17 de 17 trabalho(s) aceito(s)
Repercussões do Novo Ensino Médio na Educação Física nas escolas de tempo integral e profissionalizante do Munícipio de Iguatu-CE
LUCAS MOREIRA DE SOUZA; Cleene Tavares de Souza
INTRODUÇÃO: A reforma do ensino médio promulgada com a lei 13.415/2017, implementada pelo Ministério da Educação (MEC), trouxe diversas mudanças significativas sobretudo no currículo da base comum. Tais mudanças tiveram repercussões no cotidiano escolar, sobretudo na componente curricular Educação Física. OBJETIVO: Analisar as repercussões do Novo Ensino Médio nas aulas de Educação Física nas escolas de ensino médio de tempo integral e profissionalizante da zona urbana da rede pública do Munícipio de |Iguatu-CE. METODOLOGIA: Abordagem qualitativa, exploratório e descritivo que buscou a interpretação do objeto. Para coleta de dados foi utilizado a entrevista semiestruturada. Participaram do estudo quatro docentes de Educação Física e quatro coordenadores e diretores respectivamente. Na organização da produção de dados, foi utilizado as etapas da técnica de Bardin (2011). O material empírico apontou para seguintes categorias avanços, retrocessos e contexto da reforma do ensino médio. RESULTADOS: Os avanços identificados, protagonismo Juvenil, que consiste na maior autonomia dos alunos. Retrocesso, foi notório a carga horária, como um dos pontos mais negativos, sua redução em boa parte das disciplinas. Conclusão: contudo, a reforma do ensino médio apresenta avanços e retrocessos e contexto que são convergentes e divergentes entre os docentes, coordenadores e diretores das escolas do ensino médio do munícipio de Iguatu-CE Palavras-chaves: Reforma, Ensino Médio, Educação Física
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Abrir o trabalhoANSIEDADE, ESTRESSE E DOR EM UNIVERSITÁRIOS CURSANDO AS DISCIPLINAS DE MONOGRAFIAS
SARA BARBOSA SILVA ; JOSE VICTOR SOUZA DOS SANTOS
INTRODUÇÃO: Os distúrbios psicossociais são bastante associados a dores musculoesqueléticas crônicas, tendo isso em vista que o ambiente acadêmico se torna um espaço que desperta o interesse de pesquisadores sobre os níveis e complicações dos distúrbios musculoesqueléticos e psicossociais. OBJETIVO: Analisar os níveis de ansiedade, estresse e sua associação com dor musculoesquelética em universitários cursando a disciplina de monografia I e monografia II. METODOLOGIA: Estudo longitudinal realizado com 41 alunos do curso de Educação Física de ambos os sexos cursando as disciplinas de Monografias I e II. Foram utilizados os questionários de Escala de Percepção de Estresse-10, Inventário de ansiedade de Beck e Diagrama de Corlett avaliados mensalmente durante o semestre. O teste t de Student foi utilizado para caracterização da intensidade da dor e o teste t independente para comparação da dor entre os sexos e o teste t pareado para comparação da intensidade de dor. RESULTADOS: Na primeira avaliação (início do semestre), no segundo momento (véspera de apresentação da monografia) e no terceiro momento (dia da apresentação da monografia) quem apresentou dor teve um maior nível de estresse (28,2±3,8), (25,5±5,9) e (26,6±5,5) na devida ordem, conforme o teste t pareado [t(39)=3.038;p=0,004], [t(39)=1.602;p=0,117] e [t(39)=2.430;p=0,020] respectivamente. Com relação aos níveis de ansiedade e dor, apresentaram dor tiveram um maior nível de ansiedade (26,6±17,5) apresentando significância estatística conforme teste t pareado [t(39)=2.028; p=0,049). Já no segundo e terceiro momento, a ocorrência de dor crônica não apresentou significância estatística com os níveis de ansiedade do segundo momento (24,2±13,0) e terceiro momento (24,4±16,3) de acordo com o teste t pareado [t(39)=1.838; p=0,074] e [t(39)= 0.521; p=0,606] respectivamente. CONCLUSÃO: são de grande valia para a prevenção e controle desses distúrbios musculoesqueléticos e distúrbios psicossociais nos estudantes, sugerindo a importância da promoção de práticas de um estilo de vida mais saudável por meio da prática de atividade física e acompanhamento psicoterapêutico.
Palavras-chave: Universitários,estresse,ansiedade,dor musculoesquelética crônica
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Abrir o trabalhoDO PASSADO AO PRESENTE: REFLEXÕES SOBRE UMA VISITA DO PET-SAÚDE: EQUIDADE AO CAPS III
JOSÉ CLEIRTON GOIS RODRIGUES
INTRODUÇÃO: O Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde), na cidade de Iguatu – CE, busca através da territorialização, observar e reconhecer fatores determinantes de saúde, ao tempo que desenvolve e fortalece o Sistema Único de Saúde (SUS) ao relacionar o ensino, pesquisa e extensão. Em uma de nossas atividades de campo, visitamos o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS III), da cidade de Iguatu – CE, no qual eu tive a oportunidade de identificar através de observações como o equipamento funcionava, bem como alguns resquícios do modelo de atendimento antigo ainda estão presentes no modelo atual e como se faz necessária, a discussão perante ao que diz respeito da Reforma Psiquiátrica. Com isso, o trabalho em tela tem como objetivo compartilhar as exeperiências e observações realizadas durante uma visita de campo, no CAPS III da cidade de Iguatu – CE. DESENVOLVIMENTO: A metodologia deste trabalho caracteriza-se como descritiva e qualitativa, do tipo relato de experiência, que por meio de observações descritas em um diário de campo, visa ressaltar a necessidade de uma estrutura humanizada e que seja multidisciplinar no atendimento à saúde mental. As observações mostram que se faz necessário discutir sobre como algumas estruturas relacionadas ao modelo de prédio e como algumas práticas ainda se tornam semelhantes aos hospitais psiquiátricos e manicômios antes da Reforma Psiquiátrica. CONSIDERAÇÕES FINAIS: No equipamento de saúde (CAPS III), não há dúvidas que exista toda uma equipe preparada para acolher os usuários. Porém, quando se trata de estrutura a unidade aqui referenciada, mostra-se ainda bem semelhante aos modelos de unidades antigos que tínhamos, como os manicômios. Assim, é importante gerar discussões sobre, para planejar e pensar em estratégias que mude esses ambientes, tornando-os mais humanizados.
Oral
Abrir o trabalhoDesafios dos professores de Educação Física com estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no processo de ensino-aprendizagem.
ELINE PEIXOTO DANTAS
Introdução: com estudantes A Educação Física no contexto escolar possibilita o desenvolvimento de habilidades e competências que influenciam na formação dos alunos nos aspectos motor, cognitivo, afetivo e social. As aulas de Educação Física têm um papel fundamental no desenvolvimento dos alunos, e nelas, os professores encontram uma diversidade de perfis onde cada aluno apresenta suas particularidades e necessidades individuais. Objetivo: O estudo teve como objetivo geral identificar se há desafios enfrentados pelos professores de Educação Física com estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA) no processo ensino-aprendizagem. Metodologia: A pesquisa é de natureza qualitativa, de tipo pesquisa de campo e caráter descritivo. O cenário do estudo foram escolas da zona urbana da rede municipal de ensino de Iguatu, Ceará, que oferecem os anos finais do ensino fundamental, do 6° ao 9° ano. A pesquisa envolveu a aplicação de um questionário sociodemográfico e a realização de uma entrevista com onze perguntas abertas direcionadas aos professores de Educação Física que têm ou tiveram alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) em suas aulas. O método utilizado foi a análise de conteúdo, com dados analisados por meio de categorias de análise. Resultados: Os resultados mostraram que os professores compreendem o conceito de inclusão, definindo-a como a inserção e participação dos estudantes no ambiente escolar, independentemente de qualquer identificação ou condição. Relataram já ter trabalhado com alunos diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA), em média de 5 a 7 alunos, sendo um deles destacando diagnóstico de autismo leve. As informações sobre esses alunos são registradas em um portfólio. Os professores afirmaram possuir conhecimento sobre o TEA, mencionando características como dificuldades de comunicação e comportamentos ritualísticos e repetitivos. Indicaram ainda métodos e estratégias didático-pedagógicas, com conteúdos, provas e atividades adaptadas às necessidades desses alunos. Sobre os desafios enfrentados no processo de ensino-aprendizagem com estudantes autistas, destacaram a importância de identificar os níveis de suporte necessários, as limitações das estruturas físicas e a falta de recursos materiais no ambiente escolar. Quanto às dificuldades no planejamento e adaptação das aulas, a maioria relatou enfrentá-las, principalmente devido à falta de espaço adequado e à indisponibilidade de recursos materiais. Considerações Finais: Conclui-se que os professores de Educação Física enfrentam desafios no processo de ensino-aprendizagem com estudantes com TEA, os quais estão relacionados a diversos fatores, como a identificação do nível de suporte necessário para compreender as necessidades e características individuais de cada aluno, além da adequação do espaço escolar e da disponibilidade de materiais apropriados para o desenvolvimento dos conteúdos. Apesar desses desafios, os professores buscam estar sempre preparados para transmitir confiança aos alunos, garantindo sua inclusão da melhor forma possível e promovendo seu desenvolvimento.
A prática corporal de aventura Skate nas aulas de Educação Física: um relato de experiência
ANA KLÉCIA DE OLIVEIRA BEZERRA ; Mariana Gadelha de Souza
Durante algumas semanas dos meses de julho e agosto de 2024 ocorreram os Jogos Olímpicos de Paris 2024, onde muitas práticas antes pouco conhecidas ganharam o interesse de jovens e adultos, por exemplo a prática do skate, que durante muito tempo foi marginalizada, vem ganhando maior espaço sobretudo pelo público feminino, inspirado pela medalha de bronze da adolescente brasileira Rayssa Leal. Trabalhar a prática do skate em sala de aula possui diversos benefícios, como a melhoria da coordenação motora, equilíbrio e força muscular dos alunos, como também a inclusão e diversão, vale ressaltar ainda que trabalha a cultura e a desmarginalização de uma prática pouco desenvolvida nas aulas de Educação Física. No dia 25 de outubro de 2024 os alunos do 7° semestre do curso de Licenciatura em Educação Física da Universidade Regional do Cariri (Urca) puderam vivenciar a prática do skate durante as aulas da disciplina de Atividades Físicas Urbanas e na Natureza, ministrada pelo professor mestre Paulo Tiago Oliveira Alves. A aula foi realizada na quadra do Campus Multi Institucional Humberto Teixeira, com o objetivo de proporcionar aos alunos a vivência da prática do skate, bem como aprender formas pedagógicas de se ministrar a prática nas aulas de Educação Física, de maneira lúdica e segura para alunos do Ensino Fundamental e Ensino Médio. Para iniciar a aula o professor realizou com os alunos alguns alongamentos direcionados à prática, em seguida mostrou alguns skates que levou para a realização da aula, explicando sobre as partes dos mesmos. Foram trabalhados os princípios básicos de forma gradual, trabalhando os equilíbrios estático, dinâmico e recuperado. A turma foi dividida para que todos pudessem vivenciar subir e descer do skate, bem como a remada e em seguida o movimento de andar no skate. Após a prática o professor explicou algumas manobras realizadas pelos skatistas e para melhor compreensão demonstrou as mesmas. Ao final da aula, podemos perceber que o skate é uma prática dinâmica e divertida que apresenta muitos benefícios aos alunos tanto físicos quanto cognitivos e de aspectos sociais, onde sua realização pode vir a quebrar estereótipos e preconceitos, além de proporcionar aos alunos autonomia e superação de desafios, pois é uma prática corporal de aventura que aparentemente gera medo. Vale pontuar que deve ser realizada com segurança e auxílio do professor de Educação Física para que não ocorram acidentes e seja uma aula divertida e proveitosa.
Palavras-chave: Práticas corporais de aventura,Skate,Educação física escolar
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Abrir o trabalhoAS CONTRIBUIÇÕES DE UMA AULA DE DANÇA FOLCLÓRICA: UM RELATO EXPERIÊNCIA DE ACADÊMICOS DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA
JOÃO MARCELO; Luiza Vieira Da Silva; Narakelly Gomes da Silva; Antônio Jailson Lima Silva; Mykaelly Pereira da Silva
INTRODUÇÃO: As danças folclóricas são expressões artísticas que variam regionalmente. Elas simbolizam tradições culturais, com vínculos religiosos ou sociais, sendo relevantes nas aulas de educação física escolar por promoverem benefícios motores, cognitivos e sociais. Além disso, incentivam a valorização da diversidade cultural e a superação de barreiras, absorvendo valores e histórias que atravessam culturas. OBJETIVO: Relatar a experiência de uma aula de danças folclóricas realizada por discentes do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri – URCA, Campus Multi-institucional Humberto Teixeira. METODOLOGIA: Este estudo é um relato de experiência dos 35 discentes da disciplina Metodologia do Ensino da Dança. Durante a disciplina, em pequenos grupos, os alunos pesquisaram sobre danças folclóricas regionais do Brasil. A atividade envolveu aspectos conceituais e a criação de coreografias. As equipes escolheram danças como Catira, Carimbó, Pau de Fita, Forró, Maneiro Pau e Frevo. Nossa equipe trabalhou com a Catira, estudando sua história e características por meio de vídeos e orientações da professora durante os ensaios. Ao final, cada grupo apresentou uma coreografia com trajes típicos, simbolizando as tradições de cada dança. RESULTADOS: O trabalho envolveu três dimensões da dança. Na dimensão conceitual, entendemos as características da Catira e de outras danças, comparando sua prática no passado e no presente. No aspecto procedimental, aprofundamo-nos nos passos da dança, adaptando-os com a ajuda da professora para criar uma coreografia coerente e acessível. Na dimensão atitudinal, identificamos o potencial da Catira para diferentes níveis de ensino e sua importância na valorização cultural. CONCLUSÃO: A experiência combinou teoria e prática, proporcionando momentos significativos tanto simbólicos quanto históricos. A criação da coreografia foi enriquecedora, especialmente para os mais tímidos, que superaram o receio de se apresentar. Embora pouco conhecida na nossa região, a Catira revelou-se uma alternativa relevante para as aulas de educação física.
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Abrir o trabalhoEFEITO AGUDO DE UMA SESSÃO DE TREINAMENTO RESISTIDO EM PESSOAS COM SINTOMAS DE ANSIEDADE
ANTONIA GRAZIELA MENDONÇA ALVES ; Milena Aristides de Almeida; Vitória Lima da Silva Pereira; Hellen Christine Soares Sousa; Ana Beatriz Pereira Sousa; Cleene Tavares de Souza; Joyce Maria Leite e Silva; Lígia Raianne da Silva Moura.
Introdução: Existem duas formas de tratar a ansiedade, uma delas e com a utilização de medicamentos e a outra com a terapia e exercício físico. A pratica regular de exercício físico tem sido amplamente utilizado para prevenir e reduzir sintomas de ansiedade. Objetivo: Comparar os sintomas de ansiedade de adultos jovens antes e depois de uma sessão de treinamento resistido. Metodologia: O estudo seguiu uma abordagem quase experimental e quantitativa, com uma amostra de indivíduos com sintomas de ansiedade, de ambos os sexos, acima de 18 anos. Foram aplicados questionários para avaliar o perfil dos participantes e os níveis de ansiedade antes e depois da sessão de treinamento resistido (TR) e testes submáximos de força. O treinamento consistiu em oito exercícios para o corpo todo, com três séries de 10 a 12 repetições cada, seguidas pela aplicação do questionário novamente. Os resultados do estudo envolveram 45 adultos, predominantemente jovens, com um alta prevalência de sintomas de ansiedade, de 32 pessoas. Resultados: Os resultados indicaram uma baixa procura por tratamento, apenas 7 pessoas afirmaram tratar com psicoterapias e medicamentos. A frequência de ansiedade leve aumentou após a intervenção, passando de 4,44% para 28,9%. A ansiedade moderada também aumentou de 51,12% para 66,66 após a intervenção. A frequência de ansiedade grave diminuiu significativamente após a intervenção, passando de 44,44% para 4,44%. Houve alteração nos sintomas de ansiedade após uma sessão de treinamento resistido nos adultos jovens com a pontuação BAI de 26,86±8,62 para 18,37±4,30. Em suma, houve alteração nos sintomas de ansiedade após uma sessão de treinamento resistido nos adultos jovens por apresentar uma baixa considerável na pontuação após o treino. As descobertas sugerem que o TR pode ser considerado uma ferramenta terapêutica eficaz e inovadora no manejo da ansiedade, especialmente em contextos onde a busca por tratamentos eficazes é limitada. Conclusão: A limitação deste estudo está relacionada ao uso de questionário auto referido, deixando assim a possibilidade de ocorrer o viés de memória. Sugere a necessidade de futuras pesquisas na área, de maior magnitude, para traduzir estes efeitos para um ambiente clínico mais amplo, bem como, estudos incluindo grupos controle, para validar e ampliar os resultados encontrados. Além disso, explorar estratégias para aumentar a adesão ao TR e avaliar seus efeitos a longo prazo pode contribuir para a compreensão abrangente do papel do TR no manejo da ansiedade em diferentes contextos.
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Abrir o trabalhoEXERCÍCIO FÍSICO, ESTILO DE VIDA E PERCEPÇÃO DO ESTADO DE SAÚDE EM ADULTOS: VIGITEL 2023
KEILA BRUNA DA SILVA SANTOS ; Kauan Pocidonio de Brito Clemente; Wesley Silva Barreto; Cicero Pereira dos Santos; Cleene Tavares de Souza; Joyce Maria Leite e Silva; Ligia Raianne da Silva Moura
Objetivo: O presente trabalho tem como objetivo avaliar o estilo de vida, percepção do estado de saúde e exercício físico em adultos. Metodologia: Trata-se de um estudo ecológico, em que foram utilizados os dados secundários da pesquisa do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL, 2023). A pesquisa contou com a participação de 21.691 indivíduos dos 26 Estados e do Distrito Federal, na qual 62,5% são do sexo feminino e 37.5% do sexo masculino. As variáveis utilizadas para esse estudo foram: Sexo, Idade, Fuma, Consumo de Álcool, Estado de Saúde e Exercício Físico. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva com frequência e percentual e o teste do Qui-quadrado através do Software JASP, verdão 18.1. Resultados: Em relação ao estado de saúde, 20.1% dos participantes do sexo masculino e 15,1% do sexo feminino autorrelataram que consideram ter um estado “muito bom”. Em relação ao consumo do álcool, 53.7% do sexo masculino e 34.3% do sexo feminino relataram fazer o consumo de álcool. No que se refere ao uso do cigarro, 8.1% do sexo masculino revelaram fumar diariamente, por outro lado, 2.7% do mesmo sexo expuseram fumar, mas não diariamente. Ainda em relação ao uso do cigarro, no sexo feminino, 5.4% apresentaram fumar diariamente, enquanto 1.4% fumam, mas não diariamente. Assim, observa-se que o sexo masculino tem uma melhor percepção de saúde, além de um maior consumo de álcool e tabagismo quando comparado ao sexo feminino, mesmo contendo um quantitativo maior de mulheres participantes na pesquisa. Ademais, ao associar a prática de exercício físico, com o estado de saúde e o consumo de álcool, obteve significância com o valor de P<.001, porém quando associado exercício físico com indivíduos que fumam, não foi obtido significância, alcançando um valor de P=0.109. Conclusão: Dessa forma, é importante ressaltar que ser fisicamente ativo pode contribuir para uma melhor percepção de saúde e hábitos saudáveis.
Oral
Abrir o trabalhoFATORES ASSOCIADOS A PREVALÊNCIA DE DEPRESSÃO EM ADULTOS
WESLEY SILVA BARRETO; Kauan Pocidonio de Brito Clemente; Keila Bruna da Silva Santos; Joyce Maria Leite e Silva; Ligia Raianne da Silva Moura
INTRODUÇÃO: A depressão é um transtorno psicológico caracterizado pela tristeza persistente e falta de interesse em realizar atividades do seu dia a dia, podendo ser um empecilho em realização de tarefas básicas do cotidiano. A depressão é considerada uma das doenças psicológicas que mais acomete a população brasileira, que está associadas com fatores não modificáveis e modificáveis. OBJETIVO: Avaliar a prevalência de depressão e fatores associados em adultos brasileiros. METODOLOGIA: Este é um estudo ecológico, no qual utilizou os dados secundários da pesquisa do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, realizado com 21.691 indivíduos, dos 26 estados, e a capital Distrito Federal, sendo 62.5% do sexo feminino e 37.5% do sexo masculino. As variáveis utilizadas são compostas por idade, sexo, região, escolaridade, exercício físico e depressão. Os dados foram analisados através da estatística descritiva (frequência e percentual) e o teste qui-quadrado. O software utilizado foi o JASP, versão 18.1. O nível de significância adotado foi de P<0.05. RESULTADOS: Em sua maioria, os participantes estão na faixa etária de 41 a 60 anos e com o tempo de escolaridade de 9 a 11 anos. Dentre os participantes 14% já tiveram ou tem depressão, enquanto 86% não tiveram depressão. O teste qui-quadrado apresentou associação significativa entre variáveis (sexo, idade, escolaridade, região do país e exercício físico) e depressão (P<0.001). CONCLUSÃO: A população estudada apresenta associação entre os fatores sociodemográficos e a depressão. Fazendo-se necessária a aplicação de políticas públicas como forma de acompanhamento e prevenção da doença crônica.
Palavras-chave: Depressão, Exercicío Físico,Saúde
Oral
Abrir o trabalhoHábitos Posturais sentado e intensidade de dor Musculoesquelético
MIKAELLE CORDEIRO BEZERRA ; Catarina da Silva; Joyce Maria Leite e Silva; Lígia Raianne da Silva Moura; Cleene Tavares de Sousa
INTRODUÇÃO: A maneira como nos posicionamos e como nos comportamos no tocante à consciência corporal é de grande importância, pois é através dos mesmos, que poderão ser provocados inúmeros desequilíbrios e disfunções na coluna vertebral. OBJETIVO: Analisar os hábitos de postura sentado e intensidade de dor musculoesquelética. METODOLOGIA: O estudo é do tipo transversal, com abordagem quantitativa, realizado com 300 alunos de quatro escolas do ensino fundamental II. Como critérios de elegibilidade: Estar matriculado no ensino fundamental II e não responder à todas as questões do questionário, desistência do estudo. Para verificar os hábitos posturais será o questionário BackPEI, um instrumento de avaliação da Postura Corporal e Dor nas costas. Os dados foram tabulados no Excel e foram exportados para o software JASP, onde foram realizadas as estatísticas inferenciais de teste t, teste t independente comparando a postura sentada com a intensidade de dor. RESULTADOS: Observando o gráfico 1 que representa Postura sentado para escrever relacionando à intensidade de dor, o teste t mostrou em média que [t(247)=2.444;0,015] há diferença significativa entre as posturas inadequada e adequada e intensidade de dor. Sendo que, o teste mostrou que aqueles que sentam de forma inadequada tiveram mais relatos de níveis maiores de dor (2.5) enquanto os que sentam de forma adequada referiram (1.2). Já o gráfico 2, que representa Postura sentado para conversar com os amigos relacionando à intensidade de dor, o teste t mostrou em média [t(247)=2.711,0,007] havendo diferença significativa entre as posturas inadequada e adequada e intensidade de dor. Visto que, o teste mostrou que aqueles que sentam de forma inadequada tiveram mais relatos de níveis maiores de dor (2.6) enquanto os que sentam de forma adequada referiam (1.1). Observando o gráfico 3, que representa Postura sentado para mexer no computador relacionando à intensidade de dor, embora não tenha estatística significante o teste t mostrou em média, que as pessoas q sentam de forma inadequada tiveram mais relatos de níveis maiores de dor (2.5) enquanto os que sentam de forma adequada referiam (1.9). CONCLUSÃO: O presente estudo mostrou que houve diferença significativa entre as posturas sentadas inadequadas e adequadas e intensidade de dor musculoesquelética.
Palavras-chave: Dor Musculoesquelético, Postura
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Abrir o trabalhoINDICADORES ANTROPOMÉTRICOS DA COMPOSIÇÃO CORPORAL EM CRIANÇAS PRATICANTES DE VOLEIBOL
ANA BEATRIZ PEREIRA SOUSA ; CAMILE DOS SANTOS FÉLIX; CLEENE TAVARES DE SOUZA; JOYCE MARIA LEITE E SILVA; ANTONIA GRAZIELA MENDONÇA ALVES; CICERO PEREIRA DOS SANTOS; KEILA BRUNA DA SILVA SANTOS; LIGIA RAIANNE DA SILVA MOURA
INTRODUÇÃO: Nos últimos anos, a naturalização do sedentarismo, entre as crianças, tem se tornado um problema para a sociedade, haja visto o aumento do índice da obesidade infantil. Desse modo, a prática de exercícios físicos surge como um agente aliado no combate a essa doença. Pode-se citar, dentre seus benefícios, a melhoria da sociabilidade com outros indivíduos, o aumento da coordenação motora e a ajuda no gasto calórico, quando associado a boa alimentação. Com isso, objetivando mitigar essa problemática, o voleibol vem ganhando força no combate à essa problemática. OBJETIVO: Descrever a prevalência da obesidade e o risco cardíaco entre crianças praticantes de voleibol na cidade de Cajazeiras, Paraíba. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo do tipo transversal, descritivo e quantitativo. Foram selecionadas crianças, com idade entre 6 a 11 anos, sem restrição quanto ao sexo. Foram coletadas as variáveis dos indicadores do índice de massa corpórea (IMC) e Relação Cintura – Estatura (RCE), e foram analisados no programa estatístico JASP (Versão 0.17.1.0). Com frequência relativa e absoluta para as variáveis categóricas e descritiva de mínimo, máximo, média e desvio padrão para as variáveis numéricas. Devido ao fato de o estudo envolver seres humanos, a pesquisa cumpriu as atribuições definidas na Resolução 466/12 do Conselho Nacional de Saúde. RESULTADOS: O estudo foi composto por 30 indivíduos, sem restrição quanto ao sexo, sendo que 24 indivíduos totalizando 80%, estavam na zona saudável e as outras 6, 20%, encontravam-se na zona de risco., O IMC teve 19,1±2,9km/m2 como média e desvio padrão e o RCE 0,41±2,93 cm. Ainda assim, 5 crianças praticavam de 13 a 24 meses, 16,67%, e 6 crianças praticavam de 25 a 36 meses, 20%, com a frequência semanal de 1 a 3 vezes por semana. CONCLUSÃO: A prática regular do voleibol parece ser bastante eficaz, contribuindo significativamente para a manutenção e permanência de um peso saudável e prevenção da obesidade infantil, atribuindo melhores resultados de IMC e de RCE.
Palavras-chave: Obsidade, Saúde da criança, Exercício físico
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Abrir o trabalhoO ambiente construído de lazer do bairro se associa com o nível de atividade física de pré-escolares socialmente vulneráveis?
FRANCISCA HEMELYCIANA DA SILVA GONÇALVES ; Thais da Silva Couras; Thaynã Alves Bezerra; Anastácio Neco de Souza Filho
Introdução: A prática da atividade física (AF) na primeira infância tem se tornando uma prioridade de saúde pública, já que uma vez estabelecida, tende a permanecer ao longo da adolescência e da vida adulta. No entanto, um número crescente de crianças em idade pré-escolar não atinge os níveis diários recomendados de AF, estando mais predispostos a risco à saúde relativos à composição corporal, funções cognitivas, saúde cardiovascular, psicológica e mental. Portanto, entender o contexto de prática de crianças em vulnerabilidade social pode auxiliar na implementação de estratégias interventivas, para aqueles que mais precisam de estruturas públicas e gratuitas para atingir maiores níveis de AF. Objetivo: analisar a associação entre ambiente construído (AC) para o lazer do bairro e atividade física (AF) de pré-escolares socialmente vulneráveis. Metodotos: participaram do estudo 128 pré-escolares (4,4 ± 0,7 anos; 50% de meninas). A atividade física total (AFT) foi avaliada por acelerometria (Actigraph wGT3X). O AC do bairro foi avaliado objetivamente, através de auditoria utilizando o Physical Activtiy Resource Assessment (PARA) e do Sistema de Informação Geográfica (SIG). Para analisar as associações do AC, com a AFT dos pré-escolares, utilizou-se o método de equações estruturais por meio da regressão múltipla univariada realizada no Mplus (versão 8.0). Resultados: houve associações positivas entre a idade (b = 0,13, p < 0,010), sexo (b = 0,18, p < 0,004), nível de escolaridade das mães (b = 0,32, p < 0,001), qualidade das estruturas para AF (b = 0,89, p < 0,001), maior quantidade de estruturas para AF (b = 0,35, p < 0,001), maior quantidade de serviços disponíveis em cada praça (b = 0,31, p < 0,001) e condições de limpeza, estética e segurança dos espaços (b = 0,30, p < 0,032) com a AFT. Conclusão: O AC de lazer do bairro promove o comportamento de AF de pré-escolares socialmente vulneráveis. Estratégias para aumentar o tempo despendido em AF no bairro, devem considerar as diferenças entre os sexos e os aspectos quantitativos e qualitativos e os fatores do contexto relacionados aos AC para a prática de lazer.
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Abrir o trabalhoPERCEPÇÃO DOS PAIS SOBRE O AMBIENTE DO BAIRRO E ATIVIDADE FÍSICA DE PRÉ-ESCOLARES: UMA ANÁLISE DE REDES
THAIS DA SILVA COURAS; Francisca Hemelyciana da Silva Gonçalves; Thaynã Alves Bezerra; Anastácio Neco de Souza Filho
Introdução: A atividade física (AF) nos primeiros anos de vida é essencial para o desenvolvimento e manutenção de comportamentos saudáveis ao longo da vida, no entanto, mesmo em idades pré-escolares, a prevalência de inatividade física é um problema de saúde emergente associado a correlatos biológicos, sociais e ambientais. Identificar os correlatos ambientais percebidos pelos pais de AF da primeira infância em uma abordagem de rede dinâmica pode fornecer um conhecimento importante para os profissionais de saúde pública na melhoria da saúde das crianças por meio de AF. Objetivo: analisar as relações entre a percepção dos pais sobre o ambiente do bairro e a adesão à recomendação de AF em pré-escolares, de acordo com o sexo, por meio de uma abordagem em rede. Métodos: cento e vinte e nove pré-escolares de ambos os sexos (50,3% meninos; 4,4 ± 0,7 anos) participaram do estudo. A atividade física moderada a vigorosa das crianças (AFMV) foi medida objetivamente por meio da acelerometria (ActiGraph wGT3X) e a percepção dos pais sobre o ambiente da vizinhança foi avaliada por questionário. As associações entre a adesão às recomendações de AFMV, ambiente percebido pelos pais, sexo e idade foram exploradas usando uma análise de rede. Resultados: a percepção dos pais sobre a presença de uma quadra de esportes esteve relacionada à AFMV dos meninos (0,51), bem como à presença de lugares para caminhar (0,58). Para as meninas, a segurança na vizinhança estava relacionada à AFMV à conformidade. A percepção de quadra de esportes para meninos e a presença de academia e locais de caminhada para meninas emergiram como as principais variáveis de centralidade na rede, com os maiores valores de conectividade, proximidade e força. Conclusão: as relações entre a percepção dos pais sobre o ambiente do bairro e a adesão dos filhos à AF fazem parte de um sistema complexo, surgindo na rede como importantes variáveis que podem melhorar a prática regular de atividade física de pré-escolares.
Palavras-chave: ambiente,atividade física,pré-escolares,análise de rede
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Abrir o trabalhoPOLICLÍNICA DE IGUATU: ATENDIMENTO E ACOLHIMENTO ÀS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA E TRANSTORNOS
JAYANE RODRIGUES DE LIMA; CICERO PEREIRA DOS SANTOS; HELLEN CHRISTINE SOARES SOUSA; JOÃO VICTOR GOMES; KAUAN POCIDONIO DE BRITO CLEMENTE; KEILA BRUNA DA SILVA SANTOS; LARA GONÇALVES DE SOUSA; JOÃO AGOSTINHO NETO
A universidade desempenha um papel crucial na articulação entre os espaços formais e informais de atendimento a pessoas com deficiência. No contexto da disciplina de Educação Física Adaptada, do curso de Educação Física da Universidade Regional do Cariri (URCA), campus Iguatu, foi promovido um trabalho de campo para compreender a rede de assistência a essas pessoas, com destaque para a Policlínica de Iguatu, que oferece serviços especializados no segmento. O estudo tem como objetivo relatar a experiência de um grupo de acadêmicos durante uma visita à Policlínica, onde foi possível observar o atendimento realizado pelo Núcleo de Estimulação Precoce (NEP) e o Centro Especializado em Reabilitação (CER). A Policlínica conta ainda com o Núcleo de Educação Permanente, que oferece um espaço adaptado para crianças com necessidades específicas, como surdez, Transtorno do Espectro Autista e TDAH. Constatou-se que a visita contribuiu para ampliar a visão dos futuros profissionais de Educação Física sobre o papel da saúde pública e a importância de uma formação crítica e multidisciplinar para atuar em serviços especializados voltados à saúde e inclusão de pessoas com deficiência.
Palavras-chave: Pessoas com deficiência, Educação física adaptada, Inclusão
Oral
Abrir o trabalhoTESTE KTK COMO FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO: PERFIL ANTROPOMÉTRICO E COORDENAÇÃO MOTORA
IRIS DE OLIVEIRA BEZERRA ; Cícera Carolina Nascimento Gonçalves Galdino; Gustavo Chaves de Sousa
INTRODUÇÃO: a Educação Física Escolar (EFE) tem um papel fundamental no desenvolvimento global de escolares, sobretudo, nas crianças dos anos iniciais, além de melhorar as habilidades físicas. Além disso, a participação ativamente nas aulas de EFE contribui para a melhoria da concentração, memória e habilidades cognitivas/motoras, por exemplo. Face ao exposto, o desenvolvimento motor é um processo de mudança individual e relacionado à idade. É um processo complexo e interligado com todos os aspectos do crescimento e maturação do sistema de cada indivíduo. OBJETIVO: avaliar a coordenação motora e perfil antropométrico, a partir do Teste KTK, em escolares da rede pública de Iguatu. METODOLOGIA E MÉTODOS: trata-se de uma pesquisa de campo com abordagem quantitativa. A amostra foi composta por 18 crianças (do sexo feminino e do sexo masculino), sendo excluídos do estudo os perfis Beixo Peso e Sobrepeso, do Ensino Fundamental I, da rede municipal de ensino de Iguatu-CE, com faixa etária de 9 e 10 anos. RESULTADOS: os dados coletados indicaram influência entre o IMC e o desempenho motor das crianças avaliadas. O grupo 1 - G1 (eutrófico) obteve média de IMC 16,17 ± 1,24 e o grupo 2 - G2 (obesidade) IMC 24,78 ± 2,73. A partir do Teste KTK o G1 apresentou média de 24,07 ± 14,52 pontos, enquanto o G2 alcançou média de 21,4 ± 19,83 pontos. As pontuações do teste revelaram diferentes tendências para cada faixa de IMC, sugerindo que a composição corporal influencia o desempenho motor. CONSIDERAÇÕES FINAIS: o teste KTK demonstrou ser eficiente na avaliação da coordenação motora, revelando o impacto entre habilidades motoras e IMC. Os resultados destacam a importância de intervenções pedagógicas que integrem atividades físicas variadas para aprimorar equilíbrio, agilidade e coordenação, sobretudo em crianças com diferentes índices de massa corporal.
Palavras-chave: Saúde,Crianças, Habilidades Motoras
Oral
Abrir o trabalhoVOZES E OLHARES: O IMPACTO DA AVALIAÇÃO DO PET-SAÚDE NA FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA SAÚDE, A PARTIR DA ABORDAGEM RESPONSIVA E CONSTRUTIVISTA NA CIDADE DE IGUATU – CE
MARIA ANTONIA JAYANE ALVES
RESUMO: Este trabalho é parte do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) intitulado "Avaliação do PET-Saúde Gestão e Assistência: A Percepção dos Estudantes da Área da Saúde em Iguatu - CE". O Programa de Educação pelo Trabalho em Saúde (PET-Saúde) foi implementado pela Portaria Interministerial por intermédio dos Ministérios da Saúde (MS) e da Educação (MEC), visando estreitar a aproximação das políticas públicas de saúde e a prática profissional fundamentando no tripé de ensino, pesquisa e extensão, por meio do fortalecimento da integração ensino-serviço-comunidade. A pesquisa teve como objetivo analisar o impacto do desenvolvimento do Projeto PET-Saúde Gestão e Assistência na formação em saúde dos estudantes dos cursos de Educação Física, Enfermagem e Serviço Social. Trata-se de uma pesquisa avaliativa de abordagem qualitativa, do tipo estudo de caso com base em Avaliação de Quarta Geração, proposto por Guba e Lincoln (1989) e adaptada por Wetzel (2005). Foram entrevistados nove estudantes, distribuídos igualmente entre os cursos de Educação Física, Enfermagem e Serviço Social. Os dados da pesquisa foram coletados por meio do método comparativo constante, utilizou-se das técnicas de observação e entrevistas semi-estruturada individuais e abertas com questões, empregando o método da aplicação do círculo hermenêutico-dialético. O presente estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa com número de Parecer 6.545.035. Emergiram no processo de análise as seguintes categorias: Desafios e Facilidades no PET – Saúde Gestão e Assistência e Contribuições na formação. Conclui-se que o PET-Saúde se mostra uma ferramenta promissora na formação de profissionais da saúde, contribuindo para a integração entre teoria e prática e ampliando a visão crítica dos estudantes sobre a realidade do sistema de saúde.
Palavras-chave: Avaliação em saúde,Programa de Educação pelo Trabalho em Saúde,Avaliação de quarta-geração,Pesquisa qualitativa em saúde
Resumo Simples · Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Desafios,Transtorno do Espectro Autista,Professores de Educação Física,Processo de ensino-aprendizagem
Resumo Simples · Pôster/Banner
Abrir o trabalhoESTILO DE VIDA DE ADOLESCENTES EM SITUAÇÃO DE VULNERABILIDADE: culpabilização dos sujeitos ou responsabilização do Estado?
PAULA ALVES TIBÚRCIO ; Ana Luisa Batista Santos; Vivian Alves Araújo
INTRODUÇÃO: O estilo de vida é composto por hábitos e comportamentos que podem inserir o indivíduo em um grupo social ou influenciar sua saúde. O ambiente escolar exerce um papel crucial na formação de hábitos saudáveis e atitudes adequadas, impactando diretamente o modo de vida. OBJETIVO: Analisar o estilo de vida de escolares em situação de vulnerabilidade social em uma escola pública de Fortaleza, Ceará. METODOLOGIA: Estudo quantitativo e descritivo com 49 estudantes, entre 11 e 18 anos, do Ensino Fundamental Anos Finais. A coleta de dados utilizou o Questionário Estilo de Vida Fantástico, adaptado à faixa etária dos alunos, e os dados foram analisados no Microsoft Excel. RESULTADOS: A maioria dos adolescentes (45,8%) foi classificada com um estilo de vida "Bom". Os comportamentos de risco mais prevalentes envolviam a prática insuficiente de atividades físicas, com mais de 50% exercitando-se uma vez por semana ou menos; e a alimentação inadequada, em que mais de 60% consumiam regularmente alimentos ricos em gordura, açúcar e sal. Também foram observados comportamentos relacionados ao uso precoce de cigarro, álcool e ao início da vida sexual, além de mais de 50% dos alunos relatarem sentimentos de tristeza e depressão. CONCLUSÃO: Na pesquisa notou-se que seja imprescindível intervenções tanto na escola quanto na família, já que hábitos adotados na infância e juventude são decisivos para a saúde futura. Diante dos comportamentos de risco observados, recomenda-se o fortalecimento de políticas públicas que garantam acesso à prática de atividade física gratuita, segurança alimentar e suporte psicológico. Por fim, destaca-se a importância de estudos futuros e intervenções contínuas para minimizar comportamentos de riscos e incentivar estilos de vida mais saudáveis.
Palavras-chave: Estilo de vida, Promoção da saúde escolar, Comportamentos de risco à saúde, Educação Física, Treinamento
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