio Supervisionado
Palavras-chave: Educação Física ,estágio supervisionado
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA PÚBLICA: DESAFIOS E PRÁTICAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
FRANCISCA CAROLINE ARAÚJO ALVES ; EMILLY SOUSA LIMA; LUAN VICTOR OLIVEIRA ROCHA
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: REALIDADE E DESAFIOS
FRANCISCO MATEUS ALMEIDA OLIVEIRA ; Hariel Alana Alves do Nascimento; Pedro Roger Ferreira de Oliveira
INTRODUÇÃO: A escola é um espaço essencial de formação humana, desenvolvendo competências cognitivas, sociais, emocionais e físicas. Nesse contexto, a Educação Física se destaca por promover vivências corporais que contribuem para a formação integral dos estudantes. No entanto, ainda enfrenta desafios para ser reconhecida como disciplina formadora, em razão de limitações estruturais e institucionais. O estágio supervisionado torna-se, assim, um momento fundamental na formação docente, por proporcionar contato direto com a realidade escolar. OBJETIVO: Relatar os principais desafios enfrentados durante o Estágio Supervisionado IV em Educação Física no Ensino Médio, evidenciando dificuldades institucionais, logísticas e pedagógicas, e refletindo sobre a contribuição da disciplina na formação dos estudantes e na construção da identidade docente. MÉTODO: A experiência foi realizada por três alunos do 7º semestre do curso de Licenciatura em Educação Física da URCA, totalizando 54 horas de estágio, entre fevereiro e maio de 2025, em uma escola pública de tempo integral. As aulas ocorreram presencialmente no turno da tarde, com quatro turmas. A prática envolveu uma semana de observação e regência de aulas, inicialmente com base no planejamento da professora da escola, seguido de intervenções próprias. A coleta de dados incluiu observação participante, registros e relatos reflexivos. RESULTADOS: Foram identificadas dificuldades como a má organização do uso dos espaços, falta de apoio da professora colaboradora e desinteresse dos alunos por atividades que não fossem esportivas. Os estagiários buscaram adaptar práticas e valorizar a inclusão, percebendo a necessidade de reforçar o papel pedagógico da Educação Física. O estágio favoreceu o desenvolvimento de competências docentes frente aos desafios escolares. CONCLUSÃO: A experiência destacou a complexidade da atuação docente na Educação Física, reforçando a importância do estágio como espaço de formação e reflexão sobre o papel da disciplina no desenvolvimento integral dos estudantes.
Palavras-chave: Educação Física,Ensino Médio,Escola
Oral
Abrir o trabalhoESPORTES E EDUCAÇÃO FÍSICA: EXPERIÊNCIA E VIVÊNCIAS DOS ESTAGIÁRIOS
SÁVIO TELES ; Paloma Beatriz Félix De Almeida Do Nascimento; Thays Jéssica Feitosa Vieira
Introdução: A educação física escolar passou por constantes mudanças, deixou de ser uma atividade focada na aptidão física dos alunos e tornou o esporte um conteúdo hegemônico, tornando este o tema predominante das aulas. Objetivo: Relatar as experiências e dificuldades vivenciadas por estagiários no planejamento e na execução de aulas práticas de ensino dos esportes. Método: O estágio foi realizado no Colégio Paraíso da Cultura, iniciando com 6 horas de observação para conhecermos os alunos e como era a aula, 48 horas de aulas foram ministradas pelos estagiários, onde tinham a supervisão do professor regente da escola que nos enviava o conteúdo e o planejamento das aulas ficavam por nossa conta, visávamos trazer o esporte de forma mais dinâmica, apresentando os principais fundamentos e regras básicas, buscando dar feedbacks durante a aula, para que todos pudessem participar daquela vivência. Durante as 8 semanas de aulas foram apresentados os conteúdos de handebol, voleibol e basquete onde no fim de cada aula abríamos espaço para a vivência do jogo, utilizando os fundamentos já vistos. Resultados: Observamos que apesar dos desafios encontrados por nós na busca de atividades dinâmicas, os alunos puderam vivenciar e desfrutar de cada momento das aulas, propondo até variações das atividades levadas por nós e apesar de poucos materiais, eles conseguiam se organizar e dividir para que todos participassem. Foi impondo algumas regras como “todos têm que tocar pelo menos uma vez na bola para o ponto valer” que eles começaram a incluir todo mundo no jogo e ao fim do estágio eles já faziam isso sem que a gente pedisse. Conclusão: Percebemos que em uma comparação da primeira e última aula, os alunos participaram mais e começaram a interagir mais com nós estagiários. Isso nos mostra que nossa metodologia de ensino agregou positivamente para eles.
Palavras-chave: Esporte,Aula,Vivências,Estágio
Oral
Abrir o trabalhoESTÁGIO CURRICULAR NO ENSINO FUNDAMENTAL II UM RELATO DE EXPERIÊNCIA.
MÁRCIO DOS SANTOS CALIXTO; MÁRIO DOS SANTOS CALIXTO; Alex Victor Rodrigues de Sousa
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Oral
Abrir o trabalhoESTRESSE NO FUNDAMENTAL II: UM RELATO DE EXPERÊNCIA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
MARIA SAMYLLA EUFRASIO MARIANO
I
Palavras-chave: Educação Física Escolar ,Estresse Físico,Metodologia ,Saúde Mental
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoExperiências e práticas pedagógicas na educação infantil
TÍFANE BRAGA TEIXEIRA; Anna Karenn Aguiar Rodrigues; Aparecida Bezerra Sousa
Introdução: O estágio é indispensável para compreensão do contexto escolar, pois o acadêmico está inserido nele; A educação infantil é o fundamento da educação, têm o objetivo de ampliar o repertório de habilidades das crianças, e a Educação Física viabiliza esses aprendizados, se tornando assim indispensável a presença dessa experiência. Objetivo: Desenvolver aulas de educação física com variabilidade de conteúdos, a partir de uma organização dos mesmos a partir das proposições da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Método: A metodologia foi o estudo da proposta curricular, diagnóstico da realidade escolar, planejamento e desenvolvimento das aulas com base na variabilidade de conteúdos, anotações e reflexões sobre o cotidiano do estágio. Resultados: Os objetivos propostos foram em grande parte atingidos, pois foi possível organizar aulas com variabilidade de conteúdos, conforme orientado, utilizando o material disponibilizado. As atividades desenvolvidas, como jogos, danças e brincadeiras, mostraram-se eficazes no desenvolvimento motor, cognitivo e emocional das crianças. Durante o estágio, houveram dificuldades relacionadas à escassez de materiais e às condições do ambiente. Após orientações da supervisão, foram adotadas medidas como: diversificação de atividades, adequação das atividades a idade, organização específica dos alunos para usufruírem melhor das atividades. Conclusão: O estágio supervisionado proporcionou uma compreensão realista e crítica do contexto escolar a partir das experiências vividas, exigiu reflexão e reorganização de planejamento e nos desafiou a ser coerentes na proposta de objetivos, de conteúdos e atividades.
Palavras-chave: Educação infantil ,educação física ,estágio supervisionado
Oral
Abrir o trabalhoFORMAÇÃO DOCENTE E PERCEPÇÃO SOCIAL: OBSTÁCULOS AO ENSINO DE LUTAS NAS ESCOLAS BRASILEIRAS
SABRINA ALVES VIANA; Isaías Rodrigues da Silva
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Palavras-chave: alunos, educação fisica, lutas, formação
Oral
Abrir o trabalhoGênero, Escola e Educação Física: A não participação das meninas durante as aulas
FRANCISCO EDUARDO PINHEIRO DA SILVA; André Reginaldo Batista; Ananias Félix do Melo
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Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoIMPLEMENTAÇÃO DO MÉTODO TGFU NO ESTÁGIO NO ENSINO FUNDAMENTAL II: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
SAUL MATOS SOBREIRA; Cícero Aleff da Silva
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Oral
Abrir o trabalhoJOGOS INTERCALASSES: MAIS DO QUE INICIAÇÃO ESPORTIVA, UM PROJETO FORMATIVO
MARIA ELAYCE DE ARAÚJO CLEMENTE ; Luiz Fernando Santos da Silva; Lucilene Braz da Silva
Os jogos interclasses desempenham um papel significativo no processo formativo dos alunos, pois, além de estimularem a prática regular de atividades físicas e contribuírem para a promoção da saúde corporal, também favorecem o desenvolvimento de valores éticos e sociais, como empatia, responsabilidade, liderança e coletividade Objetivo: Relatar as vivências adquiridas na prática docente dos estagiários, bem como as contribuições destes na organização e execução dos jogos interclasses do Colégio Santa Teresa de Jesus. Método: O Estágio Supervisionado III foi realizado em uma escola da rede privada do Crato-CE, com turmas dos anos finais do Ensino Fundamental. A proposta centrou-se nos Jogos internos da instituição com a temática Esporte e Ecologia, com o intuito de promover a articulação entre as práticas corporais e a conscientização ambiental. A proposta buscou contemplar diferentes segmentos da Educação Básica, considerando as especificidades de cada faixa etária e os objetivos pedagógicos pertinentes a cada etapa. Resultados: Por tanto evidenciou uma proposta pedagógica voltada à formação integral dos estudantes, articulando aspectos físicos, sociais, éticos e ambientais. As ações desenvolvidas no evento foram organizadas em torno de dois eixos temáticos: meio ambiente e solidariedade. Conclusão: A vivência dos jogos escolares interclasses transcendem a dimensão competitiva do esporte, configurando-se como uma prática pedagógica de grande relevância para a formação integral dos estudantes. Ao integrar diferentes áreas do conhecimento por meio de uma abordagem interdisciplinar, o evento possibilita o desenvolvimento de habilidades cognitivas, motoras, sociais e emocionais, contribuindo para a construção de aprendizagens significativas contribuindo significativamente para a consolidação de uma educação mais humana, crítica e transformadora.
Palavras-chave: Esporte,Competição
Oral
Abrir o trabalhoMOVIMENTO PARA TODOS: DESAFIOS E POSSIBILIDADES DA EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA
MANOEL ALEXANDRE DE SOUZA CLEMENTINO; MANOEL ALEXANDRE DE SOUZA CLEMNTINO; CÍCERO MARTINIANO MENEZES; STEFANY VITORIA DAS NEVES CARVALHO
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Palavras-chave: INCLUSÃO,EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR,DEFICIÊNCIA
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Abrir o trabalhoO PROTAGONISMO INFANTIL E A IMPORTÂNCIA DE ATIVIDADES PSICOMOTORAS PARA O DESENVOLVIMENTO
FÁBIO ANTONY ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA ; Pedro Henrique Oliveira Silva; Levi Domingos Pereira
Introdução: O estágio supervisionado é uma etapa essencial na formação docente, permitindo a práxis em um ambiente de atuação real. No Estágio Supervisionado I, ou seja, o estágio na Educação Infantil, nessa etapa da educação ressaltamos a importância das práticas corporais no desenvolvimento global das crianças. Apesar de muitas instituições destinarem apenas pedagogos para essas aulas, sendo que Educação Física é fundamental na construção de habilidades motoras, cognitivas e sociais nas infâncias. Objetivo: O trabalho objetiva relatar as experiências vivenciadas por estagiários do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri durante atuação na Educação Infantil, evidenciando a relevância das práticas corporais como potencialidade para o desenvolvimento global das crianças. Método: O estágio foi realizado em uma escola de educação infantil da cidade de Crato, com carga horária de 54 horas, envolvendo crianças de 4 a 5 anos. As aulas ocorreram duas vezes por semana, com atividades voltadas para o desenvolvimento das Habilidades Motoras Fundamentais (HMFs), socialização e autonomia, além da inserção das crianças como protagonistas do processo.Resultados: As vivências das aulas demonstraram avanço significativo na coordenação motora e socialização das crianças, destacando o papel da Educação Física no estímulo à autonomia e à confiança infantil. Percebemos a psicomotricidade como uma ferramenta importante na promoção do desenvolvimento destas, Realizamos muitas atividade que proporcionaram a socialização das crianças através dos jogos e brincadeiras, além de uma trabalho com brincadeiras que despertou para a importância do cativo as amizades, respeito ao outro. Através das aulas aprendemos bastante com as crianças, são pessoas com uma grande riqueza de afeto e carinho. Conclusão: Contudo, através do estágio, percebemos a importância da Educação Física na Educação Infantil, e da significância do conteúdo dessa área de conhecimento para uma formação cidadã. Ressaltamos ainda a relevância do estágio supervisionado na formação de professores(as) reflexivos, éticos e preparados para uma atuação humanizada.
Oral
Abrir o trabalhoO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA COM AS CRIANÇAS DA APAE
ANA CLARA FERNANDES DE LIMA; Edvania Alves da Silva; Rosileide Bezerra da Silva
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Oral
Abrir o trabalhoPLANEJAMENTO PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA NA REALIDADE CONTEXTUAL DO ESTÁGIO I EM EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
BRENDHA SALES DE SOUZA; Eva Camila de Sousa Alexandre; Victoria Grazielle Monteiro Silva
Introdução: Este relato trata do estágio curricular em educação física na educação infantil que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam frequentando o ensino regular em instituições de educação superior. Objetivo: Relatar o desenvolvimento de uma proposta de ensino de conteúdos sistematizados para a Educação Física na Educação Infantil. Método: foi o estudo da proposta curricular, diagnóstico da realidade escolar, planejamento, desenvolvimento das aulas, anotações e reflexões baseadas nas questões problematizadoras discutidas a priori e questões contextuais da atuação prática no estágio. Resultado: Nas primeiras semanas, encontramos dificuldades em relacionar as atividades escolhidas relacionadas com os campos de experiência desenvolvidas na Base Nacional Comum Curricular. Assim, com a proposta do orientador possibilitou um melhor planejamento para as aulas. O estágio I foi a primeira experiência na docência, encontramos um impasse diante o controle das crianças. Por conta da maturidade, elas não escutavam as orientações; outras só queriam ficar sentadas. Durante as semanas, relacionamos as informações obtidas do contexto, as orientações do professor supervisor e as dificuldades, preferências e facilidades em cada turma. Isso possibilitou a construção de uma aula mais inclusiva para ser trabalhada em cada turma específica, para que elas pudessem se desenvolver plenamente. Conclusão: Durante o período de estágio, tivemos a oportunidade de vivenciar a realidade da sala de aula, compreender melhor o cotidiano escolar e aplicar na prática os conhecimentos teóricos adquiridos ao longo do curso. Além disso, o estágio foi um momento de construção e reconstrução de saberes. Foram vários desafios como a adaptação de atividades para diferentes faixas etárias, a gestão do tempo e espaço durante as aulas e a necessidade de promover a inclusão de todos os alunos nas práticas corporais.
Palavras-chave: Proposta,BNCC,EDUCAÇÃO FÍSICA,EDUCAÇÃO INFANTIL
Oral
Abrir o trabalhoPOR QUE A EDUCAÇÃO FÍSICA AINDA PRECISA DE ESTRATÉGIAS ADAPTATIV AS? UMA CRÍTICA À CARÊNCIA DE RECURSOS E INCLUSÃO NAS ESCOLAS
RAMILLA AGUIAR BEZERRA ; Luana Jessica Belo Gama; Kayo de Aguiar Lopes
Introdução: A Educação Física escolar exerce papel fundamental na formação integral dos estudantes, promovendo o desenvolvimento motor, cognitivo e social. No entanto, a disciplina ainda enfrenta desafios estruturais que a colocam em posição marginal no currículo escolar, exigindo constantes adaptações para garantir a inclusão dos alunos. Essa marginalização está relacionada à escassez de investimentos, à falta de materiais adequados e à priorização de outras disciplinas consideradas mais importantes, o que contribui para a negligência histórica da área. Objetivo: Analisar os fatores que contribuem para a precarização do ensino da Educação Física, refletindo sobre as adaptações realizadas pelos professores frente às desigualdades estruturais nas escolas públicas. Métodos: Trata-se de uma pesquisa qualitativa, desenvolvida a partir de observações realizadas durante o estágio supervisionado em duas escolas públicas com realidades distintas. Uma possuía infraestrutura adequada, mas baixo engajamento dos alunos; a outra, com condições precárias e aulas ministradas em uma praça pública, apresentava alta participação estudantil. Resultados: Os dados revelam que, mais do que a presença de recursos físicos, a eficácia do ensino está fortemente relacionada à abordagem pedagógica e à criatividade do docente. Mesmo em contextos adversos, o envolvimento dos estudantes pode ser elevado quando há mediação sensível e contextualizada do professor. Conclusão: Embora a adaptação seja uma estratégia necessária, ela não deve ser romantizada como solução definitiva para a falta de estrutura. É fundamental que políticas públicas e ações institucionais assegurem melhores condições para o ensino da Educação Física. A valorização da disciplina exige mudanças estruturais, superando a visão de que apenas o esforço docente basta para enfrentar a negligência histórica da área.
Palavras-chave: Estratégia de adaptação,Crianças,Inclusão escolar,Educação física
Oral
Abrir o trabalhoPráticas Corporais e Educação Infantil: Um olhar para criança de 4 a 5 anos
DIEGO DURAN FERREIRA TAVARES ; Yashilla Cabral Barros; Sérgio Vitor dos Santos Leite
RESUMO Introdução: A escola é um espaço de formação integral, e a Educação Física contribui de forma significativa por meio de atividades lúdicas, como jogos e brincadeiras. O brincar, mais do que entretenimento, favorece o desenvolvimento motor, cognitivo e social, sendo essencial na infância. Na Educação Infantil, especialmente entre 4 e 5 anos, o brincar exige direcionamento e sensibilidade para as diferenças entre crianças e suas particularidades. Objetivo: O trabalho objetiva analisar as infâncias na Educação Infantil, no intuito de desvelar como crianças de 4 e 5 anos de idades despertam para o jogar e brincar no ambiente escolar. Método: A experiência ocorreu durante estágio supervisionado de estudantes de Licenciatura em Educação Física da URCA, em uma escola municipal da cidade de Juazeiro do Norte. As práticas pedagógicas foram desenvolvida para as turmas do Infantil IV e V, durante 10 semanas, totalizando 36 horas. As atividades foram planejadas com base nas teorias de Piaget e Freud, buscando desenvolver habilidades motoras, sociais e emocionais nas infâncias. Resultados: durante as aulas observamos que cada que cada criança tem um jeito de brincar e jogar, tem aquelas que gostam de brincar sozinhas, enquanto outras já sente essa necessidade de brincar com o outro, sendo que como o avanço da idade, ou seja, dos 5 anos elas despertam bem para as atividades que são em grupos, aquelas práxis que objetiva o trabalho da socialização, já conseguem desvincular mais do egocentrismo. Mesmo as mais novas, havendo mais resistências para brincar com o outro, realizamos muitas atividades que possibilitaram trabalhar com essas questões nessa faixa etária. Além dessas observações notamos também que aquelas crianças que brincam nas ruas e tem muitos irmãos, conseguem despertar para a socialização com mais facilidade, notamos como o ambiente cultural e família influenciam para a formação nas infâncias. Conclusão: Portanto, o brincar quando planejado e com objetividade, é uma ferramenta pedagógica poderosa que proporciona o despertar para uma formação global das crianças. A experiência das práticas político-pedagógicas despertou um olhar para importância de respeitar as individualidades e de criar um ambiente inclusivo e acolhedor, valorizando o papel da criança na construção do seu aprendizado durante as aulas, além da importância das práticas corporais para o desvelar nas infâncias para um formação humanizada e autônoma.
Palavras-chave: Educação Infantil, Práticas Político-Pedagógicas, Práticas Corporais, Socialização.
Oral
Abrir o trabalhoREFLEXÕES SOBRE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO E SUA APLICAÇÃO NO CONTEXTO ESCOLAR
JOHNNYELLY BARBOSA SOARES SILVA; Silvania Lucas da Silva Nogueira; Gisele Oliveira Silva
Introdução: A Educação Física escolar é de suma importância para o desenvolvimento, tanto no que se refere às habilidades motoras, como ao pensamento crítico, à convivência social e aos valores. A falta de entendimento acerca das contribuições da mesma no contexto educacional acarreta, consequentemente, uma desvalorização desse componente tão relevante na formação integral do ser humano. Com isso, surgiu o interesse de aprofundar sobre a temática durante a experiência de estágio. Objetivo: Descrever o desinteresse dos alunos do Ensino Fundamental anos finais em relação à Educação Física como disciplina regular. Método: O estágio foi realizado em uma escola de ensino privado do Ceará. Iniciamos com 6 horas destinadas à observação, para compreensão de como acontecia o trabalho, e 48 horas de regência, sendo 6 horas semanais divididas em dois dias. Durante o planejamento das aulas, priorizou-se conteúdos e práticas esportivas mais próximas do repertório sociocultural dos estudantes, por receio de evasão. Resultados: A desvalorização é percebida pelo o fato de as aulas acontecerem em contraturno das disciplinas regulares, com dias diferentes para as vivências, separando os alunos por gênero, o que não acontece em outras disciplinas, e tendo um intuito recreativo. Ao final da intervenção, observou-se que as metodologias aplicadas conseguiram envolver todos os alunos, respeitando suas particularidades, trabalhando conteúdos e práticas esportivas, e favorecendo a diversidade das vivências com atividades adaptadas do atletismo, do handebol e de jogos de origem indígena. Notou-se, gradativamente, a aceitação das atividades planejadas e participação ativa dos alunos(as), que passaram a demonstrar maior interesse pelas atividades propostas. Conclusão: Conclui-se que o não reconhecimento da Educação Física como disciplina regular pela instituição resulta em desinteresse e evasão dos alunos nas aulas e que o estágio supervisionado possibilitou vivências de desafios reais e a construção de estratégias pedagógicas adequadas ao contexto.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA DO ESTÁGIO I: PRÁTICAS CRIATIVAS NA EDUCAÇÃO FÍSICA INFANTIL
ALVARO FERREIRA DA SILVA; Cícero Eduardo Pereira Alves; João Yuri Pereira De Lima Bezerra
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Oral
Abrir o trabalhoUM RELATO DE EXPERIÊNCIA: O ESPORTE COMO TRANSFORMAÇÃO SOCIAL
JOSÉ PEDRO DA COSTA NETO ; Ana Dark Torres Pessoa
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Oral
Abrir o trabalhoVIVÊNCIAS E DESAFIOS NA EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO FUNDAMENTAL l
VITOR HUGO DE SOUSA BENTO; Francisco Airton de Melo Feitosa
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Abrir o trabalhoJOGANDO COM O QUE TEMOS: CRIATIVIDADE E ADAPTAÇÃO NA PRÁTICA DO BADMINTON NA ESCOLA
RAYSSA GABRIELLY CRUZ FIGUEIRÊDO RODRIGUES ; Lilith Maria Dos Santos; Sara Oliveira Soares Da Silva
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Palavras-chave: Educação física,Badminton,Adaptação,Materiais
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoLUDICIDADE E INFÂNCIA: JOGOS E BRINCADEIRAS COMO EXPERIÊNCIAS DE SOCIALIZAÇÃO E APRENDIZAGEM
MAYSA DA SILVA LIMA ; Dhonny Kyldare Lemos De Souza; Maria Milena Santana Oliveira
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Oral
Abrir o trabalhoPARA ALÉM DO FUTEBOL: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA SOBRE A IMPORTÂNCIA DA DIVERSIFICAÇÃO DE CONTEÚDOS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
ROSANGELA KATIELLE DA SILVA ANDRADE ; Francisco Carlos oliveira Dias
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Palavras-chave: Educação física Escolar
Oral
Abrir o trabalhoPROMOVENDO A APRENDIZAGEM ATRAVÉS DOS ESPORTES: RELATO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO
CICERA PEREIRA DA SILVA; Ana Pricilia Gonçalves de Oliveira; Williane de Lima Guedes
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Oral
Abrir o trabalho;
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoCONCEPÇÕES SOBRE PRÁTICAS CORPORAIS EM INSTITUIÇÃO DE EDUCAÇÃO DE ENSINO ESPECIALIZADO.
ANDRÉ REGINALDO BATISTA
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Oral
Abrir o trabalhoEM ROTA PARA ADAPTAÇÃO: DESAFIOS E APRENDIZADOS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA APAE
MARIA AMANDA AGUIAR DOS SANTOS ; Beatriz Severino dos Santos
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Palavras-chave: Estágio,Adaptação,Formação,Deficiência
Oral
Abrir o trabalhoESPORTES INCLUSIVOS COMO FERRAMENTA PARA A PROMOÇÃO DA CIDADANIA E DA INCLUSÃO SOCIAL
LAINE MENEZES PRIMO; Maria Eduarda Carvalho da Silva; Isabela Domingos Andrade
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Oral
Abrir o trabalhoPENSANDO A INCLUSÃO NO ENSINO ESPECIALIZADO: QUAL A CONTRIBUIÇÃO DAS PRÁTICAS CORPORAIS?
MARCELO ALMEIDA DINIZ; KARINE DE MATOS FEITOSA; JOSÉ ENRIQUE FERREIRA DE SOUZA
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Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoRELATO DE EXPERIÊNCIA: APRENDIZADOS AO MINISTRAR AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA ADULTOS COM AUTISMO NA APAE
MARIA PATRÍCIA DE SÁ ; Rejane Vitorino Bezerra
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Oral
Abrir o trabalho