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MEDIAÇÃO COMUNITÁRIA COMO POLÍTICA PÚBLICA: UMA ALTERNATIVA DE RESOLUÇÃO DE CONFLITO ENTRE COMUNIDADE DA VILA ALTA E O PODER PÚBLICO EM TORNO DA ÁGUA
CANDICE CAMILLA OLINDA SANTOS; ANTONIO ULISSES OLINDA DE SOUZA FILHO
No contexto de modernização e globalização vigente, capaz de transformar rapidamente o mundo, a água em pouco tempo tornar-se-á o bem mais precioso da humanidade, capaz de desencadear grandes conflitos. A cidade de Crato/CE, encravada no sopé da Chapada do Araripe, é conhecida pelas várias nascentes, muitas de água mineral, clima agradável e abastança d´água. Contudo, a comunidade da Vila Alta, localizada no município em questão, desde o ano de 2005, convive com um abastecimento irregular e com uma água de má qualidade, coloração escura ou até imprópria para o consumo. Isso tem causado aos moradores diversos problemas que vão desde as doenças relacionadas ao consumo até o gasto extra com a compra de água. Paralelamente, o poder público é seriamente cobrado diante da insatisfação da comunidade, mesmo tratando-se de um bem primário indispensável a todos. O conceito base para desenvolver a temática em questão faz a referência a Direitos Fundamentais, sua classificação e descrição. Entende-se por este como sendo os direitos atribuídos a todo cidadão e/ou sociedade, consagrados e positivados, que tem por finalidade dar condições mínimas e necessárias para a condução de uma vida sadia e plena. Assim, a mediação comunitária entra em cena. Assim, como objetivo geral evidenciá-la como sendo uma política pública eficaz para intermediar o conflito existente. Igualmente, a escolha do método dedutivo atrelado à pesquisa bibliográfica tornará possível o objetivo proposto. No tocante à metodologia a ser usada poderá ensejar na utilização de instrumentos para coletas de dados, tais como entrevistas, questionários, análise documental, dentre outros que venham a ser necessários. Imprescindível é acompanhar a dinamicidade das relações. Logo, observa-se como o direito vem tentando encontrar mecanismos aptos e fora do costumeiro para contemplar todas essas transformações. Dessa forma, procura-se ir além, para dar uma resposta ao conflito. Neste interim, faz-se oportuno evidenciar a comunidade como protagonista nesta relação, o envolvimento de seus membros de forma participativa e engajada, com alteridade, conscientização trará não apenas uma resposta satisfatória para a contenda, como também pode preservar posteriores novas demandas. Essa é o que propõem estabelecer com a mediação comunitária; uma nova forma de ver e fazer justiça, sugerindo a quebra de paradigmas com a promoção de inclusão, cidadania, democracia, justiça e pacificação, desmistificando a figura do mediador(es) comunitário(s), que empoderar-se-á da situação, perseguindo sempre o diálogo entre as partes, dentro de um processo participativo e comunicativo, perquirindo uma solução equânime. Fica o sentimento de que a mediação comunitária é uma política pública que deve ser fomentada e alargando sua difusão. Um mecanismo de empoderamento e libertação através da cidadania participativa.
ESTÁGIO SUPERVISIONADO II NA FORMAÇÃO DOCENTE EM GEOGRAFIA: EXPERIÊNCIA REALIZADA NA E.E.F.M JOSÉ BEZERRA DE MENEZES EM JUAZEIRO DO NORTE-CE
JOSE GEOVANI PAULINO DE ALENCAR; NAYANE DE FREITAS DANTAS; ANTÔNIA JANAINA SILVA SANTOS; CAROLINE DA SILVA LAURENTINO
O presente trabalho consiste em um relato de experiências sobre o estágio supervisionado II na E.E.F Paulo Barbosa Leite localizada na cidade de Caririaçu–CE no qual foi desenvolvida práticas pedagógicas durante o exercício da profissão docente para contribuir no processo de ensino e aprendizagem dos conteúdos pertinentes a ciência geográfica. O estágio é uma atividade indispensável na formação de professores que pretendem atuar no campo da educação, pois, é um processo de conhecimento primordial nos cursos de licenciatura, uma vez que, que desempenha um papel importante a um profissional que realmente pretende estar preparado para enfrentar os desafios impostos pela carreira educacional desde a graduação, o mesmo se concretiza por meio da observação, da participação e da regência, e está além de uma mera questão de cumprimento de carga horária e de aperfeiçoamento com os planos de aula, visto que, permiti uma realidade de atuação articulado entre ensino, pesquisa e extensão. É nesse viés da prática docente que os licenciados têm a oportunidade única de investigar, conhecer e explorar os aspectos educacionais que se concretizam no desenvolvimento das práticas pedagógicas que delimitamos através da teoria e da prática. A teoria é tida como uma atividade de pesquisa pela a leitura e reflexão. Já a prática é definida como a realidade concreta vivenciada, por permitir a convivência no cotidiano das instituições de educação, uma vez, que deve ser pautada na formação do professor critico-reflexivo sendo que é obrigatória nas licenciaturas do ensino superior. As teorias trabalhadas durante a graduação, principalmente no que diz respeito a disciplina de estágio supervisionado, servirão para a prática durante o exercício da docência e momentos de reflexão visto que, a profissão de educador é uma prática social. A formação docente assim como a pesquisa tem sido amplamente discutida pelos os pesquisadores da área da educação. Pois, o estágio deve ser levado em consideração como um momento único na formação acadêmica e profissional, não somente tendo a tarefa de colocar o aluno frente ao ambiente escolar e a sala de aula, mas permitir uma reflexão crítica da realidade na qual atuará. O objetivo desse trabalho é mostrar a experiência adquirida durante a prática da docência no exercício do magistério e uma reflexão a respeito das questões teóricas e práticas, isto é, o estágio se materializa por meio da práxis. No que se refere aos procedimentos metodológicos foram realizados planos de aula, oficina pedagógica e material didático durante as aulas de Geografia. No tocante aos resultados, as práticas pedagógicas desenvolvidas tornaram as aulas dinâmicas e participativas, bem como reflexivas perante aos conteúdos geográficos ministrados. Conclui-se que o estágio é de extrema importância, pois, vivenciamos na prática a realidade da sala de aula e do ambiente escolar por propiciar um momento único na formação do acadêmico.
CARTOGRAFIA ESCOLAR: A REPRESENTAÇÃO ESPACIAL COMO POSSIBILIDADE DE LEITURA DO ESPAÇO GEOGRÁFICO
CARLOS JEFFERSON GOMES DA SILVA; Antonio Marcos Gomes da Silva
Este trabalho tem por finalidade apresentar as experiências docentes (oficina) realizadas junto aos alunos do Ensino Fundamental II na Escola Estado da Paraíba, em Crato-CE. A oficina teve como objetivo trabalhar conteúdos da cartografia escolar com os alunos do 8º e 9º ano, planejada considerando as temáticas de ensino e as metodologias estudadas na disciplina optativa Educação Cartográfica ofertada pelo curso de licenciatura em Geografia da Universidade Regional do Cariri-URCA. A oficina foi realizada nos dias 17, 18, 19 e 22 de outubro de 2018, ministrada por um grupo de três alunos da disciplina e, também, por bolsistas do Laboratório de Ensino em Geografia - LEG. Contou com uma carga horária de 20 horas aulas, ministradas no contra turno das aulas regulares com o propósito de trabalhar as noções básicas da cartografia escolar, como: orientação espacial, localização e representação voltadas para aprendizagem dos estudantes. Na metodologia foram considerados os seguintes procedimentos: estudo bibliográfico; sistematização das leituras relacionadas a cartografia escolar; e elaboração do plano de aula, realização da oficina e avaliação das atividades. As atividades da oficina foram divididas em três encontros: primeiro dia - apresentação da oficina e dos conceitos geográficos tendo como foco o lugar; segundo dia - realização das atividades com as noções básicas de cartografia (orientação espacial, localização, produção e leitura de mapas); e no terceiro dia - construção de maquetes. Essa produção teve como finalidade estimular a criatividade e a troca de experiências entre os professores e alunos com base na leitura do espaço geográfico. O planejamento da oficina atendeu a propósitos teóricos e práticos. Nesse sentido, no que diz respeito a fundamentação teórica para definição das atividades foram relevantes as contribuições de Almeida (2001), Callai (2005), Passini (2012), Castrogiovanni (2002 e 2016), entre outros. Nas atividades realizadas com os alunos percebemos o interesse em participar, a integração do grupo e a expressão de aprendizagens coerentes com os conceitos e conteúdos cartográficos abordados. Um dos principais objetivos da Geografia escolar é fazer com que os alunos se apropriem do conhecimento que essa disciplina oferece, sendo uma forma de compreender e explicar as experiências vividas, evidenciando a participação de todos como sujeitos no espaço geográfico. A oficina serviu como uma ferramenta de análise da alfabetização espacial e cartográfica dos alunos, evidenciado a necessidade de práticas de ensino que reconheçam o nível de desenvolvimento dos alunos. Acreditamos que essas concepções são importantes para processo contínuo de ensino e aprendizagem, pois contribui para o crescimento cognitivo tanto dos alunos quanto dos professores em formação, ministrantes da oficina. Por fim, acreditamos que pensar o espaço geográfico e a cartografia escolar com atividades desafiadoras é uma forma de motivar o interesse dos alunos pela aprendizagem dos conteúdos geográficos escolares.
Palavras-chave: Direito Fundamental, Mediação c, Mediação Comunitária, Politicas Públicas
Oral
Abrir o trabalhoRESISTÊNCIA E LUTA PELO TERRITÓRIO DA COMUNIDADE DO CUMBE.
LEONARDO MOURA DA SILVA; MARIA FRANCISCA GOMES DE ALMEIDA
O referente trabalho trata-se do processo de resistência, demarcação e titulação da comunidade quilombola Cumbe, os mesmos ocupam esse de território quilombola desde 1990, localizada na zona litorânea leste do Ceará no município de Aracati. Essa comunidade conta com cerca de 180 famílias de origem negra/quilombola. Vale ressaltar que a expressão “Cumbe”, quer dizer “quilombo” na linguagem africana. Sua população atualmente sobrevive a partir da pesca (Piscicultura), proveniente de seus manguezais e de gamboas no rio Jaguaribe e no mar, tem-se ainda a colheita da carnaúba, a qual aproveita-se tudo, desde suas raízes às suas folhas, além do turismo comunitário, que vem ganhando reconhecimento nos últimos anos. Essa comunidade sofre e vem buscando resistir aos embates tanto das instituições governamentais como também das instituições privadas, as quais buscam retirar da população os seus devidos espaços tradicionais e histórico, a partir da privatização das águas locais, desde 1970 , as quais são ricas, oriundas de lençóis freáticos e que antes abastecia a cidade de Aracati com água natural e totalmente gratuita, no entanto, agora é paga além de, pelo impacto ambiental, salgar os poços artesanais da comunidade ; Em 1990 a criação empresarial de camarão e Utilização das técnicas de Carcinicultura, as quais com o uso de produtos químicos, ocasionaram a mancha branca, vírus que causa a calcificação e mudança na coloração do camarão; Em 2008 instalação de 3 usinas eólicas, privatizando assim as dunas, em busca de trazer uma “energia limpa”, entretanto para as suas instalações foi preciso destruir patrimônios e instituições do Cumbe, sítios arqueológicos históricos e pré-históricos e soterrar inúmeras lagoas. Nos últimos anos, os conflitos veem se intensificando, empresários buscam por meio da especulação imobiliária empossar-se totalmente dessa área, mas a população do quilombola reage com o presente documento de reconhecimento desta comunidade pela Fundação Palmares, a qual os assegura até o devido momento. Diante elaboração desse trabalho a metodologia utilizada foi a pesquisa de campo, aonde obteve-se um grupo de discursões realizada com pessoas que residem no espaço a com os membros da pesquisa, além do método de observação, que foi fundamental. Pode-se concluir através desta pesquisa realizada, que a comunidade quilombola, busca com persistência e resistência a asseguração de seus devidos direitos territoriais, evitando que as unidades empresarias de iniciativas privadas e governamentais, assumam um espaço não só de subsistência de um povo, mas também de uma imenso significado histórico-cultural quilombola.
Palavras-chave: resistência,território,comunidade quilombola,impacto ambiental
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Abrir o trabalhoO ENSINO DE GEOGRAFIA E AS NOVAS TECNOLOGIAS
SAMUEL MORAIS DOS SANTOS; Francisco Zilmar Casimiro da Silva Júnior; Laura Beatriz Santos Sousa
Este trabalho discutirá sobre o ensino de Geografia e as novas tecnologias no contexto educacional atual. O objetivo consiste em uma pesquisa acerca do aprofundamento do conhecimento e da ação docente e a relação com as novas tecnologias no ensino de Geografia. A pesquisa está baseada na forma de repensar as práticas didáticas e pedagógicas de ensino e aprendizagem em sala de aula do saber geográfico. Denominamos o meio técnico científico e informacional como inerente no desenvolvimento reflexivo e crítico dos professores e alunos, acrescentando a partir disso a discussão sobre o uso das tecnologias no chão da escola. Os procedimentos metodológicos da pesquisa consistirão de leituras de textos, artigos e livros que dialogam com a temática abordada e entrevista com educadores, pesquisas bibliográficas. O ensino com esses recursos tecnológicos pode ser compreendido como uma nova maneira de ensinar e aprender, buscando sempre uma relação com a contextualização dos docentes e discentes e suas realidades de vida. Desde então a geografia vêm passando por mudanças significativas, logo, observa-se também a importância do auxilio dos recursos didático – tecnológicos nesse processo de mudanças. O conceito de geografia e a noção do espaço são importantes para a construção do conhecimento dos alunos, pois a partir da análise dos conceitos os alunos compreenderão a noção espacial e suas relações com o meio. Verifica-se também que o livro didático ainda é o recurso mais acessível até o momento e, um importante recurso nas escolas. percebeu-se que nas visitas técnicas muitos professores sentem deficiência no uso das tecnologias digital em sala de aula. Muitos não têm um conhecimento técnico em informática para desempenho das atividades em sala de aula tento que recorrer a cursos de informática para ser trabalhado no cotidiano dos alunos. Sabemos que o mundo contemporâneo está marcado pelo o avanço da comunicação e transformações tecnológicas, isso mostra um verdadeiro desafio para a educação onde refletimos as atividades propostas em sala de aula e orienta o caminho de todos para o domínio e a apropriação crítica do ensino de geografia nas escolas. Desta forma, proporcionando trabalhar cada vez mais na escola um ambiente interativo que os próprios recursos podem oferecer, tornando assim as aulas mais dinâmicas e motivadoras pois hoje no ensino ainda prevalecer o ensino tradicional quando aos docentes percebe-se que falta uma incentivo a inovação de suas metodologias. O trabalho foi realizado tendo como fundamentação teórica Pazino e Montanha (2005), Criscuolo e Baci (2007), dentre outros autores que recentemente vem adotando em suas práticas pedagógicas as denominadas novas tecnologias. Em suma os resultados alcançados constituirão na aquisição de conhecimentos tanto teóricos como práticos que serão materializados no ensino de Geografia. Palavras chave– Chave: Ensino de Geografia, Tecnologias, Metodologias
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Abrir o trabalhoOFICINAS PEDAGÓGICAS NO 7º SEMESTRE DE GEOGRAFIA: RELATOS DE SUA ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO NO SEMESTRE 2018.2
MARIA FURTADO DA CRUZ; Maria Janiele Matias Gonçalves; Maria Aline do Nascimento; Carlos Alberto da Silva Angelo
O presente trabalho tem por objetivo apresentar a sistematização realizada na etapa de produção e realização de Oficinas Pedagógicas, produzidas na disciplina Estágio Supervisionado III, ministrada pela professora Maria Soares da Cunha, Curso de Licenciatura em Geografia da Universidade Regional do Cariri – URCA. As oficinas são uma forma de propor práticas de ensino que promovam a construção de competências docentes para atuar no contexto do Ensino Médio. Metodologicamente esse trabalho foi desenvolvido seguindo os pressupostos metodológicos e pedagógicos de problematização e diálogo, defendidos principalmente por Zabala (1998) e Freire (2011). As oficinas foram elaboradas a partir do trabalho de observação sistemática de aulas de Geografia em duas escolas públicas de ensino médio, a Escola de Ensino Médio Professora Eunice Maria de Sousa Freitas em Mauriti-CE e o Colégio Municipal Pedro Felício - Crato – CE. Constitui uma forma de planejar atividades teóricas e práticas adequadas para o uso em salas com alunos de escola pública. A ideia era trabalhar com recursos didáticos e tecnológicos disponíveis nas escolas e adequados ao perfil de alunos da etapa do ensino médio. O trabalho de análise do livro didático ajudou a definir temas para a realização das oficinas, que aconteceram na sala do 7º. Semestre do Curso de Geografia. As oficinas foram elaboradas e desenvolvidas por 46 acadêmicos do curso de Geografia da Universidade Regional do Cariri- URCA dos turnos manhã e noite. Os acadêmicos se organizaram em duplas e trios e, após várias orientações com os professores envolvidos, Maria Soares, Lourdes Carvalho e Edmar Pinheiro, foram definidos os temas e os projetos das oficinas. No total foram desenvolvidas 16 (dezesseis) oficinas pedagógicas entre os dias 23 de abril de 2019 e 28 de maio de 2019. Com a realização de oficinas pedagógicas, apresentadas a colegas acadêmicos do mesmo semestre e para banca formada por professores do curso, tivemos a oportunidade de propor problematização e investigação de conceitos em sala de aula, por meio de leituras, atividades de registros, leitura de imagens, jogos, foto colagem, exibição de filmes, criação de histórias que proporcionassem usar a imaginação dos estudantes. Foram realizadas as seguintes oficinas: O mundo urbano: qual o seu lugar na cidade?; Estrutura interna da terra – terra ao avesso; O pão nosso de todo dia; “Game of biomas” Biomas brasileiros; A cidade e seus construtores; Paisagem natural e humanizada; Estudo do território em perspectiva global e regional, enfocando os geossítios do Geopark Araripe; #caatinganossobioma; O espaço agrário brasileiro e as agroflorestas do Cariri cearense; Terra planeta água. Os temas que os proponentes trabalharam foi “Estudando as massas de ar para compressão do clima do Brasil” e “O pão nosso de todo dia: Reflexões sobre a agricultura familiar”. Procuramos trabalhar com atividades de exposição dialogada e práticas envolvendo os participantes, como debate orientados por imagens e gravuras, exercícios de aplicação de questões em formato de gincana, uso de Datashow, procurando estimular a interação dos participantes.
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Abrir o trabalhoPalavras-chave: cartográfia escolar,ensino,oficinas,aprendizagem
Oral
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