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A GESTÃO DISCENTE NO AMBULATÓRIO DE ENFERMAGEM EM ESTOMATERAPIA: UM MODELO INOVADOR DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL
ANNA REBECA LIMA MONTEIRO; Jade Kelly Honorato Lopes; Kaylane Gomes Bezerra Silva
A gestão em enfermagem é fundamental para formação de profissionais aptos a atuar de forma autônoma e eficiente nos serviços de saúde. Este estudo trata de um relato de experiência sobre a atuação de acadêmicos de Enfermagem na gestão do Ambulatório de Enfermagem em Estomaterapia da Universidade Regional do Cariri (URCA), destacando o impacto dessa vivência no desenvolvimento de competências gerenciais e na qualidade do atendimento prestado. O objetivo é demonstrar como a inserção precoce de estudantes em funções gerenciais fortalece a formação profissional e promove um cuidado mais integrado e eficiente na estomaterapia. O estudo tem como referencial teórico abordagens sobre gestão em enfermagem, que destaca a importância do desenvolvimento de competências gerenciais desde a graduação, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais, acerca de tecnologias organizacionais, que entendem a gestão como um instrumento essencial para otimização dos serviços de saúde; metodologias inovadoras no ensino da enfermagem, que apontam que a vivência prática na administração dos serviços de saúde contribui para a formação de profissionais preparados para os desafios vivenciados na liderança e gestão. A metodologia utilizada foi a revisão narrativa de literatura associada à experiência prática dos bolsistas, analisando sua participação na organização do fluxo de atendimento, planejamento de escalas, gestão de insumos e monitoramento da assistência. Os resultados indicam que a participação ativa dos discentes na gestão do ambulatório melhora sua formação, desenvolvendo habilidades como liderança, comunicação e trabalho em equipe, além de contribuir para a otimização do serviço prestado à comunidade. Conclui-se que a gestão discente no ambulatório configura-se como um modelo inovador de ensino, pois possibilita a associação entre teoria e prática, aprimorando a assistência em estomaterapia e impactando positivamente a qualidade do atendimento.
Palavras-chave: Estomaterapia,Gestão em Saúde,Tecnologia Educacional,Organização e Administração,Formação Profissional
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Abrir o trabalhoABORDAGEM TARDIA DAS QUESTÕES PÉLVICAS E OS ESTIGMAS ASSOCIADOS À MASCULINIDADE
MARIA EDUARDA GONÇALVES DE OLIVEIRA; Helena Victória Pereira Gonçalves; João Eudes Correia Neto; Maria Andressa Pereira dos Anjos; Raissa Cardozo de Souza; Rebeca Rayssa de Oliveira Silva
A disfunção do assoalho pélvico (DAP) ocorre quando há uma desordem nas estruturas musculares que compõem a pelve. Diante disso, é fundamental buscar tratamento com surgimento dos sintomas iniciais. No entanto, no público masculino, a negligência aliada a um tratamento tardio origina fatores agravantes. Têm-se por objetivo refletir sobre os empecilhos para a aceitação do tratamento da disfunção no público masculino adulto, destacando a importância da saúde integral. A metodologia desenvolve-se por revisão bibliográfica, a fim de sancionar sobre como os estigmas ligados à masculinidade distanciam o público masculino do tratamento da DAP, utilizando como descritores “distúrbios do assoalho pélvico”, “diafragma da pelve”, “masculinidade” e “terapêutica” com o operador booleano AND nas bases de dados da Scielo e PubMed. Como preceitos de inclusão, publicações relevantes sobre a disfunção e conceitos de sexualidade, foram excluídos artigos fora do período estimado dos últimos cinco anos e referentes às pessoas idosas. Ao revisar a literatura, discute-se a abordagem da saúde básica ao público masculino como um sinônimo de fragilidade à sua sexualidade. Nesse sentido, muitos homens adotam um tradicionalismo enraizado no contexto social, que impõe uma postura de invulnerabilidade aos mesmos, entendendo exames de prevenção como uma futilidade ou constrangimento desnecessário, impulsionando o agravamento à exposição de riscos a integridade física dessa população. No quantitativo de 9 materiais, 3 foram utilizados. Nota-se a carência de dados sobre o tema, enfatizando a negligência dos homens com este paradigma, que ao ser tratado tardiamente, pode gerar agravos. Conclui-se que o adiamento do tratamento gera complicações adicionais, como incontinências fecais ou urinárias, constipação intestinal, disfunção sexual ou prolapso de órgãos, exigindo uma intervenção prévia para o bem-estar do sujeito.
Palavras-chave: Distúrbios do assoalho pélvico,diafragma da pelve,terapêutica,masculinidade
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Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DO SUPORTE EMOCIONAL NO PROCESSO ADAPTATIVO DE PACIENTES OSTOMIZADOS: UMA REVISÃO NARRATIVA
GEOVANIA DA SILVA LOURENÇO; Paulo Ermeson Ferreira Dutra; Maria Clara de Alencar Sousa
A ostomia é um procedimento cirúrgico que visa a correção de alterações do trato gastrointestinal ou urinário, na qual é conectada uma bolsa coletora para o armazenamento dos fluidos. Com isso, gera-se mudanças significativas na qualidade de vida do paciente, a qual impacta emocionalmente, tornando desafiador o processo de adaptação. Este estudo teve por objetivo analisar a importância do suporte emocional associado ao processo adaptativo de pacientes ostomizados. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, desenvolvida em novembro de 2024. Para a identificação dos artigos, foi consultado o Google Acadêmico, incluindo estudos dos últimos 10 anos, em inglês ou português, completos e que respondessem ao objetivo da pesquisa, posteriormente empregou-se a associação de Descritores de Ciências em Saúde (DeCS): “Fatores psicológicos”, “Pacientes” e “Estomia”, nas seguintes bases de dados: Medical Literature Analysis and Retrieval System Online (MEDLINE) e Literatura Latino-Americano e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), acessados através da Biblioteca virtual em Saúde. Observou-se que o suporte emocional, muitas vezes oferecido pelos vínculos familiares, psicólogos ou outros profissionais capacitados, permite que os ostomizados não apenas superem os desafios, mas também reencontrem um sentido em sua nova realidade, considerando que há uma perca da autoestima e aumento do risco para ansiedade, depressão e uma desmotivação significativa para os autocuidados referentes ao estoma. Sendo assim, percebe-se que ao ser trabalhada a saúde psicológica do indivíduo à necessidade do uso da bolsa coletora, há um melhor enfrentamento aos desafios impostos pelo processo de adaptação.
Palavras-chave: Fatores psicológicos.,Pacientes., Estomia
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Abrir o trabalhoA INFLUÊNCIA DA ALIMENTAÇÃO NO PROCESSO DE CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS: UMA REVISÃO DA LITERATURA
LAIS SAMPAIO; Laís Sampaio Maia; Kelry de Souza Fechine Andrade; Letícia Maria Dantas Teixeira; Swyanne Macêdo Gois; Yasmin Macêdo de Sousa
A cicatrização de feridas é um processo biológico complexo que envolve fases inflamatória, proliferativa e de remodelação tecidual. Fatores nutricionais desempenham um papel determinante em cada uma dessas etapas, influenciando diretamente o tempo de recuperação e a qualidade do tecido formado. O objetivo deste estudo é analisar a relação entre o estado nutricional e o processo de cicatrização, destacando os nutrientes essenciais envolvidos na regeneração tecidual. A metodologia utilizada baseou-se em uma revisão narrativa da literatura, com busca em bases de dados científicas reconhecidas, abrangendo estudos publicados nos últimos cinco anos que abordam a influência da nutrição na cicatrização de feridas. Os resultados apontam que dietas imunomoduladoras, ricas em antioxidantes e compostos anti-inflamatórios, promovem uma reepitelização mais rápida, maior resistência tecidual e redução de complicações. Nutrientes como proteínas (especialmente os aminoácidos arginina e glutamina), ácidos graxos essenciais, vitaminas A, C, E e do complexo B, além de minerais como zinco, ferro e selênio, foram citados nos estudos que exercem papel determinante nas fases inflamatória, proliferativa e de remodelação do tecido. Em contrapartida, a carência nutricional compromete a qualidade do tecido formado, retarda o fechamento da ferida e aumenta o risco de infecções. Além disso, populações vulneráveis, mais propensas à desnutrição, demonstram maior dificuldade na recuperação, destacando a necessidade de estratégias nutricionais personalizadas para otimizar o processo cicatricial e melhorar os desfechos clínicos. A adoção de protocolos nutricionais específicos pode melhorar a resposta imune, favorecer a síntese de colágeno e reduzir o tempo de cicatrização, destacando a importância da integração entre nutrição e assistência à saúde na recuperação de feridas.
Palavras-chave: Nutrição,Deficiências nutricionais,Cicatrização de feridas, Regeneração tecidual
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Abrir o trabalhoDESENVOLVIMENTO DE UM BIOCURATIVO PARA O TRATAMENTO DE FERIDAS DE DIFICIL CICATRIZAÇÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIA
NATHYLLE RÉGIA DE SOUSA CALDAS; LUCAS MATEUS FIGUEIREDO NASCIMENTO; ANTONIA JUSSARA OLINDA OLIVEIRA; WONESKA RODRIGUES PINHEIRO
Feridas são lesões que promovem alteração na função normal da pele, que podem ser porta de entrada para agentes infecciosos, que possuem características comuns de dor aguda, calor, vermelhidão dentre outras, que podem ser classificadas de acordo com sua etiologia. Para tratar esta questão, novas estratégias são continuamente procuradas, onde procuram-se extrair compostos da natureza para o desenvolvimento de bioprodutos. Deste modo, objetiva-se relatar a experiência de pós-graduandos de Enfermagem em Estomaterapia que atuam no desenvolvimento de um bioproduto para o tratamento de feridas. Trata-se de um estudo descritivo do tipo relato de experiência acerca do desenvolvimento de um biocurativo para o tratamento de feridas de difícil cicatrização. O processo de imersão na produção de um biocurativo desde seu planejamento até sua confecção final é complexo e desafiador. O momento de estudo da literatura científica para tomar a decisão de escolha do composto que se pretende estudar e como se dará o processo de desenvolvimento é delicado, e conta com fases extensas e complexas, a citar tem-se a fase pré-clínica com aplicação in vivo e in vitro e a fase clínica, onde esta por sua vez conta com a aplicação de diferentes tipos de estudo (randomização, ensaios clínicos, dentre outros) para comprovar a eficácia do produto desenvolvido. Conclui-se por fim que esta experiência tem sido de grande relevância para o desenvolvimento profissional, bem como habilidades práticas e científicas. O que repercutirá na atuação profissional dos futuros estomaterapeutas e suas prescrições de formulações manipuladas para o cuidado individualizado dos clientes futuros.
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Abrir o trabalhoDESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DO ENFERMEIRO NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA PLÁSTICA COM FOCO NOS CUIDADOS DE ESTOMATERAPIA
ANTONIA JUSSARA OLINDA OLIVEIRA; Nathylle Régia de Sousa Caldas; Luis Rafael Leite Sampaio
O Brasil, segundo no ranking mundial de cirurgias estéticas, oferece um vasto campo para a atuação do enfermeiro no pós-operatório, especialmente na estomaterapia. O cuidado com feridas, estomias, incontinências e drenos impulsiona o desenvolvimento profissional, aprimorando conhecimentos. Objetivou-se relatar a experiência do enfermeiro no pós-operatório de pacientes submetidos a cirurgia plástica. Trata-se de um estudo descritivo, do tipo relato de experiência, baseado na prática profissional do enfermeiro em uma clínica especializado em cirurgia plástica no interior Cearense. A avaliação clínica permite ao enfermeiro identificar precocemente complicações na ferida operatória e intervir de maneira eficaz, desenvolvendo de um olhar clínico especializado em feridas. O monitoramento de sinais vitais, edema e perfusão aprimora o raciocínio clínico, permitindo antecipar complicações e fortalecer a tomada de decisão. O manejo da dor envolve administração de analgésicos, avaliação contínua do nível de dor e a adoção de medidas não farmacológicas. A implementação de melhorias práticas no tratamento da ferida operatória, o acompanhamento da evolução da cicatrização, a retirada de pontos, a avaliação do tipo de cicatriz e a utilização de curativos tecnológicos de acordo com a necessidade contribuem diretamente para a expansão do conhecimento técnico e prático nessa área. A humanização é essencial, proporciona acolhimento, reduz a ansiedade e promove um ambiente seguro. Dessa forma, ao aplicar os princípios da estomaterapia, o enfermeiro contribui para a recuperação eficaz, demonstra seu conhecimento especializado e sua importância na equipe multiprofissional. Essa atuação qualificada eleva o padrão do cuidado e fortalece seu reconhecimento como profissional essencial e com expertise específica. As atividades diárias aprimoram conhecimentos técnicos e habilidades, consolidando-o como especialista indispensável na busca pela recuperação, segurança e bem-estar do paciente.
Palavras-chave: Assistência de Enfermagem, Período Pós-Operatório,Cirurgia Plástica,Estomaterapia,Ferida Operatória
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Abrir o trabalhoEstomaterapia e o crescimento profissional na enfermagem: Desafios e oportunidades na assistência especializada.
ANA CAROLINA MOREIRA DA SILVA ; Alice Andrade da Silva Pereira
A enfermagem é uma profissão em constante evolução, com especializações que ampliam conhecimentos e competências. Assim a Estomaterapia, conforme a Sociedade Brasileira de Estomaterapia (SOBEST), é uma especialidade exclusiva da enfermagem voltada ao cuidado integral. Esse estudo justifica-se pela importância de discutir os desafios enfrentados pelos enfermeiros que desejam se especializar na área, buscando estratégias que facilitem o acesso à formação, promovendo políticas públicas que incentivem essa qualificação. A Estomaterapia surgiu em 1950 nos Estados Unidos e chegou ao Brasil em 1990, com a primeira turma na Escola de Enfermagem da USP. Atualmente, existem 25 cursos credenciados pela SOBEST. O estudo foi realizado em Iguatu-CE, com abordagem quantitativa, buscando mensurar dados de forma objetiva. Foram entrevistados 17 enfermeiros de nível superior, especialistas ou não, que assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE), conforme a Resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde. A coleta de dados ocorreu por meio de um questionário virtual, atraves da plataforma google forms com 15 perguntas sobre o perfil e conhecimento dos participantes acerca da Estomaterapia. Os resultados demonstraram que a especialização proporciona benefícios como maior autonomia, reconhecimento e crescimento profissional. Além disso, a atuação do enfermeiro estomaterapeuta impacta diretamente a qualidade de vida dos pacientes, promovendo cuidados específicos e contínuos. Apesar do interesse na especialização, há desafios como a falta de cursos, custos elevados e pouca divulgação das oportunidades. Muitos profissionais já possuem experiência no atendimento a pacientes com estomias, feridas complexas ou incontinências, mas ainda enfrentam dificuldades na assistência. Este estudo contribui para a valorização da Estomaterapia, destacando seus desafios e oportunidades, e reforça a necessidade de investimentos na formação continuada dos enfermeiros
Palavras-chave: estomaterapia,especialização,enfermagem,formação continuada
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Abrir o trabalhoIMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE ATENÇÃO À SAÚDE PARA PESSOAS COM DISTÚRBIO DO ASSOALHO PÉLVICO
MARIA EDUARDA GONÇALVES DE OLIVEIRA; Antônia Iva Sampaio Bisneta; José Lucas de Souza; Rafaela Gonçalves Duarte Gregório; Tays Pires Dantas; N/I
Disfunções do assoalho pélvico (DAP) representam desafio para saúde pública, afetando a qualidade de vida e bem-estar das pessoas. Esses distúrbios incluem disfunções miccionais, evacuatórias e prolapsos genitais, exigindo abordagem multidisciplinar para diagnóstico, tratamento e acompanhamento. No contexto da atenção secundária, a estruturação de serviços especializados é fundamental para garantir assistência adequada e acessível à população. Nesse sentido, este relato descreve a experiência de implantação de um programa de atenção à saúde de pessoas com DAP em um serviço público, destacando os procedimentos técnicos e operacionais envolvidos. Face ao exposto, objetivou-se descrever procedimentos técnicos e operacionais relacionados à implantação de um programa de atenção à saúde para pessoas com DAP em um serviço público de atenção secundária. Trata-se de relato de experiência fundamentado na vivência acadêmico-profissional durante a estruturação e implementação de um serviço especializado na região do Cariri cearense. A implantação ocorreu entre maio e julho de 2021, abrangendo a organização da rede de atenção, captação de pacientes e início dos atendimentos. A implementação do serviço seguiu etapas estratégicas, incluindo mapeamento da rede de atenção à saúde, organização estrutural do serviço, identificação e captação de pacientes com disfunções pélvicas, o início dos atendimentos e o estabelecimento do seguimento terapêutico. Essas ações possibilitaram oferta de assistência qualificada e individualizada, promovendo a adesão dos pacientes ao tratamento. A implantação do programa demonstrou ser viável e eficaz, considerando a infraestrutura disponível, o volume expressivo de atendimentos realizados e a continuidade do acompanhamento terapêutico. Espera-se que este relato contribua para a expansão e aprimoramento de serviços ambulatoriais voltados ao tratamento de DAP, fortalecendo a atuação do enfermeiro estomaterapeuta e da equipe multiprofissional.
Palavras-chave: Estomaterapia, Distúrbios do assoalho pélvico, Incontinência fecal,Incontinência urinária, Atenção à saúde
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Abrir o trabalhoASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM À MULHER COM INCONTINÊNCIA URINÁRIA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA
FRANCISCA MIRIA KELE ALVES DA SILVA; Gabriele Castro da Silva; Alice Guedes Alexandre Bezerra; Davilla Nunes Severo; Renata Alencar Nascimento; Laura Tabita de Queiroz Magalhães Marques
A incontinência urinária (IU) é a perda involuntária de urina, prevalente em 23% das mulheres jovens e 50% das mulheres idosas. Sua identificação precoce e o uso de estratégias conservadoras são essenciais ao manejo, destacando a importância da assistência de enfermagem em âmbito primário. O objetivo deste estudo foi descrever a assistência de enfermagem a mulheres com IU na Atenção Primária à Saúde (APS). Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada em fevereiro e março de 2025. A busca das publicações foi realizada no Consensus, ferramenta apoiada por inteligência artificial que sensibiliza os 10 estudos mais relevante para determinado prompt. Por meio de três prompts, foram sensibilizados 30 estudos relevantes. Os resultados apontam que a assistência de enfermagem à IU na APS tem mostrado benefícios com o uso de métodos conservadores, como a redução dos sintomas em 40,4% das pacientes e melhorias na qualidade de vida. Tais métodos, como o treinamento dos músculos do assoalho pélvico, da bexiga e perda de peso, são eficazes para a IU de esforço. A estimulação elétrica e a acupuntura podem ser úteis no manejo da IU de urgência. No entanto, desafios como alta taxa de abandono ao tratamento (32%), falta de motivação, comorbidades, estigma e dificuldades financeiras dificultam a adesão ao tratamento. A escassez de serviços especializados na APS também limita o cuidado contínuo. Apesar disso, a atuação dos enfermeiros tem se mostrado custo-efetiva. Ressalta-se que os estudos sensibilizados refletem uma realidade global, que deve ser conhecida e reproduzida no cenário nacional. Conclui-se que a assistência de enfermagem à IU na APS é fundamental ao manejo adequado, possibilitando a identificação precoce e o tratamento custo-efetivo por meio de estratégias conservadoras. Enfermeiros estomaterapeutas podem fornecer apoio matricial à APS, orientando as melhores práticas. Desafios relacionados à falta de recursos na APS ainda precisam ser superados.
Palavras-chave: Nursing care, Women, Urinary incontinence, Primary Health Care
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Abrir o trabalhoESTRATÉGIAS DE REABILITAÇÃO PARA O TRATAMENTO DAS DISFUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO.
KAYLANE GOMES BEZERRA SILVA; Milton Lucas Pereira dos Santos; Sabrina Gonçalves Araújo; Patrícia Dias dos Santos; Maria Clara Barbosa da Silva
O assoalho pélvico possui a função de dar suporte aos órgãos internos. Qualquer alteração em sua sustentação pode resultar em disfunções do assoalho e prolapso das estruturas. Assim, os métodos de reabilitação têm sido preconizados como primeira linha para o tratamento. Este estudo tem o objetivo de analisar as estratégias de reabilitação que contribuem para o tratamento das disfunções do assoalho pélvico. Trata-se de uma revisão da literatura, realizada no mês de março de 2025, com processo de coleta nas bases de dados eletrônicas: MEDLINE, LILACS e BDENF, acessadas via Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed. Utilizando os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): Reabilitação, assoalho pélvico, enfermagem e do uso dos Medical Subject Headings (MeSH): Rehabilitation, pelvic floor, nursing, cruzados com o operador booleano AND. 1) Critérios de inclusão: Estudos que contemplam a questão norteadora, primários, disponíveis na íntegra, nas línguas inglês, português e espanhol, com marco temporal de 5 anos; 2) Critérios de exclusão: Estudos que não abordam a temática, duplicados e incompletos. Dos 1.150 estudos, 1.027 foram excluídos por meio dos critérios de exclusão, restando 123 para leitura na íntegra. Dessa maneira, 6 artigos foram contemplados na amostra final. Analisando os conteúdos apresentados em cada artigo, é notável que: A fisioterapia do assoalho é assegurada como primeira linha para a reabilitação, acompanhada de relaxantes musculares e automassagem; A estimulação do nervo sacral reduz sintomas graves e melhora a qualidade de vida e satisfação dos pacientes. A estimulação elétrica (EE) é um método alternativo para aumentar a força muscular. O treinamento muscular auxilia no processo de incontinência urinária, restaurando efetivamente a função dos músculos do assoalho pélvico. Diante dos resultados apresentados, conclui-se que as atividades de reabilitação interligadas com o acompanhamento contínuo auxiliam no tratamento e manejo dos pacientes.
Palavras-chave: Reabilitação, Assoalho Pélvico, Enfermagem
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Abrir o trabalhoFATORES DE RISCO PARA O DESENVOLVIMENTO DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA NA GESTAÇÃO: REVISÃO INTEGRATIVA
ANA ALINNE GOMES DA PENHA; Ana Cecília Benício Santos e Silva; Diego Souza Martins; João Edilton Alves Feitoza; Simone Pereira de Brito; Tays Pires Dantas
Introdução: A incontinência urinária (IU) é considerada como toda perda de urina de maneira involuntária. Ainda, pode ser classificada como: incontinência urinária de esforço, de urgência, mista, incontinência urinária por retenção, enurese noturna, incontinência urinária contínua, insensível, durante o coito e incontinência urinária por disfunção neurológica. As mulheres apresentam um maior acometimento de IU, levando em consideração a anatomia pélvica, gestações, climatério, entre outros fatores associados. A gravidez é um período de intensas transformações físicas e emocionais, uma vez que o corpo da mulher, durante a gestação, transforma-se, para que haja a adaptação a um novo ser que está sendo gerado. Entre as mudanças orgânicas, podem-se enfatizar as profundas alterações anatômicas e fisiológicas do sistema urinário. Objetivo: Avaliar as evidências científicas sobre os fatores de risco no desenvolvimento de IU na gestação. Método: Trata-se de uma Revisão Integrativa realizada entre maio e junho de 2024. A pesquisa foi realizada nas bases de dados BVS, LILACS, MEDLINE, SciELO e Cochrane Library por meio dos descritores presentes no DesCS: “Mulheres Grávidas”; “Incontinência Urinária” e “Fatores de Risco”. Os dados foram sistematizados e organizados em gráficos e tabelas. Resultados/Discussão: Obtiveram-se 159 estudos, sendo incluídos 12 artigos entre os anos de 2018 e 2024 na amostra final. Os artigos foram sintetizados e organizados por meio de um quadro ilustrativo. Conclusão: A IU traz impactos significativos na qualidade de vida de gestantes, sendo necessário medidas de prevenção. A compreensão, identificação e contenção dos fatores de risco é essencial para o tratamento precoce e para uma gravidez saudável.
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Abrir o trabalhoINCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES GESTANTES: REVISÃO NARRATIVA
MARIA CLARA DE ALENCAR SOUSA; Paulo Ermeson Ferreira Dutra; Geovana da Silva Lourenço; Luyse Taváres Veloso de Queiroz; Laura Beatriz dos Santos da Silva; Sofía Martins Teixeira
A Incontinência urinária (IU) é caracterizada como qualquer perda involuntária de urina. Este estudo tem como objetivo analisar a prevalência da incontinência urinária em gestantes. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura desenvolvida em fevereiro de 2025. Para o encontro dos estudos foram consultados o Google Acadêmico e a Biblioteca Virtual em Saúde, através das seguintes bases de dados: BDENF e LILACS, empregando os seguintes Descritores de Ciências da Saúde: “Prevalência”, “Incontinência Urinária”, “Gestantes”, e “Distúrbios do Assoalho Pélvico”, posteriormente aplicou-se os métodos de inclusão, que são: estudos completos, dos últimos 5 anos, nos idiomas português e inglês e respondesse ao objetivo da pesquisa. Resultando em 5 estudos para compor o escopo desta pesquisa. Os estudos analisados indicam que a ocorrência de perda de urina (IU) em mulheres grávidas varia de 35,1% a 75%, dependendo do estágio da gestação e dos fatores de risco envolvidos na saúde feminina durante a gravidez. Em um estudo com 237 gestantes examinadas no contexto da pesquisa realizada, foi observado que 49,3% apresentavam IU; enquanto outro estudo apontou uma taxa de 69%. Além disso, uma análise feita com 98 gestantes mostrou que 35,1%, dentre elas relataram episódios de IU durante o período gestacional. Essas discrepâncias nos resultados podem ser explicadas por diferenças nas abordagens metodológicas adotadas e também pelas condições individuais únicas das grávidas. No entanto, a alta incidência da IU nesse período é um achado consistente, indicando que a gestação é um fator de risco significativo para o desenvolvimento dessa condição. Além disso, o parto vaginal foi identificado como um fator significativo para o desenvolvimento da IU e pode persistir no pós-parto, assim como hábitos e condições como o índice de massa corporal (IMC), tabagismo, constipação intestinal, diabetes gestacional e hipertensão. Conclui-se que à alta frequência de IU em gestantes.
Palavras-chave: Prevalência.,Incontinência Urinária.,Gestantes.,Distúrbios do Assoalho Pélvico.
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Abrir o trabalhoATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO CUIDADO AO PACIENTE COM ESTOMIA INTESTINAL: UMA REVISÃO NARRATIVA
PAULO ERMESON FERREIRA DUTRA ; Aparecida Kamilly Sousa dos Passos; Laura Beatriz dos Santos da Silva; Maria Clara de Alencar Sousa
A estomia é caracterizada como um procedimento cirúrgico que consiste na exposição de parte do sistema digestório ou urinário, criando uma abertura artificial entre órgãos internos e o meio externo, podendo ser classificado como Ileostomia ou Colostomia. As ileostomias, se referem às estomias confeccionadas no íleo, e as colostomias, no intestino grosso. O objetivo deste estudo é descrever as evidências cientificas sobre os cuidados do enfermeiro para pacientes com colostomia intestinal, disponíveis na literatura. Para a identificação dos estudos foram consultados o Google Acadêmico e a Biblioteca Virtual em Saúde, através das seguintes bases de dados: BDENF e LILACS, empregando os seguintes Descritores em Ciências da Saúde: “Cuidados de enfermagem”, “Estomia” e “Pacientes”, posteriormente aplicou-se os seguintes critérios para a seleção: estudos completos, dos últimos 5 anos, nos idiomas português e inglês e respondesse ao objetivo da pesquisa. A amostra final da selecionados foram 5 artigos. Os resultados evidenciaram que a atuação do enfermeiro no cuidado ao paciente com estomia intestinal envolve a assistência direta, educação para o autocuidado, suporte emocional e reabilitação. Os cuidados incluem higiene, troca do dispositivo e prevenção de complicações. A orientação adequada melhora a autonomia e reduz internações. Ademais, é importante salientar que o suporte emocional é essencial, pois muitos pacientes enfrentam depressão e isolamento. A abordagem interdisciplinar favorece a adaptação à nova rotina. No entanto, há deficiências na formação dos enfermeiros, evidenciando a necessidade de capacitações. Conclui-se que o enfermeiro possui uma grande responsabilidade sobre a higiene dos pacientes que possuem estomia intestinal. As capacitações e práticas baseadas em evidências promovem a adaptação e reabilitação desses pacientes.
Palavras-chave: Cuidados de enfermagem.,Pacientes.,Estomia
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Abrir o trabalhoCuidados essenciais para bebês urostomizados: promoção da saúde e prevenção de ccomplicações
KAWANNY VITURINO RODRIGUES; Camila Hemille Matias Morais; Livia Teixeira de Sousa; Ruânia Soares de Sousa
A estomia é uma intervenção cirúrgica que realiza a exteriorização de partes dos sistemas respiratório, digestivo e urinário, formando um orifício artificial entre os órgãos internos e o meio externo. A estomia urinária ou urostomia, procedimento em que é confeccionado uma abertura artificial para eliminação contínua da urina, sendo coletada pela bolsa de urostomia. Em bebês, essa estomia é necessária em condições congênitas ou adquiridas que afetam o trato urinário, exigindo cuidados do profissional de saúde e dos pais, que demandam ser bem orientados quanto aos cuidados com a criança. Objetivou-se descrever os principais cuidados cruciais para bebês estomizados de 0 a 12 meses, visando a promoção da saúde e a prevenção de complicações. Trata-se de um estudo descritivo que analisou os métodos e as orientações de cuidados com as estomias em bebês, realizado por meio da análise da cartilha “Cuidados com estomias intestinais e urinárias”, disponibilizada pelo Ministério da Saúde do governo brasileiro, e do “Manual de cuidados para pessoas com estomias intestinais e urinárias”, fornecido pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal. A atenção aos bebês estomizados deve ter apoio assegurado e direcionado aos responsáveis. A pele em desenvolvimento dos prematuros requer cuidado especial para evitar danos químicos e reações alérgicas. Para estimular a evacuação, é preciso contato pele a pele com os pais, com a bolsa previamente esvaziada. Ao dormir, é aconselhável a posição supina, e o aleitamento materno deve ser incentivado. Os banhos não devem conter sabão e é indicado programar a troca da bolsa para esse momento. Após seis meses, pode-se usar uma esponja suave (caso os pontos tenham sido retirados), garantindo a remoção da sujeira, a retirada total do sabão e uma secagem apropriada para não prejudicar a fixação da bolsa. Em suma, é necessário atenção específica aos bebês com urostomia, voltada aos pais ou responsáveis capacitados, frisando a importância da higiene.
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Abrir o trabalhoDESAFIOS NA ASSISTÊNCIA A PESSOAS PRIVADAS DE LIBERDADE COM ESTOMIA DE ELIMINAÇÃO
KÊMILLY LEITE BARROS01; LEVI SANTOS DA PAIXÃO; ANA LUIZA ARAÚJO DOS SANTOS; LORENA LEITE PIRES DA SILVA; LUCAS MATEUS FIGUEIREDO NASCIMENTO
A Constituição Federal Brasileira de 1988 define a saúde como um direito de todos e dever do estado. A Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas Privadas de Liberdade garante o acesso desses indivíduos ao Sistema Único de Saúde com assistência proporcional ofertada à população geral. Os estomas de eliminação fecal ou urinária, possibilitam um novo trajeto para eliminação dos efluentes. Objetivou-se relatar a experiência assistencial da enfermagem prestada a um paciente privado de liberdade com estomia de eliminação.Trata-se de um relato de experiência referente a uma consulta realizada em outubro de 2024 em um Ambulatório de Enfermagem em Estomaterapia, em Crato-CE. O enfermeiro da penitenciária solicitou o agendamento da consulta, seguindo o fluxo do serviço, a equipe retornou em até sete dias com a data e o horário agendados. Considerando as particularidades do caso e visando garantir maior conforto ao paciente, foi decidido que a consulta ocorreria em um turno sem outros atendimentos, para evitar possíveis desconfortos devido às algemas e escolta policial. O acolhimento inicial baseou-se na aferição dos sinais vitais e medidas antropométricas. Após isso, a assistência baseou-se na coleta de dados objetivos e subjetivos, identificação das necessidades e fragilidades vivenciadas, avaliação da integridade do estoma e pele periestoma e prescrição dos dispositivos adequados. Para proporcionar maior conforto, solicitou-se a retirada das algemas. A abordagem humanizada, através da escuta ativa e diálogo, foi fundamental para reduzir a ansiedade do paciente, especialmente diante das condições adversas de higiene e segurança do ambiente prisional. Foram realizadas orientações sobre higienização e cuidados com o estoma. Portanto, nota-se a importância de estratégias que assegurem um atendimento acolhedor e humanizado a esse público, garantindo direitos constitucionais e evidenciando-se o papel do estomaterapeuta no cuidado integral à saúde desses indivíduos.
Palavras-chave: Pessoa privada de liberdade,Cuidados de enfermagem,Estomas cirúrgicos
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Abrir o trabalhoDESAFIOS VIVENCIADOS POR PESSOAS COM ESTOMIAS DE ELIMINAÇÃO: UMA REVISÃO DA LITERATURA
MARIA GABRIELA IZIDIO RODRIGUES; Aline da Silva Ribeiro; Esther Máysa de Sousa Alves; Larisse Adlen Alves Medeiros; Tarcilândia Vieira Gomes Brito
O estoma de eliminação é a exteriorização do trânsito intestinal/urinário, alterando o fluxo normal. Sua classificação depende do órgão afetado e da necessidade de permanência, exigindo do paciente adaptações à nova rotina. O objetivo deste estudo é identificar na literatura científica os desafios enfrentados por pessoas com estomas, explorando os aspectos biopsicossocial. Trata-se de uma revisão da literatura, realizada em março de 2024, utilizando as bases de dados indexadas na Biblioteca Virtual em Saúde. Utilizou-se os Descritores em Ciências da Saúde: Estomia, Desafio e Qualidade de vida. Após a busca, obteve-se um resultado de 8 trabalhos. Foram incluídos artigos completos, gratuitos, com recorte temporal de 5 anos. Após a aplicação dos critérios de inclusão, restou-se 4 artigos, compondo a amostra final. Como resultado obteve-se que pacientes com estomias enfrentam desafios que afetam sua saúde física e emocional. No aspecto físico, o autocuidado se destaca, a manutenção da higiene e a troca do dispositivo coletor exigem habilidades, onde podem surgir complicações devido a irritações cutâneas e vazamentos. Destaca-se a dificuldade de acesso aos banheiros. Além disso, mudanças na alimentação ocorrem para evitar complicações intestinais. Em termos emocionais, a alteração da imagem corporal e o estigma social contribuem para a geração de inseguranças. Adicionalmente, a falta de compreensão e suporte adequado pela rede de apoio e profissionais de saúde pode agravar tais desafios. Conclui-se que pessoas com estomas de eliminação enfrentam desafios significativos que afetam sua qualidade de vida nos aspectos físico, emocional e social. O autocuidado, a manutenção da higiene e a acessibilidade são dificuldades comuns. Além disso, mudanças na alimentação e o impacto psicológico contribuem para sentimentos negativos. O suporte adequado de familiares, amigos e profissionais de saúde é essencial para minimizar esses desafios e promover uma melhor adaptação e bem-estar.
Palavras-chave: Estomia, Desafio,Qualidade de vida
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Abrir o trabalhoINTERVENÇÕES DE ENFERMAGEM PARA PROMOÇÃO DA INTEGRIDADE DA PELE PERIESTOMA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA.
LEVI SANTOS DA PAIXÃO; Kêmilly Leite Barros; Ana Luiza Araújo dos Santos; Maria Gabriela Izidio Rodrigues; Kaylane Gomes Bezerra Silva; Lucas Mateus Figueiredo Nascimento
As estomias de eliminação são confeccionadas via intervenção cirúrgica para exteriorizar parte do trato gastrointestinal ou urinário em decorrência de uma patologia, sendo colostomia ou ileostomia para eliminação das fezes e urostomia para saída da urina. Após a confecção, o cuidado com a pele periestoma é um desafio a ser enfrentado. Este estudo objetiva analisar as intervenções de enfermagem para promoção da integridade da pele periestoma. Trata-se de um estudo descritivo do tipo relato de experiência, realizado em fevereiro de 2025, em um ambulatório localizado no Cariri cearense. O paciente em questão possui uma ileostomia no quadrante inferior direito e uma fístula mucosa no quadrante inferior esquerdo. Conforme o prontuário, apresenta resistência em seguir orientações, refletindo nas condições da pele periestoma que apresentava eritema, resultante do uso de esparadrapos em excesso por receio de não aderência da bolsa. A estomaterapeuta e o acadêmico de enfermagem conscientizaram sobre a conduta inadequada e apresentaram meios viáveis para proteção da pele e aderência do dispositivo coletor. Foi recomendado fazer troca do dispositivo coletor a cada três dias, pois, devido à característica líquida dos efluentes, pode ocorrer a invasão do espaço existente entre a bolsa e a pele, ocasionando interferência na fixação e dermatites. No decorrer da consulta, o paciente recebeu orientações relacionadas a higienização correta da pele periestoma, a importância de produtos adjuvantes, uso de spray barreira para evitar irritações e dermatites e fita filme adesiva para fixação. Ao final, o paciente demonstrou confiança e conhecimento de novas perspectivas sobre os cuidados. Diante disso, é notório que a educação em saúde desempenha papel fundamental nos cuidados destinados a pacientes ostomizados e a enfermagem tem protagonismo na assistência especializada e personalizada a cada paciente, visando prevenir complicações tardias e promoção à saúde na qualidade de vida.
Palavras-chave: Promoção da saúde, cuidados de enfermagem, estomas cirúrgicos
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Abrir o trabalhoIRRIGAÇÃO INTESTINAL E SUA INFLUÊNCIA NA QUALIDADE DE VIDA DE PESSOAS COM COLOSTOMIA: REVISÃO INTEGRATIVA
ANA ALINNE GOMES DA PENHA; Ana Cecília Benício Santos e Silva; Diego Souza Martins; João Edilton Alves Feitoza; Simone Pereira de Brito; Tays Pires Dantas
Introdução: No Brasil, estima-se que para cada mil habitantes, um passará pelo processo de confecção de uma estomia. A pessoa submetida à colostomia apresenta diversas complicações devido às alterações de funcionalidade e de hábitos intestinais, levando a necessidade de adaptações. Assim, em indivíduos submetidos ao processo de colostomia, a incontinência fecal é um problema frequente, ocasionando diversos danos na qualidade de vida e impactos sociais importantes na vida dessas pessoas. Objetivo: Este estudo objetiva identificar influência da prática da irrigação intestinal na qualidade de vida de pessoas com colostomia. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, realizada entre os meses de novembro a dezembro de 2023, por dois pesquisadores de forma independente, com busca nas bases de dados Medical Literature Analysis and Retrieval System Online, Cumulative Index to Nursing and Allied Health Literature e Literatura LatinoAmericana e do Caribe em Ciências da Saúde, utilizando descritores controlados cruzados entre si com o operador booleano AND. Utilizou-se do software Rayyan para seleção dos estudos, e de gráficos e tabelas para apresentação dos dados. Resultados/Discussão: Através da busca e após o processo de seleção e extração de dados, foram inclusos 2 estudos com análise prospectiva e estudo de caso, que recomendam a prática da irrigação intestinal por ser uma alternativa terapêutica com bons efeitos na melhoria da qualidade de vida de pessoas que convivem com colostomia. Entretanto, a busca gerou dados limitados, com pesquisas realizadas há muitos anos. Considerações Finais: Evidências robustas não foram encontradas para proporcionar segurança na indicação e prática da irrigação, tornando-se necessário o desenvolvimento de estudos com melhor qualidade metodológica e em dias atuais, considerando-se as necessidades da pessoa com colostomia, propondo-se alternativas à qualidade de vida desse público.
Palavras-chave: Colostomia; Estomaterapia; Irrigação Terapêutica; Qualidade de Vida.
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Abrir o trabalhoMODERNIZAÇÃO NO TRATAMENTO DE FERIDAS: A INFLUÊNCIA DAS TECNOLOGIAS NA CICATRIZAÇÃO E QUALIDADE DE VIDA
JESSICA VITÓRIA BARROS DOS SANTOS ; Kaylane Gomes Bezerra Silva; Mónica Frutuoso da Silva Oliveira; Jade Kelly Honorato Lopes; Cicera Hellen da Silva
A evolução das tecnologias aplicadas ao tratamento de estomias e feridas tem proporcionado avanços significativos na qualidade da assistência em saúde, impactando diretamente na recuperação dos pacientes. Este estudo tem como objetivo analisar o efeito das inovações tecnológicas no tratamento de feridas, destacando sua eficácia na prática clínica. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, com busca realizada na base de dados SciELO, utilizando os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) “Estomaterapia” AND “Feridas” AND “Tecnologia Aplicada à Assistência à Saúde” OR “Capacitação Profissional”. Foram incluídos artigos publicados nos últimos cinco anos, no idioma português, que atendessem ao objetivo do estudo. Foram excluídos estudos que não abordassem especificamente inovações tecnológicas no tratamento de feridas, ou realizadas exclusivamente em modelos animais ou in vitro. A busca resultou em 19 artigos, dos quais 3 foram selecionados. Os resultados evidenciam que o uso de curativos inteligentes, terapia por pressão negativa, laserterapia e biomateriais acelera o processo de cicatrização, reduz complicações e melhora o conforto do paciente. Além disso, uma das fragilidades apontadas é a necessidade de capacitação contínua dos profissionais de saúde, especialmente enfermeiros, para garantir a correta aplicação dessas tecnologias. Conclui-se que a incorporação de soluções inovadoras no tratamento de feridas representa um avanço essencial na prática clínica. No entanto, para que esses benefícios sejam plenamente aproveitados, a resposta ao tratamento deve considerar fatores individuais, como o estágio da doença, controle glicêmico, adesão ao tratamento, idade, estado nutricional e presença de comorbidades. Além disso, é fundamental investir em pesquisa, atualização profissional e estratégias que garantam o acesso equitativo a esses recursos modernos.
Palavras-chave: Estomaterapia,feridas,tecnologia em saúde,capacitação profissional
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Abrir o trabalhoO PAPEL DA ESTOMATERAPIA NA QUALIDADE DE VIDA DE CRIANÇAS OSTOMIZADAS: DESAFIOS E ESTRATÉGIAS DE CUIDADO
SOFIA MARTINS TEIXEIRA ; EMYLLE PEREIRA SILVA; LUYSE TAVARES VELOSO DE QUEIROZ; PAULO ERMESON FERREIRA DUTRA; MARIA CLARA DE ALENCAR SOUSA
A estomaterapia é uma especialização da enfermagem voltada a pacientes com feridas, incontinências, estomas e podopatias. A estomia consiste em uma abertura cirúrgica que permite a eliminação de urina ou fezes, podendo ser realizada no trato respiratório, digestório ou urinário. Em crianças as principais causas são: doenças congênitas, como a Doença de Hirschsprung, obstruções intestinais e condições inflamatórias ou infecciosas, como a Doença de Crohn e a enterocolite necrosante. Tais fatores implicam no desenvolvimento infantil, resultando em complicações físicas(irritação e complicações na pele), limitações sociais(restrições em atividades físicas) e obstáculos psicológicos(baixa autoestima). O estomaterapeuta é fundamental na educação, orientação e manejo desses pacientes prevenindo complicações e melhorando a qualidade de vida. O estudo analisa o papel da estomaterapia na qualidade de vida de crianças ostomizadas, apresentando desafios e estratégias para amenizar impactos negativos. Foi realizada uma revisão narrativa na literatura através da base de dados da Biblioteca Virtual da Saúde(BVS), utilizando os descritores ‘’cuidados de enfermagem’’, ‘’crianças’’ e ‘’estomias’’. Resultando em 9 artigos, dos quais foram selecionados 3 que atendiam aos critérios de inclusão: artigos completos, publicados nos últimos 5 anos e relacionados à proposta do estudo. A avaliação dos estudos evidencia o índice de complicações, que atinge 56,7%, sobretudo por inflamação na pele, revelando falhas na organização e integração do cuidado. A estomaterapia ainda enfrenta desafios como a escassez de profissionais qualificados e a dificuldade no acesso a materiais adequados. Diante disso, o estomaterapeuta desempenha um papel crucial no manejo clínico do estoma e no suporte às famílias. Medidas como a capacitação familiar, formação de equipes especializadas e a padronização atendimentos são fundamentais para otimizar o cuidado e reduzir impactos físicos e emocionais do estoma.
Palavras-chave: estomias,criança,qualidade de vida
Oral
Abrir o trabalhoOS IMPACTOS DA OSTOMIA INTESTINAL NA QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES: UMA REVISÃO NARRATIVA
PAULO ERMESON FERREIRA DUTRA ; Luyse Tavares Veloso de Queiroz; Sofia Martins Teixeira; Geovania da Silva Lourenço
A estomia intestinal consiste em um procedimento cirúrgico no qual o cirurgião exterioriza parte do intestino delgado ou grosso. Essas estomias têm o intuito de eliminar o conteúdo fecal e secreções que serão depositadas em uma bolsa coletora. A classificação é de acordo com a porção intestinal envolvida. A exteriorização do íleo e do cólon através da parede abdominal gera a ileostomia e a colostomia. O objetivo deste estudo é identificar e descrever a influência da ostomia intestinal na qualidade de vida (QV) dos pacientes. Trata-se de uma revisão narrativa desenvolvida em fevereiro de 2025. Para a identificação dos estudos foram consultados o Google Acadêmico e a Biblioteca Virtual em Saúde, através das seguintes bases de dados: BDENF e LILACS, incluindo estudos dos últimos 5 anos, em português ou inglês e completos, posteriormente empregou-se os Descritores em Ciências da Saúde: “Qualidade de vida”, “Estomia” e “Bolsas de Colostomia”. Foram identificados 23 estudos relacionado ao tema, dos quais apenas 5 foram selecionados para compor esta pesquisa. Estudos indicaram que a ostomia intestinal impacta negativamente a QV dos pacientes, e estão ligados às questões físicas, psicológicas e sociais, causando alterações na autoimagem, redução da autoestima e dificuldades na adaptação social. Há relatos de isolamento, medo de vazamentos, constrangimento com odores e dificuldades nas relações interpessoais e sexuais. A necessidade de adaptação ao uso da bolsa coletora gera insegurança e limita as atividades diárias. Além disso, sintomas como fadiga e cansaço frequente interferem no bem-estar. Questões dermatológicas e complicações no estoma agravam o desconforto. A ausência de suporte emocional pode intensificar sentimentos de ansiedade e depressão, comprometendo a reabilitação e a QV. Conclui-se que a assistência especializada e o suporte psicológico contribuem para os cuidados, facilitando o enfrentamento e minimizando os impactos negativos na QV.
Palavras-chave: Qualidade de vida.,Estomia.,Bolsas de colostomia.
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Abrir o trabalhoPRODUÇÃO CIENTÍFICA EM ESTOMATERAPIA: UM ESTUDO DE REDES BIBLIOMÉTRICA DE COAUTORIA
REBECA LEITE PEIXOTO ; Cicera Hellen da Silva; Lara Ellen Brandão Batista Lima; Maria Isabel Nepomuceno Carvalho
A estomaterapia é uma área de atuação dos profissionais de enfermagem focada no cuidado dessas feridas agudas ou crônicas O termo ostomia ou estomia refere-se a uma abertura realizada no corpo, que exterioriza qualquer órgão oco. Nesse sentido, é crucial compreender como se dá a estrutura de pesquisas e citação de estudos focados nessa área de atuação. Portanto, o objetivo desta análise de redes bibliométricas foi investigar a produção científica recente na área de estomaterapia, identificando padrões de citações. Para isso, foram utilizadas técnicas de análise de redes bibliométricas, permitindo a visualização das interconexões entre os autores presentes na literatura científica publicada a partir de 2020. Para criar a rede de citação foi utilizado o programa Python utilizando as bibliotecas pandas, networkx, matplotlib e collections. A busca incluiu artigos científicos, foram utilizados os termos "estomaterapia" e "cuidados com estomas". A pesquisa foi realizada na Web of Science com filtro de publicações a partir de 2020. A rede de citações indicou que há uma fragmentação nos grupos de pesquisa que estudam o tema e que não há um autor central que seja mais citado nos últimos 5 anos o que pode indicar uma área descentralizada. O estudo apresenta limitações relacionadas à quantidade de bases de dados utilizadas, porém apresenta a tendência de redes de colaboração entre pesquisadores da área de estomaterapia.
Palavras-chave: Estomaterapia,Saúde,Bibliométrico
Oral
Abrir o trabalhoBUNDLE DE CUIDADOS DE ENFERMAGEM PARA PREVENÇÃO DE LESÃO POR PRESSÃO EM PACIENTES ADULTOS DOMICILIADOS: CONSTRUÇÃO E VALIDAÇÃO
MARIA JANETH HOLANDA NUNES ; Israel Junio Martins dos santos
Lesão por Pressão (LP) é um dano à pele ou tecidos moles subjacentes. Uma investigação no contexto domiciliar, apontou que o risco para o desenvolvimento de LP em pessoas acamadas variou entre 41,2% e 59%. É responsabilidade da enfermagem garantir a segurança do paciente e sua integridade, implementando medidas de prevenção e a sistematização do cuidado prestado ao paciente, sendo a prevenção efetivada por meio da adoção de protocolos baseados em diretrizes internacionais. Entre as estratégias para se garantir a segurança do paciente, encontra-se os Bundles, pacotes de cuidados baseados em evidências. O presente trabalho teve por objetivo elaborar e validar um Bundle de cuidados de prevenção de LP em pacientes adultos domiciliados. Trata-se de um estudo metodológico, desenvolvido a partir de uma revisão integrativa da literatura, que orientou a descrição das evidências científicas acerca dos cuidados preventivos de LP, construção e validação do Bundle por juízes especialistas. O estudo obteve aprovação do Comitê de Ética em Pesquisa, com parecer 7166227. Na revisão de literatura, os estudos selecionados, evidenciaram as principais estratégias de prevenção à LP: utilização da escala de Braden, inspeção, higienização e hidratação da pele, nutrição e mobilização do paciente. Ademais, a educação continuada teve relevante destaque, uma vez que as ações de educação, tanto para os enfermeiros como para a família cuidadora, são fundamentais nesse contexto. A partir desses dados, um Bundle de cuidados de enfermagem para prevenção de LP em pacientes adultos domiciliados foi construído e validado por 15 juízes especialistas, e o Bundle alcançou IVC Global de 0,96. O Bundle foi validado em seu objetivo, estrutura, apresentação e relevância, o que possibilita seu uso em ambiente domiciliar por enfermeiros cuidadores, contribuindo para orientação e cuidados preventivos de LP em pacientes adultos que se encontram nesse contexto.
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Abrir o trabalhoEFICÁCIA DO CONFREI EM ULCERAÇÕES NOS PÉS RELACIONADAS AO DIABETES: ENSAIO CLÍNICO RANDOMIZADO CONTROLADO E DUPLO-CEGO
LUZIANA NARA ALVES DO NASCIMENTO; ADRIANA CELIA CARDOSO DOS SANTOS; ELIZÂNGELA TAVARES DA SILVA BARROS; MANUEL ALVES DA CUNHA NETO; TAYS PIRES DANTAS; ANA ALINNE GOMES DA PENHA
Objetivo: avaliar os efeitos do uso externo do confrei em ulcerações nos pés relacionadas ao diabetes no ambulatório de enfermagem em estomaterapia de um hospital de ensino quaternário da rede pública. Metodologia: trata-se de um ensaio clínico de tratamento, randomizado-controlado, paralelo, duplo-cego com dois braços, quantitativo, realizado com 19 par ticipantes. O grupo controle fez uso de hidrogel, enquanto no grupo intervenção foi empregada a pomada a 5% do extrato aquoso das folhas de confrei. Os grupos utilizaram a fórmula durante 60 dias, com aplicação a cada 24 horas, sendo rea valiados a cada 15 dias. Para a coleta dos dados, foi utilizado um instrumento composto por uma seção com informações clínicas relacionadas à lesão e outra associada às medidas e dimensões da lesão. Resultados: evidenciou-se um aumento no percentual de contração da lesão no grupo em uso do confrei a 5% nos 15º (p < 0,05), 30º (p < 0,01), 45º (p < 0,05) e 60º (p < 0,05) dias de tratamento, com melhora rápida na classificação de Texas e na predominância do tecido de granula ção após o 15º dia com relação ao grupo controle. Esta investigação recebeu parecer favorável ao seu desenvolvimento pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), com o nº 1.968.257. Conclusão: ao analisar os resultados deste estudo, pode-se perceber que o confrei promoveu uma cicatrização mais rápida, diminuição do exsudato e do nível da dor, melhora na classificação de Texas, reparo tecidual em um menor tempo, aumento no percentual de contração da lesão e melhora da perfusão tecidual.
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Abrir o trabalhoEFICÁCIA DO EXTRATO DE CALÊNDULA PARA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS
LORENA LEITE PIRES DA SILVA; ISLEY DE SOUSA SALES; LIVIA TEIXEIRA DE SOUSA
As plantas medicinais são utilizadas há séculos para efeitos terapêuticos, nesse sentido, a Calendula officinalis apresenta resultados satisfatórios como agente cicatrizante de feridas. Seu extrato é utilizado associado a outros componentes para acelerar o reparo tecidual, devido às suas propriedades anti-inflamatória e antioxidantes. Objetivou-se identificar na literatura a eficácia do extrato da calêndula para a cicatrização de lesões teciduais. Trata-se de uma revisão bibliográfica, realizada no mês de março de 2025. A busca ocorreu através da Biblioteca Virtual em Saúde e bases de dados LILACS e PubMed, utilizados os Descritores em Ciências da Saúde (DeCs): calêndula, feridas e cicatrização, Medical Subjetct Headings (MeSh): calendula e Wound Healing cruzados com o operador Booleano AND, sendo encontrados 9 documentos. Foram utilizados como filtros: textos disponíveis na íntegra, idiomas (português, inglês e espanhol), como critério de inclusão tem-se documentos do tipo artigo publicados nos últimos 05 anos, e critérios de exclusão: documentos duplicados ou que não estivessem de acordo com a temática. Foram incluídos 7 artigos. A planta em questão, apresentou compostos como flavonoides, carotenoides, ácidos graxos, óleos essenciais, cumarina, hidrocarbonetos, dentre outros que atuam como anti-inflamatórios e antioxidantes. Além disso, os estudos mostraram que a calêndula apresenta efeitos analgésicos, baixa citotoxicidade e contribui para a síntese de colágeno, promovendo aceleração do reparo tecidual. Portanto, percebe-se a relevância de plantas medicinais como a calêndula, devido aos seus compostos bioativos que promovem a aceleração da epitelização. Entretanto, a maioria dos estudos encontra-se em fase pré-clínica, o que indica a necessidade de novos estudos para que a Calendula officinalis possa avançar para a fase clínica e ser utilizada nos tratamentos de feridas de difícil cicatrização.
Palavras-chave: Produto terapêutico, Estomaterapia, Feridas, Compostos naturais
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Abrir o trabalhoESTRATÉGIAS DE ENFERMAGEM PARA A PREVENÇÃO DE LESÕES POR PRESSÃO EM UNIDADES DE TERAPIA INTENSIVA
KAYLANE GOMES BEZERRA SILVA; Milton Lucas Pereira dos Santos; Levi Santos da Paixão; Jessica Vitória Barros dos Santos; Anna Rebeca Lima Monteiro; Joedison Silva Santana
As Lesões por Pressão (LP) são resultantes de um dano localizado na pele e/ou tecidos moles subjacentes em decorrência da pressão exercida sob proeminência óssea ou dispositivos. Nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) é um evento de rápida evolução que requer medidas preventivas. Este estudo objetiva analisar as melhores práticas de enfermagem na prevenção de LP em UTI. Trata-se de uma revisão da literatura, realizada em março de 2025, com coleta nas bases de dados: MEDLINE, LILACS e BDENF, acessadas via Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PubMed. Utilizando os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS): Úlcera por pressão, unidades de terapia intensiva, enfermagem e Medical Subject Headings (MeSH): Pressure ulcer, intensive care units, nursing, por meio do operador booleano AND. Critérios:1) Inclusão: Estudos que contemplam a questão norteadora, primários, disponíveis na íntegra em inglês, português e espanhol nos últimos 5 anos. 2) Exclusão: Estudos que não abordam a questão, duplicados e incompletos. Dos 756 estudos, 388 foram excluídos por meio dos critérios de exclusão. Foram lidos título e objetivo de 368 estudos, restando 17 para leitura na íntegra. Dessa maneira, 12 artigos compuseram a amostra final. Diante da análise identificou-se: mudanças regulares de decúbito, elevação da cabeceira entre 30°-45°, uso de colchões pneumáticos e materiais que redistribuem a pressão, manutenção da pele, posicionamento correto no leito, classificação dos pacientes por meio de escalas de risco e avaliação dos sinais clínicos de desnutrição, determinando que as ações para identificação dos fatores de risco e a implementação dos cuidados devem atender às necessidades individuais de cada paciente. O conhecimento trazido pelos profissionais auxilia na elaboração de protocolos e no reforço do elo integral. Conclui-se que o cuidado sistematizado e individualizado e a implementação das medidas preventivas contribuem para redução da incidência, garantindo melhorias no prognóstico.
Palavras-chave: Úlcera por pressão, Unidades de terapia intensiva, Enfermagem
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Abrir o trabalhoINOVAÇÕES EM CURATIVOS PARA FERIDAS CRÔNICAS: REVISÃO NARRATIVA
LAURA BEATRIZ DOS SANTOS DA SILVA; Paulo Ermeson Ferreira Dutra; Aparecida Kamilly Sousa dos Passos; Maria Clara de Alencar Sousa
As feridas crônicas apresentam cicatrização prolongada, impactando a saúde pública e a qualidade de vida dos pacientes. Os avanços tecnológicos no tratamento têm oferecido alternativas eficazes, favorecendo a cicatrização. Objetivou-se identificar as evidências científicas sobre as inovações no uso de curativos para feridas crônicas. Trata-se de uma revisão narrativa, realizada nas seguintes bases de dados: LILACS e MEDLINE, utilizando os Descritores de Ciências em Saúde (DeCS): "Curativos", "Feridas Crônicas" e "Cicatrização de Feridas". Foram incluídos artigos publicados nos últimos 5 anos, em português e inglês, que abordassem as inovações na utilização de curativos e sua aplicabilidade na assistência. Os estudos indicaram que curativos à base de biocelulose, hidrofibra com prata e terapia fotodinâmica foram promissores, pois aceleraram a cicatrização, reduziram infecções e melhoraram a qualidade de vida dos pacientes. No entanto, desafios como custo elevado, acessibilidade restrita e necessidade de capacitação dos profissionais de saúde dificultaram sua ampla adoção. Além disso, houve lacunas na padronização dos protocolos de uso desses curativos, o que prejudicou a implementação uniforme. Estratégias como educação continuada para profissionais de saúde e maior investimento em pesquisas clínicas são essenciais para superar esses desafios. O avanço das tecnologias, aliado a uma abordagem multidisciplinar, pode otimizar o tratamento e proporcionar melhores resultados clínicos para os pacientes com feridas crônicas. Além disso, é essencial garantir o acesso a terapias inovadoras por meio da ampliação da oferta de insumos, materiais e assistência especializada, promovendo uma distribuição equitativa desses recursos. A implementação de diretrizes baseadas em evidências pode favorecer a adesão de curativos modernos no cotidiano clínico, maximizando seus benefícios e minimizando complicações associadas à cicatrização inadequada.
Palavras-chave: Curativos, Feridas Crônicas, Cicatrização de Feridas
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Abrir o trabalhoÓLEO DE COPAÍBA UTILIZADO NA CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS: UMA REVISÃO DA LITERATURA
ELKA PRISCYLA MIRANDA BRITO; MARCOLINO RIBEIRO SILVA
O óleo de copaíba extraído da madeira de uma árvore nativa do Brasil, a Copaifera langsdorffii possui diversas propriedades terapêuticas, dentre elas a de ação cicatrizante. Tendo fácil acesso pela população, inclusive na região do Cariri no interior do Ceará, esse óleo é utilizado comumente como opção de baixo custo para a cicatrização de feridas. Mas será que há evidências na literatura que garantam a efetividade dessa substância? Dessa forma, o presente estudo tem o objetivo de analisar com base na literatura, as evidências sobre o uso de óleo de copaíba no tratamento de feridas e outras lesões em humanos. Como metodologia, trata-se de uma revisão simples da literatura utilizando as bases de dados da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e PUBMED combinando descritores e palavra-chave: feridas e óleo de copaíba em português e inglês e utilizando como critérios de inclusão: Ensaios clínicos realizados em humanos relacionados a cicatrização de feridas ou tratamentos e exclusão: Estudos que não falassem de cicatrização de feridas e estudos em animais. Foram extraídos 75 artigos, após as análises dos resumos, cumpriram os critérios de inclusão 4 artigos que devido a raridade de estudos foram obtidos artigos de 2018 a 2021. Os resultados obtidos após análise dos presentes artigos obtiveram desfechos positivos com uso do óleo de copaíba ou seus derivados no tratamento de úlceras pépticas, e quando adicionados a outros óleos, como o de babaçu por exemplo obteve efeitos significativos no tratamento da endometriose, além de atuar reduzindo a formação anormal de cicatrizes. Dessa forma pode-se considerar que ainda faltam mais estudos robustos em humanos que deem confiabilidade e segurança para utilização do óleo de copaíba no tratamento de feridas. Contudo, de acordo com estudos analisados, foi obtido resultados positivos o que corroboram com a cultura milenar já utilizada das plantas medicinais.
Palavras-chave: Ácidos graxos essenciais,Plantas medicinais, Ferimentos e lesões,Cicatrização
Oral
Abrir o trabalhoPERFIL CLÍNICO E EPIDEMIOLÓGICO DE USUÁRIOS DE SERVIÇO ESPECIALIZADO DE ESTOMATERAPIA COM AMPUTAÇÃO POR NEUROPATIA DIABÉTICA
LUZIANA NARA ALVES DO NASCIMENTO; ADRIANA CELIA CARDOSO DOS SANTOS; ELIZÂNGELA TAVARES DA SILVA BARROS; MANUEL ALVES DA CUNHA NETO; TAYS PIRES DANTAS; THAÍS RODRIGUES DE ALBUQUERQUE
Objetivou-se caracterizar o perfil clínico e epidemiológico de pessoas com amputação por neuropatia diabética, usuários de um serviço ambulatorial de enfermagem em estomaterapia. Estudo quantitativo descritivo, realizado em um ambulatório de estomaterapia de um hospital público de fortaleza. Foram incluídos usuários participantes de um ensaio clínico, cujos dados foram coletados entre agosto de 2017 a março de 2018, por meio de entrevista com ficha estruturada e exame físico. Os dados foram tabulados no programa Microsoft Excel for Windows® 2016 e importados para o software Statistical Package for the Social Science (SPSS) versão 25.0, onde se realizou análise descritiva e teste t de Student para verificar associação entre os grupos. Os resultados foram apresentados em tabelas e discutidos em respaldo às evidências científicas. Esta investigação recebeu parecer favorável ao seu desenvolvimento pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), com o nº 1.968.257. Dos 19 indivíduos incluídos, 63,1% eram do sexo masculino, com média de 67,5 anos de idade, aposentados e com ensino médio incompleto. Todos apresentavam comorbidades à diabetes, destacando-se as doenças crônicas não transmissíveis, principalmente hipertensão (31,5%) e acidente vascular cerebral (21%). 73,6% relataram o consumo diário de óleo vegetal, azeite e sal. Em contrapartida, frutas, legumes verduras, carnes e peixes foram amplamente citados. O exame físico evidenciou que 63,1% dos usuários estavam com sobrepeso e obesidade e 57,8% obtiveram sensibilidade preservada para o membro inferior esquerdo e sensibilidade comprometida no membro inferior direito. O perfil clínico e sociodemográfico dos usuários com amputação por neuropatia diabética mostrou, em sua maioria, homens acima de 60 anos de idade, aposentados, casados, com renda de um salário e ensino médio incompleto. O estilo de vida dessas pessoas é passível de melhora e o estado de saúde apresentava-se regular.
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Abrir o trabalhoPOTENCIAL TERAPÊUTICO DA ALOE VERA SOBRE O PROCESSO DE CICATRIZAÇÃO DE FERIDAS CRÔNICAS
GEIZIMAYRA CAMPOS PEREIRA ; GIOVANA DIAS ANJOS; PEDRO HENRIQUE DELMONDES SANTOS
As feridas crônicas são um problema de saúde pública definidas pela interrupção na estrutura e funções normais do tecido corporal, com difícil cicatrização, podendo persistir por meses ou anos, em consequência de fatores como diabetes mellitus e hipertensão arterial sistêmica. Nos últimos anos, o consumo de práticas terapêuticas à base de fitoterápicos tem se destacado por serem de baixo custo e fácil acesso. Assim, destaca-se a Aloe vera, planta utilizada na medicina tradicional para tratar lesões, a partir da inibição da inflamação e regeneração do tecido. Objetivou-se buscar na literatura o processo terapêutico da A.vera na cicatrização de feridas crônicas. Realizou-se uma revisão narrativa da literatura, utilizando o cruzamento do Descritor em Ciências da Saúde “Aloe vera” e Medical Subject Headings “Healing” e “Chronic wound” com o operador booleano “AND” nas bases de dados Scielo e Pubmed. Como critério de inclusão artigos sobre o uso da A.vera em processos cicatrizantes e em lesões crônicas, foram excluídos os que destacavam outras patologias. A A.vera é uma erva que possui componentes bioquímicos que apresentam atividades biológicas como antidiabética e anti-inflamatória. Apresenta-se de forma benéfica na fase proliferativa da cicatrização pois a sua mucilagem estimula a produção de fibroblastos e o aumento da síntese de colágeno, aumentando a vascularização e regenerando o tecido. Um dos principais polissacarídeos encontrados no gel da A.vera é a acemanana, que manifestou efeitos anti-inflamatórios e cicatrizantes em estudos in vitro, estimulando o crescimento do tecido e a regeneração celular. Já a manose-6-fosfato ao ser testada em camundongos, acelerou a reparação tecidual e diminuiu a inflamação. Conclui-se que a A.vera tem propriedades que ajudam na cicatrização de feridas, mas há controvérsias quanto a sua eficácia em humanos. Portanto, se faz necessário a realização de testes que validem ainda mais o uso da planta na cicatrização de feridas crônicas.
Palavras-chave: Aloe vera,Cicatrização,Feridas crônicas,Estomaterapia,Plantas medicinais
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Abrir o trabalhoTERAPIAS AVANÇADAS NO TRATAMENTO DE FERIDAS EM PACIENTES DIABÉTICOS: IMPACTO NA CICATRIZAÇÃO
LUYSE TAVARES VELOSO DE QUEIROZ; PAULO ERMESON FERREIRA DUTRA; SOFIA MARTINS TEIXEIRA
O processo de cicatrização de feridas em pacientes diabéticos é lento e complexo devido a fatores associados à doença, como neuropatia, inflamação crônica e maior vulnerabilidade a infecções recorrentes. As terapias avançadas, incluindo fotobiomodulação e oxigenoterapia hiperbárica, são alternativas utilizadas para acelerar a regeneração tecidual e reduzir complicações, impactando positivamente a qualidade de vida dos pacientes. Este estudo tem como objetivo analisar os efeitos das terapias avançadas no processo de cicatrização de feridas em indivíduos com diabetes. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, com busca realizada na Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), utilizando os Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) “Lesões de Pele”, “Tratamento” e “Diabetes”, conectados pelo operador booleano AND. Foram incluídos artigos completos, publicados nos últimos cinco anos, em português e inglês; e excluídas pesquisas que não abordassem o tema, ou realizadas em modelos animais ou in vitro. Após a triagem de 372 artigos, três estudos foram selecionados. Os achados desta revisão indicam que as terapias não farmacológicas avançadas, favorecem a regeneração tecidual e reduzem complicações associadas às feridas em pacientes diabéticos. No entanto, a resposta individual ao tratamento depende de diversos fatores, como o estágio do diabetes, o controle glicêmico, a adesão ao tratamento, a presença de comorbidades e fatores intrínsecos do paciente, como idade e estado nutricional. Além disso, hábitos como a dieta e o manejo adequado da glicemia desempenham um papel essencial no sucesso da cicatrização. Dessa forma, reforça-se a importância de uma abordagem terapêutica personalizada, considerando as necessidades específicas de cada paciente para otimizar os resultados no tratamento de feridas diabéticas.
Palavras-chave: Lesões de pele,Tratamento,diabetes
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