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A RIGIDEZ DA ROTINA EM UMA ESCOLA DE IGUATU CEARÁ
NICOLE OLIVEIRA SAMPAIO ; Gabriel Ferreira Silva
INTRODUÇÃO: A formação docente inicial depende diretamente da qualidade da parceria entre a instituição de ensino superior e a escola-campo, sendo o Estágio Curricular Supervisionado o momento de maior contato entre teoria e prática pedagógica (Pimenta, 2012). Contudo, quando a escola-campo não oferece flexibilidade de horários e comunicação adequada com os estagiários, esse processo formativo pode ser comprometido, gerando entraves à efetivação do planejamento didático proposto, uma vez que a fragilidade da parceria entre escola e universidade compromete a articulação necessária entre teoria e prática na formação do professor (Pimenta; Lima, 2019). Essa rigidez institucional, ao restringir o tempo e a continuidade das atividades pedagógicas, também repercute diretamente sobre as crianças, na medida em que a rotina escolar, quando imposta de modo padronizado e alheio às suas necessidades, converte-se em um fim em si mesma, comprometendo a autonomia infantil e a qualidade das vivências pedagógicas oferecidas (Barbosa, 2006). OBJETIVO: Relatar a vivência de estágio supervisionado em uma escola de caráter filantrópico do município de Iguatu–CE, evidenciando os desafios enfrentados diante da rigidez de rotinas e da falta de comprometimento institucional com os acordos firmados junto aos estagiários. MÉTODO: Trata-se de um estudo de caso, de abordagem qualitativa (Martins, 2008), fundamentado no relato de experiência dos estagiários e em diálogo com referencial teórico sobre rotinas na educação infantil e formação docente. RESULTADO: Observou-se um contraste entre o contexto real e o teórico: enquanto a literatura defende que a rotina deva estar a serviço do trabalho pedagógico (Barbosa, 2006), na prática a escola impôs cronogramas rígidos, reduziu o tempo de regência disponível e alterou unilateralmente os acordos inicialmente firmados. Apesar disso, aspectos positivos como boa infraestrutura, materiais de qualidade e receptividade dos alunos favoreceram o aproveitamento pedagógico possível. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Embora as dificuldades institucionais tenham limitado a experiência, o estágio se mostrou fundamental para o desenvolvimento pessoal e profissional dos futuros docentes, reforçando a necessidade de maior articulação entre escola-campo e instituição formadora para garantir estágios mais efetivos e coerentes com os princípios teóricos que orientam a educação infantil. O maior prejuízo dessa rigidez institucional recaiu, no entanto, sobre as crianças: ao reduzir o tempo de regência e engessar os cronogramas, a escola cerceou o direito delas a uma vivência pedagógica contínua e significativa, transformando a rotina em um fim em si mesma, marcada por interrupções e pressa . As constantes alterações unilaterais nos acordos e a necessidade de adaptação forçada geraram desconfortos aos estagiários, cujo planejamento cuidadoso para atender às crianças era sucessivamente encurtado.
A IMPORTÂNCIA DA DIMENSÃO ATITUDINAL NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NOS ANOS INICIAIS DO FUNDAMENTAL
NARA MICAELE LIMA DE SOUSA ; Maria Rosângela Dias Pinheiro
INTRODUÇÃO: A Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental é essencial na formação integral dos estudantes, articulando de forma indissociável o desenvolvimento dos aspectos cognitivos, motores, afetivos e sociais. Ao unir teoria e prática, o componente curricular atua como uma preparação para a vida, instrumentalizando os alunos para lidarem com desafios cotidianos, escolhas éticas e a convivência em sociedade, provando assim, ser uma área de extrema relevância, principalmente em contextos de vulnerabilidade social. OBJETIVO: O presente estudo objetiva destacar a importância da dimensão atitudinal nas aulas de Educação Física a partir das experiências do Estágio Supervisionado II. METODOLOGIA: Esta pesquisa caracteriza-se como descritiva e qualitativa, estruturada na forma de relato de experiência. A vivência foi realizada em uma instituição da rede municipal de ensino de Iguatu-CE, localizada na zona urbana. O estudo concentrou-se nas turmas de 3º e 4º ano do Ensino Fundamental, compostas por alunos na faixa etária de 8 a 10 anos de idade, contando com aproximadamente 25 estudantes em cada sala. As turmas apresentavam uma composição diversa, incluindo estudantes do público-alvo da educação especial. RESULTADOS: A partir da observação da prática pedagógica da rotina escolar, foi percebido empiricamente uma carência de interesse, disciplina e respeito dos alunos, tanto com os professores quanto entre os próprios colegas. Diante dessa realidade, percebeu-se a importância de enfatizar o ensino da dimensão atitudinal nas aulas de Educação Física, a fim de estimular o convívio social harmônico. Para atender a essa demanda, foram selecionados conteúdos programáticos que dependem essencialmente da cooperação mútua, como "Brincadeiras e Jogos" e os "Esportes de Invasão". Como resultados dessas intervenções, observaram-se avanços significativos no aumento da concentração durante as aulas e no desenvolvimento da disciplina, com os alunos demonstrando maior respeito e cuidado no trato com o corpo docente e na convivência com os colegas. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Portanto, conclui-se que a Educação Física nos anos iniciais cumpre o papel emancipatório indispensável quando supera o foco puramente técnico, e utiliza os conceitos procedimentais como ferramentas para a mediação de conflitos e para a formação de valores, visando construir sujeitos conscientes, críticos, éticos e solidários. Tendo isso em mente, recomenda-se que os futuros estudantes de Educação Física e futuros docentes da área assumam o compromisso de planejar suas práticas integrando intencionalmente os aspectos sociais e atitudinais, não negligenciando a função pedagógica e cidadã da disciplina em favor de uma reprodução estritamente mecânica dos movimentos.
AULAS TEÓRICOS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: DESAFIOS E POTENCIALIDADES ENFRENTADAS DURANTE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO III
ELIAS CAMPOS VIANA; Antõnio Jean Ferreira de Araújo; Felipe Ferreira Andrade dos Santos
INTRODUÇÃO: O estágio supervisionado é essencial para a formação do professor de Educação Física, pois permite a conexão entre teoria e prática, além de auxiliar na construção da identidade profissional. A Educação Física, como componente curricular, desempenha papel fundamental na formação integral dos estudantes ao contribuir para o desenvolvimento motor, cognitivo, social e afetivo por meio das práticas corporais. Entretanto, sua efetivação no contexto escolar enfrenta diversos desafios, destacando-se o predomínio de aulas teóricas, o que limita as vivências práticas e reduz as oportunidades de experimentação dos conteúdos próprios da disciplina. Essa realidade pode comprometer o desenvolvimento das competências previstas para a Educação Física, evidenciando a necessidade de estratégias pedagógicas que integrem teoria e prática e tornem o processo de ensino e aprendizagem mais significativo. Com isso, levanta-se a seguinte questão: Quais são os obstáculos e potencialidades que impactam a aplicação de aulas teóricas de Educação Física no Estágio Supervisionado III? OBJETIVO: Investigar os principais desafios e potencialidades encontrados no Estágio Supervisionado III ao ministrar aulas teóricas de Educação Física no Ensino Fundamental – Anos Finais. MÉTODO: Trata-se de um relato de experiência com abordagem qualitativa, elaborado a partir das vivências no Estágio Supervisionado realizado em uma escola pública de Ensino Fundamental – Anos Finais. O estágio compreendeu 40 regências, desenvolvidas por meio de aulas teóricas de Educação Física. As informações foram obtidas a partir da observação das aulas, da participação nas atividades escolares e dos registros realizados ao longo do estágio. RESULTADOS: As vivências no estágio evidenciaram que a Educação Física, como componente curricular, enfrenta diversos desafios que interferem na qualidade do processo de ensino e aprendizagem. Entre eles, destacam-se a insuficiência de materiais didáticos, a precariedade da infraestrutura escolar e o predomínio de aulas teóricas. Observou-se ainda que a professora regente é graduada em Pedagogia e não possui formação específica em Educação Física, situação que pode limitar o planejamento, a organização e o desenvolvimento dos conteúdos próprios da disciplina. Além disso, a escassez de equipamentos esportivos e de recursos pedagógicos dificulta tanto o desenvolvimento das atividades práticas quanto a contextualização dos conteúdos teóricos. Apesar dessas limitações, a utilização de estratégias pedagógicas adaptadas favoreceu a participação dos estudantes e contribuiu para um processo de ensino e aprendizagem mais significativo. CONSIDERAÇÕES FINAIS: O estágio supervisionado fortaleceu a formação docente ao desenvolver a capacidade de planejamento, adaptação e utilização de estratégias pedagógicas diante das limitações da realidade escolar. A experiência evidenciou que a precariedade da infraestrutura, a escassez de recursos e a ausência de profissionais com formação específica em Educação Física representam desafios para a efetivação da disciplina. Apesar disso, as intervenções despertaram o interesse dos estudantes por conteúdos pouco explorados, reforçando a importância de uma prática docente crítica, criativa e comprometida com a qualidade do ensino.
EVASÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: RELATO DE EXPERIÊNCIA
JOSÉ KAYKY ALVES DIAS ; Ellen Figueredo de Lima; Maria Luana Nogueira Lima
INTRODUÇÃO: Historicamente e pedagogicamente, a evasão dos alunos nas aulas de educação física tem se tornado um desafio recorrente, especialmente no ensino médio. Esse fenômeno está relacionado a diversos fatores, como a falta de interesse dos estudantes, metodologias pouco diversificadas, ausência de infraestrutura adequada, baixa valorização da disciplina e até a priorização de outras áreas do conhecimento. Como consequência, muitos alunos deixam de participar das aulas ou comparecem sem envolvimento nas atividades propostas, comprometendo o processo de ensino e aprendizagem e a formação integral dos estudantes. OBJETIVO: Desta forma, o objetivo foi descrever as experiências do estágio supervisionado do curso de educação física no ensino médio, destacando os fatores relacionados à evasão dos alunos nas aulas. MÉTODO: Trata-se de um estudo qualitativo, através de um relato de experiência. RESULTADOS: A experiência foi desenvolvida na em uma escola de ensino médio localizada na cidade Iguatu-Ce, com as turmas de 1° e 3° anos, com um total 40 horas de regência, 4 horas de observação da prática pedagógica do professor, 2 horas de entrevista, 2 horas de planejamento das atividades e 2 horas de coleta de informações da escola. Os conteúdos que foram ministrados nesse período das regências foram: jogos dos povos indígenas e os jogos paralímpicos. Contudo, a imersão no cotidiano escolar revelou um desafio complexo: a evasão dos estudantes nas aulas de educação física. Durante as regências realizadas, essa problemática manifestou-se de forma acentuada tanto nos momentos teóricos quanto nas aulas práticas, na quais a participação reduzia- se a menos da metade da turma comprometido o fluxo da aplicação das aulas didáticas. Esse fenômeno está atrelado a diversas variáveis que vão desde metodologia pouco diversificadas, e a desvalorização do componente curricular, até fatores locais específicos da instituição estudada, no campo de estágio destacam- se infraestruturas físicas, a escassez de materiais pedagógicos (como bolas e redes) e, fundamentalmente a evasão dos discentes, que, por estarem em uma rotina de tempo integral, apresentam esgotamento físico e mental gerando pela rotina exaustiva. CONCLUSÃO: Apesar dos desafios observados durante o estágio, especialmente relacionados à evasão dos alunos nas aulas de educação física, às limitações da infraestrutura e à escassez de materiais, foi possível desenvolver aulas significativas e proporcionar experiências de aprendizagem aos estudantes. Esses aspectos reforçam a necessidade de maior valorização da disciplina e da implementação de estratégias pedagógicas que estimulem a participação dos alunos, contribuindo para sua formação integral e para a redução da evasão nas aulas.
A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTO AUTISTA
THAINARA OLIVEIRA DE SOUZA ; Anna Carolyne da Silva Alves; Cyang da Silva Alves
O Estágio Supervisionado constitui uma etapa fundamental na formação dos acadêmicos de Educação Física, pois proporciona o contato direto com a realidade escolar e possibilita o desenvolvimento de competências pedagógicas, profissionais e sociais. Durante o Estágio Supervisionado V, realizado na Educação Infantil com crianças de anos diagnosticadas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), foi possível vivenciar experiências que reforçaram a importância da inclusão escolar e da adaptação das práticas pedagógicas às necessidades individuais de cada estudante. Este trabalho teve como objetivo refletir sobre as contribuições da Educação Física para o desenvolvimento motor, social, cognitivo e emocional de crianças com TEA, destacando estratégias que favorecem sua participação e aprendizagem. Trata-se de um relato de experiência desenvolvido em uma instituição de ensino que atende crianças com necessidades educacionais específicas. As aulas foram planejadas com atividades lúdicas, jogos, brincadeiras, circuitos motores e exercícios adaptados, respeitando o ritmo, as potencialidades e as características de cada criança. As observações realizadas durante o estágio, registradas em diário de campo, permitiram identificar avanços na coordenação motora, na interação social, na comunicação, na autonomia e no envolvimento nas atividades propostas. Também foram adotadas estratégias inclusivas, como o uso de recursos visuais, instruções claras e objetivas, adaptação de materiais, organização de uma rotina estruturada e acompanhamento individualizado sempre que necessário. Os resultados evidenciaram que a Educação Física contribui significativamente para o processo de inclusão e para o desenvolvimento integral de crianças com TEA, promovendo experiências de aprendizagem por meio do movimento, da brincadeira e da convivência com os colegas. Conclui-se que a atuação do professor, associada ao planejamento de atividades inclusivas e ao respeito às necessidades individuais de cada criança, favorece o fortalecimento das habilidades motoras, sociais e emocionais, contribuindo para sua participação ativa e para um processo de aprendizagem mais significativo na Educação Infantil.
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Estágio curricular supervisionado,Formação Docente, Rotina escolar,Parceria Institucional
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Abrir o trabalhoAS CONTRIBUIÇÕES DAS BRINCADEIRAS E JOGOS NO DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DAS CRIANÇAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
ANTONIA ALANNA OLIVEIRA SANTOS ; João Bandeira da Silva; Renata de Almeida Fernandes
RESUMO INTRODUÇÃO: A Educação física é a área que estuda o movimento humano visando a promoção de saúde e bem-estar e o desenvolvimento motor. O Estágio supervisionado I é o contato que os estagiários terão da sua futura profissão em um ambiente escolar, assim como também é de fundamental importância para a formação de um futuro profissional, uma vez que possibilita se aproximar da prática pedagógica dentro de uma realidade escolar. Dentro do contexto do estágio, a Educação física é um componente curricular presente no contexto da educação básica, mais precisamente na educação infantil, que é considerada a primeira etapa da educação básica na qual ela terá contato com diferentes conhecimentos para o seu desenvolvimento integral. Nesse sentido, a Educação física enquanto a área que estuda o movimento humano, visando não apenas promover apenas a saúde e bem-estar, mas também de desenvolver as crianças na sua plenitude através de conhecimentos da área, mais precisamente brincadeiras e jogos. OBJETIVO: Este trabalho tem como objetivo apresentar as contribuições das brincadeiras e jogos como conteúdo de ensino para o desenvolvimento integral das crianças. MÉTODO: O presente trabalho caracteriza-se de natureza qualitativa descritiva com características de um relato de experiência, vivenciado durante o Estágio supervisionado I realizado em uma escola da rede particular de ensino da cidade de Iguatu-CE desenvolvido com duas turmas do infantil 5 englobando crianças de 5 anos desenvolvendo 40 horas de regências de classe. RESULTADOS: A partir das experiências vivenciadas no Estágio na educação infantil observou-se que ,com essa proposta de conteúdo de ensino, as brincadeiras e jogos contribuem para o desenvolvimento de habilidades motoras básicas como correr, saltar, pular, equilibrar-se, agachar, arremessar, pegar, além disso, a criatividade, imaginação, melhor interação entre os colegas, uma maior participação e prazer das crianças nas atividades. Com isso percebeu-se o desenvolvimento integral da criança em seus aspectos cognitivos, motores, afetivos, sociais e também na formação cidadã. CONCLUSÃO: Conclui-se que as brincadeiras e jogos mostraram-se como conteúdo de ensino de fundamental importância, que é capaz de promover o desenvolvimento integral na educação infantil, e o Estágio supervisionado I foi de fundamental importância pois possibilitou desenvolver um conteúdo de ensino que promove a socialização e interação, que estimula capacidades intelectuais, que favorece a expressão emocional e integra o aprendizado de forma lúdica.
Palavras-chave: Educação Infantil,Educação Física,Brincadeiras e Jogos,Desenvolvimento Integral
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Abrir o trabalhoAUSÊNCIA DE ESPAÇO FÍSICO PARA A REALIZAÇÃO DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
ALESSA PATRÍCIA BATISTA DE OLIVEIRA; Kauanny Silva Oliveira; Samuel Aparecido Oliveira Silva
INTRODUÇÃO: a Educação Física é um componente curricular presente na educação básica que aborda manifestações corporais tanto culturais como sociais, em suas diversas formas e reproduções. Ainda, é um eixo que também trata a reprodução de hábitos saudáveis, a Saúde e suas esferas, buscando o desenvolvimento dos alunos e seus aspectos envolvidos; cognitivos, afetivos e sociais. Dito isso, o espaço em que são realizadas as aulas de Educação Física na Educação Infantil, poderá influenciar nas práticas pedagógicas e consecutivamente no aprendizado das crianças, uma vez que, limita a realização das atividades comprometendo o desenvolvimento motor, cognitivo, afetivo e social deste público. OBJETIVO: apontar os desafios enfrentados nas aulas de Educação Física devido à ausência de espaço físico adequado. MÉTODOS: trata-se de um estudo descritivo, de abordagem qualitativa, do tipo relato de experiência desenvolvido em um centro de educação infantil da rede municipal de Iguatu, Ceará. Adicionalmente, o Estágio Supervisionado I, se refere a vivência da Educação Física na Educação Infantil contemplando algumas atividades iniciais como: observação da prática pedagógica do professor de campo/supervisor (4hs), coleta de dados da escola (2hs), entrevista com o professor de campo/supervisor (2hs), planejamento das atividades (2hs) e as regências (40hs), totalizando a carga horária de 50hs, como também a produção do relatório e apresentação das vivências do estágio. RESULTADOS: A partir das experiências do estágio, percebeu-se a ausência de espaço físico adequado para o desenvolvimento das aulas de Educação Física, o que possibilitou aos estagiários a necessidade de replanejamentos e adaptações das atividades, uma vez que, a instituição escolar não possui espaço adequado para a realização das práticas com as crianças. Dessa forma, algumas atividades destinadas ao ambiente externo foram adaptadas para a sala de aula. Ainda, para além da necessidade de adaptação das práticas, também foram encontrados outros desafios os quais podemos destacar o não envolvimento das crianças nas ações pedagógicas, sendo que algumas delas ficaram dispersas ou se recusaram a realizar a prática proposta. Adicionalmente, a instituição conta com um playground que pode ser utilizado para intervalo das crianças, porém devido às más condições de uso em que se encontra, utilizam um espaço externo à sala de aula para a realização das vivências. CONCLUSÃO: o Estágio Supervisionado é a fase em que o acadêmico vivencia os saberes adquiridos na universidade e os ressignificam no contexto escolar. Ademais, proporciona aos estagiários o primeiro contato com a docência e a realidade de atuação profissional, ampliando os conhecimentos e o desenvolvimento de competências e habilidades da sua futura carreira, articulando teoria e prática. Acerca da ausência de espaço físico, as possíveis soluções partem de iniciativas da prefeitura municipal, órgão responsável pela manutenção dos centros de educação infantil, na revitalização e requalificação dos espaços existentes e na construção de novos ambientes, que sejam adequados para a realização de práticas educativas voltadas tanto para Educação Física quanto para outros componentes curriculares do contexto educacional.
Palavras-chave: Educação Física,Educação Infantil,Ausência de espaço,Estágio Supervisionado I
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Abrir o trabalhoDESAFIOS E PERSPECTIVAS DOS ESTAGIÁRIOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NAS REGÊNCIAS DE CLASSE NA EDUCAÇÃO INFANTIL
CINTHIA DE OLIVEIRA FERNANDES; Thávila Raquel Gama da Silva; Pedro Vinício Soares Carvalho
RESUMO INTRODUÇÃO: A Educação Física atua como componente curricular indispensável na Educação Básica, impulsionando o desenvolvimento motor, cognitivo, socioafetivo na infância. Nesse cenário, o Estágio Supervisionado I configura-se como uma etapa essencial na formação acadêmica dos estudantes dos cursos de licenciatura, pois possibilita o contato direto com a realidade escolar e com os desafios presentes no exercício da futura profissão docente. Assim, a experiência na Educação Infantil permite aos estagiários compreender as especificidades do processo de ensino-aprendizagem nessa etapa, favorecendo a construção de saberes indispensáveis à prática pedagógica. OBJETIVO: O objetivo deste trabalho é apontar os desafios e as perspectivas vivenciadas pelos estagiários de Educação Física durante as regências de classe na Educação Infantil, evidenciando as experiências adquiridas no processo de formação docente. MÉTODO: Trata-se de um relato de experiência vivenciado por estagiários do curso de Educação Física durante o Estágio Supervisionado na Educação Infantil, caracterizando-se como um estudo de natureza qualitativa e descritiva. A vivência foi realizada em um Centro de Educaçao Infantil da rede municipal de Iguatu, Ceará, envolvendo crianças na faixa etária entre 3 e 4 anos. O estágio compreendeu uma carga horária total de 50 horas, sendo 10 horas dedicadas ao planejamento e observação das dinâmicas escolares e 40 horas dedicadas às regências de classe efetivas com os alunos. RESULTADOS: Durante a vivência, os estagiários enfrentaram diferentes desafios que contribuíram para o processo de aprendizagem profissional, destacam-se a complexidade em elaborar planejamentos adequados à faixa etária das crianças, considerando suas particularidades e necessidades específicas, além da adaptação a uma realidade escolar inicialmente desconhecida. Outro dilema pedagógico esteve relacionado à gestão da turma, especialmente em situações que exigiam o controle da atenção, a manutenção da disciplina, a obediência às orientações propostas e o respeito entre as próprias crianças e em relação aos estagiários. Em diversos momentos, surgiram situações problemáticas que exigiram reflexão, adaptação e busca por estratégias capazes de solucionar as dificuldades encontradas no cotidiano escolar. Entretanto, apesar dos desafios enfrentados, a experiência proporcionou importantes perspectivas para a formação profissional, como a construção da identidade docente, o amadurecimento acadêmico, o conhecimento da realidade escolar e a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos ao longo da graduação, fortalecendo a preparação para a futura atuação profissional. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Conclui-se que, mesmo diante dos desafios encontrados durante o Estágio Supervisionado I, a experiência vivenciada mostrou-se de fundamental importância para a formação acadêmica e profissional dos estudantes de Educação Física. A vivência permitiu compreender de maneira prática as exigências da profissão docente, aproximando o acadêmico da realidade escolar e contribuindo significativamente para o desenvolvimento de competências e habilidades essenciais ao exercício da docência, além de promover crescimento pessoal e acadêmico para a futura atuação profissional. Palavras-chave: Educação Física; Educação Infantil; Regências de Classe; Estágio Supervisionado I.
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Abrir o trabalhoPREJUÍZO DO DESENVOLVIMENTO DAS CRIANÇAS DEVIDO A FALTA DE RECURSOS
EXPEDITA RAYLLA MARTINS BORGES ; Antônio Lucas Batista de Sousa; Francisco Cauã Alves Feitosa
O movimento e a exploração livre são eixos estruturantes na primeira infância. Contudo, a realidade escolar frequentemente esbarra na escassez de materiais pedagógicos, gerando barreiras no aprendizado. Essa problemática ganha força sob a perspectiva de Montessori (2017), que defende o ambiente preparado como motor da autonomia infantil, e de Horn (2017), ao apontar que a falta de recursos limita as interações das crianças. Complementando esse cenário, Kishimoto (2002) adverte que a falta de estímulos físicos e lúdicos provoca prejuízos diretos no desenvolvimento integral. Refletir sobre o prejuízo do desenvolvimento integral das crianças devido à falta de recursos materiais na instituição de ensino, identificando os desafios cotidianos enfrentados no estágio. Este trabalho caracteriza-se como um estudo de caso de caráter descritivo, fundamentado em Martins (2008), realizado a partir das observações do Estágio Curricular Supervisionado I. O método concentrou-se em mapear e analisar a realidade da instituição de ensino, tendo como foco principal a escassez de recursos materiais didáticos e lúdicos. A investigação buscou registrar como essa falta de materiais gera barreiras cotidianas e causa prejuízos diretos no desenvolvimento integral das crianças. É visto na literatura que autoras como Montessori (2017), Horn (2017) e Kishimoto (2002) defendem que os materiais lúdicos são os grandes motores da autonomia e do aprendizado na primeira infância. Contudo, vimos na prática cotidiana que a escola mostrou uma realidade bem diferente. A escassez de recursos adequados exigiu constantes improvisações, o que acabou gerando um cenário de dispersão, desgaste dos materiais criados e dificuldades no controle da turma. A falta de diversidade de estímulos limitou a experimentação sensorial das crianças, empobrecendo o raciocínio lógico. Socioemocionalmente, a disputa pelos poucos recursos gerou conflitos e frustrações, dificultando a aprendizagem da cooperação e da paciência. A improvisação, embora necessária, muitas vezes não respeitou o estágio de desenvolvimento individual de cada aluno, gerando desinteresse ou ansiedade. Diante do que foi visto, e embora a criatividade docente tentasse minimizar esses problemas, a ausência de recursos básicos comprometeu as diretrizes pedagógicas e trouxe prejuízos reais para o desenvolvimento motor e cognitivo dos alunos, reforçando a urgente necessidade de políticas públicas e aportes financeiros direcionados à aquisição de insumos e materiais pedagógicos para a escola que estagiamos. A ausência de recursos materiais básicos compromete diretamente a aplicabilidade das diretrizes pedagógicas, delegando ao corpo docente uma carga adaptativa severa e perpetuando a disparidade no desenvolvimento infantil.
Palavras-chave: EDUCAÇÃO INFANTIL,RECURSOS MATERIAIS,DESENVOLVIMENTO INTEGRAL,ESCASSEZ
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Abrir o trabalhoPôster / Banner
Abrir o trabalhoAusência de professores de educação física no ensino fundamental I: reflexos no desenvolvimento motor dos estudantes
CLISMAN LOPES TEIXEIRA ; Ghymeson Alves Soares; Paulo Henrique Brexio Garrido
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Abrir o trabalhoDistintas Vivências Corporais Nas Aulas de Educação Física Para Uma Turma Do Ensino Fundamental I
CARLOS EDUARDO FEITOSA DA SILVA ; José Ferreira Viana Neto; Wallace de Araújo Lima
Palavras-chave: Estágio Curricular,Educação Física,Formação Docente
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Abrir o trabalhoENTRE A INCLUSÃO E A REALIDADE: A CARÊNCIA DE MONITORES NO SUPORTE A CRIANÇAS NEURODIVERGENTES
CARLOS ANDRÉ DA SILVA SANTOS ; Hevellyn Kailany da Silva Pereira
INTRODUÇÃO: O Estágio Curricular Supervisionado é um componente essencial na formação acadêmica dos cursos de licenciatura, pois proporciona experiências práticas que contribuem para a construção da identidade docente e para a compreensão da realidade escolar. No estágio, o professor em formação se depara com várias situações que o fazem explorar suas potencialidades, uma dessas, é a condução das aulas de maneira inclusiva, isso demanda um planejamento sistematizado, visto que, alunos neurodivergentes necessitam de adaptações para identificar e interagir com os estímulos ofertados. OBJETIVO: O objetivo desse trabalho é relatar as vivências ocorridas durante o Estágio Supervisionado II, com ênfase na reflexão sobre a carência de monitores de inclusão no suporte às crianças neurodivergentes. MÉTODO: Este trabalho se caracteriza como um relato de vivência, construído a partir das experiências vivenciadas durante o estágio desenvolvido em uma escola da rede pública, localizada no município de Iguatu-CE. A experiência ocorreu em uma turma do 5º ano, no turno da tarde, composta por 31 alunos, sendo 5 crianças neurodivergentes. Durante o período de regência, foi possível acompanhar de perto a rotina escolar, observar as interações em sala de aula e desenvolver atividades planejadas em consonância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), especialmente as práticas corporais voltadas às brincadeiras e jogos, além de esportes de marca (atletismo). RESULTADOS: A partir dessa vivência, surgiram reflexões sobre os desafios da inclusão no contexto escolar, com destaque para a necessidade de um suporte mais efetivo para atender às demandas dessas crianças no processo de aprendizagem e participação. Ao longo das intervenções, tornou-se evidente a dificuldade enfrentada pelos professores e estagiários diante da insuficiência de monitores de inclusão para acompanhar essas crianças de forma mais individualizada. Em diversos momentos, percebeu-se que algumas crianças apresentavam dificuldades em manter-se engajadas nas atividades, necessitando de um suporte mais próximo para compreender comandos, interagir com os colegas e participar das práticas. Contudo, essa assistência nem sempre era possível devido à ausência ou quantidade reduzida desses profissionais. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Conclui-se que a presença de monitores de inclusão torna-se um elemento importante para favorecer a participação ativa das crianças neurodivergentes no ambiente escolar, isso se justifica pelo fato de que a inclusão escolar vai além da matrícula, exigindo condições concretas que possibilitem a permanência e o desenvolvimento de todos os alunos. A experiência vivenciada no estágio permitiu compreender que, embora a inclusão seja uma realidade presente nas escolas, ainda existem desafios significativos para que ela aconteça de maneira efetiva. A carência de monitores de inclusão impacta diretamente na qualidade do acompanhamento dessas crianças, limitando possibilidades de aprendizagem e participação. Dessa forma, reforça-se a necessidade de investimento em profissionais qualificados, formações continuadas e políticas públicas que fortaleçam a inclusão no ambiente escolar.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado ,Inclusao,Monitores, Crianças Neurodivergentes
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Abrir o trabalhoESCASSEZ DE MATERIAIS E SEUS IMPACTOS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NO ENSINO FUNDAMENTAL
WESLLEY GUILHERME DA SILVA MIGUEL; José Rian Pereira da Silva; Kelton Rangel Nascimento Ferreira
INTRODUÇÃO: O Estágio Curricular Supervisionado constitui um componente essencial para formação docente, proporcionando vivências práticas no ambiente escolar. É justamente nesse período em que se é possível experimentar todas as possibilidades que cercam a docência, inclusive, a necessidade constante de sanar problemas, desde conflitos interpessoais até mesmo problemas ligados à escassez de materiais ou espaço estrutural adequado para a realização das aulas de Educação Física. OBJETIVO: Este trabalho tem como objetivo relatar como a escassez de materiais pode impactar na realização das aulas de Educação Física. MÉTODO: O presente trabalho trata-se de uma abordagem qualitativa, baseado em um relato de experiência. O Estágio Supervisionado II se desenvolveu em uma instituição pública que oferta o Ensino Fundamental I e localiza-se no município de Iguatu-CE. Teve duração de 40 h de regência com início em 30 de abril de 2026 e término em 19 de junho de 2026, contemplando observações, aplicação de conteúdos da Educação Física e adaptações necessárias diante das limitações da ausência de materiais. As atividades foram desenvolvidas com a turma do 5º ano composta por 32 (trinta e dois) alunos, sendo 19 (dezenove) do sexo masculino e 12 (doze) do sexo feminino, onde do quantitativo geral tinha um total de 05 (cinco) crianças com TEA (Transtorno do Espectro Autista). Foram trabalhados esportes de invasão (futsal) e jogos e brincadeiras em conformidade com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC). RESULTADOS: A escassez de materiais para a realização de atividades práticas foi identificada desde as primeiras visitas à instituição, onde foi feita uma análise tanto do espaço físico quanto dos materiais que estariam destinados à prática da Educação Física escolar. Já deixando claro a necessidade de planejarmos de maneira flexível, adaptando recursos, sem contudo deixar de levar o conteúdo. É importante enfatizar que a escassez de materiais limita o trabalho dos educadores, e, consequentemente, reduz as oportunidades de exploração das atividades. Investir em materiais de qualidade é fundamental para garantir o bem-estar e o direito da criança aprender e se desenvolver “brincando”. Apesar das limitações, as regências não deixaram de fluir e era perceptível a empolgação das crianças durante cada atividade. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Por fim, conclui-se que apesar da escassez dos recursos materiais, o Estágio Supervisionado II foi uma etapa essencial para o desenvolvimento acadêmico, promovendo uma constante reflexão acerca da prática pedagógica. Isto atribuiu valor a cada ação desenvolvida, desde a elaboração de cada plano de aula baseado na disponibilidade dos materiais até as intervenções e feedbacks realizados durante as atividades.
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO II: OS DESAFIOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA EM TURMAS ATÍPICAS
PÂMELA ANGEL MACHADO DA SILVA ; Thaís Ferreira Pinheiro; Tiago da Silva de Oliveira
INTRODUÇÃO: O Estágio Supervisionado II representa um momento fundamental na formação docente, pois possibilita ao licenciando vivenciar os desafios da prática pedagógica e compreender a complexidade do ambiente escolar. No contexto da Educação Física Escolar, a inclusão de estudantes atípicos evidencia a necessidade de adaptações constantes, estratégias pedagógicas diferenciadas e uma atuação pautada na promoção da participação de todos os alunos. Contudo, essa efetivação no cotidiano escolar esbarra em obstáculos complexos, especialmente no que tange ao manejo comportamental e a adaptação curricular. OBJETIVO: O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre os desafios da prática pedagógica em turmas atípicas, com ênfase na inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA), a partir das vivências experimentadas durante o período de estágio supervisionado. MÉTODO: A metodologia adotada consiste em um relato de experiência de caráter reflexivo, fundamentado nas observações realizadas durante o período de regência. O estágio foi desenvolvido em uma instituição privada que atende alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio, localizada no município de Iguatu-Ceará. As regências foram desenvolvidas nas turmas do 3º e 5º ano do Ensino Fundamental, totalizando uma carga horária de 40 horas. O planejamento teve como base as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), sendo selecionados e aplicados conteúdos relativos a esportes de invasão (futsal), esportes de rede (vôlei), ginástica geral e brincadeiras e jogos populares, utilizando o método misto nos conteúdos esportivos, com ênfase em aspectos cooperativos nos demais conteúdos e atividades. RESULTADOS: Durante as observações e regências, constatou-se a presença de estudantes com diagnóstico de transtornos do neurodesenvolvimento, enquanto outros apresentavam características compatíveis com essas condições. Na prática, essa realidade se traduziu em episódios frequentes de desregulação emocional, culminando em conflitos interpessoais, agressões verbais e, em alguns casos, agressões físicas entre os discentes. Tais situações exigiram uma postura de vigilância constante e uma intervenção imediata para garantir a integridade física e emocional de todos os envolvidos, o que, inevitavelmente, impacta o andamento do planejamento inicial da aula. A imprevisibilidade do comportamento atípico exigia a adoção de estratégias de ensino estruturado e, sobretudo, a construção de um vínculo afetivo e de confiança com os alunos, elemento fundamental para a mediação de conflitos. A experiência permitiu compreender que a inclusão escolar vai além da presença do aluno na sala de aula, exigindo planejamento, sensibilidade, conhecimento das necessidades individuais e atuação conjunta. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Conclui-se que o estágio proporcionou importantes aprendizados sobre a prática pedagógica em contextos inclusivos, evidenciando que o professor de Educação Física desempenha papel essencial na construção de um ambiente acolhedor, seguro e participativo. Entretanto, também ficou evidente a necessidade de maior apoio institucional, formação continuada dos docentes e fortalecimento da parceria entre escola e família, de modo a favorecer o desenvolvimento integral dos estudantes atípicos e garantir uma educação verdadeiramente inclusiva.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado, Prática Pedagogica, Tumas Atipicas
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Abrir o trabalhoFALTA DE RECURSOS MATERIAIS PARA AS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NOS ANOS INICIAIS DO FUNDAMENTAL
ANTONIO LUCAS NOGUEIRA ; Maria Antonia Braga da Silva; Mirella Oliveira Marques
INTRODUÇÃO: A Educação Física nos anos iniciais do Ensino Fundamental contribui para o desenvolvimento cognitivo, motor, social e emocional dos estudantes por meio de conhecimentos relacionados às práticas corporais. Entretanto, a falta de recursos materiais dificulta o planejamento e a realização das aulas. OBJETIVO: Diante disso, o presente trabalho tem como objetivo descrever as dificuldades enfrentadas pelos estudantes acadêmicos durante a realização do Estágio Supervisionado II em Educação Física. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo qualitativo, do tipo descritivo, caracterizado como relato de experiência, realizado em uma escola pública do município de Iguatu-CE, com uma turma do 1º ano "A", no turno da manhã, totalizando 40 horas de regência. Os conteúdos contemplaram brincadeiras e jogos e o esporte de marca (atletismo), desenvolvidos por meio de metodologia demonstrativa e atividades lúdicas, com adaptações de materiais recicláveis para garantir a participação dos estudantes. RESULTADOS: Os estagiários tiveram que custear e confeccionar os próprios materiais para a realização das aulas. Dessa forma, a ausência de recursos materiais, aliada ao espaço físico reduzido, ao planejamento das atividades e às características da turma e da faixa etária dos estudantes, representou um desafio durante o estágio. Entre as principais dificuldades enfrentadas destacam-se a limitação do espaço para o desenvolvimento das atividades pedagógicas, a ausência de materiais para a prática das aulas e a necessidade de adaptar constantemente as atividades devido à quantidade reduzida de materiais confeccionados. Apesar dessas limitações, as estratégias adotadas possibilitaram a realização das aulas, promovendo a participação, a criatividade, a cooperação e o envolvimento dos estudantes. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Conclui-se que a falta de recursos materiais compromete a qualidade das aulas. Entretanto, o uso de estratégias metodológicas e materiais alternativos minimizou esses impactos. Sugere-se que os órgãos governamentais invistam na oferta de materiais esportivos às escolas, garantindo melhores condições para o desenvolvimento das aulas de Educação Física.
Palavras-chave: Educação Física,Estágio Supervisionado,Recursos Materiais,Ensino Fundamental
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Abrir o trabalhoINFRAESTRUTURA E RECURSOS NO ENSINO FUNDAMENTAL, COMO ISSO AFETA AS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
THIAGO MENDONÇA MORAES ; Milton Alves da Costa Júnior; João Henrique Soares Da Silva
A insuficiência de materiais didáticos e de espaços adequados para a realização das aulas de Educação Física representa um dos principais desafios enfrentados por estagiários durante o processo de inserção profissional. Este trabalho tem como objetivo relatar a experiência prática de um trio de estagiários em uma escola dos anos iniciais do Ensino Fundamental, no município de Iguatu-CE. A pesquisa caracteriza-se como um relato de experiência, fundamentado na observação e no registro sistemático das vivências desenvolvidas durante o estágio, possibilitando a análise do cotidiano escolar. Os resultados evidenciaram como principal eixo problemático a precariedade da infraestrutura física e a escassez de recursos pedagógicos, fatores que limitaram o desenvolvimento das atividades planejadas. Em diversas situações, foi necessário adaptar as propostas pedagógicas ou adquirir materiais com recursos próprios para garantir a realização das aulas. Além disso, as condições do ambiente escolar, muitas vezes inadequadas para determinadas práticas corporais, exigiram maior criatividade e capacidade de adaptação por parte dos estagiários. Conclui-se que a carência de infraestrutura e de materiais compromete a qualidade das aulas de Educação Física e impõe desafios significativos à atuação docente. Entretanto, a experiência também demonstrou que a criatividade e o planejamento pedagógico constituem importantes estratégias para minimizar essas limitações e assegurar o desenvolvimento dos conteúdos previstos. Dessa forma, reforça-se a necessidade de investimentos em infraestrutura e recursos didáticos, visando proporcionar melhores condições de ensino, favorecer o engajamento dos estudantes e contribuir para seu desenvolvimento integral..
Oral
Abrir o trabalhoINFRAESTRUTURA ESCOLAR E OS DESAFIOS PEDAGÓGICOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA NOS ANOS INICIAS DO ENSINO FUNDAMENTAL
ARTHUR CHAVES DE OLIVEIRA ; Carla Gonçalves de Brito
INTRODUÇÃO: Este estudo explora a conexão entre a infraestrutura escolar e os desafios pedagógicos que surgem na disciplina de Educação Física nos anos iniciais do ensino fundamental. Ele destaca como as condições físicas e materiais de uma instituição de ensino público podem impactar diretamente o desenvolvimento das práticas pedagógicas. A Educação Física, sendo um componente curricular essencial, busca promover o desenvolvimento integral dos alunos, abrangendo aspectos motores, cognitivos e afetivos. No entanto, a carência de espaços adequados e recursos didáticos cria barreiras que podem comprometer ou dificultar o processo de ensino-aprendizagem. Este cenário é particularmente crítico em escolas da rede pública, onde as limitações estruturais são frequentemente mais acentuadas, exigindo dos educadores uma constante capacidade de adaptação e criatividade para superar os obstáculos e garantir a qualidade do ensino. A relevância desta investigação reside na necessidade de compreender e evidenciar os desafios práticos vivenciados pelos professores estagiários, a fim de subsidiar discussões e proposições de melhorias que visem aprimorar as condições de ensino-aprendizagem nesta área importante. OBJETIVO: O objetivo deste trabalho é analisar os desafios pedagógicos impostos pela infraestrutura escolar limitada nas aulas de Educação Física nos anos iniciais do ensino fundamental em uma escola da rede pública, especificamente no contexto de um estágio supervisionado. MÉTODO: O tipo de estudo é caracterizado de natureza qualitativa do tipo descritivo e em carácter de relato de experiência. Esse trabalho foi desenvolvido na disciplina de estágio supervisionado II em uma escola da rede pública de ensino municipal da cidade de Iguatu- CE, com a turma do segundo ano composta por 30 crianças na faixa etária de 7 a 8 anos. O conteúdo ministrado foi Brincadeiras e Jogos. A metodologia adotada envolveu a observação participante e a aplicação de atividades adaptadas devido às limitações do espaço físico e escassez de materiais pedagógicos. RESULTADOS. Diante das vivências do estágio, percebeu-se que o ambiente físico da escola disponível para as atividades era restrito e localizado aos redores das salas de aulas, o que impunha algumas restrições. A infraestrutura escolar inadequada, caracterizada pela limitação do ambiente físico e pela ausência de materiais pedagógicos adequados, dificultou a realização das atividades propostas para as aulas de Educação Física. O pátio, por apresentar uma infraestrutura reduzida, por sua localização e dimensão, inviabilizou a execução de atividades que demandavam maior espaço e segurança, impactando negativamente o potencial pedagógico do conteúdo de Brincadeiras e Jogos.. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Conclui-se que a falta de infraestrutura adequada compromete a qualidade das aulas de Educação Física e limita as experiências de aprendizagem dos alunos. Esses desafios podem ser superados por meio da adaptação das práticas pedagógicas, do planejamento criativo dos professores e, principalmente, de investimentos em espaços e materiais adequados. Cabe aos órgãos públicos e à gestão escolar garantir recursos, melhorar a infraestrutura das escolas e implementar políticas que assegurem condições adequadas para o desenvolvimento das aulas de Educação Física.
Palavras-chave: Educação Fisica, Anos inicias, infraestrutura Escolar, Desafios Pedagogicos
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Educação Física,Aulas Teóricas, Infraestrutura Escolar,Aprendizagem
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Abrir o trabalhoDesafios encontrados no Estágio em Educação Física nos anos finais: Um relato de experiência
EMILLY BRAZ DA SILVA; Myrla Rhaira Amorim da Silva Melo; Andreivid Neris dos Santos
O Estágio Curricular Supervisionado é um espaço de aprendizado e experiências da formação docente, momento de construção da identidade profissional. Ao observar, planejar, intervir e refletir sobre as práticas pedagógicas, os estagiários desenvolvem sua autonomia e amadurecimento profissional. Nesse contexto, os estudantes têm a oportunidade de vivenciar as experiências e os desafios escolares. A partir dessas práticas, passam a compreender as dificuldades da profissão e se preparam melhor para sua futura atuação docente. O presente estudo teve como objetivo relatar as implicações entre professores e estagiários durante as regências do Estágio Supervisionado nos Anos Finais do Ensino Fundamental. Trata-se de abordagem qualitativa, descritiva, caracterizando-se como um relato de experiência. O Estágio ocorreu em uma escola da rede de ensino municipal de Iguatu-CE, totalizando 40 horas de regência. Foram ministradas aulas para duas turmas com características distintas compostas por turmas do 6°ao 9°ano, totalizando 53 alunos. Os conteúdos utilizados foram Brincadeiras e Jogos, Voleibol e Ginástica Geral. Durante a vivência, surgiram desafios que impactaram no desenvolvimento das aulas, como a desvalorização das aulas de Educação Física por parte da gestão escolar, a troca constante de horários sem aviso prévio e a falta de suporte do professor das turmas. Tais situações evidenciaram como a relação entre gestão, professor e o estagiário impacta diretamente o processo formativo, uma vez que a ausência de acompanhamento durante as aulas, diálogo e colaboração dificulta o desenvolvimento da prática pedagógica e reduz as oportunidades de aprendizagem durante o estágio. Apesar desses desafios, buscou-se adotar estratégias para minimizar seus impactos, como a adaptação das atividades e a reorganização do planejamento das aulas. Dessa forma, conclui-se que o estágio proporciona vivências significativas para a formação docente, contribuindo significativamente para o amadurecimento dos futuros professores de Educação Física, embora desafios possam limitar o processo de ensino e aprendizagem. Ainda assim, essas experiências favorecem o desenvolvimento da autonomia, da capacidade de adaptação e da reflexão crítica, reforçando a importância do estágio na construção da identidade profissional.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado,Educação Física,Desafios
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Abrir o trabalhoENFRENTAMENTOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO ANOS FINAIS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA: um relato de experiência.
JÉSSICA GARCIA DE OLIVEIRA; Mikaelle Cordeiro Bezerra; Rayssa Rodrigues Martins Freitas; Natali Pereira da Silva
O estágio supervisionado constitui uma etapa fundamental na formação docente e no que se refere as aulas de Educação Física possuem enfrentamentos na prática docente como a sistematização dos conteúdos sugeridos pela escola e as aulas separadas por sexo.O presente estudo busca relatar os enfrentamentos do estágio supervisionado nas aulas de Educação Física de uma escola privada.Trata-se de um estudo de caráter qualitativo descritivo do tipo relato de experiência. As aulas foram realizadas em uma instituição de ensino privado, contemplando turmas do 6° ano ao 9° ano do ensino fundamental anos finais. As vivências entre coleta de informações, a entrevista com o professor das turmas, observações e regências totalizaram uma carga horária de 48 horas.Os conteúdos abordados foram ginástica, dança, lutas, e esporte de marca utilizando metodologias teórico-práticas. As aulas foram planejadas conforme as orientações da escola, dentre elas, a escolha dos conteúdos a serem ministrados e a dinâmica das aulas serem divididas por sexo, o que resultou na reorganização e na adaptação dos conteúdos e nas metodologias a serem utilizadas, bem como, uma reflexão sobre a importância de discutir sobre temas sociais como gênero e inclusão nas aulas de Educação Física nesta etapa de ensino. Dessa forma, foi possível compreender que a prática pedagógica ultrapassa o domínio de aulas práticas, exigindo sensibilidade, adaptação, reflexão crítica e compromisso ético diante das diversas demandas presentes no contexto social e educacional. Além disso, evidenciou-se que o exercício da docência requer planejamento, diálogo, mediação e constante aperfeiçoamento profissional, permitindo ao professor atuar de forma consciente, inclusiva e comprometida com a formação integral dos estudantes. Nesse sentido, o Estágio Supervisionado III consolidou-se como uma experiência indispensável para a articulação entre teoria e prática, contribuindo significativamente para a construção da identidade docente e para a preparação frente aos desafios da realidade escolar.
Palavras-chave: Educação Física, Estagio supervisionado III,Ensino fundamental II
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO III: EXPERIÊNCIA E DESAFIOS EM TURMAS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
DAVID EMANUEL SILVA PASCOAL ; Matheus Gurgel Bezerra Cavalcante; Arthur Felipe Oliveira Pompeu
INTRODUÇÃO: O Estágio Supervisionado III, é realizado no Ensino Fundamental II, fase crucial no desenvolvimento infantil, marcada por transformações cognitivas, psicossociais e motoras. Diante disso, contribui no desenvolvimento dos estagiários, as situações presentes no dia a dia no estágio, possibilita vivenciar atividades de ensino, enfrentando os desafios e observando a importância de ter que realizar um planejamento. OBJETIVO: O resumo tem como objetivo abordar os principais conteúdos trabalhados no Ensino Fundamental II, com as experiências vivenciadas e as estratégias utilizadas. MÉTODO: O estágio foi realizado em uma escola pública da rede municipal da cidade de Iguatu-CE, com turmas de 6° e 9° ano. Os conteúdos trabalhados foram ginástica de condicionamento e lutas. As atividades foram organizadas e planejadas com foco na ludicidade, para que os alunos despertassem interesse e participassem das aulas respeitando todas às diferenças entre eles. RESULTADOS: Durante as aulas foi observado que os estudantes conseguiam manter uma participação nas atividades propostas, porém foram encontradas algumas dificuldades, como a falta de atenção durante as explicações das atividades, desinteresse em participar em um determinado momento da aula, e a falta de material na escola, visto que só era disponibilizado uma bola de futsal, colchonetes e cones, o que dificultava na hora do planejamento. Outro fator, foi a questão de fazer adaptações durante as aulas para que os alunos colaborassem com as atividades que foram elaboradas pelos estagiários, buscando sempre envolver todos. Um fato marcante durante o estágio, foi um aluno específico que não participava das aulas, e durante as regências, ele foi se interessando, e após alguns dias, ele já participava de todas as atividades, isso foi muito gratificante, e ressaltou a importância do planejamento pensando nas limitações de cada aluno. Ao longo do período, foi percebido que apesar de encontrar alguns desafios, os alunos tiveram um bom envolvimento nas atividades ministradas e interação com as outras entre as crianças. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Com isso, ressalta-se que o estágio é uma etapa muito essencial na formação profissional, ajudando a melhorar a prática do professor e a desenvolver um trabalho melhor, colocando em prática todos os conhecimentos adquiridos.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado III, Educação Física, Experiências e desafios
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Abrir o trabalhoIMPREVISIBILIDADE DA PRÁTICA E NECESSIDADE DE ADAPTAÇÃO: UM OLHAR SOBRE OS DESAFIOS REAIS DA PROFISSÃO
IRIS DE OLIVEIRA BEZERRA ; Francisca Hemelyciana da Silva Gonçalves
INTRODUÇÃO: a formação inicial de professores constitui um momento fundamental para a construção da identidade docente, pois é nesse período que o licenciando desenvolve conhecimentos científicos, pedagógicos e metodológicos indispensáveis para sua atuação profissional. O Estágio Curricular Supervisionado assume um papel central, por possibilitar ao futuro professor vivenciar situações reais do cotidiano escolar. É nessa perspectiva que a Educação Física também irá desempenhar função primordial na formação integral dos estudantes, especialmente nos anos finais do Ensino Fundamental. Os contextos reais da prática docente são instáveis e complexos, demandando do professor capacidade de reflexão, flexibilidade e adaptação permanente para responder às situações concretas da intervenção pedagógica. Foi precisamente a partir desse contraste entre o planejado e o vivido que surgiu a necessidade de discutir acerca da imprevisibilidade pedagógica e da capacidade de adaptar-se às necessidades emergentes do contexto escolar. OBJETIVO: discutir as imprevisibilidades da prática pedagógica e as necessidades de adaptações no Estágio Supervisionado III. MÉTODO: trata-se de um relato de experiência, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, elaborado a partir das vivências desenvolvidas durante o estágio supervisionado. RESULTADOS: o estágio foi realizado em uma escola pública de Ensino Fundamental do município de Iguatu - CE, com turmas de 8º e 9º ano. As regências tiveram início em 29 de abril e estenderam-se até 17 de junho, com carga-horária total de 48 horas divididas entre observação, entrevista e regência. A experiência do estágio revelou como um dos principais desafios a imprevisibilidade enfrentada em dias chuvosos, que nos obrigava a substituir as aulas práticas por teóricas de forma emergencial, evidenciando a necessidade de um planejamento flexível e de um repertório pedagógico que vá além da aplicação de atividades físicas. As potencialidades vivenciadas incluíram o bom engajamento dos alunos, que participaram ativamente tanto das atividades práticas quanto das teóricas, e a oportunidade de articular os conhecimentos construídos ao longo do curso com a realidade escolar, especialmente ao planejarmos as aulas utilizando a BNCC e a abordagem crítico-superadora como referências. Os desafios, por sua vez, envolveram não apenas a gestão da imprevisibilidade, mas também a dificuldade inicial em conduzir aulas teóricas, uma vez que nossa formação havia priorizado experiências práticas em estágios anteriores, e a constante busca por metodologias que despertassem o interesse dos alunos. CONSIDERAÇÕES FINAIS: o Estágio Supervisionado nos Anos Finais do Ensino Fundamental pode apresentar-se por vezes desafiador, mas também muito rica em aprendizado, mostrando que a docência não é um caminho reto e previsível e sim cheia de surpresas, acertos, erros e recomeços. A imprevisibilidade, que no início pode se mostrar como o inimigo no processo de ensino-aprendizagem, pode também ser uma aliada, tendo a capacidade de sair da zona de conforto e instigar a busca por soluções antes não enxergadas. Portanto, a formação não se completa exclusivamente na faculdade, e sim no processo contínuo de planejamento e aprendizagem, a qual se respalda nas experiências, nos erros, imprevistos e adaptações.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado, Ensino Fundamental , Imprevisibilidade
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Abrir o trabalhoO VOLEIBOL COMO INSTRUMENTO DE INCLUSÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL II
ANA MYRELLA ALMEIDA ALVES; GEOVANE SILVA DE LIMA
INTRODUÇÃO: A utilização da estratégia de inserir o voleibol como material de inclusão para as aulas de educação física escolar no Fundamental II, contribui para formação integral dos alunos favorecendo o desenvolvimento de habilidades motoras, intelectuais e relações interpessoais. O estágio supervisionado favorece a observação, o planejamento, a intervenção e a reflexão crítica sobre a ação docente, contribuindo para a construção da identidade profissional. OBJETIVO: relatar as experiências vivenciadas durante a aplicação do conteúdo de voleibol no Estágio Curricular no Ensino Fundamental II em uma escola pública da cidade de Iguatu-CE. MÉTODO: Trata-se de um relato de experiência de natureza descritiva do tipo observacional, no âmbito da disciplina de Estágio Curricular do Curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri, que ocorreu no período 28 de abril e finalizou 20 de maio, na qual foi utilizado o conteúdo de voleibol através de atividades adaptadas de forma lúdica por meio de jogos e brincadeiras, com foco na integração dos alunos nas aulas teórica e práticas ofertadas. RESULTADOS: O período do Estágio III foi bastante enriquecedor para os estagiários, pois possibilitou o desenvolvimento de práticas pedagógicas fundamentadas na perspectiva da inclusão por meio do ensino do voleibol nas turmas do 6º ano A e C. Na regência teórica inicial, que abordou os aspectos históricos da modalidade, a utilização da roda de conversa favoreceu a participação ativa dos estudantes, tornando-os protagonistas do processo de aprendizagem. No primeiro momento prático, observou-se certa resistência e baixa participação por parte de alguns alunos. Entretanto, com a implementação de atividades adaptadas e lúdicas, como a queimada com fundamentos do voleibol, vôlei com rede humana e o voleibol paralímpico, reduzindo as barreiras de participação e possibilitando que todos os alunos, independentemente do nível de habilidade, participassem das aulas de forma ativa. Para finalizar as regências, foi realizada uma revisão dos conteúdos trabalhados por meio de um jogo da memória contendo imagens relacionadas ao voleibol, como seu criador, país de origem, fundamentos, quadra e outros elementos da modalidade, favorecendo a fixação dos conhecimentos de forma lúdica e participativa. Essas adaptações favoreceram a participação de alunos com deficiência e das alunas, que puderam integrar-se às atividades em condições de igualdade, fortalecendo a interação entre os colegas, o respeito às diferenças e a valorização da inclusão no ambiente escolar. Essas estratégias proporcionaram a participação de todos, respeitando as diferentes habilidades e necessidades dos estudantes, além de promoverem a cooperação, o respeito às diferenças e a compreensão de que o esporte pode ser acessível e inclusivo para todos. CONSIDERAÇÕES FINAIS/CONCLUSÃO: Portanto, o que parecia ser um grande desafio, foi uma experiência incrivelmente enriquecedora, dessa forma, foi notório que o voleibol aplicado com adaptações necessárias, por meio de estratégias lúdicas a partir de jogos e brincadeiras foi uma ferramenta inclusiva nas aulas de educação física. Ademais, é relevante dizer que o estágio III maturou os estagiários no aspecto de inclusão, criaram e obtiveram capacidades de lidar com as dificuldades sociais, esportivas, físicas e cognitivas.
Palavras-chave: Voleibol, Inclusão, Educação física, Lúdico
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Abrir o trabalhoOS DESAFIOS DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR EM UMA ESCOLA DE VULNERABILIDADE SOCIAL
WESLEY SILVA BARRETO; Mateus Dias Amaro; Francisco José Lima da Silva
INTRODUÇÃO: O Estágio Curricular Supervisionado III (ECS) representa uma etapa fundamental na formação docente, pois é onde o primeiro contato com o futuro campo de atuação, no qual o acadêmico vivencia a realidade da educação física nas instituições de maneira desafiadora. A educação física geralmente é escanteada pela escola, não obtendo o material de trabalho necessário, ou até mesmo o espaço de aula, exigindo grande criatividade do docente. OBJETIVO: O presente resumo tem como objetivo relatar os desafios enfrentados em uma escola que está inserida em um bairro periférico. MÉTODO: O ECS ocorreu em uma escola de educação básica, onde tem turmas do infantil ao fundamental II, onde as três turmas atendidas eram todas do fundamental II, com idades entre 11 a 13 anos, onde foram totalizadas 40 horas de regência em três turmas diferentes. Os conteúdos desenvolvidos foram jogos e brincadeiras, futsal, atletismo e vôlei, com práticas previamente planejadas e o diálogo entre os estagiários e alunos, considerando a realidade da instituição. RESULTADOS: Durante as regências, surgiram desafios mediante a comunidade onde a escola está inserida que impactaram diretamente os planejamentos e principalmente a condução das atividades, sendo necessário maior adequação e cuidado com o ambiente onde estava ocorrendo as atividades. O principal desafio encontrado foi a falta de respeito da comunidade com o ambiente escolar, sendo diariamente ocupado por fumantes, pedestres andando livremente nos espaços das aulas e até por animais equinos houveram comprometimento para o andamento das atividades na quadra da instituição. Por outro lado, o entendimento perante a realidade dos alunos foi um fator crucial para melhor elaboração e andamento das aulas, ocorrendo uma contribuição significativa na execução das aulas programadas mesmo mediante todas essas dificuldades encontradas. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Diante disso, conclui-se que o ECS em educação física proporcionou situações significativas para crescimento dos estagiários no âmbito escolar, trazendo um impacto que impulsionou a criatividade e adaptação pedagógica em momentos inoportunos. Essa prática em contexto real reforça a relevância do estágio como parte crucial e extremamente crítica acerca da educação física na educação básica.
Palavras-chave: Educação Física Escolar,Estágio Supervisionado III,Vulnerabilidade Social
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Abrir o trabalhoPRÁTICAS PEDAGÓGICAS EM EDUCAÇÃO FÍSICA: REFLEXÕES SOBRE A ORGANIZAÇÃO DAS TURMAS POR GÊNERO
YURI NICOLAS SOUZA SILVA; Andrey Mateus Ferino; Luiz Jose Do Nascimento Neto
INTRODUÇÃO: A disciplina de Estágio Supervisionado configura-se como um momento importante na trajetória do estudante de Educação Física, por proporcionar vivências no dia a dia das escolas, possibilitando enfrentar as dificuldades e desafios comuns no cotidiano educativo. Ao longo dessa experiência, o estagiário passa por momentos de constante aprimoramento, sendo levado a refletir acerca da realidade do ambiente escolar. Trata-se do momento em que a teoria se articula com a prática, exigindo posicionamentos estratégicos diante das situações apresentadas, além de reflexões acerca das aulas onde as turmas são divididas por gênero. OBJETIVO: Diante disso, o presente trabalho tem como objetivo trazer reflexões sobre a divisão de turmas por gênero nas aulas de Educação Física. MÉTODO: Para tanto, o estágio seguiu uma metodologia qualitativa e descritiva, combinando observação direta e participação ativa ao longo das 48 horas obrigatórias da disciplina. As atividades foram desenvolvidas no município de Iguatu-CE, em uma escola da rede privada que atende alunos desde a Educação Infantil até o Ensino Fundamental II. RESULTADOS: Durante as práticas de atletismo, vôlei e basquete conduzidas no período, notou-se que o alcance das metas pedagógicas e a dinâmica comportamental dos estudantes apresentaram particularidades decorrentes da divisão das turmas por gênero. Observou-se que os meninos apresentaram um perfil mais agitado, enquanto as meninas demonstravam um comportamento mais calmo e tranquilo, o que fazia com que determinadas turmas manifestassem preferências distintas por certas atividades. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Em suma, a divisão das turmas por gênero estabelece especificidades no desenvolvimento das aulas de Educação Física, visto que evidencia perfis comportamentais distintos e direciona diferentes preferências pelas atividades propostas. Esse cenário exige do futuro docente uma postura analítica e perspicaz para lidar com essas dinâmicas e assegurar um ensino de excelência. Fica clara, assim, a relevância de unir teoria e prática, visto que a literatura pedagógica há muito tempo estuda a divisão de turmas por gênero, mostrando que a integração entre meninos e meninas na Educação Física é um tema essencial para formar profissionais críticos e comprometidos com a realidade escolar.
Palavras-chave: Estagio Supervisionado III,Educação Física,Genero
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Abrir o trabalhoRELAÇÕES DE GÊNERO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA :COMO SER MULHER IMPACTA NA PRÁTICA PEDAGÓGIGA
BENEDITO FERREIRA DE MELO NETO; Davi Nogueira Andrade; Sara Barbosa Silva
INTRODUÇÃO: O Estágio Supervisionado III constitui um importante momento na formação inicial do professor de Educação Física, ao possibilitar a articulação entre os conhecimentos teóricos e a prática pedagógica desenvolvida no contexto escolar. Durante essa experiência, observou-se que as relações de gênero influenciam diretamente a participação dos estudantes nas aulas, especialmente das meninas, evidenciando a necessidade de práticas pedagógicas mais inclusivas e equitativas. OBJETIVO: Relatar e analisar as experiências vivenciadas durante o Estágio Supervisionado III, refletindo sobre a influência das relações de gênero nas aulas de Educação Física e sobre os impactos dessas relações na participação das estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental. MÉTODO: Trata-se de um relato de experiência, desenvolvido durante o Estágio Supervisionado III em uma escola pública municipal de Iguatu-CE, com turmas do 8º e 9º ano do Ensino Fundamental. As atividades envolveram os conteúdos de Ginástica Artística, Ginástica Rítmica, Ginástica de Condicionamento Físico e Ginástica de Consciência Corporal, por meio de aulas teóricas e práticas, observação participante, regência e utilização de materiais alternativos confeccionados pelos próprios estudantes. RESULTADOS: As observações evidenciaram que muitas alunas apresentavam insegurança e receio em participar de determinadas atividades, influenciadas por estereótipos de gênero e por comportamentos dos colegas. Diante dessa realidade, foram desenvolvidas estratégias pedagógicas baseadas na cooperação, no diálogo e na adaptação das atividades, favorecendo maior participação, confiança e interação entre os estudantes. Apesar das limitações estruturais da escola, como a inexistência de quadra esportiva coberta, foi possível desenvolver as atividades de forma satisfatória por meio do planejamento e da utilização dos espaços disponíveis. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A experiência permitiu compreender que o professor de Educação Física exerce papel fundamental na promoção da inclusão, da equidade e do respeito às diferenças. Além disso, reforçou a importância de práticas pedagógicas comprometidas com a superação dos estereótipos de gênero, contribuindo para a construção de um ambiente escolar mais democrático, acolhedor e participativo, favorecendo a formação integral dos estudantes e o desenvolvimento da prática docente.
Palavras-chave: Educação física escolar ,estágio supervisionado ,relações de gênero , prática pedagógica
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Educação física, Estágio, Evasão, Ensino médio
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Abrir o trabalhoA INCLUSÃO DE CRIANÇAS COM TEA FAVORECE OU DESAFIA O DESENVOLVIMENTO COLETIVO DAS AULAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL?
KEVIN OLIVEIRA TAVARES; Míriam Marcelino de Lima
INTRODUÇÃO: A inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na Educação Infantil representa um desafio importante para a prática pedagógica, especialmente nas aulas de Educação Física, que envolvem movimento, interação, brincadeiras e participação coletiva. O Estágio Supervisionado V possibilitou observar que a inclusão não se limita à presença física da criança na escola, mas exige condições concretas para que ela participe das atividades, interaja com os colegas e tenha suas necessidades respeitadas. OBJETIVO: Analisar criticamente as vivências desenvolvidas no Estágio Supervisionado V, refletindo sobre os desafios da inclusão de crianças com TEA nas aulas de Educação Física na Educação Infantil e sobre as estratégias pedagógicas capazes de favorecer a participação de toda a turma. MÉTODO: Trata-se de um relato de experiência realizado em um Centro de Educação Infantil, localizado em Iguatu-CE, no período de 29 de abril a 10 de junho, com sete regências desenvolvidas às quartas-feiras, das 7h às 11h. As aulas ocorreram nas turmas do Infantil IV, com 16 alunos, sendo quatro crianças com TEA, três não verbais, e do Infantil V, com 27 alunos, sendo duas crianças com TEA. O planejamento foi fundamentado na BNCC e organizado a partir de jogos e brincadeiras, incluindo brincadeiras cantadas, jogos rítmicos, jogos de imitação, jogos de raciocínio e jogos motores. A avaliação ocorreu de forma contínua e observacional, considerando participação, interação, comportamento e resposta às atividades. RESULTADOS: As brincadeiras cantadas e os jogos motores apresentaram maior aceitação, favorecendo o envolvimento das crianças por meio da ludicidade, da música e da exploração corporal. Por outro lado, os jogos rítmicos e de imitação foram mais difíceis, exigindo adaptações e mudanças durante as aulas. No Infantil IV, não houve participação efetiva dos alunos com TEA, que frequentemente eram separados pelos monitores para que a aula continuasse. No Infantil V, a participação ocorreu quando havia interesse pela atividade. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A experiência evidenciou que a inclusão de crianças com TEA desafiou o desenvolvimento coletivo das aulas, sobretudo pela falta de apoio, materiais, espaço adequado e formação específica. Conclui-se que a inclusão precisa ser compreendida como responsabilidade coletiva, exigindo planejamento, adaptação, apoio pedagógico e práticas mais acessíveis.
Palavras-chave: Educação Infantil,Educação Fisica,Inclusão Escolar ,Transtorno do Espectro Autista
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Abrir o trabalhoA INCLUSÃO POR MEIO DAS PARALIMPÍADAS: METODOLOGIAS E ADAPTAÇÕES NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
MARINA VIEIRA DE CARVALHO ; VITÓRIO FIRMINO DOS SANTOS; GABRIEL TAVARES BATISTA
A Educação Física Escolar desempenha um papel fundamental na promoção da inclusão, do respeito às diferenças e da participação de todos os estudantes por meio da cultura corporal de movimento. O Estágio Supervisionado V foi desenvolvido em uma Escola de Ensino Médio em Tempo Integral, localizada no município de Iguatu-CE, com o objetivo de compreender a importância dos Esportes Paralímpicos e dos Transtornos do Desenvolvimento, com ênfase no Transtorno do Espectro Autista (TEA) e no Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), desenvolvendo uma compreensão crítica sobre a inclusão nas aulas de Educação Física por meio da análise e vivência de adaptações pedagógicas em práticas corporais e esportivas. Trata-se de um relato de experiência, de natureza descritiva e abordagem qualitativa, construído a partir das observações e das 30 horas de regência realizadas na instituição. Durante as intervenções, foram desenvolvidas atividades adaptadas inspiradas em modalidades paralímpicas, como atletismo paralímpico, com adequações nas regras, nos materiais e na organização das práticas, possibilitando a participação efetiva de todos os estudantes e estimulando valores como cooperação, empatia, respeito às diferenças e valorização da diversidade. As experiências proporcionaram aos alunos reflexões sobre acessibilidade, igualdade de oportunidades e inclusão, além de favorecer o desenvolvimento das habilidades motoras, cognitivas e sociais. Apesar dos desafios encontrados, como a limitação de materiais específicos e a necessidade constante de adaptações às condições da escola, as metodologias adotadas mostraram-se eficazes para tornar as aulas mais participativas e significativas. Conclui-se que o Estágio Supervisionado V fortaleceu a relação entre teoria e prática na formação docente, evidenciando que os Esportes Paralímpicos, aliados a metodologias inclusivas e adaptações pedagógicas, constituem importantes ferramentas para a construção de uma Educação Física escolar democrática, acessível e comprometida com a aprendizagem de todos.
Palavras-chave: Educação Física Escolar. Inclusão Esportes Paralímpicos
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Abrir o trabalhoA RESISTÊNCIA DOS ALUNOS SEM DEFICIÊNCIA ÀS AULAS ADAPTADAS NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA INCLUSIVA
FRANCISCA CLARA TOMAZ DA SILVA ; Herick Aquino de Abreu
INTRODUÇÃO: O estágio, uma ação realizada dentro do ambiente de trabalho, podendo também ser o primeiro contato do discente com a sala de aula, pode ser considerado obrigatório ou não. Esse relato é desenvolvido dentro do estágio obrigatório supervisionado V, onde sua conclusão é necessária para a posse do diploma. Essa etapa é voltada para vivenciar o ensino da Educação Física inclusiva, trabalhando com alunos que possuem variadas deficiências. Nessa experiencia de estágio, o acadêmico tem a oportunidade de observar, planejar e desenvolver atividades pedagógicas adaptadas às necessidades dos estudantes, buscando promover a participação e a aprendizagem de todos no ambiente escolar. Diante da Educação Física inclusiva, existe um temor a ser considerado por parte dos futuros professores, quando adentram nesse estágio. Pode-se dizer que esse temor está relacionado ao planejamento das aulas adaptadas, de maneira que ocorra a participação de todos os alunos com deficiência ao mesmo tempo em que os demais alunos não percam a paixão e o interesse no momento da aula devido as adaptações feitas. OBJETIVO: Descrever as experiencias vivenciadas dentro do contexto da educação física inclusiva no estágio supervisionado V. MÉTODO: O trabalho se configura como qualitativo, descritivo, por meio de um relato de experiência em uma escola de ensino fundamental da rede municipal da cidade de Iguatu-CE. RESULTADOS: O estágio V aconteceu em uma escola de ensino fundamental, com as turmas de 6°, 7° e 8° ano, onde o principal objetivo era uma Educação Física inclusiva, buscando garantir que todos os alunos tivessem acesso e participação nas aulas, respeitando suas necessidades e particularidades no processo de aprendizagem. As regências se iniciaram no dia 28/04/2026 e foram concluídas no dia 16/06/2026, totalizando 28 horas. É importante enfatizar que antes das regências foram realizadas coletas de dados, observação e entrevista com o professor supervisor totalizando em 08 horas. Com os alunos dos 6° e 7° ano, foram trabalhados os conteúdos de jogos e brincadeiras e ginástica, e no 8° ano, o conteúdo de futsal e dança de salão. Durante as regências houve momentos de aderência nas aulas adaptadas, mas também, houve uma resistência por parte dos alunos que não tinham nenhum tipo de deficiência. Alguns estudantes não entendiam as dificuldades dos colegas e acabavam reclamando das aulas, dizendo que eram “chatas” ou muito fáceis em determinados momentos. CONCLUSÃO: Apesar disso, o estágio proporcionou uma experiência diferente dos demais estágios e, como sempre, enriquecedora, onde tivemos que usar mais da criatividade e elevamos ela a outro nível, para planejar as aulas de forma a englobar todos os alunos com deficiência e os que não possuíam, em uma única atividade ou momento de ensino.
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Abrir o trabalhoAULAS INCLUSIVAS PARA CRIANÇAS COM TEA NO ENSINO INFANTIL V: sobrecarga docente
BEATRIZ MACHADO PIRES ; Johnnathan Martins Tavares
INTRODUÇÃO: O Estágio Supervisionado V configura-se como um instrumento obrigatório de ensino e aprendizagem na formação acadêmica, promovendo a inserção do universitário no ambiente escolar. Onde a vivência é com crianças que necessitam de cuidados individuais, possibilitando ao acadêmico experienciar a realidade da docência especificamente com indivíduos com deficiências físicas, cognitivas ou transtornos, o mesmo pode ser aplicado em APAEs e escolas regulares que nas salas de aulas tenham alunos com essas especificidades. OBJETIVO: O propósito do trabalho é debater a sobrecarga docente diante da demanda terapêutica nas salas de aula com crianças com Transtorno do Espectro Autista. METODOLOGIA: As regências foram desenvolvidas em uma creche municipal com crianças de 5 a 6 anos sendo 21 no total e 10 delas com TEA. Elas foram organizadas em três fases: observação do contexto escolar e do trabalho docente, elaboração conjunta dos planos de ensino e de aula fundamentados na BNCC e regências. Ao longo do processo, foi utilizado os jogos psicomotores, tendo em vista que, o mesmo é uma prática inclusiva e que garante uma formação integral aos alunos, através da ludicidade juntamente das atividades físicas trará um maior desenvolvimento infantil para crianças com TEA, sendo essencial para a formação motora, cognitiva, social e afetiva das crianças. RESULTADOS: A sobrecarga docente, foi percebida pelos estagiários ao decorrer da vivência com a turma através de observações do ambiente e também pelos relatos pessoais por parte da professora da sala. Exemplos de sobrecarga: a falta de atendimento especializado para as crianças, a grande quantidade de crianças para poucos monitores, a falta de formação estendida, a ausência do acompanhamento dos pais e etc. CONSIDERAÇÕES FINAIS: O tema é atual e merece visibilidade, a pauta não questiona o avanço dos direitos da inclusão, que é garantida por lei, mas sim a forma que ela tem sido aplicada, pois sem estrutura compromete o desenvolvimento de todos os alunos, portanto deve-se fortalecer o debate para haver mudanças que melhore as condições de trabalho e como consequência maiores resultados na aprendizagem de todos.
Palavras-chave: Aulas Inclusivas,Crianças com TEA, Ensino Infantil V ,Sobrecarga Docente
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Abrir o trabalhoBAIXA ADESÃO DOS ESTUDANTES ÀS ATIVIDADES ADAPTADAS NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
NATHAN DE LIMA RODRIGUES; Sebastião Ferreira Lima; Mariana de Oliveira Duarte
O Estágio Supervisionado é um dos primeiros passos para uma vivência mais profunda no campo da educação, pois nos permite aplicar os conhecimentos teóricos e práticos adquiridos na universidade para o ambiente escolar, além de enfrentarmos os diversos desafios que poderão surgir em diversas circunstâncias nas regências, como a falta de interesse dos estudantes, escassez de materiais, e etc. Este trabalho tem como objetivo relatar as vivências do Estágio Supervisionado na Educação Física no ensino médio, e qual o impacto da baixa participação dos estudantes nas atividades adaptadas na Educação Física escolar. O Estágio Supervisionado V, do curso de licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), teve suas regências realizadas no ensino médio. O relato refere-se às experiências vivenciadas pelos estudantes do sétimo semestre, em uma instituição pública, localizada na cidade de Iguatu, no estado do Ceará. O Estágio teve sua carga horária com a duração total de 28 horas de regência, realizado durante sete semanas. Os conteúdos abordados foram jogos e brincadeiras, vôlei, e futsal, e as aulas foram ministradas nas turmas do 1º Ano C e 2º Ano A, com faixa etária entre 14 a 16 anos de idade. Durante a regência das atividades adaptadas, observamos uma baixa participação de parte dos estudantes nas aulas práticas, e entre os principais fatores relatados estavam o cansaço provocado pela rotina escolar em tempo integral, o calor excessivo durante os horários das aulas, a ausência de chuveiros e vestiários adequados após as atividades físicas e, em alguns casos, o pouco interesse pelas práticas propostas. Além disso, alguns alunos demonstraram resistência em participar por não compreenderem inicialmente a importância das atividades adaptadas e da Educação Física Inclusiva. Outro problema que foi notado, foi a insuficiência de alguns materiais para aplicarmos as aulas, e também a falta de interesse de alguns alunos(as) nas aulas práticas, e por conta disso, tivemos que fazer acordos para aplicarmos nossos conteúdos normalmente. Portanto, ficou evidente que a Educação Física adaptada precisa ser mais valorizada, pois é uma disciplina importante para o nosso desenvolvimento físico, cognitivo e mental.
Palavras-chave: Ensino Médio,Estágio Supervisionado,Ensino Integral,Educação Física Adaptada
Oral
Abrir o trabalhoDESAFIOS DO ATENDIMENTO EDUCACIONAL ESPECIALIZADO NA FORMAÇÃO INICIAL EM EDUCAÇÃO FÍSICA
ANA BEATRIZ PEREIRA SOUSA
INTRODUÇÃO: O Atendimento Educacional Especializado (AEE), constitui uma importante estratégia para garantir a inclusão e a permanência de estudantes com deficiência, transtornos do espectro autista e altas habilidades/superdotação na escola. Nesse contexto, torna-se fundamental que a formação inicial em Educação Física, proporcione experiências capazes de preparar os futuros professores para desenvolver aulas inovadoras e inclusivas em busca da participação efetiva de todos os alunos. OBJETIVO: Nesse sentido, descrever os desafios enfrentados e as aprendizagens adquiridas durante a atuação no Atendimento Educacional Especializado no Estágio Supervisionado V. METODOLOGIA: Trata-se de um relato de experiência, de abordagem qualitativa, desenvolvido durante o Projeto de Iniciação à Docência (PIBID) e complementarmente ao Estágio Supervisionado V do curso de Educação Física, realizado em uma escola pública do município de Iguatu-CE. As atividades ocorreram em três turmas do Atendimento Educacional Especializado (AEE), contemplando observação da rotina escolar, planejamento colaborativo fundamentado na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e regência das aulas. As intervenções foram conduzidas por meio do método expositivo-dialogado e registradas em diário de campo, possibilitando a reflexão crítica sobre as experiências vivenciadas e sua contribuição para a formação docente. RESULTADOS: As principais dificuldades observadas durante o estágio envolveram a condução individual das aulas que nos estágios anteriores acontecia em duplas ou trios, a necessidade de adaptação das estratégias pedagógicas às diferentes necessidades dos estudantes e a baixa participação de alguns alunos nas atividades propostas. Em contrapartida, a experiência favoreceu o desenvolvimento de competências relacionadas ao planejamento, à flexibilização metodológica, à comunicação com os estudantes e à construção de práticas pedagógicas mais inclusivas. CONCLUSÃO: Conclui-se que o estágio no Atendimento Educacional Especializado contribuiu significativamente para o processo de ensino-aprendizagem docente, que apesar das dificuldades com o engajamento dos estudantes e à adaptação das estratégias pedagógicas, a experiência fortaleceu a formação e foi um processo de imersão intenso na realidade escolar, que contribuirá na futura atuação profissional.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado,Educação Física,Atendimento Educacional especializado,PIBID
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Abrir o trabalhoOS IMPACTOS DA FALTA DE SUPORTE DOS MONITORES NO DESENVOLVIMENTO SOCIAL DE CRIANÇAS COM DEFICIÊNCIA.
MATEUS CHAGAS SILVA; José Vinícios Ferreira De Souza
INTRODUÇÃO: O processo de inclusão escolar de crianças com deficiência nas aulas de Educação Física exige um planejamento adaptado e apoio de todos em volta. No âmbito do Estágio Supervisionado V, a interação entre os docentes em formação e os monitores escolares é um fator determinante para assegurar a acessibilidade pedagógica e a segurança dos estudantes com deficiência. Contudo, lacunas na atuação e a ausência frequente desses profissionais nas aulas práticas geram barreiras para a aplicação de práticas inclusivas. OBJETIVO: Analisar as principais causas da falta de apoio e suporte dos monitores no desenvolvimento do aprendizado e na socialização de alunos com deficiência durante as aulas práticas de Educação Física. MÉTODO: Trata-se de um relato de experiência, de abordagem qualitativa e caráter descritivo, vivenciado por estudantes do curso de Licenciatura em Educação Física durante as regências do componente curricular de Estágio Supervisionado V em uma escola de ensino fundamental, onde a carga horária das regências são de 28 horas. As observações e coletas de dados ocorreram de forma direta no cotidiano escolar, acompanhando turmas que integravam alunos com necessidades educacionais especiais e registrando as dinâmicas de participação com e sem a assistência direta de seus respectivos monitores. RESULTADOS: Constatou-se que os estagiários buscaram diversificar e adaptar as atividades práticas para garantir o engajamento coletivo. No entanto, o afastamento pontual ou a ausência total dos monitores designados para o suporte individualizado às crianças com deficiência dificultaram a execução do planejamento em alguns momentos. Essa falta de suporte técnico impactou de maneira negativa o aproveitamento e reduziu significativamente a interação social dos alunos que precisavam do apoio dos monitores. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A vivência mostrou que a presença participativa do monitor é indispensável para uma aula de Educação Física inclusiva. A fragilidade nesse apoio resulta em uma eventual exclusão e limita o desenvolvimento integral do educando, apontando a urgência de capacitação continuada e maior compromisso das instituições na mediação pedagógica especial.
Oral
Abrir o trabalhoPRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA COMO FERRAMENTA DE INCLUSÃO NO ENSINO MÉDIO
GEDÂN FERREIRA DOS SANTOS ; Débora Leny Alves Barbosa; Samuel Pereira de Sousa Filho
INTRODUÇÃO: O Estágio Supervisionado V constitui uma etapa fundamental na formação do licenciando em Educação Física, por possibilitar a articulação entre teoria e prática e o contato direto com a realidade escolar. No contexto da Educação Física escolar, a inclusão de estudantes com deficiência demanda planejamento, adaptação das atividades e estratégias que favoreçam a participação de todos. As práticas corporais de aventura, previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), apresentam potencial para promover experiências de superação, cooperação, autonomia e interação social. OBJETIVO: Analisar de que forma as aulas de Educação Física podem favorecer a inclusão de alunos com deficiência por meio das práticas corporais de aventura no Ensino Médio. MÉTODO: O estágio foi realizado na Escola EEMTI Filgueiras Lima, em Iguatu-CE, contemplando observações, entrevista com a professora de Educação Física e regências desenvolvidas com foco nas práticas corporais de aventura adaptadas ao contexto escolar. As aulas foram planejadas considerando as necessidades dos estudantes, por meio de circuitos motores, desafios de equilíbrio, deslocamentos com obstáculos, percursos cooperativos e atividades voltadas à coragem, superação e interação. RESULTADOS: Durante as observações e regências, verificou-se a participação de estudantes com síndrome de Down, deficiência auditiva e deficiência intelectual nas atividades propostas. As adaptações realizadas possibilitaram maior envolvimento dos alunos, respeitando seus limites e potencialidades. Observou-se que o aluno com síndrome de Down demonstrava entusiasmo e buscava superar desafios; o estudante com deficiência auditiva participava com maior segurança após observar as demonstrações; e os alunos com deficiência intelectual apresentavam avanços quando recebiam incentivo e mediação docente. Também foram identificados desafios relacionados às condições estruturais da escola, ao tempo para planejamento e ao apoio institucional. CONSIDERAÇÕES FINAIS: As práticas corporais de aventura mostraram-se uma ferramenta relevante para favorecer a inclusão nas aulas de Educação Física, estimulando a participação, a superação, a cooperação e o desenvolvimento dos estudantes. Além disso, o estágio supervisionado contribuiu para a compreensão da importância do planejamento, da adaptação das atividades e do compromisso docente com a construção de práticas pedagógicas inclusivas.
Palavras-chave: Práticas corporais de aventura,Inclusão,Educação Física,Ensino médio
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