19 de 19 trabalho(s) aceito(s)
ATUAÇÃO DA ENFERMAGEM NO PROCESSO DE DOAÇÃO DE ÓRGÃOS E TECIDOS
MATHEUS ALVES SOARES; Miguel Borges da Silva Filho; Maria Raiane Nunes da Silva; Francielton de Amorim Marçal
INTRODUÇÃO: O diagnóstico de morte encefálica é o primeiro passo para o transplante de órgãos e tecidos onde o processo se dá a partir da confirmação da morte encefálica, da análise do potencial doador e análise do tipo de receptores. Os profissionais de enfermagem são responsáveis por manter toda a interação entre a equipe multidisciplinar, o receptor do órgão e a família do doador. Afim de manter uma organização e agilidade no processo clínico e cirúrgico a que se refere. OBJETIVO: Descrever as responsabilidades dos enfermeiros quanto ao processo de transplante de órgãos e também mostrar algumas dificuldades vivenciadas nessa área. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão de literatura, com caráter descritivo. As pesquisas realizadas nas bases de dados da BDENF, MEDLINE E LILACS. O levantamento foi realizado no período de julho a setembro de 2018. Os descritores foram: “Cuidados de Enfermagem” and “Enfermeiro” and “Transplantes de Órgãos’’. As publicações de interesse tiveram o total de 43 artigos, após seguirem os critérios de inclusão: textos completos, disponíveis nos idiomas português e inglês, na forma de artigos gratuitos, com pesquisa originais e que abordasse a temática. Como critérios de exclusão: revisões em geral, artigos que foram publicados a mais de 10 anos e monografias. Constituindo, no total, 18 artigos. RESULTADOS: Podemos observar que o enfermeiro tem papel essencial no transplante de órgãos, pois ele estar em total interação com a equipe multidisciplinar. Portanto, é de responsabilidade do enfermeiro a identificação e notificação da morte encefálica, como também manter uma padronização nos processos afim de manter a agilidade entre o processo de análise clínica e o explante. É necessário que o enfermeiro conheça as anormalidades que possa acontecer em co-decorrência afim de manter o processo em tempo hábil para manter a segurança do paciente no processo do transplante e um bom gerenciamento no cuidado de saúde, quanto aos acadêmicos de enfermagem não se sentem aptos ao processo pois há uma falta de consenso sobre o licenciamento e a preparação educacional desses importantes profissionais. CONCLUSÃO: O enfermeiro deve estar apto tecnicamente quanto a identificação da morte encefálica nas unidades de terapia intensiva e na organização dos núcleos responsáveis pelos transplantes. Concluímos também que como medida de intervenção afim de inibir erros, os profissionais devem buscar mais educação na área, tendo em vista a relevância da mesma.
CUIDADOS DE ENFERMAGEM A UM PACIENTE DIBÉTICO E HIPERTENSO
KAROLAYNE MARIA DE SOUZA; Maria Izadora Oliveira Batista; Tayná de Souza Alencar da Silva; Thamires Bezerra Almeida Brito; Talita Oliveira figueirêdo Morais
CUIDADOS DE ENFERMAGEM A UM PACIENTE DIBÉTICO E HIPERTENSO INTRODUÇÃO: Estudos tem demostrado à relação entre diabetes e hipertensão, uma vez que a prevalência de hipertensão em indivíduos diabéticos é quantitativamente maior comparada a uma população de não diabéticos. Ambas as patologias citadas são tidas como crônicas e não transmissíveis, tendo alta prevalência no Brasil. Além das patologias supracitadas, a demência, doença caracterizada pela perda da capacidade de memorização, tem uma incidência significativa em pacientes idosos, sendo necessário o manejo da mesma paralelamente as demais necessidades de saúde. OBJETIVO: Relatar a construção de um plano de cuidados de enfermagem a um paciente idoso portador de diabetes e hipertensão arterial, associado à demência. MÉTODO: Relato de caráter descritivo sobre a elaboração de um plano de cuidados de enfermagem a um paciente hipertenso e diabético. Com base na história clínica foram especificados os principais diagnósticos, intervenções e metas a serem alcançadas. Tiveram-se como base as taxonomias da Associação Norte Americana de Diagnósticos de enfermagem e da Classificação de Intervenções de Enfermagem. RESULTADOS: Diagnósticos: Padrão respiratório ineficaz relacionado a déficits nas trocas gasosas, evidenciado por dispneia; Débito cardíaco diminuído relacionado à alteração da pressão arterial evidenciado por alteração do ritmo cardíaco; Risco de glicemia instável relacionada à monitorização ineficiente da glicose; Confusão crônica relacionada a alterações nas funções cognitivas evidenciada por relato verbal inconsistente. Intervenções: Monitorar padrão respiratório; Orientar paciente e família quanto a sintomas de comprometimento cardíaco, indicando necessidade de descanso; Orientar paciente e família quanto a terapias para reduzir o risco cardíaco; Verificar os níveis de glicêmicos conforme prescrito; Avaliar periodicamente o paciente a fim de reconhecer sinais e sintomas de hipoglicemia e hiperglicemia; Proporcionar um ambiente com pouca estimulação; Evitar situações desconhecidas; Metas em médio prazo: Reestabelecer padrão respiratório; estabilizar débito cardíaco; controlar os níveis glicêmicos; e reduzir o nível de confusão cognitiva. CONCLUSÃO: Na construção de um plano de cuidados de enfermagem reflete-se sobre a necessidade de constante avaliação do paciente, a fim de proporcionar cuidados especializados.
A IMPORTÂNCIA DA MONITORIZAÇÃO DURANTE SESSÕES HEMODIALÍTICAS PARA MINIMIZAR COMPLICAÇÕES NOS PACIENTES
BRUNA PEREIRA DE ANDRADE; Raiza Amanda Gonçalves de Souza; Fernanda Guedzya Correia Saturnino; Helves Eduardo Oliveira da Silva; Ana Camila Gonçalves Leonel; Naftale Alves dos Santos Gadelha
INTRODUÇÃO: O aumento de problemas na população envolvendo os rins é um fato implícito representado pelos grandes números de centros de nefrologia. Um dos métodos de tratamento renal é a hemodiálise, onde ocorre o processo de filtragem e remoção de substâncias indesejáveis para o organismo, no entanto esse método terapêutico não está isento de problemas. Assim, a equipe de enfermagem tem grande importância na observação contínua dos pacientes durante a sessão, diminuindo o número de complicações e minimizando o risco de vida ao paciente. OBJETIVO: Identificar a importância da monitorização da equipe de enfermagem no controle de complicações dos pacientes durante o processo de hemodiálise. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo de revisão integrativa, de caráter descritivo com abordagem qualitativa. A pesquisa foi executada no mês de setembro de 2018, na BVS contemplando as bases de dados LILACS, MEDLINE, e BDENF, utilizando os descritores: diálise renal, intervenções de enfermagem e monitorização. Os critérios de inclusão das publicações foram: artigos originais completos, publicados em português e inglês entre 2014 e 2018. Totalizaram 210 artigos encontrados, dos quais foram excluídos aqueles que não corresponderam com a temática em estudo com base em uma leitura criteriosa dos seus títulos. Após conclusão desta etapa a amostra encontrada foi de onze artigos. RESULTADOS: Compuseram do estudo onze artigos, oito sendo de estudo de campo e três de coleta de dados utilizando a revisão integrativa. Dentro dos estudos de campo sete deles mostraram que a principal complicação durante a hemodiálise é a hipotensão arterial devido ao comprometimento cardiovascular durante procedimento dialítico. Porém, outras complicações são descritas como: hipertensão arterial, arritmia cardíaca, angina, náuseas, vômitos, cefaleia, febre, calafrios, tontura, diarreia, infecções, hipoglicemia e hipotermia. Portanto, a monitorização é extremamente importante para detectar precocemente esses eventos durante a hemodiálise e habilidades para intervir com vistas a garantir o estado de saúde e bem- estar do cliente. CONCLUSÃO: Este estudo alcançou o principal objetivo, identificando a presença de intervenções que fazem parte da rotina da equipe quanto ao controle de problemas durante a hemodiálise, citando a monitorização contínua pela aferição dos sinais vitais, pelo uso de tecnologias existente para alicerçar a prática e um processo de enfermagem sistematizado na tomada de decisões.
ABORDAGEM TERAPÊUTICA DA PRESSÃO ARTERIAL EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA
MARIA VITÓRIA RIBEIRO DA SILVA; Raiza Amanda Gonçalves de Souza; Fernanda Guedzya Correia Saturnino; Helvis Eduardo Oliveira da Silva; Bruna Pereira de Andrade; Naftale Alves dos Santos Gadelha
Introdução: A insuficiência renal crônica (IRC) é uma condição complexa com graus de gravidade que leva à perda da função renal progressivamente, caracterizada pelo nível baixo da taxa de filtração glomerular e proteinúria. Quando associada à hipertensão, pode aumentar consideravelmente o risco de eventos cardiovasculares e aumentar a sua progressão. Diante disto, a abordagem terapêutica visa diminuir o avanço da doença renal nos estágios iniciais, reduzindo, assim, o risco cardiovascular. Objetivo: Analisar quais são os métodos terapêuticos utilizados no controle de pressão arterial em pacientes com insuficiência renal crônica. Método: Trata-se de uma revisão integrativa realizada durante o mês de setembro de 2018, a partir de buscas nas bases dados LILACS e MEDLINE. Durante a busca utilizou-se os descritores: controle, pressão arterial, insuficiência renal crônica e terapêutica. Na Medline havia 458 artigos e na LILACS apenas 12, após o filtro de idioma o total de artigos foi 467, adicionado o ano de publicação dos últimos 5 anos resultando em 226 estudos. Após a leitura dos títulos, resumos e artigos na íntegra, resultou-se em 09 artigos para realização do estudo. Resultados: Alguns estudos afirmam que há evidências de que pacientes com hipertensão têm maior prevalência de doenças cardiovasculares do que de eventos renais. Contudo, existem evidências sobre a importância de estratégias farmacológicas como a inibição do sistema-renina-angiotensina por bloqueadores de receptores da angiotensina II ou inibidores da enzima conversora da angiotensina que confere proteção cardiovascular em ambos os pacientes diabéticos e hipertensos, além do uso de bloqueadores de canais de cálcio. Entretanto, também existem investigações sobre a abordagem não farmacológica incluindo o reforço de recomendações de estilo de vida incluindo exercícios físicos, consumo de álcool limitado, ingestão de sal reduzida, avaliação de hipercalemia, vertigens posturais, entre outros. Considerações finais: A partir da realização deste estudo, observou-se que, ainda que a IRC seja uma complicação da hipertensão, a abordagem terapêutica nestas situações visa a promoção da saúde cardiovascular. Pois, a ocorrência da IRC geralmente é em decorrência de danos à microvasculatura renal. Deste modo, o controle dos níveis pressóricos e as mudanças no estilo de vida são as principais terapias para pacientes hipertensos com IRC.
Análise da Qualidade de Vida do Pacientes Transplantados Renais
FERNANDA GUEDZYA CORREIA SATURNINO; Helvis Eduardo Oliveira da Silva; Ana Camila Gonçalves Leonel; José Eduardo Pereira Alcântara; Maria Vitória Ribeiro da Silva; Naftale Alves dos Santos Gadelha
ANÁLISE DA QUALIDADE DE VIDA DOS PACIENTES TRANSPLANTADOS RENAIS INTRODUÇAO: O transplante renal é utilizado para tratar pacientes que se encontram em quadro de insuficiência renal crônica (IRC). Esta é caracterizada pela perda das funções de remoção de resíduos e eliminação de água realizada pelos rins. Além disso, o transplante é uma intervenção cirurgia bastante aceita, que propicia efeitos positivos ao indivíduo. A avaliação da qualidade de vida dos pacientes transplantados é de suma importância para que os profissionais da saúde possam estabelecer intervenções em busca do bem-estar do cliente, nos seus âmbitos fisiológicos, social, psicológicos e físicos. OBJETIVO: Analisar, segundo a literatura, os níveis de qualidade de vida dos pacientes submetidos a transplante renal. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão integrativa, com caráter exploratório e abordagem qualitativa. A coleta de dados foi realizada através da Biblioteca Virtual de Saúde, nas bases de dados LILACS, MEDLINE e BDENF utilizando-se os descritores: “Transplante renal” e “Qualidade de Vida”. Foram encontrados 180 artigos, sendo 145 desses excluídos a partir da leitura dos títulos ou por não estarem disponíveis na íntegra. Após a leitura dos resumos, foram excluídos 7 e, em seguida, 10 após a leitura na íntegra, resultando em 18 artigos para realização do estudo. Foram utilizados como critérios de inclusão: artigos disponíveis na íntegra, nos idiomas inglês, português e espanhol, estar publicado nos últimos cinco anos e possuir relação com o assunto. RESULTADOS: Os achados evidenciam que após o recebimento do transplante, observou-se um aumento significativo no funcionamento social, papel na atividade física, vitalidade, percepção geral de saúde e mudança de saúde. Outros estudos mostram ainda que o aumento da qualidade de vida nos pacientes transplantados no domínio físico pode estar relacionado com a diminuição da fadiga e da dor, facilitando também a retomada das atividades. CONCLUSÃO: O transplante renal tem influência significativa na qualidade de vida dos pacientes, pois possibilita uma vida mais longa e, principalmente, um aumento significativo no seu domínio físico.
Palavras-chave: Qualidade de Vida, Transplante Renal
Palavras-chave: Cuidados de Enfermagem,Enfermeiro,Transplantes de órgãos
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DIETOTERIA NA DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA – RELATO DE CASO
JOYCE DE MOURA; CLAUDEMIR DE ANDRADE ALVES; YANCA SIEBRA MORAIS; AMANDA EVANGELISTA TEIXEIRA DE ARAÚJO; LUANA BARRETO CARVALHO; LAIZ TAVARES LEITE
Introdução: O enfisema pulmonar é uma doença pulmonar obstrutiva crônica caracterizado pelo aumento irreversível dos espaços aéreos, distalmente ao bronquíolo terminal, com destruição das paredes alveolares. A principal causa de enfisema pulmonar é o consumo de tabaco, porém a exposição a partículas nocivas e a exposição ocupacional são também, embora menos frequentes, causas de enfisema. Seu principal sintoma é a dispneia, que pode ser agravada por uma alimentação inadequada. Objetivo: Relatar a experiência de um caso clínico acometido em hospital do Crato- CE com doença pulmonar obstrutiva crônica. Métodos: O estudo trata-se de um relato de experiência realizado durante o estágio curricular de nutrição clínica hospitalar localizada em Crato- CE. O método de intervenção utilizado foi estimativa de peso e altura, circunferência do braço (CB), circunferência da panturrilha (CP), Altura do joelho (AJ), anamnese nutricional e IMC (índice de massa corporal). Resultados: Avaliação antropométrica: (Peso estimado: 61,28kg, Altura estimada: 1,51cm, IMC: 26,87kg/m², CB: 27cm, AJ: 45cm, CP = 34,5cm). Paciente estava eutrófica segundo a CB e IMC, sem risco nutricional segundo a CP, sendo confirmados pelo exame físico, pois havia reserva de gordura corporal. Porém, seus exames laboratoriais (hematócrito = 24,4%, hemoglobina = 8,9g/dL e hemácias = 2,99 mm³) estavam com resultados abaixo dos valores de referências, sugerindo risco nutricional. A paciente não relatou sintomas gastrointestinais e no exame físico apresentou abdômen flácido e edema nos antebraços e membros inferiores. A prescrição dietética teve as seguintes características: dieta de consistência branda, hipercalórica (32 kcal/kg), hiperproteica (1,7g/kg), normoglicídica (1,019.72 kcal) e normolipídica (588,3 kcal), hipossódica (1.500 mg/dia), com suplementação com Nutren Senior em pó e restrição hídrica. Seus objetivos foram preservar o estado nutricional, melhorar o quadro clínico, aliviar os sintomas principalmente em relação à dispneia, prevenir e tratar as complicações e controlar a pressão arterial. Conclusão: A paciente evoluiu o caso clínico com melhora, diminuindo os edemas e a dispneia e foi liberada do hospital por ordem médica. Diante disto, a dietoterapia adequada é de extrema importância, pois ajuda a manter o estado nutricional da paciente, visto que, a DPOC é hipermetabólica e, também ajuda na melhora do quadro da dispneia.
Oral
Abrir o trabalhoPREVALÊNCIA DA OBESIDADE NO ESTADO DO CEARÁ NOS ÚLTIMOS TRÊS ANOS
ROBERTA LARISSA ROLIM FIDELIS; Ana Tereza Feitosa de Andrade; Ludyane Rodrigues dos Santos Ferreira; Ana Caroline Tavares de Sales; Cícera Laryssa Marinho Batista; Wana Macedo Coelho; Ana Vitória Matos dos Anjos
PREVALÊNCIA DA OBESIDADE NO ESTADO DO CEARÁ NOS ÚLTIMOS TRÊS ANOS A obesidade é definida como uma doença crônica, caracterizada por um acúmulo excessivo de gordura que geralmente encontra-se relacionada a outras condições, sendo assim, de caráter multifatorial. Uma vez que, representa um fator de risco para o desenvolvimento de várias outras enfermidades crônicas como: diabetes, hipertensão, esteatose hepática, entre outras, é de extrema importância acompanhar a evolução dos casos dessa condição tendo em vista as modificações no estilo de vida que influenciam diretamente no surgimento desta patologia. O objetivo do presente estudo é analisar a prevalência de obesidade no Ceará nos últimos três anos. Trata-se de um estudo documental, realizado através da análise de relatórios públicos do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN), disponibilizados pelo DAB-SUS®, gerados por meio do cruzamento das variáveis: Relatório Selecionado (Estado Nutricional), Ano de Referência (2015, 2016 e 2017), Mês de referência (Todos),Agupar por (Estado), Estado (Ceará), Região de Saúde (Todos), Região de Cobertura (Todos), Fase da Vida (Adulto), Sexo (Todos), Raça/Cor (Todos), Acompanhamento Registrados (Todos), Povo e comunidade (Todos), Escolaridade (Todos). Os resultados apontaram que, no ano de 2015 da população avaliada 22,71% encontravam-se em estado de obesidade, em 2016 foram 23,92%, já no ano de 2017 havia 24,71%, com isto observa-se um aumento gradativo no número de casos de indivíduos com obesidade. Conclui-se que, é necessário um acompanhamento nutricional individualizado para esta população, bem como a necessidade da inserção do profissional de nutrição na assistência básica, com intuito de orientar a população nos possíveis riscos que a obesidade pode desencadear, favorecendo assim a promoção a qualidade de vida.
Palavras-chave: Doenças Crônicas,Obesidade,Qualidade de vida
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PREVALENCIA DE DIABETES MELLITUS E HIPERTENSÃO ARTERIAL EM PACIENTES OBESOS
RAÍZZA BARBOSA ELÓI MENDES; Anna Thalita Diniz Sobreira; Maria Aparecida Nunes de Carvalho; Mayara Fernandes Pereira; Paloma Soares dos Santos; Thayanne Santos do Nascimento; Natália Ribeiro Gomes
A obesidade é uma doença crônica não transmissível caracterizada pelo acumulo excessivo de tecido adiposo no corpo e esta relacionada com patologias que contribuem para o aumento da sua morbidade e mortalidade, como as doenças cardiovasculares, diabetes mellitus, doenças hepáticas e dislipidemias. O objetivo desse trabalho foi investigar a prevalência de diabetes mellitus e hipertensão arterial em pacientes obesos vinculados a uma clinica escola na cidade de Juazeiro do Norte. Esse trabalho foi de natureza descritiva e exploratória e foi utilizado um instrumento de coleta de informações aplicado aos prontuários dos pacientes obesos da clinica. Os prontuários selecionados pertenciam a pacientes obesos que compareceram a pelo menos um retorno. Essa pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa sob o parecer de número 2.513.710. Foram utilizados para essa pesquisa 140 prontuários de pacientes obesos de ambos os sexos com idades entre 18 e 59 anos. A prevalência de pacientes com as duas comorbidades foi de 5,7%, de 7,8% para diabetes mellitus e 25% para hipertensão arterial. Percebeu-se que a comorbidade que mais acomete pacientes obesos foi à hipertensão arterial, seguido da diabetes mellitus, associado a isso, observa-se que apesar de não ter apresentado uma quantidade tão significativa, o numero de indivíduos portadores das duas comorbidades é relevante devido ao aumento do risco de morbimortalidade, alem disso essas patologias são fatores de risco para o desenvolvimento de novas doenças, como insuficiência renal crônica, cardiopatias e lesões de outros órgãos.
Palavras-chave: Doença Crônica, Grupos de Risco, Assistencia Alimentar
Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Diálise renal, Intervenções de enfermagem, Monitorização
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Abrir o trabalhoASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE EM HEMODIÁLISE
ELISÂNGELA MARIA SANTOS SILVA ; JOSÉ NAIRTON COELHO DA SILVA; MARIA BEATRIZ DE SOUSA NUNES; MARIA LUCINEIDE DE SOUZA MELO
INTRODUÇÃO: A hemodiálise é um dos tratamentos mais utilizados para pacientes com insuficiência renal aguda ou crônica. Consiste no processo de filtragem e eliminação de substâncias indesejadas para o organismo. Diante disso a Enfermagem se faz importante para com esses pacientes por atuar desde a coordenação da equipe, até a identificação de necessidades específicas de cada paciente, bem como desenvolvendo ações educativas de promoção, prevenção e tratamento. OBJETIVOS: Analisar por meio da literatura qual assistência de enfermagem voltada aos pacientes em tratamento de hemodiálise, bem como identificar a importância do profissional enfermeiro durante essa terapêutica. METODOLOGIA: Estudo do tipo exploratório, com abordagem qualitativa. No que tange o levantamento bibliográfico optou-se pelo acesso online a seguinte base de dados: Scientific Eletronic Library Online (SCIELO),Google acadêmico e Revistas Brasileiras de Enfermagem. Dessa busca foram selecionados 6 artigos e destes utilizados 5 na língua portuguesa. Os critérios de inclusão foram artigos publicados nos últimos dez anos e que estavam na língua portuguesa e atendiam ao tema proposto e os critérios de exclusão foram àqueles artigos que não atendiam ao tema. A busca nas bases de dados ocorreu no período de setembro do ano de 2018. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Observou-se no presente estudo que a enfermagem possui um papel fundamental na assistência ao paciente dialítico. Intervindo antes, durante e após a diálise. Estando sempre alerta para detectar possíveis intercorrências e tomar medidas cabíveis com rapidez. Dentre os cuidados de enfermagem encontrados destacam-se pesar o paciente antes e após a diálise, para controle de líquido perdido, coleta de sangue para exames, verificar sinais vitais periodicamente, manter o paciente aquecido, oferecer dieta ao paciente sempre que prescrito, cuidados com cateteres e fístulas com controle de infecção. Além disso, a enfermagem deve estar atenta ao estado emocional do cliente e família, levando em consideração suas dúvidas e anseios. Buscando sempre manter uma boa relação paciente-profissional. CONCLUSÃO: Foi perceptível que o profissional enfermeiro assume um papel relevante, sendo que o mesmo estará a frente da equipe de enfermagem prestando cuidados direto ao paciente assim como planejado e coordenado as ações de enfermagem, através da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE).
Palavras-chave: Hemodiálise,Enfermagem,Assistência
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ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO NO PROCESSO DE HEMODIÁLISE: REVISÃO INTEGRATIVA
TALITA OLIVEIRA FIGUEIRÊDO MORAIS; Tayná de Sousa Alencar da Silva; Lara Pereira Leite Alencar; Woneska Rodrigues Pinheiro
INTRODUÇÃO: A enfermagem é uma categoria com diversos campos assistenciais, dentre os quais a nefrologia vem ganhando destaque, visto as características especificas dos pacientes, as terapias envolvidas, bem como os aparelhos e os índices elevados de patologias renais. OBJETIVO: Analisar as produções científicas quanto à atuação do enfermeiro no processo de hemodiálise. MÉTODO: Revisão integrativa realizada de janeiro a maio de 2018 nas bases de dados: Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde; Medical Literature Analysis and Retrieval System Online; e Base de Dados de Enfermagem; entre o período de 2007 e 2017. Incluíram-se artigos de pesquisa originais, que respondessem ao objetivo, publicados em língua espanhola, inglesa ou portuguesa. Foram excluídos aqueles que se encontravam repetidos em um mesmo cruzamento e duplicados em bancos de dados distintos e que se encontravam indisponíveis na íntegra para download gratuito. Na avaliação da qualidade dos estudos para composição da revisão foi utilizado à adaptação do Critical Apppraisal Skills Programme RESULTADOS: Foram incluídas 10 evidências que destacam a atuação do enfermeiro por área. Quanto à atuação do enfermeiro no processo de hemodiálise a nível assistencial o enfermeiro tem a atribuição de manipular os cateteres e fistulas da hemodiálise, manter cuidados contínuos, reconhecer intercorrências durante todo o processo dialítico e a investigação de outros problemas de saúde associados ao quadro renal. Em nível gerencial, o estudo constatou que o controle de qualidade da água utilizada no processo, os registros das informações pertinentes ao paciente seu quadro clínico, bem como o provimento e organização de insumos são as ações mais presentes. No que se refere à atuação a nível educacional, tem-se que a produção de materiais explicativos, a transmissão de conhecimentos, o esclarecimento de dúvidas, a participação em eventos científicos e em programas de estágio, treinamento e supervisão. O enfermeiro também deve contribuir com a produção de conhecimento teórico e prático a respeito da hemodiálise, a pesquisa nesse contexto surge como uma atribuição profissional. CONCLUSÃO: No âmbito da nefrologia o enfermeiro pode desenvolver ações de assistência, administração, educação, pesquisa e outras, de modo que todas necessitam capacitação e preparo profissional.
Palavras-chave: Nefroogia,Diálise Renal,Enfermagem
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MÉTODOS DIAGNÓSTICOS DE DESNUTRIÇÃO ENERGÉTICO-PROTEICA DE PACIENTES SUBMETIDOS Á HEMODIÁLISE
CÍCERA LARYSSA MARINHO BATISTA; Ana Tereza Feitosa de Andrade; Ludyane Rodrigues dos Santos Ferreira; Ana Caroline Tavares de Sales; Roberta Larissa Rolim Fidelis; Ana Vitória Matos dos Anjos; Wana Macedo Coelho
A prevalência de desnutrição energético-proteica (DEP) em pacientes submetidos à hemodiálise é elevada, podendo ocorrer em 13 a 51% dos pacientes, tornando um significativo fator de risco de morbimortalidade, assim avaliar corretamente o estado nutricional destes pacientes é um aspecto fundamental. Objetiva-se apresentar os métodos de diagnósticos de desnutrição energético-proteica de pacientes submetidos á hemodiálise. Trata-se de uma revisão integrativa, nas bases eletrônicas de dados SciElo e PubMed, tem-se como descritores desnutrição, grupo de risco e insuficiência renal crônica, o total de artigos encontrados foram quinze, nos quais seis foram selecionados servirem como fontes de informações, a triagem ocorreu através daqueles que permitissem a pesquisa por ocorrência de palavras-chave e possuíssem uma abrangência temporal que cobrisse o período fixado para a pesquisa no ano de 2010 a 2018. Foram excluídos aqueles que não se encaixavam dentro do período estabelecido, assim como os que fugiam da presente temática. Como resultado, tem-se o fato que não há um único marcador que forneça o diagnóstico de forma inequívoca e completa, em razões das diversas anormalidades intrínsecas a própria enfermidade, assim sendo necessário empregar distintos métodos que em conjunto permitem a identificação desses distúrbios. Dentre os métodos antropométricos destacam-se, o Índice de Massa Corporal (IMC), razão entre peso (kg) e altura (m)², considerado um recurso adequado para marcações de gordura, em pacientes renais os valores podem estar modificados em situação de retenção hídrica, além deste, a circunferência abdominal, área muscular e de gordura de braço e pregas cutâneas também fazem parte. Recentemente a Avaliação Nutricional Global tem ganhado destaque, por ser um modelo simples que visa identificar o estado nutricional inicial do individuo e considerar a interação de fatores que influenciam a progressão ou regressão de anormalidades nutricionais. Nos marcadores bioquímicos são avaliados as concentrações séricas de albumina, pré-albumina, transferrina e fator de crescimento, porém a albumina é o mais usado para este fim. Conclui-se que, os métodos diagnósticos de desnutrição estão sujeitos a restrições quando aplicados a população em hemodiálise, considerando as diferentes porcentagens nos diferentes métodos. Assim todos os métodos descritos, em determinados âmbitos podem tornar-se eficazes e complementares dependendo do caso e da forma utilizada.
Palavras-chave: Grupos de riscos, Insuficiência renal crônica, Desnutrição
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Abrir o trabalhoOs Beneficios Que A Fisioterapia Pode Proporcionar Em Pacientes Que Realizam Hemodiálise
NATHALIA BESERRA DE ARAUJO; Fernanda Guedes dos Anjos; Guilherme Vinicius Bezerra de Soares; Marisa Alencar de Oliveira; Taiza dos Santos Alves
RESUMO INTRODUÇÃO: A insuficiência renal crônica (IRC) é definida como uma síndrome metabólica decorrente de uma perda progressiva, lenta e irreversível das funções renais. Conforme a evolução da doença, o indivíduo tem a hemodiálise como uma das escolhas de tratamento. A fisioterapia contribui de forma significativa na prevenção, retardo da evolução e melhoria de várias complicações apresentadas pelo paciente renal. OBJETIVO: Identificar os benefícios que a fisioterapia pode proporcionar aos pacientes que realizam hemodiálise. MÉTODO: Esta pesquisa trata-se de uma revisão integrativa da literatura, que foi realizada através de artigos científicos publicados em periódicos indexados nas bases de dados do Scientific Eletronic Library (SCIELO) e Literatura Latino Americana do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS), sendo a busca dos dados ocorrida de agosto a setembro de 2018. Apresentando como critérios de inclusão dos estudos: estudos de caso ou de intervenção, estudos quase experimentais, ter acesso livre, ter sido publicado no período de 2008 a 2018 e está publicado em português. Foram excluídos: revisões de literatura, resumos, teses, dissertações e publicação em outros idiomas. RESULTADOS: Os resultados adquiridos através das condutas fisioterapêuticas realizadas foram positivos, tendo melhora na distância percorrida, melhoras na socialização no ambiente da hemodiálise, diminuição de cãimbras, melhora no desempenho físico e aumento da força muscular em MMII. CONCLUSÃO: Conclui-se que a intervenção fisioterapêutica, por meio de suas técnicas e condutas, pode trazer efeitos benéficos para o paciente em hemodiálise, fazendo assim com que o paciente tenha menor prejuízo nas funcionalidades diárias.
Palavras-chave: Doença renal crônica, Fisioterapia,Hemodialise
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Abrir o trabalhoPAPEL DO ENFERMEIRO NO PROCESSO DE HEMODIÁLISE DO PACIENTE RENAL CRÔNICO
FLÁVIA MARIA MATIAS DE OLIVEIRA; Aluízio Rodrigues Guimarães Júnior; Clara Liz Macêdo Isidoro; Woneska Rodrigues Pinheiro
INTRODUÇÃO: “A doença renal crônica é uma condição clínica que afeta aproximadamente 10% da população mundial” (LUCENA, 2017), considerando-se problema de saúde pública, que provoca alterações no âmbito psicológico, físico, social e econômico para as pessoas acometidas e familiares. Diante disso, torna-se essencial a participação da enfermagem no processo de auxílio ao paciente e seus familiares, facilitando, assim, a adesão à terapia, seja ela medicamentosa ou hemodialítica. OBJETIVO: Apresentar o papel do enfermeiro no processo de hemodiálise do paciente renal crítico, visando destacar os principais cuidados realizados na assistência da enfermagem. MÉTODO: Trata-se de uma pesquisa de método revisão narrativa realizada com dados da Biblioteca Virtual em Saúde (BVS). Foi executado um cruzamento com operador booleano AND para associação dos descritores como busca: hemodiálise and cuidados de enfermagem, resultando em 184 referências. Os artigos submeteram-se a uma filtragem em três etapas: texto completo disponível; idiomas em português; tipo de documento artigo, restando cinco artigos que atenderam o objetivo da pesquisa. RESULTADOS: O cuidado do enfermeiro no processo de hemodiálise consiste em gerenciamento das máquinas, monitoração dos sinais vitais do paciente, avaliação da taxa de filtração. Além disso, também cabe ao enfermeiro observar sintomas específicos de alguma complicação durante a sessão de hemodiálise e intervir de forma rápida, segura e eficiente. CONCLUSÃO: O enfermeiro desempenha várias funções importantes para o sucesso da sessão de hemodiálise. Vale destacar também que o enfermeiro é o profissional mais próximo na relação profissional–paciente, tendo grande influência não só no tratamento físico do paciente, mas também na sua estabilidade emocional.
Palavras-chave: Enfermagem, doença renal crônica ,hemodiálise
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Abrir o trabalhoSOBREVIDA DE PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA SUBMETIDOS À HEMODIÁLISE
JOSÉ EDUARDO PEREIRA ALCÂNTARA; Bruna Pereira de Andrade; Maria Vitória Ribeiro da Silva; Raiza Amanda Gonçalves de Souza; Fernanda Guedzya; Naftale Alves dos Santos Gadelha
Introdução: a insuficiência renal crônica (IRC) é a incapacidade que os rins possuem de realizar suas atividades básicas de costume. Os rins ficam impossibilitados de manter a filtragem e, consequentemente, a eliminação de substâncias tóxicas provenientes do organismo. Em decorrência disto, a hemodiálise tem sido uma das principais formas de tratamento que permite remover as toxinas e o excesso de água do organismo de maneira artificial podendo contribuir significativamente para a sobrevida de pacientes com IRC. Objetivo: Identificar a taxa de sobrevida de pacientes com IRC submetidos a hemodiálise. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada durante o mês de setembro de 2018 nas bases de dados PubMed, LILACS e MEDLINE. Foram utilizados os seguintes descritores: “taxa de sobrevida”; “diálise renal” e “mortalidade”. Resultados: A média de idade das pessoas submetidas a hemodiálise foi de 48,09 anos, ainda é baixa, contudo, nota-se um aumento crescente da mesma nos últimos anos. Alguns fatores podem interferir nestas taxas, tais como renda familiar mensal e nível de instrução, que mostram-se reduzidos na maioria dos pacientes. A presença de comorbidades associadas à insuficiência renal crônica tais como hipertensão arterial e diabetes mellitus podem interferir negativamente na sobrevida dos pacientes. Entretanto, os fatores que comprometeram significativamente a sobrevida dos pacientes submetidos à hemodiálise são: idade avançada e tempo de início da terapia. Estudos apontam que a taxa de sobrevida global é de 84,71% e 63,32% em um e cinco anos de tratamento, respectivamente. Considerações finais: A taxa de sobrevida de pacientes submetidos a hemodiálise ainda é reduzido mesmo com todo o aparato tecnológico disponível. Muitos pacientes chegam a óbito devido a dificuldade para a realização de transplante renal, que aumentaria consideravelmente a taxa de sobrevivência desses pacientes. Além disso, a presença de comorbidades interferem diretamente nos anos de vida de indivíduos submetidos à hemodiálise.
Palavras-chave: Diálise renal,Mortalidade,Taxa de sobrevida
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: Controle,Insuficiência renal crônica,pressão arterial,terapêutica
Oral
Abrir o trabalhoASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NA PREVENÇÃO DE INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA
MATEUS NASARO SANTANA; Miguel Borges da Silva Filho; Matheus Alves Soares; Maria Raiane Nunes da Silva; Guilherme Caetano de Sousa
INTRODUÇÃO: A doença renal crônica, ocorre a partir de uma lesão nos rins com perca progressiva e irreversível da função renal, a qual pode acarretar ao paciente dificuldades na adaptação das atividades cotidianas e adesão ao tratamento. A educação em saúde é uma das principais estratégias de informação, orientação ao portador e seus familiares em relação a prevenção. A enfermagem deve reconhecer as diferenças entre cada indivíduo e informar ao cliente e seus familiares a relação da doença e o tratamento que vai influenciar na redução da morbidade e melhora na qualidade de vida desse paciente. OBJETIVO: Descrever os cuidados de enfermagem na prevenção da doença renal crônica. METODOLOGIA: Este estudo consiste em uma revisão de literatura, o qual teve como fonte de consultas as bases de dados LILACS e BDENF. O período de levantamento da pesquisa foi realizado nos meses de agosto e setembro de 2018. Para a busca utilizou-se como descritores: “Enfermagem” and “Dialise” and “Insuficiência Renal Crônica”. Como critério de inclusão: textos disponíveis no idioma português, na modalidade artigo, nos últimos 2 anos. Foram excluídos os artigos que não conservaram a temática, monografias e teses. Resultando no total 20 artigos. RESULTADOS: De acordo com os resultados obtidos, verificou-se que um alto índice de familiares de portadores de doença renal crônica não tem o conhecimento prévio da doença como esperado, levando essas pessoas a encontrar uma série de desafios em relação à mudança de hábitos voltada a uma evolução no quadro clínico do paciente. É necessário a criação e implementação de estratégias voltadas a promoção em saúde com finalidade de levar e estimular o autoconhecimento. A enfermagem juntamente com uma equipe multiprofissional deve agir considerando os aspectos individuais de cada paciente, com o intuito de informar e orientar utilizando uma comunicação clara e simples sobre a patologia a qual acomete o indivíduo, como as modificações nos hábitos alimentares, através de práticas de educação em saúde, dessa forma capacitando-os ao autocuidado. CONCLUSÃO: Dessa forma, portanto, os profissionais da enfermagem através da educação em saúde têm um papel primordial na instrução visando mudanças comportamentais e adesão as medidas dietéticas e farmacológicas.
Palavras-chave: Enfermagem,Dialise,Insuficiência Renal Crônica
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Abrir o trabalhoCOMPROMETIMENTO RENAL EM PACIENTES COM LÚPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO
HELVIS EDUARDO OLIVEIRA DA SILVA; Ana Camila Gonçalves Leonel; José Eduardo Pereira Alcântara; Bruna Pereira de Andrade; Maria Vitória Ribeiro da Silva; Naftale Alves dos Santos Gadelha
Introdução: O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES) é uma doença inflamatória autoimune, cujos sintomas relacionados a doença pode aparecer em diversos órgãos de forma lenta e progressiva. Por ser uma patologia que acomete diretamente o sistema imunológico o qual tem por principal objetivo trabalhar na defesa e coordenação dos mecanismos do processo inflamatório, essa doença é um catalizador eficaz no processo de comprometimento renal afetando de forma significativa pacientes com Lúpus. Objetivo: Compreender a relação entre Lúpus Eritematoso sistêmico e a insuficiência renal crônica. Metodologia: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada durante o mês de setembro de 2018. As buscas foram realizadas nas bases de dados PUBMED e LILACS utilizando-se os seguintes descritores: “Insuficiência renal” e “Lúpus eritematoso sistêmico. ” Para a seleção dos artigos empregaram-se os seguintes critérios de inclusão: artigos completos em português, inglês e espanhol, publicados nos últimos cinco anos, e que tinham como base o comprometimento renal em pacientes com o LES. Foram encontrados 1 artigo na base de dados LILACS e 40 na PUBMED. Foram exclusos 30 artigos a partir da leitura dos títulos que não satisfaziam o objetivo do presente trabalho. Posteriormente, dos 11 estudos escolhidos, apenas 7 estavam disponíveis, sendo que, após leitura dos resumos 1 não atingia o objetivo deste estudo. Por fim, após leitura criteriosa dos artigos, 6 foram inclusos para a realização desta pesquisa. Resultados: A literatura afirma que o LES induz o comprometimento renal em mais de 50% dos casos da doença, podendo levar à perda da função renal e do controle imune. Todos os estudos analisados evidenciaram que a melhor forma de preservação da funcionalidade renal é o controle dos imunoscomplexos e a atenuação dos efeitos provocados pela terapia farmacológica imunossupressora. Sendo esta também crucial para a manutenção dos níveis de creatinina. Conclusão: A partir da análise realizada conclui-se que a maioria das pessoas com LES têm chances de desenvolver insuficiência renal crônica devido, principalmente, ao desenvolvimento de imunocomplexos. Desse modo, torna-se importante o controle da doença e tratamento adequado para prevenção e manutenção da função renal adequada.
Palavras-chave: Lupus eritematoso sistêmico ,Doenças crônicas,insuficiência renal
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Abrir o trabalhoPANORAMA DOS INTERNAMENTOS E MORTALIDADES HOSPITALARES POR INSUFICIÊNCIA RENAL NO CEARÁ, 2010/2016
RAUL RORISTON GOMES DA SILVA; Maria Isabel Caetano da Silva; Sara Teixeira Braga; Aline Sampaio Rolim Sena; Dra. Woneska Rodrigues Pinheiro
Introdução: As doenças que acometem o trato urinário são caracterizadas por impedir o funcionamento normal das estruturas que formam esse sistema, como, rins, ureter, bexiga e uretra. A Insuficiência Renal como uma das complicações que está incluída nesse grupo, é uma condição na qual os rins perdem a capacidade de manter a hemostasia normal do organismo, levando o indivíduo a apresentar manifestações agudas ou crônicas. Objetivo: Pensando na repercussão desses distúrbios, o estudo busca conhecer a taxa de internamento e mortalidade hospitalar relacionada a insuficiência renal no estado do Ceará nos anos de 2010 a 2016. Método: Trata-se de uma pesquisa epidemiológica com abordagem descritiva. Analisou-se o quantitativo dos casos notificados de internamento e taxa de mortalidade relacionado aos casos de insuficiência renal no estado do Ceará no período de 2010 a 2016, que corresponde os últimos anos de notificações da doença. Os dados foram coletados no Banco de Dados do Sistema Único de Saúde (DATASUS), através do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), no mês de setembro de 2018. Para análise, utilizou-se as informações sobre os internamentos e mortalidades nos últimos seis anos disponíveis no sistema. Resultados: Entre 2010 a 2016, observou-se um aumento permanente do número de internamentos relacionado a insuficiência renal ou diagnosticados com a insuficiência renal passando de 2,931 internamentos em 2010 para 3.712 em 2016. No que diz respeito as notificações de mortalidade no Ceará analisando os dados colhidos constatou-se um significativo aumento na taxa de mortalidade hospitalar envolvendo a insuficiência renal, onde em 2010 foram registrados no SINAM 281 óbitos, comparado com ano 2016 que foram registrados 523 óbitos. Considerações finais: É importante a divulgação e análise dos dados do SINAN para monitoramento e elaborações de políticas pública de saúde voltadas para realização do diagnóstico precoce da doença, bem como desenvolver estratégias de melhoria para a expectativa de vida dos pacientes, fortalecendo o acompanhamento pelos profissionais de saúde tanto no serviço hospitalar como também estabelecendo este contato a nível de domicílio.
Palavras-chave: Insuficiencia Renal,Registros de Mortalidade,Admissão do paciente
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Abrir o trabalhoSAE AO PACIENTE COM DOENÇA RENAL POLICÍSTICA
ANTONIO FABIO DE SOUZA; Janayle Kéllen Duarte de Sales; Hercules Pereira Coelho; Otília Maria Soares Maia; Gilberto dos Santos Dias de Souza
INTRODUÇÃO: A Doença Renal Policística (DRP) é caracterizada pelo crescimento e desenvolvimento progressivo de cistos renais, que comprometem a homeostase do órgão, podendo também, ser direcionada ao fígado e ao pâncreas. A mesma pode ser associada à hipertensão, defeitos cardiovasculares, insuficiência renal e hipertensão portal. OBJETIVOS: Elencar os principais diagnósticos, metas e intervenções de enfermagem a luz das taxonomias NANDA, NOC e NIC. MÉTODOS: Trata-se de uma revisão bibliográfica, realizada nas bases de dados da LILACS e MEDLINE, acrescido da literatura cinzenta, a partir do cruzamento dos descritores: “Assistência de Enfermagem” AND “Nefropatia” AND “Policisto Renal”. Foram obtidos 15 artigos, compreendidos no período de 2002 a 2018. Por intermédio da leitura de título e resumo na íntegra, foram excluídos da pesquisa, por inadequação a temática, nove estudos, sendo apenas seis utilizados como fonte de pesquisa. RESULTADOS: Diante da elaboração do plano de cuidados, por intermédio da Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), ao paciente com DRP, foram elencados os seguintes Diagnósticos (D), Metas (M) e Intervenções de Enfermagem (IE): D: nutrição desequilibrada, relacionado à capacidade prejudicada de absorver alimentos. M: apresentar melhora do quadro nutricional. IE: solicitar a avaliação do nutricionista; estimular/oferecer refeições em pequenas quantidades e em intervalos menores; pesar o paciente semanalmente, se possível; e orientá-lo quanto à importância da manutenção de hábitos alimentares saudáveis. D: risco de desequilíbrio eletrolítico, relacionado ao volume de líquidos deficientes. M: garantir a ingestão suficiente de líquidos, conforme prescrição médica. IE: realizar coleta de amostra para dosagem de ureia, creatinina e outros componentes dos fluídos; e realizar o balanço hídrico rigorosamente. D: eliminação urinária prejudicada, relacionado à presença de cistos renais. M: apresentar melhora do quadro urinário. IE: realizar controle hídrico e medicamentoso; e estimular técnicas integrativas que favoreçam a melhora da diurese. CONCLUSÃO: Embora este trabalho represente um estudo preliminar no levantamento de possíveis diagnósticos de enfermagem a um quadro de policístico renal, o mesmo nos permitiu entender que a elaboração dos diagnósticos, metas e intervenções de enfermagem, não devem ser fases isoladas do processo assistencial, mas sim, como um aporte ao direcionamento das ações da enfermagem.
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PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES PÓS TRANSPLANTE RENAL
ANA CAMILA GONÇALVES LEONEL; José Eduardo Pereira Alcântara; Maria Vitória Ribeiro da Silva; Bruna Pereira de Andrade; Raiza Amanda Gonçalves de Souza; Naftale Alves dos Santos Gadelha
Introdução: As patologias renais demonstram-se cada vez mais frequentes na população, tendo como um os principais métodos para garantir a sobrevida dos pacientes acometidos, o transplante renal. Porém, é preciso estar atento para as principais complicações advindas do processo pós-transplante como rejeição e infecção, que estão acoplados a eventos febris, hipertensão arterial sistêmica e até mesmo possíveis óbitos. Enfatiza-se assim, a maior relevância de profissionais que estejam inteiramente capacitados apara atuar na melhoria da saúde e bem estar do público em questão. Objetivo: identificar quais as principais complicações pós-transplante renal. Método: Trata-se de um estudo de caráter descritivo e de abordagem qualitativa, empregando a revisão integrativa como meio para coleta de dados, tendo como finalidade a busca e identificação dos aspectos do tema abordado. A investigação foi realizada no mês de setembro do ano de 2018, utilizando a BVS(Biblioteca Virtual em Saúde), tendo como bases de dados: LILACS(Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde) e MEDLINE(Medical Literature Analysis and Retrieval System Online). Os descritores identificados na base DECS (Descritores em Ciências da Saúde) foram: “transplante de rim”, “rejeição de transplante” e “falência renal crônica”. Foram identificados 14.311 artigos, com a utilização dos filtros foram escolhidos 10, que após a leitura dos títulos, resumos e arquivos na íntegra, sete artigos foram inclusos para análise neste estudo. Empregaram-se como como critérios de inclusão: textos completos, apresentados em inglês e português. Resultados: De acordo com alguns estudos, os aspectos relacionados as complicações do paciente no pós-transplante renal estão ligados principalmente a: rejeição de enxerto, hipertensão arterial sistêmica, febre, aumento do risco de infecções. Existem ainda, complicações relacionadas a ansiedade pela espera de respostas rápidas ao tratamento logo após o processo do transplante. Conclusão: É notório que ainda há uma grande abrangência de complicações que trazem aos receptores de transplante renal, maiores riscos ao seu bem estar e recuperação. Atentando assim, para uma ampliação do conhecimento dos profissionais envolvidos, no intuito da melhoria do trabalho direcionado ao público em questão.
Palavras-chave: Transplante de rim,Rejeição de transplante,Falência renal crônica
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