18 de 18 trabalho(s) aceito(s)
A COMÉDIA FEMININA
VITORIA GOMES DE SA SILVA; MARIA ODETTE TEIXEIRA
Este resumo tem como objetivo averiguar a relação do feminino com a comicidade. A ideia é investigar como o universo feminino se insere na comédia. Quais são os assuntos que as poucas dramaturgas mulheres exploram em suas peças? Que tipo de comédia elas estão fazendo? Que personagens mulheres são cômicas? Que pautas elas estão colocando em ação? Como eram e como são apresentadas personagens femininas cômicas? Que diretrizes as comediantes dramaturgas costumam seguir? Há muito o ser dito, há muito a ser pensado e escrito. Mulheres criadoras ainda incomodam e o no universo do humor isso não é diferente, o machismo preconceituoso impera. Poderíamos imaginar uma mulher narrando com humor o fato de ser assediada a cada passo que dá? É possível ironizar este tipo de assunto? Poderíamos inverter os papéis colocando assediadores no lugar de vítima? Nesse caso se tornaria algo engraçado ou constrangedor? As perguntas são muitas, pois a mulher sempre foi objeto do riso dos outros, mas agora ela se permite fazer os outros rirem. Portanto, nesta pesquisa buscarei suporte para identificar se existe um humor feminino e como é a comicidade na perspectiva da mulher contemporânea.
Oral
Abrir o trabalhoAMÉLIA: O Teatro da URCA pede Passagem para a Cena Cômica do Cariri Cearense
RENATO ÉRIKLES ALMEIDA DO NASCIMENTO ; João Dantas Filho
Este resumo apresenta o projeto de extensão intitulado: AMÉLIA: O Teatro da URCA pede passagem com a Cena Cômica do Cariri cearense. O referido projeto teve, a princípio, como objetivo, realizar apresentações da comédia Amélia, nas unidades descentralizadas da URCA. O espetáculo foi encenado pelo Grupo de Estudos Laboratório Teatral Cômico – LATECO, vinculado ao Grupo de Pesquisa Dramaturgia e Encenação. Infelizmente com a chegada do novo coronavírus, os planos foram alterados. Foi necessário transformar as atividades e os objetivos desse projeto em uma oficina teatral: Amélia: O Teatro da URCA e a Cena Cômica Brasileira do Século XIX e para isso, contemplamos o Liceu Marcionílio Gomes de Freitas, de Senador Pompeu - CE. O conteúdo desse estudo iria unir a dramaturgia cômica e a prática teatral a partir da comédia Dois Proveitos em um Saco, de França Júnior, adaptada e cognominada de Amélia. Entretanto, em agosto deste ano, deu-se a impossibilidade de realizar as atividades na escola acima citada, que propôs reduzir a carga horária da oficina, alegando prejuízo nas aulas de Artes da Escola. Assim, interrompemos as atividades que, a partir do mês de setembro, passaram a ser realizadas na Escola de Ensino Fundamental Raquel Costa Linhares, no mesmo município. A necessidade de dar continuação a esse projeto de continuação a esse projeto de extensão deve-se ao fato da importância de divulgar as atividades práticas do Departamento de Teatro e do processo de Extensão da URCA.
Congresso - Cena
ANDREIA APARECIDA PARIS; Vilani Marcelino; Larissy Rodrigues; Edinho Fernandes; Elanio Batista
Exercício criado na disciplina Jogo e Cena I, livremente inspirado no texto Congresso Internacional do Medo de Grace Passô. Quatro pessoas são convidadas para dar uma palestra, mas ninguém sabe onde está ou com quem fala. Contudo, acabam descobrindo a si mesmos enquanto refletem sobre seus temas de estudos.
Palavras-chave: Cena,Grace Passô,Congresso
Apresentação Artística
Abrir o trabalhoEscutando aquele que diz sim, aquele que diz não.
JOSE JACKSON SILVA
Trata-se da fruição da leitura do texto aquele que diz sim, aquele que diz não, da obra de Bertolt Brecht, com recursos de acessibilidade para pessoas cegas, videntes e surdas, realizada pela turma de pedagogias do teatro II (2020.2), do Curso de licenciatura em teatro da Urca.
Apresentação Artística
Abrir o trabalhoEspecial de Natal: Formato Digital
GABRIEL ÂNGELO DE LUNA SILVA; Andreia Aparecida Paris; Raniele Ferreira Lessa; Maria Gisele Santos Oliveira; Jordlyane de Almeida Dias
Palavras-chave: teatro da urca,projeto de extensão,comedia
Oral
Abrir o trabalhoAs ações cotidianas entre improvisação e performance
ELIANE VIEIRA PEREIRA; Mônica Vianna de Mello
O objetivo desta pesquisa é buscar as relações possíveis entre improvisação teatral e performance arte a partir de uma investigação das ações cotidianas. Pode-se partir, para essa aproximação entre improvisação e performance, dos estudos do estado de presença. Segundo Gilberto Icle, o objetivo da improvisação como procedimento de preparação de atores e construção de personagens é atingir um estado de presença. Copeau fala da necessidade do ator desconstruir seu corpo cotidiano. Peter Brook considera que o grande desafio do ator é unir mente e corpo em uma única ação, atingindo o estado de presença. Cotidianamente fazemos ações, movimentos e gestos automaticamente. O ator, ao contrário, precisa permanecer no momento presente criando um comportamento que se diferencia do comportamento cotidiano. A performance, por outro lado, tem como preocupações centrais as relações entre arte e vida cotidiana, assim como o rompimento das barreiras entre arte e não arte. Assim, a partir dessa pesquisa, pretende-se compreender melhor o tensionamento entre a ação cotidiana e a ação no estado de presença. Nesta etapa da pesquisa pretendo apresentar uma comparação entre jogos de improvisação teatral de Ryngaert e as Atividades de Allan Kaprow, buscando explicitar como o trabalho com rituais cotidianos, permite, a ambos, promover uma transformação no estado de presença.
Oral
Abrir o trabalhoAs experiências e vivências do grupo PETECA com crianças
LUZINETE ALENCAR DA SILVA; DIANA ARES NORÕES; GENÁRIO PEREIRA LOPES; ÊMILLY VICTÓRIA DA SILVA; MÔNICA VIANNA MELLO
O presente trabalho busca relatar as experiências e vivências dos/as licenciandos/as em teatro, que ministram as oficinas das quintas-feiras no grupo de pesquisa PETECA-Pedagogias do Teatro no Cariri, da Universidade Regional do Cariri (URCA). As aulas são executadas na comunidade do Baixio das Palmeiras, no Centro de Cultura Casa de Quitéria e no Assentamento 10 de Abril, em Monte Alverne, por meio da plataforma digital Google Mett, das 17h às 19h, às quintas-feiras. As duas comunidades nas quais é desenvolvida a referida oficina contam com um número muito significativo de crianças, algumas nunca tiveram a oportunidade de participar de aulas de Teatro, mesmo mostrando um grande interesse. Uma das razões dessa falta de acesso é a própria visão do Estado quanto ao curso que ainda é ignorado por boa parte da sociedade e por diversas instituições de ensino. As práticas teatrais que são realizadas nas comunidades estão voltadas principalmente para jogos de improvisação, mas envolvem uma certa diversidade de metodologias como: Jogos teatrais, técnicas do Teatro do Oprimido, trabalhos com músicas, textos e objetos de cena, entre outros. Procuramos formas de estimular todes a participarem e interagirem nos exercícios propostos, pois entendemos que nas oficinas os participantes ganham conhecimentos de várias técnicas da linguagem teatral e uma melhor consciência de si, para si e para o mundo.
Oral
Abrir o trabalhoCaos&Criação
JANDERSON FELIX ALVES
Il faut être de son temps. É preciso ser de seu tempo (Honoré Daumier, 1808-1873). O tempo a qual escrevo, é caótico e cheio de TRANSformações, onde muitas vezes percebo a realidade como uma eterna mutação, que se define por não ter uma definição concreta, e sim mutável, cheia de formas e ações que TRANSgridem a norma estabelecida. Um esvair-se da forma, do termo ou de qualquer coisa que a aprisiona. Talvez, ser do meu tempo seja dolorosamente libertador. Ainda não se sabe se é pós moderno, contemporâneo ou pós contemporâneo; o que sei é sobre o quanto é difícil ser artista num mundo tão caótico, pandêmico, plural e capitalista. O presente trabalho é fruto das experiências e experimentações da disciplina de Encenação I do curso de licenciatura em teatro da URCA, ministrada pelo professor Luiz Renato. As ideias-temáticas que TRAVAram e impulsionaram a criação do roteiro performativo foram se misturando e gerando conexões para além de uma definição. Teoria do caos, efeito borboleta, terremotos, pintura ao vivo, performance, hipertexto, comprimido e expandido, e um intenso “desejo de viver algo que não sabe nomear nem definir, uma busca que impulsiona a se mover”. O trabalho oral tem por objetivo relatar as experiências e o processo de criação do roteiro performativo da encenação-performance SOLITRANS assim como inspirar tantas outras pessoas, a bailar e criar com o caos do presente.
Palavras-chave: Performance,Processo de Criação,Caos,TRANS
Oral
Abrir o trabalhoCEP - Carta à/ao espectador/a pandêmico/a
ELIANE VIEIRA PEREIRA; Cecília Lauritzen Campos
O objetivo da apresentação é compartilhar o que estamos desenvolvendo no Grupo de Pesquisa Ocupações Artísticas da Cidade (OAC), especificamente a ação “Carta à/ao espectador/a pandêmico/a - CEP”, que vem acontecendo desde dezembro de 2020. A ação compõe o Projeto “Cidades inesperadas: possibilidades da prática artística no espaço urbano e seus encontros acidentais com o/a pedestre-espectador/a”, cujo foco é a noção de recepção acidental, quando pedestre se torna espectadore por acaso, configurando a experiência estética como uma surpresa. CEP consiste na distribuição de cartas endereçadas ae pedestre-espectadore anônime, afixadas de modo visível em locais públicos. Na primeira edição, foram instalados pontos de coleta, dando ae pedestre-espectadore a possibilidade de responder à carta de modo físico ou por e-mail. Tivemos diversas respostas. Na segunda edição não colocamos pontos de coleta. Não recebemos respostas. Como compreender os atravessamentos das cartas de quem não recebemos respostas? Espectadore acidental, tomade de surpresa no seu percurso, mesmo que não pare diante da ação de alguma forma já teve seu trajeto modificado. Talvez o mesmo aconteça com as pessoas que pegaram as cartas e, por algum motivo, não responderam, o atravessamento aconteceu, seu aparente silêncio nos dá abertura para imaginarmos muitos destinos para essa ação. Todo o processo da CEP foi registrado para produção de material audiovisual que mostraremos parcialmente em nossa apresentação.
Oral
Abrir o trabalhoDa Rússia Oitocentista ao Cariri cearense contemporâneo: A Obra de Arte
VILANI MARCELINO FERREIRA; JOÃO DANTAS FILHO
O presente resumo tem como objetivo apresentar o Projeto de Pesquisa: Da Rússia Oitocentista ao Cariri cearense contemporâneo: A Obra de Arte. Trata-se de um estudo teórico/prático que envolve dramaturgia e encenação com a finalidade realizar uma montagem teatral através do Grupo de Pesquisa Dramaturgia e Encenação. Essa proposta foi iniciada com a adaptação do conto A Obra de Arte, de Anton Tchekhov (1860/1904). Nesse conto, o autor nos apresenta cinco personagens: de um lado, a Sra Smirnoff e seu filho Sacha, pessoas pobres que compram e vendem objetos antigos sem grande valor comercial. Do outro lado, o médico Dr. Kochelkoff, o advogado Dr. Ukhoff, e o cômico teatral Chachkine. A trama se inicia quando a Sra Smirnoff manda entregar um presente ao Dr. Kochelkoff, em agradecimento pelo tratamento de saúde do filho. Em seguida acontecem ações que se entrelaçam com a realidade social das personagens, revelando o preconceito com o presente: uma obra de arte. A metodologia desse estudo está composta inicialmente por um estudo do conto, do contexto histórico da época e do autor. O segundo momento envolve a preparação do elenco, a encenação e a produção. Para isso, contará com uma equipe de estudantes, professores e egressos do Curso de Licenciatura em Teatro da URCA. Em A Obra de Arte, o autor satiriza a desigualdade social da sua época semelhante a atual sociedade brasileira, nada igualitária. Essa encenação será de considerável extensão, pois, será divulgada nas redes sociais.
Oral
Abrir o trabalhoDecolonialidade e processos criativos: uma sala de aula inclusiva
JANDERSON FELIX ALVES
Uma sala de aula inclusiva e democrática é aquela que está diretamente conectada com cada discente, e principalmente, com a realidade. O ensino conectado com as noções de decolonialidade possibilitam além da inclusão, a desconstrução das matrizes coloniais que criam uma hegemonia do conhecimento. Seja nas oficinas dentro de sala de aula, ou nas da universidade, o processo de formação necessita estar atrelado entre prática e reflexão acerca do fazer teatral, dos processos históricos e políticos, e da própria sociedade contemporânea. O presente artigo abordará como tais prática se conectam diretamente com as ações artístico-pedagógicas que vem sendo desenvolvidas pela bolsista no programa da Residência Pedagógica. Produzindo trabalhos, junto das discentes, na linguagem da vídeo-performance, foi possível encontrar formas de resistir e continuar produzindo, em meio a pandemia que assola o mundo.
Palavras-chave: Inclusão,ações artístico-pedagógicas,Residência Pedagógica
Oral
Abrir o trabalhoEXPERIÊNCIAS NO CENTRO CULTURAL CASA DE QUITÉRIA: o teatro como prática pedagógica no ensino remoto.
TAINA DA SILVA ALCÂNTARA; BEATRIZ NASCIMENTO FERREIRA; DANIELE DOS SANTOS CARVALHO; ELIANE VIEIRA PEREIRA; MONICA VIANNA DE MELLO
O objetivo desta comunicação é apresentar um relato de experiência sobre o trabalho desenvolvido nas oficinas de aprendentes de teatro promovidas pelo grupo de pesquisa e extensão PETECA, no ano de 2021. Com a pandemia, viemos para um contexto novo, o ensino remoto, um lugar limitado e cansativo, mas onde encontramos uma fenda para continuar o fazer da educação. O PETECA, neste ano, tem buscado levar as práticas do conhecimento teatral através das telas, criando pontes com a comunidade do Baixio das Palmeiras, no Centro Cultural Casa de Quitéria. Sendo um espaço de experimentação e troca, quem ensina também aprende e quem aprende também ensina. Durante quase um ano desses compartilhamentos, nossas percepções acerca do fazer teatral como docentes e as dos discentes foram amplificadas. As adaptações necessárias ao contexto fizeram com que nos esforçássemos para trabalhar com criatividade os princípios da improvisação, em jogos de apresentação, entrosamento, percepção, atenção, concentração, coordenação motora, espontaneidade, habilidades narrativas, memória, imaginário e os cinco sentidos, explorando diferentes sensações e processos criativos. Com um jogo de criação textual, elaboramos um pequeno vídeo coletivo e a oficina será concluída em dezembro de 2021, com a realização de um exercício cênico.
Oral
Abrir o trabalhoO lugar da teoria no Peteca
GEANE MARIA MACHADO BARROS; Tainá da Silva Alcântara; Mônica Vianna de Mello
O grupo de pesquisa Peteca realizou ao longo do biênio 2020-2021, ou seja, no período marcado pela pandemia, encontros de cunho essencialmente teórico, que dividiram-se em três etapas e utilizaram-se de metodologias diversas. Primeiramente demos continuidade a uma reflexão acerca do binômio artista-docente que havia sido iniciada ainda como atividade presencial. Para tal utilizamos textos de Nara Keiserman e Valéria Gianechini que trazem apontamentos sobre o tema, articulado às práticas de cada pesquisadora. Num segundo momento, dinamizamos nossos estudos teóricos e escolhemos debater sobre as diferentes abordagens da improvisação por meio do livro Linhagens e Noções fundamentais de Improvisação Teatral no Brasil: leituras em Boal e Burnier, de Sandro de Cássio Dutra. Cada integrante ficou responsável por uma abordagem que o livro propunha, de modo que pudéssemos debater e assim formar uma teia de conhecimento coletivo acerca da noção de Improvisação. Na terceira etapa de estudos iniciamos a leitura do livro de Paulo Freire, Educação como Prática da Liberdade, no qual fomos conhecendo cada pedacinho da reflexão que Freire defende sobre a alfabetização do ser-humano a partir de seus próprios conhecimentos, levando-o a uma conscientização político-social que só se constrói por meio da educação. Como fruto dessas leituras construímos pensamentos e saberes que integram a praxis da pesquisa do grupo, no qual a prática docente deve estar articulada com a teoria.
Palavras-chave: Pedagogia Teatral,Educação,Ensino-aprendizagem
Oral
Abrir o trabalhoPOESIA REVISITADA: COMPARTILHAMENTO DO PROCESSO CRIATIVO SONORO INSPIRADO NA OBRA DE FERNANDO PESSOA
SUIMARA EVELYN FEITOSA VIEIRA; ANDRÉIA PARIS
Esta pesquisa é um compartilhamento do processo criativo impulsionado pela disciplina de Formas Sonoras do curso de Licenciatura em Teatro da Universidade Regional do Cariri – URCA e do “Projeto de Extensão: O Mundo é uma História Menino” iniciado em 2021. Através do estudo teórico-prático de conceitos sobre a sonoridade (percepção, paisagem sonora e peça radiofônica) foi criado um experimento livremente inspirado na poesia “Lisbon Revisited” do escritor português Fernando Pessoa. Para tanto, foi elaborado um pequeno roteiro que nos serviu de apoio criativo, contendo a ideia dramatúrgica geral e as etapas necessárias do trabalho a ser desenvolvido. A partir da interpretação do texto base, partimos para a parte prática da pesquisa que consistiu primeiramente na coleta e gravação de sons que auxiliassem na composição da atmosfera que a mesma remetia, e posteriormente, na edição dos mesmos por intermédio de um programa específico para este fim, resultando na materialização da primeira parte desta obra, a qual pretendemos partilhar futuramente. Dessa maneira, por considerarmos que o processo criativo também compreende o seu próprio compartilhamento através dos relatos de seus percursos e procedimentos, entendemos que esta pesquisa é relevante nesse sentido.
Palavras-chave: processo criativo,sonoridade,peça radiofônica
Resumo Simples
Abrir o trabalhoEspecial de Natal é um espetáculo teatral do coletivo teatral RiTmAR que nasceu dentro do Projeto de Pesquisa O Ritmo do Ator e da Atriz na Cena Teatral, coordenado pela pesquisadora e Profa. Dra. Andréia Paris, na Universidade Regional do Cariri, Crato-CE, em 2016. O coletivo ganhou autonomia em 2018, para a elaboração de exercícios cênicos a partir da obra do autor pernambucano Marcelino Freire. Essas composições rítmicas e sensoriais, em 2019, dão origem a Especial de Natal, que agora comungamos com o público. Cada cena, texto, trabalho de atuação, figurino, cenário e iluminação foram criados e explorados, procurando entender os conceitos de ritmo e percepção também em sua dimensão estética. É com muita alegria que compartilhamos essa versão digital do espetáculo com o público, expandindo, transformando e renovando-a. Espera-se que o público vislumbre nosso trabalho, ao mesmo tempo que possa refletir sobre sua humanidade, seus atos, seus posicionamentos e reveja sua condição no mundo.
Palavras-chave: Coletivo RiTmAR, Apresentação Online, Especial de natal
Apresentação Artística
Abrir o trabalhoRaízes
ELANIO BATISTA MOREIRA
Será tão dificultoso para a humanidade retornar a suas raízes e começar a respeitar sua própria origem? Os costumes, outrora partilhados, estão se esvaindo e a atenção geral está para a posse de materialidades. Tal fato, acarreta, vorazmente, no apagamento da oralidade de lendas, contos e mitos ditos dos mais velhos para os mais novos. Visando a manifestação popular de um povo através de sua oralidade, este trabalho foi pensado, pesquisado a campo e desenvolvido com o objetivo único da valorização de um povo que reexiste no Cariri Cearense. Construído a partir de conversas, entrevistas e visitas com/ao povo Cariri da comunidade do Poço Dantas, no Crato, o trabalho se revelou como como gritos no ar soltos pelo povo Cariri. Tais gritos demarcam sua luta, sua busca por respeito e reconhecimento como indígenas. E através de uma lenda, que para muitos pode nunca ter existido, mergulho todos, todas e todes no interior da mata apenas à luz do meu candeeiro proporcionando uma busca pessoal pelo corpo que você pertence. Mas venha rápido, estão tentando apagar a lenda, como as chamas do meu candeeiro.
Palavras-chave: Cultura Popular, Identidade, Valorização , Oralidade, Lendas
Apresentação Artística
Abrir o trabalhoSobre Cronópios e Famas
LARISSY MARIA RODRIGUES SIMIÃO; Maria Odette Monteiro Teixeira
O presente resumo tem como objetivo apresentar o experimento cênico Sobre Cronópios e Famas, o experimento em desenvolvimento é apoiado no livro Histórias de Cronópios e Famas, do contista argentino Júlio Cortázar. As criações em construção, buscam mostrar ao público a primeira aparição desses três seres fantásticos, oriundos do universo cortazariano: os Cronópios, as Famas e as Esperanças, seres imaginários com algumas características humanas. As cenas são construídas a partir da leitura e investigação dos microcontos: Viagens; Conservação das Lembranças e Tristeza do Cronópio, além dos contos referidos, a apresentação conta com cenas experimentais, criadas a partir dos microcontos: Progresso e Retrocesso e Instruções-Exemplos Sobre a Forma de Sentir Medo. Numa relação direta e aberta com o texto, intenciona-se dialogar com o universo fantástico do autor argentino, visando trazer essa influência para o cotidiano mais prosaico dos seus personagens. A apresentação se dará por intermédio remoto, o experimento cênico, em processo, estuda a possibilidade de transitar entre as mídias sociais Whatsapp Messenger e Zoom Cloud Meetings, de modo que possa haver um diálogo expandido entre as mídias sociais citadas e os espectadores.
Palavras-chave: Júlio Cortázar,Histórias de Cronópios e Famas,Experimento Cênico,Mídias Sociais
Apresentação Artística
Abrir o trabalhoSobre Cronópios e Famas
LARISSY MARIA RODRIGUES SIMIÃO; Maria Odette Monteiro Teixeira
O presente resumo tem como objetivo apresentar o experimento cênico Sobre Cronópios e Famas, o experimento em desenvolvimento é apoiado no livro Histórias de Cronópios e de Famas, do contista argentino Júlio Cortázar. As criações em construção, buscam mostrar ao público a primeira aparição desses três seres fantásticos, oriundos do universo cortazariano: os Cronópios, as Famas e as Esperanças, seres imaginários com algumas características humanas. As cenas são construídas a partir da leitura e investigação dos microcontos: Viagens; Conservação das Lembranças e Tristeza do Cronópio, além dos contos referidos, a apresentação conta com cenas experimentais, criadas a partir dos microcontos: Progresso e Retrocesso e Instruções - Exemplos Sobre a Forma de Sentir Medo. Numa relação direta e aberta com o texto, intenciona-se dialogar com o universo fantástico do autor argentino, visando trazer essa influência para o cotidiano mais prosaico dos seus personagens. A apresentação se dará por intermédio remoto, o experimento cênico, em processo, estuda a possibilidade de transitar entre as mídias sociais Whatsapp Messenger e Zoom Cloud Meetings, de modo que possa haver um diálogo expandido entre as mídias sociais citadas e os espectadores.
Palavras-chave: Júlio Cortázar,Histórias de cronópios e de famas,Experimento Cênico,Mídias Sociais
Apresentação Artística
Abrir o trabalhoVermelho
LUZINETE ALENCAR DA SILVA; BRUNO SILVA DOS SANTOS; ÊMILLY VICTÓRIA DA SILVA; MARIA GISELE SANTOS OLIVEIRA; ELIANE VIEIRA PEREIRA
Modalidades: Teatro Nome do trabalho: Vermelho Equipe: Luzinete Alencar da Silva(Encenadora),Bruno Silva dos Santos(Ator), Êmilly Victória da Silva(Atriz), Maria Gisele Santos Oliveira(Atriz), Eliane Vieira Pereira(Atriz). Duração: 15min Sinopse: Peço que desliguem os microfones e câmeras e foquem no agora, o depois é apenas uma curta ilusão dos sonhadores. Quando a porta se abrir, não fiquem com medo. Estejam à vontade, caso queiram fumar, beber, chorar, gritar, banhar,ler, ou apenas seres vocês mesmos, este é o espaço e momento certo. E se, em algum momento, a porta fechar e você não conseguir me ouvir ou me ver, não se preocupe, certamente foi a internet que me roubou por alguns instantes. Mas antes de entrar quero que saiba que os sussurros que encontrará lá dentro versa sobre amor e se você não sabe o que é isso ou não tem interesse, aconselho-lhe a não entrar. Su.s.su.r.ros: O amor não é uma palavra vazia. O amor é antes de tudo vermelho.O amor é um bicho no cio. O amor é o encontro de olhares famintos. O amor é intimidade. O amor é saber a hora de parar. O amor é ousadia. O amor é sexualidade.O amor é partida.O amor é o que você define e faz dele. Como você sente o amor ? Informações técnicas: Via Google Meet, Ao vivo.
Palavras-chave: Amor, ousadia, intimidade.
Apresentação Artística
Abrir o trabalho