
12 a 16 de agosto de 2019
Centro de Artes Reitora Maria Violeta Arraes de Alencar Gervaiseau
Carga horária: 40h
email@email.com













Em 2018, nos dias 28, 29 e 30 de maio, o Núcleo de Estudos e Pesquisas em Ensino da Arte – NEPEA juntamente com os grupos de Pesquisa Ensino da Arte em Contextos Contemporâneos – GPEACC/CNPq, Novos Ziriguiduns Internacionais e Nacionais Gerados nas Artes Visuais - NZINGA/CNPq, Poéticas Audiovisuais e Tecnologias Contemporâneas - Méliés/CNPq e o Grupo de Pesquisa Ateliê de Pintura: possibilidades e descobertas dos materiais pictóricos/CNPq e, com a parceria do Serviço Social do Comércio – SESC Unidade Crato, realizaram no Centro de Artes da Universidade Regional do Cariri - URCA, a primeira edição do “Seminário Internacional Arte, Gênero, Ensino - em tempos de conservadorismo”.
Em 2018 apontavamos o surgimento de um debate contemporâneo em torno de uma historiografia da arte que tradicionalmente excluiu de seus registros (livros, catálogos, artigos, documentários etc.), a produção artística de pessoas assumidamente LGBTs e de mulheres. Alegava-se a inexistência ou pouca importancia era dada a essa produção, como Gombrich em entrevista para Ana Mae Barbosa, afirmando não importar quem produz o objeto artístico se é um homem ou uma mulher.
Apresentamos, dessa forma, três abordagens que consideramos de fundamental e urgente pertinência no que tange a atualização das discussões e registros acerca das produções em artes visuais e teatro que foram abordados por nossas/os convidadas/os.
A primeira abordagem foi tratada por pesquiadoras das artes visuais a partir do protagonismo das mulheres, movimento que se impulsionou devido a uma outra história da arte que vem sendo escrita por historiadoras, críticas, curadoras e artistas revelando não só uma vasta e significativa produção feminina, e como que esta produção traz em seu eixo questões relativas ao gênero e o papel sexista, patriarcal e de poder que a história da arte dos homens provocaram e provam para manter estática e conservadora as sociedades contemporâneas.
Ao mesmo tempo em que se descortina, revela e vem a público uma centena de mulheres artistas, também são demonstrados procedimentos, técnicas, materiais e suportes usados por estas para denunciar o status quo que procura mantê-las em diversos contextos culturais como sujeitos de menor prestígio social, político e de representação.
Observa-se, portanto, a construção de outras narrativas e projetos emancipatórios que se propõem a reorganizar o modelo social, econômico, político, religioso e artístico no qual homens e mulheres tenham formas de tratamento e direitos equivalentes
No interior desse movimento, nacional e internacional, surge uma segunda abordagem que diz respeito às pulsantes produções de arte por mulheres negras enquanto profissionais da arte que, ademais de abordarem em seus trabalhos as questões de gênero, acrescentam os processos de exclusão que aos quais são submetidas mesmo após o fim do apartheid na África do Sul, no contexto da história contemporânea internacional, ou das sequelas advindas de uma sociedade escravocrata como a brasileira que em pleno século XXI insiste em seu projeto de embranquecimento da sociedade brasileira.
Nesse projeto de uma sociedade de brancos ou miscigenada, desde que de tez clara, na qual predomina o racismo que gera violências e exclusões social, política e econômica, assistimos levantes de resistência nas favelas, nas comunidades periféricas e nos mais diferentes setores de concentração da população negra. Esse segmento social que não mais se ante ao projeto neoconservador e colonial das elites brancas de nosso país.
Na arte também assistimos à desconstrução de imaginários em torno de uma produção artística negra tanto de homens como de mulheres. Produção essa excluída dos livros de história da arte e mesmo da formação d@ artista/professor@/pesquisador@.
Por fim, tratamos de outra abordagem que contesta a história da arte tradicional e, consequentemente, canônica que surge no interior do movimento LGBT desde a década de 60 do século passado. Este movimento vem trazendo à luz uma produção artística que ultrapassa o lugar de uma arte erótica como lugar para artistas gays e lésbicas, como alguns historiadores situaram por muito tempo a produção artística desde as pinturas rupestres até as performances dos anos 1970, tanto no Brasil como na América Latina.
Atualmente não só mais artistas ativistas do movimento LGBT ocupam espaços em Bienais, Centros Culturais, Museus e Galerias, como o fazem reafirmando que são artistas que em seus trabalhos problematizam essa mesma sociedade heteronormativa e seu projeto opressor.
Nos últimos anos tanto no Brasil como em países da América Latina, da Europa, América do Norte, Ásia, África e Oceania tem aumentado iniciativas conservadoras de judicialização e criminalização de artistas, curadores e instituições por exibirem corpos nus em performances, pinturas, desenhos, colagens, instalações, esculturas, vídeo art que demonstram práticas da cultura LGBT ou mesmo heterossexual.
Nas escolas da educação básica professoras e professores não recebem atualizações sobre essas abordagens e desconhecem as produções artísticas de mulheres e homens negros que paralelamente a artistas não-negr@s produziram e produzem arte em diferentes contextos sócioculturais.
A educação tem sido orientado por uma concepção estadonidense e eurocêntrica, heteronormativa e branca, portanto, uma história da arte que reforça uma pseudo superioridade do homem sobre a mulher, do segmento branco sobre os não brancos, da heteronormatividade sobre as demais formas de orientações e sexualidades.
Assim as instituições educacionais e de formação mantêm um discurso sexista, machista e patriarcal impedindo que estudantes tenham contato com outras perspectivas e abordagens artísticas, afastamento que ocorre da educação infantil ao ensino médio e mesmo nos curso de licenciatura, como já mencionado. Tal omissão dificulta ou impede que estudantes, futuros cidadãos e cidadãs, se reconheçam a partir de pensamentos e concepções não normativas e, portanto, dificulta a construção de suas próprias identidades como sujeitos de direitos ou mesmo desenvolvam o sentimento de respeito aquel@ que difere de sua condição de existência.
Para a segunda edição, optamos por manter o tema central anunciado no tema central do I Seminário. Essa decisão se justifica, uma vez que, as questões apontadas na edição anterior não foram superadas. Na verdade, observamos que a “onda” de conservadorismo aumentou em razão das medidas adotadas pelo atual governo brasileiro e, infelizmente, acatada por alguns governos estaduais e municipais de nosso país.
Diante desse cenário preocupante, tomamos a decisão não só de manter o tema, mas de assegurar que o referido evento seja anual e a cada ano vá incorporando outros grupos de pesquisas tanto do Centro de Artes, quanto de outras instituições nacionais e internacionais.
As/os organizadoras/es do II Seminário Internacional Arte, Gênero, Ensino – em tempos de conservadorismo, propõem para esta edição, algumas modificações na metodologia adotada na primeira edição.
Manteremos o formato de Conferências com convidadas e convidados internacionais, nacionais e locais. Como acréscimo, decidimos propor também mesas redondas de forma a contemplar a temática central, a partir da presença de pesquisadoras e pesquisadores das áreas das Artes Visuais, da Dança, da Música e do Teatro.
Outra dinâmica é a chamada de trabalhos na modalidade Resumo Expandido que não foi possível para a primeira edição. Essas comunicações serão previamente inscritas pelas/os participantes de acordo com a chamada pública e das normas a serem seguidas. Com a introdução das Comunicações Orais, nos obriga a constituição de um Comitê Científico a ser formado pelas/os organizadores, assim como, por convidadas/convidados.
As Comunicações Orais serão agrupadas nas áreas das Artes Visuais, da Dança, da Música e do Teatro e serão apresentadas nas Rodas de Conversas e mediadas pelas/os convidadas/convidados e organizadoras/os do evento.
Com a decisão pelas Comunicações Orais, também, será publicado um livro de Resumos Expandidos e Anais com os textos completos. Outra incorporação que não foi possível na primeira edição.
Manhã
07:30 – 08:00
CREDENCIAMENTO
08:00 -09:00
Solenidade de Abertura
Ajé – Iamis Kariris (Crato-CE)
Magnífico Reitor
Prof. Dr. Francisco Lima Jr.
Pró-Reitoria de Pós-graduação e Pesquisa
Prof. Dr. Irwin Alencar
Pró-Reitoria de Extensão
Profa. Dra. Sanda Nancy
Direção do Centro de Artes
Prof. Dr. Jeronimo Vieira
Chefe do Departamento de Artes Visuais
Profa. Ms. Rebecca Oliveira
Chefe do Departamento de Teatro
Prof. Ms. Vinício Oliveira
Coordenadores do IISIAGETC
Profa. Dra. Renata Felinto e Prof. Dr. Fábio Rodrigues
Centro Acadêmico de Artes Visuais
Rebbeca Lima
Centro Acadêmico de Teatro
Julia Valério
09:00 – 10:00
CONFERÊNCIA 1
Arte y diseño entornos educativos libres de lgbtfobia. Los proyectos Arteari y Museari
Prof. Dr. Ricard Huerta (Universidade de Valencia – Espanha)
10:30 – 10:45
Intervalo – CREDENCIAMENTO
10:45 – 11:45
CONFERÊNCIA 2
Movimentos Sociais: resistência e lutas do Cariri cearense na visão do movimento de mulheres Profa. Dra. Grayce Alencar (Observatório da Violência – URCA)
12:00 – 13:30
Almoço – CREDENCIAMENTO
Tarde
14:00 – 16:00
BALBÚRDIAS ACADÊMICAS
SALAS: 19, 20, 22, 57
16:00 – 17:00
Lázaro
Rhamon Matarazzo (Fortaleza-CE)
Auditório do Centro de Artes
18:00
Abertura da Exposição Insurgências
Curadoria
Wandeallyson Dourado
Maria Macêdo
Eliana Amorin
Galeria do CArtes
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HORÁRIO: 14:00 ÀS 16:00 DATA: 12/08/19 Sala: 19 |
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Mediação: Profª Ana Claudia Assunção (Artes Visuais/ URCA) Profª Maria das Vitorias Negreiros do Amaral (Artes Visuais/UFPE) |
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AUTORAS/ES |
TÍTULO DO TRABALHO |
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Ana Carolina Sabino |
Reflexões acerca das práticas em artes nos anos iniciais em escolas municipais do cariri cearense. |
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Ana Larissa Raynara da Silva Domingos |
Sexualização e mídias sociais: mecanismos sócios-jurídicos de combate à veiculação da imagem sexualizada da mulher |
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Ana Lucia Matias Silva |
A importância do desenho para o desenvolvimento da criança. |
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Emanoella Callou Belem |
Memória e gênero na fotografia: olhares sobre a mostra de mulheres fotografadas do cariri. |
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Hélis Cristina Alves de Lima |
A valorização da cultura africana e o seu reconhecimento no Brasil. |
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Wesdey de Alencar Freitas |
Ícaro: da mitologia grega para uma dramaturgia em Habeas corpus |
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HORÁRIO: 14:00 ÀS 16:00 DATA: 12/08/19 Sala: 20 |
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Mediação: Prof. Sislândia Brito (Pedagogia/URCA) Prof. Jeronimo Vieira (Teatro/URCA) |
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AUTORAS/ES |
TÍTULO DO TRABALHO |
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Ilyara Monteiro Leite |
O uso das imagens visuais no livro didático de história |
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Izabelle Louise Monteiro Penha |
Em busca da fotografia feminista |
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Jefferson Yuri da Silva Lima |
Quando um corpo transita: Artes e gênero na experiência com o bemdito coletivo/MA. |
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Lividus Caleb Costa Jacó |
Empoderamento por meio do estudo sobre a vida de LGBTs na história |
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Marysa Karlynda de Sousa Lacerda |
Artes e formação do cidadão como elemento culturaL |
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Larissa Rachel Gomes Silva |
Bordando memórias: processos de criação do feminino |
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HORÁRIO: 14:00 ÀS 16:00 DATA: 12/08/19 Sala: 22 |
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Mediação: Prof. João Dantas (Teatro/URCA) Prof. Everson Melquiades (UFPE) |
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AUTORAS/ES |
TÍTULO DO TRABALHO |
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Maria Regilâni Ângelo de Souza |
"A Imagem é um, o outro é a operação aritmética" |
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João Marcos Costa |
"Ficcionalização" de sí: O corpo em cena. |
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José Wellington Freire Rodrigues |
A Prática Docente no Ensino de Artes em uma Escola Municipal em Araripe/CE |
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Ana Rafaela Mendes Alves |
A Representação do Trabalho no Livro Didático: uma análise na perspectiva de gênero |
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Ana Lara Alencar Santos |
Arte Feminista como Perspectiva de Mídia Alternativa |
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Maria Manoela de Araújo Monteiro |
As Práticas em Arte no Ensino Fundamental I: um olhar a partir da Abordagem Triangular |
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Wallisson Angélico Araújo |
O Guarda-Roupa de João do Crato: Moda, Culturla e Performatividade de Gênero no Cariri Cearense |
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HORÁRIO: 14:00 ÀS 16:00 DATA: 12/08/19 Sala: 57 |
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Mediação: Prof. Sérgio Henrique Vilaça (Artes Visuais/URCA) Prof. Daniela Alves (Teatro/URCA) |
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AUTORAS/ES |
TÍTULO DO TRABALHO |
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Levi Mota Muniz |
Contra o (Trans)feminicídio na Escola – a performance enquanto anticrime de denúncia da violência de gênero |
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Marta Regina da Silva Amorim |
Narrativas Autobiográficas no Contexto Escolar |
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Adão George Oliveira Soares |
O Grafismo Indígena na Pintura Mural O Cariri e os Kariris |
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Lilian Verônica Souza |
Possibilidade de Ensino da Arte para Bebês através dos Sentidos Corporais na Educação Infantil: uma prática a partir de vivências de acadêmicas do Curso de Artes Visuais – PARFOR/FURB |
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Maria Claudia do Nascimento |
Reflexões Acerca do Ensino de Arte nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental |
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Isabel de Lima Pinheiro
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O que eu vejo quando sinto suas digitais na minha pele |
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Guilherme Macedo Silva |
A Questão Gay: Prazer e Desejo no Pensamento de Michel Foucault |
Manhã
07:30 – 08:00
CREDENCIAMENTO
08:00 – 10:00
Performance Tálamo
Maria Macêdo (Juazeiro do Norte- CE)
Praça Cristo Rei
10:45 – 11:45
CONFERÊNCIA 3
Das classes às ruas, dos feminismos aos estudos de gêneros na Arte/educação: (re)existir em sociedades que insistem em querer nos inviabilizar!
Profa. Dra. Mª Vitória Negreiro do Amaral (UFPE)
12:00 – 13:30
Almoço – CREDENCIAMENTO
Tarde
14:00 – 16:00
BALBÚRDIAS ACADÊMICAS
SALAS: 19,20, 22, 57
16:00 – 17:00
Confissões
Mª Vanuzia Tavares (Crato-CE)
Auditório do Centro de Artes
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BALBURDIAS ACADÊMICAS HORÁRIO: 14:00 ÀS 16:00 DATA: 13/08/19 Sala: 19 |
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Mediação: Profª Ana Claudia Assunção (Artes Visuais/ URCA) Profº Maria das Vitorias Negreiros do Amaral (Artes Visuais/UFPE) |
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AUTORAS/ES |
TÍTULO DO TRABALHO |
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Suzana Carneiro de Souza |
Corpo-Quilombo/ Poética de Urgência |
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Anna Carolina Coelho Cosentino |
O inquietante nas artes |
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Andréa Honorato Noronha |
Pigmentos e Aglutinantes Naturais e suas Possibilidades na Linguagem Pictórica |
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Railson Gomes Almeida |
Paulo Freire à la Teatro: ledores do breu e a cia do tijolo |
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Alysson Amancio de Souza |
A Resistência da Dança Caririense em Tempos de Crise |
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Geissyele Silva Mascarenhas |
O Papel Social da Imagem e o Desenho da Criança: relações e implicações para o ensino de arte |
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Lilian Verônica Souza |
Arte Muralista e a Sustentabilidade, Relatos de uma Acadêmica de Artes Visuais – PARFOR/FURB |
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BALBURDIAS ACADÊMICAS HORÁRIO: 14:00 ÀS 16:00 DATA: 13/08/19 Sala: 20 |
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Mediação: Prof. Sislândia Brito (Pedagogia/URCA) Prof. Jeronimo Vieira (Teatro/URCA) |
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AUTORAS/ES |
TÍTULO DO TRABALHO |
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Isaias Paulo Nunes Almeida |
Ação urbana “do que é essencial”: um professor/artista/pesquisador em formação. |
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Evelise de Sousa Marreiro |
#FotografosMG: A fotografia e as redes sociais |
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Josefa Barbosa Martins |
A supremacia da nossa incansável existência |
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Yuriana Pereira Rodrigues |
A Criança na Romaria de Juazeiro do Norte: seu desenho, sua voz |
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Wandeályson Dourado Landim Santos |
Artes Visuais, Artivismo Gay e Utopias Pedagógicas como Gesto de (Re)existência |
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Andréa Sobreira de Oliveira |
Recamo do feminino |
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Luis Celestino de França |
Deixar Morrer. Aids e Biopolítica |
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HORÁRIO: 14:00 ÀS 16:00 DATA: 13/08/19 Sala: 22 |
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Mediação: Prof. João Dantas (Teatro/URCA) Prof. Everson Melquiades (UFPE) |
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AUTORAS/ES |
TÍTULO DO TRABALHO |
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João Dantas Filho |
AMÉLIA: A Cena Teatral do Cariri Cearense em Conexão com a Dramaturgia Cômica Brasileira do Século XIX |
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Paulo Junior Alves Pereira |
Um Olhar sobre Amor à Vida: construção narrativa e beijo homoafetivo nas telenovelas brasileiras |
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Maira Lopes Barillo |
m0n5+r_S: fotografia/montação |
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Geovane Gesteira Sales Torres |
Existência Lésbica e Literatura: diálogos sobre a obra “O CORTIÇO”, de Aluísio Azevedo |
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Barbara Almeida Oliveira |
Educação Patrimonial e as Interfaces com a Sustentabilidade |
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Kássia Mota de Sousa
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DIÁLOGOS ENTRE GÊNERO E ARTE-EDUCAÇÃO: Relato da experiência da disciplina de Arte e Educação do Curso de Pedagogia da Universidade Federal de Campina Grande – UFCG, no Centro de Formação de Professores, Campus Cajazeiras – PB. |
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Lucas Vieira de Oliveira |
Museologia Queer, uma análise em museus que discutem as sexualidades/homossexualidades |
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BALBURDIAS ACADÊMICAS HORÁRIO: 14:00 ÀS 16:00 DATA: 13/08/19 Sala: 57 |
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Mediação: Prof. Sérgio Henrique Vilaça (Artes Visuais/URCA) Prof. Daniela Alves (Teatro/URCA) |
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AUTORAS/ES |
TÍTULO DO TRABALHO |
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Raylla Brito Vieira |
Mulher transeunte: vivências de uma artista/professora em tramações |
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Camila Ramos Alves |
A “Criança Romeira”: seu desenho, sua história |
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Fernanda da Silva Araujo Melo |
Cartografias de Formações Artístico-Pedagógicas para Pensar a Atuação com Teatro na Educação Básica |
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Geovane Gesteira Sales Torres |
Educação em Direitos Humanos, Políticas Públicas e Questões Queer: o projeto banana-terra |
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Raquel de Santana Santos |
Produção de Tinta com Pigmentos Naturais no Ensino Não-Formal |
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Gustavo Henrique Lira da Silva |
Arte LGBT: um estudo sobre compreensão das professoras dos anos iniciais da educação básica |
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Wellington Soares Gomes |
Uma Expedição sobre Artistas Negros Gays – corpo e memória nas artes visuais |
Manhã
08:00 – 09:00
CONFERÊNCIA 4
Quando as questões de gênero e sexualidade interrogam a Arte/Educação?
Prof. Dr. Everson Melquiades (UFPE)
09:30 – 11:45
MESA REDONDA 1
Como pensar/criar a partir das margens/marginalidades
Rhamon Matarazzo
Maria Macêdo
Mª Vanuzia Tavares.
Mediação – Profa. Dra. Cecília Lauritzen
12:00 -13:30
ALMOÇO
Tarde
14:00 – 16:00
BALBÚRDIAS ACADÊMICAS
SALAS: 19, 20, 22, 57
18:00 - 20:00
Vivência Performática: Desnormatizando o olhar sobre a cidade
Eduardo Bruno e Waldírio Castro (Fortaleza)
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BALBURDIAS ACADÊMICAS HORÁRIO: 14:00 ÀS 16:00 DATA: 14/08/19 Sala: 19 |
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Mediação: Profª Ana Claudia Assunção (Artes Visuais/ URCA) Profº Maria das Vitorias Negreiros do Amaral (Artes Visuais/UFPE) |
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AUTORAS/ES |
TÍTULO DO TRABALHO |
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Ana Cláudia Lopes de Assunção |
Experimentos: um estudo sobre possibilidades e limitações de materiais e técnicas pictóricas |
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Luan Duarte Romão |
As Visualidades Subversivas do Lampião da Esquina |
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Maria Claudineide Alves Macedo |
CORPOLÍTICO NEGRO: Performances femininas negras na contemporaneidade |
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Levi Mota Muniz |
Dispositivas Performativas de Transgressão do Gênero na Escola a partir do Programa de Residência Pedagógica |
|
Lucas Vieira de Oliveira |
De Sodomita à LGBT, (Re) Construções Históricas |
|
Paulo Junior Alves Pereira |
GLEE: Kurt Hummel e a Representação da Homossexualidade |
|
Francisco Irlando Macêdo dos Santos Junior |
Transgeneridade: os desafios enfrentados para a inserção no mercado de trabalho formal brasileiro |
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BALBURDIAS ACADÊMICAS HORÁRIO: 14:00 ÀS 16:00 DATA: 14/08/19 Sala: 20 |
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Mediação: Prof. Sislândia Brito (Pedagogia/URCA) Prof. Jeronimo Vieira (Teatro/URCA) |
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AUTORAS/ES |
TÍTULO DO TRABALHO |
|
Jerônimo vieira de lima silva |
Os Processos de Invisibilidade LGBTTQ+ nos Espaços Educacionais |
|
Wandeályson Dourado Landim Santos |
Gay Power, Ensino de Artes Visuais e Utopias Pedagógicas na América Latina |
|
Carlos Henrique de David Geraldo |
Do Cariri à Capital Paulista – Experiências na Oficina de Autorretrato no Centro LGBTI da Zona Sul de São Paulo |
|
Franco Fonseca |
Casca, Polpa e Caroço: AIDS como metáfora |
|
Nicholas Gomes Viana de Oliveira |
Desidentificação de Gênero: performatizando a lista de presença |
|
José Romário Oliveira da Silva |
Corpo e Gênero, Possibilidades de Empoderamento do ser: um relato de experiência |
|
Rafaela Gomes Silva |
As Práticas em Arte nas Escolas Públicas Municipais da Cidade de Crato/CE: uma breve reflexão |
Manhã
08:00 – 10:00
Performance Bagagem
Shambuyi Wetu
(República Democrática do Congo/Brasil-São Paulo)
Praça Cristo Rei (Crato)
10:45 – 11:45
CONFERÊNCIA 5
Movimentos Sociais: resistência e lutas do Cariri cearense na visão do movimento negro
Verônica Neves e Valéria Neves (GRUNEC)
12:00 – 13:30
Almoço
Tarde
14:00 – 15:00
MESA REDONDA 2
Como pensar/criar a partir das margens/marginalidades
Eduardo Bruno
Waldirio Castro
Shambuyi Wetu.
Mediação – Profa. Ms. Daniele Quiroga
16:00 - 18:00
Vivência Performática: Desnormatizando o olhar sobre a cidade
Eduardo Bruno e Waldírio Castro (Fortaleza-CE)
Manhã
08:00 – 09:00
Performance Cantando Mulheres
Fatinha Gomes
Auditório Centro de Artes
09:30 – 10:30
Performance Super Zentai
Rafael Bqueer (Rio de Janeiro)
Estação do Metrô Pe. Cícero
10:30 – 10:45
Intervalo
10:45 – 11:45
MESA REDONDA 3
Como pensar/criar a partir das margens/marginalidades
Fatinha Gomes
Rafael Bqueer
Mediação: Profa. Dra. Cecília Raiffer
12:00 – 13 :30
Almoço
Tarde
14:00 – 15:00
CONFERÊNCIA 6
Movimentos Sociais: resistência e lutas do Cariri cearense na visão do movimento LGBTI
Ana Paula (Conselho Municipal LGBTI)
Babalorixá Edilson Gomes ( ArtGay e Conselho municipal LGBTI)
15:30 – 16:30
CONFERÊNCIA DE ENCERRAMENTO
Mulheres não devem ficar em silêncio: Design, Arte e Educação
Ana Mae Barbosa (USP/ANHEMBI MORUMBI)
Lançamento do Livro – “Mulheres não devem ficar em silêncio: Design, Arte e Educação” – Ana Mae Barbosa
Inscrições diretamente no site do evento até 02 de agosto de 2019
















Comissão Científica
Prof. Dr. José Carlos de Paiva - Universidade do Porto - Portugal
Prof. Dr. Ricard Huerta - Universidad de Valencia - Espanha
Profa. Dra. Ana Mae Barbosa - USP/ANHEMBI MORUMBI
Prof. Dr. Rodrigo Carvalho Marques Dourado - UFPE
Profa. Dra. Renata Aparecida Felinto dos Santos - URCA
Prof. Dr. Fábio José Rodrigues da Costa - URCA
Prof. Dr. Joubert de Albuquerque Arrais - UFCA
Profa. Dra. Natacha Muriel López Gallucci - UFCA
Profa. Dra. Eleonora Nunes Oliveira - URCA
Profa. Dra. Mª Vitória Negreiro do Amaral - UFPE
Prof. Dr. Jerônimo Vieira de Lima Silva - URCA
Profa. Dra. Luciana Grupelli Loponte - UFRGS
Profa. Dra. Sislândia Maria Ferreira Brito - URCA
Profa. Dra. Madalena Zaccara - UFPB
Prof. Dr. Luiz Renato Gomes Moura - URCA
Prof. Dr. Frederyck Sidou Piedade - URCA
Prof. Dr. Everson Melquiades Araújo Silva - UFPE
Prof. Dr. João Dantas Filho - URCA
Profa. Dra. Ana Cláudia Lopes de Assunção - URCA
Prof. Dra. Cecília Lauritzen Jácome Campos - URCA
Profa. Dra. Cecília Maria de Araújo Ferreira - URCA
Prof. Dr. Sérgio Henrique Carvalho Vilaça - URCA
Prof. Dr. Márcio Mattos Aragão Madeira - UFCA
Profa. Dra. Andreia Aparecida Paris - URCA
Profa. Dra. Maria Eneida Feitosa - URCA
Comissão Organizadora