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A IMPORTÂNCIA DA FONÉTICA E FONOLOGIA
MATHEUS MAGALHÃES DOS SANTOS MOURA; Cícera Averlania da silva; Marta Janoca de Araújo
Neste artigo propomos distinguir fonética e fonologia e conceitua seus princípios básicos como por exemplo: A fonética estuda os sons da fala e a fonologia os sons da Língua. Nosso objetivo é demonstrar a importância da disciplina linguística no curso de Letras e quais suas serventias. Utilizamos algumas importantes definições do livro: Linguística Geral de Saussure (1916), considerado o pai da linguística e algumas de suas citações, inserimos também na produção uma pesquisa de campo, tendo por finalidade ter conhecimento sobre qual parte os discentes têm mais dificuldade em aprender na disciplina fonética e fonologia e se os estudos dessa disciplina realmente contribuirão para a formação do mesmo de alguma forma. Relatamos a subdivisão da fonética em: Articulatória, acústica e auditiva, além da troca dos fonemas que resultam em novos significados. A temática é importante por se constituir uma disciplina que envolve o estudante na busca do conhecimento de sua língua materna. Com o desenvolvimento desse artigo objetivamos simplificar o estudo dessa matéria acadêmica, promovendo a melhor compreensão com um pequeno resumo. Visto que, no início, os discentes possuem bastantes dificuldades em trabalhar e entender as diferenças existentes. Iremos relatar os motivos pelos quais faz com que essa disciplina seja importante ser estudada para futuros professores. No presente Artigo, utilizamos uma pesquisa de campo de caso avaliativo, decorrendo da aplicação de um questionário aos iniciantes da presente disciplina (fonética e fonologia), visando compreender quais são as dificuldades no início.Concluímos que a importância dessa disciplina no curso de Letras está relacionada com a produção da escrita e do entendimento da pronúncia. De uma forma pedagógica, pode auxiliar na compreensão de outras línguas através da fonética quando o acadêmico lecionar outros idiomas. O conhecimento da fonologia possibilita aos futuros docentes examinar problemas gráficos relacionados a ortografia, possibilitando resolver com seus alunos.
Palavras-chave: Fonética,Fonologia,Aluno
Oral
Abrir o trabalhoBREVES PERCEPÇÕES DE GÊNERO NA LITERATURA BRASILEIRA: RELENDO SENHORA DE JOSÉ DE ALENCAR
CICERA BRUNA SANTOS AUGUSTINHO; Andressa Almeida dos Santos
O presente trabalho é resultado do grupo de estudos: gênero e sexualidade na literatura brasileira (GESLIB) e tem como objetivo refletir acerca dos lugares sociais reservados a mulher no século XIX a partir da obra senhora, de José de Alencar. Partindo da premissa que obras fictícias se relacionam com o senso comum vigente, colaboram para efetivação de uma consciência coletiva. Trazemos como base para reflexão do texto literário em questão uma discussão acerca dos lugares sociais cristalizados na cultura nacional, utilizando para isso os estudos de gênero. A metodologia adotada para o desenvolvimento do nosso trabalho se deu através de pesquisas de cunho bibliográfico. Para isso fizemos uso do aparato teórico de autores (as) nos estudos feministas e de gênero: Joan Scott (gênero categoria útil de análise histórica, 1995), June E. Hahner (Nova História das mulheres, 2012), Pierre Bourdieu (Dominação Masculina, 1992), Michelle Perrot (Minha história das mulheres, 2007). Serão apresentadas fundamentações teóricas sobre os estudos de gênero e sexualidade que se relacionam com a temática da obra, além de teorias sobre os estudos feministas que abarcam discussões sobre o lugar das mulheres na sociedade no passado e nos dias atuais, além de estabelecer se perpetuam na contemporaneidade. A obra do autor romancista ambientada na capital fluminense no período do advento da República e da consolidação do regime democrático traz como enredo principal a conturbada história de amor de Aurélia Camargo, uma das maiores figuras dos salões cariocas e da alta sociedade e de Fernando Seixas, um jovem de origem humilde que aspira uma ascensão social, onde o matrimônio não se dá maneira convencional segundo as tradições que regem essa instituição já que a protagonista casa-se por um desejo incumbido de vingança contra esse que detém seu amor e sua mágoa por um passado onde as ambições de Seixas fizeram com que ele abrisse mão de seu amor pela heroína dessa história em troca de um casamento financeiramente promissor. Agora afortunada, depois de receber uma herança gigantesca de seu avô paterno, Aurélia pretende com essa comunhão desaguar no rapaz todos os tipos de humilhações possíveis sem nenhuma pretensão nobre além do bel prazer de ver seu marido sentindo exatamente o que ele a fez sentir. Indo além disso, a obra apresenta outras perspectivas de personagens que também ajudam a construir o enredo pensando nas diferentes formas que a categoria mulher assume com relação às convenções sociais.
A OPOSIÇÃO ENTRE A CIDADE E O CAMPO NO ROMANCE
LUANA ALVES DE LIMA; Marciana Generoso de Oliveira
O presente trabalho tem como finalidade analisar a oposição entre a cidade e campo dentro da Literatura no romance “A Cidade e as Serras “de Eça de Queirós. A fundamentação teórica baseia-se em pesquisa bibliográfica de autores que abrangeram nos seus estudos essa tese, destacando Raymond Williams (1989) e José Carlos Siqueira (2018) além de artigos científicos e trechos da obra de Queirós, ressaltando assim, que a oposição entre o Centro Urbano e o Rural é destaque em muitas obras literárias como, por exemplo, na obra “As Pupilas do Senhor Reitor”, no qual o personagem Daniel se transforma ao deixar o campo, comprovando que há uma distinção no estilo de vida na cidade e no campo e que esta interfere no ser social, e na personalidade dos personagens dentro da história. A cidade se formou a partir de pequenas aldeias principalmente depois da revolução Industrial no século XVII. Com o crescimento das fábrica e o aumento de mão de obra, o homem muitas vezes deixava seu lugar de origem, almejando um estilo de vida melhor, o que nem sempre acontecia, pois muitas vezes eram submetidos a condições de trabalhos precários. Na narração os leitores podem perceber que o autor repassa cuidadosamente essa ideia e que, para ele, a cidade é muitas vezes o lugar para receber experiências, marcada por grandes por evoluções tecnológicas , no qual mesmo apresentando problemas dava uma sensação de preenchimento e riqueza humana. O Campo é o lugar de escrever sobre a vida, criou-se a idealização que pela presença das altas montanhas ele era um espaço de maior aproximação com o criador. Desse estudo, foi possível constatar que o contraste de vida entre cidade e campo defendida por eles perpetuam até os dias atuais, a cidade com suas caracterizações negativas e o campo com características positivas. Queirós realça essas contradições do inicio ao fim da sua obra , dialogando muitas vezes com momentos do nosso presente, ela se torna real, e isso faz dela um grande clássico e marco na nossa Literatura.
Palavras-chave: Oposiição, Cidade, Campo, Eça de Queirós
Oral
Abrir o trabalhoANÁLISE E CONVÍVIO: OBSTÁCULOS ENCONTRADOS NA FORMAÇÃO ESCOLAR E OS DESAFIOS NA TRAJETÓRIA DA VIDA
ARÔNIO DIAS CIPRIANO
RESUMO O presente artigo tem como objetivo analisar as dificuldades das crianças e as habilidades sociais de pessoas com deficiência visual, os métodos utilizados para mediar à aprendizagem, a caracterização de como se dar os processos de leitura e de ensino para os deficientes visuais, investigando o papel dos professores e a forma que auxiliam os alunos nas suas produções textuais. O trabalho surgiu de um projeto de pesquisa desenvolvido na disciplina de Laboratório de Produção Textual II, na universidade Regional do Cariri (URCA) Campus – Missão Velha e como instrumento de coleta de dados, fizemos uma entrevista semi estruturada com a (ADC), que foi a principal protagonista deste trabalho. Para a elaboração do projeto, foi realizada uma pesquisa bibliográfica, baseada nos argumentos de Kastrup (2007), Masini (1993) e Freitas (2008). Concluímos que, para que ocorra a inclusão de fato do aluno com deficiência visual, indo muito além de uma simples matrícula é preciso que professores a equipe pedagógica e gestora da escola e funcionários, aceitem o aluno deficiente, com normalidade e igualdade, buscando conhecer suas necessidades e suas potencialidades. Palavra chaves: Inclusão. Deficiência Visual. Igualdade Social.Direitos. 1 INTRODUÇÃO O trabalho surgiu de um projeto de pesquisa que tem o propósito de investigar os caminhos perceptuais do portador de deficiência visual e analisar as dificuldades das crianças e as habilidades sociais de pessoas com deficiência visual e quais métodos utilizados. Estudos mostram que o diagnóstico da cegueira pode não ser imediato, a diferença mais significativa não é entre cegos congênitos e precoces, mas entre precoces e tardios, em função da existência, nos últimos, de referências visuais e coordenações neurais entre as modalidades sensoriais, que ocorrem, em média, até os três anos de idade. Sabemos que a deficiência visual pode ser de origem hereditária (catarata congênita, glaucoma etc.) ou adquirida (acidentes, doenças, deficiência de vitamina A, entre outros) em alguns casos podendo ser controladas. Esse projeto vem relatar a deficiência visual congênita, ou seja, de pessoas que nunca viram nada e se insere na história de vida de (ADC), relacionada as suas principais dificuldades na vida e na escola, devido a sua deficiência. A deficiência visual é vista como uma impossibilidade do indivíduo interagir com o meio social, acreditar nessa assertiva é uma forma de marginalização. Apesar da sociedade criar meios, estruturas, ambientes como escolas, locais de trabalho e urbanização para facilitar o acesso desses portadores da deficiência, essas atitudes ainda se caracterizam por inadequadas e ineficientes, pois ainda são limitadas tanto nos centros urbanos como nas instituições.
A EXPERIÊNCIA NO MUNDO DA LEITURA: O FLASHBACK DE UMA VIDA
LUANA ALVES DE LIMA
GT 06 – NARRATIVAS DE VIDA: SABERES, SENTIDOS E EXPERIÊNCIAS DE FORMAÇÃO A EXPERIÊNCIA NO MUNDO DA LEITURA: O FLASHBACK DE UMA VIDA Luana Alves de Lima URCA – Missão Velha lua.lima016@gmail.com Profª. Ma. Paula Perin (Orientadora) URCA – Missão Velha paula.perin@hotmail.com RESUMO O presente trabalho tem como finalidade relatar minha trajetória de experiência do contato com o mundo da leitura através de marcos que se construíram na minha vida. A atividade de narrar leva o nosso eu do presente a dialogar com nosso eu do passado. Utilizamos o método autobiográfico e biográfico tal como expressam Thomson (1997), Frison e Simão (2011), Piovesan (2007), Souza (2007), Martins (1988), além de autores que abrangeram no seu campo de estudo as contribuições para a formação de leitores, ressaltando assim que, a execução da escrita do memorial conta com uma reflexão daquilo que fomos, desde a nossa infância até o que somos hoje, acrescentando ainda que, acontece um flashback em muitos momentos, é verdadeiramente uma viagem, voltamos ao tempo, é a oportunidade de vivenciarmos por uns pequenos instantes momentos emocionantes. A partir desse estudo foi possível constatar que a nossa formação enquanto leitor acontece em todas as etapas de nossas vidas, que a família, a escola e a Igreja são colaboradores desse processo, sendo que, quando o leitor é formado no âmbito familiar, ou seja, quando ele tem contato com a leitura em casa, adquire mais facilidade para lidar com signos, além de desenvolver um senso critico mais cedo. Palavras-chave: Experiência. Leitura. Narrativa de vida. 1 INTRODUÇÃO Este memorial tem como finalidade relatar minha trajetória no mundo da leitura através de marcos que se construíram na minha vida. A ideia se deu a partir de uma proposta apresentada durante a disciplina eletiva de Oficina de Literatura Infanto-juvenil do curso de Letras/Português na Universidade Regional do Cariri (URCA), Campus Missão Velha. Inicialmente a proposta era pra ser um trabalho oral, mas em ocasião a Semana de Letras mudou para escrito. No início foi bem dificultoso, mas aos poucos foi se tornando uma atividade prazerosa, é um verdadeiro flashback que nos leva ao encontro com o nosso eu do passado, dialogando com o nosso eu no presente. O que acontece é que, quando escrevermos sobre nós mesmos, exige-se um esforço maior. Afinal, tudo aquilo que escrevemos alcançará outras pessoas, outro mundo diferente do nosso e isso de certa forma nos preocupa. A fundamentação teórica encontra-se baseado em pesquisa bibliográfica, destacando os autores Frison e Simão (2011), Piovesan (2007), Ferraroti (1988), Vieira (2004), Martins (1988), entre outros autores que se fizeram necessários. Através do método (auto)biográfico, as nossas lembranças se transformam em linguagem, cada recordação é importante para a consolidação da trajetória da nossa vida refletindo no nosso presente e naquilo que somos. Segundo Piovesan (2007): A autobiografia permeia o campo da memória, a
METODOLOGIA E PRÁTICAS DOCENTES NO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NA EDUCAÇÃO BÁSICA.
REIJEANE PEREIRA ROMÃO; Elienai Almeida de Caldas; Rafael Carvalho de Lacerda
O presente artigo tem por finalidade relatar o processo de ensinar e aprender que focaliza no educador e sua formação pedagógica para com seus alunos ou futuros alunos. Discorreremos sobre o processo de estágio provisório e como ele é importante nos cursos de licenciatura, já que para muitos estudantes é o seu primeiro contato com a sala de aula, visando a pratica do ato de lecionar, ou apenas observar. A metodologia utilizada para eventualmente produzir este trabalho foi uma pesquisa de campo de caso avaliativo em que foi realizado no município de Mauriti/CE em uma escola do ensino fundamental. A experiência do estagio supervisionado é um momento único e muito importante para os licenciados. Ele apresenta um conjunto de ferramentas de ensino-aprendizagem didático-pedagógicas que proporcionam ao licenciando a participação em situações reais de vida e trabalho, realizado na comunidade em geral. Partindo dessa concepção temos o estágio como a melhor ferramenta de aproximação, onde os licenciando conseguem desenvolvem diferentes práticas educativas, aliando o conhecimento teórico ao prático, utilizando do estágio supervisionado como um processo instrumental de pesquisa para conhecer a realidade da educação da localidade/comunidade em que está inserido. O estágio representa uma etapa importante no processo de formação inicial do educando, pois a partir do estagio supervisionado é possível vivenciar as experiências adquiridas ao longo desse processo, as quais visam à aplicação dos conhecimentos adquiridos ao longo da formação. Percebemos que o processo de ensino e aprendizagem engloba uma serie de questionamentos como a própria definição do que é aprender e ensinar. Por essa causa torna-se necessário que os educadores sejam capazes de compreender as diferenças de cada ação e saber escolher a melhor maneira que irá trabalhar um determinado tema. Os seus métodos devem ser revistos a cada momento, o ato de ensinar não pode ser algo paralisado, mas precisa passar por reformulações constantes para que a aprendizagem do aluno seja alcançada. Por esse fundamento é preciso não apenas absorver conceitos como por em prática, o objetivo do educador deve ser acima de tudo, alcançar o aprendizado do aluno. E o estágio supervisionado é o momento essencial para que os universitários possam fazer acoplamento entre teoria e prática, tornando-se atividade relevante no que diz respeito ao desenvolvimento de competências indispensáveis à atuação pedagógica responsável. Desse modo, o presente relatório trata-se de um relato de experiência de três licenciando do curso de Ciências biológicas, ministrando a disciplina de ciências para adolescentes no ensino fundamental, onde iremos apresentar os aspectos importantes do desenvolvimento do estágio supervisionado. Após as vivências no estágio supervisionado, torna-se mais factível que os futuros educadores da área conheçam e reflitam sobre a atual educação básica.
AQUISIÇÃO DA LINGUAGEM: COMO O SER HUMANO CONHECE E DESENVOLVE A LÍNGUA MATERNA
FRANCISCO FABRÍCIO FURTADO DE OLIVEIRA
O presente trabalho tem como objetivo conhecer os processos sociais e cognitivos que estão envolvidos no processo de aquisição da linguagem, bem como compreender como o ser humano conhece e desenvolve sua língua materna. Dessa forma, busca-se tal conhecimento para entender, também, como o ser humano estabelece a comunicação com o outro em sociedade para que, através da linguagem, possa satisfazer suas necessidades no que concerne à vivência no meio social e a importância que a linguagem exerce nesse aspecto. A aquisição da linguagem é uma temática que, ultimamente, vem ganhando cada vez mais espaço nas recentes pesquisas de estudantes do curso de graduação em Letras, bem como de Linguistas ou profissionais das Neurociências, Ciências da Educação e Psicologia. Contudo, o processo de Aquisição da Linguagem, desde muito cedo, é colocado em pauta por pesquisadores. De acordo com Del Ré (2014), já no século XIX, estudiosos do assunto buscavam compreender o desenrolar da fala humana, anotando enunciados espontâneos da fala de seus filhos. Tal período inclui-se na fase da Linguística Histórica ou Comparada que, no seu cotidiano, estudava fenômenos referentes aos primeiros registros do funcionamento da língua. É válido ressaltar que, nessa época, apesar de seguirem uma perspectiva de estudo, os pesquisadores ainda não tinham o objetivo de chegarem a uma teoria consistente que explicasse o funcionamento da linguagem no ser humano, pois a Linguística ainda não havia sido definida como ciência. Com a produção do Curso de Linguística Geral, em 1916, por Ferdinand Saussure, a Linguística assume uma posição nos estudos científicos e os estudos sobre aquisição da linguagem, acompanhando tal desenvolvimento, passam a ser estudados de forma atenciosa por Noam Chomsky, com a publicação de sua Gramática Universal – GU, conhecida também como Gramática Gerativa Transformacional ou Gerativismo. Nessa perspectiva, a Gramática Universal, inserindo-se no contexto dos estudos sobre a aquisição da linguagem, postula que o ser humano já nasce com uma predisposição natural para a aquisição de sua língua materna, utilizando um código denominado input, que contém todos os recursos necessários para que a criança possa desenvolver o sistema de sua língua. O presente trabalho busca compreender como o ser humano começa a ter o primeiro contato com o fenômeno da linguagem e passa a desenvolvê-la nos estágios de acordo conforme os avanços de seu aparato vocal, com base nos fatores sociais, como a interação da criança com o meio, bem como os fatores cognitivos, levando em consideração a participação que órgãos como o cérebro, por exemplo, exerce no desenvolvimento da linguagem.
Palavras-chave: Linguagem, comunicação, sociedade
Oral
Abrir o trabalhoICONICIDADE LINGUÍSTICA E A EXPRESSIVIDADE DOS FONEMAS: O EFEITO TAKETE-MALUMA
ROSA GIZENE DA SILVA TEIXEIRA; FRANCISCO HEITOR PIMENTA PATRÍCIO; YARA RIBEIRO DE HOLLANDA
O presente trabalho tem como objetivo tecer comentários a respeito da experiência feita por pesquisadores brasileiros na qual recriam o experimento Takete-Maluma em falantes do português brasileiro e relacioná-la a uma segunda réplica do mesmo experimento feito na disciplina de Estilística, cursada na Universidade Regional do Cariri, Campus de Missão Velha, no período de novembro de 2018. Para isso, procuramos entender quais os processos utilizados pelos pesquisadores, tanto do experimento original quanto na sua reprodução por brasileiros e qual a importância do resultado desses estudos. É importante, também, entender que esse experimento, criado inicialmente por Köhler (1929), tinha, como intuito, saber se existia alguma relação entre símbolo e o som e como essa relação se dava. Vários estudos foram surgindo investigando, também, a relação do potencial expressivo dos fonemas com o símbolo linguístico, entretanto, nenhum desses estudos focava os falantes do português brasileiro. É preciso ressaltar, também, que esses estudos foram de grande importância para melhor adaptar o conceito da Iconicidade Linguistica que, de forma objetiva, se relaciona com o potencial expressivo dos fonemas. Entendemos melhor a definição de Iconicidade e sua importância para os estudos linguísticos quando percebemos que os fonemas são marcados por valores expressivos observáveis que vão além dos sons emitidos na cadeia sonora, podendo proporcionar sensações auditivas, cinéticas e tácteis que conferem uma ideia a cada fonema vocálico ou consonantal pronunciado ou representado, nas palavras, frases, textos. Um dos trabalhos mais relevantes foi realizado através de um experimento chamado Takete-Maluma, desenvolvido por Köhler (1929). Essa capacidade expressiva dos fonemas interfere concretamente na relação entre o significante e o significado. Para realizar essa pesquisa, fizemos um estudo bibliográfico na literatura, em especial em Fonoestílística, já existente e a comparamos com a pesquisa e os resultados do experimento em falantes do português brasileiro.
Oral
Abrir o trabalhoNOS CAMINHOS DA LINGUÍSTICA E DA FILOLOGIA
ADÍLIO JUNIOR DE SOUZA
Os estudos filológicos têm despertado o interesse de muitos pesquisados desde tempos imemoriais, entre os quais, citemos os trabalhos de Erastóstenes, Aristóteles, Cícero, Suetônio e Sextus Empiricus. Muito do que se produziu sobre Homero, por exemplo, tanto na Grécia quanto em outras partes do mundo, ainda nos encantam e nos revelam. Por outro lado, o estudo científico da linguagem, que para nós hoje é um fato dado, outrora já foi amplamente questionado. Porém, graças aos trabalhos pioneiros dos neogramáticos (Franz Bopp, William Jones, Jacob Grimm, Friedrich Diez e, especialmente, Ferdinand de Saussure), a Linguística se tornou a ciência piloto encarregada de analisar a língua/linguagem em todas as suas particularidades. A filologia não é disciplina recente. Ela remonta aos estudos gregos feitos na Ágora em Atenas ou em qualquer recanto da Ática, no século IV a. C e refinados em Alexandria, no século II a. C. Por séculos, por meio dessa ciência, muitos filólogos se debruçaram sobre os poemas homéricos, a fim de esmiuçá-los até o último alpha e beta. “A filologia é uma ciência histórica que tem por objetivo o conhecimento das civilizações passadas através dos documentos escritos que elas nos deixaram: estes nos permitem compreender e explicar as sociedades antigas” (DUBOIS et al., 2004, p. 278), em outras palavras, a filologia é ciência crítica e discursiva, todavia se atém ao estudo do texto. O texto é a fonte para todas as investigações filológicas. E sem ele, o trabalho não se faz. Eis aí um problema crucial. O filólogo fica agarrado ao texto, querendo extrair dele todas as informações, porém, como sabemos, os textos escondem mais do que revelam. “O trabalho principal do filólogo é, portanto, a edição dos textos” (DUBOIS et al., 2004, p. 278). Uma investigação filológica, por si só, não pode ir além do que as linhas revelarem. Essa “prisão textual” força o pesquisador a tomar duas decisões: ou ele investiga o texto e a ela se atém, ou extrapola-o, fazendo uso de outras ferramentas ou aparato teórico-práticos de outras ciências. Em nosso estudo, o mesmo impasse se construiu. Mas decidimos seguir o segundo caminho. Acreditamos e defendemos que a interdisciplinaridade é o melhor caminho para a compreensão global de um fenômeno linguístico. Estabelecido o nosso ponto de partida, partamos para a definição do campo de atuação do philologus e amante das palavras (BASSETTO, 2005), em seguida conheceremos as outras ciências que com ela faremos interligação. Partamos do conceito geral: “Do grego, traves do latim philologus, isto é, ‘amigo das letras, das obras literárias, da linguagem” (ELIA, 2004, p. 01). Em suma, a Filologia e Linguística devem ser compreendidas a partir de suas particularidades, o que significa compreendê-las como ciências que apresentam arcabouços teóricos, métodos e objetos de estudo distintos. Mas que podem ser empregadas juntas em uma dada pesquisa com finalidades específicas.
Palavras-chave: Linguística,Filologia,Historiografia
Oral
Abrir o trabalhoOs efeitos nocivos do preconceito linguístico
CARLOS WÁGNER FERREIRA DA SILVA
O presente artigo discute os malefícios revelados pelo preconceito linguístico a partir de uma breve revisão de literatura. Por se tratar de uma pesquisa bibliográfica, o estudo se apoia em autores de vertente funcionalista, entre os quais, devem ser mencionados: Bagno (2013; 2006), Souza (2017), Azambuja (2012), Lopes, Araújo e Freitag (2016), entre outros. Objetiva-se, desse modo, refletir criticamente sobre as atitudes negativistas para com a linguagem do outro, que muitas vezes, é tida como “errada” ou “feia” por parte da Gramática Tradicional. Parte-se do pressuposto que toda e qualquer variante da língua serve a sua elementar que é a comunicação. Não há, portanto, língua ou variedade melhor que outra, apenas diferenças linguísticas. A questão do preconceito linguístico hoje em nosso país tem causado revoltas e indignações em linguistas, especialmente, no que diz respeito aos traumas e exclusões feitas por aqueles que se dizem saber empregar (e dominar) a língua portuguesa em um padrão culto, estilizado (SOUZA, 2017). Muitos acreditam que a língua portuguesa é falada de modo igual, sem variações, por todos os nativos brasileiros. Há uma espécie de mito de uma única língua (BAGNO, 2013). Conforme salienta Bagno (2013), no Brasil se fala aproximadamente 180 línguas, isso sem mencionar as variedades linguísticas ou dialetos de descendentes de imigrantes. Não existe, portanto, uma unidade linguística. Logo a seguir entraremos numa discussão mais aprofundando do tema, trazendo o pensamento de alguns estudos, nos quais nos apoiaremos para fazer críticas as atitudes preconceituosas de muitos dos falantes de língua portuguesa, que acreditam serem detentores de uma língua “pura”. Questionamentos foram feitos no que diz respeito aos efeitos nocivos da língua, levando em consideração as observâncias colocadas por pesquisadores sobre o tema. Este trabalho é apenas um ensaio que, pretendemos levar mais adiante, culminando em um trabalho de conclusão de curso. É, ainda, um estudo preliminar, que será acrescido de outras bases teóricas e consequente ampliação.
Palavras-chave: Linguística, preconceito linguístico, variação liguística, português
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Abrir o trabalhoOral
Abrir o trabalhoBREVES PERCEPÇÕES DE GÊNERO NA LITERATURA BRASILEIRA: RELENDO SENHORA DE JOSÉ DE ALENCAR
ANDRESSA ALMEIDA DOS SANTOS ; CÍCERA BRUNA SANTOS AUGUSTINHO
O presente trabalho é resultado do grupo de estudos: gênero e sexualidade na literatura brasileira (GESLIB) e tem como objetivo refletir acerca dos lugares sociais reservados a mulher no século XIX a partir da obra senhora, de José de Alencar. Partindo da premissa que obras fictícias se relacionam com o senso comum vigente, colaboram para efetivação de uma consciência coletiva. Trazemos como base para reflexão do texto literário em questão uma discussão acerca dos lugares sociais cristalizados na cultura nacional, utilizando para isso os estudos de gênero. A metodologia adotada para o desenvolvimento do nosso trabalho se deu através de pesquisas de cunho bibliográfico. Para isso fizemos uso do aparato teórico de autores (as) nos estudos feministas e de gênero: Joan Scott (gênero categoria útil de análise histórica, 1995), June E. Hahner (Nova História das mulheres, 2012), Pierre Bourdieu (Dominação Masculina, 1992), Michelle Perrot (Minha história das mulheres, 2007). Serão apresentadas fundamentações teóricas sobre os estudos de gênero e sexualidade que se relacionam com a temática da obra, além de teorias sobre os estudos feministas que abarcam discussões sobre o lugar das mulheres na sociedade no passado e nos dias atuais, além de estabelecer se perpetuam na contemporaneidade. A obra do autor romancista ambientada na capital fluminense no período do advento da República e da consolidação do regime democrático traz como enredo principal a conturbada história de amor de Aurélia Camargo, uma das maiores figuras dos salões cariocas e da alta sociedade e de Fernando Seixas, um jovem de origem humilde que aspira uma ascensão social, onde o matrimônio não se dá maneira convencional segundo as tradições que regem essa instituição já que a protagonista casa-se por um desejo incumbido de vingança contra esse que detém seu amor e sua mágoa por um passado onde as ambições de Seixas fizeram com que ele abrisse mão de seu amor pela heroína dessa história em troca de um casamento financeiramente promissor. Agora afortunada, depois de receber uma herança gigantesca de seu avô paterno, Aurélia pretende com essa comunhão desaguar no rapaz todos os tipos de humilhações possíveis sem nenhuma pretensão nobre além do bel prazer de ver seu marido sentindo exatamente o que ele a fez sentir. Indo além disso, a obra apresenta outras perspectivas de personagens que também ajudam a construir o enredo pensando nas diferentes formas que a categoria mulher assume com relação às convenções sociais.
Oral
Abrir o trabalhoAS RELAÇÕES INTERSEMIÓTICAS EM OBJETOS CORTANTES: A REPRESENTAÇÃO FEMININA
MILENA RAMOS PEREIRA
Este trabalho faz parte de uma pesquisa cujo objetivo é analisar as relações intersemióticas mantidas entre literatura e obras audiovisuais. No caso em questão, o presente plano de atividades se refere a uma pesquisa que tem como finalidade analisar a representação feminina na literatura e no cinema, tendo como corpus a versão literária de Objetos Cortantes (2006) e sua versão sincrética homônima (2018). Isso porque tanto na versão literária quanto na sua adaptação, isto é, sua versão sincrética homônima, há uma predominância de figuras femininas marcantes, cuja representação se relaciona com o modo como, socialmente, as mulheres são orientadas a se portarem. Portanto, o objetivo dessa pesquisa é investigar como as representações femininas são efetivadas nos dois meios semióticos, cada qual à sua maneira, uma vez que as obras em questão exploram as personagens femininas em suas diversas facetas, explorando as diversidades psicológicas, as construções sociais e os valores históricos ligados às idealizações femininas. Como metodologia, adotaremos o método bibliográfico. Para isso, utilizamos como aporte teórico autores como Cunha (2007) e Brito (2006), que abordam a transposição de narrativas literárias para o cinema. Por outro lado, dado que o foco da pesquisa é uma minisérie televisiva, utilizaremos textos que abordem especificamente as relações mantidas entre literatura, cinema e televisão, caso dos livros organizados por Saraiva (2003), Olinto e Schøllhammer (2009) e Pellegrini (2003). Todos esses textos serão utilizados a fim de compreender a estrutura de cada sistema semiótico e, consequentemente, a construção dos significados de cada obra. De forma complementar, utilizaremos as concepções de Souza (2016), que discute a sororidade feminina, e Pinsky e Pedro (2012), que abordam as conquistas femininas e as mudanças no papel da mulher na sociedade. Também utilizaremos as definições de personagens contidas no livro A personagem de ficção, (CANDIDO et al, 2005).
Palavras-chave: Representação feminina,Objetos Cortantes,Diálogos intersemióticos
Oral
Abrir o trabalhoO dinheiro como requisito para a construção da masculinidade no conto "Começos de uma fortuna", de Clarice Lispector
LEANDRO LOPES SOARES
São múltiplas as temáticas abrangidas pela literatura, muitas vezes ressignificando mitos passados para, com isso, revelar aspectos importantes sobre seus personagens. Em uma obra vasta como a de Clarice Lispector, o cotidiano como recorrência temática traz à tona condutas humanas que ultrapassam os limites da banalidade de determinados acontecimentos. Do mesmo modo, pelos personagens desta autora é perceptível as multifaces do homem e sua relação com o meio social no qual está inserido, meio este em que cada pessoa tem seu papel a desempenhar. Uma obra como a lispectoriana é uma fonte inesgotável de pesquisa, pois mescla em narrativas variadas, temáticas que perpassam diferentes esferas do cotidiano. Desde narrativas de cunho filosófico, sociológico, até a de fatos corriqueiros, a escrita desta autora desafia seus leitores a olhar uma segunda vez para o texto, neste caso, para o personagem masculino, pois as entrelinhas lispectorianas têm muito a nos revelar. Os estudos sobre a masculinidade na literatura brasileira vêm crescendo consideravelmente nos últimos anos. No entanto, alguns autores ainda não fazem parte do grupo escolhido por estudiosos para desenvolver suas pesquisas nessa temática. Dentre eles, podemos citar Clarice Lispector. Diante dessa constatação, o presente trabalho visa analisar a influência do dinheiro na construção da masculinidade através do personagem masculino do conto lispectoriano “Começos de uma fortuna”, encontrável no livro Laços de família (2009). Nossa ênfase recai sobre os diferentes momentos em que o jovem Artur, protagonista desse texto, percebe a necessidade de “se” ter dinheiro para realizar determinadas tarefas, bem como de estabelecer relações com o outro, apresentando, desde cedo, um desejo irrefreável para a obtenção de capital financeiro. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica adotando o método qualitativo e aportada nos estudos de Oliveira (2004), Simon (2016), entre outros teóricos. Como pontuações prévias, destacamos o fator econômico como importante contribuinte para o reconhecimento do sujeito enquanto homem, que, por sua vez, tem sido foco principal em estudos que envolvem literatura e masculinidade.
Palavras-chave: Masculinidade, Dinheiro, Literatura, Clarice Lispector
Oral
Abrir o trabalhoUMA METODOLOGIA DE ENSINO DE LITERATURA PARA O ENEM
MARIA CAROLINA PEREIRA DA COSTA; Arônio Dias Cipriano
O presente trabalho é de cunho bibliográfico, qualitativo e trata-se de uma análise da prova de Língua Portuguesa/Literatura do último ENEM. Tem como objetivo principal trazer uma breve discussão sobre como a leitura literária pode interferir na vida escolar do discente, e de como se dá a inserção dessa literatura no Ensino Médio, e principalmente no ENEM. A metodologia do nosso trabalho se deu através de três etapas: primeiramente (1) fizemos uma pesquisa de cunho bibliográfico, baseamo-nos nas metodologias de Colomer (2007), Cosson (2006 - 2014), Todorov (2012) e dentre outros autores; posteriormente (2) analisamos a última prova do Exame Nacional de Ensino Médio (2017), com foco na literatura e questões que envolvem essa disciplina; por fim (3), discutimos sobre a importância do trabalho didático envolvendo os alunos do ensino médio e o contato destes com as principais obras e os principais autores da literatura do Modernismo. Ainda, atentamos, nessa pesquisa, para a necessidade de um envolvimento dos alunos na busca das obras literárias a serem estudadas em sala de aula com foco no prazer pela leitura e na motivação para ingressarem na universidade. Palavras-chave: Literatura no ENEM. Leitura literária. Incentivo à leitura. 1 INTRODUÇÃO A literatura é a porta para novos caminhos. É a partir dela que podemos viajar para diferentes lugares, épocas, culturas e para um mundo de magias e descobertas, tudo isso sem sair do sofá de casa ou da carteira da sala de aula. Além de servir para deleite, a literatura é muito cobrada durante toda a nossa vida escolar, principalmente em preparação para vestibulares e, também, para o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), que é o foco principal do nosso trabalho. A literatura faz parte da vida do ser humano, desde os primórdios, quando os homens das cavernas pintavam as paredes daqueles lugares. Os desenhos eram como um livro de história, era uma forma de expressão, Cosson (2014, p. 11) “[...] a literatura faz parte das comunidades humanas desde tempos imemoriais são testemunhos os mitos cosmogônicos”, ou seja a literatura está presente no nosso dia a dia, mesmo que não tenhamos percebido. Além disso, podemos dizer que a leitura literária, em si, é uma das habilidades cognitivas mais importantes na vida do ser humano. Quando o aluno passa a ler textos literários, seja literatura brasileira ou estrangeira, ele começa a conhecer outros mundos, outras culturas, desse modo, a leitura literária não servirá apenas para deleite, mas também para a sua formação enquanto sujeito social. Corroborando com isso, Cosson (2006, p. 17) afirmou que “A literatura nos diz o que somos e nos incentiva a desejar e a expressar o mundo por nós mesmos. E isso se dá porque a literatura é uma experiência a ser realizada.” A literatura incentiva a nossa imaginação, nos leva para outros lugares, nos incentiva à vontade de querer ir além das nossas limitações. Exposto tudo isto, chegamos às seguintes questões de pesquisa: Como a
Palavras-chave: Literatura no Enem,Leitura literária, Incentivo à Leitura
Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Inclusão,Deficiência Visual,Igualdade Social,Dirteitos
Oral
Abrir o trabalhoENSINO-APRENDIZAGEM DA CRIANÇA COM TEA NO CONTEXTO ESCOLAR.
ANA MARIA ALVES NETA; Célia de Jesus Silva Magalhães; Marta Janoca de Araújo
Este trabalho tem como objeto de estudo a aprendizagem da criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA), e tem como principal objetivo analisar metodologias de ensino-aprendizagem voltada para crianças com TEA, descrito pela literatura, tendo como teóricos, Orrú, S. E.(2012), Mantoan (2015), Oliveira (2016), Vale E. A. S.; Monteiro, J. H. S.; Lira, M. V.(2018), dentre outros. Dessa maneira, espera-se analisar as ferramentas que proporcionam apoio didático aos educadores que contemplem pessoas com TEA, além de analisar como se encontra a realidade de ensino voltada para estudantes com esse perfil mediante a percepção de seus educadores. A aprendizagem das crianças com TEA apresenta limitações, principalmente, devido à falta de formação de professores e de ferramentas de aprendizagem que sirvam de recursos pedagógicos para facilitar o ensino-aprendizagem. Como vimos, ao estudarmos os teóricos, os professores sentem-se despreparados para atuar como professor nas salas que tem matrícula de alunos com deficiência, principalmente de alunos com TEA. Um agravante na aprendizagem do aluno com TEA, é o próprio contexto escolar em que o aluno está inserido, que além de faltar as adaptações necessárias de acessibilidade, a comunidade escolar não tem o conhecimento necessário para que o aluno se sinta parte da escola, até porque ele vai transitar em todos os espaços da escola e não apenas na sala de aula. Desta forma todos os funcionários e professores precisam ter conhecimento de como lidar com aquela criança que apresenta determinada deficiência. A aprendizagem do aluno com TEA precisa de uma atenção maior e as atividades precisam de adaptações, tendo em vista que os livros didáticos utilizados nas escolas ainda não têm esse recurso. A escola precisa repensar formas eficientes que acolham e facilitem o processo de ensino aprendizagem das crianças com TEA, e o professor é o principal protagonista da melhoria na aprendizagem do aluno, pois é ele que vai desenvolver trabalhos diferenciados, mesmo que por vezes lhes falte capacitações e recursos. Vale ressaltar que o mediador na sala de aula para facilitar o uso das atividades adaptadas para crianças com TEA é muito importante, para complementar o processo de aprendizagem.
Palavras-chave: Transtorno do Espectro Autista , Ensino, Metodologia didática
Oral
Abrir o trabalhoO PROFESSOR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM DE ALUNOS DISLÉXICOS
THAIS FAUSTINO BEZERRA; Maria Gleiciane da Silva
Este presente trabalho começa com a seguinte pergunta: É possível ensinar alunos com dislexia? Eles são considerados desleixados, doentes, indiferentes, sem capacidade de frequentar uma sala de aula, interagir com seus colegas, professores, de aprender e adquirir conhecimento. Os discentes têm dificuldade na aprendizagem, ou seja, no processamento de informações, porque este distúrbio interfere diretamente na compreensão da letra, escrita, leitura, por exemplo, enquanto um aluno considerado totalmente normal terá mais facilidade no processo de aprendizagem, vale ressaltar que cada criança tem um meio de aprender. A escola deve procurar trabalhar as habilidades desta criança, pois o setor escolar pode abrir novas oportunidades por meio de propostas educativas viáveis, sendo que muitas vezes, os pais não têm condições de pagarem profissionais capacitados. A pesquisa é caracterizada como um levantamento bibliográfico, analisando conceitos relevantes para a colaboração da nossa ideia, tendo com objetivo questionar se é possível ensinar alunos com dislexia e realizar uma proposta de um método bastante importante, por exemplo, jogo educativo, ele pode ser usado pelo professor como uma metodologia de aprendizagem inclusiva e colaborativa para todos os envolvidos neste processo. É necessário modificar a maneira de transmitir o conteúdo, fazendo mudanças que possam tornar em grandes frutos para essas crianças, a prática do jogo é mostrar uma nova abordagem de ensino, sendo o docente apenas um mediador de uma forma mais adequada e realizando oportunidades inclusivas ao disléxico. Em virtudes dos fatos mencionados sobre a dislexia, ela não pode ser considerada um empecilho no processo de aprendizagem, o professor pode mudar totalmente isso através do jogo como ferramenta pedagógica no contexto sala de aula. O jogo abre uma nova porta de conhecimento para os alunos, tornando eles capazes de aprender e transmitir seus saberes para a sociedade geral, quanto mais cedo uma metodologia pelo jogo, mais cedo eles poderão desenvolver suas habilidades de escrita e leitura, reformulando as teorias impostas pela sociedade dizendo que eles não podem aprender nada e conviver no ambiente escolar.
Palavras-chave: Aluno,Aprendizagem,Dislexia,Jogos,Professor
Oral
Abrir o trabalhoPalavras-chave: Experiência, Leitura, Narrativa de vida
Oral
Abrir o trabalhoDA INFÂNCIA À VIDA ADULTA: RELATOS DE UMA LEITORA EM FORMAÇÃO
ELLEM ELLYZABETH BARBOSA QUIRINO; Maria Carolina Pereira da Costa
RESUMO Este memorial de leitura traz à tona os pontos fundamentais da nossa formação leitora, desde a época da Educação Infantil até a Educação Superior. O objetivo desse trabalho é relatar as experiências vividas durante o processo de alfabetização até a entrada no Ensino Superior, passando pelo contato com a leitura e os relatos da sua importância para a nossa formação. Este trabalho tem como metodologia o método (auto)biográfico e a pesquisa bibliográfica. Adotamos como referencial teórico as contribuições de autores como Câmara (2013), que esclarece o que é um memorial e a importância do uso desse gênero na formação acadêmica; Freire (2011), que trata da importância da leitura e o papel da escola e dos professores enquanto agentes influenciadores dos nossos alunos no desenvolvimento, Freitas e Ghedin (2015), que discutem o que são as narrativas de formação, como instrumentos para a formação docente, e Silva, Cavalcante e Silva (2017), que trazem uma discussão sobre o que são os métodos (auto)biográficos e as suas contribuições para a pesquisa de formação de seu conhecimento Com esse estudo, podemos afirmar que a formação leitora não se dá apenas na escola, o acompanhamento da família nesse processo é essencial para que a criança já chegue na escola com interesse pela leitura. Palavras-chave: Leitura. Formação. Escola. Aluno. 1 INTRODUÇÃO O memorial de formação é um gênero textual acadêmico que busca retratar a trajetória de um sujeito durante seu processo de formação. Para Câmara (2013), o memorial é uma expressão específica da cultura acadêmica brasileira, ele não só retrata aspectos privados, do autor que retrata a sua autobiografia, mas também retrata aspectos públicos, pois envolve sujeitos com os quais o autor do texto dialoga durante a sua vivência. Sobre isso, Souza (2007, p. 68) afirma que “o pensar em si, falar de si e escrever sobre si emergem em um contexto intelectual de valorização da subjetividade e das experiências privadas”. Por isso, entendemos a importância do memorial para que também possamos refletir sobre a nossa formação. Nesse sentido, nosso objetivo aqui é relatar as experiências de leitura vividas por uma das autores deste estudo desde o seu processo de alfabetização até seu ingresso no Ensino Superior, refletindo assim sobre o seu processo de formação. Adotamos como metodologia a pesquisa bibliográfica e o método (auto)biográfico. Esse método é definido como “um processo de escrever sua própria história a partir do núcleo da formação que se especifica em eixos ligados a aspectos específicos da experiência intelectual e escolar” (CATANI et al., 1997, p. 22 apud FREITAS e GHEDIN, 2015, p. 116). Neste sentido, Silva, Cavalcante e Silva (2017, p. 1692) ao abordarem esse método, afirmam que “as narrativas (auto)biográficas implicam no processo de (re)construção de sentidos e significados do fazer docente, pois estas auxiliam a formação de professores em qualquer espaço educativo”. Como referencial teórico, utilizamos
Palavras-chave: Leitura, Formação, Escola, Aluno
Oral
Abrir o trabalhoMEMORIAL DE LEITURA: MINHA TRAJETÓRIA DE VIDA E FORMAÇÃO ENQUANTO LEITORA CRÍTICA
MARIA ADRIANA DA SILVA SANTOS
GT 6 - NARRATIVAS DE VIDA: SABERES, SENTIDOS E EXPERIÊNCIAS DE FORMAÇÃO MEMORIAL DE LEITURA: MINHA TRAJETÓRIA DE VIDA E FORMAÇÃO ENQUANTO LEITORA CRÍTICA Maria Adriana da Silva Santos Universidade Regional do Cariri – Missão Velha adrianassilva19961@gmail.com Cássia da Silva (Orientadora) UERN/URCA cassia_silv@hotmail.com RESUMO Este texto visa apresentar a minha trajetória enquanto leitora crítica, todo o desenvolvimento na vivência do mundo da leitura. Compartilho a forma como tinha os gostos pelo que fazia, tendo como base a metodologia utilizada, a (auto)biográfica, uma narrativa que fala de si mesmo e a pesquisa bibliográfica do autor Cunha em (1997), o qual faz reflexões das experiências de leitura e formação dos sujeitos e também os autores Smolka, Vieira(2004). Desta forma exploro todo o processo pelo qual passei, desde a linguagem oral à escrita, já que ambos estão embutidos. Assim a leitura foi de fundamental importância para mim tanto para a escrita como para a linguagem oral fazendo essa busca de experiências do passado aos dias atuais, apesar disso hoje não leio por prazer, mas por necessidade, contudo preciso despertar esse desejo de ler por ser algo agradável, pois a partir disso é que construiremos um mundo mais consciente, com a capacidade de desenvolver a visão crítica de cada cidadão na sociedade em que se vive pela busca da informação e de conhecimento, fatores essenciais para formação de futuros leitores e leitoras, sendo importante também para os docentes que mesmo já formados necessitam está em andamento com a leitura: se o professor exige do aluno que faça uso do ato de ler, ele também precisa está lendo. Palavras-chave: Instituição, Leitura, Aluno, Memorial e experiência. 1 INTRODUÇÃO Este trabalho tem por objetivo resgatar as minhas experiências enquanto leitora critica durante a vida escolar. O texto apresenta todo meu percurso desde os conhecimentos adquiridos no ensino infantil até os dias atuais, em que relato as dificuldades enfrentadas durante o estudo, os pontos positivos e negativos da minha formação. Apresento também as experiências em todos os níveis de ensino fundamental, médio e posteriormente o superior, vivenciei muitas experiência da leitura. como eram trabalhadas leituras de livros nas instituições e todo aparato para a aprendizagem. Por fim faço uma reflexão acerca de todo período estudantil e mantenho foco para bons resultados e continuar em busca de conhecimentos para o desenvolvimento critico, além de expor uma pesquisa de cunho bibliográfico. 2 RESULTADOS E DISCUSSÕES Minha infância na escola ocorreu mais tarde do que a de muitos alunos, foi um pouco complicada. Quando criança ingressei na creche para aprender as primeiras noções de estudo, por conta do meu tamanho meus pais tinham medo de me colocar na escola, já que, segundo eles, os outros colegas iriam bater em mim.
Palavras-chave: Instituição Leitura, Aluno, Memorial e experiência.
Oral
Abrir o trabalhoMEMORIAL DE UMA LEITORA EM FORMAÇÃO
MARIA CAROLINA PEREIRA DA COSTA; Ellem Ellyzabeth Barbosa Quirino
RESUMO O objetivo deste memorial é refletir sobre a minha trajetória leitora, desde o contato com as primeiras letras até a Universidade. Como metodologia, adotamos o método (auto)biográfico e a pesquisa bibliográfica. Este trabalho será realizado a partir das contribuições teóricas de Freitas e Souza Jr. (2004), que tratam do memorial de formação, de Ferrarezi Jr. (2013), que versa sobre a importância da família para a leitura da criança, Silva (2013), que traz considerações sobre o memorial acadêmico, fazendo um apanhado da sua formação do Ensino Infantil até a Universidade e Colomer (2007), que aborda a importância da leitura literária na escola. Com esse estudo foi possível observar que as influências que recebi na escola, junto aos professores, e com a família são peças indispensáveis no incentivo ao gosto da leitura de uma criança. Hoje posso ver a importância que a leitura tem, também, na minha formação enquanto indivíduo, pois todas as minhas leituras, desde o Ensino Fundamental até o Ensino superior, ajudaram também na minha formação enquanto indivíduo. Palavras-chave: Leitura. Formação leitora. Memorial. 1 INTRODUÇÃO O Memorial de formação é um trabalho em que são relatadas as impressões sobre a aprendizagem, os avanços, as vitórias os retrocessos e as dúvidas. É, também, onde podemos deixar registrado as nossas reflexões sobre muitos momentos da nossa vida acadêmica (FREITAS; SOUZA JR., 2004). Este memorial foi feito como forma de obtenção de nota de uma disciplina do curso de Letras da Universidade Regional do Cariri - URCA. A princípio foi sugerido que fizéssemos um relato oral, mas por ocasião da Semana de Letras, foi sugerido que fosse feito em forma de relato escrito, para ser apresentado. Em face disso, este trabalho tem como objetivo refletir sobre a trajetória leitora de uma das autora desse estudo, desde o contato com as primeiras letras até a Universidade. Como metodologia, adotamos a pesquisa bibliográfica e o método (auto)biográfico Adotamos como referencial teórico a contribuição de diversos autores, tais como Freitas E Souza Jr. (2004), que fala sobre o que é um memorial de formação, Ferrarezi Jr. (2013), que versa sobre a importância da família para a leitura da criança, Silva (2013), que traz considerações sobre o memorial acadêmico, fazendo um apanhado da sua formação do Ensino Infantil até a Universidade e Colomer (2007), que aborda sobre a importância da leitura literária na escola. No decorrer deste memorial, será apresentado inicialmente um relato de minha formação leitora, começando pelo primeiro contato com os livros até as práticas leitoras na universidade, em diálogo com os autores já indicados. Por fim, abordo a importância do apoio da escola, dos professores e da família na formação como leitora, como indivíduo e da importância dessa reflexão para o fazer docente. 2 ALGUNS RELATOS SOBRE A FORMAÇÃO LEITORA Sou natural de Brejo Santo, mas desde o meu nascimento moro num distrito de Mauriti chamado Umbu
Palavras-chave: Leitura,Formação leitora,Memorial
Oral
Abrir o trabalhoMINHA HISTÓRIA DE VIDA COM A LEITURA
VERILMA VALERIANO DOS SANTOS
Este trabalho tem como objetivo abordar a minha trajetória de vida no mundo da leitura. Adotamos o método (auto)biográfico e a pesquisa bibliográfica como metodologia para desenvolvimento deste estudo. Como embasamento teórico, utilizo as contribuições de Freire (1989), Villardi (1999) e Vygotsky (2000). As reflexões empreendidas neste estudo nos permitiram observar que, o leitor se forma a partir de diversos fatores, a saber: da influência familiar, do convívio com os livros em casa, na escola e na sociedade, como também pela presença de um bom mediador de leitura, que motive, instigue e que, acima de tudo, seja de fato um leitor por gosto, não por necessidade. A combinação desses fatores pode contribuir para a inserção do indivíduo na sociedade letrada.Este trabalho tem como objetivo abordar a minha trajetória de vida no mundo da leitura. Adotamos o método (auto)biográfico e a pesquisa bibliográfica como metodologia para desenvolvimento deste estudo. Como embasamento teórico, utilizo as contribuições de Freire (1989), Villardi (1999) e Vygotsky (2000). As reflexões empreendidas neste estudo nos permitiram observar que, o leitor se forma a partir de diversos fatores, a saber: da influência familiar, do convívio com os livros em casa, na escola e na sociedade, como também pela presença de um bom mediador de leitura, que motive, instigue e que, acima de tudo, seja de fato um leitor por gosto, não por necessidade. A combinação desses fatores pode contribuir para a inserção do indivíduo na sociedade letrada.Este trabalho tem como objetivo abordar a minha trajetória de vida no mundo da leitura. Adotamos o método (auto)biográfico e a pesquisa bibliográfica como metodologia para desenvolvimento deste estudo. Como embasamento teórico, utilizo as contribuições de Freire (1989), Villardi (1999) e Vygotsky (2000). As reflexões empreendidas neste estudo nos permitiram observar que, o leitor se forma a partir de diversos fatores, a saber: da influência familiar, do convívio com os livros em casa, na escola e na sociedade, como também pela presença de um bom mediador de leitura, que motive, instigue e que, acima de tudo, seja de fato um leitor por gosto, não por necessidade. A combinação desses fatores pode contribuir para a inserção do indivíduo na sociedade letrada.
Palavras-chave: Memorial,Leitura,Trajetória, Narrativase, Vida
Oral
Abrir o trabalhoMINHA TRAJETÓRIA DE FORMAÇÃO LEITORA
DÁFANNY VALQUÍRIA ALEXANDRE SOUZA
RESUMO Este memorial tem o objetivo de relatar minha experiência com a leitura desde a minha infância até agora na fase adulta, sendo tanto nas experiências através da família como na escola. Como metodologia, utilizei a pesquisa bibliográfica e o método (auto)biográfico, já que este trabalho se trata de uma narrativa de vida. O referencial teórico adotado foram as contribuições de Cury (2003), Lima (2008), Grazioli e Coenga (2014) e Chené (apud FREITAS; GHEDIN, 2015). Através deste estudo, foi possível perceber que o motivo pelo qual muitas vezes não adquirimos o hábito de ler e o que muitas vezes nos desmotiva a ser leitor é a falta de incentivo dos nossos pais, como também um trabalho cuidadoso e diário no sentido de cativar os alunos para o mundo da leitura, tarefa que não cabe somente ao professor de Língua Portuguesa, mas do corpo docente escolar como um todo, já que a leitura é imprescindível em todas as disciplinas escolares, em todos os níveis de ensino, além de ser necessária à inserção do indivíduo na sociedade letrada. RESUMO Este memorial tem o objetivo de relatar minha experiência com a leitura desde a minha infância até agora na fase adulta, sendo tanto nas experiências através da família como na escola. Como metodologia, utilizei a pesquisa bibliográfica e o método (auto)biográfico, já que este trabalho se trata de uma narrativa de vida. O referencial teórico adotado foram as contribuições de Cury (2003), Lima (2008), Grazioli e Coenga (2014) e Chené (apud FREITAS; GHEDIN, 2015). Através deste estudo, foi possível perceber que o motivo pelo qual muitas vezes não adquirimos o hábito de ler e o que muitas vezes nos desmotiva a ser leitor é a falta de incentivo dos nossos pais, como também um trabalho cuidadoso e diário no sentido de cativar os alunos para o mundo da leitura, tarefa que não cabe somente ao professor de Língua Portuguesa, mas do corpo docente escolar como um todo, já que a leitura é imprescindível em todas as disciplinas escolares, em todos os níveis de ensino, além de ser necessária à inserção do indivíduo na sociedade letrada.
Oral
Abrir o trabalhoNARRATIVAS DE VIDA: REFLEXOS DA LEITURA
JOSÉ WATLA DOS SANTOS FAUSTINO
Neste ensaio, buscaremos analisar a narrativa de leitura do autor, a fim de compreender as principais etapas que fizeram parte da formação desse sujeito enquanto leitor. O estudo respaldou-se a partir de obras de autores que concebem a leitura como uma prática cultural plural, o mais significativo ato civilizador, a saber, Ferrarezi e Carvalho (2017), Krung (2015) e outros. Ancorado a esta narrativa utilizou-se a Metodologia das Histórias de Vida, que aponta como caminho de pesquisa a narrativa autobiográfica, a partir dos estudos de Aguiar (2017) Contudo, a narrativa analisada retrata a subjetividade do sujeito- leitor, o seu gosto pela leitura, como a relevância de mediadores na família e, especialmente, no espaço escolar. Revela também a importância da leitura na vida sujeito, e alguns projetos leitura que deixam marcas afetivas e que contribuíram para esta narrativa do sujeito-leitor INTRODUÇÃO; Este ensaio narra as experiências do autor com a leitura em alguns momentos considerado por ele importante, refletindo a relevância da leitura além da simples decodificação de textos, palavras e orações, haja vista que para a palavra fazer sentido ela carece da mobilização do sujeito leitor, de quem lê, ou melhor, de quem se apropria do que está lendo e também, por ser historicamente um ato cultural, significativamente mais que civilizador. Portanto, o objetivo geral é compreender os percursos de formação desse sujeitoleitor e dessa forma, para atingir tal intento, delimitamos em socializar universo leitor do próprio autor. Dessa forma, este ensaio é um estudo biográfico, e na sedimentação deste, convidados Aguiar (2017) para testemunhar a leitura e seus vieses narrativos. No entanto, paralelo a este estudo autobiográfico, concretizamos a partir de um material bibliográfico, a saber, Ferrarezi e Carvalho (2017), Krung (2015) entre outros que testemunharam a importância da leitura. Dessa forma, inicialmente socializaremos algumas lembranças armazenadas no consciente e inconsciente do autor, fazendo superficialmente uma observação sobre a memoria, ou ainda, nossas lembranças a partir de uma perspectiva psicanalítica. Em seguida, trataremos sobre a experiência do autor com a leitura, no entanto, fazendo algumas referencia pertentes a importância da leitura e do professor leitor. Por fim, sublinhamos que a leitura concerne a uma das ferramentas mais importantes que os seres humanos possuem, é uma herança cultural, passada de geração para geração que determina nosso desenvolvimento pessoal e social. E que as historias de vida requer do sujeito o conhecimento de si próprio, ou melhor, uma reflexão estabelecida a partir das suas experiências.
Palavras-chave: Narrativas de leitura, Leitura, Sujeito-leitor
Oral
Abrir o trabalhoO BERÇO E A MÀQUINA: NARRATIVAS DE COSTUREIRAS
EDLA FREITAS RIBEIRO
O presente trabalho tem como objetivo narrar as histórias de vida e de trabalho de um grupo composto por sete mulheres costureiras residentes em Juazeiro do Norte e Barbalha. Através de entrevistas baseadas, inicialmente, em suas rotinas na profissão procuramos descobrir como se desenvolveram suas narrativas particulares engendradas pelas narrativas episódicas – representadas pelo artefato cultural que a roupa representa em nossa sociedade – de outras pessoas. Ao longo de séculos de ofício, a costura se liga à memória, não apenas como instância mental, mas, também, corporal, tomada inconscientemente pela prática cotidiana. Das entrevistas realizadas, foram coletadas mais de 150 páginas digitalizadas, formando o corpus que guia e organiza a pesquisa. As entrevistas foram realizadas ao longo de três meses. Foi acertado que mais de uma entrevista teria que ser realizadas, devido às dúvidas que poderiam surgir e por entendermos que apenas uma conversa não daria conta de uma vida. Para fundamentar a presente pesquisa buscamos BOSI (1994, 2003), tratando da memória que carregamos na mente e nos objetos que nos cercam; ALVES e CUNHA (2010), refletindo como o trabalho domiciliar está atrelado a figura feminina; SENNET (2013), abordando o aprendizado que a atividade laboral e artesanal se relaciona como modo como o ser humano se faz socialmente; BOURDIER (2002) contribuindo com observações sobre o simbolismo que atribuímos aos artefatos que nos cercam; NUNES (2006) argumenta que o trabalho domiciliar sofre cada vez mais com a desvalorização em relação ao que é produzido pela indústria. Este aporte teórico nos põe a frente de reflexões que enlaçam profissão e sujeito que a exerce. Foram analisados pontos como o mercado de trabalho, as relações com o corpo, transmissão e recepção de saberes, construindo uma vida baseada em experimentações e experienciações de si e de outros. Para cada uma dessas sete costureiras seu ofício representa seu meio de permanência no mundo, mas, acima de tudo, a âncora pela qual a própria vida estará atrelada a um significado pessoal, mesmo que doloroso ou frustrante, e sem intermediações geográficas pelas quais quem trabalha fora de casa atravessa. O artigo está dividido entre três itens: A Costureira e o Ateliê: A Oficina-Residência, A Costureira, a Roupa e o Corpo: Todas as Roupas do Corpo e Para Além da Costura: Alinhavos de Subjetividade. Para o primeiro item, o espaço físico de trabalho é que serve de cenário à construção das reflexões. O lugar onde elas exercem a profissão, geralmente em casa, também configura o espaço familiar. No segundo item, analisa o lugar que essas profissionais ocupam no mundo industrializado da produção de roupas. Já no último tópico, a narrativa de três dessas mulheres é destacada além da profissão.
Palavras-chave: Narrativas de Vida e Trabalho, Costureiras, Trabalho Domiciliar
Oral
Abrir o trabalhoO MEMORIAL COMO RECURSO DE (RE)VISITA AO PASSADO: LEMBRANÇAS DE LEITURA
VIVIANA FREITAS ARAÚJO; Paula Perin
A memória é um recurso humano capaz de trazer ao presente acontecimentos marcantes de nosso passado. Pensando nisso, o presente memorial de leitura aborda questões referentes a minha história de vida em meu percurso em busca de educação. Acredito que a educação é a principal ferramenta para se viver no mundo contemporâneo, pois a velocidade com que as informações chegam até nós, exige uma capacidade de seleção seguida de uma análise crítica. Dessa forma, o estudo é também um ato libertário, pois por meio dele, as pessoas das classes menos favorecidas adquirem conhecimento que as tornam capazes de reagir às atrocidades e injustiças das desigualdades sociais. O presente trabalho tem por objetivo descrever um pouco de minha trajetória como leitora, desde o primeiro contato com os livros até a universidade. Trata-se de um memorial que parte desde as minhas lembranças de infância, dos 4 aos 6 anos de idade, em que as imagens mais marcantes são as de minhas amigas indo para escola. Eu sentia uma grande vontade de estudar e sempre pedia aos meus pais para me levarem à escola, o que, por questões financeiras de não ter uma sandália e um caderno para estudar, a minha mãe não me matriculava. Diante dessa situação, meus pais resolveram sair do Sítio Areias, no distrito de Missão Velha – CE, cuja distância era apenas de 3 km para chegar à escola, para outra localidade distante do colégio que não tinha acesso à luz, e à comunicação, só quando utilizava um rádio à pilha. Vejo o estudo como uma forma de poder ajudar minha família e aos alunos que não têm possibilidade de um ensino-aprendizagem mais facilitador, pois meu percurso não foi nada fácil. A metodologia adotada aqui foi a pesquisa bibliográfica e o método (auto)biográfico, abordagem que vem sendo amplamente utilizada na pesquisa qualitativa nas ciências humanas e tem como propósito estudar as trajetórias dos sujeitos partindo de sua história de vida. Procurei narrar os detalhes mais importantes da minha vida em contato com a leitura, tendo ela como fonte principal, pois foram muitos momentos valiosos e daria um livro ou mais de um livro. Tudo isso baseado nos estudos de Passeggi (2006; 2011), Prado e Soligo (2005), entre outros.
Palavras-chave: Memoria,Leitura, Estudo, Reflexão
Oral
Abrir o trabalhoO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO E SUAS TRANSFORMAÇÕES: SABERES NECESSÁRIOS PARA A EFICÁCIA NO ENSINO DA LÍNGUA MATERNA
RUTH RAÍLA TAVARES ARAÚJO; Cícera Maria de Souza
Este trabalho consiste em uma pesquisa bibliográfica de natureza quali-quantitativa, que tem por objetivo discutir os métodos de alfabetização por meio de análises de produções textuais de alunos da educação básica no nível fundamental 1, da rede pública de ensino do Município de Missão Velha - CE. O estudo também aborda as bases para a formação crítica e social do educando, tendo em vista o fato de que a alfabetização é o pilar da construção social. Como aporte teórico, foram adotados os estudos de: Lopes e Carvalho (2004), Frade (2005), Puentes (2010), Bortoni-Ricardo (2012) entre outros. O uso de diferentes métodos e metodologias em sala de aula deve ser utilizado para o desenvolvimento do pensamento crítico do aluno. Isso pode ser feito a partir de práticas de ensino que ampliem a criticidade dos educandos, seja por meio de pesquisas bibliográficas, seja pela prática da produção textual significativa, de modo a unir teoria e prática. No que tange a alfabetização, é possível desenvolver mais de um método para um melhor desempenho. Assim sendo, esse estudo mostra que tanto os métodos analíticos como o sintéticos podem entrar em concordância quando se trata de alfabetizar. Mesmo que para o profissional da educação a escolha desse método esteja voltada ao currículo-base para os alunos, essas metodologias devem ser melhoradas através de intensificadores na educação. Os resultados preliminares dessa investigação apontam que, além da escolha de variados materiais didáticos e, principalmente, através do aperfeiçoamento pessoal, será possível uma melhoria do ensino. Os profissionais, de escolas, creches ou pré escolas, devem se manter atualizados, preparados e capacitados. Não apenas isso, devem também buscar estimular o hábito da leitura, adequando os gêneros textuais orais, transformando-os em escrita significativa. A metodologia do professor, mesmo com os desafios e individualidade de cada aluno, ao alfabetizar, caracteriza-se como elemento-chave para o surgimento do leitor crítico, futuro cidadão consciente e ativo na sociedade, fazendo com que o processo de alfabetização possa ser iniciado e concluído no tempo certo.
Oral
Abrir o trabalhoOS MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO: CAMINHOS PERCORRIDOS DURANTE O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LEITURA E DA ESCRITA
MARIA DAMIANA SILVA SOUSA
O presente trabalho se propõe analisar a prática pedagógica em dois momentos: inicialmente pelo relato pessoal, através do qual conto minha experiência de alfabetização, relacionando aos métodos de alfabetização principalmente aos métodos sintéticos utilizados na minha trajetória pelas letras, e em seguida pela análise de textos produzidos pelos alunos em fase de aquisição da leitura e da escrita, a partir dos quais refletimos sobre erros comuns na escrita inicial como a escrita espontânea e as relações entre fala e escrita. Erros estes que são desprezados pelos os professores a partir do uso dos métodos tradicionais, sem cogitar de que os alunos aprendem fazendo hipóteses sobre a língua. Os objetivos desta pesquisa é analisar brevemente o processo de alfabetização e os elementos que compõe essa fase como os métodos de alfabetização, já que se sabe que o ensino da leitura e da escrita nessa fase consiste basicamente nesses métodos, bem como a influência desses no papel do professor e do aluno no processo de aquisição da leitura e da escrita. Para embalsar os estudos, foram utilizadas as ideias de Frade (2005), Cagliari (2009), Luna e Silva (2013) entre outros teóricos que nos forneceram aprofundamentos pertinentes sobre os métodos de alfabetização e sobre o controle que estes possuem no ensino da leitura e da escrita. Concluímos com essa pesquisa que a alfabetização ainda consiste nos métodos alfabetizadores tradicionais, e que estes não oferecem um conhecimento efetivo da escrita e do seu uso social. Esse fato explica-se pela rigidez das metodologias adotadas pelos professores que não variam e atualizam os métodos de ensino e ainda insistem em não colocar o aluno como sujeito ativo no processo de aprendizagem. Desse modo, o professor ainda controla o processo de ensino da leitura e da escrita julgando os erros dos alunos a partir dos métodos tradicionais, sem utilizar estes erros como elementos construtivos e sem levar em consideração o processo cognitivo do aluno e suas habilidades para a aquisição da escrita.
Palavras-chave: ALFABETIZAÇÃO,MÉTODOS DE ALFABETIZAÇÃO
Oral
Abrir o trabalhoOS MÉTODOS SINTÉTICOS E ANALÍTICOS DA ALFABETIZAÇÃO: VANTAGENS E LIMITAÇÃO
ANTÔNIA CÂNDIDO DE SOUZA
Este trabalho tem por objetivo identificar os métodos de ensino trabalhados nas escolas nos primeiros anos de estudo. A proposta desenvolvida no estudo consiste em adotarmos metodologias que viabilizem a alfabetização de crianças na idade certa. Devemos compreender o aluno e o meio social no qual ele vive, observando por meio da observação assistida, focando seu processo de aprendizagem, dentro e fora da escola. Por se tratar de uma pesquisa bibliográfica, faremos a revisão de literatura a partir dos seguintes autores: Frade (2005), Cagliari (2009) e Puentes (2010), pelo fato de apresentaram metodologias pertinentes para compreensão do ensino na idade certa, bem como propõem uma alfabetização de qualidade. Objetivamos, assim, refletir sobre as vantagens e desvantagens dos métodos sintéticos e analíticos e, de um modo geral, sobre o ensino-aprendizagem. Os primeiros resultados dessa pesquisa em andamento nos revelam que ambos os métodos podem contribuir para o processo de ensino-aprendizagem, desde que empregados com metodologias adequadas. Isso, de certa maneira, favoreceu a nossa própria formação enquanto professores, umas vez saber lidar com metodologias, recursos e diferentes situações de ensino deve ser uma preocupação constante. O aprimoramento progressivo deve fazer parte da vida profissional. O professor também deve lançar mão do maior número de ferramentas que tiver disponível, sendo o método, o elemento central nessas escolhas. Sendo dessa forma foi concluímos que os métodos apresentados junto ao relato de experiência nos fez aprender o quanto é importante ter um caminho certo para se alfabetizar uma criança, sem precisar fugir das regras que as escolas nos impõem. Para tanto chego a dizer que todo meio de ensino é valido desde que possamos desenvolver o nosso aprendizado de forma correta e de acordo com o meio que vivemos.Este trabalho tem por objetivo identificar os métodos de ensino trabalhados nas escolas nos primeiros anos de estudo. A proposta desenvolvida no estudo consiste em adotarmos metodologias que viabilizem a alfabetização de crianças na idade certa. Devemos compreender o aluno e o meio social no qual ele vive, observando por meio da observação assistida, focando seu processo de aprendizagem, dentro e fora da escola. Por se tratar de uma pesquisa bibliográfica, faremos a revisão de literatura a partir dos seguintes autores: Frade (2005), Cagliari (2009) e Puentes (2010), pelo fato de apresentaram metodologias pertinentes para compreensão do ensino na idade certa, bem como propõem uma alfabetização de qualidade. Objetivamos, assim, refletir sobre as vantagens e desvantagens dos métodos sintéticos e analíticos e, de um modo geral, sobre o ensino-aprendizagem. Os primeiros resultados dessa pesquisa em andamento nos revelam que ambos os métodos podem contribuir para o processo de ensino-aprendizagem, desde que empregados com metodologias adequadas. Isso, de certa maneira, favoreceu a nossa própria formação enquanto professore
Oral
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Abrir o trabalhoA CONTRIBUIÇÃO DOS LIVROS INFANTIS PARA O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA NA EDUCAÇÃO
MARIA SOCORRO CAVALCANTE DA SILVA; AMANDA FERNANDES DE FRANÇA
O presente resumo expandido é baseado em obras de autores renomados, como: Paulo e Oliveira (2006), Silva, Barros e Moreira (2012), Monteiro Lobato (1947). Este trabalho tem o objetivo de relatar e enfatizar a contribuição da leitura infantil. Isso porque, é por meio do incentivo a leitura que a criança habitua-se a lê. À metodologia dará destaque aos sentimentos abstratos que são desenvolvidos através de afetos entre o mediador da leitura e o ouvinte; a contribuição da educação no processo gradativo da criança em virtude de sua aprendizagem; a demonstração de imagens e um dos recursos indispensáveis no momento da contação de histórias. Dando ênfase ainda, à importância dos escritos (obras) de Monteiro Lobato, sendo ele a principal fundamentação teórica deste trabalho. Considerado o percussor da Literatura infantil suas obras possibilitará ao leitor (mirim) utilizar-se de seu senso critico-reflexivo através de indagações feito pelo professor embasado nas lições de morais transmitidas por histórias e contos, tendo ainda, o privilegio de debruçar de tudo aquilo que está ao alcance de seu olhar. É por meio das histórias do Sítio do Pica-pau Amarelo, a qual dará destaque à personagem Emília, e que se tornar possível perceber que a curiosidade da criança é um dos pontos a ser trabalhado; utilizando-se dos diversos contos que o meio literário vem oferecendo. Diante disso, o meio educacional, é à base de ensino primordial do educando, é nesse período que a criança compreenderá e questionará o que esta em sua volta tendo como condutor o próprio professor, conclui-se que à leitura é um forte suporte que faz a criança se apropriar de culturas e saberes acumulados pelo homem, mesmo que a criança não saiba ler ela conseguirá compreender através da ornamentação do ambiente, das atividades lúdicas e das linguagens mistas: verbal e não verbal que contém nos livros ou na sala. Além disso, é por meio da leitura que se torna possível demonstrar afeto, seja dentro da escola ou fora dela.
Oral
Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DA LEITURA NO ENSINO SUPERIOR
ROSA MARIA ALVES DE SOUZA; Arônio Dias Cipriano
RESUMO O artigo foi criado com finalidade de mostrar a grande importância que é a leitura na vida de um acadêmico, não só como curricular mais na sua formação profissional. E destacar a importância do professor durante a formação de bom leitor. Preocupou-se, também, em reforçar o valimento de se mediar a leitura, estimulando os usuários a descobrirem, por meio dela, o prazer do texto, apresentando-o como um lugar legítimo para trocas de experiências literárias de forma prazerosa tendo em vista que o ato de ler, uma vez compartilhado, permite ao leitor interpretar o texto de diversas formas, acolhendo diversa interpretação que este proporciona. Para tanto o estudo será feito através de pesquisa bibliográfica, onde, estudamos autores renomados como base principal Freire (1989) e dentre outros disponíveis na web. Concluímos que o leitor deverá ser capaz de extrair da leitura diferente interpretação do universo escrito, incluindo-se em um contexto reflexivo em que vivências. Palavra chaves: Leitura. Leitor. Formação. 1 INTRODUÇÃO A leitura é ponto fundamental para o entendimento e compreensão dos textos escritos, pois é através dela que adquirimos os conhecimentos capazes de nos ajudar no desenvolvimento da nossa imaginação e melhoramos a nossa criatividade. Ler é um hábito poderoso que nos faz conhecer mundos e ideias. Entretanto, os alunos que ingressam no curso superior apresentam grandes dificuldades em relação à leitura, isto é, não conseguem compreender os textos lidos; textos esses que são solicitados pelos professores. Pensando na melhoria dessas dificuldades, objetivamos mostrar aos alunos a importância da leitura e despertar neles, o interesse por essa prática, apresentando o efeito dela na sala de aula e no seu cotidiano. Para começar essa iniciativa mostrar a eles o que temos em nossa volta, aguçando a sua curiosidade e despertando o prazer de ler livros, revistas, e não só, textos determinado pelos professores, facilitando o entendimento, e fazendo com o que o mesmo possa ler e apreciar o mundo a sua volta. O uso da leitura está sempre presente na nossa vida, ela é importante para construirmos conhecimento e também para compreendermos o mundo, já que vivemos em uma sociedade letrada. Uma boa leitura enriquece o nosso vocabulário. O estudo será feito através de pesquisa bibliográfica, que “resume-se à análise e discussão apenas de referencial bibliográfica de outros e literaturas, artigos ou monografias sobre o tema da pesquisa pratica, apenas teórica de material publicado impresso.” (Cajueiro, 2012, p.17). E tem por finalidade conhecer as diferentes formas de contribuição cientifica que se realizaram sobre determinado assunto ou fenômeno. Levantamento bibliográfico será realizado em acervos de banco de dados digitais.
Palavras-chave: Leitura, Leitor,Formação
Oral
Abrir o trabalhoA IMPORTÂNCIA DA LEITURA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL I
MARTA JANOCA DE ARAÚJO; Ramires Pereira Romão
Esta Artigo tem por objetivo conhecer as dificuldades dos alunos nas séries iniciais, buscando indicar as melhores formas de incentivo dos docentes aos seus alunos, implementando de acordo com a necessidade de cada criança. Além disso, a prática docente nas aulas de português, que podem favorecer o ensino de leitura. A importância da leitura nos anos iniciais é o ponto de partida para o avanço e crescimento do aluno em sua vida estudantil, principalmente em seus primeiros contatos com a escola. Pois, são nesses tempos que a criança desperta para o aprendizado. É neste momento em que o papel do professor aumenta, pois cabe a ele ser o grande incentivador de seus alunos para a leitura e escrita. A leitura não deve ser praticada somente por obrigação, mas por prazer. A criança, no seu início de aprendizado, deve ter o máximo de contato com livros, gibis, revistas, pois é a partir deste contato que o leitor vai interagindo ainda melhor com seu meio social. Muito se percebe que nas crianças que praticam leitura, seu desenvolvimento é superior aos que não tem o habito de ler. O tema a importância da leitura nos faz pensar e refletir o modo como as crianças e também os jovens praticam a leitura em seu dia a dia; também se é praticada em suas aulas de maneira prazerosa e satisfatória; se nas escolas os alunos têm momentos de leitura; se há biblioteca na escola, cujos livros atendam os públicos e se há uma quantidade disponível para favorecer os alunos. Ler é um ato muito importante, traz muitos significados para o praticante. É notório quando uma criança está em sua fase de aprendizado, pois sua alegria vem de estar a todo o momento lendo, mesmo que seja uma leitura demorada, mas aos poucos ficará rápida e ele não terá mais vergonha de ler em público, e terá menos dificuldade para resolver suas atividades. Infelizmente ainda há crianças que não são alfabetizadas, mas que estão juntas com os que têm menos dificuldades. Há salas de aula nas quais o professor precisa dividi-las, para poder atender este aluno e sua carreira não seja mais impedida. A partir desta necessidade, o educador deve criar suas ideias e instigar seu aluno à leitura. Todo professor deseja ver sua turma evoluir, por isso sua vontade de ajudar e ver um sorriso no rosto, satisfação em passar em determinado lugar e reconhecer ao passar pela segunda vez. Muitos por orgulhar seus pais que não tiveram a oportunidade de ser uma pessoa “livre”. De certa forma, o filho aprendendo, os pais terão a mesma sensação de sonho realizado. É importante que o professor busque conhecer a realidade de cada um e ajude da melhor maneira possível, levando sempre em consideração que cada criança tem seu tempo certo de aprender, mas se partir do incentivo de alguém, ela poderá ser ainda mais beneficiada. Cabe isso também à família, pois ela é quem deve ter a maior participação na vida de seus filhos, principalmente no início de seus estudos.
Oral
Abrir o trabalhoCONTEXTUALIZAÇÃO DO CONHECIMENTO ESCOLAR E A BNCC: REPÓRTERES POR UM DIA
EDSON BENEDITO SILVA SOUSA; LEANDRO LOPES SOARES
O presente estudo versa sobre uma experiência de atividade numa turma de ensino fundamental de uma escola pública da rede municipal do município de Barbalha, Ceará. A referida atividade compôs práticas pedagógicas multimodais, pois houve o incentivo a utilização de múltiplos modos para se transmitir a mensagem, ou seja, as repostas dos entrevistados, além da linguagem escrita, centradas nos eixos da oralidade e produção textual presentes na BNCC. Objetivamos, com isso, apresentar os resultados de uma atividade de incentivo a produção textual voltada para a multimodalidade na qual os alunos foram repórteres por um dia em sua comunidade. Nossa metodologia constou de revisão bibliográfica e pesquisa de campo. Entre os autores consultados destacamos Prediger e Kersch (2013) e Oliveira (2015). Pontuamos como principal resultado a produção de vídeos que superaram nossas expectativas, comprovando assim a capacidade criativa dos alunos quando incentivados a utilizar diferentes ferramentas presentes em seu contexto local. Palavras-chave: Entrevista. Multimodalidade. Produção Textual. BNCC. 1 INTRODUÇÃO As práticas pedagógicas nacionais estão passando por várias mudanças para se adequar aos novos grupos sociais, às novas tecnologias e aos novos costumes e comportamentos possíveis na contemporaneidade. Essas transformações se devem ao fato de que nossos alunos não são mais os mesmos de dez anos atrás, em virtude da globalização e da tecnologia que adentram seus universos diariamente e com uma grande quantidade de informações. Desse modo, o conhecimento está acessível e a distância de um toque na tela do celular, o que não significa dizer que ele está organizado e estruturado de forma construtiva e coerente. Nós, enquanto professores, sabemos que o conhecimento só tem significação para o aluno se estiver contextualizado. Pensando nisso e levando em consideração a sociedade tecnológica que nosso aluno se encontra inserido nos dias de hoje, profissionais da educação de todo o Brasil pensaram em um novo documento normativo que deverá servir de norteador em novas práticas pedagógicas e orientará o professor nessa nova era, direcionando-o a criar metodologias e práticas que levem o aluno a pensar e que possibilitem que o mesmo encontre sentido no conteúdo que está sendo ensinado pelo professor. Em se tratando das aulas de Língua Portuguesa, mais especificamente no que tange a leitura e produção textual, faz-se necessário um olhar atento para todos os elementos contidos no texto, além da linguagem escrita, pois “aqueles que se utilizam de mais de um código semiótico, como, por exemplo, os que combinam o código visual e o verbal” (KRESS; VAN LEEUWEN, 2006, p. 1831 apud AZEVEDO, 2015, p. 15) são chamados de textos multimodais.
Palavras-chave: Entrevista, Multimodalidade, Produção Textual, BNCC
Oral
Abrir o trabalhoLiteratura erótica: face pedagógica de Eros
TAYLA MARIA LEONCIO FERREIRA
RESUMO O presente estudo trata-se de uma discussão e um projeto a nível de desenvolvimento, sendo que pressupomos sua efetivação na prática docente, quando a proposta poderá ser realizada. O projeto pretende utilizar textos literários, especificadamente poemas considerados pertencentes à literatura erótica, para a discussão e promoção da leitura como mecanismo de humanização, criticidade e desenvolvimento intelectual, cognitivo e afetivo, em turmas finais do ensino médio. Nesse contexto, entendemos a educação como ato revolucionário, partindo do pensamento de Paulo Freire (2018), para o qual a autonomia é um dos grandes objetivos da prática educativa. Dessa maneira, pautamos nossos estudos na revisão bibliográfica de Paulo Freire (2018), Antônio Cândido (1998), e Regina Zilberman (1988). 1 INTRODUÇÃO O poeta Mário Quintana diz que a poesia abre janelas, salva um afogado. A poesia se coloca a serviço do eu, num processo de desenvolvimento da subjetividade tanto do autor quanto do leitor. É a voz da alma que chega profundamente ao nosso ser. Infinitudes e impossibilidades estão conectadas na poesia, pois é palavra articulada, eficaz, produtiva, portadoras de vários significados. A poesia é um campo de reflexão, em que a mente trabalha para processar ideias, construir sentidos, ampliar e diversificar leituras. Drummond também fala que o verso é duro de sair, no entanto a poesia inunda toda a sua vida. Afinal, cada lugar é capaz por si só de ser também poesia. Se todo canto é casa para moradia poética, a sala de aula se faz lugar mais que possível, necessário, Antônio Cândido afirma que “os professores de literatura sabem que cada abordagem de um texto poético pode alterar a maneira de entendê-lo; mas sabem também que o nosso ofício obriga a apresentá-las, por mais insatisfatórias que sejam” (CÂNDIDO, 1989, p. 6). No entanto, Averbuck (1982) explica que, muitos professores desconhecem as possibilidades de exploração da poesia e a própria função da arte na construção da personalidade humana. Além de que, em tempos de cerceação da liberdade, falar de erotismo ou até mesmo de literatura como um direito inalienável tem se tornado uma luta cada vez mais difícil. O que fazer perante essa realidade que nos é posta? É diante dessa indagação que decidimos desenvolver este texto, pois ele nos fará refletir sobre as relações entre erotismo e poesia, visto que aqui, iremos considerar que a poesia erótica é um recurso que pode e deve ser usado em sala de aula, a fim de se explorar as capacidades leitoras dos alunos, além de poder trazer à tona questões consideradas tabus, como sexo, gênero, raça, prazer, e sexualidade.
Palavras-chave: eros,erotismo,literatura,literatura erótica
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Abrir o trabalhoOS LIVROS DE LITERATURA INFANTIL E A IMPORTÂNCIA DE IMAGENS PARA O
MARIA SOCORRO CAVALCANTE DA SILVA; AMANDA FERNANDES DE FRANÇA
O presente resumo expandido tem o propósito de ressaltar a importância e a contribuição dos livros de imagens como um recurso essencial no processo de aprendizagem da educação infantil em seu processo continua de aprendizagem. É sabido, o quanto é antigo a presença de imagens no nosso meio social, com o passar dos anos tornou-se um recurso essencial do meio educacional. Por tanto, este resumo expandido tratará da relevância de se trabalhar com a leitura de imagens e das suas “n” contribuições na aprendizagem que se dá de forma continua. O objetivo está voltado para o processo de desenvolvimento da narrativa nos livros de imagens como também a importância de se ter escritores voltados para o público infantil. De forma metodológica o devido trabalho será desenvolvido utilizando-se de imagens da obra: A bruxinha atrapalhada, Eva Furnari, descrevendo todo o encadeamento narrativo destacando os aspectos pictográficos contidos nas ilustrações sendo eles responsáveis pela conexão de uma imagem a outra, que convém a facilitar o entendimento do leitor, a devida obra se aproxima de uma anedota por conter traços humorísticos ou engraçados. E, também, através de citações de obras que trabalham temas tais como: a força da amizade, á educação, higiene entre outros, temas de repercussão social que necessitam ser trabalhados na infância. A pesquisa se dará através do método bibliográfico recorrendo também a sites confiáveis. Pois assim como os livros o meio virtual é um forte aliado do pesquisador acadêmico. É essencial a contribuição de escritores que optam por escrever obras voltadas para o meio infanto juvenil, que vem a se tornar recursos didáticos do processo inicial da criança, que vai além da sala de aula. Onde o mediador inicia os primeiros progressos rumo a aprendizagem, da leitura usufruindo da leitura não verbal. Entretanto, o convívio no âmbito escolar reflete assim como no meio familiar, são locais de ensino aprendizagem continuo, pois o ser humano em seu processo de formação de aprendizagem não tem fim.
Oral
Abrir o trabalhoOS PROCESSOS DE ESCRITA NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO ENQUANTO SUJEITOS SOCIAIS
ELLEM ELLYZABETH BARBOSA QUIRINO; Cícera Janaína Rodrigues Lima
GT 02: PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO BÁSICA E SUPERIOR OS PROCESSOS DE ESCRITA NA CONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE DOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO ENQUANTO SUJEITOS SOCIAIS Ellem Ellyzabeth Barbosa Quirino URCA – Missão Velha ellem.ellyzabeth@gmail.com Cícera Janaína Rodrigues Lima URCA – Missão Velha janainarodrigueslima@live.com RESUMO A escrita tem importância fundamental na vida do ser humano, mas para que ele domine esta prática é preciso que tenha conhecimento das suas técnicas e os diversos gêneros textuais, e isso se dá através do ensino e da prática da escrita em sala de aula. Esse trabalho tem como objeto de estudo o foco nas dificuldades em relação à escrita apresentadas pelos alunos de Ensino Médio, que muitas das vezes escrevem não por prazer, mas por ser uma obrigação, algo que os fará receber a nota no fim do ano. Para isso nosso objetivo é compreender a escrita enquanto objeto de interação social na formação dos sujeitos envolvidos no processo e como os alunos lidam com essa prática em sala de aula. Usamos como aporte teórico as definições sobre escrita de Queiroz (2005), das análises de gênero e produção textual realizadas por Marcuschi (2008), as experiências de práticas de ensino e de correção de textos descritas por Passarelli (2012), os estudos do texto como instrumento de interação social realizados por Cavalcante (2016) e os estudos de gênero no contexto brasileiro de Bezerra (2017). Com isso, podemos entender que a escrita é uma atividade essencial na vida dos sujeitos enquanto construtores da sua própria identidade e vemos que ela tem fundamental importância como uma prática de interação social. Palavras-chave: Escrita. Gêneros. Interação social. 1. INTRODUÇÃO A escrita é algo de fundamental importância na vida de um estudante e para que ele domine esta prática é preciso que tenha conhecimento das suas técnicas e os diversos gêneros textuais, e isso se dá através do ensino e da prática da escrita em sala de aula, esse processo ocorre a partir do momento em que o aluno entende que “produzir e entender textos não é uma simples atividade de codificação e decodificação” (MARCUSCHI, 2008, p. 99). Assim, entendemos que para escrever é necessário um conhecimento linguístico, enciclopédico, contextual e cognitivo e não apenas conhecer, mas saber usar esses conhecimentos para transformar aquilo que se quer dizer, pois o texto não é apenas decodificar símbolos ou um fenômeno linguístico, mas é uma forma de interação social em que os sujeitos interagem a partir do que se está sendo estudado e/ou falado. Dessa maneira, destacamos como é de grande importância o desenvolvimento de estudos em relação à atividade de escrita, pois o que vemos muito hoje é a falta da qualidade da escrita dos estudantes, isso não se dá apenas pela falta de desinteresse destes, mas também pela falta de diálogo com sujeitos envolvidos no processo de escrita e atividade sistemática relacionada à escrita, que quando ensinam produção textual mostram apenas alguns gêneros text
Palavras-chave: Escrita, Gêneros, Interação Social
Oral
Abrir o trabalhoREFLEXÕES SOBRE A MONITORIA UNIVERSITÁRIA: COMO FAZEMOS O ENSINO UNIVERSITÁRIO?
FRANCISCO HEITOR PIMENTA PATRICIO
O presente trabalho tem como objetivo refletir sobre como a prática da Monitoria Universitária (MU) auxilia os alunos novatos a entenderem o que é a cultura universitária e como ela atinge os alunos e professores no processo de adaptação a nova realidade na qual o aluno está inserido, já que este vem de uma realidade totalmente diferente da vivenciada na universidade. Para tanto, faz-se necessário entender como os monitores podem auxiliar os alunos ingressos na universidade a assimilarem essa cultura, já que estes estão em constante contado com os professores e com os outros alunos, além de já estarem inseridos na cultura universitária por mais tempo conhecendo os meios para adentrar e se adaptar a ela. Além disso, entendendo a monitoria como um recurso de extensão para o universitário treinar sua prática acadêmica, já que na maioria das universidades o aluno não passa por um processo de apoio ou incentivo para seguir no caminho da docência, propomos uma breve explanação dos resultados da Monitoria Universitária aplicada em 2018, para explicarmos como se deu esse processo na nossa realidade. Desse modo, as reflexões foram organizadas a partir da divisão do tema nessas três partes. Para este fim, utilizaremos o livro A monitoria como espaço de iniciação à docência: possibilidades e trajetórias (2007), organizado por Mirza Medeiros dos Santos e Nostradamos de Medeiros Lins, que reúne trabalhos sobre a monitoria universitária e seus efeitos, ainda usamos o livro Aula de Português: encontro & interação” de Irandé Antunes (2003), como apoio as discussões a respeito das práticas na sala de aula, iremos também utilizar os resultados de uma pesquisa online feita com os alunos do Curso de Letras, da Universidade Regional do Cariri, que participaram enquanto estavam no II Semestre da Monitoria Universitária de Linguística II: Fonética e Fonologia. Com isso, exemplificaremos como a teoria pode ser aplicada à prática, trazendo para o debate científico não só a teoria, como também a prática.
Palavras-chave: monitoria universitária,práticas docentes,ensino universitário
Oral
Abrir o trabalhoRETRATOS DA EDUCAÇÃO
AMANDA PEREIRA ; Gislaine da Silva Feitosa
Este trabalho tem como objetivo mostrar como a escola pública brasileira precisa se adaptar à realidade social para o melhoramento da qualidade do ensino, assim tendo em vista que precisa não só educar, como também ser capaz de formar seres pensantes para se posicionarem perante a sociedade, na qual busque crítica de maneira construtiva. A escola sozinha não consegue fazer com que o aluno se motive a buscar o seu potencial e sua motivação para aprender, levando em consideração o modo em que muitos vivem, é preciso a colaboração dos pais e professores para motivar o aluno a buscar a escola não só por obrigação, mas sim por querer, além de fazem com que ele sinta que é algo necessário para sua vivencia, aprender e buscar o conhecimento. Mas muitos alunos sofrem muita pressão em relação ao estudo e ao trabalho, para que consigam empregos e façam faculdade assim que o ensino médio acabar. O bullying é um dos grandes motivos de desmotivo para os alunos frequentarem a escola, visto que, não só isso implica, mas também fatores sociais, econômicos e familiares, o desemprego também é um grande responsável, porque muitos jovens deixam de estudar para trabalharem e ajudar a família com os gastos da casa. Segundo o Ministério da Educação (MEC) a quantidade de matriculas tem caído 8,7 milhões para 8,3 na última década. Entendemos que o cenário econômico Brasileiro atualmente não é o melhor, pois segundo a Organização para o Desenvolvimento Econômico (OCDE) o Brasil gasta anualmente US$ 3,8 mil ( 11, 7 mil) por aluno no ensino fundamental até a quinta serie, o que é relativamente pouco para que haja infraestrutura capaz de agregar ao desenvolvimento e aprendizagem. Como vimos as escolas Brasileiras enfrentam uma serie de dificuldades que além dos fatores internos a escola a o externo, precisando buscar o melhoramento da qualidade da educação, por isso precisamos começar a reformar no ensino fundamental, para que os alunos cheguem ao ensino médio tendo uma boa base de aprendizado. As escolas do Ceará têm o maior índice de aprendizagem do Brasil 82 das 100 escolas públicas são do Ceará segundo a Secretaria de Educação do Estado (SEDUC) tem como base o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Idep) colocando o Ceará com nota de 6,1. Este trabalho trata sobre o Ensino no Brasil e que ele ainda precisa melhorar muito. Iremos mostrar o quão importante é a colaboração de pais e professores para o desenvolvimento do aluno. Trataremos sobre este tema, pois muitas escolas não foram capazes de acompanhar as mudanças ocorridas na sociedade desmotivando os jovens. Portanto, a escola além de ensinar tem que se propor também a motivá-los a buscarem a aprendizagem de uma forma mais prazerosa. Para que haja uma educação de base sólida é preciso levar em consideração uma série de fatores políticos, econômicos, sociais e religiosos que implicam diretamente na forma de ensinar do professor, pois tem que saber lidar com as diferenças de cada pessoa em seu meio de crença.
Oral
UMA EXPERIÊNCIA EM SALA DE AULA: DESTACANDO A IMPORTÂNCIA DA DIDÁTICA E DA LEITURA ATRAVÉS DE TEXTOS REFLEXIVOS
ARÔNIO DIAS CIPRIANO; Rosa Maria Alves de Souza; Josilene Marcelino Ferreira
RESUMO O presente artigo tem como objetivo, mostrar como se dá o aprendizado dos alunos através de textos reflexivos e abordar a importância da Didática do professor. Onde a falta de leitura provoca problemas graves na formação da escrita, pois é através da leitura que o aluno desenvolve a sua capacidade de pensar e de escrever. Para isso, desenvolvemos o projeto com alunos dos 3º anos do ensino médio da Escola de Ensino Fundamental e Médio Adauto Leite. Este trabalho é baseado em referência de autores renomados, como Fávero (2000), Freire (1998 e 2001), Vasconcellos (2011) e dentre outros. Assim, concluímos a partir das atividades desenvolvidas e percebemos que a didática do professor é de suma importância na vida do aluno, para que ele participe da aula e possa interagir, dialogar e compreender, e que o estudante tem que entender que a capacidade de ler significa, sobretudo, a condição de compreender um mundo que vai se mostrando cada vez maior e mais surpreendente, e o professor deve buscar meios de incluir o aluno nas atividades, mudando a sua metodologia de ensino, fazendo com que ele sintam-se motivados a participar. Palavra chaves: Leitura reflexiva. Didática. Formação docente. Processo de leitura. 1 INTRODUÇÃO O professor é à base do crescimento e do aprendizado do aluno, e o seu papel é de suma importância para a formação crítica e reflexiva em sala de aula. Onde o educador além de compartilhar conhecimentos ele é responsável pelo o aprendizado do aluno. O referente artigo descreve o resultado de um projeto desenvolvido na Escola de Ensino fundamental e Médio Adauto Leite no município de Mauriti-CE. Como futuros professores a meta é fazer com que os alunos se aprendam, e incentivar os alunos a lerem textos que transmitem ensinamentos e que trabalhe a oralidade e a interpretação. Assim observamos as turmas dos 3º anos do ensino médio, pois, ao analisar esses alunos o professor irá fazer parte da rotina deles e ajudará no enriquecimento profissional. Nessa perspectiva a didática além de ser fundamental, ela favorece uma aprendizagem qualitativa, tendo em vista, buscar o melhor para os alunos e o melhor para o professor, tornando suas ações seguras e precisas, e, além disso, para que o professor possa estar sempre buscando novas formas de ensino, valorizando-se enquanto educador, onde a realização desse projeto foi um grande desafio, foi algo novo, que tanto nos fortaleceu, quanto ajudou os alunos a refletirem sobre as fábulas apresentadas. A didática vem abrindo novos horizontes, pois ela tanto trabalha o papel do professor em sala de aula, quando o papel do aluno, e isso vem sendo de suma importância para todos. Entende-se que a didática além de ser de suma importância para a atuação do docente, ela é vista como um conjunto de atividades organizadas pelo docente, que visa o favorecimento e a construção de conhecimentos nos estudante.
Palavras-chave: Leitura Reflexiva, Didática, Formação docente, Processo de leitura
Oral
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