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COMER, BRINCAR E DORMIR: UMA ANÁLISE DAS RELAÇÕES ENTRE FUNÇÃO EXECUTIVA, ÍNDICE DE MASSA CORPORAL, ATIVIDADE FÍSICA E SONO EM PRÉ-ESCOLARES À LUZ DOS SISTEMAS COMPLEXOS
PEDRO HENRIQUE DE OLIVEIRA SILVA ; Géssica de Oliveira Silva; Lucas Leodônio Sousa da Silva; Willian Alves da Silva; Maria José Maciel de Souza Neta; Anastácio Neco de Souza Filho
INTRODUÇÃO: A função executiva (FE) pode ser facilmente influenciada por diversos fatores. Já na primeira infância, atividade física (AF) e sono parecem estar entre esses fatores. OBJETIVO: analisar a associação entre FE, índice de massa corporal (IMC), AF e sono em pré-escolares. MÉTODOS: Esse estudo é do tipo transversal. Analisou 89 crianças (53,8 ± 12,0 meses de idade; 51,7% meninos) de cinco pré-escolas da cidade do Crato-Ce. A FE foi analisada por meio da bateria Early Years Toolbox, por meio do paradigma Go/No Go. Peso e estatura foram coletados para cálculo do IMC. A AF foi avaliada por meio do tempo despendido brincando ao ar livre e em locais fechados na semana e no fim de semana (fds), dicotomizadas em menor ou igual/maior de 2h/dia. O sono foi avaliado pelo tempo total de sono/noturno na semana e no fds. AF, sono, data de nascimento e sexo das crianças foram coletados em entrevista com as mães. RESULTADOS: A FE se associou positivamente com brincar ao ar livre na semana (0,
Palavras-chave: atividade física,função executiva,pré-escolares
Oral
Abrir o trabalhoAPTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA DE ADOLESCENTES DO ALTO SERTÃO PARAIBANO: ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE RESIDENTES DAS ZONAS URBANA E RURAL
A IMPORTÂNCIA DAS INTERAÇÕES E DO BRINCAR ENTRE CRIANÇAS NAS HABILIDADES MOTORAS FUNDAMENTAIS E NA ANSIEDADE: UMA ANÁLISE DE REDES COMPLEXAS
PAULO HENRIQUE DOS SANTOS; Ana Clara Cassimiro Nunes; Gabriel Alencar da Costa; Thays Jessica Feitosa Vieira; Michelly Arruda Alencar; Paulo Felipe Ribeiro Bandeira
INTRODUÇÃO: As interações com os pares se configuram como um aspecto importante para a aprendizagem e o desenvolvimento. Crianças em idade pré-escolar são capazes de participar dessa coletividade, criando e replicando gestos comunicativos, como os gestos motores, fato que também possibilita sentimentos de pertencimento ao grupo e bem-estar. OBJETIVO: Analisar a influência das interações estabelecidas pela brincadeira entre crianças nas Habilidades Motoras Fundamentais (HMF’s) e na ansiedade. MÉTODOS: Participaram do estudo 51 crianças de ambos os sexos de escolas de Juazeiro do Norte - CE. Os pais responderam sobre a participação de crianças em brincadeiras. Destas, somente 9 não brincavam com outras crianças, de acordo com os pais. O Test of Gross Development - 3° Edition (TGMD-3), subdividido em locomoção e controle de objetos foi aplicado, bem como o Inventário de Comportamentos de Crianças entre 1,5 e 5 anos (CBCL/1,5-5) para avaliar a ansiedade. Para compreender as associações ent
Palavras-chave: Interações ,habilidades motoras fundamentais,Ansiedade,Crianças
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Abrir o trabalhoCOMPARAÇÃO DA ESTRUTURA DE REDES DA ANSIEDADE E HABILIDADES MOTORAS FUNDAMENTAIS EM MENINOS E MENINAS
GABRIEL ALENCAR DA COSTA ; Ana Clara Cassimiro Nunes; Maria Izabel da Silva Costa; Janielle de Oliveira Albuquerque; Thays Jéssica Feitosa Vieira; Michelly Arruda Alencar; Paulo Felipe Ribeiro Bandeira
EVASÃO DE ESTUDANTES COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA
BRUNA ELY FILGUEIRA LEITE
INTRODUÇÃO: Analisando trajetórias escolares de estudantes com Transtorno do Espectro Autista-TEA, há grande evasão nas aulas de Educação Física-AEF. OBJETIVO: Identificar principais fatores que levam à evasão de estudantes com TEA nas aulas de Educação Física do ensino fundamental na perspectiva de professores de Educação Física-PEF. MÉTODOS: Trata-se de uma pesquisa descritiva qualitativa, realizada em duas escolas de Moreilândia-PE tendo estudantes com TEA, utilizando entrevista semi-estruturada com 10 perguntas que foram analisadas. RESULTADOS: Evidenciou-se fatores como a insuficiência na formação inicial de professores; dificuldade na interação social; o capacitismo recorrente; desânimo na prática de atividades; preocupação dos pais. Logo é útil estratégias como observação, adaptação de atividades e ferramentas de conscientização aos pais. CONCLUSÃO: A partir dos achados, professores poderão rever seus planejamentos.
Palavras-chave: Transtorno do Aspecto Autista,Evasão escolar,Educação Física
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Abrir o trabalhoA INFÂNCIA E A REPRODUÇÃO DE MARCADORES SOCIAISNAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR: Experiências Do Estágio Supervisionado II
MARIA ALICE SALES RODRIGUES; Robério Nunes dos Santos
INTRODUÇÃO: Os marcadores sociais ou da diferença, ainda perduram na sociedade brasileira e configuram a ideia de meritocracia como uma utopia. Na escola, eles começam a serem disseminados e replicados na infância, estabelecendo relações de superioridade perante as diversas realidades e condições. Ainda durante esse período, são propagados por diálogos informais das figuras de referência, entre amigos, atividades estereotipadas e principalmente pela mídia. No mesmo viés, as aulas de Educação Física, historicamente naturalizadas no campo do treinamento, sendo associadas ao sexo masculino, branco e de classe social prestigiada, segue sendo palco da reprodução dos marcadores sociais na contemporaneidade. OBJETIVO: Abordar uma temática relevante, vigente em experiências do Estágio Supervisionado II de discentes da Universidade Regional do Cariri, acerca da reprodução de marcadores sociais na infância nas aulas de Educação Física no Ensino Fundamental I. MÉTODOS: O presente relato utilizou
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Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO FÍSICA E BNCC - UM RELATO SOBRE A ADOÇÃO DA UNIDADE TEMÁTICA GINÁSTICA NO ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO
JOSÉ SILVESTRE MARTINS DA SILVA ; Samuel Lira da Silva Barbosa; Leomara Bezerra Da Silva; Maria Vanessa Pereira Brito; Rodrigo Alberto Vieira Browne
INTRODUÇÃO: A Ginástica na Base Nacional Comum Curricular (BNCC) apresenta-se como uma das Unidades Temáticas (UT) na perspectiva de ensino da consciência corporal, ginastica geral e de condicionamento físico. OBJETIVO: descrever as experiências vivenciadas durante o Estágio Curricular Obrigatório a partir do ensino da UT Ginástica em turmas do Ensino fundamental. MÉTODOS: O estudo caracteriza-se como um relato de experiência fundamentado nos conhecimentos empíricos e sua prática aprimorada em planejamentos e capacitações, tendo como instrumento para registro um diário de campo, no qual foram apontadas todas as informações pertinentes às turmas assistidas, aos métodos e procedimentos utilizados nas intervenções. RESULTADOS: O conteúdo Ginástica na EFE culturalmente sobre rejeição, por não compor o famoso quarteto fantástico das modalidades coletivas (Futebol, Vôlei, Basquete e Handebol), apropriando do método teórico-prático, fundamentos técnicos e teóricos foram ministrados. A priori
AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE SONO E SONOLENCIA EM ATLETAS INTEGRANTES DE UMA EQUIPE FUTSAL ESCOLAR
THIAGO MATEUS BATISTA PINTO ; Anna Thereza Galdino De Sousa; Ana Caroline Ferreira Campos de Sousa; Fábio Thiago Maciel da Silva; Natally Almeida de Oliveira; Wesley Crispim Ramalho; Renan Djones Gomes de Sousa Silva
INTRODUÇÃO: O sono constitui um fator de suma importância na manutenção da saúde e aprendizagem, proporcionando a restauração das nossas funções vitais, sua má qualidade afeta negativamente nosso desempenho. OBJETIVO: avaliar a qualidade do sono e nível de sonolência em estudantes integrantes da equipe de futsal de uma escola da rede estadual de ensino da cidade de Sousa-PB. MÉTODOS: Trata-se de uma pesquisa quantitativa de cunho descritivo da qualidade do sono através do questionário auto aplicável, PSQI (Índice de qualidade de sono de Pittsburg), investigando de maneira secundária o nível de sonolência pela ESS (Escala de Sonolência Epworth), participaram da pesquisa 12 alunos integrantes da equipe de futsal juvenil da escola E.E.E.F.M André Gadelha do sexo masculino, faixa etária entre 15 e 17 anos, pertencentes ao turno matutino do nível fundamental II. RESULTADOS: Os resultados obtidos revelam que 75% da população avaliada apresenta uma boa qualidade do sono, apenas 25% dos estuda
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Abrir o trabalhoCOMPARAÇÃO DA ESTRUTURA DE REDES DO FUNCIONAMENTO EXECUTIVO DE CRIANÇAS QUE TIVERAM E NÃO TIVERAM O ALEITAMENTO IDEAL: UMA ANÁLISE DE REDES BAYESIANAS
ANA CAROLINA CARVALHO FERRAZ; ANA LIZ ARRAIS DE SOUSA; FERNANDO ALVES CARVALHO; RIVALDO GOMES DA SILVA; MORGANA ALVES CORREIA DA SILVA; ANA CLARA CASSIMIRO NUNES
INTRODUÇÃO: A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses como estratégia para a redução da mortalidade infantil. Estudos recentes têm buscado estabelecer uma associação entre a amamentação e o neurodesenvolvimento infantil, com a maioria usando o Quociente de Inteligência (QI). Embora promissor, testes de inteligência global não proporcionam informações mais detalhadas sobre as funções executivas, em seus componentes: Memória de Trabalho (MT), Controle Inibitório (CI), Flexibilidade Cognitiva (FC), Números (NUM) e Linguagem (LING). OBJETIVO: Comparar a estrutura de redes das funções executivas de crianças pré-escolares que foram e que não foram amamentados no tempo ideal. MÉTODOS: Participaram 111 crianças, entre 3 e 6 anos, de ambos os sexos, de Juazeiro do Norte - CE. Utilizou-se a bateria de testes Early Years Toolbox para avaliar a MT, CI, FC, NUM e LING. As análises de redes Bayesianas foram estimadas de acordo com o aleitamento, no
ESTUDO PILOTO DO EFEITO DE UMA INTERVENÇÃO MOTORA NO DESENVOLVIMENTO MOTOR E CONTROLE INIBITÓRIO DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
EMANUEL MOITA DO NASCIMENTO; Uânia da Silva Alves; Cícero Luciano Alves Costa
Crianças com TEA apresentam atrasos no desenvolvimento motor e no controle inibitório. Sugere-se que uma intervenção motora na perspectiva desenvolvimentista possa contribuir não apenas com o aspecto motor, mas também com o controle inibitório, visto sua relação complexa e dinâmica entre a dimensão motora, cognitiva e afetiva. O objetivo do estudo foi avaliar os efeitos de um programa de uma intervenção motora no desenvolvimento de habilidades motoras fundamentais e no controle inibitório de crianças com TEA. Participaram da pesquisa 4 crianças com média de idade 8 anos. O desenvolvimento motor foi avaliado através do TGMD-3 e para avaliar o controle inibitório foi utilizado o aplicativo Go/No-Go test. Houve melhora significativa no desenvolvimento motor geral (p=0,041) e no controle de objetos (p=0,029). O tempo de reação para estímulo visual motor aumentou significativamente (p=0,031). A intervenção motora parece contribuir para melhorar as habilidades motoras e o controle inibitório
Palavras-chave: Intervenção Motora, Desenvolvimento Motor, Controle Inibitório, Transtorno do Espectro Autista
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Abrir o trabalhoSAMUEL LIRA DA SILVA BARBOSA; José Silvestre da Silva; Eriston de Souza Bezzerras; João Victor Morais do Nascimento; Cícero Glauber Alves Nunes; Fabio Thiago Maciel da Silva; Rodrigo Alberto Vieira Browne
INTRODUÇÃO: A influência da localização geográfica, seja em áreas urbanas ou rurais, na saúde dos adolescentes é um aspecto pouco explorado. Embora haja uma crescente preocupação com a saúde dessa população, ainda não compreendemos completamente como a zona de moradia pode afetar a aptidão cardiorrespiratória (ACR) nesse grupo. A compreensão dessas diferenças poderia fornecer insights valiosos para orientar intervenções e políticas de promoção da saúde. OBJETIVO: Analisar a ACR em adolescentes escolares das zonas rural e urbana do alto sertão paraibano. MÉTODOS: Este estudo transversal incluiu 204 escolares (idade: 16,6 ± 1,2 anos; 65% meninas), do Instituto Federal da Paraíba, campus Sousa. Destes, 60 (29,4%) residiam em áreas rurais e 144 (70,6%) em áreas urbanas. A ACR foi avaliada por meio do teste corrida de resistência cardiovascular aeróbica progressiva (PACER), com a estimativa do consumo máximo de oxigênio através da equação de Mahar. A ACR foi categorizada em zona
Palavras-chave: Aptidão Física,Saúde,Fatores socioeconômicos,Adolescência
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Abrir o trabalhoASSOCIAÇÃO ENTRE APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA, FORÇA MUSCULAR E CONTROLE INIBITÓRIO EM ADOLESCENTES
JOÃO VICTOR MORAIS DO NASCIMENTO; Samuel Lira da Silva Barbosa; Eriston de Souza Bezerra; Fabio Thiago Maciel da Silva; Isabela Almeida Ramos; Ludmila Lucena Pereira Cabral
ASSOCIAÇÃO ENTRE APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA, FORÇA MUSCULAR E CONTROLE INIBITÓRIO EM ADOLESCENTES João Victor Morais do Nascimento1, Samuel Lira da Silva Barbosa2, Eriston de Souza Bezerra3, Fabio Thiago Maciel da Silva4, Isabela Almeida Ramos5, Ludmila Lucena Pereira Cabral6 e Rodrigo Alberto Vieira Browne7 Eixo temático: Atividade Física e Saúde INTRODUÇÃO: Na adolescência, a aptidão cardiorrespiratória (ACR) e a força muscular (FM) são componentes fundamentais da saúde física e cognitiva. A associação entre esses fatores e o desempenho do controle inibitório é pouco explorada nesse grupo etário. OBJETIVO: Analisar como a ACR em conjunto com a FM se relacionam com o desempenho do controle inibitório em adolescentes. MÉTODOS: Participaram deste estudo transversal 178 adolescentes (idade: 16,7 ± 1,2 anos; 63% meninas) do Instituto Federal de Educação (IFPB), campus Sousa. A ACR foi avaliada por meio do teste de corrida de resistência cardiovascular aeróbica progressiva. A FM foi
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Abrir o trabalhoASSOCIAÇÃO ENTRE APTIDÃO CARDIORRESPIRÁTORIA, FORÇA MUSCULAR E QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE EM ADOLESCENTES
BIANCA LINS DOS SANTOS; FABIOLA ESTRELA DE SOUSA; JOÃO PAULO RODRIGUES DOS SANTOS; SAMUEL LIRA DA SILVA BARBOSA; FABIO THIAGO MARCIEL DA SILVA; YURE ALBERTO FREIRE; RODRIGO ALBERTO VIEIRA BROWNE
INTRODUÇÃO: Adolescentes com boa aptidão física, especialmente aptidão cardiorrespiratória (ACR) e força muscular (FM), tendem a desfrutar de uma melhor qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) na fase adulta. OBJETIVO: Avaliar a associação entre ACR e FM com a QVRS em adolescentes. MÉTODOS: Este estudo transversal incluiu 202 adolescentes (idade média: 16,6 ± 1,3 anos; 64% do sexo feminino) do Instituto Federal da Paraíba, campus Sousa. A ACR foi avaliada pelo teste PACER, categorizado em zona saudável, precisa melhorar e zona de risco. A FM foi avaliada pelo teste de flexão de solo do FitnessGram, classificado em zona saudável e precisa melhorar. A QVRS foi avaliada pelo questionário KIDSCREEN-27. Utilizou-se um modelo gama múltiplo generalizado, ajustado para idade, classe socioeconômica, nível de atividade física e índice de massa corporal, para analisar as estimativas do coeficiente (β) e do intervalo de confiança (IC) de 95% dos domínios da QVRS considerando a ACR e FM.
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Abrir o trabalhoASSOCIAÇÃO ENTRE APTIDÃO FÍSICA E ANSIEDADE EM ADOLESCENTES ESCOLARES
ERISTON DE SOUZA BEZERRA ; Hele de Souza Bezerra; João Paulo Rodrigues dos Santos; José Damião Saraiva Gomes Júnior; Lucas Vital Dantas; Fabio Thiago Maciel da Silva; Rodrigo Alberto Vieira Browne
INTRODUÇÃO: A ansiedade, um transtorno psicológico que impacta o bem-estar mental e físico, tornou-se um desafio prevalente entre estudantes, especialmente no ensino médio. No entanto, a relação entre a aptidão física, como a aptidão cardiorrespiratória (ACR) e a força muscular (FM), e a ansiedade permanece pouco explorada. OBJETIVO: Investigar a possível associação entre ACR, FM e ansiedade em adolescentes escolares. MÉTODOS: Este estudo transversal incluiu 202 estudantes (idade: 16,6 ± 1,2 anos; 64% do sexo feminino) do Instituto Federal da Paraíba, campus Sousa. A ACR foi avaliada pelo teste de corrida de resistência cardiovascular aeróbica progressiva (PACER), enquanto a FM foi mensurada pelo teste de flexão de solo do FitnessGram. A ACR foi categorizada como zona saudável, precisa melhorar ou zona de risco, e a FM como zona saudável ou de risco, de acordo com o FitnessGram. A ansiedade foi avaliada pela Escala de Transtornos Relacionados à Ansiedade Infantil (SCARED) com um ponto
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Abrir o trabalhoASSOCIAÇÃO ENTRE COMPORTAMENTO DE MOVIMENTO DE 24 HORAS E ANSIEDADE EM ADOLESCENTES
JOÃO PAULO RODRIGUES DOS SANTOS; Lucas Vital Dantas; José Damião Saraiva Gomes Junior; Samuel Lira da Silva Barbosa; Fabio Thiago Maciel da Silva; Yuri Alberto Freire; Rodrigo Alberto Vieira Browne
INTRODUÇÃO: A ansiedade é um dos transtornos mentais mais prevalentes na adolescência. Estudos indicam que os comportamentos de movimento - atividade física, comportamento sedentário e sono - podem estar relacionados à ocorrência de ansiedade em adolescentes. OBJETIVO: Investigar a associação entre os comportamentos de movimento e a ansiedade em adolescentes. MÉTODOS: Este estudo transversal envolveu 240 escolares (68% meninas; idade, 16,7 ± 1,3 anos) do Instituto Federal da Paraíba, campus Sousa. A atividade física moderada a vigorosa (AFMV) e a duração do sono foram avaliadas por meio do questionário da Pesquisa Global de Saúde Escolar. A AFMV foi categorizada como <60 min/dia (inativo) e 60+ min/dia (ativo). Segue em anexo o resumo completo.
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Abrir o trabalhoASSOCIAÇÃO ENTRE PRÁTICA ESPORTIVA, TEMPO DE TELA E APTIDÃO CARDIORRESPIRATÓRIA EM ADOLESCENTES
LUCAS VITAL DANTAS ; João Paulo Rodrigues dos Santos; José Damião Saraiva Gomes Junior; Samuel Lira da Silva Barbosa; Fabio Thiago Maciel da Silva; André Igor Fonteles; Rodrigo Alberto Vieira Browne
INTRODUÇÃO: O tempo de tela (TT), uma atividade comum na adolescência, tem sido associado a diversos fatores de risco para a saúde, incluindo a baixa aptidão cardiorrespiratória (ACR). Em contraste, a prática esportiva tem sido correlacionada positivamente a esse desfecho. OBJETIVO: Este estudo tem como objetivo analisar a associação combinada da prática esportiva e do TT com a ACR em adolescentes. MÉTODOS: Foram incluídos 198 escolares (idade: 16,6 ± 1,3 anos; 65% meninas) do Instituto Federal da Paraíba, campus Sousa, neste estudo transversal. A prática esportiva foi avaliada por meio do Questionário de Atividade Física Habitual para Adolescentes.
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Abrir o trabalhoATIVIDADE FÍSICA E FATORES DE RISCO CARDIOVASCULAR EM ESCOLARES: UMA ANÁLISE DE REDES
MARIA ANTONIA JAYANE ALVES ; FRANCISCA HEMELYCIANA DA SILVA GONÇALVES; ANASTÁCIO NECO DE SOUZA FILHO; THAYNÃ ALVES BEZERRA
INTRODUÇÃO: a atividade física apresenta reconhecidos benefícios para a saúde. Em crianças, a prática de atividade física está relacionada à melhorias na composição corporal, nas habilidades motoras, no desempenho acadêmico e também nos fatores de risco cardiovascular. OBJETIVO: verificar as variáveis mais influentes na rede de associações entre fatores sociodemográficos, prática de atividade física (AF) e fatores de risco cardiovascular de escolares, de acordo com o sexo. MÉTODOS: 167 escolares de ambos os sexos (58 % meninos; 8,4 ± 1,0 anos) participaram do estudo. A coleta dos dados sociodemográficos (idade e cor da pele das crianças e escolaridade materna), foi realizada por meio de uma entrevista face a face com os responsáveis pelos escolares. A atividade física foi avaliada pelo questionário DAFA. Os fatores de risco avaliados foram: circunferência de cintura (CC), Índice de Massa Corporal (IMC = peso/estatura²) e pressão arterial sistólica e diastólica (PAS e PAD). Para fins de
Palavras-chave: Atividade física, pressão arterial,circunferência de cintura, índice de massa corporal,escolares,análise de rede
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Abrir o trabalhoCOMPORTAMENTO DE MOVIMENTO DE 24 HORAS E SUA RELAÇÃO COM A PERCEPÇÃO DE SAÚDE EM ADOLESCENTES
CICERO GLAUBER ALVES NUNES; José Damião Saraiva Gomes Junior; Samuel Lira da Silva Barbosa; José Silvestre da Silva; João Victor Morais do Nascimento; Fabio Thiago Maciel da Silva
INTRODUÇÃO: A autoavaliação da saúde em adolescentes é uma métrica subjetiva que tem sido associada a indicadores de morbimortalidade e comportamentos de risco à saúde. No entanto, sua relação com os comportamentos de movimento em adolescentes é pouco explorada. MÉTODOS: Neste estudo transversal, 240 adolescentes escolares (17 ± 1 anos) do IFPB, Campus Sousa, foram incluídos. A atividade física moderada a vigorosa (AFMV), a duração do sono e a percepção de saúde foram mensuradas por meio do questionário da Pesquisa Global de Saúde Escolar. O tempo de tela (TT) da última semana foi medido através do recurso "bem-estar digital" do smartphone e categorizado como <5 h/dia e 5+ h/dia. A AFMV foi categorizada como <60 min/dia (inativo) e 60+ min/dia (ativo). A duração do sono foi categorizada como <7 h/dia e 7+ h/dia. A percepção de saúde foi avaliada pela pergunta: "Em geral, você considera que sua saúde é?", com respostas em uma escala variando entre "excelente" e "ruim". A regressão de Po
Palavras-chave: Atividade Física, Comportamento Sedentário,Sono, Saúde
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Abrir o trabalhoCOMPORTAMENTO DE MOVIMENTO DE 24 HORAS E SUA RELAÇÃO COM A QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE EM ADOLESCENTES ESCOLARES
JOSÉ DAMIÃO SARAIVA GOMES JÚNIOR; Hele de Souza Bezerra; João Paulo Rodrigues dos Santos; Lucas Vital Dantas; Eriston de Souza Bezerra; Fabio Thiago Maciel da Silva; Rodrigo Alberto Vieira Browne
INTRODUÇÃO: O tempo inadequado gasto em diferentes comportamentos de movimento (atividade física, comportamento sedentário e sono) pode influenciar a qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS). Compreender a conexão entre esses comportamentos e a QVRS pode aprimorar nossa compreensão do bem-estar dos jovens. OBJETIVO: Analisar a relação entre os comportamentos de movimento e a QVRS em adolescentes. MÉTODOS: Este estudo transversal envolveu 240 escolares (idade: 16,7 ± 1,3 anos) do Instituto Federal da Paraíba, campus Sousa. A atividade física moderada a vigorosa (AFMV) e a duração do sono foram mensuradas por meio do questionário da Pesquisa Global de Saúde Escolar. A AFMV foi categorizada como <60 min/dia (inativa) ou 60+ min/dia (ativa). O tempo de tela (TT) da última semana foi medido através do aplicativo "bem-estar digital" do smartphone e categorizado em: <6 h/dia, 6−7,9 h/dia e 8+ h/dia. A duração do sono foi categorizada em: <7 h/dia, 7−7,9 h/dia e 8+ h/dia.
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Abrir o trabalhoFATORES SOCICULTURAIS ASSOCIADOS À ANSIEDADE EM ADOLESCENTES ESCOLARES DO ALTO SERTÃO PARAIBANO
KASSIO FORMIGA DA CRUZ; João Paulo Rodrigues dos Santos; José Damião Saraiva Gomes Junior; Sarah Rubhânia Machado da Costa; Fabio Thiago Maciel da Silva; Ludmila Lucena Pereira Cabral
INTRODUÇÃO: A prevalência alarmante da ansiedade entre adolescentes destaca a necessidade de compreender a influência dos fatores socioculturais. Este estudo foca nessa relação em estudantes do alto sertão paraibano. OBJETIVO: Investigar a associação entre fatores socioculturais e a ansiedade em adolescentes. MÉTODOS: Este estudo transversal envolveu 252 escolares (66% meninas; idade, 16,6 ± 1,3 anos) do Instituto Federal da Paraíba, campus Sousa. Os fatores socioculturais foram avaliados por meio do questionário da Pesquisa Global de Saúde Escolar e Critério de Classificação Econômica Brasil 2022. Os fatores socioculturais testados foram: idade (15-16 vs. 17+ anos), residência (urbana vs. rural), classe socioeconômica (baixa, média e alta), coabitação com os pais, uso de álcool, tabaco e drogas (últimos 30 dias). A ansiedade (≥ 25 pontos) foi avaliada pela Escala de Transtornos Relacionados à Ansiedade Infantil (SCARED). A regressão de Poisson com variância robusta determinou a razão
Palavras-chave: Estilo de vida,Saúde mental, Adolescência
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Abrir o trabalhoPREVALÊNCIA E SIMULTANEIDADE DE APTIDÃO FÍSICA INSATISFATÓRIA EM ADOLESCENTES ESCOLARES DO ALTO SERTÃO DA PARAÍBA
RENAN DJONES GOMES DE SOUSA SILVA ; João Paulo Rodrigues dos Santos; Lucas Vital Dantas; José Damião Saraiva Gomes Junior; Samuel Lira da Silva Barbosa; Fabio Thiago Maciel da Silva
INTRODUÇÃO: Compreender a prevalência e coocorrência de aptidão física relacionada à saúde insatisfatória em adolescentes é crucial para embasar intervenções eficazes. Apesar do crescente interesse nessa área, uma lacuna persiste no conhecimento, especialmente no contexto geográfico específico do alto sertão paraibano. OBJETIVO: Analisar as prevalências e a simultaneidade de aptidão física insatisfatória entre adolescentes escolares do alto sertão da Paraíba. MÉTODOS: Um estudo descritivo foi realizado com 189 estudantes (idade: 16,7 ± 1,2 anos; 62,4% do sexo feminino; 29,6% residentes em áreas rurais) do Instituto Federal da Paraíba, campus Sousa. A aptidão física foi avaliada por meio da bateria do FitnessGram: (a) aptidão cardiorrespiratória; (b) força e resistência abdominal; (c) força e flexibilidade do extensor do tronco; (d) força e resistência dos membros superiores; (e) flexibilidade; (f) gordura corporal. Os resultados foram categorizados como 'zona saudável' e 'necessita de
Oral
Abrir o trabalhoPREVALÊNCIA E SIMULTANEIDADE DE COMPORTAMENTOS DE RISCO À SAÚDE EM ADOLESCENTES ESCOLARES DO ALTO SERTÃO PARAIBANO
JOSÉ SILVESTRE MARTINS DA SILVA ; Samuel Lira da Silva Barbosa; João Paulo Rodrigues dos Santos; José Damião Saraiva Gomes Junior; João Victor Morais do Nascimento; Fabio Thiago Maciel da Silva
INTRODUÇÃO: Compreender a prevalência e coocorrência de comportamentos de risco à saúde em adolescentes é crucial para embasar intervenções eficazes. Apesar do crescente interesse nessa área, uma lacuna persiste no conhecimento, especialmente no contexto geográfico específico do alto sertão paraibano. OBJETIVO: Analisar as prevalências e a simultaneidade de comportamentos risco à saúde entre adolescentes escolares do alto sertão paraibano. MÉTODOS: Foi conduzido um estudo descritivo com 242 escolares (idade: 16,6 ± 1,3 anos; 67% meninas; 33% residentes rurais) do Instituto Federal da Paraíba, campus Sousa. Foram avaliados os seguintes comportamentos de risco à saúde por meio do questionário da Pesquisa Global de Saúde Escolar: a) inatividade física (<60 min/dia de atividade física moderada-vigorosa); b) sono inadequado (<8 h/dia); c) alto tempo de tela recreacional (≥ 5 h/dia); medido pelo recurso "bem-estar digital" do smartphone; d) consumo ocasional de frutas e verduras (<1 vez por
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Abrir o trabalhoINTRODUÇÃO: A ansiedade no público infantil tem se tornado um fator importante, pois impacta negativamente no funcionamento educativo e social, porém pouco se sabe sobre a relação da ansiedade nas habilidades motoras fundamentais (HMF’s). Por essa razão, é fundamental que o impacto dos aspectos psicossociais nas HMF’s sejam investigados. OBJETIVO: Comparar a estrutura de redes das Habilidades Motoras Fundamentais (HMF’s) e ansiedade em crianças do sexo masculino e feminino. MÉTODOS: Participaram do estudo 51 crianças de uma escola da rede pública de Juazeiro do Norte – CE. Utilizou-se o Test of Gross Development - 3° Edition (TGMD-3) que avalia os subtestes de locomoção e controle de objetos. O Inventário dos Comportamentos de Crianças (CBCL/1,5-5) foi aplicado para identificar possíveis sintomas de ansiedade, o qual foi respondido pelos pais. Duas análises de rede foram estimadas no software Rstudio e utilizou-se do Índice de Influência Esperada (IIE) para visualizar as variáveis mais
Palavras-chave: Habilidades Motoras Fundamentais, Ansiedade,Crianças,Estruturas de Redes
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Abrir o trabalhoDESEMPENHO EM HABILIDADES MOTORAS FUNDAMENTAIS DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA E DE DESENVOLVIMENTO TÍPICO
UÂNIA DA SILVA ALVES; Emanuel Moita do Nascimento
O objetivo desse trabalho foi identificar se existe diferença no desempenho de habilidades motoras Fundamentais entre crianças com TEA e seus pares típicos. Trata-se de uma pesquisa quantitativa, com abordagem transversal. A amostra foi composta por crianças com TEA e crianças de desenvolvimento típico (DTIP) de ambos os sexos, com idades entre 6 e 10 anos. As habilidades motoras fundamentais foram TGMD-3. Foi realizado uma análise descritiva, de distribuição de frequência e aplicado o teste t para amostras independentes utilizando o SPSS 21. Foi adotado um nível de significância de p<0,05. Foi visto que, em média, as crianças DTIP apresentaram média superior e melhor desempenho nas habilidades motoras fundamentais. Embora o estudo tenha verificado superioridade das crianças com desenvolvimento típico em comparação as crianças com TEA, chama-se atenção para a necessidade de oportunidades de práticas para ambas.
Palavras-chave: Desenvolvimento motor,TEA,Habilidade motora ,TGMD-3
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Abrir o trabalhoDIFERENÇA ENTRE SEXO E IDADE NOS TESTES DE VELOCIDADE COM E SEM MUDANÇA DE DIREÇÃO
JOSÉ CRISTOVÃO DOS PRAZERES NETO; Tércio Araújo do Rêgo Barros; Igor Rodrigues de Souza Sobral; Nayara de Souza Oliveira; João Vitor de Araújo Silva; Cleydson Alexandre da Silva; Rostand de Souza Lira Filho; Rafael dos Santos Henrique
A avaliação da competência motora de crianças e adolescentes é uma estratégia importante para avaliar as possíveis medidas nas áreas da saúde, esporte e qualidade de vida. E uma das competências presentes em diversas baterias de testes é a velocidade que também é indispensável para o desempenho, e com isso se faz necessário a análise dessa variável. As medidas de velocidade em diferentes situações foram coletadas em crianças e adolescentes de Lagoa do Carro, com o teste de corrida de 20 m e o shuttle run.
Palavras-chave: desenvolvimento motor,adolescentes,crianças,velocidade
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Abrir o trabalhoINFLUÊNCIA DO TEMPO DE TELA NAS HABILIDADES MOTORAS FUNDAMENTAIS DE CRIANÇAS PRÉ-ESCOLARES: UMA ANÁLISE DE REDES COMPLEXAS
ANA LIZ ARRAIS DE SOUSA; ANA CAROLINA CARVALHO FERRAZ; ANA CLARA CASSIMIRO NUNES; FERNANDO ALVES CARVALHO; RIVALDO GOMES DA SILVA
INTRODUÇÃO: A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) preconiza que crianças de 2 a 6 anos devem ter o Tempo de Tela (TT) limitado a uma hora por dia. Ademais, estudos evidenciam que a exposição excessiva às telas pode causar alterações nas Habilidades Motoras Fundamentais (HMFs). OBJETIVO: Analisar as associações entre o TT de crianças pré-escolares e as HMFs, sob a perspectiva de redes complexas. MÉTODOS: Participaram do estudo 103 crianças pré-escolares, de ambos os sexos, matriculadas em creches públicas de Juazeiro do Norte - CE. Foram realizados o Teste de Desenvolvimento Motor Grosso - 3° Edição (TGMD-3) para avaliação das habilidades de locomoção e de controle de objetos e um questionário sociodemográfico que continha perguntas sobre o TT na semana e no final de semana das crianças, o qual foi respondido pelos pais. O software Jasp versão 18.0 foi usado para estimar a rede de associações e no cálculo do Índice de Influência Esperada a fim de verificar a variável com maior influ
Palavras-chave: Tempo de Tela, Destreza Motora, Rede Complexa
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Abrir o trabalhoRELAÇÃO ENTRE MEDIDAS DA COMPETÊNCIA MOTORA E SUA ASSOCIAÇÃO COM INDICADORES DE SAÚDE EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES
DANIELLE DOS SANTOS SOUZA DA SILVA; Thaliane Mayara Pessôa dos Prazeres; Melissa Leandro Celestino; Rostand de Souza Lira Filho; Noadia Maria Guimarães Silva; Douglas Eduardo Ferreira Maia
INTRODUÇÃO: A competência motora (CM) tem sido ligada a variados indicadores de saúde em crianças e adolescentes. Diversos instrumentos têm sido utilizados para avaliar a CM, o que dificulta a intepretação acerca de qual aspecto da CM está sendo avaliado e a forma como tais medidas estão associadas a outros desfechos. OBJETIVO: Verificar a relação entre instrumentos de avaliação da CM e analisar como esses instrumentos estão associados a diferentes indicadores de saúde. MÉTODOS: Trata-se de um estudo observacional, transversal, que avaliou 287 jovens de 6 a 12 anos (8,65±1,56), de cinco escolas públicas de Lagoa do Carro– PE. Foram utilizados três instrumentos orientados ao produto da CM: Motor Competence Assessment (MCA), Körperkoordinationstest für Kinder (KTK) e Supineto-Stand (STS). A aptidão física foi avaliada com o PACER, sentar e alcançar e corrida de 20m. Dados antropométricos de estatura, massa corporal foram medidos para o cálculo do índice de massa corporal (IMC).
Palavras-chave: competência motora,saúde,criança
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Abrir o trabalhoSERÁ O TEMPO DESPENDIDO EM ATIVIDADE FÍSICA DENTRO DA PRÉ-ESCOLA RELACIONADO COM A FUNÇÃO EXECUTIVA DOS PRÉ-ESCOLARES?
LUCAS LEODÔNIO SOUSA DA SILVA; Pedro Henrique de Oliveira Silva; Géssica de Oliveira Silva; Willian Alves; Maria José Maciel de Souza Neta; Thaynã Alves Bezerra
INTRODUÇÃO: A primeira infância se caracteriza como um período importante de desenvolvimento,de habilidades motoras, cognitivas e sociais. Dentre as habilidades cognitivas, a função executiva (FE) que parece ser influenciada pela prática de atividade física (AF). OBJETIVO: Analisar a associação entre as diferentes intensidades de AF despendida dentro da pré-escola e a FE dos pré-escolares. Métodos: Esse estudo é do tipo transversal. Analisou 57 crianças de 3 a 5 anos(50,9% do sexo feminino e idade média de 51,2 ± 10,8 meses) de quatro pré-escolares da cidade de Crato-CE. A AF foi analisada via acelerômetro (actigraph GT3X), durante o período escolar. A FE foi analisada pela bateria Early Years Toolbox, por meio do paradigma Go No Go. As variáveis sexo, idade e escolaridade materna foram coletadas por meio de entrevista com as mães das crianças. Para analise utilizou-se a análise Modelos lineares generalizados, RESULTADOS: Foi possível verificar uma associação negativa entre a FEe a AF.
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Abrir o trabalhoUM RELATO DE EXPERIÊNCIA DE DISCENTES DO CURSO DE EDUCAÇÃO FÍSICA APÓS UMA AULA DE DANÇAS URBANAS
WÉNYA DA SILVA SOUZA; Ruana Larisse Alves da Silva; Andres Silva Alves; Daiana de Moura Peixoto; Olivia Ferreira dos Santos; Maria Cintia de Freitas Souza; Natali Pereira da Silva
INTRODUÇÃO: Às danças urbanas são uma das possibilidades de aplicação nas aulas de educação física escolar por envolver um aproveitamento de gestos corporais do indivíduo e abordar temas relevantes na sociedade. No entanto, é pouco aplicada e um dos fatores relatados pelos professores da área é a escassa oportunidade de vivenciá-la durante sua trajetória escolar e acadêmica. OBJETIVO: Relatar a experiência de discentes do sétimo semestre do curso de Educação Física da região Centro Sul do Ceará a partir de uma aula de danças urbanas com a modalidade hip hop. MÉTODOS: Trata-se de um relato de experiência de uma aula de danças urbanas na modalidade hip hop em uma instituição de ensino localizada na Região do Centro Sul do Ceará. Iniciou-se com a docente contextualizando sobre a história do hip hop e os seus enfrentamentos. Em seguida introduziu atividades lúdicas de maneira gradativa que envolvessem passos da modalidade introduzidos até propor aos discentes a criação de pequenas coreogra
Palavras-chave: Acadêmicos,Danças urbanas,Educação física escolar
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Aleitamento Materno,Função Executiva,Redes bayesianas
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Abrir o trabalhoEFEITOS DO TREINAMENTO DE SALTO EM DISTÂNCIA NO CONTROLE POSTURAL DINÂMICO DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA
RENATA COSTA SILVA ; JULIANA RODRIGUES FERREIRA ANDRADE; SAMIRA SOCORRO NUNES DE SOUSA
O estudo analisou os efeitos do treinamento de 6 semanas do salto em distância no controle postural dinâmico de crianças com autismo. Trata-se de um estudo de caso com delineamento quase experimental. A amostra foi composta por 2 meninos e 1 menina com autismo, de 10 a 11 anos. Para mensurar o controle postural dinâmico, adotou-se o Four Square Step Test (FSST). A intervenção durou 6 semanas, com frequência de 1 vez na semana e duração de 50 minutos. Os dados foram analisados por meio da estatística descritiva e tamanho do efeito d de Cohen. Houve uma diminuição nos valores individuais da mediana no tempo do FSST para todos os participantes após a intervenção (voluntário 1: ↓0,82s, voluntário 2: ↓0,66s e voluntário 3: ↓0,82s), e na amostra como um todo (pré: 4,72s; pós: 3,90s) com tamanho do efeito muito grande (d = 0,84). Concluiu-se que a intervenção de 6 semanas de treinamento com exercícios de salto em distância promoveu efeitos positivos no controle postural dinâmico da amostra.
Palavras-chave: controle postural,atletismo,esporte adaptado,Transtorno do Espectro Autista
Oral
Abrir o trabalhoO EFEITO DO GRAU DE DIFICULDADE DA META NA APRENDIZAGEM DO SAQUE DO VOLEIBOL E NA CRENÇA DE AUTOEFICÁCIA NA TAREFA
EMANUEL MOITA DO NASCIMENTO; Uânia da Silva Alves; Cícero Luciano Alves Costa
A Teoria do Estabelecimento de Metas sugere que meta de maior dificuldade tende a ser mais eficiente para melhorar o desempenho do que metas muito fáceis. O estudo investigou o impacto de diferentes níveis de dificuldade nas metas de aprendizagem do saque no voleibol e na crença de autoeficácia na tarefa. Foi utilizado o Teste de Precisão do Saque do Voleibol e uma escala adaptada de Bund e Weimeyer (2004). Dois grupos foram formados: meta de menor dificuldade (GMF) e meta de maior dificuldade (GMD). A análise, conduzida por meio de ANOVA two-way 2x2, revelou que, ao comparar o desempenho pré-teste com a retenção, houve uma melhoria significativa na precisão do saque no grupo GMF (p=0,001), indicando maior consistência. No entanto, não foi observado efeito significativo da dificuldade da meta na autoeficácia, sugerindo que metas mais fáceis promovem consistência, possivelmente devido a uma menor necessidade de ajustes no padrão de movimento em comparação com metas mais desafiadoras.
Palavras-chave: Aprendizagem Motora, Estabelecimentos de Metas, Dificuldade da Meta, Crença de Autoeficácia
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Abrir o trabalhoQUAL APOIO SOCIAL É DETERMINDANTE PARA PRÁTICA DE ATIVIDADE FÍSICA?
ANA CAROLINE FERREIRA CAMPOS DE SOUSA ; Aléscia Araújo de Almeida; Elany Edmajan de Abreu; Yasmim Casimiro da Silva; Thiago Mateus Batista Pinto; Fábio Thiago Maciel da Silva; Kelly Samara da Silva
INTRODUÇÃO: O apoio social é essencial para adesão e manutenção de hábitos saudáveis, sendo principal fator na busca pelo bem-estar através da atividade física. OBJETIVO: Avaliar qual a influência do ambiente escolar, apoio dos pais, apoio dos amigos, apoio dos professores e apoios dos professores de Educação Física na prática de atividade física (AF) entre adolescentes de ambos os sexos. METODOS: A pesquisa foi realizada como parte do Projeto Movimente, conduzido em seis escolas públicas localizadas em Florianópolis, SC. O estudo envolveu 653 estudantes, com uma média de 13 anos, pertencendo do 7º ao 9º ano. Dados foram relativos aos domínios de ambiente escolar, suporte dos pais, suporte dos amigos, apoio dos professores e apoio dos professores de educação física, coletados por meio de questionários e classificadas por uma escala likert. A análise de rede foi realizada utilizando o software Jasp, com a implementação do algoritmo EBICglasso. RESULTADOS: Ambas as redes apresentaram 5 n
Oral
Abrir o trabalhoRELAÇÃO ENTRE A AUTONOMIA PERCEBIDA EM ATIVIDADE FÍSICA E A COMPETÊNCIA ATLÉTICA PERCEBIDA EM PRÉ-ADOLESCENTES.
MARIA VALESKA DE SOUSA SOARES; Francisco Salviano Sales Nobre
Pesquisadores têm buscado investigar os diversos fatores relacionados a prática de atividade física em crianças e adolescentes, tendo em vista, o aumento expressivo da obesidade e dos índices de inatividade física. Um dos fatores que ainda necessita ser mais investigado é a percepção sobre a própria autonomia para a prática de atividade física na infância e na adolescência uma vez que está relacionada à participação e permanência em atividades físicas e esportivas. A percepção de competência motora tem influência direta sobre a persistência da criança na execução de atividades físicas. Dessa forma, o objetivo do estudo foi investigar as possíveis relações entre a autonomia percebida para a atividade física e a competência atlética percebida em pré-adolescentes.
Oral
Abrir o trabalhoRELAÇÃO ENTRE COMPORTAMENTO DE MOVIMENTO DE 24 HORAS E CONTROLE INIBITÓRIO EM ADOLESCENTES
LUDMILA LUCENA PEREIRA CABRAL ; João Pedro de Oliveira Silva; Walmir Lima da Silva; Fabio Thiago Maciel da Silva
INTRODUÇÃO: A atividade física (AF), o comportamento sedentário e o sono desempenham papéis cruciais na saúde e no bem-estar, porém, suas associações independentes com o desempenho cognitivo ainda são pouco exploradas. OBJETIVO: Investigar a relação entre o comportamento de movimento de 24 horas e o desempenho do controle inibitório em adolescentes. MÉTODOS: Neste estudo transversal, 210 adolescentes escolares (idade média de 16,7 ± 1,2 anos) do IFPB, Campus Sousa, foram avaliados. A AF de intensidade moderada a vigorosa (AFMV) e a duração do sono foram mensurados por meio do questionário da Pesquisa Global de Saúde Escolar (GSHS). O tempo de tela (TT) da última semana (segunda a domingo) foi medido através do recurso "bem-estar digital" do smartphone dos participantes. AFMV foi categorizada como inativa (<60 min/dia) ou ativa (≥60 min/dia). O TT médio diário foi categorizado como baixo (<5h/dia) ou alto (≥5h/dia). A duração do sono foi classificada como inadequada (<8 h/dia) ou adequa
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Abrir o trabalhoRELAÇÃO ENTRE HABILIDADES MOTORAS FUNDAMENTAIS, FUNÇÕES EXECUTIVAS E AUTORREGULAÇÃO: UM MODELO DE REDES MULTICAMADAS
MORGANA ALVES CORREIA DA SILVA; Maria Janaine Correia da Silva; Augusto Pedretti
INTRODUÇÃO: A primeira infância é caracterizada por um desenvolvimento célere das Habilidades Motoras Fundamentais (HMF) e das funções cognitivas, como Funções Executivas (FE) e Autorregulação (AR). A interação desses processos é essencial para o sucesso acadêmico, saúde física e outros. As interações motoras e cognitivas se dão de maneira dinâmica, sendo elas de diferentes níveis de interação. OBJETIVO: Estimar estruturas de alta-ordem entre habilidades motoras fundamentais, funções executivas e autorregulação. MÉTODOS: Participaram 128 crianças de ambos os sexos, sendo 70 meninos, com idade entre 3 e 5 anos, matriculados em escolas públicas de Juazeiro do Norte - CE. As habilidades cognitivas de Memória de Trabalho (MT), Controle Inibitório (CI), Flexibilidade Cognitiva (FC), Fluência Verbal (FV) e Números (NUM) foram avaliadas a partir da bateria Early Years Toolbox. Para a avaliação da Autorregulação (AR), foi utilizado o teste Head-Toes-Knees-Shoulders-Revised (HTKS-R). As HMF de
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