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A UTILIZAÇÃO DE RECURSOS DIDÁTICOS NAS AULAS DE CIÊNCIAS NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL DAS ESCOLAS PÚBLICAS DE SALITRE-CE
MARIA JOSÉ DE LIMA PEREIRA; ANTONIA KEILA DA SILVA; ELIANE PEREIRA ALENCAR; VERÔNICA NOGUEIRA DO NASCIMENTO
INTRODUÇÃO Apesar dos avanços tecnológicos presentes na educação atual, ainda é notório o modelo de ensino tradicional onde o professor é visto como detentor do saber e o aluno como um instrumento receptor desse aprendizado. Sendo assim, a sala de aula se torna menos atrativa e os educandos passam a se dispersarem cada vez mais, tornando esse método menos produtivo já que as aulas geralmente são quadro e livro didático. É possível ver a importância de métodos alternativos que contribuam para um melhor ensino-aprendizado, dentre alguns deles temos como exemplo, aulas de campo, dinâmicas, debates, experimentos, pesquisas e outros. Estes tornam as aulas mais interessantes, contribuindo, assim, para um conhecimento amplo. Mas o que se nota em muitos casos é a indiferença por parte de alguns educadores, visto que esse método demanda um maior esforço (SANTOS; BELMINO, 2016). Vale salientar que não é apenas o professor o culpado por esse ensino tradicionalista, uma vez que existem variáveis que implicam nessa metodologia de ensino, desde a falta de estrutura da instituição até a falta de verbas para a realização de aulas de campo como também o uso de laboratórios. Portanto, é necessário que o docente seja um professor-pesquisador, disposto a utilizar todos os recursos possíveis para tornar as aulas mais chamativas. Vale utilizar do senso comum do discente mostrando-o que é possível não só aprender, mas também partilhar conhecimentos. Com isso, podemos ver o quão importante é a utilização de métodos inovadores quando se trata de educação. Pois isso fará com que os alunos estejam em constante busca de conhecimentos, resultando em uma aprendizagem mais produtiva, de forma que, o mesmo torne-se um pesquisador, levando em conta a melhora em relação à concentração, como também a relação no trato com os demais colegas no dia a dia. Mesmo com o constante avanço científico e tecnológico é natural, na maioria das vezes, encontrar ambientes escolares restritos a aulas expositivas sem a mínima participação de alunos. É notório que, quando há uma aula diferenciada ela parte de alguns professores inovadores, demandando um maior esforço tanto pessoal quanto profissional por parte dos educadores. Dessa forma o ambiente escolar na maioria das vezes foge da rotina cotidiana do educando, apresentando-se como método ineficiente no que diz respeito a educação científica e tecnológica. OBJETIVOS O presente estudo tem como objetivo geral analisar a utilização dos recursos didáticos nas aulas de ciências nos anos iniciais do ensino fundamental das escolas públicas de Salitre – CE. Para o alcance deste, buscou-se: entender o que são os recursos didáticos e como estes são utilizados em sala de aula; realizar um levantamento sobre o uso de recursos didáticos nas escolas públicas de Salitre – CE; e aplicar formulários semiestruturados para os professores de Ciências acerca da utilização dos métodos didáticos. METODOLOGIA O presente estudo foi desenvolvido nas escolas públicas do município de Salitre – CE. A pesquisa trata-se de um estudo do tipo exploratório, com abordagem qualitativa e quantitativa. O estudo está sendo desenvolvido com base em outros trabalhos de campos já publicados acerca do tema abordado. A coleta de dados está ocorrendo através da aplicação dos formulários aos professores de ciências do município de Salitre – CE. Esta pesquisa respalda-se pelos aspectos éticos e legais da resolução Nº 510/2016, utilizando-se do pedido de autorização para elaboração da pesquisa, e Termo de Consentimento Livre e Esclarecido – TCLE, que está sendo apresentado aos participantes. RESULTADOS E DISCUSSÕES Com o presente estudo, espera-se que a utilização, de métodos didáticos sejam mais presentes na sala de aula, e que os docentes e discentes tenham uma maior interação, e que os resultados nas aulas possam ser notórios. Os recursos didáticos podem auxiliar e mediar o desenvolvimento de diferentes atividades em sala de aula. É necessário conhecer e selecionar o material a ser utilizado adequando ao conteúdo, ao público e aos objetivos a serem alcançados (BUENO; FRANZOLIN, 2017). Além disso, este processo demanda uma avaliação por parte do professor. Quanto maior for a possibilidade de acesso aos materiais variados, maiores serão as chances de se encontrar os mais adequados, assumindo responsabilidade de escolha, adaptação necessária e criação de novas alternativas, por meio de textos, experiências, vídeos, revistas de divulgação científica, entre outros (NICOLA; PANIZ, 2016). CONSIDERAÇÕES FINAIS Faz-se necessário o conhecimento por parte dos professores em relação ao entendimento sobre a importância dos recursos didáticos nas aulas de Ciências, de forma que o mesmo não sinta-se pressionado e nem obrigado a tal coisa. Mas é claro, a necessidade de que ainda há muita dificuldade quando nos referimos ao assunto, desde o fato de um professor não saber lidar com um recurso tecnológico, como ligar um computador, por exemplo, até o fato de não saber acessar uma página para buscar um conteúdo mais dinâmico. O desenvolvimento desta pesquisa busca possibilitar uma análise da importância dos recursos didáticos e suas aplicações no ambiente escolar, principalmente, nas aulas de ciências. Onde, por meio do referido trabalho, pudemos observar as dificuldades enfrentadas pelos professores e alunos na instituição de ensino com relação ao ensino-aprendizagem. Assim, por meio desta pesquisa em andamento, pode-se verificar o quão importante é a capacitação dos professores e o estímulo para que busquem novas metodologias para aplicar em suas salas de aulas de forma que os alunos interajam entre si e com o meio. Contribuindo para que o professor consiga identificar pontos positivos nas novas metodologias adquiridas e também consiga identificar quais os pontos que ainda requerem atenção e melhorias. Palavras-chave: Recursos Didáticos. Ensino Fundamental. Ciências. REFERÊNCIAS BUENO, K. C.; FRANZOLIN, F. A utilização de recursos didáticos nas aulas de Ciências Naturais nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental. XI Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis – 03 a 06 de julho de 2017. Disponível em: http://abrapecnet.org.br/enpec/xi-enpec/anais/resumos/R2183-1.pdf. Acesso em: 23 out. 2019. NICOLA, J. A.; PANIZ, C. M. A importância da utilização de diferentes recursos didáticos no ensino de biologia. Infor, Inov. Form., Rev. NEaD-Unesp, São Paulo, v. 2, n. 1, p.355-381, 2016. Disponível em: https://ojs.ead.unesp.br/index.php/nead/article/view/InFor2120167. Acesso em: 23 out. 2019. SANTOS, O. K. C.; BELMINO, J. F. B. Recursos didáticos: uma melhoria na qualidade da aprendizagem. Editora Realize. 2016. Disponível em: http://editorarealize. com. br/revistas/fiped/trabalhos/Trabalho_Comunicacao_oral_idinscrito__fde094c18ce8ce27adf61aedf31dd2d6. Pdf. Acesso em: 23 out. 2019.
A construção do conhecimento cognitivo nas crianças segundo a teoria de equilibração de Piaget e a sua influência no processo de ensino aprendizagem da matemática
CICERO JEFFERSON MOURA BATISTA; Maria de Fagnar Lourenço da Silva; Higor da Silva ALves; Verônica Nogueira do Nascimento
1. JUSTIFICATIVA O presente trabalho vem apresentar a influência e a relevância que a teoria de Jean Piaget sobre o desenvolvimento humano traz para o trabalho pedagógico do professor. A contribuição desta teoria e a conscientização de uma prática pedagógica diferenciada podem proporcionar uma renovação do pensamento, aperfeiçoando novas ideias por meio das experiências vivenciadas pelos educadores, formulando critérios positivos e negativos da teoria aplicada. A teoria de equilibração de Piaget é de grande relevância para as metodologias adotadas pelos educadores. É através deste processo que irão compreender como os alunos constroem seus conhecimentos, como conseguem lidar com aquela determinada solução de problema, colocando o raciocínio lógico em prática na sala de aula. [...] a teoria de Piaget causou um grande impacto no currículo escolar ao enfatizar que a aprendizagem é muito mais do apenas deslocar informações de fora para dentro da criança. Desse modo, surgiu o construtivismo que consiste numa abordagem para ensinar e aprender, no qual a criança tem papel central e ativo na construção do conhecimento. Esse método construtivista parte do princípio de que a criança deve ser estimulada a pensar criticamente e de forma independente, ou seja, que o aluno seja capaz de construir coisas novas a partir de sua ação e mediação de seu professor (LEFRANÇOIS, 2008 apud GOMES; GHEDIN, 2012, p. 229). São esses estímulos que os alunos precisam para se adaptarem e interagirem com o meio, encontrando novos conhecimentos e diversas formas de resolver determinado cálculo, construindo novas ideias e pensamentos. Voltando-se para o ensino aprendizagem da matemática, os alunos só tendem a evoluir, ou seja, quanto mais informações matemáticas, maior o raciocínio lógico em busca do resultado (FERREIRA, 2003). O presente estudo irá contribuir no processo de desenvolvimento dos educadores, tanto na sua formação profissional como social, obtendo conhecimentos mais críticos e melhorando suas metodologias e métodos didáticos no ensino e formação dos seus educandos. 2. OBJETIVOS 2.1 Objetivo geral Compreender como ocorre o conhecimento cognitivo das crianças no processo ensino aprendizagem através da percepção dos educadores de matemática. 2.2 Objetivos específicos Demonstrar o procedimento da teoria de equilibração; Observar o desenvolvimento cognitivo das crianças; Examinar a metodologia do professor de matemática nas suas aulas. Verificar as dificuldades encontradas pelos educadores através dos erros dos seus educandos. 3. METODOLOGIA O presente estudo se deu por meio de uma pesquisa de campo visando o processo de ensino aprendizagem na teoria de equilibração de Jean Piaget. Sendo trabalhado na área da matemática por meio do erro dos alunos nas resoluções de problemas. A coleta de dados ocorreu por meio de entrevista estruturada aos professores de matemática de uma escola pública de ensino fundamental no distrito de Brejinho, município de Araripe – CE. Participaram do estudo os professores de matemática da referida escola. Os dados foram coletados durante o mês de outubro de 2019. Analisou-se o discurso através da abordagem qualitativa. foram prezados os aspectos éticos e legais da pesquisa respaldados pela resolução Nº 510/16. 4. APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Esta pesquisa de campo foi realizada no distrito de Brejinho, com os professores de matemática sobre a questão de como os alunos reagem diante das resoluções de problemas por meio dos erros provocados pelos obstáculos encontrados e como são reconstruídos seus estímulos ao um novo conhecimento. Nas aulas de matemática, os professores abordaram que é comum que os alunos cometam erros no seu desenvolvimento de aprendizagem diante dos conteúdos e, com base nesses erros, o método que geralmente eles utilizam para causar um equilíbrio nos alunos é através da conscientização, mostrando os caminhos para desenvolver de forma correta as situações vivenciadas. Lembrando que o erro do aluno não quer dizer que ele esteja errado, mas que na forma que ele compreendeu não chegaria ao resultado esperado. Um dos maiores obstáculos no ensino, principalmente, no ensino matemático é a forma como se repassa o conteúdo em sala de aula. Com base nisto, para motivar os alunos a participarem nas aulas de matemática, os educadores relataram ofertar metodologias diversificadas com o uso de diversos materiais preparados especificamente com o intuito de despertar nos alunos a curiosidade para buscar respostas e soluções. Em suas aulas, também, relataram o conflito cognitivo que acontece quando o sujeito se depara com uma situação e percebe que seus esquemas não são suficientes para solucionar a questão gerando assim um desequilíbrio cognitivo. Para estes, o erro do aluno significa a tentativa de buscar respostas corretas nas soluções vivenciadas. 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS Em vista dos argumentos apresentados nos resultados das entrevistas com os professores da área da matemática, na escola pública de ensino fundamental, podemos verificar, através do erro dos alunos diante dos obstáculos no processo de aprendizagem, como os educadores conseguem aplicar a teoria de equilibração de Jean Piaget nas suas metodologias para facilitar a aprendizagem dos alunos dos conteúdos matemáticos e buscar novas formas que possam motivar a participação dos mesmos nas aulas e organizar suas estruturas cognitivas, ou seja, reconstruir os seus conhecimentos por meio das ações e da interação com o meio. Sendo assim, perante as teorias e situações apresentadas, podemos concluir que o ensino matemático em sala de aula vem cada vez mais se tornando desafiador para o professor e para o aluno, mesmo não sendo tão atrativo para os mesmos, pois não desperta muito a atenção. A teoria de equilibração apresenta um novo estímulo para que se possa despertar a curiosidade e a interação dos educandos em resolverem e solucionarem as suas dúvidas e construir um conhecimento matemático sólido. Palavras-chave: Desenvolvimento Cognitivo. Equilibração. Educação Matemática. Referências GOMES, Ruth Cristina Soares; GHEDIN, Evandro. O desenvolvimento cognitivo na visão de Jean Piaget e suas implicações a educação científica. Actas do VIII ENPEC–Encontro Nacional de Pesquisa em Educação em Ciências, 2011, 5-9. DE PÁDUA, Gelson Luiz Daldegan. A epistemologia genética de Jean Piaget. Revista FACEVV, 1º sem., v. 2, p. 22-35, 2009. FERREIRA, Henrique da Costa. 55-A teoria piagetiana da equilibração e as suas consequências educacionais. 2003. Disponível em: https://bibliotecadigital.ipb.pt/bitstream/10198/208/1/ educacionais.pdf. Acesso em: 23 out. 2019.
CONSTRUÇÃO DO CICLO TRIGONOMÉTRICO PARA ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO DA REGIÃO CARIRI-OESTE
FRANCISCO SANTIAGO DE MORAIS; LÍLIA SANTOS GONÇALVES; FRANCISCO RONALD FEITOSA MORAES
O referente trabalho traz os resultados de uma proposta didática envolvendo a construção do ciclo trigonométrico como estratégia de ensino, com o intuito de propor um novo olhar acerca da compreensão dos conceitos relacionados a esse tema. Tem como objetivo apresentar os conceitos envolvidos na atividade proposta de trigonometria, vinculando a teoria com a prática, possibilitando um incremento metodológico para ser aplicado em sala de aula de forma simples e de custos reduzidos, tendo em vista que os desafios na utilização de materiais e recursos podem servir para aprimorar a prática e promover discussões propícias em sala de aula, mediante solução de problemas enfrentados, estimulando nos estudantes a busca pela superação dos mesmos. A metodologia inclui a aplicação de questionários antes e após a realização da oficina, abordagem histórica sobre o ciclo trigonométrico, utilizando recurso de aulas expositivas, seguido da confecção do material manipulável. O público alvo deste trabalho são alunos do Curso de Licenciatura em Matemática, professores de Matemática da Educação Básica e demais pessoas interessadas em discutir o processo de ensino e de aprendizagem de trigonometria com o uso de materiais concretos.
Palavras-chave: Ciclo Trigonométrico, Materiais manipuláveis, Aprendizagem Matemática, Ensino de Matemática,Oficinas
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Abrir o trabalhoNOÇÕES BÁSICAS SOBRE A CALCULADORA CIENTÍFICA
A matemática nas séries iniciais do ensino fundamental: a criança e a construção dos conceitos matemáticos
MARIA DE LOURDES TAVARES MAGALHÃES
RESUMO: A justificativa que orienta este minicurso está embasada nas proposições desenvolvidas no campo da Didática da Matemática. Desse modo, é de suma importância no âmbito da formação docente, desconstruir a prática de ensino tradicional que norteia o ensino da disciplina. Nosso objetivo geral é: Compreender o processo de construção dos conceitos matemáticos pela criança e os específicos são: analisar os esquemas mentais da criança nos quais se assentam a construção dos primeiros conceitos matemáticos; conhecer a teoria psicogenética de Jean Piaget e sua relação com o ensino da matemática. Serão utilizados como procedimentos metodológicos: resgate da memória dos cursistas acerca das suas experiências com a matemática durante a vida escolar, leitura de textos sobre a temática, apresentação de slides com teorias e conceitos, vídeos com sugestões de atividades didáticas, debates/discussões acerca da construção de uma metodologia crítica para o ensino da matemática. Os principais resultados desse minicurso estão voltados para a possibilidade de uma mudança de concepção dos cursistas no que concerne ao ensino da matemática, isto é, a desconstrução da perspectiva tradicional e tecnicista desse ensino e construção da perspectiva crítica. A conclusão desse trabalho nos leva a compreender a matemática como uma ciência viva que estabelece uma relação direta com as práticas sociais desenvolvidas pelos indivíduos.
Palavras-chave: Ensino, matemática, construção, conceitos
Oral
Abrir o trabalhoINTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NA EDUCAÇÃO: possibilidades para aprimorar o ensino e a aprendizagem
VANUSA COSTA DOS SANTOS LIMA; DAVI ALVES PEREIRA
CONCEITOS BÁSICOS DE MATEMÁTICA FINANCEIRA: UTILIZANDO COMO FERRAMENTA DE ENSINO A CALCULADORA HP - 12C
LEANDRO SILVA DE OLIVEIRA
JUSTIFICATIVA: A necessidade desse trabalho surgiu para evidenciar conceitos básicos de Matemática Financeira pouco utilizados na escola, utilizar as questões extracurriculares e a tecnologia do ensino básico até o superior. OBJETIVOS: • Observar dificuldades no manuseio e no ensino da Matemática, trazendo noções básicas e intermediárias de Matemática financeira, que auxiliarão alunos a lidar com o software digital da calculadora HP-12c, com o intuito de torná-la mais fácil e acessível; • Destacar a importância da aprendizagem da Matemática no dia a dia e discutir principalmente sua aplicabilidade no cotidiano das pessoas através do manuseio de recurso tecnológico. METODOLOGIA: O minicurso será dividido em dois momentos, uma parte teórica e outra prática. No primeiro momento, é proposto um estudo de juros e seus campos relacionados, a fim de situar o saber relacionado à área. No segundo momento, será trabalhada uma versão digital com a calculadora financeira HP-12c para demonstrar as funcionalidades desta ferramenta no cálculo de finanças, e por fim será realizada uma comparação do uso da calculadora financeira com as demais calculadoras, para demonstrar a praticidade desta ferramenta no dia a dia. Portanto, o ensino da Matemática Financeira com o uso tecnológico da calculadora financeira HP-12c, possui uma grande relevância para atividades básicas e avançadas no cotidiano das pessoas, além de uma ferramenta indispensável para o mercado de trabalho.
Palavras-chave: Matemática financeira,calculadora,ensino-aprendizagem
Oral
Abrir o trabalhoESTRATÉGIAS DE INSERÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO PARA OS FUTUROS EGRESSOS DO CURSO DE MATEMÁTICA
Fundamentos da Matemática Financeira
JOSÉ AUGUSTO PEREIRA NOGUEIRA; Samuel Costa Sousa; Maycon Mateus de Alencar Costa; Elisângela Alves de Lima
Tendo em vista a dificuldade que muitas pessoas apresentam com relação à Matemática Financeira e suas bases fundamentais, temos, por meio deste minicurso, o objetivo de esclarecer e tirar algumas dúvidas sobre os fundamentos necessários à aplicação da matemática financeira, uma vez que esta é essencial no cotidiano. Partiremos de conteúdos fundamentais como a Regra de Três Simples e a conversão de porcentagem para decimal, introduzindo de forma sucinta, noções para a resolução de cálculos envolvendo juros simples e composto, desde a definição de Juros, Montante e Capital até a aplicação da Equação do Montante com juros simples e compostos. Queremos trabalhar de forma simples a resolução de questões, demonstrar o passo a passo de como realizar operações com Matemática Financeira, e por fim, introduzir os conteúdos de juros simples e compostos explanando a resolução de questões financeiras baseadas nesses temas, utilizando-se de quadro branco, pincel, apagador e calculadora científica, com uma aula expositiva/demonstrativa do conteúdo em questão. Buscamos, desta forma, sanar algumas das dificuldades envolvendo as bases da Matemática Financeira, esclarecendo o maior número possível de duvidas durante o desenrolar do minicurso.
Palavras-chave: Matemática Financeira,Juros Simples,Juros compostos
Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Recursos Didáticos, Ensino Fundamental, Ciências
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Abrir o trabalhoO PAPEL DO PROFESSOR NA PERSPECTIVA DA ZONA DE DESENVOLVIMENTO PROXIMAL.
ANTONIA NARA DE ALENCAR; SABRINA BENTO PEREIRA
Antes mesmo da construção da fala ou de outros fatores importantíssimos para a comunicação, desenvolveram-se métodos de aprendizagem, fosse através da mimica ou de qualquer outra forma de expressão desde que houvesse a necessidade de compartilhar algo. Foi no Antigo Egito que, se especificaram pessoas para desenvolver tal papel, uma vez que buscavam indivíduos capazes de assumir esta atividade de grande importância e responsabilidade. Com o passar do tempo em diversas regiões do mundo, o professorado variava de acordo com a cultura de cada local. Atualmente, existem diversos tipos de educadores, há aqueles que são adeptos a normas mais cultas e tradicionais, que enxergam o ensino como algo que deve ser apenas repassado e aqueles que se vêem como mediadores, que auxiliam na construção do conhecimento humano. Nesta perspectiva, há grande importância no papel desenvolvido pelo professor, no que se refere à construção de indivíduos justos, que abominem a presença de violações nos direitos do próximo, pois o educador despertará a mentalidade de uma forma positiva, resultado de um belo trabalho, excluindo a ideia de que tudo já se encontra acabado e sim a estimulação da busca de um futuro melhor. O presente trabalho tem como objetivo geral, estudar e compreender o papel do professor na zona de desenvolvimento proximal. Dentre os objetivos específicos, podemos enfatizar a responsabilidade do professor na vida do estudante, bem como relacionar a teoria de desenvolvimento proximal ao processo de ensino aprendizagem
Palavras-chave: ensino, professor,Vygostky
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Abrir o trabalhoSURDEZ E SUAS DIFICULDADES PARA COMUNICAR-SE COM A COMUNIDADE OUVINTE
FRANCISCO LUCAS NICOLAU DA SILVA ; MARIA EVILANDIA DE ALENCAR; APARECIDO EDUARDO CAVALCANTE DA SILVA; GECICA COELHO DO NASCIMENTO OLIVEIRA
SURDEZ E SUAS DIFICULDADES PARA COMUNICAR-SE COM A COMUNIDADE OUVINTE Francisco Lucas Nicolau da silva Maria Evilandia de Alencar Aparecido Eduardo Cavalcante da Silva Gecica Coelho do Nascimento Oliveira INTRODUÇÃO A surdez é considerada como a perda da capacidade auditiva, seja essa perda de maneira parcial ou a perda auditiva pode ser total. O surdo é uma pessoa que perdeu a capacidade de ouvir, por algum problema genético onde a criança já nasce sem a audição, por envelhecimento onde a velhice causa a perda auditiva, pode acontecer também pela frequente utilização de altos ruídos o que causa danos sérios e até mesmo a perda da audição, e pode ser uma perda auditiva neurossensorial a qual causa danos na parte interna do ouvido. Entre os dias 6 e 11 de setembro de 1880 em Milão na Itália, acontece um congresso que marcaria profundamente a comunidade surda do mundo inteiro no qual com a participação de 164 membros com imensa maioria de ouvintes representantes de todo o mundo ficou decidido que a melhor forma de ensinar a uma pessoa surda seria por meio da oralização. Com isso o congresso de Milão desvalorizava por completo a língua gestual e focava na língua oral como a principal para educar a todos sem levar em conta as dificuldades que os surdos enfrentariam para aprender. Em 1880 os surdos eram tratados como pessoas deficientes, e tiveram seus direitos de uma língua primaria tirados no congresso em Milão, os surdos que buscavam educação eram obrigados a aprenderem de forma oral e se tentassem se comunicar de forma gestual eram castigados e muitas vezes tinham suas mãos amarradas para não fazerem os sinais com as mesmas, por serem minorias só poderiam tentar de alguma forma manter sua língua primaria ativa e assim manter sua cultura viva. Em agosto de 1991 na Hungria foi aprovado que todos têm direito de aprender e falar qualquer língua e por direito todos tem que respeitar a opção que qualquer indivíduo escolher, inclusive instituições públicas e privadas, e cabe ao Estado providenciar educação para todos a partir da Constituição Federal de 1988. METODOLOGIA Trata-se de uma pesquisa descritiva de caráter exploratório realizada através de estudos bibliográficos. Os dados foram coletados no período de 15/10/2019 a 08/11/2019. Os métodos utilizados na presente pesquisa são estudos bibliográficos que visam esclarecer quais as dificuldades enfrentadas pelos surdos frente a comunidade ouvinte e quais os problemas encarados para ter uma educação de qualidade. O estudo consistiu na leitura de artigos publicados em anais, revistas e grandes eventos viando a coleta de dados que possam respaldar a pesquisar com dados legítimos e traga clareza para o estudo. Houve também a leitura de livros e de sites que apresentavam dados relevantes. Os dados da presente pesquisa foram coletados e analisados seguindo as normas previstas da Agência Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). RESULTADOS E DISCUSSÕES Espera-se com o presente estudo trazer uma visão diferente para com a comunidade surda, entendendo seus direitos e respeitando seus valores, suas crenças e sua cultura, pois, os mesmos merecem a mesma qualidade de vida e os mesmos direitos frente a sociedade. Pretende-se com a pesquisa proporcionar a criação de condições de tratamento igualitário para todos, e tais condições começam desde os primeiros anos de vida de qualquer pessoa surda, iniciando na educação básica e indo até os níveis superiores, visto que uma vez a educação garantida pela CF de 1988 cabe ao Estado disponibilizar pessoas capazes de ministrar aulas em libras e garantir a comunidade é o que é deles por direito. Espera-se esclarecer para a comunidade ouvinte as dificuldades enfrentadas pelos surdos e quais os impactos que isso causa na vida deles, buscando maneiras de garantir o acesso dos surdos em qualquer ambiente principalmente nas instituições de ensino, buscando maneiras de propiciar um ensino de verdade aos surdos e não apenas um ensino de faz de conta como nos ensina FELIPE (1997). A educação de surdos, na maioria das escolas, tem sido um mundo de faz-de-conta: o professor tem fingido que ensina, o aluno tem fingido que aprende e, no final, muda-se de série. Esta prática, infelizmente, também tem sido aplicado a crianças ouvintes e o resultado tem sido adultos semi-alfabetizados. As dificuldades enfrentadas pela comunidade surda atualmente tangem principalmente ao descumprimento de seus direitos perante a lei vigente, visto que uma das leis previstas na Constituição Federal de 1988 em seu artigo 205 que assegura a educação como um direito de todos e dever do estado e da família, mas o que percebe-se é que há um grande problema quando se analisa os dados de escolas públicas que não tem interpretes para auxiliar o professor em sala de aula e o professor também não está preparado para atender aos alunos surdos. Assim os educadores de mãos atadas tentam ensinar as pessoas surdas através de métodos orais o quais não são eficazes, pois, o surdo por direito deve ter uma educação em sua língua materna é a Libras, como nos ensina FELIPE (1997). Se já está comprovado que a língua que uma criança surda adquire naturalmente é uma língua de sinais, por que a sociedade, através das instituições de ensino, insisti em ensinar e passar todos os conhecimentos científicos e sócio-culturais somente através de uma língua oral-auditiva que é aprendida de modo artificial e na maioria dos casos insatisfatoriamente? Por que negar às crianças surdas o direito que toda pessoa têm de aprender uma ou várias línguas? A autora defende que os surdos devem ter acesso a uma educação que contemple sua língua primaria, em vez de tentar lhes educar através da língua oral, e essa visão que a educação deve ser por maio do oralismo está enraizada na sociedade e não apenas nas instituições. Segundo o site EXAME, (2019) “existe cerca de 10 milhões de pessoas com algum grau de deficiência auditiva no Brasil, destas, cerca de 800 mil com 17 anos ou menos”, ou seja pessoas que estão ou poderiam estar estudando em alguma instituição pública, até o ano de 2009 só adquiriram o certificado de proficiência em tradução e interpretação em libras apenas 5.128 pessoas, mesmo os dados sendo de 10 anos atrás pode-se perceber uma imensa minoria quando compara-se com a real necessidade tanto em instituições públicas como em meio a sociedade. Os surdos enfrentam dificuldades não apenas nas instituições de ensino ao tentar uma educação de qualidade, os mesmos encaram problemas em meio a sociedade que ainda por virtude de preconceitos não tem uma visão que todos são iguais e ao vê-los assim imagina-os como pessoas inferiores, mas a comunidade surda tem os mesmos direitos que a ouvinte e mais, eles têm sua própria cultura e ao lutarem por seus direitos estão lutando para manter sua cultura viva. Como cita FELIPE, (1997), apud PADDEN, (1989). A cultura da pessoa Surda é mais fechada do que a comunidade Surda. Membros de uma cultura Surda comportam como as pessoas Surdas, usam a língua das pessoas Surdas e compartilham entre si das crenças das pessoas Surdas e com outras pessoas que não são Surdas. Percebe-se que a cultura surda é composta não só por pessoas surdas, mas que as pessoas que a compõem tem que se comportar como pessoas surdas e compartilhar entre si seus costumes, suas crenças e seus valores. Então as propostas de educação dos surdos devem levar em conta a comunidade surda e o que ela defende. CONCLUSÃO Conclui-se após a análise dos dados que os surdos mesmo com seus direitos assegurados por leis ainda são vistos como pessoas inferiores, menos capazes e que são deixadas de lado quando se trata de proporcionar uma educação de qualidade, visto que muitas escolas não estão preparadas para recebe-los e lhes proporcionar um ensino digno. Percebe-se que um dos principais pontos que devem mudar na atual sociedade é a educação para surdos, que em tentativas falhas buscam educar os surdos através da oralidade e esse não é o método correto, muitas vezes por falta de interpretes ou professores capacitados, assim os surdos ou desistem de estudar ou são empurrados ano a ano até concluírem o segundo grau, mas sem nenhum conhecimento do que viu por anos por falta de uma educação correta. Pode-se concluir que a sociedade não está preparada e enfrenta dificuldades para se comunicar com a comunidade surda, visto que é um assunto que merece mais foco quanto a sua divulgação, a comunidade ouvinte deve buscar meios de incluir os surdos garantindo seu direito de ir e vir, muito se fala em pessoas com deficiência física e esquecem-se dos surdos, que assim como todos merecem acesso e dignidade igual. PALAVRAS-CHAVE: Surdo. Educação para surdos. Comunidade Surda. REFERENCIAS FELIPE, Tanya. Escola Inclusiva e os direitos lingüísticos dos surdos. 7 ed, Rio de Janeiro: Revista Espaço. 1997. BRASIL. Lei Federal nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Língua Brasileira de Sinais –Libras, 2002. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/2002/L10.436.htm>. Acesso em: 22 de set. 2019. BRASIL. Presidência da República. Decreto nº 5.626, Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – Libras e dá outras providências. Brasília/DF, Diário Oficial da União, de 22 de Dezembro de 2005. EXAME. Comissão de Educação aprova proposta do ensino de Libras obrigatório nas escolas públicas brasileiras. São Paulo, BRA. Disponível em: https://exame.abril.com.br/negocios/dino/comissao-de-educacao-aprova-proposta-do-ensino-de-libras-obrigatorio-nas-escolas-publicas-brasileiras/. Acesso em: 23 set. 2019. PADDEN, Karol & HUMPHRIES, Ton. Dears in américa. Cambridge. Harwad. Harwad University Press, 1989. Acesso em: 24 set. 2019.
Palavras-chave: Surdo, Educação para Surdos, Comunidade Surda
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Desenvolvimento Cognitivo,Equilibração,Educação Matemática
Oral
Abrir o trabalhoEDUCAÇÃO INCLUSIVA ATRAVÉS DO USO DE JOGOS MATEMÁTICOS: O DOMINÓ DAS SOMAS PARA DEFICIENTES VISUAIS
DAIANE ALENCAR LIMA; CARLA GABRIELA VELOSO DA SILVA; DANIELLY GEISSY DA SILVA; MATEUS GOMES DOS SANTOS; SAMYA DE OLIVEIRA LIMA
EDUCAÇÃO INCLUSIVA ATRAVÉS DO USO DE JOGOS ADAPTADOS: O DOMINÓ DAS SOMAS PARA DEFICIENTES VISUAIS. Carla Gabriela Veloso da Silva Daiane Alencar Lima Danielly Geissy da Silva Mateus Gomes dos Santos Samya de Oliveira Lima INTRODUÇÃO A Educação Inclusiva nem sempre foi prioridade em nosso país, e a trajetória da pessoa com deficiência é marcada pelo abandono, preconceitos e exclusões das maneiras mais diversas e cruéis (CAMPOS, 2015, p. 14). No ano de 1726 foram criadas as rodas de expostos e mães que não podiam ou não queriam cuidar de seus filhos os deixam em abrigos religiosos para então serem cuidadas. Boa parte das crianças abandonadas possuíam algum tipo de deficiência, ficando a mercê dos julgamentos e preconceitos da própria sociedade. Se não havia interesse por parte da sociedade em reconhecer essas pessoas como cidadãos, por qual motivo a educação para eles seria prioridade? No Brasil, segundo Mazzotta (2011) somente a partir do século XVIII foram tomadas as primeiras iniciativas oficiais e particulares isoladas direcionadas ao atendimento para pessoas com deficiência. Dom Pedro II, por meio do Decreto Imperial nº 1.428 de 1854, criou o Imperial Instituto dos Meninos Cegos, e em 1857 apoiando as iniciativas do professor HernestHuet, fundou o Imperial Instituto dos Surdos Mudos, que atendia indivíduos de todas as partes do país (CAMPOS, 2015, p. 15). A criação desses institutos foi considerada um marco para o atendimento de pessoas com deficiência, pois abriu espaço para o entendimento e conscientização da importância da educação para estes indivíduos (CAMPOS, 2015, 15).De acordo com Mendes (2006), estes institutos não comportavam atender seu público com os cuidados necessários e a educação destes não poderia ser garantida de forma satisfatória. Diante dessas dificuldades, já no século XIX, foram criadas as primeiras classes especiais em escolas regulares do país, onde os alunos com mais dificuldades no aprendizado eram direcionados. Em 1961, surge a Lei nº 4.024 de 1961 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBN) que viria por garantir o direito à educação em escolas regulares para as crianças portadoras de alguma deficiência ou superdotadas. Na década de 1970, com o aumento das discussões sobre o tema, viu-se a necessidade de integrar e inserir socialmente esses indivíduos em ambientes escolares. Garcia (2013) ressalta que as mudanças estruturais e conceituais sobre a educação especial durante esse período contribuíram para o processo de conscientização da população sobre o respeito às diferenças e a necessidade expressiva da inclusão dos portadores de necessidades educativas especiais no ensino regular. De acordo com a Constituição Federal de 1988 (BRASIL, 1988) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN), a Lei nº 9.394/94 estabelece que a educação é direito de todos e que as pessoas com necessidades educacionais especiais devem ter atendimento educacional oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para todos os alunos com NEE (CAMPOS, 2015, p. 17). Conforme o descrito na Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (BRASIL, 2008, p. 14) objetiva-se com a educação inclusiva assegurar a integração escolar dos alunos portadores de deficiências, altas habilidades/superdotação e transtornos globais na rede regular de ensino, através do atendimento especializado, participação ativa da comunidade escolar, além do investimento na rede física e na capacitação de professores para atender tais necessidades. Os debates sobre o tema se tornam cada vez mais recorrentes e ganham espaço no cenário educacional. A escola, nesse sentido, possui um papel fundamental, pois ela deve buscar promover e exercer o direito à educação em sua plenitude para alunos com ou sem deficiência, a fim de aprimorar suas práticas educativas e aprender com as diferenças (MANTOAN, 2007, p. 45). A inclusão dos alunos com deficiência em sala de aula ainda encontra muitas barreiras para se efetivar. É necessário que aja a esforço conjunto entre os gestores da escola e do próprio corpo docente e discente para que ela ocorra. Saber trabalhar de forma indisciplinar pode ajudar nesse sentido. Como é o caso do uso de jogos nas mais diversas disciplinas. Ribeiro (2009, p. 19) ressalta que, “a inserção dos jogos no contexto escolar aparece como uma possibilidade altamente significativa no processo de ensino aprendizagem, por meio da qual, ao mesmo tempo em que se aplica a ideia de aprender brincando, gerando interesse e prazer”. Sarmento e Alves (2017, p. 01) nos ajudam a refletir sobre a abrangência dos jogos matemáticos em práticas pedagógicas para alunos com deficiências visuais, pois esse tipo de inclusão internaliza tais conceitos através de outros sentidos, como o tato, possibilitando e motivando estes alunos participem, aprendam os conteúdos e estimulem os demais alunos não deficientes à participarem desse tipo de atividade dando-lhes outras perspectivas em relação à inclusão. Propomos trabalhar na confecção de um jogo adaptado para pessoas com deficiência visual. O jogo é denominado “Dominó Adaptado para Deficientes Visuais”. No intuito de despertar a curiosidade das demais pessoas pelo jogo inclusivo. No entanto, o objetivo deste trabalho é a inclusão de pessoas com deficiência visual através do uso de jogos matemáticos, no intuito de superar suas limitações diante a disciplina. METODOLOGIA O trabalho foi desenvolvido em três momentos. Primeiro, foi realizada uma pesquisa na internet sobre o dominó, onde foram encontradas diversas variações do mesmo e optamos por trabalhar com o dominó das somas. E, posteriormente, foram comprados os materiais para a confecção dele (madeira, E.V.A., estraços, cola e tinta). REGRAS DO JOGO: 1 – 02 (dois) jogadores; 2 – 14 (quatorze peças); 3 – Fez-se a utilização de vendas para tapar a visão dos jogadores; 4 – Inicia o jogo o jogador que estiver com a peça de número (01), caso nenhum deles possua a peça em mãos, o jogador que possuir a peça com menor número inicia; 5 – Deverão através do toque reconhecer as peças e somá-las; 6 – Vence o jogador que utilizar todas suas peças primeiro. O jogo foi testado pela primeira vez no minicurso “Trabalhando Jogos Matemáticos adaptado para ensino e aprendizagem de alunos com deficiência visual”, ofertado na XXII Semana de Iniciação Científica da URCA, e posteriormente o em praças públicas das cidades de Campos Sales e Salitre, durante a V Feira de Jogos Matemáticos da UDCS (Unidade Descentralizada de Campos Sales), possibilitando o envolvimento e a participação dos moradores de diversas faixas etárias nas respectivas cidades. RESULTADOS E DISCURSÕES Durante a aplicação das atividades no minicurso, os participantes apresentaram dificuldades ao iniciar o jogo, alegando que era muito difícil manuseá-lo estando vendados, reconhecer os números e realizar as somas simultaneamente. Porém, ao mesmo tempo que alegavam tais dificuldades, ressaltaram que jogá-lo dessa forma se tornava interessante, por ser desafiador e diferente dos jogos convencionais. Na aplicação dos jogos em praças públicas nas cidades de Campos Sales e Salitre, os principais participantes foram os próprios discentes do Curso de Matemática, bem como, crianças, jovens e adultos, que ressaltaram ao jogar o quão interessante o jogo era. Em ambos ambientes houve uma boa receptividade. CONCLUSÕES Trabalhar com alunos deficientes ainda é um grande desafio. Apesar de todas as leis que asseguram o direito à educação, faltam investimentos em diversos âmbitos para que isso realmente ocorra. A carência de materiais escolares para aulas diferenciadas, a falta de capacitações de professores e até mesmo o não interesse da comunidade em trabalhar com a inclusão podem desestimular o seu progresso. A partir das reflexões sobre a aplicação do jogo de dominó adaptado, podemos constatar que pequenas ações como estas servem como formas simples e possíveis de inclusão. Debates, rodas de conversa, palestras e formações sobre Educação Inclusiva podem auxiliar no melhor entendimento sobre o assunto e direcionar ações educativas produtivas. PALAVRAS-CHAVE: Inclusão. Jogos Matemáticos. Deficiência Visual. REFERÊNCIAS BRASIL, Assembleia Nacional Constituinte. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal/Secretaria Especial de Editoração e Publicações, 1988. BRASIL, Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Programa educação inclusiva: direito à diversidade, 2003. CAMPOS, L. S. C. INCLUSÃO ESCOLAR: Realidade e possibilidades. Universidade de Brasília – UnB, 2015. GARCIA, R. M. C. Política de educação especial na perspectiva inclusiva e a formação docente no Brasil. Revista Brasileira de Educação, v. 18, n. 52, p. 101-119, 2013. MANTOAN, M. T. E. Educação inclusiva: orientações pedagógicas. In: FÁVERO, E. A. G.; PANTOJA, L.; MANTOAN, M. T. E. Atendimento educacional especializado: Aspectos legais e orientações pedagógicas. São Paulo: MEC/SEESP, 2007. p. 45-60. MAZZOTA, & S. M. Z. L. Educação Especial no Brasil: histórias e políticas públicas. 6ª ed. São Paulo: Cortez, 2011. MENDES, E. G. A radicalização do debate sobre inclusão escolar no Brasil. Revista Brasileira de Educação,Rio de Janeiro, v. 11, n. 33, p.387-405, set/dez. 2006. RIBEIRO, F. D. Jogos e Modelagem na Educação Matemática. 1. Ed. São Paulo: Saraiva, 2009. SARMENTO, C. V. S.; ALVES, R. O. Os jogos matemáticos no processo de ensino e aprendizagem de alunos deficientes visuais, um estado da arte. Revista Científica Semana Acadêmica, v. 01, p. 20170206.005809-20, 2017. STAINBACK, W. Inclusão: um guia para educadores – Porto Alegre: Artimed, 1999.
Palavras-chave: INCLUSÃO, JOGOS MATEMÁTICOS, DEFICIÊNCIA VISUAL
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Educação Matemática Inclusiva: reflexões e ações
SAMYA DE OLIVEIRA LIMA; Davi Alves Pereira; Vanusa Costa dos Santos Lima
EDUCAÇÃO MATEMÁTICA INCLUSIVA: reflexões e ações Samya de Oliveira Lima Davi Alves Pereira Vanusa Costa dos Santos Lima INTRODUÇÃO O referido tema tem sido objeto de estudo de pesquisas acadêmicas e ações de políticas públicas de autoridades governamentais. As mudanças na nova lei das diretrizes básicas da educação nacional, especificaram quem seria o público-alvo para um processo inclusivo (educandos portadores de deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e aqueles que demonstrem super dotação ou altas habilidades). A educação matemática apresenta-se como uma ferramenta importantíssima para que haja uma perfeita convergência entre essa disciplina e alunos portadores de algum tipo de deficiência. Sabe-se que mesmo educandos que apresentam algumas limitações, têm o potencial de desenvolver outras habilidades, as quais poderão ser imprescindíveis para o desenvolvimento do aprendizado de ciências exatas como a Matemática ou mesmo outras. Como mediador de todo esse processo, o professor desempenha vários papéis em busca da realidade da prática inclusiva. Deixando de lado velhos preconceitos construídos sobre suportes discriminatórios, deve revestir-se de uma nova postura pedagógica e filosófica como diferencial para a construção de saberes, procurando entender as necessidades dos educandos, auxiliá-los diante de suas dificuldades e contribuir para seu desenvolvimento cognitivo e social. O direito à educação ficou firmemente estabelecido com sanção da Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996, regulando as diretrizes e bases da educação nacional. A legislação esclarece como deve ser estruturada a Educação em nosso país, os diversos níveis com suas características específicas, entre outros assuntos. Lá no seu artigo 58, ela trata sobre a Educação Especial declarando que essa modalidade deverá ser ofertada através da rede regular de ensino, aos educandos portadores de necessidades especiais. No entanto, no ano de 2013, o texto legal passou por alterações nesse capítulo em particular, através da promulgação da Lei nº 12.796/2013 (BRASIL, 2013). Documentos internacionais como a Convenção da Guatemala e a Declaração de Salamanca também asseguram que indivíduos portadores de algum tipo de deficiência devem ser tratados com dignidade, tendo seus direitos humanos e todas as suas garantias de liberdades fundamentais respeitados, devendo ter acesso à escolar regular, de forma igualitária, caracterizando como ato discriminatório qualquer comportamento ou atitude que venha impedir ou embaraçar a inclusão dessas pessoas dentro do quadro social vigente, tolhendo-as no exercício da cidadania. Penteado (2018), observa-se que todas as crianças se enriquecem por terem a oportunidade de aprender umas com as outras, desenvolvem-se para cuidar umas das outras e conquistam as atitudes, as habilidades e os valores necessários para nossas comunidades apoiarem a inclusão de todos os cidadãos. Sendo a escola um espaço reservado a todos, o tema educação inclusiva significa permitir o acesso dentro de um mesmo contexto escolar de educandos que apresentam deficiências, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades, conforme as mudanças trazidas pela Lei nº 12.796/2013. Nesse cenário, os Parâmetros Curriculares Nacionais também ressaltam a utilização da Matemática como filtro social e a falsa concepção de que ela é direcionada para as pessoas mais talentosas e/ou que somente é produzida por grupos sociais “desenvolvidas”. E como podemos observar, fica patente que, para elaboração de práticas inclusivas que deem conta de lidar com as diferenças na sala de aula, o professor se vê obrigado a transcender às práticas tradicionais há muito obsoletas, de fomentar as mudanças necessárias para uma educação inclusiva teórica, prática e significativa. Portanto o presente trabalho justifica -se na necessidade de dialogarmos com meus pares sobre uma temática tão importante como a Inclusão em aulas de Matemática. Neste sentido, é pertinente, no momento, informar ao leitor que minha lida com as questões que permeiam a Educação Matemática Inclusiva não é recente. Vêm da minha atuação na Educação Básica, cujo chão desse cenário é constituído, também, pelas inquietações que emergiram de minha experiência de sala de aula como Professora de Matemática. O objetivo geral desse trabalho é provocar reflexões sobre a Educação Matemática Inclusiva, apontando suas fragilidades, os avanços conseguidos, a atual situação em que se encontra, as perspectivas futuras e as produções realizadas nesse contexto, assim difundindo em um grupo de estudo. EDUCAÇÃO MATEMÁTICA INCLUSIVA A Educação Matemática pode ser considerada, segundo D’ Ambrosio (2000), uma subárea da educação e também da Matemática. Estuda o desenvolvimento de técnicas e métodos e tenta descobrir alternativas metodológicas para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem. A Educação Matemática pode ser entendida como um meio em que a educação se efetiva via matemática e tem por objetivo a formação do cidadão em que o conhecimento matemático é componente fundamental. Acredita-se que a matemática é um dos meios para assegurar as pessoas (alunos), incluindo as pessoas com necessidades especiais, o direito à cidadania. A escola é um meio para efetivação da cidadania, e educadores matemáticos têm procurado desenvolver trabalhos e métodos com alunos que têm dificuldade de aprendizagem, bem como maneiras de favorecer o reconhecimento e a aplicação de leis que garantam a participação social para essas pessoas. Para uma educação inclusiva, os professores precisam elaborar formas de lidar com essas diferenças. É necessário respeitar, compreender e valorizar os diferentes saberes, o resgate dos conhecimentos trazidos à escola pelos alunos, bem como seu contexto, é importante para a construção de práticas inclusivas. Neste sentido, as Tendências como Modelagem em Educação Matemática, as Tecnologias Digitais, os Jogos Matemáticos podem oferecer uma importante contribuição, pois são potentes para inclusão. Diante do exposto, podemos ratificar com prioridade que, a Educação Matemática na perspectiva inclusiva está direcionada a viabilizar o ensino e a aprendizagem para diversas necessidades reais de cada estudante e dinamizando uma prática pedagógica que atenda a diversidade humana assim como ela é. A Educação Matemática na perspectiva inclusiva na atual conjuntura do nosso sistema educacional brasileiro nos possibilita entendermos as salas de aula como comunidades de aprendizes, as quais se constituem por meio de três aspectos: (1) foco na aprendizagem intencional, (2) alunos aprendendo uns com os outros e ajudando uns aos outros e (3) alunos motivados a aprenderem consigo mesmos, fazendo escolhas e sendo responsáveis. Dos três aspectos, destacamos o (2), que consideramos ser essencial para que a educação matemática na perspectiva inclusiva se consolide na atual conjuntura educacional do nosso país, tendo em vista a diversidade facilmente observada entre os estudantes. Manifesta-se aqui, que promover uma comunidade de aprendizes significa favorecer um envolvimento com a matemática que seja autêntico e que permita emergir novas ideias, o que é potencializado em ambiente heterogêneos (PACHECO, 2010). A proposta não é uma tarefa fácil, mas possível a partir do momento que deixarmos de assumir um campo de “normalidade” e o substituirmos por outro, o da diversidade humana, em que a educação matemática será de fato inclusiva. METODOLOGIA Trata-se de um trabalho de cunho bibliográfico. Onde inicialmente, recorremos a fontes bibliográficas relativas ao objeto de estudo. Cada fonte (livro, artigo, periódico, dissertação, tese etc.) contribuiu para facilitar e subsidiar o estudo a partir dessas primeiras leituras, a fim de hierarquizar as ideias que destacamos dentro do próprio texto. RESULTADOS Destacamos que as leituras e as discussões utilizadas na construção deste texto, nos proporcionaram refletir sobre o enorme desafio que está posto, assim como, de fonte reflexiva para a construção de uma Educação Matemática ainda mais humanizada, inserida no contexto da inclusão, uma vez que percebemos tão importante dialogar sobre o tema em destaque, que finalizamos esse resultado com um grupo de estudos. CONCLUSÃO A educação inclusiva, como processo, está em constante construção e é necessário que cada vez mais se tenha discussões, pesquisas, grupos de estudo em todas as áreas, contribuindo para isso. Entendemos que a Educação Matemática dispõe de um grande potencial para corroborar com esta importante missão. Palavras – chave: educação matemática, ensino, inclusão. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais. Brasília: MEC/SEF, 1998. BRASIL. Lei nº 12.976, de 04 de abril de 2013. Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2013/lei/l12796.htm Acesso em 17 set. 2016. D’AMBRÓSIO, Ubiratan. Educação Matemática: da teoria à prática. 7ª ed. São Paulo: Papirus, 2000. PACHECO, Edilson Roberto. Educação Matemática: reflexões e ações. 1ª ed. Curitiba: Editora CRV, 2010. PENTEADO, Miriam Godoy. Educação Matemática Inclusiva: estudos e percepções. 1ª ed. Editora: Mercado de Letras, 2018.
Palavras-chave: educação matemática,ensino, inclusão.
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JOGOS MATEMÁTICOS ADAPTADOS PARA O ENSINO REGULAR E INCLUSIVO
MARIA LAYSE PEREIRA DE SOUZA; Antonia Lauana de Lima Alencar; Verônica Nogueira do Nascimento
A seguinte pesquisa se justifica por meio do aprimoramento e do desenvolvimento de jogos matemáticos que envolvam tanto os alunos regulares como os alunos com deficiência no mesmo ensino de conteúdo, provocando a interação como uma equipe sem que haja receios e preconceitos, mas que possam aprender as operações matemáticas e desenvolver a relação em grupos, e a socialização de ambos, desenvolvendo no aluno não deficiente a aceitação das diferenças, e no aluno deficiente a inclusão, e seu desenvolvimento psicossocial. Sendo a mesma uma pesquisa de campo, quantitativa, descritiva, que é realizada em uma instituição pública de ensino fundamental, localizada no município de Campos Sales-CE, onde foram aplicados questionários aos professores da instituição. Esta pesquisa contribui tanto no meio educativo como no meio social, conscientizando os docentes a criarem novas estratégias de ensino que envolva todos os alunos, despertando em ambos envolvidos a comunhão e a socialização, permitindo-se fazer a diferença na prática docente.
Palavras-chave: Educação,deficiência,inclusão,socialização,jogos
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JOGOS: UMA FERRAMENTA DE ENSINO APRENDIZAGEM SOBRE A TABUADA
EMANOELA DE SOUZA RIBEIRO; CICERO JEFFERSON MOURA BATISTA; THALYA DA SILVA; IARLA ANTUNES DE MATOS ARRAIS; VERÔNICA NOGUEIRA DO NASCIMENTO
O referido trabalho irá tratar da contribuição da ludicidade na disciplina de matemática no ensino da tabuada, visando o processo na construção da aprendizagem sobre as quatro operações. Essas operações são de suma importância para poder resolver e compreender as resoluções de problemas matemáticos.Esse estudo aborda as dificuldades dos alunos diante das operações, esse é um dos obstáculos que o professor encontra em sala de aula onde os mesmos não conseguem aprender como ocorre principalmente na multiplicação e divisão. Com base nisso surgiu à pesquisa sobre o interesse do ensino da tabuada. A pesquisa irá contribuir na formação tanto pessoal como profissional no processo de aprendizagem tanto para o educador como para os educandos, os jogos matemáticos dentro do ensino da tabuada na sociedade vão buscar a curiosidade das pessoas para participar desses jogos motivando os mesmos na construção de conhecimento e aprendendo de uma forma dinâmica. Tem como objetivo apresentar a influência dos jogos matemáticos no processo de ensino aprendizagem da tabuada, especificativamente analisar a contribuição do lúdico no processo de ensino-aprendizagem; Refletir sobre a prática pedagógica construtivista; Ressaltar a importância de ensinar a tabuada através de jogo. A pesquisa foi realizada em uma escola pública de ensino fundamental, localizada no distrito Lagoa dos Crioulos, município de Salitre – CE, portanto, foi analisado os dados coletados na pesquisa, a partir das questões propostas em um questionário em que aborda questões sobre o lúdico no ensino da matemática/tabuada, visando alcançar o objetivo que é comprovar a importância é a presença do lúdico no ensino da tabuada.Portanto com base no estudo realizado e aplicação dos questionários podemos concluir que a relevância do lúdico na sala de aula é de grande importância visto que desde o nascimento somos estimulados a aprender brincando, através de jogos e brincadeiras que se pode desenvolver o raciocínio, cognição e interação social. Os benefícios ao introduzir essa ferramenta que é o lúdico no ambiente escolar são diversos, pois atuam como um apoio para o professor ensinar de forma inovadora e diversificada diminuindo assim chances do fracasso escolar, pois ao usar jogos pedagógicos, o aluno vai ter um interesse a mais para aprender sendo estimulado com desafios que vão sempre motivando a buscar conhecimento.
Palavras-chave: Jogos,Lúdico,educação matemática
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Abrir o trabalhoMINICURSO: TEOREMA DE TALES E TRIÂNGULOS: estratégias para motivar a aprendizagem dos estudantes do Ensino Médio
ANTONIA ERINEIDE CAVALCANTE ; JOSÉ DENILSON DE ALENCAR; FRANCISCO RONALD FEITOSA MORAES
Este trabalho enfoca a arte de motivar os estudantes do ensino médio para a matemática, propiciando uma melhor maneira de apresentar os conteúdos do currículo de Ensino Médio, especificamente o Teorema de Tales e algumas definições de triângulos, à primeira vista aos estudantes inseridos nessa modalidade de Ensino. Para isso, houve pesquisa e dedicação quanto à busca de diferentes estratégias, com o intuito de consolidar o posicionamento de que é indispensável a abordagem de uma matemática atraente e associada à realidade social, cultural e econômica de cada estudante. Nesse sentido, buscamos a valorização do conhecimento prévio dos estudantes, e logo então, introduzir novas possibilidades de apresentação dos conteúdos. Utilizamos como referencial teórico: Posamentier e Stephen, os quais propõem nove atividades motivadoras para o inicio das aulas, atividades interligadas aos conteúdos ensinados durante os três anos Ensino Médio. Dessa forma, este trabalho propõe um papel importantíssimo para prática docente, por apresentar diferentes tipos de motivadores, e para os estudantes uma forma de perceber a matemática atraente, com significado e eficácia.
Palavras-chave: Motivação,Ensino de Matemática, Aprendizagem da Matemática,Teorema de Tales,Triângulos
Oral
O BEHAVIORISMO E O TRADICIONALISMO: uma análise realizada com os professores de matemática do ensino médio em Araripe-CE
OSMAR BERNARDES DA SILVA; IARLA ANTUNES DE MATOS ARRAIS; ANTONIA NARA DE ALENCAR; FRANCISCA FERREIRA AGOSTINHO; SAMYA DE OLIVEIRA LIMA
É muito comum falarmos sobre as metodologias de ensino que são utilizadas por os docentes em suas respectivas aulas. Quando nos referimos ao ensino tradicionalista é sempre de forma negativa, querendo abolir o mesmo da educação de forma geral. Mediante a isso surgiu a problemática desta pesquisa, na necessidade de refletirmos os pontos positivos e negativos do ensino tradicionalista, e a frequência que esse método é utilizado nas salas de aulas. Levando em consideração a teoria de Skinner e a relação com o tradicionalismo na sala de aula podemos notar diversas semelhanças, como a aprendizagem por meio da repetição, outro fator comum é o incentivo e a punição por exemplo se o estudante se esforça passa de ano, caso contrário é reprovado. Na realidade escolar os alunos só se interessam por determinado conteúdo ou matéria quando são estimulados a isto, o estimulo pode variar entre o incentivo interno ou externo.O presente trabalho se justifica na necessidade de percebemos a realidade das escolas que nos cercam, como também analisarmos os professores que lecionam a disciplina de matemática, e se são tradicionalistas, como examinar se esse método está sendo eficaz. O objetivo geral deste trabalho é realizar uma análise onde perceba se os professores do ensino médio da cidade de Araripe, localizada no Ceará, utilizam uma metodologia tradicional. Especificamente notarmos como é o desempenho dos docentes que ensinam por repetição, e por fim apresentarmos as vantagens e desvantagens do ensino e aprendizagem. Trata-se de um trabalho de cunho qualitativo realizada na Escola de Ensino Fundamental e Médio Dona Carlota Távora e Escola Estadual de Ensino Profissional Valter Nunes de Alencar, na cidade de Araripe (CE). Onde foi aplicado questionários com discentes da disciplina de matemática, com intuito de conhecer a realidade do município em relação ao ensino tradicionalista. Muitas vezes vemos muitos criticando a forma de ensino A ou B, quantas e quantas vezes querem responsabilizar as formas de ensino e até mesmo o professor pelo resultado de aprendizagem do aluno, sendo que na verdade muitos dos desempenhos negativos de alguns estudantes são frutos de um sistema educacional corrupto e imoral que não visa o aprendizado e sim bons resultados em avaliações externas sem se importar q seja por meios fraudulentos. Este trabalho reforçou a visão de que o ensino tradicional não é o monstro da educação como muitos dizem, e sim que aplicado da forma devida poderemos obter bons resultados no desempenho dos educandos. Esta é a forma mais eficiente para quem realmente quer estudar, não apenas decorando, mas vendo o emprego daquele conteúdo e suas múltiplas formas de aplicação, para se obter os melhores resultados na vida estudantil.
Palavras-chave: Ensino Tradicional, Behaviorismo,ensino médio
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O ENSINO APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA)
SAMUEL ADÃO DE ALMEIDA BATISTA ; Francisco Lucas Nicolau da Silva; Veronica Nogueira do Nascimento
O ENSINO APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) Samuel Adão de Almeida Batista Francisco Lucas Nicolau da Silva Veronica Nogueira do Nascimento INTRODUÇÃO A Eja (Educação de jovens e adultos) e uma modalidade de ensino destinada a jovens e adultos que não deram continuidade em seus estudos. São pessoas que deixaram de estudar para trabalhar ou então não tiveram oportunidade para estudar. E com a Eja esperam ingressar no mercado de trabalho, visando a sua qualificação e buscando sua melhoria de vida. Para o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, o Brasil está entre os 10 Países com o maior número de adultos analfabetos do mundo com 11,8 milhões de pessoas nessa situação (IBGE,2018). A desmotivação das famílias, baixa autoestima dos alunos, falta de perspectiva de vida, e a distância da escola, estes são os fatores causadores da evasão escolar do Eja. A abordagem dos métodos deve ser desenvolvida com os critérios utilizados para se trabalhar com adultos em vez de crianças, um aluno com idade de 30 anos por exemplo retornando os anos escolares correspondente ao 3 ano do ensino fundamental, não iria se interessar por uma atividade caracterizada infantil, então as atividades devem ser pensadas para adultos. O professor é um agente importante na Eja, porque o educador proporciona oportunidades para a construção do conhecimento do educando por meio de percepções e compreensões do País e do mundo, ou seja, um conhecimento em que os alunos utilizem no seu cotidiano. Desse modo, o professor da Eja é um mediador do conhecimento, e precisa saber que, não deve focar no ensino tradicional, mas sim o ensino construtivista. O presente estudo se justifica pela Eja ser um centro de ensino que atua na formação de jovens e adultos que não tiveram oportunidade de estudo na idade apropriada, também o baixo investimento e infraestrutura na educação, explica a alta taxa de analfabetismo no país. Nas décadas passadas as famílias não tinham muitas rendas, por isso as crianças tinham que trabalhar na hora de estudar. Isso continua até os dias atuais. Para Celia Cordeiro da Costa, diretora regional no sindicato dos profissionais (Sinpeem) “Na zona rural do Norte, Nordeste e Centro Oeste há muito trabalho infantil que afasta as crianças da escola, além de haver localidades onde não há ensino básico. O êxodo rural ainda acontece” (COSTA, 2018). A grande dificuldade em aprender matemática, enfrentada pelos jovens e adultos da Eja, acaba influenciando no processo de abandono escolar e, nesse aspecto, tornando a educação de jovens e adultos uma modalidade de educação excluída. É preocupante para o educando de matemática, o quanto e difícil compreender e acompanhando o desenvolvimento dos conteúdos matemáticos que estão sendo passados. O presente estudo busca investigar como ocorre o ensino aprendizagem da matemática no programa Educação de Jovens e Adultos (EJA). É importante ressaltar que desde 1988 a educação está assegurada pela Constituição Federal, em seu art. 6º, como direto social e em seu art. 205, como sendo um direito de todos e dever do estado. A educação de Jovens e Adultos está estabelecido no art. 37 da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) de 20 de dezembro de 1996, o artigo estabelece que deverá haver educação para aqueles que não tiveram oportunidade ou não continuaram os estudos no tempo certo (BRASIL, 1988; BRASIL, 1996). Visto o mencionado só em 2003 o programa (EJA) foi desenvolvido fazendo parte do Programa Brasil Alfabetizado que foi criado pelo Ministério da Educação (MEC). Assegurado pela lei nº 10.880/2004 fazendo parte assim das medidas de combate à pobreza e consequentemente alavancando o desenvolvimento do País (WIEHEN, 2016). Mediante o fato citado se faz necessário um estudo mais aprofundado sobre como ocorre o ensino aprendizagem da disciplina de Matemática pelos educandos já que estes trazem um saber mesmo que informal, ou seja, os mesmos têm um aprendizado com a vivência de mundo como cita Paulo Freire em seu livro Pedagogia da Autonomia (FREIRE 1996) “por que não discutir com os alunos a realidade concreta e que se deva associar a disciplina cujo conteúdo se ensina”. O objetivo do presente estudo é investigar os desafios do ensino aprendizagem da matemática na escola de jovens e adultos, identificar as principais dificuldades de ensino da disciplina e analisar quais os fatores que podem facilitar o ensino da mesma. METODOLOGIA O presente estudo será uma pesquisa de campo, descritiva, de natureza qualitativa com o intuito de descrever como ocorre o ensino aprendizagem da Matemática no programa Educação de Jovens e Adultos. O estudo será realizado em uma instituição de ensino de Jovens e Adultos localizado no município de Campos Sales – CE, localizado ao Sul do Ceará na Microrregião da chapada do Araripe, distante 596,00 km da capital e com uma população de aproximadamente 27.123 habitantes. (BRASIL, Campos Sales, 2019) Os dados serão coletados durante o mês de março de 2020. Serão interrogados os educandos do EJA regularmente matriculados na instituição e que aceitarem participar voluntariamente da presente pesquisa. Também serão interrogados os educadores que se fizerem presentes no período de coleta de dados. Serão utilizados como instrumentos de coleta de dados a entrevista estruturada para os educandos e para os educadores que estiverem no local da pesquisa. RESULTADOS ESPERADOS Espera-se que os alunos jovens e adultos possam ter conhecimento de uma nova perspectiva de vida, pretendendo melhorar a sua qualificação no mercado de trabalho e até mesmo na sua vida social. Assim colocando em prática no seu cotidiano os conhecimentos adquiridos. Os educandos devem entender que a matemática e uma ferramenta construtora do conhecimento e não uma disciplina com regras e teorias que os reprovam. A escola deve trabalhar os conhecimentos de uma forma diferenciada, mais próximas da realidade dos alunos, valorizando o conhecimento que já possuem. Deve-se também aproveitar ao máximo a experiência de vida do educando e estimular ideias novas, buscando avaliar o aluno de forma coerente. Assim possibilitando igualdade e condições para estudar e construir sua aprendizagem. Há também várias dificuldades do docente em relação ao trabalho do Eja, por muitas vezes do próprio despreparo dos professores em sua formação, pois sua formação não foi de fato para a Eja mais sim para outras áreas especificas. Também influencia pela precariedade das condições de funcionamento do curso. Os docentes afirmam que é preciso ter mais subsídios para que possam acabar as dificuldades apresentadas e manter o interesse do aluno que chega cansado do trabalho ou de outras tarefas. Os educandos devem superar seus limites, pois o aprendizado pode fazer diferença na sociedade, cujo um dos maiores objetivos e a qualificação, tendo por conta sua profissionalização. CONCLUSÃO Conclui-se que os estudos realizados vêm destacar algumas ideias. A primeira refere-se a sugestão de que o Eja, entre outras coisas, Requer uma reflexão sobre o papel da escola, do professor, dos educandos de frente as suas práticas no qual a finalidade real que se pretende atingir e que o professor precisa antes de qualquer coisa entender sua tarefa social dentro da sala de aula , para poder trabalhar um modelo educacional comprometido de fato com as transformações sociais e também, é necessário a escola saber a realidade destes alunos, para que possam assumir os seus papeis. Respeitando o conhecimento que cada indivíduo traz consigo, adquirido na sua vida, por experiências. A segunda trata-se dos obstáculos encontrado pelo professor na tentativa de ofertar um ensino de qualidade, como por exemplo a falta de livros e materiais didáticos o que dificultam o plano de aula do professor. Portanto, cabe aos docentes e a escola pensar sobre esses desafios que fazem parte do curso e tentar buscar meios de contribuição na melhoria da qualidade do ensino e aprendizagem de matemática, particularmente próprio para a educação de Jovens e Adultos, EJA. PALAVRAS-CHAVE: Educação de Jovens e Adultos. EJA. Ensino de Matemática. REFERÊNCIAS BRASIL. Presidência da República. Casa Civil. Subchefia para Assuntos Jurídico. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Brasília, 1988. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/contituicao/cnstituicao.htm. Acesso em: 08 maio 2019. BRASIL. Ministério da Educação. Lei N° 9394de 20 de dezembro de 1996. Brasília, 1996. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm. Acesso em: 08 maio 2019. BARBOSA, Laura; ALVES, Larissa; DAVID, Mônica. Educação Infantil: Fundamentação e Elaboração de Instrumentos de Pesquisa. Revista Diálogo Educacional. Curitiba. v. 11, n. 32, p. 113. Jan – abr 2011. PANTOJA, Sebastiao Pantoja Vaz. A DIFICULDADE NO APRENDIZADO DE MATEMÁTICA DOS ALUNOS DA EJA DO ENSINO FUNDAMENTAL II. Macapá, 27 set. 2018. Disponível em: https://www.webartigos.com/artigos/a-dificuldade-no-aprendizadode-matematica-dos-alunos-da-eja-do-ensino-fundamental-ii/159947. Acesso em: 30 abr. 2019.
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O JOGO DE DOMINÓ ADAPTADO: FERRAMENTA DIDÁTICA PARA A INCLUSÃO DE DEFICIENTES VISUAIS.
ANTÔNIA CAMILA DOS SANTOS COSTA ; MARLA DAIANA BEZERRA LIMA; SAMYA DE OLIVEIRA LIMA
O trabalho desenvolvido tem como objetivo ressaltar a importância do processo de inclusão de pessoas com deficiência visual através do uso de jogos matemáticos adaptados. O jogo apresentado foi o "Dominó das Somas Adaptado para deficientes visuais", aplicado durante a V Feira de Jogos Matemáticos da Unidade Descentralizada da Universidade Regional do Cariri (URCA) na cidade de Campos Sales. O jogo foi confeccionado por estudantes do curso de Matemática, utilizando materiais que possibilitassem ao participante reconhecer os números nas peças do dominó através do tato, pois estes estariam vendados, simulando a condição de um deficiente visual. Possibilitando assim, uma experiência sensorial estimulante e diferente da experimentada no jogo de dominó convencional. Para melhor entendimento sobre a importância da inclusão das pessoas com necessidades especiais e dos jogos para a educação, utilizamos como base teórica trabalhos de autores como: Vygotsky (1984), Coelho (2010) e Stainback (1999).
Palavras-chave: JOGOS DIDÁTICOS,INCLUSÃO,DEFICIENTES VISUAIS
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O uso do jogo da velha adaptado para alunos deficientes visuais
RITA DE CASSIA MORAIS NEGREIROS ; Maria Frankany de Sousa Sá; Aparecida Gláucia Pereira Nonato Ribeiro; Samya de Oliveira Lima
O presente trabalho aborda sobre a importância do jogo da velha adaptado para deficiente vidual. Os jogos adaptados e bem planejados são recurso pedagógico muito eficazes para a construção do conhecimento matemático, tendo como meta desenvolver o raciocínio lógico e a criatividade destes alunos a fim de superar suas próprias limitações. É preciso que a escola disponha de recursos para o preparo de atividades adequadas a estes alunos e que os professores busquem cada vez mais se qualificarem afim de conseguirem elaborar atividades propicias que venha a suprir as necessidades de cada aluno. O jogo da velha adaptado ajuda no desenvolvimento do aluno tanto psicológico, como no aprendizado. Ensinar matemática e as demais disciplinas para alunos portadores de deficiência visual é uma missão árdua e que exige muita perseverança e força de vontade por parte do educador e de todos que fazem parte da educação. O jogo da velha, alem de ajudar na aprendizagem, chama atenção do aluno para aprender e se divertir.
Palavras-chave: jogo da velha,aluno,deficiencia visual
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Abrir o trabalhoPENTÁGONO REGULAR: UMA ABORDAGEM DIDATICA E SUA RELAÇÃO COM O PHI
FRANCISCO LUCAS NICOLAU DA SILVA ; IARLA ANTUNES DE MATOS ARRAIS; JANIELE DA SILVA SOUSA; CICEFRAN SOUZA DE CARVALHO
PENTÁGONO REGULAR: UMA ABORDAGEM DIDATICA E SUA RELAÇÃO COM O PHI Francisco Lucas Nicolau da Silva Iarla Antunes de Matos Arrais Janiele da Silva Sousa Cicefran Souza de Carvalho INTRODUÇÃO O ensino da matemática, com o passar do tempo vem sofrendo mudanças em sua forma de ser ministrada, uma vez que os educadores estão buscando novas maneiras de lecionar esta disciplina. Com a geometria como ciência não é diferente, a mesma exige formas lúdicas de ser estudada e levando em conta o contexto que os educandos estão inseridos, com isso faz-se necessário a utilização de jogos que possam auxiliar o professor em suas aulas, tornando-as mais dinâmicas. Mediante esses fatos propomos a utilização do jogo pentágono regular estrelado, como dinamizar o ensino da geometria. O estudo se justifica pela utilização de jogos e figuras em sala facilitar a aprendizagem dos educandos, ao ponto que os mesmos não estarão apenas vendo fórmulas e conteúdos como são ministradas as aulas na forma tradicional, mas sim jogando, observando e tocando o objeto de estudo. Assim o ensino da geometria a partir dos jogos é facilitado conforme nos ensina Cabral, (2006) apud Groenwald E Timm, (2002), A aprendizagem através de jogos, como dominó, palavras cruzadas, memória e outros permite que o aluno faça da aprendizagem um processo interessante e até divertido. Pode-se perceber que o ensino de forma lúdica além de desenvolver a capacidade cognitiva do educando está facilitando o ensino, haja vista que a utilização dos jogos torna a aula um ambiente capas de construir o conhecimento de maneira mais atraente. O pentágono regular estrelado por ser um jogo didático e educativo provoca a sensação de desafio para o educando, fazendo com que o mesmo mantenha a atenção nas peças, facilitando assim a aprendizagem das formas geométricas que as figuras proporcionam formar. Kishimoto (1994) nos ensina que [...] quando alguém joga está executando as regras do jogo e, ao mesmo tempo, desenvolvendo sua atividade lúdica. Percebe-se que o ensino a partir do lúdico agrega conhecimento e estimula o desenvolvimento do educando, assim o ensino da geometria tende a ser facilitado quando o educador faz uso de maneiras lúdicas. Este trabalho tem como objetivo identificar se os alunos do ensino fundamental II (6° ao 9° ano) já tiveram contato com as figuras geométricas em sala de aula e se os mesmos contêm conhecimento da geometria, analisar também se os educandos consideram o ensino da geometria por meio de formas lúdicas mais eficiente e se avaliam que esse método facilita a aprendizagem. O ENSINO DA GEOMETRIA POR MEIO DA LUDICIDADE O ensino da geometria por meio dos jogos é uma ferramenta que visa auxiliar o educador, visto que o ensino monótono da matemática como um todo torna a aprendizagem complexa, cansativa e rotineira, portanto todos esses fatores desestimulam o aluno, com isso há uma perda de atenção na aula e isso faz com que o educando não aprenda. A utilização do jogo com intuito de auxiliar as aulas de geometria cria a possibilidade do educador poder explorar as formas geométricas presentes no ambiente onde estão estudando, além de usar as próprias peças do jogo para uma melhor explanação do conteúdo, levando o estudante a aprender que a geometria está presente em toda parte. A geometria está presente em praticamente tudo ao nosso redor, então podemos usar o meio o qual estamos inseridos para auxiliar a didática do professor, conforme Freire (1996) por que não discutir com os alunos a realidade concreta e que se deva associar a disciplina cujo conteúdo se ensina. METODOLOGIA Trata-se de uma pesquisa descritiva de caráter quantitativo realizada em uma instituição de ensino fundamental, pública no interior do Ceará, no município de Campos Sales-CE distante 596 km da capital com aproximadamente 27.123 habitantes. (BRASIL, Campos Sales, 2019) Os dados foram coletados no período de 21/10/2019 a 25/10/2019. O público alvo corresponde aos alunos do ensino fundamental II. A coleta de dados deu-se por meio de um questionário aplicado aos educandos que responderam de forma voluntaria e anônima. O questionário utilizado foi composto por 7 (sete) perguntas objetivas, dividido em 2 (duas) partes dentre essas, há uma que caso a resposta seja “sim” é solicitado que o educando justifique. Todas as perguntas foram pensadas para se obter respostas diretas e válidas ao estudo, o questionário servirá de base para a construção de gráficos e percentuais que mostram como os estudantes perceberam o ensino da geometria a partir do jogo. O instrumento usado na pesquisa foi um jogo didático e educativo, formado por 11 peças que juntas formam um pentágono regular e que se alocadas de forma separadas é possível montar outras figuras plana, é possível também montar figuras tridimensionais. O presente estudo será respaldado pelas resoluções 466/12 e 510/16 que discutem sobre a pesquisa realizada com seres humanos. Utilizamos pedido de autorização para realização da pesquisa (APÊNDICE A) e Termo de Consentimento Livre e Esclarecido – TCLE (APÊNDICE B) para os participantes. O JOGO PENTÁGONO REGULAR ESTRELADO O jogo pentágono regular estrelado é composto por 11 (onze) peças criadas a partir do entrelaçamento de uma linha ligando os vértices do pentágono regular; didático educativo que pode ser manuseado utilizando as peças para formar figuras geométricas planas e tridimensionais, que pode ser jogado por um participante ou por equipes. Tem o objetivo de fazer com que os jogadores percebam as figuras que podem ser formadas a partir da união das formas geométricas que compõem o jogo, tentar forma-las e compreender seu uso como auxiliar para o ensino da geometria. Propõem-se com a criação desse trabalho levar uma visão diferente que abrange o lúdico, a matemática recreativa e o ensino por meio dos jogos para o ensino aprendizagem da geometria no ensino fundamental II, visto que ao se utilizar essas ferramentas o educador está proporcionando um ensino divertido, ao utilizar-se das novas metodologias que envolve um ensino mais dinâmico como o raciocínio lógico que leva o educando o buscar respostas onde a premissa tem que ser comprovada na conclusão e resolução de problemas que visa auxiliar o educador em suas aulas. RESULTADOS O jogo pentágono regular estrelado utilizado na pesquisa mostrou ser um importante auxilio que o professor pode utilizar para lecionar sobre a geometria, uma vez que os dados comprovam que ao se utiliza-lo os educandos perceberam as formas geométricas nele contido e isso gerou curiosidade nos alunos que tentavam observar outras formas diferentes e ao se gerar desafio os estudantes aprendem mais facilmente. O estudo mostra que 98,75% dos alunos pesquisados preferem estudar com a utilização dos jogos, questionados a respeito do que era geometria no 6º ano 89,29% afirmou saber do que se tratava, no 7º ano 72,22%, no 8º ano 52,63% e no 9º ano 73,33%, visto que após uma rápida explicação sobre o que é geometria se utilizando o jogo objeto do estudo, mostrando as figuras e utilizando as formas dispostas na sala de aula o percentual saltou para 6º ano 92,85%, 7º ano 94,44%, 8º ano 89,47% e 9º ano 86,66%. Os alunos interrogados na primeira parte da pesquisa sobre se percebiam semelhança entre as peças que compunham o jogo, 71,42% dos educandos do 6º ano responderam que sim, 7º ano 72,22%, 8º ano 89,47%, e 9º ano 80%. Após a explicação do conteúdo com base do jogo 92,85% dos estudantes do 6º ano responderam que percebiam semelhança entre as peças do jogo e 100% dos alunos do 7º, 8º e 9º ano responderam que notavam semelhança entre as peças. CONCLUSÃO Com base nos dados do estudo pode-se concluir que se faz necessário o uso de jogos e ferramentas que possam auxiliar o educador, tornando suas aulas mais dinâmicas e possíveis de construir-se o conhecimento fugindo do tradicionalismo. Percebe-se que a geometria é uma área com grande campo exploratório quanto ao ensino, então, o educador deve usar além dos jogos o meio que os educandos estão inseridos, visto que ao se apoiar em instrumentos didáticos e de caráter lúdico facilita o entendimento da disciplina. Pode-se concluir que os educandos perceberam e absorveram o conteúdo quando se viram focados e com a atenção voltada para o objeto de estudo, visto que ao se sentirem desafiados buscaram respostas lógicas e passaram a se questionar sobre quais formas geométricas as peças assumiriam se fossem alocadas de maneiras diferentes. Com a utilização do jogo percebeu-se, conforme os resultados disponibilizados, um aprendizado significativo com base no tempo que foi trabalhado, conclui-se ainda que o pentágono regular estrelado trouxe inovação para um conteúdo que antes era ministrado de forma tradicional, agregando conhecimento e adequando o ensino para se atingir a maior quantidade de alunos possível, levando-se em conta todo o contexto dos educandos e como o meio afeta sua aprendizagem, PALAVRAS-CHAVE: Jogo. Pentágono Regular. Geometria. Ensino Fundamental II. REFERÊNCIAS CAMPOS SALES. Disponível em: https://www.campossales.ce.gov.br/omunicipio.php. Acesso em: 04 abr 2019. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à pratica educativa. 25 ed. Rio de Janeiro. Paz e Terra, 1996. KISHIMOTO, T. M. et al. Jogo, brinquedo, brincadeira e a educação. 1 ed. São Paulo. Cortez editora, 2017. CABRAL, M. A. A utilização de jogos no ensino de matemática. 25 f. TCC (Habilitação em Licenciatura de Matemática), Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2006
Palavras-chave: Pentágono Regular, Geometria,Ensino Fundamental II, Jogos
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Abrir o trabalhoProspostas de atividades utilizando scratch
JEFERSON DA SILVA GOMES; Antonio Marcos Vieira Dias; Francisco Ruwes Melo Leite; Weriton joão de Sousa; Emanoel Pereira da Silva
PROPOSTAS DE ATIVIDADES UTILIZANDO SCRATCH: JOGO EDUCATIVO PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA EM SALA DE AULA Antonio Marcos Vieira Dias Francisco Ruwes Melo Leite Jeferson da Silva Gomes Weriton João de Sousa Emanuel Pereira da Silva Samya de Oliveira Lima INTRODUÇÃO O presente trabalho apresenta atividades envolvendo a construção de ambientes que permitem a exploração de conceitos matemáticos. Esta pesquisa mostra atividades utilizando Scratch, que permite o desenvolvimento de simuladores, jogos eletrônicos, narrativas digitais, animações e arte interativa. O Scratch é recomendado, pois tem uma linguagem acessível e uma interface amigável. O referencial teórico usado se baseou nas ideias construtivistas de Papert e nos apontamentos de Jenkins, que destacam a necessidade de desenvolvimento de novas habilidades para o futuro. A presente pesquisa procura justificar a escolha das atividades desenvolvidas de modo que dê ao leitor uma melhor compreensão do que pode ser feito em sala de aula e como acreditamos que estas atividades podem ser pertinentes no dia a dia. O jogo no contexto do aluno apresenta duas dimenções, a dimensão pragmática que faz o aluno aprender algo que pode ser utilizado de imediato, desenvolvendo novos conceitos e trazendo a sensação de praticidade e poder. E a dimensão sintônica que vai trazer a construção de projetos contextualizados fazendo com o que o aluno se considere importante, aumentando as chances de que o conceito trabalhado seja aprendido, mas para isso o aluno precisa ser ativo na escolha. Desta forma é importante que as ferramentas possam ser utilizadas sem pré-requisito com possibilidades de desenvolvimento ilimitado. Assim no contexto do professor apresenta-se também duas dimensões, a dimensão semântica que mostra a importância e faz com que o aluno aprenda a lidar com elementos que carregam significados em vez de meros formalismos e símbolos. E a dimensão social que vai trazer a integração das atividades com as relações culturais e sociais. METODOLOGIA No que diz respeito à Educação Matemática, com o advento dessas tecnologias, diversas atividades que são apresentadas como problemas tendem a não ser mais caracterizado dessa forma, trazendo como consequência um profundo repensar sobre o enfoque pedagógico que o processo de ensino e aprendizagem da Matemática deve assumir (BORBA, MALHEIROS, ZULATTO, 2007). Apesar de pesquisas apontarem caminhos interessantes na associação com as Tecnologias Digitais (TD), autores como Gellert e Jablonka (2007), trazem que a utilização de recursos digitais limita processos importantes por oferecer formas rápidas de chegar a resoluções sem passar por etapas de raciocínio. Esta ocorrência é chamada de desmatematização pelos autores. Consideramos que as preocupações apontadas por Gellert e Jablonka (2007) lançam um alerta quanto ao uso de TD no processo de construção do conhecimento matemático; e, particularmente, entendemos que um dos modos de contornar os problemas apresentados por esses autores é tendo acesso à forma como softwares e programas são construídos. É nesse sentido que defendemos o uso de softwares que permitem a construção de ambientes de simulação e jogos, como por exemplo, o Scratch, que serve de base para uma compreensão de como ambientes associados à TD se relacionam com a Matemática. DISCUSSÃO DOS RESULTADOS Buscamos, por meio desse artigo, apresentar algumas atividades que visam à construção do conhecimento matemático utilizando de construções feitas no software Scratch. Entendemos que essas construções não apenas podem mostrar a Matemática de modo direto, como nos exemplos que compõem a terceira proposta de atividade apresentada, mas também nos exemplos anteriores, que tratam da Matemática de maneira indireta, abrangendo aspectos lógicos matemáticos e conceitos importantes tais como posicionamento em sistemas de referência, ângulo e variável. Por esse motivo, em nossas investigações, consideramos que as atividades “mais avançadas” com o Scratch são as que deixamos os estudantes livres para explorarem e construírem jogos e ambientes que sejam de seu próprio interesse. O verdadeiro ganho nesta construção não está no produto final, mas sim no próprio processo de construção que permite a discussão de conceitos matemáticos. Em nossa visão é durante as discussões que as potencialidades das ideias de Papert (1994) se mostram de modo mais contundente. Além de abranger aspectos relacionados à perspectiva construtivistas, consideramos que habilidades como jogabilidade, desempenho, simulação, modelagem, trabalho multitarefa e principalmente, apropriação, fazem parte do processo de construção das situações propostas. CONCLUSÂO Levando em consideração esses aspectos, apresentaremos nesse artigo propostas de trabalho com o uso do Scratch, visando com isso abranger situações relacionadas tanto à literacia digital, quanto em favor à construção de conhecimentos matemáticos por meio de recursos computacionais. Esta proposta se divide em atividades básicas preliminares nas quais os alunos terão a oportunidade de conhecer o recurso Scratch por meio de algumas aplicações básicas e a construção posterior de dois ambientes de aprendizagem, um para o 8º ano do Ensino Fundamental (EF) com o conteúdo Teorema de Pitágoras e outro para o 1º ano do Ensino Médio (EM) para o ensino de Trigonometria. Assim pretendemos mostrar que, após um conhecimento inicial do recurso é possível trabalhar com o Scratch em diferentes anos da Educação Básica e em consonância com a grade curricular. Consideramos importante destacar que todas as atividades aqui propostas são consideradas apenas introdutórias. Entendemos que as atividades com maior potencial são as que partem do interesse do próprio aluno. Palavras-chaves: Scratch. Importância. Estudo. Jogo. REFERÊNCIAS BORBA, M. C.; MALHEIROS, A. P. S.; ZULATTO, R. B. Educação a Distância online. Belo Horizonte: Autêntica, 2007. DALLA VECCHIA, R. A Modelagem Matemática e a Realidade do Mundo Cibernético. [s.l.] Universidade Estadual Paulista, 2012. GELLERT, U.; JABLONKA, E. Mathematisation and demathematisation. Rotterman: 2007. JENKINS, H. et al. Confronting the Challenges of Participatory Culture. 2009. v. 21 Disponível em http://migre.me/mW1Y1, acesso: jul 2015. Universidade Regional do Cariri, marcosvieira.d17@gmail.com Universidade Regional do Cariri, franciscoruwes1998@gmail.com Universidade Regional do Cariri, jeferson.silva08.jsg@gmail.com Universidade Regional do Cariri, silva5ememanuel@gmail.com Universidade Regional do Cariri, weritonjoao33@gmail.com Universidade Regional do Cariri, samyasol@yahoo.com.br
Palavras-chave: Scratch, importância, estudo, jogo
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Abrir o trabalhoSustentabilidade Ambiental e Reciclagem: Jogos Educativos na Matemática
MARIA LUCIANA DA ROCHA; Naiane Cristina da Silva; VINÍCIUS RAMON DE SOUSA PEREIRA; VERÔNICA NOGUEIRA DO NASCIMENTO
Um dos maiores problemas que hoje preocupar a sociedade é o lixo, para tanto se fez necessário criar meios que possam estar conscientizando a sociedade sobre a importância da sustentabilidade ambiental e reciclagem. Pois todos precisam consumir, mas não dão a finalidade adequada ao lixo que produzem, descartando de forma inadequada objetos que poderia ter outra finalidade. Uma das finalidades que esses objetos podem ter, é ser transformados em jogos educativos, para o ensino da matemática. Os jogos irão atrair a atenção dos estudantes, tornando as aulas mais lúdicas e prazerosas, o aluno estará aprendendo os conteúdos matemáticos, e também sobre sustentabilidade ambiental e reciclagem. Faz se necessário discutir sobre a importância de cuidar e preservar o meio ambiente. Onde a escola exerce o papel de levar aos alunos o conhecimento e compreensão dos problemas que estão a nossa volta. A escola estará trabalhando com atitudes, incentivos, habilidades e procedimentos. Estará formando mentes conscientes sobre a importância que é cuidar do meio ambiente.
Palavras-chave: aprendizagem, ambiente,jogos,sustentabilidade,reciclagem
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Abrir o trabalhoFRANCISCO TALYSON MORAIS DA SILVA; Raimundo Eugênio da Silva Filho; Vinicius Ramon de Sousa Pereira; José Augusto Pereira Nogueira
O presente trabalho proposto a ser apresentado na VI semana de matemática da URCA/UDCS, se refere ao uso das funções básicas da calculadora científica, instrumento que é de extrema importância para os estudantes e professores que lidam com a matemática. Como justificativa para este estudo, vale ressaltar, primeiramente, a grande diversidade de funções presentes na calculadora científica e o quão útil a mesma é para o estudo de assuntos relacionados a estatística, matemática financeira, funções trigonométricas, entre outros. Sua utilidade é retratada na precisão dos cálculos realizados e na rapidez para efetuá-los. O objetivo do minicurso é proporcionar um conhecimento básico acerca da calculadora científica no intuito que os participantes consigam utilizá-la com mais facilidade, tendo um maior conhecimento sobre esse instrumento. Como metodologia foram realizadas pesquisas bibliográficas em obras que tratavam da ferramenta de calcular mencionada, nas quais era detalhado as funções e características desse tipo de calculadora. Como metodologia, faremos a explicação das funções da calculadora científica e faremos alguns exemplos, em seguida passaremos alguns exercícios para que os participantes possam praticar. Como resultado, esperamos que ao fim do minicurso, os participantes tenham a base de conhecimento sobre a calculadora científica, onde, por meio dessa atividade, os estudantes venham ter mais facilidade na utilização desse instrumento de estudo.
Palavras-chave: Calculadora Científica Funções. Aplicação. Matemática.
Oral
Abrir o trabalhoNÚMERO DE OURO: a matemática presente na arte
ANTONIA ERINEIDE CAVALCANTE ; JOSÉ AUGUSTO PEREIRA NOGUEIRA
Esse trabalho é uma pesquisa bibliográfica que aborda o número de ouro, em sua definição, história, e principalmente, aplicação na arte. O número de ouro é conhecido também por várias outras representações, como: o número irracional ϕ = 1,618..., razão áurea, retângulo áureo, proporção áurea, número dourado, etc. Teve sua origem na divisão de um segmento proposto por Euclides, dividido segundo a “razão extrema e média”, a qual proporciona um equilíbrio na desigualdade e harmonia de forma geral, imprescindível para a beleza e estética das obras de arte de grandes artistas famosos, como Leonardo Da Vinci. Para desenvolver esse trabalho analisamos publicações científicas a cerca do tema em dissertações, monografias, artigos, revistas e websites. Nosso objetivo é apresentar a matemática através de sua história, com aplicações concretas em lugares muitas vezes inimagináveis, como também instigar o desejo pela pesquisa. Consideramos esse estudo relevante para o aprofundamento do conhecimento matemático, e da aplicação desse no mundo concreto.
Palavras-chave: Sequência de Fibonacci, Número de ouro,Aplicação na natureza
Oral
Abrir o trabalhoHoje em dia são varias as aplicações na vida real da Inteligência Artificial: jogos, programas de computador, aplicativos de segurança, robótica, reconhecimento de voz e escrita, entre outras aplicações. Na educação não é diferente, o uso das tecnologias, com o foco na Inteligência Artificial, é de grande valor para um ensino de qualidade, contribuindo enormemente para a educação de várias maneiras. Os professores podem atuar como multiplicadores do conhecimento disponível hoje nas plataformas digitais, como Google, YouTube e livrarias eletrônicas, para aplicá-las ao ensino. Com base nisso, o presente minicurso tem como objetivo mostrar a importância e as possibilidades da utilização da inteligência artificial, visto que é uma ferramenta de grande impacto para a educação. Visamos incentivar os participantes, ou seja, os futuros professores, a adotarem cada vez mais as tecnologias no dia a dia, a fim de melhorar e facilitar o ensino e a aprendizagem dos alunos. O minicurso será ministrado inicialmente através de slides, que abordará o conteúdo teoricamente e posteriormente serão mostrados os mecanismos de inteligência artificial que podem ser usados em sala de aula. O mesmo será fundamentado no trabalho de Rui Fava (2018), no qual já vem trabalhando o referido tema. Dessa forma, esperamos que os resultados sejam positivos para contribuir tanto na formação profissional como na praticidade em sala de aula, sanando as dificuldades dos alunos e também dos professores.
Palavras-chave: Inteligência Artificial, Educação, Ensino, Aprendizagem
Oral
RITA CELIANE ALVES FEITOSA
Após o processo de industrialização, o mercado de trabalho tem variado significativamente as exigências em relação a classe colaboradora. Habilidades técnicas, emocionais e sociais nunca foram tão requisitadas no processo organizacional. Diante desse novo cenário, justifica-se essa proposta e torna-se necessário preparar os discentes da matemática para além do conhecimento técnico (cálculos, estatística, geometria, etc.) uma vez que o mercado explora para além dessa dimensão. Dessa forma, o trabalho contém como objetivo geral compreender estratégias de inserção no mercado de trabalho com os futuros egressos do curso de matemática, tendo como objetivos específicos: identificar e corrigir as principais limitações na construção do currículo lattes e vitae, contribuir para uma maior compreensão sobre concepções do mundo laboral atual e discutir propostas de inserção no mercado de trabalho. Para a exploração dessa proposta, será utilizada como metodologia base o uso de quadro branco, projetor, exibição de vídeos, textos, dinâmicas e roda de conversa. Os principais resultados esperados com o desenvolvimento deste minicurso é conseguir fomentar nos alunos uma reflexão crítica acerca do atual cenário trabalhista, bem como espera-se que os mesmos consigam adquirir um maior preparo relacionado a busca do emprego.
Palavras-chave: Mercado de Trabalho, Discente de Matemática, Habilidades
Oral
Abrir o trabalhoMINI CURSO: PROPOSTAS MOTIVACIONAIS PARA A APRENDIZAGEM DO TEOREMA DE PITÁGORAS, SÉRIES GEOMÉTRICAS E POLÍGONOS REGULARES
FRANCISCO SANTIAGO DE MORAIS; MARIA FRANCISCA PEREIRA BEZERRA; MARINA ELISA DA SILVA MORAES
O presente trabalho apresenta estratégias motivacionais para o processo de ensino e de aprendizagem da Matemática para alunos do Ensino Médio abordando temas como, quadriláteros especiais, introdução à séries geométricas e séries geométricas infinitas, introdução à natureza da prova, polígonos especiais e introdução, apresentação e ampliação do Teorema de Pitágoras, uma vez que a desmotivação e o desinteresse dos alunos em sala de aula vêm sendo preocupação constante dos professores, especialmente na disciplina de matemática durante a abordagem desses temas. Para o desenvolvimento dessas atividades, serão utilizados materiais diversificados, com demonstrações físicas e atividades lúdicas, fugindo do método convencional que prioriza a representação simbólica e abstração, com o intuito de criar um ambiente que propicie um envolvimento mais significativo no processo de ensino e de aprendizagem da Matemática, ampliando assim os conhecimentos dos futuros professores, bem como dos estudantes do Ensino Médio
Palavras-chave: Estratégias Motivacionais. Matemática. Aprendizagem. Teorema de Pitágoras
Oral
MULHERES NA MATEMÁTICA
LILIA SANTOS GONÇALVES; Antonia Helena da Silva; Mirele Salatiel da Silva; Vitória Sobrinha Bezerra
O referido minicurso traz uma proposta didática envolvendo curiosidades e contribuições femininas para matemática, escolhemos o tema mulheres na matemática, pois acreditamos que existem muitas mulheres por trás das descobertas nessa área. Visto que o preconceito e a exclusão da mulher teve início com o ensino formal brasileiros com Jesuítas em 1549, com o surgimento das primeiras escolas destinadas ao ensino da leitura e escrita, as mulheres eram ensinadas apenas os valores religiosos, pois não era permitido seu acesso ao processo de alfabetização. As mulheres lutaram contra o preconceito, pela liberdade e se hoje temos nossos direitos foi porque existiram mulheres que não desistiram e buscaram uma sociedade igualitária, muito se foi feito e atualmente a maioria das pessoas não tem conhecimento sobre a contribuição das mulheres na matemática. Então, sentimos a necessidade de fazer uma apresentação através do minicurso, contando um pouco da história da participação feminina na matemática, iremos expor a contribuição feminina para matemática destacando a época na qual estavam inseridos, por meio de uma gincana os participantes irão responder perguntas sobre o assunto e assim avaliaremos os conhecimentos adquiridos no minicurso. O presente trabalho foi desenvolvido através de pesquisas bibliográficas que deram respostas as seguintes indagações: sendo a matemática uma das ciências mais antigas, será que só homens se dedicaram a estuda – lá? Nenhuma mulher se destacou nessa área a ponto de ter seu nome registrado na história? Ou conhecimento matemática é compatível apenas com o raciocínio masculino, afastando as mulheres dessa área? O estudo sobre as mulheres na matemática foi de grande relevância para nossa formação acadêmica e pessoal, serviu de motivação e nos trouxe um conhecimento significativo, esperamos que os participantes se interessem por esse assunto e que busquem pesquisar outras mulheres que se destacaram na matemática além das que serão estudadas no minicurso. O objetivo desse trabalho é contar história das mulheres que se dedicaram ao estudo da matemática, as dificuldades enfrentadas e suas contribuições, estudaremos sobre grandes nomes femininos como: Hipatia de Alexandria, Sophia Germain, Maria Gaetana Agnesi, Sophia Kavalivskya e Emmy Noether, embora essas mulheres tenham feito descobertas significa, permanecem desconhecidas para maioria das pessoas, queremos tornar conhecida a história dessas mulheres no nosso meio acadêmico, já que o público alvo do minicurso são os estudantes de licenciatura em matemática, professores da área e demais pessoas se interessem em discutir sobre as contribuições das mulheres na matemática.
Palavras-chave: Mulher na matemática,Contribuições,Curiosidades,Descobertas matemáticas
Oral