47 de 47 trabalho(s) aceito(s)
PRODUÇÃO DE TINTA COM PIGMENTOS NATURAIS NO ENSINO NÃO-FORMAL
RAQUEL DE SANTANA SANTOS
Este trabalho apresenta processo de ensino aprendizagem, realizado no Estágio Supervisionado em Ensino das Artes Visuais no âmbito do ensino não-formal, prática efetivada na ONG SOAFAMC- Sociedade de apoio a família carente, situada na cidade de Crato-CE. Onde foi realizada oficinas que possibilitava a experimentação de diversos materiais, sendo produzido tinta com pigmentos naturais com objetivo de promover melhor compreensão de conceitos básicos da teoria das cores.
Oral
Abrir o trabalho"A Imagem é um, o outro é a operação aritmética"
MARIA REGILÂNI ÂNGELO DE SOUZA; George Lucas da Silva Ferreira; José Romário Oliveira da Silva; Francisco Felipe Tavares de Sousa
Esta pesquisa, fruto de uma metodologia reflexiva-analítica de leitura de imagens em sala de aula, busca entender como se dá o ensino aprendizagem por meio desta proposta. O trabalho está em andamento e segue para o segundo estágio de aplicabilidade, que é direcionado para a leitura de imagens de obras que tem como proposta a temática gênero. Para isso, serão utilizadas obras como O grande rio e Pensamentos do coração do artista contemporâneo José Leonilson, assim como obras de Felix González Torres e Frida Kahlo.
Palavras-chave: Leitura de imagens, Ensino, Gênero
Oral
Abrir o trabalho"Ficcionalização" de sí: O corpo em cena.
JOÃO MARCOS COSTA; Francisco Rivelino Oliveira
Essa pesquisa nasce da inquietação e do desdobramento das vivências de um corpo não-binário em devir e, que se utiliza da arte performática como forma de ensaio e/ou “ficcionalização de si”. A narrativa exposta nesta pesquisa se faz a partir de uma autoetnografia relatada como vivência do performancer-atxr-pesquisadxr João/Nicole, articulada com levantamento bibliográfico. Sendo levantadas problemáticas que abordou como o corpo não-binário é visto dentro do espaço de trabalho e no espaço acadêmico, assim como ele ocupa o espaço teatral onde suas experiências cotidianas são encenadas: no sentido de pôr-se-em cena com o intento de produzir visibilidade/resistência/estranhamento a um público enquadrado a uma visão-cena binária dos corpos e seus simbolismos.
Palavras-chave: Corpo,Tetaro,Não binário
Oral
Abrir o trabalho#FotografosMG: A fotografia e as redes sociais
EVELISE DE SOUSA MARREIRO
Foto
Palavras-chave: Fotografia, arte-educação, redes sociais, artes visuais
Oral
Abrir o trabalhoA CRIANÇA NA ROMARIA DE JUAZEIRO DO NORTE: SEU DESENHO, SUA VOZ
YURIANA PEREIRA RODRIGUES; Naiara Cristina Lopes Vieira; Sislândia Maria Ferreira Brito
RESUMO O presente resumo tem como objetivo relatar a experiência com os pais durante o projeto "As crianças na romaria de Juazeiro do Norte: Narradores de vivências e poéticas visuais”. Justifica-se por afirmar que existe outra fala que difere do adulto que é a apresentada pela criança. Nessa direção, para analisar as questões abordadas na coleta de dados dessa pesquisa recorremos aos/as autores/as Paulo Freire (1986), Buoro (2001), Barbosa (2002), Lousada (2011). A coleta de dados aconteceu nos dias 14 e 15 de setembro de 2018 durante a romaria de Nossa Senhora das Dores. Pode-se perceber que as crianças são agentes ativos na manifestação “religiosa” chamada romaria, porém os pais/acompanhantes/responsáveis pelas crianças negam a participação dos/das pequenos/as pois afirmam que as crianças não sabem expressar sozinhas seus anseios.
Oral
Abrir o trabalhoA PRÁTICA DOCENTE NO ENSINO DE ARTES EM UMA ESCOLA MUNICIPAL EM ARARIPE/CE
JOSÉ WELLINGTON FREIRE RODRIGUES; Sislândia Maria Ferreira Brito
O resumo expandido é um relato de experiencia em uma escola da rede pública de ensino, as vivencias em artes e como a pratica docente contribui pra o desenvolvimento do aluno nas series iniciais, é um questionamento plausível tendo em vista nosso cenário educacional atual acerca do ensino da educação básica, faz-se necessário refletir sobre a pratica do professor e o ensino ofertado pela instituição escolar
Palavras-chave: ENSINO, ARTES, PRÁTICA, EDUCAÇÃO
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Abrir o trabalhoA REPRESENTAÇÃO DO TRABALHO NO LIVRO DIDÁTICO: UMA ANÁLISE NA PERSPECTIVA DE GÊNERO
ANA RAFAELA MENDES ALVES; Rafaela Gomes Silva
O pre
Palavras-chave: representação do trabalho,livro didático,gênero
Oral
Abrir o trabalhoA SUPREMACIA DA NOSSA INCANSÁVEL EXISTÊNCIA
JOSEFA BARBOSA MARTINS
O presente estudo tem como objetivo apresentar as aproximações com mulheres lésbicas ao longo da história, tendo como ponto de partida a história da Rainha Cristina Vasa (Estocolmo, 18 de dezembro de 1626 – Roma, 19 de abril de 1689) ou a rainha Cristina da Suécia (1626-1689), que por sua condição LGBT foi obrigada ao autoexílio na Itália em razão das normas heteronormativas que prevaleciam em seu país. Procuramos aqui apresentar as contribuições de Cristina para a construção de seu país como um lugar dedicado ao conhecimento, a arte e a cultura, mas também por sua luta pelo autoconhecimento como mulher lésbica, o abandono de suas crenças e seu autoexílio. Cristina é uma das três mulheres enterradas na Gruta Vaticana e até hoje seu sarcófago encontra-se ao lado do túmulo do Papa João Paulo II.
Palavras-chave: LGBT, lésbicas,autoexílio
Oral
Abrir o trabalhoA “CRIANÇA ROMEIRA”: SEU DESENHO, SUA HISTÓRIA
CAMILA RAMOS ALVES ; Gerônimo Coelho Pinheiro; Sislândia Maria Ferreira Brito
O presente trabalho é resultado da experiência vivenciada no projeto de pesquisa “As crianças nas romarias de Juazeiro do Norte: narradores de vivências e poéticas visuais”. Essa proposta se justifica por perceber a forte presença das crianças que acompanham seus pais e/ou responsáveis durante esses eventos. Justifica-se por compreender a importância em ouvir o que a criança tem a dizer, pois esta, como um sujeito social e em desenvolvimento/construção, possue direitos e deveres que precisam ser assegurados. Para tanto, fundamentou-se nas pesquisas de Barbosa (2002), Buoro (2001), Freire (1989) e Losada (2011) e, embasou-se na análise dos dados apresentados pelas crianças na romaria de setembro de 2018. Os dados foram coletados e organizados a partir das repostas dadas pelas crianças em meio aos seus desenhos e pinturas. Nessa direção, se pode afirmar que respeitar a fala da criança, dando voz as suas expressões, também contribue para que se possa traçar o perfil econômico, cultural e
Palavras-chave: Criança Romeira,Narrativa Visual,Romaria
Oral
Abrir o trabalhoAMÉLIA:A Cena Teatral do Cariri Cearense em Conexão com a Dramaturgia Cômica Brasileira do Século XIX
JOÃO DANTAS FILHO
Trata-se do projeto de pesquisa que está sendo desenvolvido pelo Laboratório Teatral Cômico - LATECO - do Grupo de Pesquisa Dramaturgia e Encenação. O comediógrafo França Júnior, deu vez e voz a personagem Amélia, em uma das suas comédias: Dois proveitos em um saco, cognominada de Amélia. Estão sendo levados à essa pesquisa os estudos sobre gênero, uma proposta complexa, que mexe com padrões dominadores estabelecidos por discursos autoritários há séculos, envolvendo costumes, cultura e sociedade. Com uma proposta de encenação iniciada no mês de dezembro de 2018, a partir do processo de adaptação textual, a ação foi transportada de Petrópolis - RJ, no século XIX, para a Chapada do Araripe - CE, contemporânea. nesta primeira metade do século XXI, nota-se que o estado do Ceará é cada vez mais crescente nas atividades culturais em suas especificidades. Da capital Fortaleza a região do Cariri, encontramos o teatro em suas características diversas.
Palavras-chave: Teatro de França Júnior, Teatro brasileiro do século XIX, Teatro cearense
Oral
Abrir o trabalhoARTE FEMINISTA COMO PERSPECTIVA DE MÍDIA ALTERNATIVA
ANA LARA ALENCAR SANTOS; Shayná de Oliveira Moura e Silva
O pre
Palavras-chave: Comunicação contra hegemônica, Fanzine, Colagem,Feminismo
Oral
Abrir o trabalhoARTE LGBT: UM ESTUDO SOBRE COMPREENSÃO DAS PROFESSORAS DOS ANOS INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA
GUSTAVO HENRIQUE LIRA DA SILVA
Esta pesquisa teve como objetivo identificar as compreensões das professoras dos anos iniciais da Educação Básica sobre a Arte LGBT. Os sujeitos da pesquisa foram oito estudantes concluintes do Curso de Pedagogia, que já atuavam como professoras. O grupo focal foi utilizado como procedimento de coleta de dados. A partir da Análise Categorial, foi possível categorizar as compreensões das professoras em cinco grupos temáticos. São elas: Arte LGBT como Ameaça; Arte LGBT como Política; Arte LGBT como Territorialidade; Arte LGBT como Contemporaneidade; Arte LGBT como Plenitude. A educação escolar, de uma forma geral, vem pautando a organização do conhecimento dentro de códigos eurocêntricos, norte americanos brancos, masculinos, cristãos e burgueses. Contrário a esta perspectiva, a interculturalidade vem mostrando que vivemos em uma sociedade plural e diversificada.
Palavras-chave: Arte/Educação, Interculturalidade, Arte LGBT
Oral
Abrir o trabalhoARTES VISUAIS, ARTIVISMO GAY E UTOPIAS PEDAGÓGICAS COMO GESTO DE (RE)EXISTÊNCIA
WANDEÁLYSON DOURADO LANDIM SANTOS
O presente trabalho é um recorte da pesquisa de TCC Artes Visuais, Artivismo Gay e Utopias Pedagógicas como gesto de (re)existência, que surgi a partir do projeto de pesquisa Gay Power, Ensino de Artes Visuais e Utopias Pedagógicas na América Latina, dentro do Grupo de Pesquisa Ensino da Arte em Contextos Contemporâneos – GPEACC/CNPq, na linha de pesquisa “Didática do Ensino das Artes Visuais”. Vincula-se, também, ao Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ensino da Arte - NEPEA do Centro de Artes da Universidade Regional do Cariri – URCA. Apresenta um conjunto de artistas e suas práticas, contextos de produção e aponta para a inserção desses artistas nas aulas do componente curricular Arte na escola de educação básica e sua contribuição para o combate à lgbtfobia.
Palavras-chave: ENSINO, ARTES VISUAIS,LGBT,FORMAÇÃO,ATIVISMO
Oral
Abrir o trabalhoAS PRÁTICAS EM ARTE NAS ESCOLAS PÚBLICAS MUNICIPAIS DA CIDADE DE CRATO/CE: UMA BREVE REFLEXÃO
RAFAELA GOMES SILVA
O pre
Palavras-chave: Ensino de Arrte,Formação docente,Metodologías
Oral
Abrir o trabalhoAS PRÁTICAS EM ARTE NO ENSINO FUNDAMENTAL I: UM OLHAR A PARTIR DA ABORDAGEM TRIANGULAR
MARIA MANOELA DE ARAUJO MONTEIRO ; Gerônimo Coelho Pinheiro; Sislândia Maria Ferreira Brito
O pre
Palavras-chave: Proposta Triangular,Ensino de Arte,Formação Docente
Oral
Abrir o trabalhoAS VISUALIDADES SUBVERSIVAS DO LAMPIÃO DA ESQUINA
LUAN DUARTE ROMÃO
A imagem do homossexual frequentemente esteve associada à imoralidade ou desvio da norma padrão, fazendo com que esses estereótipos se reproduzissem à cada nova geração. Ao mesmo passo, existiam produtos e sujeitos que buscavam, através de discursos e imagens, diluir esse olhar estereotipado. O jornal Lampião da Esquina, objeto desta pesquisa, foi um destes, já que realocava as identidades não normativas no período do regime militar. Nesse sentido, esse artigo, fruto de uma monografia de conclusão de curso, tem como objetivo analisar de que forma as visualidades desse periódico, subvertem a imagem do homem macho. Na união dos estudos de gênero, mídia impressa alternativa e visualidades, o trabalho propõe uma análise crítica e aprofundada das fotografias/ilustrações, charges/histórias em quadrinhos e publicidades que o Lampião apresenta.
Oral
Abrir o trabalhoCARTOGRAFIAS DE FORMAÇÕES ARTÍSTICO-PEDAGÓGICAS PARA PENSAR A ATUAÇÃO COM TEATRO NA EDUCAÇÃO BÁSICA
FERNANDA DA SILVA ARAUJO MELO
Este artigo apresenta narrativas e pistas do método da cartografia inserido na pesquisa em artes cênicas pela voz e trajetória de uma narratriz/docente em conversa com outras per/formações artístico/pedagógicas de mulheres pesquisadoras e que ressoam na educação básica: professor-artista (Cabral,2009); professor-personagem (Vidor, 2010); professor-encenador (Mendonça, 2007); professor-performer (Ciotti, 2014); artista-docente (Marques,2011). A partir do conceito de experiência (Larrosa, 2014), apresentaremos trajetórias das pesquisadoras acima, de modo a circunscrever suas contribuições no universo do Ensino da Teatro na escola.
Oral
Abrir o trabalhoCONTRA O (TRANS)FEMINICÍDIO NA ESCOLA – A PERFORMANCE ENQUANTO ANTICRIME DE DENÚNCIA DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO
LEVI MOTA MUNIZ
ERRO.
Palavras-chave: Performance anti-crime,Educação Performativa,Performance-denúncia,Gênero na Escola,(Trans)feminicídio no Brasil
Oral
Abrir o trabalhoCORPO E GÊNERO, POSSIBILIDADES DE EMPODERAMENTO DO SER: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
JOSÉ ROMÁRIO OLIVEIRA DA SILVA; ANTONIA ALICE QUEIROZ BEZERRA; MARIA REGILÂNI ÂNGELO DE SOUZA; NARCÉLIO MESQUITA AIRES FILHO
RESUMO Este trabalho surgiu a partir de uma experiência realizada por meio de uma oficina sobre corpo e gênero, com objetivo de proporcionar construção de conhecimentos sobre o tema abordado, a partir de experimentações sensoriais e jogos/exercícios teatrais, buscando a reflexão sobre o processo de ideação do gênero social. Utilizamos como referencial teórico Rolnik (1996) e Butler (2003) para compreender que as relações de gênero são construídas socialmente e Larrosa (2014) que nos apresenta o ato da experiência como o ponto central da educação e da aprendizagem e, ainda, propostas teatrais de Boal (2011), corroborando com a proposta da oficina. Palavras-chave: Experimentação. Linguagem teatral. Corpo empoderado. ABSTRACT The present study arose from an experiment carried out through a workshop on body and gender, aiming to provide knowledge construction on the topic addressed, from sensory experiments and games / theatrical exercises, seeking reflection on the process of ideation of the social gender. We use as theoretical reference Rolnik (1996) and Butler (2003) to understand that gender relations are socially constructed and Larrosa (2014) that presents us the act of experience as the central point of education and learning and also theatrical proposals of Boal (2011), corroborating with the workshop proposal. Keywords: Experimentation. Theatrical language. Empowered body. INTRODUÇÃO A descoberta sobre a potencialidade e os usos do corpo ainda é tratada como um tabu na contemporaneidade, em grande parte isso se deve a fatores ideológicos cristalizados em uma sociedade onde prevalece, entre outras questões, uma opressão dos corpos como forma de controle social. Esta pesquisa surgiu a partir de uma investigação sobre a obra artística da pintora e escultora Lygia Clarck e sobre algumas considerações de Judith Butler em torno da teoria queer e ainda com base em exercícios e jogos do Teatro do Oprimido, de Augusto Boal. O principal objetivo do trabalho foi proporcionar experiências significativas com o corpo, criando possibilidades de experimentação de novos corpos e novas vozes, buscando refletir sobre a construção social do gênero. METODOLOGIA A experiência foi possível a partir de uma oficina intitulada Corpo e Gênero: Possibilidades de Empoderamento do Ser, aplicada pelos autores deste trabalho na Semana Universitária da Universidade Estadual do Ceará-UECE, realizada entre os dias 22 e 26 de outubro de 2018. A oficina foi aplicada no dia 24 de outubro, no turno da noite. O campus de aplicação da oficina foi a Faculdade de Educação, Ciências e Letras do Sertão Central, na cidade de Quixadá, no Ceará. O processo de inclusão dos participantes se deu a partir de inscrições, no site oficial do citado evento. O público alvo caracterizou-se por estudantes de cursos de licenciaturas, todos maiores de idade, da Faculdade de Educação, Ciência e Letras do Sertão Central-FECLESC, que participaram do evento na instituição mencionada. Ao todo, participaram um total de 14 pessoas, todas mulheres. Quanto à abordagem da pesquisa, configura-se como Qualitativa. De acordo com Silveira et. al. (2009), essa abordagem não se preocupa com as questões numéricas, mas sim busca aprofundar a compreensão de um grupo social. Na pesquisa qualitativa, o processo se configura tão importante quanto o resultado final, portanto, o ambiente natural é fonte direta dos dados, no caso do estudo com sujeitos, analisa-se a natureza histórico-estrutural e social (TRIVIÑOS, 1987). Em relação ao envolvimento dos pesquisadores na pesquisa, caracterizou-se por uma pesquisa-ação participante; de acordo com Gil (2008) esse método se caracteriza pelo envolvimento dos pesquisadores e dos pesquisados no processo de pesquisa. Segundo Thiollent (1998), a pesquisa ação configura-se como uma pesquisa social participativa, em que colaboram pesquisadores e participantes envolvidos na situação-problema, onde há estreita associação com uma ação, de modo cooperativo ou participativo para resolução do problema. Deste modo, houve uma interação entre pesquisadores e público alvo, em que se verificaram os conhecimentos a respeito do corpo e gêneros com o público, futuras professoras. RESULTADOS E DISCUSSÕES A oficina propôs vivências para um corpo atento e disposto a sentir novas sensações a partir de um outro lugar, da relação corpo-bicho que se estabelece também através do uso dos objetos relacionais, como sacos plásticos com água, areia ou ar, pequenas pedras, fios de linha, entre outros, dialogando com o empoderamento de corpos subalternos, inspirados nos exemplos de Lygia Clarck. A partir dos estudos da citada autora, propomos um primeiro exercício de sensações com o corpo, com exceção da visão, vendamos as participantes e, logo após, conduzindo-as pela universidade até chegar à sala onde seria aplicada a oficina, este foi o primeiro experimento de sensações. O segundo momento, com a sala anteriormente preparada com vários objetos espalhados, de vários formatos, texturas, pesos, como pedras, sacos de água, sacos de areia, sacos de vento entre outros materiais, as participantes passearam pela sala para sentir os objetos. Logo depois trabalhamos com o paladar, dando comidas variadas, entre doces e salgados, para elas. Depois, apoiamos os vários objetos sobre seus corpos, para que sentissem as diferentes formas e texturas. Trabalhamos também com os cheiros: incensos, sabonetes, entre outros. Segundo as experiências de Lygia Clarck analisadas a partir do olhar de Sueli Rolnik (1996), o uso destes objetos relacionais podem fazer com que os participantes experimentem novas possibilidades do próprio corpo, o contato e a relação que se estabelece favorece o estranhamento, criando o que a autora denomina Corpo Bicho. O terceiro momento foi uma série de caminhadas, com ativação de várias partes do corpo e posições políticas e identitárias a partir dele, assim, ativamos as relações corpo e gênero, quando pedimos que as participantes caminhassem com corpos masculinos e femininos e porcentagens destes. Este exercício ativou o conhecimento enciclopédico que cada uma possui sobre gêneros, sendo estes construídos socialmente, promoveu o posterior debate sobre como nos impõem comportamentos desde a infância, refletindo em nossas atitudes preconceituosas e excludentes. Logo após o exercício, dialogamos com as participantes a respeitos de seus significados e suas percepções. Depois, adentramos nos jogos e exercícios de Augusto Boal. Para Boal (2011), a linguagem teatral é uma linguagem humana por excelência, que ativa humanidade e os jogos e exercícios desenvolve em todos a capacidade de se expressar através do teatro. Ainda segundo Boal, o elemento mais importante no teatro é o corpo humano. O primeiro jogo foi O ponto, o abraço e o aperto de mão, que consistiu em formar duplas, vendar os olhos e tentar sentir o corpo, pelo abraço, e as mãos, pelo aperto de mãos da dupla; logo depois, a dupla foi separada e teve que se encontrar entre tantas outras pessoas espalhadas pela sala a sua dupla, primeiro pelo abraço, depois pelo aperto de mãos. Uma última atividade, tratou-se da Máquina rítmica, que consistiu em formar uma máquina com um movimento e som contínuo a partir do corpo; nesta atividade cada pessoa representa uma peça nesta máquina que se formou a partir de temáticas, como maquina do amor, depois máquina do ódio, e na sequência máquina masculina e depois máquina feminina. A partir desses exercícios, pudemos analisar os dados obtidos a partir das discussões críticas realizadas por pesquisadores e sujeitos pesquisados. CONSIDERAÇÕES FINAIS A partir dessa experiência, pudemos observar que o público alvo, em sua grande maioria, já compreendia a importância dos estudos do corpo e do gênero na esfera educacional, a partir de suas soluções para os jogos e exercícios propostos. Por se tratar de estudantes, em sua maioria, que participam de grupos sociais e feministas, em jogos como as caminhadas de andar masculino e feminino, desconstruíram a ideia de que deva se andar de determinada maneira para masculino e feminino, andando por vezes de maneira neutra, outras fortalecendo o modo de andar que é imposto pela sociedade, só que de maneira oposta, ou seja, quando se pediu para andar masculino, andavam feminino e vice-versa. O mesmo pôde se observar no exercício da máquina rítmica, em que, quando se pediu para criar máquina feminina, esta era representada de maneira a tornar o gênero feminino forte, e não de maneira subalterna, como é costume acontecer em outros grupos de trabalho. Nos momentos de discussão sobre os exercícios e jogos, confirmou-se, a partir das falas das participantes, que elas entenderam os significados da proposta e fizeram o jogo da desconstrução. No entanto, nos exercícios de sensação, as participantes relataram algum desconforto, ora por não sentirem confiança de olhos fechados, ora por não conseguirem identificar a gama de sensações evocadas, demonstrando certo desconhecimento da vivência do corpo. Pôde-se constatar, por meio dos jogos e exercícios teatrais, que é possível identificar os conhecimentos de cada grupo, este grupo específico, formado por futuras professoras, mostrou-se conhecedor das teorias de corpo e gênero, pois já tinham um contato a partir da universidade onde estudam. Outras experimentações com a mesma oficina a públicos diferentes, como com estudantes de ensino médio, por exemplo, mostraram resultados diferentes, a partir dos conhecimentos destes, agindo de maneira menos crítica nos jogos e exercícios. REFERÊNCIAS BOAL, Augusto. Jogos para atores e não-atores. – 14ª ed. – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. BONDÍA, Jorge Larrosa. Notas sobre a experiência e o saber de experiência. Revista Brasileira de Educação, Vol. 19, p. 20-28, Jan-Abr, 2002. BUTLER, Judith. Problemas de Gênero. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. GIL, Antonio Carlos. Métodos e técnicas de pesquisa social. - 6. ed. - São Paulo: Atlas, 2008. ROLNIK, Suely. Lygia Clark e o híbrido arte/clínica. Percurso - Revista de Psicanálise, Ano VIII, no 16:43-48, 1o semestre de 1996. Departamento de Psicanálise, Instituto Sedes Sapientiae, São Paulo. TRIVIÑOS, Augusto Nibaldo Silva. Pesquisa qualitativa. Introdução à pesquisa em ciências sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas, 1987.
Palavras-chave: Experimentação,Linguagem tearal,Corpo empoderado
Oral
Abrir o trabalhoCORPOLÍTICO NEGRO: Performances femininas negras na contemporaneidade
MARIA CLAUDINEIDE ALVES MACEDO
O presente trabalho objetiva apresentar produções de artistas visuais negras da atualidade que atuam no campo da performance, com o intuito de identificar e visibilizar a produção feminina e o enegrecimento das Artes Visuais no Brasil, através da pesquisa YABARTE: processos gestacionais na arte contemporânea a partir dos fazeres e pensares negros femininos. Apresentaremos como as artistas contemporâneas tem enegrecido as artes visuais no Brasil identificando as diversas imagens das mulheres negras possíveis, pensando a própria existência no mundo como elemento propulsor para problematizar as questões que permeiam suas existências, seus corpos bem como suas padronizações, pautando as identidades negras, as imposições estéticas voltadas ao feminino, ressignificando sentidos para a criação de trabalhos artísticos no mundo contemporâneo a partir da linguagem da performance.
Palavras-chave: Artistas negras,Performance,Arte Contemporânea,YABARTE
Oral
Abrir o trabalhoDE SODOMITA À LGBT, (RE) CONTRUÇÕES HISTÓRICAS
LUCAS VIEIRA DE OLIVEIRA
Este resumo é um fragmento do Trabalho de Conclusão de Curso em andamento no curso de Licenciatura em Artes Visuais do Centro de Artes da Universidade Regional do Cariri – URCA. Pretende-se aqui analisar as sexualidades/homossexualidades a partir da Teoria/cultura Queer e as práticas artísticas de artistas gays que pautam em suas produções questões das vivências gays, analisando a construção das homossexualidades como uma construção social.
Palavras-chave: ARTES VISUAIS ,SEXUALIDADES,HOMOSSEXUALIDADES
Oral
Abrir o trabalhoDESIDENTIFICAÇÃO DE GÊNERO: PERFORMATIZANDO A LISTA DE PRESENÇA.
NICHOLAS GOMES VIANA DE OLIVEIRA
12345
Oral
Abrir o trabalhoDIÁLOGOS ENTRE GÊNERO E ARTE-EDUCAÇÃO: Relato da experiência da disciplina de Arte e Educação do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG, no Centro de Formação de Professores, Campus Cajazeiras – PB.
KÁSSIA MOTA DE SOUSA
ABCDE
Oral
DISPOSITIVAS PERFORMATIVAS DE TRANSGRESSÃO DO GÊNERO NA ESCOLA A PARTIR DO PROGRAMA DE RESIDÊNCIA PEDAGÓGICA
LEVI MOTA MUNIZ
Erro
Palavras-chave: Transgeneridades, Dispositivas, Escola, Residência Pedagógica, Performance
Oral
Abrir o trabalhoDO CARIRI À CAPITAL PAULISTA – EXPERIÊNCIAS NA OFICINA DE AUTORRETRATO NO CENTRO LGBTI DA ZONA SUL DE SÃO PAULO
CARLOS HENRIQUE DE DAVID GERALDO
A Oficina desenvolvida no Centro de Cidadania LGBTI Edson Neris da Zona Sul de São Paulo, dentro do programa Transcidadania com seus/suas participantes travestis e transsexuais, apresenta em sua estrutura o desenvolvimento de produções visuais trazendo a representação de si enquanto identidade individual e coletiva além do uso de várias técnicas e as misturas das mesmas envolvendo fotografia, colagem e desenho com o uso de materiais simples. O Centro é o maior do Brasil. O serviço municipal oferece apoio jurídico, social e psicológico aos LGBT’s. É uma casa adaptada para prestar serviços. A gestão é da ONG União de Núcleos, Associações de Moradores de Heliópolis e Região (UNAS HELIÓPOLIS). O programa Transcidadania, um programa da Prefeitura de São Paulo, é destinado a promover os direitos humanos e a cidadania, oferecendo condições e trajetórias de recuperação de oportunidades de vida para travestis e transexuais em situação de vulnerabilidade social.
Oral
Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS, POLÍTICAS PÚBLICAS E QUESTÕES QUEER: O PROJETO BANANA-TERRA
GEOVANE GESTEIRA SALES TORRES
Segue
Palavras-chave: Existências queer,Mobilização social,Cidadania
Oral
Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO PATRIMONIAL E AS INTERFACES COM A SUSTENTABILIDADE
BARBARA ALMEIDA OLIVEIRA
.....
Oral
Abrir o trabalhoEXISTÊNCIA LÉSBICA E LITERATURA: DIÁLOGOS SOBRE A OBRA “O CORTIÇO”, DE ALUÍSIO AZEVEDO
GEOVANE GESTEIRA SALES TORRES; Jenifer Santos Bezerra; Ana Carla Ribeiro da Silva
Segue
Palavras-chave: Representações sociais, Lesbianidades, Relação homoafetiva,Estereótipos
Oral
Abrir o trabalhoEXPERIMENTOS: UM ESTUDO SOBRE POSSIBILIDADES E LIMITAÇÕES DE MATERIAIS E TÉCNICAS PICTÓRICAS
ANA CLÁUDIA LOPES DE ASSUNÇÃO
EXPERIMENTOS: UM ESTUDO SOBRE POSSIBILIDADES E LIMITAÇÕES DE MATERIAIS E TÉCNICAS PICTÓRICAS Ana Cláudia Lopes de Assunção RESUMO Este estudo aborda questões sobre o processo criativo e investigativo em torno da pesquisa de materiais e técnicas pictóricas. A partir da analise dos processos criativos da artista Assunção Gonçalves (1916-2013), oriunda da região do Cariri cearense e de suas contribuições para o ensino/aprendizagem da Arte, foram feitos experimentos com os materiais e técnicas trabalhados pela artista que resultaram numa produção artística que abrange tanto os questionamentos, os procedimentos e as metodologias da artista quanto da pesquisadora. Palavras-Chave: Assunção Gonçalves. Processo Criativo. Ensino de Pintura. EXPERIMENTOS: UN ESTUDIO SOBRE POSIBILIDADES Y LIMITACIONES DE MATERIALES Y TÉCNICAS PICTÓRICAS RESUMEN Este estudio aborda cuestiones sobre el proceso creativo e investigativo en torno a la investigación de materiales y técnicas pictóricas. A partir del análisis de los procesos creativos de la artista Assunção Gonçalves (1916-2013), oriunda de la región del Cariri cearense y de sus contribuciones a la enseñanza/aprendizaje del Arte. Se realizaron experimentos con los materiales y técnicas trabajados por la artista que resultaron en una producción artística que abarca tanto los cuestionamientos, los procedimientos y las metodologías de la artista y de la investigadora. Palabra Clave: Assunção Gonçalves. Proceso criativo. Enseñaza de Pintura. INTRODUÇÃO Esta pesquisa em pintura iniciou nas aulas que ministro no curso de Licenciatura em Artes Visuais do Centro de Artes da Universidade Regional do Cariri/URCA, procuro instigar aos estudantes a realizarem experimentos artísticos que promovam descobertas em relação ao uso da cor e em relação às possibilidades dos materiais pictóricos, quanto sobre os artistas que trabalham com pintura na contemporaneidade ou em outros períodos da história da arte. Não descartando qualquer outra referência, tenho preferência por reconhecer os artistas da região onde estou atuando. Na buscar por encontrar artistas como referência para as aulas de Pintura, iniciei a pesquisa sobre Assunção Gonçalves (1916-2013), artista/pintora e professora da cidade de Juazeiro do Norte. Desde muito jovem iniciou suas atividades como educadora e seus experimentos com desenho e pintura, numa época em que ser artista mulher era algo bastante ousado. Ainda nesse período histórico e social, cabiam à mulher os afazeres do lar, “ali ela reina como senhora do lar, como dona de casa, como governanta e mentora dos filhos...no entanto era incapaz, pelas determinações de sua natureza, de voltar-se para as atividades abstratas, intelectuais e criativas” (SIMIONI, 2008, p.65). Embora nem mesmo Assunção Gonçalves assumisse seu desempenho de pintora como uma atividade profissional, a artista se destacava no cenário local, apesar de ainda ser conhecida como; à dona de casa que possuía habilidades em pintar, bordar e fazer confeitos de bolos. Meu interesse despertou pela sua instigante produção pictórica, que traz, nas suas representações, memórias de uma cidade em ascensão, e suas temáticas tratam de importantes cenas históricas na formação e desenvolvimento da cidade onde nasceu. Foi uma artista que enfrentou muitas dificuldades naturais do período e região em que viveu. O comércio local de materiais para a execução da arte do desenho e da pintura era precário, ou quase inexistente. Sua atitude diante das dificuldades era de inquietude, seu perfil era de uma artista pesquisadora e buscou formas alternativas de se expressar através da pintura com os recursos disponíveis Em seus primeiros experimentos fabricou suas próprias tintas, a partir de papéis de seda, material muito comum na confecção de bandeirinhas para enfeitar as festas de São João, típicas da região. Deixava a tinta do papel diluir em água e com esses materiais obtinha uma tinta mais diluída; usando pincéis que fabricava com penas de galinhas e gravetos, realizava suas aquarelas. Dessa forma iniciou suas pesquisas dos materiais e técnicas em desenho e pintura, descobrindo as potencialidades desses materiais na prática. Eu comprava papel que faz bandeirinha de São João: verde, amarelo, vermelha, branca, rósea. Então, eu pegava aquele papel, picava bem amassadinho e colocava um pouco d'água, bem pouquinho numa coisa qualquer...numa xícara. Espremia e ficava aquela tinta. Não sei quantas qualidades de tinta. Colocava cada cor numa tampa de cerveja. O pincel: pregava num pedaço de pau, uma pena de galinha e cortava o lado dela todinho. Amarrava na ponta, afinava e ficava um pincel. Quando queria um pincel maior, colocava mais pena. (TAVARES, 1997, p. 8, grifos do autor). A partir dos processos criativos da artista, do estudo sobre o uso de materiais e das técnicas utilizados por Assunção Gonçalves, iniciei meus experimentos, queria saber como os materiais que ela usava – corante extraído do papel de seda e tinta aquarela – se comportavam, quanto à sua permanência e durabilidade, numa tentativa de me aproximar das limitações e possibilidades de criação vivenciadas pela artista. Para tanto, defini como objetivos da pesquisa investigar sobre a vida e obra de Assunção Gonçalves, artista do Cariri cearense, a importância de suas obras para a memória da cultura local e para o ensino/aprendizagem de Arte na região; identificar os materiais e técnicas utilizadas no seu processo criativo, desde seus primeiros esboços; identificar as possibilidades e limitações do uso dos materiais e técnicas pictóricas utilizadas pela artista, através de experimentação desses processos. METODOLOGIA A pesquisa foi realizada a partir de um levantamento e localização das obras e de documentos pessoais de Assunção Gonçalves. Foi feito também uma entrevista com os proprietários das suas pinturas, para saber informações sobre sua aquisição e a relação do proprietário com a artista na busca por obter mais elementos para compreensão de seu processo criativo e a relação da artista com a sociedade local. A entrevista se estendeu também as pessoas que conviveram com a artista durante seu processo de criação e/ou durante sua trajetória como educadora. Foram coletados documentos pessoais da artista como seus álbuns de escritos e imagens, que contém registros da arista sobre seu processo criativo, fotografias de suas pinturas, registros das premiações e títulos que a artista obteve; os álbuns dos bolos confeitados, com fotografias dos confeitos de bolos e das pessoas que realizaram as encomendas; um outro álbum organizado por Assunção Gonçalves com imagens de santos, que serviram de referência para suas representações; manuais de materiais e técnicas para pintura e desenho; e, ainda, catálogos de exposições coletivas e individuais realizadas pela artista. Esses documentos contribuíram para construir a trajetória de acontecimentos no entorno dos processos de criação da artista e da sua trajetória de ensino/aprendizagem. Para análise desse material, buscou-se identificar vários aspectos expressos em suas imagens, o fazer prático em conexão com a trajetória de vida da artista, entrecruzando as imagens produzidas nas pinturas com as informações obtidas através dos documentos e entrevistas realizadas, um processo de sutilezas e incertezas, pois diante do material coletado, não estão disponíveis as informações completas como datas, localização etc. Buscou-se reconhecer, também, nessa produção, como se deu seu processo de criação, quais os materiais e técnicas utilizados, seu estilo, as temáticas abordadas pela artista e as conexões que estabelece com o meio cultural. RESULTADOS E DISCUSSÕES O processo de análise e reflexão sobre a trajetória de vida de Assunção Gonçalves como artista e educadora, proporcionou uma reflexão do processo de criação da pesquisadora, culminando num processo de experimentos artísticos, tentando identificar as possibilidades e limitações dos materiais e técnicas utilizados pela artista. Foram utilizados os seguintes materiais: corante extraído do papel de seda e tinta aquarela. Realizei estudos com a sobreposição de cores, utilizando colagens com o papel de seda e uso da tinta aquarela e do corante extraído do papel de seda para realizar as pinturas. Com as imagens fotográficas de Assunção Gonçalves, optei por trabalhar com transferência de fotos, realizando um estudo sobre sua materialidade. Dos experimentos realizados com as transferências de fotos resultou um processo de interferência nas imagens fotográficas por sobreposição de listras de cor. Nesse processo foi utilizada a tinta aquarela nas primeiras telas e, posteriormente, o corante extraído do papel de seda como parte do estudo em processo. CONSIDERAÇÕES FINAIS Analisar as pinturas de Assunção Gonçalves trouxe à tona a referência da artista, professora e pesquisadora que, mesmo com todas as dificuldades pelas quais passou, por morar numa cidade ainda em desenvolvimento no interior do estado do Ceará e pertencer a uma sociedade patriarcal em que as mulheres eram educadas para servirem aos maridos em seus lares, conseguiu se destacar no cenário artístico da cidade, ganhando respeito e reconhecimento da sociedade local. Suas inquietações diante das dificuldades de acesso à compra de materiais para pintura incentivaram à artista a buscar novas possibilidades de experimentos com os materiais e técnicas expressivos em pintura. Suas pesquisas trouxeram contribuições no ensino/aprendizagem de Pintura referentes ao uso de materiais e técnicas. REFERÊNCIAS TAVARES, Íris. Assunção Gonçalves: Uma vida dedicada à arte. Juazeiro do Norte: Edições IPESC – URCA, 1997. SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Profissão Artista: Pintoras Acadêmicas Brasileiras. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo/ Fapesp, 2008. EXPERIMENTOS: UM ESTUDO SOBRE POSSIBILIDADES E LIMITAÇÕES DE MATERIAIS E TÉCNICAS PICTÓRICAS Ana Cláudia Lopes de Assunção RESUMO Este estudo aborda questões sobre o processo criativo e investigativo em torno da pesquisa de materiais e técnicas pictóricas. A partir da analise dos processos criativos da artista Assunção Gonçalves (1916-2013), oriunda da região do Cariri cearense e de suas contribuições para o ensino/aprendizagem da Arte, foram feitos experimentos com os materiais e técnicas trabalhados pela artista que resultaram numa produção artística que abrange tanto os questionamentos, os procedimentos e as metodologias da artista quanto da pesquisadora. Palavras-Chave: Assunção Gonçalves. Processo Criativo. Ensino de Pintura. EXPERIMENTOS: UN ESTUDIO SOBRE POSIBILIDADES Y LIMITACIONES DE MATERIALES Y TÉCNICAS PICTÓRICAS RESUMEN Este estudio aborda cuestiones sobre el proceso creativo e investigativo en torno a la investigación de materiales y técnicas pictóricas. A partir del análisis de los procesos creativos de la artista Assunção Gonçalves (1916-2013), oriunda de la región del Cariri cearense y de sus contribuciones a la enseñanza/aprendizaje del Arte. Se realizaron experimentos con los materiales y técnicas trabajados por la artista que resultaron en una producción artística que abarca tanto los cuestionamientos, los procedimientos y las metodologías de la artista y de la investigadora. Palabra Clave: Assunção Gonçalves. Proceso criativo. Enseñaza de Pintura. INTRODUÇÃO Esta pesquisa em pintura iniciou nas aulas que ministro no curso de Licenciatura em Artes Visuais do Centro de Artes da Universidade Regional do Cariri/URCA, procuro instigar aos estudantes a realizarem experimentos artísticos que promovam descobertas em relação ao uso da cor e em relação às possibilidades dos materiais pictóricos, quanto sobre os artistas que trabalham com pintura na contemporaneidade ou em outros períodos da história da arte. Não descartando qualquer outra referência, tenho preferência por reconhecer os artistas da região onde estou atuando. Na buscar por encontrar artistas como referência para as aulas de Pintura, iniciei a pesquisa sobre Assunção Gonçalves (1916-2013), artista/pintora e professora da cidade de Juazeiro do Norte. Desde muito jovem iniciou suas atividades como educadora e seus experimentos com desenho e pintura, numa época em que ser artista mulher era algo bastante ousado. Ainda nesse período histórico e social, cabiam à mulher os afazeres do lar, “ali ela reina como senhora do lar, como dona de casa, como governanta e mentora dos filhos...no entanto era incapaz, pelas determinações de sua natureza, de voltar-se para as atividades abstratas, intelectuais e criativas” (SIMIONI, 2008, p.65). Embora nem mesmo Assunção Gonçalves assumisse seu desempenho de pintora como uma atividade profissional, a artista se destacava no cenário local, apesar de ainda ser conhecida como; à dona de casa que possuía habilidades em pintar, bordar e fazer confeitos de bolos. Meu interesse despertou pela sua instigante produção pictórica, que traz, nas suas representações, memórias de uma cidade em ascensão, e suas temáticas tratam de importantes cenas históricas na formação e desenvolvimento da cidade onde nasceu. Foi uma artista que enfrentou muitas dificuldades naturais do período e região em que viveu. O comércio local de materiais para a execução da arte do desenho e da pintura era precário, ou quase inexistente. Sua atitude diante das dificuldades era de inquietude, seu perfil era de uma artista pesquisadora e buscou formas alternativas de se expressar através da pintura com os recursos disponíveis Em seus primeiros experimentos fabricou suas próprias tintas, a partir de papéis de seda, material muito comum na confecção de bandeirinhas para enfeitar as festas de São João, típicas da região. Deixava a tinta do papel diluir em água e com esses materiais obtinha uma tinta mais diluída; usando pincéis que fabricava com penas de galinhas e gravetos, realizava suas aquarelas. Dessa forma iniciou suas pesquisas dos materiais e técnicas em desenho e pintura, descobrindo as potencialidades desses materiais na prática. Eu comprava papel que faz bandeirinha de São João: verde, amarelo, vermelha, branca, rósea. Então, eu pegava aquele papel, picava bem amassadinho e colocava um pouco d'água, bem pouquinho numa coisa qualquer...numa xícara. Espremia e ficava aquela tinta. Não sei quantas qualidades de tinta. Colocava cada cor numa tampa de cerveja. O pincel: pregava num pedaço de pau, uma pena de galinha e cortava o lado dela todinho. Amarrava na ponta, afinava e ficava um pincel. Quando queria um pincel maior, colocava mais pena. (TAVARES, 1997, p. 8, grifos do autor). A partir dos processos criativos da artista, do estudo sobre o uso de materiais e das técnicas utilizados por Assunção Gonçalves, iniciei meus experimentos, queria saber como os materiais que ela usava – corante extraído do papel de seda e tinta aquarela – se comportavam, quanto à sua permanência e durabilidade, numa tentativa de me aproximar das limitações e possibilidades de criação vivenciadas pela artista. Para tanto, defini como objetivos da pesquisa investigar sobre a vida e obra de Assunção Gonçalves, artista do Cariri cearense, a importância de suas obras para a memória da cultura local e para o ensino/aprendizagem de Arte na região; identificar os materiais e técnicas utilizadas no seu processo criativo, desde seus primeiros esboços; identificar as possibilidades e limitações do uso dos materiais e técnicas pictóricas utilizadas pela artista, através de experimentação desses processos. METODOLOGIA A pesquisa foi realizada a partir de um levantamento e localização das obras e de documentos pessoais de Assunção Gonçalves. Foi feito também uma entrevista com os proprietários das suas pinturas, para saber informações sobre sua aquisição e a relação do proprietário com a artista na busca por obter mais elementos para compreensão de seu processo criativo e a relação da artista com a sociedade local. A entrevista se estendeu também as pessoas que conviveram com a artista durante seu processo de criação e/ou durante sua trajetória como educadora. Foram coletados documentos pessoais da artista como seus álbuns de escritos e imagens, que contém registros da arista sobre seu processo criativo, fotografias de suas pinturas, registros das premiações e títulos que a artista obteve; os álbuns dos bolos confeitados, com fotografias dos confeitos de bolos e das pessoas que realizaram as encomendas; um outro álbum organizado por Assunção Gonçalves com imagens de santos, que serviram de referência para suas representações; manuais de materiais e técnicas para pintura e desenho; e, ainda, catálogos de exposições coletivas e individuais realizadas pela artista. Esses documentos contribuíram para construir a trajetória de acontecimentos no entorno dos processos de criação da artista e da sua trajetória de ensino/aprendizagem. Para análise desse material, buscou-se identificar vários aspectos expressos em suas imagens, o fazer prático em conexão com a trajetória de vida da artista, entrecruzando as imagens produzidas nas pinturas com as informações obtidas através dos documentos e entrevistas realizadas, um processo de sutilezas e incertezas, pois diante do material coletado, não estão disponíveis as informações completas como datas, localização etc. Buscou-se reconhecer, também, nessa produção, como se deu seu processo de criação, quais os materiais e técnicas utilizados, seu estilo, as temáticas abordadas pela artista e as conexões que estabelece com o meio cultural. RESULTADOS E DISCUSSÕES O processo de análise e reflexão sobre a trajetória de vida de Assunção Gonçalves como artista e educadora, proporcionou uma reflexão do processo de criação da pesquisadora, culminando num processo de experimentos artísticos, tentando identificar as possibilidades e limitações dos materiais e técnicas utilizados pela artista. Foram utilizados os seguintes materiais: corante extraído do papel de seda e tinta aquarela. Realizei estudos com a sobreposição de cores, utilizando colagens com o papel de seda e uso da tinta aquarela e do corante extraído do papel de seda para realizar as pinturas. Com as imagens fotográficas de Assunção Gonçalves, optei por trabalhar com transferência de fotos, realizando um estudo sobre sua materialidade. Dos experimentos realizados com as transferências de fotos resultou um processo de interferência nas imagens fotográficas por sobreposição de listras de cor. Nesse processo foi utilizada a tinta aquarela nas primeiras telas e, posteriormente, o corante extraído do papel de seda como parte do estudo em processo. CONSIDERAÇÕES FINAIS Analisar as pinturas de Assunção Gonçalves trouxe à tona a referência da artista, professora e pesquisadora que, mesmo com todas as dificuldades pelas quais passou, por morar numa cidade ainda em desenvolvimento no interior do estado do Ceará e pertencer a uma sociedade patriarcal em que as mulheres eram educadas para servirem aos maridos em seus lares, conseguiu se destacar no cenário artístico da cidade, ganhando respeito e reconhecimento da sociedade local. Suas inquietações diante das dificuldades de acesso à compra de materiais para pintura incentivaram à artista a buscar novas possibilidades de experimentos com os materiais e técnicas expressivos em pintura. Suas pesquisas trouxeram contribuições no ensino/aprendizagem de Pintura referentes ao uso de materiais e técnicas. REFERÊNCIAS TAVARES, Íris. Assunção Gonçalves: Uma vida dedicada à arte. Juazeiro do Norte: Edições IPESC – URCA, 1997. SIMIONI, Ana Paula Cavalcanti. Profissão Artista: Pintoras Acadêmicas Brasileiras. São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo/ Fapesp, 2008.
Palavras-chave: Assunção Gonçalves, Processo criativo, Ensino de Pintura
Oral
Abrir o trabalhoGAY POWER, ENSINO DE ARTES VISUAIS E UTOPIAS PEDAGÓGICAS NA AMÉRICA LATINA
WANDEÁLYSON DOURADO LANDIM SANTOS ; WELLINGTON SOARES GOMES
O presente trabalho objetiva apresentar um recorte da pesquisa Gay Power, Ensino de Artes Visuais e Utopias Pedagógicas na América Latina, vinculada ao Grupo de Pesquisa Ensino da Arte em Contextos Contemporâneos – GPEACC/CNPq do Centro de Artes da Universidade Regional do Cariri – URCA e com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. A pesquisa tem com um de seus objetivos identificar, visibilizar e legitimar as produções de artistas gays do contexto latino-americano com ênfase nas práticas artísticas que remetam às práticas, vivências e lutas da comunidade LGBT.
Palavras-chave: ENSINO,ARTES VISUAIS,LGBT,FORMAÇÃO,ATIVISMO
Oral
Abrir o trabalhoGLEE: KURT HUMMEL E A REPRESENTAÇÃO DA HOMOSSEXUALIDADE
PAULO JUNIOR ALVES PEREIRA; Gabriela Bernardo da Silva Evangelista
gays
Palavras-chave: séries, Glee,Kurt Hummel,Homossexualidade
Oral
Abrir o trabalhom0n5+r_S: fotografia/montação
MAIRA LOPES BARILLO
m0n
Palavras-chave: queer,cuir,fotografia,montação,drag queen,monstruosidade,performatividade
Oral
Abrir o trabalhoMontação e descrença: uma prática de des-identificação de gênero em performance arte
RONILDO JÚNIOR FERREIRA NÓBREGA
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Palavras-chave: montação,gênero,performance arte
Oral
Abrir o trabalhoMUSEOLOGIA QUEER, UMA ANÁLISE EM MUSEUS QUE DISCUTEM AS SEXUALIDADES/HOMOSSEXUALIDADES
LUCAS VIEIRA DE OLIVEIRA
Neste artigo, propomos apresentar os resultados da Pesquisa de Iniciação Cientifica “Ensino de Artes Visuais e Escola Sem Homofobia”, as contribuições aos espaços educacionais e dar visibilidade aos museus que foram encontrados durante a pesquisa que propõe uma discussão das sexualidades (lésbicas, gays, travestis e transexuais) em seus projetos museológicos, exposições, acervos e educativos.
Palavras-chave: Arte Queer,Museologia ,Artes Visuais
Oral
Abrir o trabalhoNARRATIVAS AUTOBIOGRÁFICAS NO CONTEXTO ESCOLAR
MARTA REGINA DA SILVA AMORIM
Narra
Oral
Abrir o trabalhoO GRAFISMO INDÍGENA NA PINTURA MURAL O CARIRI E OS KARIRIS.
ADÃO GEORGE OLIVEIRA SOARES
Este trabalho é uma pesquisa sobre o Carri e os índios Kariris com a finalidade de fazer uma construção estética para uma pintura mural, nele é abordado um breve estudo histórico do cariri e dos índios Kariris, abordando de forma mais específica a grafia indígena que fará parte do mural
Palavras-chave: Arte rupestre,Cariri,Grafia indígena,Ìndios Kariris,Pintura mural
Oral
Abrir o trabalhoO PAPEL SOCIAL DA IMAGEM E O DESENHO DA CRIANÇA: RELAÇÕES E IMPLICAÇÕES PARA O ENSINO DE ARTE
GEISSYELE SILVA MASCARENHAS; Viviane de Oliveira Neves; Sislândia Maria Ferreira Brito
O presente trabalho busca refletir acerca da relação existe entre as imagens presentes na sociedade e veiculadas pela mídia e o desenho produzido pela criança, percebendo as implicações para o Ensino de Arte na Educação Infantil. Para compreender a temática utilizou-se a pesquisa bibliográfica nos autores: Freire (1996), Barbosa (2002), Buoro (2001), Dondis (2015), Iavelberg (2008), Joly (2012), Pillar (2014), Rossi (2003) e Santaella (2012), aliada as vivências e reflexões realizadas no Grupo de Estudos e Pesquisas em Ensino de Artes na Educação Infantil e nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental/URCA. As imagens desempenham um forte poder na sociedade contemporânea, assim como no processo criativo das crianças. Neste viés, percebe-se que o desenho produzido pela criança não é neutro é, entre outros, respostas culturais, portanto, é reflexo das imagens que vê. Portanto, cabe também a escola desenvolver projetos em arte que desenvolva o “pensamento estético” e a “inteligência visual”.
Palavras-chave: Imagens,Desenho,Ensino de Arte
Oral
Abrir o trabalhoPAULO FREIRE À LA TEATRO: LEDORES DO BREU E A CIA DO TIJOLO
RAILSON GOMES ALMEIDA
xxx
Oral
Abrir o trabalhoPIGMENTOS E AGLUTINANTES NATURAIS E SUAS POSSIBILIDADES NA LINGUAGEM PICTÓRICA
ANDRÉA HONORATO NORONHA
Esta pesquisa trata sobre os processos vivenciados de estudos e experimentações teórico-prático na disciplina de Pintura I, onde surgiu o encantamento pelos pigmentos naturais. No curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Regional do Cariri – URCA, ministrada pela Professora Doutora Ana Cláudia Lopes de Assunção. Neste relato abordaremos processos artísticos com os pigmentos naturais e aglutinantes, utilizando técnicas vernaculizares para obtenção dos materiais naturais advindos da natureza do Cariri Cearense tendo em vista enorme fonte de materiais naturais possíveis de serem trabalhados no contexto pictórico, assim como outras possibilidades diversas na linguagem das artes visuais, como exemplo escultura, pinturas, performance, monotipias.
Palavras-chave: Pigmentos Naturais,Aglutinantes Naturais,Pintura,Artes visuais
Oral
Abrir o trabalhoPor que meus estudos me confrontam?
STEFANY LOPES DE LIMA
O pre
Palavras-chave: arte/educação, epistemicídio,mulheres negras,processos criativos,narrativas periféricas
Oral
Abrir o trabalhoREFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE ARTE NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
MARIA CLAUDIA DO NASCIMENTO; Egivania Maria do Nascimento; Sislândia Maria Ferreira Brito
Este trabalho objetiva realizar reflexões acerca da importância do Ensino de Arte nos anos iniciais do Ensino Fundamental. É um trabalho bibliográfico tomando como aporte teórico pesquisas realizadas por Fischer (1979) Fusari e Ferraz (2009), Paulo Freire (1986), Ana Mae Barbosa (2002). Com esse estudo percebemos que a não é só importante, mas necessária dentro da escola e fora dela. Nesse processo a escola desempenha um papel fundamental, por que ela é a por excelência lócus da construção e partilha de saberes construídos e em construção. Portanto, o Ensino de Arte nos anos iniciais do Ensino Fundamental pode contribuir para o desenvolvimento integral das crianças.
Palavras-chave: Ensino de arte,Criança,Formação docente
Oral
Abrir o trabalhorewgergerg
ERLÂNIO FREIRE BARROS
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Palavras-chave: qwdqwd,qdqwdqw
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Abrir o trabalhoTRANSGENERIDADE: OS DESAFIOS ENFRENTADOS PARA A INSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO FORMAL BRASILEIRO
FRANCISCO IRLANDO MACÊDO DOS SANTOS JUNIOR
Trans
Palavras-chave: Transgeneridade, Mercado de Trabalho,Direitos Fundamentais
Oral
Abrir o trabalhoUM OLHAR SOBRE AMOR À VIDA: CONSTRUÇÃO NARRATIVA E BEIJO HOMOAFETIVO NAS TELENOVELAS BRASILEIRAS
PAULO JUNIOR ALVES PEREIRA
Gays
Palavras-chave: Novela, Beijo gay, Amor à Vida, Construção narrativa
Oral
Abrir o trabalhoUMA EXPEDIÇÃO SOBRE ARTISTAS NEGROS GAYS – CORPO E MEMÓRIA NAS ARTES VISUAIS
WELLINGTON SOARES GOMES
O presente resumo se propõe a apresentar um recorte da pesquisa em andamento sobre as práticas artísticas de artistas negros gays, vinculada ao Grupo de Pesquisa Ensino da Arte em Contextos Contemporâneos – GPEACC/CNPq do Centro de Artes da Universidade Regional do Cariri – URCA.
Palavras-chave: arte negra,Artes Visuais,LGBT
Oral
Abrir o trabalho