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PREVALÊNCIA DA VIOLÊNCIA SEXUAL NA REGIÃO NORDESTE
KYOHANA MATOS DE FREITAS CLEMENTINO; Rayane Moreira de Alencar; Giovanna Sales de Oliveira; Nadilânia Oliveira da Silva; Woneska Rodrigues Pinheiro
INTRODUÇÃO: A violência contra a mulher representa um problema de saúde pública, revelado pelos altos índices de morbimortalidade, tendo como consequências a depressão, estresse pós-traumático, suicídio, problemas ginecológicos, gravidez indesejada, complicações na gravidez, aborto, além do risco de adquirir Infecções Sexualmente Transmissíveis- ISTs. OBJETIVO: Identificar a prevalência de violências sexuais notificadas pelo Sistema Único de Saúde- SUS, segundo faixa etária. METODOLOGIA: Estudo descritivo, retrospectivo, com abordagem quantitativa, utilizando dados do Departamento de Informática do SUS (DATASUS) referentes a prevalência de violência sexual segundo faixa etária na Região Nordeste no período de 2015 a 2017. Os dados foram categorizados, tabulados e analisados segundo estatística descritiva. RESULTADOS: Foram registradas 16.280 notificações de violência sexual. As faixas etárias mais acometidas foram entre 10-14 anos com 4.977 casos, 15-19 anos com 2.423 e 20-29 anos com 2.495, seguido das faixas etárias de 1-4, 5-9 e 30-39 anos com mais de 3.000 notificações no total. CONCLUSÕES: Evidenciou-se a necessidade da implantação da educação sexual desde a infância e o fortalecimento da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher, referente a organização de redes integradas de atenção às mulheres, adolescentes e crianças em situação de violência sexual em conjunto com ações de prevenção de ISTs e assistência em todos os níveis de atenção.
Palavras-chave: Violência contra a Mulher,Enfermagem,Saúde da mulher
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VIVÊNCIA DE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM ACERCA DE UM SEMINÁRIO SOBRE ABORTAMENTO: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA
RAQUEL LINHARES SAMPAIO; João Cruz Neto; Carla Andrea Silva Souza; Maria Lucilândia de Sousa; Vaneska Hellen Campos Araruna; Nadilânia Oliveira da Silva; Grayce Alencar Albuquerque
Introdução: O aborto é um problema de saúde pública, sendo a quarta causa de morte materna no Brasil. É permeado por estigmas, refletindo na limitação de políticas públicas e consequente má qualidade na assistência, havendo a necessidade de maior discussão sobre o tema. Objetivo: Relatar a experiência de bolsistas acadêmicos de enfermagem frente a um seminário sobre aspectos legais e de assistência relacionados ao abortamento. Metodologia: Trata-se de um relato de experiência sobre abortamento, promovido pelo Programa de Educação Tutorial, na Universidade Regional do Cariri em de abril de 2019. Participaram do evento profissionais e acadêmicos de enfermagem, com discussão mediada por especialista sobre violência obstétrica e abortamento legal. Resultados: Participaram 80 pessoas, além de 12 bolsistas. A discussão foi mediada por apresentação expositiva e dialogada. O evento foi de extrema importância para os acadêmicos, pois compreenderam que abortamento é parte integrante dos cuidados de enfermagem, e o quanto tais profissionais são fundamentais na assistência individualizada e efetiva em tais situações. Além disso, puderam conhecer as situações de abortamento legal. Ademais, foi-se percebido a ausência da temática na matriz curricular do curso, fazendo-se necessários maiores discussões a fim de diminuir o estigma criado sobre o assunto e orientar o futuro profissional quanto ao seu papel diante a uma situação de abortamento. Conclusão: Tal vivência possibilitou aos acadêmicos desenvolverem um olhar humanizado sobre o cuidado à mulher em processo de abortamento, possibilitando a reflexão e o pensamento crítico acerca do contexto e cuidado que deve ser prestado a essa mulher.
Palavras-chave: gravidez,aborto,assistência integral à saúde da mulher
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