23 de 23 trabalho(s) aceito(s)
A ELABORAÇÃO DE UM MATERIAL DIDÁTICO INCLUSIVO: UMA EXPERIÊNCIA A PARTIR DA DISCIPLINA PSICOLINGUÍSTICA
JOÃO GABRIEL LIMA DE ALCÂNTARA ; José Vinícius Alves de Lacerda; Fábia Nayane Maia Lima; Sandra Espinola dos Anjos
O presente trabalho apresenta a experiência de elaborar um material didático inclusivo na disciplina de Psicolinguística, buscando unir teoria e prática.
Palavras-chave: Material Didático,Disciplina Psicolinguística,Libras, Inclusão
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoANÁLISE DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA EEMTI VIRGÍLIO TÁVORA EM BARBALHA, CEARÁ: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
ALICE SALES
Este trabalho analisa a implementação da política de educação inclusiva na Escola de Ensino Médio em Tempo Integral (EEMTI) Virgílio Távora, em Barbalha, Ceará, a partir de um relato de experiência. O objetivo do estudo é investigar como os princípios da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e do Estatuto da Pessoa com Deficiência são concretizados no cotidiano escolar. A metodologia baseou-se em entrevistas com o núcleo gestor e com as profissionais do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Os resultados indicam que a escola possui um Projeto Político-Pedagógico alinhado à BNCC, que orienta as práticas inclusivas. A instituição conta com infraestrutura de acessibilidade, como rampas e pisos táteis, e uma Sala de Recursos Multifuncionais. O AEE atende sessenta estudantes com diversas deficiências, por meio de Planos de Atendimento Educacional Individualizado (PAEI), elaborados por duas profissionais especializadas e, recentemente, com o apoio de uma intérprete de Libras. Apesar dos avanços, foram identificados desafios significativos, como a sobrecarga das profissionais do AEE, que assumem tarefas para além de suas competências, a ausência de um cuidador escolar e de suporte psicológico, a falta de materiais diversos e a baixa participação de algumas famílias no processo educativo. Conclui-se que, mesmo com as dificuldades, o modelo de educação integral e o AEE fortalecem a formação acadêmica e socioemocional dos alunos, contribuindo para uma juventude mais resiliente.
A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADE RUBRO-NEGRA: Uma análise discursiva das canções de arquibancada do Flamengo
ALEXANDRE CAIO MONTEIRO SILVA
O presente trabalho tem como objetivo investigar a construção de identidade nas canções de arquibancada do Clube de Regatas do Flamengo, considerando-as como discursos sobre pertencimento e afetividade coletiva no contexto sociocultural brasileiro. A pesquisa é de natureza qualitativa, com caráter analítico-interpretativo, sustentada por uma fundamentação bibliográfica ancorada na Análise do Discurso (AD), articulando a análise da materialidade linguística à dimensão ideológica e enunciativa dos cantos. Para tanto, dialoga-se com Pêcheux (1990), ao situar as canções em suas condições de produção e compreender como o discurso futebolístico é atravessado por ideologias de identidade e poder simbólico; com Maingueneau (2006), ao analisar as canções como um gênero literomusical coletivo, observando a cenografia discursiva em que os torcedores se inscrevem; com Charaudeau (2006), ao examinar as estratégias enunciativas que constroem um “nós” identitário em oposição a um “eles” rival; e com Stuart Hall (1997), ao compreender a identidade como um processo dinâmico, relacional e discursivo, constituído no interior das representações simbólicas que se atualizam no e pelo discurso. Desse modo, embora outros aspectos como a emoção, o pertencimento e a rivalidade estejam presentes, eles aparecem de forma complementar, sendo a identidade e o pertencimento coletivo o eixo central da análise. Assim, buscou-se compreender como as canções de arquibancada mobilizam recursos discursivos e afetivos para construir sentidos de união, resistência e orgulho rubro-negro, revelando o estádio como espaço simbólico de produção e reafirmação da identidade coletiva.
Oral
Abrir o trabalhoANÁLISE DE LIVROS DIDÁTICOS PARA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA): UMA ABORDAGEM SOCIOLINGUÍSTICA
O CONTO COMO ELEMENTO PARA A LEITURA CRÍTICA: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO
JOSÉ GUILHERME OLIVEIRA SILVA ; Emanuel Matheus Vieira Santos; Francisca Vanessa Pereira dos Anjos; Maria Édina Moura Gomes
O artigo apresenta os resultados de uma pesquisa quanti-qualitativa, de caráter básico e orientada pela pesquisa-ação, desenvolvida no Estágio de Observação do Curso de Letras Português/Espanhol do IFCE - campus Crato. A proposta surgiu da constatação da dificuldade dos alunos em se envolverem com a leitura literária, o que compromete a formação leitora e o desenvolvimento crítico-reflexivo. Diante disso, buscou-se repensar práticas pedagógicas que articulam teoria e prática, considerando as demandas específicas de cada turma e as limitações enfrentadas diante de textos mais extensos. A pesquisa foi dividida em duas etapas: observação direta das turmas do Ensino Fundamental e Médio, para identificar dinâmicas e desafios relacionados à leitura, e aplicação de um questionário diagnóstico, a fim de compreender os fatores que dificultam o contato com a literatura. Entre os principais elementos observados, destacam-se o desinteresse, a ausência de hábitos de leitura no ambiente familiar e as dificuldades de compreensão textual decorrentes de lacunas formativas anteriores. Com base nesses dados, elaborou-se um projeto de intervenção pedagógica centrado na leitura crítica de um conto, selecionado por seu potencial de promover o interesse e o debate. A intervenção priorizou o diálogo, a interpretação coletiva e a reflexão crítica, evidenciando a importância do estágio supervisionado como espaço de integração entre teoria e prática. Os resultados apontam que estratégias bem estruturadas favorecem o engajamento dos alunos, estimulam o hábito da leitura e ampliam a capacidade de análise e interpretação. Os estudantes mostraram-se mais participativos e dispostos a relacionar o texto literário com suas experiências cotidianas. Conclui-se, assim, que a pesquisa-ação, aplicada ao estágio de observação, constitui uma ferramenta eficaz para diagnosticar problemas e propor práticas pedagógicas que reafirmam o valor da literatura como instrumento de formação crítica e emancipadora.
Oral
Abrir o trabalhoA marginalização feminina em Orlando, de virginia Woolf.
NICOLLI HELLEN MARCELINO; Michel Macedo Marques
A presente pesquisa em andamento tem como objetivo analisar como ocorre a marginalização da mulher e do seu gênero a partir da obra Orlando (1928), de Virginia Woolf considerada um marco do modernismo inglês e da crítica feminista. Dando visibilidade a importância a essas questões dentro e fora da universidade, a análise dialoga diretamente com teorias feministas e de gênero, e estabelece um elo entre reflexões teóricas e representações ficcionais. Tal abordagem permitirá ampliar a compreensão sobre como a literatura não apenas reflete, mas também tensiona e questiona estruturas sociais de exclusão, reafirmando a literatura como espaço de representação e transformação social. A fundamentação teórica se apoia em estudiosas como Mary Wollstonecraft (1792), Simone de Beauvoir (1949) e Bell Hooks (2018), que abordam as estruturas patriarcais e suas consequências na construção da identidade feminina. Além de pensamentos da própria Virgínia Woolf, esses referenciais permitem compreender a literatura como um espaço de resistência e de denúncia das desigualdades de gênero. A metodologia utilizada é de natureza qualitativa, com abordagem bibliográfica e análise interpretativa da obra Orlando. O estudo busca identificar, através da personagem-título e de sua trajetória entre os séculos, como Woolf apresenta o gênero como construção social e o silenciamento histórico das mulheres. Como resultados parciais, observa-se que a autora rompe com os limites de gênero literário e biológicos da sua época, propondo uma nova forma de olhar para a mulher. Espera-se, com o término da pesquisa, evidenciar como Orlando atua como crítica ao sistema patriarcal e como manifestação artística de emancipação, além de análise da obra contribui para compreender a importância da representatividade feminina em obra literárias.
Palavras-chave: Gênero, feminismo, literatura, Orlando, Virginia Woolf
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoAS TECNOLOGIAS NO ENSINO DE PORTUGUÊS
JOEL GONÇALVES DE OLIVEIRA
Resumo: As tecnologias têm transformado muito o ensino de português. Hoje, professores e alunos podem contar com ferramentas digitais que facilitam a leitura, a escrita e a comunicação. Recursos como computadores, celulares e plataformas on-line permitem acesso rápido a textos, dicionários, gramáticas e atividades interativas. Além disso, vídeos, jogos educativos e aplicativos tornam as aulas mais dinâmicas, aproximando a aprendizagem da realidade dos estudantes. O uso de ambientes virtuais também favorece a troca de experiências e a colaboração entre colegas. Essas ferramentas ajudam a desenvolver competências de leitura crítica e produção textual, importantes tanto na escola quanto no dia a dia. O professor continua sendo essencial, mas agora conta com mais recursos para ensinar de forma criativa. Assim, a tecnologia não substitui o aprendizado tradicional, mas amplia as possibilidades de ensino e aprendizagem do português, tornando o processo mais atrativo e significativo para os alunos.
Palavras-chave: Tecnologia. Ensino. Português.
Resumo Simples
Abrir o trabalhoDO IMPRESSO AO DIGITAL: O LEITOR E A TRANSFORMAÇÃO DA DIVULGAÇÃO LITERÁRIA NA CONTEMPORANEIDADE
LIDIANE LAISE COSMO COSTA
O estudo busca analisar o papel do leitor principalmente na divulgação literária de teor afetivo, sendo assim o seu poder de propaganda. A observação das práticas democráticas se estende desde novas formas de publicação de obras, acesso à leitura e criação de comunidades voltadas ao debate e divulgação. A criação de conteúdo nas plataformas YouTube e TikTok, que suportam as comunidades BookTube e BookTok respectivamente, possibilitam a compreensão das transformações sofridas desde a época em que tais comentários acerca de livros circulavam via jornal impresso. Dessa forma, a metodologia utilizada é a de comparação entre os vídeos e demais posts contemporâneos e textos publicados em jornais no século XIX. São abordados pontos como literatura como suporte de memória, gêneros literários mais comentados, discurso e publicidade, a fim de ressaltar a importância da democratização do acesso aos livros.
PROJETOS E ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS PARA POTENCIALIZAR O ENGAJAMENTO NO ENSINO DE HISTÓRIA E FILOSOFIA
IRIA MARIA OLIVEIRA; João Pedro Eleutério
Este trabalho apresenta resultados parciais do Projeto JOIA, voltado ao desenvolvimento de práticas pedagógicas criativas no ensino de História, Filosofia e História Regional. A proposta parte da compreensão de que a formação crítica dos estudantes demanda não apenas o domínio de conteúdos tradicionais, mas também a integração de repertórios culturais contemporâneos, próximos à sua vivência cotidiana. Nesse sentido, o objetivo central é ampliar a participação dos estudantes, despertar o interesse pelas disciplinas e potencializar a leitura crítica da realidade, utilizando recursos como a linguagem dos memes, referências à cultura pop e a discussão de atualidades. Tais ferramentas contextualizam o conhecimento histórico e filosófico, promovendo diálogo entre o saber acadêmico e os universos simbólicos dos discentes. A metodologia adotada é qualitativa, com base em oficinas, minicursos e aulas expositivas-dialogadas, em que os estudantes são incentivados a produzir materiais próprios (cartazes, roteiros audiovisuais, debates, entre outros), apropriando-se dos conceitos trabalhados em sala. Como resultados parciais, observou-se maior engajamento em atividades que articulam o humor e o pensamento crítico, além do fortalecimento da identidade regional quando as discussões contemplam temas locais, em diálogo com o global. A experiência aponta que metodologias alternativas, fundamentadas na cultura digital e na personalização do ensino, favorecem a inclusão de diferentes perfis de aprendizagem e contribuem para uma prática pedagógica mais significativa, participativa e transformadora, alinhada aos desafios da formação docente no Brasil.
Palavras-chave: metodologias alternativas,ensino básico,linguagens,cultura digital,práticas pedagógicas
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoFORMAÇÃO DE LEITORES NA EDUCAÇÃO BÁSICA: REFLEXÕES SOBRE O HÁBITO DE LEITURA
CÍCERO ISMAEL SOUZA DOS SANTOS ; ALICE MORAES DE SOUZA; FRANCINEIDE CUSTODIO DA SILVA; GEOVANA BATISTA FERNANDES
O presente trabalho apresenta um estudo sobre a formação de leitores na Educação Básica. Como objetivo geral, busca-se compreender como se constrói o hábito de leitura entre os estudantes em diferentes etapas de ensino. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, do tipo bibliográfica e de campo. A investigação se alicerça na 6ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil (2024), do Instituto Pró-Livro, assim como na pesquisa realizada em uma escola de ensino particular, etapa do Ensino Fundamental – Anos Finais - e Ensino Médio, na cidade de Crato-CE, com o propósito de comparar os resultados de ambos os estudos. Segundo a Pesquisa Nacional, a definição de leitores e não leitores se constrói conforme a quantidade de livros lidos em um período de meses e o interesse pela leitura. Nas duas bases de investigação, foi possível observar uma diminuição no número de leitores nos últimos 6 (seis) anos, principalmente no ambiente escolar. Este resultado está associado à falta de incentivo ao acesso à livros e à ausência de práticas de leituras significativas. Outro aspecto observado são os resultados que demonstram uma perda significativa de leitores no ambiente escolar, evidenciando a urgência de refletir sobre as práticas de leitura desenvolvidas nesse espaço. Diante desse cenário, percebe-se a necessidade de repensar o modo como a leitura é trabalhada, de forma que não se restrinja à simples decodificação ou ao cumprimento dos conteúdos, mas que seja prazerosa e convidativa, tornando-se hábito.
Palavras-chave: Leitura,Educação Básica,Formação de Leitores
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoIntrodução aos metaplasmos: tipologia, denominação, definição.
ANTONIO CRISÓSTOMO DAMASCENO FILHO
Em termos diacrônicos, a Língua Portuguesa é resultante de uma longa sucessão de transformações, que têm origem no Latim, passando, obrigatoriamente, por sua variação de interesse filológico, o Latim Vulgar, e, especificamente, por sua variante medieval utilizada na Península Ibérica, conhecida como Romance Galego-português. Tais transformações, porém, deram-se em vários níveis de descrição linguística, dentre os quais, o nível fonético, que assume papel fundamental na constituição do plano de expressão de seu estado atual. Os metaplasmos, portanto, em sua condição de fenômenos de mudança fonética, cumprem a função de ajudar a descrever e, consequentemente, entender, na medida do possível, como essas transformações se desenrolaram no decorrer do tempo. Nossa proposta, diante disso, tem por objetivo fazer uma abordagem introdutória dessas mudanças, por meio de sua descrição, tipologia, denominação e definição, daquilo que a tradição linguístico-filológica dá o nome de metaplasmos. A metodologia adotada será basicamente a da aula expositivo-dialogada, com a ajuda de apresentações gráficas na forma de slides, para a exposição do conteúdo, de material escrito com a síntese da apresentação, para o acompanhamento alternativo, bem como de formulários digitais, para o processo de verificação da aprendizagem. Para tanto, nossa proposta recorre ao apoio, principalmente, da bibliografia especializada das áreas da Linguística e da Filologia, em especial, nas obras de Bassetto (2016), Camara Jr. (1964; 1979), Dubois (et al., 2014), Faria (1957), dentre outras.
Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Educação Inclusiva, Políticas Públicas de Educação, Acessibilidade, Formação de Professores
Oral
Abrir o trabalhoO ensino de inglês numa perspectiva inclusiva para alunos com TDAH e TEA
NATHANAEL BARBOSA DA PENHA; Pedro Costa Almeida Figueiredo
A inclusão escolar tem se consolidado como um dos pilares das práticas pedagógicas contemporâneas, especialmente no ensino de línguas estrangeiras, que requer sensibilidade diante das diferenças individuais. Nesse contexto, o ensino de inglês para alunos com Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) e Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresenta desafios, mas também inúmeras possibilidades pedagógicas. Portanto, torna-se essencial a busca de práticas flexíveis, diversificadas e centradas no aluno, capazes de promover a aprendizagem significativa e o desenvolvimento integral desses alunos. O presente estudo tem como objetivo analisar de que forma as práticas de ensino de inglês podem ser adaptadas para atender melhor às especificidades de alunos com TDAH e TEA, considerando os princípios da Educação Inclusiva e as abordagens comunicativas contemporâneas. Doravante, a metodologia adotada neste trabalho fundamenta-se em uma revisão bibliográfica de caráter qualitativo, baseada em autores que discutem inclusão educacional, ensino de línguas e necessidades educacionais específicas. Para tanto, é necessário uma análise de artigos científicos, diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e estudos de caso que explorem práticas inclusivas em contextos de língua estrangeira. Essa discussão assume um caráter importante para o professor, sendo ele o mediador sensível às particularidades cognitivas e comportamentais desses estudantes, com o intuito de promover um ambiente inclusivo, acolhedor e interativo. Nesse sentido, a formação docente contínua e o trabalho interdisciplinar tornam-se fundamentais para o sucesso das práticas pedagógicas. Conclui-se, portanto, que o ensino de inglês numa perspectiva inclusiva representa não apenas uma demanda pedagógica, mas também um compromisso ético com a diversidade.
Palavras-chave: inclusão,ensino de línguas, TDAH, TEA, Educação linguística
Oral
O PROCESSO DE FORMAÇÃO DO INTÉRPRETE DE LIBRAS E SUA CONTRIBUIÇÃO NA TRAJETÓRIA DA LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
RAFAEL GONÇALVES SILVA
A Importância da Língua Brasileira de Sinais no contexto social e, principalmente, na conjuntura familiar e escolar, traz bastantes benefícios no que se refere à garantia de direitos e de identidade da comunidade surda, pois garante uma maior inclusão e adaptação dos processos de aprendizagem, de comunicação e de interação, de modo gradual e evolutivo, entre ouvintes e surdos, por meio de sua acessibilidade.
Oral
Abrir o trabalhoESTER FERREIRA LOPES
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) foi historicamente tratada como modalidade de menor valor em relação ao ensino regular. Nesse contexto, os livros didáticos de Língua Portuguesa destinados a esse público apresentavam conteúdos simplificados, restritos à gramática normativa e pouco atentos à diversidade linguística. Assim, esta pesquisa questiona: como a sociolinguística é abordada nos livros da EJA? As atividades ainda seguem modelos estereotipados? Trata-se de um estudo qualitativo, bibliográfico e documental, fundamentado em referenciais da sociolinguística e na legislação da EJA no Brasil. O objetivo é verificar em que medida os livros contemplam a pluralidade linguística e contribuem para a valorização da diversidade no espaço escolar. Para isso, foram analisados dois materiais: EJA: Educação de Jovens e Adultos Grupo Eureka, 6º e 7º anos do fundamental e Reconquista FTD, 2º segmento, etapas 5 e 6. A análise seguiu critérios propostos por Bagno (2007). Os resultados indicam que, embora os livros reconheçam a importância da variação linguística e rejeitem o preconceito, ainda reforçam a centralidade da norma-padrão, gerando contradições entre discurso inclusivo e prática. Conclui-se que, apesar de avanços, persistem lacunas, exigindo materiais e práticas pedagógicas mais consistentes que legitimem a pluralidade da língua portuguesa e favoreçam a permanência e a formação crítica dos estudantes da EJA.
Oral
Abrir o trabalhoEntre o edital e a sala de aula: estratégias para o ensino da redação ENEM.
DANIEL NUNES PESSÔA; Denys Eric da Silva Bezerra
O minicurso tem como finalidade orientar professores do Ensino Médio e estudantes de Letras sobre a redação dissertativo-argumentativa no modelo do ENEM, articulando teoria e prática a partir dos documentos oficiais do INEP. Considerando que a redação é etapa decisiva do exame, a proposta busca familiarizar os participantes com o Edital e a Matriz de Referência, destacando exigências formais e critérios de correção. O curso será desenvolvido em três momentos. No primeiro dia, será trabalhado o Edital do ENEM 2025, com leitura e discussão de pontos relevantes para o ensino da escrita, como a estrutura obrigatória do gênero — introdução, desenvolvimento e conclusão — e as condições de avaliação. Em seguida, será apresentada a organização da redação, contemplando tese, argumentos, coesão e proposta de intervenção, com apoio da Cartilha do Participante. O segundo dia será voltado ao estudo dos cinco critérios da matriz de avaliação: domínio da norma-padrão, compreensão da proposta, organização argumentativa, uso de recursos linguísticos e elaboração da proposta de intervenção com respeito aos direitos humanos. Cada critério será explorado a partir de exemplos reais de redações, estimulando a análise de estratégias de ensino. No momento final, os participantes desenvolverão atividade prática de correção de uma redação espelhada, em grupos, aplicando os critérios oficiais e refletindo sobre práticas pedagógicas voltadas ao Ensino Médio. Assim, o minicurso propõe-se a integrar teoria e prática, fortalecendo a formação de professores e futuros docentes na orientação de alunos para a produção da redação do ENEM.
Oral
Abrir o trabalhoGEOPOLÍTICA QUEER SOBRE A ÓTICA DA ANÁLISE DO DISCURSO: DIÁLOGOS ENTRE MIELI, VUONG E PÊCHEUX
ALICE SALES
Este artigo propõe uma análise comparativa das obras On Earth We're Briefly Gorgeous de Ocean Vuong e Towards a Gay Communism de Mario Mieli, utilizando o arcabouço teórico da Análise de Discurso de linha francesa, fundada por Michel Pêcheux. O objetivo central é investigar como o sujeito queer é posicionado em cada texto, considerando suas condições de produção radicalmente distintas: Vuong escreve a partir da diáspora vietnamita e do trauma pós-colonial nos Estados Unidos, enquanto Mieli produz seu manifesto no calor dos movimentos revolucionários italianos dos anos 1970. A metodologia articula conceitos pecheutianos como formação discursiva, condições de produção e interpelação ideológica para examinar como a linguagem opera em cada obra. Argumenta-se que, apesar das profundas diferenças estilísticas, a prosa poética e vulnerável de Vuong contra a linguagem direta e inflamada de Mieli, ambas operam um deslocamento crítico em relação ao sujeito lógico-natural da ideologia dominante. Em Vuong, a memória atua como um processo íntimo de sobrevivência e reescrita, onde a linguagem busca articular violências intergeracionais e coloniais que não podem ser ditas diretamente. Já em Mieli, a memória é um campo de batalha coletivo, e a linguagem, uma arma revolucionária que visa à derrubada da norma heterossexual, vista como pilar de sustentação do capitalismo. Os resultados demonstram que os discursos de Vuong e Mieli constituem práticas de resistência que atacam as evidências do humanismo burguês, revelando a historicidade e a materialidade da subjetividade queer. A pesquisa evidencia como a arte e a memória, tratadas como práticas discursivas, atuam como ferramentas para desestabilizar discursos opressores e reescrever narrativas hegemônicas. Ao final, conclui-se que a luta pela libertação, seja ela íntima como em Vuong ou coletiva como em Mieli, é fundamentalmente uma luta discursiva, onde o corpo e a memória são essenciais para imaginar futuros para além do sistema.
Palavras-chave: Análise de Discurso, Sujeito Queer, Formação Discursiva, Resistência
Oral
Abrir o trabalhoMÚSICAS BÁRBARAS: A CANÇÃO COMO INSTRUMENTO EDUCACIONAL PARA DAR VOZ A PERSONALIDADES FEMININAS SILENCIADAS PELA HISTÓRIA
MARIA EVYLLE BESERRA DA SILVA; RAYANE SOUSA DE LIMA; GRAZIELA DA SILVA OLIVEIRA
Bárbara de Alencar é uma figura emblemática, que compartilha a sua herança com a cultura nacional. Ela foi uma personagem central no contexto político, como participante da Revolução de 1817 e da Confederação do Equador em 1824, pela independência do Brasil. Nesse contexto, ela reflete um novo papel para a mulher em uma sociedade brasileira machista e padronizada. Todavia, essa personalidade sofreu com a tentativa da exclusão dos espaços públicos e de saber, sendo chamada pejorativamente de “mulher macho” e se tornando presa política na Revolução de 1817. Nesse sentido, o trabalho objetiva analisar, mediante a Análise do Discurso Francesa, as representações de Bárbara de Alencar na literatura musical, propondo sugestões pedagógicas de como esta e outras mulheres devem ser mais e melhor inseridas no contexto social e educacional por meio dessas canções populares, combatendo-se o seu silenciamento histórico.
Palavras-chave: Análise do Discurso, mulheres silenciadas, canções populares, silenciamento, Bárbara de Alencar
Resumo Simples
Abrir o trabalhoAs Sombras da Conectividade: Da Utopia Prometida à Distopia Real do Ambiente Digital
MOEMA COUTO PINHEIRO ALMEIDA; Michel Macedo Marques
A cultura digital é celebrada como uma utopia de conexão global e acesso ilimitado ao conhecimento, prometendo uma sociedade mais democrática e integrada. No entanto, a experiência concreta nas plataformas digitais tem revelado um cenário oposto, marcado pelo aumento da polarização política, crises de saúde mental e a erosão dos laços sociais. Este trabalho tem por objetivo analisar essa contradição, argumentando que tais danos não são falhas pontuais, mas características sistêmicas do modelo digital dominante. Para isso, utiliza-se uma pesquisa bibliográfica crítica fundamentada em três eixos teóricos centrais. Através de Shoshana Zuboff, investiga-se a lógica econômica do capitalismo de vigilância, onde a extração de dados e a modelagem do comportamento tornam-se a base de um novo poder. Com Byung-Chul Han, examina-se o mal-estar psíquico na sociedade do cansaço, na qual a autoexploração e o imperativo de performance levam ao esgotamento e à solidão. Por fim, com Sherry Turkle, analisa-se a reconfiguração das relações humanas, que são frequentemente substituídas por conexões superficiais, prejudicando a empatia e a conversa profunda. Conclui-se que o ambiente digital, longe de ser um espaço neutro, opera uma transformação social negativa, convertendo a promessa utópica de liberdade em uma experiência distópica de controle e fragilização dos fundamentos da vida em sociedade, demandando, portanto, uma urgente releitura crítica e regulatória.
Oral
Abrir o trabalhoAUTENTICIDADE E ENCENAÇÃO: O EU-LÍRICO NA CANÇÃO THE GREAT IMPERSONATOR, DE HALSEY
ALEFF NORONHA; MICHEL MACEDO MARQUES
Esta pesquisa em andamento visa contribuir para os estudos literários ao propor uma leitura de letras de canções como textos poéticos, valorizando seus recursos estéticos e discursivos, colaborando para a ampliação das discussões sobre eu-lírico contemporâneo. Para tal, propõe-se a analisar a estética do eu-lírico na canção The Great Impersonator (2024), da cantora norte-americana Halsey, considerando a letra como texto poético e expressão estética autônoma. A pesquisa parte da hipótese de que o eu-lírico articula uma expressão de dualidade entre confissão íntima e performance artística, construindo, assim, uma identidade fragmentada e que oscila entre vulnerabilidade e encenação. A análise será baseada numa metodologia qualitativa e interpretativa do corpo verbal da canção, observando elementos estilísticos e simbólicos que constroem sentido como figuras de linguagem, rimas internas e imagens paradoxais. Para isso, o aparato teórico de Cortez e Rodrigues (2010) sobre leitura de poesia será utilizado. Resultados parciais evidenciam um eu-lírico dividido entre o ser e o parecer e que tenciona constantemente a dualidade entre autenticidade e performance. Ainda, já na segunda estrofe, o eu-lírico problematiza a glamourização da dor através de uma metáfora paradoxal. O refrão, marcado por rimas aproximadas, acentua a sensação de movimento, de percurso e de transformação, onde a identidade sucumbe à narração, ao registro e ao ato de representar. A canção se encerra com o último verso do refrão que é um epitáfio, representando a morte simbólica do eu-lírico, mas com um jogo semântico do verbo “lie” que permite uma leitura ambígua que revela a mentira como matéria da criação e a impostura como o meio pelo qual a verdade se manifesta.
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoRepresentações intersemióticas no gênero mangá e as adaptações no anime ‘One Piece’: suas apropriações e manifestações.
NATHANAEL BARBOSA DA PENHA; Heudos Caitano de Moura
O mangá e o anime, produtos culturais originários do Japão, representam manifestações artísticas e sociais que ultrapassaram fronteiras. Esses gêneros, além de refletirem aspectos da cultura japonesa — como valores, crenças e costumes —, tornaram-se espaços de circulação intercultural e de construção simbólica de significados. No Brasil, animes como Cavaleiros do Zodíaco popularizaram-se na década de 1990, marcando o início de uma recepção que se consolidou entre jovens e comunidades de fãs. O presente estudo tem como objetivo compreender as representações culturais e sociais presentes no anime One Piece e suas relações com os processos de recepção e apropriação cultural entre os jovens. Especificamente, busca-se analisar como o gênero mangá, enquanto texto multissemiótico, influencia modos de leitura e comportamentos, bem como as formas pelas quais o público se apropria dessas manifestações simbólicas. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa, com base em revisão bibliográfica sobre representações culturais e teorias da recepção. Serão analisadas produções audiovisuais e textuais do anime One Piece, observando aspectos narrativos, visuais e sociais que expressam elementos da cultura japonesa e sua ressignificação no contexto brasileiro. A análise a ser desenvolvida dialoga com autores como Nagado (2007), que entende o anime como um sistema de signos que articula técnica, narrativa e identidade cultural. Hipotetiza-se que os animes, ao mobilizarem signos culturais japoneses, funcionam como mediadores interculturais, permitindo que os espectadores estrangeiros estabeleçam processos de identificação e apropriação simbólica. Tais processos se manifestam em práticas sociais como o cosplay, a adoção de expressões linguísticas e a imersão em comunidades virtuais de fãs. Os animes e mangás configuram-se, assim, como espaços de interação cultural e de representação social, promovendo intercâmbio simbólico e ampliando a compreensão de identidades contemporâneas.
Palavras-chave: Anime, Mangá, Cultura Japonea, Representações culturais, Apropriação simbólica
Resumo Simples
Abrir o trabalhoSilent Hill como Cronotopo
DAVI FILGUEIRAS FELIX
O presente artigo é uma análise dos elementos que constituem o tempo e o espaço no primeiro jogo da série de jogos eletrônicos Silent Hill. O objetivo é, através da teoria de Bakhtin (2018), analisar quais os elementos que compõem o cronotopo, isto é, a interação entre tempo e espaço dentro da narrativa do jogo. Para tanto, as teorias de Bakhtin (2010) acerca do estético na literatura e de Caillois (2017) e Huizinga (2019) sobre o lúdico foram considerados na amálgama estético-lúdico, uma vez que se encontram inseparáveis na obra analisada. Quanto à metodologia, observamos, primeiro, os aspectos textuais para, em sequência, considerar os aspectos lúdicos, visuais, sonoros e sócio-históricos de relevância na composição da obra. Por fim, percebemos como a narrativa utiliza-se de elementos grotescos e horríveis para construção do estranho-inquietante, descrito por Santos (2023), bem como o entre-espaço identificado na cultura japonesa por Okano (2014), culminando no gênero fantástico, uma vez que a realidade construída está rompida e fragmenta, já que é advinda da psiquê de uma personagem que se encontra igualmente fragmentada.
Palavras-chave: Cronotopo,Estético-lúdico,Jogos eletrônicos,Literatura fantástica,Silent hill
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoUM ESTUDO SOBRE OS ELEMENTOS DO CONTO MARAVILHOSO EM OSCAR WILDE
ROBERTA ALEXANDRE LIMA
O presente artigo visa analisar como Oscar Wilde, irlandês que viveu no fim do século XIX e que fez parte do esteticismo britânico, subverte os elementos arquitetônicos e composicionais do chamado conto maravilhoso, a partir de uma estética romântica que discute sobre o papel da arte. Os contos escolhidos para serem discutidos ao longo deste artigo foram: O rouxinol e a rosa; O príncipe feliz; O foguete extraordinário; O aniversário da Infanta; O gigante egoísta; O pescador e sua alma. Utilizamos do conceito de cronotopo (que significa tempo-espaço) desenvolvido por Mikhail Bakhtin, das definições de conto maravilhoso e da moral ingênua propostas por André Jolles e do conceito de ironia romântica discutida por Constantino Medeiros para traçar os paralelos entre os contos e demonstrar como Wilde subverte os elementos tradicionais do conto maravilhoso.
Palavras-chave: Conto maravilhoso,Ironia,Cronotopo,Oscar Wilde,Mikhail Bakhtin
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Mercado literário brasileiro,BookTok,Booktube,Redes sociais,Divulgação literária
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoENSINO E APRENDIZAGEM: TRABALHANDO A LITERATURA DE CORDEL EM SALA DE AULA
MARIA FERNANDA PEDRO DA SILVA; ANTONIO ADAILDO DA SILVA
A oficina "Ensino e Aprendizagem: Trabalhando a Literatura de Cordel em Sala de Aula" é um trabalho desenvolvido para agregar valor à formação da docência, oferecendo um olhar crítico, literário e pedagógico, mas também utilizando o cordel como instrumento de ensino e valorização da nossa cultura popular regional. A literatura de cordel é muito mais do que um gênero literário que ficou no passado. É uma literatura que está muito viva, que carrega a nossa identidade e compõe a nossa história, e que, por isso, deve ser mais vista, valorizada e repassada. Além de ter esse valor social e humano, o cordel também pode oferecer uma grande contribuição quando o assunto é leitura e escrita. É um gênero literário que traz, em sua composição, características de um texto de linguagem simples, não muito longo e que, na maioria das vezes, aborda temas do cotidiano das pessoas, em especial do nosso Nordeste brasileiro. Pensando nisso, a oficina se volta para a sua utilização como instrumento de incentivo à leitura e à escrita, além de usá-lo como letramento sociocultural, possibilitando o conhecimento da nossa cultura e de nossos talentos. São desenvolvidas técnicas pedagógicas voltadas para a utilização do cordel na sala de aula, bem como é trabalhada na oficina a estrutura do gênero literário do cordel: verso, estrofe, rima e métrica. Um outro ponto abordado é a ilustração xilográfica do cordel (isogravura e lapisogravura), que pode ser produzida facilmente na sala de aula.
Palavras-chave: literatura de cordel,ensino,cultura popular,técnicas pedagógicas
Oral
Abrir o trabalhoFÁBULA: O RATO DO CAMPO E DA CIDADE, UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA INCENTIVO DA LEITURA
FRANCISCA VANESSA PEREIRA DOS ANJOS; Emanuel Matheus Vieira Santos; José Guilherme Oliveira Silva; Maria Édina Moura Gomes
O presente trabalho é fruto das observações realizadas durante o Estágio Supervisionado do curso de Licenciatura em Letras Português/Espanhol do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará – campus Crato, tem como premissa estudar os impactos da utilização do gênero textual fábula no incentivo da leitura e desenvolvimento da interpretação no Ensino Fundamental II a partir da conexão entre os conhecimentos intra e extratextuais, que conectam saberes da língua ao realizar o acompanhamento da leitura e os conhecimentos prévios que ultrapassam o texto. Os objetivos consistem no desenvolvimento da competência interpretativa, análise dos componentes do gênero fábula e produção de textos reflexivos sobre o gênero fábula. O percurso metodológico partiu de uma abordagem qualitativa, de natureza básica, baseada em pesquisa bibliográfica e análise crítica, o trabalho analisa as concepções de língua em uso, texto e gênero textual “fábula” dialogando com as contribuições de Marcuschi (2005), Koch e Elias (2003), Galvão e Martins (2010) e Silva (2013). Além disso, o método baseia-se na pesquisa-ação, pois propõe uma proposta didática para o ensino de língua portuguesa com foco na leitura e interpretação, alinhada à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com o objetivo de desenvolver as competências de reflexão e análise nos estudantes do ensino fundamental II. O trabalho foi desenvolvido com base nas dificuldades enfrentadas pelos alunos do 6° ano B na disciplina de Língua Portuguesa da Escola de Ensino Fundamental em Tempo Integral 18 de Maio, especificamente, no que se refere à interpretação textual e a prática de leitura, no período de 25/04/22 a 02/06/25. Após a aplicação da proposta, observamos que os estudantes demonstram maior interesse pelo gênero ao compreenderem os elementos que compõem a fábula e a sua conexão com a vida real tendo em vista que através dos animais falantes os estudantes compreenderam as emoções e comportamentos dos outros.
Oral
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