27 de 27 trabalho(s) aceito(s)
A NECESSIDADE DE CAPACITAÇÃO DE MONITORES DE INCLUSÃO NA ATUAÇÃO COM CRIANÇAS NEURODIVERGENTES
CARLOS ANDRÉ DA SILVA SANTOS ; Wallace de Araújo Lima
O Estágio Supervisionado é uma disciplina curricular presente na matriz dos cursos de licenciatura, que proporciona novas experiências e vivências aos licenciandos contribuindo na construção da sua identidade docente. O presente trabalho tem como objetivo analisar a necessidade de capacitação de monitores de inclusão no atendimento de crianças neurodivergentes. Este trabalho caracteriza-se de abordagem qualitativa, do tipo descritivo e de relato de experiência. A vivência do Estágio Supervisionado I foi realizada em um Centro de Educação Infantil municipal da cidade de Iguatu-CE, com uma turma do Infantil V contemplando 25 crianças, sendo10 (dez) meninos e 15 (quinze) meninas, dentre elas, 6 (seis) crianças neurodivergentes. As regências iniciaram-se no dia 02 de outubro de 2025 e encerraram-se em 26 de novembro do corrente ano, totalizando 40 horas aulas. Foram ministrados os conteúdos de ensino de Brincadeiras e Jogos e Ginástica Geral, planejados a partir das orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Durante esse período, observou-se empiricamente a falta de engajamento por parte dos monitores na inclusão de crianças neurodivergentes nas atividades propostas pelos professores estagiários. Em alguns momentos, quando elas se dispersavam, não sabiam como proceder para que os alunos retomassem a participação nas práticas. Por vezes, colocavam para entreter-se com alguns brinquedos disponibilizados pela creche. Essa situação ocorria nas práticas pedagógicas planejadas tantos pelos professores estagiários, quanto pelas professoras regentes da instituição. Percebe-se que esses profissionais carecem de conhecimentos didático-pedagógicos e de preparação para agir em situações nas quais requer expertise e experiência. A partir das observações, ficou evidenciado a necessidade de capacitação para os monitores de inclusão que atuam com crianças neurodivergentes. Para possíveis propostas de intervenção pedagógica e uma melhor atuação profissional, sugere-se formações, oficinas, minicursos, fornecidos pela Secretaria de Educação do Munícipio ou a busca de atualizações de forma independente. Conclui-se que, o Estágio Supervisionado é o espaço de excelência por proporcionar o conhecimento da realidade escolar e seus contextos, bem como exercer a futura atuação profissional. E que os monitores de inclusão busquem capacitações constantes para atuar de forma equitativa e satisfatória no atendimento às crianças neurodivergentes.
BRINCAR COMO ANTIGAMENTE: DIFICULDADES DE COORDENAÇÃO MOTORA EM BRINCADEIRAS TRADICIONAIS EM AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA.
LARA SAMYA DE LIMA RODRIGUES; Geraldo Marcos da Silva
A Educação Física no Fundamental I desempenha papel essencial no desenvolvimento integral das crianças, favorecendo aspectos motores, cognitivos, afetivos e sociais. Por meio das atividades lúdicas e corporais, os estudantes exploram habilidades, constroem autonomia e aprendem a conviver coletivamente. Assim, o presente trabalho tem como objetivo descrever uma experiência realizada durante o Estágio Curricular II em Educação Física. A escolha metodológica foi qualitativa e descritiva, uma vez que buscou analisar percepções, comportamentos e dificuldades apresentadas durante as vivências práticas. O estágio aconteceu em uma escola pública de ensino fundamental integral localizada na cidade de Iguatu-CE, envolvendo turmas do 1º e 3º. As aulas tiveram como foco o resgate de brincadeiras tradicionais e populares. A observação sistemática revelou desafios significativos relacionados ao equilíbrio, tempo de reação, coordenação global e execução dos próprios saltos, indicando que atividades motoras básicas, antes amplamente praticadas de maneira espontânea por gerações anteriores, agora se mostram mais complexas para crianças fortemente inseridas em contextos digitais. Diante dessas limitações, tornou-se necessário intervir com orientações contínuas, demonstrações práticas e adaptações das brincadeiras, a fim de possibilitar maior participação e compreensão das regras. Embora tenha havido engajamento e interesse por parte dos alunos, as dificuldades persistiram, principalmente porque o curto período de estágio não permitiu um acompanhamento individualizado ou o desenvolvimento de um plano motor contínuo que fortalecesse, a longo prazo, os fundamentos corporais necessários. Com isso, a experiência demonstrou que o resgate de brincadeiras tradicionais é essencial para promover consciência corporal e estímulos motores que, na vida cotidiana das crianças contemporâneas, têm sido cada vez mais reduzidos e substituídos por atividades passivas mediadas por telas. Tais práticas devem ser incentivadas de forma sistemática no contexto escolar, demonstrando a importância de brincadeiras e jogos populares e culturais como meio de aprendizagem significativa.
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Abrir o trabalhoA COOPERAÇÃO E APRENDIZADO: A IMPORTÂNCIA DO ESTÁGIO NA FORMAÇÃO DOCENTE
FÁBIO RENAN UCHÔA; Francisca Bruna Pereira Dos Reis; Natanael Viana Victor Mendonça
Os estagiários da Universidade Regional do Cariri(URCA) campus Iguatu, Fábio Renan Uchôa, Francisca Bruna Pereira Dos Reis e Natanael Viana Victor Mendonça, sobe a orientação da professora Sinara Pereira de Souza, relatam as experiências adquiridas durante a formação docente que ocorreu na instituição pública Eeep Lucas Emmanuel Lima Pinheiro localizada no municio do Iguatu, Ceara. o presente projeto tem o objetivo de apresentar as vivencias dos estagiários durante o período de 2025.2 na escola de ensino médio. A Cooperação e Aprendizado: A Importância do Estágio na Formação Docente, são duas vertentes coligadas que nortearam. A cooperação e aprendizado com o professor supervisor da escola, sendo bastante prestativo e oferecendo o total apoio aos estagiários, embora não conseguisse evitar os problemas que dificultaram bastante a execução das regências, a metodologia da escola, o espaço fornecido e a participação dos alunos foram obstáculos que os estagiários tivermos que atenuar. O deslocamento até os espaços destinado, a fechada junto com o clima quente do período da regência foi um fato que afastou muitos alunos de participar. A escola estipulava que os alunos deveriam usar um uniforme próprio para as práticas corporais ao qual atrasava a aula, junto com a requisição para retornarem a sala com antecedência, limitava bastante a execução das atividade. Deixado ao critério a metodologia do professor da escola acabou por não ser seguida, sendo mantido o planejamento prévio da semana para as turmas, buscando atividades que promovesse a inclusão de gênero e a maior participação dos alunos, tentando trazer atividades interativas e que reduzisse o número de transpiração de suor. Foi sugerido ao professor o conteúdo de vôlei e futsal pelos professores estagiários, ao qual o professor aceitou de início, mas posteriormente teve que ser modificado para explorar uma maior gama de alunos e suas deficiências que ainda não tinha adquiridos. Em resumo, embora a experiência tenha sido desafiadora por se tratar de alunos com faixa etária próximas dos professores estagiários, junto com a fase da adolescência, revelou-se extremamente gratificante ao conhecimento. A superação dos obstáculos e o desenvolvimento de estratégias para lidar com situações imprevistas na ministração das aulas, como ministra aulas teóricas utilizando material de outro professor, foi uma situação complexar e nova, mas foram fundamentais para o crescimento profissional e pessoal dos estagiários.
A participação ativa de um aluno com TEA nas aulas de Educação Física
LUIZA VIEIRA DA SILVA; João Marcelo Bezerra da Silva; Victor Augusto Ferreira de Oliveira
O estágio é um momento importante na formação, pois permite que o estudante coloque em prática o que aprende na sala de aula. É uma oportunidade de conhecer de perto a rotina profissional, desenvolver novas habilidades e ganhar mais confiança. Além disso, o estágio contribui para o crescimento pessoal, melhora a comunicação ajuda a construir experiencias que serão fundamentais para a atuação profissional. A participação de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nas aulas de Educação Física exige práticas pedagógicas inclusivas que considerem suas características sensoriais, comunicacionais e sociais. Este trabalho teve como objetivo analisar como a adaptação de estratégias metodológicas pode favorecer o engajamento e a participação ativa de um aluno com TEA em aulas regulares de Educação Física do ensino fundamental. Este relato de experiência descreve as vivências do estágio realizado em uma escola pública da cidade de Iguatu, ocorrido no período de setembro a novembro com as turmas do 6° e 7° ano. A metodologia utilizada foi de caráter exploratório, baseada em observações diretas da turma durante as aulas, permitindo acompanhar de perto a participação e o comportamento dos estudantes. Os resultados apontaram que o aluno com (TEA) participou ativamente de todas as atividades propostas nas aulas de Educação Física, demonstrando interesse, autonomia e boa interação com os colegas. Ao longo do estágio, observou-se que ele acompanhava as orientações do professor com facilidade e realizava as práticas corporais sem apresentar dificuldades significativas, integrando-se naturalmente ao grupo. Conclui-se, assim, que a experiência evidenciou uma participação positiva e inclusiva, reforçando que, em um ambiente acolhedor e bem organizado, o aluno com (TEA) consegue desenvolver-se plenamente no contexto escolar. Dessa forma, destaca-se a importância de práticas pedagógicas sensíveis e inclusivas, que valorizem o potencial de cada estudante e promovam sua participação efetiva nas aulas de Educação Física.
Palavras-chave: Educação fisica,transtorno do espectro autista,participação do estudante,estagio
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Estágio Supervisionado 1, Capacitação , Monitores de Inclusão ,Crianças Neurodivergentes
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Abrir o trabalhoDificuldades Enfrentadas Pelos Estagiários nas Regências de Classe na Educação Infantil
CARLOS EDUARDO FEITOSA DA SILVA ; Clisman Lopes Teixeira; Ghymeson Alves Soares
Oral
Abrir o trabalhoLimitações de espaços físicos para a prática da Educação Física na Educação Infantil
WESLLEY GUILHERME DA SILVA MIGUEL; José Rian Pereira da Silva; Kelton Rangel Nascimento Ferreira
O Estágio Curricular Supervisionado constitui-se como componente curricular da formação docente, proporcionando vivências e experiências aos futuros professores no ambiente escolar. Durante nossa experiência na Educação Infantil, identificamos limitações de espaços físicos para a realização das aulas de Educação Física no ambiente escolar. Nesse sentido, esse relato tem como objetivo descrever os desafios e impactos ocasionados pela restrição de espaços físicos nas aulas de Educação Física na Educação Infantil. O trabalho apresenta-se de abordagem qualitativa, do tipo descritivo e de relato de experiência, fruto das vivências proporcionadas pelo Estágio Supervisionado I em um Centro de Educação Infantil municipal de Iguatu-CE, com 18 crianças, na faixa etária de 03 a 05 anos de idade, sendo oito do sexo feminino e dez do sexo masculino, destas, cinco com diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA). As regências iniciaram em 02 de outubro de 2025 e concluídas em 26 de novembro do mesmo ano, no qual foi contemplando os conteúdos de ensino de Brincadeiras e Jogos e Ginástica Geral, a partir das normatizações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Para a ministração destes conhecimentos, os professores estagiários realizaram adaptações necessárias nos planejamentos diários, nas atividades propostas e nos recursos didáticos, devido às limitações de espaços físicos presentes no ambiente escolar. Essa restrição de espaços, trouxe alguns prejuízos nas propostas pedagógicas, no que refere a exploração dos movimentos e a vivência de manifestações corporais, comprometendo o desenvolvimento dos aspectos motor, social, cognitivo e afetivo das crianças. Buscando melhorias na ampliação dos espaços físicos, faz-se necessário, investimentos na reestruturação dos ambientes internos da creche, garantindo áreas seguras e amplas para o desenvolvimento das atividades, qualidade e bem-estar para toda a comunidade escolar. Além disso, a parceria com espaços comunitários, com quadras, pátios cobertos e praças próximas a instituição escolar. Por fim, conclui-se que o Estágio Curricular Supervisionado é essencial para o desenvolvimento acadêmico dos futuros docentes. A experiência evidenciou que a creche necessita de melhorias em sua infraestrutura, sobretudo, na criação de espaços destinados à Educação Física, já que a falta de ambientes adequados interfere na prática docente, na qualidade das atividades e na formação cidadã das crianças.
Palavras-chave: Palavras-chave: Limitações. Espaços Físicos. Educação Física. Educação Infantil.
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Abrir o trabalhoO TRIÂNGULO DA FRAGILIDADE: ALIMENTAÇÃO, HIGIENE E APOIO FAMILIAR COMO PILARES DA VULNERABILIDADE SOCIAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL
PÂMELA ANGEL MACHADO DA SILVA ; Hevellyn Kailany da Silva Pereira; Tiago da Silva de Oliveira
A primeira infância constitui uma fase decisiva do desenvolvimento humano, na qual as experiências vivenciadas podem consolidar alicerces fundamentais ou impor obstáculos de longo prazo. No cenário brasileiro, marcado por profundas desigualdades, um número significativo de crianças cresce em condições de vulnerabilidade social, e o ambiente escolar emerge como um espaço privilegiado de observação e intervenção. Este trabalho teve como objetivo compreender de que maneira a alimentação, a higiene e o apoio familiar contribuem para a formação do quadro de vulnerabilidade social na educação infantil. A metodologia adotada foi um relato de experiência reflexivo, fundamentado na observação direta e documentação durante um período de estágio em uma escola de Educação Infantil, com suporte em revisão teórica para contextualizar e analisar as observações. Como resultados, a observação direta no cotidiano escolar identificou manifestações concretas da vulnerabilidade em três dimensões interligadas. Na alimentação, observou-se crianças que chegam com fome, dependem da merenda escolar como refeição principal e apresentam dificuldades de concentração, irritabilidade e sonolência, além de consumirem lanches de baixo valor nutricional. Na higiene, foram identificados sinais de precarização, como roupas sujas ou repetidas e falta de cuidados corporais básicos, demandando orientação constante da escola. No que tange ao apoio familiar, constatou-se baixa participação na vida escolar, carência emocional manifestada pelas crianças e dificuldades na manutenção de rotinas, com acompanhamento parental quase inexistente nas tarefas. As considerações finais apontam que a vulnerabilidade social na primeira infância transcende a dimensão material, impactando diretamente a rotina, o equilíbrio emocional e o desenvolvimento integral das crianças. A escola assume um papel essencial como espaço de proteção, oferecendo alimentação, segurança e uma rotina estruturada que muitas famílias, devido a condições estruturais e não por falta de cuidado, não conseguem prover. Conclui-se que garantir uma infância com estabilidade e oportunidades é uma responsabilidade coletiva, reforçando a necessidade de políticas públicas e apoio institucional como um investimento prioritário para o futuro da sociedade.
Palavras-chave: Vulnerabilidade social, educação infantil, primeira infancia
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Abrir o trabalhoDESAFIOS NA IMPLEMENTAÇÃO DE AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM UMA ESCOLA PÚBLICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA
ANA MYRELLA ALMEIDA ALVES; Geovane Silva de Lima
Escolas situadas em áreas periféricas, onde muitas crianças não contam com apoio familiar adequado, frequentemente se tornam ambientes em que surgem manifestações iniciais de violência escolar. Diante desse cenário, emerge a seguinte questão: quão desafiador é para os estagiários lidarem com situações de agressões físicas e verbais entre os alunos, resistência à participação nas atividades, episódios de negligência, bem como a escassez de espaço e de recursos didáticos para o aprimoramento das práticas? Com isso o objetivo desse trabalho é relatar as experiências vivenciadas durante o Estágio Curricular no Ensino Fundamental I em uma escola pública da cidade de Iguatu- CE. Trata-se de um relato de experiência de natureza descritiva, no âmbito da disciplina de Estágio Curricular do Curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri, que ocorreu no período de setembro a dezembro do corrente ano. Durante a vivência observamos o espaço para as práticas e constatamos um ambiente extenso, porém escasso de materiais, o que já encaramos com dificuldade. Posteriormente, após a fase de observação, iniciou-se as regências em classe no período do dia dois de outubro e finalizou-se no dia 16 de outubro, com a escolha dos conteúdos de jogos e brincadeiras e esportes. Combinamos de relacionar atividades focadas para aprimoramento dos conhecimentos gerais, e em algumas atividades que poderiam trabalhar a interdisciplinaridade. Na turma do primeiro ano havia muita cooperação entre os alunos, encontrou-se algumas dificuldades: o curto espaço no ambiente de sala, pois o local antes era um laboratório científico e foi adaptado; ausência de muitos alunos, também foi perceptível algumas recusas de participação nas atividades, mesmo os estagiários tentando dar confiança, mas relataram o medo de constrangimento. Já na turma do terceiro ano, foram visualizados gestos de agressividade entre os colegas, falta de cooperatividade e respeito mútuo com os estagiários, além de ofensas verbais entre os alunos e negações em participar das aulas. Outra situação dificultosa foi a negligência da professora supervisora com os estagiários, retirando a autonomia. Portanto, apesar dos desafios relatados, o estágio no ensino fundamental I foi primordial para os discentes, pois é uma vivência complexa, e de alta produtividade pois há um ganho de experiência, além de fazer com que busquem refletir sua vida acadêmica-profissional e social.
Palavras-chave: Estágio curricular,Educação física, Ensino fundamentel
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA E RESISTÊNCIA: REFLEXÕES DO ESTÁGIO NO FUNDAMENTAL I EM UMA ESCOLA PRIVADA
IRIS DE OLIVEIRA BEZERRA ; Francisca Hemelyciana da Silva Gonçalves
A Educação Física é uma área ampla que, no contexto escolar, deve abordar diversas práticas corporais, ampliando as vivências dos alunos. O Estágio Supervisionado é fundamental para articular teoria e prática, permitindo ao futuro professor compreender a dinâmica escolar, refletir sobre seu papel e reconhecer as demandas da comunidade. No Fundamental I, o estágio possibilita vivências completas da prática pedagógica, valorizando a reflexão crítica e a importância da atividade física na formação dos estudantes. O presente trabalho busca refletir sobre como a preferência dos alunos por atividades repetitivas afeta o planejamento pedagógico do estagiário e do professor regente. Trata-se de um relato de experiência de natureza descritiva, desenvolvido durante o Estágio Supervisionado II, fundamental em uma escola da rede privada no município de Iguatu-CE. O estágio foi desenvolvido com estudantes do 2º ao 5º ano, sendo as maiores resistências observadas no 4º e 5º ano. Identificou-se resistência dos alunos do Fundamental I na participação de novas propostas de atividades, demonstrando preferência por conteúdos como queimada e futsal. Compreender esse fenômeno é essencial para analisar seus impactos no planejamento, na autoridade pedagógica do estagiário e na ampliação das experiências corporais das turmas. Mesmo após acordos estabelecendo que, após participarem das atividades propostas, teriam um tempo destinado para práticas de sua preferência, alguns alunos ainda não demonstraram interesse em participar. Em outros casos, realizavam as atividades rapidamente, sem foco ou envolvimento, apenas para concluí-las, desconsiderando a finalidade pedagógica das propostas e o processo de aprendizagem corporal. Também foram observados comportamentos agressivos e dificuldade em lidar com frustrações, especialmente diante de perdas em atividades. Com isso, a realização do Estágio Supervisionado II foi essencial para a formação acadêmica e profissional, proporcionando vivências práticas e reflexivas do cotidiano escolar. Apesar da resistência dos alunos, comportamentos agitados e episódios de agressividade, a experiência exigiu firmeza, paciência e estratégias diferenciadas. Assim, o estágio revelou-se de grande relevância, permitindo compreender desafios, potencialidades e a importância da atuação pedagógica na Educação Física escolar.
Palavras-chave: Educação Física Escolar , Ensino Fundamental , Estágio Curricular
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Abrir o trabalhoESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA: DESAFIOS VIVENCIADOS PARA A CONDUÇÃO E MANUTENÇÃO DO ENGAJAMENTO NAS AULAS
FELIPE FERREIRA ANDRADE DOS SANTOS ; Antônio Jean Ferreira de Araújo; Elias Campos Viana; Emanuele Antonia Moreira de Lima
O Estágio Supervisionado, no âmbito da licenciatura, busca aproximar os professores em formação do seu possível ambiente de trabalho, nesse sentido, preparando-o a conduzir suas aulas com base nos conhecimentos adquiridos no decorrer da graduação, recriando e apropriando-se das possibilidades oferecidas pelo ambiente escolar para que o processo de ensino e aprendizagem aconteça de forma satisfatória. No que diz respeito a participação ativa dos discentes nas aulas de Educação Física, o engajamento destaca-se como um importante fator multidimensional, visto que compreende aspectos comportamentais, cognitivos e emocionais que precisam estar entrelaçados para que o professor consiga conduzir a aula, mantendo o aluno motivado e engajado durante a realização das atividades planejadas. Esse estudo objetiva relatar os desafios vivenciados para condução e manutenção do engajamento nas aulas de Educação Física durante o Estágio Supervisionado 2. Foi utilizada uma metodologia de abordagem qualitativa e descritiva, fundamentada na observação direta, intervenção orientada e reflexiva ao longo de 48 horas. O estágio aconteceu em uma instituição pública que oferta o Ensino Fundamental I e II e localiza-se no município de Iguatu-CE. Durante as regências foram desenvolvidas atividades que envolviam brincadeiras e jogos, ginástica e esportes de rede (voleibol), sendo possível identificar ao longo de cada aula um cenário complexo, no que diz respeito as interações sociais, visto que, a sala é composta por indivíduos que apresentam suas peculiaridades, tendo preferências por certas atividades em detrimento de outras, além de ser visível a afinidade entre alguns e aversão entre outros. Logo, o professor é desafiado, constantemente, a conduzir uma aula que mantenha os alunos, engajados e conscientes da importância de respeitar as individualidades para sanar a ocorrência de conflitos e, consequentemente, proporcionar a ocorrência de uma boa aula. Conclui-se que o professor de Educação Física deve valer-se de estratégias pedagógicas, incluindo clareza comunicativa, adaptação de atividades, variação lúdica e estabelecimento de vínculos afetivos, favorecendo a condução e a manutenção do engajamento dos alunos nas aulas, considerando as diferenças presentes na turma.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado,Educação Física,Engajamento,Aulas
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Abrir o trabalhoIMPACTOS DA RESTRIÇÃO DO HORÁRIO DO PROFESSOR DE CAMPO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
MYRLA RHAIRA AMORIM DA SILVA MELO; Andreivid Neris dos Santos; Emilly Braz da Silva
O Estágio Curricular Supervisionado II é um espaço de aprendizado e experiências da formação docente, momento de construção da identidade profissional. Ao observar, planejar, intervir e refletir sobre as práticas pedagógicas, os estagiários desenvolvem sua autonomia. Nesse contexto, os estudantes têm a oportunidade de vivenciar as experiências e os desafios escolares. A partir dessas práticas, passam a compreender as dificuldades da profissão e se preparam melhor para sua futura atuação docente. Tem-se como objetivo relatar a falta de disponibilidade de horário do professor supervisor durante o Estágio Supervisionado II nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. O presente trabalho segue uma abordagem qualitativa, descritiva, caracterizando-se como um relato de experiência. O Estágio ocorreu em uma escola da rede de ensino municipal de Iguatu-CE, entre os dias 02/10/2025 a 14/11/2025, totalizando 40 horas de regência. Foram ministradas aulas para duas turmas com características distintas. O 4° ano contava com 27 crianças, sendo três com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Já o 3° ano era composto por 26 crianças, tendo uma criança diagnosticada com TEA. Os conteúdos ministrados foram: Brincadeiras e Jogos, Esportes de Rede (V oleibol), Esportes de Invasão (futsal) e Ginástica Geral, a partir das orientações da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), com práticas previamente planejadas. Durante a vivência, surgiram desafios que impactaram o desenvolvimento das aulas, como a desvalorização das aulas de Educação Física e a falta de disponibilidade de um dos docentes. Nesse contexto, a partir do que foi elencado, comprometeu algumas experiências dos estagiários, como a troca constante de horários, aulas canceladas sem aviso prévio e a falta de acompanhamento dos professores supervisores. Por outro lado, destacam-se aspectos positivos como o desenvolvimento da autonomia e o amadurecimento profissional. Mesmo com os desafios encontrados, os estagiários conseguiram planejar e executar as atividades adequadas à realidade escolar. Conclui-se que o Estágio Supervisionado em Educação Física proporciona vivências significativas aos licenciandos e discentes da escola dos anos iniciais, que participaram de forma progressiva das atividades. Os desafios encontrados impulsionaram o amadurecimento e a adaptação pedagógica, revelando-se essencial. A prática em contexto real reforça a importância do estágio como parte formativa crítica.
Palavras-chave: Educação Física Escolar,Estágio Curricular Supervisionado II, Indisponibilidade Docente, Impactos
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Abrir o trabalhoINFRAESTRUTURA ESCOLAR E CARÊNCIA DE RECURSOS MATERIAIS COMO BARREIRAS NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
YURI NICOLAS SOUZA SILVA; Andrey Mateus Ferino; Luiz Jose Do Nascimento Neto; Emanuele Antonia Moreira de Lima
O Estágio Supervisionado representa uma etapa essencial na formação do acadêmico de Educação Física, pois o insere no cotidiano escolar e revela, com clareza, as possibilidades bem como as dificuldades que permeiam o processo educativo. Durante o estágio, o futuro professor é estimulado a refletir, constantemente, sobre a realidade do ambiente escolar, nesse momento, acontece a assimilação entre teoria e prática, exigindo tomada de decisões diante de determinadas situações, como conflitos nas relações interpessoais, além da adequação das aulas à infraestrutura escolar e a carência de recursos materiais. O presente trabalho tem como objetivo relatar como a infraestrutura escolar e a carência de materiais podem representar barreiras nas aulas de Educação Física. Foi utilizada uma metodologia de abordagem qualitativa e descritiva, fundamentada na observação direta e na participação ativa dos estagiários ao longo das 48 horas exigidas pelo componente curricular. A vivência de estágio ocorreu em uma instituição de ensino privada que atende Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II, localizada no município de Iguatu-CE. Durante o período de estágio foram desenvolvidas atividades relacionadas a brincadeiras e jogos, além de esportes de invasão e de rede, e foi perceptível como a insuficiência de bolas, cones, redes, demarcações e um espaço físico adequado dificultava a organização das turmas e, consequentemente, o alcance de alguns objetivos pedagógicos, recrutando o estagiário a adaptar-se, constantemente, para suprir as lacunas presentes no processo de ensino e aprendizagem, sendo necessário buscar estratégias criativas e muitas vezes readaptar o plano de aula para que os discentes se mantivessem motivados e realizassem as atividades propostas. Conclui-se que um espaço físico inadequado e a carência de recursos materiais podem interferir na qualidade do desenvolvimento das aulas de Educação Física, fato esse, que exige ainda mais perspicácia do estagiário para contornar e superar essas barreiras, garantindo aos discentes um ensino de qualidade. Isso reforça a importância da união entre teoria e prática, contribuindo para a formação de profissionais críticos, conscientes e comprometidos com a transformação do ambiente escolar.
Palavras-chave: Estagio Supervisionado,Infraestrutura Escolar,Recursos Materiais,Educaçao Fisica
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Abrir o trabalhoINFRAESTRUTURA INADEQUADA E ESCASSEZ DE RECURSOS MATERIAIS: IMPACTOS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO II
WESLEY SILVA BARRETO; Mateus Dias Amaro; Francisco José Lima da Silva
O Estágio Supervisionado em Educação Física é uma ferramenta fundamental para a formação de futuros professores, isso porque, permite a vivência prática dos conhecimentos teóricos adquiridos ao longo da graduação. Durante o estágio é possível experimentar todas as possibilidades que permeiam a docência, inclusive a necessidade de resolução de problemas, entre eles a adequação das aulas a uma infraestrutura inadequada e carência de recursos materiais, consequentemente, requisitando uma maior flexibilidade durante a realização do planejamento. Assim, o objetivo desse trabalho é relatar como a infraestrutura inadequada somada a escassez de recursos materiais pode impactar na execução das aulas. O estudo apresenta abordagem qualitativa e descritiva, com gênero de relato de experiências. O Estágio Supervisionado II se desenvolveu ao longo de 48 h, em uma instituição privada que oferta Educação Infantil, Ensino Fundamental I e II e localiza-se no município de Iguatu-CE. Foram desenvolvidas atividades com as turmas de 2º, 3º e 5º ano e trabalhadas atividades que envolviam brincadeiras e jogos e esportes de invasão (futsal). Cada planejamento e execução das aulas foi desafiador, pois era necessário readequação constante para contornar os impactos negativos gerados pela infraestrutura inadequada, além da escassez de recursos materiais. As aulas aconteciam em uma quadra que não dispunha de cobertura, isso limitava o tempo de permanência, principalmente, quando o sol estava forte, sendo preciso que algumas atividades tivessem o espaço reduzido, pois era preciso migrar para a parte onde o sol ainda não havia atingido. No quesito de recursos materiais os estagiários tinham que levar o que fosse necessário para colocar o plano de aula em prática ou solicitar, antecipadamente, que os alunos trouxessem, caso dispusessem em suas residências. É importante enfatizar que os materiais utilizados foram simples e de baixo custo. Apesar dessas limitações, as regências não deixaram de fluir e era perceptível a empolgação das crianças durante cada atividade. Conclui-se que apesar das limitações de espaço físico e dos recursos materiais, o Estágio Supervisionado II proporcionou vivências significativas, pois a cada elaboração das aulas, os estagiários eram estimulados a ir em busca de suas potencialidades, no que diz respeito a construção de planos de aula centrados nos recursos que houvessem disponíveis, sem, contudo, deixar de vivenciar de maneira reflexiva a ação da prática docen
Palavras-chave: : Estágio Supervisionado, Educação Física, . Infraestrutura, Recursos materiais
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Abrir o trabalhoLIMITAÇÕES ESTRUTURAIS NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DA EDUCAÇÃO FÍSICA DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO II
JÉSSICA GARCIA DE OLIVEIRA; Mikaelle Cordeiro Bezerra; Rayssa Rodrigues Martins Freitas
O Estágio Supervisionado é uma disciplina curricular que possibilita aos estagiários vivenciar a realidade escolar, construir a identidade docente e enfrentar desafios que a própria prática exige. Dentre os desafios, pode-se destacar as limitações estruturais do contexto institucional. O presente estudo tem como objetivo analisar como as limitações estruturais impactam na prática pedagógica da Educação Física escolar. O estudo é de caráter qualitativo, descritivo, do tipo relato de experiência. As experiências do estágio foram realizadas em uma instituição escolar de ensino público, localizada em Iguatu, Ceará, nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental com a turma do 4° ano A, com idades entre 9 e 10 anos, composta por 31 alunos, sendo 20 do sexo masculino e 11 do sexo feminino. As regências foram iniciadas no dia 02 de outubro de 2025 e finalizadas em 14 de novembro do corrente ano, totalizando uma carga horária de 40 horas aulas. Os conteúdos abordados foram: Brincadeiras e Jogos, Esporte de rede/parede (Voleibol), e Esporte de Invasão (Futsal), com base nas orientações da Base Nacional Comum Curricular. As limitações estruturais ficaram evidenciadas durante as regências, embora houvesse um pátio considerado adequado para as aulas, a coordenação pedagógica não autorizou seu uso devido existir salas de aula ao redor deste espaço, e isso, iria comprometer o andamento das aulas dos demais professores, resultando na realização das atividades propostas pelas professoras estagiárias dentro da sala de aula. Essa restrição impactou diretamente no planejamento das aulas, exigindo adaptações necessárias nas propostas práticas, nos recursos didáticos e esportivos, nas vivências das atividades pelos alunos reduzindo as possibilidades didático-pedagógicas. Para que essa problemática seja resolvida, é preciso que haja a implementação de políticas educacionais para a reestruturação dos espaços existentes e a construção de uma quadra coberta para a realização das aulas de Educação Física. Dessa forma, conclui-se que as experiências proporcionadas pelo Estágio Supervisionado II são essenciais para a formação acadêmica, crítica e social, pois aprofundam os conhecimentos teórico-práticos e compreensão acerca da realidade escolar. Apesar das limitações estruturais, adquiriu-se aprendizados necessários que irão contribuir para as vivências nos próximos estágios como também para a formação acadêmica dos estudantes
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Ensino médio, estagio surpervisionado,relato de vivencia
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Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DO COMPROMISSO NO ESTÁGIO: SUPERANDO PERCEPÇÕES NEGATIVAS DE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES
YASMIN SILVA SALES; Gabriel Viana Morais; Kamili Vitória Santos Moura
A Educação Física escolar desempenha um papel fundamental na formação integral dos estudantes, especialmente no Ensino Médio, ao promover aprendizagens relacionadas ao movimento, à convivência e à construção de valores. O compromisso discente com o estágio é um ponto fundamental na formação docente e no estreitamento de laços com o professor supervisor, peça fundamental neste processo. Diante disso, emergiu a problemática: como garantir um processo formativo efetivo a partir da interação entre estagiários e docente supervisor? Assim, o objetivo do estudo buscou relatar a experiência desenvolvida no Estágio Curricular em Educação Física Escolar no ensino médio a partir da construção gradual de vínculo entre estagiários e professor supervisor. Trata-se de um relato de experiência de natureza descritiva, desenvolvido durante o Estágio Supervisionado IV em uma escola estadual de ensino profissional. As atividades compreenderam observações sistemáticas das aulas, elaboração de planos de ensino e de aula, além de diálogos formativos com o professor supervisor. Logo nas primeiras observações, identificamos dificuldades na comunicação com o professor supervisor, cuja postura reservada gerava insegurança quanto ao andamento do estágio em detrimento de experiências com turmas anteriores de estágio. As vivências evidenciaram que uma postura ética, participativa e responsável por parte dos estagiários contribuiu para superar percepções negativas iniciais, favorecendo interações mais colaborativas e qualificando o processo de ensino-aprendizagem. A experiência demonstrou que a comunicação entre estagiários e professor supervisor evoluiu progressivamente à medida que o vínculo foi sendo construído. O comprometimento com as atividades, a organização pedagógica e a participação ativa nas demandas escolares foram fatores determinantes para criar um ambiente mais acolhedor, transparente e profissional. Com isso, foi possível compreender que as relações humanas constituem elemento central da prática docente e influenciam diretamente a qualidade das ações pedagógicas. A vivência na escola possibilitou reconhecer a complexidade das relações no cotidiano educativo e orientou a elaboração de práticas mais dialógicas, respeitosas e significativas, reafirmando a importância da construção de vínculos para o sucesso do processo formativo.
Palavras-chave: Palavras-Chaves: Estágio Supervisionado, Formação Docente, Educação Física
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Abrir o trabalhoCONTRIBUIÇÕES DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO MÉDIO PARA A FORMAÇÃO DOCENTE A PARTIR DA ATUAÇÃO COMO BOLSISTA DO PIBID
ANA BEATRIZ PEREIRA SOUSA
O estágio supervisionado é uma etapa fundamental na vida acadêmica do discente, pois é a partir dos conhecimentos adquiridos dentro da instituição que o acadêmico colocará em prática seus saberes acerca do ensino escolar. Nesse sentido, o estágio supervisionado e a participação no PIBID contribuem para o aprendizado dos futuros professores de licenciatura em Educação física. O Estágio Supervisionado juntamente com o PIBID oferecem principalmente o elo consciente e crítico do contexto escolar e da realidade social que ali é vista e observada. Nesse sentido, o estudo busca relatar a experiência desenvolvida no Estágio Curricular em Educação Física Escolar, destacando as contribuições do estágio supervisionado no ensino médio para a formação docente. O resumo caracteriza-se em um relato de experiência desenvolvido durante o Estágio Supervisionado em Educação Física no ensino médio através da atuação no PIBID em uma escola pública no município de Iguatu, em três turmas concludentes. A metodologia envolveu três etapas: observação do ambiente escolar e da prática docente, planejamento colaborativo das aulas com base na BNCC e regência em sala de aula. Durante o estágio, foram utilizadas diferentes estratégias metodológicas, como os métodos construtivista e Expositivo Verbal. Os registros foram feitos em diário de campo, possibilitando reflexões críticas sobre as contribuições para a formação docente. Essa experiência contribuiu não apenas para formação acadêmica, mas também para o aperfeiçoamento da profissão e da importância das práticas pedagógicas. Outrossim, ao estar inserido nessas atividades, o acadêmico constrói uma visão mais crítica e diversificada da realidade educacional. A experiência vivenciada no Estágio Supervisionado, articulada às atividades do PIBID, consolidou-se como um espaço formativo essencial para o desenvolvimento da identidade docente. As vivências em sala de aula possibilitaram compreender, de maneira concreta, os desafios e as potencialidades do ensino de Educação Física no ensino médio, favorecendo o aprimoramento de competências pedagógicas e a ampliação do olhar crítico sobre a prática educativa.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado, Formação Docente,PIBID,Ensino Médio
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Abrir o trabalhoDA NEGLIGÊNCIA AO ENGAJAMENTO: CAMINHOS CONSTRUÍDOS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV
KEVIN OLIVEIRA TAVARES; Leonardo Muniz Mendonça; Míriam Marcelino de Lima; João Agostinho Neto
O ensino de Educação Física escolar enfrenta desafios significativos no Ensino Médio, especialmente quanto à falta de valorização da disciplina pelos estudantes. No contexto do Estágio Supervisionado IV, realizado em uma escola de ensino médio, com turmas do 1º e 3º anos, observou-se como problemática central a negligência dos alunos, que compreendiam a disciplina apenas como recreativa. Assim, buscou-se compreender como se dão as aulas de Educação Física no Ensino Médio e aplicar práticas pedagógicas que dialogassem com essa realidade. Trata-se de um relato de experiência de natureza descritiva, desenvolvido durante o Estágio Supervisionado IV em uma escola estadual na cidade de Iguatu, por meio de observação, entrevista, planejamento e regências de aulas. Os resultados evidenciaram que, embora inicialmente os alunos demonstram pouco interesse e dificuldade em compreender a relevância da disciplina, houve progressiva melhoria na participação à medida que as aulas foram adaptadas às percepções, interesses e vivências das turmas, ainda que a relação teórico-prática permanece desafiadora em sala. A principal dificuldade enfrentada foi a pouca adesão aos conteúdos inicialmente propostos, sobretudo esportes pouco familiares aos estudantes, o que foi superado com a escolha de temas mais próximos de sua realidade. Como evidências de aprendizagem, observaram-se maior engajamento dos alunos, melhor compreensão dos conteúdos, além do amadurecimento pedagógico dos estagiários e do desenvolvimento de estratégias mais eficazes. Conclui-se que o estágio contribuiu significativamente para a formação docente ao proporcionar contato direto com a realidade escolar, exigindo capacidade de adaptação e planejamento mais eficiente. Notaram-se impactos positivos, como o aumento do interesse e participação dos alunos, e destaca-se como sugestão de aprimoramento a necessidade de considerar, para além do plano de ensino, as especificidades de cada turma, visto que diferentes contextos exigem abordagens igualmente específicas.
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Abrir o trabalhoEVASÃO NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO: UMA ANÁLISE DA VIVÊNCIA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO IV E AS RAÍZES DO ABANDONO DAS ATIVIDADES PRATICAS
BEATRIZ MACHADO PIRES ; Johnnathan Martins Tavares
O Estágio Supervisionado configura-se como um instrumento obrigatório de ensino e aprendizagem na formação acadêmica, promovendo a inserção do universitário no ambiente escolar. Trata-se de um momento fundamental para o desenvolvimento do senso crítico a respeito do processo de ensinar. O trabalho tem como propósito apresentar a vivencia do Estágio Supervisionado IV, no ensino médio, do curso de Educação Física, e a evasão dos estudantes nas aulas práticas. As atividades foram desenvolvidas com estudantes do 2º ano do ensino médio. A metodologia foi organizada em três fases: observação do contexto escolar e do trabalho docente, elaboração conjunta dos planos de aula fundamentados na BNCC e regência das aulas. Ao longo do processo, foram utilizadas diversas estratégias metodológicas, como os métodos misto, tradicional e sala invertida. A evasão dos discentes nas aulas práticas de Educação Física foi um desafio que logo se apresentou. Muitos estudantes deixam de participar dessas atividades por diversos motivos, como falta de interesse, insegurança na realização das atividades, insegurança com o próprio corpo e cansaço diário da rotina estudantil, estrutura escolar e tempo. Esses apontamentos comprometeram não apenas no desenvolvimento das atividades, mas no relacionamento professor-aluno e nas formas de avaliação. A evasão dos discentes nas aulas exigiu um planejamento mais cuidadoso, pois o objetivo era resgatar esses adolescentes dessa realidade. Ao final, após a avaliação, constatou-se que os objetivos não foram alcançados; pois é evidente que a evasão continua ocorrendo com frequência. A participação dos alunos nas aulas é fundamental, pois somente assim é possível atingir a finalidade da disciplina, que envolve a promoção da saúde e do bem-estar físico e mental, além de também conhecer a cultura do movimento de maneira crítica. Apesar dos desafios enfrentados, o estágio contribuiu de maneira significativa para a formação docente, permitindo o desenvolvimento de estratégias mais elaboradas e reflexivas. A experiência evidenciou de forma clara a evasão das aulas práticas e seus prejuízos, uma vez que a presença dos estudantes é essencial, mesmo diante de condições adversas. Consideramos essa vivência uma experiência extremamente enriquecedora. É preciso uma elaboração mais refinada de planos pedagógicos, com o intuito de erradicar a evasão dos discentes das aulas práticas de educação física, afim de elevar a qualidade de ensino
Palavras-chave: Estágio, Evasão Escolar, Educação Física,Ensino Médio
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Abrir o trabalhoINSUFICIÊNCIA DE ESTRUTURA E MATERIAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NO ENSINO MÉDIO EM TEMPO INTEGRAL EM UMA ESCOLA DO MUNICÍPIO DE IGUATU - CEARÁ
SEBASTIÃO FERREIRA LIMA ; Fransueldo Rodrigues da Silva; Nathan de Lima Rodrigues
O estágio supervisionado é um dos primeiros passos para uma vivência mais profunda no campo da educação, pois nos permite aplicar os conhecimentos teóricos e práticos adquiridos na universidade para o ambiente escolar, além de enfrentarmos os diversos desafios que poderão surgir em diversas circunstâncias nas regências, como a falta de estrutura adequada, escassez de materiais, e etc. Este trabalho tem como objetivo relatar as vivências do estágio supervisionado na educação física no ensino médio, e qual o impacto da insuficiência de estrutura e materiais na disciplina da educação física escolar. O estágio supervisionado IV, do curso de licenciatura em educação física da Universidade Regional do Cariri (URCA),teve suas regências realizadas no ensino médio. O relato refere-se às experiências vivenciadas pelos estudantes do sétimo semestre, em uma instituição pública, localizada na cidade de Iguatu, no estado do Ceará. O estágio teve sua carga horária com a duração total de 40 horas de regência, realizado durante sete semanas. Os conteúdos abordados foram lutas, vôlei, e futsal, e as aulas foram ministradas nas turmas do 1º ao 3º ano, com faixa etária entre 14 a 17 anos de idade. Durante o estágio, percebemos que alguns estudantes relataram uma certa dificuldade em participar das nossas aulas, entre os motivos mais citados está a falta de chuveiros adequados para o banho após as atividades, causando um certo desconforto, o calor excessivo, especialmente em períodos de maior temperatura, assim como o cansaço acumulado ao longo do dia escolar, típico da carga horária estendida do tempo integral . Outro problema que foi notado, foi a insuficiência de alguns materiais para aplicarmos as aulas, e também a falta de interesse de alguns alunos(as) nas aulas práticas, e por conta disso, tivemos que fazer acordos para aplicarmos nossos conteúdos normalmente. Portanto, ficou evidente que a educação física precisa ser mais valorizada, pois é uma disciplina importante para o nosso desenvolvimento físico e mental.
Palavras-chave: Ensino Médio,Estágio Supervisionado,Ensino Integral,Infraestrutura Escolar
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Abrir o trabalhoOS DESAFIOS ENCONTRADOS PELOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA DIANTE DE EVENTOS EDUCACIONAIS OCORRIDOS NA ESCOLA DURANTE O ANO LETIVO
VITÓRIO FIRMINO DOS SANTOS ; Gabriel Tavares Batista; Marina Vieira de Carvalho; João Agostinho Neto
A Educação Física Escolar é um componente curricular essencial que vai além do esporte e da recreação, integrando o aluno na cultura corporal de movimento. O Estágio Supervisionado IV foi desenvolvido em uma Escola de Ensino Médio em Tempo Integral localizado no Iguatu – CE. Apesar da relevância da Educação Física no desenvolvimento integral dos estudantes, os profissionais da área enfrentam inúmeros desafios diante dos eventos educacionais que ocorrem ao longo do ano letivo e acontecem prioritariamente durante as aulas de educação física. O presente estudo tem como objetivo relatar a experiência desenvolvida no Estágio Curricular em Educação Física Escolar no ensino médio a partir Assim, de observações sobre a condução do componente curricular educação física. Este é um estudo do tipo relato de experiência de natureza descritiva e abordagem qualitativa. Durante as observações e regências percebemos uma dificuldade de manter a qualidade do processo de ensino-aprendizagem diante das constantes interrupções, demandas extras e desafios impostos pelos eventos educacionais ao longo do ano letivo que tinham como foco principal os horários disponíveis para a disciplina de educação física. Tais eventos — como projetos institucionais, atividades interdisciplinares, avaliações, festivais, competições, mudanças de rotina e demandas administrativas — muitas vezes interferem na organização das aulas, na continuidade dos conteúdos e no planejamento pedagógico. Os discentes estagiários ao lecionar um período de 40h de regência na referida escola, obtiveram dificuldades na realização das aulas nos períodos destinados, pois havia eventos durante as aulas de Educação Física. Os professores estagiários tiveram a percepção de que os eventos escolares tomam maior proporção durante as aulas de Educação Física, o que acaba atrapalhando no desenvolvimento das aulas, aplicação de conteúdos e obtenção de resultados por parte dos alunos, pois a disciplina também é de extrema relevância para o processo educativo. Apesar disso, o Estágio Supervisionado IV foi fundamental para aproximar a teoria e a prática na formação dos futuros professores de Educação Física. A vivência na escola permitiu compreender melhor o cotidiano do Ensino Médio, reconhecer desafios, planejar aulas adequadas e criar ambientes de aprendizagem acolhedores e participativos.
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Abrir o trabalhoPouca participação dos alunos nas aulas de Educação Física
ANNA CAROLYNE ALVES DA SILVA ; Cyang da Silva Alves; Thainara Oliveira de Souza
O Estágio Supervisionado é parte essencial da formação dos acadêmicos de Educação Física, pois possibilita o contato direto com a realidade escolar e contribui para o desenvolvimento de competências pedagógicas, sociais e profissionais. No Estágio Supervisionado IV , ao atuarmos com turmas do Ensino Médio, nos deparamos com um desafio significativo: a pouca participação dos alunos nas aulas de Educação Física, o que limita as práticas pedagógicas e afeta o desenvolvimento das atividades. Assim, este trabalho teve como objetivo refletir e compreender os impactos da baixa participação dos discentes na realização das aulas, destacando os limites enfrentados e as estratégias adotadas diante dessa realidade. O resumo caracteriza-se em um relato de experiência desenvolvido durante o Estágio Supervisionado em Educação Física no ensino médio, desenvolvida em uma escola pública urbana com boa estrutura para a realização das atividades, com aulas conduzidas na quadra e complementadas por momentos teóricos. A partir de observações sistemáticas e anotações em diário de campo, foram identificadas dificuldades como desmotivação, dispersão, resistência às práticas corporais e pouca adesão às propostas. Também foram observadas estratégias que contribuíram positivamente, como a diversificação dos conteúdos, a adoção de metodologias participativas e o diálogo constante com os estudantes, o que possibilitou melhorias graduais na participação, especialmente quando as aulas se mostravam mais significativas para os jovens. Os resultados evidenciaram que a participação das turmas do Ensino Médio sofre influência de fatores motivacionais, sociais e comportamentais, que ultrapassam a simples oferta das atividades. Conclui-se que, embora a falta de interesse inicial represente um obstáculo, a mediação pedagógica sensível, o estímulo ao protagonismo juvenil e a adaptação das propostas às necessidades e preferências dos alunos podem contribuir para um maior envolvimento nas aulas de Educação Física.
Palavras-chave: Estágio Supervisionado, Educação Física Escolar,Ensino Médio
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Abrir o trabalhoResistência à Participação e Desigualdade de Gênero nas Aulas de Educação Física
FRANCISCA CLARA TOMAZ DA SILVA ; Herick Aquino de Abreu; Sinara Pereira de Souza
O estágio é uma pratica que visa o contato com o mercado de trabalho podendo ser obrigatório ou não. É importante enfatizar o estágio obrigatório uma vez que este é desenvolvido dentro desse formato. O estágio obrigatório faz parte do projeto político pedagógico do curso, onde se deve cumprir uma carga horaria para sua aprovação e obtenção do diploma. A importância do estágio supervisionado é evidente, muitas vezes é o primeiro contato do estudante com o campo de trabalho. Assumindo as aulas do professor supervisor o estagiário coloca em pratica seus conhecimentos. Durante esse processo acontece também uma aquisição de habilidades e competências inerentes a profissão. Com esse aprendizado vem as reflexões acerca das práticas pedagógicas permitindo a criação e recriação de métodos de ensino e aprendizagem. Frente ao ensino médio existe alguns anseios e expectativas, um deles que pode ser citado é o controle de turma, visto que alunos do ensino médio tem uma idade mais avançada. Outro ponto a citar está relacionado ao desinteresse e resistência as aulas pelos alunos. Planejar de forma que todos se interessem e que haja a participação das meninas nas aulas práticas é algo almejado pelos estagiários. O objetivo desse estudo é descrever as vivencias dos discentes em educação física dentro da sala de aula no ensino médio diante da falta de interesse pelas aulas de educação física e a não participação das meninas. O trabalho se configura como qualitativo, descritivo, por meio de um relato de experiencia em uma escola de ensino médio da rede estadual no município de Iguatu-CE. As regências iniciaram no dia 01/10/2025 e se finalizaram no dia 14/11/2025 assim computando uma carga horaria de 40h. As regências foram realizadas com turmas do 1° ano B as quartas feiras, no 1° ano C e no 3° ano C nas sextas feiras. Os conteúdos ministrados nesse período foram Basquete e danças. O período de regência durante o estágio supervisionado IV foi bem desafiador, pois havia uma falta de disciplina perante os alunos onde foi necessário chamá-los atenção, assim como convencê-los a participar das aulas, algumas aulas correram de acordo com o planejamento e outras não. Apesar disso o estagio serviu para uma nova experiencia no campo da docência, dessa vez com alunos de faixa etária entre 14 e 17 anos de idade, assim ampliando ainda mais nossos conhecimentos.
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Abrir o trabalhoATIVIDADES FÍSICAS INCLUSIVAS NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO V: RELATO DE EXPERIÊNCIA COM ADOLESCENTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA)
JAYANE RODRIGUES DE LIMA; Hellen Christine Soares Sousa; Pedro Henrique Correia Avelino
Adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) apresentam dificuldades na coordenação motora e na interação social. As atividades físicas representam um importante recurso para o desenvolvimento cognitivo, motor e intelectual, além de estimular essas habilidades de forma lúdica, prazerosa e segura. O objetivo desse estudo é relatar a experiência vivenciada por um trio de discentes do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA)- campus Iguatu-CE durante o Estágio Supervisionado V, cujo foco é a realização de atividades com adolescentes com transtornos, especificamente adolescentes diagnosticados com TEA.O estágio ocorreu em uma escola de ensino médio em tempo integral, localizada no Centro-Sul do Ceará. As aulas foram realizadas ao longo de 6 semanas, sempre às quartas-feiras, das 13 às 17 horas. As intervenções foram conduzidas por meio de análise observacional e aplicação de atividades lúdicas e inclusivas, envolvendo toda a turma. Entre as propostas desenvolvidas estavam: futsal em dupla e futsal coletivo. Todas as atividades foram adaptadas conforme as limitações e necessidades individuais de cada aluno, garantindo participação ativa e equitativa. Observou-se que o projeto proporcionou aos adolescentes momentos de interação, lazer e estimulação motora. Durante as aulas, constatou-se evolução na socialização, na coordenação motora grossa e no desenvolvimento do trabalho em equipe. As adaptações realizadas facilitaram o engajamento dos adolescentes, mesmo diante de dificuldades relacionadas à compreensão de comandos e à execução de determinadas atividades. De modo geral, a vivência foi positiva e enriquecedora, demonstrando que o Estágio Supervisionado V pode constituir um espaço inclusivo e estimulante para o desenvolvimento integral de adolescentes com TEA. Além disso, contribuiu significativamente para o aprendizado e a formação prática dos estagiários, revelando desafios e potencialidades no trabalho com práticas corporais voltadas à inclusão.
Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista, Atividades físicas,Inclusão escolar,Estágio Supervisionado V
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Abrir o trabalhoDesafios e estratégias para a Inclusão de alunos com deficiência na Educação Física da APAE
JOÃO BATISTA DE SOUZA OLIVEIRA; Michele Oliveira de Andrade; Maike Martins canuto
Este resumo tem como objetivo relatar os desafios e estratégias para o desenvolvimento do Estágio Supervisionado V na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais - APAE da cidade de Iguatu-Ce, local que escolhemos como campo para nosso último estágio, que teve um significado muito importante para cada um de nós. Sabíamos que na APAE iríamos nos deparar com alunos com diferentes deficiências, e teríamos o desafio de desenvolver a inclusão naquele espaço. Nosso objetivo na regência deste estágio foi desenvolver práticas inclusivas que favorecessem o desenvolvimento motor, cognitivo, social e afetivo dos alunos com deficiência, dessa forma, conseguimos identificar quais eram as estratégias pedagógicas que possibilitaram a participação e autonomia nas aulas. Um dos desafios encontrados durante o estágio foi exatamente a inclusão desses alunos, que deve ser compreendida de forma ampla, discutida na sociedade, na política, na educação e na cultura, para garantir a permanência e participação desses estudantes no ambiente escolar. Durante todo o período de estágio, foram observadas várias experiências de aprendizagem diferentes. Tivemos a oportunidade de vivenciar de forma intensa e significativa o trabalho da Educação Física voltado para pessoas com deficiência intelectual e múltipla. Essa experiência ampliou nossa visão sobre o papel do professor na promoção do desenvolvimento motor, cognitivo, social e afetivo dos alunos atendidos pela instituição. Com o avanço das atividades, foram trabalhados jogos recreativos, circuitos motores, atividades lúdicas de coordenação, equilíbrio e percepção espacial, sempre respeitando as limitações e valorizando as capacidades de cada estudante. Observamos que muitos alunos demonstram grande interesse por atividades que envolvem música, circuitos e estímulos visuais. Concluímos que este estágio foi uma das experiências mais enriquecedoras da nossa formação acadêmica. Trabalhar na APAE de Iguatu ampliou nossos olhares profissionais, reforçou o nosso compromisso com uma Educação Física inclusiva, humana e transformadora.
Palavras-chave: Inclusão. Desafios. Educação Física. Deficiências, Práticas pedagógicas
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Abrir o trabalhoINCLUSÃO E DESENVOLVIMENTO INFANTIL: APRENDIZADOS, DESAFIOS E REFLEXÕES CONSTRUÍDAS DURANTE O ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA
KAUAN POCIDONIO DE BRITO CLEMENTE ; Kauan Pocidonio de Brito Clememte; Lara Gonçalves de Sousa
O Estágio Supervisionado é de grande significância para os discentes do curso de licenciatura em Educação Física. Nessa fase é onde começamos a nos descobrimos professores, e o campo de estágio V, voltado para a educação inclusiva, realizados com crianças ou adolescentes com deficiência, se torna indispensável para a nossa formação profissional já que aprendemos a desconstruir o capacitismo, essa experiência não somente aprimora a aplicação de práticas e teorias, mas também desenvolve a sensibilidade, a capacidade de observação e a adaptação prática diante das necessidades singulares de cada criança. Assim, o objetivo do estudo é relatar as experiências dos estagiários no estágio com as crianças destacando a importância da inclusão desde a infância. Trata-se de um relato de experiência, de abordagem qualitativa, sobre o estágio desenvolvida no Ensino Infantil. O estágio foi realizado em dupla, com um total de 28 horas de regência, entre os meses de outubro e novembro de 2025, no turno da manhã, em uma turma de infantil V, com as atividades realizadas nas segundas e quartas feiras. Dessa maneira, o estágio é uma ferramenta essencial e importante na formação acadêmica, possibilitando o desenvolvimento de habilidades e trazendo novos conhecimentos, sendo encontrado não somente facilidades e aprendizados, como a melhora da autonomia e da confiança dentro da sala de aula, mas também alguns obstáculos, principalmente relacionado a infraestrutura da escola e à adequação do local para realizar as atividades. Portanto, o Estágio Supervisionado V vai além de horas complementares, é a finalização de um ciclo e o compromisso com a educação inclusiva e o respeito com a neurodiversidade. Nesse período, aprendemos que a deficiência não pode ser vista como uma limitação, mas sim, como uma característica, aprendemos a ver o potencial de cada um e não apenas o que os limita. Esse estágio deixa como lição a grande importância que a educação inclusiva tem, e a importância do estagiário na vida das crianças e adolescentes.
Palavras-chave: Educação Física, Educação Infantil, Estágio Supervisionado, Inclusão
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Abrir o trabalhoPOTENCIALIDADES E DESAFIOS NA EDUCAÇÃO INFANTIL: um relato sobre a falta de recurso e desatenção profissional
ANTONIA GRAZIELA MENDONÇA ALVES ; Vitória Lima da Silva Pereira
O estágio supervisionado é considerado um componente essencial da formação inicial dos universitários, possibilitando aos mesmos a vivência prática dos conhecimentos construídos ao longo do percurso acadêmico. Por meio dessa experiência, os estudantes têm a oportunidade de observar, praticar e refletir criticamente sobre a realidade educacional, ampliando sua compreensão sobre o contexto escolar e o papel do professor. Dessa forma o objetivo do estudo é relatar as experiências vivenciadas pelas estagiárias durante o Estágio Supervisionado V, em uma creche pública de Iguatu, destacando os desafios estruturais, emocionais, pedagógicos e inclusivos. Trata-se de um relato de experiência, de abordagem qualitativa, sobre o estágio desenvolvido em uma Escola de rede pública de Ensino Infantil. O estágio foi realizado em dupla, com um total de 28 horas de regência, e foi realizado nos turnos da manhã nas quartas feiras nos meses de outubro e novembro de 2025, com turmas de infantil III, IV e V. Dessa maneira, ao adentrarmos o campo de estágio foi possível observar e vivenciar uma realidade marcada por condições precárias de infraestrutura, escassez de materiais pedagógicos e desafios significativos na rotina educacional das crianças. Durante a atuação no campo de estágio, observou-se também situações de negligência em relação às crianças com deficiência, ocasionadas em grande parte, da falta de preparo e de formação de alguns profissionais e monitores para lidar adequadamente com as necessidades específicas dessas crianças. Essa experiência prática permitiu às estagiárias reconhecerem tanto as fragilidades quanto as potencialidades do ambiente escolar, destacando a importância da atuação sensível, inclusiva e comprometida do profissional de Educação Física no contexto da Educação Infantil. Assim, a vivência de Estágio V na creche pública de educação infantil permitiu a construção de aprendizados significativos, tanto no âmbito pessoal quanto profissional. Outro aspecto fundamental observado durante o estágio foi a relevância da inclusão de crianças com deficiência intelectual. Com isso, Estágio V reafirmou não apenas a importância da formação prática na graduação, mas também o papel crucial da educação infantil como espaço de desenvolvimento integral, respeito às diferenças e construção de uma sociedade mais justa e inclusiva.
Palavras-chave: Estágio supervisionado,Ambiente escolar,Inclusão,Formação profissional
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Abrir o trabalhoPráticas Inclusivas e a necessidade de adaptações de materiais: Um Desafio Pedagógico no Estágio Supervisionado em Educação Física.
FRANCISCO FRANCINEUDO DE SOUZA JUNIOR; Abel Talysson da Silva
O estágio supervisionado V, componente essencial da formação em Educação Física, foi desenvolvido em uma escola da rede privada , situada em Iguatu–CE, instituição que atende turmas da Educação Infantil e do Ensino Fundamental. A experiência teve como objetivo compreender a dinâmica escolar, vivenciar práticas pedagógicas e analisar o desenvolvimento profissional do estagiário. As atividades foram realizadas no período dos meses de setembro e novembro de 2025, nas turmas do 1º ano B, 3º ano B e 4º ano A e B, com regências semanais no turno da manhã, além da aplicação de um roteiro de perguntas destinado à professora supervisora para identificar aspectos referentes ao planejamento, às práticas docentes e ao apoio do núcleo gestor. A metodologia incluiu observação, participação e intervenção em aulas, com adaptação de atividades conforme as necessidades dos estudantes, especialmente aqueles atendidos pelo Atendimento Educacional Especializado. Com isso, o tipo do resumo é um relato de experiência com abordagem qualitativa. Os resultados apontaram boa receptividade e participação dos alunos nas atividades propostas, bem como desafios relacionados às dificuldades acerca de adaptações dos materiais utilizados nas regências e à necessidade de estratégias inclusivas para melhor atender os alunos. As vivências em quadra e sala de aula contribuíram para ampliar a compreensão da rotina escolar, fortalecer a prática pedagógica e desenvolver habilidades profissionais fundamentais ao futuro docente, como planejamento, comunicação e manejo de turma. As considerações finais evidenciam que o estágio proporcionou uma formação significativa, consolidando conhecimentos teóricos, aprimorando a postura profissional e reforçando a importância do trabalho colaborativo e da adaptação das práticas à diversidade presente na escola, configurando- se como etapa indispensável ao processo formativo em Educação Física
Palavras-chave: Estágio, educação física ,Prática pedagógica ,Escola
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