34 de 34 trabalho(s) aceito(s)
A carência de recursos materiais e seus impactos no Estágio curricular Supervisionado na Educação Infantil
EMILLY BRAZ DA SILVA; Myrla Rhaira Amorim da Silva Melo; Andreivid Neris dos Santos; Maria Rosângela Dias Pinheiro
O Estágio Supervisionado em Educação Física na Educação Infantil representa uma etapa fundamental na formação docente, pois é o primeiro contato com o futuro campo de atuação, no qual o acadêmico vivencia a realidade escolar e enfrenta situações desafiadoras. Além disso, constitui-se como um meio de crescimento e amadurecimento profissional. Tem-se como objetivo relatar os impactos da falta de materiais didáticos no desenvolvimento das aulas ministradas durante o Estágio Supervisionado na Educação Infantil. O presente trabalho segue uma abordagem qualitativa, descritiva, caracterizando-se como um relato de experiência. O Estágio ocorreu em um Centro de Educação Infantil da cidade de Iguatu-CE, entre os dias 07/05/2025 a 18/06/2025, totalizando 40 horas de regência. As três turmas atendidas somavam aproximadamente 64 crianças, com idades entre três e quatro anos. Os conteúdos desenvolvidos foram Brincadeiras e Jogos, com práticas previamente planejadas, considerando a realidade da instituição. Durante a vivência, surgiram desafios que impactaram o desenvolvimento das aulas, como limitações estruturais e ausência de materiais pedagógicos e esportivos. Nesse contexto, o principal desafio foi a carência de recursos materiais, o que comprometeu algumas experiências dos estagiários, como a limitação da participação dos alunos, necessidade de investimento próprio e empréstimos de materiais com outros professores. Por outro lado, destacaram-se aspectos positivos como o desenvolvimento da criatividade, aprimoramento da flexibilidade pedagógica e valorização da experiência prática. Apesar das dificuldades, os estagiários conseguiram planejar e executar atividades adequadas à realidade escolar. Conclui-se que o Estágio Supervisionado em Educação Física proporcionou vivências significativas aos licenciandos e alunos da Centro de Educação Infantil, que participaram de forma progressiva das atividades. As limitações enfrentadas impulsionaram a criatividade e adaptação pedagógica, revelando-se essencial para o amadurecimento profissional dos futuros docentes. A prática em contexto real reforça a importância do estágio como parte formativa crítica.
Palavras-chave: Recuros materiais,Estágio Supervisionado,Educação Infantil,Educação Física
A INFLUÊNCIA DA INFRAESTRUTURA ESCOLAR NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO FUNDAMENTAL I
JOSÉ KAYKY ALVES DIAS ; ELLEN FIGUEREDO DE LIMA; MARIA LUANA NOGUEIRA LIMA
A educação física é uma disciplina presente na escola, de acordo com a constituição e normativas regulamentadoras do ensino, para prática de educação física um espaço adequado mostra-se primordial para melhor rendimento dos conteúdos, um local adequado para aula proporciona aos alunos a oportunidade de vivenciar diversas modalidades esportivas, ter um ambiente favorável para uma prática colabora com a segurança. Desta forma o objetivo foi aplicar os conteúdos da educação física escolar em uma escola sem estrutura física e ambiente adequado no ensino fundamental I. Trata-se de um estudo qualitativo, através de um relato de experiencia. Ocorreu em uma escola privada da cidade de Iguatu-CE, a mesma possui 9 salas onde funciona o ensino infantil e o ensino fundamental I e II, no período da manhã e tarde. Os conteúdos trabalhados foram: voleibol, futsal, brincadeiras e jogos e ginastica, totalizando 40 de regências. As práticas ocorreram em um pátio onde na maioria das vezes estava acontecendo aula, assim as regências foram adaptadas em outro local, proposta sugerida pelo núcleo gestor. O desenvolvimento dos conteúdos ocorreram em um solo desproporcional e com buracos, ou seja, aumentava o risco de acidentes, durante as regências aconteceu um imprevisto onde uma aluna tropeçou em um local irregular e caiu no chão, onde ele era áspero, ocasionalmente veio a se machucar, sendo assim, a falta de uma estrutura adequada proporcionado pela escola aumentou a chance dos riscos de acidentes. Essa falta de espaço se mostrou ser um desafio enorme na aplicação das aulas, observou-se que a estrutura é um fator determinante para a qualidade do ensino e para a segurança dos alunos. Portanto é de suma importância um espaço apropriado para as atividades propostas, embora muitas escolas sofram com este problema no brasil, porém, a interação social desenvolvida durante as aulas mostrou-se um fator interessante durante as atividades, colaborando de forma efetiva nas relações interpessoais e no engajamento dos alunos.
Palavras-chave: ESTÁGIO,ESTRUTURA,PRÁTICA,FUNDAMENTAL
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Abrir o trabalhoA ATUAÇÃO PEDAGÓGICA DOS DOCENTES NO PLANEJAMENTO E APLICAÇÃO DOS CONTEÚDOS CURRICULARES
VITÓRIO FIRMINO DOS SANTOS ; Marina Vieira de Carvalho; Gabriel Tavares Batista; Cleene Tavares de Souza
O Estágio Supervisionado III do curso de Licenciatura em Educação Física foi realizado na Escola João Paulino de Araújo, situada na zona urbana do município de Iguatu-CE, atendendo estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano). O objetivo foi proporcionar aos professores em formação a vivência prática da docência, desenvolvendo habilidades de planejamento, execução e avaliação de aulas voltadas ao desenvolvimento motor, cognitivo e social dos alunos. A metodologia adotada envolveu observações prévias, entrevistas com a equipe pedagógica, análise do PPP da escola, elaboração de planos de aula alinhados à BNCC e aplicação prática de conteúdos como atletismo, futsal e voleibol, respeitando a diversidade dos estudantes e promovendo práticas inclusivas. As regências ocorreram entre os dias 30 de abril e 11 de junho, totalizando 40 horas. Os resultados indicaram participação ativa dos alunos, desenvolvimento de habilidades físicas e sociais, além da necessidade constante de adaptação das estratégias pedagógicas, especialmente diante das dificuldades encontradas, como a falta de materiais, desinteresse de parte dos estudantes e limitações estruturais da escola. Apesar dos desafios, o estágio permitiu aos estagiários compreenderem a realidade da escola pública e refletirem criticamente sobre sua atuação docente, destacando a importância da escuta, da inclusão e do planejamento colaborativo. O contato com a pedagogia crítico-social dos conteúdos presente no projeto político-pedagógico da escola favoreceu uma prática reflexiva e contextualizada, conectando os saberes teóricos da universidade com a realidade escolar. Além disso, o uso de metodologias ativas, a avaliação formativa e a observação assistemática revelaram-se estratégias eficazes para acompanhar o progresso dos alunos e promover sua participação. Conclui-se que a experiência foi enriquecedora tanto para o desenvolvimento profissional quanto pessoal dos estagiários, fortalecendo a relação entre teoria e prática, reafirmando o compromisso com uma educação física escolar de qualidade, democrática e acessível a todos.
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Abrir o trabalhoDESAFIOS E APRENDIZADOS NO ESTÁGIO CURRICULAR: A PRÁTICA PEDAGÓGICA EM CONTEXTOS DE DESIGUALDADE ESTRUTURAL
JOÃO BATISTA DE SOUZA OLIVEIRA; Maike Martins Canuto; Michele de Oliveira Andrade
O estágio curricular é uma etapa fundamental na formação do docente, pois representa a articulação entre teoria e prática no ambiente escolar. No Estágio IV, esse processo se intensifica, permitindo ao futuro professor um contato direto com a realidade da escola, seus desafios e dinâmicas cotidianas. Esse momento é decisivo na construção da identidade profissional docente. O presente resumo tem como objetivo, refletir sobre os desafios enfrentados durante o Estágio Supervisionado IV, com foco na prática pedagógica em contextos escolares marcados por desigualdades sociais e estruturais, buscando estratégias para alinhar o planejamento curricular às condições reais da escola. A metodologia adotada incluiu observações das aulas de Educação Física em uma escola da rede pública, realização de entrevistas com professores e a análise das condições estruturais e materiais do ambiente escolar. Também foram desenvolvidos e aplicados materiais didáticos e esportivos de forma lúdica e criativa para adaptar o ensino às limitações identificadas. Desta forma foi constatado que a estrutura física da escola apresentava diversas fragilidades, como falta de manutenção e escassez de materiais didáticos e esportivos. Apesar dessas limitações, foi possível construir estratégias pedagógicas eficazes por meio da criatividade, da adaptação de materiais e da utilização de espaços alternativos. A vivência prática evidenciou a importância da postura proativa e investigativa do professor diante das adversidades. O Estágio IV revelou-se um processo desafiador, que exige preparo, flexibilidade e comprometimento do futuro professor. A experiência mostrou que estar apto a lidar com imprevistos e adaptar o ensino à realidade escolar é essencial para a prática docente. Aos próximos estagiários, fica a mensagem de que os erros e acertos fazem parte do processo de formação e que o compromisso com o ensino é o que impulsiona a superação das dificuldades e a construção de uma prática pedagógica transformadora.
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Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE E DA IGUALDADE DE GÊNERO: Um relato de vivência na Educação Inclusiva.
VITÓRIA DE CASTRO CLEMENTINO; Beatriz Moreira da Silva; Rivânia Alves Silva; José Hildemar Teles Gadelha
A Educação Física tem um papel importante no ensino da educação inclusiva, por meio desta é possível realizar adaptações para inclusão de diferentes públicos. Diversos autores defendem que no campo esportivo mulheres e Pessoas Com Deficiência (PCD) não tem aceitação nas práticas esportivas. Durante a observação do comportamento de alguns alunos, percebemos que certos estudantes demonstravam resistência em participar das atividades propostas, aparentando receio de rejeição por parte dos outros colegas. A ausência de adaptações e a perpetuação de estereótipos de gênero nas aulas de Educação Física comprometem a acessibilidade dos estudantes com deficiência e a participação equitativa de meninas e meninos. O objetivo do presente estágio é promover uma educação inclusiva através dos jogos esportivos, promovendo o respeito, à diversidade e à igualdade de gênero. O Estágio Supervisionado V, ocorreu na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral Filgueiras Lima, localizada no Bairro Veneza. A instituição mantém parcerias com outras universidades, bem como com a rede municipal de ensino, favorecendo o intercâmbio de conhecimentos e práticas educacionais. No entanto, observa-se a existência de barreiras relacionadas à acessibilidade em determinados espaços da escola, o que demanda atenção e adequações. A infraestrutura, de modo geral, é de alta qualidade, com destaque para salas de aula climatizadas, proporcionando maior conforto aos alunos e professores. A escola conta ainda com uma quadra poliesportiva interna, embora esta necessita de melhorias para atender de forma mais adequada às atividades esportivas. Foram abordados sobre os assuntos de contextualização histórica, conteúdo de esporte de invasão e artigo científico. Os principais pontos positivos foram no esporte de invasão, muitos não tinham os conhecimentos adequado principalmente no conteúdo de basquetebol, ao final de todas aulas os estudantes sempre aconselhavam algumas sugestões de melhoramento para futuros conteúdo. No que se refere aos pontos negativos, a falta de conhecimentos na leitura de artigos cientifico, e não aceitação de estudantes inclusivos e meninas nas aulas práticas foram aspectos que chamaram atenção. Os estagiários tiveram a oportunidade de vivenciar a dinâmica das salas de aula, interagindo com indivíduos de diferentes idades e contextos. Essa experiência desafiadora proporcionou uma compreensão mais rica para melhorar as relações no ambiente profissional.
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A CONTRIBUIÇÃO DAS BRINCADEIRAS E JOGOS NO DESENVOLVIMENTO INTEGRAL DAS CRIANÇAS
ELIAS CAMPOS VIANA; Luiz José do Nascimento Neto; Yuri Nicolas Souza Silva; Maria Rosângela Dias Pinheiro
O Estágio Supervisionado é uma etapa de suma importância no processo de formação dos discentes do Curso de Educação Física, pois é por meio dele que são vivenciadas nossas primeiras experiências concretas como futuros professores. Esse momento permite-nos colocar em prática os conhecimentos teóricos e práticos adquiridos ao longo da formação acadêmica. O Estágio proporciona uma vivência rica, na qual podemos experimentar diversas situações que ocorrem tanto dentro quanto fora da sala de aula, sendo essencial para a aquisição de experiências reais sobre o exercício da docência, especialmente na Educação Infantil. Este trabalho tem como objetivo apresentar de que maneira os Brincadeiras e Jogos contribuíram para a formação integral das crianças em uma instituição de ensino privado, localizada no município de Iguatu-CE. O presente relato adota uma abordagem qualitativa, descritiva, e de caráter experiencial, buscando compreender em profundidade o fenômeno investigado. Para isso, foi necessário o convívio ativo com as crianças no ambiente escolar. Durante um período de 48 horas compreendidas em 4 horas de observação, 2 horas de aplicação de entrevista com os professores, 2 horas de coleta de informações da escola e 40 horas de regência em classe, foram aplicados conhecimentos relacionados às brincadeiras e jogos lúdicos em grupo, sempre com o objetivo de estimular a socialização, a interação, o aprendizado, a diversão e a cooperação entre as crianças. Durante o Estágio Supervisionado I, observou-se que as Brincadeiras e Jogos, ao decorrer das regências, contribuíram de maneira efetiva para o desenvolvimento das habilidades cognitivas, motoras e sociais das crianças. Alunos que inicialmente não participavam das atividades passaram gradualmente a se envolver e interagir com os colegas, além disso, as desavenças diminuíram consideravelmente, e foi possível notar uma maior integração e disposição das crianças em seguir as regras das brincadeiras. Conclui-se que apesar dos desafios encontrados dentro do Estágio percebeu-se que os Jogos contribuem de forma significativa no convívio das crianças, especialmente nos aspectos já citados, esses resultados evidenciam o papel fundamental dos jogos e das brincadeiras na promoção da socialização e do desenvolvimento integral das crianças.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado I, Educação Infantil,Brincadeiras e jogos,Desenvolvimento integral
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Abrir o trabalhoAS CONSEQUÊNCIAS DO ATRASO NO DESENVOLVIMENTO DAS HABILIDADES MOTORAS FUNDAMENTAIS EM CRIANÇAS DE 5 ANOS E SEUS IMPACTOS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL
JOÃO VICTOR DE SOUSA ARAGÃO ; Benedito Ferreira de Melo Neto
O estágio supervisionado proporciona o contato com diversas realidades educacionais, sociais e culturais relacionadas ao exercício profissional. Essa vivência permite reflexões, ressignificação de saberes e desenvolvimento de competências essenciais para a prática docente. O objetivo deste trabalho foi identificar as consequências do atraso no desenvolvimento das habilidades motoras em crianças de 5 anos, a partir da experiência no estágio. Observou-se, um notável déficit nas habilidades motoras fundamentais de maioria delas que não dominavam movimentos básicos, dificuldades com lateralidade, dimensão de espaço e percepção das coisas ao seu redor. Tal constatação direcionou o foco da pesquisa para essa temática. Habilidades motoras fundamentais, como correr, pular, lançar, agarrar, equilibrar e rastejar são competências básicas do desenvolvimento infantil, servindo de alicerce para habilidades mais complexas. Aos 5 anos, as crianças estão aptas a isso, pois o desenvolvimento motor está intrinsecamente ligado ao cognitivo, emocional e social. A metodologia adotada foi a análise qualitativa, baseada na observação. As atividades, Ginástica geral e Brincadeiras e jogos, foram desenvolvidas semanalmente, permitindo a coleta de dados por meio de anotações. A conversa, a observação e a interação com a instrutora proporcionaram um conhecimento significativo. A experiência em sala de aula enriqueceu a aprendizagem, ampliando a compreensão de diversos aspectos e possibilitando a avaliação da capacidade docente para aprimorar e construir um ambiente de aprendizagem eficaz. O estágio revelou desafios relacionados ao contexto sociofamiliar das crianças, um fator que influencia ensino e aprendizagem. O contexto social familiar de uma criança pode ser um obstáculo. A docência precisa de maior proximidade com a comunidade do aluno para ser mais efetiva, o que demanda permissão e colaboração familiar. Apesar dos desafios, esse estágio foi uma experiência enriquecedora, contribuindo significativamente para a formação pessoal e profissional, agregando conhecimentos e aprimorando a prática docente. Conclui-se que o déficit das habilidades motoras nessas crianças está diretamente relacionado à falta de estímulo familiar e escolar, especialmente nos anos anteriores. A ausência desse incentivo compromete não apenas o desenvolvimento motor, acarreta prejuízos cognitivos, psicossociais e no desempenho geral da criança.
Palavras-chave: Estágio supervisionado, Habilidades motoras fundamentais, Desenvolvimento infantil,Déficit/atraso
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Abrir o trabalhoDESAFIOS ENCONTRADOS NA VIVÊNCIA DA EDUCAÇÃO INFANTIL
ANTÔNIO JEAN FERREIRA DE ARAÚJO ; Geraldo Marcos da Silva; Mikaelle Cordeiro Bezerra; Meria Rosângela Dias Pinheiro
O Estágio Curricular Supervisionado I dos cursos de licenciatura constitui um momento valioso de interlocução entre as práticas docentes do ensino superior e da Educação Infantil, promovendo uma aproximação efetiva entre a universidade e a escola. O objetivo é relatar e refletir sobre os Desafios enfrentados durante as Vivências no Estágio Curricular Supervisionado I, compreendendo como essas experiências contribuíram para o processo de formação inicial em Educação Física. O presente relato trata-se de um trabalho qualitativo, descritivo e com caráter de relato de experiência. A Vivência do Estágio Curricular Supervisionado I aconteceu em um Centro de Educação Infantil (CEI), da cidade de Iguatu, Ceará. A turma era composta por 16 crianças, abrangendo meninos e meninas, sendo 3 com laudo, com faixa etária de 5 anos. O estágio iniciou se em 16 de abril de 2025 e finalizou se em 18 de junho, com carga horária total de 48 horas, englobando 4 horas de observação, 2 horas de entrevista, 2 horas de coleta de informações da escola e 40 horas de regência. Os conteúdos ministrados foram Jogos e Brincadeiras e conhecimentos relacionados à Ginástica Geral. Durante essa experiência, enfrentamos vários Desafios, como a falta de espaço adequado para as aulas, a ausência de materiais didáticos e esportivos, além da inexistência de um professor supervisor formado na área de Educação Física. Esses fatores impactaram o estágio, exigindo adaptações no planejamento, na execução, nos espaços e materiais. Apesar dos Desafios, essa experiência permitiu compreender a realidade das escolas públicas, os obstáculos enfrentados pelos profissionais da área e perceber o quanto ainda é necessário avançar e continuar lutando por uma Educação Física mais valorizada. Entre as possíveis soluções, podemos destacar a importância de mais investimentos por parte da escola, a contratação de professores formados na área e investir em uma creche mais padronizada, para que o estágio possa ser ainda mais proveitoso. O Estágio Curricular Supervisionado I foi essencial para compreender a realidade das escolas públicas, identificando seus Desafios e aprendendo com a prática. Mesmo com todos os Desafios citados, adquirimos Vivências e conhecimentos valiosos que vão contribuir para nossa formação. Essas Vivências mostraram nos o quanto ainda é preciso valorizar a Educação Física na Educação Infantil e também nos fizeram refletir sobre o nosso papel como futuros professores.
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Abrir o trabalhoDESENVOLVIMENTO PSICOMOTOR E A IMPORTÂNCIA DOS JOGOS E BRINCADEIRAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: RELATO DE EXPERIÊNCIA
ANA MYRELLA ALMEIDA ALVES; Andrey Mateus Ferino; Geovane Silva de Lima
No curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), o estágio supervisionado na educação infantil integra a grade curricular do 4º período. Assim, o presente trabalho tem como objetivo relatar as vivências realizadas pelos discentes durante as regências do estágio supervisionado, com foco no desenvolvimento psicomotor dos pré-escolares. As regências aconteceram em uma escola particular de organização filantrópica sem fins lucrativos de uma bairro periférico da cidade de Iguatu. Durante as regências optou-se pelo conteúdo Jogos e Brincadeiras, por meio de atividades lúdicas e de forma adaptativa, visto que a faixa etária de idade foi de 3 a 5 anos, o conteúdo aplicado traz um aprendizado de forma agradável e dinâmica para os alunos, além de deixá-los ativos nas aulas e incentivarem a sua imaginação, criatividade, ludicidade, inclusão social, raciocínio lógico, coordenação motora grossa e fina, dentre outros benefícios nos aspectos físicos, sociais e cognitivos, que tais conteúdos proporcionam. A avaliação da aprendizagem se deu de forma processual e qualitativa por meio de observações sobre a realização das atividades, considerando a execução correta dos movimentos propostos em cada aula. No início das regências foi detectado resistência por parte de alguns alunos devido à presença de pessoas desconhecidas no ambiente escolar. Contudo, no decorrer das práticas pedagógicas foi perceptível uma ampla participação, com notável aumento das habilidades motoras finas e grossas, desempenho social e afetivo dos alunos. É fundamental ressaltar a importância do estágio supervisionado, pois o mesmo possui o primeiro contato dos licenciandos com os pré-escolares. A partir dessa perspectiva foi possível compreender a imaginação e criatividade para melhor assimilação com a utilização de brincadeiras educativas, jogos recreativos e cantados, sendo eles tradicionais ou inovadores com uso da tecnologia. Portanto, verificou-se que se torna necessário o implemento do conteúdo de Jogos e Brincadeiras na educação infantil para melhor aperfeiçoamento da dimensão motora, emocional e intelectual das crianças, visando estimular hábitos de vida ativos e saudáveis, favorecendo o bem-estar e uma vida de qualidade.
Palavras-chave: Estagio supervisionado, Pré-escolares,Jogos e brincadeiras,Regências
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UM OLHAR PARA A INCLUSÃO
WESLEY SILVA BARRETO; Mateus Dias Amaro; Francisco José Lima da Silva
O Estágio Curricular Supervisionado (ECS) tem um papel primordial na formação dos discentes do curso de Educação Física, ao submeter os alunos a vivência prática dos conhecimentos teóricos adquiridos durante a graduação. Configura-se como um espaço de amadurecimento profissional, enfrentamento da realidade e um ambiente de vastas descobertas. No ECS na educação infantil, uma descoberta que impacta os discentes é a presença de um quantitativo significativo de crianças com desenvolvimento neuro divergente. Nesse contexto, o primeiro desafio para esses estagiários está na inclusão efetiva dessas crianças. Assim, o objetivo desse trabalho é relatar as principais experiências do estágio na educação infantil, no que se refere a inclusão de crianças com algum transtorno do desenvolvimento nas aulas de Educação Física. O estudo apresenta abordagem qualitativa, com gênero de relato de experiência. O primeiro ECS do curso de Educação Física da URCA, Iguatu-CE, é realizado na educação infantil. Para este estágio, trabalhou-se com os conteúdos Jogos e Brincadeiras e Ginástica, com todas as aulas sendo planejadas com intuito de incluir as crianças neuro divergentes. O estágio foi realizado na escola Marista Champagnat, uma escola filantrópica que atende uma região vulnerável da cidade. Nas turmas acompanhadas pelos estagiários, haviam um total de aproximadamente 50 crianças, dentre essas, oito com laudo de algum transtorno do desenvolvimento e outras seis estavam em processo de investigação. Algumas experiências vivenciadas pelos estagiários não foram bem sucedidas quando se trata de inclusão: a) as atividades em fila não funcionavam; b) três alunos não conseguiram ser incluídos nas aulas; c) duas crianças só participavam da aula quando as monitoras se envolviam. Contudo, algumas experiências exitosas valem a pena serem destacadas: a) atividades mais dinâmicas atraíam mais os alunos neuro divergentes; b) a relação professor-aluno também é primordial para o envolvimento dessas crianças nas aulas; c) atividades desafiadoras, considerando suas limitações, geravam mais engajamento nas aulas. Assim, entende-se que o ECS na educação infantil se configurou como algo positivo não só para os acadêmicos que precisaram superar e aprender com os desafios impostos pela educação inclusiva, mas também para as crianças, que ao se incluírem verdadeiramente nas aulas, tornam-se seres críticos, sociais e protagonistas do seu processo de aprendizagem.
Palavras-chave: Desafios,Educação Física,Educação Infantil,Estágio
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Abrir o trabalhoFatores que influenciam o desinteresse dos alunos nas aulas de Educação Física no ambiente escolar
YASMIN SILVA SALES; Gabriel Viana Morais; Kamili Vitória Santos Moura
O Estágio Supervisionado III é uma etapa essencial na formação docente, pois proporciona ao licenciando a oportunidade de vivenciar a realidade escolar e aplicar na prática os conhecimentos adquiridos ao longo da graduação. Durante essa experiência, tivemos como objetivos promover o desenvolvimento das capacidades físicas e habilidades motoras por meio da vivência das modalidades, além de proporcionar aos alunos a compreensão e a prática dos conteúdos, estimulando o desenvolvimento de habilidades motoras específicas, o trabalho em equipe, a cooperação e o respeito às regras. Para isso, utilizamos o método expositivo verbal por meio de demonstração, o qual se mostrou eficiente por permitir flexibilidade e adaptação das aulas às necessidades e contextos da turma. Entre os aspectos positivos, destacamos a capacidade de planejar aulas adaptadas às realidades dos alunos, superando desafios como a falta de estrutura e buscando sempre estratégias para tornar as aulas mais atrativas e inclusivas. De acordo com Freire (1996), a prática pedagógica deve ser inovadora, e foi com base nessa perspectiva que buscamos desenvolver aulas significativas e acolhedoras. A aplicação dos conhecimentos teóricos também foi fundamental para uma prática consciente, estruturada e reflexiva. No entanto, percebemos a necessidade de aprimorar a gestão do tempo e aprofundar o repertório metodológico, o que evidencia a importância da formação continuada, como defende Saviani (2009). Essas vivências impactaram não apenas nossa prática pedagógica, mas também nossa percepção social, ampliando nosso olhar sobre as diferentes realidades escolares e fortalecendo nossa postura ética e empática como futuros educadores. O estágio contribuiu de forma significativa para nossa formação, como destaca Pimenta (2012), ao proporcionar um espaço de construção crítica e aperfeiçoamento profissional. Somente ao final da experiência, foi possível refletir com mais profundidade sobre uma das problemáticas mais evidentes ao longo da regência: o desinteresse de parte dos alunos nas aulas de Educação Física. Fatores como desconforto físico, críticas entre os colegas, falta de motivação e limitação do espaço foram percebidos como barreiras à participação dos estudantes. Segundo Carvalho (2015), esses elementos influenciam diretamente o engajamento dos alunos. Assim, identificar e compreender esses fatores foi essencial para planejar intervenções mais.
Palavras-chave: Estágio supervisionado,Habilidade, desenvolvimento , Alunos
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Abrir o trabalhoO IMPACTO DA ROTINA ESCOLAR DURANTE A VIVÊNCIA DOS ESTAGIÁRIOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL
FRANCISCA HEMELYCIANA DA SILVA GONÇALVES ; Iris de Oliveira Bezerra; Lara Samya de Lima Rodrigues
O Estágio Supervisionado possibilita o conhecimento, a experimentação e a vivência da Educação Física no ambiente escolar, embora possam surgir obstáculos que estimulem a reflexão sobre o caminho a ser seguido. Neste sentido, o presente relato objetiva-se analisar (apresentar ou apontar) o impacto da rotina escolar na formação e atuação dos estagiários durante a vivência na Educação Infantil, investigando os principais desafios enfrentados ao inserirem-se em uma rotina pedagógica estruturada e dinâmica. O presente trabalho utilizou-se de uma metodologia qualitativa, descritiva através de um relato de experiência no Estágio Supervisionado na Educação Infantil. O estágio foi composto por 8 horas, compreendida em observação, entrevista e coleta de informações da escola e 40 horas de regência, as quais foram desenvolvidas em uma turma de Infantil IV, com 15 alunos com idade entre 4 e 5 anos, em uma instituição de ensino particular. Durante a regência, as estagiárias desenvolveram aulas com foco em Jogos e Brincadeiras, buscando tornar o ensino-aprendizagem mais acessível e facilitar a comunicação entre as crianças e os conteúdos propostos. Contudo, a rotina escolar relativamente rígida da turma comprometeu a aplicação das aulas planejadas, pois grande parte da carga horária era destinada a atividades como lanche, parque, relaxamento, calendário e ensaios, reduzindo o tempo disponível para a prática do estágio. O tempo destinado à execução das aulas planejadas eram limitados, chegando a no máximo 100 minutos em dias com quatro aulas (200 minutos). Frequentemente, as etapas do plano de aula não eram concluídas, pois era necessário interromper as atividades para respeitar a rotina escolar, comprometendo a realização da aprendizagem das crianças. Tendo em vista o exposto e considerando a importância fundamental do estágio escolar na formação dos futuros profissionais a aproximação direta com a realidade educacional e a vivência da práxis pedagógica, foi possível identificar que houve uma limitação do tempo pedagógico das estagiárias, para que essa experiência pudesse ocorrer de maneira plena e efetiva. Uma vez que os estagiários dispunham de tempo insuficiente para vivenciar adequadamente a prática escolar, o que comprometeu a profundidade, a qualidade e o desenvolvimento das competências necessárias para sua formação profissional.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado; Educação infantil; Rotina escolar Impacto.
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Abrir o trabalhoA NÃO ACEITAÇÃO DO CONTEÚDO VOLEIBOL PELOS ALUNOS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
ALUIZIO SHEVCHENKO DA SILVA SANTOS; Thiago Emanuel Do Carmo
O Estágio Supervisionado é uma ponte entre a teoria e a prática, permitindo que o estudante viva o dia a dia da sua futura profissão, mas, ainda com acompanhamento e orientação do professor supervisor. Durante o Estágio Supervisionado, o aluno atua em ambientes reais de trabalho, colocando em prática o que aprendeu nas aulas. E além disso o Estágio é um momento que o aluno descobre como é lidar com desafios reais, rotina da profissão. O objetivo do presente relato é descrever as experiências de vivências do Estagio Supervisionado ll, e os motivos pelos quais os alunos não aceitaram o conteúdo voleibol nas aulas de Educação Física. O presente trabalho caracteriza-se de abordagem qualitativa, descritiva com caráter de relato de experiência através de análises e observações nas aulas. A escola Colégio Pólos de ensino particular, que é situada na Avenida Agenor Araújo, na cidade de Iguatu. O estágio teve o total de 48 horas de regências, com turmas de segundo, terceiro, quarto e quinto ano, nos dias de quinta-feira e sexta-feira. Os conteúdos ministrados nas aulas foram: Esporte de invasão, ginástica, brincadeiras e Jogos e Voleibol. Nas regências, os estagiários tiveram dificuldades ao ministrar o conteúdo voleibol nas aulas de Educação Física. Os alunos não se sentiram atraídos pelo esporte, não estavam motivados a praticar as atividades passadas pelos professores estagiários. Alguns alunos estavam se sentindo frustrados por não conseguirem de forma técnica executar os fundamentos do vôlei, como saque, passe ou ataque, e também por conta que o esporte voleibol, não ser dado tanta importância muitas vezes ate mesmo pelo professores em ministrar aulas sobre esse conteúdo. A dificuldade em dominar as técnicas gerava desmotivação em uma parte da turma. Mas, a todo momento os educadores estavam motivando, adaptando as atividades e mostrando a importância do voleibol como um esporte que traz benefícios para quem o participa, trabalhando a coordenação motora, o social, trabalho em equipe, e também o respeito as regras. Dessa forma conclui-se que, o esporte voleibol nas aulas de educação física do ensino fundamental nos anos iniciais, é importante por conta que trabalha o desenvolvimento do aluno, a socialização com todos que estão participando, melhora os aspectos físicos dos alunos. Com isso é essencial trabalhar esse conteúdo no ensino fundamental l.
Palavras-chave: Estágio Curricular Supervisionado, Voleibol, Educação Física, Ensino Fundamental
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO II: DIFICULDADES ENFRENTADAS PELOS ACADÊMICOS NAS REGÊNCIAS DE CLASSE
JOSÉ CLEIRTON GOIS RODRIGUES; Alison Costa de Oliveira; Lucas Ferreira de Araújo
O Estágio Curricular Supervisionado oportuniza ao discente em seu processo de formação um encontro com as diferentes realidades, sendo necessário para o licenciando como um campo de descoberta importante para seus objetivos profissionais. Nesse sentido, o estagiário passa por várias etapas importantes no Estágio Supervisionado, onde o ganho de experiências possibilitam que aconteça o desenvolvimento intelectual em sua maneira de encarar as realidades e como agir diante essas diversas realidades que são vivenciadas por ele/a como, dificuldades em ministrar suas aulas, a falta de recursos/materiais pedagógicos e o não diálogo com outros gestores e docentes da escola, fatores que são identificados facilmente e que acabam sendo impostos por diferentes ambientes de ensino, além da falta de espaços adequados para a atividades práticas. O presente resumo tem-se como objetivo identificar e refletir acerca das dificuldades encontradas pelos estagiários durante o período de regência de classe e a partir disso compreender como essa vivência influencia o processo de formação docente. O trabalho em tela trata-se de um estudo do tipo relato de experiência, tendo como finalidade relatar por meio da vivência dos acadêmicos a importância do estágio na formação profissional docente, além de ressaltar e expor as dificuldades encontradas durante as regências do Estágio Supervisionado II. Assim, observou-se que entre as dificuldades encontradas pelos acadêmicos durante as regências foi, em relação aos espaços estruturais da escola, por trazer limitações para a realização das práticas pedagógicas. Essas limitações ainda provocaram reflexões acerca de como o professor em formação pode agir diante as dificuldades surgentes no campo de estágio e como isso favorece na experiência profissional. Dessa forma, considerar as limitações do campo de estágio como um ambiente propício para refletir criticamente e coletivamente a partir das experiências das práticas pedagógicas desenvolve no docente em formação habilidades e competências que sejam capazes de encarar com um outro olhar as diferentes realidades que possam surgir em seu campo de atuação.
Palavras-chave: Estágio Curricular Supervisionado,Educação Física,Dificuldades,Regências
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO II: EXPERIÊNCIA E DESAFIOS EM TURMA DO ENSINO FUNDAMENTAL I
DAVID EMANUEL SILVA PASCOAL ; Arthur Felipe Oliveira Pompeu
O estágio supervisionado II realizado no ensino fundamental, é uma fase crucial no desenvolvimento infantil, marcada por significativas transformações cognitivas, psicossociais e motoras. Diante disso, o resumo tem como objetivo abordar os principais conteúdos trabalhados no Ensino Fundamental I. O estágio foi realizado na Escola Elze Lima Verde Montenegro, com a turma de 4° ano, os conteúdos trabalhados foram ginástica, atletismo, futsal e jogos e brincadeiras. As atividades foram organizadas e planejadas com foco na ludicidade, para que os alunos despertassem interesse e participassem das aulas respeitando todas às diferenças entre os alunos. Durante as aulas foi observado que os alunos conseguiam manter uma participação nas atividades propostas, porém foram encontradas algumas dificuldades, como a falta de atenção durante as explicações das atividades, desinteresse em participar em um determinado momento da aula, e a falta de material na escola, visto que só era disponibilizado uma bola de futsal, colchonetes e cones, o que dificultava na hora do planejamento. Outro fator de suma importância, foi a questão de fazer adaptações durante as aulas para que as crianças colaborassem com as atividades que foram elaboradas pelos estagiários, buscando sempre envolver todos os alunos. Um fato marcante durante o estágio, foi um aluno específico que não participava das aulas, e durante as regências, ele foi se interessando, e após alguns dias, ele já participava de todas as atividades, isso foi muito gratificante, e ressaltou a importância do planejamento pensando nas limitações de cada aluno. Ao longo do período, foi percebido que apesar de encontrar alguns desafios, os alunos tiveram um bom envolvimento nas atividades ministradas e interação com as outras entre as crianças. Com isso, ressalta-se que o estágio é uma etapa muito essencial na formação profissional, ajudando a melhorar a prática do professor e a desenvolver um trabalho melhor, colocando em prática todos os conhecimentos adquiridos durante a graduação.
Palavras-chave: Desenvolvimento,Estágio,Ludicidade
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Abrir o trabalhoAS DIFICULDADES ENCONTRADAS NA REALIZAÇÃO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA EM UMA ESCOLA PERIFÉRICA
TALISSON FILINTO DA SILVA ; Mateus uchôa Batista
A Educação Física tem um papel essencial na jornada educativa completa dos estudantes, sobretudo em cenários de risco social. Nesses locais, o envolvimento com esportes e atividades corporais pode ser um aspecto importante para impulsionar a saúde, as relações sociais e o aprimoramento das capacidades motoras e intelectuais. Partindo dessa premissa, esta pesquisa busca entender os desafios encontrados na execução de aulas práticas de Educação Física em uma escola situada em uma área menos favorecida. A abordagem metodológica foi um estudo qualitativo, através de relatos de experiências, envolveu um período de 40 horas de estágio em Educação Física, na qual teve os seguintes conteúdos aplicados: futsal, handebol, vôlei, ginástica e atletismo. A escolha dos conteúdos aplicados no estágio foi de acordo com o documento (BNCC, 2017). As aulas práticas e as interações entre estudantes e professores foram acompanhadas e examinadas. Os resultados revelaram que a precariedade da infraestrutura e a falta de segurança impactam negativamente a qualidade do ensino de Educação Física e o progresso dos alunos. Adicionalmente, a presença de pessoas estranhas à escola, incluindo usuários de drogas, gera um clima de insegurança e perturbação para os estudantes. Em conclusão, ressalta-se a necessidade de investir em melhores instalações e segurança nas escolas, principalmente naquelas em bairros periféricos, e de preparar os professores para enfrentarem situações complexas, incentivando a motivação e o envolvimento dos alunos. É indispensável assegurar o acesso à Educação Física para todos, independentemente de sua condição social, e trabalhar para superar as barreiras, oferecendo uma experiência de aprendizado enriquecedora e de qualidade. Com base nessa vivência, conclui-se que a Educação Física é um direito universal e uma obrigação do governo. Portanto, é nosso dever lutar para garantir esse direito a todos, promovendo o bem-estar, a integração social e o desenvolvimento completo dos estudantes.
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Abrir o trabalhoUM OLHAR HUMANO NA DOCÊNCIA: REFLEXÕES A PARTIR DO ESTÁGIO NO FUNDAMENTAL II
KEVIN OLIVEIRA TAVARES; Anna Carolyne Alves da Silva; Míriam Marcelino de Lima; Cleene Tavares de Souza
O estágio supervisionado é um espaço privilegiado de articulação entre a teoria e a prática, promovendo o desenvolvimento da identidade docente e a reflexão crítica sobre o fazer pedagógico. Este resumo apresenta as experiências vivenciadas no Estágio Curricular Supervisionado III. Essa etapa foi marcada por momentos de observação, planejamento e aplicação prática de aulas nas aulas de Educação Física, com os conteúdos de ginástica, handebol e jogos de raquetes (como badminton, tênis, tênis de mesa e Beach tênis). Durante o período de atuação, foi possível identificar situações que exigiram uma reflexão profunda sobre a postura docente. Observou-se, por parte do professor regente, um comportamento frequente de desrespeito com os alunos, com falas preconceituosas, brincadeiras de mau gosto e falta de ética profissional, camufladas sob o argumento de “brincadeira”. Tais atitudes impactaram negativamente o ambiente escolar, revelando a importância de uma prática pedagógica mais humana, empática e acolhedora. Foi identificado principalmente que a formação didático- pedagógica do professor limitou-se apenas a universidade e ao diploma, o que fez refletir sobre a importância da sua formação para além da sala de aula, já que a didática é um dos pilares para facilitar o ensinar e fazer os alunos compreenderem de forma clara e acessível. Investigar o quão importante é essa formação é fundamental para compreender os impactos que ela exerce sobre o processo do ensino e da aprendizagem. A prática docente, ou seja, ser professor exige muito mais do limitar-se ao ensino monótono, a preocupação com os alunos, a sensibilidade para com eles, a paciência de criar estratégias que os envolvam na aula é que diferencia o professor/educador. Diante disso, o estágio permitiu não apenas aplicar os conhecimentos adquiridos na formação inicial, mas principalmente repensar o papel do professor como alguém que educa com ética, respeito e sensibilidade. Conclui-se que, mais do que transmitir saberes, o docente precisa estabelecer relações significativas, sendo exemplo de humanidade no cotidiano escolar.
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Abrir o trabalhoDESAFIOS E APRENDIZADOS, DIÁLOGO ENTRE A TEORIA ACADÊMICA E A PRÁTICA PEDAGÓGICA: relato de experiência
KAUAN POCIDONIO DE BRITO CLEMENTE ; Kauan Pocidonio de Brito Clememte; Lara Gonçalves de Sousa
O Estágio Supervisionado é de suma importância para os discentes do curso de licenciatura em Educação Física, pois nele é possível vivenciar na prática os conteúdos vistos nas aulas dentro da faculdade. Entretanto, além do estágio proporcionar muitos aprendizados, também são encontrados alguns desafios. Dessa forma, o trabalho tem como objetivo apresentar os desafios e aprendizados encontrados durante o estágio no ensino médio. Trata-se de um relato de experiência, de abordagem qualitativa, sobre o estágio desenvolvido na Escola de Ensino Médio de Iguatu/EEMI, o estágio foi realizado em dupla, com um total de 48 horas, sendo 40 horas de regência, e foi realizado nos meses de abril a junho de 2025, nos turnos da manhã e da tarde, com as turmas de 1° e 2° anos de Ensino Médio, sendo os 1° e os 2° anos nas quartas feiras pela tarde, e as outras turmas de 2° ano nas quintas feiras pela manhã. Dessa maneira, o estágio mostra ser uma ferramenta essencial e importante na formação dos discentes, permitindo que desenvolvam habilidades para suas futuras carreiras, trazendo novos conhecimentos teóricos e práticos, contribuindo para o nosso papel como futuros professores. Diante disso, durante o período de regências algumas facilidades surgiram e auxiliaram a nossa prática, como a autonomia e a confiança. No entanto, surgiram também alguns obstáculos, principalmente a falta de infraestrutura nas escolas e a escassez de materiais foram dificuldades significativas. Assim, é possível afirmar a relevância do estágio, que mesmo com tamanhas dificuldades encontradas, o mesmo mostra ser importante, contribuindo para o nosso crescimento acadêmico, sendo um pilar essencial. Viver o estágio é viver o extraordinário, é onde podemos nos colocar como professores e também tomar como resposta que precisamos para delinearmos nosso futuro enquanto acadêmicos. É um momento significativo e de crescimento enquanto acadêmico e, portanto, o estágio segue sendo essencial para o nosso crescimento profissional e pessoal.
Palavras-chave: Aprendizados, Desafios, Educação Física, Estágio supervisionado
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Abrir o trabalhoDESAFIOS E LIMITAÇÕES DAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: A PRECARIEDADE ESTRUTURAL E A PARTICIPAÇÃO SELETIVA DOS ALUNOS.
ALDIANA FERREIRA DOS SANTOS ; João Marcelo Bezerra Da Silva; Luiza Vieira Da Silva
A Educação Física no ensino médio enfrenta inúmeros desafios que comprometem sua efetiva contribuição para o desenvolvimento integral dos estudantes. O objetivo do estudo foi refletir sobre as limitações estruturais e pedagógicas nas aulas de Educação Física. Trata-se um trabalho com abordagem qualitativa e fundamentado em relato de experiência. O trabalho foi realizado na escola estadual de ensino médio tempo integral, durante o mês de abril a junho, no qual abordou-se os conteúdos Jogos e brincadeiras, Ginásticas, Lutas, Futsal, Handebol, Basquete e Praticas Corporais de Aventura, totalizando um total de 40 regências. Desta forma com base nas vivências e observações realizadas período o estágio supervisionado nota-se uma significativa precariedade no ambiente escolar, marcada pela ausência de materiais adequados, espaços físicos inadequados para a prática das atividades e pela frequente substituição das aulas por outras demandas da escola, como ensaios de eventos, reuniões e avaliações de outras disciplinas. Outro ponto evidenciado foi a participação seletiva dos alunos, que demonstram interesse apenas por determinadas modalidades, como futsal e vôlei, deixando de lado outras manifestações corporais que também fazem partes da proposta curricular como; dança, ginástica, lutas ,entre outros diversos conteúdos. Essa seletividade muitas vezes está associada à falta de incentivo, à visão equivocada sobre a disciplina, ao desinteresse por partes dos estudantes. Diante desse cenário, percebe-se a necessidade urgente de investimentos em infraestrutura, valorização da disciplina no currículo escolar, formação continuada dos professores, apoio da gestão escolar e adoção de metodologias atrativas e inclusivas. Portanto a experiência no estágio permitiu compreender, na prática, os inúmeros desafios enfrentados pelos profissionais. da área e contribuiu significativamente para a formação docente, ampliando a sensibilidade e o olhar crítico, o compromisso ético e a responsabilidade social sobre o papel da Educação Física na formação dos jovens estudantes no contexto escolar atual.
Palavras-chave: Educação Física escolar,desafios pedagógicos, infraestrutura
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Abrir o trabalhoDIFICULDADES ENFRENTADAS NAS APLICAÇÕES DAS AULAS SOBRE ESPORTES ADAPTADOS NO ENSINO MÉDIO
SAMUEL PEREIRA DE SOUSA FILHO; José Murillo Rodrigues de Oliveira; Lara Kelly Guedes Vieira
O estágio supervisionado é essencial para a formação em licenciatura, representando a vivência prática no qual estudantes assumem o papel de alunos-docentes. Nesse espaço ocorrem importantes aprendizados, tanto no campo didático-pedagógico quanto na construção de uma identidade docente. Os esportes adaptados são uma ferramenta importante na educação física escolar para promover a inclusão e estimular a valorização das diferenças. O objetivo deste trabalho é relatar e refletir sobre as dificuldades enfrentadas durante o estágio, na aplicação de aulas envolvendo esportes adaptados no Ensino Médio. Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência, baseado na vivência de acadêmicos da Universidade Regional do Cariri. As atividades foram realizadas no período de 28 de abril a 19 de maio de 2025, como parte da disciplina Estágio Supervisionado IV. Durante esse período, foram ministradas aulas sobre quatro esportes adaptados: futebol de cinco, vôlei sentado, bocha adaptada e esgrima adaptada. Sendo abordados em duas aulas: aula teórica abordando histórico, regras, equipamentos e relevância social; e aula prática vivenciando os aspectos técnicos e lúdicos das modalidades com os alunos. As dificuldades encontradas foram a escassez de materiais específicos para a realização das práticas, o que exigiu dos professores a criação e adaptação de recursos. Essa limitação impactou diretamente o planejamento e a execução das aulas, exigindo criatividade e flexibilidade por parte dos acadêmicos. Outro desafio foi a resistência de alguns alunos em relação ao conteúdo, manifestada por comentários preconceituosos, tais falas evidenciam uma falta de sensibilização com à importância da inclusão e a diversidade, revelando a necessidade de um trabalho mais profundo sobre esta temática dentro da escola. A experiência evidenciou a importância de incluir conteúdos inclusivos, como os esportes adaptados, na formação de professores e na construção de uma educação sensível às diferenças. Apesar das limitações enfrentadas, o processo foi rico em aprendizados, exigindo estratégias criativas para adaptar materiais e promover respeito e empatia no ambiente escolar. A vivência reforça a necessidade de ampliar o debate sobre inclusão e de preparar os docentes para lidar com a diversidade e o enfrentamento de atitudes discriminatórias. O estágio, além de proporcionar prática pedagógica, revelou a urgência de uma cultura escolar mais acolhedora, crítica e transformadora.
Palavras-chave: Esportes adaptados,Educação física escolar,Educação inclusiva,Formação do professor de educação física
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Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIAS E DESAFIOS DO ESTÁGIO CURRICULAR IV NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA DO ENSINO MÉDIO
VICTOR RAMON BATISTA; Abel Talysson Da Silva
O Estágio curricular é uma etapa fundamental na formação de estudantes de Educação Física, especialmente no Ensino Médio, ao proporcionar experiências práticas e vivências em ambiente escolar. Essa etapa permite ao discente conhecer o ambiente escolar, interagir com professores e alunos, atuando tanto em aulas teóricas quanto práticas, contribuindo para a formação integral do futuro profissional. Este trabalho tem como objetivo, apresentar as vivências discentes durante o Estágio, destacando sua importância na formação profissional em Educação Física e analisando o impacto dessas experiências no desenvolvimento de habilidades pedagógicas e na compreensão da realidade escolar. A metodologia envolveu atividades de observação e participação nas aulas, com foco na compreensão das características das turmas e na adaptação das atividades às necessidades dos alunos. A professora cooperada destacou a importância de conhecer bem a turma, estimulando a participação por meio de perguntas e atividades que desafiem os estudantes a experimentar o novo, mesmo diante de resistências iniciais. Foram enfrentados desafios relacionados à diversidade de deficiências, transtornos e à falta de formação aprofundada de alguns professores, o que exigiu colaboração e troca de experiências com colegas, especialmente na adaptação de atividades para alunos com necessidades especiais. O acompanhamento foi qualitativo, com registro das participações, entregas de relatórios e observações durante as aulas. Os resultados indicam que o estágio foi de grande valor para o aprendizado, com participação ativa dos alunos nas aulas teóricas e práticas. As vivências em quadra permitiram aos discentes compreenderem a realidade dos estudantes e a dinâmica escolar. A colaboração com professores e profissionais da escola contribuiu para aprimorar a prática pedagógica, além de fortalecer a compreensão sobre a importância de adaptar atividades às diferentes necessidades dos alunos. O Estágio proporcionou uma experiência enriquecedora, possibilitando aos estudantes conhecerem a realidade escolar, desenvolver habilidades pedagógicas e entender a importância do trabalho colaborativo. A convivência com alunos reforçou a necessidade de formação contínua e de estratégias de adaptação às diversidades presentes na escola. A vivência prática revelou-se essencial para consolidar conhecimentos teóricos, aprimorar a postura profissional na promoção de um ambiente inclusivo e estimulante.
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Abrir o trabalhoFORMAÇÃO ACADÊMICA E PRÁTICA DOCENTE NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: RELATO DE EXPERIÊCIA
CICERO PEREIRA DOS SANTOS ; Keila Bruna da Silva Santos
O Estágio Curricular Supervisionado (ECS) traz a oportunidade de desenvolvimento do perfil profissional, e a construção do “ser professor”, permitindo que o estagiário conheça os seus limites e potencialidades dentro da educação básica, contribuindo para a aquisição de novos saberes e habilidades pedagógicas. Alguns estudos apontam que para uma vivência produtiva do estágio, é necessário formações que qualifiquem os alunos para a imersão no ambiente escolar. Além da experiência enriquecedora que é o ECS, muitos cursos oferecem projetos de pesquisa e extensão, grupos de estudos, monitorias e o Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), que surgem como uma forma de fomentar ainda mais a formação docente do licenciando durante a graduação. O objetivo do trabalho é refletir sobre como as formações acadêmicas podem contribuir para a redução da insegurança e melhorar a preparação dos discentes de Educação Física diante dos desafios da prática docente na educação básica. Trata-se de uma pesquisa do tipo relato de experiência, de caráter descritivo com abordagem qualitativa, baseada em registros dos diários de campo e análise dos relatórios semanais. O estágio curricular supervisionado, aliado a outras experiências formativas, podem fortalecer a confiança dos graduandos e aprimorar sua preparação para a docência em Educação Física. Diversas experiências formativas contribuíram para a construção da nossa postura em sala de aula, participar de outras atividades além das aulas, como projetos de extensões, pesquisa, grupo de estudos, participação em congressos, minicursos e o PIBID, contribuíram para ampliar nossa criatividade, conhecer novas metodologias e aprender diferentes formas de adaptação. Durante o ECS IV, foi possível perceber o quanto essas atividades ajudaram nas aulas. Os conhecimentos acumulados ao longo de nossas formações permitiram ir além de somente repassar o conteúdo, criando momentos de reflexão com os alunos sobre temáticas sociais e culturais atreladas ao conteúdo ministrado. Assim, promovemos um ambiente de construção do senso crítico, no qual tanto os estagiários quanto os alunos assumiram um papel no processo de ensino-aprendizagem. Concluímos, que as experiências durante as regências e nas diversas oportunidades (formações) durante a graduação, enriqueceram nosso enredo e permitiram que desenvolvêssemos um outro olhar para a docência; um olhar crítico, mais analítico e sem dúvidas, com carinho por nossa profissão.
Palavras-chave: Educação Física escolar, Estágio curricular supervisionado, Experiências formativas, Preparação
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Abrir o trabalhoJOGOS, BRINCADEIRAS E ESPORTES NO ENSINO MÉDIO: APRENDIZADOS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV
PEDRO HENRIQUE AVELINO CORREIA; Antônio Arthur Bezerra de Lima; Antônio Pedro Victor de Oliveira Alves
Este relato tem como objetivo compartilhar a experiência vivida durante o Estágio Supervisionado IV do curso de Educação Física, realizado em uma escola de ensino médio em tempo integral, no município de Iguatu-CE. As atividades desenvolvidas ao longo do semestre foram voltadas à utilização de jogos, brincadeiras e esportes como estratégias pedagógicas, buscando promover aprendizagens significativas e a participação ativa dos estudantes. O estágio teve início com momentos de observação e planejamento, realizados em parceria com o professor supervisor e os alunos. As aulas foram organizadas com foco na cooperação, no respeito mútuo e na valorização do coletivo, contemplando diferentes modalidades como handebol, voleibol, futsal, além de jogos e brincadeiras. Também foram ministradas aulas específicas e reflexivas sobre as práticas corporais que envolvem questões de gênero e étnico-raciais, incentivando o diálogo e a conscientização crítica entre os estudantes. Durante a prática, conseguimos observar um grande envolvimento dos alunos, principalmente nas propostas lúdicas que estimulavam o trabalho em grupo e a integração. As atividades também promoveram o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, como empatia, responsabilidade e resiliência. Apesar de alguns desafios, como a participação limitada de certos estudantes e a escassez de alguns materiais, foi possível desenvolver vivências educativas de grande potência, com criatividade e escuta ativa das necessidades e interesses dos alunos. A experiência reforçou a ideia de que os jogos e os esportes podem ser ferramentas fortes para o desenvolvimento motor, cognitivo e social dos jovens, especialmente quando o ambiente escolar valoriza o protagonismo dos estudantes e a formação integral. Conclui-se que o uso pedagógico dessas práticas contribui para tornar as aulas mais dinâmicas, inclusivas e conectadas ao cotidiano dos alunos, favorecendo a construção de um espaço educacional mais democrático, significativo e transformador.
Palavras-chave: Educação Física, Esportes, Jogos, Ensino Médio, Estágio
Oral
Abrir o trabalhoO ENSINO DO VOLEIBOL NO CONTEXTO ESCOLAR: EXPERIÊNCIAS E REFLEXÕES DE UM ESTÁGIO SUPERVISIONADO
JAYANE RODRIGUES DE LIMA; Hellen Christine Soares Sousa; Douglas Alves da Silva
Este relato tem como objetivo relatar e analisar a experiência vivenciada no Estágio Supervisionado IV do curso de Licenciatura em Educação Física. A prática foi realizada durante um semestre letivo em uma escola pública de ensino médio em tempo integral, localizada no município de Iguatu, no interior do estado do Ceará. O foco principal do trabalho foi o voleibol, modalidade escolhida por se destacar como a preferida entre os estudantes e por já estar fortemente inserida na cultura esportiva da escola. A primeira etapa do estágio consistiu em observações sistemáticas, permitindo compreender o perfil dos alunos e identificar suas preferências em relação às práticas corporais. Logo foi possível perceber o entusiasmo da turma pelo voleibol, que superava até mesmo o futsal em adesão e interesse. Essa popularidade se justificava por fatores como a frequência com que a modalidade aparece na mídia, o prestígio de atletas nacionais e a existência de campeonatos regionais que reforçam o vínculo dos jovens com esse esporte. A partir desse cenário, as aulas foram elaboradas considerando três dimensões da aprendizagem: cognitiva, procedimental e atitudinal. No aspecto cognitivo, buscou-se explorar o conhecimento das regras e táticas do jogo; na parte procedimental, trabalhou-se a execução dos fundamentos técnicos de maneira progressiva; e, no campo atitudinal, incentivaram-se valores como o respeito mútuo, o trabalho em equipe e a empatia entre os colegas. As práticas foram organizadas de modo participativo, promovendo o protagonismo dos alunos e garantindo a inclusão de todos nas atividades. Mesmo com desafios como a escassez de materiais e as limitações do espaço físico, foi possível realizar um trabalho pedagógico significativo. Soluções criativas e adaptações metodológicas foram fundamentais para superar esses obstáculos, além da escuta ativa dos alunos, que contribuiu para tornar as aulas mais envolventes e colaborativas. Além dos ganhos físicos e técnicos, observou-se uma evolução no aspecto social e emocional dos estudantes. A vivência com o voleibol colaborou para o desenvolvimento da autonomia, da responsabilidade e da convivência ética -competências indispensáveis em uma educação que valoriza a formação integral. Conclui-se que o ensino do voleibol, alinhado aos interesses dos alunos e fundamentado em práticas pedagógicas conscientes, pode enriquecer significativamente as aulas de Educação Física, tornando-as mais atrativas, educativas e transformadoras.
Palavras-chave: Educação Física, Ensino Médio, Voleibol, Formação Docente
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Abrir o trabalhoPROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO: relato de experiência
ANTONIA GRAZIELA MENDONÇA ALVES ; Antonio Gonçalves de Lima Neto; Vitória Lima da Silva Pereira
O estágio supervisionado é indispensável para a formação docente dos acadêmicos, pois é o momento em que os futuros docentes vão colocar em prática tudo aquilo que aprendeu na teoria, inclusive se preparar para o mercado de trabalho, além disso, essa etapa do estágio supervisionado além de fundamental para a formação acadêmica é a oportunidade do acadêmico ter a sua formação, transformação e amadurecimento profissional. Este resumo tem como tema: Processo de ensino aprendizagem nas aulas de educação física no estágio supervisionado: relato de experiência. Objetivando relatar as principais atividades realizadas, e a vivência de um grupo de estágios em uma escola pública de nível médio da cidade de Iguatu/CE. Trata-se de um relato de experiência de caráter qualitativo, realizada na escola EEMI Governador Adauto Bezerra da cidade de Iguatu/CE, que foi desenvolvido nos meses de abril a junho de 2025 com turmas de 1° e 2° ano do ensino médio, nos turnos manhã e tarde. A regência do estágio foi realizada em trio, com carga horaria de 48 horas, sendo 40 de regência. Durante o estágio, foi possível vivenciar na prática os desafios e as potencialidades da docência em Educação Física no ensino médio. As aulas permitiram identificar as dificuldades enfrentadas pelos estudantes quanto à participação e envolvimento nas atividades físicas, especialmente no contexto da escola pública. No entanto, por meio do planejamento coletivo, estratégias lúdicas e adaptação dos conteúdos à realidade dos alunos, observou-se uma melhora significativa no engajamento e na compreensão da importância da disciplina para a formação integral. Além disso, a experiência possibilitou aos estagiários o desenvolvimento de competências profissionais, como a comunicação, a organização e o trabalho em equipe, contribuindo para a construção de uma prática docente mais crítica, reflexiva e humanizada. Assim, conclui-se que o estágio supervisionado é uma etapa essencial para consolidar o conhecimento teórico, desenvolver a identidade profissional e promover uma intervenção pedagógica significativa no ambiente escolar.
Palavras-chave: Estagio Supervisionado,Formação Acadêmica,Educação Física Escolar,Prática Docente
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Educação Física Escolar, Educação Inclusiva, Inclusão Social, Equidade de gênero
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Abrir o trabalhoADOLESCÊNCIA, INCLUSÃO E MOVIMENTO: EXPERIÊNCIAS DE ESTÁGIO EM EDUCAÇÃO FÍSICA
ITALO FERNANDO FERREIRA ALVES; Francisco Wiliam Amorim Silva; Felipe Cardoso Alves; João Agostinho Neto
Introdução: O estágio é uma etapa essencial na formação de licenciandos, permitindo a vivência prática do papel docente, proporcionando troca de experiências e aprendizados entre profissionais e estudantes, favorecendo o desenvolvimento do futuro professor para lidar com diferentes realidades escolares, destacando também a importância da inclusão de alunos com deficiência, garantindo uma educação igualitária. Objetivo: Compreender e vivenciar a prática pedagógica na disciplina de Educação Física no Ensino Médio. Metodologia: Relato de experiência, se baseando na observação e na atuação em sala de aula por meio do planejamento e execução de atividades práticas em Educação Física. O estudo foi realizado em uma escola estadual de ensino médio em tempo integral na cidade de Iguatu/CE, com 28 regências ministradas no semestre letivo de 2025.1. As intervenções ocorreram nas turmas do 2º ano “A” Edificações e 2º ano “B” Finanças. As aulas foram adaptadas para atender à diversidade dos estudantes, com foco na inclusão de PCDs. Também houve diálogo com professores e análise do contexto escolar para embasar as práticas desenvolvidas. Resultados: A experiência de estágio revelou-se desafiadora diante da desvalorização da disciplina de Educação Física na escola, evidenciada pela substituição frequente das aulas por outras atividades ou disciplinas. Observou-se uma cultura escolar voltada à valorização excessiva de provas e avaliações externas, o que contribui para a resistência à disciplina. As aulas do professor titular priorizavam o lazer em detrimento de práticas voltadas à saúde e ao desenvolvimento integral dos alunos. Houve também resistência por parte dos estudantes à introdução de novas metodologias, com preferência recorrente por futsal, vôlei e queimada, além de uma postura dispersa. Notou-se ainda a pouca participação dos alunos PCDs, que demonstraram desmotivação em relação às atividades propostas. Considerações Finais: A vivência com alunos com deficiência foi desafiadora e enriquecedora, exigindo estratégias inclusivas nas aulas de Educação Física. A participação ativa dos estudantes, com apoio mútuo e superação de barreiras, mostrou a importância da prática inclusiva. A experiência reforçou o papel da escola, professor e aluno na valorização da disciplina e sua contribuição para o desenvolvimento integral, conforme a BNCC.
Palavras-chave: Educação Física, Estágio, Inclusão
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FISICA E ACESSIBILIDADE: EXPERIÊNCIAS E DESAFIOS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO V
VANESSA ALVES DA SILVA; PEDRO ASSUMAR DE OLIVEIRA FILHO
O presente relato descreve a experiência de estágio supervisionado V em Educação Física realizado no ensino fundamental 2 na escola municipal E.E.F Elze Lima Verde Montenegro, localizada em Iguatu CE, durante os meses de maio e junho de 2025. O estágio teve como principal objetivo proporcionar aos estagiários a vivência prática de estágio supervisionado V, com foco na acessibilidade de alunos com deficiência no ambiente escolar, envolvendo adaptações nos planejamentos das aulas para atender melhor às necessidades individuais dos alunos com deficiência e buscar fazer com que os mesmos se sentissem acolhidos, ativos, respeitados e integrados à turma e a comunidade escolar. As atividades envolveram a observação e a aplicação de aulas planejadas para as turmas de 8°A e 9° ano A. As atividades eram planejadas a partir do conteúdo do bimestre de cada turma, definido e repassado aos estagiários pelo o professor titular de educação física das duas turmas. No entanto a infraestrutura da escola dificultou bastante a realização do estágio, por motivos de não haver acessibilidade para a aplicação das aulas práticas de educação física devido a ausência de quadra coberta, à escassez de materiais de educação física, ao elevado número de alunos por turma, a frequência de eventos escolares como ensaios de quadrilhas juninas e a falta de interesse e incentivo por parte da gestão e comunidade escolar à cerca da importância do ensino acessível nas aulas de educação física. Apesar das dificuldades, a experiência proporcionou uma compreensão mais profunda da realidade do ensino escolar para pessoas com deficiência. A experiência vivida durante o estágio supervisionado em Educação Física no ensino fundamental II foi extremamente enriquecedora para a formação acadêmica dos estagiários. Mesmo diante das dificuldades encontradas, pôde-se compreender de forma mais ampla a realidade enfrentada pelos alunos com deficiência no ambiente escolar. Essa vivência mostrou o quanto é necessário olhar com mais sensibilidade para as necessidades desses alunos e buscar estratégias que realmente favoreçam a integração dos mesmos nas aulas. Essa experiência reforçou a necessidade de um olhar mais atento e empático por parte dos profissionais da educação, para que se possa promover, de fato, uma escola acessível. Destaca-se, ainda, a urgência de políticas públicas que garantam melhores condições estruturais às instituições de ensino.
Palavras-chave: ACESSIBILIDADE,EDUCAÇÃO FÍSICA ,ESTÁGIO SUPERVISIONADO
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA INCLUSIVA NO ENSINO MÉDIO: PRÁTICAS E VIVÊNCIAS DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
FELIPE ALVES DA SILVA; Ana Beatriz Freitas de Melo; Leonardo Vieira da Silva
O Estágio Supervisionado V do curso de Licenciatura em Educação Física é um componente obrigatório na formação docente que proporciona aos discentes a vivência dos saberes construídos ao longo da graduação. No contexto da Educação Física Inclusiva no Ensino Médio, o estágio possibilita o contato com a diversidade presente nas escolas, exigindo do estagiário sensibilidade, criatividade pedagógica e entendimento de estratégias adaptadas para garantir a participação de todos os alunos nas aulas respeitando suas limitações garantindo ludicidade e o cumprimento dos objetivos traçados. Este trabalho visa relatar as experiências e práticas vivenciadas no Estágio Supervisionado V, realizado em uma escola pública estadual de ensino médio de tempo integral, com ênfase na inclusão de alunos com deficiência nas aulas de Educação Física. A metodologia adotada foi de caráter descritivo-experiencial, feita em observações diretas, planejamento e execução de aulas adaptadas. As intervenções pedagógicas buscaram contemplar atividades motoras acessíveis e lúdicas, respeitando as especificidades de cada aluno, promovendo a integração e o desenvolvimento de competências motoras, cognitivas e socioafetivas. Os resultados indicaram avanços significativos na participação dos alunos com deficiência, melhora na interação entre os estudantes e ampliação do compreendimento sobre inclusão por parte da turma e da equipe escolar permitindo os alunos a troca de conhecimentos e afeto durante as aulas, outro ponto a ser destacado é a proximidade com os professores estagiários ao decorrer das regências. Além disso, os registros apontaram o fortalecimento das competências docentes dos estagiários, sobretudo quando se refere à capacidade de adaptação curricular e mediação pedagógica em contextos inclusivos, essa essencial na formação acadêmica. Conclui-se que o Estágio Supervisionado V é uma etapa essencial para a formação da prática docente inclusiva, pois, o mesmo requer cuidado, atenção e imparcialidade, assim, permitindo ao futuro professor compreender a complexidade do ambiente escolar e desenvolver habilidades fundamentais para atuar com equidade e respeito à diversidade de todos os alunos, permite ter uma visão macro, independente se o aluno possuir ou não alguma deficiência o estágio molda a ver todos como iguais e pensar na sala de aula na totalidade ao proporcionar um ambiente acolhedor e de ludicidade para toda a turma.
Palavras-chave: Estágio,Educação Inclusiva,Educação Física,Ensino Médio
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: INCLUSÃO E SEUS DESAFIOS
GUSTAVO CHAVES DE SOUSA ; Antônio Ferreira Do Nascimento Neto
RESUMO A inclusão de alunos com deficiência nas aulas de Educação Física escolar ainda enfrenta múltiplos desafios no contexto da educação em todo o âmbito do país. Os principais desafios incluem a falta de instalações físicas apropriadas, a falta de profissionais qualificados e a falta de recursos materiais para adaptação. A experiência prática dos professores evidencia a carência de recursos que garantam um ambiente realmente acessível e inclusivo para esses alunos. Portanto, o propósito deste estudo é descrever a situação dos estudantes com deficiência nas aulas de Educação Física e os desafios causados pela escassez de recursos que prejudicam sua participação nas atividades sugeridas. A metodologia utilizada baseou-se em observações diretas e entrevistas realizadas durante o estágio supervisionado com a gestão escolar, incluindo os professores, em uma escola pública situada no município de Iguatu, no estado do Ceará. Os relatos coletados mostram que, apesar do bastante esforço desses professores de Educação Física em adaptar as atividades para atender todas e quaisquer necessidades dos alunos com deficiência, ainda existem barreiras bastante significativas. Dentre as dificuldades mencionadas, estão a falta de profissionais para suporte, a falta de uma capacitação mais aprofundada dos professores em Educação Física Adaptada, além da falta de recursos, materiais e espaços físicos mais acessíveis. Constatou-se que tais obstáculos estruturais, aliados à falta de recursos pedagógicos e didáticos adaptados, prejudicam o progresso motor, cognitivo e social dos estudantes com deficiência, comprometendo assim o que a inclusão escolar pode proporcionar de melhor na vida desses estudantes. A conclusão aponta que, para além do esforço individual dos docentes, é fundamental serem investidos em políticas públicas específicas, que garantam uma formação mais adequada dos professores que lidam diretamente com os alunos, a presença de equipes multidisciplinares é de um apoio enriquecedor, junto a reestruturação dos espaços dentro do âmbito escolar. Apenas dessa forma podemos garantir um ensino verdadeiramente inclusivo, que valorize a individualidade de cada pessoa e favoreça o desenvolvimento integral dos estudantes com deficiência nas aulas de educação física. Palavras-chave: Inclusão. Deficiência. Educação Física Escolar
Palavras-chave: Inclusão,Deficiência,Educação Física Escolar
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO INCLUSIVA: ESTÁGIO SUPERVISIONADO COM ALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL II
WARLEY VIEIRA ANSELMO ; ANNA BEATRIZ MACEDO DE CARVALHO; RICARDO OLIVEIRA BARROS FILHO
O estágio supervisionado em Educação Especial, sob a perspectiva inclusiva no Ensino Fundamental, representa uma oportunidade única para a formação docente. Ele contribui tanto para o desenvolvimento de práticas pedagógicas inclusivas e reflexivas quanto para o aprofundamento do conhecimento sobre a Política Nacional de Educação Inclusiva. Este trabalho tem como objetivo relatar a experiência vivenciada durante o estágio curricular obrigatório, realizado entre maio e junho de 2025, em turmas do 7º e 8º ano de uma escola pública municipal na cidade de Iguatu-CE. A proposta é discutir os conteúdos abordados, os aspectos legais da educação inclusiva e o papel do professor no processo de ensino e aprendizagem da Educação Física inclusiva. Os métodos adotados incluíram observação participante, intervenção pedagógica planejada e avaliação ativa, sempre considerando os princípios da inclusão escolar. As atividades foram desenvolvidas a partir dos conteúdos programáticos de Esportes de Invasão, Esportes de Aventura, Jogos e Brincadeiras, Ginástica Geral e Esportes de Campo e Taco. As estratégias de ensino envolveram exposição verbal com demonstração, estímulo à interação e participação, uso de abordagem mista e metodologias ativas, como gamificação e resolução de problemas. Todas as práticas foram adaptadas para atender às especificidades dos estudantes, com foco na autonomia, socialização e aprendizagem significativa. Os resultados apontam que uma atuação planejada e sensível às singularidades dos educandos fortalece práticas pedagógicas verdadeiramente inclusivas no contexto escolar. A diversificação das unidades temáticas da Educação Física possibilita múltiplas vivências e experiências, despertando nos alunos uma motivação intrínseca, refletida em maior participação e aprendizado durante as aulas. O estágio proporcionou experiências desafiadoras e enriquecedoras, que reforçam o compromisso ético e profissional com uma educação de qualidade para todos. Conclui-se que vivenciar a docência sob a perspectiva inclusiva amplia o olhar crítico do futuro professor, exige uma reflexão sobre práticas pedagógicas tradicionais e evidencia o papel essencial do docente como mediador, acolhedor e facilitador do processo de ensino-aprendizagem.
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Abrir o trabalhoEquidade e acesso nas aulas de Educação Física: Gênero e deficiência
ANTONIO GONÇALVES DE LIMA NETO; Hugo de Oliveira Firme; Hugo de Souza Cândido
A vivência docente no componente curricular de Educação Física tem proporcionado reflexões importantes acerca da necessidade de garantir equidade e acesso nas práticas escolares, principalmente quando se consideram as divisões por gênero e a presença de estudantes com deficiência. O presente trabalho tem como objetivo relatar e analisar experiências observadas em aulas de Educação Física escolar, com foco nas questões relacionadas à organização de turmas por genêro e à participação de alunos com deficiência. A metodologia adotada baseou-se em observações diretas realizadas durante a prática de estágio supervisionado em uma escola de rede pública de ensino, na cidade de Iguatu-Ce, envolvendo turma do ensino fundamental. Foi utilizado fichas para registrar aspectos estruturais das aulas, da interação entre os alunos e da atuação docente frente às demandas de acessibilidade e justiça educacional. Os resultados evidenciaram que ainda é comum a divisão das aulas em grupos masculinos e femininos, muitas vezes associada a estereótipos sobre capacidades físicas e preferências esportivas, o que limita a diversidade de vivências. Em relação aos alunos com deficiência, foram identificadas tanto barreiras físicas quanto atitudinais que comprometem sua participação plena. Observou-se ainda que as aulas práticas aconteciam em horário de contraturno e fora das dependências da escola, sendo realizadas na quadra da URCA – Universidade Regional do Cariri, que fica cerca de 1 km da escola. Essa organização, embora funcional para alguns, pode ter contribuído para a baixa frequência de partes dos estudantes, especialmente daqueles que enfrentam dificuldades de locomoção ou conflitos de horário. Conclui-se que, apesar de avanços pontuais, ainda há desafios significativos no sentido de promover uma Educação Física escolar verdadeiramente equitativa e acessível. Para isso, é fundamental que as propostas pedagógicas considerem as diferenças como ponto de partida e adotem práticas que respeitem as singularidades dos estudantes, contribuindo para a construção de um ambiente escolar mais justo, plural e democrático.
Palavras-chave: Equidade, Acessibilidade, Gênero, Educação Física Escolar
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Abrir o trabalhoEsporte, Inclusão e Sensibilidade: Relato de Estágio nas Olimpíadas das APAES com Pessoas com Deficiência Visual
JULIANY GONÇALVES LUCIANO; Joyce Maria da Silva; Yasmin Bandeira Freitas
Atualmente, o esporte para pessoas com deficiência vem ganhando cada vez mais destaque na sociedade. A prática esportiva promove uma maior interação social, além de contribuir significativamente para o desenvolvimento físico, cognitivo e emocional dessas pessoas. É fundamental que os esportes voltados às pessoas com deficiência visual também recebam a devida valorização e visibilidade, reconhecendo seu papel na inclusão e no empoderamento dos participantes. Com isso, o presente relato tem como objetivo descrever e refletir sobre a participação de pessoas com deficiência visual nas Olimpíadas das APAEs na cidade de Iguatu-CE. Refere-se á um estudo de caráter qualitativo, descritivo na narrativa do relato de experiência de acadêmicos do curso de Educação Física, durante o período de estágio supervisionado na Educação Especial. O estágio foi realizado na APAE de Iguatu-CE. As regências foram realizadas com 4 turmas, com diferentes faixas etárias, sendo que em duas delas foi trabalhado o conteúdo voltado para o treinamento esportivo devido a participação da maioria nas Olimpíadas. Em uma turma, tinha dois deficiêntes visuais, onde eles participaram das provas de natação, corrida e arremesso de peso. Foi notório a ampla participação dos estudantes nas atividades esportivas durante as Olimpíadas das APAEs, refletindo as oportunidades oferecidas pela instituição em parceria com os professores. Ao longo das aulas preparatórias, foi possível observar o empenho, a dedicação e a alegria de cada aluno, especialmente daqueles com deficiência visual, que demonstraram superação constante e grande envolvimento nas práticas esportivas. A atuação dos alunos com deficiência visual foi marcada por garra, autonomia e interação, evidenciando a importância do esporte como ferramenta de inclusão, valorização pessoal e socialização dentro do ambiente da instituição. Diante disso podemos perceber que o esporte para pessoas com deficiência visual é de suma importância para o bom desenvolvimento dos mesmos em todos os aspectos de sua vida, principalmente na social. Muitos deles levam aquela participação nas olimpíadas como uma superação, que muitas vezes é negligenciada por falta de oportunidades. Que os profissionais busquem cada vez mais incentivar essa participação dos mesmos em diferentes movimentos que envolvam esporte e interação social.
Palavras-chave: Deficientes visuais,Olimpiadas,APAE,Estágio
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Abrir o trabalhoFALTA DE ESTRUTURA E FALTA DE FORMAÇÃO: OS DESAFIOS DA INCLUSÃO DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA PÚBLICA
WESLEY LEANDRO DE LIMA; Áthyla Arraes de Carvalho; Dágila Pereira Ferreira
Este relatório descreve as vivências do Estágio Supervisionado V em Educação Física, focado na inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) em turmas de 6º e 7º ano na Escola Carlota Távora, Iguatu-CE. O objetivo foi aplicar conhecimentos teóricos em práticas pedagógicas adaptadas, considerando as dimensões cognitivas, psicossociais e motoras dos estudantes. A metodologia envolveu a predominância de aulas teóricas, devido às limitações de infraestrutura, mas com a inserção de atividades práticas adaptadas em sala de aula e em um pátio externo. Foram abordados conteúdos como futsal, lutas, e aspectos históricos de esportes como futebol, futsal, handebol e jogos de rede. Os resultados destacam a importância da adaptação de conteúdos e metodologias para diferentes níveis de compreensão, a criação de um ambiente acolhedor e cooperativo, e o planejamento de atividades que respeitem as particularidades motoras dos alunos. No entanto, o estágio revelou desafios significativos e a necessidade premente de uma abordagem mais crítica e estruturada para uma inclusão efetiva. A falta de uma quadra adequada na escola e a escassez de materiais didáticos específicos para a Educação Física Adaptada (EFA) evidenciaram uma infraestrutura precária, que limita severamente a aplicação de práticas inclusivas eficazes. Além disso, a carência de conhecimento empírico sobre deficiências específicas, como o TEA e o TDAH, por parte da equipe docente, dificultou a elaboração de estratégias pedagógicas verdadeiramente individualizadas e assertivas. A resistência de algumas Pessoas com Deficiência(PCDs) que compõe parte da sala em participar das propostas, muitas vezes devido à falta de compreensão ou de estímulos adequados, ressalta a necessidade de uma formação mais aprofundada e prática para os educadores. Apesar desses obstáculos, o estágio reforçou a importância de uma Educação Física comprometida com o respeito às diferenças e o direito de todos ao movimento e à aprendizagem. As considerações finais enfatizam que a inclusão vai além da presença física, exigindo uma transformação profunda nas estruturas escolares e na capacitação dos profissionais, garantindo que todos se sintam parte do processo de ensino-aprendizagem, promovendo uma Educação Física acessível, humana e transformadora.
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Abrir o trabalhoVIVÊNCIAS DA DOCÊNCIA NA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR JOGOS E BRINCADEIRAS NO ENSINO FUNDAMENTAL II: ACESSIBILIDADE NO ESTÁGIO V DE EDUCAÇÃO FÍSICA
ANA KAROLINA ALVES BEZERRA ; Ricardo Ferreira gondim; Aldiana Ferreira dos Santos
O Estágio V, parte da formação em Licenciatura em Educação Física, teve como objetivo analisar e vivenciar criticamente as possibilidades pedagógicas dos “Jogos e Brincadeiras” no Ensino Fundamental II. A proposta buscou compreender como essas práticas contribuem para o desenvolvimento integral dos alunos, promovendo inclusão e socialização. A metodologia adotada foi baseada na observação participante e na aplicação de aulas práticas organizadas em três eixos: brincadeiras tradicionais, jogos competitivos e cooperativos adaptados, sempre considerando o contexto escolar, espaço físico e recursos disponíveis. Desenvolvido com turmas de 10 a 13 anos, o estágio revelou uma participação ativa, com destaque para o envolvimento das meninas em atividades tradicionalmente dominadas pelos meninos. As aulas incluíram atividades como queimada, brincadeiras de roda, circuito motor e futebol adaptado, planejadas com foco na inclusão e no protagonismo estudantil. A escuta ativa foi fundamental para criar um ambiente democrático e participativo, valorizando as vozes dos alunos no processo de ensino-aprendizagem. Apesar das limitações enfrentadas — como escassez de materiais, espaço físico reduzido e atitudes excessivamente competitivas —, foi possível perceber que um planejamento flexível aliado a uma mediação sensível pode transformar as aulas em momentos significativos de convivência, aprendizagem e construção de valores como solidariedade, empatia e respeito. A vivência reforçou o potencial pedagógico dos jogos e brincadeiras, que vão além do desenvolvimento motor, promovendo habilidades cognitivas, afetivas e sociais, além de resgatar elementos da cultura popular e tornar o ambiente escolar mais acolhedor. Ficou claro que o sucesso das práticas inclusivas depende da escuta atenta e da capacidade do professor de adaptar as atividades conforme as necessidades da turma. O Estágio V contribuiu não apenas para o desenvolvimento das competências pedagógicas do estagiário, mas também para proporcionar aos alunos vivências mais cooperativas, significativas e alegres. Reafirma-se, assim, a importância de práticas pedagógicas críticas, reflexivas e sensíveis às realidades concretas da escola
Palavras-chave: Educação fisica, acecibilidade, jogos e brincadeira
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