9 de 9 trabalho(s) aceito(s)
AS CONTRIBUIÇÕES DA DISCIPLINA DE LIBRAS NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES DO CURSO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA URCA/UDCS: Um relato de experiência.
ANTONIA GISELE DE MORAIS SILVA
O processo de inclusão de um aluno surdo requer da escola e de seus profissionais uma formação adequada, que possibilite a inclusão e permanência deste aluno no ambiente educacional. No ano de 2005, surge o decreto nº 5.626, em que no Art. 3º torna obrigatório a inclusão da Libras como disciplina curricular para os cursos voltados para formação de professores. Contudo, ainda é comum em situações que dependem do uso de Libras, muitos docentes não terem capacitação alguma ou não se sentirem aptos para atender o aluno surdo. Diante deste cenário, este trabalho tem como objetivo apresentar as contribuições da disciplina Libras na formação inicial de professores do curso de Ciências Biológicas da Universidade Regional do Cariri, Unidade Descentralizada Campos Sales. Para essa finalidade, usamos como metodologia, a pesquisa qualitativa de natureza autoetnográfico, baseada em relatos das vivências da autora, participante da pesquisa e aluna da disciplina de Libras. Contribuíram ainda com o nosso trabalho as bases teóricas de estudiosos das áreas: Formação de professores, Inclusão e Libras. Com a realização deste trabalho, buscamos mostrar os impactos positivo das aulas de Libras na prática docente destes futuros professores. Além de almejar ser fonte de estudo para o desenvolvimento de outros trabalhos do mesmo segmento.
Resumo Simples
Abrir o trabalhoBIOJOGANDO: USO DE JOGOS DIDÁTICOS NO ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA
GEORGE NUNES LIMEIRA; Renata Vieira do Nascimento; Anna Lídia Nunes Varela
ASPECTOS MEDICINAIS POPULARES E FITOQUÍMICOS DO Cereus jamacaru de Candole: o tradicional mandacaru do sertão
ANTONIO DAVI ALENCAR ARRAIS ; Edinalda Maria Cavalcante; Mikaele Alves Paulino
Plantas medicinais são espécies vegetais com fins fitoterápicos, ou seja, utilizada para tratar de diversos males e/ou doenças que afetam os sistemas humanos, na saúde de uma maneira geral. A utilização de plantas medicinais teve marco pioneiro com os imperadores chineses, no Brasil, os primeiros a utilizarem plantas com fins fitoterápicos foram os índios, adotando a cultura da cura pelas ervas e chás através de rituais específicos sendo feitos pela tribo. No Nordeste Brasileiro, há uma grande biodiversidade de plantas medicinais, e a cultura popular da utilização de remédios caseiros é uma cultura antiga e primordial da região, Dentro da região encontra-se uma espécie vegetal de grande importância fitoterápica natural que é desconhecida pela maioria da população residente da referida região, devido à cultura da utilização dessa planta apenas para extração de água e alimentação animal, mas também para a medicina popular: o mandacaru (Cereus jamacaru) . Na região semiárida do Nordeste, o Cereus jamacaru tem alto potencial econômico, agropecuário e medicinal. Nas épocas de verão, onde não há o inverno bem definido, esse vegetal é o principal suporte para forragem dos ruminantes. a necessidade de um estudo que interprete o uso e conhecimento do Cereus jamacaru em áreas do semiárido Nordestino, como também métodos científicos que comprovem possíveis ações medicinais do cacto, sendo de suma importância para a promoção do conhecimento das populações palco do estudo, diante de uma desmistificação dos usos restritos da planta. Diante disso, o objetivo do presente trabalho firma-se em desenvolver um estudo etnobotânico em localidades rurais e urbana do interior do Nordeste Brasileiro em torno do conhecimento e utilização do Cereus jamacaru, para posteriormente analisar fitoquimicamente o vegetal, utilizando como subsídio o conhecimento empírico como caminho para a elaboração dos métodos analíticos de cunho científico.
Oral
Abrir o trabalhoDiversificar a prática docente nunca foi uma tarefa fácil. A precarização do trabalho educativo, por vezes, dificulta a inserção de recursos pedagógicos para uma aula que supere um ensino tradicional. A urgência de métodos que possam ser aplicados de forma rápida, dinâmica e versátil, virou “uma corrida para o ouro”. Entre as variadas ferramentas de ensino, estão os jogos didáticos, que é uma recomendação dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN) e descritos como: criativo, lúdico, instigante e informativo. Este apresenta-se como uma viável alternativa, pois facilita a aprendizagem e serve de complemento a didática do professor, possibilitando uma organização do conteúdo, ao tempo em que fortalece laços entre estudantes e docente, proporcionando situações que o livro didático ou uma aula expositiva não viabiliza. Dessa forma, o minicurso tem por objetivo criar jogos didáticos, digitais ou não, sobre diferentes temas da biologia e proporcionar aos futuros docentes uma estratégia lúdica, além de produção e execução dos seus próprios jogos, que possam ser propostos em ambiente escolar. Uma vez que a crescente expansão tecnológica tem estado cada vez mais presente em salas de aula, objetiva-se também apresentar jogos digitais que possam servir como complemento a aula através dos aparelhos tecnológicos dos estudantes. O público-alvo do minicurso são docentes da área de Ciências Biológicas da Universidade Regional do Cariri – URCA. O minicurso terá 4 horas de duração. No primeiro momento serão apresentadas propostas de criação de jogos, orientações de como o professor pode instigar o estudante a criar seus próprios jogos em ferramentas tecnológicas e físicas e posteriormente, apresentar temas da biologia e depois a execução da atividade em quatro jogos autorias relacionados a temas científicos. Os participantes do minicurso serão divididos em equipes para realizarem as dinâmicas. A contribuição de tal atividade consiste na potencialização da exploração do conhecimento.
Palavras-chave: Educação,Docência,Ciências da Natureza,Jogos didáticos
Oral
Abrir o trabalhoLEITURA E PRODUÇÃO TEXTUAL CIENTÍFICA: CAMINHOS E POSSIBILIDADES
VERONICA NOGUEIRA DO NASCIMENTO
Ao utilizar os Textos de Divulgação Científica (TDC) em sala de aula, busca-se promover uma maior interação dos discentes com a linguagem científica; seu estilo textual e terminologias específicas, assim como proporcionar, através da literatura científica, a interação entre os conteúdos didáticos e as pesquisas de campo que refletem sobre os temas abordados em sala de aula, proporcionando a construção de um conhecimento mais amplo e uma postura ativa e reflexiva diante deste. Pretende-se, a partir deste minicurso, proporcionar estratégias de leitura (interpretativa e crítica) e escrita proficientes com a utilização de textos científicos. O minicurso será realizado em dois encontros de 04 horas cada. No primeiro momento serão abordadas discussões em torno dos conceitos e características da ciência, do conhecimento e da pesquisa científica, enfatizando a relevância da produção científica na Universidade e as suas contribuições para a sociedade. No segundo momento serão discutidos os elementos estruturais de um trabalho científico, enfatizando as técnicas necessárias para uma leitura e escrita proficiente. No decorrer da apresentação destes elementos, discutiremos a utilização das principais normas ABNT para a construção dos trabalhos acadêmicos científicos. A iniciação científica desencadeia um processo de aprendizagem e desenvolvimento de competências em discentes e docentes, amplia a realização de pesquisas em diferentes contextos, além de ser uma oportunidade para despertar nos licenciandos o interesse pela área acadêmica.
Palavras-chave: TDC,leitura,escrita
Resumo Simples
Abrir o trabalhoMÚSICA COMO FERRAMENTA FACILITADORA NO APRENDIZADO DE LIBRAS POR CRIANÇAS OUVINTES.
ANTÓNIA VITÓRIA DA SILVA BARBOSA ; Cicera Thainá Gonçalves da Silva; Ana Maria Freitas de Alencar; Sandra Maria Leite Costa
Institucionalizada pela lei de número10.436 de 24 de Abril do ano de 2002, a Língua Brasileira de Sinais – Libras, tornou-se a língua oficial dos surdos brasileiros. Para eles, a legitimação desse idioma representou/representa não só uma ferramenta de comunicação e interação social, mas o reconhecimento de suas histórias, culturas e identidades. No entanto, para que de fato haja a tão almejada inclusão, é necessário que os ouvintes também aprendam esse idioma. Assim, o objetivo deste trabalho é apresentar a música como recurso didático para o ensino de Libras a crianças ouvintes, visto que ela é um recurso educacional valioso, capaz de estimular áreas cognitivas, afetivas e de interação social, facilitando a inclusão. Para tanto, utilizamos como metodologia, a pesquisa qualitativa de natureza bibliográfica e para esse fim, fundamentamo-nos em Gil (2002), Câmara (2012), Strobel (2009), dissertações e teses que tratam sobre a temática em questão. Verificou-se que apesar dos documentos que garantam o ensino de Libras nas escolas, efetivamente, ainda há muito que se fazer. Por isso, a relevância de nossa proposta. Por estimular importantes áreas cognitivas e desenvolver capacidades que serão de extrema importância ao longo da vida, como aumento da concentração, interação e entre outras, conclui-se que a música pode sim ajudar no processo de aquisição da Lingua Brasileira de Sinais por crianças ouvintes.
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Abrir o trabalhoPROPOSTA DE MINI CURSO: O USO DE JOGOS PARA ENSINAR BOTÂNICA NO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO
MARCOS AURÉLIO FIGUEIREDO DOS SANTOS; Naianna de Lima Santos
No contexto atual, os conteúdos de botânica são pouco vistos ou explorados no ensino fundamental e médio. Os professores sentem dificuldades com esses conteúdos devido a falta de interesse dos alunos, bem como ao tempo destinado para as aulas de ciências e biologia. Dessa forma desenvolver novas metodologias para ensinar de forma lúdica e divertida os conteúdos de botânica é essencial para o desenvolvimento de uma aprendizagem satisfatória. Assim este minicurso tem por objetivo desenvolver jogos educativos para fixação dos conteúdos de botanica no ensino fundamental e médio. O referido mini curso terá duração de dois dias. No primeiro dia serão exploradas diversas questões sobre o ensino de botanica, tais como: o modo de prender a atenção dos alunos nas aulas quando o assunto é botanica, como melhorar a aprendizagem dos alunos nas aulas sobre plantas, métodos para desenvolver metodologias ativas para serem aplicadas no ensino do botanica. Para isso, serão feitas explanações didáticas dos conteúdos mostrando estudos de caso e exemplificações através de artigos publicados com esta temática. Como atividade deste primeiro dia, será pedido aos participantes do minicurso que seja elaborado um jogo com uma temática escolhida da botânica. No segundo dia os participantes deverão mostrar os resultados de suas produções, sendo aplicados estes jogos na sala de aula do minicurso. Dessa forma este minicurso possibilitará aos participantes o desenvolvimento de pensamentos críticos, reflexivos para ensinar de forma divertida e lúdica os conteúdos relacionados a plantas como morfologia externa, reprodução e desenvolvimento.
Palavras-chave: metodologias,ensino,plantas
Oral
Abrir o trabalhoUtilização de metodologias ativas para o ensino de Biologia
MARTA DE OLIVEIRA CARVALHO
TÍTULO: Utilização de metodologias ativas para o ensino de Biologia; MINISTRANTE: Marta de Oliveira Carvalho RESUMO DO MINICURSO: Será realizada uma comparação entre a eficiência da utilização das modalidades didáticas exposição teórica e exposição teóricoprática, no processo ensino-aprendizagem em Biologia. As aulas práticas/experimentais são uma modalidade pedagógica de vital importância, onde os educandos colocam em prática hipóteses e ideias aprendidas em sala de aula sobre fenômenos naturais ou tecnológicos e que estão presentes em seu cotidiano. Com as aulas práticas/experimentais espera-se que o aluno construa um conhecimento significativo e não de memorização, o que na verdade não é conhecimento e sim, uma simples reprodução de conceitos, sem valor algum. O mini curso objetiva apresentar metodologias ativas que constituem um processo educativo onde a principal característica é a inserção do estudante como agente principal responsável pela sua aprendizagem, comprometendo-se com seu aprendizado. O aluno torna-se protagonista no processo de construção de seu conhecimento, sendo responsável pela sua trajetória e pelo alcance de seus objetivos, no qual deve ser capaz de auto gerenciar e auto governar seu processo de formação. Ao docente cabe a missão de orientar o processo educativo, conduzindo o estudante a um ensino de excelência, utilizando metodologias e recursos com foco na aprendizagem. Para que este processo seja possível, o docente deve estar preparado para enfrentar novos desafios. Serão apresentados os conceitos das metodologias ativas, compartilhar experiências docentes e uso dessas atividades, bem como apresentar de maneira prática algumas metodologias.
Oral
Abrir o trabalhoETNOBIOLOGIA APLICADA A CONSERVAÇÃO: PRÁTICAS EMPÍRICAS DE CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE E DA CULTURA LOCAL
SAMARA FEITOSA OLIVEIRA
A relação que se estabelece entre os costumes particulares de cada comunidade e a sua relação com a natureza, são pilares de ações conservacionistas de saberes de senso comum e da biodiversidade local. O sistema capitalista produtivo ao qual somo impostos, dentre muitas frentes de ação deletéria, tem atuado na perca de práticas “culturais” baseadas na experiência tradicional, que são transmitidas pela história do uso de conhecimento local; e vem acentuado ações negativas no que diz respeito a consciência ambiental. Ao lado do conhecimento científico, esses saberes e práticas pode representarem uma ferramenta essencial para o manejo e conservação de uma região. Desta forma, este minicurso tem por objetivo trazer conceitos etnobiológicos, teóricos e práticos, que buscam resgatar e valorizar a diversidade cultural e biológica de uma área. Através de explanações didáticas sobre saberes científicos de resgate de práticas culturais e o resgate da aplicabilidade prática desses saberes, buscamos introduzir cientificamente, ideias conservacionistas com base nos traços culturais locais, oferecendo elementos e métodos etnoecológicos que auxiliem na compreensão e na elaboração de uma rede de atividades com viés educativo socioambiental. O Minicurso será composto de três momentos: um inicial, introdutório e conceitual sobre Etnobiologia aplicada a conservação, práticas empíricas e conservação biológica e cultural; um segundo prático/aplicativo, de coleta de dados sobre práticas empíricas com viés conservacionistas; e um terceiro momento de socialização e exposição dos dados coletados, culminando com a encerramento do minicurso. Os participantes terão contato com uma linha de pesquisa crescente no mundo cientifico, com metodologias aplicáveis a suas condições locais de pesquisa, além de trazer um viés crítico e reflexivo das atividades de cunho conservacionista da região.
Palavras-chave: BIODIVERSIDADE, conhecimento popular,conservação,etnoconhecimentos
Oral
Abrir o trabalhoLUA: como esse corpo celeste afeta o planeta terra
JOSE EDINALDO DE OLIVEIRA CAVALCANTE
Este trabalho busca evidenciar a importância da Lua para o planeta terra, desde os primórdios da humanidade esse corpo celeste já era estudado, contendo um brilho notável e muitos mistérios, esse astro nunca passou despercebido nos céus. O presente artigo é de caráter qualitativo e foi constituído através da metodologia bibliográfica e tem como finalidade sondar a importância da Lua para o planeta. A presente pesquisa se justifica pela necessidade de se estudar cada vez mais nosso satélite e destacarmos o quanto ele é relevante para continuação da vida na Terra. O objetivo desse estudo e investigar a importância da Lua para o planeta Terra, e o que aconteceria se, por acaso, ela ficasse ausente. Os resultados apresentados mostrou que a Lua se formou cerca de 100 milhões de anos depois da Terra, após uma violenta colisão de um objeto do tamanho de Marte chamado Theia. A violenta colisão rasgou o que era então uma massa de magma e a enviou para a órbita da Terra. A lua foi formada por detritos da colisão entre Terra e Theia. Concluimos que nosso satélite prova ser importante.
Palavras-chave: Lua,Terra,Satélite natural,Importância
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